MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS
Conselho Superior
Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 – Bairro Medicina – 37550-000 - Pouso Alegre/MG
Fone: (35) 3449-6150/E-mail: [email protected]
RESOLUÇÃO Nº 044/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013
Dispõe sobre a aprovação da reestruturação do
Projeto Pedagógico do Curso Técnico em
Enfermagem (subsequente) – Polo Circuito
das Águas.
O Reitor e Presidente do Conselho Superior do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Professor
Sérgio Pedini, nomeado pela Portaria número 689, de 27 de maio de 2010,
publicada no DOU de 28 de maio de 2010, seção 2, página 13 e em
conformidade com a Lei 11.892/2008, no uso de suas atribuições legais e
regimentais, considerando a deliberação do Conselho Superior em reunião
realizada na data de 25 de novembro de 2013, RESOLVE:
Art. 1º - Aprovar a reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em
Enfermagem, modalidade subsequente, do Polo Circuito das Águas (anexo).
Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as
disposições em contrário.
Pouso Alegre, 25 de novembro de 2013.
Sérgio Pedini
Presidente do Conselho Superior
IFSULDEMINAS
Pólo Circuito das Águas
Unidade Educação Profissional e Tecnológica
Três Corações
PROJETO POLITICO PEDAGOGICO DO CURSO
TÉCNICO EM ENFERMAGEM
TRES CORAÇÕES - MG
JUN./2013
GOVERNOFEDERAL
Ministério da Educação
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO SUL DE MINAS GERAIS
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Dilma Vana Rousseff
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Aloízio Mercadante Oliva
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Marco Antônio de Oliveira
Reitor do IFSULDEMINAS
Sérgio Pedini
Pró-Reitor de Administração e Planejamento
José Jorge Guimarães Garcia
Pró-Reitor de Ensino
Marcelo Simão da Rosa
Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional
Mauro Alberti Filho
Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação
Marcelo Bregagnoli
Pró-Reitor de Extensão
Cléber Ávila Barbosa
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO
SUL DE MINAS GERAIS
Conselho Superior
Presidente do Conselho Superior do IFSULDEMINAS
Sérgio Pedini
Representante da SETEC/MEC
Mário Sérgio Costa Vieira
Representantes Diretores Gerais dos Câmpus
Ademir José Pereira
Luiz Carlos Machado Rodrigues
Walner José Mendes
Juvêncio Geraldo de Moura
Josué Lopes
Marcelo Carvalho Bottazzini
Representante Corpo Docente
Luiz Flávio Reis Fernandes
José Pereira da Silva Junior
Tarcísio de Souza Gaspar
Representante Corpo Discente
Adolfo Luís de Carvalho
Oswaldo Lahmann Santos
Dreice Montanheiro Costa
Representante Técnico Administrativo
Maria Inês Oliveira da Silva
Débora Jucely de Carvalho
Cleonice Maria da Silva
Representante Egresso
Marco Antônio Ferreira
Tales Machado Lacerda
Leonardo de Alcântara Moreira
Representante das Entidades Patronais
Alexandre Magno de Moura
Representante das Entidades dos Trabalhadores
Andréia de Fátima da Silva
Everson de Alcântara Tardeli
Representante do Setor Público ou Estatais
Pedro Paulo de Oliveira Fagundes
Raul Maria Cássia
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO
SUL DE MINAS GERAIS
Diretores de Campus
Câmpus Inconfidentes
Ademir José Pereira
Câmpus Machado
Walner José Mendes
Câmpus Muzambinho
Luiz Carlos Machado Rodrigues
Câmpus Passos
Juvêncio Geraldo de Moura
Câmpus Poços de Caldas
Josué Lopes
Câmpus Pouso Alegre
Marcelo Carvalho Bottazzini
SUMÁRIO
1.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO...........................................................................................6
2.JUSTIFICATIVA...................................................................................................................7
3.OBJETIVO.............................................................................................................................8
3.1Geral.....................................................................................................................................12
3.2Específicos ...................................................................................................................... 12
4.PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO .............................................................. 11
5.CAMPO DE ATUAÇÃO ................................................................................................ 13
6.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ........................................................... 14
6.1. Componentes Curriculares ............................................................................................ 14
6.2. A Estrutura Curricular ................................................................................................... 15
6.3. Critérios Utilizados para Organização dos Módulos ...................................................... 15
7.MATRIZ CURRICULAR .............................................................................................. 16
8.EMENTÁRIO ......................................................................................................................17
9.DIRETRIZES CURRICULARES E PROCEDIMENTOS PEDAGÓGICOS..............36
10. INDICADORES METODOLÓGICOS..........................................................................37
11. ESTÁGIO..........................................................................................................................37
12.CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIENCIAS ANTERIORES ...... 38
13.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ........................................... 40
14.BIBLIOTECA....................................................................................................................44
15.INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................................................................ 45
16.LABORATORIO DE ENFERMAGEM ...................................................................... 45
17.KITS PARA PROCEDIMENTOS ............................................................................... 46
18.PESSOAL DOCENTE E TÉCNCIO ADMINISTRATIVO..........................................48
19.CERTIFICADOS E DIPLOMAS.....................................................................................49
20.REFERENCIAS ............................................................................................................ 49
1.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
O curso Técnico em Enfermagem, modalidade Subsequente, ofertado pelo
IFSULDEMINAS - Unidade de Educação Profissional e Tecnológica de Três Corações está
estruturado de forma a contemplar as competências gerais do Eixo Tecnológico Ambiente e
Saúde, conforme o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação
(BRASIL, 2012).
O curso Técnico em Enfermagem atua na promoção, prevenção recuperação e
reabilitação dos processos saúde – doença. Colabora com atendimento das necessidades de
saúde dos pacientes e comunidade, em todas as faixas etárias. Promove ações de orientações e
preparo do paciente para exames. Realiza cuidados de enfermagem, tais como: curativos,
administração de medicamentos e vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração
antropométrica e verificação dos sinais vitais, dentre outros. Presta assistência de enfermagem
a pacientes clínicos e cirúrgicos.
A base de conhecimentos científicos e tecnológicos do curso é composta por educação
básica, diversificada e educação profissional, perfazendo uma carga horária total de
1.820horas com duração de dois anos, período noturno. O estágio curricular terá carga horária
de 500 horas sendo 150 horas em saúde pública e 350 horas em área hospitalar.
2. JUSTIFICATIVA
Acompanhamos a expansão da oferta e da procura por cursos ligados à área de saúde
em todo o Brasil. Há alguns anos os cursos como medicina, enfermagem e até mesmo
técnicos em enfermagem concentravam-se nos grandes centros urbanos que qualificavam
esses profissionais para atuar em todo país. Em razão da pouca oferta desses cursos em
instituições públicas e da dispendiosa oferta pelas empresas privadas e setor publico de saúde,
observa-se a enorme carência de profissionais de saúde que atendam suficientemente a
demanda de pessoas que procuram atendimento médico/hospitalar.
No intuito de contribuir para a amenização da carência de profissionais técnicos na
área da saúde qualificando-os para atuar em hospitais, clínicas, postos de saúde, entre outros,
nas cidades da região do sul de minas gerias, em especial na microrregião de Três Corações
sendo: São Bento Abade, São Tomé das Letras, Carmo da Cachoeira, Cambuquira,
Campanha, Monsenhor Paulo, Lambari, Conceição do Rio Verde e entre outras, o
IFSULDEMINAS vem ofertar o curso Técnico em Enfermagem da Área Profissional de
Saúde. Em consonância com os Referenciais Curriculares Nacionais da área da saúde
entendemos que para atender às atuais exigências e preparar-se para o futuro, o trabalhador
precisa ser capaz de identificar situações novas, de auto organizar-se, de tomar decisões, de
interferir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe multiprofissional e, finalmente, de
resolver problemas que mudam constantemente.
As questões éticas que devem permear o trabalho humano em qualquer atividade
adquirem uma conotação peculiar e toda especial quando voltadas ao fazer dos profissionais
de Saúde. É fundamental que esses profissionais coloquem, prioritariamente, em suas ações, a
ciência, a tecnologia e a ética a serviço da vida.
A ética a serviço da vida diz respeito ao comprometimento com a vida humana em
quaisquer condições, independentemente da fase do ciclo vital, do gênero a que pertença ou
do posicionamento do cliente/paciente na pirâmide social.
Aliados aos princípios do “ser” humano, da ética, da prevenção e da ciência e
tecnologia buscaremos formar profissionais que sejam capazes de assumir seu papel como
agentes de Saúde, independentemente de sua habilitação e atuem como membros social da
sociedade.
3. OBJETIVOS
3.1Geral:
- Formar o profissional de enfermagem no nível técnico como um cidadão crítico com uma
visão holística e sensibilizando para uma educação continua ao longo da vida, para prestar
uma assistência de enfermagem, voltada para promoção, prevenção, recuperação e
reabilitação da saúde.
3.2 Específicos:
- Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença.
- Identificar a estrutura e organização dos sistemas de saúde vigente.
-Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho.
- Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade.
- Realizar trabalhos em equipe, correlacionando conhecimentos dos vários Módulos.
- Aplicar normas de biossegurança.
- Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental.
- Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário.
- Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho.
- Avaliar riscos de iatrogênias, ao executar procedimentos técnicos.
- Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a
conduta do profissional de saúde.
- Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos.
-Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção.
-Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do campo de atuação.
- Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais
sobre os serviços que tenham sido prestados.
- Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde.
-Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação.
-Realizar primeiros socorros em situações de emergência.
-Contribuir com a construção de novo modelo de atenção à saúde, enquanto qualidade de
vida, que dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde.
-Atuar na saúde pública como disseminador da idéia de prevenção à doença.
-Promover a educação do indivíduo em princípios de higiene pessoal à organização de
serviços médicos e de enfermagem, de modo a assegurar, a cada indivíduo da comunidade um
padrão de vida adequado à manutenção da saúde.
-Participar da orientação e supervisão do trabalho de enfermagem em grau auxiliar.
-Ser cooperativo, ético, persistente, flexível e dinâmico, responsável, sensível socialmente,
agente de transformação, criativo e humilde para aprender.
