Rio de Janeiro
CORTE.
POR UM ANNO. . . . 1GU00O
Anno V. IV. â5.
Sexta feira 25 de fevereiro de 1848.
(ORItlJO HIMíMII 9
PROVÍNCIA*.
POR UM ANNO. . . . 20U0Ó0
POR SEIS MEZES. . .
8U000
POR SEIS MEZES. . 2 10U000
POR TRES MEZES. . .
4U000
POR TRES MEZES. . .
O C0RHE10 MBRCaNTIL é propriedade de F. J. dos
Santos RolrlgueseC.»
O íscbiptohio è na rua da Quitanda n. 13 sobrado.
--,.'
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As Assignaturas comecão dos dias 1 e 16 da cada
mez.
Os artigos Communicadosi* Interesse geral, lem Inserção gratuita.
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511000
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RIO DE JANEIttO.
24 de fevereiro.
NECHROLOGIA.
Hoje pelas 5 horas da (arde foi sepultado na fre"
guezia de Santa Anna o Sr. Miguel Noel Burnier,
natural da Saboia, e redactor do periódico o NouveU
liste. Residente no Brasil ha muitos annos, elle tinha adquirido bem merecidas sympathias, e dirigio
a redacção de varioí periódicos, inclusive o iWeí>
cantil, cuja redacção em chefe esteve a seu cargo
por espaço de alguns annos.
Éum colloga de menos, que contamos; c mais uma
sempre.
pcnna, que se quebrou para
A imprensa do Bio de Janeiro perdeu nelle um desses escriptores babeis, que ora raciocinando com a força e gravidade de uma razão fria e severa trazia a flor
d'agua a verdade, que procurava demonstrar ; c ora
seguindo o preceito de Horucio punia os abusos com a
arma da ironia, edo ridículo, quo tão bellamente manejava.
A prova do que dizemos ahi está em todos os seus
escriptos. E estas linhas, que mal traçamos neste momento servem do provar a dor que sentimos pela
morte prematura de um estimavel collega, e são como
o adeos ultimo que dizemos ao entrar seu corpo na
l0U7.il.
"exterior.
PORTUGA.
Carta bis Braz Tizána, iiotiiuriode Lisboa, ao
dariieiro.
Janeiro 5.
Mon cher. Segundo noticias de Paris, recebidas
nesta bolica, o governo francez havia sanecionado.
o estabelecimento de um banco em Argel; o capitale de dei milhões, dois destes forão tomados pelo
banco de frança, e o resto por accionislas. O Alah
francez permitia que este banco argelino nào ado,»te as manhas do nosso, e nào ponha oi pobres Argelinos a pão de padeira, como nos sucede com o
nosso, que esta sendo coisa muito ratona. Depois
da eholera-morbus não vejo coisa mais cruelmente assustadora que o tal banco! olhe que é capaz
de euiphlysicar as gavetas mais nutridas. Uma nota
de bauco faz cm mim o mesmo effeilo que uma
purga.
O meu correspondente particular dc ambas as
Bussias, tanto da branca como da vermelha, me
diz que o Imperador Nicolàu deu mais um pulo imperial ua estrada do progresso. Sua Magestade aulorisou os servos russianos a comprarem bens territoriaes nas vendas publicas, conferindo-lhes os
direitosannexos As propriedades. Também Sua Magestade o rei Luiz de Baviera deu o seu pulo real no
caminho da liberdade de imprensa! Desde oi.' do
corrente nào haverá censura prévia nos escriptos
sobre a politica do paiz: ficão só sujeitos ao posso,
quero e mando desta senhora os escriptos relativos
á politica estrangeira, os que infringirem as leis peuaeseosque atacarem a honra dos particulares.
Munich ficou saltando de contente.
A respeito de Roma o mais importante é ter a
consulta de estado approvado, por 21 votos contra
4, que as suas votações fossem publicas, e que a imprensa publicasse as discussões desta assembléa. Os
Romanos caminhão de vagar, mas caminhão. Os
nossos Portuguezes caminhão a marche» marche e
aos sôccos, o por iim canção e retrocedem. A res-
peito de Nápoles, terra clássica do macarrão, as notidas são algum tanto estapafúrdias. A povoaçâo
estava em agitação surda, mas assustadora; os infelizes sublevados de Beggio marcharão para o seu
degredo, e dizem que'Sua Magestade Napolitana asr
sistira ao acto de marcar os sentenciados!! Nào lhe
gabo o divertimento.
Os tribunaes de Sevílha vão oecupar-se de uma.
causa quo nào deixa do fazer rir ! Um ciJmico, repre**:
sentando no Diabo Pregador, disse que os esbirros o
aguazis não cprtavão as unhas todos os oito dias ! os
esbirros e aguazis esquentárão-se, e chamarão o comico ú conciliação, is como não se compuzerão corre
o pleilo. O viajante aéreo Monle-mayor offereccu-se
para fazer pulo ar a viagem de Medi na Sidonin a Madrid em de» horas ! Appareceu recostada nas visinlianças muritimas de Santonha uma bale» que tinha 24
varas de largura !! Parecia não gozar de perfeita
saúde. Chegarão a Barcelona os artistas Campanologos;
a sua orclieslra còmpõe-so do 100 campainhas.
No dia 21 do passado morreu em Sevilha um Inglez, que sytnholisava bastantes curiosidades ! este Inglez professava a religião protestante. Tinha nascido
cm dia do S. Tlioninz, e na praça de S. Tliomaz, em
Londres. Chamava-se Tliomaz-Thomaz, seu pai tambem se chamava Thomaz-Thomaz. Sua mãi TliomnziàThomaz, c morreu elle em dia deS. Tliomaz! Neste
dia modificou a sua opinião religiosa ; baptizou-se, e
casou-se com uma Hespanhola, de quem havia um lilho, que legitimou. Chegou a Madrid o Isturiz, que
foi ministro Hespanhol em Londres; c sábio de Madrid para Cuba o general Boncali, que vai tomar o
commando da ilha: « Espartero era esperado em
Paris.
As noticias de Paris são interessantes : allluião os
deputados em grande numero. O rei tinha-se recoIhido logo que Paris se embuçou no seu capote de in verno. O negocio do maior vulto era o processo do
barão Mortier, que ondoudeceu em Turim ; a barorieza sua esposa quer por força quo a sua metade Mortier esteja doudo, e o marido teima que não !! Os juizes mandarão que se consultassem os médicos. O alopatas, hommopatas, os partidários de Hypocrates, de
Avicena, de Hannoman, eo próprio boticário ltaspail,
estava tudo a postos por causa dos miolos do Sr. barão.
Casa-se Mr. BalzacM! esle senhor quo se casa è
o autor da physiologia do matrimônio, na qual sustenta que os homens não se casão senão por cliolera, ou por estarem enfastiados de ser solteiros; ou
por preguiça, ou com receio de deixar seus bens a
estranhos I! Assim se relractão os sábios ! Falla-su
alli muito em uma joven que estava em um convento de freiras, a qual, achando-se doente, foi
visitada pelo medico, que achou na cama, tendo
cravados dois Christos com os seus cravos, um
n'um peito, outro n'um hombro 11 Atlribueni esta
galanleria ao confessor. A maior novidade dramalica dé Paris actualmenle' é o llamlet de Shalcespeare, traduzido pelo inesgotável Alexandre Dumas, a quem alli chamão o Napoleàoda litteiatura,
e o revolucionário morda letra redonda.
Os dramas-modernos desle autor no seu theatro
histórico gaslào seis ou oito noites a representar-se!!
No iim de cada uoile vem o cômico ã frente do paico scenico ediz—Conlinuar-se-ha!!--Taléogosío do aulor da Gabriela de Bolle-Isle, o da Calharina Howard, que viu correr os touros cm Madrid
ao lado do seu amigo Roca Togores, hoje ministro
da marinha. Os Atridas, tragédia nova de M. Ponroy, foi tumultuosamente assobiada a ponto de intervir a policia! Segundo diz o nosso jornal a Carta,
espera-se que as figas de azeviche subão no mercado em razão de que todas as senhoras procurào
munir-se dellas contra a brucha de Madame Chevalier, que as velhas dizem tem pacto com o diabo.
Nào se verificou a doença perigosa de Luiz Phelippe nem a sua abdicação! E' verdade que o rei
cidadão teve o seu delluxo e enrouqueceo, mas não
prestou. Um tal Lassalle, chefe da repartição no
ministério da guerra, vai responJer perante a poli-
b»MbbbibbbMbbbbbMbb»mbbbb«bbbb1bMbbbbb»^bbbMb»b»bMbmbbbbbM«bibbi
FOLHETIM DO CORKEIO MERCA.1T.L.
COSTUMES NACIONAES*
O SUNIASS1E.
No Deccan, uma das mais extensas províncias da
Índia, situada entre os rios Narbuddu e Kistna,existe o Goandwanua, dislriclo montanhoso, doentio e
deserto , mas em que a industria de algumas familias Slahraltas de Nagpore tem ferlilisado alguns lugares. Comtudo o aspecto geral é árido, e mesmo o
lugar oecupado pelos Goands, não apresenta mais
do que a vista de uma triste capoeira. Esta iribu miseravel, talvez a mais baixa em graduação de todas
as castas da índia apezar de pertencer á de Brahininal, tem na seita que professa, dogmas que vão de
encontro aos de Brahma, concedendo alé o aliinento animal, á excepçào todavia dc carne de vácea.
Por muitos annos atradicçào popular asseverava,
que entre os habitantes da Índia Baixa, os Goands,
haviâo certas seitas, que aiinualmcnle fiziào ao
destruidor sacrifícios humanos; os Euro| eos porém
repellirão com desprezo essa idèa, c não derão cre-
diloaessa historia de um costume tào bárbaro ; e
só depois de investigações mais modernas, o do tesleinunliodointelligeiite e pesqüizador capitão CrWford, de liengaila , homem que mais conhece os inlimos costumes dos povos de Leste , foi que se teve
a certeza de ser infelizmente verdadeira a tradicçào
de tão terrível e revoltante uso. Um acaso singular,
ou antes uma serie de acontecimentos raros, veio
coiifirmar-me em 1819 na crença da existência do
um crime, de que naquelle tempo se falia va surdamente, e a que porém davào inteiro credito os Sepoys (soldados do paiz ao serviço dá Grã-Bretanha),
eos naturaes deMadras.
O regimento a que naquella época eu pertencia ,
eslava cm marcha de Baugalore , em Mysorc , para
Clianda, em Berar, em distancia nada menos de duzentas léguas, quando em uma manhã depois de termos acampado , sahi com um dos olliciaes meu camarada, que tinha por costume de com sua espio—
garda procurar-nos mais alguus petiscos para o aimoço. Calvert Monlford era um rapaz alegre, bonito
e generoso, e por isso o favorito de todo o régimento, desde nosso velho cominatidanle alé Meer Ali, o
balisa : entretanto muitas vezes arrebatado pelofo-
go da mocida.de, çomracttia serias vexações a res-
cia correccional por umas bagatelinhas, isto é, por
concussões, e por ter recebido sommas grandes para
alcançar empregos para Argel!!! Em França (ia-se
mais miúdo ; com tudo, verdade, verdade, entre
nós ou ninguém faz disto ou não é crime 1 eu ao
menos ainda não vi a nossa policia correccional occupada com estas bagatelas! O paiz cheira a moral
que ate faz dores de cabeça.
Suspeita-se que apparcça alguma guerrilha pelo
Aremtejo, e até dizem que jà por. lá anda gente com
esta libre. Aftinna-so que a nossa escola Medico-Cirurgica da capital onda experimentando o celebre
Chloroformo, quo tanta hulha faz por Paris e Londres.
A mulher de um fabricante do chitas no condado de
Lancastre (Inglaterra) publicou no dia íHi de novembro quatro volumes viventes compostos por seu marido; mais clarinho, pariu quatro créanças, duas pertenccih ao sexo masculino, o as outras duas ao sexo lemenino; todas quatro desfructào saúde o vigor ao
mesmo tempo. .Se faz outra gracinha como esta, dá
conta do fabricante eda fabrica das chitas.
A portaria do ministro do reino contra as medidas
anti-constitucionaes do governo civil de Vi/eu moreceu os elogios da Matrona da rua da Cruz de Pão ;
mas, como era o Gorjâo que tinha assignado a portaria, c seja crime de lesa-magestade na Matrona, e na
sua gente elogiar umeartista, a doutora disse que islo
no Gorjào não fora virtude governativa, mas embirra
que tinha ao Lopes Branco!!! Quem pode ser juiz
com laes mordomos? Corro o boato de que vao ser
chamados á câmara conservadora os pares que assignárão a representação para D.Miguel por sobre a cabeca a coroa de sua sobrinha. Ignoro o fundamento
deste boato. Qs quo assignárào de certo náoquizcrâó
ser pares, e nesse caso 6 tolice teimar com elles; mas
os herdeiros destes estão em diversa situação. So o Pariatò é um direito, e um direito hereditário, como se
pôde annullar este direito serii ser por uma sentença?
