MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 – Bairro Medicina – 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35) 3449-6150/E-mail: [email protected] RESOLUÇÃO Nº 044/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre a aprovação da reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem (subsequente) – Polo Circuito das Águas. O Reitor e Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Professor Sérgio Pedini, nomeado pela Portaria número 689, de 27 de maio de 2010, publicada no DOU de 28 de maio de 2010, seção 2, página 13 e em conformidade com a Lei 11.892/2008, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando a deliberação do Conselho Superior em reunião realizada na data de 25 de novembro de 2013, RESOLVE: Art. 1º - Aprovar a reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Enfermagem, modalidade subsequente, do Polo Circuito das Águas (anexo). Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as disposições em contrário. Pouso Alegre, 25 de novembro de 2013. Sérgio Pedini Presidente do Conselho Superior IFSULDEMINAS Pólo Circuito das Águas Unidade Educação Profissional e Tecnológica Três Corações PROJETO POLITICO PEDAGOGICO DO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM TRES CORAÇÕES - MG JUN./2013 GOVERNOFEDERAL Ministério da Educação INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRO DA EDUCAÇÃO Aloízio Mercadante Oliva SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Marco Antônio de Oliveira Reitor do IFSULDEMINAS Sérgio Pedini Pró-Reitor de Administração e Planejamento José Jorge Guimarães Garcia Pró-Reitor de Ensino Marcelo Simão da Rosa Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Mauro Alberti Filho Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Marcelo Bregagnoli Pró-Reitor de Extensão Cléber Ávila Barbosa INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Presidente do Conselho Superior do IFSULDEMINAS Sérgio Pedini Representante da SETEC/MEC Mário Sérgio Costa Vieira Representantes Diretores Gerais dos Câmpus Ademir José Pereira Luiz Carlos Machado Rodrigues Walner José Mendes Juvêncio Geraldo de Moura Josué Lopes Marcelo Carvalho Bottazzini Representante Corpo Docente Luiz Flávio Reis Fernandes José Pereira da Silva Junior Tarcísio de Souza Gaspar Representante Corpo Discente Adolfo Luís de Carvalho Oswaldo Lahmann Santos Dreice Montanheiro Costa Representante Técnico Administrativo Maria Inês Oliveira da Silva Débora Jucely de Carvalho Cleonice Maria da Silva Representante Egresso Marco Antônio Ferreira Tales Machado Lacerda Leonardo de Alcântara Moreira Representante das Entidades Patronais Alexandre Magno de Moura Representante das Entidades dos Trabalhadores Andréia de Fátima da Silva Everson de Alcântara Tardeli Representante do Setor Público ou Estatais Pedro Paulo de Oliveira Fagundes Raul Maria Cássia INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Diretores de Campus Câmpus Inconfidentes Ademir José Pereira Câmpus Machado Walner José Mendes Câmpus Muzambinho Luiz Carlos Machado Rodrigues Câmpus Passos Juvêncio Geraldo de Moura Câmpus Poços de Caldas Josué Lopes Câmpus Pouso Alegre Marcelo Carvalho Bottazzini SUMÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO...........................................................................................6 2.JUSTIFICATIVA...................................................................................................................7 3.OBJETIVO.............................................................................................................................8 3.1Geral.....................................................................................................................................12 3.2Específicos ...................................................................................................................... 12 4.PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO .............................................................. 11 5.CAMPO DE ATUAÇÃO ................................................................................................ 13 6.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ........................................................... 14 6.1. Componentes Curriculares ............................................................................................ 14 6.2. A Estrutura Curricular ................................................................................................... 15 6.3. Critérios Utilizados para Organização dos Módulos ...................................................... 15 7.MATRIZ CURRICULAR .............................................................................................. 16 8.EMENTÁRIO ......................................................................................................................17 9.DIRETRIZES CURRICULARES E PROCEDIMENTOS PEDAGÓGICOS..............36 10. INDICADORES METODOLÓGICOS..........................................................................37 11. ESTÁGIO..........................................................................................................................37 12.CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIENCIAS ANTERIORES ...... 38 13.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ........................................... 40 14.BIBLIOTECA....................................................................................................................44 15.INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................................................................ 45 16.LABORATORIO DE ENFERMAGEM ...................................................................... 45 17.KITS PARA PROCEDIMENTOS ............................................................................... 46 18.PESSOAL DOCENTE E TÉCNCIO ADMINISTRATIVO..........................................48 19.CERTIFICADOS E DIPLOMAS.....................................................................................49 20.REFERENCIAS ............................................................................................................ 49 1.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O curso Técnico em Enfermagem, modalidade Subsequente, ofertado pelo IFSULDEMINAS - Unidade de Educação Profissional e Tecnológica de Três Corações está estruturado de forma a contemplar as competências gerais do Eixo Tecnológico Ambiente e Saúde, conforme o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação (BRASIL, 2012). O curso Técnico em Enfermagem atua na promoção, prevenção recuperação e reabilitação dos processos saúde – doença. Colabora com atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e comunidade, em todas as faixas etárias. Promove ações de orientações e preparo do paciente para exames. Realiza cuidados de enfermagem, tais como: curativos, administração de medicamentos e vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação dos sinais vitais, dentre outros. Presta assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos. A base de conhecimentos científicos e tecnológicos do curso é composta por educação básica, diversificada e educação profissional, perfazendo uma carga horária total de 1.820horas com duração de dois anos, período noturno. O estágio curricular terá carga horária de 500 horas sendo 150 horas em saúde pública e 350 horas em área hospitalar. 2. JUSTIFICATIVA Acompanhamos a expansão da oferta e da procura por cursos ligados à área de saúde em todo o Brasil. Há alguns anos os cursos como medicina, enfermagem e até mesmo técnicos em enfermagem concentravam-se nos grandes centros urbanos que qualificavam esses profissionais para atuar em todo país. Em razão da pouca oferta desses cursos em instituições públicas e da dispendiosa oferta pelas empresas privadas e setor publico de saúde, observa-se a enorme carência de profissionais de saúde que atendam suficientemente a demanda de pessoas que procuram atendimento médico/hospitalar. No intuito de contribuir para a amenização da carência de profissionais técnicos na área da saúde qualificando-os para atuar em hospitais, clínicas, postos de saúde, entre outros, nas cidades da região do sul de minas gerias, em especial na microrregião de Três Corações sendo: São Bento Abade, São Tomé das Letras, Carmo da Cachoeira, Cambuquira, Campanha, Monsenhor Paulo, Lambari, Conceição do Rio Verde e entre outras, o IFSULDEMINAS vem ofertar o curso Técnico em Enfermagem da Área Profissional de Saúde. Em consonância com os Referenciais Curriculares Nacionais da área da saúde entendemos que para atender às atuais exigências e preparar-se para o futuro, o trabalhador precisa ser capaz de identificar situações novas, de auto organizar-se, de tomar decisões, de interferir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe multiprofissional e, finalmente, de resolver problemas que mudam constantemente. As questões éticas que devem permear o trabalho humano em qualquer atividade adquirem uma conotação peculiar e toda especial quando voltadas ao fazer dos profissionais de Saúde. É fundamental que esses profissionais coloquem, prioritariamente, em suas ações, a ciência, a tecnologia e a ética a serviço da vida. A ética a serviço da vida diz respeito ao comprometimento com a vida humana em quaisquer condições, independentemente da fase do ciclo vital, do gênero a que pertença ou do posicionamento do cliente/paciente na pirâmide social. Aliados aos princípios do “ser” humano, da ética, da prevenção e da ciência e tecnologia buscaremos formar profissionais que sejam capazes de assumir seu papel como agentes de Saúde, independentemente de sua habilitação e atuem como membros social da sociedade. 