Guaxupé, junho de 2014
GUAXUPÉ, JUNHO DE 2014
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O CATEDRAL
EDIÇÃO 79
www.catedraldeguaxupe.com.br
Corpus Christi: “ O pão é um só, assim nós,
embora muitos, somos um só corpo”.
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1ª Comunhão: “ Eucaristia, sacramento de
amor, prova de amor”.
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O CATEDRAL
cianomagentaamarelopreto
“NÃO TER MEDO DE DAR O NOSSO TEMPO A CRISTO”
Amados irmãos (as), o nosso informativo deste mês falaremos da importância do Domingo para nós cristãos.
Apresentaremos uma catequese utilizando das Palavras do nosso querido
São João Paulo II, contidas na Carta
Apostólica “Dies Domini” (Dia do Senhor). Nós cristãos, não podemos nos
esquecer que o domingo é o dia do
Senhor. É o dia por excelência, dia de
expressar nossa gratidão e louvor ao
Senhor. A nós discípulos de Cristo, é
pedido que não confunda a celebração
do domingo, que deve ser uma verdadeira santificação do dia Senhor, com
o fim de semana entendido fundamentalmente como tempo de mero repouso
ou de diversão. Domingo é primeiramente o dia de santificação, depois de
lazer. Na consciência de muitos fiéis
parece enfraquecer não só o sentido
da centralidade da Eucaristia, mas
até mesmo o sentido do dever de dar
graças ao Senhor, rezando-Lhe unido
com os demais no seio da comunidade
eclesial.
O domingo é um dia que está no âmago mesmo da vida cristã.
Gostariamos de convidar vivamente a
todos a redescobrirem o domingo: Não
tenhais medo de dar o vosso tempo a
Cristo! Hoje com tantos afazeres, já não
temos mais tempo para Deus. Temos
tempo para a diversão que é saudável e
EXPEDIENTE
querida por Deus, para os amigos, para o tura feita à sua imachurrasco com os amigos, para os vera- gem, chamando-a a
neios de fins de semanas, mas para Deus comprometer-se num
afirmamos que não temos tempo. Será pacto de amor. Doque são verdadeiras tais afirmações? Se- mingo é o dia por exjamos honestos conosco mesmos. Falta- celência de estar com
mos à missa porque não sabemos do aquele que nos ama.
seu verdadeiro valor; faltamos à missa Ele nos espera naporque não fomos evangelizados e ca- quele local, naquela
tequizados para valorizar as coisas de Igreja, com hora marcada. Aguarda-nos,
Deus; porque na verdade não amamos espera com paciência, cada domingo e
a Deus de todo o coração, e por isto não desanime. Espera a nossa decisão.
não estamos compromissados com a Sim, abramos o nosso tempo a Cristo,
fé que professamos. Temos a fé, mas para que Ele possa iluminá-lo e dirigi-lo.
não a demonstramos com gestos, atitu- É Ele quem conhece o segredo do tempo
des de compromise o segredo da eterniFaltamos
à
missa
porque
não
so. Precisamos endade, e nos entrega o
tender que em Deus sabemos do seu verdadeiro valor; seu dia, como um dom
faltamos à missa porque não
tudo foi feito por
sempre novo do seu
fomos evangelizados e catequiamor e destinado ao zados para valorizar as coisas
amor. Há de se implorar
amor. O trabalho, o de Deus; porque na verdade
a graça da descoberta
descanso, o viver, o não amamos a Deus de todo o
sempre mais profunda
sofrer está ordena- coração, e por isto não estamos
deste dia, não só para
do para nosso bem. compromissados com a fé que
viver em plenitude as
O domingo para o professamos.
exigências próprias da
cristão é o nosso dia
fé, mas também para
de repouso, ou seja, dia de descansar dar resposta concreta aos anseios íntiem Deus; dia de buscar nele as forças mos e verdadeiros, existentes em todo
necessárias para vencer as labutas, do ser humano. O tempo dado a Cristo, nuncotidiano. Deus nos convida a estar com ca é tempo perdido, mas tempo conquisele, por amor, e não mera obrigação. Ir tado para a profunda humanização das
à missa aos domingos é um “dever” que nossas relações e da nossa vida.
nasce do amor, compromissado, do amor
Padre Reginaldo da Silva
fiel. Deus quer estabelecer com a criaCura da Catedral
PAPA NO TWITTER
Papa Francisco@Pontifex_pt
Órgão informativo religioso sem fins lucrativo,
destinado à circulação gratuita entre os fiéis.