E-onde eslã ella ? Porque meu pai se deitou a um poço,
segue-se que hei de estar sempre metlido dentro da
água?
Sou, cm nome da nação eda Bainha,
Seu amigo,
Saúde e patacos.
Braz Tizana.
(Periódico dos P. do Porto.)
tados sejão por elles consideradas como patrimônio
ue certas famílias—como lugares de primeira intrança ou noviciado de bacharéis, militares o cierigos sem merecimentos, que emigrarão pára a poli lica, porque esta lhes offerece mais vantagem o
menos trabalho.—ou finalmente com ura brinde,
com que algumas pessoas qualificadas e deinlluencia pela sua posição social, querem pagar favores
particulares, que de alguém receberão. Vergonha
é para nós, e muito mais ainda para esses eleitores;
mas sobre vergonha, um mal que traz comsigo gravissimas conseqüências; — porque qual será a genuina expressão de uma câmara de deputados eleita
por similhaiites conveniências ? Qual será o verdadeiro pensamento, qne ha lie presidir aos seus açtos em relação as paiz ? Qne pode esperar delia a
nação tão carecida, e os povos a braços com a miseriã?—Talvez elementos para novas eftinestissiiiias
revoluções! 1
Olhe, meu amigo, cm quanto os pais da pátria lorem empregados públicos e créanças, pouco importa a
cor que trajao, o carro não se endireita, o o noiso pobro Portugal ha de ir sempre para Iraz até se perder
de todo: e desta ninguém me lira. Eu queria que oi
laes senhores representantes fossem homens esclarecidose independentes, nenja bonifralcs : queria que estivessem ligados aos interesses do paiz pelo nó di propriedade, e não pela esperança o desejo de ganhar no
joguiuho a propriedade que nào lêem : o sabe por quo
eu queria tudo isto? porque do contrario o salão das
cortes mio passa de um simile de praça dc commercio
ou feira publica, em que cada um negoceia com a nação pelo seu interesso particular, tratando só do sollicitar a sua fortuna á custa delia : ou quando muito ha
de ser um arremedo .do escola de ensino primário, de
alguma polyteclmica ou lyceu om que se ensina a
aprender os rudimentosda arte para furtar licita, honrada e decentemente.
Sim, parece-me que não hei de ter, ainda mal, essa
trabalho, nem hei de passar por similhante vergonha.
Se não diga-me: que juizo lórma Viu. de um homem,
que hoje sollicita ser deputado, o que para o conseguir
se faz em frangalhos. c commetto toda a casta de baixezas c indignidades? — Eu cá no meu bestunto entendo que é tolo, ou quer ser uma coisa que sei.... —
K por desgraça poucos sahirão deputados, que o nào
sollicitassem! — Breve porém nos desonganaremoi.
ML
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il-
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1
JORNAL 1)0 PORTO.
(Da Nação.)
•—Purilanon. 156.— Esle jornal cartista e defensor da embuscada dc G de outubro faz o seguinte
juizo da câmara actual— éo pancgyrico do systema, que felizmente nos rege, feito por um adepto
do mesmo systema:
Eu esperava pela eleição dos deputados, como
PARTE OFFICIAL.
pela nossa redempção, porém lenho para mim que
os laes depuladiiiiios apagão todas as nossas espe— Con vindo acautellar qualquer engano
que posranças: nào podem fazer coisa que se leia, o pode
nos
signaes
nocturnos
feitos
sa
haver
fortaleza
pela
mos contar que a maior parle vae para o congresso
de Santa Cruz, para dar livre sacurar de si, e do seu adiantamento, segundo a car- de Villegaignon à
às
embarcações
hida
que são autorisadas para larroira a que se destina, u sem gastar uma palavra:
á
deste
por<o
qualquer hora; manda S. M. o
não ha nada mais baraio, o o mais é que pagamos gar
V.
S. expeça as precisas ordens
o seu silencio e o seu voto—que vendem aos seus Imperador, que
ora
em
diante, os signaes feitos com
dc
interesses— pela módica quantia deÜUSOO rs. dia- para que
circumstancias
tigelinhas, nas
referidas, sejão gemrios, e talvez sem ser em notas!
de um tiro de peça dado gimulacompanhados
pre
E sendo islo assim, como de certo hade ser, portaneaiiiente da mencionada fortaleza, sendo esto
que quem torto nasce nunca se endireita, que nos im- signal assim combinado repetido
para cada navio,
poria a nós e á nação, que elles sejão cartistas, septenhão
de
sahir
mais
de
um
na mesma ocquando
tembristas, mouros ou judeus? Eu não nego que
casulo.
entre elles não vão alguns de muita probidade, mas
Deos Guarde a V. S. Paço em 23 de feveroiro d*
que vale isso, se a maioria são todos uns misera- 18}8.— Cândido Baptista de Oliveira,— Sr.
Jacinveis? Nequehercule contra duo, quanto mais conRoque
de
Sena
Pereira.
tho
tra tantos! Olhe, meu amigo, dcsenganemo-iios,
isto de eleições é uma historia. Vrac. uão presenciou o que ahi se passou nesse collegio com os eleiFoi approvada pelo governo a adopção da 1.»
tores? Não viu tantos mosquitos por corda? Pois
do
compêndio de Uranographia de Fraucceur
o mesmo que Vinc; ahi viu e presenciou hade acon- parte as lições do 4.* anno da escola
militar.
tecer no collegio de S. Bento, sempre que se tratar para
Foi declarado pela secretaria da guerra ao
das conveniências publicas.
Vergonha é para nós, e muito maior ainda para dirèctor da escola militar que um só voto não reesses eleitores da maioria, que as cadeiras de depu
prova os candidatos ao gráo de doutor
INTERIOR. 1
,ií
peito da disciplina militar, c tanto que freqüentes
vezes nosso benigno, mas rígido couimandante , o
major Beclielt, via-se obrigado a reprimir, bem que
constrangido, suas irrellectidas brincadeiras , as
quaes envòlviàoMontford emdilemmasque comprometleiido o caracter do regimento poderiào ser mais
severamente punidas, se fossem sujeitas à desapiedada analyse de autoridades mais graduadas: irrellcclidamente ofleudia quasi semprea gravidade das
cerimonias olliciaes, e com briucadeirasde estudante insultava os prejuízos populares, atirando—;e mesmo a comiiielter faltas contra a disciplina. Queixas
continuadas faziáo contra elle os habitantes das eidades e villas por onde passávamos: umas vezes cia
a casa de um dèscórlez Maliouielauo, que havia sido invadida ; outras vezes era uma pomba sagrada
que havia morto mesmo, no piuaçulo do pagode;
bonleiii ilcsapparecera de meiaduziade palmeiras os
t a ri gel Ias nellas suspensos; hoje uma affronla sem
nome havia sido feita ao idolo Vishnoo ; e uma vez
ia succedendo-lhe muito mal por ter corrido apoz
uma das daiisannas do templo, mesmo dentro do
recinto daquelle vedado edifício. Continuemos porem o fio de nossa historia.
Jà tínhamos andado grande espaço, c com ai*
guma fortuna : algumas lebres e pombas verdes quo
matámos, forão confiadas ao Koolay-walla, guarda
cão de Calvert. O dia estava jà em meio de sua carreira, e os raios abrasadores desse sol oriental, tinhào-se tornado insupporlaveis; era intenso o calor, e (lispiinliamo-iios a voltar , quando inesperadamente descobrimos um antigo pagode cinzento o
arruinado , tão escoudido pelo arvoredo , que só o
vimos quando jà junto delle. Um latido agudo do
cão de Calvert, attrahindo nossa atlenção, percebemos assentado sobre o zimborio do templo um grande macaco pardacenlo, fazendo momos e caretas.
Monlford preparouaespingarda. nMut màrosahibs»
(Nào faças fogo, Senhor) disse o guarda cào muito
assustado, o macacoé sagrado, eos Brahmines licaráo zangados.
Tinha apenas porém proferido essas palavras,
quando Calverl atirou, e o pobre animal cáhiu morto a seus pés.
No mesmo momento , do desmantelado pagode
saliiu um ente tào aterrado e tão espantado, que so
com elle náo estivéssemos familiarisados, poderiamos duvidar se pertencia á raça humana, mas dei
dias antes, o Suuiassie, que agora pulava para nós,
duudo horríveis aivoí, c fazendo terriyçjj Uypreea-
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m
2
Correio Mercantil,
*E «^t^rs*»1-*
APURAÇÃO GE»AL DOS DEPUTADOS PROVINCIAES
DO RIO DE ÍANEIBO.
Rarão de Lages, 464; Francisco da Paula Monteiro
deBarros, 401; Rapbael Pereira de Carvalho, 396 ;
João Nepomueeno Castrioto, 389; Joaquim, José j de
Souza Breves, 388; José de d'Assis Alves Branco M.
Barreto, 375; Pedro Ramos da Silva, 318; José da
Cunha Rarbosa, 370; Èernardo 4 N..d'Azambuja,
363; Ângelo Thomaz do Amaral, 360; Manuel MarUns do Couto Reis, 358; YIsconde de Raependy,
354; Francisco Ge Acaiaba d* Montezuma,!346;
José Joaquim Monteiro dos Santos, 341; Emiliauo
Fagundes Varélla, 335; Luiz AntouioMoni-dos.Santos Lobo, 333; Manuet dejFrias Yasconcellosj: 323;
Cláudio Gomes Ribeiro d'Aveíar, 315; Thomaz Gomes dos Santos, 310; Antônio Henriques de Miranda
Rego, 30T; Berarmino Ricardo de Siqueira, 306;
Padre Antônio Corrêa de Carvalho, 305; | José Alves,
Carneiro, 30*; José Maria da Silva Ritaneou-t,
304; José Augusto Gomes de Menezes, 299 ;.;Francisco José Cardoso, 297; José de Souza.Brevesi^Oõ ;í
Hermenegildo da Cunha Ribeintf Feijóy .ttfttrJta-'/
nando Sebastião Dias da Motta, 287; José de Araújo
Coulinho, 284; José Pereira Dárrigue Faro; 283;
Antônio Alves de Miranda Varejão, 283; Manoel
Antônio Alves de Azevedo, 282; Francisco de Saltes
Torres Homem, 274; Thomaz José de Siqueira, 274;
Manuel Joaquim da Silva, 267;
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te, não ha ahi motivo de escândalo. Se ao senado ninguem devia extorquir um.dkeito que lha è pela constituição claramente reconhecido, se tão zelosa foi des-»
se direito a opposiçâo, como o não «; igualmente do
: direito que, assiste ao moderados a» livre efioolha dos
senadores? Como teu. agor* a pre4*n<àa«-arruga* cia de julgar que para não feriro matiad-W d» sanada
devia a coroa deixar do escolhei c* munas «idadios
por ódio dos quaes se annuRario as primem*títiçies?
Qual ó a obrigação que tem o chefe do estado de açorapanhar qualquerdos poderes nos seus ódios e caprichos? Pelo contrario a firmeza em sues vistas e resoluções quando estão, de accordo com a& leis_è a melhor
fiança dada á estabilidade, do governo mpnarehico reQueria a oppofiçào quesuoulbidasas, eleiçõas-de.
Pernambuco^
chorro .da presidem;»; que se II» dease a« taeao» este
triumpho para com.ette vietoriar-se, sem leoibrar-se
que o exoeutivo é também livre em suas attribuiçoes,,
que as não deve expor ao jogo das facções, e que no
regimea repr_*eoUtite nio é obrigado * *ub<-fdía*fse às vistas, das. minorias. Comoo governo nào díraittiu o presidente de Pernambuco, novos pretextos para
a nullidadedas 2.*' eleições, e razão para que o sena*»
do as annulle; e para aplainar • caminho ahi vaio Urasil propalando que as urnas regorgitarão de nullidades, «que essa escolha éoacto do maior desatino po« litico, que por, elle col loca-se o senado na terrível
« colljsão ou de annullar 2.* voz as eleições dos cinto
« mil. ou de reconhecer-se vencido, e subscrever -sei a
« rui na da sua influencia moral.» Assim cooelue o
Brasil que dar aisento na» cadeiras curues doa senadores do império ao sr. Chichorro, è o que não pôde o
senado lazer; sem compromettero elemento eonservidor, garantido poiesta corporação. Daqui a cousa-!
quencia obvia e natural i que ao senado se davem curvar
todos os mais poderes do estado, se ueile dominar aiguma vez uma facção: todos os outros poderes da nossa
organização social se devem jungirao seu carro, e assim entregar a sorte do paiz- aos azares da guerra civil, j
Em que paiz do mundo doutrina similhante teve secta*
rios?Cada um dos poderes tem sua orbita, fóra de cujas
raias não pôde saltar; entretanto o que apregoa o Brasil, o que estabeleceu como principio constitucional é a.
legitimidade das usurpaçõesdos poderes políticos.
