III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014
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Preservação da Mata Atlântica na Comunidade de São Luís, Santa Marida de Jetibá,
ES.
S. Koelhert1,* & M. de Holanda Formigoni2
1
FARESE. Graduada em tecnólogo em silvicultura. Graduanda em Engenharia Ambiental
e Sanitária.
2
FARESE. Doutoranda em Produção Vegetal (UFES). Mestre em Produção Vegetal
(UFES). Professora do curso tecnólogo em silvicultura e Engenharia Ambiental e
Sanitária.
*
Email para correspondência: [email protected].
Introdução
A Mata Atlântica é considerada um dos mais importantes e ameaçados hot spots do
mundo. É composta por um conjunto de vegetação diversificada, tratando-se de um bioma
que, em geral, apresenta-se sempre verde com lugares bastante úmidos durante todo ano,
com a presença de inúmeras trepadeiras e plantas epífitas, como bromélias e orquídeas,
ipês, quaresmeiras, jequitibás, samambaias e samambaiaçus, palmeiras, entre outros
(IPEMA, 2005).
No Brasil, o bioma é o terceiro maior, depois da Amazônia e do Cerrado. Suas formações
vegetais e ecossistemas associados cobriam originalmente uma área total de 1.110.182 km2
(IBGE, 2007).
Atualmente, a Floresta Atlântica encontra-se fragmentada, cujos remanescentes podem ser
visualizados na paisagem como mancha de habitat florestal, dispersas e, muitas vezes,
isoladas em meio à ocupação humana (Viana e Tabanez, 1996). No total, restam apenas
cerca de 5% de sua cobertura original (Siqueira, 1994), sendo que menos de 1% deste total
é formado por áreas bem preservadas, na maioria das vezes localizadas em escarpas
íngremes, onde práticas agrícolas e madeireiras convencionais são geralmente inviáveis
(SOS Mata Atlântica, 2003).
O início da destruição da Mata Atlântica iniciou-se com a chegada dos portugueses em
1500. Embora ocupada por grupos indígenas tupis relativamente numerosos, como os
Tupinambás, que já praticavam a agricultura, os relatos dos viajantes e estudiosos do
século XVI não registram qualquer sinal de destruição da cobertura florestal. Segundo
Holanda (1936), as descrições são de uma floresta intocada, de enorme riqueza natural e
que levaram muitos dos que aqui chegaram ao início da colonização a acreditarem
seriamente estar nas Américas, o paraíso terrestre.
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O Estado do Espírito Santo foi um dos que receberam mais imigrantes de várias
nacionalidades, incluindo os pomeranos, oriundos de uma região em eterno litígio entre a
Alemanha e a Polônia denominada Pomerânia, que é fruto da fixação de grupos nômades
eslavos na costa sul do Mar Báltico.
Segundo Granzow (2009) o desembarque dos primeiros imigrantes pomeranos, que
chegaram ao Espírito Santo, era formado por um grupo de 27 famílias, no total de 117
passageiros, todos os agricultores e luteranos. Para cada família de colonos foram
destinados cerca de 30 hectares de terra. Uma das primeiras atividades, iniciadas por esses
colonos antigos, foi à criação de gado, cavalos e mulas. No entanto, a necessidade de
pastagens levou à derrubada da mata natural, no caso, a Floresta Atlântica, principalmente
nos municípios de Santa Leopoldina, Domingos Martins, Santa Teresa e outras localidades.
De acordo com Gaede (2011), cultivava-se uma determinada área durante o período de
alguns anos. Depois se fazia a derrubada de uma nova área, enquanto a primeira se
recuperava com o crescimento de nova capoeira, que, anos depois, poderia ser cultivada
novamente.
Desse modo, este estudo pretende questionar a relação dos produtores rurais de algumas
propriedades de Santa Maria de Jetibá com o bioma, quais as suas percepções acerca de
preservar a riqueza natural e das práticas de conservação.
A escolha do município de Santa Maria de Jetibá, ES para esta pesquisa deu-se pelo fato
deste ser considerado o maior núcleo de descendentes pomeranos do mundo, cuja relação
com a natureza é peculiar, seguindo as tradições culturais entre as gerações. Entretanto, em
decorrência do desenvolvimento econômico do município, atrelado a outros fatores
socioeconômicos e culturais influenciaram significativamente tal relação. A comunidade
de São Luís foi escolhida por localizar-se muito próxima à sede do município, o que a
torna mais vulnerável a influência de fatores antropológicos no meio ambiente,
consequentemente na Mata Atlântica.
