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Cascavel, 13 de agosto de 2009
AVALIAÇÃO
Crise com vizinhos pode afetar economia da Colômbia
A economia da Colômbia
pode ser duramente afetada pelas recentes tensões diplomáticas entre o país, Venezuela e
Equador, de acordo com analistas ouvidos pela BBC.
Segundo eles, 22% das exportações colombianas são direcionadas a esses dois países, sendo que 16% das vendas são feitas para a Venezuela e 6% para o Equador.
O comprometimento das relações comerciais pelas tensões
políticas com esses países pode
afetar a entrada de divisas na
Colômbia, causar um aumento
no desemprego e uma alta nos
preços dos combustíveis nas regiões de fronteira, ainda de acordo com os analistas.
A indústria automotiva pode
ser uma das mais afetadas pela
crise política, assim como as
exportações de gêneros alimentícios como ovos, frango e carne, além dos setores de confecções e sapatos.
Terça-feira, durante uma visita à Argentina, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou que seu país importará 10
mil automóveis argentinos, em
substituição aos que compraria
da Colômbia. As vendas de automóveis colombianos para a
Venezuela já chegaram a atingir o
patamar de 45 mil unidades por ano.
O presidente da Associação
Nacional de Autopeças da Colômbia, Túlio Zuloaga, acredita
que a diminuição das vendas
para a Venezuela pode fazer com
que sejam perdidos 6 mil empregos diretos na Colômbia.
Para a economista Cecilia López, senadora do opositor Partido
Liberal e aspirante a uma candidatura à Presidência colombiana,
“é muito difícil medir os efeitos
econômicos da crise, mas eles
podem ser mais sérios do que o
país [Colômbia] pode aceitar”.
“O [caso do setor] automoti-
vo é muito sério, porque não temos outros mercados. A indústria automotiva colombiana cresceu por causa da Venezuela nas
últimas duas décadas. Se fecham [os mercados de] Venezuela e Equador, não sei onde
mais poderemos vender”, afirmou.
De acordo com a senadora, os
Estados Unidos, principal parceiro comercial da Colômbia, não
estão dispostos a comprar do país
produtos que conseguem a preços mais baixos na Ásia. Além
disso, já houve um declínio de
24% as exportações colombianas
para os Estados Unidos.
AFEGANISTÃO MARINES E SOLDADOS TENTAM EVITAR AÇÕES DO TALEBAN
EUA lançam ofensiva
para garantir eleições
erca de 400 marines americanos e 100 soldados afegãos lançaram ontem uma
ofensiva contra a insurgência Taleban na província de Helmand
(Sul), com o objetivo de garantir
a segurança antes das eleições
presidenciais do dia 20.
Segundo um comunicado do
comando dos Estados Unidos, a
operação, que começou no distrito de Now Zad, conta com o apoio
de helicópteros e outros aparelhos
da Força Aérea americana.
“Nossa missão é apoiar a Co-
C
missão Eleitoral e as forças de
segurança afegãs. São elas que
são responsáveis pelas eleições.
Nosso trabalho é garantir que façam a sua segurança”, assegurou o comandante dos marines
no Afeganistão, general-de-brigada Larry Nicholson.
De acordo com a nota, as tropas têm o objetivo de acabar com
as “campanhas de violência e intimidação” dos insurgentes e garantir a segurança dos cidadãos
afegãos para que possam votar
nas eleições.
Além disso, a ofensiva pretende facilitar a comunicação entre
os cidadãos afegãos e as administrações locais.
Em 2 de julho, os EUA já haviam lançado outra ofensiva, da
qual participaram quase 4 mil soldados, para atacar o Taleban em
seus principais redutos.
A insurgência Taleban, que
tem seus principais redutos nas
províncias de Helmand e Kandahar, ambas no sul, pediu aos
cidadãos que boicotem as eleições e aumentou nas últimas
semanas os ataques contra forças internacionais e afegãs.