O senado brasileiro e um corpo conservador, mas
parasel-o é preciso que seu espirito seja superior ao
espirito de cada um homem, aos caprichos das opposições, e que so lembre que electivo e ao mesmo tem do*
tadoda perpetuidade pela vitaliciedade de seus meinbros, perderá o espirito de conservação no momento
em que pretender collooar-se superior a todos os outros poderes do estado. (Do Itamontano.)
José Vieira da Silva Cavalcanti, 266; José Pereira de Araújo Neves, 264; Joaquim fiandeira de Gouvéa, 255; Lourenço Vieira de Souza Meirelles,253;
Manuel Felisardo'de Souza e Mello, 245; Antônio
Francisco de Almeida Barboza, 244; Joào Pedro de.
Almeida, 237; João Caldas Vianna, 232; João Luiz
Bezerra Cavalcanti, 230; Marlinho Alves da Silva
Campos, 229; Ignacio Francisco Silveira da Moita,
228 ; Ananias de Oliveira e Souza, 225; Barão de
Capivary, 223; Luiz Carlos de Paiva Teixeira, 220;
Luiz da Motta Leite de Araújo. 218; Pedro Luiz de
Souza, 216; Ignacio Gabriel Monteiro de Barros,
216; José Marcondes de ToHedo, 211; padre Augusto dos Santos Collares, 205; João Ricardo Norberto Ferreira, 204; Joào Carlos Monteiro, 198;
João Pereira da Costa Motta, 198; José Joaquim
Guimarães, 193; Quintiliano de M. Souza e Menezes, 192; João José de Carvalho, 188; Joaquim
Manhaens Rarreto, 187; Joaquim Manuel de Macedo, 186; Carlos Honorio de Figueredo, 186; Joaquim Pereira Vianna de Lima, 185; José Bonifácio
Nascentes d'Azambuja, 179; José da Silva Guimárães, 177; Gaspar Antônio da Costa Leal, 176;Francisco Júlio Xavier, 176; Antônio Gonçalves de
Araújo Leitão, 176; José Ribeiro de Castro, 176;
Fancisco José Nunes, 172; Luiz Francisco Câmara N. 55. — QUARTKI. GBNEBAL DA CORTE 24 DE PELeal, 172; Bernardino José Maciel, 172.
VEREIRO DE 1848.
A ESCOLHA DOS SENADORES.
A 2." nomeação do Sr. Chicboro, e Ernesto pela
província do Pernambuco, depois que o senado houve
por bem annullar as eleições de Pernambuco, pelo
molivo de nullidades nas primeiras eleições para preondier as duas vagas do senado, tem de offerecer a opposição pretexto de longos cotnmentarios, e o Brasil,
que costuma annunciar os combates políticos, em seu
numero de 24 do p- p. appresonta considerações, que
tem despertado nossa attençào, não para lhe darmos
assentimento, mas para medir a importância da luta
que so tem de travar entre os senadores opposicionis,-jtos o o gabinete.
Da 1." lista sextupla escolheu o poder moderador os
dous candidates Chichorro e Ernesto, depois de muita meditação, e com inteiro conhecimento de todas
as oceurrencias do processo dessas eleições. Todas as
inculcüdas nullidades forào discutidas pele tribuna,'
o pela imprensa antes da escolha, e ninguém se persuadia que ainda houvesse duvida sobre a validade das
eleições, e muito menos que se discutisse a legi tímidade com que o poder moderador tinha exercido suas
attribuiçoes neste negocio. Quando porém um dos escolhidos agpresentou a sua carta de nomeação e te
tratou de verificar os poderes, com surpresa de todo o
mundo, vio-se que taes nullidades descobrio o senado,
pelas quaes julgou insubsistente a escolha, e assim: não
deu assento aos eleitos. O ministério depois de haver
no próprio senado mostrado eloqüentemente a inconveniência, e absurdo de tal procedimento, sujeitòu-se as suas decisões, e mandou, proceder ás novas
eleições. Nellas forão votados os mesmos senhores. O
que cumpria ao gabinete? Aconselharia coroa, que os
nào elegesse para satisfazer as vistas da opposiçâo ? Que
se mostrasse, não dizemos condescendente com ella,
ma. submissa e que se subordinasse a acceitar os seus
caprichos? Seria rebaixar demasiado as prerogotivas
constitucionaes do moderador. Portanto muito acertada julgamos a escolha que de novo fez dos mesmos
candidatos, que já havia declarado dignos dè pertencer ao senado brasileiro.. Quem dirá que ha neste proceder algum acto censurável ? Que houve da parte do
gabinete desejo de compromelter a cdrôa com o senado, ou de o collooar em novas difliculdades V De certo, vistas as cousas a sangue frio, e desapaixonadamenções, havia acompanhado o regimento. <'
Muitas veies depois lamentei o não ser iniciado
nos preceitos e regras da pintura, porque hão me
escaparia decerto esta scena verdadeiramente pittoresca e admirável. O Suniassie era um homem má*
gro e musculoso, e de idade já decadente; seus ca-'
bellos mesclados, sebosos e eroinaranhados, cahião
sobre os hombros até á cintura; a cará besuntada
com cinza branca, augmentava sua natural fealdade, jà mui grande pela deformidade do naria, que
tinha rachado, ou por penitencia, ou por puniVâo de
algum crime que houvesse commettidq. Sua nudez
•ra apenas coberta por uma escassa e apertada tunica de varias cores, que não passava dos joelhos,
tendo a cintura apertada por uma corda donde pendia uma cabaça em que guardava suas armas ; na
mão trazia um pennacho de pennas de pavão. "
Apontando para o corpo ainda tremulo do maçaco, pronunciou as mais atrozes injurias, de que é
rica a língua llindostan contra os Inglezes em geral,
e contra o meu amigo era particular; e levantando'
os braços para o céo, fulminou imprecações taei sobre a cabeça do destruidor, que fez tremer de terror aguarda cão; e em quaato pasmados a silenciom •aitt»flivamos «na iceia, cono poderíamos
Ordem do Dia.
Foi communicado á S. Exc. o Sr. general conde de
Caxias commandanto das armas, por aviso do ministorio da guerra de 22 do corrente mez, quo S. M. olmperador nomeou para ajudante do diréctordo arsenal
de guerra da província do Pará, ao Sr. Joaquim Jeronimo Barraò, alferes do estado maior de l.a classe do
exercito: o que S. Exc. manda patentear á guarniçõo
para que tenha a devida publicidade. José Joaquim.do
Coutto, ajudante d'ordens encarregado do detalhe.
' " ¦ oiY*\-'W- '
TTTfiíTi II
! 1103Jil.fi íi ; Ó_ii
BBPAHTIÇAÕ OA; POLICIA, ü m
lmi\PartedoajaMd9fsvereiro de 1848.
Na freguezia de SanfAhna forão presos os escravos
jJosé Gassange, Miguel GaiígHelIa.Nàrcizo Congo, Mathias Moçambique, Luiz Cabinda o Joaquim Congo,
por infracçào de posturas; e o portuguez José deMattos Corrêa por suspeito de furto. v
Na de Santa Rita, os escravos, José e Matheus, por
*J}$\ -;
desordem; 'iiu:« ,'ir.ssoi y jüjsriq ~mi,.ísV>'i #>
Na de S. José, um marinheiro americano,
"•''
que hão
declarou o nome por embriaguez; !''¦'!
Da parte do corpo de permanentes consta terem sido
presos á ordem do SI.*delegado de policia 51 individuos e 9 mulheres; e è Uo stibdétogàdb der Santa Bi Ia t
os escravos de nome» Nove cQüerimaho ppr desor-^ i>#iu
dempfi^|bjiu![i-f -!¦'--¦ .¦:.:!;•
^
Dsspachaios no dia 24 dê fèvehito.
gjjjtf^
Rio Grande'hó Sül —Iijgle..;',
Luiz leite Guimarães, e Antbtiíó.José^^'da Silva,ÇamarinDà, Portüguezes.; \
HAIÚBüàGÜ'¦-—liuiza Aivé^ Láileraant, com um sobrinho
dé^home Robért' ' Lallèmánt,
" ';'y ' idade
¦;;;; 9 annos. Alie'mae-í;;1/í',,',.j:i
;
,;,;. g ,.,.;,
IPoBTO — João José Í)his Pi.reirii.fl
r)" ', Manoel Alves Torres,
Porluguezes.
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K' .SJítiuu a üft'1
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a ;'•!.'.'"> duiusúbUK
...
AfIiica*— Manoel
Garcido, Hespanhol.
íPòrto í?òà ÜsáOA ---José pomingues Grillo,
Por*
tuguez..
!^'4l'i
^íl^íi^.'';;,";;
Secretaria da policia da curte, 24 de fevereiro
de 1848;— A.T\ C. tie Gouvia.
J-V
DECLARAÇÕES.
'1-i»_
Joaquim Teixeira de Macedo, escrivão d'alfandega desta corte, servindo de inspector da mesma, &c.
fazer em um espectaculo, correu para o sacrario,
d'onde tirando uma grande pedra, ensopou-a no
sangue ainda quente do animal, e antes qUè
podessemos adevinhar seu intento,arreineçou-a com extraordinaria força e destreza á cabeça de Calvert. A
pedra batendo na fonte, deitou-o por terra deixando-o sem sentidos por alguns momentos, mas não
lhe fez ferida alguma. Encolerisado lancei-me sobre
o Sumiassie, mas antes de chegar ao lugar em
que
elle estava, havia desaparecido por entre as ruínas
do pagode, mostrando-se pouco depois em cima da
balaustrada d'oude repetia as palavras c Dawa, Dawallie sumiu-se.
O natural vingativo dos religiosos mendicantes
Hindoos é ibera conhecido, mas ainda que suas vinganças sejào freqüentes nas províncias altas da India, comtudo mais perto da sede do governo,poucas
veies le atrevem a pratical-as eom medo do jmmedia to castigo. Destes hypocritas • supersticiosos
mendigos ha qualro differentes seitas, compostas
dos Gosains ou Suniassies , sectários de Siva; dos
Byragees, discípulos de Visbnoo; dos Udassies, ligados á crença de Seik; e dos logies,que se distinguem das outras por enterrarem seus mortos, em
vtí de queimal-os
Faz saber que no dia 25 do corrente mez, se hão de
arrematarem praça ao meio dia.á portad'altandega, 100 barris com 200 quiotaes. do. ai vaiado avaliadocadaquintata5U rs.,.gorconsumo eperteucente aKlingelleofêr QtmSt:C-\ seadioa arrematacão.
livie de direitos., Aliwdegfi24 db,fevereiro de 1848.
—(assignado I Joaqmin IWwffít dkMaçeto: —Joaquim Pia_i«ite d^Gaiapo^ctdaiiào brasileira>o Delegado aV Chefi* <í» |»Ü_^ do 2* disiricto
da corte, por S.M. I. que Deos guarde etc.
| Faz saber que forão designados para juizes de
facto nas diversas freguesias da corte os cidadãos se:^;¦- ¦•'¦¦:'¦
guintèg;',i--;;;:-.:';
$mtyM $fJaá %i y' »BBG0BaÀ- DE SANTA' RITA. (Continuação do n. 52.)
paai^.Carift^^
¦Mí
Francisco Rediigues de Amujo f iarWütk
Francisco Gomes de Soum Nataretb.
* & ' >'. i
(FranciscoFerreira Ramos.
Francisco Gabriel da Rocha Freire. ,
m
Feljciss^rpio.JoséuÇreiretDurvol.;
I ,?.
i-íi
¦
Friwi^QiauK-ia de Avüla.
Fabelliano José da Fonceca. ; £á§ W\
Francisco Alves da Silva.
Geraldo José da Cunha: j;,
^G^b^éí/.Pinto de Almeida.
Hermenegildo Machado do Nascimento.
João Caetano dos Santos.
Jacintho Roque de Souza Pereira.
Joaquim
'Joaquim José Cardozo. ...,«hi,.
Manoel' de Oliveira.
í*.
José Antônio da Silva.
;., ;,
José Maria Heredia.
José Joaquim Pereira Guimarães.
"José.da,'Silva
felina. ,.,,.= ,. ifj{~\,d'n •• •
¦
José Clemente Stuart.
m
Uus^/i ¦
Joaquim José da $Hya<&u1m*(iet.. w
•José Maria da Natividade. ¦tànvÁhvM -•¦
'Joaquim;JjbsÀT^eJirj^;..ir
,„;...¦;;
Joaquim Frandsco Rodrigues da ''.Silva.
Joaquim Doioingues Machado.
{,ob ,
José Maria da Porciunjula.
-Joào Francisco Freire de Aguiar.
Joaq u i m Ma r ti ns Garro-ha i&. 9 j fl i \y^ i~
Joào Gonçalves Pereira. í,1iÍW'!í.;') iáuM
"José
Lázaro du Rocban? ,.>,:,< ¦ ¦ $fa) o
..-;,;, u
José Baptista de Magalhães.
;H
José Maria Tavares,
joào Gavinho Vianna. .':i
joào Carlos Vicente de Lima. ,'./.»dí
João da Costa .Lima.
;Joãò Coelho da Silva Junior.! i; %,i !
