1 2 ATA DA CENTÉSIMA QUADRAGÉSIMA OITAVA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CMSF 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 1 ABERTURA – Às quatorze horas do dia 12 de junho de dois mil e doze, no auditório do CMSF, situado na Rua do Rosário, nº 283 6º andar – Centro, o Conselho Municipal de Saúde de Fortaleza realizou a sua 148ª Reunião Ordinária, com a presença dos seguintes membros: Conselheiros (as) Titulares- Edmilson Pereira da Silva (Presidente do CMSF); Malena Gadelha Cavalcante (Secretária Geral do CMSF); Raimunda Félix de Oliveira (Vice-presidente do CMSF); Valdete Ferreira Gomes (Secretária Adjunta do CMSF); Maria Conceição de Souza (Rep. da SER I); Maria do Carmo da Silva (Rep. da SER II); João Batista de Souza (Rep. da SER IV); Maria de Fátima Oliveira (Rep. da SER V); Francisco das Chagas Oliveira Brito (Rep. da Entidade Odontológica); Antônio Marcos Gomes da Silva (Rep. da FBFF); Raul Augusto Lamas Neto (Rep. Entidades Privadas); Fabiana Sales Vitoriano Uchoa (Rep. das Entidades Farmacêuticas); Maria Zênite Guimarães Ximenes (Rep. Idosos e Aposentados); Cleoneide Paulo Oliveira Pinheiro (Rep. Entidade Nível Superior); Merilane Pires Coelho (Rep. Entidade de Mulheres); Conselheiros (as) Suplentes Substitutos- Maria Laíde Ribeiro Catunda (Rep. das Entidades Empresariais); Maria Giselda Fonteles Ximenes (Rep. do IJF); Orildo Onélio dos Santos (Rep. da Entidade Deficientes); Conselheiros (as) Suplentes Não-Substitutos- José Ricardo de Souza (Representante da SER II); Carlos Roberto de Araújo Brasil Soares (Rep. da SER III); Jackson Tavares da Silva (Rep. da SER VI); Ricardo Ribeiro de Babo (Rep. da Entidade Odontológica); Renata Moreira da Silva (Rep. da FBFF). Participaram ainda da reunião 50 (cinqüenta) convidados (as). Justificaram ausência os Conselheiros (as) - Orleans Dutra Cunha (SEMAM); Maria de Lourdes da Silva Sales (Ent. Nível Médio), Tânia Maria dos Santos Saraiva (Ent. Empresariais) e Antônio Alves Ferreira (Ent. Patologias). Pauta: 1- Apreciação e aprovação das Atas: 69ª e 71ª da Reunião Extraordinária e 147ª Reunião Ordinária do CMSF; 2- Formação e Aprovação das Comissões do CMSF; 3- Escolha dos Representantes das Comissões do CMSF para o CESAU; 4- Escolha dos representantes do CMSF para o COREMU; 5- Formação e Aprovação da Comissão de Conselheiros que terão o papal de assinar as Resoluções e 6Informe. O Presidente do CMSF iniciou a reunião estendendo boas vindas aos presentes. Pauta 1A Secretária Geral do CMSF colocou as Atas 69ª e 71ª da Reunião Extraordinária e a 147ª Ordinária em apreciação, sendo aprovada a 69ª com 13 votos a favor, a 71ª aprovada por unanimidade com 16 votos e a 147ª aprovada com 15 votos a favor, duas abstenções e nenhum voto contra. Pauta 2- Formação e Aprovação das Comissões do CMSF. A Secretária Geral do CMSF fez a leitura de alguns artigos da Resolução nº 02, de 22 de fevereiro de 2011, citou o Art. 8°. As Comissões serão compostas por 7 (sete) membros com direito de voz e voto, sendo: §1º. 2 (dois) representantes do Conselho Municipal de Saúde que serão natos e 5 (cinco) representantes que poderão ser tanto dos Conselhos Regionais de Saúde quanto Locais. §2º. Dentre os representantes escolhidos para compor a Comissão, a que se refere o caput, será escolhido 1 (um) Coordenador e 1 (um) Relator. §3º. É livre a participação da sociedade nas reuniões das Comissões. Art. 9º. O quorum para funcionamento das Comissões será de maioria absoluta, ou seja, de 50% (cinqüenta por cento) mais 1 (um), tanto para abertura das reuniões e trabalhos, bem como aprovação de pareceres e, ainda, para encerramento das atividades. Também deixou claro que de acordo com Art. 17. O mandato dos membros das