1 Análise do Gerenciamento dos resíduos sólidos de serviços de saúde em hospitais públicos 1 Analysis of wastes management of health services in public hospitals. Análisis de la gestión de residuos de servicios de salud en los hospitales públicos. Silva Mariana Queiroz2, Brasileiro Marislei Espíndula3. Análise do Gerenciamento dos resíduos sólidos de serviços de saúde em hospitais públicos. Revista Eletrônica de Enfermagem do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição [serial on-line] 2013 jan-jul 2(2) 1-15. Available from: <http://www.ceen.com.br/revistaeletronica>. Resumo Objetivo: Analisar de que forma se dá o processo de Gerenciamento de resíduos sólidos dos serviços de saúde de hospitais públicos. Materiais e Métodos: estudo do tipo exploratório, bibligráfico com análise integrativa, qualitativa da literatura disponível em bibliotecas convencionais e virtuais. Resultados: identificou-se que grande parte das instituições estudadas ainda não se adequou às etapas do manejo interno do gerenciamento dos resíduos, estabelecidas pela legislação. Contudo, em partes, a deficiência no gerenciamento de resíduos dever-se-á ao fato de que a maior parte dos serviços de saúde e seus profissionais desconhecem os procedimentos básicos para o manejo desses resíduos. Conclusão: Este estudo possibilitou estimular a discussão sobre a forma de gestão dos resíduos hospitalares, e que a adequação desse processo configura desafio permanente a fim de eliminar a vulnerabilidade encontrada. Descritores: Enfermagem, Gerenciamento de resíduos sólidos, resíduos sólidos. Abstract Objective: To analyze how is the process of solid waste management of health services for public hospitals. Materials and Methods: This study is an exploratory, bibligráfico with integrative analysis, qualitative literature available in conventional and virtual libraries. Results: it was found that most institutions studied do not comply to the steps of the internal handling of waste management, established by legislation. However, in parts, the deficiency in the management of waste will be due to the fact that most of the health services and its professionals are unaware of the basic procedures for handling these wastes. Conclusion: This 1 Artigo apresentado ao Curso de Pós-Graduação em Enfermagem em do Trabalho, turma nº15, do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição/Pontifícia Universidade Católica de Goiás. 2 Enfermeira, especialista em Enfermagem do Trabalho, e-mail: [email protected] 3 Doutora FM/UFG, Enfermeira, Mestre em Enfermagem, Doutora – PUC-Go, , docente do CEEN, e-mail: [email protected] 2 study enabled us to stimulate discussion on how the management of medical waste, and the adequacy of that process configures ongoing challenge to eliminate the vulnerability found. Nursing, Solid waste management, solid waste. Resumen Objetivo: Analizar cómo es el proceso de gestión de residuos sólidos de servicios de salud para los hospitales públicos. Materiales y Métodos: Este estudio es un estudio exploratorio, bibligráfico con análisis integrador, la literatura cualitativa disponible en las bibliotecas convencionales y virtuales. Resultados: se encontró que la mayoría de las instituciones estudiadas no cumplen con las etapas de la gestión interna de la gestión de residuos, que establece la legislación. Sin embargo, en algunas partes, la deficiencia en la gestión de los residuos será debido al hecho de que la mayoría de los servicios de salud y sus profesionales son conscientes de los procedimientos básicos para el manejo de estos residuos. Conclusión: Este estudio nos ha permitido estimular el debate sobre cómo la gestión de los desechos médicos, y la adecuación de ese proceso configura desafío permanente para eliminar la vulnerabilidad encontrada. Enfermería, Gestión de residuos sólidos, residuos sólidos. 