CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ ACTA N.º 026/2005 REUNIÃO ORDINÁRIA DE 22-12-2005 “Nos termos do art.º 91.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com nova redacção que lhe foi dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, as actas são publicitadas na integra, mediante edital afixado durante 5 dos 10 dias subsequentes à sua aprovação, tendo em vista garantir a publicidade necessária à eficácia externa das decisões”. CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 LOCAL - Sala das Sessões dos Paços do Município --------------------------------DATA – 22-12-2005 --------------------------------------------------------------A reunião iniciou-se com a presença de: ----------------------------------------PRESIDENTE - António Baptista Duarte Silva VICE-PRESIDENTE - António Paulo Martins Pereira Coelho VEREADORES - Victor Manuel Sarmento Cruz - José António da Paz Cardoso Ferreira - Lídio Manuel Coelho de Neto Lopes - Maria Teresa de Figueiredo Viana Machado - Aida Lurdes Bicho Lopes Cardoso - José Elísio Ferreira de Oliveira - António Joaquim Ribeiro da Silva Tavares ABERTURA reunião, DA REUNIÃO sendo a – Dez mesma horas e vinte secretariada e cinco minutos, deu-se início à pelo Director do Departamento Administrativo, Financeiro e de Recursos Humanos, Víctor Manuel Tavares da Silva Pereira, coadjuvado pela Chefe de Secção Maria Margarida Madeira Valério de Mesquita. ----------------------------------------------------------------------ACTA DA REUNIÃO ANTERIOR – Aprovar a acta da reunião ordinária do dia 12 de Dezembro de 2005, que havia sido previamente distribuída. ----------------------O Vereador Victor Sarmento reconheceu que não deve ter sido tarefa fácil para quem a redigiu, porque é uma acta longa, embora com algumas ajudas através de certos documentos que foram fornecidos. Julga que, de uma forma muito completa, transcreve o que foi dito na última reunião. Referiu que há algumas questões de português que julga que poderão ser analisadas à posteriori, sem qualquer problema. ----------------------------------------------------------------------Deliberação aprovada por unanimidade. ------------------------------------------O Presidente deu início à reunião com o período de antes da ordem do dia, em cumprimento do artº 86º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro. -------------------------------------------------PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA Intervenção dos Membros do Executivo Intervenção do Presidente 1 – INCLUSÃO DE PONTO NA RESPECTIVA AGENDA DE TRABALHOS O Presidente propôs que fosse incluído, por aditamento, na agenda de trabalhos desta reunião, para ser analisado e votado na altura própria, os seguintes 1 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 assuntos: ----------------------------------------------------------------------- Voto de Pesar pelo falecimento do Engº Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho; - Proposta de delimitação da área critica de recuperação e reconversão urbanística em Maiorca – Direito de preferência. -------------------------------A Câmara, estando ausente o Vereador José Elísio, tomou conhecimento e, procedendo à votação, deliberou, por unanimidade, aprovar a admissão do referido ponto. -------------------------------------------------------------------------2 – VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO ENGº MANUEL ALFREDO AGUIAR DE CARVALHO - EXTRA-AGENDA O Presidente apresentou a proposta, que subscreveu, para efeitos de aprovação, cujo teor se transcreve: -------------------------------------------------------“O Engº Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho nasceu na Guarda, em 1942, tendo falecido, no passado dia 6 de Dezembro, vítima de doença, com 63 anos de idade. Engenheiro Químico, quadro da Celbi desde 1970, o Engº Aguiar de Carvalho foi Autarca, Membro da Assembleia Municipal, Vereador e, depois, Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz durante 15 anos. Foi o Presidente da Junta Autónoma do Porto da Figueira da Foz, entre 1978 e 1981. -----------------------Assumiu, sempre, com dedicação e empenho as suas funções, o que lhe proporcionou merecer o respeito da comunidade Figueirense. ----------------------------------Participou em inúmeras associações, como o Rotary Clube da Figueira da Foz, a Associação Naval 1º de Maio e o Círculo de Gastronomia e Cultura da Figueira da Foz, integrando os respectivos Órgãos Sociais. Foi Administrador da Engran, da CP e recentemente da REFER. ----------------------------------------------------Pelo trabalho que desenvolveu e por ter marcado uma época, formulo o meu Voto de Pesar, pelo falecimento do Engº Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho, tendo determinado a observação de um dia de Luto Municipal. --------------------------Que o Voto da Câmara seja enviado à Família”. ----------------------------------O Vice-Presidente propôs, ainda, que se fizesse um minuto de silêncio, com o qual o Presidente concordou. ---------------------------------------------------A Câmara, votação, encontrando-se deliberou, por ausente o unanimidade, Vereador exarar José em Elísio, acta um após Voto de proceder Pesar à pelo falecimento do Engº Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho e que o mesmo seja enviado à Família. ---------------------------------------------------------------------3 - ALTERAÇÃO DO CALENDÁRIO DAS REUNIÕES ORDINÁRIAS REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO DE 2006 2 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 O Presidente propôs que a próxima reunião ordinária da Câmara Municipal, do dia 02 de Janeiro de 2006 (segunda-feira), se realize no dia 03 (terça-feira), do mesmo mês, às 15,00 horas, alterando-se, assim, o calendário previamente fixado. A Câmara, estando ausente o Vereador José Elísio, tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta do Presidente, devendo procederse à publicação do respectivo Edital, nos termos da Lei. -----------------------Deliberação aprovada em minuta. ------------------------------------------------Intervenção do Vereador Victor Sarmento 4 - CUMPRIMENTOS O Vereador Victor Sarmento, desejou, em primeiro lugar um bom dia a todos e disse que gostava de cumprimentar, especialmente os Vereadores, os profissionais da Câmara Municipal e os Srs. Jornalistas. -------------------------------------A Câmara, estando ausente Vereador José Elísio, tomou conhecimento. ------------5 – BOMBEIROS MUNICIPAIS DA FIGUEIRA DA FOZ O Vereador Victor Sarmento considerando que querem levantar alguns pontos no período antes da ordem do dia, começou por lamentar o terem que voltar a trazer uma questão que consideram muito importante, mesmo prioritária, que tem a ver com os Bombeiros Municipais da Figueira da Foz. Lamentam ter que o fazer, porque na última reunião dedicaram todo o período de antes da ordem do dia a este tema, pela importância que lhe davam. Infelizmente, não o poderão fazer hoje, porque também têm outros assuntos a tratar mas, obviamente que continuam muito preocupados com o problema que afecta os Bombeiros Municipais da Figueira da Foz. Sem querer estar a repetir-se, em relação aquilo que foi declarado na última reunião e posteriormente à Comunicação Social, referiu que os Bombeiros Municipais da Figueira da Foz são uma corporação que tem dignificado a Figueira da Foz, tem contribuído, sobre maneira, para preservar a segurança dos figueirenses, quer em termos pessoais, quer dos seus bens, e tem desenvolvido todas as suas funções com elevada competência, grande dedicação e profissionalismo, com uma prontidão a todos os títulos inquestionável e que tem sido reconhecido, não só pelas suas estruturas representativas mas, também, pelas Instituições Autárquicas e pelas Instituições da Sociedade Civil. A Câmara Municipal quando é aliciada ou mobilizada para entrar num processo de melhoria dos recursos humanos existentes, de aumento do seu corpo de efectivos, de melhoria da sua capacidade de resposta, com novos meios técnicos que permitam uma maior diversidade, prontidão e capacidade de resposta, não só em termos 3 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 quantitativos, como também qualitativos, diversificando as suas áreas de intervenção, quando isto é decidido por esta mesma Autarquia, praticamente pelas mesmas pessoas ou quase as mesmas pessoas presentes há alguns meses atrás, não conseguem e continuam a não conseguir entender, ou, não aceitam as justificações que lhes foram dadas, na última reunião, de que, razões financeiras, puramente orçamentais, possam estar na origem de uma alteração, de uma decisão, tomada há dois meses atrás e que ia, a seu ver e dos seus colegas, num sentido correcto de aumentar o número de efectivos do Corpo Profissional de Bombeiros para trinta e nove no próximo ano. Explicou que na prática seriam trinta e cinco, porque quatro, poderão eventualmente passar à reforma e não entendem, e já o tinham manifestado na reunião anterior, como é que são invocadas razões financeiras, porque os montantes em causa, no ver deles, seriam baixos e, portanto, uma política com incidência social, considerando a segurança como prioritária, como acredita que todos consideram. E o cidadão comum considera a segurança como uma área prioritária das suas vidas. Portanto, a vertente da segurança, é extremamente importante, e o Corpo Profissional de Bombeiros presta serviço numa das áreas que tem a ver com a segurança dos figueirenses, dos seus bens, e têm desenvolvido esta função com elevados níveis de profissionalismo, prontidão, dedicação e empenho e com bons resultados. Portanto, nada os pode levar a decidir minimizar ou desvalorizar o papel desta corporação de profissionais. E se tinham algumas dúvidas na última reunião, em relação aos montantes eventualmente em causa, de alteração orçamental para preservar a contratação dos vinte formandos, porque foram as razões que lhes apontaram, neste momento é-lhes perfeitamente claro de que não podem ser razões financeiras, a causa de uma decisão que vai encurtar, no futuro, os recursos humanos dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz. Louvou, que já tenha havido da parte do Executivo um recuo, uma compreensão, de que os Bombeiros Municipais não deviam encerrar entre as 20h e as 08 da manhã, como era pretensão no inicio. Louvou, que da parte do Executivo tenha havido a compreensão de que dos vinte, pelo menos poderiam ser contratados 10 elementos. Registaram, mas continuam a pensar, e depois de terem reuniões com a Associação Nacional de Bombeiros e com os representantes dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz, mais firmemente estão convictos de que, são absolutamente necessários os vinte actuais formandos, futuros Bombeiros municipais, futuros profissionais, para um capaz desempenho das suas missões no próximo ano de 2006 e vindouros. Porque a 4 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Figueira da Foz tem mais de sessenta mil habitantes, tem condições naturais, demográficas e qualificada do de habitação corpo de que justificam bombeiros. A uma intervenção Figueira da Foz, diversificada, com estes níveis demográficos, justifica ter pelo menos 60 Bombeiros Profissionais, embora o quadro estabeleça até a possibilidade de existirem setenta e cinco. A Figueira da Foz justifica ter bombeiros profissionais capacitados a intervirem nas florestas, em incêndios em habitações, em desencarceramentos de automóveis, em acidentes rodoviários e aquáticos. Lembrou que a Figueira da Foz tem mar, rio e lagoas. Lembrou que este Corpo de Bombeiros, no passado, não só tem actuado no nosso Concelho como inclusivamente em Concelhos limítrofes. Portanto, a sua prontidão e o seu desempenho, têm sido louvados também por corporações de outros Concelhos. Assim, a seu ver, há que alterar a decisão que pretendem tomar de só contratar dez dos vinte formandos, pelas razões já aludidas e porque consideram, de uma forma muito frontal que, ou houve desconhecimento, ou houve hipocrisia. Quando há duas semanas atrás nesta mesma sala, lhes foi dito que eram no essencial razões orçamentais, financeiras como principal argumento para essa decisão e não compreenderam, porque das reuniões que tiveram, tanto com a Associação Nacional, como com os representantes locais, chegaram à conclusão de que, mesmo no caso de passarem no curso os vinte actuais formandos, eles só terão que assumir um compromisso com a Câmara Municipal em termos financeiros a partir de Novembro de 2006. No orçamento de 2006 só poderão entrar em consideração as despesas dos dois últimos meses do ano e estão a falar, de bombeiros que têm vencimentos que não chegam aos 400,00 € mensais. Portanto, estão a falar prioridade, não de montantes se compadece irrisórios com e a segurança, se reduções e preocupações considerada financeiras uma desta índole. Os