SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA – CONFEA Ata da Sessão Plenária Ordinária 1.399, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, realizada em 24, 25 e 26 de abril de 2013, na Sede do Confea, em Brasília. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 Às nove horas e três minutos de vinte e quatro de abril de dois mil e treze, na sede deste Conselho Federal, reuniu-se o Plenário do Confea em sua Sessão Ordinária nº 1.399, convocada na forma do que dispõe o inciso VI do Art. 55 do Regimento do Confea. A Sessão foi aberta pelo Presidente do Confea JOSÉ TADEU DA SILVA. Presentes os senhores Conselheiros Federais ANA CONSTANTINA OLIVEIRA SARMENTO DE AZEVEDO, ARCILEY ALVES PINHEIRO, CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA, DANIEL ANTONIO SALATI MARCONDES, DARLENE LEITAO E SILVA, DIRSON ARTUR FREITAG, DIXON GOMES AFONSO, FRANCISCO JOSE TEIXEIRA COELHO LADAGA, GUSTAVO JOSÉ CARDOSO BRAZ, JOAO FRANCISCO DOS ANJOS, JULIO FIALKOSKI, MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS, MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA, MELVIS BARRIOS JUNIOR E WALTER LOGATTI FILHO. REGISTRO: Ausência justificada do Conselheiro Federal José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy, se faz presente o respectivo suplente. O Mestre de Cerimônias do Confea Adahiuton Milton Belloti convidou para fazer parte da Mesa Diretora do Plenário o Coordenador do Colégio de Presidentes Engenheiro Civil Jary de Carvalho e Castro, o Coordenador do Colégio de Entidades Nacionais – CDEN Engenheiro de Alimentos Gumercindo Ferreira da Silva, o Diretor Presidente da Mútua Engenheiro Agrônomo Cláudio Pereira Calheiros e o Coordenador Nacional das Coordenadorias de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal Engenheiro Florestal Ézio Ney do Prado. I VERIFICAÇÃO DO "QUORUM" – Em havendo quórum o Presidente do Confea José Tadeu da Silva, declarou como aberto os trabalhos da Sessão Plenária Ordinária nº 1.399. II – EXECUÇÃO DO HINO NACIONAL (Decisão PL–1751/99). O Mestre de Cerimônias Adahiuton Milton Belloti, convidou a todos para ouvir o Hino Nacional Brasileiro. REGISTRO: O Presidente do Confea passou a palavra ao Mestre de Cerimônias do Confea que fez a apresentação do senhor Gunter de Moura Angelkorte que proferiu palestra sobre “Energia Nuclear no Brasil e no Mundo”. O inteiro teor dos pronunciamentos bem como as intervenções feitas pelo plenário, fazem parte da presente ata, na forma do anexo I. REGISTRO: O Mestre de Cerimônias Adahiuton Milton Belloti registrou a presença dos Diretores da Mútua Ricardo Veiga, Lino Gilberto da Sila e Luiz Alberto Freitas Pereira. Na oportunidade o Presidente do Confea registrou a presença do Presidente do Crea-AC Amarildo Uchôa Pinheiro. III) LEITURA, DISCUSSÃO E APROVAÇÃO DA ATA DA SESSÃO PLENÁRIA ORDINÁRIA Nº 1.398, REALIZADA DE 20 A 22 DE MARÇO DE 2013. O Presidente do Confea José Tadeu da Silva disponibilizou alguns minutos para que os Conselheiros se manifestassem. Não havendo nenhuma manifestação, colocou em votação a Ata da Sessão Plenária Ordinária nº 1.398, realizada de 20 a 22 de março de 2013. Aprovada. Votaram favoravelmente os Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Marcos Vinicius Santiago Silva. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Walter Logatti Filho. IV - EXPEDIENTE: a) CORRESPONDÊNCIAS RECEBIDAS. b) CORRESPONDÊNCIAS EXPEDIDAS. O Presidente do Confea José Tadeu da Silva informou que a relação dos destaques das correspondências recebidas e expedidas está disponibilizada no domínio eletrônico. Os conselheiros federais que desejarem alguma cópia poderão solicitá-la à Assistência Técnico-Administrativa ao Plenário e 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 às Comissões, por meio de formulário próprio. V – APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ATIVIDADES PELA DIRETORIA EXECUTIVA DA MÚTUA: Diretor-Presidente da Mútua de Assistência aos Profissionais Cláudio Pereira Calheiros, efetuou apresentação mediante arquivo disponibilizado aos conselheiros federais no domínio eletrônico, item “Para Conhecimento”. Houve manifestação dos Conselheiros Federais Walter Logatti Filho, Daniel Antônio Salati Marcondes, Ana Constantino Oliveira Sarmento de Azevedo e João Francisco dos Anjos e ainda do Coordenador Nacional das Coordenadorias de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal Ézio Ney do Prado. REGISTRO: O Presidente do Confea José Tadeu da Silva parabenizou os conselheiros federais aniversariante no mês de abril quais sejam: Francisco José Teixeira Coelho Ladaga que aniversariou dia 4 de abril e Arciley Alves Pinheiro que aniversariou dia 7 de abril. Destacou as datas comemorativas: dia 10 – Dia da Engenharia; dia 15 – Dia do Desenhista / Dia da Conservação do Solo; dia 21 – Dia do Metalúrgico / Dia de Tiradentes e dia 22 – Dia Internacional do Planeta Terra. VI – COMUNICAÇÕES: a) DA PRESIDÊNCIA: O Presidente do Confea José Tadeu da Silva informou que se encontra a disposição no domínio eletrônico o Informe da Presidência referente ao período de 20 de março a 23 de abril de 2013, no item “Comunicações”, bem como os informes 2ª Reunião Ordinária do CAA, realizada em 23 de abril de 2013. REGISTRO: O Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski registrou com pesar as mortes do Engenheiro Ivo Mendes Lima, ex-presidente do Crea-PR e do Engenheiro Valmir Pontes, que era conhecido Brigadeiro Valmir Pontes, solicitou ao Plenário que fizessem um minutos de silêncio em homenagem póstuma aos profissionais falecidos. Às treze horas de vinte e quatro de abril de dois mil e treze, o Presidente do Confea José Tadeu da Silva interrompeu a Sessão para almoço. Às quatorze horas e cinquenta minutos o Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski reiniciou a Sessão. VI – COMUNICAÇÕES: CONTINUAÇÃO: d) DAS COMISSÕES: d.1) COMISSÃO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL DO SISTEMA (CAIS): O Coordenador da comissão Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais cumprimentou a todos e comunicou que os informes da Cais estão disponibilizados no domínio eletrônico, item “Comunicações”. d.2) COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO, NORMAS E PROCEDIMENTOS (CONP): O Coordenador da comissão Dirson Artur Freitag cumprimentou a todos e mediante arquivo disponibilizado no domínio eletrônico, item “Comunicações”, comunicou: que a CONP esteve reunida ordinariamente nos dias 3 a 5 de abril de 2013 em Belo horizonte, agradeceu a atenção dos funcionários do Crea-MG, do vicepresidente Adriano, tendo em vista o presidente estar em viagem, não teve a oportunidade de ter contato com a comissão, agradeceu também o superintendente do Crea MG. A Comissão analisou três processos relativos a prestação de convenio, dois processos relativos a verificação de regularidade da composição plenária dos Creas, dois processos de revisão do registro das entidades de classe de ensino superior para fins de representação dos plenários dos Creas, também foram definidas as diretrizes para elaboração da composição dos plenários dos Creas e 2014. Foi apresentada a proposta do Colégio de Presidentes nº 096/2012 no sentido de revogar as resoluções 1032 e 1038 e propor estudos. A comissão recepcionou algumas das propostas e foram feitas a exposição de motivos e a comissão apresentou então uma proposta de alteração na resolução 1032 e consequentemente da 1038. A comissão apresentou também uma proposta que altera a resolução 1003/2012 e também a alteração da 1019 que dispõe da composição dos plenários. Informou sua participação durante toda a reunião do Colégio de Presidentes que aconteceu em Porto Alegre, destacou a importância de sua participação tendo em vista que a CONP foi bastante demandada naquela reunião. d.3) COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL (CEAP): O Coordenador Adjunto da Comissão Walter Logatti Filho cumprimentou a todos e mediante arquivo disponibilizado no domínio eletrônico, item “Comunicações”, comunicou na qualidade de coordenador adjunto da CEAP, que a Comissão apreciou na primeira reunião 35 assuntos, na segunda reunião 46 assuntos e na terceira reunião 75 assuntos. No informe disponibilizado na pauta eletrônica a Comissão fez uma distribuição dos processos de diplomados no exterior por Crea, que foram analisados nesses três meses, sendo a quantidade maior de processos que foram analisados pela Comissão, o Regionais que mais encaminharam foram Crea-BA e RS. O gráfico apresenta também processos distribuídos por nacionalidade e por título. Apresenta também os processos das instituições e os cursos cadastrados, destacou que houve Creas que não encaminharam ainda nenhum curso para cadastro, os que enviaram efetivamente foram Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás e Bahia. Informou que no total de instituições cadastradas existem 138 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 instituições e 333 cursos já cadastrados. Solicitou que os Regionais que aqueles que já fizeram cadastro e não enviaram, que seja feito o mais rápido possível para cadastramento, para que a CEAP, que deve formar uma força tarefa, possa analisar tendo em vista que o bom funcionamento da 1010 depende do cadastramento dos cursos. d.4) COMISSÃO DE CONTROLE E SUSTENTABILIDADE DO SISTEMA (CCSS): O Coordenador da comissão Gustavo José Cardoso Braz cumprimentou a todos e mediante arquivo disponibilizado no domínio eletrônico, item “Comunicações”, comunicou que a CCSS realizou a sua reunião em Brasília de 10 a 12 de abril de 2013 onde foram pautados 35 processos, dos quais foram exaradas 13 deliberações, 17 despachos, e o restante foram repautados. A Comissão informou que a próxima reunião está marcada de 8 a 10 de maio em Salvador - BA. d.5) COMISSÃO DE ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL (CEEP): O Coordenador da comissão Marcos Vinícius Santiago Silva cumprimentou a todos e mediante arquivo disponibilizado no domínio eletrônico, item “Comunicações”, comunicou: que a CEEP no mês de abril se reuniu em São Paulo. Informou que no mês de abril houve a segunda reunião das câmaras especializadas de engenharia civil que aconteceu em Manaus, aproveitou para agradecer ao presidente do CreaAM pela acolhida. Informou também que a reunião da coordenadoria de câmara especializada de engenharia elétrica foi realizada também de 3 a 5 de abril em João pessoa – PB, agradeceu a presidente Gilcélia pela acolhida também, na semana passada houve a primeira reunião da câmara especializada em engenharia florestal em Recife – PE, agradeceu também ao presidente José Mario pela acolhida e houve ainda uma reunião da coordenadoria da câmara especializada de engenharia e segurança do trabalho que foi realizada em Fortaleza – CE, pela qual agradeceu também ao presidente Vitor. A CEEP em sua reunião realizada em São Paulo alisou e encaminhará ao Plenário 7 (sete) assuntos diversos, 6 (seis) propostas das coordenadorias de câmaras especializadas dos Creas, 7 (sete) processos de infração ao código de ética profissional e 71 (setenta e um) processos de infração a legislação profissional totalizando 91 (noventa e um) itens de pauta. Ressaltou que as reuniões de coordenadorias que serão realizadas no mês de maio, terão na mesma data de 15 a 17 de abril, 13 (treze) reuniões de coordenadoria, mais a coordenadoria nacional das comissões de ética profissional, que acontecerá em Brasília, a reunião de geologia e minas acontecerá em Belém de 27 a 29 de maio, a reunião da câmara especializada industrial será realizada em Florianópolis – SC e também a reunião das coordenadorias de câmara especializada da engenharia de agrimensura que acontecerá no mesmo período de 15 a 17 de abril em Cuiabá e da câmara nacional especializada em agronomia acontecerá de 15 a 17 em Rio Branco no Acre. d.6) COMISSÃO DO MÉRITO (CM) O Chanceler da comissão Walter Logatti Filho cumprimentou a todos e mediante arquivo disponibilizado no domínio eletrônico, item “Comunicações”, comunicou que a Comissão fez várias reuniões, onde já determinou vários assuntos pertinentes ao evento. Foi encaminhado e reiterado o ofício a todas as instituições representativas do sistema, informando que 30 de abril, é o prazo final para as indicações, tanto do livro do mérito, quanto da medalha do mérito. Informou que a próxima reunião está marcada dia 16 de maio, onde serão analisadas todas as indicações para chegar aos 24 homenageados. Destacou que a Comissão está visando dar um “up” na homenagem que é o ponto alto da abertura da SOEA, tendo em vista que nas últimas SOEAs, segundo opinião da comissão, o evento se tornou cansativo, então está se pensando em alguma coisa diferente para agilizar, ao mesmo tempo, dar um destaque maior ao homenageado no palco, de forma que os homenageados permaneçam durante a homenagem se ter que ficar subindo e descendo do palco, uma vez que sempre há homenageados com idade avançada. Informou que a Comissão está empenhada em resolver essa questão. d.7) COMISSÃO ELEITORAL FEDERAL (CEF) O Coordenador da comissão Francisco José Teixeira Coelho Ladaga cumprimentou a todos e comunicou que a Comissão Eleitoral deliberou e encaminhou para o Plenário a proposta de calendário eleitoral e também encaminhou à CONP o questionamento da substituição das vagas do plenário, tendo em vista que compete a CONP a deliberação e ao plenário a decisão. Destacou que a CEF tem um pedido de alteração da data prevista anteriormente. d.8) COMISSÃO ORGANIZADORA DA 69ª SOEAA – SEMANA OFICIAL DA ENGENHARIA E AGRONOMIA: O Secretário da Consoea Renato Costa cumprimentou a todos e mediante arquivo disponibilizado no domínio eletrônico, item “Comunicações”, apresentou a o espaço onde será realizada a 70ª SOEA e o 8º CNP, bem como apresentou a planta do Centro de Eventos ExpoGramado. Destacou a programação geral da 70ª SOEA e a programação geral da 1ª etapa do 8º CNP. Informou ainda sobre os valores 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 das taxas de inscrições e a demanda nas reservas dos hotéis para o período. Houve manifestação do Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior. e) DAS REPRESENTAÇÕES: e.1) COLÉGIO DE ENTIDADES NACIONAI (CDEN): Coordenador do Colégio de Entidades Gumercindo Ferreira da Silva cumprimentou a todos e fez o seguinte pronunciamento: Boa tarde, presidente em exercício, senhores conselheiros, senhoras conselheiras. Boa tarde, internautas. Eu quero fazer uma observação referente à palestra que tivemos hoje, na parte da manhã, sobre a questão da energia nuclear, o quanto a engenharia está envolvida com essa questão da engenharia nuclear. Nós ouvimos bastante sobre a questão da eletricidade, geração de energia elétrica com o uso da energia nuclear. Mas a energia nuclear está presente em nossas vidas muito mais do que isso, todos nós já passamos por uma máquina de raios-X, que nada mais é que radiação nuclear. Quando ele colocou a questão dos rejeitos, que eles tem um controle fantástico, a engenharia tem um controle dos rejeitos da engenharia nuclear, mas eu destaco o ocorrido em Goiânia, com o caso do Césio 137, que foi um desastre nuclear que tivemos no Brasil e nada mais por conta de uma cápsula de raio-X odontológico, que foi descartada erroneamente, gerando toda aquela catástrofe. A única questão é que lá era césio 137. Eu quero fazer um destaque importante, que o Brasil tem a maior empresa da América Latina de esterilização por meio de radiação nuclear. Quando a CBE, companhia brasileira de esterilização, se fundiu com a Embrarad, ali formou-se a maior empresa da América Latina, eles trabalham muito com questões cirúrgicas, com fraldas, questões farmacêuticas e também com alimentos. Muitos aqui, que tem o habito de comer salgadinhos no aeroporto, aqueles pacotinhos de salgadinhos snacks, que a gente compra, provavelmente já comeram ali tubérculos irradiados, que passaram por irradiação nuclear. O Brasil é um grande exportador de frutas e tubérculos irradiados com radiação nuclear. Isso é muito utilizado para questão de inibição, para conservação dos alimentos. O Brasil também tem um trabalho muito bom na parte de entomologia, que é controle de pragas, radiação nuclear para controle de pragas, de insetos, feito em lavoura. Eu destaco o trabalho que é feito em Piracicaba, na Esalq, no centro de energia nuclear na agricultura, isso é um trabalho muito bonito para a gente olhar. Bom, o CDEN está com uma necessidade de uma reunião extraordinária, devido às demandas que estão ocorrendo, uma delas é a questão da federalização do Confea, do plenário do Confea, outra é a questão do projeto de lei do Senador Fernando Collor, que também coloca, colocamos uma emenda ao projeto, onde as entidades de classe passam a ter um papel importante e uma valorização muito grande. Então, o CDEN vai precisar do apoio de todos para que essa reunião possa acontecer extraordinariamente e que ele possa levar sua posição, enquanto órgão representativo das entidades de classe. e.2) COORDENADORIAS DE CÂMARAS ESPECIALIZADAS DOS CREAS: Engenheiro Florestal Ézio Ney do Prado, representante das Coordenadorias de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal, cumprimentou a todos e fez o seguinte pronunciamento: Eu quero aproveitar a oportunidade de estar falando a primeira vez nesse plenário para vocês e nesse momento agradecer ao plenário, um agradecimento que eu já fiz pessoalmente a alguns conselheiros que tivemos contato na primeira reunião aqui em Brasília, pelo apoio que vocês deram para a engenharia florestal nessa criação da câmara nacional. De inicio o que temos de informe ainda é pouco, nós estivemos reunidos na semana passada de 15 a 17 de abril na segunda reunião da câmara de engenharia florestal onde a gente até considerou como a primeira reunião formal realizada pela câmara onde a gente teve as primeiras discussões sobre a engenharia florestal, onde o principal debate foi a questão de sombreamento das disciplinas de outros cursos que sombreia a área da engenharia florestal que é uma preocupação grande da engenharia florestal, outro que mais deu embate na discussão foi a questão de criação de novos cursos, do jeito que está sendo criado a entrada de cursos que tem atribuições que atingem toda a área do sistema Confea Crea e a gente está preocupado, inclusive até criamos um grupo de trabalho que vai amadurecendo essa ideia e criar dados e subsidio para a próxima reunião que vai ser realizada em agosto no Amapá para que a gente tire um documento até para trazer junto ao Confea para que essa discussão seja elevada a nível de Creas e Confea, porque o que a gente vê, por exemplo, uma discussão que a gente deu enfoque maior foi sobre a questão da PL 2664/2011 que regulamenta a profissão do gestor ambiental, então são cursos que está sendo criado, são atribuições que são dadas pelos conselhos, independente do sistema Confea/Crea e automaticamente atinge toda área de atuação dos profissionais do sistema, então é a preocupação que a gente teve e discutimos bastante nessa questão. A gente vai amadurecer a questão da engenharia florestal, mas isso 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 também já é um alerta para o sistema, são cursos que estão sendo criados e a gente vê vários cursos que tem atribuições distintas e de toda maneira atingem todos os profissionais do sistema Confea/Crea e acho que é uma questão que está na hora de acordarmos e começarmos a tomar algumas atitudes quanto a questão desses cursos. Outra questão que foi discutida também foi à questão de criação de novas câmaras, a gente já teve alguns encaminhamentos para a criação de novas câmaras para ajudar no fortalecimento dessa luta nossa agora da engenharia florestal como a câmara nova e com isso a gente ter um respaldo maior junto a esse conselho, a gente quer agradecer toda a contribuição que vocês deram nesse inicio de caminhada. f) DOS CONSELHEIROS FEDERAIS: f.1) Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes fez o seguinte pronunciamento: Eu gostaria de emitir uma opinião a respeito do relatório do colega Kleber que esteve em Londres em um evento de segurança alimentar. A pormenorizada narrativa do Conselheiro Kleber, ao relatar as apresentações dos panelistas internacionais, não só nos dá uma perspectiva mais ampliada que está se discutindo sobre o tema no momento, como demonstra a importância e necessidade da consolidação de um programa que garanta o envio de profissionais a eventos desta natureza, que nos permitam acesso imediato às inovações, tendências e pesquisas tecnocientíficas. Ele também salienta fato de a temática do referido evento internacional estar diretamente associada com a do maior evento de Agronomia no Brasil e o quão importantes serão os subsídios gerados por sua participação para a “qualificação do debate sobre a política de Segurança Alimentar no Brasil e do Brasil para o mundo!” Temas como: desafio da produção mundial de alimentos, redução na aplicação de pesticidas, manejo integrado de pragas, necessidade de tecnologias mais acessíveis para o controle de pragas, melhoramento genético das plantas, equilíbrio do efeito estufa, reciclagem de resíduos orgânicos foram apresentados ao lado de problemas como a degradação do solo, menção a áreas polêmicas como biologia sintética, bioenergia, segurança alimentar global, entre tantas outras. A mesclagem de profissionais de diversas áreas, gerou apresentações como a “Intensificação da Sustentabilidade da Agricultura e Segurança Alimentar”, do engajamento da sociedade para segurança alimentar ou da necessidade de uma definição precisa do termo “segurança alimentar global.” Fundamental destacar a observação do Conselheiro Kleber sobre a ausência de outras instituições brasileiras, em um fórum internacional onde seriam discutidos temas de interesse primordial para o Brasil, importante exportador mundial de gêneros alimentícios. Nosso colega registra que o Confea foi a única instituição brasileira presente “em que pese o Brasil ser citado várias vezes, até pela pujança de sua agricultura e liderança mundial.” O Conselheiro Kleber ressalta na conclusão de seu relato, uma questão abordada por ele anteriormente, que também reputo de suma importância e que se refere ao destino dado pelo Confea aos inúmeros relatórios elaborados e entregues por profissionais e indaga sobre a existência de uma biblioteconomia, sobre a divulgação dos trabalhos junto às instituições profissionais, sobre a sistematização das sugestões detalhadas nos relatórios de viagens internacionais, visando ao aprimoramento da participação do Confea e dos itens a profissional no escopo internacional. Para concluir, sugiro aos colegas que leiam integralmente o relatório do Conselheiro Kleber o que, certamente, vai ampliar seus conhecimentos e abrir espaço para novas indagações de cunho profissional. f.2) Conselheiro Federal João Francisco dos Anjos cumprimentou a todos e fez o seguinte pronunciamento: Minha manifestação é no sentido de comunicar um ato de exorbitância do governo do estado de Rondônia. No dia 15 de março passado ele publicou a Lei 2596 onde dá atribuições para uma série de profissionais e exclui engenheiros agrônomos e florestais. Vou ler aqui o preâmbulo. “as empresas potencialmente poluidoras ficam obrigadas a contratar pelo menos um responsável técnico ambiental sempre de acordo com a necessidade operacional de desenvolvimento na forma da presente lei. O responsável técnico ambiental poderá ser: I - Técnico em Meio Ambiente; II Técnico com formação em Gestão Ambiental; III - Engenheiro Ambiental; IV - Engenheiro Químico; V - Engenheiro Industrial; VI - Químico; VII - Tecnólogo em Gestão Ambiental; e VIII – Profissional em Gestão Sanitária e Ambiental.” A lei excluiu os engenheiros agrônomos e ambientais. Eu acho que isso é um ato de exorbitância, acho que o governo do estado não tem esse poder e está contra a lei maior que é a 5194/66. Era essa minha manifestação. f.3) Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais fez o seguinte pronunciamento: Talvez alguns não saibam, é que a SOEA de 2014 será em Teresina Piauí, depois de 70 anos estaremos sediando a SOEA e vamos recebê-los de braços abertos. Quem 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 não conhece Teresina vai se surpreender, é uma bela cidade de cerca de 900 mil habitantes e por ela passa o rio Parnaíba, o maior rio do nordeste, que encontra com o Rio Puti que nasce no Ceará e deságua no oceano atlântico, Teresina tem uma das redes hospitalares mais modernas no país, lá se faz transplantes, temos um atendimento de ponta, se destaca também na área de educação e na área de serviços, então não faltem, tenho certeza que apesar do desafio e do talento do povo do Rio Grande do Sul que vai sediar uma grande semana, eu tenho certeza que nós vamos igualar ou superar gramado. f.4) Conselheiro Federal Walter Logatti Filho fez o seguinte pronunciamento: Primeiro quero agradecer as manifestações na minha ausência, fiquei primeiramente meio resfriado, cheguei até a pensar que eu estava com aquela gripe suína, mas no final tudo bem. Aproveito e conclamo aos colegas, o Ricardo Veiga principalmente que até sexta feira tem a vacina anti-gripe para maiores de 60 anos, eu conclamo todos os engenheiro a tomar a vacina de 60 anos. Queria também agradecer aos colegas da CEAP e da comissão do mérito, ao Melvis ao Baracuhy, eu não pude comparecer a essas últimas reuniões e o espetáculo não pode parar então seguiu normalmente e agora estamos retornando e finalmente agradecer ao Crea RS, a única atividade que tivemos na semana passada na reunião da CONSOEA onde deliberamos vários assuntos representando a comissão do mérito. f.5) Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag fez o seguinte pronunciamento: senhor presidente e senhores conselheiros, gostaria de me manifestar com relação ao trabalho importante que foi feito ontem e hoje na sequência de um grupo de engenheiros agrônomos que estiveram no congresso nacional no gabinete do deputado Onix Lorenzoni no sentido de levar informações para se contrapor ao projeto de lei 24/2008 que trata da exclusividade da atividade de zootecnistas. Essa comissão foi composta pelos engenheiros agrônomos Angelo Pito presidente da CONFAIA, Geraldo Ferregueti, presidente da associação dos engenheiros agrônomos do Ceará o Ézio, o coordenador das câmaras especializadas de agronomia o Juarez Lopes e professor Luiz Antonio do Paraná. Há algum tempo a agronomia do Brasil vem lutando para que esse projeto de lei seja arquivado porque nós entendemos que a atividade de zootecnia também é atividade do profissional da agronomia, então só fazer esse registro e contar com o apoio dos colegas desse plenário no sentido de mobilizarem e sensibilizarem os deputados do seu estado no sentido de que não prospera essa proposta, é mais uma dos projetos de lei que tramita no congresso nacional que confronta ou afrontam diretamente as atribuições dos profissionais do Confea/Crea. Gostaria de deixar registrado o excelente trabalho realizado ontem e hoje, eles aguardavam a possibilidade de ter uma audiência com o autor do projeto de lei, não foi possível e com certeza as ações daqui para frente serão mais orquestradas e ordenadas no sentido de que haja uma unidade de pensamento em relação a essa questão. Então fica registrado aqui e parabenizado essa equipe. f.6) Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga fez o seguinte pronunciamento: Três preocupações, a reserva de hotel na SOEA já está sendo feita, inclusive se exigindo o pagamento adiantado, não sei como fica, porque o medo de chegar lá e não ter hotel, então gostaria que o Confea já liberasse pelo menos uma parcela para a gente pagar esse hotel com antecipação para não correr o risco de ficar sem hotel, então sugiro que a gente tome alguma providencia, alguns Creas estão fazendo isso, antecipando o valor de pagamento de hotel para poder se viabilizar e efetivar esse registro, essa vaga já garantida para a gente poder ficar junto ou ficar com os Creas, a cobrança antecipada é R$ 400,00 por diária, 5 dias são dois mil reais. Então gostaria de sugerir que se pensasse alguma coisa dessa forma. Gostaria também de colocar que corre aí nos emails da vida o acordo que o governo brasileiro e eu sei que pelo relato da Ana na última plenária, eu não estava presente, mas li a ata, de que a comissão de educação esteve no MEC e uma das preocupações foi esse convênio com Portugal, mas o convênio com Portugal conforme corre ai boca fechada no Brasil, que é uma articulação do Confea, ela deixa de ser uma articulação do Confea porque passa a ser uma articulação do MEC e aí o MEC está fechando o convênio com 7 ou 5 universidade brasileiras para fazer a revalidação dos diplomas com todas universidades de Portugal. Eu já coloquei isso claro e estou tendo apoio do Logatti e do Fabio que me propôs fazer um estudo do currículo do engenheiro português para a gente fazer uma declaração, porque com o processo de Bolonhas se faz três anos lá, em três anos ele sai engenheiro técnico, esse é o termo que eles estão usando e antigamente esse engenheiro técnico não tinha registro na ordem dos engenheiros, hoje ele já tem. Se sai aí com 5 anos ele sai engenheiro pleno, mas com título de mestre, isso é para a Europa inteira, quem é da academia sabe que os títulos nos concursos públicos, um 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 título desses consegue colocar a pessoa a frente de qualquer outro profissional brasileiro, eu não acho isso justo, porque se a formação de 5 anos é equivalente a nossa formação e estamos aceitando que ele venha com título de mestre me parece que cabe a nós também como profissionais zelar pela sociedade, pelos profissionais, é entrar no mérito dessa discussão e discutir com o governo como fica esse encaminhamento. Então estou me colocando a disposição da CEAP, se tiver qualquer posição dessa discussão eu gostaria de participar se me permitirem, mas acho que a gente deveria fazer um movimento, uma discussão com o MEC e também o CDEN, porque envolve todos os profissionais. Outra coisa, hoje saiu publicado em 24/04/2013 as 10 horas que o desemprego cresce em 7 capitais do país, inclusive recife, então tem aqui Belo Horizonte menos 1,3. Fortaleza menos 1,7. Recife menos 1,9. Porto Alegre tem uma taxa pequena que é 0,5. Mas também já esta atingindo um índice de desemprego. Isso foi publicado, não sou eu que estou falando, então compete eu falar isso, porque eu estive em Portugal e eu tive o cuidado e o zelo de conversar com profissionais formados em Portugal que de uma forma delicada disseram que o processo de Bolonhas é um grande erro, que esse engenheiro técnico de três anos sai e não tem conhecimento para nada. O Ricardo Veiga lembra que tentaram colocar isso aqui no Brasil também, mas graças a Deus não conseguiram e hoje eu fico em dúvida, se o governo está querendo trazer todo mundo para cá, se isso é bom ou ruim. Outra grande preocupação é que o governo brasileiro vai lá e coloca claramente, isso eu não fiquei sabendo por outra pessoa, eu fiquei sabendo por pessoas que não tinham nada haver com a engenharia de que o governo vai lá e coloca, que aqui não existem profissionais para suprir o mercado e eu não vejo uma estatística de que realmente está faltando. f.7) Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior fez o seguinte pronunciamento quanto ao que foi falado pelo Conselheiro Federal Ladaga: O Pessoal que solicita vaga, que está desempregado, pessoal com mestrado, com doutorado. Agora, o Confea assiste, novamente, de braços cruzados, preocupados em questiúnculas internas, em politicagens, aliás, nem isso consegue fazer, o email do Confea não funcionou durante toda semana, nada funciona aqui na casa hoje. Mas essa questão está na hora dos dirigentes, presidente, diretoria, terem hombridade suficiente de enfrentar essa questão, se vai contrariar o governo, se vai contrariar o MEC, se vai contrariar a Casa Civil, isso é outro problema, nós temos que assumir a defesa da engenharia brasileira nessa casa, que é muito difícil para nós, isoladamente, conselheiros, assumirmos esse papel, muitos de nós temos feitos alguma força, algum embate, estivemos em Portugal, a gente fez o enfrentamento. Temos feito esse enfrentamento através de alguns artigos da imprensa aqui no Brasil, felizmente eu tenho um artigo que hoje tem mais de 10 mil acessos, engenharia brasileira em perigo. Agora, o Confea continua silenciado, dormindo, assistindo, se omitindo, me faltam adjetivos. Então, cabe a casa assumir essa responsabilidade, não é mais possível essa questão estar sendo debatida em todos os meios de comunicação e nós não temos uma nota oficial do Confea, nós não temos posicionamento do Confea para dizer que não falta engenheiro, para dizer que nós não temos que dar esse reconhecimento automático como os portugueses querem criar no nosso mercado de trabalho. Então, é minha indignação com os dirigentes dessa casa, que tem recursos, que tem capacidade de fazer enfrentamento, mas não o fazem, talvez por medo, por omissão, por interesses ocultos, não sei. Da minha parte, Ladaga, eu sei que a gente procura fazer o possível, mas quem tem que assumir a vanguarda e o embate dessa questão é o Confea. f.8) Conselheiro Federal Ana Constantino Oliveira Sarmento de Azevedo fez o seguinte pronunciamento: Senhores, boa tarde. Eu gostaria de fazer um comentário, até por fazer parte da CEAP, da comissão de atribuição. Nós temos tido um cuidado muito grande na análise desses processos, nas revalidações e nas conferências de atribuições dos profissionais estrangeiros. Digo com muita propriedade e sem nenhum descuido ou nenhuma preocupação de estar sendo leviana, de que o tratamento que se está sendo dado aos estrangeiros, na revalidação dos seus currículos e dos seus processos, é igualmente ao do profissional do nosso país, ele não pode ter outro peso que não seja o peso da legislação que é para o brasileiro. Foi dito aqui, no começo do dia, que o brasileiro não pode querer ser tratado como o melhor ser do país em nenhum outro lugar que não seja o país dele, então, eu não posso dar prerrogativas que favoreçam a nenhum outro povo, melhor que meu povo. Agora, conselheiro Melvis, eu tenho uma preocupação, quando a gente coloca o peso dentro de uma mesa diretora, dessa responsabilidade de dar essa resposta a sociedade. Eu trago aqui uma decisão plenária, essa história não me desce ainda, porque saiu daqui essa decisão plenária, quando a gente 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 concedeu atribuição a profissionais graduados em engenharia de segurança, isso a gente também fez na plenária, a gente vírgula, eu não fiz. O nosso discurso aqui, quer dizer, o discurso para que isso fosse aprovado era que tinham inocentes, crianças do outro lado, um presidente de um sindicato que só apareceu aqui nas três últimas plenárias para poder fazer pressão da decisão que ele queria, que prevaleceu a vontade dele, de um sindicato sobre todos os profissionais que são sindicalizados e ele não reconheceu, nesse momento, que a gente tem o tempo todo medo de mandatos de segurança, porque se eu não fizer isso vai ter um mandato de segurança, se eu não fizer aquilo vai ter um mandato de segurança. Aí a gente fica a bel prazer, quando me convém, quando é bonito, quando não vai doer muito, vamos para o lado de cá. Então, acho que a gente precisa ter coerência nessa postura de cobrança, tem que cobrar sim, a gente precisa que a mesa diretora seja uma voz externa dos anseios desse plenário, porque ela é quem tem a relação institucional, mas quando a gente está dando nosso voto nas matérias analisadas, a gente precisa ter essa coerência. A gente abriu aqui, há 30 dias, as portas para uma engenharia de segurança de graduação, que eu não vejo a mínima condição de acontecer, que digo com toda sinceridade, atribuição que se eu for dar, se eu tivesse que dar a um profissional desse seria de técnico de segurança, porque não tem nenhum conhecimento de engenharia. Eu não vejo consonância na fala e na ação, eu preciso que a gente tenha esse equilíbrio de cobrar, fazer com que as coisas sejam realmente efetivas no pensamento, porém na hora em que a gente está votando, essa coerência não está sendo traduzida na fala. f.9) Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes fez o seguinte pronunciamento: Senhor Presidente, eu lamento profundamente que exista um pronunciamento dessa natureza. Quem conhece a legislação educacional e conhece a legislação profissional sabe perfeitamente que nós não podemos deixar de reconhecer um curso que é reconhecido pelo MEC, aprovado pelo MEC. Então, eu sinto uma declaração dessa ordem, nessa casa, porque todas as opiniões são respeitadas, mas principalmente a legislação nesse país. Sinto profundamente. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: a) AD REFERENDUM: 1) Protocolo: CF-0571/2013. Interessado: Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo - IBAPE/SP. Assunto: Aprovar apoio do Confea junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT à criação de comissão de estudos para publicação de norma de inspeção predial e outras providências. Portaria AD nº 069, de 7 de março de 2013. Referendada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Interessado: Creas AC, AL, AM,AP, MA, PB, PI, RN, RO, RR, SE e TO. Assunto: Suspende a Decisão nº PL-0293/2013, que aprovou o custeio de despesas com deslocamentos aéreos e terrestres e com diárias para os entes legitimados, inerentes às reuniões que ocorrerão em abril e maio de 2013, do Colégio de Presidentes, das Coordenadorias de Câmaras Especializadas, da Coordenadoria de Comissões de Ética, do Fórum Nacional de Creas Juniores e dos Regionais com participação de até 1%. Portaria AD nº 081, de 27 de março de 2013. Referendada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: b) PEDIDO DE VISTA: 1) Protocolos: CF-3036/2008, CF-1226/2009 e CF-1296/2010 (Dossiê). Interessado: Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agronomia CCEAGRO. Assunto: Salário Mínimo Profissional – Súmula Vinculante. Deliberação 014/2013-CAIS - Relator: Conselheiro Federal Marcos Vinicius Santiago. Acatadas pelo Plenário as razões do conselheiro relator para apresentar o relatório e voto fundamentado em pedido de vista, na Sessão Plenária Ordinária 1.400, que será realizada de 22 a 24 de maio de 2013. 2) Processo: CF-1285/2009. Interessado: Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP. Assunto: Registro de entidade de classe. Deliberação 019/2013-CONP - Relator: Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes. Aprovado o Relatório e Voto Fundamentado em Pedido de Vista exarado pelo Conselheiro Federal Daniel Salati Marcondes, denominado Proposta 2. Votaram favoravelmente à proposta 1 os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, 443 444 445 446 447 448 449 450 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag e Melvis Barrios Junior. Votaram favoravelmente à proposta 2 os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. As discussões e manifestações feitas em Plenário referentes à matéria constarão desta ata, na forma do Anexo II. 3) Processo: CF-1462/2011. Interessado: Crea-RJ. Assunto: Verificação de regularidade da composição plenária do Crea-RJ, exercício 2012. Deliberação 034/2013-CONP - Relator: Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro. Acatadas pelo Plenário as razões do conselheiro relator para apresentar o relatório e voto fundamentado em pedido de vista, na Sessão Plenária Ordinária 1.400, que será realizada de 22 a 24 de maio de 2013. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: c) PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO: 1) Processo: CF-2538/2002. Interessado: Crea-AP. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão nº PL-1100 que não homologou a revisão de registro da Associação Profissional dos Técnicos Industriais de 2º grau do Estado do Amapá – ATA. Relator: Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. REGISTRO: Face ausência momentânea do Presidente do Confea José Tadeu da Silva e do Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski o Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro assumiu a condução dos trabalhos. 2) Processo: CF-0414/2012. Interessado: Nacional Gás Butano Distribuidora Ltda. Assunto: Pedido de Reconsideração da Decisão nº PL-1762/2012 que manteve o Auto de Infração e Notificação nº2007/8-020837-001, do Crea-PR, por infração ao art. 59 da Lei 5.194, de 1966. Relator: Conselheiro Federal João Francisco dos Anjos. Aprovado o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. 3) Processo: CF-1198/2012. Interessado: Higi Serviços de Limpeza e Conservação Ltda. Assunto: Pedido de Reconsideração da Decisão nº 1775/2012, que manteve o Auto de Infração e Notificação nº 2007/8-029380-001, do CreaPR, por infração ao art. 59 da Lei 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Relator: Conselheiro Federal João Francisco dos Anjos. Aprovado o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag. 4) Processo: CF-1133/2012. Interessado: Elevadores Otis Ltda. Assunto: Pedido de Reconsideração à Decisão do Confea PL-2216/2012, que manteve o Auto de Infração e Notificação nº 2009/8-325987-001, lavrado pelo Crea-PR, por infração ao art. 1º da Lei nº 6.496, de 1977. Relator: Conselheira Federal Darlene Leitão Silva. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. REGISTRO: O Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski assumiu a condição dos trabalhos. 5) Processo: CF-0895/2012. Interessado: Hazime Industrial e Comercial Ltda. Assunto: Pedido de Reconsideração à Decisão do Confea PL-1770/2012, que manteve o Auto de Notificação e Infração n° 525.209, lavrado pelo Crea-SP, por infração ao art. 59 da Lei nº 5.194/1966. Relator: Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Moraes. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais 500 501 502 503 504 505 506 507 508 509 510 511 512 513 514 515 516 517 518 519 520 521 522 523 524 525 526 527 528 529 530 531 532 533 534 535 536 537 538 539 540 541 542 543 544 545 546 547 548 549 550 551 552 553 554 555 556 Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 6) Processo: CF-1621/2010. Interessado: Torrefação e Moagem de Café Tupã Ltda. Assunto: Pedido de Reconsideração à Decisão do Confea PL-0416/2012, que negou provimento à Reconsideração da PL-0691/2011, na qual a interessada solicitava o cancelamento de Auto de Infração nº 0232181. Relatora: Conselheira Federal Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 7) Processo: CF-1480/2010. Interessado: Município de David Canabarro. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão PL-1807/2010, do Confea, que manteve o Auto de Infração nº 2008002967, por infração ao §2º do art. 59 da Lei 6.496, de 1977. Relator: Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. 8) Processo: CF-1484/2010. Interessado: Município de David Canabarro. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão PL-1808/2010, do Confea, que manteve o Auto de Infração nº 2008002899, por infração ao §2º do art. 59 da Lei 6.496, de 1977. Relator: Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 9) Processo: CF-2300/2011. Interessado: Fertilize Agrícola Ltda. Assunto: Pedido de reconsideração à Decisão Plenária do Confea PL-1307/2012, de 03 de setembro de 2012, que decidiu manter o Auto de Infração e Notificação nº 2005/8024104-001, lavrado por infração ao art. 59 da Lei nº 5.194, de 1966. Relator: Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 10) Processo: CF-0537/2011. Interessado: Formalix Produtos Químicos Ltda-ME. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão nº PL0455/2012, do Confea, que manteve o Auto de Notificação e Infração nº 2625768 do Crea-SP, lavrado por infração ao art. 59 da Lei nº 5.194/1966. Relator: Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 11) Processo: CF1951/2010. Interessado: José Galves Leal. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão nº PL-1821/2012, do Confea, que manteve o Auto de Notificação e Infração n° 64268 do Crea-SP, lavrado por infração à alínea “b” do art. 6° da Lei n° 5.194/1966. Relator: Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, 557 558 559 560 561 562 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574 575 576 577 578 579 580 581 582 583 584 585 586 587 588 589 590 591 592 593 594 595 596 597 598 599 600 601 602 603 604 605 606 607 608 609 610 611 612 613 Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 12) Processo: CF-1640/2012. Interessado: Crea-MA. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão nº PL-0028/2013, do Confea, que aprova a Deliberação nº 514/2012 – CCSS, denominada Proposta 1, que concluiu por dar conhecimento da presente denúncia ao Tribunal de Contas. Relator: Conselheiro Federal Júlio Fialkoski. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 13) Processo: CF-1859/2011. Interessado: Sociedade Técnica Mineira Ltda. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão nº PL-1751/2012 que manteve o Auto de Infração nº 2009002757, por infração ao art. 59 da Lei 5.194, de 1966, do Crea-MG. Relator: Conselheiro Federal Cleudson Campos de Anchieta. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 14) Processo: CF1717/2011. Interessado: Beaulieu do Brasil Indústria de Carpetes Ltda. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-1305/2012, que manteve o Auto de Infração e Notificação nº 2006/7-103040-7/IPGO, lavrado pelo Crea-PR, por infração ao art. 59 da Lei nº 5.194/66. Relator: Conselheiro Federal Cleudson Campos de Anchieta. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 15) Processo: CF-1006/2011. Interessado: ED Plastic Indústria e Comércio de Embalagens Ltda. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-1278/2012, que manteve o Auto de Notificação e Infração n° 2625754 do Crea-SP, lavrado por infração ao art. 59 da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Relator: Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 16) Processo: CF-0559/2011. Interessado: RM – Indústria e Comércio de Aço Inoxidável Ltda. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-0600/2012, que manteve o Auto de Notificação e Infração nº 0191088 do Crea-SP, lavrado por infração à alínea “a” do art. 6º da Lei nº 5.194, de 1966. Relator: Conselheiro Federal Cleudson Campos de Anchieta. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 17) Processo: CF0996/2011. Interessado: Rodnei Fornasier de Morais. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-1235/2012, que manteve o Auto de Infração nº 2008002198 do CreaMG, lavrado por infração à alínea “a” do art. 6º da Lei nº 5.194, de 1966. Relator: Conselheiro Federal Cleudson Campos de Anchieta. Aprovado, por unanimidade, o 614 615 616 617 618 619 620 621 622 623 624 625 626 627 628 629 630 631 632 633 634 635 636 637 638 639 640 641 642 643 644 645 646 647 648 649 650 651 652 653 654 655 656 657 658 659 660 661 662 663 664 665 666 667 668 669 670 relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 18) Processo: CF0505/2012. Interessado: José Leitão de Almeida Viana. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-1542/2012, que decidiu arquivar o processo de recurso contra a Decisão Plenária nº 0143/2012 do Crea-PA. Relator: Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Ás dezenove horas e vinte e dois minutos de vinte e quatro de abril de dois mil e treze, o Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski interrompeu os trabalhos da Sessão Plenária Ordinária nº 1.399. Às nove horas e quinze minutos de vinte e cinco de abril de dois mil e treze o Presidente Confea José Tadeu da Silva reiniciou a Sessão Plenária Ordinária nº 1.399. REGISTRO: O Presidente do Confea solicitou ao Plenário votar a indicação da Conselheira Federal Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo para acompanhar os trabalhos da Comissão de Estudos para publicação de Norma de Inspeção Predial, a qual foi aprovado o mérito da proposta de apoio do Confea junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas, por meio da Portaria AD 069, de 7 de março de 2013 e referendada por este Plenário. Aprovada por unanimidade. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: c) PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO: CONTINUAÇÃO: 19) Processo: CF-1054/2011. Interessado: Trimédica Ltda. Assunto: Pedido de Reconsideração à Decisão Confea PL-1778, de 4 de outubro de 2012, a qual deliberou em manter o Auto de Infração nº 2009002614, por infração ao art. 1º, da Lei nº 6.496. Relator: Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: d) CONSELHO DIRETOR: Protocolo: CF-0513/2013. Interessado: Eng. Agr. Kleber Souza dos Santos. Assunto: Relatório Técnico Informativo sobre a participação no “Food Security 2012 – Sustainable: miracle or mirage?”, nos dias 10 e 11 de dezembro de 2012, em Londres, Reino Unido”. Decisão nº CD-032/2013. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.1) CEAP – COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL: 1) Processo: CF-0124/2013. Interessado: Andrea Fabiana Zanicoski Almada Ynsfran. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheira Civil. Deliberação 0029/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Processo: CF0108/2013. Interessado: Paulo David Alencar da Silveira. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro de Petróleo. Deliberação 0031/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José 671 672 673 674 675 676 677 678 679 680 681 682 683 684 685 686 687 688 689 690 691 692 693 694 695 696 697 698 699 700 701 702 703 704 705 706 707 708 709 710 711 712 713 714 715 716 717 718 719 720 721 722 723 724 725 726 727 Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 3) Processo: CF-2278/2012. Interessado: Mário Rui Rodrigues Vieira de Castro. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro Civil. Deliberação 0032/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 4) Processo: CF-2186/2012. Interessado: Paulo Cesar Flores Cerna. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro Mecânico. Deliberação 0033/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 5) Processo: CF-2263/2012. Interessado: Farid Alejandro Abdalah Rodriguez. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro Mecânico. Deliberação 010/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 6) Processo: CF-0262/2013. Interessado: Carlos Manuel Camarate Campos Palma. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro Mecânico. Deliberação 014/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 7) Processo: CF-0298/2013. Interessado: Cristian Ricardo Eduardo Reyes Dueñas. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro Eletricista – Eletrônica. Deliberação 016/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 8) Processo: CF-2045/2012. Interessado: Sônia Ticianeli Mucciolo. Assunto: Anotação em carteira de título de pós-graduação realizado no exterior. Deliberação 018/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 9) Processo: CF2244/2012. Interessado: Dino Miguel Arcanjo Costa. Assunto: Registro de diplomado no exterior, Engenheiro Civil. Deliberação 054/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 10) Processo: CF0309/2013. Interessado: Gabriela Meurer Lemes. Assunto: Registro de diplomado no exterior, Engenheira de Produção. Deliberação 055/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho 728 729 730 731 732 733 734 735 736 737 738 739 740 741 742 743 744 745 746 747 748 749 750 751 752 753 754 755 756 757 758 759 760 761 762 763 764 765 766 767 768 769 770 771 772 773 774 775 776 777 778 779 780 781 782 783 784 Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 11) Processo: CF2078/2008. Interessado: Fernando Minoru Hanaga. Assunto: Registro de diplomado no exterior, não homologação. Deliberação 056/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 12) Processo: CF0256/2013. Interessado: Jorge Agostinho Marques Teixeira Pinho. Assunto: Registro de diplomado no exterior, Engenheiro Civil. Deliberação 057/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 13) Processo: CF-1425/2012. Interessado: Paulo Jorge Proença Veloso Reis de Carvalho. Assunto: Registro de Diplomado no Exterior, Engenheiro Civil. Deliberação 0030/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga solicitou vistas do processo. Vista concedida. 14) Processo: CF-1370/2011. Interessado: Centro de Ensino Superior do Vale do Parnaíba. Assunto: Cadastramento do curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. Deliberação 068/2013-CEAP. Retirado de Pauta. 15) Processo: CF-1440/2010. Interessado: Instituto Superior de Teologia Aplicada. Assunto: Cadastramento de instituição de ensino e do curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. Deliberação 093/2013-CEAP. Retirado de Pauta. 16) Processo: CF-1200/2011. Interessado: Colégio Mutirão Master. Assunto: Cadastramento do Curso Técnico em Meio Ambiente. Deliberação 082/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 17) Processo: CF-2684/2008. Interessado: Centro Universitário Salesiano São Paulo. Assunto: Cadastramento do Curso de Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicação. Deliberação 025/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 18) Processo: CF1849/2012. Interessado: Gwendal Yann Laurent Bellocq. Assunto: Registro de diplomado no exterior (arquivamento). Deliberação 099/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 19) Processo: CF0719/2010. Interessado: Universidade do Estado do Mato Grosso – Unemat. Assunto: Cadastramento do curso de Arquitetura e Urbanismo (arquivamento). Deliberação 100/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 20) Processo: CF-1429/2012. Interessado: Dany Sanchez Dominguez. Assunto: Registro de diplomado no exterior (arquivamento). Deliberação 101/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de 785 786 787 788 789 790 791 792 793 794 795 796 797 798 799 800 801 802 803 804 805 806 807 808 809 810 811 812 813 814 815 816 817 818 819 820 821 822 823 824 825 826 827 828 829 830 831 832 833 834 835 836 837 838 839 840 841 Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 21) Processo: CF-0798/2011. Interessado: Fernando Wright Cardoso. Assunto: Revisão de atribuição profissional (arquivamento). Deliberação 102/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 22) Processo: CF-2972/2011. Interessado: Natalino Ranucci da Silva. Assunto: Revisão de atribuição profissional (arquivamento). Deliberação 103/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 23) Processo: CF-2084/2010. Interessado: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – Campus São João Evangelista. Assunto: Inserção de título profissional – Tecnólogo em Silvicultura (arquivamento). Deliberação 104/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 24) Processo: CF-1122/2012. Interessado: Rui Alexandre Santos Miguel. Assunto: Registro de diplomado no exterior (arquivamento). Deliberação 105/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 25) Processo: CF-1243/2011. Interessado: Faculdade Anglo-Americano Unidade Foz do Iguaçu. Assunto: Cadastramento de instituição de ensino. Deliberação 106/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 26) Processo: CF-2021/2012. Interessado: Edmundo Gonzalo Cavaliere. Assunto: Registro temporário de profissional diplomado no exterior (arquivamento). Deliberação 116/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 27) Processo: CF1431/2010. Interessado: Senac – CERES. Assunto: Cadastramento de instituição de ensino e de curso (arquivamento). Deliberação 117/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 28) Processo: CF1429/2010. Interessado: SENAC – Aparecida de Goiânia. Assunto: Cadastramento de instituição de ensino e de curso (arquivamento). Deliberação 118/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento 842 843 844 845 846 847 848 849 850 851 852 853 854 855 856 857 858 859 860 861 862 863 864 865 866 867 868 869 870 871 872 873 874 875 876 877 878 879 880 881 882 883 884 885 886 887 888 889 890 891 892 893 894 895 896 897 898 de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 29) Processo: CF-0289/2011. Interessado: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins. Assunto: Cadastramento do curso de Tecnologia em Sistemas Elétricos (arquivamento). Deliberação 119/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 30) Processo: CF2973/2011. Interessado: Luiz Carlos Gonçalves de Nascimento. Assunto: Revisão de atribuição profissional (arquivamento). Deliberação 120/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 31) Processo: CF2986/2011. Interessado: Carlos Hugo Feijoó. Assunto: Registro de diplomado no exterior (arquivamento). Deliberação 121/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 32) Processo: CF1008/2012. Interessado: Adebayo Ebenezer Ayodele. Assunto: Registro de diplomado no exterior (arquivamento). Deliberação 122/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 33) Protocolo: CF3783/2012. Interessado: Instituto Federal do Paraná – IFPR – Campus Curitiba. Assunto: Cadastramento de curso e inserção do título de Tecnólogo em Agroecologia na Tabela de Títulos do Sistema Confea/Crea. Deliberação 097/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes solicitou vistas do processo. Vista concedida. 34) Processo: CF2675/2004. Interessado: Centro Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves. Assunto: Cadastramento do curso de Tecnologia em Viticultura e Enologia (INSERÇÃO DE TÍTULO). Deliberação 114/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes solicitou vistas do processo. Vista concedida. 35) Processo: CF-0010/2011. Interessado: IFMA – Instituto Federal de Ciência, Educação e Tecnologia – Campus Buriticupu. Assunto: Cadastramento da IFMA – Instituto Federal de Ciência, Educação e Tecnologia – Campus Buriticupu, do Curso Técnico em Agroecologia e inserção de título profissional. Deliberação 095/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes solicitou vistas do processo. Vista concedida. 36) Processo: CF-2025/2011. Interessado: Universidade Federal Fluminense. Assunto: Inserção de título na Tabela de Títulos Profissionais do Confea. Deliberação 096/2013-CEAP. Retirado de Pauta. 37) Protocolo: CF-4037/2012. Interessado: Instituto Federal do Rio Grande do Sul – IFRS – Campus Sertão. Assunto: Cadastramento do curso de Tecnologia em Agronegócio e inserção de título na Tabela de Títulos do Sistema Confea/Crea. Deliberação 115/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes solicitou vistas do processo. Vista concedida. 38) Protocolo: CF2818/2012. Interessado: Escola Técnica Estadual Prof. Dr. Antônio Eufrásio de Toledo. Assunto: Inserção de Título de Técnico em Florestas na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea. Deliberação 094/2013-CEAP. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur 899 900 901 902 903 904 905 906 907 908 909 910 911 912 913 914 915 916 917 918 919 920 921 922 923 924 925 926 927 928 929 930 931 932 933 934 935 936 937 938 939 940 941 942 943 944 945 946 947 948 949 950 951 952 953 954 955 Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 39) Processo: CF-1404/2010. Interessado: Adelbaldo Borges da Silva. Assunto: Revisão de Atribuição Profissional. Deliberação 058/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag solicitou vistas do processo. Vista concedida. REGISTRO: Em face da ausência momentânea do Presidente do Confea José Tadeu da Silva, o Vice-Presidente Júlio Fialkoski assumiu a condução dos trabalhos. Na Sequencia registrou a presença do Presidente do Crea-RS Luiz Alcides Capoani e da Presidente do Crea-TO Roberta Maria Pereira Castro. 40) Processo: CF-2106/2012. Interessado: Luis Eduardo Cardoso Nery dos Santos. Assunto: revisão de Atribuição Profissional. Deliberação 060/2013-CEAP. O Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag solicitou vistas do processo. Vista concedida. REGISTRO: O VicePresidente do Confea Júlio Fialkoski registrou a presença do Ex-Presidente do Crea-RJ Reinaldo Barros. 41) Processo: CF-2204/2012. Interessado: Técnico em Edificações Daniel Pereira da Silva. Assunto: Solicitação de atribuição profissional para execução de projetos estruturais no limite de 80 m2. Deliberação 059/2013-CEAP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta e Dirson Artur Freitag. 42) Processo: CF-1071/2010. Interessado: Raul Wonsjuk Calaça. Assunto: Revisão de atribuição profissional. Deliberação 061/2013-CEAP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta e Dirson Artur Freitag. 43) Processo: CF0141/2013. Interessado: Paulo Velho de Azevedo. Assunto: Recurso contra decisão do Plenário do Crea-RS que concluiu que o interessado não possui atribuições em determinadas áreas da Engenharia Mecânica. Deliberação 062/2013-CEAP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta e Dirson Artur Freitag. 44) Processo: CF-1074/2012. Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Registro e Atribuições dos Egressos da Escola Naval da Marinha. Deliberação 020/2013-CEAP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 45) Processo: CF1084/2011. Interessado: Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia de Segurança do Trabalho – CCEEST. Assunto: Discussões sobre a Resolução nº 481, de 2008, do Conselho Federal de Farmácia. Deliberação 021/2013-CEAP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Votou contrariamente o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. As discussões e manifestações feitas em Plenário referentes à matéria constarão desta ata, na forma do Anexo III. 46) Protocolo: CF-4806/2012. Interessado: Comissão de Educação e Atribuição Profissional do Crea-ES. Assunto: Proposta de normativo referente a Responsável Técnico Ambiental em empresas industriais e agrícolas. Deliberação 066/2013-CEAP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson 956 957 958 959 960 961 962 963 964 965 966 967 968 969 970 971 972 973 974 975 976 977 978 979 980 981 982 983 984 985 986 987 988 989 990 991 992 993 994 995 996 997 998 999 1000 1001 1002 1003 1004 1005 1006 1007 1008 1009 1010 1011 1012 Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. REGISTRO: O Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski registrou a presença do Presidente do Crea-GO Gerson Taguatinga. 47) Protocolo: CF-3598/2011. Interessado: Coordenadoria de Câmaras Especializadas de ngenharia de Segurança do Trabalho – CCEEST. Assunto: Proposta nº 018/2011 – CCEEST – Proposta sobre as atribuições do Tecnólogo de Segurança do Trabalho. Deliberação 070/2013-CEAP. Retirado de Pauta. 48) Protocolo: CF4288/2010. Interessado: Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Industrial – CCEEI. Assunto: Proposta nº 14/2010 – CCEEI – Certificações. Deliberação 098/2013-CEAP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Ás doze horas e cinco minutos de vinte e cinco de abril de dois mil e treze, o VicePresidente do Confea Júlio Fialkoski interrompeu a Sessão para almoço. Às quatorze horas e vinte e três minutos o Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski reiniciou a Sessão. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.2) CAIS – COMISSÃO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL DO SISTEMA: 1) Protocolo: CF-0187/2013. Interessado: Sociedade Brasileira de Educação e Integração (SBEI). Assunto: Oficio enviado ao Confea em 11 de janeiro de 2013, Informando que o Federal foi qualificado a receber o Prêmio Quality Brasil 2013, em 16 de maio de 2013, em São Paulo/SP. Deliberação 075/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 2) Protocolo: CF-0469/2013. Interessado: Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito (ABRAHM). entro de Integração Cultural e Empresarial. Assunto: Convite ao Confea para receber prêmio “Destaque Empresarial” – Homenagem ao Empreendedorismo Nacional – Prêmio Top Qualidade Brasil – 46ª Edição Especial – Melhores do Ano de 2012/2013 – no dia 21 de março de 2013 em São Paulo/SP. Deliberação 076/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 3) Protocolo: CF-0741/2013. Interessado: Coalizão Brasileira de Serviços / FIESP. Assunto: Convite para participar da 2ª Reunião de Trabalho da Coalizão Brasileira de Serviços no dia 5 de março de 2013, em São Paulo/SP. Deliberação 079/2013-CAIS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 4) Protocolo: CF-0924/2013. Interessado: Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios. Assunto: Convite ao Confea para figurar como Parceiro da 1ª Edição do AgroÉtica – Encontro Nacional de Ética no Agronegócio, de 21 a 23 de maio de 2013, em São Paulo/SP. Deliberação 098/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 5) Protocolo: CF0980/2013. Interessado: Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Área da Engenharia (COPENGE). Assunto: Soliciatação de gestão do Confea junto ao Ministério das Cidades para incluir nas pautas de negociação a necessidade de revisão dos valores pagos aos Engenheiros a título de repasse no desenvolvimento. Deliberação 077/2013-CAIS. Aprovada por 1013 1014 1015 1016 1017 1018 1019 1020 1021 1022 1023 1024 1025 1026 1027 1028 1029 1030 1031 1032 1033 1034 1035 1036 1037 1038 1039 1040 1041 1042 1043 1044 1045 1046 1047 1048 1049 1050 1051 1052 1053 1054 1055 1056 1057 1058 1059 1060 1061 1062 1063 1064 1065 1066 1067 1068 1069 unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 6) Processo: CF-0652/2011. Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Proposta do 7º CNP PNS29 – Implementar o fortalecimento das Entidades de Classe Nacionais e Regionais instituindo Prêmio de Gestão da Qualidade. Deliberação 093/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 7) Processo: CF-0635/2011. Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Proposta do 7º CNP PNS36 – Fiscalizar as atividades de Perícia e Laudo de Avaliação Judicial em questões técnicas para que se garanta a participação de profissional devidamente habilitado. Deliberação 094/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 8) Protocolo: CF-0700/2013. Interessado: Colégio de Presidentes (CP). Assunto: Promover ampla divulgação à Sociedade da Decisão Plenária nº 2467/2012 do Confea – Proposta CP Nº 012/2013. Deliberação 067/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 9) Protocolo: CF-0816/2013. Interessado: União Pan-americana de Associações de Engenheiros (UPADI). Assunto: Correspondência da União Pan-americana de Associações de Engenheiros – UPADI informando que estão recebendo candidaturas para cargos eletivos – 2013-2015. Deliberação 104/2013-CAIS. Retirado de Pauta. 10) Protocolo: CF-0817/2013. Interessado: União Pan-americana de Associações de Engenheiros (UPADI). Assunto: Correspondência da União Pan-americana de Associações de Engenheiros – UPADI informando da possibilidade de indicação de profissionais engenheiros aos prêmios conferidos pela entidade. Deliberação 105/2013-CAIS. Retirado de Pauta. 11) Protocolo: CF-0937/2013. Interessado: European Civil Engineering Education and Training Association (EUCEET). Assunto: Pagamento de taxa de anuidade da EUCEET. Deliberação 106/2013-CAIS. Retirado de Pauta. 12) Processo: CF0455/2013. Interessado: Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (ASSEMAE). Assunto: Solicitação Auxilio financeiro para realização da 43ª Assembleia nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento –ASSEMAE. Deliberação 107/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. REGISTRO o Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro solicitou permissão para informar que a secretaria de política para as mulheres da presidência da república concedeu pela segunda vez ao Crea RJ o selo do programa pró equidade de gênero e raça em função das políticas nesse setor que o Crea vem desenvolvendo e a entrega desse selo será hoje as 17:30 aqui em Brasília no memorial Juscelino Kubitschek. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.3) CONP – COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO, NORMAS E PROCEDIMENTOS: 1) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Diretrizes para elaboração da composição plenária dos Creas para o exercício de 2014. Deliberação 063/2013-CONP. Retirado de Pauta. 2) Processo: CF-1686/2000 e Protocolos: CF-0665/2012; CF-1571/2012 e CF-1738/2012 (Dossiê). Interessado: Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Estado do Amazonas – Sintec-AM. Assunto: 1070 1071 1072 1073 1074 1075 1076 1077 1078 1079 1080 1081 1082 1083 1084 1085 1086 1087 1088 1089 1090 1091 1092 1093 1094 1095 1096 1097 1098 1099 1100 1101 1102 1103 1104 1105 1106 1107 1108 1109 1110 1111 1112 1113 1114 1115 1116 1117 1118 1119 1120 1121 1122 1123 1124 1125 1126 Concessão de prazo para regularização do registro do Sintec-AM. Deliberação 066/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Marcos Vinicius Santiago Silva. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.4) CCSS – COMISSÃO DE CONTROLE E SUSTENTABILIDADE DO SITEMA: 1) Processo: CF1509/2012. Interessado: Crea-PR. Assunto: Prestação de contas do Crea-PR relativa ao Prodesu – Programa de estruturação física de sedes e inspetorias para aquisição de mobiliário – III-C. Deliberação 054/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Votaram contrariamente os senhores Conselheiros Federais Marcos Vinicius Santiago Silva e Melvis Barrios Junior. Abstevese de votar o senhor Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro. 2) Processo: CF-0315/2012 (Tomos I e II). Interessado: Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea. Assunto: Eventual irregularidade na realização do Pregão Presencial nº 021/2012. Deliberação 057/2013 – CCSS. O Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga solicitou vistas do processo. Vista concedida. 3) Interessado: Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema – CCSS. Assunto: Recomposição do Grupo de Trabalho Ordem Econômica do Sistema – GTOE – Exercício 2013. Deliberação 059/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 4) Processo: CF-1430/2012. Interessado: Crea-MS. Assunto: Prestação de contas do Crea-MS relativa ao Prodesu – Programa de estruturação física de sedes e inspetorias para aquisição de mobiliário – III-C. Deliberação 053/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 5) Processo: CF-1075/2012. Interessado: Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia – IBAPE. Assunto: Prestação de contas do IBAPE para a publicação da cartilha intitulada “Inspeção Predial – A saúde dos edifícios”. Deliberação 055/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 6) Processo: CF-1164/2012. Interessado: Crea-MS. Assunto: Prestação de contas do Crea-MS relativa ao convênio Prodesu – II-D: Programa de estruturação tecnológica de sedes e inspetorias. Deliberação 056/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 7) Processo: CF-0947/2012. Interessado: Crea-GO. Assunto: Prestação de contas do Crea-GO relativa ao convênio Prodesu – Programa de estruturação 1127 1128 1129 1130 1131 1132 1133 1134 1135 1136 1137 1138 1139 1140 1141 1142 1143 1144 1145 1146 1147 1148 1149 1150 1151 1152 1153 1154 1155 1156 1157 1158 1159 1160 1161 1162 1163 1164 1165 1166 1167 1168 1169 1170 1171 1172 1173 1174 1175 1176 1177 1178 1179 1180 1181 1182 1183 tecnológica de sedes e inspetorias – II-D. Deliberação 050/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Dirson Artur Freitag, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga e Marcos Vinicius Santiago Silva. 8) Processo: CF-1175/2012. Interessado: Crea-CE. Assunto: Prestação de contas do Crea-CE relativo ao convênio Prodesu – Programa de Auditoria independente dos Creas – II-F. Deliberação 051/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Dirson Artur Freitag, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga e Marcos Vinicius Santiago Silva. 9) Processo: CF-1322/2011 (Tomos I ao III). Interessado: Crea-AL. Assunto: Prestação de contas do Crea-AL relativa ao convênio Prodesu – Programa de estruturação física de sedes e inspetorias voltados para aquisição, construção, ampliação, reforma e locação emergencial de es. Deliberação 052/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Dirson Artur Freitag, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga e Marcos Vinicius Santiago Silva. 10) Processo: CF-0940/2012 (Tomos I ao III). Interessado: Crea-CE. Assunto: Prestação de contas relativa ao Prodesu – Programa II-B – Desenvolvimento e aperfeiçoamento das atividades finalísticas. Deliberação 058/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Dirson Artur Freitag, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga e Marcos Vinicius Santiago Silva. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.5) CEEP – COMISSÃO DE ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL: I – DIVERSOS: 1) Protocolo: CF-2236/2012. Interessado: Honorato Aleixo Forrati. Assunto: Recurso Registro de Firma Individual - CREA-RS. Deliberação 0124/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Processo: CF-0137/2013. Interessado: Inka Lodge Administradora de Imóveis Ltda. Assunto: Recurso Registro de Pessoa Jurídica - CREA-BA. Deliberação 0139/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 3) Processo: CF-2256/2012. Interessado: Confea. Assunto: Projeto de Decisão Normativa dispondo sobre a competência profissional para elaboração de Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e da Outras providências – CCEEST. Deliberação 0147/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter 1184 1185 1186 1187 1188 1189 1190 1191 1192 1193 1194 1195 1196 1197 1198 1199 1200 1201 1202 1203 1204 1205 1206 1207 1208 1209 1210 1211 1212 1213 1214 1215 1216 1217 1218 1219 1220 1221 1222 1223 1224 1225 1226 1227 1228 1229 1230 1231 1232 1233 1234 1235 1236 1237 1238 1239 1240 Logatti Filho. 4) Protocolo: CF-4428/2012. Interessado: Anderson Lima. Assunto: Declaração de compatibilidades/similaridade de atividade. Deliberação 0148/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 5) Processo: CF-0104/2013. Interessado: Natalia Lucia Rocha Farias. Assunto: Recurso Interrupção de Registro Profissional Tecnóloga em Telecomunicações - CREA-DF. Deliberação 0149/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes. REGISTRO: Face a ausência momentânea do Presidente do Confea José Tadeu da Silva e do Vice-Presidente Júlio Fialkoski o Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro assumiu a condução dos trabalhos. 6) Protocolo: CF3703/2012. Interessado: Crea-BA. Assunto: Arquivamento de processos de multas oriundos do Crea-BA. Deliberação 0150/2013 – CEEP. Retirado momentaneamente. As discussões e manifestações feitas em Plenário referentes à matéria constarão desta ata, na forma do Anexo IV. 7) Protocolos: CF-0644/2013; 0672/2013; 0688/2013; 0656/2013. Interessado: CCEAGRO; CCEEAGRI; CCEEE; CCEEQ. Assunto: Indicação para a composição da Delegação Brasileira da Comissão de Especialistas da CIAM. Deliberação 0151/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Daniel Antônio Salati Marcondes, Dixon Gomes Afonso e Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. As discussões e manifestações feitas em Plenário referentes à matéria constarão desta ata, na forma do Anexo V. REGISTRO: O Vice-Presidente do Confea Júlio Fialkoski reassumiu a condução dos trabalhos. 8) Protocolo: CF-0674/2013. Interessado: CCEEAGRI. Assunto: Workshop – CCEEAGRI. Deliberação 0152/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. REGISTRO: O Presidente do Confea José Tadeu da Silva reassumiu a condução dos trabalhos. 9) Protocolo: CF-0660/2013. Interessado: CCEEC. Assunto: Workshop – CCEEC. Deliberação 0153/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 10) Protocolo: CF-603/2013. Interessado: CCEEI. Assunto: Workshop – CCEEI. Deliberação 0154/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. 11) Protocolo: CF-0723/2013. Interessado: CCEGM. Assunto: Workshop – CCEGM. Deliberação 0155/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 12) Protocolo: CF-0655/2013. Interessado: CCEEQ. Assunto: 1241 1242 1243 1244 1245 1246 1247 1248 1249 1250 1251 1252 1253 1254 1255 1256 1257 1258 1259 1260 1261 1262 1263 1264 1265 1266 1267 1268 1269 1270 1271 1272 1273 1274 1275 1276 1277 1278 1279 1280 1281 1282 1283 1284 1285 1286 1287 1288 1289 1290 1291 1292 1293 1294 1295 1296 1297 Workshop – CCEEQ. Deliberação 0156/2013. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior Walter Logatti Filho. INVERSÃO DE PAUTA: VII.2 – EXTRAPAUTA: e) DAS COMISSÕES: e.1) CEEP – COMISSÃO DE ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL: 1) Protocolo: CF – 0826/2013. Interessado: CCEAGRO. Assunto: Workshop – CCEAGRO. Deliberação 0231/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 3) Protocolo: CF – 1692/2013. Interessado: CCEEE. Assunto: Workshop – CCEEE. Deliberação 0232/2013 –CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. RETORNO DA PAUTA – RELATO DE PROCESSOS: VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.5) CEEP – COMISSÃO DE ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL: CONTINUAÇÃO: II – MANUTENÇÃO DOS AUTOS: 13) INFRAÇÃO À ALÍNEA “A” DO ART. 6º DA LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966. O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP - Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre infração à alínea “a” do art. 6º da Lei nº 5.194, de 1966, decidiu, por unanimidade, pela manutenção das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-2240/2012, CF-0103/2013, CF-0134/2013, CF-0243/2013 e CF-0269/2013. 14) Processo: CF 2118/2012. Interessado: Rosane de Souza Oliveira. Assunto: Infração à alínea “c” do art. 6º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Deliberação 0165/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 15) Processo: CF-2224/2012. Interessado: Sindicato dos Agentes Penitenciários. Assunto: Infração à alínea “e” do art. 6º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 CREA-RO. Deliberação 0166/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 16) Processo: CF-0133/2013. Interessado: Rio Mármore Construções e Serviços Ltda-ME. Assunto: Infração à alínea “e” do art. 6º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 CREA-BA. Deliberação 0167/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 17) INFRAÇÃO AO ART. 59 DA LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966. O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre infração ao art. 59 da Lei nº 5.194, de 1966, decidiu, por unanimidade, pela manutenção das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-2250/2012, CF - 0114/2013, CF - 0238/2013, CF-0252/2013, CF - 0281/2013 e CF - 0282/2013. 18) Processo: CF-2258/2012. Interessado: Pasqua JF Condutores Eletricos Ltda. Assunto: Infração ao art. 64 da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 CREA-MG. Deliberação 0174/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, 1298 1299 1300 1301 1302 1303 1304 1305 1306 1307 1308 1309 1310 1311 1312 1313 1314 1315 1316 1317 1318 1319 1320 1321 1322 1323 1324 1325 1326 1327 1328 1329 1330 1331 1332 1333 1334 1335 1336 1337 1338 1339 1340 1341 1342 1343 1344 1345 1346 1347 1348 1349 1350 1351 1352 1353 1354 Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 19) Processo: CF-0192/2013. Interessado: Denso do Brasil Ltda. Assunto: Infração ao art. 82 da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 CREA-PR. Deliberação 0175/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 20) INFRAÇÃO AO ART. 1º DA LEI Nº 6.496, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1977. O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP - Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre infração ao art. 1º da Lei nº 6.496, de 1977, decidiu, por unanimidade, pela manutenção das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-2166/2012, CF-0121/2013, CF-0130/2013, CF-0168/2013, CF-0169/2013, CF-0173/2013, CF-0174/2013, CF-0175/2013, CF-0176/2013, CF-0188/2013, CF-0206/2013, CF-0235/2013, CF-0246/2013, CF-0286/2013, CF-0287/2013 e CF-0323/2013. III CANCELAMENTO DOS AUTOS: 21) Processo: CF-0181/2013. Interessado: Ello Ambiental Consultoria LTDA. Assunto: CANCELAMENTO DOS AUTOS: (por falta de notificação prévia) CREA-ES. Deliberação 0192/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 22) O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP - Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre cancelamento dos autos de infração, por diversos motivos, decidiu, por unanimidade, pelo cancelamento das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-0209/2013, CF-0212/2013, CF-0213/2013, CF-0214/2013, CF-0215/2013, CF-0216/2013, CF-0217/2013, CF-0218/2013, CF-0219/2013, CF-0220/2013, CF-0221/2013, CF-0222/2013, CF-0223/2013, CF-0224/2013, CF-0225/2013, CF-0226/2013, CF-0227/2013, CF-0228/2013, CF-0229/2013, CF-0230/2013, CF-0231/2013, CF-0232/2013, CF-0233/2013, CF - 0234/2013, CF-0132/2013, CF-285/2013, CF-0136/2013 e CF-0135/2013. 23) O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP - Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre cancelamento dos autos de infração, por diversos motivos, decidiu, por unanimidade, pelo cancelamento das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-0112/2013 e CF-0239/2013. 24) O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP - Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre cancelamento dos autos de infração, por diversos motivos, decidiu, por unanimidade, pelo cancelamento das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-0824/2012, CF-0270/2013 e CF0271/2013. 25) O Plenário do Confea apreciando as deliberações oriundas da CEEP - Comissão de Ética e Exercício Profissional, as quais tratam sobre cancelamento dos autos de infração, por diversos motivos, decidiu, por unanimidade, pelo cancelamento das penalidades impostas pelos respectivos Conselhos Regionais, de acordo com o constante nos processos: CF-2146/2012, CF-0113/2013, CF-0242/2013 e CF-0351/2013. I - DIVERSOS: CONTINUAÇÃO: 26) Processo: CF-0237/2013. Interessado: Sulcarbon Indústria e Comércio de Peças Sinterizadas Ltda. Assunto: RETORNO AO CREA DE ORIGEM : Resolução nº 1.008, de 9 de dezembro de 2004.Por não atender os procedimentos para instauração, instrução e julgamento dos processos de infração e aplicação de penalidades. Deliberação 0229/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 27) Processo: CF-0532/2013. Interessado: CEEP. Assunto: Seminário Nacional de Ética Profissional – 2013. Deliberação 0230/2013-CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, 1355 1356 1357 1358 1359 1360 1361 1362 1363 1364 1365 1366 1367 1368 1369 1370 1371 1372 1373 1374 1375 1376 1377 1378 1379 1380 1381 1382 1383 1384 1385 1386 1387 1388 1389 1390 1391 1392 1393 1394 1395 1396 1397 1398 1399 1400 1401 1402 1403 1404 1405 1406 1407 1408 1409 1410 1411 Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. 28) Protocolo: CF-3703/2012. Interessado: Crea-BA. Assunto: Arquivamento de processos de multas oriundos do Crea-BA. Deliberação 0150/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: f) ASSUNTOS DE INTERESSE GERAL: 1) Protocolos: CF-4460/2012 e CF 4716/2012. Interessado: Cassiano Henrique Monteiro Corrêa Ramos. Assunto: Relatório de participação do Conselheiro Federal Cassiano Henrique Monteiro Corrêa Ramos no V Encontro Nacional dos Técnicos Agrícolas, no período de 9 e 10 de novembro de 2012, no Município de Machado. Relatora: Conselheira Federal Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo. Aprovado o relatório e voto fundamentado. Presentes os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Júlio Fialkoski, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. RELATO DE PROCESSOS: VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: e) DAS COMISSÕES: e.5) CEEP – COMISSÃO DE ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL: CONTINUAÇÃO: IV – CÓDIGO DE ÉTICA: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXX VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: b) PEDIDO DE 1412 1413 1414 1415 1416 1417 1418 1419 1420 1421 1422 1423 1424 1425 1426 1427 1428 1429 1430 1431 1432 1433 1434 1435 1436 1437 1438 1439 1440 1441 1442 1443 1444 1445 1446 1447 1448 1449 1450 1451 1452 1453 1454 1455 1456 1457 1458 1459 1460 1461 1462 1463 1464 1465 1466 1467 1468 VISTA: CONTINUAÇÃO: 4) XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Ás vinte horas e dez minutos de vinte e cinco de abril de dois mil e treze, o Presidente do Confea José Tadeu da Silva interrompeu os trabalhos da Sessão Plenária Ordinária nº 1.399. Às nove horas e dezessete minutos de vinte e seis de abril de dois mil e treze o Presidente Confea José Tadeu da Silva reiniciou a Sessão Plenária Ordinária nº 1.399. VII.2 – EXTRAPAUTA: a) AD REFERENDUM: 1) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Aprova o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna do Confea, para o exercício de 2013. Portaria AD-N° 100, de 12 de abril de 2013. Referendada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Votaram contrariamente os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Dirson Artur Freitag, Marcos Vinicius Santiago Silva e Melvis Barrios Junior. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro e Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. As discussões e manifestações feitas em Plenário referentes à matéria constarão desta ata, na forma do Anexo VI, bem como o pronunciamento do Presidente do Confea José Tadeu da Silva e do Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior relativo a um documento do Tribunal de Contas da União, comunicando ao Confea que foi negado no mérito um provimento feito por um Crea, sobre um pedido de reconsideração, no qual, o tribunal não acolheu e condena em decisão definitiva o presidente do Crea. e) DAS COMISSÕES: e.2) CEF – COMISSÃO ELEITORAL FEDERAL: 1) Interessado: Comissão Eleitoral Federal – CEF. Assunto: Recomposição da Comissão Eleitoral Federal 2013. Deliberação 013/2013-CEF. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Eleito o Conselheiro Federal João Francisco dos Anjos como membro titular da CEF. Votaram favoravelmente no nome do Conselheiro Federal João Francisco dos Anjos os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Melvis Barrios Junior. Votaram favoravelmente no nome do Conselheiro Federal Júlio Fialkoski os senhores Conselheiros Federais Francisco José Teixeira Coelho Ladaga e Walter Logatti Filho. Elegeito, por unanimidade, o Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais como 1º Suplente da CEF. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Interessado: Comissão Eleitoral Federal – CEF. Assunto: Calendário das Eleições para Conselheiros Federais Representantes dos Grupos Profissionais 2013. Deliberação 015/2013-CEF. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Melvis Barrios Junior. e) DAS COMISSÕES: e.3) CONP – COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO, NORMAS E PROCEDIMENTOS: 1) Processo: CF-0567/2013. Interessado: Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Assunto: Registro de instituição de ensino superior. Deliberação 1469 1470 1471 1472 1473 1474 1475 1476 1477 1478 1479 1480 1481 1482 1483 1484 1485 1486 1487 1488 1489 1490 1491 1492 1493 1494 1495 1496 1497 1498 1499 1500 1501 1502 1503 1504 1505 1506 1507 1508 1509 1510 1511 1512 1513 1514 1515 1516 1517 1518 1519 1520 1521 1522 1523 1524 1525 069/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Processo: CF-2235/2002. Interessado: Centro Universitário – Católica de Santa Catarina em Jaraguá do Sul. Assunto: Revisão de registro de instituição de ensino superior. Deliberação 073/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 3) Processo: CF-0558/2013. Interessado: Associação dos Engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais. Assunto: Registro de entidade de classe. Deliberação 074/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 4) Processo: CF-0247/2013. Interessado: Universidade Tuiuti do Paraná- UTP. Assunto: Registro de instituição de ensino superior. Deliberação 077/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 5) Processo: CF-2363/2005. Interessado: Universidade do Centro de Ensino Unificado do Maranhão – UNICEUMA. Assunto: Revisão de registro de instituição de ensino superior. Deliberação 078/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 6) Processo: CF-1456/2011. Interessado: Crea-PB. Assunto: Verificação de regularidade da composição plenária do Crea-PB, exercício 2012. Deliberação 075/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 7) Processo: CF-1468/2011. Interessado: Crea-TO. Assunto: Verificação de regularidade da composição plenária do Crea-TO, exercício 2012. Deliberação 076/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 8) Processo: CF-1973/1986. Interessado: Instituto Filadélfia de Londrina (atual Centro Universitário Filadélfia – UNIFIL). Assunto: Cancelamento de registro da instituição de ensino. Deliberação 072/2013 – CONP. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, 1526 1527 1528 1529 1530 1531 1532 1533 1534 1535 1536 1537 1538 1539 1540 1541 1542 1543 1544 1545 1546 1547 1548 1549 1550 1551 1552 1553 1554 1555 1556 1557 1558 1559 1560 1561 1562 1563 1564 1565 1566 1567 1568 1569 1570 1571 1572 1573 1574 1575 1576 1577 1578 1579 1580 1581 1582 Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 9) Processo: CF-2109/2012. Interessado: Associação dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura de Paraguaçu Paulista – APEAPP. Assunto: Registro de entidade de classe. Deliberação 079/2013 – CONP. O Conselheiro Federal Walter Logatti Filho solicitou vistas do processo. Vista concedida. 10) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Diretrizes para elaboração da composição plenária dos Creas para o exercício de 2014 - títulos profissionais que devem ser computados para o âmbito de atuação da Engenharia Florestal. Deliberação 083/2013 – CONP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. 11) Processo: CF-2881/2007. Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Projeto de resolução que revoga a Resolução n° 448/2000. Deliberação 080/2013 – CONP. O Conselheiro Federal Marcos Vinícius Santiago Silva solicitou vistas no processo. Vista concedida. 12) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Afastamento dos conselheiros federais técnicos de nível médio do plenário do Confea. Deliberação 085/2013 – CONP. O Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais solicitou vistas do processo. Vista concedida. 13) Interessado: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea. Assunto: Composição plenária do Confea – Exercício 2014. Deliberação 084/2013 – CONP. O Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais solicitou vistas do processo. Vista concedida. 14) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Diretrizes para elaboração da composição plenária dos Creas para o exercício de 2014. Deliberação 086/2013 – CONP. O Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais solicitou vistas do processo. Vista concedida. Ás treze horas de vinte e seis de abril de dois mil e treze, o Presidente do Confea José Tadeu da Silva interrompeu a Sessão para almoço. Às quinze horas e cinquenta e três minutos o Presidente do Confea José Tadeu da Silva reiniciou a Sessão. VII.2 – EXTRAPAUTA: f) ASSUNTOS DE INTERESSE GERAL: 1) Protocolo: CF-1736/2013. Interessado: Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC). Assunto: Proposta de criação de grupo de trabalho. Proposta da Presidência. Aprovada a proposta o presidente. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Indica, por unanimidade, os Conselheiros Federais Melvis Barrios Júnior e Daniel Antônio Salati Marcondes para constituir o grupo. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. VII.2 – EXTRAPAUTA: e) DAS COMISSÕES: e.1) CEEP – COMISSÃO DE ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL: CONTINUAÇÃO: 3) Processo: CF-0392/2013. Interessado: Crea-CE. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREACE. Deliberação 0233/2013 – CEEP. Aprovada por unanimidade. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 4) Processo: CF-0546/2013. Interessado: Crea-MT. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREA-MT. Deliberação 0234/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira 1583 1584 1585 1586 1587 1588 1589 1590 1591 1592 1593 1594 1595 1596 1597 1598 1599 1600 1601 1602 1603 1604 1605 1606 1607 1608 1609 1610 1611 1612 1613 1614 1615 1616 1617 1618 1619 1620 1621 1622 1623 1624 1625 1626 1627 1628 1629 1630 1631 1632 1633 1634 1635 1636 1637 1638 1639 Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 5) Processo: CF0550/2013. Interessado: Crea-PB. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREA-PB. Deliberação 0235/2013 –CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 6) Processo: CF-0570/2013. Interessado: Crea-RJ. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREA-RJ. Deliberação 0236/2013 –CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 7) Processo: CF-0591/2013. Interessado: Crea-GO. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREA-GO. Deliberação 0237/2013 –CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 8) Processo: CF-0595/2013. Interessado: Crea-PI. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREA-PI. Deliberação 0238/2013 – CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. 9) Processo: CF0596/2013. Interessado: Crea-RN. Assunto: Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Fiscalização - CREA-RN. Deliberação 0239/2013 –CEEP. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. VII.2 – EXTRAPAUTA: b) PEDIDO DE VISTA: 1) Interessado: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea. Assunto: Composição plenária do Confea – Exercício 2014. Deliberação 084/2013-CONP Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. O Conselheiro relator em pedido de vista concordou com o teor da Deliberação nº 084/2013-CONP, a qual foi aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Afastamento dos conselheiros federais técnicos de nível médio do plenário do Confea. Deliberação 085/2013-CONP – Relator em primeira discussão: Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. O Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior solicitou vistas do processo. Vista concedida em Mesa. 3) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Afastamento dos conselheiros federais técnicos de nível médio do plenário do Confea. Deliberação 085/2013-CONP – Relator em primeira discussão: Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais - Relator 1640 1641 1642 1643 1644 1645 1646 1647 1648 1649 1650 1651 1652 1653 1654 1655 1656 1657 1658 1659 1660 1661 1662 1663 1664 1665 1666 1667 1668 1669 1670 1671 1672 1673 1674 1675 1676 1677 1678 1679 1680 1681 1682 1683 1684 1685 1686 1687 1688 1689 1690 1691 1692 1693 1694 1695 1696 em segunda discussão: Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior. O Conselheiro relator em pedido de vista em primeira discussão concordou com o teor da Deliberação nº 085/2013CONP, a qual foi aprovada. Votaram favoravelmente à proposta 1 os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Votaram favoravelmente à proposta 2 os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Dixon Gomes Afonso e Melvis Barrios Junior. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Marcos Vinicius Santiago Silva. 4) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Diretrizes para elaboração da composição plenária dos Creas para o exercício de 2014. Deliberação 086/2013-CONP - Relator: Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. O Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior solicitou vistas do processo. Vista concedida em Mesa. 5) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Diretrizes para elaboração da composição plenária dos Creas para o exercício de 2014. Deliberação 086/2013-CONP - Relator: Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais Relator em segunda discussão: Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior. O Conselheiro relator em pedido de vista em primeira discussão concordou com o teor da Deliberação nº 086/2013-CONP, a qual foi aprovada. Votaram favoravelmente à proposta 1 os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Walter Logatti Filho. Votaram favoravelmente à proposta 2 os senhores Conselheiros Federais Arciley Alves Pinheiro, Dixon Gomes Afonso e Melvis Barrios Junior. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Marcos Vinicius Santiago Silva. 6) Processo: CF-1425/2012. Interessado: Paulo Jorge Proença Veloso Reis de Carvalho. Assunto: Registro de Profissional Diplomado no Exterior. Deliberação nº 030/2013-CEAP - Relator: Conselheiro Federal Francisco José Teixeira Coelho Ladaga. O Conselheiro relator em pedido de vista concordou com o teor da Deliberação nº 030/2013-CEAP, a qual foi aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Cleudson Campos de Anchieta, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais e Marcos Vinicius Santiago Silva. VII.2 – EXTRAPAUTA: e) DAS COMISSÕES: e.4) CCSS – COMISSÃO DE CONTROLE E SUSTENTABILIDADE DO SITEMA: 1) Processo: CF-0404/12 e CF-0694/12. Interessado: Crea-TO. Assunto: Prestação de Contas do Crea-TO relativa ao exercício 2011. Deliberação 062/2013 – CCSS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 2) Processo: CF-0441/12 e CF-00688/12. Interessado: Crea-RO. Assunto: Prestação de Contas do Crea-RO relativa ao exercício 2011. Deliberação 063/2013 – CCSS. O Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais solicitou vistas do processo. Vista concedida. 3) Processo: CF-1688/12 (Tomos I e II). Interessado: Crea-TO. Assunto: Prodesu – Programa III-B – Estruturação física de sedes e inspetorias para aquisição, construção, ampliação, reforma e locação emergencial de espaço físico. Deliberação 068/2013 – CCSS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. REGISTRO Face ausência momentânea do Presidente do Confea José Tadeu da Silva e do Vice-Presidente Júlio Fialkoski o Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro assumiu a condução dos trabalhos. 4) Interessado: Conselho Gestor do Prodesu. Assunto: Decisão nº 014/2013-CG que trata do Calendário de Reuniões do Conselho Gestor do Prodesu para o exercício 2013. Deliberação 075/2013 – CCSS. Aprovada por unanimidade. 1697 1698 1699 1700 1701 1702 1703 1704 1705 1706 1707 1708 1709 1710 1711 1712 1713 1714 1715 1716 1717 1718 1719 1720 1721 1722 1723 1724 1725 1726 1727 1728 1729 1730 1731 1732 1733 1734 1735 1736 1737 1738 1739 1740 1741 1742 1743 1744 1745 1746 1747 1748 1749 1750 1751 1752 1753 Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 5) Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Memo nº 050/2013-CONT que trata de solicitação de suspensão de inadimplência dos Creas. Deliberação 076/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais. 6) Processo: CF-1055/12 e 2052/12. Interessado: Crea-AP. Assunto: Solicitação de prorrogação de convênios. Deliberação 066/2013 – CCSS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 7) Processo: CF-1059/12. Interessado: CreaRO. Assunto: Prorrogação de Convênios. Deliberação 069/2013 – CCSS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 8) Processo: CF-1642/12. Interessado: Crea-AC. Assunto: Solicitação de prorrogação de convênio. Deliberação 074/2013 – CCSS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Cleudson Campos de Anchieta, Daniel Antônio Salati Marcondes, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 9) Processo: CF-0517/13. Interessado: Crea-RN. Assunto: Prodesu – Programa I-A – Representação institucional para participação em reuniões do calendário do Sistema Confea/Crea. Deliberação 067/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. 10) Processo: CF-0610/13. Interessado: Crea-RN. Assunto: Prodesu – Programa I-B – Representação institucional para eleição de Conselheiros Federais e Presidentes de Creas e Confea. Deliberação 070/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. 11) Processo: CF-0516/13. Interessado: Crea-CE. Assunto: Prodesu – Programa II-F – Auditoria independente dos Creas. Deliberação 071/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. 12) Processo: CF-0602/13. Interessado: Crea-RN. Assunto: Prodesu – Programa II-F – Auditoria independente dos Creas. Deliberação 072/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. 13) Processo: CF-0454/13. Interessado: 1754 1755 1756 1757 1758 1759 1760 1761 1762 1763 1764 1765 1766 1767 1768 1769 1770 1771 1772 1773 1774 1775 1776 1777 1778 1779 1780 1781 1782 1783 1784 1785 1786 1787 1788 1789 1790 1791 1792 1793 1794 1795 1796 1797 1798 1799 1800 1801 1802 1803 1804 1805 1806 1807 1808 1809 1810 Crea-MT. Assunto: Prodesu – Programa III-B – Estruturação física de sedes e inspetorias para aquisição, construção, ampliação, reforma e locação emergencial de espaço físico. Deliberação 073/2013 – CCSS. Aprovada. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Melvis Barrios Junior. VII.2 – EXTRAPAUTA: e) DAS COMISSÕES: e.5) CAIS – COMISSÃO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL DO SISTEMA: 1) Protocolo: CF-1731/2013. Interessado: Comissão Organizadora Nacional da 70ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia – SOEA e do 8º Consoea. Assunto: Proposta de definição das participações dos delegados institucionais, estaduais e convidados para o 8º CNP, do número e dos valores das diárias – proposta nº 013/2013-CON70SOEA 8CNP. Deliberação 113/2013-CAIS. Retirada de pauta momentaneamente. REGISTRO: O Presidente do Confea José Tadeu da Silva, reassumiu a condução dos trabalhos. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: c) PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO: CONTINUAÇÃO: 20) Processo CF0453/2012. Interessado: Crea-AP. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-2609/2012, que aprovou a Composição do Plenário do Crea-AP, exercício 2013 e deu outras providências. Relator: Conselheiro Federal Daniel Antônio Salati Marcondes. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Daniel Antônio Salati Marcondes, Darlene Leitão e Silva, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Abstiveram-se de votar os senhores Conselheiros Federais Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso e Marcos Vinicius Santiago Silva. VII.2 – EXTRAPAUTA: e) DAS COMISSÕES: e.5) CAIS – COMISSÃO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL DO SISTEMA: CONTINUAÇÃO: 3) Protocolo: CF-1731/2013. Interessado: Comissão Organizadora Nacional da 70ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia – SOEA e do 8º Consoea. Assunto: Proposta de definição das participações dos delegados institucionais, estaduais e convidados para o 8º CNP, do número e dos valores das diárias – proposta nº 013/2013-CON70SOEA 8CNP. Deliberação 113/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. As discussões e manifestações feitas em Plenário referentes à matéria constarão desta ata, na forma do Anexo VII. 4) Protocolo: CF-1732/2013. Interessado: Comissão Organizadora Nacional da 70ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia – SOEA e do 8º Consoea. Assunto: Proposta de revogação da PL-0303/2013 e de alteração da composição do quadro de delegados do 8º CNP – Proposta nº 014/2013 – CON70SOEA 8CNP. Deliberação 114/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: b) PEDIDO DE VISTA: CONTINUAÇÃO: 5) Processo: CF-0628/2011. Interessado: Sistema Confea/Crea. Assunto: Proposta 7º CNP PNS15 – Fixar diretrizes nacionais para a fiscalização de empreendimentos agrícolas, com o objetivo de integrar nacionalmente. Deliberação 018/2013-CAIS - Relator: Conselheiro Federal Arciley Alves Pinheiro. O conselheiro relator em pedido de vista concordou com o teor da Deliberação nº 018/2013-CAIS. Aprovada por unanimidade. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Cleudson Campos de Anchieta, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. 6) XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX 1811 1812 1813 1814 1815 1816 1817 1818 1819 1820 1821 1822 1823 1824 1825 1826 1827 1828 1829 1830 1831 1832 1833 1834 1835 1836 1837 1838 1839 1840 1841 1842 1843 1844 1845 1846 1847 1848 1849 1850 1851 1852 1853 1854 1855 1856 1857 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXX 7) Processo: CF-2901/2011. Interessado: Departamento de Polícia Federal – Superintendência Regional no Paraná. Assunto: Pedido de Reconsideração contra a Decisão Plenária nº PL-2663/2012, do Confea, de 20 de dezembro de 2012, que encaminha informações ao “Departamento de Polícia Federal – Superintendência Regional no Paraná. Relator de Reconsideração: Conselheiro Federal Mário Induacelino Silva dos Santos Relator: Conselheiro Federal Melvis Barrios Júnior. Acatadas pelo Plenário as razões do conselheiro relator para apresentar o relatório e voto fundamentado em pedido de vista, na Sessão Plenária Ordinária 1.400, que será realizada de 22 a 24 de maio de 2013. 8) Processo: CF-1429/2011. Interessado: Crea-RN. Assunto: Prestação de contas relativa ao Prodesu – Programa II-D – Auxílio financeiro para programa de estruturação tecnológica de sedes e inspetorias. Deliberação 327/2012 – CCSS - Relator: Conselheiro Federal Cleudson Campos de Anchieta. Acatadas pelo Plenário as razões do conselheiro relator para apresentar o relatório e voto fundamentado em pedido de vista, na Sessão Plenária Ordinária 1.400, que será realizada de 22 a 24 de maio de 2013. VII – ORDEM DO DIA: VII.1 – RELATO DE PROCESSOS: c) PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO: CONTINUAÇÃO: 21) Processo CF0468/2012. Interessado: Crea-RS. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão Plenária nº PL-2691/2012, que revogou a Decisão nº PL-2657/2012 e seu anexo, aprovou a composição do Plenário do Crea-RS para o exercício 2013 e deu outras providências. Relator: Conselheiro Federal Gustavo José Cardoso Braz. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Votaram favoravelmente os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. Absteve-se de votar o senhor Conselheiro Federal Dirson Artur Freitag. 22) Processo: CF-1474/2011. Interessado: Abrão Antônio Jorge. Assunto: Pedido de reconsideração da Decisão nº PL-1280/2012, do Confea, que manteve o Auto de Infração nº 2009000488 do Crea-MG, em desfavor da empresa Abrão Antônio Jorge, por infração ao art. 59 da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Relator: Conselheiro Federal Walter Logatti Filho. Aprovado, por unanimidade, o relatório e voto fundamentado em pedido de reconsideração. Presentes os senhores Conselheiros Federais Ana Constantina Oliveira Sarmento de Azevedo, Arciley Alves Pinheiro, Darlene Leitão e Silva, Dirson Artur Freitag, Dixon Gomes Afonso, Gustavo José Cardoso Braz, João Francisco dos Anjos, Marcelo Gonçalves Nunes de Oliveira Morais, Marcos Vinicius Santiago Silva, Melvis Barrios Junior e Walter Logatti Filho. REGISTRO: Os Conselheiros Federais Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, Darlene Leitão e Silva, João Francisco dos Anjos, Dirson Artur Freitag justificaram suas ausências nas votações. As matérias encaminhadas para conhecimento do Plenário foram disponibilizadas no Domínio Eletrônico, no item “PARA CONHECIMENTO”. Nada mais havendo a tratar, o Presidente do Confea José Tadeu da Silva declarou encerrada a Sessão Plenária Ordinária nº 1.399 às dezenove horas e vinte e cinco minutos de vinte e seis de abril de dois mil e treze. Para constar, eu, CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA, Assistente da Mesa Diretora do Plenário, lavrei a presente Ata que, depois de lida e aprovada, será rubricada por mim em todas as suas páginas e, ao final, assinada por mim e pelo senhor Presidente para que produza os efeitos legais.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-. Eng. Civ. José Tadeu da Silva Presidente Clécia Maria de Abrantes Moreira Assistente do Plenário ANEXO DA ATA DA SESSÃO PLENÁRIA ORDINÁRIA 1.399, REALIZADA DE 24 A 26 DE ABRIL DE 2013. ANEXO I – PALESTRA - “ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL E NO MUNDO”, COM O SENHOR GUNTER DE MOURA ANGELKORTE. -------------------------------------------------2 ANEXO II – PROCESSO: CF-1285/2009. INTERESSADO: ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE METRÔ – AEAMESP. ASSUNTO: REGISTRO DE ENTIDADE DE CLASSE. DELIBERAÇÃO 019/2013-CONP - RELATOR: CONSELHEIRO FEDERAL DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES. ---------------------------------------- 20 ANEXO III – PROCESSO: CF-1084/2011. INTERESSADO: COORDENADORIA DE CÂMARAS ESPECIALIZADAS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO – CCEEST. ASSUNTO: DISCUSSÕES SOBRE A RESOLUÇÃO Nº 481, DE 2008, DO CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. DELIBERAÇÃO 021/2013-CEAP. ------------------ 25 ANEXO IV – PROTOCOLO: CF-3703/2012. INTERESSADO: CREA-BA. ASSUNTO: ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS DE MULTAS ORIUNDOS DO CREA-BA. DELIBERAÇÃO 0150/2013 – CEEP. --------------------------------------------------------------------------- 29 ANEXO V – PROTOCOLOS: CF-0644/2013; 0672/2013; 0688/2013; 0656/2013. INTERESSADO: CCEAGRO; CCEEAGRI; CCEEE; CCEEQ. ASSUNTO: INDICAÇÃO PARA A COMPOSIÇÃO DA DELEGAÇÃO BRASILEIRA DA COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DA CIAM. DELIBERAÇÃO 0151/2013 – CEEP. -------------------------------------------------- 31 ANEXO VI – INTERESSADO: SISTEMA CONFEA/CREA. ASSUNTO: APROVA O PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA DO CONFEA, PARA O EXERCÍCIO DE 2013. PORTARIA AD-N° 100, DE 12 DE ABRIL DE 2013. --------------------------------- 34 ANEXO VII – PROTOCOLO: CF-1731/2013. INTERESSADO: COMISSÃO ORGANIZADORA NACIONAL DA 70ª SEMANA OFICIAL DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA – SOEA E DO 8º CONSOEA. ASSUNTO: PROPOSTA DE DEFINIÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES DOS DELEGADOS INSTITUCIONAIS, ESTADUAIS E CONVIDADOS PARA O 8º CNP, DO NÚMERO E DOS VALORES DAS DIÁRIAS – PROPOSTA Nº 013/2013-CON70SOEA 8CNP. DELIBERAÇÃO 113/2013-CAIS. ------------------------- 51 1 ANEXO I – PALESTRA - “ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL E NO MUNDO”, COM O SENHOR GUNTER DE MOURA ANGELKORTE. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Obrigado. Bom dia a todos. Inicialmente, eu gostaria de colocar o seguinte: a gente discute muito, eu já estou acostumado com isso, as pessoas colocarem, eu sou contra, eu sou a favor da energia nuclear. Eu acho que no momento está claro para todos nós, eu vou mostrar isso brevemente, o Brasil precisa de energia e entendo que a energia nuclear é apenas mais uma opção, nós temos urânio no nosso país, nós temos conhecimento da tecnologia, é mais uma opção que é colocada para a sociedade brasileira. De forma alguma se coloca aqui a questão que a energia nuclear deva ser hegemônica ou não, ela não deve ser hegemônica, eu afirmo isso. Então, vamos dar início. Bom, inicialmente, aqui a gente pode ver como funciona uma usina nuclear do tipo que temos aqui no Brasil, que são usinas a água pressurizada. Nós temos aqui, na parte amarela da figura, o circuito primário que é selado, é aqui que temos a radioatividade da usina. Na parte azul já é o circuito secundário. Finalmente, na parte verde, onde tem um condensador, é a parte que faz contato, no caso de Angra dos Reis, faz contato com a água do mar. Embora essa água do circuito primário, é líquida porque embora esteja a 210 graus, ela está pressurizada a 158 atmosféricos, a essa pressão a água ainda é líquida. Posteriormente, nós aquecemos a água do circuito secundário, em azul, transformamos ela em vapor, aqui na parte superior desse que a gente chama de gerador de vapor, na parte superior do gerador de vapor nós temos o vapor que vai alimentar a turbina, as nossas turbinas das duas usinas, tanto Angra I, quanto Angra II, são usinas a vapor. Então, a gente expande esse vapor na turbina, geramos eletricidade, esse vapor é resfriado no condensador, onde entra água do mar e a água do mar é aquecida em cerca de 2 a 3 graus na tomada d’água. Lá em Angra, a gente pode observar que na tomada d’água da usina, a gente consegue observar várias espécies de peixes, tartarugas, etc. A tartaruga, segundo os biólogos que controla o meio ambiente, eles dizem que a tartaruga só tem em regiões que a água é limpa, então daí mostra o cuidado que temos com o meio ambiente. Quando a gente fala das barreiras de proteção que temos dentro de uma usina nuclear, ela começa pelo próprio revestimento da vareta combustível, porque o arranjo que temos para produzir energia são varetas, com cerca de 2 centímetros de diâmetro, onde a gente coloca pastilhas de óxido de urânio, a cerca de 4 metros de altura, a gente faz elementos combustíveis, agrupa 16 a 16 varetas combustíveis. No caso de Angra 1, a gente tem 121 elementos combustíveis, no caso de Angra 2, nós temos 193 elementos combustíveis. Isso tudo fica dentro de um recipiente que tem cerca de 4 metros de diâmetro por 4 metros de altura, então, em um volume de cerca de vinte e poucos metros cúbicos, nós temos a produção de cerca, no caso de Angra 2, cerca de 4 mil Megawatts térmicos, que significam a produção de 1550 Megawatt elétricos. No caso de Angra 1 são cerca de 1900 Megawatts térmicos para uma produção de 650 Megawatts elétricos. Isso demonstra que em um volume tão pequeno a gente consiga produzir uma quantidade tão grande de energia. Então, o próprio revestimento da vareta combustível já é a primeira proteção, são ligas especiais de zircônio. A seguir, a segunda proteção que nós temos é que em um projeto que a gente desenvolve, a gente faz com que a distância entre os elementos combustíveis reduza primeiro a produção de plutônio, porque plutônio é um produto direto da fissão nuclear, mas no projeto que desenvolvemos para reatores comerciais, a gente, pelo aumento da distância de elementos combustíveis, a gente consegue minimizar a produção de plutônio. Outros produtos de fissão, como, por exemplo, aí passam a ser gases, são o xenônio e samário, eles atuam favoravelmente dentro do controle do próprio reator, porque eles absorvem nêutrons. A seguir, a terceira proteção que nós temos é o vaso do reator e o próprio circuito primário, onde, no projeto, a gente prevê que o coeficiente de temperatura do moderador, ou seja, da água, ele seja negativo, quando você aumenta a temperatura, você aumenta a quantidade de vazio, você diminui a densidade da água, diminuindo a densidade da água, você diminui a moderação de nêutrons, com isso, você não tem como, no caso de uma bomba atômica, porque uma bomba atômica você não quer controlar a produção de nêutrons, no reator você controla. Então, essa mudança de densidade da água, você reduz a capacidade de produção de nêutrons, com isso você tem o controle do reator, é dessa forma. A questão é física, isso funciona em qualquer ponto do universo conhecido, as leis da física são bens conhecidas, nesse caso a gente se aproveita dessa reação para fazer o controle do reator, por isso a gente, a gente chama isso de proteção intrínseca do reator. Você demonstra, nós temos aqui no 2 Brasil, tem o órgão licenciador, que é a Comissão Nacional de Engenharia Nuclear, onde você demonstra para ela que o coeficiente de temperatura do reator é negativo e você garante a segurança intrínseca do reator. Fora isso, nós temos a contenção de aço, que é uma esfera de aço. Finalmente, o próprio (ininteligível) da usina, que aqui é o vaso de contenção, que é aquela última proteção de concreto, ela, inclusive, já foi demonstrado que ela agüenta um impacto de um avião comercial sem rachar, se bem que nas regiões onde tem usinas nucleares, o trafego aéreo é proibido. Aqui nós temos o prédio da contenção de Agra 2, temos aqui por fora, a cabine que eu me referi, o vaso de contenção, que é de concreto, nós temos nesse amarronzado a esfera de contenção, que é a esfera de aço. Então, nós temos aqui, na parte vermelha, o núcleo do reator, aqui fica o gerador de vapor, essa parte azul. Temos aqui a piscina de combustível usado, onde a gente armazena o combustível que a gente não usa mais ou que pode usar em etapas posteriores. Bom, como está a energia nuclear no Brasil? Nós temos a seguinte estrutura nuclear no país: nós temos o grupo Eletrobrás, que é a empresa do governo responsável pela produção de energia elétrica no país, com suas subsidiárias, todas elas, Furnas, (ininteligível), Eletrosul, Eletronorte, Eletronuclear é uma das subsidiárias da Eletrobrás. Nós temos a CNEN, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, que é o órgão licenciador nosso e fiscalizador. Nós temos a INB, indústrias nucleares do Brasil, que é a empresa responsável pela produção de combustível nuclear no país. Nós temos a Nuclep, que é a empresa responsável pela produção de equipamentos pesados, do tipo de vasos de reator, gerador de vapor, etc. Nós temos empresas brasileiras de engenharia que fazem a parte de detalhamento de projetos, por exemplo, no caso de Angra 3, nós temos empresas, a Engevics (?) é uma delas, por exemplo, faz detalhamento do projeto da usina. Temos a indústria brasileira, tipo Confab e outras, que receberam, no passado, investimento para que adquirissem qualidade nuclear e produzissem equipamentos no país. Nós temos as nossas usinas localizadas na praia da Itaornas, no município de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, que fica em uma posição mais ou menos eqüidistante dos 3 principais locais consumidores de energia elétrica no país, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. E a matriz energética brasileira mostra que nós temos a maior parte da energia, como um todo, produzida no país, 43% é petróleo, 27% é biomassa, lenha e outros. 13% são hidroelétricas. A seguir, nós temos gás natural, carvão e, finalmente, urânio, que é cerca de 2% da matriz energética brasileira, não é só produção de energia elétrica, é no total. Angra 1, no passado, era conhecida como usina vaga-lume, após a construção de Angra 2, onde foram formadas as equipes de engenheiros brasileiros, essa geração foi formada na construção de Angra 2, na montagem de Angra 2 e no início da operação de Angra 2, após esse pessoal todo ter concluído suas atividades no projeto de Angra 2, esse pessoal foi deslocado para resolver os problemas de Angra 1, a gente, então, começa a ver que a partir de 94, quando esse pessoal começou a terminar o projeto de Angra 2, então esse pessoal foi sendo deslocado paulatinamente para Angra 1, a gente começa a ver que a engenharia brasileira foi capaz de resolver os problemas de Angra 1, a gente pode ver muito bem nesse gráfico aqui, a performance da usina. Angra 1, recentemente, bateu, para as usinas congêneres, usinas de 650 Megawatts, ela estabeleceu um recorde mundial, agora em 2012. A gente vê, por exemplo, eu sempre coloco essa figura aqui, que fala das questões de 2001, porque Angra 2 foi inaugurada em 2000 e em uma usina nuclear o primeiro ano dela é sempre o mais problemático. No seu primeiro ano, Angra 2 se colocou entre as melhores do mundo, atualmente, Angra 2, em 2012, foi a 2ª usina do mundo na produção de energia elétrica, superando, inclusive, varias usinas congêneres existentes na Alemanha. O segredo para isso, de Angra 2, é que Angra 2 é a única usina no mundo, ou seja, do tipo (ininteligível), alemã, que opera em ciclos de 14 meses, isso porque os engenheiros brasileiros assim definiram que seria melhor para a usina operar dentro desse perfil. No caso alemão, como eles usam as usinas na base, no caso aqui, as nossas nucleares são usadas para complementação, mas lá são usadas na base, eles tem variações de potência muito altas, de um momento para o outro. Então, no caso, isso causa estresse no combustível, o que praticamente inviabiliza a adoção de ciclos maiores que 12 meses. No nosso caso aqui, como a gente não tem isso, é uma característica diferente, o sistema brasileiro para o sistema europeu, nós conseguimos operar a usina em ciclos de 14 meses, o que nos levou a ser a 2ª usina nuclear no mundo na produção de energia elétrica, no ano de 2012. Aqui nós temos um comparativo, quando a gente considera apenas o custo do combustível. Quando a gente olha só para o custo do combustível, a gente observa claramente que as usinas nucleares são bastantes competitivas em comparação com outras térmicas, a gente só perde para Cuiabá, que todos nós sabemos 3 que Cuiabá tem gás subsidiado. O ciclo do combustível, apenas 7 países do mundo detém do conhecimento do ciclo do combustível, esses 7 países são: Brasil, Estados Unidos, Rússia, Holanda, Inglaterra, Canadá e Japão. Apenas esses países detêm o conhecimento de todo o ciclo do combustível. Aliado a isso, a gente observa que o Brasil também está entre as maiores reservas mundiais de urânio, para ser mais exato, o Brasil é a 6ª reserva mundial no momento. Nós temos também uma mina de molibdênio, da Paranapanema, no estado do Pará, que ele estão pesquisando molibdênio, só que eles estão encontrando, associado ao molibdênio urânio, em quantidade tal, porque a única empresa que tem o monopólio para exploração de urânio no país é a INB, então estão havendo negociações entre INB e Paranapanema, no sentido de equacionar isso aí. Quando essas minas forem incorporadas a administração da INB, o Brasil passará a ser a 3ª reserva mundial de urânio. Então, a gente vê que nós temos uma quantidade enorme de energia disponível no país, que cabe a nós, nesse momento, decidir se vamos usar essa energia ou se não vamos usar essa energia. Em um país em que, hoje, a gente observa que para cada ponto percentual de crescimento do PIB nós temos um ponto percentual de aumento de energia elétrica ou algo semelhante a isso, que, de acordo com o consumo per capto de energia, isso tem ainda influência no IDH da população brasileira, isso ainda tem influencia sobre o aumento de expectativa de vida, porque o Brasil ainda é um país que tem sérias demandas sociais a serem atendidas e energia elétrica passa por aí, ela ajuda, ainda no Brasil, ela ainda ajuda a aumentar os índices de desenvolvimento social da nossa população. Então, temos uma quantidade de energia apreciável a ser explorada, cabe à sociedade brasileira, nesse momento, decidir se vamos usar essa energia ou não. Comparando o que a gente gasta em termos de combustível, comparando uma usina nuclear, a quantidade de combustível que precisamos para operar uma quantidade de 1000 megawatts por ano. No caso de uma nuclear, a gente vê nessa figura, nós necessitamos de 30 toneladas de urânio por ano. Se a gente for superar uma usina a gás natural, a gente precisaria de algo entorno de 1,1 milhão de toneladas de gás natural. No caso de óleo, 1,6 milhão de tonelada. No caso de carvão, 2,2 milhões de toneladas de carvão. A quantidade de energia que a gente consegue produzir através do urânio é incomparavelmente maior, o volume, a capacidade de produção de energia, o urânio do que com qualquer outra fonte disponível de energia. Fazendo um resumo do que são as reservas brasileiras de urânio, insistimos que o Brasil tenha algo entorno de 400 toneladas, 400 mil toneladas de urânio, que a gente atualmente usa algo entorno de 400 toneladas por ano para as nossas usinas, que nós temos, isso daria algo entorno de mil anos, que a gente poderia manter o funcionamento dessas usinas nucleares. Ou, uma conta simples, não é isso que estamos reivindicando, a gente reivindica apenas manter a nossa posição dentro da matriz, mas caso a gente quisesse aumentar em 10 vezes nossa capacidade de energia nuclear, de usinas nucleares instaladas no país, a gente teria combustível para cerca de 100 anos para operação dessas usinas. O ciclo do combustível, que apenas 7 países do mundo detém, ele consiste, inicialmente, da mineração do urânio e produção de concentrado, que atualmente isso é feito em Caetité, no sertão da Bahia. A seguir, a única parte do investimento que a gente, ainda não foi feito, que é a conversão do concentrado de urânio que a gente chama de yellow cake, porque é uma pasta amarelada, para F6, que é o Hexafluoreto de urânio, no qual você transforma, o F 6 é um gás e você faz o enriquecimento isotópico, ou seja, você, na natureza, você tem urânio 238 e 235, 235 é ofício, o 235, na natureza, vem em uma concentração média de 0,7%, você, para operar as nossas usinas, a gente utiliza até enriquecido a 4,25, é o limite das nossas piscinas, que é o que limita o que você pode usar na usina. No nosso caso, é 4,25. Então, para você enriquecer urânio 235 a esse teor, você transforma o minério, que é pastoso, é o que a gente chama de yellow cake, você transforma ela em gás e faz o processo de enriquecimento isotópico, você pegando ele em gás, passando ele em centrífugas, a parte mais pesada vai para a parte de fora da centrífuga e a parte mais leve fica na parte de dentro, a parte mais leve, no caso, é o urânio 235. Aí você passa isso em uma cascata de centrífugas e tem o processo de enriquecimento isotópico. Falta investimento na INB, a INB possui isso apenas em escala de laboratório, ainda não em capacidade industrial, você com isso enriquece o urânio no teor que você quiser. A seguir, essa etapa, no nosso caso, é feita no Canadá, a seguir voltam esses cilindros já com gases enriquecidos, volta para o Brasil, aí nós já temos, aqui em Rezende, a nossa usina de enriquecimento, onde a gente faz o enriquecimento. A seguir você, ainda em Rezende, você manda para a fábrica de pastilhas, que é onde tem a fábrica de (ininteligível) dos combustíveis. No nosso caso, como a gente ainda não dispõe de um fabricante que consiga produzir o Circaloi, que é uma liga de zircônio de boa qualidade, você importa do 4 exterior os tubos onde você vai encapsular as pastilhas fabricadas aqui, aí finalmente você tem a montagem do elemento combustível em Rezende e depois a utilização deles nas usinas de Angra 1 e, futuramente, Angra 3. Bom, uma questão muito relevante, que a gente considera muito, é a questão que a energia nuclear, quando ela foi apresentada à sociedade, ela foi apresentada através da bomba atômica, Hiroshima e Nagasaki, então, foi uma forma bastante traumática de você apresentar uma novidade. Então, as pessoas tem muita preocupação com armas nucleares, mas no caso brasileiro, já em 1991, o Brasil assinou um tratado bilateral com a Argentina, que criou a ABAC, que é a agência brasileira argentina de contabilidade e controle de materiais nucleares, então, brasileiros vão à Argentina fiscalizar as instalações nucleares argentinas e argentinos vem ao Brasil fiscalizar nossas instalações. Posteriormente, foi assinado um acordo quadripartite entre Brasil, Argentina, ABAC e Agência Internacional, que dá credibilidade ao tratado bilateral. Aí estava tudo correndo bem. Em 94, aderimos ao tratado (ininteligível), que proíbe armas nucleares na América Latina e Caribe, aí já é o governo Fernando Henrique, que então, ele vem e assina o tratado de não proliferação de armas nucleares, que causa muita polemica dentro da sociedade nuclear, visto que essa questão da não proliferação de armas nucleares, que seja contra isso, apenas é um tanto estranho que alguns países tenham a capacidade de ter armas nucleares e outros não. Eu, particularmente, acho que, os Estados Unidos não é um país confiável para ter arma nuclear, essa é minha opinião, inclusive, eles foram os únicos que, até hoje, usaram arma nuclear. Então, na minha opinião não são confiáveis. Por que só eles tem o direito de ter armas nucleares? É um problema isso. Acho que não houve defesa do interesse nacional, da soberania nacional assinar, em 98, o tratado de não proliferação, porque já tínhamos tratados suficientes que permitiam aos nossos vizinhos da América Latina que houvesse fiscalização Mútua das instalações. Por que se submeter ao império? Eu acho desnecessário. Bom, então, em 98, assinamos o tratado de não proliferação de armas. Já na Constituição de 88, a Constituição Brasileira de 88 proíbe a pesquisa de armas nucleares em território nacional. Então, eu costumo dizer, se alguém souber de alguém em território brasileiro pesquisando armas nucleares, por favor, procure a delegacia mais próxima, porque isso é caso de polícia, é proibido, não tem questionamento, é proibida a pesquisa de armas nucleares em território nacional. A nossa preocupação com o meio ambiente. A Eletronuclear possui, lá em, em uma de suas vilas residenciais, um laboratório que é exemplo, em termos de Brasil, em termos de controle de meio ambiente. Fora isso, como está a política de rejeitos? Após 12 anos de tramitação, foi aprovado, em 2001, através da lei 10308, que regulamenta o destino final dos rejeitos no Brasil, que ficam sob responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear. Além disso, essa lei dispõe sobre tipo de depósito, seleção de local, construção, licenciamento, administração das instalações, remoção e fiscalização dos rejeitos, custos e indenizações, responsabilidade civil e garantias, com a seguinte observação: a maior parte de rejeitos nucleares no Brasil não são produzidos por usinas nucleares. A maior parte de rejeitos nucleares que temos no país vem da área médica, que são as aplicações de medicina nuclear. No nosso caso, da Eletronuclear, é nosso orgulho quando a gente fala dos nossos rejeitos, porque os nossos rejeitos, em ordem de gramas, onde eles estão, eles são todos controlados a nível de grama. Nós temos que dar resposta a isso. A ABAC, aquela agência com os argentinos, nós temos que dar ciência disso a Agência Internacional de Energia Atômica, com sede em Viena. Então, quando nós movimentamos qualquer tipo de rejeito radioativo no país, nas nossas usinas, nós temos que dar conta disso a diversos órgãos. Aqui vocês vêem uma foto do nosso depósito de rejeitos de baixa e média atividade, que temos em Angra dos Reis, próximos às usinas, são acondicionados em tambores, como vocês podem ver na foto, tudo organizado, tudo limpo, fica aqui o convite para uma visita técnica às instalações em Angra dos Reis, caso vocês desejem fazer essa visita, é só me mandar um email, que eu converso com o pessoal da empresa e a gente organiza uma visita do pessoal do Confea às nossas instalações em Angra dos Reis. É muito interessante a visita, é muito instrutiva. Eu estava falando do nosso laboratório de monitoração ambiental, que fica em Angra dos Reis. Eu gostaria que vocês me perdoassem, eu falo muito nosso, é porque eu trabalho há 35 anos na empresa, embora eu não seja da direção da empresa, muito pelo contrário, eu sou diretor do sindicato, mas a empresa, eu ajudei ela a se construir, por isso eu uso muito o nosso, as nossas instalações. O nosso laboratório de monitoração ambiental foi criado em 78, portanto, antes da implantação das usinas, seguindo normas internacionais, porque como você vai monitorar o meio ambiente se você já tem usina, você tem que criar o laboratório antes, para saber como estava a situação antes da usina, para que quando a usina venha a operar, você 5 consiga comparar com o que você tinha antes e com o que você passa a ter. Está localizado na praia de Mambucaba, onde fica a 2ª vila residencial da empresa, cerca de 20 quilômetros da usina, ele faz todo controle ambiental na região entre Angra dos Reis e Paraty, como eu acabei de falar, foram desenvolvidos estudos pré-operacionais dessas regiões, de 79 a 81, porque a operação comercial de Angra 1 começou em 1982. Como está a energia nuclear no mundo? A energia nuclear, a gente observa que é o verdinho, nas matrizes, por exemplo, Coréia do Sul, Japão, Canadá, Estados Unidos, Europa Ocidental, Reino Unido e Austrália. A gente observa que a região do mundo que tem a maior participação nuclear é a Europa ocidental, nós temos a França, que produz 75% da sua energia elétrica através de energias nucleares, temos na Ásia também um país que vem se destacando pelo uso da energia nuclear, que é a Coréia do Sul, e os Estados Unidos, embora o forte da matriz americana seja o uso de carvão, a gente observa que os Estados Unidos tem uma parcela de 20% da sua matriz baseado em usinas nucleares, o que leva, pela quantidade de energia que os Estados Unidos Produz, leva os Estados Unidos a ser quem tem o maior parque nuclear instalado do mundo, assim como quantidade de usinas em operação. Se a gente olhar aqui, como fica a produção mundial de eletricidade, a gente observa que a participação da nuclear é importante, no caso aqui são 16%. Aqui, detalhando, mais especificamente, a energia elétrica gerada nos Estados Unidos, a gente observa que a nuclear é a segunda fonte lá. Aqui nós temos a quantidade de usinas nucleares em operação no mundo, onde se destaca os Estados Unidos com 104, a França com 59. E se fala muito que a Alemanha, que é onde nós compramos nossa tecnologia, nos anos 80, 90, que a Alemanha está com a previsão de desligar suas usinas, devido a política interna alemã, o partido verde está no poder, só que os vizinhos da Alemanha, tipo a Polônia, República Tcheca, eles estão construindo usinas nucleares próximo a fronteira alemã, para vender energia para a Alemanha, assim como a França já faz. A Alemanha, que alega que está tendo como opção usar eólicas, cabe apenas destacar que usinas eólicas, ou seja, a vento, e solares, elas, para garantir a segurança do fornecimento do sistema, necessitam de backup, normalmente esse backup é térmico. Do Brasil, caso, a gente já tem alguns projetos que estão utilizando eólica, no caso, essa eólica é para trabalhar em conjunto com as hidrelétricas, por exemplo, no nordeste, ao colocar a eólica para funcionar, você tira a hidrelétrica e economiza água, essa é a forma correta de se usar esse tipo de energia. Então, a Alemanha vai ter que ter backup, se ela está usando a eólica, ela está dizendo que a opção dela é a eólica, ela vai ter que usar usinas térmicas de backup, provavelmente essas usinas térmicas de backup que eles terão serão as usinas na fronteira com a Polônia e com a República Tcheca, ou seja, usinas nucleares. Dois importantes fatores que influenciarão na composição da matriz energética mundial nos próximos anos, um é o pico mundial de produção de petróleo, então a gente tem vários estudos que foram feitos, alguns a gente já vê que já estão furados, mais recentes, 2009, 2010, mas tem outros que apontam entre 2020, 2040, tem um do departamento de energia do governo americano que isso seria feito em 2037, a gente teria o pico mundial de produção de petróleo. A questão do aquecimento global. Esses são dois pontos muito importantes que vão influenciar a matriz energética mundial nos próximos dois anos. A produção do pico mundial de petróleo é aquela história que o pessoal da própria FUP já reconhece, que a idade das pedras não acabou por falta de pedra, assim como a idade do petróleo não vai acabar por falta de petróleo, o petróleo se tornará tão caro, a sua utilização, que vai se destinar o petróleo as partes mais nobres da utilização que o petróleo tem que ter, como por exemplo a petroquímica. Você vai partir para outras formas. No caso aqui, a primeira coisa que a gente vê de imediato seria o ciclo de hidrogênio. Então, é uma coisa até que eu acho que falta essa discussão aqui no Brasil, a gente já começa a ter atitudes do atual governo, que prejudicam isso, que é a partir da doutrina