Pastoral da Comunicação
Catedral de Guaxupé
Carlos Donizeti Damião
João dos Reis
Siomara Maria de Oliveira Ferreira
Cecília Buffoni de Campos Carneiro
Padre Reginaldo Silva
Padre Weberton dos Reis Magno
Éder Wilson Dias
Danilo Fraga
Yara Coeli Go. Correia Pedroza
Marcelo Pedroza
Lucas Bento
Emerson Ricciardi
Paulo e Consuelo Souza
Dom José Lanza
Denilson, Cássia,
Não há jamais motivo para
perder a esperança. Jesus
disse: «Eu estou convosco
até ao fim do mundo».
Santa Missa
ao vivo
todo domingo
às 18h00
TV SUL
Guaxupé, junho de 2014
ORAÇÃO PARA
O CENTENÁRIO
DIOCESANO
Senhor Deus de nossos pais,
Bendito sejais
Pela Centenária Igreja de Guaxupé,
Porque vosso povo visitou, libertou
E fez surgir profetas,
Homens e mulheres consagrados na fé,
De coragem e temor!
Enviai-nos hoje a vosso serviço,
Em santidade e em justiça,
Enquanto perdurarem nossos dias.
Senhor Deus de nossos caminhos,
Bendito sejais
Por armar vossa tenda em nosso meio,
Por nos fazer vossos filhos,
Por gerar um povo de irmãos em vosso seio,
Igreja de Comunidades,
Alimentada pela Palavra e a Eucaristia,
Que tecem as redes da unidade!
Enviai-nos hoje a aplainar e preparar vossas
estradas,
Animados para o Ano da Graça.
Senhor Deus da Misericórdia,
Bendito sejais
Pelos pastores de vosso rebanho!
Guiados pela esperança,
Construíram vosso Reino nesta terra,
Secaram o pranto,
Curaram as feridas,
Semearam alegria.
Enviai-nos hoje a consolar as dores de nosso tempo,
Recordando Vossa Santa Aliança.
Senhor Deus Altíssimo,
Bendito sejais
Por demonstrar vosso amor a esta diocese
E nos dar a Senhora das Dores como padroeira,
A quem olhamos com devoção!
Mãe do Salvador e, em nossas tribulações,
medianeira.
No seguimento de Vosso Filho, animados
pelo Espírito à missão,
Fazei hoje brilhar o Sol de Vossa justiça!
Levantai-nos em todo cansaço
E dirigi nossos passos no caminho de vossa
paz!
Guaxupé, junho de 2014
Como nasceu o domingo ?
Quando o Imperador Constantino subiu ao poder em 321, o culto cristão não estava ainda
bem estruturado. Talvez a única coisa que todas as igrejas cristãs tinham mantido em comum
desde o século I, era a reunião aos domingos, pois neste dia chamado de primeiro dia, os
cristãos comemoravam a Ressurreição. Isto porque Jesus Cristo ressuscitou no Domingo,
inaugurando a “Nova Criação”, libertada do pecado.
O nome domingo vem da expressão latina Dies Domini (Dia do Senhor) e foi definido nos
tempos dos apóstolos, porque eles celebravam a missa no primeiro dia da semana, isto é,
no domingo (At20, 7). Em Mt 28,1 vemos: Após o sábado, ao raiar o primeiro dia da semana,
Maria Madalena e a outra Maria vieram ao sepulcro... Em Ap 1 ,10 ,São João fala que no dia
do Senhor fui movido pelo Espírito...
Para melhor entendermos, precisamos saber que no tempo de Jesus, entre os judeus, os
dias da semana eram contados assim: primeiro dia ,segundo dia ,e assim por diante. Só o
sétimo dia tinha nome, era o sábado.
Jesus morreu no sexto dia (sexta-feira) e repousou no sábado (na sepultura) e então no
dia seguinte a este, os discípulos e discípulas d’Ele tiveram a grande surpresa quando chegaram ao túmulo e o encontram aberto e vazio, ou seja, no Domingo.