3. OBJETIVOS 3.1Geral: - Formar o profissional de enfermagem no nível técnico como um cidadão crítico com uma visão holística e sensibilizando para uma educação continua ao longo da vida, para prestar uma assistência de enfermagem, voltada para promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde. 3.2 Específicos: - Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença. - Identificar a estrutura e organização dos sistemas de saúde vigente. -Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho. - Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade. - Realizar trabalhos em equipe, correlacionando conhecimentos dos vários Módulos. - Aplicar normas de biossegurança. - Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental. - Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário. - Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho. - Avaliar riscos de iatrogênias, ao executar procedimentos técnicos. - Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde. - Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos. -Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção. -Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do campo de atuação. - Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados. - Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde. -Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação. -Realizar primeiros socorros em situações de emergência. -Contribuir com a construção de novo modelo de atenção à saúde, enquanto qualidade de vida, que dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde. -Atuar na saúde pública como disseminador da idéia de prevenção à doença. -Promover a educação do indivíduo em princípios de higiene pessoal à organização de serviços médicos e de enfermagem, de modo a assegurar, a cada indivíduo da comunidade um padrão de vida adequado à manutenção da saúde. -Participar da orientação e supervisão do trabalho de enfermagem em grau auxiliar. -Ser cooperativo, ético, persistente, flexível e dinâmico, responsável, sensível socialmente, agente de transformação, criativo e humilde para aprender. -Interpretar normas técnicas de descontaminação, limpeza, preparo, desinfecção, esterilização e estocagem de materiais. -Caracterizar as doenças transmissíveis e as respectivas cadeias de transmissão. -Interpretar normas de segurança no trabalho. -Reconhecer sua prática profissional como um dos fatores que interferem nos índices de infecção hospitalar. -Identificar sinais e sintomas que indiquem patologias transmissíveis e parasitárias. - Conhecer os focos de contaminação, as vias de transmissão, as medidas de prevenção, o controle e o tratamento das doenças prevalentes na região. -Ensinar ao cliente/paciente técnicas que promovam o autocuidado. - Realizar curativos. - Conhecer as categorias de transtornos mentais e de comportamento. - Caracterizar as necessidades básicas do cliente/paciente com transtorno mental. -Conhecer os agravos à saúde que ameaçam a vida, caracterizando uma situação de urgência e emergência. - Avaliar o nível de consciência da vítima em situação de emergência. -Identificar as fases do ciclo reprodutivo da mulher. -Identificar sinais e sintomas que indiquem alterações fisiológicas, psicológicas epatológicas da criança e do pré-adolescente. -Conhecer as características do adolescente e jovem sadio. -Atuar na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúde doença. -Colaborar com o atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e comunidade, em todas as faixas etárias. Promove ações de orientação e preparo do paciente para exames. -Realizar cuidados de enfermagem tais como: curativos, administração de medicamentos e vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais, dentre outros. -Prestar assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos. 4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Técnico em Enfermagem egresso do IFSULDEMINAS – UEP Três Corações será um profissional apto a aplicar seus conhecimentos teóricos e práticos no atendimento às demandas dos cidadãos, da sociedade e do mundo do trabalho, em sintonia com as exigências do desenvolvimento sócio econômico local, regional e nacional sendo capaz de: - Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença. - Identificar a estrutura e organização dos sistemas de saúde vigente. -Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho. - Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade. - Realizar trabalhos em equipe, correlacionando conhecimentos dos vários Módulos. - Aplicar normas de biossegurança. - Aplicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental. - Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário. - Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho. - Avaliar riscos de iatrogenias, ao executar procedimentos técnicos. - Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde. - Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos. -Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção. -Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do campo de atuação. - Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados. - Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde. -Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação. -Realizar primeiros socorros em situações de emergência. -Contribuir com a construção de novo modelo de atenção à saúde, enquanto qualidade de vida, que dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde. -Atuar na saúde pública como disseminador da idéia de prevenção à doença. -Promover a educação do indivíduo em princípios de higiene pessoal à organização de serviços médicos e de enfermagem, de modo a assegurar, a cada indivíduo da comunidade um padrão de vida adequado à manutenção da saúde. -Participar da orientação e supervisão do trabalho de enfermagem em grau auxiliar. -Ser cooperativo, ético, persistente, flexível e dinâmico, responsável, sensível socialmente, agente de transformação, criativo e humilde para aprender. -Interpretar normas técnicas de descontaminação, limpeza, preparo, desinfecção, esterilização e estocagem de materiais. -Caracterizar as doenças transmissíveis e as respectivas cadeias de transmissão. -Interpretar normas de segurança no trabalho. -Reconhecer sua prática profissional como um dos fatores que interferem nos índices de infecção hospitalar. -Identificar sinais e sintomas que indiquem patologias transmissíveis e parasitárias. - Conhecer os focos de contaminação, as vias de transmissão, as medidas de prevenção, o controle e o tratamento das doenças prevalentes na região. -Ensinar ao cliente/paciente técnicas que promovam o auto cuidado. - Realizar curativos. - Conhecer as categorias de transtornos mentais e de comportamento. - Caracterizar as necessidades básicas do cliente/paciente com transtorno mental. -Conhecer os agravos à saúde que ameaçam a vida, caracterizando uma situação de urgência e emergência. - Avaliar o nível de consciência da vítima em situação de emergência. -Identificar as fases do ciclo reprodutivo da mulher. -Identificar sinais e sintomas que indiquem alterações fisiológicas, psicológicas hepatológicas da criança e do pré-adolescente. -Conhecer as características do adolescente e jovem sadio. -Atuar na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúde doença. -Colaborar com o atendimento das necessidades de saúde dos pacientes e comunidade, em todas as faixas etárias. Promove ações de orientação e preparo do paciente para exames. -Realizar cuidados de enfermagem tais como: curativos, administração de medicamentos e vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais, dentre outros. -Prestar assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos. 5. CAMPO DE ATUAÇÃO A atuação/ inserção dos profissionais de enfermagem em hospitais e clínicas tem sido ampliada e fortalecida por uma possibilidade no espaço extra-hospitalar de assistência de saúde, qual seja, rede básica de atenção á saúde, escolas, creches, empresas, cuidados domiciliares e comunidades, e está direcionando a enfermagem a formular alternativas de trabalho, independente de emprego. Assim, os domicílios, as cooperativas e os serviços autônomos estão se tornando um novo mercado para a categoria e, apesar da crise do setor saúde, a enfermagem tem encontrado boas perspectivas para se desenvolver e se firmar no cenário de trabalho brasileiro. 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O curso está organizado sob a forma semestral, atendendo competências requeridas pela Enfermagem. Apresenta uma organização curricular flexível, possibilitando a educação continuada e permitindo ao aluno acompanhar as mudanças de forma autônoma e crítica. A combinação entre teoria e prática é considerada como forma para desenvolvimento das competências necessárias à formação técnica. O enriquecimento de conhecimentos se dá, também, através de visitas técnicas, sendo escolhidas instituições hospitalares, organizações prestadoras de atendimento em saúde como unidade de Urgência e Emergência, Clínica Nefrológica, Centro de Treinamento Profissional, órgão publico de saúde, feiras, congressos e outros eventos relacionados à área, bem como palestras, monitorias dentro e fora da instituição e estágio de conclusão de curso. A dinâmica do curso contempla o desenvolvimento da capacidade teórico, técnico e metodológico aos profissionais em saúde, empreendedora da ética no trabalho com a utilização da metodologia do trabalho em equipe tendo como ponto de partida a realidade da saúde. A proposta de implementação do curso está organizada por disciplinas, com regime seriado semestral, com uma carga horária por disciplinas conforme no QUADRO 01, distribuídas em quatro semestres (totalizando 1.424 horas em 24 meses de curso), acrescidas de 500 horas de Estágio Curricular (distribuídos nos módulos III e IV). A carga horária total do curso de 1.924 horas. Na Matriz curricular, será incluída também a disciplina de LIBRAS regulamentada pelo DECRETO Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2006, que será ministrada no IV módulo – 01 aula semanal. Essa disciplina será opcional. 6.1Componentes Curriculares Anatomia e Fisiologia; Processo de Trabalho em Enfermagem; Organização do Processo em Saúde; Biossegurança Farmacologia; Semiologia e Semiotécnica; Microbiologia/Parasitologia; Prestação de primeiros Socorros; Assistência em Saúde Coletiva; Enfermagem Cirúrgica; Enfermagem Clínica; Enfermagem em Saúde do Idoso; Urgências e Emergências em Enfermagem; Enfermagem em Saúde Mental; Enfermagem Pediátrica; Enfermagem em Saúde da Mulher; Assistência de Enfermagem em UTI Adulto; Assistência de Enfermagem em UTI Neonatal; Enfermagem Domiciliar Libras. 6.2. A Estrutura Curricular Em atendimento à LDBEN n°. 