Comissões será de 2 (dois) anos, coincidente com o mandato da respectiva Mesa Diretora. A mesma falou da questão das faltas dos conselheiros que serão escolhidos para fazer parte dessas Comissões, propondo que no caso de três faltas consecutivas, sem justificativa, o mesmo seja penalizado (a), perdendo sua vaga na Comissão, sendo assim realizada uma nova eleição para a substituição. Em seguida foi colocada a proposta em votação, sendo aprovada por unanimidade. O Conselheiro Marcos Gomes questionou que os Conselheiros presentes não tinham a cópia da Resolução nº 02, de 22 de fevereiro de 2011, destacaram a importância da Resolução, principalmente com relação aos Conselheiros novatos, para 1 1 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 2 melhor entendimento do funcionamento das Comissões. A Secretária Adjunta do CMSF esclareceu que a Resolução em discussão, tinha sido elaborada e aprovada pela Mesa Diretora anterior do CMSF. Em seguida a mesma fez a leitura dos Artigos 4º ao 7º da referida Resolução, para melhor entendimento do pleno. Art. 4°. O Conselho Municipal de Saúde disporá de 05 (cinco) Comissões Permanentes, assim designadas: I. Comissão de Planos, Projetos e Programas; II Comissão de Recursos Humanos; III Comissão de Acompanhamento da Gestão do Sistema; IV Comissão de Orçamento e Finanças; V Comissão de Implementação do Controle Social. Art. 5°. As Comissões têm como objetivo articular políticas e programas de interesse da saúde, cuja execução envolva inclusive áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde. §1°. A fim de cumprir o disposto no caput deste artigo, complementando as atribuições das Comissões Permanentes, podem ser criadas Comissões Intersetoriais, inclusive em áreas não compreendidas no âmbito do SUS, quais sejam: I Comissão Intersetorial da Saúde da Mulher; II Comissão Intersetorial da Saúde da População; III Negra; III Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador; IV Comissão Intersetorial de Saúde Mental e Reforma Psiquiátrica; V Comissão Intersetorial de Comunicação; §2°. As Comissões Intersetoriais terão natureza temporária e podem ser extintas há qualquer momento, depois de verificada a necessidade e conveniência, de acordo com as deliberações do plenário do Conselho Municipal de Saúde. Das Atribuições das Comissões Art. 6º - São atribuições das Comissões Permanentes: I. Da Comissão de Planos, Projetos e Programas: Propor critérios de qualidade e de melhor resolutividade para o funcionamento do Sistema Local de Saúde; Propor critérios para a celebração de contratos e convênios entre o setor público e entidades privadas, no que tange a prestação de serviços de saúde; Propor diretrizes e contribuir na formulação da política de saúde do município, no seu aspecto técnico-administrativo; Sugerir normas de elaboração e analisar os planos e projetos de saúde adequando-os a realidade epidemiológica e à capacidade organizacional dos serviços; Atuar em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, contribuindo na elaboração de projetos, com vistas à captação de recursos nas esferas estadual e federal, estimulando a busca ativa de fontes financeiras; Ter pleno conhecimento dos Convênios celebrados pela Saúde Municipal e atuar no sentido de estudar estratégias de manutenção e/ou ampliação. II da Comissão de Recursos Humanos: Dispor de total acesso à documentação atinente aos servidores lotados na rede de Saúde Municipal seja eles oriundos da União, Estado ou Município; Acompanhar os estudos relativos à política de recursos humanos no setor saúde; Acompanhar processos referentes a contratações e demissões. III. Da Comissão de Acompanhamento da Gestão do Sistema: Propor estratégias e mecanismos de