Guaxupé, junho de 2014 GUAXUPÉ, JUNHO DE 2014 1 O CATEDRAL EDIÇÃO 79 www.catedraldeguaxupe.com.br Corpus Christi: “ O pão é um só, assim nós, embora muitos, somos um só corpo”. PÁGINA 4 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA 1ª Comunhão: “ Eucaristia, sacramento de amor, prova de amor”. PÁGINA 5 2 O CATEDRAL cianomagentaamarelopreto “NÃO TER MEDO DE DAR O NOSSO TEMPO A CRISTO” Amados irmãos (as), o nosso informativo deste mês falaremos da importância do Domingo para nós cristãos. Apresentaremos uma catequese utilizando das Palavras do nosso querido São João Paulo II, contidas na Carta Apostólica “Dies Domini” (Dia do Senhor). Nós cristãos, não podemos nos esquecer que o domingo é o dia do Senhor. É o dia por excelência, dia de expressar nossa gratidão e louvor ao Senhor. A nós discípulos de Cristo, é pedido que não confunda a celebração do domingo, que deve ser uma verdadeira santificação do dia Senhor, com o fim de semana entendido fundamentalmente como tempo de mero repouso ou de diversão. Domingo é primeiramente o dia de santificação, depois de lazer. Na consciência de muitos fiéis parece enfraquecer não só o sentido da centralidade da Eucaristia, mas até mesmo o sentido do dever de dar graças ao Senhor, rezando-Lhe unido com os demais no seio da comunidade eclesial. O domingo é um dia que está no âmago mesmo da vida cristã. Gostariamos de convidar vivamente a todos a redescobrirem o domingo: Não tenhais medo de dar o vosso tempo a Cristo! Hoje com tantos afazeres, já não temos mais tempo para Deus. Temos tempo para a diversão que é saudável e EXPEDIENTE querida por Deus, para os amigos, para o tura feita à sua imachurrasco com os amigos, para os vera- gem, chamando-a a neios de fins de semanas, mas para Deus comprometer-se num afirmamos que não temos tempo. Será pacto de amor. Doque são verdadeiras tais afirmações? Se- mingo é o dia por exjamos honestos conosco mesmos. Falta- celência de estar com mos à missa porque não sabemos do aquele que nos ama. seu verdadeiro valor; faltamos à missa Ele nos espera naporque não fomos evangelizados e ca- quele local, naquela tequizados para valorizar as coisas de Igreja, com hora marcada. Aguarda-nos, Deus; porque na verdade não amamos espera com paciência, cada domingo e a Deus de todo o coração, e por isto não desanime. Espera a nossa decisão. não estamos compromissados com a Sim, abramos o nosso tempo a Cristo, fé que professamos. Temos a fé, mas para que Ele possa iluminá-lo e dirigi-lo. não a demonstramos com gestos, atitu- É Ele quem conhece o segredo do tempo des de compromise o segredo da eterniFaltamos à missa porque não so. Precisamos endade, e nos entrega o tender que em Deus sabemos do seu verdadeiro valor; seu dia, como um dom faltamos à missa porque não tudo foi feito por sempre novo do seu fomos evangelizados e catequiamor e destinado ao zados para valorizar as coisas amor. Há de se implorar amor. O trabalho, o de Deus; porque na verdade a graça da descoberta descanso, o viver, o não amamos a Deus de todo o sempre mais profunda sofrer está ordena- coração, e por isto não estamos deste dia, não só para do para nosso bem. compromissados com a fé que viver em plenitude as O domingo para o professamos. exigências próprias da cristão é o nosso dia fé, mas também para de repouso, ou seja, dia de descansar dar resposta concreta aos anseios íntiem Deus; dia de buscar nele as forças mos e verdadeiros, existentes em todo necessárias para vencer as labutas, do ser humano. O tempo dado a Cristo, nuncotidiano. Deus nos convida a estar com ca é tempo perdido, mas tempo conquisele, por