PLENÁRIA DOS EMPREGADOS DA
CAIXA EM LUTA CONTRA A
REESTRUTURAÇÃO SERÁ QUINTA,
ÀS 19H. PARTICIPE!
Ano III
No 125
23/03/2010
BB: POR UMA NOVA CASSI
Chapa 3 é a saída para mudar os rumos da Cassi
Você, funcionário do BB,
está satisfeito com os serviços
oferecidos pela Cassi ou com a
forma como a atual diretoria a
vem conduzindo? Se não, a
oportunidade de mudança é
agora, na eleição que ocorre
entre os dias 1 e 9 de abril.
Duas chapas concorrem neste
processo, mas a única que tem
o apoio e a confiança da diretoria do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas, por conhecer a história de luta de seus integrantes, é a Chapa 3 - Oposição
- Por Uma Nova Cassi.
Histórico
O grupo que hoje está na
direção da Cassi e que tenta a
reeleição, já está à frente da
entidade há mais de 10 anos.
Desde então, implantou a Reforma Estatutária de 1996, que
aumentou a contribuição do
funcionalismo e retirou o compromisso do BB em arcar com
os desequilíbrios financeiros da
Cassi. Em 2007, essa direção,
aliada à direção petista do banco, fez outra reforma que implementou a co-participação
em exames e consultas, com a
desculpa de solucionar o déficit provocado pela reforma anterior. Na prática, piorou o
atendimento e o serviço, além
de aumentar a contribuição dos
participantes.
Ronaldo Moraes (RJ), e Gilberto Monteiro (RN) representam
a Conlutas. Eles são candidatos
aos conselhos Deliberativo e
Fiscal. Também integram a Chapa 3: Humberto Almeida (BA),
Maria Goretti (ES), Paula Goto
(PR) e Marcelo Antunes (DF).
VOTE CHAPA 3!
O que propõe a Chapa 3
GESTÃO DE SAÚDE
- Promover a capacitação em gestão de saúde para todos
os gestores das unidades Cassi;
- Criar um programa de excelência no atendimento;
- Revisar a estrutura organizacional das unidades, junto
com os funcionários e conselhos de usuários;
DEFENDEMOS
- Fim da co-participação em exames e procedimentos;
- Ampliação e melhora da qualidade da rede credenciada;
- Implantação de ambulatórios nos prédios do BB com
alta concentração de funcionários;
- Parceria Previ-Cassi na aquisição e gestão de hospitais
em localidades estratégicas;
- Implantação imediata do Plano Odontológico;
- Manter o princípio da Solidariedade (cada um contribui
de acordo com seu salário e todos utilizam conforme a
sua necessidade);
- Independência política frente ao BB.
Responsabilidade
A Chapa 3 - Oposição Por Uma Nova Cassi é composta por colegas que irão cobrar do BB a responsabilidade
com a Cassi. Seus candidatos
são conhecidos pela vasta trajetória de luta e estão preparados para fazer uma nova Cassi.
Maria Valéria, a Belela (SP),
Sindicato promove plenária quinta-feira para
organizar a luta contra a reestruturação na CEF
A direção irresponsável da
Caixa está mesmo empenhada em
'desestruturar' a vida dos seus
empregados e a fazer mais uma
grande besteira institucional com
essa maldita reestruturação recém
anunciada. Em Bauru, essa violência é atualmente tramada e pretendida pela Caixa contra os trabalhadores lotados na Gicot e na
Gicop, duas áreas-meio que prestam, exemplarmente, graças ao
empenho e ao esmero de seus valorosos funcionários, um importantíssimo serviço institucional. Mas a
instituição em si, CEF, uma empresa 100% pública, insiste em adotar o terrorismo como prática rotineira, se assemelhando aos carrascos privados, como Satãder.
Desde que soube da abrupta
notícia da pretensa reestruturação
na CEF, o Sindicato dos Bancá-
rios de Bauru e Região/Conlutas vem se preparando para encaminhar a luta e a resistência, tanto na via política, como na via judicial. Ainda ontem, o departamento
jurídico do Sindicato já preparou
e ajuizou ação contra a reestruturação arbitrária da CEF, com pedido de liminar, visando a barrar imediatamente essa injustiça. Nesse
sentido se faz necessário que todos os trabalhadores envolvidos e
ameaçados pelo terrorismo da CEF
se mantenham tranquilos, serenos
e, sobretudo, unidos, sem que tomem nenhuma atitude precipitada,
individualista, o que poderia colocar em risco toda a luta coletiva
que já vem sendo travada na via
judicial.