José Antônio de Araújo Filgueiras.
joâp Alves da Silva Porto. ,l ,*ín?:{&.{.$.
Joaquim Diogo Hartheley. . t u, mt®
João José Gonçalves Moreira. > ¦,;;¦¦¦¦¦
Joaquim José dos Santos. |§| ,j( í/to;
Joào Nepumoceno de Menezes.
Joaquim Henriques da Silva. > s i. i;:
-iu r>
José Leal da Fonceca. •
José Bernardes dos Santos.;
síí < min
José Ribeiro de Souza Fontes.
José Pereira da Silva,
João José Ferreira Baptista. ¦¦¦¦¦
José Hypolito de Araújo.
José Antônio de Freitas Guimarães.
João Antônio Leite Junior.
José Vicente de Azevedo Coutinho.
José Firmino Marques. ¦..•..José Pereira Dias. ,
José Francisco Dutra. :m'ú
José Francisco de Paula e Silva.
José Narcizo de Olivcirt.
José Lúcia no Pereira. >jí»i òii úu
João José da Silva Monteiro,
t*r.&,.v
João José Ribeiro, <
; ju/
Joaquim Caetano da Silva, l i
João Antônio Leite. .
m-.w1
M0i
Joaquim Gonçalves Ferreira, i
João Evangelista de Negreiros Macedo,
Joaqui m Camillo Ferreira.
alítl tifi
José Francisco Duarte.
João de Castro e Silva. . r >
João de Deos de Carvalho..riisíalísq,; A—
Joaquim José Ribeiro da Silva.
José Theodoro Bemvindo Ferreira.»:
José da Costa Barros.
João da Costa Barros.
Joaquim Antônio Neves Gonsaga.
José Teixeira de Abreu Silveira,
José de Souza. Pereira da Cruz,
João Vieira Braga.
João Antônio Baptista.
Joaquim José Teixeira Penna.
Joaquim José dás trioas.
José Maria Nogueira.
José Francisco das Neves Tiburcio.
José Gomes Ribeiro.
João de Barros Lima.
Jorge Joaquim de Almeida.
José Rodrigues d'A ssurapcâo;
Joaquim Alves Corrêa,
. Mm'
José Raimundo de Farias, ¦,,.>".
, (Contínua).
n
A inspecçâo geral das obras publicas, precisa com-.
prar para o serviço das mesmas, quatro juntas de bois
mestiços ou,criôlos; quem os tiver dirija-se á rua dá
| Guarda/Velha n>° 5:.—Inspecçâo geral das obras puf Wíeas 2ãc dfl; Fevereiro de 1848.— José Teixeira de
4t^;Q>$&to*t(i, Almoxarife.
O paquete dp vapor S. Sebastião, partirá para os
portos do N)orH», hoje 25 do corrente as 4horas da
tarde ; correspondência no correio até as 11 horas
do dia, e depois destas, a uma hora da tarda só será
recebida com o porte duplo. Correio geral da corte
24 de fevereiro de 18J&— O admiaisMia.djí^ío^
Maria ' Lopes da Costa.
/ CAPITANIA DO PORTO;
\ ^
Pela secretaria da capitania do porto se faz publico a integea do aviso da secretaria d'esiado dos
negócios da marinha, abaixo transcripto:—¦ Marinba.--Avisftda,ll>de,feveíeJro1d,eTl8fe.i .
Dá providencia sobre as matrículas dos navios.
Convindo pôr termo ao abuso, que ordináriamente se faz das matrículas das guarnições dos
navios mercantes nas capitanias dos portos do
império; jà substituindo-se as matrículas feitas
em uma capitania por outras de estações flscaes.que
pela lei sàe incompetentes para similhante fim; já
illudindo-se as Ganças por veies concedidas, para
que em praso determinado se mostrem os respectivos
mestres habilitados na forma da lei, para exerceTem tal mister: manda S. M. o Ini|erador: 1.° Que
nesta capitania náo se admitlào como regulares as
matrículas incompetentemente feitas pelas estações
fiscaes desta* ou de qualquer outra pro vinci>: sujeitando as embarcações que na sua entrada apresentarem taes malrjculas á multa estabelecida no
Tegulamento do Porto, seiido esta applicada ácada
um dos indivíduos que forem nellas comprehendi.dos: 2.' Que em ciso nenhum se permittào fianças
aos capitães, ou a quaesquer indivíduos de quem
a lei. e os regulamentos do porto exijão determinadas habilitações, especialmente no que respeita a
justificação da nacionalidade. Deus guarde a V. S.
Paço, em 19 de fevereiro de 1848.—Assignado,
Cândido Baptistajfo ORveira.-mSci íaciolho Roque
de Sena Pereira., Secretaria da capitania do porlo
da corte, e província do Rio de Janeiro, em 21 de
fevereiro de 1848.—-No impedimento do secretario,
Arsenio Josi Ferreira.
ACADEMIA DE MABINIIA.
conformidade
Na
do annunciado na Gazeta Officiai, Jornal do Commercio, ei Correio Mercantil, de
14 docorrente.se faz publico que os exames de inglez e latim na academia de marinha, para aquelles
indivíduos que espontaneamente se prestâo á isso,
terão principio no dia 28 do corrente pelas 8 horas
da manhã, a bordo da nau Pedro Segundo. Secretaria d'academia de marinha 24 de fevereiro de 1848..
—¦Joio Henriques de Paiva,secretario^
ESPERANÇA COMMERCIAL.
Domingo 27 do corrente pelas 10 horas, da manhã na rua do Ilospicio n, 31, 3.' andar, haverá
reunião dos Srs. accionistas para os fins determinados no artigo 9.e dos estatutos; por tanto roga-se
aos ditos Srs. hajào de comparecer no mencionado
i dia. na certeza de que,, não se reunindo; o, numero
marcado no artigo 8.% comtudo se deliberará cora
os que se acharem presentes. Rio de Janeiro, 22 de
fevereiro de 1848.-- João Midosi, direclor.
PUBLICAÇÕES A PEDIDO.
De ha muito a atmosphera carregada de vapores
contagiosos, parecia somente annunciar desgraças e
calamidades, aoí pacíficos habitantes do Rio de laneiro; de ha muito viviamos em um estado do completo receio, e temerosos pelos nossos dias:
porque nos
parecia, que a natureza conspirada contra nós, quoria esmagar-nos com o peso das suas potências; entretanto esses vapores hoje dissiparão-se, essas
poten«ias contiverlo-se; ea natureza risonha
sorparece
sir-ie para nós, e promotter-nos paz e dias serenos de
vida. Sim, a natureza hoje mais bem disposta á nosso favor; por isso que observa a existência dos moralistai, e que ainda os homens religiosos o a virtude nos
não abandonasse; nos accompanbará como
protectora
de nossas desgraças, e a bonança
augurarque
parece
nos: fará que a tranquillidade
havia
depublica que
sipparecido de nosso seio torne a sorrir-se
nós,
e venha dar-nos uma nova aurora de vida. para
E'pois quando vemos que ainda existem Rrasileirosdesejososdo engrandecimento de nosso
paiz, quan*
do vemos a imprensa, essa mãi cara e
des*
protectora
velada das instituições pátrias, oecupada em moralisar
os povos; que nós lançamos mão da
penna para rogarmos aos Srs. — Z — S — ZS — que continuem
aa magestoza carreira á que se
propozerào talvez com
grandes sacrifícios! Não desanimem, continuem sempre sollicitos; continuem sem .se incommodarem com
os latidos e uivos des detesperados contrários e inimigos da moral christâ : sem darem ouvidos à individuos oceultos, na lisonja, esse insenso tão
pernicioso
à sociedade ; eonstituetn na fé viva e
de honesto,
pura
e na crença de que mais tarde as benções celestes, a
s
O Suniassie, o indigno beroe do presente rascu- vou o major, mas, senhor
nho, havia apparecido repentinamente era nosso outra vez, não brinqueis moço.se o encontrardes
com elle, que é um camaacampamento , onde fora objeclo de terror para a rada de máos e
perigosos brinquedos, e raro é que
maior parte dos nossos sepoys, que eom elle nào tidessa
casta
esqueça-se de seus planos de vinnhào relação alguma nem pela pátria, que era elle gente
de Bengalla, nem por qualquer outro laço. Por mais gança.
de uma vez havia-se intromettido em disputas soEstávamos alguns já ha nove mezes em Chanda
,
bre coisas com que não se devia importar, e foi ex- cidade antiga e
tristonha, vinte léguas ao sul de
do
acampamento,
tanto por isso, como por Nagpore, rodeada
pellido
sua insolencia c maligno ódio que sempre manifes- e apezar das doençasde bosques infestados de tigres,
que alli reinavão , Montford
tava contra os Inglezes. j „..
encontrava alguma dislraccào do tédio, que
quasi
Entretanto Calvert Montford, restabelecido dos sempre acompanha
as horas mortas de uraa vida miefleitos da pedrada, e como já por muitas vezes ha- litar inacliva.
Chanda , com suas plataformas arvia sido reprehendido por seus commandantes
por ruinadas, duas léguas em circumferencia, e sua pooflensas feitas ás superstições dos naluraes do
heterogênea de Mahometanos, Mahrattas e
paiz,
oceultou-se por muitos dias do major Beshett a mor- pulaçào
Brabminesde todas as denominações, não continha
te do macaco, e sua immodiata punição, mas não Europeo algum excepção dos olliciaes
á
de nosso reapparecendo mais o Suniassie, francamente na mesa
e como nesse tempo não houvesse um só
gimento,
comraum foi narrada toda essa historia. Uma gar- casado,estávamos
privados do prazer da companhia
galhada geral foi a resposta dos joVèns olRciaei, ai- de Senhoras, e triste do que não achava em sua
esguns porém raostràrao-se admirados de não ter ha- pingarda de caça , em seu livro, na
ou
no
penna
,
vido queixa alguma por causa da morle do macaco serviço, aquella distracção
em postos menos
,
que
sagrado.e o desapparecimento do mendigo confun- solitários se
pode encontrar nos círculos sociaes.
dia a todos.
< Estimo muito que ago esteja tlle aqui, pbjw[Continua.)
^'^T7^x^^t^vrx^ms^^ȒSS
"7"~r:.:sz:~rr-:~
Carreio ÉNéÉ^
orações dos pobres á quem tiverem beneficiado, e os
agradecime,nip&.dMhonestos; e virtuosos,, descqr,ãq pm
sua companhia até a fria campa.
Finalizando este. nosso, artigo, vanras^ lembrar ao,.
Sr. I & um ponto de bastante consideração, e este
é o fazerlembrar á policia uma;medidapara impedir* qu« jovens na flor da. idade, na primavera da
vida, que as paixões todas se desenvolvem, não
sejào lançados nesse espaço iinmenso do mundo á
mendigarem esmolas;-pois que.assimoccupadosna
pratica de pedir, o rubor abandonará essas raiserase afeitas ao vício'•, o resultado será aprosütiiição ea miséria. Isto ê horrível, e males dosle%
que são incalculáveis, devem ser-reparados» ecollocados ante elles obstáculo invencivok Nós pois
desde jò nos congratulamos, e esperamos que em
breve à policiai despertada de saa letbargia pelos
correspondentes, fará alguns beneficies á este povo
> i
fluminense digno de melhor sorte. I v _!'
mtMUfiimmmpmÊmmBmm iimmi\,wtmmsm*mtmmmmsmmmmmmmmm
Heportorio Judiciário.
TRIBUNAL DA RELAÇÃO.
, CESSÃO 1)« 19 DE FEVEREIRO OE 1848.
,ii P^e#'d«n<;iO. dot Sj... Conselheiro, Cavalcanti.
¦•A;8. nove horas, da manhã, abriu-se a sessão,
aebando-se presentes os Srs. desembargadores
Carneiro, Araújo. Via.nua,. Pantoja,, Ljsboa» Sijn.õjis
da Silva, Queiroz, S. de Souza, Braga, Siqueira, e
Valdelaro..
. Comparecerão depois os Srs. Belisario e Machado.Nunes,.faltando com causa participadai qSr..Ma*çajcenhas.,
Esteve presente o Sr. conselheiro procurador da
cQiòa e fazendo..
DES1UCUO DE FEITOS. . - ,
Aggravo de instrumento. „.;,
--*
Ággravjiote.... D. Anna Aurelia de.
N.» 744.
Souza; aggravada, D. Maria Rosa Monserrale. Foi
juiz do feilo o. Sr. Belisario. --Julgou-se dar prbviraento ao aggravo, inajidando-se>que o juiz a quo,
não obstante o recebimento dos embargos, condemne a aggravada na quantia constante da escriplura
traqsçriptaa tl.9.
;
DILIGBXCIAS..
Appellaçio civeL-r-K' 2260.--AppéHan.te, Viíen-,
te Ferreira da Fonseca, testamenteiro de Germana
Maria; appellado Joaquim da Costa Carneiro. Foi
juiz do feito o Sr. Araújo Vianna.—Julgou-se.
mandar nào só renieller-o feito á l.* vara eivei para
se proceder á avaliação da causa, a fim de serem,
pagos, ou averbados os competentes, direitos de
chaiicollaria, como fazel-o cora vista depois ao eurador geral dos orphàos para ofliciar por parle dos
menores interessados, na. causa.