figueirenses certamente não aceitam que, por meia dúzia de euros, se venha a comprometer no futuro o bem estar em termos de segurança. Estes futuros bombeiros municipais são essenciais para cumprirem as funções e as missões que tem de desenvolver nos anos vindouros. O Corpo de Bombeiros com a contratação, a partir de Novembro, destes vinte futuros profissionais vai passar a ser constituído por trinta e cinco profissionais, grupo ainda pequeno, mas que se considera adequado para assegurar as missões que lhe serão confiadas. Poderão, com este número, assegurar quatro turnos de seis horas, com uma equipa de sete elementos, mais um telefonista, num total de trinta e dois elementos, mais três elementos da chefia. Realçar o facto de, na conversa que tiveram com os 5 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 representantes dificuldades dos bombeiros financeiras do de que também Município, e eles, de tendo uma consciência forma altruísta, das se disponibilizam a continuarem a colaboração graciosamente com a corporação, até que ela tenha uma estabilidade adequada. Esta situação verifica-se com os quatro elementos que vão, ou poderão passar à reforma muito brevemente. Isto também deve a todos sensibilizar para a dedicação e o sentido de responsabilidade destes homens, porque também eles consideram que o número ideal seria até superior aos trinta e cinco, como inclusivamente alguns de entre os presentes, no passado ainda recente, e até transcrevendo notícias dos jornais, o referiram, nomeadamente, o Vereador Lídio Lopes. Portanto, não compreendem como é que nessa altura, a dois meses de distância, era até vital existirem os trinta e nove elementos no próximo ano e com a perspectiva desse número, inclusivamente vir a ser alargado no futuro, e, agora, se pensa que, por razões financeiras, que não veêm, possa vir a ser só de vinte cinco, considerando os quinze existentes e retirando os quatro que vão para a reforma, mais os dez já aceites pelo executivo no final da reunião passada, ou pelo menos quase aceites. ------------Apelou para que reconsiderem e haja abertura para a contratação, a partir de Novembro, dos elementos que saírem aprovados do curso, porque eles fazem falta à Figueira da Foz, para assegurar com níveis aceitáveis o bem-estar dos figueirenses. Reafirmou que estarão disponíveis para votar qualquer alteração orçamental, que não será significativa, relativa à contratação dos futuros bombeiros. ---------------------------------------------------------------------O Presidente interveio dizendo que, o que cabe como referiu, ainda há pouco numa reunião com os representantes da Associação dos Bombeiros Profissionais e do Corpo Municipal de Bombeiros da Figueira da Foz, e que não quer estar a repetir, todo processo se iniciou em 2002 e que só muito recentemente se pôde concretizar. Ao elaborarem o orçamento, perante a conjuntura geral do País, das Autarquias e da Autarquia da Figueira da Foz, sentiram a necessidade de diminuir algumas das despesas correntes. Sendo que, o peso principal dessas despesas são as com o pessoal e que na Câmara, ao contrário do que pode constar-se, não foi aumentado no mandato passado, mas sendo da mesma ordem de grandeza, menos doze pessoas no total, entre o quadro permanente, avençados e contratos de termo. Portanto, não houve um aumento, antes pelo contrário houve uma ligeira diminuição. No entanto, as despesas com pessoal têm um peso significativo, são mais de setecentas pessoas para a Autarquia. Quando começaram a elaborar o 6 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 orçamento entenderam que, enquanto não fosse feita uma reestruturação do funcionamento dos serviços da Câmara, tinham de tomar algumas atitudes, de certo modo drásticas, em termos do pessoal. E obviamente, também olharam para o que se estava a passar com o Corpo de Bombeiros. Sempre o disseram e mantêm que, por um lado, não têm intenção, nem nunca tiveram, antes pelo contrário, de acabar com o Corpo Municipal de Bombeiros; por outro lado, também referiram e têm projectos e provas disso, que iriam procurar no futuro, ter uma melhor gestão, racionalizando melhor os meios em presença e procurar ser mais eficazes na sua utilização. Daí, terem projectado e apresentado uma candidatura para um quartel, num local único, não um quartel único, para poder haver articulação mais eficaz entre os diversos pontos. Isso foi feito, apresentado e ainda não seguiu por razões alheias à sua responsabilidade, mas que tem a ver, também, com a conjuntura geral e com a política orçamental do País. Procuraram, responder às observações apresentadas na altura, uma solução de compromisso, pois isso dava a garantia que não estavam a ir numa linha de acabar com o que quer que seja, mas ao mesmo tempo também faziam alguma contenção, e tudo em diálogo com os representantes sindicais. Procuraram, igualmente, uma solução que não deixasse “pendurados” os eventuais dez que não entrariam para a corporação da Figueira da Foz, e conseguiram um acordo de princípio, que lhes parecia ir ao encontro das preocupações manifestadas na altura. -------------------------------------------Continuou, dizendo que a Câmara da Figueira da Foz não tem só como funcionários os elementos do Corpo de Bombeiros; existem também outras decisões que tiveram e têm de tomar e que, com certeza, vão colidir com alguns funcionários. Como tal, há que avaliar a situação no global. Portanto, continuam a achar, embora tenha dito aos representantes que vão fazer as contas todas, para que não haja dúvidas e para que sustentáveis. pessoas No não digam entanto, que entendem estão que a a procurar argumentos que não são solução apresentada é francamente razoável. É evidente que nunca serão suficientes, é certo, contudo, explicou que foram admitidos, no mandato de 1998 a 2001, nove bombeiros para o Corpo de Bombeiros Municipais. Enfim, pensaram ir um pouco mais longe na altura, mas houve um arrastamento da situação e agora, ao reverem a forma de gestão da Câmara Municipal no próximo ano, com reflexos nos seguintes, acharam, de uma forma cautelar, tomar tal decisão. Afirmou que a segurança está garantida e que existem opiniões diferentes, mas também, se houver grandes sinistros não chegam vinte, nem trinta, nem mesmo cinquenta. O Corpo de Bombeiros Municipais é um dos 7 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 mais prestigiados, admitiram gente à relativamente pouco tempo, compraram equipamento novo, especializaram-se nalgumas áreas, nomeadamente, de mergulho, como tal, existe uma preocupação muito forte nesta matéria. Julga que se deve olhar no conjunto e que não está em causa defender estes ou aqueles, mas, o que importa, é tal como acontece noutros municípios do país onde ainda há Corpos de Bombeiros Municipais, cerca de 10%, ver esta situação como um todo. ------------Concordou com tudo o que o Vereador disse sobre o Corpo de Bombeiros, em termos de consideração, boa prestação do serviço, ajuda que tem prestado aos concelhos vizinhos. E portanto, tudo isso não está em causa, está perfeitamente dentro daquilo que é o seu entendimento. Relativamente ao número de bombeiros, têm uma opinião e com certeza que a justificarão perfeitamente. ------------------------O Vereador Victor Sarmento referiu que as contas já deviam estar feitas há muito tempo, porque estão a falar de áreas prioritárias, nomeadamente, de um Corpo de Bombeiros altamente profissionalizado e com bom desempenho. Estão a falar de uma decisão tomada há meia dúzia de meses, quando esta situação financeira já era do conhecimento deles, com muito mais propriedade deveria ser do conhecimento do Presidente.Pediu desculpa por lhe dizer, mas é perfeitamente inadmissível que as contas não tivessem sido feitas há três meses atrás. E mais, se elas agora forem bem feitas, espera que cheguem à conclusão de que as contas devem dar para suprir a contratação dos dez bombeiros que faltam. Relativamente, à composição do piquete é uma questão técnica. Quando os representantes da Associação Nacional de Bombeiros e do Corpo Profissional de Bombeiros da Figueira da Foz dizem que o piquete deve ter seis e sete elementos respectivamente para que o socorro seja devidamente prestado, nomeadamente, com uma viatura de primeira intervenção em acidentes rodoviários, bem como, em incêndios urbanos, tem de ser criadas as condições para que esse piquete seja formado nas 24 horas do dia. Mas, um piquete com seis ou sete pessoas, feitas as contas, pareceria que vinte e oito elementos chegariam, mas há que lembrar, de que os bombeiros também são seres humanos que também precisam de ter férias. Como tal, as contas têm de ser feitas por quem gere os recursos humanos, a pensar na possibilidade das ausências, quer para férias, quer ordinárias, quer extraordinárias por doença que, tanto quanto sabem são diminutas. Portanto, quando são os próprios técnicos, os próprios responsáveis pelo comando das operações que dizem ser necessários sete elementos, devem ser criadas condições para que eles tenham sempre esse número mais um telefonista, o que totaliza os oito. ----------------8 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Expôs que, também para o cidadão comum conta, obviamente, o problema humano das expectativas criadas e não satisfeitas. Foram criadas expectativas para vinte formandos de que seriam bombeiros profissionais na Figueira da Foz. Alguns deles, conforme já foi referido em reunião anterior, prescindiram de carreiras profissionais Municipais, noutros uma locais. redução Foi igualmente substancial dos gastos negociado com com horas os Bombeiros extraordinárias, portanto, em concertação com os responsáveis da Corporação de Bombeiros já foram dados alguns passos, no sentido da contenção de custos. Agora, eles chegaram a um ponto em que estão no limite de, poderem ou não, satisfazerem com eficácia, as missões que lhes são confiadas. E quando eles apontam que devem ser trinta e cinco, depois de negociarem todas essas reduções de despesas com a corporação, julga que é dever da Câmara, enquanto responsáveis políticos, dar-lhes os meios necessários para responderem com eficácia, nas missões que lhes forem confiadas. O Presidente disse ter todo o respeito pelos técnicos, ele próprio tem formação técnica e sempre trabalhou em áreas técnicas. Mas, e concordando com o Vereador, têm de tomar decisões políticas. Não pondo em causa, nem entrando numa discussão técnica, porque não é esta a sede própria para o fazer, têm também obrigação de ver onde é que podem melhorar a gestão operacional dos meios técnicos. Não basta dizer que são precisos oito elementos, para cobrir as férias e as doenças, têm de ver é se, de facto, não há outras formas, caso contrário, nunca conseguem ser mais eficazes e mais competitivos. Portanto, têm que ver com os técnicos se há alternativas que continuem a assegurar o objectivo principal que é a segurança. O Vereador Victor Sarmento solicitou ao Presidente que continuasse o processo de negociação com os representantes dos Bombeiros da Figueira da Foz, com a Associação Nacional de Bombeiros e que se encontre uma melhor solução. Julga que, com bom senso e com as contas mais bem feitas talvez seja possível, encontrar a solução que a todos convém, que a todos beneficia e que vai deixar os figueirenses em segurança. Acrescentou ainda que a formação até Novembro é praticamente a custo zero. -----------------------------------------------------O Presidente referiu que essa informação não é verdadeira, tendo o Vereador Victor Sarmento contraposto dizendo que a indicação que tem dos representantes dos bombeiros é que os formandos recebem o subsídio de alimentação e pouco mais. O Presidente interveio, dizendo que essa informação não era exacta e, por outro lado, trata-se de um encargo actual com implicações para o futuro. Há que também ter em presença: em primeiro lugar, a segurança como uma prioridade; em segundo 9 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 lugar, que encontraram o apoio de pessoas ligadas aos bombeiros, não deixando à partida ninguém “pendurado”, pelo menos por agora. Não sabe se depois haverá arrastamento e deixam de ter o apoio e o acordo de outro Município que está interessado em ajudar. Portanto, parece-lhe uma solução de bom senso e muito razoável mas, continuarão a analisar para que não haja qualquer dúvida. --------O Vereador Victor Sarmento disse que o Presidente estará a referir-se à Corporação de Bombeiros de Leiria, a qual tem cinquenta elementos profissionais tanto quanto sabe, existindo mais corporações de bombeiros no Concelho. Falou no apoio de outro concelho para resolver o problema, mas aos figueirenses não interessa ter os bombeiros noutro concelho, interessa tê-los cá. ---------------O Presidente segurança referiu necessária. que os Depois, figueirenses a devem responsabilidade preocupar-se de dotar é que esses haja meios a da segurança é com a