9.394/96, a proposta do Instituto Federal de Educação, Ciência, Tecnologia – Pólo Circuito das Águas – Unidade Educação Profissional e Tecnológica de Três Corações, é oferecer Ensino Profissionalizante, modalidade subsequente. O curso Técnico em Enfermagem está estruturado em quatro módulos sequenciais e articulados, conforme descrito no QUADRO 01, totalizando 1.820 horas. 6.3. Critérios utilizados para organização dos Módulos - Identificação das competências correspondentes, tendo como parâmetros a Lei n°. 7.498/86 que dispõe e regulamenta o exercício da Enfermagem, Parecer CNE/CEB n°. 16/99, Resolução CNE/CEB n°. 04/99 e Referenciais Curriculares da Educação Profissional – Nível Técnico – Área Saúde- subárea Saúde. 7. MATRIZ CURRICULAR QUADRO 01 - Matriz Curricular – Curso Técnico em Enfermagem Módulo IV Módulo III Módulo II Módulo I Disciplina ANATOMIA E FISIOLOGIA PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO EM SAÚDE SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I BIOSSEGURANÇA PARASITOLOGIA E MICROBIOLOGIA FARMÁCIA Sub-Total SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II PRIMEIROS SOCORROS SAÚDE COLETIVA I ENFERMAGEM CIRÚRGICA I ENFERMAGEM CLÍNICA I SAÚDEDO IDOSO Sub-Total SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA III URGÊNCIA E EMERGÊNCIA SAÚDE COLETIVA II ENFERMAGEM CIRÚRGICA II ENFERMAGEM CLÍNICA II SAÚDE MENTAL PEDIATRIA I Sub-Total SAÚDE DA MULHER ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA ENFERNAGEMNEONATAL PEDIATRIA II ENFERMAGEM EM ATENDIMENTO DOMICILIAR LIBRAS (OPICIONAL) Número de aulas 4 3 2 5 4 2 4 24 5 4 4 4 4 3 24 5 3 3 4 4 3 2 24 4 4 4 3 2 1 Carga Horária 64 48 32 80 64 32 64 384 80 64 64 64 64 48 384 80 48 48 64 64 48 32 384 64 64 64 48 32 16 Sub-Total Total Disciplina 17 ESTÁGIO SUPERVISIONADO Total do Curso 89 272 1.424 500 1924 8. EMENTÁRIO Disciplina: Organização do Processo em Saúde Carga Horária Semestral: 40 h Número aulas semanais: 02 Ementa: História do SUS, Leis Orgânicas da Saúde e Normas Operacionais Básicas e Assistência a Saúde, Pacto pela Saúde, Programa de Saúde da Família, Conceito de saúde e doença e historia natural das doenças, O ecossistema, Vigilância em Saúde, Epidemiologia, Ética e trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BELLUSCI, Silvia Meirelles. Epidemiologia. 8º ed.Editora SENAC : São Paulo, 2010. 89 p. - COSTA, Maria Amorim da;CARBONE, Maria Herminda Carbone. Saúde da Família: uma Abordagem multidisciplinar. 2ª ed. Editora Rubio : Rio de Janeiro, 2009. 260p. - Org. AGUIAR, Zenaide, Neto. SUS - Sistema Único de Saúde: antecedentes, percurso, perspectivas e desafios. Editora Martinari : São Paulo, 2011. 189 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: -BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Aspectos Clínicos. 2. Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2000. - Código de Ética (Deontologia) dos Profissionais de Enfermagem Pinto. Luiz Henrique da Silva. ATHENEU. - Enfermagem Em Doenças Transmissíveis. Philippi, Maria Lúcia dos Santos. SENAC/ São Paulo. - KOPF – MAIER,P. Wolf – Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. Quinta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.000. - SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC. Disciplina: Parasitologia e Microbiologia Carga Horária Semestral: 40 horas Nº de aulas semanais: 02 Ementa: Microbiologia, microorganismos e doenças humanas, controle de microorganismos, propagação e controle das doenças parasitárias, sinais e sintomas das doenças parasitárias, cadeia de transmissão das doenças parasitárias, noções de imunológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - KONEMAN, E. W. ET AL Diagnóstico microbiológico. 5. Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. -MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.SENAC MG. Integra da publicação do Ministério da Saúde- Profissionalização de Auxiliar de Enfermagem. - NEVES, D. P.Parasitologia Humana. 10.ed. São Paulo: Atheneu, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: -BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Aspectos Clínicos. 2. Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2000. - Enfermagem Em Doenças Transmissíveis. Philippi, Maria Lúcia dos Santos. SENAC/ São Paulo. - KOPF – MAIER,P. Wolf – Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. Quinta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.000. - SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC. - Vigilância e controle das doenças transmissíveis. Aguiar, Zenaide Neto. Editora: MARTINARI. Disciplina: Anatomia e Fisiologia Carga Horária Semestral: 80 aulas Número aulas semanais: 04 aulas Ementa: Introdução ao Estudo Anatômico. Sistema Locomotor. Sistema Circulatório. Sistema Respiratório. Sistema Digestório. Sistema Gênito – Urinário. Órgãos dos Sentidos. Sistema Endócrino. Sistema Nervoso .BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - DANGELO,J.G e FANTTINI,C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. Segunda edição, São Paulo: Editora, Atheneu, 002. - ROHEN,J.W. e YOKOCHI,C. Anatomia Humana – Atlas Fotográfico. Quinta edição, São Paulo, editora Manole, 2.002. - TORTORA,G.J.e GRABOWSKI,S.R.Princípios de Anatomia e Fisiologia, Nona edição, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2.002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem.Profissionalização de auxiliares de enfermagem:cadernos do aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - DI DIO, L.J.A. Tratado de Anatomia Sistêmica Aplicada. Segunda edição. Editora Atheneu, 2.002. - KOPF – MAIER, P. Wolf – Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. Quinta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.000. - MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. Segunda edição. São Paulo. Editora Atheneu,2.002. - MOORE,K.L. e GRAY,D.J. e RAHILLEY,R. Anatomia Orientada para Clínica. Quarta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 2.001. Disciplina: Biossegurança Carga Horária Semestral: 80h Número aulas semanais: 04 Ementa: Introdução à Biossegurança; Higiene e Profilaxia; Resíduos sólidos de serviços de saúde; Plano de Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde; Definição de conceitos. Infecção Hospitalar; Comissão de Controle de Infecção Hospitalar BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem.Profissionalização de auxiliares de enfermagem:cadernos do aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - MANUAL DE BOSSEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE SAÚDE. Carla Maria Oppermann e Lia CapsiPires,2003. -O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem.Profissionalização de auxiliares de enfermagem:cadernos do aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - JORGE, S.A.; DANTAS,P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas. São Paulo. Editora Atheneu.2.008. - MANUAL DE BOSSEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE SAÚDE. Carla Maria Oppermann e Lia CapsiPires,2003. - PROSISSIONALIZAÇÃO DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM-Caderno do Aluno. Série F. Comunicação e Educação em Saúde. 2ª Edição Revista.Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão em Investimentos em Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem. (PROFAE).2002. - SENAC.DR.MG.BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE.Maria Cristina de Oliveira. Belo Horizonte: SENAC MINAS/SEMD.2008. Disciplina: Farmacologia Carga Horária Semestral: 80 horas Nº de aulas semansis: 04 Ementa: Apresentar formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional, assumindo os compromissos éticos, humanísticos e sociais integrado com o trabalho multiprofissional. Identificar as necessidades básicas essenciais do indivíduo que interferem no processo saúde – doença. Intervir no processo saúde-doença, em compromisso com a qualidade da assistência de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, prestando cuidados compatíveis com as necessidades individuais, ser capaz de realizar cálculos e administrar medicamentos com segurança e destreza. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem.Profissionalização de auxiliares de enfermagem:cadernos do aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - Silva, Marcelo Tardellida, Cálculo e Administração de Medicamentos na Enfermagem / Marcelo Tardelli da Silva; Sandra Regina L. P. Tardelli da Silva._São Paulo:Martinari, 2008. - O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem.Profissionalização de auxiliares de enfermagem:cadernos do aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - JORGE, S.A.; DANTAS,P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas. São Paulo. Editora Atheneu.2.008. - MANUAL DE BOSSEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE SAÚDE. Carla Maria Oppermann e Lia CapsiPires,2003. - PROSISSIONALIZAÇÃO DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM-Caderno do Aluno. Série F. Comunicação e Educação em Saúde. 2ª Edição Revista.Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão em Investimentos em Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem. (PROFAE).2002. - SENAC.DR.MG.BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE.Maria Cristina de Oliveira. Belo Horizonte: SENAC MINAS/SEMD.2008. Disciplina: Semiologia e Semiotécnica I Carga Horária Semestral: 100 aulas Número aulas semanais: 05 aulas Ementa: Intervenções e técnicas de enfermagem e a necessidade de segurança biológica. Necessidade de oxigênio e manutenção da temperatura, necessidade de estimulação motora, necessidade de eliminação. Técnicas básicas: banho de leito, aspersão, imersão, higiene oral, couro cabeludo, lavagem das mãos, assepsia, antissepsia, degermação, calçar luvas, arrumação de cama com cliente e sem cliente, curativos, sinais vitais, mudança de decúbito, aplicação de bolsa de gelo e quente, técnicas de transporte do cliente, medidas antropométricas, colocação de comadre e papagaio, sondagem nasoenteral e nasogástrica, cateterismo vesical de alívio e demora, curativos, limpeza e aspiração de traqueostomia, glicemia capilar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BOLICK et al. Segurança e controle de infecção. Rio de Janeiro: Reichman& Affonso, 2.000. - SUDDARTH BRUNNER, - Tratado de Enfermagem Médico – Cirúrgica. Oitava edição.Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.009. - TIMBY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem. Sexta edição. Porto Alegre: Editora Artes Médicas. 