Appellação cíüi/.t-tN. 2263.-- Appellautesj D.Theçeza Antunes Sarzedas e oulros; appèllados, Joaquim
Gonçalves Rios e outros. Foi Juiz do feito o Sr. Paut.oja. —Julgou-se mandar não só remeltex o feito á
3,.u vara eivei para se proceder a. avaliação da causa ,,
afim de serem pagos ou averbados os competentes direitos de chancellaria, como depois ajuramentar ao
advogado Caetano Alberto Soares, para dizer por parle dos menores appèllados.
Appellação eivei.— N. 1888.-- Appellante, o juizo;
appèllados, Francisco José Gonçalves Vianna & Irmão,
e outro. Foi juiz do feito o Sr. Queiroz.— Julgou-se
receber os artigos de habilitação a fl. 73 para serem
contrariados; ou confessados; !,;
Embargos remetlidos.
N. 2101.—Enibargantos, Jeronimo Poreira de
Car^lho e outros; embargados, Manoel Pereira d»
Fpns.eça e sua mulher. Foi juiz do feito o Sr. Carnciro. -- Julgpui-se desprezar os embargos oppostos a fl
241, ao accordão de fl. 215, com <?qndenraa,çâo de
custas em dobro.
Appellações çívtis.
N. 1364. — Appellante, Francisco Gomes Figueira*,
appellado o Dr. Argemirp Antônio Corrêa, do Rego,
Foi juiz do feito o Sr. Carneiro.—Julgou-se desprezar
os embargos oppostos a fl. 84 ao accordão de fl. 80.
N. 461.--Appellante, Franciico Dias de Castro;
appèllados, José da Costa Pereira , e outros, Foi juiz
do feito o Sr. Araújo. Vianna. — Julgou-se receber e
haver logo por provados os embargos de fl. 40Vpara
reformar o accordão de fl, 389 na parte somente em
que mandou abonar ao embargado a vintena dás apolices da divida publica ; ficando assim em parte resta?
belecido o de fl. 370 v. que as isentou de tal ônus, e
em tudo o mais. sustentado o referido, accordão de fl.
389.
N. 1136 — Appellanle, Manuel José de Oliveira
Passos; appellado, Manuel Antônio da Silva. Fql
juiz do feito o Sr. Araújo Vianna.—Julgou-se receber e haver logo por provados os embargos de fl.
208 para reformar o accordão de fl. 204 y!. e restabelecero do fl. 177 v.
N. 1544.—-1." Appellante , Manuel Gonçalves
Valle, 2.' appellante , José Rodrigues Gonçalves
Yalle. Foi juiz do feito o Sr. Pantoja.—Julgou-se
receber e considerar logo provados os embargos de
fl. 271 para reformar o accordão de fl. 268 e a sen*
tença de fl. 238 por elle confirmada, na parle relativa somente á conderanaçâo do embargante,
havendo-se lambera nella a acçào por nào provada; e ficando assim decididos e desprezados 04 embargos de fl. ÍÍ9.
N. 1971.—Appellante, o juizo; appellado, Pedro
Qomes Catbarino. Foi juiz do feito o Sr. Panloja.—
Julgou-se reformar a sentença appellada de 11. 21
v. hayendo-se os artigos de habilitação por nào
provados.
N, 2042—rAppelIante, Antônio Rodrigues da
Silva; appellada, a Fazenda Nacional. Foi juiz do
feito o Sr. Pantoja. —Julgou-se não conhecer da
appellação interposta afl. 42 v. do despache a 11.
40 v., por não ser caso delia.
N. 2048.r- Appellante, Francisco dos Reis Silva;
appellado, Valenlim Furtado de Mendonça.—«Foi
juiz do feilo o Sr. Panloja.—Julgou-se nullo o processado de fl 28 era diante por se haver tumultuariamenle procedido, prescindindo-se da contrariedade, replica, e tréplica que não podião ser omittidas.
N. 2054.—Appellanle, o juizo; appèllados, João
Alves Pereira e José Manuel Pereira. Foi juiz do
feilo o Sr, Paptoja.—Julgou-se nullo lodo o proájjji'>).
cesso, por falta de citação, no principio da acção,
do fiscal por parte da fazenda.
N. 2084.—Appellante, o juizo; appèllados, Leite
& Guimarães. Foi juiz do feito o Sr. Pantoja .lulgou-se confirmar a sentençaappellada de II. 24.
N. 209.r;^-AppeÍlante,< O jüizô;á'p'pell,idos,PJÇjcjg.
tonio Coelho, e sua mulher. Foi juiz do feitoô Sr.
Pantoja.—Julgou-se reformar a sentença appellada
de 11,36. havendo-se a acção por não provada. *
N. 1507. ¦— Appellante, o juizo; appellado, Fredqricp_Uqdoln|ip Lahunone.y.er. EoijuMíL (fiu>_ ji-SK
Ljt^(^v ^ julgquíSji conlicmiM-a senjjjn^.appelto^
de fl. 24qttóy).tp:àa)pi^i)í)(»ação do,pjchjçipal..fi*t$$s
iua|-a quant» % dos jíiro*, ^^wndo-j» delida |i,firança jacente. , ,,-. ¦ - linasuáíiuobÍ•
N; 1700. -f AppeWanle^Ltt«,«Iosô^Brumrapieb;í
lado, Gabriel Alv««V Carneiro. Foi juiz do feito o:Sr.'
Lisboa. —. Julgou-se.desprezar os eim)argott
oppostos
"
ia.11. 170 ao accordão de f. 17*.'
_ '-"' -¦'<••.-'•
, N. 1340. —. Appellante, J/qt^Q §ainò; appelladot
Constant Barry. Foi juiz dp feJJtp p $rv Reiisaria,!"-^
Julgou-se receber e haver logo por provados os embargos, de 11.198 para reforo^rq accordão de fl. 194
v., ó restabelecera de fl. 163.
N. 1706. — Appellante, o juízo; appellado, Antonio Bernardo de Ávila Bittancourt. Foi juiz do leito
o, Çr% Machado Imunes. — Julgou-so receber e çonsi(ferar Içgo. provados os etnbVrgòs, de fl, 78
par§ rejformar o accordão de fl. 73, è á sentença appellada
cie ÍI.
65. v,_ ba>-end° _ís °* WÜWi te^ hibjliteção por nào
provados.
N. 4721. —^ppellijntes, as eriôlas Maria, I^beJ,
.Rita e Gertrudes com nisistencia de seu curador; appellada, D. Leopoldiaa Garolhw Bougortinur, porsl,e como tutorá d» suas filhas menores. Foi juiz dó fej|o'
Sr. Machado Nunes. — Julgou-se desprezar os eiubargos oppostos a 11. 176 ao aecordão de fl.' 172 v.
* N. 659. — Appellan^ D; Miriá Ilonriqueta
de
Oliveira Cirno; appellado, Tbpmaz José dá Cruz.No
acto de propôr-se d presente appellação'jurou o Sr.
; Belisario,, um dp* jujzes M\k\ teretm-4|}e só,brevjp(jo
motivos de suspeiçào, o quo deu oceasião a náò poder
ser julgada, e a mandar-se passar a outro juiz.
% 11T*?..—Appellante, Marcellino Pereira1 ile Araujò; appellada Maria Cândida Be&edie^ da Annunoiajçào,.. Foi |qiz do feito o Sr. Queiroz. — Julgou-so
desprezar os embargos oppostos a 11.113 ao accordão
ide fl. 113.
N. 1682. — Appellante, Francisco Dias de Castro;
^appeilado, José— Magdalcna Wadei. Foi juiz do feito o
iSr. Queiroz.
Julgou- se receber è Iraver logo por'
embargos
os
de 11.165 para reformar o àccòr-'
provados
dão de II. 162, è restabelecer o de II. 133.
N. 447.—Appeilanti, Jeronimo José Tavares; ap.
pellada, a fazenda nacional. Foi juiz do feito o Sr.
Braga.—Julgou-se receber e haver logo pqr provados os embargos de fl. 121 para reformar o accordão
defl. 115 v., o a sentença de fl. 85 por èllè'confirma-'
da, eondemnando-se a fazenda nacional a satisfazer ao
embargante q quantia do três contos seiseeptos se tenta mil novecentos eçincoenta reis, principal podidq qo
libello. .v'.'¦. \
| N. 1026. —:.Appellante, Francisco Correia de Jesus; appelliido, Joaquim José Teixeira Gramacho.
Foi juiz do feito o Sr. Braga.—,Julgou-se çonfirniar a
sentença appellada do fl. 78.
N. 1477.—Appellante. Joaquim Franco do Camargo ; appellado, Manuel Moreira César. Foi juizado
feilo o Sr. Braga.—Julgoü-se reformar a sentetiça appellada do fl. 119 v., cQndeninando-t»eoappelladq
na
'
fliripa da conclusão do libello.
íl Nv 1545. — Appellan|o, Francisco Michado, com
^.isleiieia de seu curador; appellado, Benío José ^láchadu. foi juiz do feito ò Sr. Braga.—Julgou-so
confirmar a sentença appellada de fl. 107.
N.* 1741. —Appellante, Antônio Benicio Alves
Pinna; appellada, D. Joaquina Maria de Jesus. Fo]
'juizdq feito o Sr. Braga.— Julgqu4edesprèzir
òs omr
hargos oppostos a fl. 117 ao accordão de fl. í 15, eour
trosiin mandaremendar a errada numeração que fizer
ra nas folhas do processo o escrivão, Luiz José Ferreira
Leite,advertindo-o pela ineuria édeleizo'WU*7-fbli
com que pro-cedera a tal respeito. ". jvv;'^ $
m^X
N.9 299, — Appellante, o juizo; appellado, o Par
dre Domingos Alves dos Reis Louiada. Foi juiz do feito o Sr. Valdelaro. —Julgou-se receber e haver logo
por provados os embargos de fl 59 pira reformar p
accordão de fl. 50, e annullar todo o processo peja incompeteaeia do juizo.
>
Dia de, apparectvr.
N.' 160Q. rrtAppeliadoí, D. Maria Rosa da yeiga
Gusmão, e outros; appellante, Franciseo das Chagas.
Foi juiz do feito o Sr. Queiroz. -—Jnígou-se nflo conhecer dos embargos oppostos a |j. 134aoaçcqirdãode
fl. 118 v. por serem já.segundos.
Feita a leitura da acta, que fpi achada conforme,
levantou-se a sessão, por ter fido prorogada, a uma
hora e vinte minutos da tarde.
RELAÇÃO DOS FEITOS DISTRIBDIOOS NA SESSAÕ DE
19 DE FBVBRB1RODB 1848. -;
Aggravos de petição.
—
N. 745.
Bio. — Escrivão Almeida Campos. —
Aggravante, Joaquim Maria Pereira Fontes; aggravada, a marquesa de Jacarepaguá. — D. ao desembargador Antônio Simões da Silva.
N.746. — Bio. — Escrivão Cruz. — Aggravanle,
Francisco José Guimarães Saltes; aggravado, o curadrr geral dos orphàos. — D. 90 desembargador lianuél Machado Nunes.
N. 747. — Rio. — Escrivão Santos.—Aggravanle,
Alexandre Moreira Alves; aggravado, Joaquim da
Fonceca Araújo. — D. ao desembargador
'¦¦'¦ Euzebio de
Queiroz Coutinho Mattoso da Câmara.
...... Recurso crime,
o w.dci
—
—
N. 275.
S. Paulo.
Escrivão Duque-Eitrada.
— Recorrente, o Dr. Hypolito Joso Soares de Souza;
recorrido, José Teixeira da Silva. —D. ao desembargador Cândido José de Araújo Vianna.
Appellações eiveis. '¦
N. 1632 — Rio. — Eserjvio Oliveira Afíujo. —
1/ appellante, Joio da Silva Pereira, 2.• appellanle,
¦Thomáz José tía
Cruz; appèllados, o coronel Sèverò
Luiz da Coita Labareda Pra tes, e outros. —D. novamente ao desembargador Euzebio de Queiroz Goutinbo Mattoso da Câmara, por impedimento de suspeição do
lor Bernardo Belisario Soares de
Souza.
N- Í284. -- Bio. —. Escrivão Amaral. — !.• ap-
$
pollarite, Joào Pereira de Almeida, 2." appellante,
José Joaquim Ferreira. — D. ao conselheiro Paulino
José Soares de Souza.
N. 2285.—- Parabjba doSul. — Escrivão Oliveira
Araujó.*•"---¦•' Appellanle; Lauriánô Martins Ramos;
appellado, José Dias Alves. —D.' ao desembargador
Antônio Rodrigues Fernandes Braga. !;
N; 1542. — Villa Franci. -—Escrivão Botelliò'.
r- Appellante, o. m.ajor Antônio Xavier Gárçiio
Stockler; appeljadps, José' Anitçn'io; clòs Santos Xá-ivier eComp. -- D. ao desembargador
1í ? hfn Antônio Joade
Siqueira.
