li ü possível prescindir dos lores espirituais, no drin prei\è. m qne so podeis apelar paro os consciências relas,
escureiis d I doutrino evangélica
-*
—'
i-.-
A SITUAÇÃO ATUAL
DO MUNDO
O Santo Padre Pio XII
defiaiit muito ben a situaato atual de Mundo, afir
maneio que cada um dos
dois grupos, em que se divide, em nessoa dias, a família
humana, tolera que o outro
exista, porque êle mesmo
nâo quer perecer. Destarte,
es povos nfto tem, como outrera, uma vida comum, mas
apenas coexistem.
Este lamentável estado
de coisas constitui um a
larma permanente para
ambas as partes, desde que,
de um memento para otr
tre, pode rebentar o cata,'
clisma tremendo, que seri
uma conflagração, na era
atômica.
Realmente, como muito
bém disse o Pastor Angélico,
nâo temos a guerra, mas
nem por isto podemos di'
zer que possuímos a concórdia e a tranqüilidade,
pois o que existe é uma
calmaria a frio e nada mais.
Advertiu o Vigário de
Cristo que, para se evitar
o negro pesadelo que as'
sombra a Humanidade, há
que se regressar ao temor
de Deus.
Aumenta progressivamente a > desconfiança no equilíbr>ointernacional, eos
A
AN9XLV
..,..,.
IH
Esse deplorável recurso
ao prepa,roi<la luta, a fim
de conter p inimigo, arras'
ta a comunidade universal
¦'-Cont.
'
______
na 21 página
'¦-»<-
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~
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Si
H í-w _fl____T
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'í
JUXTA CHUCBM IESU MATES EJUS
CUIABÁ, 29 DE MAIO DE 1955
_fl
2
JúMERO 2.H7
SE HA DE E\ ITAR A DEMASIA
DAS PALAVRAS
Evita quanto puderes o bulício do mundo!
porque o comércio do sículo causa muitos embaraços amda quando se trata com intenção sincera.
Bem depr.-ssa somos manchados e cativos, da vaidade.
Muitas vezes quisera ter-me calado, e não ter estado entre os homens.
Porém qual é a causa
de tão bom grado
talamos e praticamos uns comporque
os outros, vendo quão
poucas vezes voltamos ao silêncio sem dano dc conciência.-'
A razão disto é porque pretendemos ser consolados uns dos outros com semelhantes conversações, e
desejamos aliviar o coração cansado de
pensamentos diversos.
E de bôa vontade nos detemos em falar ou ensar nas coisas que amamos ou desejamos, ou das adversas que sentimos.
Mas, ai muitas vezes em balde e sem I r u t o •
porque esta exterior consolação é dc grande detrimento !*¦ interior e divina.
Por esta causa vigiemos e oremos,
para que não
se passe o tempo inutilmente.
°f
...*¦
__E__
COMO
í
¦ . H ¦ |f#,
____^0
Interior
No conceito exato de Sucessor de fiedro, nenhum
povo suporniria, indefinida'
mente, a cojrrida arruamen'
tista da hojíi presente.
-»«¦?»•
*,-
. ___^___«'-__._-___—_
Vida
Estados armam se, firmando
pactos de dlfesa, na previ.
sfto, a cadf) instante, de
gravíssima! complicações,
cujas coníjgquenoias são
verdadeiranjeate imprevisíveis. ;?
•
>"
«
¦ .K -ií*'*
Imitação dc Cristo.
Mensagem de felicitações do Supremo Tribunal do Brasil
à Corte Suprema dos Estados Unidos da América
do Norte
O professor Hadolfo Valadão faz a entrega
ao Dr. Earl Warreh
'
Congresso Eocáilico
Inferi
Rio de Janeiro, fetiereiro (Serviço da f Agência
Nacional) — A propósito
das medidas' adotadas
pelos organizadores d,i
C-fngresso Eucaristico lnternacional còm o objetivo ie assegurar um abasteciment» normal à poHaverá gêneros alimentícios no Mio para
pülaçâo, no Rio, durante
a realização' do Congres1 milhão e 2oo mil peregrino
se, o Bispo D. Helder Cámara frestou a nossa e tecnicamente habilitada liberdade
#e vigilância
reportagem os se- a serem indicadas pela e a certezaLde
que não
esclarecimentos: Associação Comercial. Es- haverá
gmntes
"—
« A" COFAP obteve sa fórmula lembrada co- desvio oupambilidade de
mualquer madois armazéns, com uma rm meio de suprir o Rio nobra ai fisga*.
área Mal de 29 mil me do abastecimento que a
três quadrados e es co- sua população normal e
Estiagem
locou a disposição de fir- mais a adventicia necesmas moralmente idôneas, sitam, deixará aos podeE conclmi D. Helder:
financeiramente capazes res públicos e a impresa< — Cem-Jsso se prevê a
1
estocagem de alimentos
para atender a um miIhão e duzentos mil peregrinos, na hipótese desse
número ser muito otimista, dadas as dificuldades
de transportes, o Rio, com
a sua população normal,
consumiráem prazo curto
a quantidade de gêneros
eventualmente excedente>.
