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Administração: (Bacharel)
Direito: (Bacharel)
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PROJETO FIP/MAGSUL
2013
( ) ENSINO
( ) PESQUISA
( X ) EXTENSÃO
1. Título: Teatro Jurídico
Área temática: Patrimônio histórico, artístico e cultural
2. Responsável pelo Projeto:
( ) Discente ( X ) Docente
Nome: Alessandra Viegas Josgrilbert, Lysian Carolina Valdes, Maria de Fátima Viegas
Josgrilbert, Ricardo Soares Sanches Dias.
3. Telefones para contato: (67)3437-8800
4. Endereço eletrônico: [email protected]
5. Curso: Direito
6. Campo de abrangência do projeto: Patrimônio histórico, artístico e cultural
7. Titulação:
( X ) Especialização
( )Especialização na área
( X ) Mestrado
( X )Doutorado
8. Carga horária dedicada ao projeto:
50 h
9. Instituições envolvidas no Projeto:
Faculdades FIP/Magsul
10. Responsável orçamentária financeira:
Luiz Felipe Viegas Josgrilbert
11. Professores auxiliares:
Camilo Henrique Silva, Roseli Áurea Soares Sanches, Tereza Cristina de Laurentys, Marco Aurélio
Claro, Marko Edgard Valdez
12. Clientela envolvida:
Acadêmicos, docentes e a sociedade em geral
13. Estimativa de participantes:
Docentes:
9
Alunos:
45
80
Sociedade:
14. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA
As Euménides é uma das três peças que compõe a trilogia Oresteia, a única trilogia que
sobreviveu até aos nossos dias. Foi representada pela primeira vez em 485 a.C. nas Festas
dionisíacas de Atenas, em que ganhou o primeiro prêmio do Pedobear. Após o ciclo da justiça
sangrenta nas duas primeiras peças, com os Átridas fazendo jorrar o sangue dos próprios Átridas,
segue-se a justiça conciliadora de Palas Atena que, na tragédia, julga o crime de Orestes de forma
conciliadora, apaziguando as Erínias e terminando o ciclo de morte e vingança. Alguns autores
procuraram ver aqui, um traço do patriotismo de Ésquilo, ao procurar firmar a justiça ateniense,
provinda de Atena, a sábia filha de Zeus, associando-a ao papel de Atenas como principal cidade
do mundo grego. A peça se passa em Atenas, fazendo referência não só ao patriotismo, mas ao
mundo civilizado. O tema da peça é o julgamento de Orestes, que dá fim a sucessão de vingança
familiar e da maldição lançada sobre os filhos de Atreu. O julgamento termina em um empate, o que
favorece a inocência de Orestes. Com esta peça é possível integrar todas as disciplinas do 1o
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semestre (Direito Civil I, Filosofia e Dilemas Éticos, História do Direito I, Introdução ao Estudo do
Direito I, Ciência Política e Teoria Geral do Estado e Noções Sócio-Antropológicas) e 2º semestre (
História do Direito II, Introdução ao Estudo do Direito, Direito Civil II, Sociologia do Direito, Filosofia
do Direito, Redação e Linguagem Forense) oportunizando assim, a transdisciplinaridade proposta
no projeto do curso.
15. OBJETIVOS
Integrar as disciplinas do 1o e 2º semestres;
Promover a transdisciplinaridade.
Aprofundar os conhecimentos dos acadêmicos sobre a Antiguidade Clássica.
Levar uma peça datada dos primórdios do teatro à comunidade acadêmica e sociedade em
geral.
16. METODOLOGIA
O tema do teatro foi sugerido na primeira reunião de professores para apreciação e posterior
aprovação do NDE. Como a ideia foi aprovada por todos, pretende-se que os acadêmicos
comecem a estudar o tema da peça no início das aulas. Os professores do primeiro e segundo
semestres deverão abordar o tema dentro de suas disciplinas para aprofundar os conhecimentos
dos acadêmicos sobre: teatro, tragédia, nação grega, história da Grécia Antiga, os primórdios dos
julgamentos, aspectos filosóficos e sociais na Grécia Antiga. A disciplina PPI Ifuncionará como
elemento integrador, promovendo pesquisas e debates sobre a temática. Somente depois de
esgotado o assunto, é que serão definidos os personagens e a equipe técnica, formada por
acadêmicos. Os ensaios deverão começar no segundo semestre sob a orientação do professor da
disciplina PPI II. A peça deverá ser encenada no dia no Centro de Convenções durante a VII
Semana Acadêmica. Após a apresentação deverá ser feito um relatório das atividades envolvidas.
17. REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
Atividades
Data
Horário de
Início
Horário de
Término
Local de realização das
atividades
1) Definição do tema do
teatro
28/01/2013
19h
19:30 h
Auditório Fip/Magsul
2) Pesquisa pelos alunos sob
a orientação dos professores
do semestre.