Este artigo tem por objetivo investigar a relação dos produtores rurais da comunidade de
São Luís com a Mata Atlântica, para determinar o nível de percepção acerca da
preservação ambiental dessa riqueza natural e como suas práticas de conservação ecológica
são influenciadas pelo crescimento populacional e consequente ocupação desordenada do
ambiente, além de avaliar sobre os impactos causados pela modernidade na cultura dos
pomeranos, tendo como objetivos específicos: avaliar a percepção dos pequenos
proprietários rurais quanto à importância da preservação do bioma Mata Atlântica e
apresentar à comunidade científica os principais desafios encontrados pelos proprietários
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rurais pomeranos para efetivar a preservação da Mata Atlântica em suas propriedades.
Material e Métodos
Área de estudo. O município mais pomerano do Brasil é majoritariamente rural.
Aproximadamente 82,3% da população santa-mariense estão no campo e dele vive. O
restante, 17,7%, que está na cidade é, direta ou indiretamente, dependente da área rural do
município (Cunha, 2011). A topografia montanhosa e a dificuldade em torná-la totalmente
produtiva possibilitaram a preservação de algumas áreas expressivas da Mata Atlântica que
abriga fauna e flora variadas, ocupando aproximadamente 30% do território do município
(Litke e Holz, 2005).
A partir de uma visão inicial sobre a preservação da Mata Atlântica no meio rural de Santa
Maria de Jetibá, obtida através de revisão bibliográfica, foi observada a necessidade de um
estudo mais detalhado sobre o assunto. O levantamento histórico-cultural da imigração e
colonização pomerana no município, bem como sua relação com a Mata Atlântica, foi
realizado em artigos e livros. A pesquisa desenvolveu-se e ocorreu no período de maio a
setembro de 2012, por meio de palavras-chave e resumos do material pesquisado.
O critério utilizado para a seleção das propriedades participantes da pesquisa foi baseado
na presença de fragmento florestal com o mínimo distúrbio ambiental possível na área, de
modo a analisar como os proprietários preservam os remanescentes nas propriedades. A
seleção final contou com um grupo de 26 propriedades rurais localizadas na comunidade
de São Luís.
Após exposição do objetivo da entrevista e assinatura do termo de consentimento, foi
aplicado um questionário fechado, desenvolvido com o intuito de obter dados concisos e
verdadeiros, e assim identificar o nível de percepção acerca da preservação ambiental dos
proprietários e demais moradores destas propriedades. A entrevista, oral com consequente
registro escrito, foi realizada de forma individual para melhor compreensão das questões
abordadas por parte dos agricultores.
A aplicação dos questionários ocorreu em momentos distintos ao longo no mês de agosto
de 2012 com visitas presenciais nas 26 propriedades rurais envolvidas na pesquisa,
totalizando 26 entrevistados, ou seja, os respectivos proprietários. Cada entrevistas teve
duração aproximada de 10 a 20 minutos.
Resultados e Discussão
Após a aplicação dos questionários nas propriedades rurais na localidade de São Luís, foi
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possível identificar o nível de percepção acerca da preservação ambiental destes
proprietários através da análise dos dados coletados.
Os questionários foram respondidos, em sua maioria, pelo representante da família. Foram
realizadas, no total, 26 entrevistas, sendo que 81% dos entrevistados possuem apenas o
ensino fundamental; 7% possuem ensino médio completo; outros 7% completaram o
ensino superior e os 5% restante são analfabetos.
Quanto à origem das propriedades observou-se que 81% são de patrimônio familiar, ou
seja, passada de uma geração à outra, 15% das propriedades foram adquiridas, ou seja,
compradas de outra pessoa. O resultado mostrou que apenas uma propriedade foi adquirida
por herança familiar e uma parte dela foi comprada.
Segundo Tressmann (2005), a divisão da herança está baseada na tradição, que aponta
quem é o herdeiro e quem está excluído da partilha da terra.
Com relação ao tamanho dos fragmentos de Mata Atlântica preservados nas propriedades
pesquisadas, foi possível observar que o menor fragmento encontrado é de 0,5 ha e o maior
de 17 ha.
De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica (2007), a maior parte da cobertura
florestal remanescente no Espírito Santo está presente na região centro-serrana, onde os
municípios apresentam entre 20% e 35% de seu território coberto com remanescentes de
Mata Atlântica.