Lembranças do
Congresso
A Secretaria Gerai dc
Congresso organizou uma «Comissão de Lembrancas e Promoções de
vendas*, destinada a oferecer aos peregrinos
Cont. na 3a pígina
WASHINGTON, 20- (IPS)O Brasil expressou hoje apreciação à Corte Suprema dos Estados
Unidos por liderança no reconhrcimento da Jurisprudência Interamericana.
O Dr. Haroldo Valadão, proeminente jurista brasileiro, entregou ao JuizEarl Warren, presidente da Corte Suprema, uma
mensagem assinada pêlo Presidente do Supremo Tribunal do Brasil, ministro José Linhares, na
qual é observado que o Juiz Felix Frankfuuer, ao txpender opinião num caso de arrecadação
de impostos entre os Estados Unidos e o Estado de Nova York,
citou duas decisões do Supremo
Tribunal do Brasil.
Essa opinião do Juiz Frankurter, diz a mensaijem, foi impressa nos anais do Senado e do
Congresso do Brasil, para mostrar
Qs laços entre os Judiciários dos
Estados Unidos e do Brasil, e a
«universalidade do sentimento de
C»nt. na 3a pagina
1
"A CRUZ" é
o jornal da família católica de Mate-Grosso.
Trabalhador, "A CRUZf é também o teu jornal.
A CRUZ
» tUMtUod* 1961
Cura...
O Cavaleiro da Gravata Branca
(Continuação da 4a. página)
2." DECLAMADORA
Um místico silêncio Invade a pobre sala,
Onde' oravam a sós, e a mãe assim lhe fala:
__
3.»
DECLAMADORA
Conclusão
Disse, 6'por entre loas sacras e cantantes, ,
O pão do céu reparte aos jovens comungantes.
Jorge, a quem o serm&o toca e um suspiro arranca,
Estreita ao coração sua gravata brancal
(A segunda e a terceira declamadoras fecham a cortina.)
SONOPLASTIA — Cresce a música, denote corta.
recordações do Conclaoé'
Até o momento, 42 firmas fá assinaram contratos com a Secretaria
do Congresso e São hárnt DA 3.. CHA
bilitadas a expor â ven1
da viírias lembrança s,
QUARTA CENA
i •"
dentre as quais se des:
(A segunda e a terceira declamadoras tornam a abrir a tacarrt: flâmUlas, mar
cortina. No meio da cena está Jorge, parado, estreitando to cadores de
livros, cintei'
veito sua gravata branca.)
ros de cerâmica, etc.
Acham-se elas expostas
'¦*Ú...i
2.» DECLAMADORA
nus seguintes locais: Uatriz de Santo Antônio
Assim toi que entrou Jorge a luta pela vida,
«
Armado em cavaleiro, a quem, pobre e querida,
(Inválidos, tí: (Matriz
Uma simples gravata, as Vezes lhe fazia
de São Joaquim {Joaquim
De heráldicos troféus, e bem mais lhe valia,
Palhares, 227),- AMatrk
Que balsões de templárlo, ou signas avoengas,
de São ivosm" e Damiãb
Ou auriflamas de ouro e púrpuras realengas.
{Leopoldo. 16); Matriz de
E tal qual sua mãe predissera, o combate
São Francisco Xavier
Foi assíduo e feroz, mas Jorge não se abate.
O mundo, o diabo e a carne aliam-se contra êle,
(São Francisco Xavier,
Para o arrebatar do amor soberano d'Aquele,
75), de Nossa Senhora da
A quem votara o ardor da sua juventude.
Luz {Estrada das FurMas êle sente renascer-lhe a alma e a virtude,
"**
nas; 82), Matriz de NosPremendo ao coração, sua gravata branca,
2,a DECLAMADORA
sa Senhora dos NavegunQue nenhum satanás lhe polui, nem arranca,
Calou-se, colocou-lhe a cândida gravata
Porque humilde e piedoso, a Jesus e Maria,
tes (Luiz Pereira, 6P),
e o beijou.
Em toda tentação, de pronto recorria.
Matriz de Nossa Senhora
SONOPLASTIA — Disco da Ave-Maria em surdina,
E só confiando em Deus, dizia afoitamente
da Apresentação Urajd);
l.a DECLAMADORA
Com-São Paulo:
'
\***
Paróquia de São Pedro
Nesse instante, um manso luar de prata,
Baixando lá do céu, sobre o grupo bendito,
(Cascadura); Matriz de
JORGE
Envolve ambos os dois, num beijo do infinito,
São Jeronimo (Coelho .\eB
Ao mesmo tempo que, comovidas e belas,
. Omnia póssum... Sou onipotente! to); Matriz do Sagrado
,.