amor, e não mera obrigação. Ir tado para a profunda humanização das à missa aos domingos é um “dever” que nossas relações e da nossa vida. nasce do amor, compromissado, do amor Padre Reginaldo da Silva fiel. Deus quer estabelecer com a criaCura da Catedral PAPA NO TWITTER Papa Francisco@Pontifex_pt Órgão informativo religioso sem fins lucrativo, destinado à circulação gratuita entre os fiéis. Pastoral da Comunicação Catedral de Guaxupé Carlos Donizeti Damião João dos Reis Siomara Maria de Oliveira Ferreira Cecília Buffoni de Campos Carneiro Padre Reginaldo Silva Padre Weberton dos Reis Magno Éder Wilson Dias Danilo Fraga Yara Coeli Go. Correia Pedroza Marcelo Pedroza Lucas Bento Emerson Ricciardi Paulo e Consuelo Souza Dom José Lanza Denilson, Cássia, Não há jamais motivo para perder a esperança. Jesus disse: «Eu estou convosco até ao fim do mundo». Santa Missa ao vivo todo domingo às 18h00 TV SUL Guaxupé, junho de 2014 ORAÇÃO PARA O CENTENÁRIO DIOCESANO Senhor Deus de nossos pais, Bendito sejais Pela Centenária Igreja de Guaxupé, Porque vosso povo visitou, libertou E fez surgir profetas, Homens e mulheres consagrados na fé, De coragem e temor! Enviai-nos hoje a vosso serviço, Em santidade e em justiça, Enquanto perdurarem nossos dias. Senhor Deus de nossos caminhos, Bendito sejais Por armar vossa tenda em nosso meio, Por nos fazer vossos filhos, Por gerar um povo de irmãos em vosso seio, Igreja de Comunidades, Alimentada pela Palavra e a Eucaristia, Que tecem as redes da unidade! Enviai-nos hoje a aplainar e preparar vossas estradas, Animados para o Ano da Graça. Senhor Deus da Misericórdia, Bendito sejais Pelos pastores de vosso rebanho! Guiados pela esperança, Construíram vosso Reino nesta terra, Secaram o pranto, Curaram as feridas, Semearam alegria. Enviai-nos hoje a consolar as dores de nosso tempo, Recordando Vossa Santa Aliança. Senhor Deus Altíssimo, Bendito sejais Por demonstrar vosso amor a esta diocese E nos dar a Senhora das Dores como padroeira, A quem olhamos com devoção! Mãe do Salvador e, em nossas tribulações, medianeira. No seguimento de Vosso Filho, animados pelo Espírito à missão, Fazei hoje brilhar o Sol de Vossa justiça! Levantai-nos em todo cansaço E dirigi nossos passos no caminho de vossa paz! Guaxupé, junho de 2014 Como nasceu o domingo ? Quando o Imperador Constantino subiu ao poder em 321, o culto cristão não estava ainda bem estruturado. Talvez a única coisa que todas as igrejas cristãs tinham mantido em comum desde o século I, era a reunião aos domingos, pois neste dia chamado de primeiro dia, os cristãos comemoravam a Ressurreição. Isto porque Jesus Cristo ressuscitou no Domingo, inaugurando a “Nova Criação”, libertada do pecado. O nome domingo vem da expressão latina Dies Domini (Dia do Senhor) e foi definido nos tempos dos apóstolos, porque eles celebravam a missa no primeiro dia da semana, isto é, no domingo (At20, 7). Em Mt 28,1 vemos: Após o sábado, ao raiar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria vieram ao sepulcro... Em Ap 1 ,10 ,São João fala que no dia do Senhor fui movido pelo Espírito... Para melhor entendermos, precisamos saber que no tempo de Jesus, entre os judeus, os dias da semana eram contados assim: primeiro dia ,segundo dia ,e assim por diante. Só o sétimo dia tinha nome, era o sábado. Jesus morreu no sexto dia (sexta-feira) e repousou no sábado (na sepultura) e então no dia seguinte a este, os discípulos e discípulas d’Ele tiveram a grande surpresa quando chegaram ao túmulo e o encontram aberto e vazio, ou seja, no Domingo. O dia da ressurreição de Cristo é ao mesmo tempo “o