•
quim
"Ni
— Escrivão Campos. 4^ Appel1961T— R|p.
'appèlláfcsi'j^
lante^ o/juizó;
Guimaríes e Comp. — D. aè desembargador Manuel
de^Süi^IdétaroV; i**$ W mmm
á siipat_J ,
w 2286. ¦'-- Rió,; — Escrivão ¦Aísís Aráujò.^Ap.pedante, João Manuel Mendes; áppolbidá; H. Fràn^'
cisco de Paula Cordèiròpnvéntá1rlà'iiTedos ívens dòlfiV
nado |páo Pirifo Sàiiijiãio.--vi). aó(Íesetnbíirgãdór
Frnnçgco José Alves Carneiro. "; r -5
^f^T--- Rio.-rÉscrívíVo'Assis Araújo.— ípnellante]llaraiel
Martins Marques ;"ap'pclladõi,' Egaí-\lunJÍ *ía s,Ü.Xa « outros. —; D. agi cpiijnlboirg Cândido
José de Araujp. Yianna.
N/2286. — paValiyija do Su|. -r. E*criv|o Qlivoira
Araujó. — Appiiliante, Lauriaih.np. Martins Banios;
appçlUilp, Reginaldo Alife.sa|atta.—D. ao copselheiro Gustavo Adolfo de Agujlar Pantoja.
ít.2289.-^Pindamoulianjfaba.—Escrivão AmaraJ.
Appellanle, José Joaquim iMedella ; appellqdp.
Bernàrdino José Rodrigues Júnior. — D. ao desembargador Nicoláo da Silva Lisboa.
N. 1574.—Rio.—Escriváo Duquo Estrada Meyor.
'jn? Appe|Untè, ManuelpJos^'P<|ixi.itp"M^rcliih
; appeilado, Manuel Francisco da Silveira Freitas. 4:%\ ao
d.eiítinbargador Bernardo Rolisario Soares de Suuza.
N. 2290. — Parahyba do Sul. -Escrivão Oliyejra
4\raujo.— Appellante. Laurtano Martins Ramos; ,Vppelladu, D. Ilidovina Maria de Jesus —D. ao desçm
bargador Bernardo Belisario Soares de Souza, em compensação da appellação eivei n. 1632
lhe foi distribuida, e na qual não pôde ser juiz. que
N-* tܧ?i^V|H« Franca.'- Escrivão Botelho. —
Appellante, o major Antônio Xavier Gurção Sjqiskler;
appèllados, José Antônio dos Santos Xavier e Comp.
Dr. ao desembargador Antônio Siniõps da Silva.
N.! 1720. — Paraitinga. — Escrivão Assis Áratijo. —Appellinte, o cprameodador Antônio José de
Macedo Sampaio; appollad.Q, Jeronimo Hamalho de
Campos San Tiago. — Dr. ao desembargador Wanqel
Machad 1 Nunes.
N.° 2291. rrPjra|M. —EscrivãoCampos. —;Appcllante, o juízo; appellada, Izabel Maria da Fonseca.
Dr. ao desembargador Euzebio do
Queiroz Coutinhp Mattozo da Camaru. V
N.» 1908. — Rio. — Escrivão Barrozo. — Appellanle, José Magdalena Madej; appellado, CirlosMiguel Fontaine. — Dr. ao conselheiro Gustavo Adolfo
de Aguilar Pantoja, «m logar do desembargador ti.
José de A*sis Mascarenhas.'
TRIRÜNAL DÓS JURADOS.
SBSSÁÕ Í)E 22 pB FE^EIlEUtO UE Í8Í8.
Presidência do Sr. br. Couto."
(PromotorPublicooár. Df. Ferreira Baplista.)
A!s onze horas do dia, rpunidos no tribunal 36
Jurados.iiào, sendo possível obler-se maior numero o ministro declarou aberta a sessão ; e entrou
era julgamento 01111.» logar.
O réo Antônio José Pereira, naliiralde Porfugal,
.Wtf&dip f4r.Uffue«Vfiuni. jriuta e ura annos de ida(jf, cafjidp; ipariidjçirq, cabendo lér e escrever :o>
réqfoi a,ccus,adp pqr hayerem noveqibro do anno
passado, espancado a uma prela de qom^Ppjtiijra»
e^rüyade «luielitia Maria da^quceiçào, isto nòÍarT
go do Capim; p {rtq aljegoji ej» sua deleza ter sido
insultado pela referida prè(a, e logar, cpra
iujuriosas, e al^» aiiiea^:ou":iijf co|p pm -pau paláyr.is
quê eíl^
írazlf, çomequal ellfj r.ulpinaralq |lio déra^ma
MRÇ-WSf^Mífe:¦! Íná#FÍJI e íipdps. !qs debates,
WM$$ P^ conselho, foip.i;éo absolvido, e condemnada nas custas a municipalidade, ^wtitun' tyè
Eptjou em julgamento cip 2.? logar: ioniõ
Qrjp |osé Martins dos Saiílos vilielu de Garvajho? pattirajtjp Portugal, sub(li'o porluguez, soltcir
ro, coin [rinta e stsis a a nos «iq idade,, fui. rica nle de
velas de se|^ sáhendq lôr u escrever: ojfjpM
aceusadq poifter dado uraa facadV^m a noile'dodia
d? Mp?PRllifP MMm
preliiri.fi na pessoa de José
P
Pedro Simões Júnior, isto
na freguezjii da fagôa;
réo negou q facto criminoso, e íitiriiiuloa.outro
individuoporporae Raphaelquç.ap RresenU|§eacha
fpra do paiz • inquirjdas Sjs testèinunhas da accúsaçào e defeza, produzidos os deíiates em vista da
decisão dpcpnscjhp, foi p mesmo rép absorvido, e
copdeinnada nas èiistas a f|iúuicipalida^è.
Publicadas as multas e dispensas foi a sessão levantada as três horas da tarde , ficando odiadu
para o d ja
ipguinte.—O escrivãp do tribunal,7ósf Antônio
Lopés de Castro.
Julgamentos da corrente sessão do Jury.
Dia 16.—Januário, escravo de Hilário Romano
Breisson , conderanado a 250 afoitus, e a trazer ferro
ao pescoço por espaço dê um aiino, e b senhor nas
custas.
.,...-¦
Dia ^.-rFrancisçp Antônio gpares, conderanado
em 6 mezes e meio de prisão, multa correspondente
á metade do tempo, p custas, rnl
Dia 17- — José, cícravo de Hilário Romano Breisson, cpndemnadoà galés perpétuas, e o Sr. nas custas.
Pia, 18.—José Hipplito, condemnado a um mez
de prisáò, e multa correspondente á metade do tempo,
,'xm .,,•
e custas.
•i?«***T.Ca«miro
Aptonio, condemnado a 3 meP,a
zes e meio de prisão com trabalho, e nas custas.
Pia ÍQ,rr,«JacinMio José Pereira, «ondemnado em
dous annos e meio de prisco com trabalho, multa correspondente á metade do tempo, e custas.
Pia 21.'— Joaquim, escravo.dotenente coronel An:
toaio Herculano Pereira Tabordaicondemnado cm SOO
açoites, e a trazer ferro ao pescoço por 5 annos,
pelos
ferimentos feitos no »eobgr, • a 390 açoites e a tnzer
ferro ao pescoço por Iras annos, pelos ferimentos no
impeetor de quarteirão, e no pedestre, e o senhor nas
*,:;.i.].4.'
sustas..
,s .._-, ;
üo suíüío-íj"^
;,
SBISAÕ DK 23 DK fIViBEIBO Dl 1848.
Presidência do Sr. Dr. Goútló. '
(Promotor publico o Sr. Dr. Ferreira Baptista.)
A' uma hora da tarde, achando-qe só 35
jurados.
não se podendo obter o numero lefjal , o presidente do tribuna] levantou a sessãq, tícan.({o ijdiada para o dia seguinte, o uiulLou èni. dez rail réij|
cada um, todos.os jurados que fall.i.rào, sem causa
participada.—Q escrivão do tri.b.ui>ai, José Antônio
lLap£sde.Castro.
*)*i*p'
Wff
COMMERCIO.
EMBARQUES DE GAFE NO DIA 2*.
Silvas.
.; m
1,800 i
C. HuttoneC.(Ne?y!;Qrl9au8j,
Saportas e C. (Antuérpia
"'; -V 800 e
.
1.50Q »
i Hamburgo 700)..
Scbmidt e C. (Altona 854 o (Iam-:
'.
1,454 »
biirgo 600). .' ,v'. .
635 »
A. Leuba (llavro). . . . .
500
Le Breton e C. (Fahuputh
e
'. ''". "".•'.¦¦.-.'¦'.'¦'. 545
«
. Trii-sto 4i)j. .
543 »
Gex o Decosterd (Nápoles). .
53|6 >
Navlor Irms. e C. (Hamburgo).
1\ frolich (Hamburgo) ... §ÜJÒ| a
Limpricht lrra. e C. (Hamburgo
.250, Bretuen 68 e Stockholmo
*.
79) . . v. j
. . '. 3.97
4âÒ »
Diversos (Uorto ç Lisboa). ."
>
8.360
Desde •!.• do mez.
....
111,705
M
ALFANDEOA.
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denduíiuuto de | a23. . V
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CONSULADO.
ilendjpitimfí tle 1 a '23- . v.
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Iplis ...
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.
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i^7:Sg(5^l29
4:f4:V^>53Ò
fJ41UU\TAUAl>.-
MJtNu-ijaTbs.
Pqlaca síirdi]i— I-ejiiie — de i\l;iji|ga.
Alfazetpa: 20 fardos a Araiifijra. — A.Móndníis:
64 ceiras ao mesmo. — Azeile lloce: 90 barris "ao
mesmo. — Azeitonas: 60 barriliiiiioii ao iiièsíiio. -—
Chocolate : 1 caixa a Liziiuri-^Cipimbo: l,|00barraíj íi Aranàga.'—• Dilò ein lençol|: 101 rolos a»
mesmo.' — pito dç muniçào,: Í30 barrilinhiis ao
mesmo. — Fázeijibís deseda: 3[çajxas ao niesitif.
a l.izíiur, lã Roniaguera. — figos{; *% vtdqines
a Anina-ía. — líerya ijocç : 4 saccos aO niosipòl —
Odros: 250 a Roíuagiierài; — Pasgas: 778'caixas,
;A52 mejas e 504 quiirips a Aninàg.i. 2ll() caixas e
160 meias a Boina^iiera. -^ Uvas':'2QQ"barriliiiliní
e 26 paiôleiiiis à'<\rj|ràiga. — Viiilin braiico : U5
barris ao mpsuio, 65 a Roniagpep, 50' <j I.izatir.
Brigue sueco — Superior — de Stockbojmpi
Alcalrãq: 30 barriu. — Ferro : 2.551 barras. —
Pixc: 20 liarrilinbps. — Tapoaiio: 2627/12 dúzias.
,— Ycrgpijjeas: 6. ~ \e\f\ a Daeiiiki-r.
Barca porlpíiueza — Porto — do Porto.
Azeile doce: lObarris a Verissimo.— Azeitonas:
1,400 aiiíoretas a Costa Rocha. 1.100 a Caryaibo e
Rocha, 1,030 a Verissimo, 200 a Seraíirni 2(10 a
Coelho Bastos, 38 a diversos. — Castanhas: 7 voiunies a Coelho Braga, 4 a Bento Antônio, 3 a Faria.
ao barão de Ilamnrali, 2 a Souza Pinto, 2 a j. J.
P. Fariaj 2 a Barbosa da Silva, 2 ,í ordem, 3 a diversos. — Cebolni: 280 resfeas,"4 ordem, 4 canasIras a Ferreira Braga! — Cestos do palha: 2 caixai
a Matlíeus Alve^. r- Cevada: 2 bprricasã Miguel
Cardoso. ±-, Qor^ef: 36, vp|íimp§ a ¦§' e Rocha,
6 a Pereira da Cruz. — Drogas: 3 rolumes adiver¦sos. — Fazendas de
jinho: 5 volumes a Faria, 2 a
Serafim, 1 a Góes.. -- Ferragens f8 vòlíimes a Ávilez Carvalho, 4 a Cpiicajycs Pereira, 4 a Serafim, 2
a J. Faro. — Nozes: 7 volumes a Coelho'Braga, 3
a, Ferreira Neves. 3 a diversos. — Objectos de, armarimbo: 1 voluine a J. M.Rampu. f a ^aiiin. 1
a C. e Rocha, I a A. AÍves,'|} V0.iífijijp,í
„P. de
Caslro. — Ditos de sir^ueiro: 1í,c#|| ai ^'. |Bocha.