* , ,Ta
declamadoras
Tremem no céu de anil, as primeiras estrelas.
correm
mais
uma
W-teza cortina)
Coração) Praça Sica);
(A segunda e terceira declamadoras tornam a fechar a.
FIM DA ... OÍNA
Matriz de Santo Antônio
tortina.)
SONOPLASTIA
Maria Zacaria (lane);
Cresce a música da Ave-Maria Tdêpcdsf
jj
corta.
Matriz de Nossa Senhora
QUINTA CENA
FIM DA 2.» OENA
da ConceiçOo) h açu Dom
,se,mantem< fechado.)
i,Mm
RamuaUo); MeOrie de
ÍI&CBln^CENA
Nossa smhWjO do Oestersegunda
e
a
terceira
declamadoras
voltam
a
abrir
o
(A
pa3.» DECLAMADORA
ro
, Esbeno. Do fundo do palco desapareceram Jorge e sua mãe. Num
rad, Ul); Paroquia do S.
Anos e anos a fio, anos da puberdade,
plano lateral, quase nos bastidores, vê-se um altar, onde -um
Anos, em que as paixões recrescem com a Idade,
S. Sacramento da Antiga
padre está celebrando a Missa e, ao pé dêste, três jovens ajoJ9r6e. empenhado em aprimorar-se a alma,
elhaãos, em traje de primeira Comunhão. Vm deles é Jorge.
Sé (Avenida Passos); MaffíKP.
Do.|studo na palestra iluminada e calma.
Luz forte de manhã sobre a cena.)
triz de Nossa Senhora dm
Porém, à santidade, é
SONOPLASTIA — Disco de sinos tocando festivamente, a
êle antes aspira
Lampadosa (Avenida
Para o caráter afinar que
como uma lira
princípio mais forte, depois, em surdina.
Passos, 13; Nessa SenhoDominando, sem dó, na renúncia e na
prece, Üyyy.y.
da Candelária (Anüta
3.a DECLAMADORA
1™ ** bate e estremece,
^."^"^"j
ao»
frênütos do amor, tão instintivamente,
Presidente Vargas); MaNa crástina manhã, a igrejinha da aldeia
d0 he*iotrópio, ao sol dourado e
triz de Santa Rita (LarÉwLh,?™
quente.
Era toda um encanto, ornameutadale cheia [\
QUe_seduçoes meu Deus, para uma alma comi)
essa
De harmonias e luz, de crianças e açucenas,
Na ilusão rosicler da vida
go de Santa Rita);lgre
que começa,
Céu aberto por entre as misérias terrenas.
de Santo Antônio (Prameio a^tim século perverso
ja
e
voluptuoso,
t
^n.
w
Celebrava-se a Missa, e tangiam os sinos,
^\
Numa quadra^ em que tudo é riso,
ça dos Tamois, 95, im
tudolôii*
Para a primeira Comunhão dos pequeninos.
Tudo ouro sobre azul, e o céu e
Paqueta); Matriz de Nosterra erarijares '
SONOPLASTIA — Disco de órgão com um hino de -primeiJardins de fada, onde erra um acantar
sa Senhora da Glória
do? SSSi» '
ra Comunhão, por um momento forte, descendo para fundo
h"rl,a iníernal «HemônioT
musical, quando a 1* declamaãora começa a falar.
Transformando
(Largo do Machado); Nos%E5££j* o universo em vasto
panden>niol
sa Senhora da .Piedade
1.» DECLAMADORA
(.Marques de Abrantes,
-ia
2.» DECLAMADORA
,_
t
216; (Capela do Sagrado
Primeira Comunhão! Cântico de alvoradaI
íris de fé e amor! Dia da mais dourada
Coração de fesüs (PereiMas Jorge resistiu, e a guapa vireindade «.
Alegria da vida, em que- a alma pubescente
ra da Silva, 319); Cape9» " "* abria em floria a Kldade
k
Os anjos rivaliza, e nesse enlevo sente
num heroiímo forte e doce
la de Saniana(Gago Coupi..acgUaídou>
Que Deus a chama e atrai, com mais força e carinho
Para
seguir a voz de Deus, fosse
tinho, lb); do Hossa Sequal fosse
Qual terno pai, que aperta ao seio o seu filhinho.
Ou na fecundidade ideal do apostoUdo
w
No altar todo florido, a Missa já chegara
nhora do Ce maculo (PeOu na fecunda e santa união doto
agrado. %
À hora da Comunhão. Jesus na pedra d'ara
reira da Süva, 136).
SONOPLASTIA — Corta
MAE DE JORGE
(.Falando lentamente, enquanto lhe apresenta a gravata
branca.)
"Meu filho, eis aqui, linda, alva,
pura e celeste,
A condecoração, que tu mesmo escolheste,
Para a cavalaria heróica da tua alma,
Teu único ilorão e arras de eterna palma,
Na glória celestial: esta gravata brancaI
Tão paupérrima, embora, ela vence e desbanca
As gemas e o ouro dos mais íúlgidos diademas,
Porque é teu talismã, nas pelejas supremas,
Por manteres assim, na graça e na virtude,
O virgineo pudor da tua juventude.