O dia da ressurreição de Cristo é ao mesmo tempo “o primeiro dia da semana”, memorial
do primeiro dia da criação e também é o oitavo dia. Entendamos: oitavo dia, pois este vai
além do sétimo dia, ultrapassa a semana de sete dias. É o dia que ”estoura” e “subverte”
o círculo fechado desta contagem. Oitavo dia é o símbolo do dia do futuro, que não conhece
noite, nem sucessão de dias, nem fim: Jesus Cristo ressuscitou. Tornou-se a luz para os
homens, o Senhor dos vivos e dos mortos. O dia da eternidade. É o dia da plenitude, onde os
maiores inimigos da vida foram definitivamente vencidos: o pecado e a morte. Então o dia do
Senhor é ao mesmo tempo o primeiro e o oitavo dia. É o dia sem ocaso e eterno.
Devemos observar para não cairmos nas armadilhas preparadas pela evolução do mundo, que nos leva a pensar e agir de forma materialista, empalidecendo o valor original do
domingo.
Yara Pedroza
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O CATEDRAL
A passagem do Sábado
para o Domingo
DIES DOMINI
Deus cria o mundo em
seis dias, no sétimo descansa. Não um descanso
inativo, mas um descanso para contemplar a sua
imensa criação. Encontramos referência no livro
do Êxodo (v.11) “Porque
em seis dias o Senhor fez
o céu, a terra, o mar e tudo
quanto contém, e descansou no sétimo, por isso o Senhor abençoou o
dia de sábado e santificou-o”.
Para os judeus, o descanso e a contemplação acontecem ao sétimo
dia, para celebrar a vida, para rezar. É dia da família e da comunidade.
Guardam o “Shabbat” seguindo as tradições hebraicas do Antigo Testamento.
Mas por que os cristãos guardam o domingo e não o sábado?
O domingo é o “Dia do Senhor”, é o dia em que Ele ressuscitou verdadeiramente. Ao domingo aplica- se a exclamação do Salmo 118/117:
”Este é o dia que o Senhor fez para nós, exultemos e cantemos de alegria”. Alegria que apoderou-se de Maria Madalena e a outra Maria quando dirigiram-se ao sepulcro, depois do sábado, ao amanhecer do primeiro
dia e o encontraram vazio (Mc. 16,2); que os Apóstolos experimentaram
, quando foram visitados por Jesus, ao anoitecer do primeiro dia, quando
pondo-se no meio deles disse: “A paz esteja convosco” (Jo. 20 19).
O domingo, enquanto primeiro dia, o dia da ressurreição de Cristo, é sobretudo uma festa Pascal, é a celebração da nova criação. A alegria com
que Deus, no primeiro sábado da humanidade, contempla a criação feita do
nada, exprime-se na alegria com que Cristo apareceu aos seus no domingo
de Páscoa, trazendo o dom da paz e do Espírito.
O domingo assume
as dimensões do sábado, acrescido da vida
nova, da nova criação
que recebemos em
Cristo. Só há domingo
porque há Páscoa e é
nela que se renova o
dom da vida nova, memorial da morte e Ressurreição de Jesus.
Maria Laura Balbino
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O CATEDRAL
48º Dia Mundial das Comunicações Sociais:
Homenagem ao jornal Folho do Povo.
Guaxupé, junho de 2014
1ª Comunhão: “ Eucaristia, sacramento de
amor, prova de amor”.
cianomagentaamarelopreto
Pentecostes: Festa da Unidade
Solenidade do Sagrado Coração de Jesus: “manso e humilde de Coração”.
Arraiá da Catedral
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O CATEDRAL
Corpus Christi: “ O pão é um só, assim nós, embora muitos, somos um só corpo”.
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O CATEDRAL
cianomagentaamarelopreto
Domingo: dia do Senhor, do Cristão e da Gratidão
O domingo é o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia. O
terceiro dia após a Paixão, o primeiro dia da
semana, quando Jesus Cristo ressurgiu dentre
os mortos, é o Domingo!
A Ressurreição de Cristo é o acontecimento central da fé e da história, por isso a nossa
celebração semanal desse encontro: a missa.
Este dia nos faz reviver, toda semana, a mesma experiência dos primeiros discípulos e discípulas: O Senhor está vivo e está entre nós.