—Peixe: 2 barris ap raesippVSaílarhosada&lva,
2 a Jorge Moreira, 1 a Co|ácp."'^- ('ellieas: 4'vPluinesa P. da (Gruz, 2 a C«'e Rocha, rrr^uulos: 12
barris iio mpsino) 10 a F. \>\ni(i, ip a Verissimo, 9
a Serafim, 7 a Saraiva. -- RetrpzV 6"caixjfs a j. F;
Cabral, ia P. tia Êrqz. -- Sementes:'2 yoliimes a
Arapjo Braga, 1 a Campos Porto. —Vasos dê Ipuça: 4 gjgps a AyiiezCarvalhp. — Vinagre: 2 barril
á Pojácé. — Vinjip: J70 pipas. 30 meías difas e 60
barris a J. A. Spuza Guiíijápâes,
"¦'¦' 2Í caixas a C-«
Koçfia, 2 barris a diversos;''
i?
Barca íiespapijola —
tyÚflWjà &0MM}.
Sal: 82 rapios. — Vem a IIoní^guç|rq.
Galera dinaraarjjueza — Merkur — do Cadiz
Sal: 180 lastros. — Vem á ordem.
Brigue sardo—*enguinè- deGibraltar.
AJppste: 21 barricas a Cevo. — Azçilp dpce: 26
pipas, 49 meiasditas e tájjarrh] ao mesmo. — Cbarptp^: 2 caixas a Sanjurjo. — Chumbo de munição: 210 barris a Aranagá. — jGõininhos .* 6 saccos
à Ceva. — Erva doce: 15 saccos ao mesmo. — Fazendas diversas: 7 volumes a Dalglish. — Linhaça:
46 bai-ris a Geva. — Massas: 211 caixas ao mesmo.
Rplroz: 2 caixas a Sanjurjo. — Sal: 800 fangas
a Ceya. —Uvas: 100 barricas ao mesmo.
Barca belga — Marie Key — de Cadiz.
Sal: 120 lastros. — Vem a Hildyard.
Barca ingleza — Bpsjçberry — dp Ljyprpopl.
^rcos .de ferro: 3 3|4 tpns. a Samuel.V- Barrilha: 13 barrjcaç áiçdfifn. 5- Carvão: 20 tons. a
Dadson. — Chapéps: 2 caixa* a Harrisson. — Fazendas de algodão: 81 volumes a Finnie, 62 a Dal^Ijsh, 54 a Samuel, 20 á Ãíoon. 19 a Cbarrutben,
19 a Naylor, loa Roslron, 14 á ordem, 14a Mackay,
Oa Hoyle, T^Hjídyard, 7 áprdem,fâÇtm, 5 a
>WS( ?a,Harding, paFinnie,2 a RobertsoH. —
Dil^fdelã: *J7 voluraes a l|pyíe. 20 a Daígiish. 19
?» P.hi|ipf. ÍÇa Hildyard, 10 a Píirham, $'aPeUy, 5
a Rj^rpn, a a Priestley, 3 a Cropp, 2 a RÔbçrtsou.
Dilas de là o algodão : § y.oluniej a P.urbiJ/n. —
Ditas'de jinliõ: 32 volumes a Astley, 30 a Phipps,
I
m
$
c.*__-í_is» :~~ri-5iu5»_íí»«'.tf
Correio Mercantil.
4
ms
2 a Mackay, lfiaMoorc, 14 a Le Brelon, 9aDur- Ferragens: 20
hara. 5 a Hogg, 3 a Freeland"volumes
a Perry, 20 a C. c Rocha, 8 a Samuel, 5 a
Tully, 5 a LcRrclon. — Ferro : 44 íjilons. á <»rdem', 43 \\\ a Samuel. — Folha «leFíàhdresrlOo
Dita;
caixas a Moss. -- Linha: 12 caixas a Pètly. *r-gigos:-'
iíe algodão : 4 caixas á ordem — Louça : 101
a Freeland. 8 a Kollv- — Manteiga : 200 íiarijs sig
Moon. 100 a Ralli. 60 a Moss.;— OI»JKctos iIhJuck-*
marinho1: 1 caixa a Cropp. — Ditos de mineração:
6 volumes a Freeland, 6 a llarrisson. — Óleo de
linhaea. 4 pipas a Dadson. —Pixe: 60 barris ao
--Remesmo. —Pregos: 93 barricas a Freeland.
lojoaria: 1 caixa a Norris. — Saccos vazios : 0,0(10
— Salia Colcman. — Sal: 3 barricas a Dadson.
Ire : 8 barricas a llarrisson.
wn
N. _».. Depois da an ematação da casa acima, ven«ler-se-ha iiiihíeiíiaiamiMite na mesma praça um
lindu cavallo haip declinas prelas, novo, mineiro,
minto niansii e próprio para uma Sra.: o dito ca.vallo pertenceu le aá mesmo Sr. J. S. Sanlos Jo
|p
Gêneros nacionaes.
Café 3,500 saccas.
Sal 1,200 alqueires.
./fc>/;',v>T«'.f?_'.'v; -:'='-'.*-'¦(>'.
I
I
¦
: .
ilíS
í_?'
B
¦\:'
'
na rua Direita n. 58, um moleque
de 20 annos de idade, sendo bom oflicial de
VENDE-SE
desagradarão a.
pedreiro: as causas da venda não
' Bi
-];
.|lí\
comprar.
quem o quizer
HfB
-'
BOCHAS, praia dos Mineiros n. 4Í;
EXPORTAÇÃO.
j lem para vender duas vaccas turinas com
(10STAS
'*'¦ duas
í
Embarcações despachadas no dia 2b.
crias, chegadas ultimamente de Lisboàí!
- •¦¦ i—^-|
m
Paranaguá, hiate nacional «^íl(^^.íí!^^ TOgp^ r'».;T ;¦¦•.•
de um caixeiro de escripta; na
tons., consig. Francisco Xavier Dias da Fonseca,
n. 76.
do
rua
Rozario
PRECISA-SÉ
manif. vários gêneros.
Cidade da Victoria, patacho nacional «Espadarte »
111111$. Srs. capilào Thomaz Gonçalves da Sile
C,
Gomes
Soares
Joào
consig.
tons.,
«le 103
OS va, e alferes Cândido Baptista d'Oliveira Belvários
manif.
gêneros.
Io, tem cartas de Porto Alegre; na rüá da Quitan— hiate nacional o Lucinda > de 63 tons., consig. da n. 105.
Joào Soares Gomes o C-, manif. vários gêneros,
uma preta para ama de leite; na
ltapocorohy, hiate nacional a Penha » de 49 lons
—
vários
n. 202.
de
Pedro
manif.
S.
rua
Lopes,
_eMartins
consig. Joíé
ALUGA-SE
neros.
RÉCiSÁ-SÉ de um moço para caixeiro de venNew-Orleans, galera americana «Florcnce » de
«Im, prefere-se que tenha pratica ; na ruados'
529 loiís., consig. Schroeder e C, manif. 5,400
Arcos ii. 8.
saccas com café.
Constantinopla. bergantim inglez « Cetizem » de
Í97 lons., consig. Watson Spence, manif. 2,326
suecas com café.
Valparaiso, barca hespanhola « Elisa » de 3o0
tons., consig. Antônio de Aranaga, manif. a
mesma carga com que entrou.
\js~L-\ f^SVT V'¦> ¦ - - ¦•
alugar uma casa nas ruas: dos InMatacavallos, campo da AcRezende,
validos.
DESEJA-SE
clamação do lado da rua do Conde, rua dos Siganos e que seja decente, quer seja abarrácada corno
de sobrado e que o seu aluguel não exceda a 40$
ll^-flPB' tiver annyncje.por este diário.
LUGA-SE, na riiafíi^i. Bento n. 28, uma esfm
trava para' portas a dentro, e ainda conserva
algum leite, é muito carinhosa para crianças, por
ter esjadft alugada como ama.
I ftüA 1>A QUITANDA If. 4,
f
!
131
í!
1:Í
2,f andar, precisa-se alugar escravos de ambos os
sexos.
"UUGÃO-SE
4!pW6s robustos para todo o ser^
_/_L viço e tem boa conducla; ua rua do Cano n.
132.
ti n. 3 do Correio da Tarde, para
collecçào; no escriptorio desuma
completar
COMPRA-SF
ta folha, rua da Quitanda.
de um cirurgião, nào moç«», para
uma fazenda perto da côrle; para tratar na rua
PRECISA-SE
do Regente u. 29.
1%TA rua do Sabão n. 116, casa particular, aprom_^| láo-se jaulares com farlura o áceio.
m
AVISOS MIOS
Despachos de exportação no dia 2i.
África, na barca franceza « Achillc i> F. J. Pacheco
1 caixão com charutos.
Bremcn, uo bergantim bremense « Creole » Limprichllrms. eC 68 saccas com café
H-vre. na galera franceza D. Pedro Segundo »
A. Lenha e G. 635 saccas com café.
na barca franceza « Jeune Paulino» Morango
Irms. 12 dúzias de couçoeiras de jacarandá
Hamburgo, no bergantim sueco Active » Emerv
u C. 45surrões com pedras.
Lisboa, na barca porlugueza a Sra. do Rozario »
S. D. e Renjamin 12 caixas com assucar.
— na barca porlugueza a Rella Portuense » J. F.
Lopes Júnior 111 saccas com café, C. J. Oliveira
Roxo 339 ditas com dito.
Nápoles, no patacho napolitano «Pnrtinolea » G. c
Dcroslerd Frèrcs 421 saccas com café.
New-Orleans, no bergantim sueco « Hindoo » C.
llulton e C. 1,000 saccas com café.
Porto, na barca porlugueza t Oliveira » M. C. A.
Barros 1,054 couros seccos.
Sto< kholuio, no brigue-escuna sueco « Mathilde »
Lnipricht Irms. e C 79 saccas com café.
Triesle, no bergantim austríaco « Ayrone » F. Le
Bieiou eC. 45 saccas com café.
Leilões.
AllREMATACAO
mi
ml
RÉC1SA-SE de uiu pequeno para fazendas; na
rua de S. Pedro n. 184.
LUGA-SEuma perfeita mucaiiia, c'da-*fi- di;iá
á ;. nheiro a jirtViiíio. toda e qualquer quantia ;
\f^\\ de S.Jorge n. .35.
'.-.'. f.v,".
. ./3
P
P
!
V II
r/
EI-TICA? re.píediíiVpara asma; dcs^iíbe^òjief
_ los gentios dè Minas, é tal boje a sua cura que
tendo-se tomado as 4 garrafas necessárias, jamais
haverá mal que o resista, o que se aíiiança «era o
menor receio ; nallanío.Rô_ar|tehilSÍ,%,•t$|ta.|r.,,.•„
ESTRADAS POA CARÒtÁGE.M NO RIA 24.
m
-__-.
jJt
na rua de S. Pedro n. 201, um perbolieiro,
feito
sabendo trabalhar bem de corVENDE-SE
dão e boléa com 18 a 20 annos «le idade.
liE UMA CASA COM TERRENO
1_ JARDIM.
CARLOS TANIERE «le.ordem
imTTTI||TI le por coutii d«i lllm. Sr. J. S. dos
Sanlos Júnior, que sé r«•lira pa[ra a Europa, faz leilão hoiiisex«na
em ponto, iia jíraçà do cònimeru tetra ao meio
'casa
com
jardim e terreno, entrada
cio, do uma
n. 4; do lado «Ia rua de S.
CasleUo
do
pela ladeira
55
coiii
casa
pàlniosdefrente e 99 de
José. Esta
e tini magnitico sotão,
sobrado
lindo
lado , tem uni
vila está émmuiUiboa íióslçào, tem vistas para a
um poço que dà afeua
baliia, ares perfeitos e possuo-melhores
ihfornia«;ôes
lavar;
para
excellente para
ua
casa do Sr.
ou
auaunciante
dirijào-se á casa do
6.
li.
Gosset, na mesma ladeira
Desde às 9 horas da manhã será aflixada na prada dita casa com o
'r*?****?:
ça do commereio, uma planta
>-¦
<
**
terreno á ella annexo. h
JAVA.
Sabe até o fim do corrente mez, a barca hollantleza .lmie; para carga ou passageiros trata-se com
os consignalarios Ziése e C.a, ou com Lallemant e
Milberg, corretores de navios, rua Direita n. 65.
A galera russa Czar Peter, forrada e pregada de
cobre — A 1 em Lloyds —; para carga ou passageiros trata-se com os corretores de navios, Hobkirk Weetman e C.a. rua Direita n. 41.
LISBOA.
O brigue portuguez Triumphanle, capilào Sabino
Anlonio do Cabo Almeida ; quem nelle quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se ao capilào na
praça, ouà rua. Dircit.dn.49.
RIO GRANDE
A barca'nacional Triumpho da Inveja,, sabe alé
fim do corrente mez; para carga trata-se ua rua
da Quitanda n 65.
SANTA CATHAR1NA.
Sabe com brevidade o patacho Jararaca; para
car,a ou passageiros, trata-se na rua do Sabào
n. 34.
BAHIA.
O brigue escuna brasileiro Veloz ; para o resto
da carga e passageiros, trata-se na rua dos Pescadores n. 19.
PEBNAMBUCO.