2.002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - CIANCIARULIIO, Tamara Iwanow. Instrumentos Básicos para o cuidadar: um desafio para a qualidade de Assistência. São Paulo. Editora Atheneu, 2.005. - JORGE, S.A.; DANTAS,P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas. São Paulo. Editora Atheneu.2.008. - PORTO,C.C. Semiologia Médica. Quarta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan. 2.001. - SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu, 2000. - SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000.Disciplina: Processo de Trabalho em Enfermagem Carga Horária Semestral: 60 h Número aulas semanais: 03 Ementa: História da Enfermagem, Leis, decreto, resolução e deliberações, Entidades da Enfermagem e Noções de bioética. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - ______________. A Ética, a Bioética e os Profissionais de Enfermagem - 4ª Ed. Gelain, Ivo / EPU, 2010. - ___________. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. COREN/MG : Belo Horizonte, 2007. 20 p. - __________. Legislação e Normas. Ano 11 – nº 01. COREN/MG : Belo Horizonte, 2009. 100 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - BARTMANN, Mercilda; TÚLIO, Ruth; KRAUSER, Lucia Toyoshima. Administração na saúde e na enfermagem. 4ª ed. Editora Senac : 2008. 111 p. - Código de Ética (Deontologia) dos Profissionais de Enfermagem Pinto. Luiz Henrique da Silva. ATHENEU. - Org. AGUIAR, Zenaide, Neto. SUS - Sistema Único de Saúde: antecedentes, percurso, perspectivas e desafios. Editora Martinari : São Paulo, 2011. 189 p. -Org. Ir. Monique Marie M. Bourget. Coleção Programa Saúde da Família: o cotidiano do PSF. Editora Martinari : São Paulo, 2005. - SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC. Disciplina: Enfermagem Clínica I Carga horária: 80 hs Aulas semanais: 04 Ementa: Conceitos e desafios no tratamento do cliente com dor e distúrbios hidroeletrolíticos e interpretação básica de exames subsidiários. Avaliação e tratamento ao cliente portador das patologias: cardiovascular, circulatória, hematológica e distúrbios vasculares. Integrar o conhecimento à prática na abordagem de doenças sazonais. Estudo da nutrição, dietética e dietoterápica aplicadas ao processo do cuidado na atuação da equipe multiprofissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - NETTINA, S. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. - SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora Reichmann& Affonso, 2004. - RAPAPORT, SAMUEL I. Introdução à Hematologia. São Paulo: Row, 1998. - SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000. - SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu, 2000. - TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2001. Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II Carga Horária Semestral: 100 aulas Número aulas semanais: 05 aulas Ementa: Anotações de enfermagem no prontuário do cliente. Terminologias médicas e de enfermagem. Apresentação do prontuário do cliente. Responsabilidade legal dos Registros: Relatórios de enfermagem. Admissão. Alta. Transferência. Óbito. Exame físico do técnico de enfermagem. Técnicas do exame físico BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BOLICK et al. Segurança e controle de infecção. Rio de Janeiro: Reichman & Affonso, 2.000. - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - TIMBY, B.K. Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem. Sexta edição. Porto Alegre: Editora Artes Médicas. 2.002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - CIANCIARULIIO, Tamara Iwanow. Instrumentos Básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade de Assistência. São Paulo. Editora Atheneu, 2.005. - JORGE, S.A.; DANTAS, P.E. Abordagem multiprofissional do Tratamento de Feridas. São Paulo. Editora Atheneu.2.008. - NETTINA, S. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. - PORTO, C.C. Semiologia Médica . Quinta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 2.001. - SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2000 Disciplina: Saúde do Idoso Carga Horária Semestral: 60 horas Número aulas semanais: 03 Ementa: Legislação, Aspectos gerais do envelhecimento, Gigantes da Geriatria, Sono e repouso, Alimentação e bem-estar, Saúde bucal, Prevenção de acidentes, Sexualidade, Humanização da atenção ao idoso, Auto cuidado, Violência e maus tratos e Farmacologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRASIL. Lei nº 8842, de 04 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, p. 77, 5 jan. 1994. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cadernos de atenção básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília, 2006. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad19.pdf - MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde. Atenção a saúde do idoso. Belo Horizonte: SAS/MG, 2006.186 p.1. Saúde do idoso – Atenção. 2. Saúde da família – competência.I.Título. - SENAC.D. R.,MG. Cuidador de Idosos.Teresinha de Jesus Carvalho Luz;Eline Neves Cruz (Atualizadora.Belo Horizonte: SENAC MINAS GERAIS/SEMD,2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - BOFF, L. Saber Cuidar: ética do humano, compaixão pela terra. 3ª Ed. Petrópolis: Vozes, 1999. - CURSO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO IDOSO MODALIDADE À DISTÂNCIA.Canal Minas Saúde,2011.SES/MG. - MANUAL DE ENFERMAGEM MÉDICO CIRÚRGICA.Cotia,SP: Editora Vergara Brasil,2006. - SAÚDE DO IDOSO. PÓS GRADUAÇÃO À DISTÂNCIA.Universidade Gama Filho. Elaboração Luiz Henrique Horta Hargreaves.2009. - SUS - Pacto Federativo e Gestão Pública Nascimento, Vânia Barbosa do. HUCITEC. Disciplina: Enfermagem Cirúrgica I Carga Horária Semestral: 80h Número aulas semanais: 04 Ementa: Central de material esterilizado. Processo e validação da esterilização, processo e estrutura organizacional do centro cirúrgico. Medicamentos. Ambiente Cirúrgico pré operatório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRUNNER - TRATADO DE ENFERMAGEM MEDICO-CIRURGICA. Vol. 4 .BRUNNER Editora : GUANABARA KOOGAN. 10 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2005. - Org. por MURTA, G. F.Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizagem de enfermagem. Coleção. 1º ed., 3ª reimpr., Editora difusão : São Caetano do Sul SP, 2006. - SILVA, C. R. L.Enfermagem em Centro Cirúrgico e Clínica Cirúrgica. Cap. 2.. Tratado Prático de enfermagem. Vol. 2, 2º ed. Editora Yedis : São Caetano do Sul, SP. 2009. 54 a 117 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - COSTA, Maria Amorim da;CARBONE, Maria HermindaCarbone. Saúde da Família: uma Abordagem multidisciplinar. 2ª ed. Editora Rubio : Rio de Janeiro, 2009. 260p. - MANUAL DE TÉCNICAS BÁSICAS DE ENFERMAGEM/organização, Rosângela Jeronimo, Aline Cheregatti.—São Paulo: Rideel, 2011. - NETTINA, Sandra. Prática de Enfermagem.7 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2003. - O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. - SOUZA, Virginia Helena Soares de, MOZACHI, Nelson. O Hospital: manual do ambiente Hospitalar. 9ª ed. Editora Manual Real Ltda : Curitiba/PR. 2007. 816 p. Disciplina: Primeiros Socorros Carga Horária Semestral: 80h Número aulas semanais: 04 Ementa: Papel do socorrista, Avaliação inicial da vítima, Parada Cardiorrespiratória, Estado de Choque, Hemorragias. Ferimentos, Fraturas e luxações, Vertigens, desmaio e convulsões, Distúrbios causado pelo calor, Choque elétrico, Afogamentos, Corpos estranhos, Intoxicações, Morbidade e picadas animais, Transporte de pessoas acidentadas e Acidentes automobilísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Coordenação e tradução: BARBIERI, R. L.S.O.S.: cuidados emergenciais. São Paulo :Rideel, 2002. 405 p. - Org. MURTA, Genilda Ferreira. Saberes de Práticas: guia para ensino e aprendizado de enfermagem. Vol. 3, 2º ed. Editora Difusão : São Caetano do Sul/SP, 2008. 404 p. - Organizado por: SILVEIRA, J.M.S; BARTMANN, M.; BRUNO, P. Senac. Primeiros Socorros: como agir em situações de emergências. 2 ed. 5 reimpr. Rio de Janeiro : Senac Nacional, 2010. 144p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - BRUNNER E SUDDARTH. Enfermagem médico cirúrgica. 8 ed. Vol.4. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2002. - MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. Segunda edição. São Paulo. Editora Atheneu,2.002. - MOORE,K.L. e GRAY,D.J. e RAHILLEY,R. Anatomia Orientada para Clínica. Quarta edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 2.001. - O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. - PEDROSO, Enio Roberto Pietra, OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: clínica médica. 1ª ed. Editora Blackbook : Belo Horizonte. 2007. 734 p. Disciplina: Saúde Coletiva I Carga horária semestral: 80 hs Nº de aulas semanais: 04 Ementa: Políticas de Saúde no Brasil e a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Leis orgânicas da saúde: 8080/90 e 8142/90. Vigilância Epidemiológica. Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Doenças preveníveis mediante vacinação. Doenças de veiculação pela água, por alimentos, por vetores, por ectoparasitas e imunopreviníveis. Programa Nacional de Imunização: protocolos, diretrizes, normas técnicas para aplicação das diversas vacinas e imunobiologicos. Noções básicas de Imunológica. Efeitos adversos das vacinas e imunobiológicos especiais. Controle da Rede de Frios: Técnicas de transporte, armazenamento e conservação de vacinas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRASIL. Lei Orgânica da Saúde – Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990. - BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Procedimentos para vacinação. 4ª ed. Brasília, 2001. - BRASIL. Ministério da Saúde. Normas Técnicas de Tratamento Profilático Anti-Rábico Humano. Brasília, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Campanha Nacional de Vacinação do Idoso. Ano 2003. - BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Capacitação de Pessoal em Sala de Vacinação. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. - BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. - BRASIL. Guia de vigilância epidemiológica.6 ed.