Universidade Federal de Minas Gerais - Pró-Reitoria de PósGraduação Av. Antônio Carlos, 6627 Reitoria - 7º andar – Cidade Universitária - Pampulha 31270-901 - Belo Horizonte - MG e-mail: [email protected] FAX: (031) - 3409-4044 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA: ENSINO DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS FACULDADE DE LETRAS/UFMG SUMÁRIO Identificação do curso 3 Justificativa/proposta 4 Introdução 4 Objetivos 5 Objetivo geral 5 Objetivos específicos 6 Público alvo 6 Duração do curso 6 Número de turmas 7 Justificativas 7 Metodologia 8 Módulos 8 Atividades acadêmicas 8 Avaliação 9 Corpo docente 12 Estrutura curricular 13 Ementa das atividades acadêmicas 13 Infraestrutura física 24 Regulamento 27 Cronograma da oferta na primeira entrada 36 Cronograma da oferta na segunda entrada 38 Especificações das atividades acadêmicas 40 1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome Completo (sem abreviações): Especialização em Língua portuguesa: Ensino de Leitura e Produção de Textos Área de concentração: Ensino de Leitura e Produção de Textos Data prevista para início do curso: Entrada 1: 14 de Janeiro de 2013. Entrada 2: 20 de Janeiro de 2014. Número inicial de vagas: 080 alunos por entrada Endereço: Av. Antônio Carlos 6627 - Bairro: Pampulha CEP: 31270-900 Fone: .(031) 34995000 Ramal: 6009 Fax: 3409 5120 Gabinete do(a) coordenador(a): 3409 6040 E-mail: [email protected] Nome do(a) Coordenador(a) do Projeto: Janice Helena S. de R. Chaves Marinho Anexar as anuências dos órgãos envolvidos (Departamento(s), Unidade) 2 JUSTIFICATIVA / PROPOSTA 2.1 Introdução Uma abordagem voltada para a leitura e a produção de textos deve se fundamentar numa reflexão sobre a linguagem, tanto no aspecto relativo ao seu funcionamento, quanto no aspecto relacionado à sua inscrição em práticas sociais diversas. Partindo do pressuposto de que o homem é um ser de linguagem e de que sua relação com o real histórico se dá de forma sempre mediada pelas práticas discursivas, defendemos a tese de que essa relação supõe o funcionamento de diversos dispositivos ideológicos de interpretação, a partir dos quais se produzem os processos de significação em condições determinadas pela conjuntura sóciohistórica na qual ocorre a prática linguageira. Uma abordagem discursiva do fenômeno da linguagem permite a análise de seu funcionamento em relação com as diversas práticas sociais: especificamente práticas de ensino de língua e literatura na escola, práticas de escrita e de leitura, práticas de alfabetização etc. Nesse cenário, é importante que se considere o papel da universidade pública, especialmente quando sabemos que milhões de brasileiros ainda se encontram excluídos dos bens culturais do país, na medida em que não dominam os instrumentos fundamentais para terem acesso a eles: a alfabetização e, num nível mais avançado, o letramento. No caso da Faculdade de Letras da UFMG, temos consciência de que se trata de uma instituição com grande poder de modificação dessa realidade, pois ela não só dispõe de amplos conjuntos de dados — resultantes de longos anos de pesquisa, ensino e extensão — mas também tem condições de disponibilizar essa massa crítica em publicações, eventos e projetos exemplares (como os que envolvem flexibilização curricular, autogestão colegiada e práticas transdisciplinares). Se é verdade que todo o saber produzido na Universidade deve passar, necessariamente, pelos processos de leitura e produção de textos, fato que torna os docentes de qualquer área do conhecimento responsáveis pela formação de seus alunos nesses aspectos, também é verdade que há níveis diferenciados em termos de domínio dessas competências, e os professores e alunos das áreas de Letras, Linguística e Literatura são os profissionais diretamente responsáveis pela manutenção e difusão desse saber. Em se tratando, portanto, de leitura e produção de textos, espera-se da FALE uma posição ativa diante da realidade nacional, no sentido de contribuir para a formação de sujeitos leitores e escritores. Sabemos também que os textos literários são um importante ponto de partida para essa formação, na medida em que permitem não só o trânsito do leitor entre realidade e ficção, mas também sua circulação pelos vários campos do conhecimento. A arte literária pode contribuir imensamente para introduzir o leitor nos códigos escritos, inclusive quando lhe permite a auto-reflexão, o autoconhecimento e, portanto, a articulação entre leitura do texto e leitura do mundo, como já nos ensinou Paulo Freire. Sabemos ainda que a sociedade moderna é povoada de textos diversos que circulam em variados tipos de suportes: impressos, eletrônicos, televisivos, radiofônicos etc. A formação de um sujeito leitor e escritor passa necessariamente pelo conhecimento desses diferentes textos, de seus objetivos e de suas condições de produção. Da mesma forma, as teorias que examinam o texto — do ponto de vista da leitura ou da escrita, da literatura ou da linguística, da análise do discurso ou dos sistemas intersemióticos — podem contribuir decisivamente para a formação de sujeitos leitores e escritores tão competentes que sejam capazes de formar outros sujeitos leitores e escritores igualmente hábeis e críticos. Sendo assim, o Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA: ENSINO DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS pretende estruturar-se como uma proposta transdisciplinar, seja no sentido de articular os diversos saberes, linhas de pesquisa e Programas de Pós-Graduação da FALE, seja no sentido de permitir pesquisas bibliográficas e de campo, estudos de textos orais e escritos, diálogos com outras áreas do saber, presentes na UFMG e na comunidade extra-acadêmica. Com esse Curso, pretendemos, enfim, atender à formação de professores especialistas em leitura e produção de textos, tendo em vista a potencialidade inovadora da FALE e a realidade do país. Assim, os eixos teóricos que norteiam o curso se sustentam no pressuposto de que a linguagem não pode ser estudada isoladamente dos processos sócio-históricos dos quais participa, nem independentemente dos efeitos ideológicos por ela produzidos tanto na constituição da significação quanto na do próprio sujeito que significa. Nesse sentido, outro ponto a se considerar num Curso dessa natureza é a atual revolução nos modos de produção, difusão e recepção dos textos orais e escritos. A presença de várias telas — cinema, televisão, computador, celular, tablet — modifica radicalmente a forma de se produzir conhecimento e, portanto, de se produzir texto. Já não podemos mais formar sujeitos leitores e escritores como se estivéssemos no século XIX, em que a grande mídia era justamente o texto escrito representado pelo jornal e pelo romance-folhetim. Urge compreender a nova realidade do texto e do mundo, construindo relações entre o formato tradicional do livro-códex e a retomada do antiquíssimo papiro que se desenrola na tela do computador. É preciso superar o analfabetismo e os baixos níveis de letramento do Brasil, realizando ao mesmo tempo processos de inclusão digital, ou seja, considerando que hoje a realidade da produção e recepção de textos inclui novos gêneros tais como vídeopoema, conto em vídeo, poema interativo na web, e-mail, chat, blog, e-book. Essa realidade complexa, que já invadiu as salas de aula, as residências e todos os tipos de serviços de nossa sociedade, precisa ser pensada, criticada, ampliada e dominada por aqueles que formam sujeitos leitores e escritores e cidadãos do século XXI. 2.2 Objetivos Orientam a proposta de Curso aqui apresentada os seguintes objetivos: 2.2.1 Objetivo Geral Contribuir para o desenvolvimento nos professores da capacidade de levantar problemas, elaborar questões de estudo da linguagem e formular alternativas de trabalho referentes às práticas escolares de ensino de leitura e produção de textos, no âmbito dos estudos da Língua Portuguesa e da Literatura Brasileira. 2.2.2 Objetivos específicos estimular a integração das contribuições da pesquisa universitária, especialmente daquelas desenvolvidas pela FALE/UFMG, à prática docente de professores de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira de 1º, 2º e 3o graus no âmbito do ensino da leitura e da produção de textos; promover e desenvolver a prática do ensino-pesquisa, transformando a posição de enunciação dos professores — de transmissores a produtores do conhecimento; implementar a formação de especialistas cuja prática esteja adequada ao mundo contemporâneo — considerando-se a revolução nas áreas de produção e recepção de textos literários e não-literários — e ao mesmo tempo baseada em responsabilidades sociais e princípios éticos — superação do analfabetismo e do baixo letramento, compromisso com a escola pública de qualidade e preservação das tradições linguísticas, literárias e culturais do Brasil; refletir sobre a relação entre a pesquisa e a prática de ensino, buscando estimular a produção de materiais didáticos aplicados ao ensino da leitura e da produção de textos no contexto do ensino básico brasileiro. 