Mais US$ 2,5 bilhões
O embaixador dos Estados Unidos, Karl W. Eikenberry, afirmou
ao Departamento de Estado americano que o país não vai
conseguir cumprir seus objetivos no Afeganistão se não
aumentar significativamente, em 60%, as verbas destinadas à
reconstrução e desenvolvimento no próximo ano. A informação foi
divulgada em reportagem publicada ontem no
jornal “Washington Post”.
Eikenberry afirmou em um cabograma enviado ao Departamento
de Estado americano que é necessária uma verba de US$ 2,5
bilhões adicionais em gastos não militares para 2010, 60% mais
do que os planos já ambiciosos que o presidente Barack Obama
apresentou para aprovação no Congresso.
Durante a campanha presidencial, Obama prometeu encerrar a
Guerra do Iraque e investir onde estão os “verdadeiros
terroristas”, no Afeganistão.
UNIOESTE -UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ
Extrato de Edital 102/2009-GRE da Universidade Estadual do
Paraná - Objeto: convocação dos candidatos aprovados no 9º concurso público para provimento de cargos públicos nos campi da
Unioeste para realizar escolha de vaga com opção de lotação. Os
candidatos que foram aprovados para a função de Auxiliar Operacional para provimento de cargos públicos para Unioeste, de agente
universitário da carreira do pessoal técnico-administrativo, estão
sendo convocados para realizarem a escolha de vagas com opção
de lotação, nos dias 17 e 18 de agosto de 2009, às 14 horas, na
sala dos Conselhos Superiores na Reitoria, sita à Rua Universitária, nº 1.619, Jardim Universitário, Cascavel. O candidato convocado para escolha, que porventura não comparecer nas datas e horário estabelecidos no Inciso II, manterá a classificação obtida na
aprovação, sem qualquer prejuízo, continuando expectativa de contratação no processo original do Certame. Candidatos convocados
para o cargo de agente universitário, função Auxiliar Operacional,
lotação Hospital Universitário do Oeste do Paraná: Ricardo Emanuel Gonçalves Leandro, João Antonio Pastorini Neto, Jaqueline Ferreira de Moraes, Marcia Cruz, Wilson José Gregoletto, Vera Lucia de
Menezes Bolzan, Vera Lúcia Vargas, Beatris Aparecida Rahini, Irene
Maria de Oliveira da Silva, Antonio Eloi Theinel, Juceni Munhak, Patricia da Silva, Marcelo Barbosa Gomes, Verginia Milani, Marli Terezinha Heppner, Marcos Aurelio da Silva, Ivonete Aparecida S Hamerski, Dirceu Dutra Martins, Fernando Daghetti, Cicero Alves Moreira,
Marcia Regina de Almeida, Janete Aparecida da Silva, Vanderley
Arruda, Uilian Simões Armistrong, Ana Carolina Camargo de Souza,
Adriana Pereira, Mauro Luiz da Cruz, Patricia Hubner Barazetti, Cleber Luiz Almeida Bugs, Diego Bruno Salusti, Maria Possato Duarte,
Juliano Poczits, Orestes de Godoy Junior, Gilmara Alice Steinke,
Dreyce Karine dos Santos, Maria Aparecida Reis, Sandra Regina
Pellissari Bedim, Marcia de Oliveira Silva, Sebastião Soares da
Costa, Osni Pereira de Souza, Marcilene Pereira dos Santos, Sandra da Costa Silva, Selma Claudia dos Santos, Georgina Eliane
Menezes, Glauber Benedito Figueiredo de Pinho, Valdemir Castilho
Costa, Valdenir Quadra Moraes, Carlos Alberto Zacharczuk, Sirlei
Soares, Ana Maria Franciscato Ferreira, Daniel Felipe Bressan, Pedro Antonio da Silva Junior, Elaine Zander Hössel, Gelvana Cristina
de Assis Schmidt, Felipe Anderson Cena, Alexandro Junior Alves da