primeiro dia da semana”, memorial do primeiro dia da criação e também é o oitavo dia. Entendamos: oitavo dia, pois este vai além do sétimo dia, ultrapassa a semana de sete dias. É o dia que ”estoura” e “subverte” o círculo fechado desta contagem. Oitavo dia é o símbolo do dia do futuro, que não conhece noite, nem sucessão de dias, nem fim: Jesus Cristo ressuscitou. Tornou-se a luz para os homens, o Senhor dos vivos e dos mortos. O dia da eternidade. É o dia da plenitude, onde os maiores inimigos da vida foram definitivamente vencidos: o pecado e a morte. Então o dia do Senhor é ao mesmo tempo o primeiro e o oitavo dia. É o dia sem ocaso e eterno. Devemos observar para não cairmos nas armadilhas preparadas pela evolução do mundo, que nos leva a pensar e agir de forma materialista, empalidecendo o valor original do domingo. Yara Pedroza 3 O CATEDRAL A passagem do Sábado para o Domingo DIES DOMINI Deus cria o mundo em seis dias, no sétimo descansa. Não um descanso inativo, mas um descanso para contemplar a sua imensa criação. Encontramos referência no livro do Êxodo (v.11) “Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar e tudo quanto contém, e descansou no sétimo, por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e santificou-o”. Para os judeus, o descanso e a contemplação acontecem ao sétimo dia, para celebrar a vida, para rezar. É dia da família e da comunidade. Guardam o “Shabbat” seguindo as tradições hebraicas do Antigo Testamento. Mas por que os cristãos guardam o domingo e não o sábado? O domingo é o “Dia do Senhor”, é o dia em que Ele ressuscitou verdadeiramente. Ao domingo aplica- se a exclamação do Salmo 118/117: ”Este é o dia que o Senhor fez para nós, exultemos e cantemos de alegria”. Alegria que apoderou-se de Maria Madalena e a outra Maria quando dirigiram-se ao sepulcro, depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia e o encontraram vazio (Mc. 16,2); que os Apóstolos experimentaram , quando foram visitados por Jesus, ao anoitecer do primeiro dia, quando pondo-se no meio deles disse: “A paz esteja convosco” (Jo. 20 19). O domingo, enquanto primeiro dia, o dia da ressurreição de Cristo, é sobretudo uma festa Pascal, é a celebração da nova criação. A alegria com que Deus, no primeiro sábado da humanidade, contempla a criação feita do nada, exprime-se na alegria com que Cristo apareceu aos seus no domingo de Páscoa, trazendo o dom da paz e do Espírito. O domingo assume as dimensões do sábado, acrescido da vida nova, da nova criação que recebemos em Cristo. Só há domingo porque há Páscoa e é nela que se renova o dom da vida nova, memorial da morte e Ressurreição de Jesus. Maria Laura Balbino 4 O CATEDRAL 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais: Homenagem ao jornal Folho do Povo. Guaxupé, junho de 2014 1ª Comunhão: “ Eucaristia, sacramento de amor, prova de amor”. cianomagentaamarelopreto Pentecostes: Festa da Unidade Solenidade do Sagrado Coração de Jesus: “manso e humilde de Coração”. Arraiá da Catedral Guaxupé, junho de 2014 O CATEDRAL Corpus Christi: “ O pão é um só, assim nós, embora muitos, somos um só corpo”. 