Câmara, ouvindo todas as pessoas, que é o que se tem feito. Garantir a segurança mas não numa perspectiva afunilada. Com certeza que há interesses humanos, sindicais e corporativos envolvidos, mas há que ter o distanciamento suficiente para encontrar a solução, que seja a mais eficaz e a mais competitiva, também ao nível de todo o Concelho e é isso que estão a procurar fazer. ----------------------------------------------------------------O Vereador Paz Cardoso interveio dizendo que, como disse na reunião anterior, estas são decisões que têm de ser muito bem ponderadas e muito bem discutidas com todas as pessoas envolvidas. Contudo o “timming” em que está a ser feito, não dá descanso de que as coisas foram feitas com ponderação e com discussão com todas as entidades envolvidas. Depois de muito tempo a discutir a questão dos bombeiros, foi dito por quem estudou, que os vinte novos recrutas não eram os suficientes para colmatar as carências de segurança na Figueira da Foz. Hoje, estão a dizer precisamente o contrário, de uma forma pouco ponderada e pouco coerente. Têm o privilégio de ter na Figueira da Foz um grupo de pessoas que zela pela segurança e que se disponibilizou para prescindir de alguns direitos, de alguns dos seus vencimentos, para poder garantir e manter essa segurança. A Associação Nacional de Bombeiros está disponível para pagar os vencimentos dos formandos até Novembro. Portanto, há um conjunto de circunstâncias que devem ponderar e que eventualmente pode levar a alterar a decisão. -------------------Prosseguiu a sua intervenção, referindo que na última reunião de Câmara, o Vereador Lídio Lopes informou que tinha suspendido a sua função de Presidente dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz e isso foi verdade; esqueceu-se ou 10 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 omitiu, e pensa que propositadamente, porque não gostou, pois entende que devem ter um relacionamento ético uns com os outros de uma forma frontal e muito séria, que sabia no dia, em que disse que tinha apresentado a demissão de Presidente dos Bombeiros, que era candidato ao novo mandato. Na altura acreditaram, no que tinha dito, de boa fé. É uma atitude que regista como incorrecta, inaceitável e que nunca esperou que o Vereador Lídio Lopes tomasse, porque acreditou na sua boa fé quando disse que tinha apresentado a demissão de Presidente dos Bombeiros. Espera que situações como esta não voltem a acontecer, porque retiram a credibilidade a quem as toma. ---------------------------------O Vereador Lídio Lopes referiu que deve ter havido algum equívoco na informação, porque o que disse foi que se tinha demitido de Presidente dos Bombeiros Voluntários para poder discutir os dois protocolos que estavam em cima da mesa. E nos jornais dessa semana e anteriores à reunião de Câmara, já se sabia que era candidato a Presidente dos Bombeiros Voluntários. A lista tinha de ser apresentada na sexta-feira, na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de acordo com os respectivos estatutos, estava afixada, era público e várias pessoas do Partido Socialista que integram a lista sabiam que era candidato. A única coisa que referiu e, na altura, até falou com o Presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, foi que se tinha demitido da Associação, na sexta-feira, para que pudesse discutir os dois protocolos relativos aos Bombeiros Voluntários na segunda ou terça-feira, na reunião de Câmara, porque sabia de algumas situações que tinham a ver com os protocolos que importava acautelar. Relativamente à eleição na quinta-feira seguinte, ela era pública desde sexta-feira, porque, no dia em que se demitiu, foi obrigado a apresentar as listas que estavam afixadas nos locais estatutariamente obrigatórios. Portanto, para haver capacidade de intervenção demitiu-se de uma função para a qual, apresentou candidatura para dias depois, porque havia eleições. Agora, se o Vereador quiser fazer a leitura que isso não é ético, não é correcto. Já viu muita gente fazer o mesmo, até Presidentes de Câmara suspenderam as suas funções para poder ir ao Parlamento, enquanto deputados, votar determinado tipo de situação. ----------------------------------------------------------------------O Vereador Victor Sarmento leu as declarações da última reunião de Câmara, do Vereador Lídio Lopes e passou a citar: “a primeira porque tem o maior respeito pela pessoa do Presidente da Câmara, que tudo faz condicionado a essa posição, a segunda é de que, apresentou a sua demissão, de Presidente do Conselho dos 11 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Bombeiros Voluntários para que hoje, com tranquilidade e à vontade poder falar de Bombeiros Municipais e de segurança”. Portanto, não foi para votar os protocolos como agora disse. ---------------------------------------------------O Vereador Lídio Lopes referiu não acrescentar nada em relação ao que disse anteriormente. -----------------------------------------------------------------O Vice-Presidente Pereira Coelho tomou a palavra, começando por referir que intervém de acordo com o que manda a sua consciência dizer. Julga que não é sequer o momento, nem é o ambiente para poderem discutir uma questão tão séria quanto é a Protecção Civil. Trata-se de uma matéria que não deve ser discutida de uma forma pública, sobre pressão dos acontecimentos e sobre questões subjacentes que naturalmente depois levam todos a não pensar o problema com a seriedade, com a idoneidade e o conhecimento que é necessário. Daí que tenha assistido a toda esta situação com alguma perplexidade, porque, ouve dizer a muita gente que têm todos o maior respeito sobre o que é ou não é a Protecção Civil, sobre essa superior missão que tem que estar garantida aos figueirenses, mas depois, ou porque um faz pressão de um lado, ou porque outro faz pressão de outro lado, ou porque o fulano disse assim ou fulano disse “assado”, já mudamos de opinião sobre aquilo que antes era uma certeza. Frisou que em Protecção Civil tem que haver certezas, não há lugar ao aleatório, é um assunto demasiado sério para ser discutido com ligeireza. ----------------------------------------------Continuou dizendo que, como todos sabem, não se vive num País ideal, mas naquele que se têm e, por isso, é que se deve sempre partir das soluções ideais, mas depois temperá-las com a situação que se atravessa, quer no País, quer na própria Câmara e, naturalmente, tentar que as soluções que depois vêm a público sejam aquelas que resultam do máximo denominador comum, que se perceba que, por um lado, se tentou com seriedade ter um edifício construído dos alicerces para cima, de acordo também com as possibilidades que o momento lhes dá, e não perante situações adversas e contrárias. De repente, aquilo que era uma verdade adquirida deixou de o ser, para passar a ser outra. E, dirigindo-se ao Presidente da Câmara, disse-lhe que como até hoje não foi consultado em nada do que diz respeito a esta movimentação de propostas/contrapropostas, vem também com a lealdade, como é do seu timbre, dizer alto e bom som que lhe parece que não está suficientemente estudada a Protecção Civil neste Concelho, de modo a que todos percebam quem faz o quê, utiliza o quê e para quê. A Protecção Civil deve responder a ameaças. Essas ameaças devem estar identificadas. Os meios para 12 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 proporcionar que sejam delimitados os problemas que essas ameaças podem determinar, têm que estar devidamente quantificados e tem que se saber qual é a cadeia de comando e, tanto quanto possível, devem estar com gente profissional, capaz e formada, especificamente para fazer o que tem para fazer. Enquanto isto não for discutido partidária, mas por que todos, vai para muito perceberem, além de qualquer e porque não ideologia, é uma questão qualquer posição político-partidária. Estão a falar de coisas seríssimas e naturalmente não se compadecem com medidas avulsas, ou ao sabor da ocorrência, e do querer, deste ou daquele responsável. Estas políticas têm que ir para além dos ciclos eleitorais, dos responsáveis que estão ou deixam de estar à frente da Câmara, num dado momento. Daí, que o que diz e repete para todos, quer seja muito popular ou pouco popular, é que a questão da entrada dos 20 bombeiros tem que ser posta nos seguintes termos: ou o sistema de Protecção Civil deste Concelho está devidamente estudado em articulação com as outras forças de segurança, que fazem parte desse serviço e que não sabe se foi, para calcular aquilo que se deve fazer, ou não deve, quer em termos de homens, quer em termos de equipamento, para assegurar uma boa Protecção Civil neste Concelho. Reforçou, que quando isto tiver sido discutido entre eles, então estarão de facto em condições de dizer se os 20 bombeiros são absolutamente necessários, se ao contrário, são precisos 30, ou 40, ou se por hipótese não é preciso nenhum. O que se recusa é a decidir na base da pressão e dizer: antes, 20 eram absolutamente necessários, agora 10 já chegam. Pediu desculpa e disse que não é maneira de decidir questões de Protecção Civil. Concordou que as questões orçamentais são de facto fundamentais e ele é o primeiro a defender, porque quer uma política de seriedade, correcta, de saberem onde gastam o dinheiro dos contribuintes, porque é intransigente nessa matéria. Dirigiu-se novamente ao Presidente e disse que o que tem para dizer é que este município, mesmo sem os tais 20 novos bombeiros, gasta muito mais em Protecção Civil do que a esmagadora maioria dos municípios de Portugal, e perguntou porquê é que há dois dias atrás estavam seguros e agora já não estão. E como estarão daqui a 20 dias, ou, com que base podem afirmar aos Figueirenses que de facto este serviço os protege de uma maneira eficaz. Não querendo “deitar mais achas para a fogueira”, disse que o verdadeiro problema é olharem para atrás, para o que foram os resultados desse mesmo serviço e questionarem até que ponto foram ou não capazes de ser eficazes. Pensa que não há mal nenhum e que perguntar não ofende, mas a resposta é que pode ser 13 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 indecorosa. Declarou, para contribuir para a decisão final do Presidente, que como ele disse, ainda não tomou uma decisão final sobre esta matéria, tal como as coisas estão, nada lhe diz que são necessários os 20 bombeiros. Tal como as coisas estão, mas com o andar de tudo, com a discussão pública, que era perfeitamente escusada, pois expuseram a Figueira a situações que não abonam nada, o que é facto é que vieram a descobrir muito mais coisas que antes não sabiam e que estão decisivamente a contribuir para alguns mudarem de opinião. E voltou a dizer que lhes expliquem, de fio a pavio, o que é ou não é; quem manda, ou no quê, e para que serve o que têm no Concelho, quer no que diz respeito a Bombeiros Voluntários, quer a Municipais, Polícia de Segurança Pública, Cruz Vermelha e outras entidades, todas elas que existem pela Lei, para que então se possa ter consciência e segurança naquilo que se decide e para, acima de tudo, serem sérios, porque é isso que se exige quando estão a falar de Protecção Civil. Por isso, repetiu que, até prova em contrario, do seu ponto de vista, não são precisos os 20 bombeiros, mas recusa-se terminantemente a aceitar que de repente, com 10, já fiquem bem servidos. Então se eram precisos 20, foi porque alguém fez um estudo, no tempo certo, para o afirmar, e não se podem fazer estudos em matéria tão melindrosa como é a Protecção Civil, para depois vir dizer que afinal com 10 já nos remediamos. Essas questões estão muito para além daquilo que é a normal e saudável discussão política que os possa dividir, em termos de opções de desenvolvimento, e de entendimento de como deve ou não ser governada a Protecção Civil. Está muito acima disso. Pediu responsabilidade, e que os Vereadores vejam quanto gasta a Câmara da Figueira da Figueira da Foz e a esmagadora maioria dos municípios equivalentes, para perceberem até que ponto a questão económica pode ou não pode, deve ou não deve determinar assim tanto a entrada dos 20 bombeiros. -----------------------------------------------------O Vereador António Tavares interveio dizendo que o Vice-Presidente deixou a nota de que a solução do problema, para além de possuir contornos técnicos, é de gestão política. Deixou igualmente a sensação de ainda não ter sido tomada uma decisão final. Aliás, partilhou a ideia do Vereador Victor Sarmento, no sentido de se continuar o processo de negociação, bem como, a ideia deixada pelo Vice-Presidente ponderada, entanto, Paulo na julga Pereira sequência que se Coelho, de torna outras no sentido da intervenções imperioso fazer uma situação que aqui chamada ser foram de devidamente feitas. atenção e No uma recomendação: parece-lhe que a solução de gestão política está de certa forma, 14 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 