- Brasília: ministério da Saúde, 2005. - Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais. 3ª ed. Brasília, 2006. Disciplina: Enfermagem Cirúrgica II Carga Horária Semestral: 80h Número aulas semanais: 04 Ementa: Introdução ao centro cirúrgico, período pré - operatório e intra-operatório. Localização e características físicas. Equipamentos e materiais utilizados em Centro Cirúrgico. Paramentação, posicionamento cirúrgico e assistência ao paciente. Formulários padronizados e utilizados em C.C., terminologias aplicadas, CME, noções de anestesia (medicações), recuperação Pós Anestésica e cliente na clínica cirúrgica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRUNNER - TRATADO DE ENFERMAGEM MEDICO-CIRURGICA. Vol. 4 .BRUNNER Editora : GUANABARA KOOGAN. 10 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2005. - Org. por MURTA, G. F.Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizagem de enfermagem. Coleção. 1º ed., 3ª reimpr., Editora difusão : São Caetano do Sul SP, 2006. - SILVA, C. R. L.Enfermagem em Centro Cirúrgico e Clínica Cirúrgica. Cap. 2.. Tratado Prático de enfermagem. Vol. 2, 2º ed. Editora Yedis : São Caetano do Sul, SP. 2009. 54 a 117 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - Brasil.Ministério da Saúde.Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área da Enfermagem.Profissionalização de auxiliares de enfermagem:cadernos do aluno.2.ed.Vol.7.Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - MANUAL DE TÉCNICAS BÁSICAS DE ENFERMAGEM/organização, Rosângela Jerônimo, Aline Cheregatti.—São Paulo: Rideel, 2011. - NETTINA, Sandra. Prática de Enfermagem. 7 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2003. - SOUZA, Virginia Helena Soares de, MOZACHI, Nelson. O Hospital: manual do ambiente Hospitalar. 9ª ed. Editora Manual Real Ltda : Curitiba/PR. 2007. 816 p. - O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. Disciplina: Enfermagem Clínica II Carga Horária Semestral: 80 Nº de Aulas semanais: 04 Ementa: Reconhecer e atuar de forma sistematizada nas patologias endócrino metabólicas, urológicas e renais, sensoriais, imunológicas, tegumentares neurológicas e osteomusculares. Desenvolvimento em prevenção e assistência em enfermagem à doenças transmissíveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - NETTINA, S. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. - SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Artmed, 2000. Porto Alegre: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora Reichmann& Affonso, 2004. - RAPAPORT, SAMUEL I. Introdução à Hematologia. São Paulo: Row, 1998. - SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000. - SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu, 2000. - TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6 ed. Porto Alegre: Editora Artmed , 2001 Disciplina: Pediatria I Carga Horária Semestral: 40 horas Nº de aulas semanais: 02 Ementa: Introdução aos fundamentos de pediatria, e adolescência, anamnese da criança abrangendo todo crescimento e desenvolvimento neuropsicomotor, atendimento específico para cada idade, consulta de enfermagem direcionada a função e assistência do enfermeiro perante as etapas citadas podendo reconhecer os padrões de normalidade e anormalidade, direitos da criança e adolescente (estatuto da criança e adolescente). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRANDER, Pennie Sessler. Enfermagem materno infantil. 2 ed. Rio de Janeiro: Reichhmann & Affonso, 2000. 524p. - Enfermagem Materno-neonatal: distúrbios, intervenções, procedimentos, exames complementares, recursos clínicos [consultas e revisoras Kimberly Atwood ... et al]. Tradução Ivan Lourenço Gomes; revisão técnica Maria de Fátima Azevedo. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. - FIGUEIRA, M.C. et al. Manual de Enfermagem: Instituto Materno Infantil Professor Figueira (IMIP).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - KNOBEL, ELIAS. Pediatria e neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2005. - MACDONALD, Avery Flectcher. Fisiologia e Tratamento do recém-nascido. Rio de Janeiro: Editora Médica e Científica Ltda, 1999. - PITREZ, José Luiz B. et.al. Pediatria: consulta rápida. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1995. - REIS, Sidney Inocêncio et al. Nefrologia Infantil. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1984. - TAMEZ, Raquel Nascimento; SILVA, Maria Jones Pantoja. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. 3 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2006. Disciplina: Saúde Coletiva II Carga Horária Semestral: 60 horas Nº de aulas semanais: 03 Ementa: Programas de Atenção Básica. Estratégica Saúde da Família. Protocolos para vigilância das doenças. Conhecimento em Epidemiologia. Vigilância Sanitária e Ambiental na perspectiva do SUS. Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS. Doenças Crônicas não transmissíveis. Estratégicas para o controle das doenças crônico- degenerativas. Responsabilidades da equipe de saúde. Saúde do Trabalhador. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRASIL. Guia de vigilância epidemiologia. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. - BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n° 648 de 28 de março de 2006. - BRASIL. Manual de controle de doenças sexualmente transmissíveis- DST. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 1999. - BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico DST e AIDS, ano II n.01-01 à 26a. semanas epidemiológicas – jan a jun de 2005. -ROUGUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia e saúde. 6. Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 708p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - AMARANTE,Paulo ( Coord.) Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1995. - AIDS. Guia de tratamento clínico da infecção pelo HIV em pediatria. – 3a Ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006. -BRASIL. Ministéio da Saúde. Relatório final da 2° Conferência Nacional de Saúde Mental. Brasília. DF, 1994. -ESPINHOSA. Ana Maria Fernández. Psiquiatria. Rio de Janeiro: McGraw. Disciplina: Saúde Mental Carga Horária Semestral: 60 horas Nºaulas semanais: 03 Ementa: Evolução Histórica da Assistência à Saúde Mental e Psiquiátrica. Reforma Psiquiátrica. Anatomia e Fisiologia do Sistema Nervoso e influência das substâncias químicas na fisiologia cerebral. Políticas relativas à lei 336 e 10.216. Estruturação dos diversos níveis de atenção à Saúde Mental. Categorias dos Transtornos Mentais e do Comportamento. Classificação dos Transtornos Mentais e seus determinantes. Sinais, sintomas e formas de tratamento dos principais transtornos mentais nos seus quadros agudos e crônicos. Medidas de Prevenção dos Distúrbios Mentais. Procedimentos e Cuidados de Enfermagem em Saúde Mental e nas emergências Psiquiátricas. Noções de psicofarmacologia e psicologia comportamental. Modalidades diversas de recreação, ludo terapia, musicoterapia, atividades físicas, artísticas, horticulturas, jardinagens entre outras. Locais de tratamento para os portadores de doenças mentais: CAPS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRASIL. Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de Enfermagem. Profissionalização de enfermagem: cadernos do aluno. 2. Ed. Vol. 8. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. - MELLO, I. M. Enfermagem psiquiátrica e de saúde mental na prática. São Paulo: Atheneu, 2008. - RODRIGUES, Antonia Regina Furegato. Enfermagem psiquiátrica saúde mental: prevenção e intervenção. São Paulo. EPU, [s.d]. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - AMARANTE,Paulo ( Coord.) Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1995. - BRASIL. Lei nº 10.216de 06.04.2001. DOU. de 09 de abril de 2001 -BRASIL. Ministéio da Saúde. Relatório final da 2° Conferência Nacional de Saúde Mental. Brasília. DF, 1994. -ESPINHOSA. Ana Maria Fernández. Psiquiatria. Rio de Janeiro: McGraw. - MINISTÉRIO DA SAÚDE. Norma Operacional Básica do SUS/ NOAS-01, Brasília, 2001. Disciplina: Urgência e Emergência Carga Horária Semestral: 60h Número aulas semanais: 03 Ementa: Conceitos e diferenças entre atendimento de urgência e emergência. Atendimento humanizado ao paciente após o trauma. Equipamentos, materiais, técnicas e manobras essenciais para os primeiros atendimentos de vítimas de urgência e emergência. Avaliação inicial e secundária do paciente. Doenças de maior gravidade aos pacientes graves. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Coordenação e tradução: BARBIERI, R. L.S.O.S.: cuidados emergenciais. São Paulo :Rideel, 2002. 405 p. - FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida et. al.Tratado prático de Enfermagem. Vol.2,2 ed., São Caetano do Sul, SP :Yedis Editora, 2008, 440 p. - PIRES, M. T. J.; STARLING, S. V. E. Manual de urgência em pronto Socorro.7 ed. Medsi : Rio de Janeiro, 2002. 837 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ANDRADE, C. M. T. J. Cuidados intensivos: guias práticos de enfermagem. McGraw Hill : Rio de Janeiro, 2000. 580 p. - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - FERNANDES, Fátima Rodrigues; SETUBAL, José Luiz e MARUJO, Wagner Cordeiro. Manual de Urgência e Emergência em Pediatria do Hospital Infantil Sabará.Hospital Infantil de Sabará : Editora SARVIER, 2009. - NETTINA, Sandra. Prática de Enfermagem. 7 ed. Guanabara Koogan : Rio de Janeiro, 2003. - SOUZA, Virginia Helena Soares de, MOZACHI, Nelson. O Hospital: manual do ambiente Hospitalar. 9ª _d. Editora Manual Real Ltda : Curitiba/PR. 2007. 816 p. Disciplina: Semiologia e Semiotécnica III Carga Horária Semestral: 100 aulas Número aulas semanais: 05 aulas Ementa: Administração de medicamentos. Resolução RDC número 45. O processo de enfermagem na administração de medicamentos. Questões éticas e legais. Cálculo de medicamentos. Erros de medicamentos. Métodos e vias de administração de medicamentos. Hemoterapia e Hemoderivados. Anotações e checagem de prescrição de medicamentos no prontuário do cliente.Conceitos de farmacologia, classificação das drogas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - POSSO,M.B.S.Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo.Editora Atheneu,2.003. - SCHELLACK,G. Farmacologia: uma abordagem didática. São Paulo.Fundamento Educacional. 