-Interpretar normas técnicas de descontaminação, limpeza, preparo, desinfecção, esterilização
e estocagem de materiais.
-Caracterizar as doenças transmissíveis e as respectivas cadeias de transmissão.
-Interpretar normas de segurança no trabalho.
-Reconhecer sua prática profissional como um dos fatores que interferem nos índices de
infecção hospitalar.
-Identificar sinais e sintomas que indiquem patologias transmissíveis e parasitárias.
- Conhecer os focos de contaminação, as vias de transmissão, as medidas de prevenção, o
controle e o tratamento das doenças prevalentes na região.
-Ensinar ao cliente/paciente técnicas que promovam o autocuidado.
- Realizar curativos.
- Conhecer as categorias de transtornos mentais e de comportamento.
- Caracterizar as necessidades básicas do cliente/paciente com transtorno mental.
-Conhecer os agravos à saúde que ameaçam a vida, caracterizando uma situação de urgência e
emergência.
- Avaliar o nível de consciência da vítima em situação de emergência.
-Identificar as fases do ciclo reprodutivo da mulher.
-Identificar sinais e sintomas que indiquem alterações fisiológicas, psicológicas epatológicas
da criança e do pré-adolescente.
-Conhecer as características do adolescente e jovem sadio.
-Atuar na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúde doença.
-Colaborar com o atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e comunidade, em
todas as faixas etárias. Promove ações de orientação e preparo do paciente para exames.
-Realizar cuidados de enfermagem tais como: curativos, administração de medicamentos e
vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação de sinais
vitais, dentre outros.
-Prestar assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos.
4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
O Técnico em Enfermagem egresso do IFSULDEMINAS – UEP Três Corações será
um profissional apto a aplicar seus conhecimentos teóricos e práticos no atendimento às
demandas dos cidadãos, da sociedade e do mundo do trabalho, em sintonia com as exigências
do desenvolvimento sócio econômico local, regional e nacional sendo capaz de:
- Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença.
- Identificar a estrutura e organização dos sistemas de saúde vigente.
-Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho.
- Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade.
- Realizar trabalhos em equipe, correlacionando conhecimentos dos vários Módulos.
- Aplicar normas de biossegurança.
- Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental.
- Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário.
- Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho.
- Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos.
- Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a
conduta do profissional de saúde.
- Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos.
-Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção.
-Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do campo de atuação.
- Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais
sobre os serviços que tenham sido prestados.
- Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde.
-Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação.
-Realizar primeiros socorros em situações de emergência.
-Contribuir com a construção de novo modelo de atenção à saúde, enquanto qualidade de
vida, que dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde.
-Atuar na saúde pública como disseminador da idéia de prevenção à doença.
-Promover a educação do indivíduo em princípios de higiene pessoal à organização de
serviços médicos e de enfermagem, de modo a assegurar, a cada indivíduo da comunidade um
padrão de vida adequado à manutenção da saúde.
-Participar da orientação e supervisão do trabalho de enfermagem em grau auxiliar.
-Ser cooperativo, ético, persistente, flexível e dinâmico, responsável, sensível socialmente,
agente de transformação, criativo e humilde para aprender.
-Interpretar normas técnicas de descontaminação, limpeza, preparo, desinfecção, esterilização
e estocagem de materiais.
-Caracterizar as doenças transmissíveis e as respectivas cadeias de transmissão.
-Interpretar normas de segurança no trabalho.
-Reconhecer sua prática profissional como um dos fatores que interferem nos índices de
infecção hospitalar.
-Identificar sinais e sintomas que indiquem patologias transmissíveis e parasitárias.
- Conhecer os focos de contaminação, as vias de transmissão, as medidas de prevenção, o
controle e o tratamento das doenças prevalentes na região.
-Ensinar ao cliente/paciente técnicas que promovam o auto cuidado.
- Realizar curativos.
- Conhecer as categorias de transtornos mentais e de comportamento.
- Caracterizar as necessidades básicas do cliente/paciente com transtorno mental.
-Conhecer os agravos à saúde que ameaçam a vida, caracterizando uma situação de urgência e
emergência.
- Avaliar o nível de consciência da vítima em situação de emergência.
-Identificar as fases do ciclo reprodutivo da mulher.
-Identificar sinais e sintomas que indiquem alterações fisiológicas, psicológicas hepatológicas
da criança e do pré-adolescente.
-Conhecer as características do adolescente e jovem sadio.
-Atuar na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúde doença.
-Colaborar com o atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e comunidade, em
todas as faixas etárias. Promove ações de orientação e preparo do paciente para exames.
-Realizar cuidados de enfermagem tais como: curativos, administração de medicamentos e
vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação de sinais
vitais, dentre outros.
-Prestar assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos.
5. CAMPO DE ATUAÇÃO
A atuação/ inserção dos profissionais de enfermagem em hospitais e clínicas tem sido
ampliada e fortalecida por uma possibilidade no espaço extra-hospitalar de assistência de
saúde, qual seja, rede básica de atenção á saúde, escolas, creches, empresas, cuidados
domiciliares e comunidades, e está direcionando a enfermagem a formular alternativas de
trabalho, independente de emprego.
Assim, os domicílios, as cooperativas e os serviços autônomos estão se tornando um
novo mercado para a categoria e, apesar da crise do setor saúde, a enfermagem tem
encontrado boas perspectivas para se desenvolver e se firmar no cenário de trabalho
brasileiro.
6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O curso está organizado sob a forma semestral, atendendo competências requeridas
pela Enfermagem. Apresenta uma organização curricular flexível, possibilitando a educação
continuada e permitindo ao aluno acompanhar as mudanças de forma autônoma e crítica.
A combinação entre teoria e prática é considerada como forma para desenvolvimento
das competências necessárias à formação técnica.
O enriquecimento de conhecimentos se dá, também, através de visitas técnicas, sendo
escolhidas instituições hospitalares, organizações prestadoras de atendimento em saúde como
unidade de Urgência e Emergência, Clínica Nefrológica, Centro de Treinamento Profissional,
órgão publico de saúde, feiras, congressos e outros eventos relacionados à área, bem como
palestras, monitorias dentro e fora da instituição e estágio de conclusão de curso.
A dinâmica do curso contempla o desenvolvimento da capacidade teórico, técnico e
metodológico aos profissionais em saúde, empreendedora da ética no trabalho com a
utilização da metodologia do trabalho em equipe tendo como ponto de partida a realidade da
saúde.
A proposta de implementação do curso está organizada por disciplinas, com regime
seriado semestral, com uma carga horária por disciplinas conforme no QUADRO 01,
distribuídas em quatro semestres (totalizando 1.424 horas em 24 meses de curso), acrescidas
de 500 horas de Estágio Curricular (distribuídos nos módulos III e IV). A carga horária total
do curso de 1.924 horas.
Na Matriz curricular, será incluída também a disciplina de LIBRAS regulamentada
pelo DECRETO Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2006, que será ministrada no IV módulo –
01 aula semanal. Essa disciplina será opcional.
6.1Componentes Curriculares
 Anatomia e Fisiologia;
 Processo de Trabalho em Enfermagem;
 Organização do Processo em Saúde;
 Biossegurança
 Farmacologia;
 Semiologia e Semiotécnica;
 Microbiologia/Parasitologia;
 Prestação de primeiros Socorros;
 Assistência em Saúde Coletiva;
 Enfermagem Cirúrgica;
 Enfermagem Clínica;
 Enfermagem em Saúde do Idoso;
 Urgências e Emergências em Enfermagem;
 Enfermagem em Saúde Mental;
 Enfermagem Pediátrica;
 Enfermagem em Saúde da Mulher;
 Assistência de Enfermagem em UTI Adulto;
 Assistência de Enfermagem em UTI Neonatal;
 Enfermagem Domiciliar
 Libras.
6.2. A Estrutura Curricular
Em atendimento à LDBEN n°. 9.394/96, a proposta do Instituto Federal de Educação,
Ciência, Tecnologia – Pólo Circuito das Águas – Unidade Educação Profissional e
Tecnológica de Três Corações, é oferecer Ensino Profissionalizante, modalidade subsequente.
O curso Técnico em Enfermagem está estruturado em quatro módulos sequenciais e
articulados, conforme descrito no QUADRO 01, totalizando 1.820 horas.
6.3. Critérios utilizados para organização dos Módulos
- Identificação das competências correspondentes, tendo como parâmetros a Lei n°. 7.498/86
que dispõe e regulamenta o exercício da Enfermagem, Parecer CNE/CEB n°. 16/99,
Resolução CNE/CEB n°. 04/99 e Referenciais Curriculares da Educação Profissional – Nível
Técnico – Área Saúde- subárea Saúde.
7. MATRIZ CURRICULAR
QUADRO 01 - Matriz Curricular – Curso Técnico em Enfermagem
Módulo IV
Módulo III
Módulo II
Módulo I
Disciplina
ANATOMIA E FISIOLOGIA
PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM
ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO EM SAÚDE
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I
BIOSSEGURANÇA
PARASITOLOGIA E MICROBIOLOGIA
FARMÁCIA
Sub-Total
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II
PRIMEIROS SOCORROS
SAÚDE COLETIVA I
ENFERMAGEM CIRÚRGICA I
ENFERMAGEM CLÍNICA I
SAÚDEDO IDOSO
Sub-Total
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA III
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
SAÚDE COLETIVA II
ENFERMAGEM CIRÚRGICA II
ENFERMAGEM CLÍNICA II
SAÚDE MENTAL
PEDIATRIA I
Sub-Total
SAÚDE DA MULHER
ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA
ENFERNAGEMNEONATAL
PEDIATRIA II
ENFERMAGEM EM ATENDIMENTO DOMICILIAR
LIBRAS (OPICIONAL)
Número
de aulas
4
3
2
5
4
2
4
24
5
4
4
4
4
3
24
5
3
3
4
4
3
2
24
4
4
4
3
2
1
Carga
Horária
64
48
32
80
64
32
64
384
80
64
64
64
64
48
384
80
48
48
64
64
48
32
384
64
64
64
48
32
16
Sub-Total
Total Disciplina
17
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Total do Curso
89
272
1.424
500
1924
8. EMENTÁRIO
Disciplina: Organização do Processo em Saúde
Carga Horária Semestral: 40 h
Número aulas semanais: 02
Ementa: História do SUS, Leis Orgânicas da Saúde e Normas Operacionais Básicas e
Assistência a Saúde, Pacto pela Saúde, Programa de Saúde da Família, Conceito de saúde e
doença e historia natural das doenças, O ecossistema, Vigilância em Saúde, Epidemiologia,
Ética e trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BELLUSCI, Silvia Meirelles. Epidemiologia. 8º ed.Editora SENAC : São Paulo, 2010. 89
p.