pelo menos aos olhos da opinião pública e aos olhos do Corpo de Bombeiros Municipais, viciada. Não podem fechar os olhos a uma situação de promiscuidade evidente que há no facto do Vereador Lídio Lopes ser o responsável por estas matérias e ao mesmo tempo ser o Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários. Deixar de ser Presidente quando se é candidato e na semana seguinte volta a ser Presidente, parece quase uma tragédia em que o poder se despe e se veste. O que é facto é que apesar de ter vindo aqui despir a veste de Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários, o Vereador Lídio Lopes, o tinha sido na véspera, o tinha sido na semana anterior, durante todo processo negocial e de tomada de decisões e vai certamente continuar a sê-lo no futuro. Portanto, poderiam eventualmente pensar em acabar com esse despir e vestir de posições, que não abonam em nada a dignidade, quer dos Bombeiros Municipais, quer dos Bombeiros Voluntários. Estes últimos, são uma associação de natureza particular, são uma associação privada; os Bombeiros Municipais são e fazem parte de uma instituição pública. Portanto, de um lado prosseguem o interesse público, do outro prosseguem o interesse particular, ou seja, têm exactamente a mesma a pessoa a gerir de um lado o interesse público municipal e do outro o interesse particular de uma associação privada. Esta situação dá azo, na opinião pública, a uma série de confusões. Referiu, o caso de uma viatura que há tempos foi atribuída aos Bombeiros Voluntários e que se diz, não sabe se é verdade, que estaria destinada aos Bombeiros Municipais e que só terá ido para outro lado, porque há esta promiscuidade evidente. Dirigindo-se ao Presidente disse que isto é “vox populi”, e a voz do povo, às vezes, é a voz de Deus. Trata-se duma situação promíscua, não dá dignidade a uma função pública que o Vereador Lídio Lopes desempenha. E julga que, neste momento, o Vereador Lídio Lopes já perdeu a confiança do corpo de Bombeiros Municipais. Os Vereadores do Partido Socialista sentem, pelas conversas tidas com os bombeiros, que essa confiança se quebrou, porque não percebem que nesta matéria aquele Vereador possa estar sentado às duas mesas, ou seja, esta e a da Presidência dos Bombeiros Voluntários. Portanto, fez a seguinte recomendação ao Presidente, de que as funções nessa área fossem, daqui para o futuro, e porque as negociações certamente irão continuar, retiradas ao Vereador Lídio Lopes, ou ele certamente, atendendo a todos estes argumentos possa de facto tomar consciência do problema e ser ele próprio a pedir ou a prescindir das funções. -----------------------------------O Vereador Lídio Lopes referiu já as ter colocado à disposição do Presidente. --15 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 O Vereador Victor Sarmento interveio dizendo que o Presidente da Câmara tem essa responsabilidade sobre os ombros e espera que seja sensível aos argumentos apresentados pelo Vereador. ----------------------------------------------------O Vereador Lídio Lopes disse estar perfeitamente em condições, para demonstrar todo o dinheiro gasto e toda a actividade desenvolvida pelo Serviço Municipal de Protecção Civil, referente aos últimos 8 anos. Disse que são testemunhas os figueirenses, que têm ouvido sucessivamente vários Governos e várias instituições dizer que é considerado exemplar em Portugal. Não mudou a sua opinião em relação ao Corpo de Bombeiros Municipais desde os últimos dois anos. Se o Presidente da Câmara assim o entender demonstrará ponto a ponto tudo o que tem sido feito e tudo aquilo que se faz, todo o dinheiro que se gasta, onde, como e quem o gasta. Referiu que o Serviço Municipal de Protecção Civil fez os planos de emergência de todas as escolas, desde creches a universidades. Semanalmente, foram às escolas do 1º ciclo do ensino básico, fazer vistorias, em colaboração com o Pelouro da Educação. Está perfeitamente disponível em relação à Protecção Civil para justificar tudo, em relação ao Corpo de Bombeiros Municipais e reafirma não ter mudado de opinião. Relativamente às suas funções, colocou-as à disposição do Presidente da Câmara, ainda hoje de manhã, outra vez. Já é a terceira vez que diz ao Presidente da Câmara ser melhor não conduzir o referido processo. -------------------------------------------------------------O Vereador Paz Cardoso questionou se as funções do Presidente, delegadas nos Vereadores são aprovadas em reunião de Câmara, tendo o Presidente respondido que são apenas para conhecimento. --------------------------------------------------O Vereador Paz Cardoso referiu ser uma obrigação do Presidente informar dessa situação. Disse que neste momento é pública a situação do Vereador Lídio Lopes que entrega funções, mas nem os Vereadores da Oposição, nem os figueirenses sabem se o Vereador Lídio Lopes as mantém ou não. É igualmente público que o Vereador Paulo Pereira Coelho entregou as suas funções, mas neste momento não sabem se é ou não Vereador, facto que deveria ser público. ---------------------O Presidente esclareceu ser uma prerrogativa sua e informará, com certeza, o Executivo, o não Executivo e a população, quando entender que deve fazê-lo. ----A Câmara, encontrando-se ausente o Vereador José Elísio, tomou conhecimento. ---ORDEM DO DIA 4 - DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO, FINANCEIRO E DE RECURSOS HUMANOS 4.1 - DIVISÃO ADMINISTRATIVA, PATRIMÓNIO E NOTARIADO 16 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 4.1.1 – VENDA DO LOTE L 68 DO PARQUE INDUSTRIAL DA FIGUEIRA DA FOZ – - PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA QUE A ESCRITURA DE COMPRA E VENDA SEJA CELEBRADA COM A FINIBANCO Na sequência da deliberação de Câmara de 15 de Fevereiro de 2005 (ponto 4.1.3 da respectiva acta), em que foi deliberado vender o lote L 68 à empresa Lopes & Graça, Lda, vem a mesma empresa dar conhecimento que recorreu a um leasing imobiliário junto do Finibanco, para financiamento deste investimento, solicitando que a escritura seja feita em nome daquela sociedade locatária. ----Face ao exposto, propõem os serviços autorização para que a escritura possa ser celebrada com o Finibanco, ou outra empresa de leasing a indicar pela empresa Lopes & Graça, Lda. ------------------------------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, de acordo com a informação dos serviços, autorizar que a escritura de venda possa ser celebrada com o Finibanco S.A., ou outra empresa de leasing a indicar pela empresa Lopes & Graça Ldª. -------------Deliberação aprovada em minuta. ------------------------------------------------4.1.2 – ACTA DA COMISSÃO MUNICIPAL DE TOPONÍMIA DE 15 DE JULHO DE 2005 Foi presente a acta da reunião da Comissão Municipal de Toponímia, realizada em 15 de Julho de 2005, para conhecimento e aprovação das deliberações tomadas, documento que aqui de dá por integralmente reproduzido constituindo o anexo número um à presente acta. -----------------------------------------------------A Câmara deliberou por unanimidade, aprovar a referida acta da Comissão Municipal de Toponímia. --------------------------------------------------------4.2 – DIVISÃO DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 4.2.1 - ATRIBUIÇÃO DE MEDALHAS DE BONS SERVIÇOS DO QUADRO DOS EX – SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS – RATIFICAÇÃO DO DESPACHO Foi presente o assunto mencionado em epígrafe para ratificação do despacho do Presidente que autorizou a atribuição de Medalhas de Bons Serviços para dois funcionários que S.A.,pertencentes exerceram ao quadro funções dos na Empresa Ex-Serviços Águas da Municipalizados Figueira, de Águas e Saneamento e se aposentaram no ano de 2005, conforme proposta apresentada pela empresa e que contempla o seguinte: --------------------------------------------- Ao Sr. José Alberto da Silva Tomás, com a categoria de Encarregado de Transportes, com 18 anos de serviço – Medalha de Cobre; ------------------------- Ao Sr. Lino da Silva Cunha, com a categoria de Operador de Estações Elevatórias, com 26 anos de Serviço – Medalha de Prata. ------------------------17 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Presidente que autorizou a atribuição de Medalhas de Bons Serviço a José Alberto da Silva Tomás e Lino da Silva Cunha, ambos funcionários dos Ex-Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento, que exerceram funções na Empresa Águas da Figueira, S.A. e que se aposentaram no ano de 2005. ---------------------------------------------4.3 – DIVISÃO FINANCEIRA 4.3.1 – PROCESSOS PARA CONHECIMENTO Foram presentes as relações dos despachos proferidos no uso das competências previstas no artº 64º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, com a nova redacção que lhe foi dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, e delegada no Presidente da Câmara, com base no artº 65º nº 1 do mesmo diploma legal, em reunião de 26 de Outubro de 2005, que passa a constituir o anexo número dois à presente acta. -----------------------------------------------------------------A Câmara tomou conhecimento. ---------------------------------------------------4.3.2 - FIGUEIRA GRANDE TURISMO-EM. - PEDIDO DE ISENÇÃO DO PAGAMENTO DAS TAXAS PELA EMISSÃO DA LICENÇA DE RUÍDO PARA A PASSAGEM DE ANO Foi presente o processo em epígrafe para ratificação do despacho do Vereador José Elísio, emitido em 15 de Dezembro de 2005, que recaiu sob o fax de 21 de Novembro do mesmo ano, apresentado pela Figueira Grande Turismo – Empresa Municipal que, nos termos do nº 2 do artº 9º do Regulamento Geral de Ruído, aprovado pelo Decreto-Lei nº 292/2000, de 14 de Novembro, com a nova redacção introduzida pelo Decreto-Lei nº 259/2002, de 23 de Novembro, lhe permite proceder à emissão de música gravada e ao vivo, das 22,00 horas do dia 31 de Dezembro de 2005 à 04,00 horas do dia 1 de Janeiro de 2006,entre o Hotel Mercure e a Rotunda da Ponte Galante, no âmbito das Festas da passagem de ano. ---------A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Vereador José Elísio, emitido em 15 de Dezembro de 2005, que isenta a Figueira Grande Turismo – Empresa Municipal do pagamento de taxas de licença de ruído. -----------------4.3.3 - COMISSÃO DE FESTAS DO DIA DE REIS DO TROMELGO - PEDIDO DE ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS PELA EMISSÃO DA LICENÇA DE RUÍDO - RATIFICAÇÃO DO DESPACHO Da Comissão de Festas do Dia de Reis, foi presente um requerimento registado sob o nº 31232 datado de 29 de Novembro findo, dando conhecimento que pretendem realizar as suas festas anuais, no lugar de Tormelgo, freguesia de Ferreira-a18 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 -Nova, deste Município, e que se depararam com algumas dificuldades económicas. Nesse sentido, vêm solicitar a esta Câmara Municipal a isenção do pagamento das taxas devidas pelas licenças de ruído e de recinto. ----------------------------Os Serviços de Taxas e Licenças informaram que, nos termos do nº 2 do artº 3º do Regulamento Municipal nº 01/02, poderá isentar-se de taxas a referida Comissão de Festas. ---------------------------------------------------------------------O Vereador José Elísio, por despacho de 16 de Dezembro, autorizou a isenção do pagamento de taxas de licenças de ruído e de recinto, tendo em vista a realização dos festejos de Dia de Reis. ----------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Vereador José Elísio emitido em 16 de Dezembro de 2005. --------------------------------------4.3.4 - COMISSÃO DE FESTAS DA PASSAGEM DE ANO DA FERREIRA-A-NOVA PEDIDO DE ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS PELA EMISSÃO DA LICENÇA DE RUÍDO – RATIFICAÇÃO DO DESPACHO Da Comissão de Festas de Passagem de Ano, foi presente um requerimento registado sob o nº 31230 datado de 29 de Novembro findo, dando conhecimento que pretendem realizar a referida festa, no lugar e freguesia de Ferreira-a-Nova, deste Município, e que se depararam com algumas dificuldades económicas. -------------Nesse sentido, vêm solicitar a esta Câmara Municipal a isenção do pagamento das taxas devidas pelas licenças de ruído e de recinto. ----------------------------Os Serviços de Taxas e Licenças informaram que, nos termos do nº 2 do artº 3º do Regulamento Municipal nº 01/02, poderá isentar-se de taxas a referida Comissão de Festas. ---------------------------------------------------------------------O Vereador José Elísio, por despacho de 16 de Dezembro, autorizou a isenção do pagamento de taxas de licenças de ruído e de recinto, tendo em vista a realização da festa de Passagem de Ano. ----------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Vereador José Elísio emitido em 16 de Dezembro de 2005. --------------------------------------4.3.5 - COMISSÃO DE FESTAS DE SANTO AMARO DA AMOREIRA – ALHADAS – PEDIDO DE ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS PELA EMISSÃO DA LICENÇA