2.2.3 Público alvo O curso é voltado para os professores que atuam na Educação Básica – Ensino Fundamental e Ensino Médio – e, mais especificamente, trabalham com leitura e produção de textos na escola. Sabemos, porém, que a leitura e a produção de textos são atividades transversais que envolvem todas as disciplinas escolares. Julgamos fundamental a compreensão, por parte dos profissionais de Educação, de que a leitura e a produção textual são responsabilidade de todas as disciplinas e não apenas da disciplina de Língua Portuguesa. Por isso o público alvo do curso deve ser visto de modo ampliado. Além dos professores de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira – público-alvo direto -, o curso atende também às necessidades dos demais professores da educação básica. 2.2.4 Duração do curso O curso terá uma duração mínima de 12 meses e máxima de 24 meses. As atividades acadêmicas serão distribuídas em 3 (três) encontros presenciais realizados durante as férias escolares, sempre na segunda quinzena de janeiro e na segunda quinzena de julho. Um encontro equivale a uma quinzena, tendo, portanto, cada encontro tem a duração de 2 (duas) semanas. As atividades acadêmicas se iniciam numa segunda-feira e terminam no último sábado do mês. Será oferecida ainda uma atividade acadêmica à distância (online), no primeiro semestre do curso, seja em 2013 seja em 2014, com 30h de duração, divididas em 6 tópicos de 5h cada, a serem realizadas no mês de abril. No mês de março, haverá o envio ao aluno do link da disciplina e instruções para cadastro no moodle da UFMG, quando os alunos já poderão iniciar as leituras e as atividades propostas para o curso. Além disso, a atividade acadêmica prevê dois encontros online, no primeiro e no segundo sábado de abril, das 14 às 16h, em endereço eletrônico a ser divulgado no início das aulas. 2.2.5 Número de turmas A oferta será de duas turmas de 40 alunos cada, perfazendo um total de 80 alunos, em 2013 e, igualmente, de duas turmas de 40 alunos cada, perfazendo um total de 80 alunos, em 2014. 2.3 Justificativas A realização de um Curso de Especialização em Ensino de Leitura e Produção de Textos nos moldes aqui definidos adquire importância em pelo menos dois aspectos: No plano da qualificação de professores, a realização de um Curso de Especialização voltado para o ensino de leitura e produção de textos representa um grande benefício para as regiões menos favorecidas pela Pós-Graduação lato sensu, e para os educadores em particular, com a perspectiva de propiciar aos professores mais uma etapa de sua formação continuada. Esse trabalho deverá reverter-se numa melhoria das atividades dos professores de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira, especialmente nos níveis fundamental e médio, podendo também contemplar professores de nível superior. No âmbito dessa área de conhecimento, a realização do Curso tem sua relevância, na medida em que proporcionará aos participantes a oportunidade de, por um lado, ter acesso a estudos que visam orientar o ensino de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira com base nas contribuições mais recentes dos estudos sobre teorias da leitura, do texto e do letramento. Por outro lado, o Curso permite ao professor aperfeiçoar-se na pesquisa acadêmica, com a elaboração de um projeto para aplicação em sala de aula, o qual poderá contribuir para uma reorientação da sua prática docente e, consequentemente, para o avanço dessa área de conhecimento. Em função disso, neste projeto incluímos uma atividade acadêmica inteiramente voltada para a elaboração de projetos de ensino. Nosso objetivo com essa atividade é auxiliar o professor a refletir sobre Projetos de Ensino – questão complexa que pode ser abordada por diversas perspectivas –, e sua prática em sala de aula. Sabemos que hoje, na área de Letras/Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, o ensino tradicional, centrado na gramática ou em panoramas de tendências e escolas literárias, precisa ser ressignificado, e que as práticas de leitura, escrita e análise linguística de textos, bem como as experiências de leitura do texto literário é que deverão ser a preocupação do professor de língua portuguesa e de literatura em suas aulas. Sendo assim, consideramos de extrema importância discutir com os professores a necessidade de organização de planejamentos que articulem os eixos de leitura, escrita e análise linguística, o que se faz por meio da criação de projetos de ensino. Esperamos, com essa atividade acadêmica, possibilitar aos professores produzir conhecimentos sobre sua prática, de forma a melhorá-la, ―buscando reforçar e desenvolver aspectos positivos e superar as próprias deficiências‖ (BORTONI-RICARDO, 2008, p. 46)1. 2. 4 Metodologia 2.4.1 Módulos O curso de especialização se constitui de 4 (quatro) módulos aos quais se vinculam propostas de atividades acadêmicas. Os módulos se estruturam, portanto, como eixos que orientam a oferta de atividades acadêmicas, que integram teoria e prática para a elaboração de estratégias de ensino de leitura e produção de textos e para a produção de materiais didáticos inovadores. A oferta do curso de especialização terá como base os próprios módulos que serão, assim, estruturados com atividades acadêmicas de 30 horas/aula, perfazendo um total de 390 horas. 2.4.2. Atividades acadêmicas Vinculadas aos módulos, as atividades acadêmicas terão duração de 30 horas e terão os seguintes objetivos: aplicação das categorias e dos conceitos basilares de um módulo no planejamento didático relacionado à leitura e à produção de textos; produção de projetos e materiais didáticos a partir das categorias e dos conceitos estudados. Os módulos devem organizar atividades práticas, de reflexão ou de aplicação, tendo como foco a sala de aula, o trabalho individual e o trabalho em equipes. Constituirão desenvolvimentos amplos e específicos, pautados fundamentalmente pela noção de ―aplicação e produção de materiais originais‖, sendo recomendável o trabalho organizado em equipes. Estrutura do curso: O curso totaliza 390 horas, cabendo ao aluno cursar as atividades acadêmicas dos 4 (quatro) módulos ofertados (obrigatórios): 12 (doze) atividades acadêmicas presenciais, num total de 360 horas, e 01 (uma) atividade acadêmica online, num total de 30 horas. MÓDULOS ATIVIDADES ACADÊMICAS LING-1 Gêneros textuais e ensino: o texto e sua constituição 1 BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. Gêneros textuais e ensino: o texto e sua tipologia Gêneros textuais e ensino: gêneros e recursos online (online) LING-2 Análise do discurso aplicada ao ensino da leitura e da produção de textos: modos de organização do discurso Análise do discurso aplicada ao ensino da leitura e da produção de textos: mecanismos e articulações dos planos de conteúdo e de expressão do texto Análise do discurso aplicada ao ensino da leitura e da produção de textos: discurso, texto e frase: relações semânticas e sintáticas LING-3 Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: fundamentos da leitura: teoria e prática Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a produção de textos na sala de aula Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: os parâmetros curriculares nacionais Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: elaboração de projeto de ensino Lit Leitura e literatura: O texto literário: tradição e atualidade Leitura e literatura: O texto literário na formação do leitor Leitura e literatura: Literatura e outros sistemas semióticos 2.5 Avaliação a) Avaliações feitas pelo corpo docente: Avaliações dos alunos no processo de ensino- aprendizagem: A avaliação deve percorrer todas as etapas do processo de ensino, não se limitando apenas às avaliações periódicas somativas feitas para verificar formalmente a aprendizagem e atribuir notas aos alunos. O projeto de avaliação do professor deve incluir as avaliações diagnósticas, as avaliações formativas e as avaliações somativas. AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: avaliação feita antes do ensino (diagnóstica e prognóstica) visando à adequação da planificação do curso às necessidades dos alunos e para que o aluno se conscientize de seu ponto de partida. Pode ser feita através de questionários abertos ou fechados, entrevistas, tarefas, questões de controle; tem como objetivo diagnosticar conhecimentos já adquiridos, experiências pessoais e profissionais, níveis de raciocínios e estratégias de ensino-aprendizagem e de estudos, atitudes e hábitos adquiridos na prática docente, capacidade para elaborar tarefas propostas e identificar problemas na área de ensino; AVALIAÇÃO FORMATIVA: avaliação feita durante o ensino (formativa, interativa, retroativa, proativa). O objetivo das avaliações formativas é estabelecer práticas que levem os profissionais de educação a resolver situações-problema e verificar se os conteúdos ensinados se transformam em competências e habilidades efetivas. Saber se os alunos adquiriram os comportamentos previstos pelo professor para fundar estratégias posteriores de ensino, realizando tarefas originais, aplicando tópicos de ensino a contextos novos relacionados à realidade escolar. Nesse tipo de avaliação, deve haver interação com os alunos, análise da produção e consequente adaptação do