- COSTA, Maria Amorim da;CARBONE, Maria Herminda Carbone. Saúde da Família: uma
Abordagem multidisciplinar. 2ª ed. Editora Rubio : Rio de Janeiro, 2009. 260p.
- Org. AGUIAR, Zenaide, Neto. SUS - Sistema Único de Saúde: antecedentes, percurso,
perspectivas e desafios. Editora Martinari : São Paulo, 2011. 189 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
-BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Aspectos Clínicos. 2.
Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.
- Código de Ética (Deontologia) dos Profissionais de Enfermagem Pinto. Luiz Henrique da
Silva. ATHENEU.
- Enfermagem Em Doenças Transmissíveis. Philippi, Maria Lúcia dos Santos. SENAC/ São
Paulo.
- KOPF – MAIER,P. Wolf – Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. Quinta edição. Rio
de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.000.
- SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC.
Disciplina: Parasitologia e Microbiologia
Carga Horária Semestral: 40 horas
Nº de aulas semanais: 02
Ementa: Microbiologia, microorganismos e doenças humanas, controle de microorganismos,
propagação e controle das doenças parasitárias, sinais e sintomas das doenças parasitárias,
cadeia de transmissão das doenças parasitárias, noções de imunológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- KONEMAN, E. W. ET AL Diagnóstico microbiológico. 5. Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001.
-MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.SENAC MG. Integra da publicação do Ministério
da Saúde- Profissionalização de Auxiliar de Enfermagem.
- NEVES, D. P.Parasitologia Humana. 10.ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
-BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Aspectos Clínicos. 2.
Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.
- Enfermagem Em Doenças Transmissíveis. Philippi, Maria Lúcia dos Santos. SENAC/ São
Paulo.
- KOPF – MAIER,P. Wolf – Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. Quinta edição. Rio
de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.000.
- SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC.
- Vigilância e controle das doenças transmissíveis. Aguiar, Zenaide Neto. Editora:
MARTINARI.
Disciplina: Anatomia e Fisiologia
Carga Horária Semestral: 80 aulas
Número aulas semanais: 04 aulas
Ementa: Introdução ao Estudo Anatômico. Sistema Locomotor. Sistema Circulatório.
Sistema Respiratório. Sistema Digestório. Sistema Gênito – Urinário. Órgãos dos Sentidos.
Sistema Endócrino. Sistema Nervoso
.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- DANGELO,J.G e FANTTINI,C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. Segunda
edição, São Paulo: Editora, Atheneu, 002.
- ROHEN,J.W. e YOKOCHI,C. Anatomia Humana – Atlas Fotográfico. Quinta edição, São
Paulo, editora Manole, 2.002.
- TORTORA,G.J.e GRABOWSKI,S.R.Princípios de Anatomia e Fisiologia, Nona edição, Rio
de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2.002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da
Enfermagem.Profissionalização
de
auxiliares
de enfermagem:cadernos do
aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
- DI DIO, L.J.A. Tratado de Anatomia Sistêmica Aplicada. Segunda edição. Editora
Atheneu, 2.002.
- KOPF – MAIER, P. Wolf – Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. Quinta edição. Rio
de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.000.
- MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. Segunda edição. São Paulo. Editora
Atheneu,2.002.
- MOORE,K.L. e GRAY,D.J. e RAHILLEY,R. Anatomia Orientada para Clínica. Quarta
edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 2.001.
Disciplina: Biossegurança
Carga Horária Semestral: 80h
Número aulas semanais: 04
Ementa: Introdução à Biossegurança; Higiene e Profilaxia; Resíduos sólidos de serviços de
saúde; Plano de Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde; Definição de conceitos.
Infecção Hospitalar; Comissão de Controle de Infecção Hospitalar
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da
Enfermagem.Profissionalização
de
auxiliares
de enfermagem:cadernos do
aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
- MANUAL DE BOSSEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE SAÚDE. Carla Maria
Oppermann e Lia CapsiPires,2003.
-O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de
Souza e Nelson Mozachi.2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da
Enfermagem.Profissionalização
de
auxiliares
de enfermagem:cadernos do
aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
- JORGE, S.A.; DANTAS,P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas.
São Paulo. Editora Atheneu.2.008.
- MANUAL DE BOSSEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE SAÚDE. Carla Maria
Oppermann e Lia CapsiPires,2003.
- PROSISSIONALIZAÇÃO DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM-Caderno do Aluno.
Série F. Comunicação e Educação em Saúde. 2ª Edição Revista.Ministério da Saúde.
Secretaria de Gestão em Investimentos em Saúde. Projeto de Profissionalização dos
Trabalhadores da Área da Enfermagem. (PROFAE).2002.
- SENAC.DR.MG.BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE.Maria Cristina de Oliveira. Belo
Horizonte: SENAC MINAS/SEMD.2008.
Disciplina: Farmacologia
Carga Horária Semestral: 80 horas
Nº de aulas semansis: 04
Ementa: Apresentar formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício
profissional, assumindo os compromissos éticos, humanísticos e sociais integrado com o
trabalho multiprofissional. Identificar as necessidades básicas essenciais do indivíduo que
interferem no processo saúde – doença. Intervir no processo saúde-doença, em compromisso
com a qualidade da assistência de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde,
prestando cuidados compatíveis com as necessidades individuais, ser capaz de realizar
cálculos e administrar medicamentos com segurança e destreza.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da
Enfermagem.Profissionalização
de
auxiliares de enfermagem:cadernos do
aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
- Silva, Marcelo Tardellida, Cálculo e Administração de Medicamentos na Enfermagem /
Marcelo Tardelli da Silva; Sandra Regina L. P. Tardelli da Silva._São Paulo:Martinari, 2008.
- O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de
Souza e Nelson Mozachi.2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da
Enfermagem.Profissionalização
de
auxiliares de enfermagem:cadernos do
aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
- JORGE, S.A.; DANTAS,P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas.
São Paulo. Editora Atheneu.2.008.
- MANUAL DE BOSSEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE SAÚDE. Carla Maria
Oppermann e Lia CapsiPires,2003.
- PROSISSIONALIZAÇÃO DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM-Caderno do Aluno.
Série F. Comunicação e Educação em Saúde. 2ª Edição Revista.Ministério da Saúde.
Secretaria de Gestão em Investimentos em Saúde. Projeto de Profissionalização dos
Trabalhadores da Área da Enfermagem. (PROFAE).2002.
- SENAC.DR.MG.BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE.Maria Cristina de Oliveira. Belo
Horizonte: SENAC MINAS/SEMD.2008.
Disciplina: Semiologia e Semiotécnica I
Carga Horária Semestral: 100 aulas
Número aulas semanais: 05 aulas
Ementa: Intervenções e técnicas de enfermagem e a necessidade de segurança biológica.
Necessidade de oxigênio e manutenção da temperatura, necessidade de estimulação motora,
necessidade de eliminação. Técnicas básicas: banho de leito, aspersão, imersão, higiene oral,
couro cabeludo, lavagem das mãos, assepsia, antissepsia, degermação, calçar luvas,
arrumação de cama com cliente e sem cliente, curativos, sinais vitais, mudança de decúbito,
aplicação de bolsa de gelo e quente, técnicas de transporte do cliente, medidas
antropométricas, colocação de comadre e papagaio, sondagem nasoenteral e nasogástrica,
cateterismo vesical de alívio e demora, curativos, limpeza e aspiração de traqueostomia,
glicemia capilar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BOLICK et al. Segurança e controle de infecção. Rio de Janeiro: Reichman& Affonso,
2.000.
- SUDDARTH BRUNNER, - Tratado de Enfermagem Médico – Cirúrgica. Oitava
edição.Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.009.
- TIMBY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem.
Sexta edição. Porto Alegre: Editora Artes Médicas. 2.002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- CIANCIARULIIO, Tamara Iwanow. Instrumentos Básicos para o cuidadar: um desafio
para a qualidade de Assistência. São Paulo. Editora Atheneu, 2.005.
- JORGE, S.A.; DANTAS,P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas.
São Paulo. Editora Atheneu.2.008.
- PORTO,C.C. Semiologia Médica. Quarta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara
Koogan. 2.001.
- SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu,
2000.
- SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e
Affonso Editores, 2000.Disciplina: Processo de Trabalho em Enfermagem
Carga Horária Semestral: 60 h
Número aulas semanais: 03
Ementa: História da Enfermagem, Leis, decreto, resolução e deliberações, Entidades da
Enfermagem e Noções de bioética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ______________. A Ética, a Bioética e os Profissionais de Enfermagem - 4ª Ed. Gelain,
Ivo / EPU, 2010.
- ___________. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. COREN/MG : Belo
Horizonte, 2007. 20 p.
- __________. Legislação e Normas. Ano 11 – nº 01. COREN/MG : Belo Horizonte,
2009. 100 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- BARTMANN, Mercilda; TÚLIO, Ruth; KRAUSER, Lucia Toyoshima. Administração na
saúde e na enfermagem. 4ª ed. Editora Senac : 2008. 111 p.
- Código de Ética (Deontologia) dos Profissionais de Enfermagem Pinto. Luiz Henrique da
Silva. ATHENEU.
- Org. AGUIAR, Zenaide, Neto. SUS - Sistema Único de Saúde: antecedentes, percurso,
perspectivas e desafios. Editora Martinari : São Paulo, 2011. 189 p.