coordenação, gestão, acompanhamento e fiscalização do Sistema Local de Saúde; Visitar sistematicamente as unidades de saúde vinculadas ao SUS, apresentando ao colegiado relatório com indicação de sugestões de medidas a serem adotadas, bem como realizar a avaliação da qualidade das ações e serviços a nível ambulatorial e hospitalar. IV. da Comissão de Orçamento e Finanças: Propor critérios para a execução financeira e orçamentária do Fundo Municipal de Saúde; Fiscalizar a movimentação de recursos financeiros repassados ao Fundo Municipal de Saúde e apresentar respectivos relatórios ao colegiado do CMSF. V. da Comissão de Implementação do Controle Social: Acompanhar e assessorar todos os Conselhos Regionais e Locais de saúde; Observar e acompanhar o cumprimento da legislação do SUS. Art. 7°. É atribuição das Comissões Intercetoriais: articular políticas e programas de interesse da saúde de forma mais específica, cuja execução envolva inclusive áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde, complementando as atribuições das Comissões Permanentes. Em seguida a Secretária adjunta do CMSF esclareceu que de acordo com o Regimento Interno do CMSF, após trinta dias da posse da Mesa Diretora, seria feita a eleição das Comissões. Também falou que a Mesa Diretora sentiu muito por não poder no momento discutir essa Resolução, mas espera que após a formação das Comissões seja possível discutir essa Resolução. A Conselheira Maria de Fátima falou que teve uma conversa com a Secretária Adjunta e o Presidente do CMSF e sugeriu que fosse também 2 2 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 3 formada uma Comissão para pessoas com deficiência, voltada também para as pessoas que convivem com as mesmas. A Secretária Adjunta do CMSF esclareceu que para ser formada essa Comissão, terá que ser revista a Resolução nº 02, para que seja feita uma alteração. A Conselheira Maria de Fátima propôs que após a formação das Comissões Permanentes, a Mesa Diretora marcasse uma reunião para rever a Resolução e fazer as alterações caso fosse necessário. A Secretária Adjunta do CMSF em resposta a Conselheira esclareceu que de acordo com a Resolução, para ser formada as Comissões, é necessário que sejam Conselheiros Municipais, regionais ou locais de Saúde, e que esses Conselheiros façam parte dessas Comissões, é necessário que eles estejam presentes e sejam eleitos na plenária. O Conselheiro Marcos Gomes acha que a Comissão tem que ter indicação da Regional e para participar da Comissão, ou seja, o Conselho Regional indica um Conselheiro Regional para participar da Comissão. O mesmo comentou que fazer uma plenária com representantes dos Conselhos locais e regionais teria um número elevado de pessoas tornando o espaço da reunião pequeno demais para essa quantidade de pessoas. A Secretária Adjunta do CMSF esclareceu que a Mesa Diretora preocupada com o espaço físico, comunicou com antecedência com as Regionais, para que escolhessem seus representantes para estarem presentes nas reuniões do dia 12 de junho. A Vice-Presidente do CMSF falou que na gestão da Mesa Diretora passada do CMSF, havia a possibilidade da Comissão Intersetorial de Saúde Mental e Reforma Psiquiátrica ser composta, mas por conta das dificuldades, não foi possível forma-la. Em seguida estendeu o convite para os interessados em participar da referida Comissão, e que também serão chamados os Conselheiros locais dos CAPS. A Secretária Adjunta do CMSF deixou claro que a Mesa Diretora atual assumiu o CMSF com uma demanda muito grande de projetos engavetados para serem aprovados. Ressaltou a importância de ser feita a formação dessas Comissões e que elas funcionem e que esses projetos sejam analisados e posteriormente encaminhados