DE RUÍDO Da Comissão de Festas de Santo Amaro da Amoreira, foi presente um requerimento registado sob o nº 31234 datado de 29 de Novembro findo, dando conhecimento que pretendem realizar as suas festas anuais no lugar de Santo Amaro da Amoreira, freguesia de Alhadas, deste Município, e que se depararam com algumas 19 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 dificuldades económicas. -------------------------------------------------------Nesse sentido, vêm solicitar a esta Câmara Municipal a isenção do pagamento das taxas devidas pelas licenças de ruído e de recinto. ----------------------------Os Serviços de Taxas e Licenças informaram que, nos termos do nº 2 do artº 3º do Regulamento Municipal nº 01/02, poderá isentar-se de taxas a referida Comissão de Festas. ---------------------------------------------------------------------O Vereador José Elísio, por despacho de 16 de Dezembro, autorizou a isenção do pagamento de taxas de licenças de ruído e de recinto, tendo em vista a realização da festa de Santo Amaro da Amoreira. --------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho do Vereador José Elísio emitido em 16 de Dezembro de 2005. --------------------------------------4.3.6 - 16ª ALTERAÇÃO ÀS GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO DE 2005 Foi presente o assunto mencionado em epígrafe, o qual se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número três à presente acta. -----------------O Presidente explicou que a necessidade desta alteração tem em vista poder responder a compromissos de pagamentos. ----------------------------------------O Vereador Victor Sarmento referiu que votam contra pelos motivos já apontados em reuniões anteriores. --------------------------------------------------------A Câmara deliberou, por maioria, com cinco votos a favor e quatro votos contra dos Vereadores Victor Sarmento, Paz Cardoso, Aida Cardoso e António Tavares, aprovar a 16ª Alteração às Grandes Opções do Plano e Orçamento de 2005. --------Deliberação aprovada em minuta. ------------------------------------------------4.3.7 - RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA Foi presente verificando-se milhões, o Resumo que oitenta e Diário apresenta um mil da um Tesouraria saldo quinhentos do disponível e catorze dia de 21 do corrente 2.081.514,67 euros e sessenta € mês, (dois e sete cêntimos). ---------------------------------------------------------------------A Câmara tomou conhecimento. ---------------------------------------------------6 - DEPARTAMENTO DE URBANISMO 6.1 – DIVISÃO DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO 6.1.1 – PROCESSO Nº 13/88 DE LOTEAMENTO – ALPHABITA, LDª - BUARCOS – RECEPÇÃO DEFINITIVA DAS OBRAS DE URBANIZAÇÃO E LIBERTAÇÃO DE GARANTIA BANCÁRIA Foi presente o processo mencionado em epígrafe, com vista à recepção definitiva das obras de urbanização do loteamento sito em Quinta do Viso, Freguesia de 20 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Buarcos, referente ao alvará nº 5/96, de 12 de Julho de 1996, concedido à empresa Alphabita, Ldª. e libertação da garantia bancária existente, no valor de 28.304,64 € (vinte e oito mil trezentos e quatro euros e sessenta e quatro cêntimos). ---------------------------------------------------------------------A Chefe de Divisão do Ordenamento do Território, em 13 de Dezembro, com a concordância do Director do Departamento de Urbanismo em 14 do mesmo mês, emitiu parecer favorável, de acordo com a informação prestada pelos serviços em 30 de Novembro último. ---------------------------------------------------------------O Vereador Paz Cardoso fez uma chamada de atenção, relativamente a este e a outros processos do Departamento de Urbanismo em geral, referindo-se, assim, à forma como os Serviços actuam neste tipo de situações. Neste caso é referido pela engª que se pronunciou sobre esta recepção definitiva que foi detectado um problema grave a nível da calçada na rua Sotto Mayor, isto é, levantamento de calçada que supostamente teria sido causado pela execução. Assim, pensa que na recepção provisória das obras não são devidamente acautelamentos os interesses municipais, e devia ser exigido ao executor das obras que repusesse passeios arborizações, jardins, etc. ----------------------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, autorizar a recepção definitiva das obras de urbanização do loteamento sito em Quinta do Viso, Freguesia de Buarcos, referente ao Alphabita, alvará Ldª. e nº 5/96, de 12 de Julho libertação da garantia de 1996, concedido à empresa bancária existente, no valor de 28.304,64 € (vinte e oito mil trezentos e quatro euros e sessenta e quatro cêntimos). ---------------------------------------------------------------------Deliberação aprovada em minuta. ------------------------------------------------6.1.2 – PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO DE ÁREA CRITICA DE RECUPERAÇÃO E RECONVERSÃO URBANÍSTICA EM MAIORCA – DIREITO DE PREFERÊNCIA - EXTRA-AGENDA Foi presente o processo mencionado em epígrafe, acompanhado da informação prestada pela Divisão de Ordenamento do Território, em 21 de Dezembro corrente, com o seguinte teor: -----------------------------------------------------------“Na sequência da proposta de declaração de área critica de recuperação e reconversão urbanística em Maiorca, no âmbito do Decreto-Lei nº 104/04, de 7 de Maio, e do Decreto-Lei nº 794/76, de 5 de Novembro, deliberou a Câmara Municipal, em 18 de Maio de 2005, declarar a área critica de recuperação e reconversão urbanística delimitada na planta anexa ao processo e ainda que fosse 21 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 requerida a concessão do direito de preferência por um prazo de 5 anos. --------Através do ofício registado com o nº 32.785, de 19 de Dezembro de 2005, vem a Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano solicitar alguns elementos complementares e ainda sugerir que a concessão do direito de preferência requerido pela Câmara Municipal seja feita sem dependência de prazo, até à extinção da referida declaração da ACRRU, uma vez que o Decreto-Lei nº 794/76, de 5 de Novembro, não estabelece prazo para o exercício do direito de preferência”. ------------------------------------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar que o direito de preferência requerido pela Câmara Municipal da Figueira da Foz seja feito sem dependência de prazo, até à extinção da declaração da Área Critica de Recuperação e Reconversão Urbanística em Maiorca e submeter este assunto à aprovação da Assembleia Municipal. ---------------------------------------------------------------------Deliberação aprovada em minuta. ------------------------------------------------6.1.3 – PROCESSOS DE LOTEAMENTOS E AUTORIZAÇÕES PARA CONHECIMENTO Foi presente a relação que constitui o anexo número quatro à presente acta, donde constam os processos a seguir mencionados e que foram despachados ao abrigo do nº 3 do artº 65º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro e delegada no Presidente da Câmara em reunião de 26 de Outubro de 2005. ----------------------- Deferidos – 45 (quarenta e cinco) ---------------------------------------A Câmara tomou conhecimento. ---------------------------------------------------6.3 – DIVISÃO ADMINISTRATIVA DO URBANISMO 6.3.1 - PROCESSOS DE OBRAS PARTICULARES PARA CONHECIMENTO Foi presente a relação que constitui o anexo número cinco à presente acta, donde constam os processos a seguir mencionados e que foram despachados ao abrigo do nº 3 do artº 65º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro e delegada no Presidente da Câmara em reunião de 26 de Outubro de 2005. ------------------------------------- Deferidos – 159 (cento e cinquenta e nove) ------------------------------- Indeferidos – 11 (onze) -------------------------------------------------A Câmara tomou conhecimento. ---------------------------------------------------7 – DEPARTAMENTO DE OBRAS MUNICIPAIS 7.3 - DIVISÃO DE OBRAS DE EMPREITADAS E SANEAMENTO 7.3.1 – CONCEPÇÃO/CONSTRUÇÃO DO PARQUE DESPORTIVO DE BUARCOS – - PLURIANUALIDADE DA OBRA - RECTIFICAÇÃO Relativamente ao processo mencionado em epígrafe, propôs o Presidente a sua 22 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 retirada para uma melhor análise, sendo o mesmo presente numa próxima reunião. -A Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta do Presidente. ---------7.3.2 – APLICAÇÃO DE TAPETE NA RUA DOS MARECOS ATÉ AO PARQUE DE CAMPISMO - AUTO DE RECEPÇÃO DEFINITIVA E LIBERTAÇÃO DE GARANTIAS BANCÁRIAS Foi presente o auto de recepção definitiva referente à obra em epígrafe, elaborado pelo Departamento de Obras Municipais em 16 de Junho de 2005, do qual consta que tendo já decorrido o prazo de garantia de cinco anos, e depois de examinados os trabalhos executados pela empresa Prioridade, Ldª., se verificou que os mesmos se encontram de acordo com as condições do despacho elaborado em 26 de Julho de 1999, podendo proceder-se à libertação das respectivas garantias bancárias. ---------------------------------------------------------------------A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, aprovar o auto de recepção definitiva referente à empreitada da obra de “Aplicação de Tapete na Rua dos Marecos até ao Parque de Campismo” e autorizar as respectivas libertações das garantias bancárias. -------------------------------------------------------7.3.3 – VALETAS EM BETÃO NA RUA DAS CAVADAS EM SANTANA - AUTO DE RECEPÇÃO DEFINITIVA E LIBERTAÇÃO DE GARANTIAS BANCÁRIAS Foi presente o auto de recepção definitiva referente à obra em epígrafe, elaborado pelo Departamento de Obras Municipais em 8 de Novembro de 2005, do qual consta que tendo já decorrido o prazo de garantia de cinco anos e depois de examinados os trabalhos, executados pela empresa Construções Vieira Mendes Ldª., se verificou que os mesmos se encontram de acordo com as condições do despacho elaborado em 29 de Novembro de 1999, podendo proceder-se à libertação das respectivas garantias bancárias. -----------------------------------------------A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, aprovar o auto de recepção definitiva referente à empreitada da obra de “Valetas em Betão na Rua das Cavadas em Santana” e autorizar as respectivas libertações das garantias bancárias. ---------------------------------------------------------------------7.3.4 – APLICAÇÃO DE TAPETE NA URBANIZAÇÃO DA CHÃ E RUA 1º DE MAIO - AUTO DE RECEPÇÃO DEFINITIVA Foi presente o auto de recepção definitiva referente à obra em epígrafe, elaborado pelo Departamento de Obras Municipais em 19 de Outubro de 2005, do qual consta que tendo já decorrido o prazo de garantia de cinco anos e depois de examinados os trabalhos, executados pela empresa Prioridade, Ldª., se verificou 23 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 que os mesmos se encontram de acordo com as condições do contrato. -------------A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, aprovar o auto de recepção definitiva referente à empreitada da obra de “Aplicação de Tapete na Urbanização da Chã e Rua 1º de Maio”. ------------------------------------------7.3.5 – INTERVENÇÃO PAISAGÍSTICA GLOBAL NO AREAL DA PRAIA – ARRANJO DO MURO DA MARGINAL, ESCADAS DE ACESSO E PASSADEIRAS - AUTO DE RECEPÇÃO DEFINITIVA Foi presente o auto de recepção definitiva referente à obra em epígrafe, elaborado pelo Departamento de Obras Municipais em 30 de Novembro de 2005, do qual consta que tendo já decorrido o prazo de garantia de cinco anos e depois de examinados os trabalhos, executados pela empresa Consorcil, Ldª., se verificou que os mesmos se encontram de acordo com as condições do contrato. -------------A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, aprovar o auto de recepção definitiva referente à empreitada da obra de “Intervenção Paisagística Global no Areal da Praia – Arranjo do Muro da Marginal, Escadas de Acesso e Passadeiras”. ------------------------------------------------------------------7.5 – DIVISÃO ADMINISTRATIVA 7.5.1 - PROCESSOS PARA CONHECIMENTO Foi presente a relação que constitui o anexo número seis à presente acta, donde constam os processos que foram despachados ao abrigo da delegação de competências previstas nos nºs 2 e 3 do artº 69º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, conjugado com a alínea j) do nº 2 do seu artº 68º. -------------------A Câmara tomou conhecimento. ---------------------------------------------------8 - DEPARTAMENTO DE CULTURA, EDUCAÇÃO E ACÇÃO SOCIAL 8.1 – DIVISÃO DE CULTURA, BIBLIOTECA E ARQUIVOS 8.1.1 - PROPOSTA DE FIXAÇÃO DE PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO DO LIVRO A FIGUEIRA DA FOZ DE 1771 A 1790: PODER E QUOTIDIANO MUNICIPAL DA AUTORIA DE ISABEL MARIA SIMÕES DE OLIVEIRA Da Divisão de Cultura, Biblioteca e Arquivos, foi presente a informação nº 950 datada de 6 do mês e