-Org. Ir. Monique Marie M. Bourget. Coleção Programa Saúde da Família: o cotidiano
do PSF. Editora Martinari : São Paulo, 2005.
- SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC.
Disciplina: Enfermagem Clínica I
Carga horária: 80 hs
Aulas semanais: 04
Ementa: Conceitos e desafios no tratamento do cliente com dor e distúrbios
hidroeletrolíticos e interpretação básica de exames subsidiários. Avaliação e tratamento ao
cliente portador das patologias: cardiovascular, circulatória, hematológica e distúrbios
vasculares. Integrar o conhecimento à prática na abordagem de doenças sazonais. Estudo da
nutrição, dietética e dietoterápica aplicadas ao processo do cuidado na atuação da equipe
multiprofissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan 2006.
- NETTINA, S. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
- SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Porto Alegre:
Artmed, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro:
Editora Reichmann& Affonso, 2004.
- RAPAPORT, SAMUEL I. Introdução à Hematologia. São Paulo: Row, 1998.
- SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e
Affonso Editores, 2000.
- SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu,
2000.
- TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais.
6 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2001.
Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II
Carga Horária Semestral: 100 aulas
Número aulas semanais: 05 aulas
Ementa: Anotações de enfermagem no prontuário do cliente. Terminologias médicas e de
enfermagem. Apresentação do prontuário do cliente. Responsabilidade legal dos Registros:
Relatórios de enfermagem. Admissão. Alta. Transferência. Óbito. Exame físico do técnico
de enfermagem. Técnicas do exame físico
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BOLICK et al. Segurança e controle de infecção. Rio de Janeiro: Reichman & Affonso,
2.000.
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan 2006.
- TIMBY, B.K. Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de
Enfermagem. Sexta edição. Porto Alegre: Editora Artes Médicas. 2.002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- CIANCIARULIIO, Tamara Iwanow. Instrumentos Básicos para o cuidar: um desafio
para a qualidade de Assistência. São Paulo. Editora Atheneu, 2.005.
- JORGE, S.A.; DANTAS, P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de
Feridas. São Paulo. Editora Atheneu.2.008.
- NETTINA, S. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
- PORTO, C.C. Semiologia Médica . Quinta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara
Koogan, 2.001.
- SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Porto Alegre:
Artmed, 2000
Disciplina: Saúde do Idoso
Carga Horária Semestral: 60 horas
Número aulas semanais: 03
Ementa: Legislação, Aspectos gerais do envelhecimento, Gigantes da Geriatria, Sono e
repouso, Alimentação e bem-estar, Saúde bucal, Prevenção de acidentes, Sexualidade,
Humanização da atenção ao idoso, Auto cuidado, Violência e maus tratos e Farmacologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRASIL. Lei nº 8842, de 04 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do
Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Brasília, p. 77, 5 jan. 1994. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cadernos de
atenção básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília, 2006. Disponível em:
http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad19.pdf
- MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde. Atenção a saúde do idoso. Belo
Horizonte: SAS/MG, 2006.186 p.1. Saúde do idoso – Atenção. 2. Saúde da família –
competência.I.Título.
- SENAC.D. R.,MG. Cuidador de Idosos.Teresinha de Jesus Carvalho Luz;Eline Neves
Cruz (Atualizadora.Belo Horizonte: SENAC MINAS GERAIS/SEMD,2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- BOFF, L. Saber Cuidar: ética do humano, compaixão pela terra. 3ª Ed. Petrópolis:
Vozes, 1999.
- CURSO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO IDOSO MODALIDADE À
DISTÂNCIA.Canal Minas Saúde,2011.SES/MG.
- MANUAL DE ENFERMAGEM MÉDICO CIRÚRGICA.Cotia,SP: Editora Vergara
Brasil,2006.
- SAÚDE DO IDOSO. PÓS GRADUAÇÃO À DISTÂNCIA.Universidade Gama Filho.
Elaboração Luiz Henrique Horta Hargreaves.2009.
- SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC.
Disciplina: Enfermagem Cirúrgica I
Carga Horária Semestral: 80h
Número aulas semanais: 04
Ementa: Central de material esterilizado. Processo e validação da esterilização, processo e
estrutura organizacional do centro cirúrgico. Medicamentos. Ambiente Cirúrgico pré
operatório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRUNNER - TRATADO DE ENFERMAGEM MEDICO-CIRURGICA. Vol. 4
.BRUNNER Editora : GUANABARA KOOGAN. 10 ed. Guanabara Koogan : Rio de
Janeiro, 2005.
- Org. por MURTA, G. F.Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizagem de
enfermagem. Coleção. 1º ed., 3ª reimpr., Editora difusão : São Caetano do Sul SP, 2006.
- SILVA, C. R. L.Enfermagem em Centro Cirúrgico e Clínica Cirúrgica. Cap. 2..
Tratado Prático de enfermagem. Vol. 2, 2º ed. Editora Yedis : São Caetano do Sul, SP.
2009. 54 a 117 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- COSTA, Maria Amorim da;CARBONE, Maria HermindaCarbone. Saúde da Família:
uma Abordagem multidisciplinar. 2ª ed. Editora Rubio : Rio de Janeiro, 2009. 260p.
- MANUAL DE TÉCNICAS BÁSICAS DE ENFERMAGEM/organização, Rosângela
Jeronimo, Aline Cheregatti.—São Paulo: Rideel, 2011.
- NETTINA, Sandra. Prática de Enfermagem.7 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro,
2003.
- O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de
Souza e Nelson Mozachi.2007.
- SOUZA, Virginia Helena Soares de, MOZACHI, Nelson. O Hospital: manual do
ambiente Hospitalar. 9ª ed. Editora Manual Real Ltda : Curitiba/PR. 2007. 816 p.
Disciplina: Primeiros Socorros
Carga Horária Semestral: 80h
Número aulas semanais: 04
Ementa: Papel do socorrista, Avaliação inicial da vítima, Parada Cardiorrespiratória,
Estado de Choque, Hemorragias. Ferimentos, Fraturas e luxações, Vertigens, desmaio e
convulsões, Distúrbios causado pelo calor, Choque elétrico, Afogamentos, Corpos
estranhos, Intoxicações, Morbidade e picadas animais, Transporte de pessoas acidentadas e
Acidentes automobilísticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Coordenação e tradução: BARBIERI, R. L.S.O.S.: cuidados emergenciais. São Paulo
:Rideel, 2002. 405 p.
- Org. MURTA, Genilda Ferreira. Saberes de Práticas: guia para ensino e aprendizado
de enfermagem. Vol. 3, 2º ed. Editora Difusão : São Caetano do Sul/SP, 2008. 404 p.
- Organizado por: SILVEIRA, J.M.S; BARTMANN, M.; BRUNO, P. Senac. Primeiros
Socorros: como agir em situações de emergências. 2 ed. 5 reimpr. Rio de Janeiro : Senac
Nacional, 2010. 144p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- BRUNNER E SUDDARTH. Enfermagem médico cirúrgica. 8 ed. Vol.4. Guanabara
Koogan : Rio de Janeiro, 2002.
- MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. Segunda edição. São Paulo. Editora
Atheneu,2.002.
- MOORE,K.L. e GRAY,D.J. e RAHILLEY,R. Anatomia Orientada para Clínica.
Quarta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 2.001.
- O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de
Souza e Nelson Mozachi.2007.
- PEDROSO, Enio Roberto Pietra, OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: clínica
médica. 1ª ed. Editora Blackbook : Belo Horizonte. 2007. 734 p.
Disciplina: Saúde Coletiva I
Carga horária semestral: 80 hs
Nº de aulas semanais: 04
Ementa: Políticas de Saúde no Brasil e a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Leis
orgânicas da saúde: 8080/90 e 8142/90. Vigilância Epidemiológica. Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Doenças preveníveis mediante vacinação. Doenças de veiculação
pela água, por alimentos, por vetores, por ectoparasitas e imunopreviníveis. Programa
Nacional de Imunização: protocolos, diretrizes, normas técnicas para aplicação das diversas
vacinas e imunobiologicos. Noções básicas de Imunológica. Efeitos adversos das vacinas e
imunobiológicos especiais. Controle da Rede de Frios: Técnicas de transporte,
armazenamento e conservação de vacinas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRASIL. Lei Orgânica da Saúde – Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Procedimentos
para vacinação. 4ª ed. Brasília, 2001.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Normas Técnicas de Tratamento Profilático Anti-Rábico
Humano. Brasília, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Campanha Nacional de
Vacinação do Idoso. Ano 2003.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Capacitação de Pessoal
em Sala de Vacinação. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual dos Centros de
Referência de Imunobiológicos Especiais. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001.
- BRASIL. Guia de vigilância epidemiológica.6 ed.- Brasília: ministério da Saúde, 2005.
- Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais. 3ª ed. Brasília, 2006.
Disciplina: Enfermagem Cirúrgica II
Carga Horária Semestral: 80h
Número aulas semanais: 04
Ementa: Introdução ao centro cirúrgico, período pré - operatório e intra-operatório.
Localização e características físicas. Equipamentos e materiais utilizados em Centro
Cirúrgico. Paramentação, posicionamento cirúrgico e assistência ao paciente. Formulários
padronizados e utilizados em C.C., terminologias aplicadas, CME, noções de anestesia
(medicações), recuperação Pós Anestésica e cliente na clínica cirúrgica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRUNNER - TRATADO DE ENFERMAGEM MEDICO-CIRURGICA. Vol. 4
.BRUNNER Editora : GUANABARA KOOGAN. 10 ed. Guanabara Koogan : Rio de
Janeiro, 2005.
- Org. por MURTA, G. F.Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizagem de
enfermagem. Coleção. 1º ed., 3ª reimpr., Editora difusão : São Caetano do Sul SP, 2006.