processo didático aos progressos e problemas dos alunos, regulação instrumentalizada com implementação de programas de reforços, quando necessário. Atividades em equipe, envolvendo discussão e pesquisa, trabalhos de campo, debates, realizados dentro do espírito de resolução de problemas contextualizados constituem práticas fundamentais da avaliação formativa. AVALIAÇÃO SOMATIVA: avaliação feita depois do ensino, com atribuição de notas e visando verificar efetivamente a aquisição das competências e habilidades objetivadas durante o processo de ensino. As estratégias utilizadas nas avaliações somativas devem revelar raciocínios e representações mentais dos alunos, bem como a desenvolvimento de competências para proposição de atividades e elaboração de materiais de ensino de leitura e produção de textos na escola. b) Avaliação docente da atividade acadêmica: Trata-se aqui de avaliação feita pelo professor da atividade acadêmica oferecida por ele, avaliação realizada ao término da mesma, através de formulário específico. Ela se compõe basicamente em: avaliação dos objetivos alcançados; das condições estruturais (existência de infraestrutura adequada na sala de aula, laboratórios, biblioteca, etc.) e humanas (qualificação docente e discente tendo em vista os objetivos da atividade acadêmica), em que a atividade acadêmica fora ministrada; das necessidades de melhoria, etc. c) Avaliação discente da atividade acadêmica: Ao final de cada atividade acadêmica, os alunos avaliarão a atividade acadêmica e os professores em formulário específico. Essa avaliação é obrigatória e constitui elemento essencial para orientar os professores e fundamentar análises e tomadas de decisão da coordenação do curso. 3 COPO DOCENTE DOCENTE Reg. Trab . TITULAÇÃO ATIVIDADES Titulo Instituição Obtenção Ensino Orientação 1 Aderlande Pereira Ferraz DE Doutor UNESP 1998 X X 2 Adriane Teresinha Sartori DE Doutor Unicamp 2008 X X 3 Ana Cristina Fricke Matte DE Doutor USP 2002 X X 4 Antônio Augusto Moreira de Faria DE Doutor USP 1999 X X 5 Carla Viana Coscarelli DE Doutor UFMG 1999 X X 6 Constância Lima Duarte DE Doutor USP 1991 X X 7 Delaine Cafieiro Bicalho Eliana Amarante de Mendonça Mendes Emília Mendes Lopes DE Doutor Unicamp 2002 X X DE Doutor USP 1991 X X DE Doutor UFMG 2004 X X 10 Gláucia Muniz Proença Lara DE Doutor USP 1999 X X 11 Helcira Maria Rodrigues de Lima DE Doutor UFMG 2006 X X 12 Janice Helena Chaves Marinho DE Doutor UFMG 2002 X X 13 Luiz Francisco Dias DE Doutor Unicamp 1995 X X 14 Marcelo Chiaretto DE Doutor UFMG 2000 X X 15 Márcia Cristina de Brito Rumeu DE Doutor UFRJ 2008 X X 16 Marcos Rogério Cordeiro Fernandes DE Doutor UFRJ 2001 X X 17 Regina Lúcia Péret Dell´Isola DE Doutor UFMG 1999 X X 18 Roberto Alexandre do Carmo Said DE Doutor UFMG 2007 X X 19 Sérgio Alcides Pereira do Amaral DE Doutor USP 2007 X X 20 Sueli Maria Coelho DE Doutor UFMG 2006 X X Doutor Univ.Paris XIII 2000 X X 8 9 21 Wander Emediato de Souza DE 4 ESTRUTURA CURRICULAR NOME DA ATIVIDADE ACADÊMICA 2 CLASSIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA Créditos Gêneros textuais e ensino (Ling-1): o texto e sua constituição OB OB CH/ T 15 CH/ P 15 2 Gêneros textuais e ensino (Ling-1): o texto e sua tipologia OB 15 15 2 Gêneros textuais e ensino (Ling-1): gêneros e recursos on line Análise do discurso aplicada ao ensino da leitura e da produção de textos (Ling-2): modos de organização do discurso Análise do discurso aplicada ao ensino da leitura e da produção de textos (Ling-2): mecanismos e articulações dos planos de conteúdo e de expressão do texto Análise do Discurso aplicada ao ensino da leitura e da produção de textos (Ling-2): discurso, texto e frase – relações semânticas e sintáticas Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa (Ling-3): a OB 15 15 2 OB 15 15 2 OB 15 15 2 OB 15 15 2 OB 15 15 2 OB 15 15 2 OB 15 15 2 OB 15 12 2 Leitura e Literatura (Lit): o texto literário: tradição e atualidade OB 15 15 2 Leitura e Literatura (Lit): o texto literário na formação do leitor OB 15 15 2 Leitura e literatura (Lit): literatura e outros sistemas semióticos OB 15 15 2 OP produção de textos na sala de aula Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa (Ling-3): fundamentos da Leitura: teoria e prática Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa (Ling-3): os Parâmetros Curriculares Nacionais Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa (Ling-3): elaboração de projeto de ensino 5 EMENTAS DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS Módulo - LING-1 Gêneros textuais e Ensino Atividade acadêmica: Gêneros textuais e ensino: o texto e sua constituição Responsáveis: Dr. Luiz Francisco Dias, Dra. Janice Helena Chaves Marinho, Dra. Ana Cristina Fricke Matte, Dra. Sueli Maria Coelho, Dra. Márcia Cristina de Brito Rumeu Ementa: O conceito de texto na atualidade. A constituição da unidade textual, dos pontos de vista semântico e estrutural. Os componentes da textualidade: textualidade e autoria, textualidade e modalidade de 2 No próximo item estão a ementa e a bibliografia básica das atividades acadêmicas propostas. língua, textualidade e condições de produção. Aspectos do ensino da textualidade na escola. Bibliografia básica: BRESSAN, M. Z. Sujeito e autoria: entre a unidade a dispersão, o efeito de fechamento. In: Anais do IV SEAD. Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009. COSTA VAL, M. da G. Texto, textualidade e textualização. In: Pedagogia cidadã. Cadernos de Formação – Língua Portuguesa. São Paulo: UNESP, v. 1, p. 113-124, 2004. HILGERT, J. G. A oralidade em textos escritos: reflexões à luz de uma teoria de texto. Caleidoscópio, vol. 9, n. 3, p. 171-179, set/dez 2011. LAJOGO, M. et al. Ofício de professor: leitura e escrita. Vol. 3. São Paulo: Abril, 2002. ORLANDI, E.P. & GUIMARÃES, E.J. in: Texto, leitura e redação. São Paulo: CENP/SEE, 1985. Módulo - LING-1 Gêneros textuais e ensino Atividade acadêmica: Gêneros textuais e ensino: o texto e sua tipologia Responsáveis: Dra. Janice Helena Chaves Marinho, Dr. Luiz Francisco Dias, Dra. Ana Cristina Fricke Matte, Dra. Sueli Maria Coelho, Dra. Márcia Cristina de Brito Rumeu Ementa: A noção de gêneros e tipos textuais. Descrição dos tipos textuais. Reflexão sobre os gêneros. Índices de identificação dos gêneros. Gêneros textuais e ensino. O trabalho com a notícia e o artigo de opinião em sala de aula. Bibliografia básica: BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 277-326. DIONISIO, Ângela P.; BEZERRA. M. Auxiliadora (org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. KARWOSKI, Acir et al. (Org.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. União da Vitória, PR: Kaygangue, 2005. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola editorial, 2008. MARINHO, Janice Helena Silva; DACONTI, Geruza Corrêa; CUNHA, Gustavo Ximenes. O texto e sua tipologia: fundamentos e aplicações. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2012. (no prelo) MEURER, José Luiz; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée (orgs) Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. SCHNEUWLY, Bernard & DOLZ, Joaquim. Trad. e org. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas/SP: Mercado de Letras, 2004. Módulo - LING-1 Gêneros textuais e ensino Atividade acadêmica: Gêneros textuais e ensino: gêneros e recursos online Responsáveis: Dra. Ana Cristina Fricke Matte, Dr. Luiz Francisco Dias, Dra. Janice Helena Chaves Marinho, Dra. Sueli Maria Coelho, Dra. Márcia Cristina de Brito Rumeu Ementa: Utilização de recursos livres e gratuitos para produção textual, disponíveis na internet, tanto para baixar o programa e instalar quanto para utilização online mesmo. Inclui busca online, editores de texto, enciclopédias interativas, programas para construção de portais e dicionários. O curso prevê uma breve introdução de cada uma das tecnologias além de apontar os rumos a serem tomados pelos interessados por um aprofundamento, no espírito colaborativo do software livre. Bibliografia básica: FIORIN, José Luiz. A Internet vai acabar com a língua portuguesa?. In: Revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, vol. 1, n.o 1, 2008.<http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/10> Acessado em 06/02/2012. MARCUSCHI, Luiz Antônio e Xavier, Antônio Carlos. Hipertexto e gêneros digitais: novas formas de construção de sentido. São Paulo: Cortez, 2010. MATTE, Ana Cristina Fricke. Uma definição informal de documentação: análise semiótica. In: Revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, vol. 1, n.o 2, 2008. <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/15> Acessado em 06/02/2012. MATTE, Ana Cristina Fricke. Gêneros e recursos online: o texto é livre? Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2012 (no prelo). PEREIRA, Daniervelin Renata e MATTE, Ana Cristina Fricke. Discursos sobre a web 2.0 e a educação: uma análise semiótica. In: Trabalhos em Linguística Aplicada, vol. 49, n.1, 2010, pp. 293-304. SOUZA, Valeska. Ambientes virtuais de aprendizagem: sistemas complexos compostos por gêneros digitais. In: Revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, vol. 2, n.o 1, 2009. <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/20> Acessado em 06/02/2012. VOLPATO, Gilson. Informática. In Administração da Vida Científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009, pp. 68-74 Módulo - LING-2 Análise do discurso aplicada ao ensino de leitura e produção de textos Atividade acadêmica: Análise do discurso aplicada ao ensino de leitura e produção de textos: modos de organização do discurso Responsáveis: Dr. Wander Emediato, Dr. Antônio Augusto Moreira de Faria, Dra. Gláucia Muniz Proença Lara, Dra. Helcira Maria Rodrigues de Lima, Dra. Emília Mendes Lopes, Dra Eliana Amarante de Mendonça Mendes Ementa: Nesta atividade acadêmica tem-se o objetivo de levantar pontos e categorias da Análise do Discurso aplicáveis ao ensino de leitura e produção de textos do ponto de vista da sua organização discursiva (organização narrativa, argumentativa, descritiva, enunciativa) com ênfase no desenvolvimento do pensamento crítico e na argumentação. Bibliografia básica: AMOSSY, Ruth (org.). Imagens de si no discurso. São Paulo: Editora Contexto, 2005. CHARAUDEAU, Patrick. Uma teoria dos sujeitos da linguagem. In: MARI, H. et al. Análise do discurso: Fundamentos e práticas. Belo Horizonte: Nad-Fale-UFMG, 2001. EMEDIATO, Wander. A fórmula do texto. Redação, argumentação e leitura. São Paulo: Geração Editorial, 2004. EMEDIATO, Wander. Organização enunciativa e modalização no discurso didático. In: LARA, M. P. G. Lingua (gem), texto, discurso. Entre a reflexão e a prática. Rio de Janeiro: Editora Lucerna/FaleUFMG, 2006. PLANTIN, Christian. A argumentação. História, teorias, perspectivas: São Paulo: Parábola, 2005. Módulo - LING-2 Análise do discurso aplicada ao ensino de leitura e produção de textos Atividade acadêmica: Análise do discurso aplicada ao ensino de leitura e produção de textos: mecanismos e articulações dos planos de conteúdo e de expressão do texto Responsáveis: Dra. Gláucia Muniz Proença Lara, Dra Eliana Amarante de Mendonça Mendes, Dr. Wander Emediato, Dr. Antônio Augusto Moreira de Faria, Dra. Helcira Maria Rodrigues de Lima, Dra. Emília Mendes Lopes, Ementa: Esta atividade acadêmica propõe, num primeiro momento, o exame do plano de conteúdo de textos, com destaque para o patamar mais superficial de constituição do sentido: o nível discursivo. Examinam-se categorias como: projeções de pessoa, tempo e espaço da enunciação no enunciado; relações, sobretudo argumentativas, entre enunciador e enunciatário; percursos temáticos e figurativos do texto e planos de leitura (isotopias) que o constituem. Num segundo momento, focaliza-se o plano de expressão de textos (verbais e não verbais/visuais), explorando-se sua articulação com o plano de conteúdo. Bibliografia básica: FIORIN, José Luiz. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 1989. LARA, Glaucia M.P.; MACHADO, Ida Lúcia; EMEDIATO, Wander (orgs.). Análises do discurso hoje. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. v. 1 e 2. LARA, Glaucia M. P.; MATTE, Ana Cristina F. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Ediouro, 2009. LARA, Glaucia Muniz Proença. Semiótica discursiva: questões teóricas e metodológicas. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2012 (no prelo). SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1990. SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1997 Módulo LING-2 Análise do Discurso aplicada ao ensino de leitura e produção de textos Atividade acadêmica: Análise do discurso aplicada ao ensino de leitura e produção de textos: discurso, texto e frase – relações semânticas e sintáticas Responsáveis: Dr. Antônio Augusto Moreira de Faria, Dr. Wander Emediato, Dra. Gláucia Muniz Proença Lara, Dra. Helcira Maria Rodrigues de Lima, Dra. Emília Mendes Lopes, Dra Eliana Amarante de Mendonça Mendes Ementa: Nesta atividade acadêmica tem-se dois objetivos. O primeiro é apresentar alguns dos principais aspectos semânticos e sintáticos que participam tanto do processo de produção quanto do de leitura, em três dimensões desses processos: 1a) a dimensão da frase; 1b) a do texto; 1c) a do discurso. O segundo é apresentar consequências desses aspectos para o ensino de Português. O texto, visto como ponto de partida para a prática da linguagem nos processos humanos de comunicação/interação,é estudado também tanto na sua dimensão supratextual, a do discurso, quanto na sua dimensão infratextual, a da frase. Bibliografia básica: CARDOSO. Sílvia Helena Barbi. Discurso e ensino. Belo Horizonte: Ed. Autêntica & Faculdade de Letras da UFMG, 1999. FARIA, Antônio Augusto Moreira de .―Interdiscurso e intradiscurso: da teoria à metodologia‖, in E.M. MENDES, P.M. OLIVEIRA & V. BENN-IBLER (orgs.) O novo milênio: interfaces linguísticas e literárias. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2001. FIORIN, José Luiz. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ed. Ática, 1998. GERALDI, João Wanderley. ―O professor como leitor do texto do aluno‖, in MARTINS, Maria Helena (org.) Questões de linguagem. São Paulo: Ed. Contexto, 1991. MAINGUENEAU, Dominique. Termos-chave da análise do discurso. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998 [1996]. Módulo - Ling-3 Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa Atividade acadêmica: Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa: a produção de textos na sala de aula Responsável: Dra. Delaine Cafiero Bicalho, Dra. Adriane Teresinha Sartori, Dra. Regina Lúcia Péret Dell´Isola, Dra. Carla Coscarelli, Dr. Aderlande Ferraz Ementa: Escrita escolar: da composição à produção de gêneros discursivos. Análise de propostas de produção de textos em livros didáticos. Escrita e reescrita. A correção de textos de alunos. A produção de gêneros digitais. Bibliografia básica: GERALDI, Wanderley João. Portos de Passagem. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997. (Texto e Linguagem). GERALDI, Wanderley João. A aula como acontecimento. São Carlos, SP: Pedro e João Editores, 2010. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. MILLER, C. R. Estudos sobre gênero textual, agência e tecnologia. Tradução de Judith Hoffnagel. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2009. RUIZ, Eliana D. Como corrigir redações na escola: uma proposta textual interativa. São Paulo: Contexto, 2010. Módulo - LING-3 Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa Atividade acadêmica: Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa: fundamentos da Leitura - teoria e prática Responsáveis: Dra. Carla Coscarelli, Dra. Regina Lúcia Péret Dell´Isola, Dr. Aderlande Ferraz, Dra. Adriane Teresinha Sartori, Dra. Delaine Cafiero Ementa: Nesta atividade acadêmica será apresentada uma abordagem psicolinguística da leitura. Diversos fatores que podem causar problemas de leitura e possíveis soluções para eles serão discutidos. Serão tomadas como base para esta discussão, noções da linguística, em especial da psicolinguística. Além da teoria a respeito da leitura, deverão ser debatidas questões a respeito da prática da leitura e textos hipertextos, buscando-se com isso estabelecer uma aproximação entre alguns modelos teóricos da leitura e a compreensão de textos. Bibliografia básica: CORRÊA, Hércules T. Análise de ―erros‖ de leitura numa perspectiva psicolinguística. Presença Pedagógica. Belo Horizonte: Dimensão, n. 21, mai/jun, p. 48-54, 1998. COSCARELLI, Carla V. Leitura em ambiente multimídia e a produção de inferências. Belo Horizonte: Faculdade de Letras, UFMG, 1999 (Tese de doutorado). Capítulos 3 e 4. COSCARELLI, Carla. Fundamentos da leitura. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2012 (no prelo). DELL’ISOLA, Regina L. P. O efeito das perguntas para estudo de texto na compreensão da leitura. Cadernos de Pesquisa. Belo Horizonte: NAPq /FALE/UFMG, n.23, mar. 1995. MARCUSCHI, Luiz Antônio. A coerência no hipertexto. In.: COSCARELLI, Carla V., RIBEIRO, Ana Elisa.(orgs.) Letramento Digital. Belo Horizonte, Autêntica, 2005. MARCUSCHI, Luiz Antônio. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula. In.: AZEREDO, J. C. (org.) Língua Portuguesa em debate: conhecimento e ensino. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. POSSENTI, Sírio. Sobre a leitura: o que diz a análise do discurso. In.: MARINHO, Marildes (Org.) Ler e navegar: espaços e percursos da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2001. p.19-30. Módulo - Ling-3 Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa Atividade acadêmica: Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa: os Parâmetros Curriculares Nacionais Responsáveis: Dra. Regina Lúcia Péret Dell´Isola, Dra. Carla Coscarelli, Dra. Delaine Cafiero, Dr. Aderlande Ferraz, Dra. Adriane Teresinha Sartori Ementa: Os projetos educativos comprometidos com a democratização social e cultural do país e a função e responsabilidade da escola de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania. Os Parâmetros Curriculares Nacionais como referência para a renovação e reelaboração dos currículos. As propostas de ensino de Língua Portuguesa: objetivos, conteúdos (língua escrita e língua oral: usos e formas; prática de leitura; prática de produção de texto; análise e reflexão sobre aspectos gramaticais da língua), formas de encaminhamento das atividades, expectativas de aprendizagem e maneiras de avaliar. Reflexões sobre a prática pedagógica e sua coerência com os objetivos propostos. O planejamento que, efetivamente, orienta o ensino de português em sala de aula. Análise das diretrizes curriculares nacionais, apresentadas em documentos oficiais, referentes ao ensino de língua portuguesa no Brasil. Postura crítica diante das orientações dos PCNs. Bibliografia básica: BOTTERO, J. MORRISON, K. (orgs.). Cultura, Pensamento e Escrita. São Paulo, Ática, 1996 BRITO, E. PCNs de língua portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo: Villipress, 2000. CARDOSO, João B. Teoria e prática de leitura, apreensão e produção de texto. Brasília: Edunb, 2001. CATACH, N. (org.). Para uma teoria da língua escrita. São Paulo, Ática, 1996. KLEIMAN, A. B. (org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995. SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. Módulo - Ling-3 Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa Atividade acadêmica: Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Portuguesa: elaboração de projeto de ensino Responsáveis: Dra. Adriane Teresinha Sartori, Dra. Regina Lúcia Péret Dell´Isola, Dra. Carla Coscarelli, Dra. Delaine Cafiero, Dr. Aderlande Ferraz. Ementa: Nesta atividade acadêmica, propõem-se reflexões sobre as possibilidades de organização do planejamento para o ensino da compreensão oral e escrita e da produção de textos orais e escritos, e sobre características e constituição de um projeto de ensino. São sugeridas formas de sistematização da dinâmica de trabalho para o ensino dos gêneros textuais. Esse trabalho é entendido como um conjunto de atividades articuladas voltadas ao alcance dos objetivos visados pelos professores em suas aulas. São elaboradas e discutidas propostas didáticas visando-se à produção de um projeto para aplicação em sala de aula. Bibliografia básica: BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim Siebeneicher (orgs) Gêneros textuais: reflexões e ensino. 3ª Ed. revista. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola editorial, 2008. MEURER, José Luiz; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée (orgs) Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. MOURA, D.G.; BARBOSA, E.F. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais. São Paulo: Vozes, 2006. NASCIMENTO, Elvira Lopes (org.) Gêneros Textuais: Da didática das línguas aos objetos de ensino. São Carlos: Editora Claraluz, 2009. SCHNEUWLY, Bernard & DOLZ, Joaquim. Trad. e org. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas/SP: Mercado de Letras, 2004. Módulo - LIT Leitura e Literatura Atividade acadêmica: Leitura e Literatura: o texto literário - tradição e atualidade Responsável: Dr. Roberto Alexandre do Carmo Said, Dr. Marcos Rogério Cordeiro Fernandes, Dr. Sérgio Alcides Pereira do Amaral, Dra. Constância Lima Duarte, Dr. Marcelo Chiaretto Ementa: O curso propõe-se discutir as articulações entre tradição e contemporaneidade presentes nos processos de produção, circulação e recepção de textos literários, no âmbito da modernidade cultural. Trata-se de analisar o jogo entre continuidade e ruptura, bem como suas implicações para o estudo das práticas de leitura e de escrita do objeto literário e cultural. O corpus poderá ser definido no âmbito da literatura comparada a fim de se privilegiarem as correlações entre a literatura brasileira e as literaturas estrangeiras. Bibliografia básica: ELIOT, T.S. Tradição e Talento Individual. Ensaios. Trad. Ivan Junqueira. São Paulo: Art Ed. 1989. HOBSBAWN, Eric e RANGER, Terence (org.). A invenção das tradições. 2 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997. MEYER, Arno J. A força da tradição. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. NESTROVSKI, Arthur. Influência. In: Palavras da crítica. Rio de Janeiro: Imago, 1992. p.213-229. PIGLIA, Ricardo. Memória e tradição. In: Anais 2º Congresso Abralic. Belo Horizonte, 1990, vol. 1. p.60-66. WALTY, Ivete; CURY, Maria Zilda. Literatura: movimentos de leitura. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2012 (no prelo). Módulo - LIT Leitura e Literatura Atividade acadêmica: Leitura e Literatura: o texto literário na formação do leitor Responsáveis: Dr. Roberto Alexandre do Carmo Said, Dr. Sérgio Alcides Pereira do Amaral, Dra. Constância Lima Duarte, Dr. Marcos Rogério Cordeiro Fernandes, Dr. Marcelo Chiaretto Ementa: Análise da importância do texto literário para iniciar o processo de letramento literário. Discussão dos conceitos de alfabetização, letramento e letramento literário. Leituras literárias na sala de aula. Leitor e recepção. Gêneros literários na sala de aula. Letramento e informática: novas tecnologias de leitura e produção de texto. Bibliografia básica: CHARTIER, Roger. A aventura do livro – do leitor ao navegador. São Paulo: Unesp, 1999. PARENTE, André (org.). Imagem-máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. PAULINO, Graça et al. (org). Tipos de textos, modos de leitura. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001. Coleção Educador em formação. SANTOS, Maria Aparecida Paiva Soares dos; SOARES, Magda. Literatura infantil: políticas e concepções. Belo Horizonte: Autêntica: Ceale/FaE/UFMG, 2008. YUNES, Eliana (org.). Pensar a leitura: complexidade. Rio de Janeiro: PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2002. Módulo - LIT Leitura e literatura Atividade acadêmica: Leitura e Literatura: literatura e outros sistemas semióticos Responsáveis: Dr. Marcos Rogério Cordeiro Fernandes, Dr. Sérgio Alcides Pereira do Amaral, Dr. Roberto Alexandre do Carmo Said, Dra. Constância Lima Duarte, Dr. Marcelo Chiaretto Ementa: Literatura de massa: jornalismo e folhetim. O surgimento do leitor e a morte do autor. Driblando o analfabetismo: difusão da literatura por meio das novelas de rádio e televisão. Literatura e música popular brasileira: democratização da poesia. Literatura e cinema: o romance nas telas. Revolução da informática e gêneros híbridos: contos em vídeo, vídeopoemas, poemas interativos na web, blogs, e-books. Bibliografia básica: BARTHES, Roland. O óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. Vol. 1. São Pailo: Brasiliense, 1986. NICOLESCU, Basarab. O manifesto da transdisciplinaridade. Trad. L. P. de Souza. São Paulo: TRIOM, 1999. SOUZA, Eneida Maria de. Crítica cult. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002. WISNIK, José Miguel. Sem receita: ensaios e canções. São Paulo: Publifolha, 2004. 6 INFRAESTRUTURA FÍSICA 6.1 Descrição da Infraestrutura de apoio acadêmico ao curso 6.1.1 As salas de aula A sala de aula constitui o espaço mais importante no processo de ensino-aprendizagem, pois além de ser o lugar de interação direta entre os alunos e o professor, é também um momento essencial de socialização acadêmica, de troca, de problematização do saber, do exercício e da prática intelectual. Todas as salas de aula da Faculdade de Letras contam com os seguintes equipamentos: computador, datashow, DVD, retroprojetor, aparelho de som (Fita cassete e CD). 6.1.2 A biblioteca da Fale A Biblioteca da Faculdade de Letras integra, juntamente com mais 27 bibliotecas, o Sistema de Bibliotecas da UFMG - SB/UFMG. Desmembrada da FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) em 1983, hoje se encontra localizada no 2º andar da Faculdade. Está Subordinada tecnicamente à Biblioteca Universitária e administrativamente à Diretoria da Faculdade. Objetivos: Reunir, organizar e difundir informações e serviços necessários ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas de línguas, literatura, linguística, semiótica e áreas correlatas; Estender seus serviços às comunidades interna e externa, visando divulgar seu acervo. Espaço Físico: Abrange uma área de 1340m² onde estão localizados: Recepção, Guarda-volumes, Setores de empréstimo e Referência, Acervo principal, Jardim interno, Salões de leitura, Cabines de estudo em grupo e individuais e Área administrativa que envolve Setor de Periódicos, Chefia, Processamento Técnico, Oficina de Preservação do Acervo, Encadernação e Setor de Preparação do Material Bibliográfico. Acervo: A biblioteca da Fale conta atualmente com um acervo de cerca de 50.000 livros e ambiente adequado para o estudo individual e em grupo. O acervo está dividido em: - Acervo principal: Obras de referência, dissertações, teses, livros em geral e periódicos. O acesso às estantes é livre; o empréstimo domiciliar está disponível para a maioria das obras, exceto: obras de referência, exemplar de consulta interna das dissertações, teses, periódicos; livros de coleção de reserva semestral (indicados pelos professores) e periódicos de fascículo único. Assuntos que constam no acervo da Biblioteca: 000 Generalidades 616.8552 Neurolinguística 100 Filosofia 700 Artes 150 Psicologia 800 Literatura (filosofia, teoria, coleções, história) 200 Religião 810 Literatura americana 300 Ciências Sociais 820 Literatura inglesa 400 Línguas 830 Literatura alemã 410 Linguística 840 Literatura francesa 420 Língua inglesa 850 Literatura italiana 430 Língua alemã 860 Literatura espanhola 440 Língua francesa 869 Literatura portuguesa 