para aprovação. A Conselheira Fabiana Sales falou que no ano de 2011 participou da Comissão de Acompanhamento e Gestão do Sistema, onde presenciou o esvaziamento das Comissões. A mesma também falou de pessoas comprometidas e que já participaram dessas comissões e no momento não estavam presentes, mas que gostariam de participar das Comissões. Sugeriu, que caso haja vaga nas Comissões, que exista a possibilidade de incluir um conselheiro indicado oficialmente pela sua regional. A Secretária Geral do CMSF explicou que de acordo com a Resolução, cada Comissão deve ser composta por sete pessoas, sendo que essas sete, duas deverão ser do Conselho Municipal e as outras cinco divididas aos Conselhos locais e regionais. Em seguida a mesma propôs ao pleno que houvesse paridade entre as Comissões, e que um Conselheiro participe apenas de duas Comissões. Antes da votação da proposta da Secretária Geral, o Conselheiro Marcos Gomes comentou que as Comissões de Saúde Mental e a da População Negra são compostas por entidades e propôs que essas entidades deveriam refazer a Resolução e discutissem a inclusão de outras entidades e que seja livre a participação das mesmas. Após o comentário do Conselheiro, foi colocada em votação a proposta da Secretária Geral do CMSF, sendo aprovada por unanimidade com 18 (dezoito) votos a favor. Em seguida foi aberto inscrição para a formação das Comissões: COMISSÃO DE PLANOS, PROJETOS E PROGRAMAS, formada por unanimidade com os seguintes membros: Fabiana Sales Vitoriano Uchoa, Conselheira Municipal – Titular, Cleoneide Paulo Oliveira Pinheiro, Conselheira Municipal – Titular, Maria Madalena – SER III, Maria Lúcia Oliveira – SER V, Maria Leda Menezes Amaral – SER VI, Maria Gorete – SER I e Marcos Antônio Gomes – SER I. COMISSÃO DE RECURSOS HUMANOS, formada por unanimidade com os seguintes membros: Maria do Carmo da Silva, Conselheira Municipal – Titular, Carlos Roberto de Araújo Brasil Soares, Conselheiro Municipal – Suplente, Auri de Paula – SER III, Marlene Osório Thomas – SER V, Ana Luíza de Medeiros– SER VI, Maria de Oliveira Silva – SER V, Maria Lúcia Oliveira – SER V. COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DE GESTÃO DO SISTEMA, candidatos escritos: Francisco da Chagas Oliveira brito, Conselheiro Municipal – Titular, Renata Moreira da Silva, Conselheira Municipal – Suplente, João Batista de Souza, Conselheiro Municipal – 3 3 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 4 Titular, Jackson Tavares da Silva, Conselheiro Municipal – Suplente. Após as inscrições, foi aberto espaço para os candidatos mostrarem suas propostas. O Conselheiro Francisco da Chagas falou que foi convidado para ser coordenador e relator da referida Comissão, mas se propôs a ser somente membro, mediante algumas dificuldades pessoais, mas na qualidade de membro falou irá acompanhar toda a ação do CMSF no que desrespeita a fiscalizar e fazer a cogestão do SUS na Secretaria Municipal de Saúde. A Conselheira Renata Moreira falou que se dispôs a fazer parte da Comissão, para o fortalecimento da política pública e acompanhar a parceria entre Conselho e a Gestão. O Conselheiro João Batista falou que gostaria de participar da Comissão somente como membro, devido o seu pouco tempo. Esclareceu ainda que sua participação na Comissão será para trabalho de acompanhamento de gestão e programação. O Conselheiro Jackson Tavares se propôs a fazer parte da Comissão por ter sofrido muito pelos desmandos desse sistema e também por causa das irregularidades das organizações existentes. A Conselheira Merilane Pires solicitou esclarecimento do candidato a Comissão de Acompanhamento de Gestão do Sistema, Sr. Francisco das chagas, quanto ao seu relato no que re refere a o