- SILVA, C. R. L.Enfermagem em Centro Cirúrgico e Clínica Cirúrgica. Cap. 2.. Tratado
Prático de enfermagem. Vol. 2, 2º ed. Editora Yedis : São Caetano do Sul, SP. 2009. 54 a 117
p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da
Enfermagem.Profissionalização
de
auxiliares
de
enfermagem:cadernos
do
aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
- MANUAL DE TÉCNICAS BÁSICAS DE ENFERMAGEM/organização, Rosângela
Jerônimo, Aline Cheregatti.—São Paulo: Rideel, 2011.
- NETTINA, Sandra. Prática de Enfermagem. 7 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro,
2003.
- SOUZA, Virginia Helena Soares de, MOZACHI, Nelson. O Hospital: manual do ambiente
Hospitalar. 9ª ed. Editora Manual Real Ltda : Curitiba/PR. 2007. 816 p.
- O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de
Souza e Nelson Mozachi.2007.
Disciplina: Enfermagem Clínica II
Carga Horária Semestral: 80
Nº de Aulas semanais: 04
Ementa: Reconhecer e atuar de forma sistematizada nas patologias endócrino metabólicas,
urológicas e renais, sensoriais, imunológicas, tegumentares neurológicas e osteomusculares.
Desenvolvimento em prevenção e assistência em enfermagem à doenças transmissíveis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan 2006.
- NETTINA, S. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
- SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem.
Artmed, 2000.
Porto Alegre:
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora
Reichmann& Affonso, 2004.
- RAPAPORT, SAMUEL I. Introdução à Hematologia. São Paulo: Row, 1998.
- SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e
Affonso Editores, 2000.
- SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu,
2000.
- TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6
ed. Porto Alegre: Editora Artmed , 2001
Disciplina: Pediatria I
Carga Horária Semestral: 40 horas
Nº de aulas semanais: 02
Ementa: Introdução aos fundamentos de pediatria, e adolescência, anamnese da criança
abrangendo todo crescimento e desenvolvimento neuropsicomotor, atendimento específico
para cada idade, consulta de enfermagem direcionada a função e assistência do enfermeiro
perante as etapas citadas podendo reconhecer os padrões de normalidade e anormalidade,
direitos da criança e adolescente (estatuto da criança e adolescente).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRANDER, Pennie Sessler. Enfermagem materno infantil. 2 ed. Rio de Janeiro:
Reichhmann & Affonso, 2000. 524p.
- Enfermagem Materno-neonatal: distúrbios, intervenções, procedimentos, exames
complementares, recursos clínicos [consultas e revisoras Kimberly Atwood ... et al]. Tradução
Ivan Lourenço Gomes; revisão técnica Maria de Fátima Azevedo. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
- FIGUEIRA, M.C. et al. Manual de Enfermagem: Instituto Materno Infantil Professor
Figueira (IMIP).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- KNOBEL, ELIAS. Pediatria e neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2005.
- MACDONALD, Avery Flectcher. Fisiologia e Tratamento do recém-nascido. Rio de
Janeiro: Editora Médica e Científica Ltda, 1999.
- PITREZ, José Luiz B. et.al. Pediatria: consulta rápida. Porto Alegre: Editora Artes Médicas,
1995.
- REIS, Sidney Inocêncio et al. Nefrologia Infantil. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1984.
- TAMEZ, Raquel Nascimento; SILVA, Maria Jones Pantoja. Enfermagem na UTI neonatal:
assistência ao recém-nascido de alto risco. 3 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2006.
Disciplina: Saúde Coletiva II
Carga Horária Semestral: 60 horas
Nº de aulas semanais: 03
Ementa: Programas de Atenção Básica. Estratégica Saúde da Família. Protocolos para
vigilância das doenças. Conhecimento em Epidemiologia. Vigilância Sanitária e Ambiental
na perspectiva do SUS. Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS. Doenças Crônicas não
transmissíveis. Estratégicas para o controle das doenças crônico- degenerativas.
Responsabilidades da equipe de saúde. Saúde do Trabalhador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRASIL. Guia de vigilância epidemiologia. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2005.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n° 648 de 28 de março de 2006.
- BRASIL. Manual de controle de doenças sexualmente transmissíveis- DST. 3 ed.
Brasília: Ministério da Saúde, 1999.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico DST e AIDS, ano II
n.01-01 à 26a. semanas epidemiológicas – jan a jun de 2005.
-ROUGUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia e saúde. 6. Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.
708p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- AMARANTE,Paulo ( Coord.) Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no
Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1995.
- AIDS. Guia de tratamento clínico da infecção pelo HIV em pediatria. – 3a Ed. –
Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
-BRASIL. Ministéio da Saúde. Relatório final da 2° Conferência Nacional de Saúde
Mental. Brasília. DF, 1994.
-ESPINHOSA. Ana Maria Fernández. Psiquiatria. Rio de Janeiro: McGraw.
Disciplina: Saúde Mental
Carga Horária Semestral: 60 horas
Nºaulas semanais: 03
Ementa: Evolução Histórica da Assistência à Saúde Mental e Psiquiátrica. Reforma
Psiquiátrica. Anatomia e Fisiologia do Sistema Nervoso e influência das substâncias químicas
na fisiologia cerebral. Políticas relativas à lei 336 e 10.216. Estruturação dos diversos níveis
de atenção à Saúde Mental. Categorias dos Transtornos Mentais e do Comportamento.
Classificação dos Transtornos Mentais e seus determinantes. Sinais, sintomas e formas de
tratamento dos principais transtornos mentais nos seus quadros agudos e crônicos. Medidas
de Prevenção dos Distúrbios Mentais. Procedimentos e Cuidados de Enfermagem em Saúde
Mental e nas emergências Psiquiátricas. Noções de psicofarmacologia e psicologia
comportamental. Modalidades diversas de recreação, ludo terapia, musicoterapia, atividades
físicas, artísticas, horticulturas, jardinagens entre outras. Locais de tratamento para os
portadores de doenças mentais: CAPS.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRASIL. Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área
de Enfermagem. Profissionalização de enfermagem: cadernos do aluno. 2. Ed. Vol. 8. Brasília:
Ministério da Saúde, 2003.
- MELLO, I. M. Enfermagem psiquiátrica e de saúde mental na prática. São Paulo:
Atheneu, 2008.
- RODRIGUES, Antonia Regina Furegato. Enfermagem psiquiátrica saúde mental:
prevenção e intervenção. São Paulo. EPU, [s.d].
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- AMARANTE,Paulo ( Coord.) Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no
Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1995.
- BRASIL. Lei nº 10.216de 06.04.2001. DOU. de 09 de abril de 2001
-BRASIL. Ministéio da Saúde. Relatório final da 2° Conferência Nacional de Saúde
Mental. Brasília. DF, 1994.
-ESPINHOSA. Ana Maria Fernández. Psiquiatria. Rio de Janeiro: McGraw.
- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Norma Operacional Básica do SUS/
NOAS-01, Brasília, 2001.
Disciplina: Urgência e Emergência
Carga Horária Semestral: 60h
Número aulas semanais: 03
Ementa: Conceitos e diferenças entre atendimento de urgência e emergência. Atendimento
humanizado ao paciente após o trauma. Equipamentos, materiais, técnicas e manobras
essenciais para os primeiros atendimentos de vítimas de urgência e emergência. Avaliação
inicial e secundária do paciente. Doenças de maior gravidade aos pacientes graves.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Coordenação e tradução: BARBIERI, R. L.S.O.S.: cuidados emergenciais. São Paulo
:Rideel, 2002. 405 p.
- FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida et. al.Tratado prático de Enfermagem. Vol.2,2 ed.,
São Caetano do Sul, SP :Yedis Editora, 2008, 440 p.
- PIRES, M. T. J.; STARLING, S. V. E. Manual de urgência em pronto Socorro.7 ed. Medsi
: Rio de Janeiro, 2002. 837 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ANDRADE, C. M. T. J. Cuidados intensivos: guias práticos de enfermagem. McGraw Hill :
Rio de Janeiro, 2000. 580 p.
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan 2006.
- FERNANDES, Fátima Rodrigues; SETUBAL, José Luiz e MARUJO, Wagner Cordeiro.
Manual de Urgência e Emergência em Pediatria do Hospital Infantil Sabará.Hospital
Infantil de Sabará : Editora SARVIER, 2009.
- NETTINA, Sandra. Prática de Enfermagem. 7 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2003.
- SOUZA, Virginia Helena Soares de, MOZACHI, Nelson. O Hospital: manual do ambiente
Hospitalar. 9ª _d. Editora Manual Real Ltda : Curitiba/PR. 2007. 816 p.
Disciplina: Semiologia e Semiotécnica III
Carga Horária Semestral: 100 aulas
Número aulas semanais: 05 aulas
Ementa: Administração de medicamentos. Resolução RDC número 45. O processo de
enfermagem na administração de medicamentos. Questões éticas e legais. Cálculo de
medicamentos. Erros de medicamentos. Métodos e vias de administração de medicamentos.
Hemoterapia e Hemoderivados. Anotações e checagem de prescrição de medicamentos no
prontuário do cliente.Conceitos de farmacologia, classificação das drogas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- POSSO,M.B.S.Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo.Editora Atheneu,2.003.
- SCHELLACK,G. Farmacologia: uma abordagem didática. São Paulo.Fundamento
Educacional. 2.006.
- TIMBY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem. Sexta
edição. Porto Alegre. Editora Artes Médicas.2.002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ALFARO – LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem: um guia passo a
passo. Quarta edição. Porto Alegre.Editora Artes Médicas. 2.000.
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan 2006.
- GEORGE,J.B. Teorias de enfermagem: os fundamentos á prática profissional. Quarta edição.
Porto Alegre. Editora Artmed,2.000.
- PORTO,C.C.Semiologia Médica.Quarta edição.Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan,
2.001.
- TIM BY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem.Sexta
edição. Porto Alegre: editora Artes Médicas, 2.002.