Neste dia, como aos apóstolos reunidos no
cenáculo, ele aparece a nós reunidos em assembleia litúrgica e nos diz: “A paz esteja com
vocês” (cf. Lc 24,36; Jo 20,19). Na eucaristia,
celebramos a memória daquilo que é a essência do dia do Senhor: a Páscoa! “Anunciamos,
Senhor, a vossa morte, e proclamamos a vossa
ressurreição...”, dizemos nós na oração eucarística.
Como diz São Jerônimo (+ 419), cheio de
entusiasmo: “O domingo é o dia da ressurreição, o dia dos cristãos; é o nosso dia”.
O Domingo é o dia do repouso, o dia do descanso é “abençoado” e “santificado” por Deus,
ou seja, separado de outros dias para ser, entre todos, o “dia do Senhor”. É um dia para nos
ocuparmos das coisas santas e não das profanas.
Infelizmente, as mudanças socioeconômicas e culturais, acabaram por modificar o sentido deste repouso, transformando unicamente
em dia de lazer, sem qualquer conotação com
o sentido original do Domingo. O lazer tem seu
sentido positivo, mas não deve ser o único ob-
jetivo do descanso dominical. Domingo é o dia
do cristão, dia santificado pelo Senhor para fazermos memória dos acontecimentos de Cristo. Dia em que o cristão se volta para Deus e
lhe agradece a vida, a saúde, a família, a alegria de viver, e isso, como comunidade! O Domingo é, pois, o dia do louvor ao Senhor, mas
também de ação de graças pela vida, de demonstrar que nosso descanso se dá em Deus.
Na Carta Apostólica “Mane nobiscum Domine”, o saudoso Santo papa João Paulo II pedia
que os cristãos católicos, como fruto do Ano da
Eucaristia, fossem estimulados a dar novo valor ao domingo, Dia do Senhor, especialmente
à participação na missa dominical (cf. n° 23).
A participação na missa dominical alimenta
e desenvolve o senso da comunhão eclesial,
de pertença e de identificação com a Igreja. É
por isso que o povo simples diz: “Domingo sem
missa é semana sem graça!”,
O Pontífice Santo João Paulo II, a 31 de
maio de 1998 publicou a Carta Apostólica
“Dies Domini”. Na qual adverte o Servo de
Deus: “Ao domingo, portanto, aplica-se, com
muito acerto, a exclamação do Salmista: ‘Este
é o dia que Senhor fez: exultemos e cantemos
de alegria’” (Sl. 118, 24).
Retomemos o pensamento do Santo João
Paulo II valorizando o domingo como o dia do
senhor, do cristão e da gratidão. Precisamos
aprender a agradecer a Deus. Ele tudo nos
dá. Este é o dia em que nada pedimos ao Pai,
apenas agradecemos pelo que Ele nos deu
durante toda a semana.
Siomara Maria de Oliveira Ferreira- Pascom
Não ir à Missa ao Domingo: pecado
grave contra o AMOR!!
De acordo com o Catecismo da igreja
católica: “No domingo e nos outros dias
festivos de preceito, os fiéis têm obrigação
de participar da missa. Satisfaz o preceito de participar da missa quem assiste à
missa, celebrada segundo o rito católico
no próprio dia festivo ou à tarde do dia anterior. A Eucaristia do domingo fundamenta
e sanciona toda a prática cristã. É por isso
que os fiéis têm obrigação de participar da
Eucaristia nos dias de preceito, a não ser
por motivos muito sérios (por exemplo, doença, cuidado com bebês) ou se forem dispensados pelo próprio pastor. Aqueles que
deliberadamente faltam a esta obrigação
cometem um pecado grave.” (CIC 21802181).
Precisamos ter sempre em nossos corações que esse pecado, é antes de tudo
uma falta de amor contra Deus e contra os
nossos irmãos. E as consequências desse
pecado são o individualismo, a indiferença,
o egoísmo que tanto mal tem feito às nossas comunidades, destruindo famílias e os
laços fraternos, fazendo com que tantos irmãos adoeçam no corpo e na alma e acima
de tudo ferem profundamente o coração de
Deus, que é AMOR por excelência. O nosso
amor a Deus é revelado também na maneira
como tratamos nossos irmãos.