2.006. - TIMBY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem. Sexta edição. Porto Alegre. Editora Artes Médicas.2.002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ALFARO – LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem: um guia passo a passo. Quarta edição. Porto Alegre.Editora Artes Médicas. 2.000. - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - GEORGE,J.B. Teorias de enfermagem: os fundamentos á prática profissional. Quarta edição. Porto Alegre. Editora Artmed,2.000. - PORTO,C.C.Semiologia Médica.Quarta edição.Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 2.001. - TIM BY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem.Sexta edição. Porto Alegre: editora Artes Médicas, 2.002. Disciplina: Enfermagem em Terapia Intensiva Carga horária: 80 hs Nº de aulas semanais:04 Ementa: Estrutura Organizacional da Unidade Terapia Intensiva. Aspectos Éticos e legais dos cuidados ao Paciente Grave. Semiótica Aplicada a Terapia Intensiva. Assistência de Enfermagem aos principais desequilíbrios dos sistemas em Terapia Intensiva. Suporte Ventilatório. Suporte Hemodinâmico. Suporte Neurológico. Suporte Nutricional. Transporte Intra Hospitalar ao Paciente Grave. Abordagem da Morte em Unidade de Terapia Intensiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BOUNDY, Janice; et al. Enfermagem médico cirúrgica.Rio de Janeiro:Reichmann e Affonso.2002 - CINTRA, E. A. et al. Cuidados de enfermagem ao paciente gravemente enfermo. São Paulo: Atheneu. 2005. - KNOBEL, E. Terapia intensiva em enfermagem. 1 ed. São Paulo: Atheneu 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ANA, Thorll. Estrategias de liderança em enfermagem. Porto Alegre: Artmed 2008. - BRUNNER E SUDDARTH. Enfermagem médica cirúrgico. 8 ed. Rio de janeiro Guanabara Koogan. 1996 - GUIMARÃES, H. P. Guia prático de UTI. São Paulo: Atheneu, 2008. - SUCARIGEM, P. Manual de enfermagem no cuidado crítico. Porto Alegre: Artmed, 2005. - ZUÑIGA, Q. G. P.. Ventilação mecânica básica para enfermagem. São Paulo: Atheneu. 2004. Disciplina: Enfermagem em Atendimento Domiciliar Carga Horária Semestral: 40 aulas Número aulas semanais: 02 Ementa: Promoção e reabilitação da saúde. Visita domiciliar. O contexto familiar e os aspectos éticos. A inter profissionalidade e o contexto familiar. Avaliação e adaptação no ambiente doméstico. Medicamentos e a Assistência Domiciliária. Internação Domiciliária. Enfermagem e Reabilitação do paciente domiciliário. Prevenção de acidentes. Aspectos sanitários. Assistência de enfermagem ao paciente no domicílio, em situação terminal. Assistência de enfermagem ao paciente no domicílio, com HIV. Assistência ao paciente no domicílio, com doenças crônico – degenerativas. Assistência de enfermagem nas feridas e úlceras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - DUARTE Y.A.O.;DIOGO M.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: editora Atheneu, 2.008. - SANTOS, N.C.M.HOME CARE: A enfermagem no desafio do atendimento domiciliar. São Paulo: editora Iatria, 2.008. - WRIGHT,L.M; LEAHEY,M. Enfermeiras e famílias: um guia para avaliação e intervenção na família. São Paulo: editora Roca, 2.008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. FREITAS, E.V.de etal.Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: editora Guanabara Koogan, 2.002. - GEORGE,J.B. Teorias de enfermagem: os fundamentos á prática profissional. Quarta edição. Porto Alegre. Editora Artmed,2.000. - O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. - TIMBY,B.K.Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem.Sexta edição. Porto Alegre: editora Artes Médicas, 2.002. Disciplina: Enfermagem Neonatal Carga horária: 80 hs Nº de aulas semanis: 04 Ementa: Assistência de enfermagem ao recém-nascido, atendimento na U.T.I, infantil e neonatal, aplicabilidade de técnicas e cuidados na assistência ao recém-nascido de alto risco. Supervisão do recém-nascido e intervenções e recursos para a manutenção de sua saúde, a administração de medicamentos específicos de U.T.I, a sistematização de assistência de enfermagem em neonatologia e hospitalização, ao agravos e risco à saúde dos recém-nascidos e humanização com as famílias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - KENNER, C. Enfermagem n UTI Neonatal. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006. - SMITTH, Temple Jean. Guia para procedimentos em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2000 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora Reichmann & Affonso, 2004. - RAPAPORT, SAMUEL I. Fundamentos de Enfermagem em Pediatria. São Paulo: Row, 1998. - TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6 ed. Porto Alegre: Editora Artmed , 2001 - SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em Neonatologia . São Paulo: Atheneu, 2000 - SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem da criança de alto risco . Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000. Disciplina: Saúde da Mulher Carga Horária Semestral: 80 horas Nº de aulas semanais: 04 Ementa: Aborda as fases evolutivas do ciclo de vida da mulher, da puberdade ao climatério, conhecendo as causas de morbimortalidade no processo reprodutivo da mulher; afecções ginecológicas e oncoginecológicas, suas causas, prevenção e tratamento; abordagem da importância do planejamento familiar e saúde relacionada à mulher. Prepara o aluno para prestar uma assistência humanizada à mulher, nas diferentes etapas do seu desenvolvimento, com postura ética e humanizada no seu contexto familiar e social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - Enfermagem materno-infantil/Pennie Sessler Brandem; tradução da 2.ed.[original], Carlos Henrique Cosendey; revisão técnica, Maria Isabel Sampaio Carmagnani. – Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso Editores, 2000. - Ensinando a cuidar da mulher, do homem e do recém nascido/organização Nébia Maria Almeida de Figueiredo – São Caetano do Sul, SP: Difusão Enfermagem, 2003. – (Práticas de Enfermagem). - Rezende J. Obstetrícia Fundamental. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.689 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - BRASIL. Manual de controle de doenças sexualmente transmissíveis- DST. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 1999. - BRUNNER, SUDDARTH. Tratado de Enfermagem médica cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2006. - Carvalho GM. Enfermagem em obstetrícia, São Paulo: _d. EPU 2007. - O HOSPITAL. Manual do Ambiente Hospitalar.9ª Edição.Virgínia Helena Soares de Souza e Nelson Mozachi.2007. - Saúde M. http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=152 (site do ministério com assuntos e manuais na área de saúde da mulher). Disciplina: Pediatria II Carga Horária Semestral: 60 horas Nº de aulas semanais: 03 Ementa: Atendimento da criança institucionalizada na creche, patologias mais comuns na infância e adolescência, aspectos da unidade pediátrica, atendimento humanizado e assistência de enfermagem específica à área hospitalar, importância da família, sociedade e governo para o bem estar da criança e do adolescente, importância e aplicação da sistematização da assistência de enfermagem visando à melhoria dos serviços prestados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: - BRANDER, Pennie Sessler. Enfermagem materno infantil. 2 ed. Rio de Janeiro: Reichhmann& Affonso, 2000. 524p. - BONASSA, Edva Moreno Aguilar; SANTANA, Tatiana. Rocha. Enfermagem em terapêutica ontológica3. _d.São Paulo: Editora Atheneu, 2005. - FIGUEIRA, M.C. et al.. Manual de Enfermagem: Instituto Materno Infantil Professor Figueira (IMIP).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: - ACONSENDEY, Carlos Henrique. Enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora Reichmann& Affonso, 2004. - FIGUEIRA, M.C. et al.. Manual de Enfermagem: Instituto Materno Infantil Professor Figueira (IMIP).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. - SPARKS, Sheila M. et al. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000. - SOUZA, Márcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. São Paulo: Atheneu, 2000. - TIMBY, B. K. Atendimento de Enfermagem: Conceitos e Habilidades Fundamentais. 6 ed. Porto Alegre: Editora Artmed , 2001 9. DIRETRIZES CURICULARES E PROCEDIMENTOS PEDAGÓGICOS A mediação pedagógica parte de uma concepção radicalmente oposta aos sistemas de instrução baseados na primazia do ensino como mera transferência de informação. Isso implica no fato de que não somente o educador ensina enquanto o educando aprende, posto que, estando de um lado ou do outro, se ensina e se aprende, sendo constituídos, assim, educadores/educandos e educandos/educadores (FREIRE, 1970). A expressão “mediação pedagógica”, significa o tratamento dos conteúdos e das formas de expressão dos diferentes assuntos (disciplinas), a fim de tornar possível o ato educativo dentro do horizonte de uma educação concebida como participação, criatividade, expressividade e relacionalidade. Devem-se adotar novas posturas metodológicas como o trabalho com projetos transversais, multidisciplinaridade, novas formas de avaliação que considerem o espírito crítico em detrimento da “decoreba” de conteúdos, novas formas de encarar as atividades práticas e os estágios (incorporando, neste caso, a noção de práticas sócio educativas nos projetos de curso), entre outras. 10. INDICADORES METODOLÓGICOS Indicadores são sinalizadores de processos e de resultados relativos a uma dada ação planejada; Funcionam como um "termômetro" criado para orientar e aferir a observação, registro e avaliação de planos, programas, ações pretendidas; São concebidos a partir de parâmetros, padrões, concepções expostas no plano de ação previsto; Devem ser claros e consensualizados de forma a permitir a todos os envolvidos (coordenadores, gestores, equipes técnicas, moradores, comunidade) observar e acompanhar o desempenho do plano de ação, que todos passam a participar na avaliação da ação em que todos estão envolvidos. Orientam a coleta de informações; isto é orientam a escolha de instrumentos (roteiros de observação, fichas, questionários, testes, provas, etc.), os modos de coleta (coordenadores, lideranças, famílias, comunidade, organizações). 