MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE
TRABALHOS ACADÊMICOS
MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS
Documento para o auxílio na elaboração e
apresentação de trabalhos acadêmicos.
Profª Me. Adriane Ferreira de Brito
APRESENTAÇÃO
Prezado(a) aluno(a),
Este documento é um arquivo aberto, em constante mudança. O MANUAL
PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS tem como objetivo principal
auxiliar os acadêmicos de graduação na elaboração de trabalhos acadêmicos seja
para uma disciplina no meio do curso ou para a elaboração do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC).
Este Manual tem alguns diferenciais: ele se propõe a ensinar o que é ciência
de forma aberta, constantemente este arquivo será atualizado, além de ensinar
como formatar um documento de acordo com as normas vigentes para os trabalhos
acadêmicos.
O objetivo principal deste trabalho será facilitar o entendimento quanto às
normas de formatação de trabalhos científicos, este Manual abordará orientações
quanto à apresentação, formatação e estética de acordo com as Normas Técnicas
da ABNT (para trabalhos acadêmicos e publicação de artigos científicos) e ainda
padrões estabelecidos pelo Manual do TCC da FACER Faculdades – Unidade de
Ceres para os cursos de Enfermagem e Farmácia. Desta forma, este arquivo
também se propôs a padronizar os trabalhos acadêmicos da FACER Faculdades –
Unidade de Ceres para os cursos de Enfermagem e Farmácia.
Este documento NÃO DISPENSA a orientação de um docente quanto à
metodologia, elaboração de projetos e plano de trabalho.
Manual para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos
DOCENTES DA FACER FACULDADES – UNIDADE DE CERES
•
Curso de Enfermagem:
o Viviane Rodrigues Tavares – Coordenadora do curso
o
(http://lattes.cnpq.br/7624546360462094)
Ana Cristina Gomes Marques de Faria – Psicóloga da FACER Faculdades
(http://lattes.cnpq.br/7993198006038445)
o Anamaria Donato de Castro Petito
(http://lattes.cnpq.br/9451310093393891)
o Fábia Aparecida Alves de Souza
o Geruza Silva de Oliveira
o
(http://lattes.cnpq.br/7868377618598058)
Guilherme Petito
(http://lattes.cnpq.br/9484967397025799)
o Heloíza Dias Lopes Lago
(http://lattes.cnpq.br/9825866194414962)
o João Paulo de Morais Pessoa
o
Menandes Alves de Souza Neto
o
(http://lattes.cnpq.br/4236279236523794)
(http://lattes.cnpq.br/9145847095692353)
Milce Costa
(http://lattes.cnpq.br/3795098752283255)
o Paulo Alberto da Silva Sales
(http://lattes.cnpq.br/2235713534521313)
o
Rosane Maria da Silva Queiroz
o
Suelen Marçal Nogueira
o
(http://lattes.cnpq.br/9147144567533946)
Thatiane Marques Toquarto
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•
Curso de Farmácia:
o
Menandes Alves de Souza Neto – Coordenador do curso
(http://lattes.cnpq.br/9145847095692353)
o Adriane Ferreira de Brito
(http://lattes.cnpq.br/5888284521941706)
o Emmanuelle de Jesus Silva
(http://lattes.cnpq.br/4183460003988116)
o Gilmar Aires da Silva
o
(http://lattes.cnpq.br/0478173420255347)
Guilherme Petito
(http://lattes.cnpq.br/9484967397025799)
o Luciano Ribeiro Silva
o
Milce Costa
o
(http://lattes.cnpq.br/7282565151802992)
(http://lattes.cnpq.br/3795098752283255)
Suelen Marçal Nogueira
(http://lattes.cnpq.br/9147144567533946)
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1. O QUE É CIÊNCIA? E PESQUISA?
O mundo atual está rodeado de informações. Quando queremos “saber” de
algo corremos para a internet e colocamos algumas palavras nos sites de busca.
Dessa forma, muitas pessoas acabam achando que estão obtendo informações
científicas. Mas o que é ciência?
A palavra ciência não tem apenas uma única definição, de maneira
simplificada podemos defini-la como: conhecimento ou sabedoria. A cozinheira tem
ciência ao preparar um prato de sua especialidade, mesmo não sabendo as razões
do modo de preparo ela conhece o modo de fazer. De igual maneira, o farmacêutico
tem o conhecimento de qual medicamento deve ser usado para uma determinada
infecção, porém o farmacêutico sabe as razões de o porquê o medicamento
funciona, de sua posologia, contraindicações, etc.
Porém, nem todos os tipos de conhecimento são de fato ciência. A ciência é
um modo de compreender e analisar o mundo empírico por meio da consciência
crítica que leva a humanidade distinguir o essencial do superficial.