A comunidade não nasce somente da
aglomeração de pessoas, mas a celebração
acontece quando estamos cheios do desejo
de nos encontrarmos com os irmãos e com
o próprio Deus. É preciso ainda que as pessoas tenham contato pessoal uns com os
outros, se considerem e se tratem uns aos
outros como irmãos. A nossa missa dominical deve ser de fato uma verdadeira reunião, onde possamos viver e testemunhar
de dentro para fora a alegria, preocupação e
interesse uns pelos outros, espontaneidade,
fraternidade, família, enfim, o verdadeiro Encontro deve acontecer na santa missa.Sem
o encontro não há liturgia, sem o encontro
não há Igreja.
Nesse sentido, participar da santa missa aos domingos como determina a nossa
Igreja é para nós motivo de grande alegria.
Cumprir esse mandamento é na verdade um
presente para cada cristão que deve ver na
celebração da Eucaristia dominical o momento oportuno para vivenciar o AMOR verdadeiro.
Gizéli Bento
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O CATEDRAL
Dízimo dos Dízimos
Irmãos e Irmãs dizimistas, nossa comunidade tem muitos motivos para lhes
agradecer. Seu gesto de amor e despendimento, vivido através da partilha,
nos permite realizar a obra de Deus nas
três dimensões propostas na partilha. A
dimensão Evangelizadora, a social e a
missionária.
Graças à sua partilha é que foi possível executar a reforma das estruturas da
escadaria da Catedral. Esta obra custou,
até agora, aproximadamente R$ 165 mil.
Iniciamos agora uma nova fase da reforma,
a correção externa das escadarias, orçada
em mais R$ 40 mil. Seria impossível para
essa comunidade executar essa reforma
sem você. Com a manutenção da casa de
Deus podemos continuar a evangelizar.
Nossa Comunidade fiel ao compromisso de ajudar os nossos irmãos mais
necessitados, mesmo passando por essa
dispendiosa e necessária reforma, efetuou a entrega do dízimo dos dízimos no
dia 06 de junho/2014. A Casa da Criança
recebeu uma grande variedade de gêneros alimentícios, produtos de higiene, limpeza e outros acessórios para cuidado da
saúde dos assistidos daquela entidade,
no valor total de R$ 1.093,03. Somente
preocupando com os nossos irmãos é que
cumprimos o papel social da partilha.
Isso só acontece quando nossa comunidade coloca suas coisas em comum
BATIZADOS MÊS DE JUNHO:
Jeniffer de Paula Soares
Jhulio de Paula Soares
Jhonatan de Paula Soares
Felipe Gabriel Ferreira Winter
Gabriel Lopes Beani
Antônio Carlos Ferreira Neto
Nicolas da Silva Rafael
Alice Mariano Rossetti
Alice Beraldo Silva dos Reis
Otávio Gabriel Silva
Marcos Vinícius Fernandes Silva
Isabela Braga Ribeiro Jerônimo
Gustavo Souza Silva
Isabella Maria Domingos
Aniversariantes
do mês de junho
Muitas alegrias para você que sabe doar-se ajudando sua
comunidade. Feliz aniversário!
NOME
(At 2,42-47), isso é viver os ensinamentos de Jesus Cristo, isso é repartir o pão.
Sejamos todos missionários, sejamos
exemplos para os irmãos, ensinemos a
partilhar, “porque Deus ama quem dá com
alegria.” (2Cor 9, 7) e assim cumprimos
nossa dimensão evangelizadora.
Que Deus permita que nossos dizimistas recebam abundantemente as bênçãos
e graças do céu, e que nunca lhes falte o
amor.
Obrigado!