Paulo Tonon, diretor do Jurídico do Sindicato, lembra que a entidade já conseguiu duas vitórias
importantes contra medidas arbitrárias semelhantes a essa da CEF:
"Há cinco anos, o Bradesco queria
extinguir seu pólo de área-meio,
em Bauru, mas impedimos essa violência na Justiça e o setor segue
funcionando normalmente. Além
disso, no episódio da extinção da
Gerel do BB, também conseguimos,
através da resistência coletiva e da
luta na via judicial, manter todos
os bancários em Bauru, sem redução salarial."
Todos à Plenária de quinta
Para discutirmos e organizarmos nossa forte luta contra a maldita reestruturação que a CEF pretende fazer, temos que nos constituir mais uma vez como pólo de resistência. Para isso, "temos que
estar todos unidos, informados e
focados, pensando e agindo cole-
tivamente, para que a vitória seja
gloriosa e de todos os trabalhadores", pondera o diretor Beto Castilho, empregado da CEF. A plenária
dos empregados da Caixa contra a
reestruturação contará com a presença do advogado da entidade,
Dr. Sérgio Luís Ribeiro, e começará
às 19 horas, na sede do Sindicato.
Diretores do Sindicato foram ao Predião, conversar sobre a luta
contra a reestruturação e convocar os bancários para a plenária
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NA TRINCHEIRA
MAIS MENTIRAS DOS PELEGOS...
Funcionários da Nossa Caixa ficam sem
Gratificação Variável no BB
Os antigos funcionários
da Nossa Caixa ficaram a ver
navios em relação a Gratificação Variável, paga sempre
no mês de março, pelo então
banco paulista. Parece que no
entendimento do Banco do
Brasil, como a Nossa Caixa
não deu lucro em 2009, ninguém teria direito a receber
nada. Absurdo! A partir do
lucro de 2010, o banco poderia arcar com os R$ 10,8 milhões anualmente, porém, a
serem pagos somente para
quem não fez adesão ao Ter-
mo de Opção, pois outro entendimento 'sacana' do BB, é
que quem fez a adesão renunciou aos direitos enquanto funcionário da Nossa Caixa.
Mentiras pelegas
Os pelegos da Fetec/CUT
mentem de forma descarada
ao dizerem que em dezembro houve uma campanha
para que os funcionários
aguardassem o final do mês
para decidirem se iam ou não
aderir ao regulamento do BB,
EDITAL DE ASSEMBLÉIA GERAL
EXTRAORDINÁRIA
visando ganhar força para a
negociação com o banco. Tiveram a audácia de afirmar
que naquele mês, o BB estava disposto a negociar, mas
como percebeu que cada funcionário se apressou em
resolver individualmente sua
situação, o banco "deixou rolar". Vergonhoso! Cadê o papel dos pelegos cutistas que
deveriam lutar pelo funcionalismo?
Para completar, representante da Fetec/CUT lançou
outra pérola ao dizer que ago-
ra, nas próximas negociações, ficará difícil negociar
esse tema, porque o peso da
força do funcionalismo é mínimo.
Enfim, nas rodadas de
enrolação que ocorreram com
o BB, o tema Gratificação Variável foi ignorado tanto pelo
banco quanto pelos dirigentes
cutistas na mesa. Isto que é
representatividade sindical
pelega!
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas, mais uma vez,
alerta que em pelegos não se
pode confiar. Eles mentem,
enganam e depois, jogam a
culpa no funcionalismo pelos
prejuízos. O Sindicato/Conlutas exige que negociações
sérias sejam retomadas com
o BB no sentido de reaver este
enorme dano causado para
muitos funcionários da Nossa
Caixa.
O Sindicato tomará as
devidas medidas jurídicas
caso o BB não reconheça esta
dívida com os funcionários da
Nossa Caixa.
Torneio Início de Futsal 2010
Confira as chaves sorteadas, que jogarão no próximo sábado, dia 27.