convite recebido pela Mesa Diretora para ser coordenador da Comissão. O Conselheiro Francisco das Chagas explicou que a Mesa Diretora do CMSF, o procurou para saber se ele tinha interesse em participar de alguma Comissão, o mesmo respondeu que tinha sim interesse em participar da Comissão de Acompanhamento de Gestão do Sistema. Sobre participar da Relatoria e Coordenadoria, iria pensar, e quando tivesse a resposta, ligaria para o secretário Executivo do CMSF, Sr. Idênio Pontes, justificando o motivo de poder ou não coordenar e de acompanhar a Comissão. O Presidente do CMSF falou que jamais irá trabalhar no CMSF em cima de manipulação, por esse motivo o mesmo ressaltou que o coordenador e relator das Comissões só serão escolhidos após a formação das Comissões. O Secretário Executivo do CMSF esclareceu que quando o Conselho através de sua assessoria entra em contato com um Conselheiro e o convida para fazer parte de uma Comissão, ocorre devido às dificuldades encontradas para formação das mesmas. Esclareceu ainda que o seu gerenciamento no Conselho já vem sendo realizado há sete anos e que hoje está havendo um momento impar no que se refere à formação das Comissões no CMSF. O mesmo também deixou claro sua tranquilidade e disposição para os esclarecimentos com relação à formação das Comissões, ou em qualquer outra discussão realizada no CMSF. Após os esclarecimentos prestados, a Secretária Geral do CMSF colocou em processo de votação os candidatos a participarem da Comissão de Acompanhamento de Gestão do Sistema, sendo aprovados por maioria os Conselheiros: Francisco das Chagas Oliveira Brito com 15 (quinze) votos a favor e Jackson Tavares da Silva com 14 (quatorze) votos a favor. Terminada a votação, a Comissão AGS foi formada com a seguinte composição: Francisco das Chagas Oliveira Brito, Jackson Tavares da Silva, Maria Geane de Sousa Gondim, José Euclides da Silva, Fabiana Vitoriano Uchoa, Iane Mayara e João Batista de Sousa. COMISSÃO DE ORÇAMENTO E FINANÇAS, candidatos escritos: Antônio Marcos Gomes da Silva, Conselheiro – Titular (Ent. FBFF); Raimunda Félix de Oliveira, Conselheira - Titular (SMS); José Ricardo de Souza, Conselheiro – Suplente SER II. Em seguida foi aberto espaço para cada candidato mostrar o porquê gostaria de participar dessa Comissão. O Conselheiro Marcos Gomes falou que gostaria de participar da Comissão por já acompanhá-la, esclareceu que e sua intenção é de se dedicar mais, ajudar e a contribuir dando continuidade a esse trabalho dentro do CMSF. A Conselheira Raimunda Félix na condição de ser da gestão, se colocou a disposição para facilitar os processos para que a Comissão possa avançar mais rápido. Também se dispôs a contribuir nesse processo de discussão sobre a questão do Orçamento e Finanças dentro da gestão. O Conselheiro Marcos Gomes falou que o Conselho tem uma atribuição de criar Comissões de trabalhos, ou seja, GT de trabalho para acompanhar o Relatório de Gestão e o Plano Municipal. O mesmo esclareceu que esse GT, é organizado pela Comissão de Orçamento e Finanças, Acompanhamento e Gestão e a Comissão de Planos Projetos e Programas. Ressaltou que o GT se organiza com os membros dessas Comissões para analisar todo esse processo de Relatório de Gestão e outros instrumentos para darem encaminhamentos que serão aprovados ou não no plenário. O Conselheiro José Ricardo 4 4 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 5 explicou que escolheu a Comissão de Finanças pelo simples fato de comungar com a idéia da paridade das regionais. A Conselheira Merilane Pires lamentou não poder participar da Comissão de Finanças, mas acha essa Comissão extremamente importante, que o pleno deve ter muito cuidado na hora da sua composição. A