1 Introdução Diante da recente preocupação com os resíduos sólidos dos serviços de saúde (RSSS), verifica-se a relevância em se analisar como se dá o processo de Gerenciamento desses resíduos perante a legislação vigente, especificamente em hospitais públicos. Os resíduos de serviços de saúde (RSS) que são aqueles provenientes de estabelecimentos que prestam serviços de assistência à saúde humana ou animal representam por sua vez, uma potencial fonte de riscos para a saúde de quem os manuseiam, tanto no ambiente interno e externo do estabelecimento gerador, para tanto temos hoje na legislação vigente a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 306/04 da Anvisa e a Resolução do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente ) nº 358/05, como instrumentos de orientação, fiscalização e exigências práticas adequadas para o manejo de tais resíduos a fim de minimizar e/ou eliminar danos à saúde dos trabalhadores, à sociedade e ao meio ambiente, embora sejam muitos os estabelecimentos que ainda não cumprem tal legislação, levando assim a casos de infecções hospitalares, doenças ocupacionais e acidentes de trabalho1. O gerenciamento dos RSS constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um 3 encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente. Todo gerador deve elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - PGRSS, baseado nas características dos resíduos gerados e na classificação constante na RDC 306/04, Apêndice I, estabelecendo as diretrizes de manejo dos RSS2. O uso de materiais descartáveis, falta de capacitação dos profissionais da saúde para o descarte adequado e a inexistência de gerenciamento de resíduos, configuram fatores importantes para o agravamento do problema de resíduos nos hospitais3. A RDC nº 306/042 da Anvisa e a resolução nº358/054 classificam os resíduos sólidos dos serviços de saúde (RSSS) em cinco grupos principais: Grupo A – resíduos com risco biológico; Grupo B – resíduos com risco químico; Grupo C – rejeito radioativo; Grupo D – resíduos similares ao doméstico; Grupo E – resíduos perfuro-cortantes. Tais resoluções também estabelecem acondicionamento, o manejo identificação interno conforme dos o resíduos grupo, nas coleta etapas e de segregação, transporte interno, armazenamento temporário, tratamento interno e armazenamento externo dos RSSS. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o maior risco apresentado na gestão deficiente dos RSSS são os acidentes com os resíduos perfuro-cortantes, acondicionados em recipientes inadequados, que podem transmitir diversas doenças, entre elas a Hepatite B e C, além do vírus da AIDS5. Muitos estudos já foram realizados no Brasil e em outros países sobre a gestão dos RSSS, onde foi relatado que apesar de ser fator preponderante para minimizar os impactos negativos, a adequada gestão dos RSSS não vem ocorrendo nos estabelecimentos de saúde onde são gerados6. Neste contexto o Enfermeiro possui um papel importante na prevenção dos riscos decorrentes do manejo inadequado dos RSSS, visto que, juntamente com a equipe de enfermagem estão diretamente envolvidos na produção desses resíduos sendo responsáveis por eles7. Portanto deve fazer parte da rotina desses profissionais zelarem pela segurança da população e buscar mudanças necessárias a promoção da saúde humana. Diante disso surge o questionamento: de que forma se dá o processo de GRSSSS? Especialmente nos hospitais públicos? Pois se estima que os hospitais de grande porte, com grande quantidade de leitos, e a crescida demanda do Sistema único de saúde – SUS produzam em média 20 toneladas/mês de resíduos biológicos, acarretando um aumento nos custos do tratamento destes resíduos. 4 Sendo, portanto necessário o surgimento de projetos e criação de políticas públicas com o intuito de mudar a idéia de que todo resíduo hospitalar seja necessariamente infeccioso8. Contudo, a análise do processo dos RSSS em curso e o conhecimento da legislação vigente norteiam um caminho para a estruturação das ações em gerenciamento RSSS por parte dos profissionais de saúde envolvidos, excepcionalmente pela equipe de enfermagem que dotada de domínio sobre o assunto contribui para a expansão da área de atuação e conseqüentemente valorização dos profissionais. 2 Objetivo Analisar de que forma se dá o processo de Gerenciamento de resíduos sólidos dos serviços de saúde de hospitais públicos. 