do governo Bush ficou claro que a transferência de tecnologia entre países não é uma coisa que será a tendência do futuro. Então, ou você desenvolve sua própria tecnologia ou você não terá tecnologia. E no caso aqui, o governo Dilma, ao emitir a medida provisória 579, que resultou na lei 10783, de janeiro de 2013, ela acabou com a capacidade de investimento e pesquisa do grupo Eletrobrás, ela preferiu atender aos reclames da FIESP e do Instituto Brasil, ao invés de pensar no futuro da energia do país como um todo, não apenas energia elétrica, muito menos energia nuclear, o que eu estou falando aqui não tem nada a ver com a energia nuclear, é muito mais a questão da energia. Então, como é que você vai chegar no ciclo do hidrogênio daqui 30, 40 anos, sem ter capacidade de investimento? Porque o ciclo de hidrogênio teria que ser para você começar a produzir energia elétrica a partir dele. Se a Eletrobrás é empresa do governo que tem essa missão, você corta capacidade de investimento dela, como você vai ter essa tecnologia daqui 6 30, 40 anos? É uma pergunta que fica, é uma pergunta que eu, enquanto diretor do sindicato dos engenheiros do Rio de Janeiro estou tentando levar isso adiante, essa discussão dentro da sociedade brasileira, eu acho que é importante a gente, principalmente os engenheiros, terem essa capacidade de discutir esse assunto, porque se não formos nós os engenheiros a darmos essa solução, quem será? Isso é uma missão dos engenheiros, na minha opinião é essa, é uma missão dos engenheiros. Então, eu estou com essa bandeira de tentar levar adiante essa discussão dentro da sociedade brasileira, de como atingiremos novos patamares tecnológicos se a política do governo é de inibir a capacidade de investimento do grupo Eletrobrás. Bom, finalmente, já a parte final, eu estou fazendo uma comparação entre uma usina nuclear e uma usina a carvão, em termos de emissão para o meio ambiente. A gente considera que dos gases de efeito estufa, a usina nuclear não emite nada, ela, considerando, inclusive, a indústria periférica, de produção de combustível e etc. A gente não emite nada dos gases do efeito que contribui para o aquecimento global. Nós produzimos, em uma usina, tipo Angra 2, que são as maiores usinas que nós temos, você produz algo entorno de 5 metros cúbicos por ano de rejeitos altamente radioativos, são aqueles que vão ficar milhares de anos, com média e baixa radioatividade, vocês podem ver aqui, média radioatividade são 42 metros cúbicos e de baixa radioatividade, que são rejeitos em menos de 5 anos podem ser considerados inofensivos, são 531 metros cúbicos. Aqui a gente compara, bom, todo esse material que a gente produz aqui, de rejeitos, eles são controlados e estocados, todos. Já uma usina a carvão, a gente pode ver aqui, ela produziria 2 mil toneladas de material particulado, 12 mil toneladas de óxido de enxofre, 6 mil toneladas de outros ácidos de nitrogênio e 8,5 milhões de toneladas de óxido de carbono, isso tudo é jogado na atmosfera. Então, temos que considerar isso, outros, se a gente comparar com uma usina a gás, a usina a gás joga um pouco menos na atmosfera, mas também joga, aqui, por exemplo, 5 milhões de toneladas de dióxido de carbono. E no restante do mundo, sem sombra de dúvidas, está havendo uma retomada da opção nuclear, nós temos diversos países, China, Coréia do Sul, o próprio Estados Unidos, alguns países da Europa, a Rússia, a Índia, que estão apostando na opção nuclear. Vários vizinhos da Alemanha estão pensando em construir reatores nucleares visando fornecer energia para a própria Alemanha, então nós já temos no mundo, atualmente, 31 países, com centrais em operação, se somar toda essa experiência, desses 31 países, nós teremos 920 anos de reatores. Nós temos, em construção, 31 usinas ao redor do mundo, temos uma capacidade instalada líquida de quase 30 mil megawatt, para vocês terem noção, a capacidade instalada brasileira é da ordem de 90 mil megawatts, nós temos 941 usinas instaladas e nós temos uma geração que equivale a 8 vezes a geração bruta brasileira. Aqui, os países que estão com projetos de expansão, China, Estados Unidos, Polônia, França, Coréia do Sul. E aqui o negócio que eu tinha falado no início da minha palestra, que é o consumo per capto mundial. Se a gente observar aqui, o Brasil, a produção mundial, nós estamos entre os primeiros do mundo, claro, nós temos uma população de 200 milhões de habitantes, mas o nosso consumo per capto é inferior a países que não necessariamente devam ser um espelho do que a sociedade brasileira mereça ter. Então, por exemplo, o Brasil, o consumo per capto dele é a metade do de Portugal, dentro da própria América Latina nós somos inferiores, em consumo per capto, a Argentina. E está mais do que clara a ligação direta entre consumo de energia elétrica, IDH, expectativa de vida e por aí vai. Só para vocês terem uma ideia, o pessoal do saneamento está colocando, é uma discussão muito antiga, que mais de 50% do esgoto produzido no Brasil não é tratado. Então, alguém conhece alguma forma de estação de tratamento de esgoto que funcione sem energia elétrica? Nós precisamos, sim, de energia elétrica. O consumo per capto brasileiro ainda é muito baixo para que a sociedade brasileira possa dispor do conforto mínimo necessário a um bom padrão de vida. Estou colocando apenas que a energia nuclear é uma opção, nós temos aqui alguns antigos ambientalistas, como o Patrick, que foi fundador do Green Peace, que ele errou quando ele se colocou contra a questão nuclear. Eu entendo que a aqui no Brasil a gente teve dois péssimos exemplos para introduzir a energia nuclear no país, primeiro eu já coloquei aqui que foi como a energia nuclear foi apresentada para a humanidade, através da bomba atômica, isso já é uma coisa que causa trauma. Para completar, aqui no Brasil, a gente instaurou a energia nuclear dentro da ditadura, não houve discussão com a sociedade brasileira. Para vocês terem ideia, quando eu entrei para a empresa em 78, todos os cargos técnicos, as gerências eram de alemães e todos os cargos administrativos de gerência eram militares. A gente, com muito esforço, os trabalhadores do setor nuclear, com muito esforço, a gente conseguiu mudar isso, hoje em dia não temos mais alemães como gerentes técnicos e não temos mais militares como gerentes administrativos, temos, no caso da Eletronuclear, o nosso 7 presidente é um Oficial de Marinha aposentado, mas ele não veio dentro dessa cota que existia no passado. Nós estamos abertos a uma discussão com a sociedade, explicar como funciona nossas usinas, explicar o que se pretende fazer com elas, explicar qual deve ser a forma de contribuição para o desenvolvimento do país. A gente vem procurando fazer isso, a Eletronuclear é uma forte patrocinadora da atividade nuclear no país. No passado, todos os órgãos de pesquisa nuclear que nós tínhamos no país eram da antiga Nucleobrás, em 88, quando a Nucleobrás foi extinta, esses órgãos de pesquisa passaram para o controle da Comissão Nacional de Engenharia Nuclear e hoje em dia nós temos alguns desses órgãos de pesquisa, como o IPEN, em São Paulo, que é responsável pela produção de radioisótopos, inclusive para uso medicinal, eles contam com convênio de cooperação com a Eletronuclear para desenvolvimento de projetos específicos do interesse da empresa, mas que contribui para o desenvolvimento e implantação da energia nuclear no país, dessa tecnologia. A gente consegue, hoje em dia, desenvolver com brasileiros, com técnicos brasileiros que fazem a construção dessas, não só a implementação, mas o desenvolvimento da própria tecnologia no país. Então, é essa a mensagem que eu queria trazer para vocês e colocar aqui, está colocado o convite para uma visita técnica às nossas instalações em Angra dos Reis. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Vou abrir ao plenário para os que desejarem fazer alguma pergunta, acho que o Gunter está a disposição para responder. Temos a inscrição do coordenador da CAIS, o engenheiro Marcelo, também do engenheiro Gustavo. Marcelo, Gustavo, Ladaga, Júlio, Arciley. Mais alguém? Dixon. Então, primeiro o conselheiro Marcelo. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Bom dia, presidente Jose Tadeu, colegas da Mútua, CDEN, do Colégio de Presidentes, colegas conselheiros, internautas. Primeiro eu queria parabenizar o presidente José Tadeu e o conselheiro Gustavo, pela iniciativa, espero que todo mês a gente tenha um palestrante do nível do doutor Gunter, para que a gente possa debater e deliberar questões tão importantes da engenharia brasileira. Primeiro, doutor Gunter, concordar que realmente os Estados Unidos não são confiáveis, essa história de o que é bom para eles é bom para a gente, não é verdade, o que é bom para eles não é bom para a gente. Isso se configura, eu me lembro que há uns dois meses atrás um general norte-americano disse que um porta aviões deles é uma força armada tão grande, é maior que as forças de 50 países do mundo, ele coloca, inclusive o Brasil. Então, a gente tinha que ter mesmo dezenas de submarinos nucleares na costa brasileira, inclusive com mísseis, minha defesa é essa, se eles tem, nós temos que ter também, ou todo mundo tem ou não tem. Segundo, eu queria fazer duas ou três perguntas. Quanto custa para entrar em operação as 3 usinas? Porque, se eu não me engano, nenhuma delas tem operação 100%, não é, apenas geração parcial. A segunda, o que é preciso ser feito ou o que está sendo feito para a energia nuclear entrar na matriz energética brasileira? Porque nenhum país do mundo vai pra lugar algum sem energia, é o primeiro item para que a coisa ande e gere as coisas para a gente. Terceiro, por que foi escolhido o local, eu sempre questionei, eu acho o local inadequado, não sei se é ignorância minha, desconhecimento da matéria, mas não é o local adequado para se escolher para se colocar uma usina nuclear, eu acredito que não, acho que teriam locais mais seguros. Por fim, isso são regras feitas com base no protocolo de Viena, se não me engano, o normativo brasileiro é encima do protocolo de Viena, onde a gente coloca esses resíduos e se a gente paga ao município para colocar os resíduos no local. Entendeu? Parabéns e muito obrigado. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Bom, a parte do custo. Você, para construir uma usina nuclear no país, atualmente, é um investimento da ordem de 7 bilhões de reais. As nossas usinas, Angra 1 e Angra 2, elas operam, sim, a 100%, elas são usinas térmicas. Elas mantêm essa característica de usinas térmicas. As hidrelétricas a gente sabe que elas tem o fator de capacidade reduzido em relação a isso, uma hidrelétrica opera mais ou menos, ao longo do ano inteiro, 60%, porque o lago nem sempre está totalmente cheio, a hidrelétrica só produz 100% quando o lago está cheio, quando lago não está cheio, ela reduz a potência. A terceira pergunta foi sobre o locar, realmente, o critério que dizem que foi feita a escolha da praia de Itaorna, é que foi o Costa e Silva, ditador, pegou um helicóptero e foi passear pela região, gostou da praia, esse foi o critério. Atualmente, no nordeste, já foram feitos estudos, nós temos 4 estados que estão pleiteando a construção de usinas, Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Nesses 4 estados foram feitos estudos de terreno, capacidade 8 de fornecimento de água, densidade demográfica, que tem que ser baixa, estabilidade do terreno, etc. Foram escolhidos, pelo menos, 4 locais em cada um desses estados. Aí cabe, agora, a parte política, os governadores, os deputados, os senadores, decidir em qual desses locais, mas esses locais já foram escolhido previamente, pelo menos 4 em cada estado, com critérios técnicos. Agora, realmente, a praia de Itaorna, a história que se conta é essa, que o ditador Costa e Silva, a bordo de um helicóptero, passando pela região achou interessante e bonito colocar uma usina nuclear naquele local. Resíduos, como eu falei, é o nosso orgulho, que a gente sabe exatamente onde está. No caso, a legislação brasileira prevê que o responsável por essa estocagem final seja a Comissão Nacional de Energia Nuclear, não a empresa que opera as usinas. Isso aí tem pontos a favor e pontos contra. O ponto a favor, por exemplo, se fosse a Eletronuclear que fosse a responsável pela estocagem final desse material, a gente poderia desenvolver tecnologia de reprocessamento, como faz o Japão, por exemplo, e você ter outro tipo de reator, que seriam reatores que a gente chama de reatores rápidos, onde você usaria esse combustível utilizado em PWR, faria um reaproveitamento deles, geraria combustível para essa nova geração de reatores rápidos, como faz o Japão. O Japão, inclusive, compra combustível utilizado já, que seria considerado rejeito na Europa, eles compram, levam para o Japão, reprocessam e tem combustível para esse tipo de reator. Como, no caso, não é a Eletronuclear responsável pela estocagem final, a Eletronuclear não vai desenvolver processamentos, porque o reprocessamento também, você pode usar ele para fazer reprocessamento de plutônio e gerar material para arma nuclear. Então, acho que a legislação brasileira, sob essa pressão de não desenvolver o reprocessamento para não ter a possibilidade de adquirir material para arma nuclear, ela definiu que vai ser responsabilidade da CNEN dispor da estocagem final desse material. Então, no nosso caso, do Brasil, você encarece a utilização do combustível nuclear. Se você tivesse capacidade de fazer reprocessamento, você iria ter combustível praticamente de graça para a segunda geração de reatores, como não temos, temos que estocar esse material definitivamente, a CNEN ainda não definiu onde será a estocagem final disso aí. Agora, sem sombra de dúvida, a legislação também prevê remuneração ao município responsável para esse tipo de estocagem. Eu acho que essa é uma discussão muito interessante, Marcelo, porque o que acontece? A gente tem nas grandes barragens nossas, nas grandes hidrelétricas, a questão dos atingidos por barragem, porque você constrói empreendimento e você tem o tal do relatório do impacto ambiental, mas não tem o relatório de impacto social, que eu acho que é uma questão que temos que começar a pensar sobre isso. Já no caso da indústria nuclear, devido a dificuldade que nós temos, perante a opinião pública, no mundo inteiro, não é só no Brasil, mas no mundo inteiro, a gente pensa nessa questão do impacto social. Então, por exemplo, Angra 3, nós já construímos Angra 1 e Angra 2, o site onde ficam as usinas ocupa mais ou menos 5 quilômetros quadrados. Vamos construir Angra 3, no mesmo site. Mas como nós temos preocupação com o impacto social, fizemos acordos extra com as prefeituras de Angra dos Reis, Paraty e Rio Claro, que são os 3 municípios limítrofes a usina, onde a empresa está investindo na ordem de 300 milhões de reais em compensações sociais. (intervenção feita fora do microfone) Nos 3 municípios. A maior parte desse dinheiro, a divisão não é igual, a maior parte desse dinheiro vai para o município de Angra dos Reis. Tem um trabalho, eu tenho orgulho desse trabalho, que foi um trabalho que o sindicato começou, o sindicato dos engenheiros do Rio de Janeiro, nós começamos a fazer esse trabalho junto a empresa, nós conseguimos que a empresa bancasse os custos de uma filial da Escola Técnica Federal, lá em uma localidade vizinha a usina, chamada Perequê, que é uma favela, herança do programa nuclear brasileiro. Aquela história, você começa a construir, para a obra, demite todo mundo, o peão da obra, ele vai fazer o que da vida? Ele vai ficar na região. Por isso conseguimos, o programa nuclear brasileiro conseguiu gerar, além da usina, a gente gerou também uma favela. Pelo menos lá no Perequê, a gente está conseguindo, com muito esforço, que a empresa invista, ela coloque recurso ali. Por exemplo, a Escola Técnica Federal, tem uma filial lá que está sendo bancada pela Eletronuclear, tem outros programas da Eletronuclear, de inserção social, também feitos no Periquê, de forma que a gente minimize os péssimos exemplos que nós demos de inserção social, de influenciar a sociedade, de influenciar o local onde você constrói seu empreendimento. Isso, eu entendo que é uma discussão que tem que ser feita, na oportunidade que eu tive de ir a Sergipe, a convite do Gustavo, para fazer esse mesmo tipo de palestra, nós fomos até a Assembleia Legislativa de Sergipe, lá eu coloquei a questão que deve se exigir esse investimento social. Com certeza, onde for escolhido o local para instalação definitiva dos rejeitos, a própria lei vai obrigar a CNEN, no caso, que vai ser 9 responsável pela construção desse depósito, vai obrigar a CNEN a fazer audiências públicas, aí nessas audiências públicas, a sociedade local tem que exigir compensações sociais para que seja instalado esse depósito no município que for escolhido. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheiro Gustavo é o próximo inscrito. GUSTAVO JOSÉ CARDOSO BRAZ (Conselheiro Federal/SE) – Bom dia a todos, bom dia ao presidente Tadeu, aos demais membros da mesa. Bom dia, senhores conselheiros. Eu queria, antes de tudo, parabenizar Gunter Angelkorte pela brilhante palestra. Mas eu queria perguntar algumas coisas também e gostaria que ele relatasse sobre os acidentes de Island, de Fukushima e também Chernobyl, que não tem nada a ver com isso. Que também comentasse sobre a geração de 60% da energia do Rio de Janeiro, que eu acho que, 60% da energia do Rio de Janeiro é gerada através de Angra dos Reis, então 60% é energia nuclear. Por que isso não sai na imprensa? Por que isso, até o próprio governo brasileiro não considera? Eu gostaria que comentasse sobre isso. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Bem, Chernobyl e Fukushima, vou só inverter a ordem, porque Chernobyl foi em 86 e Fukushima foi mais recente. Chernobyl era um outro tipo de reator, era um reator a grafite, refrigerado a hélio, na União Soviética. Como se sabe, na União Soviética não era um regime democrático e não havia controle da sociedade sobre a utilização de energia nuclear. O que aconteceu? Você tinha reatores que custavam da ordem de 500 milhões de reais. Por que você tem um reator, na antiga União Soviética, que custava 500 milhões de reais, como eu já acabei de falar, um reator, esse que a gente pretende construir no Brasil custa 7 bilhões, as diferenças são os sistemas de segurança, a começar por coisas muito básicas. O reator de Chernobyl, teve uma reportagem da Rede Globo, quando completou 20 anos de Chernobyl, em 2006, a Globo mandou aquela repórter, a Ilze Scamparini, mandou a Ilze em Chernobyl para ver como está a situação. Ela chegou lá e ficou a uma distância de 20, 30 quilômetros da usina, falando que a partir daquele ponto ela não podia passar. Mas ela mostrou umas imagens do prédio da usina, era um prédio normal, como se fosse um shopping, você colocar dentro de um shopping Center um reator nuclear, era isso que eram as usinas da União Soviética. O sistema de segurança deles era totalmente inconcebível nos padrões do ocidente, inconcebível nos padrões brasileiros, inconcebível que no Brasil você pretenda construir um reator como aquele. Segundo, um reator a grafite, grafite é carbono, carbono, a gente sabe muito bem que é passivem de pegar fogo. Os nossos reatores no Brasil são moderados a água pressurizada. Lá eram blocos de grafite, onde você insere a vareta de combustível. Então, o que aconteceu em Chernobyl? Você despressurizou repentinamente, quando você despressuriza, você revê, igual a AN ART, a termodinâmica ensina isso para a gente. Então, se você baixa a pressão, você aumenta a temperatura, aumentando a temperatura de um bloco de carbono, ele pega fogo, foi o que aconteceu. Aí, pega fogo e explode, se você der uma explosão dentro de um prédio que não tem resistências ou barreiras, como você tem em uma usina no ocidente, você joga isso para o meio ambiente, foi o que aconteceu em Chernobyl, nada diferente disso. Bom, o caso de Fukushima, são reatores diferentes dos que nós temos no Brasil. O que se pensava no Japão, na época que você fez esses reatores? Bom, aqui é um lugar que tem muito terremoto, então, se eu diminuir a quantidade de tubulações, eu vou ter menos probabilidade de ter problemas em caso de um terremoto, porque no caso, por exemplo, dos nossos reatores brasileiros, a gente tem o circuito primário, o circuito secundário e o terciário. Eles lá, pensando nessa questão, que é uma região com muito terremoto, se eu diminuir um desses circuitos, aí você tem a opção que é o reator a água fervente, em vez de ser água pressurizada, é água fervente, ou seja, você já produz o vapor no próprio circuito primário, eu diminuo a quantidade de tubulações que essa usina vai ter. Então, no caso de terremoto, eu minimizo as chances de ter problemas. Perfeito? Perfeito. Vamos fazer? Aí começa o problema, porque todo projeto de engenharia você tem que definir qual é a base do projeto, não é isso? A gente vai fazer o projeto, a gente diz: considere isso, isso e isso. Isso aqui é a base do projeto. O que foi feito em Fukushima? Qual é o maior terremoto que já houve na história? Tanto, então coloca que a base do projeto é que tem que agüentar um terremoto dessa ordem. Qual é o maior Tsunami que já houve na história? 5 metros, uma onde de 5 metros, então, coloca que a usina tem que resistir a uma onda de 6 metros. Essa foi a base do projeto de Fukushima. Só que aconteceu o que? A base do projeto foi ultrapassada, a gente não combinou com o terremoto, esqueceram de combinar 10 com o terremoto que ele não podia ser maior que aquele valor, que ele não poderia gerar um tsunami acima de 6 metros. Então, o que aconteceu? Teve um terremoto acima, a usina resistiu, embora toda infraestrutura em volta, estrada, rede de distribuição, o próprio país, o Japão foi deslocado 4 metros, o eixo magnético da terra mudou, nunca tinha tido um terremoto de tal magnitude, mas a usina resistiu. Quando houve o terremoto, foram cortadas todas as linhas de distribuição de energia, isso gera um sinal na usina, de rejeição de carga, então vem uma ordem para desligar o reator, o reator foi desligado, todos os 4 reatores foram desligados, eram um total de 6 usinas na região, 4 em funcionamento e duas estavam fazendo recarga, inclusive sem combustível no núcleo, o combustível estava todo na piscina. Então, veio o tsunami de 10 metros, dá para ver filmes, onde você vê a onda passando por cima do domo das usinas, isso ocorreu uma hora depois do terremoto, levou uma hora para o tsunami chegar. As usinas já estavam todas desligas e o sistema de refrigeração de emergência já estavam ligados. O combustível nuclear tem uma característica, ele gera uma quantidade de energia abissal em um pequeno volume, como eu já mostrei aqui, mas depois que você decide que não vai mais utilizar ele, você tem que refrigerar ele constantemente, para vocês terem ideia, após você desligar uma usina, o que a gente chama de calor de decaimento, que é, tem o decaimento nuclear, aquilo gera uma potência equivalente a 3% da usina, você tem que tirar aquele calor, não pode ficar indefinidamente acumulando 3% de potência ali. Então, você tem que refrigerar aqui, se você for considerar todo o processo de resfriamento do elemento combustível de um reator, isso leva anos, você leva entorno de 10 anos, pelo menos, tendo que manter a capacidade de resfriamento desse combustível. Então, no caso das usinas, uma hora depois o tsunami veio, passou por cima do domo, não destruiu a usina, não afetou as estruturas da usina, mas destruiu os tanques de óleo diesel que você tinha do lado de fora, esse óleo diesel eram quem estava alimentando o sistema de refrigeração. Então, quando você destruiu o tanque de óleo diesel, o sistema de refrigeração parou. Você poderia dizer: por que não trouxe mais óleo diesel para colocar no gerador para continuar a refrigerar? Porque você tinha destruído, inclusive, não só as estradas, mas as próprias refinarias, toda infraestrutura do local, estava tudo destruído, o Japão estava destruído. Então, você não tinha como manter a refrigeração. Quando você cessou a capacidade de refrigerar, foi que a gente viu na televisão explosões, as explosões que a gente viu não foram explosões nucleares, se fosse explosão nuclear, não ia conseguir filmar nada. Aquilo ali foi o que? Quando você expõe combustível, você abaixa o nível da água, aí a vareta do elemento combustível, que é de zircônio, uma liga de zircônio, quando interage com o ar, ele produz hidrogênio, hidrogênio é explosivo, você acumula uma quantidade de hidrogênio, foi o que a gente viu na televisão, o domo da usina explodindo, na verdade aquilo foi acúmulo de hidrogênio. Você tem um sistema de purga, você retira o hidrogênio do primário, mas ele tem que ir para algum lugar, então tem um sistema que coleta hidrogênio, aquele hidrogênio se acumulou em um volume tal, em uma velocidade tal, que ele acabou explodindo, foi isso que a gente viu na televisão, as explosões naquela parte superior das usinas. E como você não conseguiu restaurar em um espaço determinado de horas, as duas usinas, que estavam sem combustível no núcleo, a piscina pegou fogo, pela mesma razão. Foi isso que aconteceu em Fukushima. Bom, isso tem uma influência sobre o restante da indústria no mundo inteiro, a gente, aqui no Brasil, já está estudando, já foi feito o pedido a CNEN, de modificação de projeto, foi feita pelos engenheiros da Eletronuclear a implantação de uma terceira fonte de alimentação, para manter o sistema de refrigeração funcionando. Nós temos, o primeiro sistema é a própria usina, mas no caso em que você tem que desligar ela, entra o segundo sistema, que são os geradores diesel, agora nós já estamos, devido a Fukushima, estudando, já tem a solicitação de modificação de projeto junto ao órgão licenciador, para a gente implementar a utilização do terceiro sistema de alimentação do sistema de refrigeração. A questão do consumo no estado do Rio de Janeiro, realmente, as usinas de Angra 1 e 2, elas são responsáveis por 60% do consumo do Rio de Janeiro. Da forma que é a rede de distribuição de energia elétrica no Brasil, Rio de Janeiro e Espírito Santo são dois estados considerados final de linha, porque tem uma topografia específica da região, a gente recebe energia que vem das usinas no Rio Grande e Minas Gerais, Itaipu, em Foz do Iguaçu. Essa energia, as torres que trazem essa energia para abastecer o Rio de Janeiro, elas passam por uma região, em Serra do Mar, que a topografia é muito complicada, é uma região muito suscetível ao que eles chamam de anti-ciclone, que são perturbações atmosféricas que podem, volta e meia elas derrubam torres. Então, o abastecimento do Rio de Janeiro e do Espírito Santo é problemático, então você tendo uma produção de energia especificamente ali, que atende o Rio de Janeiro, facilita muito a operação de todo o sistema, porque todo o 11 sistema brasileiro é interligado. Então, facilita a questão da distribuição de energia elétrica na região sudeste do Brasil, que é o principal consumidor de energia elétrica no país. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheiro Júlio, por favor. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Bom dia, Gunter, parabéns pela sua palestra. O que me estranha muito é ter bastante urânio e ter que ser beneficiado no Canadá. Com isso, eu sou partidário daquela sua manifestação acerca das armas nucleares, para a gente poder pelo menos dominar toda tecnologia. Nós dominamos tudo? Não, creio que não, porque só fazendo teste de armas nucleares e jamais a gente fez isso aí. Mas o grande medo de toda população e todos nós, acerca de usina nuclear, vem justamente de acidentes na Rússia, agora no Japão. Agora se falou muito das graves consequências que duraria muitos anos, estamos vendo que já estão plantando próximo daquele local do acidente, já estão plantando verduras, foi mostrado em uma reportagem. Eu pergunto. Será que não é, vamos dizer, colocado acima da expectativa ou da realidade essa questão da permanência dessa contaminação por anos? Fica a dúvida no Japão, quando a gente fala que em muitos anos não vai poder e agora já estão plantando de volta. Outra pergunta, quase todas elas você já respondeu, mas uma delas, que eu ainda não gravei. O lixo atômico fica depositado onde aqui no Brasil? GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Bem, eu, como trabalhador do setor nuclear, de uma certa maneira, eu até sou favorável a todo esse cuidado que se tem, porque com isso você minimiza os acidentes no ambiente de trabalho seu, porque se tiver um acidente, por exemplo, em Angra dos Reis, os primeiros atingidos serão os funcionários da Eletronuclear. Então, a preocupação, eu também tenho, enquanto trabalhador do setor e como dirigente sindical. Então, eu acho que não só é correto ter esses cuidados todos na indústria nuclear, como você deveria ter em outros setores. Para você ter ideia, nos últimos 10 anos foram 875 acidentes com morte no setor elétrico convencional, o que eu acho um absurdo, as pessoas não saem de casa para morrer, elas saem para trabalhar. Eu, como dirigente sindical, meu sindicato atua em todo estado do Rio de Janeiro, esses acidentes, volta e meia eu tenho que fazer contato para saber o que aconteceu, como está a situação, como está sendo atendida a família do acidentado, é muito duro você conversar com alguém da família de alguém que sofreu um acidente no setor elétrico. Então, eu vejo com muito bons olhos essa preocupação com a segurança, que existe nas usinas nucleares. A questão que a gente chama de reconversão, que é feito no Canadá, aquilo representa 15% do custo do combustível nuclear, falta investimento na INB da ordem de 50 milhões de dólares, para que você tenha essa etapa do ciclo de combustível feita no país. A tecnologia nós já temos, só que em escala de laboratório. Para você transformar ela em escala comercial, você precisaria de um investimento de 50 milhões de dólares. Por que o governo não faz esse investimento, é outra pergunta, mas com 50 milhões de dólares de investimento, você teria capacidade de fazer toda a cadeia do ciclo do combustível no país. Quanto ao domínio da tecnologia, nós temos o domínio, só não temos nessa etapa, com o passar da escala de laboratório para escala comercial. Então, quanto a questão do local onde será armazenado, já foi definido por lei que o responsável será a CNEN, a Comissão Nacional de Engenharia Nuclear. A CNEN ainda não definiu em que local será feita a estocagem final, aí eu tinha, na pergunta do Marcelo, eu tinha colocado, a preocupação dele era: onde você escolher, esse município vai ter alguma retribuição de investimento, de alguma coisa para acondicionar ali o dejeto? Aí foi a conversa que tivemos de que sim, mas temos que vigiar o prefeito, porque prefeito gosta muito de construir ginásio poliesportivo e outras obras, eu estou sugerindo especificamente que esses investimentos sejam feitos na área de educação, de forma de você capacitar o pessoal da região a concorrer a empregos na indústria nuclear, porque você só consegue entrar na indústria nuclear através de concurso. Eu posso dizer que os empregos do setor nuclear, eu defino como empregos, a média salarial da Eletronuclear, nós somos 2600 funcionários, a média salarial são R$ 6.500,00. Então, eu diria que são empregos, nós temos planos médicos, uma série de outras coisas. Então, são empregos. Empregos de R$ 700,00 não são exatamente empregos, agora R$ 6.500,00 acho que dá para a pessoa ter um bom padrão de vida. No caso aqui, a CNEN ainda não escolheu o local. O que está sendo feito com os dejetos de alta radioatividade? São aqueles 5 metros cúbicos que a gente produz por ano, em cada 12 usina, no momento eles estão estocados dentro das próprias usinas. A gente tem a capacidade de mais 10 anos em Angra 1 e mais 8 anos em Angra 2. É isso. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheiro Arciley. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) – Senhor Presidente, demais componentes da mesa, conselheiros e conselheiras, o nosso palestrante Gunter. Eu queria, inicialmente, louvar a iniciativa do Gustavo, para termos essa palestra e a do senhor presidente. E me congratular com o Gustavo pela excelente, brilhante e ilustrativa palestra. Eu tenho duas perguntas, uma é a seguinte: foi falado sobre o complexo nuclear brasileiro, mas eu não vi falar alguma coisa sobre Aramar, eu gostaria, se o colega tivesse algumas informações para nos falar sobre Aramar, que é ligada a marinha e funciona no interior do estado de São Paulo. A outra pergunta é no sentido de que, não agora, há muito tempo atrás, eu tive notícias que esse acordo Brasil e Alemanha, a Alemanha estava se propondo a transferir ao Brasil uma tecnologia que, de certa maneira, ainda não estava suficientemente testada e aprovada na própria Alemanha, que nós no Brasil seriamos uma espécie de cobaia dessa tecnologia. Eu gostaria de saber se isso tem fundamento. Obrigado. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - A questão de Aramar, eu posso falar muito pouco, porque eu nunca trabalhei nesse projeto. Mas tem o pessoal da Marinha, eles também tem bons palestrantes, acho que se convidarem eles, eles podem vir aqui e falar mais sobre a Aramar. O que eu sei sobre a Aramar é o que eu tenho visto nas palestras que eles apresentam, eles tem também uma filosofia muito semelhante a nossa, de conversar com a sociedade. Então, tem lá, mas Aramar basicamente é a questão submarina nuclear brasileira, que eu acho que é muito relevante para nós, principalmente depois da descoberta do pré sal. Sem sobra de dúvida, o pré sal está no limite do nosso território, da nossa plataforma continental. Então, se você não mostrar ao mundo que você tem capacidade de tomar conta, você vai ter dificuldade, você pode ter dificuldade, porque a gente tem que prestar atenção que o nosso vizinho do norte, ele reativou a 4ª frota, o atlântico sul. Para que ele reativou a 4ª frota? A gente tem que prestar atenção nisso. A marinha (intervenção feita fora do microfone). Isso. A gente tem que prestar atenção nisso, porque eles estão prestando atenção no nosso pré sal. Bom, então, essa questão do submarino, eu acho ela muito relevante, até onde eu sei, é um projeto de um reator de pequena potência, que possa alimentar um submarino nuclear, o reator, se eu não me engano, é da ordem de 50 megawatts, se comprar com uma usina tipo Angra 2, que são 1300, é uma usina bem menor. Eles tem também uma tecnologia de reator a água pressurizada, como nós. O combustível de um reator nuclear, teoricamente, seria algo que você poderia manter o submarino submerso por mais de dois anos, você só não faz isso porque parece que as tripulações não aguentam, o fator humano não consegue resistir a ficar mais do que alguns meses submersos, mas a máquina agüentaria mais de dois anos submersa. Mais ou menos é isso que eu sei do projeto de Aramar. E que o submarino é considerado uma arma de defesa, não é uma arma de ataque, é uma arma de defesa, só a proporção que é nuclear, o armamento desse submarino seria armamento convencional. Bom, o acordo Brasil e Alemanha, o que era experimental na Alemanha e realmente não funcionou foi a questão do enriquecimento isotópico, porque era previsto a utilização de jato de centrifugação, isso realmente não funcionou. Agora, o restante, o projeto da usina, operação da usina, projeto de combustível nuclear, tudo isso foi transferido. Nós temos na Eletronuclear, atualmente, cerca de, ainda temos, cerca de 120 pessoas que foram treinadas na Alemanha, eu sou um desses, eu fiquei 3 anos na Alemanha, trabalhei em projeto de usinas alemães, tenho outros cerca de 120 colegas que ainda permanecem na empresa, com esse perfil. No total, a empresa mandou mais de 250 pessoas para a Alemanha, para transferir tecnologia. Então, se hoje a gente tem as usinas brasileiras com a performance que elas tem, elas estão no topo das usinas nucleares do mundo, é porque a gente conseguiu, essa geração que foi a Alemanha, ela conseguiu transferir esse conhecimento. A proposta que a gente tem atual, desse conhecimento, é de que Angra 3 sirva como uma usina para a formação de uma nova geração de engenheiros que vão deter essa tecnologia. Então, um dos principais objetivos, inclusive, da construção de H3 é esse, você transferir esse conhecimento para uma nova geração de engenheiros, já que, por exemplo, na Eletronuclear a idade média dos funcionários, apesar de a gente ultimamente ter contratado muito jovens, a idade média é acima de 50 anos. Então, essa é uma preocupação que a gente também tem. Realmente, a questão do 13 acordo Brasil e Alemanha, que não funcionou, foi a parte do enriquecimento isotópico. Essa tecnologia foi desenvolvida pela Marinha, com muito esforço, muita dificuldade. Tem uma história que eles contam, que eles estavam precisando de jato de centrifugação, quer dizer, o nosso não é jato de centrifugação, é centrifugação apenas, então, na agência tem que ter centrífugas, que é um eixo que gira em alta velocidade. Aqui no Brasil, o nosso grande segredo, que as nossas centrifugas são fantásticas é que o nosso Mancall não é mecânico, é magnético. Então, no caso, você precisou ter especialistas que desenvolvessem essa questão do Mancall magnético das centrífugas. Aí você precisava mandar gente para o exterior para fazer teses de doutorado, etc. especificamente em determinado assunto ligado a eletromagnetismo. O departamento de estado americano não permitiu que nenhum brasileiro, nesse período, fizesse qualquer tipo de tese sobre esse assunto, nos Estados Unidos. Nós, na época, a marinha teve que se utilizar de universidades na Rússia, em outros países da antiga cortina de ferro, que também tem um conhecimento matemático muito grande sobre essa questão de eletromagnetismo. Eles nos controlam muito bem, a gente que tem que também aprender como dar a volta encima disso, não permitir que isso aconteça. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheiro Ladaga. FRANCISCO JOSÉ TEIXEIRA COELHO LADAGA (Conselheiro Federal/PR) – Bom dia a todos, presidente, senhores conselheiros, internautas, meu presidente do CDEN, nosso palestrante. Eu vou discutir mais uma questão aqui, porque para mim foi importante sua palestra, é difícil a gente ver pessoas do seu nível, do seu conhecimento, inclusive a nível mundial, de fazer uma valorização da engenharia como você fez agora. Eu acho que tem que ressaltar isso. Você colocou muito claramente que em Angra 1 deu problema, Angra 1, pelo o que eu conheço, salvo melhor juízo, foi um pacote comprado pronto, você deixou bem claro que Angra 2 já foi desenvolvida com engenheiros brasileiros. Você demonstrou claramente o que um pacote pronto vem para esse país, o que você compra, da diferença daquilo que você desenvolve com tecnologia, com mentes e com pessoas formadas no Brasil. Hoje, a gente consegue ver muitas colocações dizendo que o engenheiro brasileiro não tem formação suficiente. Eu viajei outro dia com um advogado espanhol, vôo normal, está aqui trabalhando no Brasil, eu perguntei como ele fez OAB, ele disse: não, só sou advogado, mas não exerço, eu faço contratações. Ele perguntou o que eu era, eu falei que era engenheiro e ele falou que o problema do engenheiro brasileiro é que não tem capacidade. Eu falei: não, acho que pelo contrário, acho que nós formamos profissionais que são orgulho do país, tem muitas pessoas que tem brasilidade, elas deixam muito claro que o engenheiro brasileiro trabalha em qualquer parte do mundo com o conhecimento que ele adquire aqui também. Então, eu quero elogiar você pela sua colocação sincera, acho que dessa casa é o fórum que temos que resgatar, a valorização do profissional brasileiro. Outra afirmativa sua, 7 países no mundo conseguem dominar o ciclo de combustível completo, agora, por que o Brasil domina? Porque ele quis se desenvolver e aplicou dinheiro nisso, aplicou, apoiou o desenvolvimento de pessoas para chegar nessa situação. É o caso da Petrobras também, eu lembro que quando começou a Petrobras, ela investia em alunos na área de engenharia, não essa política de trazer cérebros, como estão colocando na Exame, na verdade, quando saiu na Exame, eram todos brasileiros que estavam fora, que nunca tiveram oportunidade de desenvolver pesquisa e fazer nada nesse país. Agora, querem importar mão de obra especializada, se importe, realmente, cérebros que vão para universidades e para os institutos de pesquisa, não se abram da forma que estão querendo abrir, alegando que não existe profissional com conhecimento ou capacidade suficiente. Na sua palestra, eu fiquei observando bem, não é a minha área, mas fiquei bastante enaltecido pela sua colocação, por essa forma verdadeira e esse testemunho que você deu aqui, que é uma grande valorização do profissional brasileiro. Muito obrigado pela sua palestra e muito obrigado pela sua forma de agir e colocar a verdade. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Eu que agradeço, Ladaga, essa oportunidade que eu tive de mostrar isso aqui. Eu sou testemunha, tudo bem, é uma área bastante restrita, de engenharia nuclear, mas realmente a formação do engenheiro brasileiro como um todo, ela é muito boa em relação a qualquer outro país do mundo, eu tive a oportunidade de comparar isso na Alemanha. A Alemanha é considerada um dos países mais desenvolvidos do mundo em questão tecnológica, mas a formação do nosso engenheiro é ímpar, assim como os nossos, não só o engenheiro. A gente já viu isso no passado mais 14 recente, a questão dos dentistas brasileiros em Portugal e outras questões. Eu realmente entendo que as entidades de engenharia, eu milito em uma delas, que é o Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro, as entidades de engenharia tem que se posicionar contra essa política que se pretende trazer cérebros, nós temos 200 milhões de brasileiros, eu acho que é uma quantidade de cérebro suficiente. O que nós temos que dar a esses 200 milhões de brasileiros é capacidade deles estudarem, adquirirem conhecimento. Como você já tem vários exemplos, não só na engenharia, mas em outros campos de atuação do ser humano, você demonstra que o subdesenvolvimento, primeiro, ele não é geográfico, não é porque estamos ao sul da linha do equador que a gente está condenado ao subdesenvolvimento. Segundo que ele também não é genético. Então, se você, entendo, o que eu aprendi trabalhando no exterior é o seguinte: o único país onde o brasileiro será tratado como cidadão de primeira classe é no Brasil. Foi isso que eu aprendi no exterior. O único país onde o brasileiro será tratado como cidadão de primeira classe é o Brasil, o Brasil que tem que aprender isso, a pessoa que tem que ser tratada no Brasil como cidadão de primeira classe é o brasileiro. Entendo muito bem que a nossa cultura favorece essa certa simpatia com estrangeiro, entendo isso perfeitamente, mas temos que entender que no Brasil, o primeiro cidadão de primeira classe é o brasileiro, se a gente entender isso, acho que nosso país vai melhorar muito. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Desculpa, quero só fazer uma colocação, pode parecer engraçado, mas eu acho que as escolas brasileiras deviam imprimir o mapa do mundo ao contrário, devia começar daí, colocar ao contrário, porque isso é uma mera, foi adotado pelos países centrais que o mapa deveria ser daquele jeito, era só virar ao contrário para a gente começar a olhar pelo lado de cima JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Temos a última inscrição, que é do conselheiro Dixon. DIXON GOMES AFONSO (Conselheiro Federal/AC) – Bom dia a todos. Presidente Tadeu, conselheiros, conselheiras, internautas, técnicos e tecnólogos do Brasil. Eu gostaria de parabenizar a palestra do doutor Gunter. Esse tipo de esclarecimento é muito importante, porque a gente, que trabalha na área de tecnologia, a gente trabalha com uma certa xenofobia da nossa comunidade, porque pelo desconhecimento das tecnologias que estão disponíveis para melhorar a nossa população, a sociedade. Essa xenofobia parte do princípio de que quando se trata de energia nuclear, ela faz uma comparação com bomba nuclear, alguma coisa nesse sentido, aí suscita-se, até pelos problemas de segurança que houveram em fábricas anteriores que possuíam e possuem uma tecnologia já ultrapassada, não se visualiza ou não se tem conhecimento sobre os novos parâmetros de segurança utilizados para se fazer esse tipo de usina que, como o senhor falou, Angra 2 já possui ou foi moldada já nesse sentido, que replicou para Angra 1. Há um movimento da indústria, dos governos de se trabalhar a questão da energia limpa, nota-se pela sua palestra que a energia nuclear sai na frente das demais, porque nós temos a termoelétrica a gás e carvão. Se a gente quer trabalhar nesse sentido, a gente tem que verificar como se dá a implantação dessa matriz nuclear no Brasil. O senhor mostrou um gráfico de consumo da energia, que o Brasil está em 3º lugar em nível mundial, em termos de acessibilidade, mas muito abaixo na questão da densidade populacional, mas isso tem a ver com a questão que hoje está instalada, eu creio que é isso, faltou parametrizar com relação a região que ele atende. Encima disso, eu gostaria de fazer uma pergunta para você. No Brasil, o problema energético se resolve com a energia nuclear ou necessita de matrizes diferenciadas de acordo com as especificidades de cada região? GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Essa questão da matriz energética brasileira, o Brasil tem que permanecer um país hídrico, nós temos um potencial hídrico que poucos países no mundo tem. Só, talvez, países que podem se comparar a gente na questão de recurso hídrico, seria o Canadá e a Noruega. A Noruega é um país pequeno com uma população menor ainda, então eles teriam um potencial hídrico da ordem de quase 100% da energia elétrica da Noruega, vem de usinas hidrelétricas. O Canadá também tem um potencial hídrico comparável, até maior que o nosso. Bom, o país, eu entendo que ele tem que permanecer hídrico, entendo também que tem que se ter atenção com relação aos impactos sociais. Você, quando constrói grandes hidrelétricas, você tem a questão, você vai deslocar as pessoas, não basta indenizar o dono da terra, você tem que indenizar também a pessoa que 15 trabalha na terra. Então, você tem que ter programas sociais que permitam que o cara que trabalhava na terra antes, que ele vá disputar um posto de trabalho na usina que está sendo construída na região. Você tem que entender, por exemplo, até recentemente você estava construindo duas grandes hidrelétricas em Rondônia, Santo Antonio Giral e não estava previsto uma linha de transmissão para Rondônia. Você ia produzir a energia lá, retirava ela toda de lá e o locar, faz o que mesmo, nada? Então tem que ter essa preocupação. Agora, já se viu no Brasil, que para você manter o nível de crescimento que se pretende ter melhorando as questões sociais do país, aí a gente começa a fazer as previsões para o setor elétrico como um todo, não apenas energia nuclear, você chega a conclusão que se tiver uma taxa de crescimento do país na ordem de 5%, você vai precisar, em um espaço de 20, 30 anos, dobrar a capacidade instalada no país. Já se viu claramente que não tem como desenvolver o país sem aumentar a capacidade de geração de energia elétrica instalada. Bom, aí a pergunta, vamos fazer isso no nuclear? Eu acredito que não, acho que tem diversas possibilidades, existem outros tipos de energia alternativa também, eólica, solar. Eólica, eu só questiono um ponto, que é o modelo que está se usando na eólica, você está trazendo todo equipamento no exterior, não está produzindo nada no país, inclusive, toda manutenção da eólica está sendo feita por engenheiros vindos do exterior, você não está detendo esse conhecimento aqui no país, você não está gerando um emprego no país, com a energia eólica. Segundo que isso é reconhecido por eles próprios, que as pás, que movimentam os aero geradores, eles não estão adaptados ao regime de ventos do Brasil, o regime de vento, principalmente o nosso maior potencial eólico, é no nordeste, o regime do nordeste é diferente do regime de ventos do mar do norte. Você não fez adaptação das pás que movimentam os aero geradores ao regime de ventos brasileiros. Então, se na Alemanha você tem uma usina eólica que tem fator de capacidade da ordem de 30%, no Brasil isso não chega a 10, além do fato que você não está gerando nenhum emprego no país. Eu entendo que para você instalar uma tecnologia, seja ela qual for, no país, você tem que gerar emprego no país, isso que eu defendo, isso é uma coisa que tem que ser discutida mais a detalhe. Mas no caso da expansão do setor, certamente, a gente vai precisar de térmicas, eu só coloco que deva-se levar em conta a opção da nuclear, não defendo que a expansão toda, térmica brasileira, seja feita com usinas nucleares, mas deve se considerar essa possibilidade. E procuro demonstrar, através dessas palestras, que o Brasil tem essa capacidade, nós temos essa capacidade, nós temos urânio. Aí a questão que eu coloco é: por que não usar a nuclear? Desde que se mantenha os controles que temos hoje em dia, os controles de segurança, que são vitais para os próprios trabalhadores do setor, e que seja exigido na instalação desses novos empreendimentos nucleares as contrapartidas sociais adequadas, que sejam criadas condições de que onde você for instalar um empreendimento nuclear, você garanta que o pessoal da região onde você está instalando a usina, eles tenham capacidade de concorrer aos empregos que serão gerados pelo setor, isso que eu acho que tem que ser a forma mais adequada que você tem de implantar usinas nucleares no país. Defendo isso, que isso seja exigido para todo e qualquer empreendimento do setor elétrico, porque temos problemas gravíssimos com as hidrelétricas, tanto que o movimento dos atingidos por barragens soma mais de 2 milhões de pessoas no país, são pessoas que foram atingidas pela instalação dos grandes empreendimento hidrelétricos e até hoje, para vocês terem ideia, nós temos, a usina de Furnas, que deu nome a empresa de Rio Grande, até hoje esse empreendimento tem disputas judiciais sobre questões de desapropriação. A usina é uma usina de 1957, até hoje temos na justiça casos relativos a desapropriação, entendo que isso tem que ser melhor resolvido e melhor definido, inclusive pelos órgãos legislativos desse país. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Temos a inscrição ainda da conselheira Ana, aí nós encerraremos. ANA CONSTANTINA OLIVEIRA SARMENTO DE AZEVEDO (Conselheira Federal/AL) – Bom dia, presidente, senhores da mesa, senhores conselheiros e conselheira, senhores internautas. A todos, bom dia. Engenheiro, boa palestra. Algumas coisas me inquietam, com formação em engenharia elétrica, por ter vivido algumas fazes da minha vida na questão de geração de energia, deslocando combustível fóssil através de gás natural e algumas fontes mais renováveis, algumas coisas me incomodam na questão dessa geração nuclear. As premissas de uma central térmica, aí a geração nuclear tem esse mesmo conceito de uma central térmica, ela faz fogo, aquece água, a água vai para caldeiras de alta pressão, gera 16 vapor em alta pressão e alta temperatura, passa por turbina que gera o motor de um gerador elétrico, dá-se a energia que a gente quer, que é a energia elétrica. O princípio dela é o mesmo de qualquer geração térmica, o que muda aí é o combustível, esse combustível, depois de aceso, o resto da vida dele é para apagá-lo, a gente tem esse princípio nessa condição da energia nuclear. Uma coisa que me intriga nessa discussão e nessa defesa dessa energia é a questão da segurança, ela se diz segura, limpa, eu não discuto, mas a questão da segurança, aí volto para fazer um paralelo com a questão de uma central térmica. Uma central térmica tem basicamente sua viabilidade construída encima da geração da energia elétrica, mas essa paridade não é única, ela vai ter que também se fazer presente na questão de vendas de energia como água quente, como vapor em alta temperatura e alta pressão, em vapor também vegetal, que a gente pode chamar de baixa temperatura e baixa pressão. Por que não se coloca uma central de energia nuclear junto de um parque industrial? Porque ali é quando a gente viabiliza totalmente o conceito de uma central, já que ela não trabalha em sua totalidade, como a gente fala na elétrica, na base, ela trabalha na complementação, por que ela não está junto de um ambiente produtivo extremamente qualificado, classificado e até de um certo controle, já que ela tem tanta segurança. Por que ela não está inserida nesse local? Porque daí teria muito mais opção de se viabilizar economicamente e se mostrar transparentemente essa questão de segurança, ela estaria em um ambiente industrial que aparentemente também é classificado e controlado. A questão das conexões elétricas, a gente sabe que hoje todo o parque industrial é carente de eletricidade e tem dado suas soluções próprias com gerações no horário de ponta, porque não consegue ter grandes gerações próximas, por conta de questões de conexão com o sistema elétrico, visto que existem várias centrais térmicas que estão prontas, recebendo, inclusive, remuneração porque estão em indisponibilidade, mas não estão conectadas para fazer a transmissão da energia que produz. Então, eu gostaria que com a sua palestra, com sua presença aqui, pudesse dirimir minhas inquietações nessa questão. Por que ela não está junto de ambientes produtivos onde a carência da energia é extremamente alta, onde ela podia se viabilizar com muito mais eficiência, tanto operacional, quanto na questão financeira, porque ela teria os outros subprodutos para fornecer para esses ambientes. Eu sou de Alagoas, um dos estados que foi anunciado como de interesse de ter essa central, pelo menos até onde eu sei, o local onde está sendo escolhido, próximo do Rio São Francisco, não existe nenhum ambiente produtivo ali perto, então teria também a questão de investimento em transmissão, investimento das estações de conexão elétrica, que são extremamente caras, para uma energia que vai trabalhar basicamente na complementação, não na sua base. A gente sabe que o PIB está crescendo, o país está evoluindo, mas essa energia vai ficar lá como? Sendo remunerada como foi com a geração e como é ainda em algumas centrais de geração a diesel, que passa o ano todo a gente pagando, porque ela está disponível, mas não porque ela está sendo utilizada, porque o combustível não possibilita que ela funcione na base. Então, eu gostaria que o senhor me desse alguma luz de por que ela não está inserida nesses grandes complexos industriais, que é onde eu vejo a maior carência dela. Muito obrigada. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Bem, Ana, as usinas de Angra, se você considerar o seguinte, elas estão mais ou menos eqüidistantes dos 3 principais centros consumidores do país, São Paulo, Rio e Belo Horizonte, a mais distante fica a cerca de 300 quilômetros. 300 quilômetros entorno de uma usina, linha de transmissão, as perdas na transmissão são muito pequenas. Você compara, as vezes, a questão de que no Brasil você tem uma perda de energia na transmissão da energia na ordem de 20% e na Bélgica você tem uma perda na ordem de 3%, claro que na Bélgica você vai ter 3% e no Brasil vai ter 20%, no Brasil você tem linha de transmissão de 4 mil quilômetros, na Bélgica é no máximo 300 quilômetros. Por aí já explica essa questão. Então, eu considero que as usinas nucleares estão perto dos centros consumidores, porque ali, 300 quilômetros de Belo Horizonte, 220 de São Paulo e 130 quilômetros do Rio de Janeiro, você está em uma posição privilegiada, está próximo aos centros consumidores. Inclusive, Angra, você que é da área de elétrica, você sabe que para você manter a freqüência da rede com a hidrelétrica, sem você ter nenhuma térmica por perto, é difícil, porque a térmica ajuda a melhorar o controle de freqüência da rede, 60 hertz aqui no Brasil. Lá no nordeste, em qualquer ponto que você instalar essas usinas, seja Alagoas, Sergipe, e Alagoas e Sergipe é mais ou menos na divisa dos dois estados, então seria uma coisa que iria favorecer tanto Alagoas quanto Sergipe. Certamente, essas usinas, no nordeste, elas serão usadas na base, porque a questão da construção das usinas nucleares, a 17 atividade nuclear no país é monopólio da União, então não será um especulador que irá construir uma usina nuclear, como foi o caso das térmicas. Você tem térmicas que foram construídas por especuladores, uma questão que temos que questionar sempre, de permitir instalação desse tipo de empreendimento no país, porque energia elétrica não pode ser tratada como commodities, ela faz parte da infraestrutura do país, então se ela faz parte da infraestrutura do país, não se pode permitir que se haja especuladores, porque hoje em dia, se o Brasil tem a 3ª tarifa mais cara do mundo, não é por causa do tipo de geração que nós temos. Se você tem um tipo de geração predominantemente hidrelétrico, era para ter uma das tarifas mais baratas do mundo, não uma das mais caras, você tem uma das mais caras por causa da especulação. 30% da energia elétrica produzida no país é controlada pelo o que eles chamam de mercado livre, aí que tem a especulação. Então, no caso, uma usina nuclear nunca vai ser usada como a térmica é usada, que agora em janeiro, por exemplo, teve térmica entrando para produzir energia a 600 reais o megawatt, todo o esforço que o governo fez para arrebentar o grupo Eletrobrás, resultou em nada, porque entraram as térmicas privadas a 600 reais o megawatt. Então, no caso de você implantar uma usina dessas no nordeste, com certeza ela será usada na base, com certeza ela não irá operar no regime de receber sem produzir. Na questão da segurança, que você colocou, também é uma preocupação nossa, enquanto trabalhador do setor, que haja rigor nos critérios de segurança e operação de uma usina dessas. Entendemos que é perfeitamente justificável o controle que a sociedade quer ter sobre esse tipo de usina, é para ter mesmo, não só sobre esse tipo de usina, mas sobre qualquer empreendimento do setor elétrico. A gente sabe que no setor elétrico, quando você tem um acidente de trabalho, você tem 3 tipos de conseqüência, ou são queimaduras graves, ou é mutilação, ou é morte. Então, nós, enquanto trabalhador do setor elétrico, a gente se preocupa com essa questão sim, acho que até deveria ser mais rigorosa a fiscalização, por parte dos órgãos de engenharia, para essa questão, por exemplo, o cumprimento da ANR 10, coisas básicas, que a gente sabe muito bem que não são cumpridos com o rigor necessário pelas empresas. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Eu só gostaria de saber se o coordenador do Colégio de Presidentes, o presidente Jary, do Crea MS, que representa os 27 Creas, gostaria de fazer alguma pergunta ao Gunter. JARY DE CARVALHO E CASTRO (Coordenador do Colégio De Presidentes) – Bom dia a todos. Bom dia, presidente José Tadeu. Bom dia, Calheiros, presidente da Mútua, Gumercindo, do CDEN, nosso amigo e vizinho de estado, o Ézio Ney Prado, engenheiro florestal, representando as câmaras especializadas, nosso palestrante Gunter, conselheiros, conselheiras, presidentes de entidades, visitantes, internautas. Doutor Gunter, do nosso estado, nós temos um Senador chamado Delcídio do Amaral, que é ligado ao setor energético. Recentemente, nós fizemos um workshop em Campo Grande, ele quebrou esse paradigma, porque existe um paradigma muito grande das pessoas, um inconsciente coletivo de que a energia nuclear é uma coisa muito só o lado negativo, a gente sabe que não existe 100% de perfeição. Ele foi muito feliz na sua palestra, mostrando, inclusive, cases de sucesso, como temos na França, um país que utiliza demais a energia nuclear, inclusive, está dentro das cidades as usinas. Então, isso foi uma quebra de paradigmas que os profissionais e formadores de opiniões começaram a rever os valores e entender como funciona. Eu acho que o senhor foi bastante feliz por estar nesse caminho, nós sabemos que temos que tomar cuidados, temos que nos precaver, temos que usar os engenheiros brasileiros, não só na energia nuclear, mas na eólica e solar. Então, parabéns, esse assunto é bastante interessante. Eu faço parte do GT Rio +20, essas discussões são constantes no nosso GT. Então, queria agradecer sua presença, mostrando esse conhecimento, mais uma vez quebrando paradigmas, que precisamos entender que energia nuclear não é só o que a gente viu no Japão, que já era uma usina condenada, nós temos informações, dá para se fazer muito coisa boa com energia nuclear, melhorando a qualidade de vida das pessoas, respeitando também o meio ambiente. Obrigado e bom dia a todos. GUNTER DE MOURA ANGELKORTE (Palestrante): - Eu que agradeço a oportunidade de estar aqui junto ao órgão máximo da engenharia nacional, poder trazer minha mensagem, de a gente debater questões relevantes, não só no campo da energia nuclear, mas no campo da 18 energia elétrica como um todo. Eu acho que é muito importante que a gente venha para o Confea e possa discutir com todos vocês essas questões. Eu que agradeço. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Quero, em nome do conselho federal, agradecer mais uma vez, Gunter, pela sua brilhante palestra, que enriqueceu todos nós que compomos o plenário do conselho federal e também aqueles que nos assistiram pela internet, tenho certeza que foi bastante importante o que você transmitiu para todos nós. Nós sabemos que a cultura brasileira, com relação a energia nuclear, ela gerou mitos, lendas, nós precisamos desmitificar tudo isso, em função da fase em que foi plantado, na época da ditadura, até a forma de escolher o local. O que a gente ouviu falar, foi tudo comentado, com relação as preocupações da proliferação da energia nuclear, que a energia nuclear só serve para fazer armas nucleares, que serve para fazer bomba atômica, como aquela que explodiu em Hiroshima e Nagazaki. Enfim, ela passou para a sociedade brasileira que energia nuclear significa contaminação radioativa, danos ao meio ambiente, impacto ambiental, por aí, resíduos que não tem onde colocar, que contamina e causam doenças, geram até câncer, por aí vai toda essa lenda e esses mitos, alguns desses pontos realmente ocorre, mas ficou claro que a forma como cuidar disso e como fazer o sistema de prevenção para a segurança. Por outro lado, ficou claro para nós que é uma energia importante, que realmente, para o nosso país desenvolver, como já é a 6ª maior potência econômica, somos emergentes, nós precisamos ter ferramentas competitivas para competir com nosso emergentes, do BRICS, principalmente. A energia nuclear, eu vejo como uma ferramenta importante para o Brasil, realmente utilizá-la, para que a gente possa crescer e melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, o impacto social, como disse aqui, falam do impacto ambiental e não falam do impacto social. Colocar o Brasil na era do progresso e do desenvolvimento, que é o que nós precisamos e, para isso, nós vamos precisar de muita educação, muita ciência, muita tecnologia, principalmente muita inovação. Mais uma vez, eu agradeço, gostaria de, em nome do conselho federal, te passar o certificado da sua palestra aqui. Muito obrigado. 19 ANEXO II – PROCESSO: CF-1285/2009. INTERESSADO: ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE METRÔ – AEAMESP. ASSUNTO: REGISTRO DE ENTIDADE DE CLASSE. DELIBERAÇÃO 019/2013-CONP - RELATOR: CONSELHEIRO FEDERAL DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Deliberação 019/2013CONP, PC CF-1285/2009, Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP. Relator, com a palavra, o conselheiro Daniel Antonio Salati. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) Senhor Presidente e senhores conselheiros, relatório e voto fundamentado em pedido de vista. Eu devo dizer que trata-se de um processo muito longo, que foi a medida em que a entidade ia prestando esclarecimentos, as normas para registro iam mudando e a demora, passando pelo Crea SP, como chegando até esse conselho, a demora foi muito grande e as coisas foram mudando. Então, agora estamos até em uma situação, até certo ponto, bastante chata e desagradável, com relação a associação. Vamos lá. Trata o presente processo de pedido de homologação de registro, para fins de representação junto ao Crea-SP, da entidade de classe denominada Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô - AEAMESP, nos termos da Resolução nº 1.018, de 08 de dezembro de 2006; De acordo com o Artigo 1º, do Estatuto, a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô foi fundada em 14 de setembro de 1990, por deliberação coletiva dos Engenheiros e Arquitetos da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Eu devo abrir um parêntese aqui, inclusive, dizendo que é uma das melhores associações que nós temos no estado. Foi feita uma revisão no Estatuto para, em resumo: 1. Adequá-lo ao novo Código Civil, conforme estabelece a Lei Federal N.º 10.406, de 10/01/02. 2. Ampliar e diversificar o número de associados, de forma a ser possível agregar também profissionais de empresas da área de transporte metroferroviário, com formação na área tecnológica (profissionais de nível superior registrados nos Creas), com interesses na área de transporte de passageiros ou carga sobre trilhos e não necessariamente pertencentes ao quadro de empregados do Metrô-SP. Nota 1: Este objetivo materializou-se, pelo fato de contar atualmente, no quadro de associados, com profissionais que trabalham em outras Operadoras (CPTM, EMTU, Via Quatro), em empresas de Consultoria e Projetos (Brain Engenharia, Sondotécnica, Agire Implantação de Sistemas, Tetra Arquitetura Consultiva), em empresa Fornecedoras de Sistemas e Equipamentos (Grupo Trends, Ansaldo, Focco) e no BNDES. Nota 2: A abertura também foi importante, pois projetou um futuro bastante promissor para todo o setor metroferroviário no País, tanto nas ligações de longo percurso, quanto nos centros urbanos das cidades. Além de Trens e Metrô, passou a tratar de Trens de Alta Velocidade e também de sistemas alternativos de média capacidade (VLTs, Monotrilhos, etc.), no caso do transporte de passageiros. Portanto, o intercâmbio de experiências dos profissionais tornou-se mais relevante, por meio da Associação. 3. Possibilitar, em função desta abertura, o pedido de registro no Crea-SP e indicar Conselheiros representantes nas diversas Câmaras de Engenharia e na de Arquitetura, pelo fato de deixar de ser uma entidade constituída somente de associados vinculados a uma única empresa e a um único modo de transporte. Nesta revisão, a sigla AEAMESP, apesar da alteração da razão social, devido a sua origem, possibilita que alguns poucos profissionais de nível superior e pertencentes aos quadros da Companhia do Metrô-SP, com formação, por exemplo, em física, economia e administração e ligados às áreas técnicas, participem seu do quadro associativo, sem direito à voto e a ser votado, na condição de associado colaborador, friso. Ao promover esta revisão, entendeu-se, à época, que a Associação tornara-se mais abrangente e, ao mesmo tempo, aberta para todos os profissionais de nível superior, com registro no Crea, das diferentes modalidades da engenharia e arquitetura que atuavam no setor metroferroviário, nas diversas áreas (planejamento, custos, projeto civil e de sistemas, construção, inspeção, montagem, operação e manutenção) de qualquer empresa ou como profissional autônomo. Em função disso, em 03/09/2004, foi dada entrada ao pedido de registro no Crea-SP, conforme a Resolução N.º 460/2001, o que motivou a abertura do Processo C0096/05. Na Sessão Plenária do Crea-SP N.º 1.908 de 23 de abril de 2009, obteve-se o deferimento do pedido de registro por ter sido atendida, tanto a Resolução N.º409/2001 (revogada), quanto a Resolução N.º1.018/06, no parágrafo 4,º do artigo 8º e nas alíneas “d”, “e” e “f”, do inciso III, do artigo 9º. Em 26/11/09, o Ofício N.º 2.121-Suprin do Crea-SP informa que o Confea, pela Decisão PL-1519/2009 de 30 de outubro de 2009, não havia homologado o registro da AEAMESP, tendo em vista que a análise do Artigo 4º do 20 Estatuto, caracterizou a entrada de sócios com a mesma formação profissional dos associados, em desacordo com o disposto no inciso XII, do Art. 2º, da Resolução Nº 460/2001. Objetivando resolver a questão, que motivou a Decisão PL em referência e que impediu a homologação do registro, procedeu-se a uma nova revisão do Estatuto da Associação que eliminou a restrição apontada e alterou outros dispositivos, conforme decisão da Assembleia Extraordinária, realizada em 29/04/10. Após essa nova revisão do Estatuto, acreditou-se ter sido atendida a Resolução N.º 460/01 e saneado as restrições apontadas na Decisão PL1519/2009 de 30 de outubro de 2009, e gerou o encaminhamento, em 27/07/10, do Ofício AEAMESP 034/10 com o pedido de reconsideração ao Confea. O senhor nota que há uma série de problemas levantados e a associação foi atendendo. Em 22/10/10, pelo o Ofício N.º 2.349Suprin o Crea-SP informou que o Confea, através da Decisão PL-1159/2010, de 29 de setembro de 2010, não reconheceu o pedido de reconsideração da AEAMESP, tendo em vista que a alteração do Estatuto foi posterior à Decisão Plenária N.º 1519/2009, não se caracterizando como fato novo. Sendo assim não se justificava alterar a decisão anteriormente emanada e solicitava-se que a entidade de classe proceder a uma nova solicitação, à luz da Resolução N.º 1.018/2006. Como pode ser observado, mais 1 (um) ano se passou antes de o pedido de reconsideração ter sido negado. Não por deixar de atender à legislação ou devido ao fato que motivou a Decisão PL-1519/09, mas por formalismo da não caracterização de fato novo, apesar de a revisão do Estatuto para retirar a restrição apontada ter sido efetuada. E ainda, porque em 2004, quando da entrada pela primeira vez no pedido de registro, estar sob a égide da Resolução N.º 460/2001 e não da Resolução 1.018/2006. Diante do exposto, em 01/11/11, deu-se entrada a um novo pedido de registro no Crea-SP, conforme a Resolução N.º 1.018/2006, o que motivou a abertura do Processo CF-1035/11. Em 23/08/12, na Sessão Plenária do Crea-SP N.º 529 de 23 de agosto de 2012, obteve-se, mais uma vez, o deferimento do pedido de registro, por ter atendido à Resolução N.º 1.018/2006. Em 12/12/12, a Associação foi informada da emissão do Ofício Nº175/2012-DPL, que comunicava que o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea, através do Parecer Nº 1755/2012-GTE/ATE de 09 de novembro de 2012, solicitava esclarecimento sobre a área de atuação -- se era em âmbito municipal, estadual ou nacional -- e que também apresentasse o estatuto contendo esta informação, conforme determina a alínea “b”, do inciso III, do Art. 9º da Resolução N.º 1.018/2006. Em atendimento ao Ofício DPL acima e objetivando resolver a questão que motivava o pedido de diligência exarado no referido parecer, foi enviada uma série de informações complementares, de maneira a prestar esclarecimentos para sanar a dúvida sobre o âmbito de atuação da AEAMESP, inclusive anexando declaração do Presidente da entidade. O pedido de registro arrasta-se desde 2004, apesar de aprovado pelo Plenário do Crea-SP. Considerando que a Resolução 1.018, de 2006, estabeleceu em seu art. 9º os requisitos indispensáveis à obtenção do registro de entidade de classe; Considerando que no inciso VI, do art. 9º, da Resolução 1.018, de 2006, consta que a entidade de classe deverá apresentar comprovantes do efetivo funcionamento como personalidade jurídica e da prática de atividades de acordo com os objetivos definidos em seu estatuto, referentes às profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea, de forma contínua, durante os últimos três anos imediatamente anteriores à data do requerimento; Considerando que dos documentos apresentados como comprovantes de efetivo funcionamento e da prática de atividades de acordo com os objetivos definidos em seu estatuto atinentes às profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea, 7 (sete) correspondem ao ano de 2008, 6 (seis) ao ano de 2009 e 7 (sete) ao ano de 2010, atendendo, portanto, o estabelecido no § 1º, do art. 9º, da Resolução 1.018/06 “Para fim de comprovação do efetivo funcionamento, conforme disposto no inciso VI deste artigo, a entidade de classe deve apresentar pelo menos seis documentos para cada um dos três anos anteriores à data do requerimento.”; Considerando que outros 5 (cinco) documentos apresentados pela interessada não foram levados em conta devido a motivos não relacionados com o objetivo estatutário da interessada Eu, como paulista e paulistano, devo dizer que essa associação é uma das mais atuantes no estado. Considerando que o processo tramitou em todas as Câmaras Especializadas do Crea, sendo indeferido apenas na Câmara Especializada de Engenharia de Segurança do Trabalho por entender que havia divergência na razão social da entidade (fls. 573); Considerando que posteriormente a entidade prestou os esclarecimentos necessários sobre a alteração de sua razão social e teve seu registro deferido no Plenário do Regional (590 a 598 e 603 a 603v); Considerando que em razão de não constar, explicitamente, o território de atuação da entidade e constar editorial do Anuário Metroferroviário, Ano 1 – Nº 1 – 2009, feito pela OTM editora em parceria com a AEAMESP, a 21 menção de que a entidade seria de atuação nacional, foi baixada diligência para que a entidade de classe esclarecesse o seu âmbito de atuação, municipal, estadual ou nacional, conforme determina a alínea “b”, do inciso III, do art. 9º da Resolução 1.018, de 2006 (fls. 38 a 47); Considerando que o ofício AEAMESP 01/2013, enviado em 14 de janeiro de 2013 pelo Presidente da entidade de classe, João Geraldo Baião, e protocolizado no Crea-SP em 15 de janeiro de 2013 sob o nº 9156, esclareceu que a entidade atua apenas em âmbito estadual, de modo que as informações solicitadas em diligência foram atendidas (fls. 621 e .622); Considerando que, analisando o estatuto da interessada, verifica-se que o mesmo atendeu às exigências contidas na Resolução nº 1.008 de 2006, acho que é 1018. Considerando que consta do processo número superior a 60 (sessenta) associados (entidade multiprofissional) e que estavam quites com a anuidade, conforme listagem emitida e verificada pelo Crea-SP (fls. 191 a 247), bem como a declaração dos sócios de opção pela entidade (fls. 47 a 190); Considerando que a argumentação presente na Deliberação nº 019/2013-CONP que deliberou pela não homologação do registro da entidade de classe pelo não cumprimento de todos os requisitos dispostos na Resolução nº 1.018, em razão da denominação da entidade não guardar correlação com a qualificação profissional de todos os seus sócios, não pode prosperar, tendo em vista que o próprio Sistema Confea/Crea não guarda correlação com a qualificação profissional de todas as profissões por este fiscalizadas; Considerando que, dessa forma, s.m.j., a entidade cumpriu todas as exigências previstas na Resolução para efetivar seu Registro. Voto: Voto pela homologação do Registro da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP pela mesma ter cumprido integralmente as exigências contidas na Resolução nº 1.018, de 2006. Brasília, 16 de abril de 2013. Meu voto é contrário ao da CONP, porque eu entendi, lendo todo o processo, vendo todas as datas, que ela atendeu todas as solicitações. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Em apreciação do plenário. Com a palavra, o conselheiro Dirson. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Presidente e conselheiros, eu gostaria de manifestar que a CONP propõe a não homologação porque o normativo é claro, deve estar explicitado no estatuto a questão da abrangência, que fala que seja no mínimo municipal e no máximo estadual. Esse é um procedimento, também com relação a finalidade de qualificação profissional, com a finalidade e não é com a qualificação profissional. O parágrafo 2º tem uma relação com sua finalidade e com a qualificação profissional. Então, não é com a qualificação profissional, como foi colocada a questão, mas sim com a sua finalidade, por esses dois motivos que a CONP decidiu pela não homologação. Mas está aí colocado pelo parecer em pedido de vista do conselheiro Daniel Salati, está em apreciação dos conselheiros. Era isso só, não querendo polemizar, já tivemos outras situações semelhantes em que foi decidido. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Mais alguma consideração? Conselheiro Logatti. WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Presidente, talvez ninguém tenha mais mandato no Crea SP que eu, talvez o Daniel empate. Mas essa associação do metrô é uma associação ativa, oferecendo eventos, semanas, é estranho uma associação desse nível estar fora da composição do Crea SP. Por outro lado, eu noto, fica muito feio para o Confea, esse vai e vem de informações. Vem, entra no setor, pede um documento, vai, volta, pede documento, você vê, desde 2009, praticamente 6 anos. Que isso fica indo e voltando e não se resolve. Nós, aqui, quando é não é não, anexou, reconsiderou e acabou, fica nesse vai e volta, pede documento, volta, o Crea de origem manda, volta, isso fica (...). Parece que estamos criando um termo novo, exigindo uma série de documentos. Eu acredito que, acredito e tenho certeza, que essa associação é uma associação que funciona e que merece uma representação, sim, no Crea SP. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Conselheiro Logatti, me permite um aparte? Obrigado, conselheiro Logatti. Eu só gostaria de esclarecer que as vezes a narrativa do processo foi bem colocado pelo conselheiro Salati, mas a sequência de eventos as vezes não é relativa, as vezes não são relativas a um mesmo assunto ou a tramitação do 22 processo. Como você colocou, a entidade tem representação no Crea SP, está com representação em exercício, há um processo de pedido de revisão de registro das entidades, anualmente, no caso, possivelmente dessa entidade, porque ela deve ter tantas representações que possivelmente deve ter renovação todo ano, então ela é obrigada pela legislação. E na revisão, que é observada essa questão. Então, lógico depende da análise de cada Crea e da observação de cada Crea, aí, quando há reformulação estatutária, é obrigatório o envio das obrigações ao Confea, com relação ao estatuto. Então, aconteceu esse processo, essa análise, aconteceu possivelmente porque ela alterou o seu estatuto. Então, que deixe claro que esse processo está em tramitação no conselho, possivelmente o registro originário é muito mais antigo, então o pedido de registro é mais antigo. Então, não se trata de estar rolando ou atrapalhando o desempenho das atividades. Aí, não foi, só ressaltando, a falta de comprovação de efetivo de funcionamento o motivo da não homologação, eu já coloquei os dois pontos que foram base para a decisão da CONP. Mas estamos a disposição para discussão. Eu gostaria de lembrar mais uma vez que, já coloquei na fala inicial, que a CONP está propondo a reformulação da 1018 e 1019, no ano passado teve um grupo de trabalho para fazer. A ideia é, eu já lancei esse desafio, é trabalhar uma norma de uma norma mais abrangente, mais ampliada, com relação as questões das entidades de classe e instituições de ensino, logicamente dentro dos limites que nós entendemos que sejam os mínimos necessários para que elas se habilitem para buscar ou obter uma representação nos plenários dos regionais. Obrigado. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Conselheiro Daniel. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Eu só queria complementar o que disse o conselheiro Logatti, olha, é uma das melhores associações. Ela é estadual, não é porque uma revista diz que ela é nacional, poderia ter dito até da minha associação, que é uma associação de Botucatu, onde o colega Ricardo Veiga foi, por diversas vezes, presidente, poderia ter dito também que a associação de Botucatu é nacional, é uma senhora associação. Se nós tivéssemos que apontar as 5 melhores associações de profissionais do estado de São Paulo, essa associação é, tanto é verdade que ela foi adaptando seus estatutos sociais a medida em que o sistema foi pedindo e ela tem colaborado muito com o sistema, em seus eventos, com a profissão, com as categorias, é uma senhora associação. Agora, já está ficando, eu não sou, eu deixei de ser professor universitário em 97, de lá para cá eu sou executivo, fui diretor de diversas empresas, acho que é, como disse o conselheiro Logatti, é até desagradável dizer para uma associação daquele nível, daquele porte, daquele trabalho pró engenharia nacional que nós não estamos aceitando, já não tem mais desculpa. O próprio Dirson está aceitando que essa resolução 1018 precisa ser modificada. Então, eu acho que não dá mais para dizer para ela que não dá para aceitar a associação. Acho que nós temos inúmeras associações lá que são insignificantes, sem demérito nenhum, porque as vezes essas associações passam por dificuldades, mas essa é uma senhora associação, tanto é verdade que o Crea SP não tem condições de dizer: não podemos aceitar vocês no sistema. Todas as vezes que ela apresentou a solicitação de registro no Crea SP, o registro foi aceito, porque em São Paulo ela é reconhecida. É só o que eu queria dizer, agradeço mais uma vez e prometo não falar mais. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Mais alguma manifestação? Conselheiro João Francisco. JOÃO FRANCISCO DOS ANJOS (Conselheiro Federal/RO) – Boa tarde a todos. Eu queria acrescentar aqui uma coisa interessante, que consta no relato do nobre conselheiro. Ele diz que os demais, as demais profissões na área de economia, administração, ligados as áreas técnicas, participam do seu quadro associativo sem direito a voto e a ser votado na condição de associado colaborador. Então, restam apenas os profissionais ligados ao conselho, ao sistema Confea Crea, que é assegurar seu registro como instituição do sistema. Obrigado. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Conselheiro Arciley. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) – Só queria fazer um pedido de esclarecimento, talvez para o Salati e o Dirson. É um pedido de registro, primeira vez, ou é um 23 pedido de renovação de registro? Eu entendi na sua fala que era de registro e na fala do Dirson que era de renovação de registro. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Pelo o que eu li e entendi é de registro. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Conselheiro Dirson. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Desculpe ter, na minha fala, transparecido que foi de revisão, realmente é de revisão. É de registro. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Esclarecido? Mais alguma consideração? Não havendo, nós vamos colocar em votação. Nós temos duas propostas, a proposta número 1 da CONP, negando o registro, e a proposta 2 do conselheiro Daniel, concedendo o registro. É isso? Então, estamos preparados para votação? Preparar para votação. Lembrando que temos duas propostas, temos que votar uma delas. Proposta número 1 é a da CONP negando o registro, proposta número 2 do conselheiro relator de pedido de vista, Daniel Salati, concedendo o registro. CLÉCIA MARIA ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário): – Preparada. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: - Em votação. Encerrada a votação, vamos fazer a contagem dos votos e anunciar o resultado. CLÉCIA MARIA ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário): – Proposta 2: 08 votos. Proposta 1: 04 votos e 03 ausentes. 24 ANEXO III – PROCESSO: CF-1084/2011. INTERESSADO: COORDENADORIA DE CÂMARAS ESPECIALIZADAS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO – CCEEST. ASSUNTO: DISCUSSÕES SOBRE A RESOLUÇÃO Nº 481, DE 2008, DO CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. DELIBERAÇÃO 021/2013-CEAP. WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Deliberação 21. CF 1084/2011 coordenadoria das câmaras especializadas de engenharia de segurança. Resolução 481 do conselho federal de farmácia. Considerando que trata o presente processo da Proposta N° 06/2009-CCEEST, cujo assunto é “Ação contra a Resolução 481 do Conselho Federal de Farmácia”, aprovada na Primeira Reunião das Coordenadorias de Câmaras Especializadas de Engenharia de Segurança do Trabalho – CCEEST, realizada em Brasília-DF, nos dias 12 e 13 de fevereiro de 2009; Considerando que a resolução do Conselho Federal de Farmácia – CFF determinou o registro de profissionais com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho naquele conselho profissional; Considerando que a Lei nº 7.410, de 1985, está em pleno vigor e prevê claramente que os profissionais engenheiros e arquitetos com certificado de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho deverão ser registrados nos Creas; Considerando que para reforçar o entendimento do registro dos Engenheiros de Segurança do Trabalho nos Creas, o Decreto nº 92.530, de 1986, determinou que o Confea definisse as atividades dos engenheiros e arquitetos com especialização em engenharia de segurança do trabalho; Considerando que a Resolução nº 359, de 1991, em seu art. 4° define as atividades a serem desenvolvidas pelos Engenheiros e Arquitetos, na especialidade de Engenharia de Segurança do Trabalho; Considerando que o engenheiro e o arquiteto, profissões previstas na Lei nº 7.410, de 1985, com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, não atuarão como Engenheiro de Segurança do Trabalho somente na área da sua graduação, mas sim de forma genérica dentro das atribuições profissionais da Engenharia de Segurança do Trabalho, o que reforça a ideia de que se deve analisar a questão como a fiscalização da atividade e não do profissional; Considerando que as atribuições do CFF estão expressamente delimitadas no art. 6º da Lei nº 3.820, de 1960; Considerando que a lei supracitada em nenhum momento atribuiu ao CFF a fiscalização da atividade de Engenharia de Segurança do Trabalho; Considerando, portanto, que a Resolução nº 481/2008 - CFF, extrapolou indevidamente o contido na respectiva lei de criação; Considerando, ademais, que foram analisados currículos dos cursos de Farmácia da UNICAMP– Universidade de Campinas, Universidade Católica de Brasília e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Bioquímicas – da Faculdade Oswaldo Cruz e em nenhum deles constata-se qualquer disciplina relacionada à segurança do trabalho; Considerando que a Proposta nº 012/2009 – CDEN, presente no processo, se manifestou contrariamente ao supracitado normativo do CFF; Considerando que consta despacho da PROJ no sentido de que em havendo determinação do Plenário do Confea, a Procuradoria Jurídica providenciará a ação judicial competente; e Considerando que o assunto já foi objeto de análise de grupo de estudo instituído no âmbito da Gerência Técnica. Deliberou: Propor ao Plenário do Confea os seguintes entendimentos: 1) Os Engenheiros com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, nos termos da Lei nº 7.410, de 1985, deverão se registrar nos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia – Creas, para o exercício das atividades profissionais relacionadas a essa especialização; 2) Para efeito de fiscalização da atividade de Engenharia de Segurança do Trabalho os Regionais não deverão considerar como devidamente habilitados os profissionais com registro em qualquer outro conselho profissional que não o Crea; 3) Quando da anotação do curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, e respectiva concessão de atribuições profissionais, os Creas deverão verificar se o interessado possui formação compatível com a Lei nº 7.410, de 1985; 4) Em relação à Resolução nº 481/2008 - CFF, a adoção de medida judicial cabível para buscar a declaração de nulidade deste normativo; e 5) Dar conhecimento à CCEEST e ao Colégio de Entidades Nacionais - CDEN JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Em discussão. Com a palavra dois conselheiros, primeiro o conselheiro Daniel e depois o conselheiro Melvis. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) Senhor presidente, eu até vou fazer uma homenagem ao presidente do Crea Pará, se ele estivesse aqui e pudesse participar eu tenho a impressão que seriam essas as palavras dele. Eu acho que tem sido levantado aqui alguns problemas que eu acho que o sistema está se 25 omitindo, que o sistema como um todo, não é o presidente, somos nós conselheiros, estamos nos omitindo e vira uma confusão, uma balburdia que ninguém entende. São poucos os engenheiros de segurança do trabalho, são aqueles que têm curso de graduação, até estou aproveitando sendo orientado pela colega conselheira Ana, a lei federal 7410/85 fala em cursos de especialização, não forma engenheiro em segurança do trabalho, quando é engenheiro, quando é arquiteto, quando é engenheiro agrônomo, engenheiro especializado em segurança do trabalho. Nós estamos aceitando que as faculdades usem o termo curso de engenharia de segurança do trabalho, não é isso, é curso de especialização em engenharia e segurança do trabalho para profissionais plenos ou profissionais técnicos e daí vira uma bagunça que o próprio sistema acaba adotando o termo engenheiro de segurança do trabalho e daí vai, aí nós estamos vendo o que está acontecendo dentro do sistema. Eu gostaria de dizer que nós aceitamos tudo isso, a sociedade está botando isso em prática nós não estamos tomando atitude nenhuma aí da nisso que aconteceu, um farmacêutico vai fazer um curso de segurança do trabalho que é uma especialização e sai com título de engenheiro em segurança do trabalho e aí queremos que ele se registre no sistema Confea Crea sendo ele um farmacêutico? Não tem sentido um negocio desse, honestamente, tinha um programa do Jô soares que é tiro tudo, eu estou nessa de tiro tudo, não da para admitir mais isso. Então temos que exigir do MEC ou sei lá de quem quer que seja o responsável por admitir esses títulos, exigir do MEC ou brigarmos por causa disso, nós sistema como um todo, não é o senhor que está sentado aí, somos nós que estamos aqui em baixo, são mais de 1000 conselheiros estaduais esparramados pelo país que terão que brigar colocando isso em ordem, agora não tem sentido, como vamos exigir que o farmacêutico que faz um curso de especialização em segurança do trabalho seja chamado de engenheiro de segurança do trabalho e se registre no conselho, não da nem para discutir um negocio desse. É só, obrigado. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Com a palavra, conselheiro Melvis. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – No item 2 da deliberação para efeito de fiscalização da atividade de Engenharia de Segurança do Trabalho os Regionais não deverão considerar como devidamente habilitados os profissionais com registro em qualquer outro conselho profissional que não o Crea e o CAU. Os arquitetos tem a prerrogativa legal pela lei 7410 de exercer atividade de engenharia de segurança do trabalho, seguindo essa linha é uma especialização da atividade deles, assim como é da nossa, que não o Crea e o CAU. Então deixar isso explicitado. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Para manifestação, com a palavra, conselheiro Marcos Vinícius. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Conselheiro o que mais me indigna são os profissionais colegas nossos se intitularem como engenheiros de segurança do trabalho, eles esquecem ou querem esquecer que a titulação dele no registro no nosso sistema é o que permite a lei 7410 o curso de graduação de engenheiros e arquitetos poderem fazer inclusive a especialização do curso de engenharia e segurança do trabalho, a gente vê várias faculdades, principalmente as privadas que permitem que outros profissionais da área possam fazer e isso na jurisdição do Mato Grosso que uma universidade está sendo processada por alguns outros profissionais porque a própria universidade na indagação deles, falou que eles poderiam fazer o registro e a hora que eles fizeram o curso todo, pagaram o curso eles não podem, porque a legislação não permite que eles possam ter o registro no respectivo conselho e no seu artigo 3 é no conselho federal de engenharia, arquitetura e agronomia que a gente sabe pela lei do CAU que eles tem essa prerrogativa e deixar bem claro que o registro do profissional é pelo título de graduação no respectivo conselho profissional e não do curso de especialização que poderá dar uma complementação de atribuições conforme a legislação pertinente a cada conselho profissional. Obrigado presidente. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Com a palavra o conselheiro Ladaga, para sua manifestação. 26 FRANCISCO JOSÉ TEIXEIRA COELHO LADAGA (Conselheiro Federal/PR) - Primeiro eu queria parabenizar o conselheiro Salati, pela sua colocação, acho que é correto, as coisas só mudam quando a gente estiver unido todos, não é um ou outro que vai dar solução. Se você analisar a culpa quando acontece geralmente entre nós mesmos na base, você analisar o contexto das coisas elas acontecem, o MEC, por exemplo, tem uma portaria que só permite que seja oferecido curso de engenharia de segurança quem tem um curso de graduação na área, então o ano passado a CEAP indeferiu alguns cursos de engenharia de segurança porque quem ministrava o curso não tinha o curso de engenharia na sua base, então se você fizer uma análise comparativa fica claro que para eu oferecer o curso de engenharia de segurança eu preciso ter um curso de engenharia, conceitualmente ele não pode ser aberto para qualquer modalidade, é uma questão que nós vamos fazer um raciocínio de discussão e não brigamos pelo sentido mais amplo da questão. Outra questão, não vou entrar na discussão nem no mérito é que quando começamos a colocar como engenharia de segurança e tem engenheiro de segurança que defende isso, que engenharia de segurança é uma graduação, equivalente a uma graduação, nós começamos a criar critérios diferenciados e aí é uma coisa que precisamos como conselheiro sentar e discutir essa essência da questão de engenharia de segurança que hoje dentro do sistema tem versões diferenciadas e situações que apóiam, situações que são contrárias e aí a gente tem que buscar o consenso nesse processo, porque a gente começa a ficar fragilizado quando internamente a gente não tem o conceito claro do que é e o que funciona e como deve funcionar. Claro que a lei determina que curso de engenharia de segurança é um curso de especialização e muito mais rigoroso, porque ele exige 600 horas, então seria por aí. Só colocar, não defensor do MEC, mas você vê que as regras são feitas e as vezes nós quebramos as regras, mais ou menos dentro da sua fala nós precisamos fazer as coisas. Só isso, obrigado. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Com a palavra, conselheira Ana. ANA CONSTANTINA OLIVEIRA SARMENTO DE AZEVEDO (Conselheira Federal/AL) Senhores, eu me preocupo muito com esse assunto, visto que na matrícula de um profissional nesses cursos de especializações, no contrato vem dizendo que a lei 7410 é muito clara quando diz que só terá o título de especialista os que já tiverem informação plena em engenharia e arquitetura, mas eles não vetam a participação de qualquer outra pessoa fazer, uma forma de viabilizar o curso, então deixa-se aberto, vai que alguém tem interesse. Só que nesse alguém tem interesse cria-se uma expectativa e eu me preocupo com as questões jurídicas, porque hoje tudo que cria expectativa acaba em uma ação judicial e com decisão favorável para quem impetra, abrindo assim a jurisprudência para que a gente decida e resolva aqui dentro de casa como vai botar essa pessoa para dentro. Eu particularmente tive experiência dentro do meu curso de especialização de um colega que não tinha a habilitação plena da engenharia e ele deu entrada no Crea de alagoas para fazer o registro do título de especialista, foi negado, como ele prestava serviço em outro estado ele tentou por esse outro estado, então assim, uma hora passa despercebido, uma hora cola e na hora que colar a gente vai te que aceitar todo mundo. É muito importante a gente observar essa documentação e fazer aqui uma ação de conscientização dos profissionais e da sociedade que o curso de especialista em segurança do trabalho só da atribuição para os profissionais que já tenham graduação plena na engenharia e na arquitetura, é uma lei federal e ela só abre dois níveis para exercício dessa atividade, para o especialista e para o técnico de nível médio e não existe lei nenhuma que dê amparo a outro nível de graduação. A gente precisa dizer isso com muita clareza e dizer que não vai aceitar de outra forma, a não ser que a lei seja mudada. Obrigada. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Mais alguma manifestação? Concedo a palavra ao presidente Capoani, do Rio Grande do Sul. LUIZ ALCIDES CAPOANI (Presidente do Crea-RS) - Bom dia a todos. Primeiro agradecer ao Júlio a gentileza de nos deixar manifestar nesse momento que eu acho importante essa questão, até porque o Crea RS tem esse problema. Eu sou engenheiro civil e pós-graduado em administração de empresas, eu não tenho registro no conselho de administração. Salati eu fique atentamente escutando e quero fazer minhas as suas palavras, essa questão está começando a aflorar, porque no Rio Grande do Sul na época, eu fui através dos advogados que 27 os arquitetos não ficariam dentro do Rio Grande do Sul e no colégio de presidentes tenho insistido para que saia uma deliberação, porque se atravessar o Rio grande do Sul, em Santa Catarina os arquitetos estão, não estou dizendo que eles devem ficar ou não, quem tem que deliberar é o Confea, porque olha só, hoje foi formado o GT para que se fizesse as resoluções em conjunto e tem uma resolução inclusive do CAU que foi feita de forma só do CAU, o que me preocupa? O CAU não tem fiscal hoje, então não há fiscalização, eu quero deixar esse alerta antes que de um acidente, tomara que não ocorra, eu recordo com os bombeiros, nós vínhamos a muitos anos alertando, não imaginávamos que fosse um acidente daquelas proporções. A hora que der um acidente, quem vai responder? Então precisamos urgentemente regrar essa questão dos arquitetos e engenheiros de segurança, até para evitar esse tipo de coisa, porque quando não há um regramento, ou seja, através de uma resolução que a lei permite e que deve no meu entendimento ser feita em conjunto com o CAU, só que o CAU já deliberou que os arquitetos e engenheiros de segurança ficam no CAU, só que o Confea deve, já passou mais de um ano na lei e estamos com essa lacuna. Então eu peço e já vou concluir, eu fiquei atentamente ouvindo o conselheiro Salati. Então isso que eu queria deixar aqui, mas temos que definir, não podemos governar, não cabe só jogar as vezes, eu sempre dizia nos meus discursos, a gente tem que ouvir, convencer e decidir e normalmente quando a gente decidi não agradamos a todos, não tem como agradar a todos governando, mas a gente tem que ter a consciência e fazer. Nós temos todos os Creas sem saber como agimos em relação aos arquitetos. Isso que eu tinha para colocar, agradeço mais uma ver por tem me concedido a palavra. Só para concluir eu gostaria de dizer que estarei no Senado agora as 14 horas, fui convidado pelo senado palestrando na prevenção de incêndios, então quem puder se fazer presente eu ficarei muito honrado, agradecido. Obrigado. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Agradeço as manifestações do conselheiro Capoani. Mais algum conselheiro gostaria de se manifestar? Não havendo eu solicito ao conselheiro Logatti se ele aceita a inclusão proposta pelo conselheiro Melvis de colocar o CAU. Sendo aceita eu coloco em votação, preparar para votação. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – Preparada. JÚLIO FIALKOSKI (Conselheiro Federal/SC) – Presidindo: Em votação. Encerrada a votação, vamos fazer as contagem e anunciar o resultado. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – 12 votos favoráveis, um voto contrário e um ausente. 28 ANEXO IV – PROTOCOLO: CF-3703/2012. INTERESSADO: CREA-BA. ASSUNTO: ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS DE MULTAS ORIUNDOS DO CREA-BA. DELIBERAÇÃO 0150/2013 – CEEP. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Deliberação 0150/2013 – CEEP; Crea-BA. Assunto arquivamento de processos de multas oriundos do CreaBA. Considerando que o Crea-BA questiona as Decisões PL-1468/2012, 1470/2012 e 1471/2012 proferidas pelo Confea, alegando que houve equívoco na interpretação do Federal ao analisar e deliberar sobre os processos oriundos do Crea; Considerando que as decisões supracitadas declararam a nulidade das Notificações e Autos de Infração, por vício insanável, devido a equivocada capitulação ao serem lavradas por infração ao art. 1º da Lei nº 6.496, de 7 de dezembro de 1977, quando deveria ter sido por infração ao art. 59 da Lei 5.194, de 24 de dezembro de 1966; Considerando que a capitulação correta, destas 3 (três) Decisões Plenárias, objeto de análise, é mesmo aquela do art. 59 da Lei nº 5.194/66 e não os arts. 1º e 3º da Lei nº 6.496/77, haja vista que para ser autuada por esta deve-se fazer parte do Sistema Confea/Crea, pois a ART deve ser registrada no respectivo Crea, sendo assim, não há como uma pessoa jurídica não estar registrada no Conselho Regional, prestando atividades inerentes aos profissionais do Sistema, e ao mesmo tempo ter que registrar uma ART no próprio Regional em que não está registrada, de forma que seria totalmente incongruente esse fato; Considerando a posição da Procuradoria Jurídica do Confea de que não há reparo a ser feito na interpretação dada por este Federal aos normativos que versam sobre a matéria em epígrafe, sendo acertada as Decisões Plenárias nºs 1468, 1470 e 1471, todas deliberadas no ano de 2012, quando declaram a nulidade das notificações e autos de infração lavrados pelo Crea-BA, por falta de correspondência entre os dispositivos legal infringidos e os fatos descritos no auto de infração; e Considerando o Parecer nº 1852/2012-GTE. Deliberou: Propor ao Plenário do Confea informar ao Crea-BA que não há reparo a ser feito na interpretação dada por este Federal aos normativos que versam sobre a matéria em epígrafe, sendo acertadas as Decisões Plenárias nºs 1468, 1470 e 1471, todas deliberadas no ano de 2012, quando declararam a nulidade das notificações e autos de infração lavrados pelo Crea-BA, por falta de correspondência entre o dispositivo legal infringido e os fatos descritos no auto de infração, uma vez que este deveria ter exigido primeiramente o registro ou o visto da interessada junto ao Regional para posteriormente autuá-la por exercer seus serviços no Estado sem registrar as devidas ART’s. Essa é a deliberação, presidente. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Em discussão. Algum dos conselheiros quer se manifestar? Conselheiro Ladaga. FRANCISCO JOSÉ TEIXEIRA COELHO LADAGA (Conselheiro Federal/PR) – Aqui pelo que entendi e uma empresa que foi autuada por exercício ilegal porque não tinha registro, mas ela estava exercendo a profissão, era isso? MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Conselheiro eles interpretaram que ela estava correta na autuação pela ART, mas na verdade eles não possuíam o registro, então na realidade a descrição do fato que estava na notificação do auto não constava o que era referente ao ato. Então fizeram a notificação de autuação dentro da lei 6.496 que era por não ter o registro da ART, mas elas não tinham os devidos registros lá, elas deveriam ter tido o registro naquele estado para que pudessem fazer o devido registro. Eles estão questionando que é um tipo de autuação pela lei 6.496 que na realidade não seria por esse (intervenção simultânea). FRANCISCO JOSÉ TEIXEIRA COELHO LADAGA (Conselheiro Federal/PR) – Mas existia uma empresa fazendo o serviço sem registro e aí eles autuaram por falta de ART? ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: - Mas Algum conselheiro quer se manifestar? Conselheira Ana. ANA CONSTANTINA OLIVEIRA SARMENTO DE AZEVEDO (Conselheira Federal/AL) – Conselheiro Marcos Vinícius o que me preocupa nessas análises desses processos é essa questão da gente ficar na miopia do que está escrito no processo e só valia aquilo e o que foi 29 feito de errado não tem consequência? Eu vejo assim, agora que estamos nos dias finais de envio de imposto de renda, eu tenho que mandar o imposto de renda, a minha declaração de ajuste até o dia 31 de abril, se eu estiver com ela pronta ou não eu mando e não mandando, no dia primeiro de maio eu já devo uma multa a receita federal, eu posso até enfiar a minha declaração, eu posso ter restituição, mas não estou desobrigada de pagar a multa porque descumpri uma regra. Então eu vi que a questão aí está se analisando que o encaminhamento do auto de infração não foi dado corretamente, mas e o que foi feito? Será que a gente não tem que fazer nenhuma intervenção junto ao regional? Eu estou aqui no papel de advogada do diabo. O que a gente vai fazer? Houve o exercício ilegal da profissão e o que não está incerto foi o encaminhamento do auto de infração, mas aí porque o fiscal errou na forma da autuação o pecado do outro lado deixou de existir? MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Conselheira Ana, a CEEP desde 2012, inclusive esse ano a convido a participar também. Nós temos os seminários nossos de fiscalização no qual todos os processos e erros que existem de capturação a gente faz como enunciado que é justamente o que foi detectado, eu faço questão que participem os nossos assistentes do Confea, porque existem vários técnicos que tem interpretação diferente. Então o que acontece, eles podem e devem (ininteligível) para poder fazer nova fiscalização desse mesmo ato que eles possam ter infringido. E quanto a parte de treinamento prevenção a gente apresenta esses dados, claro muitas vezes guardada a descrição do Crea evidentemente no momento até o Crea pode perceber, mas a gente faz isso de forma didática, faz os treinamentos, divide-se por grupos e a gente trás principalmente o que é o cancelamento dos autos ou arquivamento por (ininteligível) para que a gente possa de forma preventiva para que isso não volte a acontecer e isso é muito, se não fosse trágico, eu a CEEP quando faz vários processos de instrução, vê que o processo está bem instruído, que muitas vezes começou na fiscalização a instrução errada e nos nossos normativos cabe o visto insanável. Com isso estamos fazendo, inclusive esse ano agora vai passar daqui a pouco, eu vou solicitar a transferência de data que é o seminário de ética para os coordenadores, um treinamento para os fiscais de todos os Creas e também um treinamento para os assistentes técnicos para que a gente possa fazer uma uniformização com os nossos assistentes técnicos, porque chegou um assunto que vários Creas perdem na justiça e eles ao invés de adotarem os nossos normativos eles adotam os normativos que os juízes já estão dando, que na realidade fragiliza os nossos processos industriais e aí estamos tentando de uma forma preventiva orientar que se faça novamente, se for o caso dependendo da autuação ou se não a gente faz de forma preventiva aos Creas para que a gente possa ter o número possível. A partir de 2011 em relação AA alguns Creas o cancelamento dos autos. Eles são mantidos a maioria porque há a maioria desse uniforme dos regionais com o federal. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Mais alguém que quer se manifestar? Conselheiro Salati. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Eu vou um pouquinho na linha do conselheiro Ladaga. Quem que foi autuado é a empresa ou o profissional? Porque aí a gente fica na dúvida. Agora, empresa não faz ART, quem faz é o profissional, em nenhum momento fica claro, acho que isso que o conselheiro Ladaga quis falar. Eu pediria ao senhor, já que ele chamou o processo, que passasse para frente só par AA gente saber, porque aquele negócio, não tem sujeito no relato (intervenção simultânea). mas nem nos considerando, no considerando também não tem. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Conselheiro Marcos Vinícius atende? Então ele voltara oportunamente em discussão. 30 ANEXO V – PROTOCOLOS: CF-0644/2013; 0672/2013; 0688/2013; 0656/2013. INTERESSADO: CCEAGRO; CCEEAGRI; CCEEE; CCEEQ. ASSUNTO: INDICAÇÃO PARA A COMPOSIÇÃO DA DELEGAÇÃO BRASILEIRA DA COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DA CIAM. DELIBERAÇÃO 0151/2013 – CEEP. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Deliberação 0151/2013 – CEEP; PT CF-0644/2013; 0672/2013; 0688/2013; 0656/2013; CCEAGRO; CCEEAGRI; CCEEE; CCEEQ; Indicação para a composição da Delegação Brasileira da Comissão de Especialistas da CIAM; Considerando a Decisão Plenária PL-0037/2013, de 28 de janeiro de 2013 que aprova a composição do Comitê Executivo da CIAM e da delegação brasileira nas reuniões da Comissão de Especialistas da CIAM; Considerando que a CIAM tem como objetivo harmonizar as condições de exercício profissional, compatibilizando a legislação dos países membros com vista a viabilizar a livre circulação de profissionais, serviços e empresas garantindo o eficaz controle sobre a responsabilidade técnica no âmbito regional; Considerando que em 1989 as organizações de profissionais das categorias acima elencadas, pertencentes aos quatro países que àquela ocasião figuravam como signatários do Mercosul, iniciaram os contatos com o objetivo de facilitar o livre exercício profissional e uma adequada fiscalização desse exercício; Considerando que atualmente a Coordenação Pro Tempore da CIAM resta a cargo da CIAM Argentina, devendo, após a ocorrência da respectiva Sessão Plenária, ser repassada à CIAM Brasil; Considerando que, nesse sentido, vislumbra-se que em função de o Confea encontrar-se adstrito à fiscalização do exercício profissional tanto no nível técnico quanto superior, tais níveis profissionais deveriam constar do acordo, pois se tratam de profissões regulamentadas no país; Considerando que a PL-0037/2013 aprovou a composição na qual contempla 7 (sete) especialistas, representantes de cada uma das 7 (sete) Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas: CCEAGRO, CCEAGRI, CCEEC, CCEEE, CCEEI, CCEEQ e CCEGM, respeitados os mandatos em curso; Considerando o fim de mandato dos representantes da CCEAGRO, CCEAGRI, CCEEE e CCEEQ na referida comissão; e Considerando as indicações propostas pela CCEAGRO, CCEAGRI, CCEEE e CCEEQ para mandato de 2013 a 2015; Deliberou: Propor ao Plenário do Confea: 1) Para representantes das Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas com mandatos vencidos as seguintes indicações: a) Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agronomia – CCEAGRO: Titular: Eng. Agron. Gilson José Marcinichen Galloti, Suplente: Eng. Agron. Joadson de Souza Santos b) Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia de Agrimensura – CCEEAGRI: Titular: Eng. Agrim. Vanildo Rodrigues Suplente: Eng. Agrim. Antônio Moacir Rodrigues Nogueira c) Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica – CCEEE: Titular: Eng. Eletric. Flávio Tongo, Suplente: Eng. Eletric. Paulo Sérgio Franco de Amaral d) Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Química – CCEEQ: Titular: Eng. Quim. Ernesto Galvão Ramos de Carvalho, Suplente: Eng. Quim. João José Hiluy Filho 2) Encaminhar as indicações supramencionadas para Gerência de Conhecimento Institucional – GCI para as devidas providências. Essa é a deliberação, presidente. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Em discussão. Conselheiro Logatti. WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Presidente, eu desde o ano passado já na diretoria eu batia nessas representações da CIAM que são custosas para o sistema, inclusive com algumas modalidades que nos outros Creas nem tem, Creas não, que nos outros países nem tem, fiquei sabendo que várias vezes em reuniões os representantes dos nossos não tem com quem discutir, depois até o Ladaga poderia corrigir se eu estiver falando alguma coisa errada e não vejo nesses meus 4 anos e meio que estou aqui, nenhum relatório, nenhuma coisa que possa ter acrescido ao nosso sistema, pior, não sei se agora com a saída do Paraguai do Mercosul, ele que era um agente complicador, porque na CIAM ou todos são favoráveis, se um veta não é aprovado então não houve nenhum avanço e desde o ano passado já estou cobrando, cobrei o presidente dessas indicações, não pelas indicações, mas pela CIAM. Nós estamos usando, como o Melvis fala, o dinheiro dos nossos profissionais em alguma coisa que tem que dar um retorno e eu não vejo esse retorno. Então essa é minha colocação, não pela deliberação, é pela CIAM, tem que ser feita alguma coisa nova na CIAM. A CIAM hoje não funciona. É isso. 31 ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Mais alguém? Conselheiro Marcos Vinícius. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Presidente até para ilustrar a nossa preocupação também nesse sentido, que inclusive as mudanças nas coordenadorias são para representação da CIAM possam ser um dos coordenadores ou que possam fazer parte das reuniões de coordenadorias, porque nós temos o grande problema que a pessoa era representante da CIAM e anão tinha nenhum preceito legal para poder levar eles nas reuniões, eles não faziam mais parte, então nem o Confea e os Creas poderiam. Então essa mudança é para poder manter eles como conselheiros e o pior era que quando eles não eram mais conselheiros que é esse caso aí eles não teriam (ininteligível). Pelo menos eles já estão apresentando, quando Tiver reunião do comitê eles poderiam estar apresentando e essa é uma cobrança das coordenadorias de que não possa ter reunião. Pelo menos para poder minimizar nesse sentido de ter um relatório quando tiver reunião das coordenadorias. WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Mais uma vez eu coloco meu nome nas indicações, é a produção da CIAM, isso que eu cobro. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Quando vai ser a próxima CIAM? ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Marcos Vinícius você tem condições de responder a solicitação do Salati. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Não, presidente, não sei se o conselheiro federal Ladaga pudesse me ajudar, porque ele é indicado no plenário da CIAM, ele está com o microfone. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Conselheiro Ladaga. FRANCISCO JOSÉ TEIXEIRA COELHO LADAGA (Conselheiro Federal/PR) – Primeiro dizer que sou conselheiro por dois anos e a última reunião que teve da CIAM foi a três anos atrás, de especialistas. No ano passado quando teve a semana de engenharia aqui em Brasília, fazer uma reunião com as pessoas que foram naquilo, para recuperar o que estava sendo na CIAM para na atual gestão a gente saber de cada pessoa que participou da última reunião qual era o comportamento e aí não conseguimos trazer ninguém, faltavam dois profissionais e não foi autorizado. Vão fazer três anos que não se tem reunião nenhuma com esses especialistas, então não se tem discussão nenhuma e também acho assim, nós estamos no último ano da CIAM, porque em 2014 é abertura total de mercado, então a CIAM foi idealizada para tentar se harmonizar a forma de transito entre os profissionais, porque o Mercosul já prevê o livre transito entre todas as pessoas dentro do Mercosul. Não se aconteceu por uma serie de questões, uma hora era argentina, outra hora Paraguai não se entendia porque não se queria, sei que de repente para o pessoal da argentina é mais interessante que aconteça a abertura total, porque é uma coisa de governo, eles vão vir aqui e vão fazer o registro e nós não vamos poder trabalhar lá nunca, porque não tem uma harmonização da legislação argentina. De repente isso que eles foram segurando até chegar na situação ideal para eles, ou seja, o Mercosul permite abertura total e lá vamos ter que cumprir a legislação de cada província argentina, porque a regulamentação profissional não depende de um processo único, mas sim independente. No Paraguai não era nem profissão regulamentada, uma das colaborações da CIAM era que se regulamentasse, entoa lá no Paraguai é projeto de lei e aí veio o advento do Paraguai sair da CIAM. Não sem tem previsão existe uma preocupação do presidente Tadeu, no ano passado onde ele foi para um outro conselho que existe na argentina que parece ter um poder maior, já vieram aqui tentar um diálogo com o Confea e o Bosan e o chefe de gabinete vão estipular uma visita dessa nova entidade argentina para ter uma conversa. Mas as despesas não estão sendo auferida, a última fui eu que fiz, fiz um relatório, o Logatti disse que foi um relatório que foi representado e foi a última visita. Então para tranquilizar, não existe uma aplicação de despesas, está se tomando todo cuidado para que se faça uma reunião, mas eu gostaria de recuperar um pouco a história desse processo, pelo menos a história recente, porque se a última reunião aconteceu na outra gestão a gente precisava 32 saber por modalidade qual foi a discussão, aí se mudou os especialistas e se perdeu a história de novo, aqui não se tem documentação histórica, nenhum relatório que faz a história da CIAM. É o que eu conheço, estamos buscando esse relacionamento, mas em 2014 dependendo vamos ser atropelado pela abertura total e não chegamos a defesa dos profissionais desse país de uma forma mais tranquila. Obrigado. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Conselheiro Salati. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Apenas recomendaria ao plenário ou as comissões que primeiro deveria se discutir se vai ou não se mandar uma representação, é muito desagradável ter que julgar a participação nossa em um evento igual esse já com os nomes dos colegas citados indicados, é muito desagradável. Acho que temos que fazer assim: primeiro vamos discutir se nós vamos, discutido isso, na própria reunião ou na reunião anterior se indicam os nomes, porque é muito chato isso, agora ficam aí os colegas nossos sendo indicados, inclusive da câmara de agronomia. Era isso que eu queria dizer. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Mais alguém? Conselheiro Marcos Vinícius. Essas duas últimas indicações é no sentido de que não seja votado agora? É isso? Ou é comentário geral para que se faça uso no momento apropriado? MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Presidente, na realidade, essas são indicações, a participação deles vai ser em data oportuna decidida como vai, o comitê, as datas são aprovadas aqui em plenário. Essa é uma indicação que caso seja aprovado por esse plenário, pelos próprios pares já estão indicados, como essas 4 coordenadorias é porque o mandato deles expiraram, as outras coordenadorias continuam já com o nome indicado, isso é para ter um grupo fechado de nomes indicados pelos pares cada qual nas suas respectivas coordenadorias para posteriormente se for aprovado, quantos vão no comitê vai ser passado para esse plenário aqui. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Perfeito. Está entendido certo? Quer dizer, a participação não está sendo decidida aqui agora, apenas os nomes que se houver essa participação já tem os nomes indicados. Coloco então em votação. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – Preparada. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Em votação. Encerrada a votação, favor anunciar o resultado. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – 11 votos favoráveis e 03 abstenções. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Aprovada a deliberação 0151/2013 – CEEP. Propomos um intervalo de 15 minutos. 33 ANEXO VI – INTERESSADO: SISTEMA CONFEA/CREA. ASSUNTO: APROVA O PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA DO CONFEA, PARA O EXERCÍCIO DE 2013. PORTARIA AD-N° 100, DE 12 DE ABRIL DE 2013. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - São 9h15min. Passaram-se 15 minutos. Vamos verificar o quorum para ver se temos condições de reabrir a Plenária. Com a presença dos conselheiros: Ana, Marcelo, João Francisco, Daniel Salati, Cleudson, Dirson, Marcos Vinícius, Melvis, Arciley. Tendo quorum, nós reabrimos a Sessão Plenária indo para a extra pauta. Na extra pauta, nós temos um ad referendum que trata do calendário anual das atividades das auditorias internas. É o calendário que eles fazem de todo o trabalho que eles vão fazer durante todo ano. O calendário está aí a disposição e coloco em discussão o referendum da Portaria AD 100, porque eles começam a fazer as auditorias já em abril, então já começaram. Em discussão. Tem que aguardar a postagem, tem que pedir a controladoria esses anexos para postar aí eletronicamente. Vamos em frente. Pois não, Marcelo? MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Sr. Presidente, senhores conselheiros, eu tenho uma preocupação que nós vamos para o último dia da Plenária e esse Plenário tem que decidir alguma coisa sobre como encaminhar para os Creas a questão dos técnicos de nível médio. Então se pudesse se apreciar logo agora, na parte da manhã, na primeira metade da manhã, enfim, que se suspenda essa Plenária para conversar sobre isso e depois veja côo encaminhar. Eu mesmo recebi telefonemas de presidentes de Creas aqui de novo, perguntando se já havíamos resolvido, dessa forma, precisamos resolver essa questão. A outra coisa que eu queria colocar é o seguinte, eu tenho sentido necessidade, não sei se é só minha, mas de que a gente, não sei se a gente coloca isso na extra pauta e aí eu pergunto aos conselheiros, precisa fazer aqui um treinamento, aqui no Confea com secretários das comissões de ética estaduais, com os coordenadores estaduais das comissões de ética para que se tenha um modo operante eficiente sobre essas questões desses processos éticos. A gente precisa começar a sistematizar e ter eficácia nesse processo. Eu queria dividir essa preocupação com os conselheiros para que ou ao final dessa Plenária a gente vote um treinamento nacional ou um seminário ou na outra Plenária a gente resolva, mas isso tem que ser resolvido, pois são coisas que precisam ser tratadas melhor. Tem a questão dos processos éticos, os erros técnicos também nos Creas, então precisamos treinar os Creas para que institucionalmente a coisa funcione de tal forma que saia um presidente, continue funcionando do mesmo jeito; saiu o conselheiro, a coisa continue funcionando do mesmo jeito e, assim, ter uma operacionalização eficiente acerca dessa questão. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Marcelo, eu acho interessante essa colocação sua, porque ontem eu coloquei aqui, eu fiz um levantamento de problemas que muitas vezes se consideram como infringência ética, só que eu levantei o problema e pensei que o nosso Presidente ia falar alguma coisa, porque entre os trabalhos que eu li, eu li até um trabalho de conclusão do curso dele de direito, senão estou enganado, é isso mesmo, presidente? Foi sobre questão de responsabilidade cível. Ele é que nem meu pai era. O meu pai era assim também, fica lendo. Eu estou falando com o senhor. Eu fiz um levantamento, um trabalho no Crea/SP sobre responsabilidade cível, eu fiz um levantamento bibliográfico, então fiz umas séries de coletâneas e logicamente fui colocando algumas coisas de experiência minha e entre os trabalhos que eu li, o senhor tem um trabalho a respeito desse assunto. Eu acho que é o seu trabalho de conclusão de curso. É isso? JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Esse trabalho foi realizado junto com a Mútua e o Confea que gerou um manual sobre responsabilidades profissionais e envolve a responsabilidade civil, criminal, trabalhista, administrativa e ética. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – E ontem eu levantei esse assunto e até pensei que o senhor fosse falar alguma coisa justamente isso, tem alguns casos que primeiro eles vão ser decididos na justiça para depois o Conselho se manifestar ou mesmo que ele corra em paralelo, se a justiça decidir, Marcelo, praticamente é aí que o Sistema se posiciona, tem qualquer coisa assim e foi por isso que eu levantei um problema ontem de um profissional negócio de telhado, não sei o quê e eu achei que ele não tinha nada de ética. Ele tinha mais de uma infrigência de um exercício profissional 34 prejudicando alguém ou o seu cliente ou os vizinhos do cliente qualquer coisa assim possivelmente teria. Obrigado. Então Marcelo, eu acho que realmente isso precisa ser discutido. Ontem, por exemplo, ao final dos trabalhos veio a baila um processo, acho que a sua comissão que relatou ou você pediu vistas e fez um relato que é interessante também e que o promotor público já se manifestou, então eu acho que o nosso jurídico que tem que dizer para a gente, nos orientar e falar: - nessa situação qual é o posicionamento. Isso é ético, isso é problema do Sistema, não tem nada a ver com a justiça comum ou isso é da justiça comum, deixa terminar na justiça comum e depois nós (...). Eu até gostaria de ouvir, não sei se o presidente pode dar opinião dele ou (...), porque ele escreveu um trabalho sobre o assunto. Eu li o seu trabalho. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Daniel, me formei em engenharia civil em 76, trabalhei com estruturas, depois também de edifícios em Campinas; trabalhei em construtoras grandes e em 88 fui nomeado para uma pericia complicada de estrutura e aí eu entrei no campo de avaliação em pericia e gostei e passei a atuar junto ao judiciário e aí fui fazer a faculdade de direito, porque manuseava no escritório pilhas e até hoje pilhas e pilhas de processos judiciais que não tinha nada a ver com a engenharia, tinha a ver com a engenharia, porque o assunto que estavam nos processos eram referentes a engenharia, mas processos lá do fórum, então eu me sentia até um advogado, porque todo dia estava lá entregando processos, entregando laudos e pegando outros processos para fazer outros laudos, então parei de freqüentar o balcão da prefeitura para freqüentar o balcão do fórum do cartório, então eu senti a necessidade de fazer a faculdade de direito para poder entender todos aqueles palavreados, principalmente do latim que eles usavam muito naquela época aquelas expressões e hoje a moçada não usa mais isso, mas usava muito aqueles termos e aquelas palavras e essas coisas que ficavam difíceis de um engenheiro entender. Quando eu comecei a atuar, eu percebi que os processos, tanto lá na justiça do trabalho como no fórum, envolvia os colegas nossos ou as empresas, principalmente na área cível, bastante, 90%, tinha também as questões no âmbito penal, porque desabou, morreu alguém, o cara estava fazendo uma valeta para uma rede de esgoto em um loteamento, os caras não escoraram, o peão entrou lá dentro, morreu sufocado, então envolvia responsabilidades de ação civil, de ação penal pública movida pelo Ministério Público e que envolvia colegas e na área civil, os danos, os dando, trincou, rachou construção, caiu, houve danos, apurar, está financiado na Caixa e por aí vai, assim, eu entrei na área do direito e comecei a querer entender o tipo de responsabilidade que envolvia o profissional e aí eu entendi o seguinte, que quando eu assino uma ART, ou seja, eu fiz uma notação de minha responsabilidade técnica. Quando eu faço essa notação, desencadeia um punhado de responsabilidades ou aqui no âmbito administrativo ou no âmbito judiciário e aí eu fui verificar que responsabilidades ao essas que surgem e que desencadeiam a partir do momento em que anoto a minha responsabilidade técnica, porque a minha responsabilidade vai estar no que eu escrevi na ART, para poder saber que tipo de responsabilidade eu tenho. Não fui que fiz a estrutura? Então de quem é a ART da estrutura? É problema com o projeto? Quem fez o projeto? Cadê o ART do projeto? Enfim, para poder delimitar a responsabilidade e aí eu fui entender que a ART é um instrumento que delimita responsabilidade de cada um, porque a partir dela que tem condições de apurar qual é o grau de responsabilidade profissional, obviamente que na maioria das ART’s que eu via lá, o cidadão assinava ART para tudo, para o projeto, para a execução, para administração, fiscalização, principalmente na área cível e aí eu fui caminhar dentro do código civil para ver tudo o que envolvia com relação a engenharia e eu consegui e são vários os artigos, inclusive do código civil novo feito em 2002, a revisão do código civil. São vários artigos que colocam não só o profissional, como a empresa de engenharia, porque aqui também se registra a pessoa jurídica e aí foi onde eu fiz esse trabalho, porque naquela época quando eu me formei em 92, eu estou inscrito na OAB desde 93, eu entrei em 88 na faculdade de direito, então em 92 e 90 saiu um negócio chamado de código de defesa do consumidor e eu era estagiário de direito na época e o João era o presidente aqui do Crea, o código do consumidor saiu em 90 e entrou em vigor seis meses depois, em março de 91, entrou em vigor o código do consumidor e ele me nomeou junto com o Walter Ferreira Gonçalves lá de Araraquara que também é advogado. O Amaral do sindicato dos engenheiros que também era advogado. O João pegou algumas pessoas em formações jurídicas e eu que era um estudante de direito e já tinha carteira de estagiário da OAB e nós fomos ler o código do consumidor e falamos para o João: - você não tem que fazer uma cartilha para o consumidor, primeiro, vamos fazer uma cartilha para os profissionais, 35 porque os profissionais não tem noção da responsabilidade que já tinham subjetiva do código penal, do código civil, no trabalhista e não estão sabendo essa objetividade do código do consumidor e aí nós fomos fazer esse trabalho e dentro desse trabalho, foi onde eu fiz esse documento que você está dizendo e que depois serviu para o Confea aqui, onde nós colocamos a responsabilidade civil, responsabilidade penal trabalhista. A responsabilidade administrativa que essa que nós julgamos aqui e a responsabilidade ética que somos nós também o tribunal de ética. Nós somos aqui um tribunal de ética e aí a gente conseguiu fazer esse trabalho. Agora, com relação a esse assunto agora e pegando esse negócio e colocar, o poder judiciário, ele está acima de nós obviamente, eu me lembro de uma ação do Crea/SP na época contra a Wolks que o processo tramitou lá no Crea, na câmara, no Plenário, veio para o Confea em todas as instâncias dizendo: - oh, carro é obra de engenharia e tem que ter registro no Conselho a empresa. Terminada a parte administrativa, eles foram para o judiciário e ficou mais um tempo lá e ao final, o judiciário dizer para eles: - olha, vocês tem que estar registrados no Crea, porque isso é produto de engenharia. As pessoas podem tramitar aqui dentro do administrativo, mas se ela não se conformar aqui, ela pode buscar o judiciário também. De sorte, o que acontece no judiciário se aplica aqui, mas às vezes o que se faz aqui, talvez não se aplique lá, porque o judiciário pode ter um entendimento diferente. Ora, imaginem que nós façamos um julgamento aqui de um profissional e que está pendente também lá na justiça, o que me parece que seja o caso, tem um problema aqui e tem também um processo lá no judiciário. Se nós não aguardarmos esse posicionamento e o judiciário decidir, por mais absurdo que seja as vezes a ação, ah não tem jeito, o profissional vai ser condenado no judiciário, mas se o judiciário o absolver e nós aplicarmos uma penalidade nele ou até criar um problema para o exercício profissional dele, ele pode entrar com uma ação por danos e pedir que o Sistema o indenize, porque se o judiciário tem um entendimento diferente, vale a decisão do judiciário e não a nossa aqui e aí ele pode pleitear danos a ele, por quê? Porque o judiciário está acima de nós tudo, o tempo que ele ficou pode alegar que ele ficou prejudicado porque não trabalhou e deixou de ganhar, que a família teve algum problema de ordem até econômica, ele pode pleitear tudo. Então o que se fez e eu lembro lá em São Paulo quando tinha e o processo tinha aquela mesma questão que estava sendo também argüida no poder judiciário e não só no administrativo, o coordenador da câmara por orientação do nosso jurídico de lá, arquivava, deixava em arquivo e quando saía a decisão do judiciário, aí o Conselho tomava. Quando não tem ação do judiciário, nós podemos decidir direto aqui e depois ele pode até recorrer no judiciário, mas se tiver tramitando o mesmo assunto no judiciário, o mesmo assunto aqui e se o judiciário der diferente, ele pode pleitear qualquer dano que ele sofreu com a decisão nossa, esse foi o entendimento lá. Não sei se fui claro aí e deu para esclarecer. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - A responsabilidade está muito clara hoje. As coisas evoluíram muito com a internet, com as informações. Hoje você entra na internet e faz até consulta jurídica e conhece isso, pois não é só coisa de advogado e todos nós temos que conhecer direito. É questão de responsabilidade? É. Quando houve dano? É quem causou quem participou para causar esse dano? Todos que tiveram, ou seja, pelo voto, ou seja, por um parecer, ou seja (...). Todos. Apurados e hoje não tem mais a responsabilidade do gestor. O gestor tem uma grande responsabilidade, ele responde com os bens dele. Só que ele, gestor, ele tem poder de veto em tudo. Se ele não usar o veto e já o que ele vê que não está legal e ele concordar, ele assume a responsabilidade, porque se ele poderia vetar, porque, que não vetou, mas hoje toda cadeia produtiva daquele ato e acaba sendo todos os responsabilizados. Tem o caso de uma prefeitura que a procuradora deu o parecer para um prefeito numa licitação e agora foi condenado com uma licitação de 2 milhões de reais e a advogada foi condenada junto para ter que ressarcir também junto com o prefeito, então existe a responsabilidade solidaria aí que todos podem, inclusive, o Plenário se votar algo ou se posicionar algo ilegal e se o presidente concordar, ele também vai junto com o presidente e os que votaram ou se ele vetar e o veto dele forem derrubados, aqueles que derrubaram o veto assumem a responsabilidade. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Conselheiro Salati, além do A ideia é o trâmite administrativo que se tenha um rito e que se acompanhe esse rito, daí a minha defesa de além desse treinamento e além que sejam abordados esses aspectos, se aborde a rotina administrativa nos Creas e no Conselho. 36 JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Marcos Vinícius. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Bom dia, presidente. Bom dia, conselheiros e conselheiras, internautas e funcionários. Independente do processo que possa ser suscitada a discussão é muito interessante a gente salientar que na justiça não há julgamento ético. O julgamento ético é feito por aqui e que a gente tenha que votar desde que todos estejam no processo. Se eu sei que tem informação, tem que trazer para o processo, porque senão, o que está acontecendo lá tem que ser informado dentro do processo, tem que ser informado no processo, tem que ser lido e analisado para depois não ficar uma peça solta que não está no processo. Eu até convido aos conselheiros, nos dias 20 e 21 de maio, a gente aprovou ontem na mudança do treinamento de ética, onde vamos estabelecer juntos com o corpo jurídico também a diferenciação dos processos judiciais e os processos éticos, fatalmente se ele por um acaso estiver mas a gente tem que ter essa informação no processo que existe o processo, pois muitas vezes quando nós julgamos e fatalmente na data vai ser defendido também que o Sistema Confea/Crea já foi penalizado algumas vezes, teve o caso de Pernambuco que teve que penalizar um recurso, mas teve casos que durante o julgamento não tinham essas informações que foram datadas posteriormente e fomos isentos do sistema também. Eu convido a todos os conselheiros que quiserem participar nos dias 20 e 21 de maio, onde teremos o seminário de ética profissional, onde estarão presentes todos os coordenadores das comissões de ética de todos os 27 Creas; um assistente técnico de cada Crea; um membro do CDEN e, assim, possamos de forma de palestra como também de forma de treinamento de grupo também que se subdividem vários grupos e a gente vai analisar alguns processos que foram cancelados. Claro que vamos omitir ócrea, o nome das pessoas, mas como foi esse tramite que por algum vício sanado, ou seja, é a forma que a gente está prevenindo para que a gente possa e esses processos tenham vindo dos Creas com tantos alguns erros de interpretação, inclusive, nossos normativos. Obrigado, presidente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Veja bem, eu vou passar a palavra para o Melvis e pela direção que você falou e foi a mesma direção que eu coloquei, tanto que eu citei, que nós somos um tribunal de ética, porque o judiciário já disse claramente, se chegar uma questão ética lá, isso é problema do Conselho Profissional. A questão de ética, questão civil, criminal, trabalhista e até questões administrativas, dependendo do que se trata administrativamente é do judiciário. Ele vai lá e lá ele vai julgar a questão. Agora a questão ética e se chegar uma questão ética lá, ele fala: - isso é com vocês. Tanto que não existe na lei federal nossa, as regras de condutas éticas. A lei remete para alguém fazer, no nosso caso, ele remete para as entidades de classe elaborarem as normas éticas, as regras éticas, a lei de conduta ética e o Confea homologa o código de ética, então é algo que a lei deu toda a prerrogativa para nós. O problema Marcos Vinícius e isso nós não temos dúvidas, o problema é que as vezes em um processo que está enquadrando o cidadão na ética, tem algo que tem a ver com o administrativo ou com o cível ou com o penal. As vezes quando eu falo que um cara falsificou um documento, é falsidade ideológica, o 171 do código penal, então a gente tem que tomar cuidado, porque se um processo foi estritamente ético aonde os fatos, porque tem que ver os fatos e os fatos são fortemente a conduta do profissional, então essa questão ética somos nós não há nenhuma dificuldade de entender que nós somos a instância máxima para isso. Agora, se dentro dos fatos houver outros tipos de desvios que enquadre no penal ou no cível ou no âmbito administrativo, aí existem as instâncias para analisar essas questões. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Presidente, isso é importante, porque nos processos ontem , na dúvida, inclusive até orientados pelos nossos assistentes técnicos, na dúvida, que esteja bem claro que é processo ético e que não tenha instruído e muitas vezes é por arquivamento do processo em função de não ter a clareza de ser realmente alguma infração ética, por isso esse treinamento para que possa instruir e muitas vezes é ético, mas a forma que é instruído o processo, ele não deixa essa clareza e nos deixa as vezes inseguros de estar um profissional e por isso a comissão agora trás e os nossos assistentes aqui quando conversamos nos tramites dos processos tem esse entendimento também. Obrigado, presidente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Melvis. 37 MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Praticamente, tudo o que tinha ser dito foi dito por várias pessoas. Eu só queria deixar claro uma coisa, uma conduta ética, ela pode estar associada a uma má conduta administrativa criminal ou cível ou pode não estar associada. É a famosa ética legal e é a famosa ética moral e eu vou dar um exemplo bem duro aqui na casa que nos atinge nesse momento aqui no Confea e que eu chamo de ética moral. Pode um conselheiro aqui do Confea, que exerça vice presidência dessa casa ter um processo contra as ilegalidades das ART’s da anuidade? ART’s presidente e anuidades que pagam as nossas diárias; que pagam as nossas passagens? Pode? Pode um conselheiro federal ter uma ação questionando a legalidade das nossas ART’s, das nossas anuidades na justiça federal? Tendo ganho de causa, ou seja, as nossas ART’s não valem nada, côo é que nós vamos enfrentar essa questão perante os profissionais do Brasil, dizendo não entre na justiça, quando nós temos aqui dentro da casa um conselheiro federal, exercendo a vice presidência que entra na justiça para ter essa devolução de ART. Isso é ética? Isso é exemplo puro de algo que não é ilícito, mas é altamente antiético e agora, a nova lei de ART já tem algumas decisões de primeiro grau e também derrubou a ilegalidade dessas ART’s e anuidades e o Conselho de Farmácia está lá defendendo. Como é que o Confea vai defender, se o vice presidente tem ações que questionam de novo, será que o vice presidente de novo não vai entrar na justiça para pedir devolução de ART e de anuidade do Sistema? Eu acho que o vice presidente dessa casa está impedido de se manifestar sobre qualquer questão de anuidade de ART e penso mais e aí é mérito do conselheiro Melvis, está eticamente impedido de exercer a vice presidência e está eticamente impedido de exercer a presidência na ausência do presidente Tadeu. Isso é um exemplo claro de algo que não é ilegal, mas que é altamente antiético. Na ausência do presidente Tadeu, como é que o vice presidente vai defender a legalidade das ART’s de anuidades que estão sendo questionadas, se ele tem ação e que ele é favorecido pela devolução desses valores. Eu até gostaria que o presidente Tadeu me desse explicação sobre essa situação Dou-lhe aparte, com certeza. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Fica ruim sem a presença dele para se defender e se explicar. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – É a 3ª Plenária, conselheiro que eu coloco esse assunto e não é porque o conselheiro não está ali que eu estou colocando. Vocês são testemunhas que eu já coloquei isso em três Plenárias consecutivas e como o assunto veio a tona, questão de ética, eu achei interessante fazer essa abordagem. Nós estamos discutindo o que é ético, o que é crime e o que não é. Eu estou demonstrando que algumas ações, embora não ilegais na minha avaliação de mérito, são altamente antiéticas, esse é o raciocínio desse conselheiro aqui. O momento foi adequado para fazer essa reflexão, apenas por isso, mas falo na presença com já falei em outras vezes, já mostrei cópia do processo, o processo existe. Então, essa é a minha manifestação apenas. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Bom, eu ia dizer a mesma coisa que o Marcelo, que o conselheiro Júlio não está aqui e nós temos um preceito constitucional, todos tem direito a ampla defesa. No mérito de questionar ou não a ART e anuidade, eu entendo que o questionamento, salvo melhor juízo, o conselheiro Julio não está aqui, ele está questionando uma lei federal para isso. Não foi uma lei que essa casa fez, porque o que a casa faz é uma resolução, decisão. Lei é federal, senadores e deputados e sanção do presidente da república, então qualquer cidadão do país se entender que uma determinada lei não está de acordo, principalmente com a carta magna do país ou ela é de qualquer ilegalidade, de qualquer vício de ilegalidade ou de inconstitucionalidade, é um direito do cidadão questionar no fórum competente, que é o judiciário, então na questão legal, eu não tenho dúvida de que qualquer conselheiro aqui ou qualquer profissional, principalmente em leis federais que não somos nós que fazemos e, sim, a casa, o congresso lá na praça dos três poderes, é lá no senado e na câmara que se faz a lei. Nós só podemos ser contra se sair uma lei lá que nos prejudique, nós vamos ser contra? Não vamos? A confederação que está questionando a nossa lei com relação as anuidades é de sindicatos de profissões que estão lá questionando. É um direito de todo cidadão levar ao juízo a lide àquilo que ele entenda que a lei está de algum vício ou de alguma ilegalidade ou inconstitucionalidade. São direitos de qualquer cidadão brasileiro. Se ele está exercendo esse direito, é porque assim ele o entendeu. Eu não encontro em nenhum 38 normativo aqui nenhum impedimento, porque se ele pode estar aí como conselheiro julgando e votando processo, ele pode estar aqui sentado como vice presidente sim e se houver alguma questão que ele tem interesse e ontem mesmo e agora a pouco, acabo de assinar aqui ação de outro conselheiro, porque o conselheiro Marcos Vinícius num processo que foi encaminhado por vossa senhoria. O senhor manifestou por questão de fórum intimo que o senhor não podia e fez corretamente. “não posso apreciar esse assunto”, designe outro relator e é o que eu fiz aqui. Se eu estou aqui na vice presidência e estou questionando um assunto, por exemplo, anuidade e vai ter uma matéria aqui sobre esse assunto, eu declaro a minha suspensão e vou passar para o próximo que seria o Julio e se o Julio não está aqui, seria o conselheiro Arciley, alguém iria assumir a presidência naquele momento naquela matéria em que eu esteja envolvido ou que eu tenha algum relacionamento com aquela medida. O conselheiro Melvis colocou dois aspectos aí que é diz que são verdades, existe a ética legal e a ética moral, só que amoral, ela não confunde com a ética, embora é muito estreito essa questão a moral e da ética, mas a ética e a moral não é a mesma coisa, porque quando a gente entra pelo lado moral, existe, por exemplo, a moral religiosa. Existe a ética ambiental e eu posso ir citando exemplos da ética e da moral, tanto que quando se faz uma discussão entre moral e ética e ética moral é uma discussão, aliás, é uma discussão que dá para se fazer palestras sobre esse assunto de tão filosófica, porque ela envolve também da filosofia e o direito também, existe a filosofia do direito, portanto as matérias bastante complexas e quando a gente fala em responsabilidade, a gente tem que olhar a lei do país. Nós temos que olhar primeiro a carta magna do país. Está aí o caso claro que estamos aí com os técnicos. Os técnicos ficaram 20 anos numa demanda conosco, entendendo que o artigo 10 da constituição assegurava a eles o direito de estar aqui nesse Plenário, porque esse Conselho decide sobre a profissão dele e o artigo 10 eles entenderam que teriam o direito a ter representação em colegiado que se decide sobre a vida deles. No superior Tribunal de justiça, o STJ em acórdão colocou claramente o artigo 10 não se aplica, porque ele não é uma norma constitucional aplicável, tem que ter uma lei ordinária para isso. O TRF foi na mesma direção, mas eles fizeram o que eles deviam fazer, foram lá buscar o entendimento deles e a justiça disse: - olha, é assim. Então toda entidade, todo cidadão tem o direito de buscar o seu entendimento constitucional, sobre direito constitucional, sobre a sua garantia constitucional, inclusive, o artigo 5º, ele trata das garantias do individuo, garantias individuais, ele tem direito, mas quem fala é o poder judiciário e quando o poder judiciário fala, é aquilo que eu falo, a decisão do judiciário a gente não discute, a gente cumpre. Eu posso até não gostar da decisão, mas eu tenho que cumprir e tenho o direito democrático de ir lá ao congresso nacional trabalhar para mudar aquela legislação, por entender que aquela legislação (...), porque tem leis também que ela é legal, mas não é moral também. Eu conheço um punhado de lei, nós advogados conhecemos leis aí que é legal, mas não é moral, então são questões complexas, difícil de discutir, mas entendo o seguinte, que se houver algum questionamento com relação ao Julio tem que se formalizar, ele tem o direito de se defender, mas entendo que a situação dele, pode ser de qualquer um de nós aqui. Se hoje ou amanhã, nós entendermos que há algo numa lei que nós não concordamos e não fomos nós que fizemos essas leis. A lei 4966 foi até na época da ditadura, foi um general que assinou, naquela era época (...), aliás, as nossas legislações uma no estado novo, decretão em 83, o estado novo de Getulio Vargas; em 66 a junta militar, nós estávamos na ditadura militar e veio a lei 5.194; em 78 foi novamente com um general, o Costa e Silva que para criar a Mútua. Nós vivemos um conjunto de legislação. A própria lei agora da anuidade 12.514 era uma medida provisória dos médicos foram lá e numa emenda acrescentaram um artigo incluindo até ART num negócio que tratava dos médicos, então a gente tem que (...). Nós temos um milhão de profissionais, qualquer desses profissionais podem em algum momento querer questionar a lei e aí o caminho é o judiciário. O judiciário, ele está lá para resolver essas contendas e dizer quem é que tem direito ou não. Agora a questão da conduta, quais as regras que a categoria que as entidades de classe escreveram e que eu tenho que observar no meu exercício profissional para atender o código de ética da nossa profissão e aí é conosco, sem dúvida. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Só para complementar essa questão das ARTs, hoje o Rio Grande do Sul tem um passivo de 15 milhões no judiciário a ser pago e isso não tem como reverter e o Crea/SC, que é a origem do vice presidente tem 10 milhões de reais de ação a serem pagas e tem outros Creas que está começando a entrar o volume de ação grande. Quando eu falo a questão ética, se nós aqui, se um conselheiro, se 39 um próprio conselheiro federal entra na justiça para devolver que exemplo nós estamos dando? Esse volume de ações, ele pode, inclusive, quebrar o sistema, podemos esquecer que 15% desses valores vão ter que ser pagos por essa casa aqui, vão ter que ser pagos por essa casa e 20% vão ter que ser pagos pela Mútua e 65% pelos Creas, então a questão ética para mim, ela existe e aí é uma questão de mérito e eu falei de ética moral e ética legal, porque se nós que estamos aqui conselheiros para defender o sistema somos o primeiro a atacar o sistema e os valores de ART’s foram todos eles determinados por nós aqui via resolução. A lei só criou a obrigatoriedade, os valores anteriores nós aqui da casa determinamos por deliberação, por resolução e é o que está sendo questionado e derrubado na justiça. O que me preocupa é isso, se nós estamos dando o próprio exemplo para quebrar o sistema para tomar dinheiro do sistema, dinheiro esse que nos remunera a nossa estadia em Brasília, paga a nossa diária, paga a nossa passagem, se isso não é uma postura reprovável, eu respeito posições contrárias, respeito a posição do presidente, mas eu acho uma postura do ponto de vista ético totalmente reprovável e inadmissível na minha avaliação de mérito. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Melvis, o senhor coloca uma situação aí que nos chama a uma reflexão e isso foi concretizado com algumas conversas que eu tive com algumas autoridades e eu percebi que desde que se implantou a eleição direta, nós lutamos tanto para ter eleição direta nesse sistema e entendo que tem que ser mesmo democrático, mas virou uma guerra. A gente entende que um estado democrático de eleições é bom isso, na democracia é bom, mas a gente percebe e também lá nas eleições partidárias aqueles que perdem não se conformam e entram em guerra com os que foram eleitos e isso trás um desgaste para o sistema. Como o senhor está colocando aí, uma vez que o cara tem o direito há questionamento de toda parte e o que nos leva a refletir é que se nós queremos ter o nosso sistema profissional fortalecido, um sistema que defenda os nossos privilégios, que defenda as nossas prerrogativas, porque nós profissionais, nós estudamos, fomos diplomados e com isso, perante a lei do país, nós adquirimos prerrogativas para o exercício dessas profissões e nós temos que não só fiscalizar, mas nós precisamos colocar um papel a mais no nosso sistema que é defender as prerrogativas do profissional da engenharia e da agronomia e a gente vê que não há essa consciência ética profissional, no sentido de quando eu entro numa disputa, eu entro para ser ou vencedor ou derrotado, mas que terminado aquele procedimento, eu de imediato tenho que me somar ao outro e vou citar um exemplo que está ali no fundo, o coordenador do CDEN, engenheiro Gumercindo e o engenheiro Walmor, houve uma disputa no CDEN entre os dois, um dos dois ganharia e o outro perderia, ganhou o engenheiro Gumercindo, perdeu o engenheiro Walmor e ele estava lá na hora do processo e fez parte da mesa eleitoral de apuração. Terminou a eleição do CDEN, o Walmor foi lá e se colocou a disposição do Gumercindo para ajudá-lo. Estou mentindo Walmor? Estou mentindo Gumercindo? Não foi isso que ocorreu lá? Eu presenciei isso. Ele estava lá mesa eleitoral. É isso que nós temos que colocar. E se aquele foi eleito, se o Gumercindo fizer um bom trabalho, ele vai pleitear a reeleição dele e se ele não fizer um bom trabalho, na próxima, os mesmos que o elegeram vão eleger outro. Isso é normal dentro do processo democrático. Melvis, eu entendo que a sua colocação vai nessa direção. Chama atenção nossa para essas disputas, essas argüições, os tribunais aí, eles tem dito, inclusive, o tribunal de contas nunca vi tanta coisa vir aqui até parece que vocês querem que nós resolvamos o problema de vocês pois é, nós temos que defender o sistema e eu estou dentro dessa linha, nós temos que defender o sistema, não podemos ter só fiscalização. Nós temos que defender o sistema e defender as prerrogativas nossas enquanto profissionais, as nossas prerrogativas, o nosso privilégio do nosso exercício profissional, então eu acho que é dentro dessa direção que a gente tem que começar a conversar aqui, inclusive dentro dessa casa que é a instância máxima do nosso sistema. Acho que agora está postado aí o material da controladoria. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Presidente, eu pedi que fosse e aquela outra questão a gente resolvesse. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Terminando aqui (...). É só um processo? Eu não tinha visto aqui. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Eu tinha me inscrito Conselheiros e conselheiras, a despeito das conceituações, exemplificações de ética que são importantes, 40 mas eu estou aqui para dar respostas e trabalhar. A CONP vai colocar e nós só estamos aguardando a postagem da deliberação que nós em reunião extraordinária fizemos ontem com relação a permanência ou não dos técnicos de nível médio desse Plenário, então é essa a resposta que eu estou dando ao Marcelo que nós vamos debater sim e esperamos que seja postado brevemente. Entendemos que seria interessante até a inversão da pauta para discussão desse assunto. A CONP tem outros importantes assuntos para trazer aqui, infelizmente a CONP é a última comissão e é a comissão que trás ao Plenário essas questões que na maioria são polêmicas, portanto, as vezes a dificuldade é maior em função de que nós temos que deliberar e trabalhar com todas as possibilidades e as nuances das coisas. Vai ser colocado, vai ser discutido, então oportunamente nós vamos ter o bom debate. Obrigado. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Conselheiro Dirson, não foi nenhuma crítica a atividade da CONP não. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Tem mais alguma inscrição, tem mais alguém inscrito? Então, tem a matéria aqui que estava no item da extra pauta. O primeiro item é um ad referendum que faltou o material da controladoria. Acho que agora postou, não é isso? Tiveram acesso aí? Está no anexo. Lembrando que esse plano anual da Audi é rotineiro, pois todo ano é feito esse procedimento. A controladoria, ela faz o calendário dela, como as comissões nossas permanentes e os demais órgãos fazem e encaminham aqui para o Plenário dar o ok. Como eles iniciam o trabalho em abril e a Plenária só iria ocorrer agora, o presidente precisou fazer ad referendum para não prejudicar o trabalho e as atividades da controladoria. Está aí o calendário. Cronograma das auditorias, tem mais algum documento, além disso, aí? É esse aí Está aí o plano. Conselheiro Melvis. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Presidente e conselheiros, em primeiro lugar, tem um erro na tabela ali. Está certo que a gente é combatente duro lá no Rio Grande do Sul, mas também não precisamos estar duas vezes, vão nos auditar duas vezes, em maio e ali acho que seria em julho. Lá, o RS de novo. Se quiser auditar três vezes lá, não tem problema, lá está Pode mandar o TCU direto lá que não tem problema. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Quero dar só um esclarecimento, não é que duas vezes, nós temos uma auditoria chamada institucional e uma auditoria e se pessoal da CONT estivesse aí, eles explicariam. É uma auditoria institucional e a outra auditoria que se chama financeira e administrativa e isso se compõe a questão chamada auditoria. As equipes sempre foram na semana e já fizeram tudo, um grupo que é composto, inclusive, a Dra. Iris e eu lembro muito dela quando fui presidente do Crea/SP, a Agueda, o pessoal que vai fazer auditoria institucional que vai verificar a composição do Conselhos, que vai verificar os conselheiros, que vai os atos normativos, que vai verificar se as atas estão sendo lavradas de acordo com o normativo do Confea, as atas de diretoria, de Plenário, enfim a parte institucional do sistema que é um grupo que faz. A parte financeira administrativa é outro assunto, é outro grupo que faz e são outros auditores, eles iam juntos no Crea e tem Crea que não tinha nem espaço suficiente para colocar todo mundo e o Lima deixava o 4º andar, porque a sala do presidente era enorme para poder comportar, porque eles precisam levar os computadores deles, eles precisam de internet e tal. Esse ano o que, que a Audi fez? Ela colocou, vai primeiro a institucional faz o seu trabalho e depois vai a financeira, então não são duas, é a mesma auditoria, só que está dividida em duas equipes e elas não estão indo MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Presidente, o que a gente discorda a gente crítica e o que a gente acha bom, sempre apoiamos a casa e isso, inclusive, é uma retificação minha pela CCSS que tinha que ser dividida as auditorias. Auditoria institucional não tem nada que ver com a auditoria administrativa contábil e, inclusive, nós também temos que fazer uma correção interna aqui, essa auditoria institucional quem tem que fazer análise é a CONP e não a CCSS. A CCSS é para fazer a orientação, a fiscalização da parte contábil, administrativa operacional e não institucional, porque essas auditorias institucionais elas também vem para a CCSS e a CCSS não tem o embasamento no mesmo nível que a CONP, porque a CONP trata desse assunto diariamente, então nós também tínhamos que aproveitar essa separação que é uma solicitação nossa no passado para que a institucional seja analisada pela CONP e não mais pela CCSS. Acho que até o conselheiro Dixon que está na CCSS (...). É 41 uma coisa que a gente discutiu no ano passado. Dirson, nós precisamos fazer agora uma alteração interna para que a auditoria institucional seja analisada pela CONP e não pela CCSS e, assim, nós vamos deixar isso bem ajustado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Melvis, assino embaixo o que o senhor falou. Eu nem sabia que tinha sido partido da CCSS esse procedimento de o institucional e depois o administrativo. A CONT veio até a presidência e falou: - Presidente, se senhor não der um ad referendum para a gente começar o nosso trabalho, o nosso trabalho vai ficar prejudicado e nós temos que auditar 27 Creas e o formato é esse e eu nem sabia que tinha partido da CCSS esse procedimento e eles explicaram-me e eu entendi ser coerente, porque uma não tem nada a ver com a outra, como o senhor falou e entendo também que se faz uma auditoria institucional para ver se está cumprindo os nossos normativos, entendo que é a CONP que também tem que fazer. Estou plenamente de acordo. O que eu estou colocando aqui é o ad referendum que eu dei, para não prejudicar o trabalho da controladoria, eu não posso deixar parado, porque depois eles não conseguem terminar o trabalho deles até o final do ano, porque eles tem o ano todo para auditar 2012 e como tiveram o ano todo de 2012 para auditar o ano de 2001. Eles estão agora fazendo um relatório que está vindo a de 2011, aliás, tem contas de 2009, 2008 que esse Plenário nem apreciou ainda, porque atrasam esses relatórios. A preocupação melhor nesses relatórios, agora, eu me lembro enquanto presidente de Crea que chegavam as duas equipes lá do institucional e do financeiro administrativo e eu tinha que colocá-los todos juntos e eles precisavam ligar computador, precisando de internet ou um pede processo disso; o institucional pede processo daquilo, aquele punhado de processo na mesas e eles ficavam a semana inteira lá. Eu acho que essa forma que foi adotada e até parabenizo a CCSS por ter recomendado isso, porque assim fica mais tranqüilo, vai primeiro o institucional, audita, trás para a CONP; vai depois o financeiro administrativo faz a auditoria, trás para a CCSS, eu estou de pleno acordo. Mais alguma dúvida? Conselheiro Cleudson. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – Presidente, aqui nesse cronograma a CCSS participa? Participa na hora de montar o cronograma de auditoria dos Creas? Ela não participa? A CCSS participa? JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Eu não sei como é. Eu sei que eles fazem o calendário todo ano. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – O ideal seria que a CCSS participasse até para o cronograma. Outra coisa, nós sabemos que tantos Creas com problemas e tivemos milhões de problemas no ano passado nos Creas com questões institucionais, financeiras e tudo mais e por que, que não se prioriza colocar esses Creas para fazer auditoria logo no começo do ano, até para saber se aquilo que foi feito no ano passado, aquilo que o Confea solicitou que eles fizeram foram feitos, porque a gente vê aqui que a prioridade, vamos dizer assim, os maiores Creas estão logo na frente, são Creas que a gente não tem tantas discussões aqui nesse Plenário em relação ao financeiro, a outras coisas que tem impetrado tantos processos aqui que estão parados. A gente queria saber só o cronograma, por isso que era bom que a CCSS participasse sempre que fosse fazer um cronograma desses, que a CCSS fosse convidada para participar e o que, que nós estamos vendo aqui? Tantos Creas pequenos que nós discutimos aqui com tantos problemas, tantos problemas financeiros, tanto desmandos e o Confea interviu nisso que agora a gente na viu aqui e que deveria ser logo no começo do ano para ter tempo de tomar as medidas no decorrer do ano. Para resumir, presidente, o ideal que nós que discutimos nesse Plenário e nas comissões, pelo menos a CCSS que é financeiro e a CAIS que é institucional, convidassem os membros para discutir isso, até porque nós temos muitos problemas na CAIS de questão institucional. Nós temos muitas questões, muitas dúvidas na hora de analisar um processo de prestação de contas e há muitas divergências, infelizmente não tem e nós precisamos melhorar isso. Estamos vendo aqui que tem Creas que vão ser auditados agora que não tem tantos problemas como tem os outros aqui. Tem Crea aqui que você vai auditá-lo ao final do ano que não vai dar mais tempo de nada de fazer. Nós não vamos ter mais tempo de fazer nada, se fez ou não fez, vai ficar por isso mesmo. A ideia é que esses Creas que tiveram mais problemas que se colocasse no cronograma logo na frente e que eles fossem auditados para saber se realmente aquilo que o Confea solicitou foi efetivado. Essa era a minha contribuição. 42 JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Quer dizer, a questão da auditoria, é uma questão administrativa. Ela dá conhecimento para a comissão e quem vota é o Plenário. Depois eu vou dar a palavra para o Dixon que é da CCSS e para o conselheiro Gustavo. Segundo, quem monta a estrutura de trabalho é a equipe de auditoria é a CONT, porque ela sabe que ela tem de fazer. Problema? Todos os 27 Creas tem. Todos tem, não tem um que não tenha problema. Todos tem e todos tem que ser auditados, inclusive, o Confea. Todos tem que ser auditados e não vejo porque não. A CONT, ela faz. Não é algo diferente, é o que faz todo ano e aí é um cronograma aonde tem Crea pequeno, tem Crea grande, tem Crea maior, Crea menor, Crea com mais problemas; Crea com menos problema, mas essa estrutura (...), porque é uma equipe pequena e eles passam a semana lá no estado e vem e tem que fazer os relatórios, fazer os documentos, encaminhar para a CCSS o trabalho deles e eles são os que definem a estrutura e o modo operante deles trabalharem, porque são eles que vão lá fazer o trabalho, obviamente que tiver, seja da CAIS; seja da CONP; seja da CCSS encaminhem para Audi para que ela tome as devidas providências. Conselheiro Dixon. DIXON GOMES AFONSO (Conselheiro Federal/AC) – Presidente, conselheiros, internautas. É somente um esclarecimento, quando nos foi colocado para deliberarmos sobre esse cronograma, é importante frisar que não tivemos conhecimento desse detalhamento, ou seja, como se daria esse cronograma. Presumo que seja em virtude do acúmulo de trabalho da CONT. Mas é importante frisar o seguinte, nessa tabela se verificarmos no início tem na primeira linha a auditoria onde são realizadas os levantamentos de todos os dados dos Creas; na segunda linha, não é uma segunda auditoria, eles tem um prazo até o dia 10 para entregar o relatório das auditorias que foram feitas, assim, não é uma nova auditoria; e a análise e justificativa de envio a comissão fica na terceira linha. Esse é um esclarecimento, mas embora seja uma ação corriqueira, concordamos com o posicionamento de alguns conselheiros que isso tem que ser discutido antecipadamente com a CCSS, porque a não podemos ficar à margem de um assunto que se está deliberando, e que por uma necessidade de prazo tem-se que estar aprovando. E isso acontece até com certa repetição aqui nesse Plenário! Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Marcos Vinícius. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Bom dia, presidente, conselheiros e conselheiras. Mais ou menos na linha do conselheiro Dixon, apesar de que a gente sabe que institucionalmente nós temos as atribuições administrativas e também quais as comissões, mas qualquer decisão administrativa, não que a gente tenha que ter tomado bênção, mas muitas vezes reflete dentro das comissões, por exemplo, a gente já está resolvendo e a gente já sabe disso, o problema do que tem alguma coisa, mesmo sabendo que isso é administrativamente, isso pode refletir posteriormente nas comissões. A gente queria que tivesse essa interface justamente, porque eu costumo sempre dizer que nós somos Confea, o conselheiro não representa um Crea na jurisdição, mas nós somos Confea e quando acontece não é problema do presidente, não é do setor, não é do superintendente e não é dos conselheiros e, sim, problema do Confea. Apesar de ser decisões administrativas que tem que ser tomadas que pelo menos informasse e, assim, a gente pudesse numa indagação de algum profissional de alguma comissão e a gente pudesse estar falando a mesma língua para que não pudesse falar, o problema lá da lei que muitas vezes quando a gente fala que não sabe o que está acontecendo, fica parecendo que nós não estamos nos interessando em saber os problemas que estão acontecendo, mesmo que seja administrativamente. É só para ter essa interface de comunicação entre os setores administrativos e as comissões, um exemplo é esse caso aqui. É só para a gente estar afinando. Nós somos o Confea e não tem como falar que nós somos daqui e somos de lá. Obrigado, presidente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Por isso a controladoria encaminha o calendário aqui e, assim, todos possam ter acesso e conhecimento da matéria. Conselheiro Dirson. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Só complementar o que o conselheiro Marcos Vinícius colocou, há uma dificuldade e a CONP no ano passado, inclusive deliberou e acho que estou tirando dúvida do conselheiro Marcelo e conselheiro Melvis de que a auditoria institucional seja desmembrada no seu relatório, antes era o mesmo relatório e 43 primeiro era enviado para a CCSS e a CONP recebia o relatório na sequencia. Então há uma solicitação da CONP, aprovada em deliberação de que os relatórios sejam separados e enviados diretamente para a CONP para que ela possa analisar. Nós tentamos e estamos frequentemente tendo ma interface com a controladoria, mas preocupa o que foi colocado aqui pelo conselheiro Marcos Vinícius, conselheiro Dixon é de que na elaboração desse cronograma e a preocupação também do conselheiro Cleudson, na elaboração desse cronograma não foram consultadas e isso independe se o sistema de troca de mensagens do Confea está com problema ou não, isso devia ter acontecido. Aquelas questões, especialmente. Nós podíamos trocar idéias e informações com a CCSS e as vezes podíamos estar priorizando as auditorias em alguns Creas que a despeito de todos os Creas terem problemas, alguns tem mais que outros e precisam ser informados urgente e são mais urgentes e não querendo fazer pré julgamento, mas em várias situações são mais graves que os outros. Essa é a preocupação que gostaria de deixar manifestada. Entendemos que o sistema tem umas séries de dificuldades e isso é detectada a cada dia, desde o primeiro dia que nós estamos aqui e nós temos que ter a qualidade, a capacidade de começar a diminuir essas distâncias entre os executores e os legisladores que é esse Plenário aqui. Essa é a minha manifestação nesse momento, infelizmente de uma forma de ad referendum de um assunto tão sério. Entendo que não seria da melhor forma que fosse colocado. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Cleudson. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – Presidente, eu não sei se os conselheiros aqui sabem, mas eu não sei. A CONT está subordinada a que setor? JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - A presidência. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – Já está errado. Teria que estar subordinada a CCSS, então está bom presidente, todo o mandato do Túlio vamos desmanchar, pois sempre foi daquele jeito. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Eu estou dizendo, conselheiro Cleudson CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) - Presidente, por questões éticas nem sequer é convidada a CCSS que é a comissão de contas, ela não é informada. Isso é questão de ética dar mais transparência. Como é questão administrativa, você teria que pelo convidar a CCSS para participar disso aqui, quer dizer, tudo o que é feito hoje na CONT, tem que ter o aval do presidente. Resumindo: controladoria. Se vai ou senão vai; se fica ou senão o fica. Está errado, presidente. Não é assim que funciona o sistema não, pelo menos comunique aos conselheiros. Eu não sou contra nenhuma auditoria dessas, nenhuma! Sou a favor. Mas meu voto é contrário ao cronograma, porque nós sabemos e você sabe mais do que qualquer um de tantos problemas que nós tivemos aqui, então era para ter vindo de você e não nosso, já que você é o gestor da CONT e dizer que prioridades ao as auditorias naqueles Creas que tem maiores problemas. Obrigado. Pois é. E quem sabe é a CCSS e o Plenário. É aqui que nós perdemos tempo, perdemos muito tempo discutindo o assunto que se fosse discutido antecipadamente com os conselheiros, a gente não perdia tanto tempo aqui, por isso que muitos conselheiros pegam, levantam e saem. Por quê? Porque não está saindo nada daqui. As coisas já vem prontas. A discussão aqui, foi a CONT que fez e o presidente olhou se estava certo ou não. Não. Não gostei disso. Eu gostei. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Cleudson, talvez eu tenha cometido uma falha aqui de não ter lido, porque é um negócio tão corriqueiro e o presidente só deu ad referendum para que não prejudicasse o trabalho da CONT, mas então eu vou ler aqui. Desculpem, mas vai cansar aos senhores, mas eu sou obrigado diante dessas colocações do conselheiro Cleudson, mas vou ter que ler o que está aqui. Processo CF 0138/2013, se pudesse por lá na tela, eu agradeceria, por favor. Deliberação 061/2013 da CCSS. A Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema – CCSS em sua terceira reunião ordinária, realizada em Brasília/DF, na sede do Confea nos dias 10, 11 e 12 de abril de 2013, após análise do assunto em epigrafe que trata Plano Anual de Auditoria Interna relativa ao exercício de 2013 e, considerando que a controladoria do Confea – CONT, elaborou o seu plano anual de auditoria 44 interna para o ano de 2013, detalhando a sua estrutura funcional, destacando os pontos a serem enfatizados; Considerando que foram destacados os objetivos específicos da controladoria do Confea, bem como a possibilidade de utilização de auditoria independente; Considerando que foram apresentadas, em detalhes, as ações de auditorias internas previstas e elaboradas o cronograma dos trabalhos do qual faz parte o calendário detalhado por unidades do sistema; Considerando que auditoria contábil e financeira do Confea, referente ao exercício de 2011 e as auditorias contábeis financeiras dos 27 Creas, referentes ao exercício de 2012 serão realizadas por auditorias independentes, que será especialmente contratada para esse fim, visando subsidiar as atividades de controle interno realizada pela controladoria, que com o atual quadro de auditores e a ampliação de atribuições, apresenta dificuldades para cumprir seu mister satisfatoriamente; Considerando que todas as unidades a serem auditadas pelo sistema tem interesse em conhecer o calendário elaborado para o desenvolvimento dos trabalhos, Deliberou: Propor ao Plenário ao Confea: 1) aprovar o Plano Anual de Auditoria Interna elaborado pela Controladoria do Confea, relativo ao exercício de 2013; 2) Determinar a Controladoria do Confea que dê conhecimento das datas programadas para a realização de auditorias a todas as unidades a serem auditadas. Brasília, 12 de abril de 2013. Assina: os membros da CCSS. Alguma dúvida, senhores conselheiros? MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Sim. Segundo informações do conselheiro Dixon, nessa data aí, foi aprovado o Plano Anual, mas ainda não estava detalhado o calendário e aí eu vou corroborar o que o conselheiro Cleudson falou: auditoria, ela tem que ser extremamente isenta, ela não pode ter nenhum cunho de direcionamento político. Nós sabemos que há 15 dias atrás, auditoria do Confea parece que foi ao Crea/SP e o Crea não deixou entrar e fez bem. Ninguém vai na minha casa me inspecionar senão me avisar antes; senão me comunicar, então nós podemos estar criando aqui um problema institucional gravíssimo, gravíssimo, porque alguns Creas podem começar a se recusar a receber a nossa auditoria e pedir que o TCU faça essa auditoria diretamente nas sedes, por isso, nós temos que ter aqui a transparência máxima e demonstrar sem sombra de dúvida nenhuma, que não existe direcionamento político nas nossas auditorias. Esse fato aconteceu e São Paulo e talvez venha a acontecer em algum outro Crea. Ora, se eu vou ser auditado, os Creas tem que saber desse calendário com antecedência. Ninguém pode me auditar sem me avisar; ninguém pode ir a minha casa, fazer uma inspeção sem eu ser comunicado, a não ser que isso seja um ato ditatorial, mas nós estamos em uma democracia plena nesse momento no Brasil. Essa preocupação do conselheiro Cleudson é extremamente importante nesse aspecto institucional, porque a partir do momento que as nossas ações forem questionadas e terem a interpretação que nós estamos dando direcionamento puramente político as nossas ações de auditorias, está criado aqui um conflito institucional extremamente grave. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Só para informar ao conselheiro Melvis, o procedimento da Controladoria é oficiar a todos os Creas. Oficia com antecedência, informando e, inclusive, encaminhando os papeis de auditoria. O Crea/SP foi oficiado, recebeu os materiais que deveria providenciar. A auditoria estava marcada para uma segunda feira, na quinta feira veio um ofício do Crea/SP, dizendo que não iria deixar auditar, portanto, a própria resposta dele, respondeu a um ofício da própria auditoria que encaminhou para (...). Aliás, o Crea/PR também já foi auditado, ele também recebeu o ofício. Todos são oficiados, então eles são comunicados sim, não é uma vontade do presidente. Eu não mando alguém ir lá, não é isso. A comunicação com antecedência e são pedidas até providências para o Conselho para quando a auditoria chegar lá, aquelas providências já tenham sido tomadas e foi dessa forma. O presidente Jary, coordenador do Colégio de Presidentes e depois eu vou dar a palavra para o Diderot. Temos a inscrição do Jary, da Darlene e do João Francisco. JARY DE CARVALHO E CASTRO (Coordenador do Colégio De Presidentes) – Bom dia, presidente. Bom dia, conselheiros, conselheiras, internautas. Queria dizer em meu nome e em nome de todos os presidentes que nós ficamos muito satisfeitos quando tem auditoria nos nossos Conselhos. É uma forma de nos orientar; é uma forma de corrigir rotas; é uma forma de que nós possamos realmente ter o conhecimento mais profundo do nosso Conselho. Nos nossos Creas, nós temos auditorias que nós fazemos; temos auditoria que o Confea faz e quando necessário, auditoria de outros órgãos de fora, portanto, para nós não tem problema nenhum, visto que, é uma forma de nos ajudar a gerir. Não somos profissionais, presidentes 45 profissionais, somos, no meu caso, eu sou empresário e temos funcionários públicos, tem os autônomos, enfim, cada presidente tem uma formação, assim, é muito importante que nós tenhamos essa ajuda e agradeço quando o Confea manda uma auditoria aos nossos Creas. Obrigado. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – É também no sentido do presidente Jary. Eu fui 6 anos presidente do Crea/Piauí e tive todas as minhas contas aprovadas. Algumas, eu mandei para o TCU para que olhasse essa questão. Uma coisa é a auditoria ir e outra coisa é a auditoria política. Se uma auditoria for política, tem que ser denunciada e aí é outra questão. Se essa auditoria foi política por causa disso, disso, disso e disso é uma coisa. Não é uma investigação e, sim, uma auditoria, até onde eu sei. Eu sempre achei bom auditoria no me Crea quando eu fui presidente. Quando o Confea demorava e, além do raciocínio do presidente Jary, eu ligava e perguntava por que, que estava demorando quando não havia auditoria, aliás, eu pedia logo no começo do ano e me orientava muito com a Controladoria do Confea. Quando tinha alguma dúvida, ligava, liguei inúmeras vezes, senão me engano, na minha época era o William, funcionário muito bom e u lourinho do cabelo bem fininho que eu não me lembro mais o nome dele e não o vi mais aqui quando retornei a essa casa agora. Eu sempre achei bom. Agora, se impede? Aí eu tenho que discordar. Se impedir que o Confea audite? Aí eu acho realmente ruim em todos os sentidos para todos nós. Todos nós do país, porque a gente tem que resolver através do diálogo e da conversa e saber o que está acontecendo. Eu tenho certeza que a gente conversando (...). Eu quando disse aqui, embora emocionado quando tomei posse nessa casa, que as relações interpessoais ou institucionais, elas passam pela discussão, pelo debate, pela conversa e pelo diálogo e isso é real. Eu fiz treinamento nesse sentido, não é o caso lá de casa quando a minha mulher manda assistir a um programa e vou logo lá e assisto logo aquele programa para não ter problema, mas eu acho que a gente conversar com o presidente do Crea/SP; conversar com a diretoria do Crea/SP, eu tenho certeza que ele vai receber a auditoria, agora, é um problema que ele tem que resolver, porque senão, essa casa aqui, o Confea fica desmoralizado, como é que nós vamos auditar os outros 26 Creas? Fica até complicado a gente cumprir esse calendário se tem um Crea que não está permitindo que agente audite. E a auditoria, eu considero na linha do presidente Jary benéfica, orientativa para que a gente não cometa erros que a gente possa vir a cometer até impensadamente. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - A conselheira Darlene está inscrita. DARLENE LEITÃO E SILVA (Conselheira Federal/RR) – Bom dia, senhores, presidente, conselheiros, funcionários, internautas. A mensagem eu estava preparando, mas vai ficar para um outro momento. Estou vendo aqui uma discussão muito importante, mas eu verifico, senhores conselheiros, é um procedimento que já vem sendo executado na casa. É uma necessidade. O mérito? Tem que ser feito e não vejo que essa discussão se alongue, se tem uma sugestão para dar, se é mudar o calendário que se faça agora, pois o mérito está aí, essas reuniões tem que acontecer, então qual a necessidade de estar se alongando com a questão de um calendario? Não vejo essa necessidade, porque nós temos muitos pontos importantes para ser debatido nesse momento. A gente já está aqui e eu sei que é salutar esse compartilhar essa ideia de sempre interagir com todas as comissões que é de interesse, mas vamos para frente. Eu coloco aqui para os senhores, então qual é a ideia que os senhores querem? Para alterar o calendário? Então vamos alterar. Eu sugiro até ao presidente, se for o caso e se tem essa dificuldade que se retirasse por um momento e a comissão sentasse para ver se realmente não está a contento. Essa é a minha sugestão para o senhor, presidente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - É o João Francisco. JOÃO FRANCISCO DOS ANJOS (Conselheiro Federal/RO) - Bom dia a todos e a todas. Senhores, a nossa manifestação é mais no sentido de sugestão de a gente que já esteve na presidência de um Conselho e agora estamos aqui e já exercemos várias funções em órgãos públicos. A nossa manifestação é que tanto a auditoria como a Controladoria, controle interno, enfim do Sistema Confea/Crea, não só no Conselho, mas como em todos os Creas, ela deveria funcionar permanentemente e atuando dentro do exercício e, assim, evitar que os problemas aconteçam se estiverem acontecendo, então em tempo tem condições de corrigir qualquer 46 problema em tempo e não depois do exercício posterior, quando os problemas já aconteceram e aí fácil enumerar, errou aqui, errou ali, mas durante o exercício. Acho que cada Crea deveria ter um sistema de controle interno para atuar durante o exercício, evitando que problemas que aconteçam e que possam suscitar em auditorias posteriores com algum problema para o gestor ou para quem quiser que seja. Era essa a minha manifestação. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - O conselheiro Dirson inscrito pela segunda vez. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) - Eu gostaria que ressaltar que o que nós estamos nos manifestando aqui de forma a demonstrar a nossa insatisfação é com relação a forma e não com relação ao mérito. Nós somos favoráveis a realização de consultorias e auditorias e quando se fala aqui que é competência de um, de competência de outro, apesar de que administrativamente a Controladoria no organograma do Confea está subordinada a presidência, o artigo 9º da resolução 1.015 que estabelece o regimento interno, no seu inciso 31fala que é competência do Plenário do Confea: determinar a realização de auditoria financeira, contábil, administrativa, patrimonial e institucional no Confea, nos Creas e na Mútua, portanto é competência, tanto é que se fosse um ato unilateral da presidência, não precisava ter o referendum desse Plenário. Na minha primeira fala, acho que fui bem claro com relação a essa preocupação, nós temos demandas que são levantadas nas comissões pelos conselheiros e aí, nós gostaríamos de ser ouvidos e me parece que nem a própria CCSS que fez a deliberação foi ouvida suficientemente, então essa minha manifestação nesse momento é para enaltecer a nossa verdadeira preocupação com relação a essa questão. É um assunto muito sério que precisa ter a participação do Plenário, porque é a responsabilidade desse Plenário essas questões relacionadas com a auditoria. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Eu pediria ao Diderot da CONT se tem algo a dizer e, assim, eu possa encaminhar a matéria para votação. Eu só quero esclarecer para o Plenário que o presidente do Confea, ele tinha duas alternativas, não dar o ad referendum e a equipe de funcionários ficarem parados e de braços cruzados sem trabalhar ou o presidente dava o ad referendum para poder ir a campo e trabalhar. Foi só isso o que o presidente fez, deu um ad referendum no plano de trabalho para que eles pudessem trabalhar. EDUARDO DIDEROT (Auditoria do Confea): - Nosso calendário da auditoria, como o presidente estava explicando, esse calendário precisa ser aprovado para a gente cumprir. Nós enviamos a todos os Creas que vão ser auditados a correspondência antecipadamente junto com os papeis de trabalho e, assim, eles nos enviem antecipadamente os papeis de forma a nós começarmos a análise aqui já. O nosso calendário foi dividido em três partes: a execução da parte institucional, que é a parte do trabalho em campo e está na primeira faixa do calendário; a parte para apresentação dos relatórios e a terceira parte é a análise da justificativa e que nós precisamos entregar até o mês de setembro para dar segmento aos nossos trabalhos desse ano. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – Qual é o critério utilizado dos Creas? É sorteio? Por exemplo, os Creas que estão aqui, os primeiros; os segundos, o terceiro, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro? Qual o critério utilizado? Tem algum critério? EDUARDO DIDEROT (Auditoria do Confea): - Não, o critério utilizado na reunião que nós fizemos nós colocamos o critério da mesma região, trabalhar o mais próximo da mesma reunião para a questão dos transportes e deslocamentos do pessoal, mas não existe um critério específico, por exemplo, o Crea Acre vai ser o primeiro. Só questão de facilidade de deslocamento e permanência nossa nos estados. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Posso fazer uma pergunta também? No ano passado, nós tivemos um problema estrutural que não é de gestão, mas problema estrutural do Sistema, que é o Crea Amapá e o Crea Roraima que não tem número suficiente de profissionais para enfrentar as despesas e se ter um Crea e nós vimos que ao longo dos anos fazendo diversos tipos de suporte a esses Creas. Não parece que esses dois Creas deveriam estar já no começo agora para nós tentarmos antecipar problemas que 47 venham a ocorrer? Porque senão chega ao final do ano, nós estamos aqui sempre com gravíssimos problemas de apoio a esses dois Creas, reengenharia, processos de reestruturação, isso vem ao longo dos anos. Parece-me que esses dois Creas merecem uma atenção especial e deveriam estar contemplados já no inicio das auditorias. Essa é a minha opinião. Se eu fosse da CCSS nesse ano, eu colocaria esses dois Creas, justamente para nós podermos dar um suporte para eles, dar um apoio e não para ir lá e fazer outro tipo de ação. O Crea/MA também e o conselheiro Cleudson está ali, inclusive, teve contas de 2010 encaminhadas para o TCU e também acredito que deveria estar no primeiro lote de auditoria para que possamos antecipar, se for o caso, corrigir e orientar adequadamente. Então me parece aí que houve um erro estratégico nesses três Creas que deveriam estar no início dos trabalhos, mas essa é uma avaliação pessoal minha. EDUARDO DIDEROT (Auditoria do Confea): - Nós consideramos, na época em que nós fizemos a reunião para definir esse calendário que esses Creas citados pelo conselheiro Melvis, realmente foram os que mais (...). E temos problema de entrega de relatório do ano passado que coincidiriam agora recentemente que tivemos no Maranhão, eles não haviam entregue o relatório de auditoria ainda e voltar com outra auditoria logo no início, poderia gerar algum desconforto junto ao regional e nós consideramos essas fases para esperar chegar as oitivas dos relatórios e a justificativa de todos depois de ter tomado todas as providências, nós encaixarmos esses Creas ao nosso calendário já pré definido. É só questão de falha nossa, o trabalho demandou muito tempo do relatório do ano passado e alguns estavam pendentes ainda, justificativas de oitivas e de definição e isso tudo nós consideramos na hora de elaborar o calendário. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - É importante a gente lembrar também, o Diderot também está lembrando que vários problemas que aconteceram nos Creas, as auditorias sempre foram deslocadas para lá a fim de dar essa assistência, porque esse calendário, é o calendário das auditorias anuais, que são aquelas rotineiras ordinárias anuais, independentemente disso, nós tivemos nos Creas sempre que preciso, resolvendo questões. Lembrando também que o Confea faz auditoria interna nos Conselhos. Auditoria externa é da alçada dos órgãos de controles externos, como o TCU e o Ministério Público que tem feito também. Nós temos a Controladoria interna, nós somos um órgão de controle interno do Sistema, mas não estamos fora do crivo das Controladorias externas. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – Presidente, só para lembrar que o Crea/MA, ele está no mesmo grupo do Crea/MS, então a logística aí é bem distante mesmo e junto com o Mato Grosso, ele poderia estar junto com o Piauí, com o Ceará, então só estou lembrando que o Maranhão está no mesmo grupo, assim, está um descompasso muito grande aí se for questão de logística. É preferível colocar com São Paulo, com Rio de Janeiro, porque está a mesma distância. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - A questão também é das equipes. Quantas equipes nós temos? EDUARDO DIDEROT (Auditoria do Confea): - São 3 equipes. Somos três equipes e o nosso calendário está para sair duas equipes de forma a permanecer sempre uma aqui. Hoje, nós temos uma equipe que está fora, está no Espírito Santo e já temos calendário de São três equipes de três auditores e no nosso calendário saem dois e fica sempre uma equipe aqui para poder dar segmento ao nosso trabalho daqui. Quanto a essa logística, pode ter acontecido alguma falha, porque não tem jeito e nem prazo para a gente localizar tudo, fazer toda a região norte no mesmo período fica muito difícil. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Obrigado pelos esclarecimentos. Diante disso, nós vamos esgotar a discussão e colocar em processo de votação. Preparar para votação. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – Preparada. 48 JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Em votação. Concluída a votação, anunciar o resultado. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – 8 votos favoráveis, 4 votos contrários, duas abstenções e um ausente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Está aprovado o ad referendum. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Peço à secretaria da Mesa, Clécia, peço que atenda a demanda proposta pelo conselheiro Daniel Salati que pede o envie através de ofício para todos. Seriam todos os Creas? se quiser já ditar para ela editar o ofício. O senhor passa passe para ela, por gentileza. O conselheiro Ladaga e o conselheiro Dirson entraram num acordo? Só que antes de eu colocar a apreciação desse Plenário, eu acabo de receber um documento do Tribunal de Contas da União, notificando o Confea, comunicando ao Conselho Federal que foi negado no mérito um provimento feito por um Crea, não é um Crea pequeno, é um Crea grande sobre um pedido de reconsideração, no qual, o tribunal não acolheu e condena em decisão definitiva o presidente do Crea, depois eu falarei somente com os conselheiros em local apropriado. Eu não vou dar a informação toda aqui, mandaremos depois a cópia para os senhores. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Eu não sei se é, mas talvez seja, apenas uma correção, não é decisão definitiva, cabe recurso ao TCU. Essa informação que o senhor está dando, ela não é verdadeira. O senhor tem que parar de tentar manipular informações aqui dentro desse Plenário, presidente Tadeu, essa sua informação, ela não é verdadeira. Ela não é! Cabe recurso! Então o senhor diga a verdade! Como o senhor também tem condenação e como o senhor também está com os bens penhorados pela justiça de São Paulo. Vamos ser aqui transparentes e dizer as verdades! Certo? É uma condenação que cabe recurso e depois ainda cabe recurso judicial, se for o caso. Não admito manipulação de informações nesse Plenário aqui. Ser transparente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro Melvis, eu não tenho nenhuma bicicleta penhorada. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) - De tarde eu vou mostrar aqui uma decisão. Vou mostrar aqui. Vou pegar o documento e vou mostrar aqui. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - O que eu estou dizendo aqui. A natureza, é um recurso de reconsideração que o TCU negou provimento. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – O senhor como advogado sabe que ainda existe um agravo no TCU. Está gravado aqui e o senhor disse que não cabia recurso. Isso é manipulação de informação. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - No TCU, eu estou falando no TCU e não estou falando de outro órgão. Só lembrando que o TCU tem prerrogativa para auditar qualquer órgão, autarquia ou o que for. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – (...). Que já pedi no ano passado, cópias de todas licitações feitas aqui no Confea e não fui atendido. Vou protocolar agora aí e vou deixar gravado aqui, o Confea não divulga nem para os seus conselheiros as licitações que são feitas nessa casa. Nós não temos cópias e não está no site do Confea as licitações, as modalidades, o objeto e os valores dessas licitações que estão sendo feitas, contrariando a lei de transparência. Vamos começar então a fazer as coisas corretamente aqui nessa casa também. Está sendo contratada, segundo boatos, empresa para fazer assessoria parlamentar; empresa para fazer assessoria de marketing. Os conselheiros são os últimos a saber aqui. Queremos transparência e queremos publicações de todas as licitações que vão ser feitas nesse ano aqui e que os conselheiros sejam comunicados previamente e não depois. Nós somos conselheiros para fiscalizar o que está sendo feito na casa. 49 JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente): - Conselheiro, o senhor protocola lá o que o senhor achar que deve protocolar e será atendida a sua solicitação. 50 ANEXO VII – PROTOCOLO: CF-1731/2013. INTERESSADO: COMISSÃO ORGANIZADORA NACIONAL DA 70ª SEMANA OFICIAL DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA – SOEA E DO 8º CONSOEA. ASSUNTO: PROPOSTA DE DEFINIÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES DOS DELEGADOS INSTITUCIONAIS, ESTADUAIS E CONVIDADOS PARA O 8º CNP, DO NÚMERO E DOS VALORES DAS DIÁRIAS – PROPOSTA Nº 013/2013-CON70SOEA 8CNP. DELIBERAÇÃO 113/2013-CAIS. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Nós temos duas deliberações da CAIS a respeito da CONSOEA e alguns colegas desde o período da manhã estão pedindo para que essas matérias sejam votadas logo. É a deliberação 113 e 114. Frederico, só temos essas duas? O Edison Macedo está aqui? Deliberação 113/2013-CAIS; Proposta de definição das participações dos delegados institucionais, estaduais e convidados para o 8º CNP, do número e dos valores das diárias – proposta nº 013/2013-CONSOEA e 8º CNP. Propor ao Plenário do Confea: 1) Aprovar a Proposta Nº 013/2013 da Comissão Organizadora Nacional da 70ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA) e do 8º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), proposta de definição das participações dos delegados institucionais, estaduais e convidados para o 8º CNP, do número e dos valores das diária. 2) Conceder aos Delegados do 8º CNP (institucionais, estaduais e convidados), o número de 03 (três) diárias e 01 Auxilio Transporte (AT), correspondentes ao período de 11 a 14 de setembro de 2013, sendo todos enquadrados no grupo “A” da Portaria AD-nº362 de 10 de novembro de 2010. 3) Conceder aos Delegados do 8º CNP, que manifestarem interesse em participar da 70ª SOEA, a complementação de 03 (três) diárias, correspondentes ao período de realização do evento, praticando para esse período as diárias correspondentes aos seus enquadramentos nos valores e grupos previstos na Portaria AD-nº362 de 10 de novembro de 2010. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Marcelo, não seria interessante que o Confea mande essa comunicação, esse aviso ao pessoal? Porque todos ficariam bem esclarecidos sobre a possibilidade de participar do CNP nos outros dias. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Sim, caso se aprove isso aqui, vai ser encaminhado esse esclarecimento a todas as instâncias do Sistema. Eu queria que o Edison Macedo contribuísse com a matéria. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – O grupo A, qual é o valor? MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – 720. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Então ali são 6 diárias que na realidade está se dando, não é isso? Quando nós vamos ter 5 dias úteis. Na realidade são 6 diárias mais um AT, então nós vamos 7 diárias para 5 dias úteis de eventos, acho que aí tem um probleminha. No item 3, eu colocaria mais duas ali, duas diárias. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Atenção, vamos pedir inscrição para melhor orientação. Com a palavra, o conselheiro Melvis. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Presidente, eu entendo que nós deveríamos ficar no total de 5 diárias mais um AT. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: A mesa considera razoável a solicitação. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Tem a questão da economicidade, encerrei então o somatório do item 2 e 3 deveria ficar em 5 diárias mais um AT. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Eu gostaria de fazer um questionamento. 51 ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Um momento, por favor. Conselheira Ana. ANA CONSTANTINA OLIVEIRA SARMENTO DE AZEVEDO (Conselheira Federal/AL) – O evento se estende até o sábado na parte da tarde? Então, provavelmente, no mínimo 6 mais uma, então são sete. É isso mesmo. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Conselheiro Dirson. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Eu vou pela defesa do seguinte, tantos quantos forem necessários pernoites e diárias e ponto, não adianta abstrair de área que é complicada, antes que se estabeleça outro grupo de valor de diária do que subtrair diária, então é só complicador, por favor, se for para estender aos delegados do CNP a participação para a SOEA, que eles participem da SOEA com as pernoites necessárias para que eles participem da SOEA e ponto. Aí nós já tínhamos 3 + 3, são 6 e mais um AT, é isso? Seis mais 1 AT = sete. Se quiser buscar economicidade, conselheiro Melvis, que se mude a portaria da diária, porque lá no grupo A é 120 e no grupo 2 é 500 ainda. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Conselheiro Marcelo, você havia solicitado que o Edison desse uma explicação. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Eu acho. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Eu pergunto ao conselheiro Melvis se está esclarecido? A questão levantada ficou esclarecida? MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Não pode ser fixada. Conforme a data de chegada, pois vai ter gente que vai chegar na segunda feira; tem gente que vai embora na sexta feira, então não pode pré fixar essa diária. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Interessante que se coloque o máximo máximo de 3 e lá embaixo também e no 3 também. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: - Estão aceitas as mudanças? MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Marcelo, outra dúvida aí. A outra dúvida é a seguinte, é possível dar diária do grupo A para os convidados? Marcelo, é possível dar diária do grupo A para os convidados? Nós temos um regramento de diárias aqui, que me parece que não permite dar diária do grupo A, então nós não podemos fazer isso aí, porque nós temos uma resolução que diz quem é que pode receber diária do tipo A, então nós não podemos passar por cima da resolução. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Presidente, depois dessa matéria, eu vou voltar ao Salati, porque ele vai viajar e eu esperei que fosse mais rápido. Desculpe-me, Salati, mas vamos já encerrar essa matéria. O Edison Macedo vai fazer algumas explicações e depois nós passamos a votação. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: - Solicito ao Edison Macedo dar as explicações. EDISON MACEDO (Assessor-CNP/Confea) – Bom, boa tarde a todos. Vamos tratar apenas dos delegados ao 8º CNP. O CNP vai der desenvolvido do 11 a 14, consequentemente nós teremos do 11 para o 12; 12 para o 13; 13 para 14, seriam três diárias e mais um AT e como aconteceu no 7º CNP e aconteceu no 6º CNP, o Confea decidiu oferecer aos delegados a possibilidade de comparecer aos trabalhos da SOEA, uma vez que a SOEA através de seus painéis temáticos, vai discutir a temática do 8º CNP, além dessas três mais um que seriam as diárias do CNP, nós teríamos mais do dia 8 para o dia 9; do dia 9 para o dia 10; do dia 10 para 52 o dia 11, que seriam as três diárias correspondentes a SOEA, daí porque nós temos CNP: 3+ 1 e, mais adicionalmente três diárias para a SOEA. Naturalmente os delegados comparecerão ou não aos trabalhos da SOEA, será um problema posterior de controle através do Sistema de controle, que será usado. Com referência as diárias, eu poderia dizer isso. Agora, com referência ao valor das diárias, consta aqui nessa decisão da CAIS, apoiando a proposta da comissão organizadora, diária igual para todos os delegados. Desde o 6º CNP, não se faz nos CNP’s a distinção entre os delegados e as suas procedências, as suas categorias para efeito de pagamento de diária, daí porque a diária A está sendo proposta. LUIZ ALCIDES CAPOANI (Presidente do Crea-RS) - Presidente, eu insisto, porque sou parte porque está mal encaminhado com todo respeito. Eu sou parte interessada, porque a SOEA é do Rio Grande do Sul. O Marcelo não estava na última reunião e não foi isso que foi deliberado na comissão, quero que fique claro isso. A comissão deliberou outra coisa, não tem nada a ver com o que estão colocando aí. Com todo respeito, não foi isso que nós deliberamos. Nós deliberamos o seguinte: a questão das diárias, todos teriam a mesma diária. Tem uma instrução da presidência que seria mudado só para conselheiros que hoje são todos iguais e tem um AT de 150 reais que é o deslocamento de Porto Alegre até Gramado, mas não está aí e tem mais coisas também que eu não estou vendo aí. Só quero que fique bem claro, pois o que vocês vão votar, não é o que nós deliberamos e eu não consegui a Ata agora. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: - Conselheira Darlene estava inscrita. Conselheiro Marcos Vinícius. MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Presidente e presidente Capoani também, só para a gente poder esclarecer. Eu acredito e como eu já falei lá no Colégio de Presidentes, essa Portaria é um ato administrativo da presidência e do Conselho Diretor, para que isso possa ser aprovado aqui, ela tem que vir com uma mudança dessa Portaria, porque hoje e me desculpe Dr. Edison se isso estava fazendo na mesma Portaria estava sendo de uma forma irregular era a mesma Portaria e houve uma reformulação, talvez seja por isso, mas hoje se for pagar pela Portaria 1262, não pode ser o valor, então nós estamos aprovando uma coisa que não tem um preceito legal hoje. Agora, ficou feito o comprometimento e isso eu estava lá também que faria alteração da Portaria para se justificar isso e esse valor. Dessa forma, hoje não pode ser aprovada dessa forma que está aí. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Dentro dessa linha que o Marcos Vinícius colocou: grupo B, não pode ser grupo A. Aí nós podemos aprovar hoje. O grupo B é diária de 500 reais para todo mundo, para todos os delegados institucionais, estaduais e convidados. É igual para todo mundo e o grupo A, é diária para o presidente e para conselheiros federais. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Por favor, vamos falar um de cada vez. A palavra está com o conselheiro Melvis. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – A outra alegação aqui que o presidente Capoani faz que foi aprovada na comissão da CONSOEA de mais 150, não tem previsão legal para aprovar isso, se a comissão aprovou, ela aprovou algo que não é possível de ser executado, não adianta a comissão aprovar algo que nós não temos amparo legal para fazer. Nós não podemos conceder auxílio aqui, seja transporte; seja diária fora dos normativos existentes, presidente Capoani. Então se a comissão aprovou lá o valor de 150 para o auxílio de Porto Alegre a Gramado, não tem como pagar. Não adianta a comissão aprovou, a comissão aprovou algo que não dá para fazer, então nós não podemos referendar. Infelizmente, a comissão aprovou algo que não é possível de ser viabilizada aqui no Plenário. LUIZ ALCIDES CAPOANI (Presidente do Crea-RS) - Conselheiro Melvis, o que foi feito lá? Existe uma Portaria administrativa, porque senão é o seguinte, vai ocorrer de ter um conselheiro com um valor, porque essa Portaria, ela só privilegia os conselheiros federais. Nenhum profissional que viaja, vou citar um exemplo, os coordenadores nacionais das câmaras, quando eles viajam, se ele vier lá de Uruguaiana, ele não ganha o AT, então foi isso 53 que nós colocamos para que se corrija, porque todos os profissionais são iguais. É isso o que a gente quer, então foi deliberado. É uma Portaria, primeiro; Segundo: AT de Porto Alegre a Gramado, nós deliberamos e é legal e nós olhamos que como é que o cara vai pagar então a passagem? Ele sai lá do Maranhão, do interior, vem até Porto Alegre e depois (...). Olha o AT, Melvis. Não está essa parte do deslocamento de Porto Alegre a Gramado e até o seu destino, então foi isso que nós deliberamos. Nós conseguimos que se colocasse 150 reais e isso é uma Portaria e isso é perfeitamente legal. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – Sr. Presidente, questão de ordem. O Marcos Vinícius já colocou e é uma verdade, é isso aí que está funcionando aqui dentro. LUIZ ALCIDES CAPOANI (Presidente do Crea-RS) - Só um pouquinho Salati, então não pode colocar o que foi que a comissão decidiu? Aí está errado. A comissão decidiu diferente e vocês votam o que querem, pois o Plenário é soberano, mas não pode colocar lá que a comissão decidiu aí tudo bem. DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES (Conselheiro Federal/IES-Agronomia) – O que eu quero dizer é que a comissão decidiu, mas isso tem que vir para uma determinada comissão que estude e faça as correções necessárias, para que isso aconteça. Agora, nós no Plenário não podemos aprovar uma coisa que não está , porque a comissão organizadora decidiu, nós aqui vamos contra as normas do Conselho? Isso não é possível, infelizmente não é possível, pois tem diárias A e B. se for exceção, muda-se, como propôs o Marcos Vinícius, muda-se e nós aprovamos. Agora, do jeito que está não dá. ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Conselheiro Dirson. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Nós precisamos aprovar essa deliberação, até para que possa proceder aí, porque nós temos uma dificuldade com relação hoteleira lá em Gramado. Fica cara, a medida que os dias passam. Minha sugestão, no item B, ou melhor, no item 2, por enquanto até que não se mude a Portaria AD, coloque: em conformidade à Portaria AD-nº362 e, aí fica o compromisso desse Conselho e dos membros do Conselho Diretor de ajustarem a Portaria AD 362, inclusive, que se coloque lá de repente um grupo C, W, Y, J ou qualquer coisa, que é dos delegados e, inclusive, no ano passado criou-se uma celeuma de atritos entre conselheiros e alguns diretores dessa casa, que essa 362 era para ter sido alterada, inclusive, contemplando um disparate que ao nosso ver, até mesmo que motivou os conselheiros federais abrirem mão do transporte aqui no Plenário do Confea que para mim é uma aberração. Só os conselheiros federais receberem AT, o presidente do Confea receber AT, é um absurdo! Ou é uma regra que vale, porque auxílio transporte, Dirson como conselheiro federal paga táxi e o coordenador da câmara da CCEAGRO, Juarez também paga táxi ou ele tem algum método de se deslocar, então eu sugiro que se coloque em ambas as situações: em conformidade à Portaria AD-nº362, até que se resolva essa questão, porque por hoje, por ora, é possível se antecipar metade das diárias para que o pessoal confirme essas reservas nos hotéis. Portanto, se nós começarmos a divagar, voar e aí Salati, eu estou começando a concordar com você a respeito do Marcelo, bateu no Marcelo, o negócio complica, então sugestão para tentar resolver. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Arciley (intervenção fora do microfone) ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: - Atenção, o Dirson fez uma sugestão e eu gostaria que fosse colocado e consultado o Marcelo Morais sobre isso. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Eu gostaria de solicitar suspensão dessa discussão, suspensão momentânea e que a gente voltasse ao Daniel Salati, porque ele vai para o aeroporto, depois a gente volta a debater essa matéria para deliberar. Se o Plenário concordar, a gente suspende essa discussão dessa matéria, passa para o Salati, porque ele precisa ir agora para o aeroporto, se o Plenário concordar, eu gostaria de pedir isso aqui. 54 ARCILEY ALVES PINHEIRO (Conselheiro Federal/RJ) - Presidindo: Se não houver nenhuma objeção, a mesa acata a sugestão do conselheiro Marcelo e passo a palavra ao conselheiro Daniel Salati para o seu relato. SUSPENSA A DISCUSSÃO PARA DISCUSSÃO DO PROCESSO DE PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO CUJO RELATOR É O CONSELHEIRO FEDERAL DANIEL ANTÔNIO SALATI MARCONDES. CONTINUAÇÃO DA DISCUSSÃO DA DELIBERAÇÃO 113/2013 - CAIS MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Presidente, nós estamos voltando a discussão da proposta 13; proposta de definição das participações dos delegados institucionais número dos valores das diárias. Na realidade, são diárias, AT’s e vai por aí afora. O texto aqui, teria que ser assim: Definição da ajuda financeira para participação dos delegados institucionais, estaduais, tinha que ter sido assim, mas já está aqui, vai assim. Continua em discussão, presidente Não, não ficou, voltamos ao debate. Presidente, você retomou o comando aí? Parece-me que o Dirson está se inscrevendo JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Eu vou anotar aqui. Conselheiro Dirson, Darlene, Melvis. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Presidente e conselheiros. Não se eu havia sido entendido e agora me esclareceu um pouco mais, qual é a intenção ao que o pessoal deve perceber os delegados que vão participar do CNP e por extensão na SOEA vão perceber em termos de auxílio financeiro. A questão toda é que o nosso normativo, a Portaria AD que estabelece os critérios para a concessão de diária, auxílio transporte e deslocamento, ela prevê apenas a concessão de auxílio transporte que equivale ao mesmo valor da diária, um valor de uma diária e o DT, que é o deslocamento terrestre para conselheiros federais e para o presidente do Confea, convidados em caso especial, então é uma injustiça que já foi percebido no ano passado quando pela primeira vez, este Conselho Federal custeou a despesas da SOEA, antes era todo feito pelos regionais e nos regionais tem a contemplação pelo menos do deslocamento terrestre para os conselheiros regionais e profissionais que participam. A minha sugestão continua sendo a mesma de que nós coloquemos na deliberação, não só o AT, o auxílio transporte como está escrito lá, como o DT e coloque “conformidade à Portaria ADnº362 de 10 de novembro de 2010” e se a intenção é essa de estender, vamos fazer um compromisso aqui de cobrar ao Conselho Diretor a alteração na Portaria Ad Referendum no sentido de contemplar essas duas situações, a concessão de auxílio transporte e deslocamento terrestre, nos casos que couber. A título de exemplificação, tem profissionais que moram, não só do Rio Grande do Sul, tem de Santa Catarina que é mais fácil ele ir de Laje para Gramado do que ele é ir de Laje para o próximo aeroporto e depois ir para Porto Alegre, de Porto Alegre para Gramado. É mais fácil ele ir de carro e mais barato para o Sistema. Senão me engano, até caso do Paraná ter situação mais facilitada. Essa é a ideia; essa é a intenção que se coloque e fica o compromisso de ajustar. Nós precisamos celeridade nesse processo, porque salve engano, há o desejo que seja antecipada parte das diárias para que o pessoal confirme com a antecipação das diárias, segure a reserva da hospedagem em Gramado e como já falei em minha outra intervenção, ela aumenta a cada dia e chega a custos impraticáveis muito próximo ao evento. Obrigado. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Continua em discussão. Conselheira Darlene. DARLENE LEITÃO E SILVA (Conselheira Federal/RR) – Só faria uma observação, essa matéria tem urgência, urgentíssima? Porque eu vejo que a gente está solicitando alteração de uma Portaria e a questão financeira também que não está sendo apresentada e não foi discutida lá no CD, será que não seria possível retirar de pauta e depois nós vermos? Eu até pergunto, o que foi apresentado da SOEA, a questão do auxílio transporte, não seria mais confortável para todos os delegados que estão participando que ao invés de ter esse auxílio transporte, que houvesse do evento lá para a levada do aeroporto até Gramado? Para mim seria mais confortável. 55 WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – O problema é outro e não é esse da Darlene de ir de Gramado. O problema é o seguinte, por exemplo, vamos para o Rio Grande do Sul, tem lá um delegado do Chuí, Uruguaiana, 700 kms esse é o problema, não é sair do aeroporto e ir para Gramado, porque isso aí o AT cobre, porque a ideia do Crea e do Confea é colocar o ônibus lá e paga lá, os ônibus devem fazer determinados horários. O problema é esse deslocamento da cidade, de outra cidade até o aeroporto de Porto Alegre para ele sair. Esse é o problema , pois é, o Piauí, mora em Parnaíba, quantos quilômetros que dá? 500 kms, como é que se cara vai vir até Teresina? Ele vai pagar do próprio bolso? O problema é esse. Eu acho que a ideia do Dirson está correta. É colocar o AT e pagar, infelizmente e para a gente ser justo, tem que se pagar esse AT, nós não podemos colocar um preço único, porque agindo assim, vamos ser injustos com quem mora no Chuí, diferente de quem mora em Caxias, que é mais perto de lá. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheiro Melvis. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – Aí já faz menção a nossa Portaria AD 362. Nós não podemos ter uma Portaria específica para a SOEA e para o CNP para tratar de diárias e deslocamentos? Nós não podemos fazer uma específica? E não misturar isso aí. Só para essa SOEA. Exatamente. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Temos que ver o seguinte, nós podemos ter uma regra geral, mas tem certos casos que são exceções, são casos diferenciados que teria que ter uma normativa própria. MELVIS BARRIOS JÚNIOR (Conselheiro Federal/RS) – É o principio da economicidade, veja bem, se nós considerarmos diárias do grupo B, o Conselho Federal está no grupo B, o Conselho Federal está no grupo A, ele é conselheiro federal, ele pode estar fazendo a função de delegado, a função de congressista, mas ele sempre é conselheiro federal. Agora eu te pergunto, dão 6 diárias mais um AT, são 3.500,00. Alguém vai ter prejuízo com 3.500,00 indo a Gramado? Alguém vai ter prejuízo? Então, o principio da economicidade (...), nós não podemos distribuir dinheiro a rodo também. Nós temos que ter, o delegado, o nosso congressista, ele não pode pagar para ir a Gramado (...), sei lá, são 2500 pessoas devem ir a Gramado, então é um volume de recurso significativo. Se botar mil reais a mais para 2500 pessoas, são dois milhões e meio. Dois milhões e meio é o orçamento de um Crea pequeno, isso é só para a gente não perder a noção de grandeza, porque dois milhões e meio, mil reais por pessoa a mais, dá dois milhões e meio. Dá o orçamento do Crea Roraima da Darlene e mais ainda, então nós precisamos ter cautela, eu vejo assim, me preocupa o volume de dinheiro. Três mil e quinhentos, alguém vai ter prejuízo? Acho que não. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Melvis, você me permite um aparte? Eu volto a reiterar e gostaria que fosse e até sugerindo, o Marcelo, coordenador da CAIS, o senhor me autoriza a colocar lá, quem sabe seja mais bem entendido. Depois de máximo, no item 2 - o máximo de 03 (três) diárias, Auxílio Traslado (AT) e Deslocamento Terrestre (DT), no que couber, quer dizer, só vai ter deslocamento terrestre quem se beneficiar dentro das regras estabelecidas, correspondentes ao período de 11 a 14 de setembro de 2013, em conformidade à Portaria AD-nº362 de 10 de novembro de 2010. Não precisa colocar grupo B, pois todo mundo sabe que só conselheiro federal e coisa. Tira sendo enquadrada, tira isso aí. Tira aquilo que está em azul. Faz de conta, faz de conta não, senão for acatada ao status inicial, ela colocou aí, o que está em azul no final, na minha proposta seria excluída. Volto a falar, se a intenção é corrigir essa distorção, essa injustiça entre aspas de que só conselheiro federal recebe AT e deslocamento terrestre, arruma isso na Portaria AD depois que nós temos que aprovar isso aí e aquilo que eu falei e vou repetir aqui, para oportunizar a antecipação de pagamento de diária. O cara confirma e já está tudo certinho, recebe a diária e, assim, ele confirma o hotel. Está tranquilo, acho que dá para resolver e fica o compromisso de todo mundo fazer, porque como eu falei: é mais justo, é mais correto e nós temos que pensar e o conselheiro Melvis está certo, 6 diárias mais um AT, dá 3500,00 reais, dá sim para resolver a parada. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheira Ana. 56 ANA CONSTANTINA OLIVEIRA SARMENTO DE AZEVEDO (Conselheira Federal/AL) – Presidente, eu me preocupo com essa condição de balizar esse entendimento, pelo total do dinheiro hoje, visto que esses profissionais serão convidados e os delegados das regionais, quando que eles serão realmente avisados? E que façam a sua programação de hotel e dependendo dessa data, esses hotéis estarão com preços absurdos. A gente está falando de um valor total hoje, como se hoje eles já pudessem saber que iam e já pudessem fazer as suas reservas de hotel. Conselheiro Melvis, de repente, esse valor hoje que está se visualizando de uma forma a contento, pode não ser fato próximo do evento. Eu acho extremamente pertinente a questão do deslocamento terrestre, da excepcionalidade do translado entre Porto Alegre e Gramado e a gente precisa resolver isso. Entendo também que as diárias deveriam ter uma uniformidade, porque as pessoas que estão lá é do interesse do Conselho que estejam lá e não poderiam ser tratadas de formas diferentes. Então se tem que fazer alguma modificação em normativo, em resolução que se faça, mas que seja dado nivelamento igualitário a todos os participantes quer convidados, quer conselheiros federais, para que eles tenham a possibilidade de querer ir ao evento, participar de forma efetiva e que venha a contribuir com o seu conhecimento dentro desse evento que é extremamente importante para o nosso Sistema. Obrigada. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Conselheiro Marcelo. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Me corrijam se eu estiver errado. O número total de participantes e tal, nós só vamos ter no dia 20 de julho, não é isso? As pessoas que realmente vão participar do evento, é só no dia 20 de julho que nós vamos ter, não é isso? DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Marcelo, me permite um aparte. A questão toda, se nós aprovarmos no mês que vem, você não sabe o tanto que é difícil, você não acompanhou no ano passado, o sufoco que foi para resolver esse problema da coisa. Nós temos a questão estrutural do Sistema, não conseguimos fazer no estalo do dedo, vão acontecer, inclusive, tem Crea que semana que vem está realizando o CP para definir quem são os delegados, já dá para ir adiantando o trabalho. Não tem dificuldade nenhuma e o nosso normativo, aliás, a título de esclarecimento, pelo o que eu vi aqui, me levantaram dúvidas com relação ao deslocamento terrestre de Porto Alegre a Gramado, vai ter transporte de ônibus fretado pela coisa deslocamento terrestre, sei lá, agora vou exemplificar é o cara que vai de Piripiri para Teresina de carro e aí pega o avião e vai para Porto Alegre de Porto Alegre vai pegar um buzão para Gramado. Se ele não quiser ir de buzão, ele tem o AT, que é o auxílio transporte, vai de taxi, vai parando nas lojas da estrada, resolva a vida dele. É isso. Outra dúvida que me levantaram, limitar o deslocamento terrestre até para os conselheiros federais está limitado o deslocamento terrestre até 500 quilômetros. Se o cara mora 400 quilômetros, infelizmente funciona assim. O conselheiro Cassiano aqui, se ele ia pegar avião lá em Palmas, o deslocamento terrestre ida e volta dele dava quase 800kms e ele recebia só 500. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Se o conselheiro Cleudson concordar, eu acato as sugestões. CLEUDSON CAMPOS DE ANCHIETA (Conselheiro Federal/MA) – Sim. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Em discussão. O que está em azul é para retirar. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – O do Dirson acaba em 2010. Cada um se enquadra na correspondência, na diária correspondente. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Eu estou acatando a proposta do Dirson WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Presidente, eu fui informado que esse DT pela Portaria, eu não li a Portaria, está claro que é só para conselheiro federal , mas a gente já não poderia por para este evento? Para agilizar 57 DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Esse é como parâmetro, mas nós não podemos mudá-la, porque é uma Decisão Plenária. Nós podemos colocar agora, mas como eu coloquei aqui, nós temos compromissos. No ano passado não pagou, tanto é, que eu acompanhei esse processo, o pessoal de Goiás, quer dizer, teve que fazer um processo que só o Conselho Diretor pode aprovar, então não paga e não tem como pagar e nós não podemos mudar. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Nós não podemos colocar: “Em Portaria a ser feita pelo Conselho Diretor, para atender a evento específico? MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – O AT não é futuro? Nós já estamos aprovando ali, a ideia é se aprovar o número de diárias e AT, conforme a Portaria 362 no que couber A ou B. tirasse o DT e colocasse no outro item, caso fosse aprovado futuramente. Vamos supor que não se aprove isso já e o AT não. Nós não podemos fazer alusão a uma resolução, um normativo que não existe, ela não tem validade. DIRSON ARTUR FREITAG (Conselheiro Federal/MS) – Eu precisaria Eu gostaria de dar mais um palpite aí, repete o AT também, o AT e o DT, lá encima vai permanecer o AT também no que couber, porque lá tem delegado institucional e tem convidado que tem direito AT. WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Vamos facilitar, a minha proposta: vamos tirar o AT, o AT não, o DT que é o problema. Vamos pagar A para todo mundo? Que dá mais ou menos o custo Eu, por exemplo, estou tendo um problema na CEAP, que a gente chama os professores para fazer os relatos e os do interior não querem vir mais, porque eles tem que pagar, por exemplo, eu chamo alguém de Rio Preto, 500 kms de São Paulo. Ele não quer vir mais aqui, porque ele vai pagar os 1000 kms? Temos que rever isso. MARCELO GONÇALVES NUNES DE OLIVEIRA MORAIS (Conselheiro Federal/PI) – Acho que está bom, só quero deverá passar aqui nessa Plenária, a gente vá e pelo amor de Deus, a gente não consegue regulamentar isso aí. Eu vou realmente enfartar. Eu espero que a gente resolva isso. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Estamos acordados? Podemos encerrar a discussão? Esgotada a discussão da matéria, vamos partir para votação, peço que a mesa prepare para votação. WALTER LOGATTI FILHO (Conselheiro Federal/IES-Engenharia) – Tenho outra , o AT só recebe, segundo informações quem vem de trecho aéreo MARCOS VINICIUS SANTIAGO SILVA (Conselheiro Federal/MT) – Se um profissional JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Mas na Portaria não pode mudar isso aí? A Portaria que vai ser feita não vai regulamentar? Na portaria não pode mudar isso aí? A Portaria poderá regulamentar no que couber o que for o caso Tem que por mais um item aí, deixando essa questão para a Portaria, então está definido o AT, acrescenta lá Está resolvido, porque na Portaria já está dizendo de forma clara. Preparar para votação. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – Preparada. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Em votação. Encerrada a votação, favor anunciar o resultado. CLÉCIA MARIA DE ABRANTES MOREIRA (Assistente da Mesa Diretora do Plenário) – Unanimidade com 11 votos favoráveis e 04 ausentes. JOSÉ TADEU DA SILVA (Presidente) – Aprovada a deliberação 0113/2013-CAIS. 58