E não permita Deus que a tisnes com o pecado,
Porque te fora então, para sempre vedado
Este símbolo usar da virgindade santa,
Que não há reflorir. Pois nossa alma é uma planta,
Que, em lhe caindo a flor, branca flor da inocência,
Só dá rosas de sangue, espinho e penitência.
Muitas serão as tentações, e a guerra intensa;
Mas luta e vencerás, dando assim glória imensa
Ao Deus, que por amor a ti, na Hóstia se encerra,
A' tua Mãe do céu e à tua mãe da terra."
(Quando termina de falar, vai colocando a gravata branca
no pescoço de Jorge e depois beija-o na testa.)
o disco.
~~-
l.a
l* DECLAMADORA
i
DECLAMADORA
Parece dizer: vinde! O cristalino coro
Das crianças faz silêncio,'e também o canoro
Timbre do harmônio. Repassada de ternura,
Só vibra pela nave, a voz do velho cura:
PADRE
(Que se voltara para os jovens comungantes.)
"Pilhinhos meus, ouvi:
ides à vez primeira,
Receber a Jesus, em hora tão fagueira
Jesus que está na Hóstia, este manjar do empíreo
'
Que êle vos preparou, Jesus, divino lírio,
Que só entre lírios vive, o belo Deus, quê encanta
Os corações e alegra a juventude santa;
Deus, que tanto vos ama, e vos pede
No candor da vossa alma, hoje e por guarida
toda
Dai-vos, pois,' sr Jesus, pelas mãos de Mariaa vida
*
E que este Deus, eternamente vos sorria'"
SONOPLASTIA — Recomeça a música do órgão
u£ fctodeesrtZVara
8° «W P™ • «•*
terC^ra t"*™*"™ abrem
a cortina)
SONOpS&Sa°
deles carrega a £**.:T*£aJlS3?staVE"** Vm
Jorge, seguido por sua mãe. iwffà
ÍS2, «fiS*""
-¦=¦¦
*¦*
DECLAMADORA
As joyens florações dos
povos, como outrora
As mafa cruéis e truculentas
divindades
Arrebata canal-go o escol das mocidades.'
E Jorge lá se vai, na onda rubra e
frementí
Da mobilização, que se alarga ampEnte
Pelas metrópoles e vilas, lado a lado
(Continua va 3.» página')
Graça
C. B. B.
Agradece a S. fudas
Tadeu a graça
alcançada.
Leiam
«A CRUZ»
¦?*»»>¦•»
A
CRUZ
O
Cavaleiro
da
Gravata
Branca
(iConclusão)
Piovoctndo um profundo e lúgubre ululado:
Ali toraçoo chorando esposos, noivo*, fllhoa,
Que a mortè y(o buscar, em tio sangrentos trilhos I
(Poetam os soldada. Mm cena, ficam Jorge e sua mãe, cujo
rosto traduz toda a angústia de seu coração. Traz
na mão a'
gravata tranca.)
l
2.» DECLAMADORA
.,
O* tu, que lês, reflete! Imagina o suplício,
D» boa mie de Jorge, Ante o crú sacrifício,
A que também seu filho era assim arrastado,
No esplendor Juvenil de tão rlsonho fado.
Mas era a voa da Pátria! A voa de Deus,
portanto!
B ela adora o Senhor, no seu desígnio santo.
(Jorge e eua mãe param no meio da cena. íle ajoelha-se e
ela vüi
colocando-lhe a
Mm seguida traça
gravata branca.
uma erus no ««paço, abençoando-o. Depois, beija-o na
testa.)
2.» DECLAMADORA
'
Renova a cerimônia Inefável e
grata
Daquela tarde outrora, e lnda a mesma
gravata,
Põe-lha ao filho; ora a Deus, lhe dê constância eterna;
Reveste-o duma grande arma: a bênção materna,
B dum beijo, em que todo o seu amor se encerra,
B, assim, entrega Jorge aos azares da
guerra.
JORGE
unir-se aos outros
(Que se erguera, vai
soldados, que se
mantinham
parados, d esquerda da cena, de costas para a
•platéia,
em direção á porta da esquerda.
A mãe estende os
braços, como se quisesse detê-lo.)
SONOPLAST1A — Ouve-se outra vez o clarim.
(Os soldados começam a sair, marchando.)
1.» DECLAMADORA
Já
,,
rio
tropas em marcha. A tricolor bandeira
sol meridiano, em singular maneira.
5*^8®
Há sorrisos e dor. Flôres do céu caindo,
K flíres em redor. Perpassa, fundo e Inflndo,
Um estremecimento em toda a natureza
80N0PLA8TIÀ - Ditco da MarseUteta
1.»
DECLAMADORA
B cora «eus tons marciais, a altiva Marselhesa
¦ Inflama os corações, num
verdadeiro orgasmo,
60 ^^mo heróico do entusiasmo.