Por isso, no decorrer da história a humanidade sentiu a necessidade de saber
as razões dos acontecimentos. Dessa forma, para algumas pessoas era necessário
entender o porquê o bolo crescia, o porquê o tempo de preparo deveria ser
respeitado, o porquê a temperatura deveria ser alta, etc. De igual maneira, várias
pessoas começaram a se perguntar porquê alguns preparos naturais como o curare
era capaz de imobilizar o animal, porquê o extrato da medula renal levava a
taquicardia, elevação da pressão arterial, entre outros sintomas. Ou seja, com o
passar dos tempos saber como fazer já não era o principal conhecimento e sim o
porquê do fazer, dessa forma, surgiu à ciência.
A ciência é um meio pelo qual obtemos respostas dignas de confiança e
sujeitas a críticas, julgamentos; é uma forma de entendermos os fenômenos a nossa
volta. A construção da ciência é realizada sempre por meio de perguntas/objetivos
que queremos entender de forma racional, explicitando os porquês de vários
acontecimentos que os pesquisadores observam de forma sistemática. As respostas
dos porquês são obtidas através da interpretação de dados, seja observacionais ou
experimentais, que permitem a obtenção de respostas avaliadas universalmente.
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Quando nos referimos a um curso superior estamos nos referindo a uma
“Academia de Ciências”, por isso as respostas aos problemas devem ser buscadas
através de um rigor científico e apresentadas através das normas acadêmicas
vigentes. Toda academia de ciências visa à produção do conhecimento através da
produção de trabalhos de cunho científico a partir do conhecimento, porém existem
vários tipos de conhecimentos, portanto faz-se necessário diferencia-los, pois nem
todo conhecimento gera ciência.
1.1.
Tipos de conhecimentos
Como explicado anteriormente à palavra “ciência” significa CONHECIMENTO.
Porém o conhecimento da cozinheira é totalmente diferente do conhecimento do
farmacêutico.
Conhecer é um termo usado quando incorporamos um conceito novo sobre
um fato ou fenômeno qualquer. O conhecimento não nasce do vazio, e sim é o
resultado
das
experiências
que
adquirimos
através
dos
relacionamentos
interpessoais, das leituras de livros e artigos diversos, e por meio de observações.
O ser humano é capaz de criar e transformar o conhecimento a partir do
registro e transmissão deste para o próximo. Se criarmos um conhecimento e não o
transmitimos para o próximo, este conhecimento de nada terá servido. Porém
quando criamos um conhecimento e transmitimos o para o próximo através de
registros estamos fazendo ciência. A partir da criação, transformação, finalidade e
modo de transmissão do conhecimento têm-se vários tipos conhecimento.
•
Conhecimento empírico: também chamado de conhecimento vulgar ou
senso-comum, é aquele conhecimento que adquirimos por experiências
diárias, que se desenvolve a partir do cotidiano ou da necessidade. É o
conhecimento obtido ao acaso, através de ações não planejadas, das
experiências dos outros a partir das interações humanas e sociais. É
assistemático, ou seja, não há controle, adquire-se independentemente de
estudos, pesquisas ou investigações metodológicas. É o conhecimento
adquirido a partir das tradições.
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Exemplo: Durante o preparo de um bolo é de conhecimento das cozinheiras
que não se pode abrir o forno antes do tempo, em torno de 30 minutos, pois
se não o bolo para de “crescer” (cozinhar).
•
Conhecimento filosófico: é fruto do raciocínio e da reflexão humana. Possuí
sua origem na especulação de fenômenos, e tem como resultado conceitos
subjetivos e individuais. Tem como objetivo dar sentido aos fenômenos gerais
do universo, sem, contudo seguir os limites da ciência; procura conhecer a
realidade em seu contexto universal, sem soluções definitivas, busca o
sentido da justificação do homem e da sua existência. A principal tarefa do
conhecimento filosófico é a reflexão.
Exemplo: “O homem é a ponte entre o animal e o além-homem” (Friedrich
Nietzsche).
•
Conhecimento teológico: revelado por meio da fé divina, crença religiosa ou
doutrina teológica. Devido sua origem não pode ser confirmado ou negado.
Depende da formação individual através das condutas morais e das crenças.
É o estudo do conhecimento da divindade, baseado na fé por algo diante de
revelações. É incontestável em suas verdades, por tratar de revelações
divinas; não é colocado à prova e nem pode ser verificado.
Exemplo: acreditar em milagres, em duendes, em reencarnação, em espírito,
etc.
•
Conhecimento científico: é o conhecimento racional, sistemático, realizado
por meio de uma metodologia padronizada e reprodutível, que é a
metodologia científica. É um conhecimento objetivo, que se atém aos fatos e
realidades, sendo estes comprovados cientificamente. No conhecimento
científico são feitos questionamentos e procuradas explicações sobre os
fatos, através de procedimentos (métodos) que possam chegar a respostas
que respondam a estes questionamentos. O conhecimento científico não é
um conhecimento pronto, acabado e definido, está em constante mudança,
pois a busca por respostas pode levar a alteração de outras repostas já
adquiridas.