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários
de Bauru e Região, com CNPJ sob o número 45.030.434/0001-72, Registro
Sindical n.º. 001023/2006-54, por seus representantes legais e estatutários abaixo assinados, convocam todos os bancários sócios e não sócios
de bancos públicos e privados da base territorial deste sindicato, a seguir:
Bauru Água de Santa Bárbara, Agudos, Arandu, Areiópolis, Avaí, Avaré,
Barão de Antonina, Bernardino de Campos, Borebi, Cabrália Paulista,
Caporanga, Cerqueira César, Coronel Macedo, Duartina, Fartura, Gália,
Iacanga, Itaí, Itaporanga, Itatinga, Lençóis Paulista, Lucianópolis, Manduri, Óleo, Piraju, Piratininga, Presidente Alves, Ribeirão Vermelho do
Sul, Santa Cruz do Rio Pardo, Sarutaiá, Taguaí, Tejupá, Taquarituba,
Tibiriçá, Timburi e Ubirajara, para Assembléia Geral Extraordinária, que
se realizará dia 23 de março de 2010, (terça feira), às 18.30h em primeira
convocação, e às 19.00h, em segunda convocação, no endereço à Rua
Marcondes Salgado 4-44 – Centro em Bauru- SP, para discussão e aprovação da seguinte ordem do dia:
1 – Discussão e deliberação sobre aprovação de apoio político e
financeiro a chapa de oposição nas eleições do sindicato dos
Bancários de Brasília
2- Discussão e deliberação sobre aprovação de apoio político e
financeiro a chapa 3 nas eleições da Cassi
CHAVE A
Nossa Caixa/B. Vista
Santander
Bradesco Ag.
CHAVE B
Unibanco
Bradesco Rod.
CEF Agudos
BB Shopping
Bauru, 20 de março de 2010
Marcos Tadeu Lenharo e Paulo Rodrigo Tonon Garcia - Diretores
Sindicato dos Bancários e Financiarios de Bauru
e Região/Conlutas
SINDICALIZE-SE!
Preencha a ficha no site www.seebbauru.org.br
CONVÊNIO PARA BANCÁRIOS
CHRISTINA CAMPANELLI
Psicoterapia a crianças, adolescentes, adultos, pais, casais e portadores de LER
Desconto de até 30% (à vista ou para o dia do recebimento do salário)
End.: R. Benedito Moreira Pinto, 1-68, Higienópolis
Tel.: 3016-3492 / 9663-2200
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NA TRINCHEIRA
ACORDO ASSINADO
Sindicato assina Acordo Aditivo com o Santander
Na quarta-feira passada,
dia 17, o diretor do Sindicato dos Bancários de Bauru
e Região/Conlutas Marcos
Lenharo assinou a renovação
do Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)
e o Programa de Participação
nos Resultados (PPRS) com o
Santander, em São Paulo.
13º E PRÊMIO
No último dia 19, sexta, o
Santander creditou na folha de
março a metade do 13º salário de 2010 aos funcionários,
exceto para quem já recebeu
nas férias em janeiro e fevereiro. A mudança foi definida
durante as negociações do
acordo aditivo à convenção
coletiva. A segunda parcela
será depositada na folha de
novembro.
O banco também pagou a
metade do prêmio de dois salários para os funcionários originários do Santander que já
haviam completado 25 anos de
casa em 1º de janeiro de 2009
e estavam na ativa em 1º de
setembro de 2009. O pagamento da outra metade desse
prêmio-antiguidade ocorrerá
na folha de janeiro de 2011.
Diante de muitas dúvidas
sobre quem teria direito ao
recebimento desse prêmio, o
Sindicato dos Bancários de
Bauru e Região/Conlutas
entrou em contato com a direção do banco que informou
que aqueles bancários que não
receberam o prêmio, devem
acessar o Portal RH e abrir um
"chamado", preenchendo os
campos e escrevendo um histórico sobre o seu caso. O banco irá analisar caso a caso e
informar ao funcionário.
É válido ressaltar que só
tem direito ao prêmio de dois
salários, o bancário que completou 25 anos ininterruptos
no Grupo Santander.
TERRORISMO E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA
Santander demite sem justa
causa dirigente da Conlutas
Perseguição política! Este
é o motivo para a demissão do
funcionário do Santander e dirigente da Conlutas, Fábio
Bosco (Fabinho), ocorrida no
dia 1º de fevereiro. Foi com
muita revolta e indignação
que o movimento sindical combativo de todo o país, os bancários e os trabalhadores de
luta, em geral, receberam a
notícia desta demissão, técnica e moralmente imotivada,
sem justa causa e sem justificativa.
A demissão de Fabinho
atenta de forma implacável
contra a organização dos trabalhadores e contra todos
aqueles que não se curvam
nem se vendem diante da
ofensiva neoliberal dos governos Serra, Lula e dos banqueiros – que com esta atitude,
tratam de minar a resistência
da nossa classe contra todos
os ataques que o grupo Santander desfere sobre seus trabalhadores.
Esta demissão é também
igualmente carregada de ataques contra o movimento sindical, suas representações e
garantias conquistadas na base da luta,
na medida em que ignora completamente
o fato de Fabinho ser
dirigente da Conlutas, uma central sindical que é reconhecida inclusive pelo
próprio Estado.