SONOPLA8TIA — Cresce o disco da Uarselhesa
por um
momento, depois ocrta.
(A segunda e a terceira ieclamadoras correm a cortina do
palco.)
'r.
CENÁRIO
nu
— o
pano
DA 5.» CSNA
SEXTA CENA
de boca mahtem-se
3.»
DECLAMADORA
1.»
DECLAMADORA
fechado.
;
Mas nos • campos além, nos campos da^ret^S^i,
um
sangue
Que
generoso empurpurece e rega,
Quanta desolac&o! Quanta vez, no momento
Do perigo, ou na paz treda do acampamento,
Jorge, ao claf&o da lua alva,
que a treva espanca,
Olhando o céu, beijou sua
gravata branca!
,
.»
2." DECLAMADORA
Mas a batalha, enfim,
qual tempestade brava.
Passou, porque também o dia
agonizava.
B a luz do ocaso, após recontros
tão renhidos,
Juncado o chio se vê, de mortos
e feridos.
horror de carne> o8»» • sangue,
que ^bora quase eatangue,
Por forte Í
hemorragia atroz,
que não se estanca,
Aferra lnda na mio, uma
gravata branca!
1.* DECLAMADORA
1* DECLAMADORA
Era Jorge que ali, no furor
da vanguarda,
Condecorara em sangue a sua
nobre farda.
m0 hospital, asinha transportado,
r?i,P
formopo, inda
ensangüentado,
que'
,3emPre
Arfante o coração, aeml-cerrado
o clllo:
Tal a purpürea flor, de
que fala Virgílio,
™ de «wgue, o belo Eurialo
já morto.
S
!fmbrará' nessa hora sem coníôrto,
a SZ?™
6„ c,
a' 40 longe, o filho bem amado,
pi ihn n!?»
moner, sem a ter ao seu lado,
Yl4t'j0 e 0 mel do seu beijo
tão terno,
E sem a extrema-unçao do
seu olhar materno?
Recrudesce o fôgo
Dos ataques aqui, ali, além, no jOgo
De tremenda estratégia. Um dêsses mais extremos
Esforços foi em Mans. Contudo, não iremos
Descortinar o cáos dessa fatal
jornada,
Em que a fuzilaria, a baioneta, a espada,
Bombas, glnetes, homens, tudo, loucamente,
Num báratro se foi, enquanto indiferente,
Fria, Impassível, tão solene,
quão sombria,
Urrava em seus canhões, a bruta artilharia
,
R¥ DA fl.» OBRA
- " '
SÉTIMA
CENA
A
do
Atual
Mundo
Conclusão
LlilS-PHILIPPÍ
PIR EI Ri
— EXPEDIENTE —
'
estava a eutrar em agoniaAhri™£e,tteS
°i0r
primavera™
i
® brand°'
<„
Emb^am050
'
E sorriu. Diante dêle,
alta e SpCdecente
'
BrUiava a estrela da
manhã. E Jorge ao
•
vê-la
ó Deus, ardente, meigâ
'
r~-*e, sorrindo
a sua mãe na terra!
í!"'
S%rlnd0' 05 cast°s olhos
cerra.
SONOPLASTlt
silênci0- A seguir
entra o disco da
Marselhesa 7u£ acmf™ t"
cendo depois
çué a
<?ai™
1,0 DECLAMADORA
i,
bas"^°e'
oasleí^SqSw!
DeRon"0'
Ohi
e
um
'
Hçdacão a Administração:
Praça do Seminário, 239
Caixa Poatal, 99 —Fon», 29
HORÁRIO
DAS
REUNIÕES
ASSOCIAÇAO
DAS MAES CRISTAS
r]f-J V?a'Leir?. dt Cids 15,30
LOCAL: Palácio do ArcebispadogUerreiros'
~
,r%-
(A segunda js terceira declamadoras abrem a cortina. Espalhados pelo chio vim-se alguns
soldados mortos e entre
iles Jorge, já sem o dolman,
ferido no peito. Uma larga man-
Situação
to desespero de uma catástrofe
das mais sinistras para a Hijióna
da Civilização.
£' em face de tudo isto
que o
Soberano Pontífice mostra o camiftho a palmilhar e indica a única chave para a solução do
PADRE
pro.
blema que mais angustia e sodeclamadora 'aia>
dando a ExtremaVnçãoTl^ge.)
bres>alta as nações modernas.
Não í possível prescindir doi
calores espirituais, no drama
pie3.» DECLAMADORA
sente,
em que só
podemos ape*
56 0
a toda pressa, e o eníêrmo
lar para as consciências retas, cs^P61®0'
*11^?
Alvo
de grande
simpatia, poVém êrmo
clartcidas à luz da doutrina evanlar' recebe 05 sacramentos,
gélica.