3 Materiais e Métodos Trata-se de um estudo do tipo bibliográfico, exploratório, descritivo com análise integrativa. O estudo bibliográfico compreende a leitura, seleção, fichamento e arquivo dos tópicos de interesse para a pesquisa em pauta, com vistas a conhecer as contribuições científicas que se efetuaram sobre determinado assunto9. O estudo descritivo-exploratório procura chegar a hipóteses de trabalho passíveis de transcenderem o caso em si e orientarem futuras investigações, corresponde ao estudo em que o investigador “usa o caso para compreender outra coisa” 10 11 . A análise integrativa tem a finalidade de reunir e sintetizar resultados de pesquisas sobre um delimitado tema ou questão, de maneira sistemática e ordenada, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento do tema investigado.12 Após a definição do tema foi feita uma busca em bases de dados virtuais em saúde, especificamente na Biblioteca Virtual de Saúde - Bireme. Foram utilizados os descritores: Enfermagem, Gerenciamento de resíduos sólidos, resíduos sólidos. O passo seguinte foi uma leitura exploratória das publicações apresentadas no Sistema Latino-Americano e do Caribe de informação em Ciências da Saúde - LILACS, National Library of Medicine – MEDLINE e Bancos de Dados em Enfermagem – BDENF, Scientific Electronic Library online – Scielo, banco de teses USP, no período de 2001 a 2013. A seguir, os dados apresentados foram submetidos à análise de conteúdo. Posteriormente, os resultados foram discutidos com o suporte de outros estudos provenientes de revistas científicas e livros, para a construção do relatório final e publicação do trabalho no formato Vancouver. 5 4 Resultados e Discussão Pesquisar a respeito do Gerenciamento dos resíduos sólidos dos serviços de saúde parece uma prática recente, do ponto de vista da legislação vigente, porém já configurava uma preocupação desde a construção da Constituição de 1988, que em seu Art. 23 traz: “É competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios: proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer das suas formas”13. Nos últimos dez anos ao se buscar as Bases de Dados Virtuais em Saúde, tais como a LILACS, MEDLINE e SCIELO, utilizando-se as palavras-chave: Enfermagem, Gerenciamento de resíduos sólidos, resíduos sólidos, encontrou-se 49 artigos publicados entre 2001 e 2013. Foram excluídos os que não possuíam texto completo, idioma diferente do português e os que fugiam da linha de pesquisa, portanto, estão incluídos neste estudo 23 publicações. Após a leitura exploratória dos mesmos, foi possível identificar a visão de diversos autores a respeito do Gerenciamento dos resíduos sólidos de serviços de saúde. 4.1 O processo de GRSSS de hospitais públicos, em sua maioria, não atende a legislação vigente. A partir dessa avaliação observa-se que grande parte das instituições estudadas ainda não se adequou às etapas do manejo interno do gerenciamento dos resíduos, estabelecidas pela legislação. E com alarmantes conseqüências, como o ocorrido em Abril de 1994, no lixão de Aguazinha, em Olinda, onde mãe e filho se alimentaram com uma mama amputada achada no meio dos resíduos14. Configurando inadequação no destino final dos resíduos hospitalares. Nota-se em um estudo15 desafios para aprimorar o tratamento dos resíduos do Hospital Geral de Praga, relacionados a interesses econômicos, devido ao custo com tratamento e a disposição de resíduos infectantes serem consideravelmente maior do que o custo para disposição de resíduos comum. Outra situação observada no Hospital de Belo Horizonte relacionado à coleta, é a de que o município coleta o lixo comum como sendo especial (hospitalar), pois não desvia os veículos da rota já estabelecida8. Contaminando assim, o lixo comum e contrastando com o objetivo de se reduzir o volume de resíduos infectantes descrito na RDC 306/2004 e da categórica recomendação da Conferência de Copenhagen Maio/1991: Separar resíduos perigosos dos não perigosos, que não requerem nenhuma manipulação e eliminação especial15. Não obstante, recentemente a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO) após auditoria, interditou