Disciplina: Enfermagem em Terapia Intensiva
Carga horária: 80 hs
Nº de aulas semanais:04
Ementa: Estrutura Organizacional da Unidade Terapia Intensiva. Aspectos Éticos e legais dos
cuidados ao Paciente Grave. Semiótica Aplicada a Terapia Intensiva. Assistência de
Enfermagem aos principais desequilíbrios dos sistemas em Terapia Intensiva. Suporte
Ventilatório. Suporte Hemodinâmico. Suporte Neurológico. Suporte Nutricional. Transporte
Intra Hospitalar ao Paciente Grave. Abordagem da Morte em Unidade de Terapia Intensiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BOUNDY, Janice; et al. Enfermagem médico cirúrgica.Rio de Janeiro:Reichmann e
Affonso.2002
- CINTRA, E. A. et al. Cuidados de enfermagem ao paciente gravemente enfermo. São Paulo:
Atheneu. 2005.
- KNOBEL, E. Terapia intensiva em enfermagem. 1 ed. São Paulo: Atheneu 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ANA, Thorll. Estrategias de liderança em enfermagem. Porto Alegre: Artmed 2008.
- BRUNNER E SUDDARTH. Enfermagem médica cirúrgico. 8 ed. Rio de janeiro Guanabara
Koogan. 1996
- GUIMARÃES, H. P. Guia prático de UTI. São Paulo: Atheneu, 2008.
- SUCARIGEM, P. Manual de enfermagem no cuidado crítico. Porto Alegre: Artmed, 2005.
- ZUÑIGA, Q. G. P.. Ventilação mecânica básica para enfermagem. São Paulo: Atheneu.
2004.
Disciplina: Enfermagem em Atendimento Domiciliar
Carga Horária Semestral: 40 aulas
Número aulas semanais: 02
Ementa: Promoção e reabilitação da saúde. Visita domiciliar. O contexto familiar e os aspectos
éticos. A inter profissionalidade e o contexto familiar. Avaliação e adaptação no ambiente
doméstico. Medicamentos e a Assistência Domiciliária. Internação Domiciliária. Enfermagem e
Reabilitação do paciente domiciliário. Prevenção de acidentes. Aspectos sanitários. Assistência
de enfermagem ao paciente no domicílio, em situação terminal. Assistência de enfermagem ao
paciente no domicílio, com HIV. Assistência ao paciente no domicílio, com doenças crônico –
degenerativas. Assistência de enfermagem nas feridas e úlceras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- DUARTE Y.A.O.;DIOGO M.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São
Paulo: editora Atheneu, 2.008.
- SANTOS, N.C.M.HOME CARE: A enfermagem no desafio do atendimento domiciliar. São
Paulo: editora Iatria, 2.008.
- WRIGHT,L.M; LEAHEY,M. Enfermeiras e famílias: um guia para avaliação e intervenção na
família. São Paulo: editora Roca, 2.008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 2006.
FREITAS, E.V.de etal.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: editora Guanabara
Koogan, 2.002.
- GEORGE,J.B. Teorias de enfermagem: os fundamentos á prática profissional. Quarta edição.
Porto Alegre. Editora Artmed,2.000.
- O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza
e Nelson Mozachi.2007.
- TIMBY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem.Sexta
edição. Porto Alegre: editora Artes Médicas, 2.002.
Disciplina: Enfermagem Neonatal
Carga horária: 80 hs
Nº de aulas semanis: 04
Ementa: Assistência de enfermagem ao recém-nascido, atendimento na U.T.I, infantil e
neonatal, aplicabilidade de técnicas e cuidados na assistência ao recém-nascido de alto risco.
Supervisão do recém-nascido e intervenções e recursos para a manutenção de sua saúde, a
administração de medicamentos específicos de U.T.I, a sistematização de assistência de
enfermagem em neonatologia e hospitalização, ao agravos e risco à saúde dos recém-nascidos e
humanização com as famílias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 2006.
- KENNER, C. Enfermagem n UTI Neonatal. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006.
- SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Porto Alegre: Artmed,
2000
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora
Reichmann & Affonso, 2004.
- RAPAPORT, SAMUEL I. Fundamentos de Enfermagem em Pediatria. São Paulo: Row, 1998.
- TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6 ed.
Porto Alegre: Editora Artmed , 2001
- SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em Neonatologia . São Paulo: Atheneu, 2000
- SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem da criança de alto risco . Rio de
Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000.
Disciplina: Saúde da Mulher
Carga Horária Semestral: 80 horas
Nº de aulas semanais: 04
Ementa: Aborda as fases evolutivas do ciclo de vida da mulher, da puberdade ao climatério,
conhecendo as causas de morbimortalidade no processo reprodutivo da mulher; afecções
ginecológicas e oncoginecológicas, suas causas, prevenção e tratamento; abordagem da
importância do planejamento familiar e saúde relacionada à mulher. Prepara o aluno para prestar
uma assistência humanizada à mulher, nas diferentes etapas do seu desenvolvimento, com
postura ética e humanizada no seu contexto familiar e social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Enfermagem materno-infantil/Pennie Sessler Brandem; tradução da 2.ed.[original], Carlos
Henrique Cosendey; revisão técnica, Maria Isabel Sampaio Carmagnani. – Rio de Janeiro:
Reichmann& Affonso Editores, 2000.
- Ensinando a cuidar da mulher, do homem e do recém nascido/organização Nébia Maria
Almeida de Figueiredo – São Caetano do Sul, SP: Difusão Enfermagem, 2003. – (Práticas de
Enfermagem).
- Rezende J. Obstetrícia Fundamental. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.689 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- BRASIL. Manual de controle de doenças sexualmente transmissíveis- DST. 3 ed. Brasília:
Ministério da Saúde, 1999.
- BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 2006.
- Carvalho GM. Enfermagem em obstetrícia, São Paulo: _d. EPU 2007.
- O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza
e Nelson Mozachi.2007.
- Saúde M. http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=152 (site do ministério com
assuntos e manuais na área de saúde da mulher).
Disciplina: Pediatria II
Carga Horária Semestral: 60 horas
Nº de aulas semanais: 03
Ementa: Atendimento da criança institucionalizada na creche, patologias mais comuns na
infância e adolescência, aspectos da unidade pediátrica, atendimento humanizado e assistência
de enfermagem específica à área hospitalar, importância da família, sociedade e governo para o
bem estar da criança e do adolescente, importância e aplicação da sistematização da assistência
de enfermagem visando à melhoria dos serviços prestados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRANDER, Pennie Sessler. Enfermagem materno infantil. 2 ed. Rio de Janeiro:
Reichhmann& Affonso, 2000. 524p.
- BONASSA, Edva Moreno Aguilar; SANTANA, Tatiana. Rocha. Enfermagem em
terapêutica ontológica3. _d.São Paulo: Editora Atheneu, 2005.
- FIGUEIRA, M.C. et al.. Manual de Enfermagem: Instituto Materno Infantil Professor
Figueira (IMIP).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
- ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora
Reichmann& Affonso, 2004.
- FIGUEIRA, M.C. et al.. Manual de Enfermagem: Instituto Materno Infantil Professor
Figueira (IMIP).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
- SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e
Affonso Editores, 2000.
- SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu, 2000.
- TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6 ed.
Porto Alegre: Editora Artmed , 2001
9. DIRETRIZES CURICULARES E PROCEDIMENTOS PEDAGÓGICOS
A mediação pedagógica parte de uma concepção radicalmente oposta aos sistemas de
instrução baseados na primazia do ensino como mera transferência de informação. Isso
implica no fato de que não somente o educador ensina enquanto o educando aprende, posto
que, estando de um lado ou do outro, se ensina e se aprende, sendo constituídos, assim,
educadores/educandos e educandos/educadores (FREIRE, 1970). A expressão “mediação
pedagógica”, significa o tratamento dos conteúdos e das formas de expressão dos diferentes
assuntos (disciplinas), a fim de tornar possível o ato educativo dentro do horizonte de uma
educação concebida como participação, criatividade, expressividade e relacionalidade.
Devem-se adotar novas posturas metodológicas como o trabalho com projetos
transversais, multidisciplinaridade, novas formas de avaliação que considerem o espírito
crítico em detrimento da “decoreba” de conteúdos, novas formas de encarar as atividades
práticas e os estágios (incorporando, neste caso, a noção de práticas sócio educativas nos
projetos de curso), entre outras.
10. INDICADORES METODOLÓGICOS
Indicadores são sinalizadores de processos e de resultados relativos a uma dada ação
planejada; Funcionam como um "termômetro" criado para orientar e aferir a observação,
registro e avaliação de planos, programas, ações pretendidas; São concebidos a partir de
parâmetros, padrões, concepções expostas no plano de ação previsto; Devem ser claros e
consensualizados de forma a permitir a todos os envolvidos (coordenadores, gestores, equipes
técnicas, moradores, comunidade) observar e acompanhar o desempenho do plano de ação,
que todos passam a participar na avaliação da ação em que todos estão envolvidos. Orientam
a coleta de informações; isto é orientam a escolha de instrumentos (roteiros de observação,
fichas, questionários, testes, provas, etc.), os modos de coleta (coordenadores, lideranças,
famílias, comunidade, organizações).
11.ESTÁGIO
Para complementação curricular o aluno estagiará nos módulos III e IV. O estágio
supervisionado constará com práticas pré-profissionais, exercidas em situações reais de
trabalho na empresa pública ou privada, estágio contará com (500 horas), podendo o aluno
integralizar o estágio em uma ou mais empresas.
As primeiras 150 horas de estágio serão realizadas em unidade Pública/Saúde Pública,
Saúde Coletiva (Policlínicas, Clínicas, Ambulatórios, CAP’s, PSF, Clínica da Mulher e da
Criança, Clínica Especializada Saúde do Trabalhador e DST’s), Área educação em saúde
(escolas, creches), Ancianatos entre outras. O restante terá início no IV módula e será
realizado em unidade Hospitalar (Hospitais e Clínicas atendimento secundário a saúde),
Reabilitação (Clínica e ambulatório com atendimento terciário a saúde) e atendimento integral
à Família e ao Cliente.
Observadas as normas gerais do Regulamento dos Cursos Técnicos, o estágio na
empresa obedecerá a regulamento próprio. O estágio, de acordo com a Resolução CNE/CEB
nº 1 de 21 de janeiro de 2004, deverá efetivar-se por meio de termo de parceria a ser
celebrado entre a Instituição de Ensino e a organização concedente de estágio, objetivando o
melhor aproveitamento das atividades sócio profissionais que caracterizam o estágio.