Segundo Corona (2012), os pomeranos sempre tiveram um respeito muito grande pela
natureza. A extração e o corte das árvores eram feitos para construção das casas e para a
confecção de móveis destinados ao uso pessoal das famílias, nada se comparando, por
exemplo, com a avidez da indústria moveleira moderna.
Uma atitude comum entre os pomeranos é a preservação de porções de matas virgens
dentro das propriedades rurais. É possível notar nessas pequenas propriedades um espaço
para a lavoura, outro para plantio e extração de eucalipto para fabricação de caixas e
comercialização agrícola e, noutra parte, o remanescente florestal.
Sobre o conhecimento da importância que possui a Mata Atlântica, 92% dos proprietários
estão cientes sobre esta realidade. Apenas 8% afirmou não ter conhecimento sobre a
importância deste bioma.
Em relação à utilização de queimadas de fragmentos florestais para implantação agrícola,
há ocorrência em 19% das propriedades pesquisadas, em contrapartida nenhuma das
propriedades pesquisadas realizou ou realiza desmatamento para este fim.
No entanto, um dos proprietários relatou que se as leis ambientais não fossem rígidas, ele
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desmataria o remanescente florestal para ampliar a área agrícola. Porém a maioria dos
proprietários relatou que não desmatariam porque a lei não permite, e pelo fato da
propriedade se torna mais valorizado devido, principalmente, à presença de água.
Em todo o mundo, percebe-se a consciência dos problemas ambientais e com isso começa
a haver uma mudança na mentalidade mundial acerca das florestas, pois as mesmas
fornecem bens e serviços de diversas naturezas como: produção de água, controle de cheias
e proteção da biodiversidade (Souza e Leite, 1993).
A importância do reflorestamento ambiental é reconhecida por 27% dos proprietários
entrevistados, que afirmou ter realizado esta prática utilizando um número de até 1500
mudas de espécies nativas de Mata Atlântica, em sua maioria Ipês (Tabebuia spp.) e
Palmito Jussara (Euterpe edulis). Um dos proprietários relatou sobre a dificuldade para
aquisição de mudas de espécies nativas para a realização de reflorestamentos no município,
relatou ainda que a Prefeitura Municipal da cidade fornece somente mudas de eucalipto
(Eucalyptus spp.), porém, em pequenas quantidades.
Um total de 24 das 26 propriedades participantes da pesquisa apresentam plantações
alternativas, sendo café, eucalipto, verduras, flores e cedro, no intuito de aumentar a renda
familiar, porém, para isso afirmam não utilizar as áreas de mata nativa da propriedade.
O cedro australiano (Toona ciliata), pertence à família Meliaceae, sendo proveniente da
Índia e Malásia até o Norte da Austrália. A variação de altitude para o plantio é alta, sendo
possível o estabelecimento da cultura em baixas e elevadas altitudes, com até 1.700 m,
com redução na velocidade de crescimento em altitudes mais acentuadas (Lorenzi et al.,
2003). Este fato evidencia a desistência ou a baixa produção de cultivo da espécie de cedro
australiano por muitos produtores rurais, devido ao desenvolvimento lento da espécie no
município, visto que a consequência é a demora no retorno econômico, isto explica o fato
de apenas 3% das propriedades possuírem esse cultivo.
Observou-se que ainda existe a predominância das plantações de café que, em sua maioria
estão presentes em regiões íngremes de difícil manejo agrícola. O eucalipto possui o seu
destaque nas propriedades rurais entrevistadas, pois quem o cultiva acredita no retorno
econômico que ele proporciona e, pelo baixo manejo que a cultura necessita após os
primeiros anos de implantação.
O setor florestal prega e faz um relevante papel em relação à proteção de recursos naturais.
De acordo com AMS, 2008; BNDES, 2008; IBGE, 2007, do consumo anual de madeira
industrial em toras no Brasil, principalmente de eucalipto, cerca de 74%, provém de
florestas plantadas.
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As flores merecem destaque, apesar de observado que apenas 3% das propriedades
entrevistadas possuem esse tipo de cultivo. Porém, o município vem se aprimorando e se
destacando no cultivo de flores, o que garante um retorno econômico importante para os
pequenos proprietários rurais.
Ao serem questionados se trocariam ou venderiam suas propriedades com remanescentes
de mata nativa por uma propriedade sem a presença de mata, caso surgisse essa
possibilidade, apenas um proprietário afirmou que trocaria, alegando que dessa forma
poderia usar toda a propriedade para culturas mais rentáveis.