11.ESTÁGIO Para complementação curricular o aluno estagiará nos módulos III e IV. O estágio supervisionado constará com práticas pré-profissionais, exercidas em situações reais de trabalho na empresa pública ou privada, estágio contará com (500 horas), podendo o aluno integralizar o estágio em uma ou mais empresas. As primeiras 150 horas de estágio serão realizadas em unidade Pública/Saúde Pública, Saúde Coletiva (Policlínicas, Clínicas, Ambulatórios, CAP’s, PSF, Clínica da Mulher e da Criança, Clínica Especializada Saúde do Trabalhador e DST’s), Área educação em saúde (escolas, creches), Ancianatos entre outras. O restante terá início no IV módula e será realizado em unidade Hospitalar (Hospitais e Clínicas atendimento secundário a saúde), Reabilitação (Clínica e ambulatório com atendimento terciário a saúde) e atendimento integral à Família e ao Cliente. Observadas as normas gerais do Regulamento dos Cursos Técnicos, o estágio na empresa obedecerá a regulamento próprio. O estágio, de acordo com a Resolução CNE/CEB nº 1 de 21 de janeiro de 2004, deverá efetivar-se por meio de termo de parceria a ser celebrado entre a Instituição de Ensino e a organização concedente de estágio, objetivando o melhor aproveitamento das atividades sócio profissionais que caracterizam o estágio. O aluno receberá orientações para realização do estágio durante o curso, conforme denominação e descrição do professor orientador. Deverá elaborar relatório que conterá, além das atividades desenvolvidas, observações, auto avaliação e avaliação da empresa com sugestões para a escola. Este retorno do estágio à escola servirá como subsídio para revisão de sua prática a fim de adequar o curso às exigências do mercado e melhorar a formação dos alunos. Será avaliado através de relatório e pela apresentação quanto a qualidade do estágio em termos de participação e contribuição com as empresas, conhecimentos demonstrados e adquiridos e postura profissional. 12. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Em atendimento aos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e do art.11, da Resolução CNE/CEB nº. 04/99 que dispõe sobre o aproveitamento pelo IFSULDEMINAS – Unidade Educacional Profissional Circuito das Águas de conhecimentos e experiências anteriores do aluno, com vistas ao prosseguimento dos estudos, desde que estes estejam diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da qualificação ou habilitação do curso, a avaliação de conhecimentos e a elaboração do plano para complementação dos estudos serão realizadas por uma comissão especialmente designada pela direção da Instituição, constituída por professores do curso e por um especialista em educação. A avaliação se fará segundo os seguintes critérios: Disciplinas de caráter profissionalizante que tiverem sido cursadas na parte diversificada do ensino médio poderão ser aproveitadas até o limite de 25% do total da carga horária mínima deste nível de ensino, independente de exames específicos, desde que diretamente relacionadas com o perfil de conclusão da habilitação, conforme legislação vigente; Se os conhecimentos anteriores tiverem sido adquiridos em cursos de educação profissional (exigência de ensino fundamental), no trabalho ou por outros meios informais, a avaliação consistirá de um exame de proficiência para comprovação de competências e habilidades já desenvolvidas pelo aluno e constantes no Plano do Curso da Instituição; Se os conhecimentos anteriores forem adquiridos em qualificações profissionais, em etapas ou módulos de nível técnico, em outra unidade escolar, devidamente, autorizada ou por processos formais de certificação de competências ou ainda em outro curso da própria escola, a avaliação se fará pela comprovação de que as competências e habilidades desenvolvidas são as requeridas pelo curso e necessárias para definir o perfil de conclusão dos módulos estabelecido no Plano de Curso, sem necessidade de exame de avaliação obrigatória, podendo haver necessidade de adaptação em função de diferenças no currículo; Para o aproveitamento de estudos, sem exame de avaliação, o prazo decorrido entre a conclusão do primeiro e do último módulo da habilitação não pode exceder a 5 anos, conforme legislação vigente. Comprovados os conhecimentos anteriores, por exame de proficiência ou por análise de documentação oficial, está garantido ao aluno o aproveitamento e a dispensa do(s) conteúdo(s) relativo(s) às competências e habilidades avaliadas. O aproveitamento de conhecimento com o objetivo de certificação de competências para conclusão de estudos está previsto e se fará após a organização de um sistema nacional de certificação profissional pelo Ministério da Educação e Cultura nos termos do art. 16, da Resolução CNE/CEB nº. 04/99. Não haverá aproveitamento de conteúdos curriculares nos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, modalidade subsequente. 13. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A concepção da prática avaliativa será sustentada por uma premissa básica e fundamental, a postura de questionamento do processo “ensino e aprendizagem”. Avaliação como reflexão transformada em ação. Ação essa que nos impulsiona a novas reflexões. Reflexão permanente desse processo sobre a realidade e acompanhamento passo a passo do professor na trajetória da construção do conhecimento. Um processo interativo através do qual aluno e professor aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade no ato próprio da avaliação. A avaliação deverá estar comprometida com a renovação da prática educativa, com a transformação e com o crescimento. Portanto, a ação avaliativa como instrumento de crescimento e de transformação deverá assumir uma postura pedagógica que respeite: o saber espontâneo elaborado pelo aluno, relacionado com o seu universo de experiências, “partindo de ações desencadeadoras de reflexão sobre tal saber, desafiando-o a evoluir, encontrar novas e diferentes soluções às questões sucessivas apresentadas pelo professor; as diferenças individuais dos alunos manifestadas nas atividades desempenhadas lembrando “a aprendizagem como sucessão de aquisições constantes e dependentes da oportunidade que o meio oferece”. A avaliação da aprendizagem, portanto será constante, contínua e cumulativa, tendo como objetivo a verificação das competências e habilidades intelectuais próprias desenvolvidas no trabalho com os conteúdos curriculares, bem como as atitudes decorrentes das mudanças do comportamento esperadas. Na avaliação do aproveitamento há de se preponderar os aspectos qualitativos (competências e habilidades intelectuais) sobre os quantitativos (informações memorizadas) e do resultado ao longo do período sobre o de eventuais avaliações finais. Cabe ao professor a elaboração, aplicação e julgamento das atividades de avaliação, observados os critérios de conhecimento, competências e habilidades requeridas no âmbito do processo educativo. Os processos de avaliação se orientarão considerando a experiência escolar e o que se faz, vive e observa no dia a dia, o raciocínio abstrato a aplicação do conhecimento adquirido, a capacidade de compreensão de novas situações concretas que são bases para a solução de problemas. Verificação do rendimento escolar e aprovação Conforme as Normas Acadêmicas de Cursos da Educação Técnica Profissional de Nível Médio do IFSULDEMINAS o registro do rendimento acadêmico dos discentes compreenderá a apuração da assiduidade e a avaliação do aproveitamento em todos os componentes curriculares. O docente deverá registrar diariamente o conteúdo desenvolvido nas aulas e a frequência dos discentes através do diário de classe ou qualquer outro instrumento de registro adotado. As avaliações poderão ser diversificadas e obtidas com a utilização de instrumentos tais como: exercícios, arguições, provas, trabalhos, fichas de observações, relatórios, auto avaliação, dentre outros. Nos planos de ensino deverão estar programadas, no mínimo, duas avaliações bimestrais, prova escrita e outra atividade avaliativa conforme os instrumentos referenciados anteriormente, devendo ser respeitado o valor máximo de 50 (cinquenta) por cento para cada avaliação do valor total do bimestre. O docente deverá publicar as notas das avaliações até duas semanas após a data de aplicação, bem como a revisão da prova em sala de aula até duas semanas após a data de aplicação. Os critérios e valores de avaliação adotados pelo docente deverão ser explicitados aos discentes no início do período letivo, observadas as normas estabelecidas neste Projeto Pedagógico. Após a publicação das notas, os discentes terão direito a revisão de prova, devendo num prazo máximo de 2 (dois) dias úteis, formalizar o pedido através de formulário disponível na secretaria da unidade educacional profissional. Nos diários de classe o docente deverá registrar as notas de todas as avaliações e ao longo do bimestre, registrar os conteúdos, as médias e frequência para cada disciplina. A entrega desse diário corretamente preenchido deverá ser feita à Supervisão Pedagógica dentro do prazo previsto no Calendário Escolar. O sistema de avaliação de rendimento escolar para curso Técnico em Mecânica, modalidade subsequente, constitui-se dos seguintes critérios: a) Serão realizados em conformidade com os planos de ensino, contemplando os ementários, objetivos e conteúdos programáticos das disciplinas. b) O resultado do módulo/período será expresso em notas graduadas de zero (0,0) a 10,0 (dez) pontos, admitida, no máximo, a fração decimal. c) As avaliações terão caráter qualitativo e quantitativo e deverão ser discriminadas no projeto pedagógico do curso. d) Será atribuída nota zero (0,0) a avaliação do discente que deixar de comparecer às aulas, nas datas das avaliações sem a justificativa legal. Para efeito de aprovação ou reprovação em disciplina, serão aplicados os critérios: a) O discente será considerado APROVADO quando obtiver nota nas disciplinas (MD) igual ou superior a 60% (sessenta por cento) e frequência (FD) igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento), no total da carga horária da disciplina. b) O discente que alcançar nota inferior a 60% (sessenta por cento) na disciplina terá direito à recuperação. O cálculo da média da disciplina recuperação (MDr) será a partir da média aritmética da média da disciplina (MD) mais a avaliação de recuperação. Se a média