5 6 Guaxupé, junho de 2014 O CATEDRAL cianomagentaamarelopreto Domingo: dia do Senhor, do Cristão e da Gratidão O domingo é o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia. O terceiro dia após a Paixão, o primeiro dia da semana, quando Jesus Cristo ressurgiu dentre os mortos, é o Domingo! A Ressurreição de Cristo é o acontecimento central da fé e da história, por isso a nossa celebração semanal desse encontro: a missa. Este dia nos faz reviver, toda semana, a mesma experiência dos primeiros discípulos e discípulas: O Senhor está vivo e está entre nós. Neste dia, como aos apóstolos reunidos no cenáculo, ele aparece a nós reunidos em assembleia litúrgica e nos diz: “A paz esteja com vocês” (cf. Lc 24,36; Jo 20,19). Na eucaristia, celebramos a memória daquilo que é a essência do dia do Senhor: a Páscoa! “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, e proclamamos a vossa ressurreição...”, dizemos nós na oração eucarística. Como diz São Jerônimo (+ 419), cheio de entusiasmo: “O domingo é o dia da ressurreição, o dia dos cristãos; é o nosso dia”. O Domingo é o dia do repouso, o dia do descanso é “abençoado” e “santificado” por Deus, ou seja, separado de outros dias para ser, entre todos, o “dia do Senhor”. É um dia para nos ocuparmos das coisas santas e não das profanas. Infelizmente, as mudanças socioeconômicas e culturais, acabaram por modificar o sentido deste repouso, transformando unicamente em dia de lazer, sem qualquer conotação com o sentido original do Domingo. O lazer tem seu sentido positivo, mas não deve ser o único ob- jetivo do descanso dominical. Domingo é o dia do cristão, dia santificado pelo Senhor para fazermos memória dos acontecimentos de Cristo. Dia em que o cristão se volta para Deus e lhe agradece a vida, a saúde, a família, a alegria de viver, e isso, como comunidade! O Domingo é, pois, o dia do louvor ao Senhor, mas também de ação de graças pela vida, de demonstrar que nosso descanso se dá em Deus. Na Carta Apostólica “Mane nobiscum Domine”, o saudoso Santo papa João Paulo II pedia que os cristãos católicos, como fruto do Ano da Eucaristia, fossem estimulados a dar novo valor ao domingo, Dia do Senhor, especialmente à participação na missa dominical (cf. n° 23). A participação na missa dominical alimenta e desenvolve o senso da comunhão eclesial, de pertença e de identificação com a Igreja. É por isso que o povo simples diz: “Domingo sem missa é semana sem graça!”, O Pontífice Santo João Paulo II, a 31 de maio de 1998 publicou a Carta Apostólica “Dies Domini”. Na qual adverte o Servo de Deus: “Ao domingo, portanto, aplica-se, com muito acerto, a exclamação do Salmista: ‘Este é o dia que Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria’” (Sl. 118, 24). Retomemos o pensamento do Santo João Paulo II valorizando o domingo como o dia do senhor, do cristão e da gratidão. Precisamos aprender a agradecer a Deus. Ele tudo nos dá. Este é o dia em que nada pedimos ao Pai, apenas agradecemos pelo que Ele nos deu durante toda a semana. Siomara Maria de Oliveira Ferreira- Pascom Não ir à Missa ao Domingo: pecado grave contra o AMOR!! De acordo com o Catecismo da igreja católica: “No domingo e nos outros dias festivos de preceito, os fiéis têm obrigação de participar da missa. Satisfaz o preceito de participar da missa quem assiste à missa, celebrada segundo o rito católico no próprio dia festivo ou à tarde do dia anterior. A Eucaristia do domingo fundamenta e sanciona toda a prática cristã. É por isso que os fiéis têm obrigação de participar da Eucaristia nos dias de preceito, a não ser por motivos muito sérios (por exemplo, doença, cuidado com bebês) ou se forem dispensados pelo próprio pastor. Aqueles que deliberadamente faltam a esta obrigação cometem um pecado grave.” (CIC 21802181). Precisamos ter sempre em nossos corações que esse pecado, é antes de tudo uma falta de amor contra Deus e contra os nossos irmãos. E as consequências desse pecado são o individualismo, a indiferença, o egoísmo que tanto mal tem feito às nossas comunidades, destruindo famílias e os laços fraternos, fazendo