Quando o assunto é a eficácia da legislação ambiental para preservar a Mata Atlântica,
69% dos proprietários afirmam que a fiscalização é efetiva e que obedece à mesma,
relatam também que sem a fiscalização o desmatamento seria uma constante nas
propriedades rurais. Em contrapartida 27% dos proprietários não acredita na eficácia da
legislação ambiental, pelo fato da ineficácia da fiscalização ambiental. Apenas 4% dos
proprietários afirmam não ter conhecimento sobre o assunto.
No Brasil, nos últimos anos, dada a crescente conscientização da comunidade civil e
científica sobre a necessidade da conservação dos recursos naturais e a legislação vigente
que obriga a recuperação e preservação, tem sido constatado grande avanço na pesquisa
científica para a implementação de projetos de reflorestamentos de ambientes florestais
(Martins, 2001).
De todas as propriedades rurais pesquisadas, a maioria dos proprietários, 54%, relatou que
quando crianças a importância da preservação da Mata Atlântica não era passada para eles,
ao contrário, relataram que o ideal era desmatar a mata para aumentar a produção agrícola,
com objetivo de alimentar as famílias e as criações de gado, galinha e outras. Um número
de 46% afirmou que quando crianças tinham sim informações sobre a importância da Mata
Atlântica principalmente a respeito da preservação das nascentes de água.
A partir da análise dos resultados foi possível refutar as duas hipóteses propostas nesta
pesquisa, dessa forma, constatou-se que a lógica de preservação dos proprietários rurais
não continua vinculada a tradições, costumes e valores passados através das gerações. Esta
tradição foi mantida no passado e é perceptível o avanço do conhecimento da importância
de se preservar qualquer fragmento existente em propriedades rurais atualmente.
Analisando a segunda hipótese proposta nesta pesquisa, com base nos resultados obtidos,
ficou claro que um total de 25 das 26 propriedades pesquisadas não suprime o
remanescente de Mata Atlântica para implantação de culturas rentáveis. Muitos dos
proprietários entrevistados afirmaram que o remanescente florestal possibilita a presença
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de água utilizada tanto para irrigação, como para o consumo humano. Os proprietários
acreditam que o remanescente florestal abriga muitos animais que só existem em suas
propriedades. Muitos acreditam que, por exemplo, o eucalipto provoca a deterioração do
solo onde é cultivado.
Conclusão
A partir dos resultados apresentados foi possível identificar o grau de importância dessa
pesquisa para a comunidade científica, a partir das informações de que existem no meio
rural, firmes concepções de preservação da Mata Atlântica.
Atualmente a modernidade, a exigência por qualidade de produtos agrícolas por parte dos
consumidores e a influência da ganância econômica não influenciam diretamente os
produtores rurais quando o assunto é a preservação da Mata Atlântica em suas
propriedades.
Existem propriedades rurais, dentro da comunidade pesquisada, que apresentam
fragmentos de Mata Atlântica intocados, resultado de uma consciência formada ao longo
dos anos e passada através das gerações.
A importância do reflorestamento ambiental é reconhecida por poucos proprietários rurais,
devendo ser mais bem trabalhada pelas entidades governamentais e não governamentais.
Atualmente, para uma grande parte dos proprietários rurais, a legislação ambiental é eficaz
e os mesmos a obedecem, o que acaba por impossibilitar a supressão dos remanescentes
florestais presentes no município de Santa Maria de Jetibá, ES.
Agradecimentos
A Deus por ter me dado saúde e força para superar as dificuldades.
Aos meus pais, David e Irma e minha irmã Gê, que onde estiverem sempre me deram
incentivo para buscar o melhor.
As minhas irmãs Rosalina e Suelen que estiveram presentes em minha vida, me dando a
oportunidade de vislumbrar um horizonte superior.
A minha orientadora Mileide pelo suporte no pouco tempo que lhe coube, pelas suas
correções, paciência e incentivo.
Literatura Citada
Associação Mineira de Silvicultura (AMS). Anuário Estátisto 2008, Belo Horizonte, 18p.
BNDES Setorial. 2008. Painéis de Madeira no Brasil: Panorama e Perspectivas. Rio de
Janeiro, n.27, p.121-156.
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KOELHERT & FORMIGONI: MATA ATLÂNTICA NA COMUNIDADE DE SÃO LUÍS
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Preservação da Mata Atlântica na Comunidade de São Luís, Santa