mesma também comentou que na primeira reunião que participou no CMSF, presenciou várias denúncias em relação à prestação de contas da atual gestão, sobre a IDGS, contrato de empresas, repasse de mais de vinte milhões de verbas públicas para empresas sem licitação, contratação indevida de pessoas dentro do setor da saúde, pareceres apresentados no Conselho e denúncias consistentes pela Comissão anterior que de certa forma, foram poucas encaminhadas e debatidas na gestão anterior. Finalizou dizendo que essas questões precisam ser retomadas pelo CMSF, através da Comissão que será formada. A Secretária Geral do CMSF colocou em processo de votação os candidatos a participarem da Comissão de Orçamento e Finanças, sendo aprovados por maioria dos votos os Conselheiros: Antônio Marcos Gomes da Silva com 12 (doze) votos a favor e Raimunda Félix de Oliveira com 15 (quinze) votos a favor. Terminada a votação, a Comissão de orçamento e Finanças, foi formada com a seguinte composição: Antônio Marcos Gomes - FBFF; Raimunda Félix de Oliveira - SMS; José Ricardo de Souza - SER II; Lucivando Barbosa- SER III; Fábio Sergio de Carvalho - SER VI; Osmundo Saraiva Leão Neto - SER VI e Merilane Pires Coelho - Ent.de Mulheres. COMISSÃO DE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE SOCIAL, candidatos escritos: Valdete Ferreira Gomes, Conselheira – Titula SERIII, Maria de Fátima Oliveira Silva, Conselheira – Titular SER V, Maria Conceição de Sousa Oliveira, Conselheira – Titular SER I. Em seguida os candidatos escritos foram colocados em votação, sendo aprovados os (as) candidatos (as): Valdete Ferreira Gomes com 16 (dezesseis) votos e Maria de Fátima Oliveira Silva com 16 (dezesseis) votos. Após a votação, a Comissão de Implementação do Controle Social, foi formada com a seguinte composição: Valdete Ferreira, Maria de Fátima Oliveira Silva, Maria Conceição de Sousa Oliveira, Cosme Costa Lima – SER III, José Rogério Feitosa – SER IV, Francisco Ednardo Coelho – SER V e Fábio Sérgio Carvalho – SER VI. O Presidente do CMSF falou que após a formação das Comissões, a Mesa Diretora do CMSF tivesse o maior comprometimento por esse trabalho, já que é através dessas Comissões que o Conselho será conduzido, que logo após essa reunião seja articulada uma data para que cada Comissão se reúna no Conselho e formalizem os calendários e posteriormente fazer uma eleição elegendo o seu coordenador e o relator. Pauta 3Escolha dos Representantes das Comissões do CMSF para o CESAU. O Conselheiro Marcos Gomes se candidatou para representar o Conselho Municipal no CESAU, com o objetivo de defender as políticas públicas a nível de Estado, e ao mesmo tempo representar o Conselho e o município de Fortaleza no Estadual. A Secretária Adjunta do CMSF se candidatou para representar o CMSF no CESAU com a finalidade de resgatar a autonomia do CMSF, manter um diálogo para o fortalecimento das ações da saúde entre Estado e Município. A Conselheira Maria do Carmo se candidatou com o objetivo de cooperar e aprender o regulamento de funcionamento do CESAU. A Conselheira Merilane Pires se dispôs a representar o CMSF no CESAU, com a preocupação em estabelecer uma proximidade maior, seja no Movimento de Mulheres como também no Conselho Municipal e no Estadual, principalmente contribuir com o trabalho que o CESAU vem desenvolvendo junto aos outros Conselhos. A mesma também citou o trabalho que está sendo realizado no Conselho de Estadual de Pernambuco, que é unificar a criação de uma rede de Conselhos Municipais para que o Estadual possa demarcar melhor suas políticas fazendo uma fiscalização maior para desenvolver o controle social de maneira certa. Após as inscrições, foi aberta a votação. A Conselheira Valdete Ferreira