AGENDA DE JULHO:
Dia 04 – Primeira sexta-feira do mês – Missa
às 6hs e adoração ao Santíssimo o dia todo
Dia 14 - Reunião CPP
Dias 12 e 13 - Consagração ao dízimo
Dia 16 - Aniversário de ordenação Presbiteral de Pe. Weberton
Dia 18 - Missa Renovação da Aliança de
Amor (Movimento Mãe Rainha)
Dia 23 - Aniversário de ordenação e Episcopal de Dom José Geraldo
Dia 26 - Preparação de pais e padrinhos para
batizados
Dia 27 - Batismo na Catedral
Dia 29 - Missa em memória D.Inácio
CASAMENTOS MÊS JUNHO:
Elias Tiago Cândido e Gleice Borges Cândido
Paulo Henrique Ferraz Ribeiro e Camila Louise Oliveira
Rafael Calicchio Quintella e Maria Eugênia Rabelo Souza
Saulo Paulino Abranches e Fernanda Carneiro
Adélia Paulina Coelho Nazaré
Adolfina Cardoso de Melo
Alexandrina Ribeiro Smargiasse
Almira Ferreira França
Ana Lívia Silva de Castro
Ana Lucia Eterna
Ana Maria Carolina Felipe
Anamaria Guimarães
Ângela Maria de Toledo Carvalho
Antonio Gomes de Oliveira
Antonio Jose Loreno Dias
Antonio Olímpio Moreira Sobrinho
Anunciata Martins Vigati
Aparecida Padilha Furlan
Aracy Nicoli Cabral de Magalhaes Gomes
Augusta Aparecida da Silva Di Iório
Benedito Claudio Stampone
Benedito Ribeiro
Benedito Santos de Lima
Carlos Alberto Pallos
Claudio Wagner R. da Silva
Clovis Heli Pires Martins
Clovis Soeiro
Deborah Cristina da Silva Passos
Diego Camilo
Edina Aparecida Moreira Almeida
Edson Francisco Pereira
Elen Roberta Bevilacqua
Eliana Paula Correa
Esmério Celso de Souza
Eugelina Carmo Santos
Fernando Furlan Junior
Floriceia Vilas Boas Silva
Francelza Nascimento Figueiredo
Francisco Donizete da Cruz
Francisco Vitor Pereira
Geni Toledo Ferreira
Guilherme Ernesto da Silva
Guilhermina Rosa de Santana
Hilda Maria Vieira
Hilda Valente
Hilton Rezende
Iara Pereira Santos
Ivone Consolari
Ivone Marques da Costa
Jair de Souza Queiroz
Joana Henrique de Paula
Joao Bento de Arruda
NOME
Joao Carlos Florentino
Joao Denizetti da Silva
Jose Carlos Silva
Jose de Paula Stempnieswki
Jose Onofre de Souza
Jose Ronaldo da Costa
Karina de Souza Silva Oliveira
Levi Baltazar Valderramos
Lilian de Cassia Bender Grillo
Manoelina Calado Abrão
Marcio Augusto Nogueira
Maria Alice Palos de Gouvêa
Maria Angela Saher de Castro Ribeiro
Maria Aparecida da Costa Guisso
Maria Aparecida Mendes
Maria Batista Ximenes do Prado
Maria Cecilia Pereira Vasconcellos
Maria das Graças Almeida
Maria das Graças Hautz Rosa
Maria de Lourdes Faustina Fernandes
Maria do Carmo Mazeto da Silva
Maria do Carmo Sá
Maria Helena Leite
Maria Luiza Pinto
Marilene Araújo Goulart Cerchiaro
Marilia da Silva
Marlene Camilo Simone
Marta das Graças Salgado
Marta Maria dos Santos Silva
Matheus Junior Pereira
Nair Smargiassi da Silva
Nazareth Cristina Moura Máximo
Nege Zaiat Filho
Nilva Maria Rezende Silva
Nilza Lucia Angelino Goncalves
Paulo Renato Bonelli
Regina Aparecida Cruvinel Monteiro
Renata Magalhaes Elias
Roberto da Silva Castro
Sandra Mendes da Silva
Saulo Luiz Rocha
Sirlene Alves Ribeiro
Terezinha de Jesus Sales Gomes
Valter do Carmo Amaral
Vicente Ribeiro
Wemerson Lucas E Marines
Wilson Olívio Palos
MISSAS JULHO 2014
02/07 - Missa Comunidade Máquina
03/07 - Missa Comunidade Tulha
04/07 - Missa Primeira sexta-feira (6hs)
07/07 - Missa Cemitério 7hs
10/07 - Missa Condomínio Alto da Colina -Vera
11/07 - Missa Setores - 18-19-20- Aparecida
13/07 - Missa Fazenda São Luiz Gonzaga - Marília
16/07 - Missa Setores - 24-25-26-27-28 (Vera - Simone - Sirlene )
17/07 - Missa Comunidade São Joaquim
18/07 - Missa Setores 16-17 (Jd.Planalto) - Ivonete e Diva
23/07 - Missa Setores - 21-22-23 - Silvanda – Luzia
24/07- Missa Comunidade Serra Nova
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O CATEDRAL
Guaxupé, junho de 2014
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1º Mandamento da Igreja: “Participar da missa inteira aos domingos e
outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho”
Uma coisa que muitos católicos não sabem e por isso não cumprem é que existem os “Cinco Mandamentos da Igreja”,
além dos Dez Mandamentos conhecidos.