com que tantos irmãos adoeçam no corpo e na alma e acima de tudo ferem profundamente o coração de Deus, que é AMOR por excelência. O nosso amor a Deus é revelado também na maneira como tratamos nossos irmãos. A comunidade não nasce somente da aglomeração de pessoas, mas a celebração acontece quando estamos cheios do desejo de nos encontrarmos com os irmãos e com o próprio Deus. É preciso ainda que as pessoas tenham contato pessoal uns com os outros, se considerem e se tratem uns aos outros como irmãos. A nossa missa dominical deve ser de fato uma verdadeira reunião, onde possamos viver e testemunhar de dentro para fora a alegria, preocupação e interesse uns pelos outros, espontaneidade, fraternidade, família, enfim, o verdadeiro Encontro deve acontecer na santa missa.Sem o encontro não há liturgia, sem o encontro não há Igreja. Nesse sentido, participar da santa missa aos domingos como determina a nossa Igreja é para nós motivo de grande alegria. Cumprir esse mandamento é na verdade um presente para cada cristão que deve ver na celebração da Eucaristia dominical o momento oportuno para vivenciar o AMOR verdadeiro. Gizéli Bento Guaxupé, junho de 2014 7 O CATEDRAL Dízimo dos Dízimos Irmãos e Irmãs dizimistas, nossa comunidade tem muitos motivos para lhes agradecer. Seu gesto de amor e despendimento, vivido através da partilha, nos permite realizar a obra de Deus nas três dimensões propostas na partilha. A dimensão Evangelizadora, a social e a missionária. Graças à sua partilha é que foi possível executar a reforma das estruturas da escadaria da Catedral. Esta obra custou, até agora, aproximadamente R$ 165 mil. Iniciamos agora uma nova fase da reforma, a correção externa das escadarias, orçada em mais R$ 40 mil. Seria impossível para essa comunidade executar essa reforma sem você. Com a manutenção da casa de Deus podemos continuar a evangelizar. Nossa Comunidade fiel ao compromisso de ajudar os nossos irmãos mais necessitados, mesmo passando por essa dispendiosa e necessária reforma, efetuou a entrega do dízimo dos dízimos no dia 06 de junho/2014. A Casa da Criança recebeu uma grande variedade de gêneros alimentícios, produtos de higiene, limpeza e outros acessórios para cuidado da saúde dos assistidos daquela entidade, no valor total de R$ 1.093,03. Somente preocupando com os nossos irmãos é que cumprimos o papel social da partilha. Isso só acontece quando nossa comunidade coloca suas coisas em comum BATIZADOS MÊS DE JUNHO: Jeniffer de Paula Soares Jhulio de Paula Soares Jhonatan de Paula Soares Felipe Gabriel Ferreira Winter Gabriel Lopes Beani Antônio Carlos Ferreira Neto Nicolas da Silva Rafael Alice Mariano Rossetti Alice Beraldo Silva dos Reis Otávio Gabriel Silva Marcos Vinícius Fernandes Silva Isabela Braga Ribeiro Jerônimo Gustavo Souza Silva Isabella Maria Domingos Aniversariantes do mês de junho Muitas alegrias para você que sabe doar-se ajudando sua comunidade. Feliz aniversário! NOME (At 2,42-47), isso é viver os ensinamentos de Jesus Cristo, isso é repartir o pão. Sejamos todos missionários, sejamos exemplos para os irmãos, ensinemos a partilhar, “porque Deus ama quem dá com alegria.” (2Cor 9, 7) e assim cumprimos nossa dimensão evangelizadora. Que Deus permita que nossos dizimistas recebam abundantemente as bênçãos e graças do céu, e que nunca lhes falte o amor. Obrigado! AGENDA DE JULHO: Dia 04 – Primeira sexta-feira do mês – Missa às 6hs e adoração ao Santíssimo o dia todo Dia 14 - Reunião CPP Dias 12 e 13 - Consagração ao dízimo Dia 16 - Aniversário de ordenação Presbiteral de Pe. Weberton Dia 18 - Missa Renovação da Aliança