após a recuperação (MDr) for menor que a nota a disciplina antes da recuperação, será mantida a maior nota. c) Terá direito ao exame final, ao término do módulo/período, o discente que obtiver média da disciplina igual ou superior a 30,0% e inferior a 60,0% e frequência igual ou superior a 75% na disciplina. O exame final deverá abordar todo o conteúdo contemplado na disciplina. O cálculo do resultado final da disciplina (RFD), após o exame final correspondente ao período, será a partir da média aritmética da média da disciplina após a recuperação mais a nota do exame final. Ressalta-se que não há limite do número de disciplinas para o discente participar do exame final. Estará REPROVADO o discente que obtiver nota da disciplina inferior a 60,0% (sessenta) ou Frequência inferior a 75% na disciplina. Quadro 1. Resumo de critérios para efeito de aprovação nos Cursos Técnicos SUBSEQUENTES do IFSULDEMINAS. CONDIÇÃO SITUAÇÃO FINAL MD >= 60,0% e FD >= 75% APROVADO MD < 60,0% RECUPERAÇÃO DISCIPLINA 30,0% <= MDr< 60,0% e FD >=75% EXAME FINAL MD > 30,0% ou RFD > 60,0% ou FD < 75% REPROVADO MD – média da disciplina; FD – frequência total das disciplinas; MDR – média da disciplina recuperação; RFD – resultado final da disciplina Somente poderá realizar o exame final aquele discente que prestou a prova de recuperação, salvo quando amparados legalmente. O discente terá direito a revisão de nota do exame final, desde que requerida na Secretaria do Pólo num prazo máximo de 2 (dois) dias úteis após a publicação da nota. O discente deverá repetir a disciplina do módulo/período que foi reprovado, de acordo com as orientações e considerações estabelecidas em ata pelo Colegiado do Curso. A reprovação em número superior a duas disciplinas cursadas acarretará a retenção no módulo/período devendo cumpri-las primeiramente para continuar sua promoção. Caso o discente tenha ficado reprovado em até 2 disciplinas poderá, se houver horário, matricular-se no módulo/período seguinte acrescido dessas disciplinas. O discente que tiver mais de duas disciplinas reprovadas ativadas, independentemente do módulo/período, somente poderá cursá-las no final do curso. O discente terá o dobro do tempo normal do curso contado a partir da data de ingresso no primeiro período como prazo máximo para conclusão do mesmo. Não serão computados, para efeito de contagem do prazo máximo para conclusão, os períodos de trancamento de matrícula. Quanto à recuperação, haverá dois modelos que o discente poderá participar: I - Recuperação paralela – realizada todas as semanas durante o horário de atendimento docente aos discentes e outros programas institucionais com o mesmo objetivo. a. O docente ao verificar qualquer situação do discente que está prejudicando sua aprendizagem deverá comunicá-lo oficialmente sobre a necessidade de sua participação nos horários de atendimento ao discente e aos demais programas institucionais com o mesmo objetivo. b. A comunicação oficial também deverá ser realizada à Coordenadoria Geral de Ensino. c. O docente deverá registrar a presença do discente comunicado oficialmente para participar do horário de atendimento ao discente. d. Os responsáveis pelo acompanhamento dos demais programas institucionais que visam à melhoria da aprendizagem do discente deverão registrar a presença do discente comunicado oficialmente. II - Recuperação do módulo/período – recuperação avaliativa de teor quantitativo aplicada ao final do semestre quando o discente se enquadrar na situação apresentada no Quadro 1. 14. BIBLIOTECA A Biblioteca deverá operar com um sistema completamente informatizado, possibilitando fácil acesso via terminal ao acervo da biblioteca. O acervo deverá estar dividido por áreas de conhecimento, facilitando, assim, a procura por títulos específicos, com exemplares de livros e periódicos, contemplando todas as áreas de abrangência do curso. Deve oferecer serviços de empréstimo, renovação e reserva de material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo, orientação na normalização de trabalhos acadêmicos, orientação bibliográfica e visitas orientadas. Deverão estar disponíveis para consulta e empréstimo, numa proporção de 6 (seis) alunos por exemplar, no mínimo, 3 (três) dos títulos constantes na bibliografia básica e 2 (dois) dos títulos constantes na bibliografia complementar das disciplinas que compõem o curso, com uma média de 3 (três) exemplares por título. 15.INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS INSTALAÇÕES AREA Secretaria 01 Sala dos Professores 01 Laboratório de Enfermagem 01 Laboratório de Informática 02 Cantina 01 Banheiro 06 DESCRIÇÃO Em reforma Em cada andar consta de 02 (masculino e feminino) Laboratório de Mecânica 01 Estacionamento 01 Pátio para recreação 01 Laboratório Logística 01 Sala Aula 11 Copa 01 16.LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM MATERIAL QUANTIDADE CAMA HOSPITALAR/COLCHÃO 01 BERÇO 01 DESCRIÇÃO ASPIRADOR CIRURGICO 01 BIOMBO 01 BALANÇA PEDIATRICA 01 MODELOS ANATOMICOS 01 CARRINHO DIVERSOS 01 APARELHO PRESSÃO ARTERIAL 07 ESQUELETO 01 SIMULADOR 01 BRAÇADEIRA 01 NEBULIZADOR 01 MACA 01 MESA CABECEIRA 01 HAMPER 01 SUPORTE DE SORO 01 BALANÇA ADULTA 01 BONECO UNISEX ADULTO 01 BONECO UNISEX INFANTIL 01 MESA CURATIVO 01 COMADRE 01 PAPAGAIO 01 CUBA RIM 03 REGUA ANTROPOMETRICA INFANTIL 01 ARMÁRIO DE AÇO 01 BACIA INOX 03 BANDEIJA DE INOX 03 BACIA ASSEPSIA 03 ESTOJO INOX 02 ESTETOSCOPIO 05 RUD BEBE 01 COLAR CERVICAL 02 COLETE PARA TRANSPORTE 01 17.KITS PARA PROCEDIMENTOS Kit Aspiração Material: sonda da aspiração; luvas de procedimentos e estéreis; seringas; cânula de traqueotomia. Kit Coleta de Material Material: luvas de procedimentos; cateter intravenoso; tubos para coleta de sangue; recipiente para coleta de urina, fezes e escarro; adesivos; seringas 5/10/20 ml. Kit Curativo Material: pinça dissecção; pinça anatômica; curativos industrializados; gaze; luvas de procedimentos e estéreis; anti-sépticos; soro fisiológico. Kit Gástrico Material: sondas levine; equipamento para alimentação; coletor de drenagem; sonda enteral; adesivo; luvas de procedimentos; seringas 10/20 ml. Kit Retal Material: sonda retal; lubrificante; luvas de procedimento; equipo de soro; soluções para enteroclisma / enema e clister. Kit Venoso Material: adesivo; equipes macro e micro-gotas; luvas de procedimentos; equipes de sangue e PVC; equipo para solução fotossensível; cateteres intravenosos; distribuidor torneira; distribuidor dupla via; régua de PVC; contador de soro. Kit Vesical Material: sonda foley2 vias; sonda foley3 vias; coletor de sistema fechado; luvas de procedimento; estéreis; adesivo; lubrificante; equipamento de soro; dispositivo para incontinência urinária masculina; ampolas de água destilada; seringa 10/20 ml. Roupas: lençol de solteiro; forro móvel; fronhas; toalha de banho; toalha de rosto; colcha de solteiro; camisolas hospitalares; cobertor; campos duplos de algodão cru – 30cm X 30cm; campos duplos de algodão cru – 50cm X 50cm; campos duplos de algodão cru – 75cm X 75cm; campos duplos de algodão cru – 100cm X 100cm; campo fenestrado. 18. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Os professores que atuarão nas disciplinas específicas do Curso Técnico em Mecânica serão selecionados por meio de concurso público. Nome Formação Ana Paula Knoll Graduada em Enfermagem Pereira COREN MG 60.882 Pós Graduação em Obstetrícia e Enfermagem do Trabalho Emanuelle de Graduada em Enfermagem Andrade Batistoni COREN MG 224.449 Pós graduação em Gestão de PSF e Enfermagem do Trabalho. Licenciatura Plena em Ciências Biológicas. Gisele Aparecida Graduada em Enfermagem Paiva COREN MG 84.402 Pós graduação em Educação em Enfermagem, Urgência, Emergência e Trauma e Terapia Intensiva. João Paulo Soares Graduado em Enfermagem Fonseca COREN MG 172.580 Pós Graduação em Terapia Intensiva, Formação Pedagógica para Enfermagem e Enfermagem do Trabalho e Licenciatura. Maria Aparecida Graduada e Licenciada em Enfermagem de Brito Silva COREN MG 112.157 Pós Graduação em Saúde da Mulher Pós Graduação em Educação de Profissionais de Saúde: Enfermagem Renata Pires de Graduada em Enfermagem Souza COREN MG 176.060 Pós Graduação em Terapia Intensiva e Licenciatura. Cargo Professor temporário Professor temporário Professor temporário Professora temporária Professor temporário Professor temporário Na tabela abaixo está o quadro de profissionais técnico-administrativos necessários para dar suporte ao curso técnico em Enfermagem. DESCRIÇÃO QUANTIDADE Apoio Administrativo Pedagogo 01 Secretário de Registros Acadêmicos 01 Auxiliares de Secretaria 01 Coordenador de curso 01 Coordenador de Estágio 01 Diretor de Desenvolvimento Educacional 01 Coordenador Geral de Ensino 01 19. CERTIFICADOS E DIPLOMAS Os estudantes que concluírem com aproveitamento e estágio obrigatório o curso de educação profissional técnica farão jus à obtenção de diploma que possuirá validade para fins de habilitação ao exercício profissional na área de Técnico em Enfermagem. O discente deverá estar regularmente em dia com sua documentação na Seção de Registros Escolares. 20.REFERENCIAS BRASIL: Lei nº 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) – Brasília – DF. Diário Oficial da União nº 248 de 23/12/96. BRASIL: Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes da educação nacional, e dá outras providências. Brasília, 2004. BRASIL: Lei Federal nº 11.892 de 29 de dezembro de 2008 (Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e dá outras providências). Brasília, 2008. BRASIL, Ministério da Educação: Resolução nº 4 de 03 de dezembro de 1999 (Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico). Brasília, 1999. BRASIL, Ministério da Educação, CNE/CEB: Parecer nº 16/99 (Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico). Brasília 1999. BRASIL, Ministério da Educação, CNE/CEB : Resolução nº 1 de 21 janeiro de 2004 (Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos). Brasília, 2004. BRASIL,Ministério da Educação CNE/CEB: Resolução nº 3 de 9 de julho de 2008(Instituição e implantação do Catálogo Nacional do Cursos Técnicos). Brasília, 2008. BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico: Introdução. Brasília, 2000. BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico: Área Profissional Saúde. Brasília, 2000.