É preciso entender que mandamento é
algo obrigatório para todos os católicos,
diferente de recomendações, conselhos,
entre outros.
Deste modo, a Igreja estabeleceu cinco
obrigações que todo católico tem de cumprir, conforme ensina o Catecismo da Igreja
Católica (CIC). O Catecismo continua ensinando que participar da Santa Missa no
domingo é observar “a prescrição moral naturalmente inscrita no coração do homem
de prestar um culto exterior, visível, público
e regular a Deus”. Diz ainda que “a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do
Senhor está no coração da vida da Igreja”
(CIC 2176). Além disso, existe uma obrigação, para o próprio bem do fiel, na partici-
pação dominical, que só pode ser isentado
por motivos realmente sérios.
Na sua forma atual, os cinco mandamentos da igreja foram promulgados em
2005 pelo Papa Bento XVI, quando suprimiu o termo “dízimos” do quinto mandamento. O primeiro mandamento nos diz o
seguinte:
“Os cristãos santificam o domingo e
outras festas de preceito participando da
Eucaristia do Senhor e abstendo-se também daquelas atividades que impedem de
prestar culto a Deus e perturbam a alegria
própria do dia do Senhor ou o necessário
descanso da mente e do corpo. São permitidas as atividades ligadas a necessidades
familiares ou a serviços de grande utilidade
social, desde que não criem hábitos prejudiciais à santificação do domingo, à vida de
família e à saúde”. (Itens 289 e 453)
Dias santos de guarda: Santa Maria,
Mãe de Deus - 1 de janeiro, Santíssimo
Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª
quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade, Imaculada Conceição de
Maria - 8 de dezembro, e Natal - 25 de
dezembro.
Por fim, oportuna é a exortação do
Santo Papa São João Paulo II no final
da Dies domini, convocando os filhos de
Deus para que “ao encontrarem a Igreja
que cada domingo celebra alegremente o mistério donde lhe vem toda a sua
vida, possam encontrar o próprio Cristo ressuscitado.” E chama a todos para
que, “renovando-se constantemente no
memorial semanal da Páscoa, tornem-se
anunciadores cada vez mais credíveis do
Evangelho que salva e construtores ativos
da civilização do amor.”.
Marcelo Pedroza
Testemunho:
A importância da missa aos Domingos para a família
Comecei a vir à missa aos domingos ainda criança, com minha mãe e
meus irmãos. Minha mãe é uma mulher de muita fé, não tem nenhum estudo, mas é de uma sabedoria muito
grande. Ensinou-nos a rezar e a nos
comportar na igreja, bem quietos e
prestar muita atenção.
O tempo passou e eu continuei
vindo à igreja para participar da
missa todos os domingos, e somente depois descobri que a missa não se assiste e sim, participa.
Depois de casada, participamos
da missa dominical para agradecer
a Deus e renovar as forças para
iniciarmos uma nova semana.
O tempo foi passando e eu sempre firme na igreja, participando
aos domingos. Mesmo grávida,
estive sempre presente todos os
domingos nas celebrações. Minhas
duas filhas desde pequenas sempre me acompanhavam até terem
idade para servir à comunidade.
Começaram como coroinhas.
Para a graça de Deus, nós tivemos
o convite para participar do E.C.C., e
através deste encontro, meu esposo
também começou a participar das
celebrações. Hoje ele diz: “Aprendi
muito sobre a palavra de Deus, porque quando a gente sai da missa, a
nossa mente está mais clara”.
Agora, nós todos participamos
juntos da missa aos domingos,
sabemos da importância de Cristo
na nossa família e com isso nossa
família sentiu o chamado, e cada
um se engajou em uma pastoral,
todos a serviço de Cristo!
Assis e Maria José Alencar
“Conectada ao seu
Coração”
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Corpus Christi: “ O pão