3) Definição dos papéis após
leitura
18/02/2013 a
31/05/2013
19h
22:30h
Faculdades Fip/Magsul
3) Início dos ensaios
29/07/2013 a
30/10/2013
13h
19h
14h
22h
Faculdades Fip/Magsul
4) Apresentação do teatro
01/11/2013
20h
21h
Centro Internacional de
Convenções
5) Confecção de Relatórios
11/11/2013
13h
16h
Faculdades Fip/Magsul
01/06/2013 a
28/06/2013
18. CRONOGRAMA FINANCEIRO
3
RECURSOS PRÓPRIOS (R$)
Descrição
Material de
Consumo
Material
Permanente
Serviços de
Terceiros
Despesas
Locomoção
Diária PróLabore
TOTAL
19. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LOCAL : Ponta Porã - MS
DATA : 30/01/2013 ASS. RESPONSÁVEL
20. PARECER E AVALIAÇÃO DO PROJETO FUNDAMENTADO
COORDENADOR(A) DO CURSO OU DO PROF. ORIENTADOR
DO(A)
A coordenação acredita que a peça se encaixa perfeitamente às disciplinas do semestre, é o
elemento motivador ideal para promover a integração do semestre, assim como permite a disciplina
PPI I alcançar seu objetivo principal de promover o autoconhecimento, assim como introduz o aluno
aos conhecimentos relativos à História do Direito.
LOCAL
Ponta Porã - MS
DATA 31/01/2013
COORDENADOR DO CURSO
PROF. ORIENTADOR
21. RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
O elemento integrador do semestre fora trabalhado na disciplina de PPI com a colaboração de
todos os professores envolvidos no semestre. Aos alunos fora apresentada a proposta e o desafio
de se encenar a peça. Os papéis foram divididos e grupos foram criados para se responsabilizarem
pelo figurino, cenário, maquiagem, iluminação, sonoplastia etc...
Os ensaios eram realizados durante as aulas de PPI e em alguns sábados. Acredita-se que em
torno de 90% da sala participou do projeto, sendo que cada aluno deu o melhor de si na
concretização do mesmo. Os alunos receberam certificado de horas atividades de acordo com sua
participação.
22. AVALIAÇÃO DO PROJETO
A apresentação da peça teatral Oréstia foi encenada brilhantemente pelos acadêmicos do 2º
semestre. A peça teatral encerrou o ciclo de eventos para a semana acadêmica, e o excelente
resultado foi fruto de exaustivos ensaios e estudos, conduzidos pelo Professor da disciplina de PPI
(projeto de pesquisa interdisciplinar). A encenação da peça, aplaudida em pé pela platéia, não foi
fruto do acaso, mas foi um desafio trazido pela equipe pedagógica do curso logo no início do ano
letivo, fomentada ainda pela importante contribuição da Professora de História do Direito desafio
aceito por todos os professores que apoiaram a idéia de fazer da peça teatral um elemento
integrador interdisciplinar. A peça foi encenada após a igualmente brilhante palestra denominada
“Conhecendo a Justiça Desportiva” proferida pela Dra. Celina Mello Dantas Guimarães. Ao final da
peça, acadêmicos e participantes da semana acadêmica dirigiram-se ao mezanino do Centro de
Convenções para um coquetel de confraternização e comemoração pelo sucesso do evento, já
desejosos de alcançar o mesmo impactante e emocionante resultado para o ano seguinte.
A Peça Oréstia: Ésquilo, autor grego, deixou uma obra que se confunde com a própria história do
teatro. Primeiro grande dramaturgo europeu, foi um autor de inexcedível criatividade poética no
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tratamento dramatúrgico dos temas eternos que preocupam os homens. Apresentada em Atenas
em 458 a.C., a trilogia Orestia é feita de três etapas de uma mesma história que, em seqüência
cronológica, narram o assassinato de Agamémnon, rei de Argos, pela sua mulher Climnestra, após
ele voltar da Guerra de Tróia para onde dirigiu-se no intuito de vingar o rapto de Helena por Páris; o
assassinato de Climnestra pelo filho vingador do pai, Orestes; e, finalmente, a expiação de Orestes
pela morte da mãe, mal grado a proteção dos deuses e a sua absolvição pelo tribunal de Atenas. O
tema da justiça que tarda, mas se cumpre, mesmo se na penumbra interior da consciência de cada
homem. O julgamento do caso Orestes e Clitemnestra, representados no tribunal por deuses é,
curiosamente, feito por homens, selecionados e presididos pela Deusa Atena e o resultado é um
empate. Neste caso, mandava a lei que se favorecesse o réu. Orestes é assim absolvido e as
Erínias (Deusas das fúrias e vingança), uma vez amansadas, são transformadas em deusas
benévolas (Euménides). O julgamento de Orestes por humanos, na dramaturgia grega representou
a concepção de um Tribunal de Júri, no qual homens são julgados por seus semelhantes, e a
justiça deixa de ser vingativa, passando a ser institucionalizada pelo Estado.
23. ANEXOS QUE CONFIRMAM A EXECUÇÃO DO PROJETO (ASSINATURAS,
CERTIFICADOS, FOLDERS, FOTOS COM LEGENDAS, ETC...)
Os altos reis tiram a sorte pela mão de Helena
Páris é anunciado em Esparta pelos soldados
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Príncipe Páris visita Esparta e é recebido por Agamenon e Menelau
Helena foge com Páris
A Deusa Artemis pede em sacrifício a vida de Ifigênia filha de Agamenon
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Agamenon mata a filha Ifigênia para garantir os bons ventos que o levariam à Tróia
Tróia é invadida e tem uma início uma guerra que dura 10 anos
Agamenon retorna da guerra e é morto pela esposar Clitemnestra que vinga a morte da filha
Ifigênia
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As fúrias incitam Orestes a vingar a morte do pai matando a mãe Clitemnestra
Apolo recebe Orestes e decide defendê-lo
O corpo de jurados incitados pelas fúrias
8
Julgamento de Oréstes
A deusa Atenas diante do empate cria o voto de minerva e absolve Oréstes
Julgamento de Oréstes
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Encerramento
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Projeto teatro juridico Orestea 2013