450 Língua italiana B869 Literatura brasileira 460 Língua espanhola 870 Literatura latina 469 Língua portuguesa 880 Literatura grega 470 Língua latina 890 Outras literaturas 480 Língua grega 900 História 490 Outras línguas - - - Coleções especiais: São os acervos particulares de escritores mineiros como Henriqueta Lisboa, Murilo Rubião e Oswaldo França Júnior. Estas coleções especiais estão localizadas no prédio da Biblioteca Central. Consulta local: O usuário pode consultar o acervo nas dependências da biblioteca que possui espaço adequado para estudo, bem como utilizar computadores para pesquisas em bases de dados. Para fornecer orientações ou sanar dúvidas, haverá sempre à sua disposição um funcionário do Setor de Referência. Empréstimo domiciliar: É facultado aos usuários da UFMG regularmente cadastrados no Sistema de Bibliotecas e portadores da carteira do leitor. Levantamento bibliográfico: Serviço que recupera informações existentes sobre determinado assunto em base de dados locais, a pedido do usuário. O relatório vem sob a forma de referências bibliográficas e o usuário deverá fornecer disquete para receber o levantamento bibliográfico desejado. Pesquisa Bibliográfica: Oferece acesso a base de dados bibliográficos de periódicos nacionais e estrangeiros (Portal Capes) feita pelo próprio usuário com orientação do pessoal do Setor de Referência. Visitas orientadas: O Setor de Referência oferece o serviço de visita orientada que permite ao usuário conhecer a distribuição do espaço físico, os recursos que a Biblioteca oferece, bem como normas e procedimentos para sua utilização. A visita deve ser previamente agendada no Setor de Referência. Comutação bibliográfica: O COMUT (Programa de Comutação Bibliográfica) é um serviço que permite obter cópias de documentos técnico-científicos, publicados em revistas, teses, anais de congressos, existentes no acervo das principais bibliotecas do país. 6.1.3 O laboratório de informática O laboratório de informática da FALE tem por objetivo atender à comunidade da FALE na busca pela informação, considerando que o mundo atual é marcado pela era digital e pela livre circulação de informação nas redes. O objetivo das salas de informática é capacitar de modo privilegiado o aluno de Letras a buscar o conhecimento disponível nas redes, utilizando os mecanismos de busca, as bibliotecas virtuais on-line, desenvolvimento, assim, a sua autonomia para aprender e construir conhecimentos. A utilização do Laboratório de Informática só é permitida aos alunos regularmente matriculados na Faculdade de Letras e sua função é de fornecer suporte para que sejam realizadas atividades didáticas em suas dependências. 7 – REGULAMENTO .... Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Letras Curso de Especialização em Ensino de Leitura e Produção de Textos REGULAMENTO TÍTULO I. DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL Art.1º. O Curso de Especialização em Língua Portuguesa: Ensino de Leitura e Produção de Textos (PROLEITURA) constitui-se em atividade conjunta do Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (POSLIN) da FALE-UFMG, e tem por objetivo atualizar e aprofundar a qualificação de professores dos cursos de Graduação em Letras, bem como profissionais de outras áreas. Art.2º. O PROLEITURA/FALE cumpre o disposto nas Normas Gerais de Pós-Graduação e na resolução vigente do Conselho Nacional de Educação. Art.3º. O PROLEITURA/FALE fornecerá Certificado de Especialista em Língua Portuguesa: Ensino de leitura e produção de textos ao aluno matriculado que cumprir as exigências do artigo 42 deste regulamento. Art.4º. A autorização para reoferecimento do curso será solicitada à Câmara de Pós-Graduação pela Coordenação do PROLEITURA, após avaliação de Comissão Coordenadora e nos termos das NGPG da UFMG. Art.5º. O PROLEITURA /FALE estará aberto a intercâmbio com órgãos e instituições acadêmicas e culturais através de convênios e outros instrumentos jurídicos apropriados, visando à interação com a comunidade, resguardados os objetivos acadêmicos da Universidade. TÍTULO II.DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA Art.6º. O PROLEITURA /FALE estrutura-se em 4 módulos constituídos, cada um, por 3 atividades acadêmicas. As atividades acadêmicas, em número de 13 (treze), terão duração de 30 horas, valor de dois (2) créditos cada uma, e serão obrigatórias. Art.7º. O Curso de Especialização será integralizado nos quatro módulos, perfazendo um total de 390 (trezentos e noventa) horas e 26 créditos. Art.8º. As atividades acadêmicas poderão ser oferecidas sob a forma de aulas expositivas, seminários, discussões em grupos, trabalhos práticos e outros procedimentos didáticos, na UFMG ou fora da sede, na modalidade presencial. TÍTULO III. DA COORDENAÇÃO DO CURSO Art.9º. O PROLEITURA/FALE vincula-se ao Programa de Pós-Graduação em Estudos LinguísticosPOSLIN da FALE/UFMG. Ele é dirigido por uma Comissão Coordenadora, composta por 1 (um) coordenador, 1 (um) subcoordenador e 2 (dois) representantes dos professores que exerçam atividades permanentes no curso, todos eleitos por seus pares. A representação discente se fará na forma do Regimento Geral da UFMG. §1º. O mandato dos membros docentes da Comissão Coordenadora é de 2 (dois) anos, permitida a recondução. §2º. O mandato do Coordenador e do subcoordenador do Curso será de 2 (dois) anos, permitida a recondução. §3º. A representação discente será de 1 (um) ano permitida uma recondução. Art.10. Caberá ao Coordenador do curso tomar providências para que seja feita eleição dos membros da comissão coordenadora até 30 dias antes do vencimento dos respectivos mandatos. §1º. Os nomes dos eleitos serão submetidos ao Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos-POSLIN para homologação do resultado da eleição dos membros da comissão. Art. 11. São atribuições da Comissão Coordenadora: I. orientar e coordenar as atividades do curso; II. elaborar o currículo do curso, com indicação dos pré-requisitos, para aprovação pela Câmara de Pós-Graduação; III. fixar diretrizes dos programas das atividades acadêmicas e recomendar modificações; IV. decidir as questões referentes à matrícula, reopção e dispensa de atividade acadêmica, transferência e aproveitamento de créditos, trancamento parcial ou total de matrícula, bem como as representações e recursos que lhe forem dirigidos; V. representar ao órgão competente, no caso de infração disciplinar; VI. propor à Câmara de Pós-Graduação a criação, transformação, exclusão e extinção de atividades acadêmicas do curso; VII. propor à coordenação do POSLIN e à Direção da Unidade as medidas necessárias ao bom andamento do curso; VIII. aprovar, mediante análise dos curricula vitae, os nomes dos professores que integrarão o corpo docente do curso; IX. acompanhar as atividades do curso, no POSLIN ou em outros setores; X. estabelecer as normas do curso ou a sua alteração, submetendo-as à aprovação da Câmara de Pós-Graduação; XI. estabelecer os critérios para a admissão ao curso; XII. submeter à aprovação da Câmara de Pós-Graduação o número de vagas para a abertura de concurso; XIII. aprovar a oferta de atividades acadêmicas do curso; XIV. estabelecer critérios para preenchimento das vagas em atividades acadêmicas isoladas; XV. estabelecer procedimentos que assegurem ao estudante efetiva orientação acadêmica; XVI. estabelecer critérios para a alocação de bolsas e acompanhamento do trabalho dos bolsistas obedecendo a Resolução 07/2004 do Conselho Universitário; XVII. fazer o planejamento orçamentário do curso e estabelecer critérios para a alocação de recursos; XVIII. colaborar com a Câmara de Pós-Graduação no que for solicitado; XIX. colaborar com o POSLIN nas medidas necessárias ao incentivo, ao acompanhamento e à avaliação da pesquisa e produção do curso; XX. avaliar e aprovar a participação de discentes da Pós-Graduação stricto sensu no curso, através do programa de monitoria de Pós-Graduação; XXI. reunir-se ordinariamente duas vezes por semestre. Art.12. São atribuições do Coordenador: I- convocar as reuniões da Comissão Coordenadora, presidindo-as; II- coordenar a execução do curso de acordo com as deliberações da Comissão Coordenadora; III- remeter à Câmara de Pós-Graduação todos os relatórios e informações sobre as atividades do curso, de acordo com as instruções desse órgão; IV- enviar ao Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA), de acordo com as instruções desse órgão e com a devida antecedência, o calendário das principais atividades escolares de cada ano e demais informações solicitadas; V- tomar as providências para a renovação dos mandatos dos membros da Comissão Coordenadora; VI- exercer outras atribuições estabelecidas para a função no Regulamento do curso. Art.13. Terminadas as atividades do curso e não estando em tramitação o projeto de reoferecimento, estarão extintos todos os mandatos, inclusive o do Coordenador e o do Subcoordenador. Parágrafo único: No caso de reoferecimento do curso após interrupção, haverá novas designações de docentes pelo Colegiado do Pós-Graduação em Estudos Linguísticos-POSLIN, bem como as eleições pertinentes. TÍTULO IV. DOS DOCENTES E DA ORIENTAÇÃO Art.14. O corpo docente