votou em si mesma e na Conselheira Maria do Carmo; A Conselheira Raimunda Félix votou na Valdete Ferreira no Conselheiro Marcos Gomes; a Conselheira Cleoneide Paulo votou na Valdete Ferreira e no Conselheiro Marcos Gomes; a Conselheira Maria de Fátima votou no Conselheiro Marcos Gomes e na Conselheira Maria do Carmo; o Conselheiro João Batista votou no Conselheiro Marcos Gomes e na Conselheira Merilane Pires; a Conselheira Merilane Pires votou em si mesma e no Conselheiro 5 5 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 Marcos Gomes; a Conselheira Maria Conceição votou na Valdete Ferreira e na Conselheira Maria do Carmo; a Conselheira Maria Giselda votou no Conselheiro Marcos Gomes e na Conselheira Merilane Pires; o Conselheiro Orildo Onélio votou no Conselheiro Marcos Gomes e na Conselheira Merilane Pires; o Conselheiro Francisco das Chagas votou na Valdete Ferreira e no Conselheiro Marcos Gomes; a Conselheira Maria Zênite votou na Conselheira Merilane Pires e no Conselheiro Marcos Gomes; a Conselheira Maria do Carmo votou em si mesma e na Conselheira Valdete Ferreira; o Conselheiro Marcos Gomes votou em si mesmo e na Conselheira Merilane Pires; A Conselheira Malena Gadelha votou na Conselheira Valdete Ferreira e na Conselheira Maria do Carmo; o Conselheiro Edmilson Pereira votou na Valdete Ferreira e na Conselheira Maria do Carmo. Após a votação foram eleitos os Conselheiros (as) Antônio Marcos Gomes da Silva como Titular com 11 (onze) votos e Valdete Ferreira Gomes como Suplente com 8 (oito) votos, para representarem o Conselho Municipal no Conselho Estadual para biênio de 2012 a 2014. Pauta 4- Informe O Conselheiro Francisco das Chagas informou que a Prefeitura de Fortaleza abriu credenciamento para os dentistas que já trabalham nos Postos de Saúde, para que possam emigrar para a Atenção Secundária, que seria para o Hospital da Mulher, os CEOS (Centro de Especialização de Odontologia e as Policlínicas, sendo algo muito vantajoso realizado pela gestão, sem a interferência política, seja de qual for o partido. O mesmo explicou que o profissional se credencia e é feita uma análise do currículo, se estiver dentro dos critérios, sairá da Atenção Primária para a Atenção Secundária, sendo uma vantagem para os usuários que passam a ter profissionais qualificados. A convidada Ana Célia (APLAN), informou que a Assessoria de Planejamento, juntamente com o Sistema de Saúde Escola, elaborou um Projeto de Capacitação e Formação para Conselheiros de Saúde, contendo na proposta uma apresentação onde cada Conselheiro poderá analisá-la, e depois dar o seu parecer. O Conselheiro Marcos Gomes no seu informe propôs uma Reunião Extraordinária, para que fosse apresentada a Proposta de Capacitação da APLAN e também a questão das Comissões Temáticas que não poderiam ser discutidas naquele momento. Solicitou também que fossem convocadas as Mesas Diretoras das Regionais, para que possam entender esse processo de capacitação dos Conselheiros Municipais, Regionais e Locais. Encerramento - Nada mais havendo a tratar, eu, Malena Gadelha Cavalcante, Secretaria Geral do CMSF, lavrei a presente ata, que após lida, aprovada, será assinada pelos Conselheiros presentes. Fortaleza, 12 de junho de 2012. MEMBROS ASSINATURAS Edmilson Pereira da Silva Malena Gadelha Cavalcante Raimunda Félix de Oliveira Valdete Ferreira Gomes Maria Conceição de Souza Maria do Carmo da Silva João Batista de Souza Maria de Fátima Oliveira Francisco das Chagas Oliveira Brito Antônio Marcos Gomes da Silva Raul Augusto Lamas Neto Fabiana Sales Vitoriano Uchoa Maria Zênite Guimarães Ximenes Cleoneide Paulo Oliveira Pinheiro 6 6 6 Merilane Pires Coelho Maria Laide Ribeiro Catunda Orildo Onélio dos Santos 280 7 7 7