O
Sindicato O 'motivo' para a demissão cruel de Fabinho foi
dos Bancários de sua histórica luta em defesa dos trabalhadores
Bauru e Região/
Conlutas rechaça e
descansaremos nenhum minuclassifica como repugnante a
decisão de demitir Fábio Bos- to enquanto essa atitude groco, que possui quase 25 anos tesca e nefasta não for reverde serviços prestados dentro tida, devolvendo a Fábio Bosdo Banespa (hoje Santander), co aquilo que jamais poderia
lhe ser retirado.
além de décadas de trabalho
A Conlutas e o Sindicato
militante na construção da luta
de Bauru estão fazendo uma
dos trabalhadores e por uma
campanha para reverter esta
sociedade sem exploradores
demissão e pede que os bannem explorados.
Exigimos a imediata cários enviem e-mails para o
reintegração de Fabinho, presidente do Santander, o 'seFábio
Barbosa
luta da qual não abrimos mão nhor'
(
f
a
b
i
o
.
b
a
r
b
o
s
a
@
s
antansob nenhuma hipótese e que
lançaremos todas as nossas der.com.br e fabio.barboforças, no sentido de restabe- [email protected]),
lecer o emprego e a militância exigindo o imediato cancelana categoria bancária que ago- mento da demissão de Fábio
Bosco.
ra tentam lhe usurpar. Não
No dia 17/03, o diretor Marcos Lenharo assinou o acordo aditivo com
o Santander, em São Paulo
Assembleia debate
apoio às oposições de
Brasília e da Cassi
Nesta terça-feira, dia 23,
os bancários estão convocados para assembleia que irá
discutir, deliberar e aprovar
dois importantes apoios políticos e financeiros. Um para
a Chapa 3 - Bancário, é
hora de mudar! Sindicato
é pra lutar, que concorrerá
às eleições do Sindicato dos
Bancários de Brasília entre os
dias 29 e 31 de março. O
outro é para a Chapa 3 - Por
Uma Nova Cassi, que concorrerá também no processo
eleitoral da Cassi, entre os
dias 1º e 9 de abril. Ambas
as chapas são de oposição e
compostas por bancários da
Conlutas e da Intersindical.
RESGATAR A LUTA
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas acredita que o
apoio às duas chapas é fundamental para resgatar estas
entidades para o caminho da
luta.
O Sindicato dos Bancários de Brasília tem uma base
com cerca de 21 mil bancários, sendo 14 mil sindicalizados e uma arrecadação men-
sal de cerca de R$ 450 mil.
Os bancários do BB, CEF e
BRB representam 80% da
base e 65% dos sindicalizados, concentrando-se em
prédios de diretoria e tecnologia, além de 1.200 pontos
de atendimento, distribuídos
no Distrito Federal e 12 municípios do entorno (Goiás).
É um importante sindicato
que atualmente encontra-se
nas mãos dos pelegos governistas da Contraf/CUT. Portanto, apoiar a Chapa 3, de
oposição, nestas eleições tem
o objetivo de contribuir com
o resgate da entidade para
uma ação sindical classista,
construída a partir da base,
procurando fortalecer a unidade na luta da classe trabalhadora frente aos ataques
dos patrões e do governo.
O mesmo apoio se dá
em relação à Cassi, que hoje
tem uma diretoria que não
atende mais aos interesses
de seus usuários e sim do BB.
A assembleia está marcada para às 18h30, em primeira em convocação, e às
19 horas, em segunda convocação. Participe!
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NA TRINCHEIRA
MÃOS AO ALTO
Governo toma 3,33% do salário dos trabalhadores
para repassar a sindicatos pelegos
Os bancários que integram a base do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas podem ficar tranquilos porque a entidade,
tão logo receba sua parte (60%), vai efetuar a devolução do dinheiro
Na semana passada, o
Na Trincheira publicou uma
matéria sobre a montanha de
dinheiro que as centrais sindicais pelegas receberam do
governo em 2008 e em 2009
por conta do repasse de uma
parcela do imposto sindical
(10%).
Talvez o texto não tenha
recebido o devido destaque,
pois houve casos de bancários que telefonaram para o
Sindicato dos Bancários de
Bauru e Região/Conlutas
para reclamar do desconto.
Sendo assim, é oportuno refrescar a memória dos bancários sobre a origem, o significado e o destino do imposto que só serve para sustentar entidades pelegas.
Todo ano, no mês de
março, o governo federal
toma 3,33% do salário de todos os brasileiros com carteira
assinada. A porcentagem corresponde a exatamente um
dia de trabalho. Se um trabalhador tem salário mensal
de R$ 1.500, praticamente R$
50 ficam com o governo.