O aluno receberá orientações para realização do estágio durante o curso, conforme
denominação e descrição do professor orientador. Deverá elaborar relatório que conterá, além
das atividades desenvolvidas, observações, auto avaliação e avaliação da empresa com
sugestões para a escola.
Este retorno do estágio à escola servirá como subsídio para revisão de sua prática a
fim de adequar o curso às exigências do mercado e melhorar a formação dos alunos. Será
avaliado através de relatório e pela apresentação quanto a qualidade do estágio em termos de
participação e contribuição com as empresas, conhecimentos demonstrados e adquiridos e
postura profissional.
12. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTO E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Em atendimento aos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e do
art.11, da Resolução CNE/CEB nº. 04/99 que dispõe sobre o aproveitamento pelo
IFSULDEMINAS – Unidade Educacional Profissional Circuito das Águas de conhecimentos
e experiências anteriores do aluno, com vistas ao prosseguimento dos estudos, desde que estes
estejam diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da qualificação ou
habilitação do curso, a avaliação de conhecimentos e a elaboração do plano para
complementação dos estudos serão realizadas por uma comissão especialmente designada
pela direção da Instituição, constituída por professores do curso e por um especialista em
educação.
A avaliação se fará segundo os seguintes critérios:

Disciplinas de caráter profissionalizante que tiverem sido cursadas na parte
diversificada do ensino médio poderão ser aproveitadas até o limite de 25% do total da
carga horária mínima deste nível de ensino, independente de exames específicos,
desde que diretamente relacionadas com o perfil de conclusão da habilitação,
conforme legislação vigente;

Se os conhecimentos anteriores tiverem sido adquiridos em cursos de educação
profissional (exigência de ensino fundamental), no trabalho ou por outros meios
informais, a avaliação consistirá de um exame de proficiência para comprovação de
competências e habilidades já desenvolvidas pelo aluno e constantes no Plano do
Curso da Instituição;

Se os conhecimentos anteriores forem adquiridos em qualificações profissionais, em
etapas ou módulos de nível técnico, em outra unidade escolar, devidamente, autorizada
ou por processos formais de certificação de competências ou ainda em outro curso da
própria escola, a avaliação se fará pela comprovação de que as competências e
habilidades desenvolvidas são as requeridas pelo curso e necessárias para definir o
perfil de conclusão dos módulos estabelecido no Plano de Curso, sem necessidade de
exame de avaliação obrigatória, podendo haver necessidade de adaptação em função
de diferenças no currículo;

Para o aproveitamento de estudos, sem exame de avaliação, o prazo decorrido entre a
conclusão do primeiro e do último módulo da habilitação não pode exceder a 5 anos,
conforme legislação vigente.

Comprovados os conhecimentos anteriores, por exame de proficiência ou por análise
de documentação oficial, está garantido ao aluno o aproveitamento e a dispensa do(s)
conteúdo(s) relativo(s) às competências e habilidades avaliadas.
O aproveitamento de conhecimento com o objetivo de certificação de competências
para conclusão de estudos está previsto e se fará após a organização de um sistema nacional
de certificação profissional pelo Ministério da Educação e Cultura nos termos do art. 16, da
Resolução CNE/CEB nº. 04/99.
Não haverá aproveitamento de conteúdos curriculares nos Cursos de Educação Profissional
Técnica de Nível Médio, modalidade subsequente.
13. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A concepção da prática avaliativa será sustentada por uma premissa básica e
fundamental, a postura de questionamento do processo “ensino e aprendizagem”. Avaliação
como reflexão transformada em ação. Ação essa que nos impulsiona a novas reflexões.
Reflexão permanente desse processo sobre a realidade e acompanhamento passo a passo do
professor na trajetória da construção do conhecimento. Um processo interativo através do qual
aluno e professor aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade no ato próprio da avaliação.
A avaliação deverá estar comprometida com a renovação da prática educativa, com a
transformação e com o crescimento. Portanto, a ação avaliativa como instrumento de
crescimento e de transformação deverá assumir uma postura pedagógica que respeite:

o saber espontâneo elaborado pelo aluno, relacionado com o seu universo de
experiências, “partindo de ações desencadeadoras de reflexão sobre tal saber,
desafiando-o a evoluir, encontrar novas e diferentes soluções às questões sucessivas
apresentadas pelo professor;

as diferenças individuais dos alunos manifestadas nas atividades desempenhadas
lembrando “a aprendizagem como sucessão de aquisições constantes e dependentes
da oportunidade que o meio oferece”.
A avaliação da aprendizagem, portanto será constante, contínua e cumulativa, tendo
como objetivo a verificação das competências e habilidades intelectuais próprias
desenvolvidas no trabalho com os conteúdos curriculares, bem como as atitudes decorrentes
das mudanças do comportamento esperadas.
Na avaliação do aproveitamento há de se preponderar os aspectos qualitativos
(competências e habilidades intelectuais) sobre os quantitativos (informações memorizadas) e
do resultado ao longo do período sobre o de eventuais avaliações finais.
Cabe ao professor a elaboração, aplicação e julgamento das atividades de avaliação,
observados os critérios de conhecimento, competências e habilidades requeridas no âmbito do
processo educativo.
Os processos de avaliação se orientarão considerando a experiência escolar e o que se
faz, vive e observa no dia a dia, o raciocínio abstrato a aplicação do conhecimento adquirido,
a capacidade de compreensão de novas situações concretas que são bases para a solução de
problemas.
Verificação do rendimento escolar e aprovação
Conforme as Normas Acadêmicas de Cursos da Educação Técnica Profissional de
Nível Médio do IFSULDEMINAS o registro do rendimento acadêmico dos discentes
compreenderá a apuração da assiduidade e a avaliação do aproveitamento em todos os
componentes curriculares.
O docente deverá registrar diariamente o conteúdo desenvolvido nas aulas e a
frequência dos discentes através do diário de classe ou qualquer outro instrumento de registro
adotado. As avaliações poderão ser diversificadas e obtidas com a utilização de instrumentos
tais como: exercícios, arguições, provas, trabalhos, fichas de observações, relatórios, auto
avaliação, dentre outros.
Nos planos de ensino deverão estar programadas, no mínimo, duas avaliações
bimestrais, prova escrita e outra atividade avaliativa conforme os instrumentos referenciados
anteriormente, devendo ser respeitado o valor máximo de 50 (cinquenta) por cento para cada
avaliação do valor total do bimestre.
O docente deverá publicar as notas das avaliações até duas semanas após a data de
aplicação, bem como a revisão da prova em sala de aula até duas semanas após a data de
aplicação.
Os critérios e valores de avaliação adotados pelo docente deverão ser explicitados aos
discentes no início do período letivo, observadas as normas estabelecidas neste Projeto
Pedagógico. Após a publicação das notas, os discentes terão direito a revisão de prova,
devendo num prazo máximo de 2 (dois) dias úteis, formalizar o pedido através de formulário
disponível na secretaria da unidade educacional profissional.
Nos diários de classe o docente deverá registrar as notas de todas as avaliações e ao
longo do bimestre, registrar os conteúdos, as médias e frequência para cada disciplina. A
entrega desse diário corretamente preenchido deverá ser feita à Supervisão Pedagógica dentro
do prazo previsto no Calendário Escolar.
O sistema de avaliação de rendimento escolar para curso Técnico em Mecânica,
modalidade subsequente, constitui-se dos seguintes critérios:
a) Serão realizados em conformidade com os planos de ensino, contemplando os
ementários, objetivos e conteúdos programáticos das disciplinas.
b) O resultado do módulo/período será expresso em notas graduadas de zero (0,0) a 10,0
(dez) pontos, admitida, no máximo, a fração decimal.
c) As avaliações terão caráter qualitativo e quantitativo e deverão ser discriminadas no
projeto pedagógico do curso.
d) Será atribuída nota zero (0,0) a avaliação do discente que deixar de comparecer às
aulas, nas datas das avaliações sem a justificativa legal.
Para efeito de aprovação ou reprovação em disciplina, serão aplicados os critérios:
a) O discente será considerado APROVADO quando obtiver nota nas disciplinas (MD)
igual ou superior a 60% (sessenta por cento) e frequência (FD) igual ou superior a
75% (setenta e cinco por cento), no total da carga horária da disciplina.
b) O discente que alcançar nota inferior a 60% (sessenta por cento) na disciplina terá
direito à recuperação. O cálculo da média da disciplina recuperação (MDr) será a
partir da média aritmética da média da disciplina (MD) mais a avaliação de
recuperação. Se a média após a recuperação (MDr) for menor que a nota a disciplina
antes da recuperação, será mantida a maior nota.
c) Terá direito ao exame final, ao término do módulo/período, o discente que obtiver
média da disciplina igual ou superior a 30,0% e inferior a 60,0% e frequência igual ou
superior a 75% na disciplina. O exame final deverá abordar todo o conteúdo
contemplado na disciplina. O cálculo do resultado final da disciplina (RFD), após o
exame final correspondente ao período, será a partir da média aritmética da média da
disciplina após a recuperação mais a nota do exame final.
Ressalta-se que não há limite do número de disciplinas para o discente participar do
exame final. Estará REPROVADO o discente que obtiver nota da disciplina inferior a 60,0%
(sessenta) ou Frequência inferior a 75% na disciplina.
Quadro 1. Resumo de critérios para efeito de aprovação nos Cursos Técnicos
SUBSEQUENTES do IFSULDEMINAS.
CONDIÇÃO
SITUAÇÃO FINAL
MD >= 60,0% e FD >= 75%
APROVADO
MD < 60,0%
RECUPERAÇÃO DISCIPLINA
30,0% <= MDr< 60,0% e FD >=75%
EXAME FINAL
MD > 30,0% ou RFD > 60,0% ou FD < 75%
REPROVADO
MD – média da disciplina;
FD – frequência total das disciplinas;
MDR – média da disciplina recuperação;
RFD – resultado final da disciplina
Somente poderá realizar o exame final aquele discente que prestou a prova de
recuperação, salvo quando amparados legalmente. O discente terá direito a revisão de nota do
exame final, desde que requerida na Secretaria do Pólo num prazo máximo de 2 (dois) dias
úteis após a publicação da nota.