Exemplo: a pesquisa da eficácia do maracujá como um fitoterápico ansiolítico.
Apesar de o conhecimento científico ser único considerado ciência o conhecimento
empírico (senso-comum) é utilizado como principal razão para a construção do
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conhecimento científico. Pois, na grande maioria das pesquisas o que se faz é tentar
descobrir uma razão lógica nos acontecimentos diários. Por isso, o senso-comum
nunca poderá ser deixado de lado e sim deverá ser compreendido produzindo,
então, ciência.
AUTO-AVALIAÇÃO 1
Classifique as situações seguintes como senso comum (SC) ou conhecimento
científico (CC):
(
) Para a elaboração de trabalhos acadêmicos, utilizamos as normas definidas
pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
(
) Segundo os ditos populares, não podemos comer uva e melancia ao
mesmo tempo, porque isso causa dor de estômago.
(
) Angino-Rub ungüento é um composto de cânfora e mentol + associações e
é indicado ao alívio da tosse e ação descongestionante.
(
) O leite de soja sem lactose é um alimento com proteína isolada de soja e é
indicado para quem não pode beber leite de vaca.
(
) A certificação ISO 9001, versão 2000, que versa sobre Sistema de Gestão
da Qualidade, garante sucesso ao processo de qualidade implantado pelas
organizações.
(
) A melhor coisa para quando a criança está agitada é o benzimento; com
isso, imediatamente, ela se acalma.
(
) Se alguém tomar todos os dias uma xícara de chá quente com ervas
(carqueja, espinheira santa e alcachofra), pode emagrecer até 5 quilos por mês.
(
) O adoçante dietético é composto de sacarina sódica e ciclamato de sódio e
utilizado por quem está fazendo regime alimentar.
(
) Para elaborar citações, a melhor fonte de informações é a NBR 10520 da
ABNT.
(
) Antigamente, muitas mulheres, quando concebiam um filho, ficavam de
resguardo na alimentação e não lavavam a cabeça por 40 dias, porque isso poderia
causar problemas de saúde para a vida toda.
(
) O Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) cuida da normalização de
produtos e serviços de qualidade.
(
) Algumas mães usam algumas gotas de leite materno para curar a dor de
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ouvido das crianças.
AUTO-AVALIAÇÃO 2
Leia o que é solicitado no enunciado de cada questão e responda.
1. Todo conhecimento científico é verdadeiro e definitivo. Argumente sua resposta.
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
___________________________________________________________________
2. Correlacione as afirmações sobre os tipos de conhecimento com as situações
apresentadas para eles.
a) Empírico
b) Científico
c) Filosófico
d) Teológico
(
) Gelatina diet (sem adição de açúcar), contendo três vitaminas e dois sais
minerais, é indicada para quem necessita fazer tratamento de ingestão controlada
de açúcar.
(
) O homem poderá ser produzido em série, em tubos de ensaio.
(
) Benzer cura dor de cabeça, mas tem de ser antes do pôr do Sol.
(
) Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar dos pecados.
1.2.
O que é pesquisa?
A palavra “pesquisa” significa, de acordo com o dicionário Aurélio de 1986,
“indagação ou busca minuciosa para averiguação da realidade, investigação ou
inquirição”. Além disso, outro significado para complementar o anterior seria
“investigação e estudo sistemáticos com o fim de descobrir ou estabelecer fatos ou
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princípios relativos a um campo qualquer do conhecimento”. De forma simplificada,
o significado de pesquisa consiste em busca ou procura. Portanto, pesquisar
consiste
em
buscar/procurar
respostas
para
perguntas.
Quando
se
está
pesquisando, NÃO se está fazendo ciência, porém é por meio da pesquisa que se
produz ciência, dessa forma, pode-se afirma que a pesquisa é o caminha para se
chegar à ciência.
De forma mais específica vale ressaltar que pesquisa é um processo de
produção de conhecimento para a compreensão de uma realidade. É a atividade
básica de qualquer ciência, significa, de forma bem simples, procurar respostas para
indagações propostas.
Pesquisar consiste em desenvolver um conjunto de atividades orientadas à
obtenção de um determinado conhecimento. A pesquisa científica deve ser realizada
de forma sistematizada, por meio de métodos e técnicas apropriadas. Dessa forma,
numa pesquisa científica o principal ponto a ser analisado pelos pesquisadores
serão os métodos propostos para a obtenção das respostas. Exemplo (Cartaxo,
2009):
“eu não poderia procurar um tesouro numa
praia cavando um buraco com uma picareta; eu
precisaria de uma pá. Da mesma forma eu não
poderia fazer um buraco no cimento com uma pá;
eu precisaria de uma picareta. Por isso a
importância de se definir o tipo de pesquisa e da
escolha do instrumental ideal a ser utilizado.”