do PROLEITURA/FALE é constituído por portadores do título de doutor ou equivalente e por professores que exerçam atividades permanentes no curso em exercício na UFMG. Art.15. O corpo docente do PROLEITURA/FALE poderá ser constituído por, no máximo, 1/3 (um terço) de profissionais externos à UFMG. Parágrafo único: Para efeito do cômputo da parcela de profissionais do corpo docente interno, admitese a participação de docentes aposentados pela própria Instituição, desde que, no mínimo 50% (cinquenta por cento) dos docentes do curso estejam, ainda, em atividade na UFMG. Art.16. Todo estudante em fase de elaboração de trabalho final do curso deverá ter um docente orientador aprovado pela Comissão Coordenadora. Art.17. O docente orientador de alunos do PROLEITURA/FALE poderá assistir, no máximo, 8 (oito) estudantes em fase de elaboração de trabalho final. § 1º Para efeito do cálculo da capacidade de orientação do curso, considera-se estudante em fase de elaboração de trabalho final aquele que estiver regularmente matriculado no último semestre do curso. § 2º Aos docentes que atuam em cursos de Pós-Graduação stricto e lato senso, será permitida, computadas as duas modalidades, a orientação simultânea de, no máximo, 10 (dez) discentes. TÍTULO V. DA OFERTA DE VAGAS Art. 18. O reoferecimento do curso deverá ser solicitado pela Comissão Coordenadora à Câmara de Pós-Graduação, em formulário próprio, no período previsto no Calendário Acadêmico da UFMG, respeitado o prazo de 90 (noventa) dias antes da data prevista para a abertura das inscrições. Art. 19. A oferta de vagas no curso será proposta pela Comissão Coordenadora à Câmara de PósGraduação, considerando-se: I- a capacidade de orientação do curso, obedecido o que dispõem o artigo 17 e os parágrafos 1º e 2º, deste Regulamento; II- o fluxo de entrada e saída de alunos; III- a infraestrutura física; IV- o plano de execução orçamentária. Art. 20. Em cumprimento da resolução 07/2004, de 02 de setembro de 2004, referente à concessão de bolsas nos curso de Pós-Graduação - 10% (dez por cento) das vagas preenchidas serão reservadas à participação gratuita de candidatos carentes (comunidade externa) e de servidores da UFMG, sempre que aprovados em processo seletivo. O número de bolsas concedidas será dividido entre o segmento servidor e o segmento comunidade externa. Vagas não preenchidas por um segmento, serão oferecidas ao outro. No caso de vaga única ou em número ímpar, será priorizado o segmento servidor da UFMG. TÍTULO VI. DA ADMISSÃO AOS CURSOS Art. 21. O Processo de Seleção ao PROLEITURA /FALE será definido em Edital, elaborado pela Comissão Coordenadora do curso, e submetido à Câmara de Pós-Graduação, em que constem: I- o número de vagas ofertadas; II- a modalidade presencial ou a distância do Exame de Seleção; III- o período de inscrição; IV- a data de realização do Exame de Seleção; V- as etapas e os critérios de seleção; VI- o semestre de ingresso. Art. 22. No ato da inscrição ao Exame de Seleção, o candidato ao ingresso no PROLEITURA /FALE deverá apresentar à Secretaria do curso os seguintes documentos: I- formulário de inscrição, devidamente preenchido, acompanhado de duas fotografias 3x4; II- cópia do diploma de Graduação ou documento equivalente, ou de outro que comprove estar o candidato em condições de concluir o curso de Graduação antes de iniciado o de pósgraduação; III- Histórico Escolar da Graduação; IV- curriculum vitae, elaborado segundo formato definido pela Comissão Coordenadora; V- texto de aproximadamente uma lauda, expondo os motivos que levaram o candidato à escolha do curso; VI- prova de estar em dia com as obrigações militares e/ou eleitorais, no caso de candidato brasileiro; no caso de candidato estrangeiro, os exigidos pela legislação específica; VII- documento de Identidade com validade nacional; VIII- comprovante de pagamento da taxa de inscrição. Art. 23. Para ser admitido como estudante regular do PROLEITURA/FALE, o candidato deverá satisfazer as seguintes exigências: I- ter concluído curso de Graduação; II- não ter duplo vínculo na UFMG; III- ser aprovado no Exame de Seleção, através de análise de curriculum vitae, redação e/ou entrevista; TÍTULO VII. DA MATRÍCULA Art. 24. O estudante admitido ao PROLEITURA/FALE deverá requerer matrícula nas atividades acadêmicas dos módulos semestrais, dentro do prazo estabelecido no Calendário Escolar da UFMG. Art. 25. A matrícula será feita na Secretaria do curso. Art. 26. Logo após o início de cada período letivo, a Secretaria do PROLEITURA /FALE enviará ao DRCA: I- cópia do requerimento da matrícula dos estudantes; II- ficha de registro do aluno, no caso de matrícula inicial. Art. 27. O estudante poderá solicitar à Comissão Coordenadora do curso o trancamento parcial de sua matrícula efetivada, em uma ou mais atividades acadêmicas, no âmbito do primeiro 1/3 (um terço) da carga horária total prevista, devendo a Secretaria do curso registrar o trancamento autorizado e comunicá-lo ao DRCA. §1º. Durante o curso, o trancamento de matrícula será concedido apenas uma vez numa mesma atividade acadêmica. Art. 28. Será excluído do curso o aluno que deixar de renovar, a cada semestre, sua matrícula em atividades acadêmicas. TÍTULO VIII. DO REGIME DIDÁTICO Art. 29. Cada atividade acadêmica terá um valor expresso em créditos, observada a relação de 1(um) crédito por 15 (quinze) horas de aula do curso. Art. 30. Os créditos relativos a cada atividade acadêmica só serão conferidos ao estudante que lograr na mesma pelo menos o conceito D, e que comparecer a, no mínimo, 75% das atividades, vedado o abono de faltas. Art. 31. Mediante proposta do respectivo orientador e a juízo da Comissão Coordenadora do PROLEITURA/FALE, créditos obtidos em diferentes programas em nível de Especialização ou superior poderão ser aproveitados, desde que o discente regular do curso obtenha pelo menos 50% (cinquenta por cento) do total dos créditos segundo determinado neste Regulamento. Art. 32. Para efeito das exigências previstas para a obtenção de título de Especialista, os créditos obtidos em qualquer módulo só terão validade durante o prazo máximo de dois anos, contados a partir da matrícula inicial no PROLEITURA/FALE. A revalidação de créditos para além desse prazo poderá ser feita a critério da Comissão Coordenadora. Art. 33. O rendimento escolar de cada estudante será expresso em notas e conceitos, de acordo com a seguinte escala: De 90 a 100 A Excelente De 80 a 89 B Ótimo De 70 a 79 C Bom De 60 a 69 D Regular De 40 a 59 E Fraco De 0 a 39 F Insuficiente Art. 34. O estudante que obtiver conceito inferior a D mais de uma vez na mesma ou em diferentes atividades acadêmicas será excluído do curso. Art. 35. O estudante que aproveitar créditos em atividades acadêmicas ou módulos isolados será obrigado, como aluno regular de Especialização do PROLEITURA/FALE, a obter pelo menos 50% do total de créditos exigidos pelo Regulamento do Curso. Art. 36. O aproveitamento de créditos só poderá ser feito dentro da área de concentração para a qual o candidato foi aprovado em Exame de Seleção. TÍTULO IX. DO TRABALHO FINAL Art.37. Além das atividades acadêmicas, é requisito para a obtenção do certificado de Especialista a apresentação de um trabalho individual de conclusão do curso, podendo ser em forma de monografia, projeto de ensino, ou outra modalidade a critério da Comissão Coordenadora. Parágrafo único. O aluno terá um prazo máximo até três (3) meses após a conclusão do último módulo do seu curso para submeter o trabalho final, que deverá ser redigido em Língua Portuguesa, à Secretaria do curso. Art. 38. O trabalho final do curso deverá ser apresentado, sob forma presencial, em sessão pública e avaliado por Comissão Examinadora, indicada pela Comissão Coordenadora, composta por pelo menos 2 (dois) membros. Art. 39. Será considerado aprovado, na apresentação do trabalho final do curso, o aluno que obtiver a aprovação unânime de todos os membros da Comissão Examinadora. Parágrafo único. Os critérios para a avaliação do trabalho final serão: I- Obediência aos requisitos formais de elaboração de trabalhos acadêmicos, incluindo-se normas da ABNT. II- Consistência da pesquisa monográfica ou do projeto de ensino do ponto de vista teórico e metodológico. III- Capacidade de organização, síntese e desenvolvimento da argumentação no texto. IV- Bibliografia adequada e pertinente. V- Pertinência das análises realizadas ou do trabalho desenvolvido. VI- Originalidade e impacto educacional. Art. 40. Se o trabalho final não obtiver a aprovação unânime de todos os membros da Comissão Examinadora e mediante proposta justificada da Comissão Examinadora, o aluno terá um prazo de 2 (dois) meses para reformulá-lo e submetê-lo novamente. Art. 41. O aluno que, finalizado o prazo de seis (6) meses após a conclusão dos créditos, não tiver submetido seu trabalho final à Secretaria do curso e obtido sua aprovação pela Comissão Examinadora, será automaticamente excluído do curso. TÍTULO X. DOS CERTIFICADOS Art. 42. Para obter o certificado de Especialista, o estudante deverá satisfazer às seguintes exigências: I- completar, em atividades acadêmicas do curso, o número mínimo de 26 (vinte e