^C&a° e ™or>
tao virgens sentimentos
A desordem moral da filosofia
De fazer chorar. Findo o ritual
sacrossanto
materialista leva todos os
países
toma
a gravata, o seu ciméUo
S® q"e
santo,
do Globo a depor a sua esperanComo 0 mais
naquilo
Precioso
dote,
acima
de
ça
tudo
E nurn^stórm"^1
que
num esfôrço, Implora assim
ao Sacerdote:
dete&ttm.
E' esta a expressão adequada
¦
2'-.'
JORGE
do homem vestido de branco,
^
que
f
iPom tíJifr entrecortada dos moribundos)
condena, com còdu as veras, os
métodos de barbaria e de violência a que se deve o domínio de
P^o. entregar urgente esta
gravata
mae' E far"lhe-á coisa
tanta tirania em pleno século XX.
grata,
Lmh£!!!fl$e
A coesão dos tratados,
e
nunca
a manchei com ó
«™biand0"lhe q
para
pecado
sobrevivência
das nacionalidades
SangUC
»
e^a ;áS"°
contemporâneas, depende de se
respeitarem os direitos
primários,
humanos e divinos. £'
2.» DECLAMADORA
por serem
lesados frontalmente estes
princíUma crise violenta
pios da vida social e política, que
-v,
.
Estranm-'—
—"
" mz" A Prostração aumenta
temos diante dos olhos um
Moo
ii
^
'
panor
amdf a gravata e adormece.
rama de catástrofe!
Sá se.
W n„™
Só
ouve no recinto um soluçar
de Drece
A. F.
ia a noite sefuindo
A mrchtrridep™?tatlt0'
C0!Veu corteÍo lindo,
Entre minades J'
de estréias faiscantes
Numa orgia de luz, veludo,
ouro e diamantes
«II
ta1, naamplidão a2uUna'
*¦'
se tính»era
«uele
a impressão de escutar em
n
7
™aS
surdina
A glória do Senhor,
desde as mais
erS'
prí
Propriedade da Arquidiocese de Cuiabá
Na harmonia triunfal
de todas as esfera*
Órgão da Liga do Bom Jesus e
" Cena' agora invadida
do Departamento de Ação Social
de(L maTà™Udand0
Vela claridaArquidiocesana
COm Cmt°S ãe
pássaros- üm
GERENTE
Bemm^f"
;•
Expediente da Cúria Ar<mldlocetana
na Catedral Metropolitana:
Daa T às 8,30
todoi os dlaa ateia.
3-1 DECLAMADORA
Porém, Já longos sóis e luas eram Idos,
Dês que irrompera a guerra. Até os mais aguerridos
Ansiavam pelo fim.
SONOPLASTIA — Sons de clarins, com toques de
avançar
bombas canhões, tropel de cavalos, etc., enfim,
todos os rumores possíveis
para darem a idtia de uma batalha.
1
cha de sangue se espalha
pela camisa, mas êle ainda segura
na mão moribunda a
gravata branca, que também está man•
chaaa de sangue. Um companheiro o
ampara. A bandeira da
um canto- A luz azulada do luar cobre a
cenaf*
®
pafadino°forte
quao mais etüflcante'
6 ^
Uimüiosa^e ST'
Canção de
gj,aSASW
gesta da tua épica virtude!
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CFIM)
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MILITANTES E ESTAGIÁRIAS DE A C
1«. e 2a. Quartas • Feiras do m«i
LOCAL: na Catedral3.- Domingo: Missa no Paléele do Ar.
cebisptdo. — M.nhi de recolhlmert.,
A.' DomingoAcampamento.
JUVENTUDE OPERARIA CATÓLICA
2/ e 4.- Domingo de cada mts, ás 15 hrí,
LOCAL: Centro Social Arquidio*
cesano D. Aquino Conéa",
O CAVALEIRO DA
GRAVATA BRANCA
O Vaticano
honra a um
PROTESTANTE
Episódio histórico romanceado
por D. Aquino Corrêa
Teatralização de Maria Wanderley Menezes.
A cena para a apresentação do poema "O Cavaleiro da
Gravata Branca" deve ser dividida em três planos: o primeiro constituído por três declamadoras, >jue se apresentarão
numa espécie de coro estilizado, usando túnicas gregas e que
se hão de encarregar da parte da declamação propriamente
dita; o segundo será vivido no fundo do palco, em cenas lentas, quasi estáticas, que se vão desenrolando, à medida que
as declamadoras narram os episódios; a terceira terá lugar
nos bastidores, em efeitos de sonoplastia, que apresentarão
as cenas de multidão, rumores de guerra, música, etc.
Antes de levantar o pano, a primeira declamadora, vinda
da platéia, sobe a escadinha que, colocada em frente ao paico, conduz à ribalta. Dirigindo-se à cena e não aos espertadores, declama:
l.a DECLAMADORA
França, cujos brasões a flor de lis esmalta,
Floriu mais este lírio,..