Depois de abocanhar
essa quantia, o governo distribui o dinheiro entre os sindicatos (60%), as federações
(15%), as confederações
(5%) e as centrais sindicais
(10%). Os 10% restantes ficam com o governo, indo diretamente para o Fundo de
Amparo ao Trabalhador
(FAT).
O imposto sindical foi instituída por Getúlio Vargas
em 1939. Na época, o presidente resolveu pôr os trabalhadores no bolso – assim
como Mussolini na Itália fascista – doando uma montanha
de dinheiro aos sindicatos em
troca de silêncio. Estava ins-
tituído o peleguismo, vigente
até hoje, 70 anos depois.
AQUI É DIFERENTE
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas abomina essa prática. Os diretores da Conlutas são unânimes em defender que um sindicato deve ser
sustentado unicamente pelas
doações voluntárias da categoria que representa. Os trabalhadores sabem diferenciar quando a entidade existe
para defendê-los ou quando
a entidade é apenas "de fachada". Por isso, os bancários de Bauru e região podem
ficar tranquilos: o sindicato
vai devolver os 60% que lhes
cabem do imposto sindical
assim que for creditado na
conta da entidade.
O resto do dinheiro ficará com a Contraf/CUT (5%),
com a Fetec/CUT (15%) e
com a própria CUT (10%).
Esses 30%, portanto, podem
ser considerados "perdidos".
Entre em contato com essas
entidades e peça o reembolso para ver o que acontece.
Elas não sobreviveriam somente com a contribuição de
seus filiados.
De quem cobrar
Perto de um terço do imposto sindical (30%) fica, no caso do ramo
bancário, com as seguintes entidades pelegas (todas da CUT):
Cobre desses pelegos seu reembolso e deixe
eles saberem que não são seus representantes!
EDUCAÇÃO NA LUTA
Sindicato apoia greve dos professores e funcionários da Educação
Em Bauru, os educadores se encontraram para discutir
a luta e intensificar a greve
NA TRINCHEIRA
Professores e funcionários
de diversas regiões do país estão em greve por melhores condições de trabalho e salários. Em
São Paulo, os educadores da
rede estadual estão de braços
cruzados desde o dia 8, em Belo
Horizonte a rede municipal está
parada desde o dia 16, na Paraíba a categoria está em greve
desde o dia (26/02), no Rio
Grande do Norte os educadores
também aderiram à paralisação.
Isto demonstra que há uma
insatisfação generalizada da categoria e o total descaso dos
governos federal, estaduais e
municipais com a Educação. Em
diversas regiões o movimento
cresce e assembleias ocorrem
nesta semana para definir o
rumo da paralisação, da qual quatro estados participam. Na última sexta, 19/3, mais de 60 mil
professores grevistas marcharam
em luta pela avenida Paulista,
após manterem a greve em assembleia realizada em frente ao
Masp.
Bauru
Ontem, dia 22, diretores do
Sindicato dos Bancários de
Bauru e Região/Conlutas participaram da concentração dos
Jornal do Sindicato dos Bancários e Financiários de Bauru e Região. Jornalista Responsável: Isabel Carvalho (MTb 22.188). Redação: Isabel Carvalho e Diego Teixeira (MTb 41.429). Periodicidade: Semanal. Sede: R. Marcondes Salgado, 4-44,
Centro - CEP 17010-040 - Bauru/SP. Fone/Fax: (14) 3222-7270. Subsede Santa Cruz do Rio Pardo: R. Marechal Bittencourt, 414, Ed. San
Rafael, Sala 103. Fone: (14) 3372-5600. Site: www.seebbauru.com.br ou www.seebbauru.org.br E-mail: [email protected]
professores grevistas, na Praça
Rui Barbosa, para levar apoio à
luta dos trabalhadores da Educação.
Os educadores da rede estadual de SP reivindicam aumento salarial de 34,3%, além de
serem contra as provas de desempenho do governo impostas
pelo governo estadual de José
Serra. Os professores entendem
que a política de Serra segue o
Plano de Desenvolvimento da
Educação (PDE) do governo
Lula. Os professores enfrentam
os ataques do governador de SP,
José Serra (PSDB) e do secretário da Educação Paulo Renato de
Souza (PSDB), com mentiras propagadas pela mídia. O movimento provou nas ruas que a adesão
à greve é de 80% enquanto o
governo insiste em 1%.
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Chapa 3 é a saída para mudar os rumos da Cassi Sindicato