seis) créditos, totalizando 390 (trezentas e noventa) horas; II- ser aprovado na apresentação do trabalho final, como definido neste Regulamento; III- apresentar à Secretaria do curso, no prazo que lhe for determinado, a versão final do trabalho em conformidade com as indicações da Comissão Examinadora. Art. 43. São condições para expedição do Certificado de Especialista: I. comprovação de cumprimento, pelo estudante, de todas as exigências regulamentares; II. remessa à Câmara de Pós-Graduação, pela Secretaria de Curso, de: a) Histórico Escolar do concluinte; b) comprovação de entrega, à Biblioteca Universitária de 1(um) exemplar do trabalho final de curso de Especialização, em versão eletrônica, acompanhado de Formulário de Autorização de Disponibilização do texto, no todo ou em parte, pela Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG; c) comprovação de entrega, à Biblioteca Universitária de 1(um) exemplar do trabalho final de curso, em versão impressa, acompanhado de Formulário de Autorização de Disponibilização do texto. III. comprovação de quitação com as Bibliotecas da UFMG. Art.44. No Histórico Escolar, assinado pelo Coordenador do curso, deverão constar os seguintes dados referentes ao estudante: I. nome completo, filiação, data e local de nascimento, nacionalidade, grau acadêmico anterior e endereço atual; II. data de admissão ao curso; III. número da cédula de identidade e nome do órgão que a expediu, no caso de estudante brasileiro ou estrangeiro com residência permanente, ou o número de passaporte e local em que foi emitido, no caso de estrangeiros sem visto permanente; IV. relação das atividades acadêmicas com as respectivas notas e conceitos, créditos obtidos, anos e períodos letivos em que foram cursadas, nome e titulação dos docentes. V. data de aprovação do trabalho final; VI. nome do professor orientador e dos membros da Comissão Examinadora do trabalho final. Art.45. Os Certificados de Especialista serão expedidos pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e assinados pelo Reitor, pelo Diretor da FALE/UFMG, pelo Pró-Reitor de Pós-Graduação e pelo Diplomado. Os Certificados serão registrados pelo DRCA/UFMG. TÍTULO XI. DAS FONTES FINANCEIRAS E DO PLANO DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Art.46. A aplicação dos recursos captados da matrícula e do pagamento do curso será feita de acordo com a legislação em vigor na Universidade. TÍTULO XII. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 47. Compete à Comissão Coordenadora do PROLEITURA/FALE decidir sobre os casos omissos neste Regulamento, com aprovação da Câmara de Pós-Graduação. Este Regulamento entrará em vigor após a aprovação pela Câmara de Pós-Graduação da UFMG. 8. CRONOGRAMA DA OFERTA NA PRIMEIRA ENTRADA Turma 1: JANEIRO 2013 MÓDULOS JULHO 2013 JANEIRO 2014 SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4 SEMANA 5 SEMANA 6 14 a 19 21 a 26 15 a 20 22 a 27 20 a 25 27 a 01/02 LING 1A LING 1B LING-1 LING 2A LING 2C LING 2B LING-2 LING 3D LING 3B LING 3C LING 3A LING-3 LIT B LIT C LIT A LIT-1 MARÇO E ABRIL 2013 - LING 1 C (1) envio do link da disciplina e instruções para cadastro no moodle da UFMG em março. Ao entrar no moodle os alunos já terão acesso à primeira leitura preparatória para a primeira aula, que será no primeiro sábado de abril. (2) aula inaugural no primeiro sábado de abril no chat, das 13 às 15h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo de uma semana, e com prazo até o terceiro sábado de abril. (3) última aula no chat no segundo sábado de abril, das 13 às 15h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo até o último dia de abril para conclusão de todas as atividades avaliativas. 35 Turma 2: JANEIRO 2013 MÓDULOS JULHO 2013 JANEIRO 2014 SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4 SEMANA 5 SEMANA 6 14 a 19 21 a 26 15 a 20 22 a 27 20 a 25 27 a 01/02 LING 1A LING 1B LING-1 LING 2A LING 2C LING 2B LING-2 LING3 B LING 3 D LING 3C LING 3A LING-3 LIT B LIT C LIT A LIT-1 MARÇO E ABRIL 2013 - LING 1 C (1) envio do link da disciplina e instruções para cadastro no moodle da UFMG em março. Ao entrar no moodle os alunos já terão acesso à primeira leitura preparatória para a primeira aula, que será no primeiro sábado de abril. (2) aula inaugural no primeiro sábado de abril no chat, das 15 às 17h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo de uma semana, e com prazo até o terceiro sábado de abril. (3) última aula no chat no segundo sábado de abril, das 15 às 17h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo até o último dia de abril para conclusão de todas as atividades avaliativas. 36 9 CRONOGRAMA DA OFERTA NA SEGUNDA ENTRADA Turma 1: JANEIRO 2014 MÓDULOS JULHO 2014 JANEIRO 2015 SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4 SEMANA 5 SEMANA 6 20 a 25 27 a 01/02 14 a 19 21 a 26 19 a 24 26 a 31 LING 1A LING 1B LING-1 LING 2A LING 2C LING 2B LING-2 LING 3D LING 3B LING 3C LING 3A LING-3 LIT B LIT C LIT A LIT-1 MARÇO E ABRIL 2014 - LING 1 C (1) envio do link da disciplina e instruções para cadastro no moodle da UFMG em março. Ao entrar no moodle os alunos já terão acesso à primeira leitura preparatória para a primeira aula, que será no primeiro sábado de abril. (2) aula inaugural no primeiro sábado de abril no chat, das 13 às 15h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo de uma semana, e com prazo até o terceiro sábado de abril. (3) última aula no chat no segundo sábado de abril, das 13 às 15h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo até o último dia de abril para conclusão de todas as atividades avaliativas. 37 Turma 2: JANEIRO 2014 MÓDULOS JULHO 2014 JANEIRO 2015 SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4 SEMANA 5 SEMANA 6 20 a 25 27 a 01/02 14 a 19 21 a 26 19 a 24 26 a 31 LING 1A LING 1B LING-1 LING 2A LING 2C LING 2B LING-2 LING3 B LING 3 D LING 3C LING 3A LING-3 LIT B LIT C LIT A LIT-1 MARÇO E ABRIL 2014 - LING 1 C (1) envio do link da disciplina e instruções para cadastro no moodle da UFMG em março. Ao entrar no moodle os alunos já terão acesso à primeira leitura preparatória para a primeira aula, que será no primeiro sábado de abril. (2) aula inaugural no primeiro sábado de abril no chat, das 15 às 17h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo de uma semana, e com prazo até o terceiro sábado de abril. (3) última aula no chat no segundo sábado de abril, das 15 às 17h. Abertura das atividades dos tópicos do curso, com prazo até o último dia de abril para conclusão de todas as atividades avaliativas. 38 10 ESPECIFICAÇÕES DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS MÓDULO CÓDIGO NOME DA ATIVIDADE ACADÊMICA CARGA PROFESSORES HORÁRIA LET538 LING-1 LET539 LET540 LET541 LING-2 LING-1A - Gêneros textuais e ensino: o texto e sua 30 h/a Luiz Francisco/ Janice Helena/ Ana Cristina/ constituição Sueli Maria Coelho/ Márcia Cristina LING-1B - Gêneros textuais e ensino: o texto e sua 30 h/a Luiz Francisco/ Janice Helena/ Ana Cristina/ tipologia Sueli Maria Coelho/ Márcia Cristina LING-1C - Gêneros textuais e ensino: gêneros e recursos 30 h/a Luiz Francisco/ Janice Helena/ Ana Cristina/ online Sueli Maria Coelho/ Márcia Cristina LING-2A - Análise do discurso aplicada ao ensino da 30 h/a Wander leitura e da produção de textos: modos de organização do Lima/ Gláucia Muniz/ Antônio Augusto/Eliana Mendes /Helcira Amarante Mendes discurso LET542 Emediato/Emília LING-2B - Análise do discurso aplicada ao ensino da 30 h/a Wander leitura Lima/ Gláucia Muniz/ Antônio Augusto/Eliana e da produção de textos: mecanismos e articulações dos planos de conteúdo e de expressão do Emediato/Emília Mendes /Helcira Amarante Mendes texto LET543 LING-2C - Análise do discurso aplicada ao ensino da 30 h/a leitura e da produção de textos: discurso, texto e frase: relações semânticas e sintáticas Wander Emediato/Emília Mendes /Helcira Lima/ Gláucia Muniz/ Antônio Augusto/Eliana Amarante Mendes 39 LET535 LING-3 Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a produção 30 h/a Carla Coscarelli/ Delaine de textos na sala de aula Cafieiro/ Regina Peret/ Aderlande Ferraz/ Adriane Sartori LET536 Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: fundamentos 30 h/a Carla Coscarelli/ Delaine da leitura: teoria e prática Cafieiro/ Regina Peret/ Aderlande Ferraz/ Adriane Sartori LET537 Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: os 30 h/a Parâmetros Curriculares Nacionais Carla Coscarelli/ Delaine Cafieiro/ Regina Peret/ Aderlande Ferraz/ Adriane Sartori LET xxx Linguística aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: elaboração 30 h/a Carla Coscarelli/ Delaine de projeto de ensino Cafieiro/ Regina Peret/ Aderlande Ferraz/ Adriane Sartori LET544 Leitura e literatura: o texto literário: tradição e atualidade 30 h/a Roberto Said/ Marcos Rogério/ Sérgio LIT Alcides/ Constância Duarte/ Marcelo Chiaretto LET545 Leitura e literatura: o texto literário na formação do leitor 30 h/a Roberto Said / Marcos Rogério/ Sérgio Alcides/ Constância Duarte/ Marcelo Chiaretto LET546 Leitura e literatura: literatura e outros sistemas semióticos 30 h/a Roberto Said/ Marcos Rogério/ Sérgio Alcides/ Constância Duarte/ Marcelo Chiaretto TOTAL 390 h/a 40