O discente deverá repetir a disciplina do módulo/período que foi reprovado, de acordo
com as orientações e considerações estabelecidas em ata pelo Colegiado do Curso. A
reprovação em número superior a duas disciplinas cursadas acarretará a retenção no
módulo/período devendo cumpri-las primeiramente para continuar sua promoção. Caso o
discente tenha ficado reprovado em até 2 disciplinas poderá, se houver horário, matricular-se
no módulo/período seguinte acrescido dessas disciplinas.
O discente que tiver mais de duas disciplinas reprovadas ativadas, independentemente
do módulo/período, somente poderá cursá-las no final do curso.
O discente terá o dobro do tempo normal do curso contado a partir da data de ingresso
no primeiro período como prazo máximo para conclusão do mesmo. Não serão computados,
para efeito de contagem do prazo máximo para conclusão, os períodos de trancamento de
matrícula.
Quanto à recuperação, haverá dois modelos que o discente poderá participar:
I - Recuperação paralela – realizada todas as semanas durante o horário de atendimento
docente aos discentes e outros programas institucionais com o mesmo objetivo.
a. O docente ao verificar qualquer situação do discente que está prejudicando sua
aprendizagem deverá comunicá-lo oficialmente sobre a necessidade de sua participação nos
horários de atendimento ao discente e aos demais programas institucionais com o mesmo
objetivo.
b. A comunicação oficial também deverá ser realizada à Coordenadoria Geral de Ensino.
c. O docente deverá registrar a presença do discente comunicado oficialmente para participar
do horário de atendimento ao discente.
d. Os responsáveis pelo acompanhamento dos demais programas institucionais que visam à
melhoria da aprendizagem do discente deverão registrar a presença do discente comunicado
oficialmente.
II - Recuperação do módulo/período – recuperação avaliativa de teor quantitativo aplicada ao
final do semestre quando o discente se enquadrar na situação apresentada no Quadro 1.
14. BIBLIOTECA
A Biblioteca deverá operar com um sistema completamente informatizado,
possibilitando fácil acesso via terminal ao acervo da biblioteca.
O acervo deverá estar dividido por áreas de conhecimento, facilitando, assim, a
procura por títulos específicos, com exemplares de livros e periódicos, contemplando todas as
áreas de abrangência do curso. Deve oferecer serviços de empréstimo, renovação e reserva de
material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo, orientação na normalização
de trabalhos acadêmicos, orientação bibliográfica e visitas orientadas.
Deverão estar disponíveis para consulta e empréstimo, numa proporção de 6 (seis)
alunos por exemplar, no mínimo, 3 (três) dos títulos constantes na bibliografia básica e 2
(dois) dos títulos constantes na bibliografia complementar das disciplinas que compõem o
curso, com uma média de 3 (três) exemplares por título.
15.INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
INSTALAÇÕES
AREA
Secretaria
01
Sala dos Professores
01
Laboratório de Enfermagem
01
Laboratório de Informática
02
Cantina
01
Banheiro
06
DESCRIÇÃO
Em reforma
Em cada andar consta de 02
(masculino e feminino)
Laboratório de Mecânica
01
Estacionamento
01
Pátio para recreação
01
Laboratório Logística
01
Sala Aula
11
Copa
01
16.LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM
MATERIAL
QUANTIDADE
CAMA HOSPITALAR/COLCHÃO
01
BERÇO
01
DESCRIÇÃO
ASPIRADOR CIRURGICO
01
BIOMBO
01
BALANÇA PEDIATRICA
01
MODELOS ANATOMICOS
01
CARRINHO DIVERSOS
01
APARELHO PRESSÃO ARTERIAL
07
ESQUELETO
01
SIMULADOR
01
BRAÇADEIRA
01
NEBULIZADOR
01
MACA
01
MESA CABECEIRA
01
HAMPER
01
SUPORTE DE SORO
01
BALANÇA ADULTA
01
BONECO UNISEX ADULTO
01
BONECO UNISEX INFANTIL
01
MESA CURATIVO
01
COMADRE
01
PAPAGAIO
01
CUBA RIM
03
REGUA ANTROPOMETRICA INFANTIL
01
ARMÁRIO DE AÇO
01
BACIA INOX
03
BANDEIJA DE INOX
03
BACIA ASSEPSIA
03
ESTOJO INOX
02
ESTETOSCOPIO
05
RUD BEBE
01
COLAR CERVICAL
02
COLETE PARA TRANSPORTE
01
17.KITS PARA PROCEDIMENTOS
Kit Aspiração
Material: sonda da aspiração; luvas de procedimentos e estéreis; seringas; cânula de
traqueotomia.
Kit Coleta de Material
Material: luvas de procedimentos; cateter intravenoso; tubos para coleta de sangue; recipiente
para coleta de urina, fezes e escarro; adesivos; seringas 5/10/20 ml.
Kit Curativo
Material: pinça dissecção; pinça anatômica; curativos industrializados; gaze; luvas de
procedimentos e estéreis; anti-sépticos; soro fisiológico.
Kit Gástrico
Material: sondas levine; equipamento para alimentação; coletor de drenagem; sonda enteral;
adesivo; luvas de procedimentos; seringas 10/20 ml.
Kit Retal
Material: sonda retal; lubrificante; luvas de procedimento; equipo de soro; soluções para
enteroclisma / enema e clister.
Kit Venoso
Material: adesivo; equipes macro e micro-gotas; luvas de procedimentos; equipes de sangue e
PVC; equipo para solução fotossensível; cateteres intravenosos; distribuidor torneira;
distribuidor dupla via; régua de PVC; contador de soro.
Kit Vesical
Material: sonda foley2 vias; sonda foley3 vias; coletor de sistema fechado; luvas de
procedimento; estéreis; adesivo; lubrificante; equipamento de soro; dispositivo para
incontinência urinária masculina; ampolas de água destilada; seringa 10/20 ml.
Roupas: lençol de solteiro; forro móvel; fronhas; toalha de banho; toalha de rosto; colcha de
solteiro; camisolas hospitalares; cobertor; campos duplos de algodão cru – 30cm X 30cm;
campos duplos de algodão cru – 50cm X 50cm; campos duplos de algodão cru – 75cm X
75cm; campos duplos de algodão cru – 100cm X 100cm; campo fenestrado.
18. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Os professores que atuarão nas disciplinas específicas do Curso Técnico em Mecânica
serão selecionados por meio de concurso público.
Nome
Formação
Ana Paula Knoll Graduada em Enfermagem
Pereira
COREN MG 60.882
Pós Graduação em Obstetrícia e Enfermagem do
Trabalho
Emanuelle
de Graduada em Enfermagem
Andrade Batistoni COREN MG 224.449
Pós graduação em Gestão de PSF e Enfermagem do
Trabalho.
Licenciatura Plena em Ciências Biológicas.
Gisele Aparecida Graduada em Enfermagem
Paiva
COREN MG 84.402
Pós graduação em Educação em Enfermagem,
Urgência, Emergência e Trauma e Terapia Intensiva.
João Paulo Soares Graduado em Enfermagem
Fonseca
COREN MG 172.580
Pós Graduação em Terapia Intensiva, Formação
Pedagógica para Enfermagem e Enfermagem do
Trabalho e Licenciatura.
Maria Aparecida Graduada e Licenciada em Enfermagem
de Brito Silva
COREN MG 112.157
Pós Graduação em Saúde da Mulher
Pós Graduação em Educação de Profissionais de
Saúde: Enfermagem
Renata Pires de Graduada em Enfermagem
Souza
COREN MG 176.060
Pós Graduação em Terapia Intensiva e Licenciatura.
Cargo
Professor
temporário
Professor
temporário
Professor
temporário
Professora
temporária
Professor
temporário
Professor
temporário
Na tabela abaixo está o quadro de profissionais técnico-administrativos necessários
para dar suporte ao curso técnico em Enfermagem.
DESCRIÇÃO
QUANTIDADE
Apoio Administrativo
Pedagogo
01
Secretário de Registros Acadêmicos
01
Auxiliares de Secretaria
01
Coordenador de curso
01
Coordenador de Estágio
01
Diretor de Desenvolvimento Educacional
01
Coordenador Geral de Ensino
01
19. CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Os estudantes que concluírem com aproveitamento e estágio obrigatório o curso de
educação profissional técnica farão jus à obtenção de diploma que possuirá validade para fins
de habilitação ao exercício profissional na área de Técnico em Enfermagem.
O discente deverá estar regularmente em dia com sua documentação na Seção de
Registros Escolares.
20.REFERENCIAS
BRASIL: Lei nº 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) – Brasília – DF.
Diário Oficial da União nº 248 de 23/12/96.
BRASIL: Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts.
39 a 41 da Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes da educação
nacional, e dá outras providências. Brasília, 2004.
BRASIL: Lei Federal nº 11.892 de 29 de dezembro de 2008 (Institui a Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia e dá outras providências). Brasília, 2008.
BRASIL, Ministério da Educação: Resolução nº 4 de 03 de dezembro de 1999 (Institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico). Brasília,
1999.
BRASIL, Ministério da Educação, CNE/CEB: Parecer nº 16/99 (Trata das Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico). Brasília 1999.
BRASIL, Ministério da Educação, CNE/CEB : Resolução nº 1 de 21 janeiro de 2004
(Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da
Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e
de Educação de Jovens e Adultos). Brasília, 2004.
BRASIL,Ministério da Educação CNE/CEB: Resolução nº 3 de 9 de julho de
2008(Instituição e implantação do Catálogo Nacional do Cursos Técnicos). Brasília, 2008.
BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível
Técnico: Introdução. Brasília, 2000.
BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível
Técnico: Área Profissional Saúde. Brasília, 2000.
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Conselho Superior RESOLUÇÃO Nº 044/2013, DE