(Neste momento, a segunda e a terceira declamadoras
saem de dentro da •cortina que vão levando lentamente
os lados do palco. Estáticos contra a parede do fundo, para
gue se
mantém em penumbra, vê-se Jorge, sentado em um banquinho baixo, aos pés de sua mãe, a qual ocupando uma cadeira
mais alta, costura uma gravata branca. Sobre eles,
do à parede, um quadro com a efígie da Virgem MariapenduraTendo
feito apenas uma pequena pausa, até que se abra inteiramente o velório, a primeira declamadora continua-)
l.a DECLAMADORA
... Um moço a quem nem alta
E nem rica prosápia o berço enobrecera,
Mas a virtude só, uma virtude austera,
Que lhe transfigurava o lar num como ninho
Claro, mas tosco e nú de pássaro marinho,
Pássaro de alto mar, que na costa sonora
Da sua hirta Bretanha, aos ventos canta e mora
Nas rochas virginais, que o oceano beija e lava
2.» DECLAMADORA
Jorge havia êle nome, e já desabotoava
Em plena adolescência expansiva e sadiaMas no límpido olhar, por onde se esbatiá
O pensativo azul das lindas miosótis,
A alma se lhe revia, alheia ainda aos botes
Das luridas paixões.
CONTRA-REGRA — A lus muda na cena, agora
invadida peIa claridade da manhã.
'¦
i"
3,a
SEGUNDA CENA
CONTRA-REGRA — O palco deve ser coberto
pela Ita
anulada: do entardecer. (A segunda e terceira declamadora.
tornam.a abrir a cortina. Em cena est&o Jorge e
ma
mãe
ambos ie pé, voltados para o quadro da Virgem
'
SONOPLASTIA — Disco do Âve-Maria de vvmma
Oounod •"»
em
fundo «usfcol. flíais distante, disco de «ino»,
3.» DECLAMADORA
O céu tomara uns tons de
dourada,
Naquela tarde em flor, Jà napúrpura
cerúlea arcada
Vésper lá cintilata. O Angelus
E a terra toda suspirava: Ave, plangia.
MariaI
CIDADE DO VATICANO
(CRF) — Informa-se que es
médloos
especialistas que
assistiram o Papa Pio XII em
dezembro último, quando da
grave enfermidade Jdo Sumo
Pontífice, receberão hoararlaa
especiais dó Vaticano. O dr.
Paulo Niehauí, protestante,
será aoslhldo como membro
da Academia Pontifícia de
Ciências, por sugestão do Padre Doutor Frei Agostinho
Gemelli. Oa 3 restantes, Antonio Oasbarrini, Rafael Poalucol e Luiz Victifr de Steiano serão investidos Cavaleiros de Sao Silvestre.
MENSAGEM DE...
ConeluaSo
Justiça».
G Dr. Valadão disse aa Juiz
Warren que 'o Supremo TribuJORGE
nal do Brasil tein com frequência citado as decisões de vossa
MtaJui0, ^tenente P"ra sua mãe e
põe-ee ge«„«i™ üai
"af/X£toT
' 'nquant0 ° se«unaa
Corte, e o nome de vos"eclamaJra grande
so grande Juiz Marshall foi escrico no. seu Tribunal do Júri».
O Dr. Valadão i professor vi2.» DECLAMADORA
sitante, realizando conferência sòEra a vigília sacra e álacre da solene
bre «Conflitos de Leis» na UniPrimeira Comunhão de Jorge, üm lausperene
versidade de Oolumbia.
De amor e gratidão, cantava-lhe no
Encontrando-se em Washiagten
peito,
aja todo de Deus, no seu ideal
para farera entrega da mensagem
perfeito
do
ness\hora augusta, entre
Ministro do Supremo Tribuaromas de rosas.
tóiâ™
Violetas e cecéns, suas flores mimosas
nal do Brasil, o Dr. Valadão foi
Num rito vesperal de nova liturgia,
convidado de honra do almoço
anual, panamericano, das Ordens
ante a doce ^âgem de Maria,
*&e^a"s.?
Aos
pés de sua mae, a vestal adorada
. Advogados Intcramericanas.
Assistirá a uma reunião espee?
da Imaculada.
SONotLS^ttT*"^
SONOPLASTIA _ Corta P"1*?""
cia
da Associação na Universios discos da Ave-Marla < do, sinos.
dades de Nova York, a aa de
co
(Contínua na 2a página)
corrente, como representante dos
advogados brasileiras.
ItCRIJZ
DECLAMADORA
Entanto raia a aurora,
o dia cor do céu, a festa encantadora
rosa' entreabrindo ao sol nado,
n^^e^b°fa0Tde
O
coração de Jorge, em luz todo banhado
Ia, a primeira vez, libar a Eucaristia
Carne santa dum Deus, olímpica ambrosia,
Que nem a fértil musa helênica sonhara,
Mas o Filho de Deus, na Hástia nos
depkra
JORGE
(Se vai erguendo lentamente. Seu rosto demonstra
A PALAVRA DE DEUS
DOMINGO
DE PENTECOSTES
Naquele tempo, disse Jesus rei
mais convosco, pois eis
aos seus discípulos: Se alque vem o príncipe deste
guém me ama, guardará a mi- mundo.