ano correntes, dando conhecimento que se encontra disponível o livro editado pela Divisão de Cultura, da autoria de Isabel Simões de Oliveira, intitulado “A Figueira da Foz de 1771 a 1790: Poder Quotidiano Municipal”. --------------------------------------------------------------------Assim, vem a referida Divisão propor que seja fixado um preço de venda ao público da referida publicação, pela quantia de 7,50 €. ------------------------24 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 O Vereador António Tavares, congratulou-se com a referida proposta, acrescentando ainda que seria também bom pensar na reedição de obras já antigas e esgotadas sobre a Figueira Foz, e que hoje são de difícil acesso. ------------A Câmara deliberou, por unanimidade aprovar a proposta de fixação de venda ao público do Livro “A Figueira da Foz de 1771 a 1790 :Poder e Quotidiano Municipal”, pela quantia de 7,50 € (sete euros e cinquenta cêntimos). ----------8.1.2 - PROPOSTA DE CONDIÇÕES DE VENDA DE EDIÇÕES MUNICIPAIS, EM LIVRARIAS DA CIDADE Da Divisão nº973/2005, de Cultura datada de Biblioteca 16 de e Dezembro Arquivos, do foi corrente presente ano, a através informação da qual a Directora de Departamento recorda, que as diversas publicações que têm vindo a ser apoiadas ou editadas pela Divisão de Cultura, Biblioteca e Arquivos, têm sido colocadas à venda nos postos de atendimento do Museu Municipal, Núcleo Museológico do Mar, Postos de Turismo, CAE e outros espaços públicos de gestão municipal. ---------------------------------------------------------------------Atendendo às vantagens que decorrerão de uma sua maior disseminação e divulgação por outros pontos da cidade, propõe a referida Directora a possibilidade de se colocarem estas edições municipais à venda em livrarias da cidade, em regime de consignação, auferindo os seus comerciantes de 15% do preço de venda ao público fixado para cada obra. ---------------------------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta de condições de venda de edições municipais, em livrarias da cidade. ------------------------------------8.2 – DIVISÃO DE EDUCAÇÃO E ACÇÃO SOCIAL 8.2.1 - COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS – REPRESENTANTE DO MUNICÍPIO E TÉCNICOS COOPTADOS Foi presente a informação da Divisão de Educação e Acção Social, datada de 15 de Dezembro corrente, solicitando que se designe os representantes para a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens. ---------------------------------------------Vereadora Teresa Machado propôs que fosse nomeada para representante do Município a Chefe de Divisão de Educação e Acção Social, por um lado porque a disponibilidade necessária para a CPCJ não é compatível com exercício de funções de Vereador e, por outro lado, por serem esses serviços que asseguram todo o apoio logístico nos termos legais previstos a essa entidade. -------------------Propôs, também a, referida Vereadora, a Drª Carla Prata Matias, técnica cooptada e actual Secretaria da Comissão que deixasse essas funções, uma vez que a 25 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 disponibilidade necessária para a CPCJ não é compatível com o trabalho que tem que assegurar na DASE, mantendo-se apenas a cooptação da Drª Sandra. -----------A Câmara deliberou, por unanimidade, aceitar a proposta apresentada pela Vereadora Teresa Machado, ficando a Chefe de Divisão de Educação e Acção Social, Drª Margarida Viana, como representante do Município, mantendo-se a cooptação da Drª Sandra Lopes, psicóloga da DEAS. -------------------------------------------10 – DIVISÃO DE JUVENTUDE, DESPORTO E COLECTIVIDADES 10.1 - CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DAVID DE SOUSA – ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS A JOVENS INSTRUMENTISTAS DAS COLECTIVIDADES DO CONCELHO PARA O ANO LECTIVO DE 2005/2006, NO ÂMBITO DE PROTOCOLO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi apresentada a informação nº 200/05, com data de 19 de Dezembro, expondo sobre o processo de atribuição de bolsas de estudo a jovens instrumentistas das Colectividades deste Concelho, para o ano lectivo 2005/06, no âmbito do Protocolo estabelecido com o Conservatório de Música David de Sousa, documento que se dá por transcrito, constituindo o anexo número sete à presente acta. ------------------------------No presente ano lectivo 2005/2006, treze bolseiros apresentaram pedidos de renovação de bolsa, ficando distribuídos pelas seguintes colectividades: -------- Sociedade Boa União Alhadense – 3 bolsas -------------------------------------- Sociedade Musical Recreativa Instrutiva Beneficente Santanense – 3 bolsas ----- Filarmónica Quiaense – 2 bolsas ----------------------------------------------- União Filarmónica Maiorquense – 2 bolsa --------------------------------------- Sociedade Artística e Musical Carvalhense – 1 bolsa --------------------------- Sociedade Musical e Recreativa do Alqueidão – 1 bolsa ------------------------- Troupe Recreativa Brenhense – 1 bolsa ----------------------------------------Em Dezembro do corrente ano foram recebidas no Conservatório de Música David de Sousa seis candidaturas a novas bolsas das seguintes colectividades: ------------ Sociedade Artística e Musical Carvalhense – 2 bolsa --------------------------- Sociedade Boa União Alhadense – 1 bolsa --------------------------------------- União Filarmónica Maiorquense – 1 bolsa --------------------------------------- Sociedade de Instrução e Recreio de Lares – 1 bolsa --------------------------- Associação Cultural Recreativa Desportiva da Gândara – 1 bolsa ---------------A renovação das treze bolsas actuais e a inclusão de quatro novos candidatos a bolseiros, respectivamente as duas da Sociedade Atlética e Musical Carvalhense, uma da Sociedade de Instrução e Recreio de Lares e uma da Associação Cultural, 26 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Recreativa, Desportiva da Gândara num total de dezassete bolsas, irá traduzir-se num encargo de 12.322,20 €. ----------------------------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador José Elísio, suportar o encargo financeiro, no montante de 12.322,20 € (doze mil trezentos e vinte e dois euros e vinte cêntimos), relativo à atribuição de dezassete bolsas de estudo a jovens instrumentistas para o ano lectivo 2005/2006. ---------------10.2 - JUNTA DE FREGUESIA DE S. JULIÃO – FESTAS DE S. JULIÃO 2006 – PEDIDO DE APOIO FINANCEIRO Sobre o processo supra mencionado, o Vice-Presidente apresentou uma dúvida, que se prende com o quadro económico-financeiro que a Autarquia atravessa. Na sua opinião, não deveria ser dado apoio à Junta de Freguesia de S. Julião, visto esta ter uma situação financeira favorável e desafogada. Quis ainda deixar evidenciado que nada tem contra a que a referida Junta peça apoios, pois é o que vem sendo feito nos últimos anos; no entanto, pensa que a Câmara devia ter a capacidade de a uns dizer que sim e outros dizer que não, justificando sempre a decisão tomada. ----------------------------------------------------------------O Presidente, tomando a palavra, referiu não ter conhecimento da situação financeira da Junta de Freguesia. Assim, face aos dados apresentados pelo Vice-Presidente, propôs que o processo fosse retirado para esclarecimento da situação, sendo presente na próxima reunião. -----------------------------------O Vereador Victor Sarmento interveio, não com a finalidade de defender a Junta, mas visto o Presidente da Junta de S. Julião não estar presente, quis esclarecer algumas questões. Assim, referiu que o actual Executivo da Junta, quer aplicar as verbas disponíveis em actividades essencialmente de índole social, não se preocupando tanto com a área de festas. Refere, ainda, que a informação que tem é a de que os montantes em causa são inferiores aqueles que eram habituais, portanto não vê inconveniente nenhum na atribuição deste subsídio, tanto mais que há uma forma clara e inequívoca no plano de actividades desta Junta de Freguesia, a da reorientação dos seus investimentos, isto é, em investirem mais na vertente social. Acrescenta ainda que não concorda que se retire o processo, porque depois a Junta iria ficar com pouco tempo para a programação das festas. O Presidente propôs então, que se retire o assunto, comprometendo-se a falar com Presidente de Junta, tomando de imediato uma decisão, de forma a trazer o assunto na próxima reunião para ratificação. -----------------------------------A Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta do Presidente. ---------27 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 10.3 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O GINÁSIO CLUBE FIGUEIRENSE – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GALAMBA MARQUES Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 188/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Ginásio Clube Figueirense, para utilização do Pavilhão Galamba Marques. O Vereador Lídio Lopes fez uma breve apresentação do protocolo em questão e dos restantes colocados, hoje, à aprovação da Câmara. Disse, em primeiro lugar, que consideraram quatro ou cinco critérios para renegociar com as instituições nomeadamente: a verba a disponibilizar; o início e o termo do Protocolo, a coincidência com o ano civil e a meta a atingir. Apontou para uma redução de 13,79% no montante global do valor dos Protocolos de âmbito desportivo, o que significa que o encargo anual para a Câmara Municipal, com protocolos, baixará de 744.000,00 € para 641.000,00 €. Sublinhou que houve uma magnífica boa vontade por parte das instituições com quem dialogou, na percepção da necessidade de tal redução. -----------------------------------------------------------------------O Vereador Victor Sarmento agradeceu a apresentação do Vereador Lídio Lopes e chamou a atenção para um aspecto que ele não referiu, mas que é identificável na sua exposição, e que se prende com o facto de nem sempre a percentagem mencionada corresponder à realidade, porque muitas vezes é acompanhada por uma redução do aluguer de horas, sendo que, na prática, a redução é menor. Admitiu que, da discussão que tiveram, não se aperceberam deste pormenor e, por isso, precisam de reflectir sobre a questão, para poderem tomar uma posição mais consentânea e fundamentada. ----------------------------------------------------O Vice-Presidente interveio dizendo que, do ponto de vista geral e não querendo criticar, há um esforço no sentido de fazer com que uma série de protocolos que a Câmara tem com outras entidades, sofram alguma correcção em função das dificuldades económico-financeiras por que passa o país e naturalmente a Câmara Municipal. Parece-lhe, no entanto, que a Câmara Municipal deve ponderar bem sobre se vale a pena ter uma panóplia de protocolos, porque o hábito da pagar tudo não é salutar para a boa gestão dos dinheiros públicos, e como o Vereador Lídio Lopes mencionou, sem se fazer a monitorização dos espaços. Não lhe parece que esta seja uma política consequente e muito menos norteada por objectivos, a não ser que seja o de agradar a todos. Assim, pediu à Câmara, sem querer estar a 28 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 criticar o trabalho que foi feito, que lhe parece ter sido bem orientado, de acordo com as indicações do Presidente, para saber se há ou não objectivos previamente definidos, para depois assumirem com frontalidade, o poder e a oposição. Acha que é nestas horas de adversidade que se deve parar para pensar e ver se, de facto, não vale a pena repensar o tipo de política que têm. Disse, que se exige mais uma vez alguma reflexão e bom senso, tanto quanto possível, para abordar esta questão dos protocolos. Face a esta situação, tem algumas dificuldades em poder subscrever a proposta e, por isso, para ser coerente com as ideias que tem, na hora em que o Presidente colocar à votação, naturalmente, ausentar-se-á, pois não irá votar nem contra, nem a favor, um assunto que não conhece na íntegra. ------------------------------------------------------------O Vereador Lídio Lopes, de forma genérica, disse que concorda com o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho mas, na altura, tinham um orçamento para construir, uma contenção na área orçamental para produzir e os protocolos que estão em curso são de pagamento mensal. Logo, à partida, foi definida a necessidade da monitorização dos espaços e, neste sentido, a Câmara Municipal vai ter de, nos próximos seis meses, encontrar claramente um rumo no que tem a ver com a sua política desportiva. Disse que, com a ajuda da Chefe de Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, Drª Teresa Gaspar, estão a criar um documento que se comprometeu a apresentar ao Presidente da Câmara, dentro de seis meses, sobre o que pensam e qual a proposta que se oferece para a política de desporto, para os próximos 4 anos. ------------------------------------------O