Luz, Delmir Rossoni, Claudeni Vidal, Reginaldo Rodrigo de Castilho, Adenilso Domingos Andreolli, Meri de Bittencourt Pinheiro, Luzia Aparecida Becker, Ivete Agostinho, Adriana Stocberl Monteiro, Alice Zeferino da Silva, Nilza Egidio Barboza Pereira, Silvio Justino
Belende, Fabiana de Souza Gomes, Mychelly Agnes Marcelo, Jussara Aparecida Hilgemberg, Elanir Bieber, Ewerson Roberley Navarro, Paulo Mauro Medeiros, Euzelena Barboza Viana, Marli Luci
Schauren, Serli Menegoto Serafim, Maria Rodrigues da Cruz Almeida, Simone de Fátima Mazureck, Vera Lucia Fernandes, Ivete Bento
dos Santos, Loreni Cordeiro de Ávila, Rejane Cozer, Claudia Aparecida Cunha, Robson Gomes Sotil, Martinha Aparecida R Santos, Edi
Schwabe Szczerbicki, Marilei Aparecida Fogaca Cavalheiro, Deyvisson Ross, Valeria Zamboni de Souza, Azeny Terezinha Beneti dos
Santos Quadros, Vaneide de Freitas Pereira, Rodrigo de Mello, Efrem
Lugas Brisolla, Silvia Aparecida Barbosa Alcântara, Marina Oliveira
Rosa, Angélica Scalabrin, Marcio Takeshi Anabuki, Alesandra Oriente, Rodrigo de Jesus, Elton Johnny Silva de Mattos. Informações
Complementares: o acesso ao Edital pode ser realizado pelo endereço: www.unioeste.br/concursos/ e mais informações na Diretoria
de Recursos Humanos, na Divisão de Seleção e Acompanhamento
pelo telefone: 3220-3127.
Desastre
O presidente da Rússia,
Dmitri Medvedev, classificou
ontem como um “desastre
nacional” os índices de
alcoolismo na Rússia, onde
40 mil morrem anualmente
de intoxicação etílica. “Para
ser sincero, o alcoolismo em
nosso país virou um desastre
nacional”, destacou
Medvedev.
Segundo as agências de
notícias russas, o presidente
ressaltou que, “nos últimos
anos, uma série de medidas
que endurecem os requisitos
para a produção e a venda de
álcool foi tomada”.
“A publicidade de bebidas
alcoólicas foi restringida
consideravelmente e foram
endurecidas as punições
para os condutores de
veículos que dirigem
embriagados”, acrescentou
Medvedev.
Sobre as estatísticas do
Ministério da Saúde de que
um russo consome quase 18
litros de álcool puro por ano,
o chefe de Estado ressaltou:
MIANMAR
Condenada,
Nobel da Paz
retoma rotina
de isolamento
A líder do movimento
democrático birmanês e
prêmio Nobel da Paz, Aung
San Suu Kyi, retomou ontem,
após ser condenada mais uma
vez à prisão domiciliar em
Mianmar, a rotina que marcou
grande parte de suas últimas
duas décadas de vida.
Suu Kyi acordou entre as
mesmas paredes que a
separaram do mundo exterior
durante 14 anos. Correio,
telefone e visitas, incluindo a
de seus filhos, são
censuradas.
Um comboio policial de
seis carros a transferiu terçafeira para casa, depois que um
tribunal militar especial a
declarou culpada de violar os
termos da prisão domiciliar por
receber um americano.
A Nobel da Paz foi
sentenciada a três anos de
trabalhos forçados, uma pena
que foi reduzida para 18
meses de reclusão em casa
pela Junta Militar. Ainda assim,
Suu Kyi deverá ficar de fora da
cena política a meses das
eleições presidenciais,
marcadas para 2010.
A sentença gerou uma série
de condenações
internacionais, de Londres a
Tóquio, passando pelos
principais líderes do planeta,
como o secretário-geral da
ONU, Ban Ki-moon.
Ontem a Asean
(Associação de Nações do
Sudeste Asiático), da qual
Mianmar faz parte, qualificou
de “decepcionante” a decisão
da Justiça e pediu a libertação
de Suu Kyi. A defesa da líder
opositora já trabalha para recorrer
da decisão judicial, embora com
poucas possibilidades de
conseguir êxito.
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