Ele nao tem poderem
nha doutrina; e meu Pai o a- mim:
mas é para que o mun"e
aue mari. E viremos a êle
conheça que eu amo o
nele faremos nossa morada. do
Pai e
conforme o que
Quem nao me ama, nao guar- o Pai procedo
me mandou.
da os meus ensinos. A doutrinaj que ouvis, nao é minha
maS daquele que me enviou
qual será a razão porq.e o
Espirito .Saato se manifesta
isto é, do Pai. Disse-vos todas
em
Um dia o Mestre disse aos A- línguas
estas coisas, enquanto estive
de fsgo ?
O fogo tem propriedades muiconvosoo. Porém, o Paráclito póstolos: «E' necessário que eu
— o Espirito Santo —
Ve',:Í1Un'Í'"' """«'
.ci, P"1 «j» »t>"
a Fn o° Espírito
o vós
Santificador-. p°„X:
Pai vos enviará em meuqueno- tra desça
uma
promessa solenemente
A vinda do Eapírit. Santo
me, ensinar-vos-á todas as ieita
sopor Jesus. Neste dia, em bçc a.
coisas, enquanto estive eona Igreja Católica comemora eondao almas tem o maravilhoso
voseo. Porém, o Paráclito — que
de as iluminar, abrindo,
festivamente
a
Descida do Divi- diante delas, horizontes
o Espirito Santo •— que o Pai no Espírito
de feliciSanto, fconcretiza-se, cidade. As almas,
vos enviará em meu nome
vestidas da ira°s Apóstolos, a
ensinar-vos-á todas as coisas Pe"nte
promei- ça de Deus não sofrem o fór
sa do Mestre.
mento da sombra nem são
e vos inspirará tudo o que
De facto, estando reunidos no tirizadas
marvos ensinei. Deixo-vos a paz;
com os espinhes da
Cenáculo,
dou-vos a minha paz; mas a em oração com a MJe Santíssima, vida. As almas qu. vivem déem
e
estudo,
sentiram de estreita união cem Deus
paz, que vos dou, nao é co. momento, um
enconrumor estranho a- traram verdadeiramente
mo a qtae o mundo dá.' Que
o
segrea
folhagem escura das
o vosso coração nSo se per- gijar
pa- do da vida: encontraram .
cíficas oliveira, que circundavam
p,z.
turbe, nem se intimide, OuvisE haverá, na vida, alguma coisa
tes o que disse: «Eu vou, mas cm clarões
mais preciosa do qiie a
?
paz ...
deslumbrantes, vim
depois volto». Se me amais, cair
O iego tem ainda a magnífica
de fog„... o qut
regdsijar-vos-eis por eu ir ao ena línguas
propriedade
de
aajuecer.
A vida
Pai, poiS o Pa! é maior do ténosoacontecido ? O facto i mismas OI efeitoJ j;- a vmda dodc Deus em nós, isto I
Espirite _
que eu. Digo-vos estas coisas,
alma,
todo
lSJv.d=nci,,
o seu sig- protege-nos contra o nossa
antes de acontecerem, para
frio di indiferença
e o gelo do desprezo,
que, quando acontecerem, aEssas línguas de fogo eram
a a
crediteis nelas. Já não fala-i manifestação
ventura, formos votaáo Espirite de Deus dosque pornosso
semelhante,
pelo
Comentário
2.a DECLAMADORA
E Jorge, no fervor dum sonho adolescente,
Teve a idéia gentil, que lhe encantou
De iniciar, nesse dia azul de luz e floresa mente
'
Uma cavalaria ideal dos seus amores
Em que a Virgem Maria era a Dama'sagrada,
E sua mae, a grã sacerdotiza amada.
Nada do velho arnez do cavaleiro
andante
lan5a e "em montante,
Ma?o°°ecúiHsT™0'
Mas
o escudo da fé, com oT
elmo da esperança
E o gládio de ouro da oração,
tudoTcanca
Um angélico amor a Jesus e á que
Maria S
l-a DECLAMADORA
Amor, cuja querença é o altar da
- '
EucaristiaNa inocência da vida, a alegria
mais franca ''. E por umea insígnia: uma "gravata
branca?'
que &%?&VirZh^Tt^aZ^T ' ^
FIM DA 1.» QEHA
a derramar, abundantemente,
sobre a alusão apostélica da
nascente, as suas luzes e os fereia
seus
ensinamentos. Os Apóstolos
tem-se transformados diante seute mistério. São outros- des.. A(jucle ideal, um dia sonhado,
implantar no mundo o Reino de
Deus, concretiza-se nos seus de
mesmos desejos e estabelece
o programa das suas actividades
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li ü possível prescindir dos i\è. m qne so podeis apelar is d escurei