O brigue nacional Sociedade, segue por estes 8
dias, por ler a maior parle «Io sou carregamento
prompto ; para o resto da carga e passageiros, IraIa-se na rua Direita n. 43.
M01IBT01)0 PORTO.
SAHIDASNODIA24.
Amsterdam—Esc. Brem. Ilerman /)om/cí,214 tons.,
m. A. Holtman, equip. 7 : c café.
Porto Aleure— Pat. Paquete da Inveja, 97 tons.,
ni. Mathias Ferreira Braga, equip. 11: c, vários
gêneros; passags, «> alteres reformado, Antônio
dos Reise 2escra\os.
Santos—Vap. Ypiranya.Sb tons., m. IgnacioXavier Pinheiro , tfqtijp. 15 : c. vários gêneros ;
passags. ,/oa.|iii.n «I' Azevedo David, José Gon..alves ilatnos «lo Tollcdo, Miguel José de f.a.tro,
Agostinho de Souza Neves , Antônio Vosé Pinto,
Francisco José Pinto , José Mendes Ferraz, o tenenle Mariano Galvào Bueno, Francisco Antunes
Marinho, Manuel de Campos Leite Penliado e 1
criado, Antônio Monteiro de Carvalho, Antônio
. Franco de Andrade, Manuel Joaquim Netio de'
Moraes, Antônio Ferreira Cesarino, Valenlimde
Souza Oliveira, José Francisco Corrêa iNelto./osé
Manuel de Castro, José de Siqueira Martins. Antonio Qücrino dos Sanlos, Jorgi- José Pinto Vedras, Sebastião José de Carvalho Jtipijú, Sebaslião Teixeira Cavalleiros. Pedro Taques de Almeida Alvim, Leonardo José de Qampos, e Auto"h
nio Januário da Silva.
PARTIDA DOS CORREIOS.
ULTIMAS DATAS.
PORTO ALEGRE.
O patacho Porto-Alegrense sabe com brevidade,
recebe carga e passageiros, para o que se trata na
rua Direita n. 36.
Itaguahy — Sum. Diolinda, 65 tons., m. Bento
José Lourenço. equip. 7: c. vario? geueros.
Rio ue S. Joaò—Sum. Conceição de Maria,'ò8 tons.,
m. Antônio de Freitas Brandão, equip. 5 : c. lijoio.
Mangaratira — Brig. Esc. Gentil Americano, 94
tons. , iii. José de S.iuza Martins, equip. 9 : c.
vários gêneros.
ENTRADAS NO DIA 24.
Anv.iu — 8 ds , sum. Boa Nova, 43 tons., in. José
Francisco Ruivo, equip. 6 : c. café a vários.
Rio de S. Joa«í —3 ds., sum. Gloria, 96 lons., m.
José da Costa Carvalho, equip. 8 :c. madeira a
José do Carvalho Sá Miranda.
Caimtania — 2 ds: , bng. c.sc. Carolina, 119 tons.,
m. Antônio Pedro da Si.veira, equip. 10 : c. assucar o. gêneros a Francisco Antônio de Souza
Rego e Ca; passags. Antônio Joaquim da Silva
Terceira, João Martins Meirelles, Daniel Martins
Ferreira Meirelles .Manuel Ferreira dos Passos,
José Pinto Lima , José Antônio dos Santos, e o
Francez Louis Marchand , o 1 escravo a entregar:
Vem entrando dois vapores nacionaes.
CALENDÁRIO.
Fevereiro tem 29 dias.
Ouro Preto , Goyaz, Mallo Grosso, S.
João d'El-Rei, Valença, Vassouras, ParaPàrà.v.iy. 5 de jan. Pernamb
DIAS SANTOS DO MEZ.
'Alegr.. 5 de fev. hyba, Iguassú, Pat do Alferes. Rio Ro8 de » nito c Dores, 5, 10, 15, 20 e 25.
»
P,
12de
Marauh..
%%___, %-25.
Ceará .... 15 de » R. Grand lide >
S. Paulo, Itaguahy, S. João do Princi7
de
S.
Calhar
de
fev.
Bahia,.... 10
jan. pe, Rezende. Baependy, Campanha, PouLUSAí.ÔES.
so Alegre, Pouso Alto, Pirahy, Arrozal,
EXTERIOR.
Barra Mansa, Angra, Paraly, Mangaraliba O Nova a %, ás 10 h. e 49 in. da lard,
i Cresça II, ás oh. e 2 m. da man.
. lirni Antuerp 1 de jan. Londres. 5 dejan. e -lambucaba, 1, 6, 11,16, 21 e26.
9 de fev. Campos,
>
27
de
I li. e 4m. da man
Montev..
Üaltim..
do
Espirito
Santo
@ Cheia a 19,.
província
Hffííi
dez.
de
28
5
York.
5h.
o 28 m. da man
de
fev.
ás
a
27,
Ming.
N.
B.Ayres
de
S.
S«
Macahé,
Joào
da
Barra,
Barra
f'?Q
g
dejan
7
de
dez.
24
Paris
Hamb...
2,7,
S.
Frio,
Pedro e Cabo
Joào, Aldea de
KÍH i
Havre... 8 de jan. Porto.... 18 de dez. 12, 17,22 e 27.
Sexta 25.—S. Mathias Ap.
Lisboa.. 6 de » Trieste... 11 de »
Cautagallo, Nova Friburgo, Magé, Santo
Liverp.. Ode jan. Valp 13 de > Antônio de Sá, S. Joàodellaborahy, Santa Nasc. do sol ás 5 li. 41 m. üc. 6 e 19.
Maré cheia ás 6 li. e 33 m. da man.
Anna e S. José do Rio Preto, 3,13, e 23
»
»
às 6 li. e 9 m. da tarde.
S.João d'EI-Rci, Iguassú, Vassouras, Va
FRETES.
lença, R. Preto, Goyaze Cuiabá8,18e28
ESTAÇÕES 1)0 ANNO.
Sapucaia 10, 20 e 30.
\ntuurp. 45| a 50| Havre.... 40 fr.
20 de março.
Magé, Paquetá e Porto da Eslrella, to- O outono principia
Canal.... 50| a5ã| Liverp... 50|
21 de junho.
».
O inverno
dos os dias.
\
Const.... 50|a 55| Londres.. 50|
22 de selemb.
Niclherohy, lodosos dias ás 10 Irarás da . A primavera »
E.Uuid.. 75a80 c. Marseille. nominal.
21 dedezemb.
Oeslio »
Hamb.... 45| Triesle... 4õ|aÕ0| manha e às 5 da tarde. _.
INTERIOR.
•iXi
AVISO AO PUBLICO.
PÍLULAS
VEGETAES
DO
DR.
BBANDR1TH.
Ha certamente 15 annos que estas pílulas furão
introduzidas no Rrasil pela primeira vez. e adquirirào logo uma justa e bem merecida reputação, por
muitos invejada, induzindo a que se fizessem impurlaçôcs, e se publicassem aqui com falsos ingre«lientes, c assim erão vendidas ao publico como arligo genuíno, e por isso causàvâo-lhe graves prejuizos.
*
Os meios da maior vigilância e os mais dispendiosos tem-se posto era pratica para prevenil-o, po.
rèm obteve-se pequeno resultado. Em consequen»
cia disto os proprietários do n. 40 julgão ser dever
seu para com o publico, adoplar meios taes que ponliào termo a similhanle abuso, obtendo uma receila própria, devidamente approvada pelos primeiros médicos dos Estados-Unidos.
Depois de grandes esforços e enorme despeza
elles conseguirão finalmente esta receita, e esperào que será devidamente apreciada pelo publico. Estas pílulas possuem todas as preciosas quaIidades de « llallowelle > , c Brandrith > e *Parr's >.
Elias con ti nuào vendendo-se da mesma fôrma e pelo
mesmo preço, como até hoje, na RUA DO HOSPICIO N.* 40:
VENDE-SE uma casa nobre na
rua de S. Pedro n. 266, para numejosa família, em terreno proprio, com bom quintal de 9 braças quadradas, tudo plantado de diversas arvores
fruetiferas, e parreiras de diversas qualidades, tem
repuxo com água de beber, além disto tem grande
cocheira e ca\a'larice deitando para a rua larga de
S. Joaquim; uma casa de. sobrado na rua do Lavradio n. 156, com bom quintal de 10 braças do largura e 29 de fundo, tem cocheira e cavallarice; uma
casa e grande chácara com famosa vista da cidade
é mar, tendo 100 braça, de frente e200de fundo,
bem plantada de capim e arvores de differentes qualidades, no Sacco do Alferes; uma casa térrea na
rua do Sacco n. 119; outra na rua do Senhor dos
Passos n. 162. Para informações dirija-se à Carlos
Baker, na Pra«;a do Commereio.
FABRICA DE FUNDAS,
nu a no ouvidor n.° 99.
Vanjíet approvado pela academia de medicina desta corte, acaba
de receber um lindo sertimento de
objeclos para cirurgia, como caixas de forceps, de dentista, de
_Éfe__£_^^i
sarjadeiras novas, spe_ffi_«_í_
venlosas,
culuut de Jobert e de Riuard, plecimelres de Rory,
trocales novos, algaliase velas de goinma elástica,
de metal flexível e de praia de todos os numeras,
cinlas para Sra. c cintas para nadar. Acha-se tambem o maior sortimento de fundas de todos os feitios e qualidades, cujas molas são sempre experiinentadas antes de as vender.
ASS1SA
A PIÉ D'UM SAL1CE.
WÊ0WÍ
Mui bello romance na opera
Othelo, o qual foi cantado
pela Sra. Mugnai com acompa*
nhaniento de harpa em seu benelicio ; acha-se impresso com
acompanhanienlo de piano ou
harpa: preço 1U rs. Anch'io
dischiuso ungiorno, grande ária
na opera — Narucodonosor — cantada pela Sra.
Candiani no mesmo benefício, acha-se impressa com
acompanhamento de piano: lUSOOrs. Vendem-se
na imprensa de musica de Filippone e Comp., rua
dos Laloeiros n. 59. ..
P
TtlüilTROS.
é
De S. Pedro de Alcântara,
C01ICAM1IA
ITALIANA.
41.* recita da assignatura.
Hoje sexta-feira 25 de fevereiro dê 1848.
Subirá á scena a opera em 2 actos e 1 prólogo;
LUCREZU
BORGIA.
Musica de Donizetli.
Os bilhetes vendem-se no logar do costume.
,
ás
Principiará
8 horas e meia.
PARTIDA DOS OMN1BUS.
CÂMBIOS.
Bolai'.— Ida: às 6,7, 8, 9, 10 e 11 li. da Cambio sobre Londres. 27 a 26 3(4,
m; 1,3, 4, 5,6 e 7 da t. -Volta: ás 7,8,
»
» Paris.... 348.
9,10 e 11 dam; 1,2,4,5,6,7 e8 dat.
>
Hamb... 635.
Areai das Larang.—Ida: às 6 1|2, 7 1|2, 8 Metaes, onças hesp..... 28U600a 29UOO0
l|2elll|2dani;21[2,41|2,5l|2e61|2
»
da pátria 27C800a 281)200
da l: no dom. ha mais 1 carro às 10 l|2da
pesos hesp
11910 a 1U930
m — Volta às 71|2, 81|2 e 9 l|2dam; 12
*
» da pátria. lU78Óa 1U820
1|2,3 1|2. 51|2,7 e 7 1|2 da t.: no dopçs.de6U400 v. 16U800 a 17UOO0
niiiigo ha mais 1 carro ás 11 112 da m.
» prata
98 a 99. vv„s
E. Velho.—Ida: ás 6,8 e 10 l|2. da mi; 2,
» cobre
3porcento; t
4c6 dat.—Volta ás 7,9 c 11 1(2 dam.; Apólices de 6 por*|,... 871|4 Mn
3, 5 e 7 da t.
provinciaes... 871|2
R. Compr.—Ida: às 61|2 e 81|2 da mV; 3
¦'.'Al|2e51|2dat.—Volta ás 7, 9 e 11 1|2
dam.;41|2e61|2da t.
COMPANHIAS PUBLICAS.
Andar. Peq.—Ida: às6 l|2dam. eõdat.Volla ás 8dam. c6l|2dat,
Ultimas vtndai
Momos das comps. Quantias pag.
S. Christ.— Ida: às 6 e 8 da m. e 2 112, 4
360U00O 22jan.2()0U
l|2c6 1|2dal.— Voltaàs? e9 da m.e Paq. de vap.
300U000 Ujan 10511
.
Niclherohy
31|2,5l|2e7 1|2dat.
100U000 7 nov 100L
Rua N. dó lmp.—Ida: ás 5 l|2e 7 l|2dam Omnibiis....
100U000 29 dez 13SU
e3e5l|2dat.—Volta ásGI|2e81|2 M. do Soe...
500UOOO
17 fev. 7000
B. Com
dam. eieü 1|2 da t.
RIO DE JANEIRO. — TVP. DO CORREIO MERCANTIL DE F. R. DOS SANTOS RODRIGUES & C.\ RUA DA QUITANDA N. 13.