de Amor (Movimento Mãe Rainha) Dia 23 - Aniversário de ordenação e Episcopal de Dom José Geraldo Dia 26 - Preparação de pais e padrinhos para batizados Dia 27 - Batismo na Catedral Dia 29 - Missa em memória D.Inácio CASAMENTOS MÊS JUNHO: Elias Tiago Cândido e Gleice Borges Cândido Paulo Henrique Ferraz Ribeiro e Camila Louise Oliveira Rafael Calicchio Quintella e Maria Eugênia Rabelo Souza Saulo Paulino Abranches e Fernanda Carneiro Adélia Paulina Coelho Nazaré Adolfina Cardoso de Melo Alexandrina Ribeiro Smargiasse Almira Ferreira França Ana Lívia Silva de Castro Ana Lucia Eterna Ana Maria Carolina Felipe Anamaria Guimarães Ângela Maria de Toledo Carvalho Antonio Gomes de Oliveira Antonio Jose Loreno Dias Antonio Olímpio Moreira Sobrinho Anunciata Martins Vigati Aparecida Padilha Furlan Aracy Nicoli Cabral de Magalhaes Gomes Augusta Aparecida da Silva Di Iório Benedito Claudio Stampone Benedito Ribeiro Benedito Santos de Lima Carlos Alberto Pallos Claudio Wagner R. da Silva Clovis Heli Pires Martins Clovis Soeiro Deborah Cristina da Silva Passos Diego Camilo Edina Aparecida Moreira Almeida Edson Francisco Pereira Elen Roberta Bevilacqua Eliana Paula Correa Esmério Celso de Souza Eugelina Carmo Santos Fernando Furlan Junior Floriceia Vilas Boas Silva Francelza Nascimento Figueiredo Francisco Donizete da Cruz Francisco Vitor Pereira Geni Toledo Ferreira Guilherme Ernesto da Silva Guilhermina Rosa de Santana Hilda Maria Vieira Hilda Valente Hilton Rezende Iara Pereira Santos Ivone Consolari Ivone Marques da Costa Jair de Souza Queiroz Joana Henrique de Paula Joao Bento de Arruda NOME Joao Carlos Florentino Joao Denizetti da Silva Jose Carlos Silva Jose de Paula Stempnieswki Jose Onofre de Souza Jose Ronaldo da Costa Karina de Souza Silva Oliveira Levi Baltazar Valderramos Lilian de Cassia Bender Grillo Manoelina Calado Abrão Marcio Augusto Nogueira Maria Alice Palos de Gouvêa Maria Angela Saher de Castro Ribeiro Maria Aparecida da Costa Guisso Maria Aparecida Mendes Maria Batista Ximenes do Prado Maria Cecilia Pereira Vasconcellos Maria das Graças Almeida Maria das Graças Hautz Rosa Maria de Lourdes Faustina Fernandes Maria do Carmo Mazeto da Silva Maria do Carmo Sá Maria Helena Leite Maria Luiza Pinto Marilene Araújo Goulart Cerchiaro Marilia da Silva Marlene Camilo Simone Marta das Graças Salgado Marta Maria dos Santos Silva Matheus Junior Pereira Nair Smargiassi da Silva Nazareth Cristina Moura Máximo Nege Zaiat Filho Nilva Maria Rezende Silva Nilza Lucia Angelino Goncalves Paulo Renato Bonelli Regina Aparecida Cruvinel Monteiro Renata Magalhaes Elias Roberto da Silva Castro Sandra Mendes da Silva Saulo Luiz Rocha Sirlene Alves Ribeiro Terezinha de Jesus Sales Gomes Valter do Carmo Amaral Vicente Ribeiro Wemerson Lucas E Marines Wilson Olívio Palos MISSAS JULHO 2014 02/07 - Missa Comunidade Máquina 03/07 - Missa Comunidade Tulha 04/07 - Missa Primeira sexta-feira (6hs) 07/07 - Missa Cemitério 7hs 10/07 - Missa Condomínio Alto da Colina -Vera 11/07 - Missa Setores - 18-19-20- Aparecida 13/07 - Missa Fazenda São Luiz Gonzaga - Marília 16/07 - Missa Setores - 24-25-26-27-28 (Vera - Simone - Sirlene ) 17/07 - Missa Comunidade São Joaquim 18/07 - Missa Setores 16-17 (Jd.Planalto) - Ivonete e Diva 23/07 - Missa Setores - 21-22-23 - Silvanda – Luzia 24/07- Missa Comunidade Serra Nova 8 O CATEDRAL Guaxupé, junho de 2014 cianomagentaamarelopreto 1º Mandamento da Igreja: “Participar da missa inteira aos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho” Uma coisa que muitos católicos não sabem e por isso não cumprem é que existem os “Cinco Mandamentos