1.2.1 Tipos de pesquisa
O ato de pesquisar é o mesmo que procurar ou buscar algo. Em se tratando
de ciência, pesquisar é busca por respostas, ou a procura para a solução de um
problema. Existem vários tipos de pesquisa, classificadas quanto à natureza; quanto
aos objetivos, quanto aos procedimentos, quanto à forma de abordagem do
problema, etc.
•
Quanto à natureza:
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o Pesquisa básica: gera conhecimento, não tem finalidades
imediatas, sem aplicação prática, será utilizado em pesquisas
aplicadas.
o Pesquisa aplicada: gera produtos e processos, ou seja, gera
conhecimentos
para
aplicação
prática,
possui
finalidade
imediata, utiliza os conhecimentos oriundos da pesquisa básica.
•
Quanto aos objetivos:
o Pesquisa exploratória (GIL, 1991):
“visa proporcionar maior familiaridade
com o problema com vistas a torná-lo
explícito ou a construir hipóteses.
Envolve levantamento bibliográfico;
entrevistas com pessoas que tiveram
experiências práticas com o problema
pesquisado; análise de exemplos que
estimulem a compreensão. Assume,
em geral, as formas de Pesquisas
Bibliográficas e Estudos de Caso.”
o Pesquisa descritiva: tal pesquisa observa, registra, analisa e
ordena dados, sem manipulá-los, isto é, sem interferência do
pesquisador, procura descobrir a frequência de um evento. Na
coleta de dados utiliza-se de técnicas específicas como
entrevistas, formulários, questionários, testes e observação.
o Pesquisa
explicativa:
se
preocupa
com
o
porquê
dos
fenômenos, com a identificação dos fatores que determinam a
ocorrência
ou
a
maneira
de
ocorrer
dos
fatos/fenômenos/processos. Quando realizada nas ciências
naturais, requer o uso do método experimental, e nas ciências
sociais requer o uso do método observacional. Assume, em
geral, a formas de Pesquisa Experimental e Pesquisa Ex-posfacto.
•
Quantos aos procedimentos:
o Pesquisa bibliográfica (Cartaxo, 2009)
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“trata-se do levantamento, seleção e
documentação de toda bibliografia já
publicada sobre o assunto que está
sendo pesquisado, em livros, revistas,
jornais, boletins, monografias, teses,
dissertações,
com
o
material
objetivo
de
cartográfico,
colocar
o
pesquisador em contato direto com
todo material já escrito sobre o
mesmo.”
o Pesquisa documental: busca os dados direto na fonte, estes
dados não passaram por nenhum tratamento estatístico.
Exemplo: documentos, prontuários, certificados, etc.
o Pesquisa experimental: explicação de fatos específicos, a partir
de condições semelhantes ao fato estudado.
o Pesquisa ex-pos-facto: explicação de fatos que já ocorreram.
o Pesquisa ação: interesse coletivo por uma situação que leva a
cooperação de vários pesquisadores de modo participativo.
o Estudo de caso: coleta e análise de dados de um determinado
indivíduo, ou um grupo específico de pessoas, a fim de estudar
dados específicos deste grupo.
•
Quanto à forma de abordagem do problema:
o Pesquisa quantitativa: dados quantificáveis, ou seja, dados
numéricos, contáveis; requer o uso de recursos e técnicas
estatísticas, como, média, porcentagem, desvio padrão, etc.
o Pesquisa qualitativa: os dados não são quantificáveis, existe
uma relação dinâmica entre o dado e o sujeito pesquisado. É
necessário que ocorra a interpretação dos fenômenos e
atribuição de significados. Não requer nenhum método ou
técnica estatística.
o Pesquisa quanti-qualitativa: existem dados quantificáveis e
existem
dados
que
necessitam
ser
pesquisador.
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interpretados
pelo
Manual para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos
A diferença entre a abordagem quantitativa e a qualitativa na pesquisa
científica baseia-se no fato que a primeira dá ênfase em dados visíveis e
concretos, já a segunda trata-se daquilo que não é aparente, no mundo dos
significados, das ações e das relações humanas. Não se pode afirmar que as
duas abordagens são antagônicas, pois em determinados estudos elas serão
complementares.
De maneira geral podemos observar que o ato de pesquisar é inerente ao ser
humano, porém o estudante universitário tem a obrigação de pesquisar visando
construir a ciência. Dessa forma a faculdade é uma instituição encarregada em
ensinar o que é ciência, assim como, os caminhos necessários para a construção
da ciência. Portanto, todo estudante universitário deve saber como pesquisar,
além de conhecer os vários tipos de conhecimentos e pesquisa, dessa forma
poderá desenvolver vários projetos científicos.
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