Vereador Presidente, António Tavares, referiu após palavras proferidas as que gostaria pelo de ouvir Vice-Presidente, a opinião Paulo do Pereira Coelho, dizendo que têm toda a concordância em relação às mesmas, assim como aderem às palavras do Vereador Lídio Lopes em relação ao que o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho disse. Parece-lhe que nesta matéria vão ficar todos de acordo. Disse que o Executivo lhe fazia lembrar um pouco a Santa Teresa de Ávila, que durante muitos anos levou uma vida dissoluta e que depois se decidiu penitenciar, e tanto se penitenciou e sacrificou que chegou a Santa. Portanto, depois deste Executivo ter levado a vida que levou, vai finalmente encetar a vida de virtude que certamente os conduzirá à santidade. Acrescentou que estão disponíveis a colaborar nessa lavagem de alma, apoiando-os nesse caminho que agora querem, que não é tortuoso, antes pelo contrário é um caminho virtuoso. Não é difícil mas, como o Vereador sabe, a “Via-Sacra”, a via em que Cristo se 29 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 penitenciou, também se chamou a “Via da Paixão”, e se forem pela via da paixão é certamente uma forma de alcançarem essa ascese. Portanto, se calhar, o que é imperioso fazer, é parar e reflectir. Sugeriu que se retirassem os processos para posterior avaliação na próxima reunião. -----------------------------------O Presidente concordou com o principio que foi colocado pelo Vice-Presidente Paulo Pereira Coelho. Mas, no seu ponto de vista, não podem estar parados seis meses, porque existem protocolos em vigor, apesar dos mesmos poderem ser denunciados com a antecedência mínima de um mês. Todavia, porque este assunto está muito ligado com a juventude e há muita expectativa criada, na sua opinião este assunto deve ter um período de transição, para não haver uma quebra. ------O Vereador Paz Cardoso pensa que, dada esta dúvida que se está a levantar, da questão de poderem monitorizar e de poderem tomar decisões, se deve avançar com os Protocolos, renovável ao fim de seis meses, sendo que, em Julho seriam renegociados. ------------------------------------------------------------------A Vereadora Aida Cardoso interveio dizendo que, tendo em conta as conversas que já foram feitas com as escolas, associações e com os clubes, que devem ser respeitadas, parece-lhe razoável que, na ausência de política durante estes anos todos e de critérios que continuam a não existir, que o exercício da verificação da atribuição destes subsídios, poderá ser feito durante o próximo ano e que o Vereador Lídio Lopes se deve comprometer com a avaliação e com a monitorização, que deve ser trimestral, porque também ela não foi feita durante estes anos todos e não é em seis meses que o vai fazer. Disse que exije ver o que os clubes, as escolas e as associações fizeram, o número de utentes, a utilização que foi dada, as necessidades, ou seja, um estudo minimamente razoável, para que, até final do próximo ano possam avaliar este assunto de uma forma, no mínimo, séria. -----------------------------------------------------------------O Presidente afirmou que estava pronto a submeter a proposta da Vereadora à consideração. ------------------------------------------------------------------O Vereador Victor Sarmento, após uns minutos de reflexão, disse que havendo o compromisso por parte do Presidente de apresentar, com a periodicidade possível, no mínimo trimestral, um relatório exaustivo sobre a utilização de todos estes espaços e o número de participantes e estando satisfeito o modelo de avaliação, perfeitamente claro, calendarizado ao longo do ano, porque também consideram que para associações diferentes, não pode ser dado o mesmo subsídio, votam favoravelmente este protocolo e os restantes. ----------------------------------30 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 O Presidente concluiu dizendo que, sendo assim, assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório, da ocupação dos espaços que estão agora a ser protocolados. ------------------------------------------------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número oito à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Galamba Marques. ---------------------------------------------------------------10.4 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O GINÁSIO CLUBE FIGUEIRENSE – DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADES DESPORTIVAS Foi presente a informação nº 186/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e o Ginásio Clube Figueirense, para desenvolvimento de modalidades desportivas, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido constituindo o anexo número nove à presente acta. -----------------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, não estando presente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Ginásio Clube Figueirense – desenvolvimento de modalidades desportivas. ------------------------------------10.5 - CELEBRAÇÃO DE PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O GINÁSIO CLUBE FIGUEIRENSE – PRÁTICA DE REMO Da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades foi presente a informação nº 187/2005, datada de 7 de Dezembro de 2005, dando conhecimento da celebração de Protocolo entre Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Ginásio Clube Figueirense para apoio à prática de Remo. --------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que 31 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório sobre o desenvolvimento da pratica do Remo que está agora a ser protocolado. -----------A Câmara, na ausência do Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número trimestralmente dez a à Câmara, presente através acta, de devendo relatório o sobre Presidente informar a do pratica Remo desenvolvida pelo Ginásio Clube Figueirense. -----------------------------------10.6 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O GRUPO CARAS DIREITAS – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 189/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Grupo Caras Direitas, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. -----Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número onze à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo do Grupo Caras Direitas. ---------------------------------------10.7 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O GRUPO CARAS DIREITAS – DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA DE BASQUETEBOL FEMININO Foi presente a informação nº 194/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e o Grupo Caras Direitas, para o desenvolvimento da Prática de Basquetebol Feminino. -----32 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório sobre o desenvolvimento do Basquetebol feminino que está agora a ser protocolado. ------A Câmara, encontrando-se ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido reproduzido, Presidente Protocolo, constituindo informar o documento anexo que número trimestralmente a aqui doze Câmara, à se dá por presente através de integralmente acta, devendo relatório sobre o o desenvolvimento da prática de Basquetebol Feminino do Grupo Caras Direitas. ----10.8 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O GRUPO RECREATIVO VILAVERDENSE – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 190/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Grupo Recreativo Vilaverdense para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. ---------------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, na ausência do Vice-Presidente Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número treze à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo do Grupo Recreativo Vilaverdense. ------------------------------10.9 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A JUNTA DE FREGUESIA DE BRENHA – UTILIZAÇÃO DO CAMPO DE FUTEBOL Foi presente a informação nº 193/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à 33 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Brenha, para a utilização do campo de futebol. --------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número catorze à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Campo de Futebol da Junta de Freguesia de Brenha. ------------------------------10.10 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A JUNTA DE FREGUESIA DO BOM SUCESSO – UTILIZAÇÃO DO AUTOCARRO/PROG. “QUALIDADE DEVIDA” Foi presente a informação nº 195/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Bom Sucesso, para a utilização do autocarro para o Programa “Qualidade de Vida”. -----------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada compromisso de pela informar Vereadora Aida trimestralmente Cardoso, a o Câmara, Presidente mediante assume relatório o da utilização o autocarro da Junta de Freguesia que está agora a ser protocolado. -A Câmara, encontrando-se ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido reproduzido, Presidente Protocolo, constituindo informar o documento anexo trimestralmente número a que aqui quinze Câmara, à se dá por presente através de integralmente acta, devendo relatório o sobre a utilização do autocarro para o Programa “Qualidade deVida”. --------------------10.11 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O SPORT CLUB DE LAVOS – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO 34 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Foi presente a informação nº 191/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e o Sport Clube de Lavos, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. -------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, na ausência do Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número dezasseis à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo do Sport Clube de Lavos. ---------------------------------------10.12 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O SPORTING CLUBE FIGUEIRENSE – DESENVOLVIMENTO DA MODALIDADE DESPORTIVA Foi presente a informação nº 192/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e o Sporting Clube Figueirense, para desenvolvimento da modalidade desportiva de Basquetebol Feminino e ocupação da “Casa Abrigo”. ------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada compromisso de pela informar Vereadora Aida trimestralmente Cardoso, a o Câmara, Presidente mediante assume relatório o do desenvolvimento Basquetebol Feminino e ocupação da “Casa Abrigo que está agora a ser protocolado. ---------------------------------------------------------------A Câmara, encontrando-se ausente o Vice-Presidente, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número dezassete à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização da Casa Abrigo do Sporting Clube Figueirense, bem como o desenvolvimento da modalidade desportiva de 35 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Basquetebol Feminino. ----------------------------------------------------------10.13 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E SUO VAIS – DESENVOLVIMENTO DA MODALIDADE DESPORTIVA DE ATLETISMO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 196/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Sociedade União Operária dos Vais para desenvolvimento da modalidade desportiva de atletismo. -------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório sobre o desenvolvimento do Atletismo que está agora a ser protocolado. -----------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número trimestralmente dezoito a à Câmara, presente através acta, de devendo relatório o sobre Presidente o informar desenvolvimento do Atletismo da Sociedade União Operária dos Vais. --------------------------------10.14 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A UNIÃO DESPORTIVA DA GÂNDARA – DESENVOLVIMENTO DA MODALIDADE DESPORTIVA DE FUTEBOL DE 11 Da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades foi presente a informação nº 197/2005, datada de 7 de Dezembro de 2005, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a União Desportiva da Gândara para desenvolvimento da modalidade desportiva de futebol. -----------------------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada compromisso de pela informar Vereadora Aida trimestralmente a Cardoso, Câmara, o Presidente mediante assume relatório o sobre desenvolvimento da modalidade e ocupação do Campo de Futebol, que está agora a ser protocolado. ---------------------------------------------------------------A Câmara, na ausência do Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por 36 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número dezanove à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Campo de Futebol da União Desportiva da Gândara e desenvolvimento da modalidade desportiva de futebol. ---------------------------------------------------------10.15 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA ZONA URBANA DA FIGUEIRA DA FOZ – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 182/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Agrupamento de escolas da Zona Urbana, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. ---------------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, estando ausente Vice-presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana. ----------------------10.16 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALHADAS – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 182/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Agrupamento de Escolas de Alhadas, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. ---------------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a 37 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, encontrando-se ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e um à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo do Agrupamento de Escolas de Alhadas. ---10.17 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A ASSOCIAÇÃO BODYBOARD FOZ DO MONDEGO – DESENVOLVIMENTO DA MODALIDADE DESPORTIVA Foi presente a informação nº 177/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e a Associação Bodyboard Foz do Mondego, para o desenvolvimento de modalidades desportivas. ---Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, não estando presente, O Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e dois à presente acta, devendo o Presidente informar desenvolvimento da trimestralmente modalidade a Câmara, desportiva pela através de Associação relatório Bodyboard sobre o Foz do Mondego. -----------------------------------------------------------------------10.18 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A ASSOCIAÇÃO CULTURAL RECREATIVA DESPORTIVA E SOCIAL CARVALHENSE – UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades foi presente a informação nº 178/2005, datada de 7 de Dezembro de 2005, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Associação Cultural Recreativa Desportiva e Social Carvalhense, para utilização 38 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 de instalações desportivas. ----------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e três à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização das instalações desportivas da Associação Cultural Recreativa Desportiva e Social Carvalhense. -------------------------------------------------------------------10.19 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A ASSOCIAÇÃO NAVAL 1º DE MAIO – DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADES DESPORTIVAS Foi presente a informação nº 177/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e a Associação Naval 1º de Maio, para desenvolvimento de modalidades desportivas. -------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório sobre o desenvolvimento das modalidades desportivas que está agora a ser protocolado. --A Câmara, na ausência do Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e quatro à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre o desenvolvimento das modalidades desportivas da Associação Naval 1º de Maio. ------------------------10.20 - CELEBRAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A ASSOCIAÇÃO NAVAL 1º DE MAIO – PRÁTICA DE REMO Da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades foi presente a informação nº 176/2005, datada de 7 de Dezembro de 2005, dando conhecimento da celebração de 39 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Protocolo entre Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Associação Naval 1º Maio para apoio à prática de Remo. --------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório sobre o desenvolvimento da prática do Remo que está agora a ser protocolado. -----------A Câmara, encontrando-se ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte cinco à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre o desenvolvimento da prática do Remo pela Associação Naval 1º de Maio. -----------10.21 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O COLÉGIO DE QUIAIOS – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO, ROCÓDROMO E CAMPOS EXTERIORES Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 180/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Colégio de Quiaios, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo, Rocódromo e campos exteriores. -------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e seis à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo, Rocódromo e campos exteriores do Colégio de Quiaios. -10.22 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BUARCOS – UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVA PELO GRUPO DESPORTIVO DE BUARCOS 40 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 181/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e s Escola EB 2º, 3º Ciclos infante D. Pedro e o Grupo Desportivo de Buarcos, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo e campos exteriores. ------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, na ausência do Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, passando a ser celebrado apenas com o Agrupamento de Escolas de Buarcos, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte sete à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo e campos exteriores da Escola do Agrupamento de Escolas de Buarcos. -----------------------------------------------------------------------10.23 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CEB DE CRISTINA TORRES – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 184/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Escola Secundária com 3º CEB de Cristina Torres, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. ------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, encontrando-se ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e oito à presente acta, devendo o 41 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Presidente informar utilização do trimestralmente Pavilhão a Câmara, Gimnodesportivo da através Escola de relatório Secundária com 3º sobre a CEB de Cristina Torres. ---------------------------------------------------------------10.24 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E A ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CEB DR. JOAQUIM DE CARVALHO – UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO Pela Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, foi presente a informação nº 184/2005, datada de 7 Dezembro do corrente, dando conhecimento da necessidade de reestruturação do Protocolo existente entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Escola Secundária com 3º CEB de Joaquim de Carvalho, para utilização do Pavilhão Gimnodesportivo. ------------------------------------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada pela Vereadora Aida Cardoso, o Presidente assume o compromisso de informar trimestralmente a Câmara, mediante relatório da ocupação do espaço que está agora a ser protocolado. ------------------------------------A Câmara, estando ausente o Vice-Presidente, Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número vinte e nove à presente acta, devendo o Presidente informar trimestralmente a Câmara, através de relatório sobre a utilização do Pavilhão Gimnodesportivo da Escola Secundária com 3º CEB de Dr. Joaquim de Carvalho. ----------------------------------------------------------------------10.25 - ALTERAÇÃO DO PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ E O CLUBE NÁUTICO – DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADE DESPORTIVA Foi presente a informação nº 179/2005, da Divisão de Juventude, Desporto e Colectividades, datada de 7 de Dezembro do corrente ano, com vista à reestruturação do Protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e o Clube Náutico, para desenvolvimento de actividade desportiva. ------------------------Sobre este assunto, devem ser tomadas em consideração as intervenções que constam do ponto 10.3, da presente acta, em que, em conclusão, e de acordo com a proposta apresentada compromisso de pela informar Vereadora Aida trimestralmente Cardoso, a Câmara, o Presidente mediante assume relatório o do desenvolvimento da modalidade desportiva que está agora a ser protocolado. -----42 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 A Câmara, na ausência do Vice-Presidente Paulo Pereira Coelho, deliberou, por unanimidade, sob proposta do Vereador Lídio Lopes, aprovar a revisão do referido Protocolo, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número trimestralmente trinta a à Câmara, presente através de acta, devendo relatório sobre o Presidente o informar desenvolvimento da modalidade desportiva do Clube Náutico. ----------------------------------------13 – INTERVENÇÃO DO PÚBLICO 13 – INTERVENÇÃO DO PÚBLICO 13.1 – JOÃO PAULO RODRIGUES MATEUS Assunto: Processo de licenciamento nº 524/04 do Departamento de Urbanismo. Pretensão: Esclarecimento sobre o Estado do mesmo. Endereço: Rua dos Moinhos nº 21. ----------------------------------------------------------------------------O Munícipe expôs a situação e disse que, no fundo, aquilo que pretende são esclarecimentos sobre a posição clara, por parte da Câmara Municipal, relativamente à evolução e à condução deste processo nº 524/04. Pretende saber qual a posição efectiva da Câmara neste processo, visto que já se arrasta há alguns anos, pelo menos, desde o primeiro auto de vistoria, que foi proferido em 19 de Outubro de 2004, verificando-se a entrega, a pouco e pouco, de elementos que foram solicitados logo no início, numa tentativa, a seu ver, de o prolongar. O Presidente disponibilizou-se a receber o Sr. João Paulo Rodrigues Mateus e, depois de analisado o assunto, de ouvir a sua exposição, disse que o assunto irá ser analisado e lhe darão a resposta. ------------------------------------------13.2 – URIEL DA SILVA OLIVEIRA Assunto: Colocação de tapetes e manilhas na Freguesia de Santana. Despesas de execução dos trabalhos de limpeza no terreno sito na rua do Poceirão, processo nº D.2/4.20 e D.2/10.4 do Departamento de Obras Municipais. Pretensão: Colocação de tapetes e manilhas nas diversas ruas de Santana. Endereço: Rua do Poceirão nº 34 – Santana. ------------------------------------------------------------------O Munícipe expôs a sua situação. -----------------------------------------------O Presidente esclareceu que a colocação de tapetes fazia parte de uma empreitada genérica para colocar tapetes em diversas ruas da freguesia de Santana, empreitada esta que a certa altura foi interrompida, estando neste momento a ser analisada para fazer parte do próximo plano de trabalhos. ----------------------13.3 – JOSÉ OLIVEIRA MONTEIRO Assunto: Arranjo da parte final da rua Dr. Duarte Silva, do Departamento de 43 CÂMARA MUNICIPAL Acta da Reunião Ordinária de 22-12-2005 Obras Municipais. Pretensão: Informação sobre a obra que estava prevista de pavimentação da parte final da rua Dr. Duarte Silva. Endereço: Rua Carrington da Costa, nº 9. -------------------------------------------------------------------O Munícipe em causa faltou à reunião. ------------------------------------------13.4 – JOSÉ JORGE SIMÕES Assunto: Obras de beneficiação e remodelação, processo nº 136/03 e 296/04 do Departamento de Urbanismo. Pretensão: Ajuda para tentar resolver os processos. Endereço: Rua de Cima, nº13 Vimeira – Mealhada. --------------------------------O Munícipe em causa faltou à reunião. ------------------------------------------13.5 – MARIA DA CONCEIÇÃO RODRIGUES SILVA E ALBERTO MANUEL DA CONCEIÇÃO RODRIGUES Assunto: Construção de muros de vedação, um dos quais tira a visibilidade à passagem de automóveis, outro tapa a passagem de acesso a uma propriedade. Processo nº 410/03 do Departamento de Urbanismo. Pretensão: uma resposta relativamente à certeza de não ser autorizada qualquer tipo de obra na linha divisória junto à propriedade dos reclamantes. Ratificação dos dois muros. Endereço: Bica - Alhadas. ------------------------------------------------------A munícipe expôs a situação, pedindo que resolvessem o problema pois, segundo ela, os muros não estão construídos no local correcto. -------------------------O Presidente referiu que o Director de Departamento, Engº Mário Maduro, iria visitar o local para uma possível correcção dos referidos muros, ficando desde já esclarecido que não se pode construir em serventias. ------------------------E não havendo mais assuntos a tratar, foi pelo Presidente declarada encerrada a reunião eram quinze horas e nove minutos, da qual, para constar, se lavrou a presente acta, que será previamente distribuída a todos os membros da Câmara Municipal para posterior aprovação e que vai ser assinada pelo Presidente e pelo Secretário, nos termos da Lei. -------------------------------------------------- 44