o depósito externo de lixo hospitalar do Hospital Materno Infantil (HMI) em Goiânia, detectando riscos à saúde e ao meio ambiente, principalmente devido à falta de adoção de procedimentos técnicos adequados no manejo de 6 materiais biológicos contaminados, perfurocortantes, peças anatômicas, substâncias tóxicas, inflamáveis e radioativas. E em declaração a coordenadora da auditoria fiscal da SRTE/GO, Jaqueline Carrijo, disse: “As regras de segurança e saúde colocadas no papel e coladas nas paredes não significam nada, quando o trabalhador não foi capacitado para executá-las.” 16 Corroborando com o observado no estudo de caso realizado no Hospital de Clínicas (HC) de Porto Alegre, onde 58% do total dos profissionais não sabem o que são resíduos sólidos, ou sabem o conceito, mas não reconhecem a importância dos cuidados com os mesmos8. Contudo, em partes, a deficiência no gerenciamento de resíduos dever-se-á ao fato de que a maior parte dos serviços de saúde e seus profissionais desconhecem os procedimentos básicos para o manejo desses resíduos. Havendo, portanto, a necessidade de ações intensificadoras de educação em saúde para os profissionais abarcados nesse processo em concomitância com uma supervisão do serviço através de autoridades e uma fiscalização mais efetiva. Ainda segundo a SRTE/GO, dos hospitais auditados neste ano em Goiás, mais de 90% apresentaram irregularidades na parte de segurança e saúde, sendo 3 interditados e mais de 100 autuados. “A operação apurou negligência quanto à segurança dos profissionais de saúde, o que ratifica a trajetória crescente de acidentes nesta atividade econômica”, afirmou Arquivaldo Bites, Superintendente regional do Trabalho e Emprego em Goiás.16 Em Marituba-PA, um estudo revelou que somente um hospital realizava a segregação dos resíduos do grupo A, aqueles infectantes, contrariando o preconizado na legislação vigente. 17 Paradoxalmente, para tanto, é imperativo o apoio e contribuição de outros órgãos, como secretarias municipais e estaduais, núcleos de vigilância epidemiológica e sanitária e órgãos ambientais, para que assim se atinja os objetivos preconizados em tal legislação. Percebe-se, nos estudos acima que o enfermeiro, em especial o especialista em enfermagem do trabalho deve ser dotado de conhecimentos a respeito da legislação vigente acerca do manejo adequado de resíduos dos serviços de saúde, tendo papel fundamental na elaboração de medidas, estratégias e ações que visem melhorias neste cenário. 5 Considerações finais O objetivo deste estudo foi analisar de que forma se dá o processo de Gerenciamento de resíduos sólidos dos serviços de saúde de hospitais públicos . 7 Após a análise dos estudos foi possível concluir que apesar de existirem normas e leis bem elaboradas e definidas, é notória a necessidade não só de uma ação mais efetiva por parte dos órgãos fiscalizadores, mas uma busca constante por parte dos próprios profissionais de saúde de conhecimento e elaboração de medidas para adequar e melhorar suas condições de trabalho, e enfrentamento dessa problemática, prevenindo acidentes, doenças ocupacionais e ainda preservando o meio ambiente. Este estudo possibilitou estimular a discussão sobre a forma de gestão dos resíduos hospitalares, e que a adequação desse processo configura desafio permanente a fim de eliminar a vulnerabilidades encontradas. Percebe-se, portanto, que os profissionais de saúde, gestores e demais sujeitos responsáveis pela geração de RSSS, precisam estar cientes de seus deveres, assegurando a proteção ao meio ambiente e à saúde pública, fazendo cumprir as exigências legais. E cabe ainda aos órgãos responsáveis, ANVISA, CONAMA e Ministério do Trabalho e Emprego e Ministério da Saúde, cumprir sua missão de regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam riscos à saúde pública. 6 Referências 1. Ministério do Trabalho e Emprego. Riscos Biológicos: guia técnico. Os riscos biológicos no âmbito da Norma Regulamentadora Nº 32. Brasília: DF; 2006. 2. Brasil. Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 306 de 2004. 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