da Igreja”, além dos Dez Mandamentos conhecidos. É preciso entender que mandamento é algo obrigatório para todos os católicos, diferente de recomendações, conselhos, entre outros. Deste modo, a Igreja estabeleceu cinco obrigações que todo católico tem de cumprir, conforme ensina o Catecismo da Igreja Católica (CIC). O Catecismo continua ensinando que participar da Santa Missa no domingo é observar “a prescrição moral naturalmente inscrita no coração do homem de prestar um culto exterior, visível, público e regular a Deus”. Diz ainda que “a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja” (CIC 2176). Além disso, existe uma obrigação, para o próprio bem do fiel, na partici- pação dominical, que só pode ser isentado por motivos realmente sérios. Na sua forma atual, os cinco mandamentos da igreja foram promulgados em 2005 pelo Papa Bento XVI, quando suprimiu o termo “dízimos” do quinto mandamento. O primeiro mandamento nos diz o seguinte: “Os cristãos santificam o domingo e outras festas de preceito participando da Eucaristia do Senhor e abstendo-se também daquelas atividades que impedem de prestar culto a Deus e perturbam a alegria própria do dia do Senhor ou o necessário descanso da mente e do corpo. São permitidas as atividades ligadas a necessidades familiares ou a serviços de grande utilidade social, desde que não criem hábitos prejudiciais à santificação do domingo, à vida de família e à saúde”. (Itens 289 e 453) Dias santos de guarda: Santa Maria, Mãe de Deus - 1 de janeiro, Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade, Imaculada Conceição de Maria - 8 de dezembro, e Natal - 25 de dezembro. Por fim, oportuna é a exortação do Santo Papa São João Paulo II no final da Dies domini, convocando os filhos de Deus para que “ao encontrarem a Igreja que cada domingo celebra alegremente o mistério donde lhe vem toda a sua vida, possam encontrar o próprio Cristo ressuscitado.” E chama a todos para que, “renovando-se constantemente no memorial semanal da Páscoa, tornem-se anunciadores cada vez mais credíveis do Evangelho que salva e construtores ativos da civilização do amor.”. Marcelo Pedroza Testemunho: A importância da missa aos Domingos para a família Comecei a vir à missa aos domingos ainda criança, com minha mãe e meus irmãos. Minha mãe é uma mulher de muita fé, não tem nenhum estudo, mas é de uma sabedoria muito grande. Ensinou-nos a rezar e a nos comportar na igreja, bem quietos e prestar muita atenção. O tempo passou e eu continuei vindo à igreja para participar da missa todos os domingos, e somente depois descobri que a missa não se assiste e sim, participa. Depois de casada, participamos da missa dominical para agradecer a Deus e renovar as forças para iniciarmos uma nova semana. O tempo foi passando e eu sempre firme na igreja, participando aos domingos. Mesmo grávida, estive sempre presente todos os domingos nas celebrações. Minhas duas filhas desde pequenas sempre me acompanhavam até terem idade para servir à comunidade. Começaram como coroinhas. Para a graça de Deus, nós tivemos o convite para participar do E.C.C., e através deste encontro, meu esposo também começou a participar das celebrações. Hoje ele diz: “Aprendi muito sobre a palavra de Deus, porque quando a gente sai da missa, a nossa mente está mais clara”. Agora, nós todos participamos juntos da missa aos domingos, sabemos da importância de Cristo na nossa família e com isso nossa família sentiu o chamado, e cada um se engajou em uma pastoral, todos a serviço de Cristo! Assis e Maria José Alencar “Conectada ao seu Coração” www.catedraldeguaxupe.com.br/radio