Análise de Riscos no Alto Minho:
Principais resultados e oportunidades
Joaquim Alonso1, Pedro Castro1, Carlos Guerra1,6, Claudio Paredes, Sónia Santos, Bruno Caldas2, Ivone
Martins1, Ana Cristina Rodrigues1, Joana Vicente3, Ângela Lomba3, Urbano Fra4, David Miranda4, Renato
Henriques5; Horácio Faria1,5 e João Honrado3
1: Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), Praça General Barbosa, 4900-347 Viana do Castelo, PORTUGAL; [email protected]
2: Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho)
3: Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO)
4. Laborate - Universidade de Santiago de Compostela (USC)
5: Centro de Geologia da Universidade do Porto (CGUP)/DCT – Universidade do Minho
6: Institute of Mediterranean Agricultural and Environmental Sciences (ICAAM), Universidade de Évora - Pólo da Mitra, Apartado 94, 7002-554 Évora,
PORTUGAL
1. A avaliação e a gestão multirriscos
1.1 Os conceitos e os processos avaliação e a gestão de riscos
1.2 O conhecimento do território na avaliação e gestão dos riscos
1.3 A ocupação, uso do solo e vegetação na avaliação e gestão de riscos
2. O âmbito, objetivos e produtos do projeto PROTEC/GEORISK
3. O conhecimento, as propostas e as intervenções para a gestão multirrisco
3.1 A avaliação multirrisco para o Alto Minho
3.2 A disponibilidade, o acesso e a qualidade das bases de dados espaciais
3.3 As propostas e os instrumentos de gestão do risco para o Alto Minho
4. Os resultados e os desafios na gestão multirrisco
1. A avaliação e a gestão multirriscos
A sustentabilidade implica garantir equilíbrios sócio ecológicos, avaliação e gestão multirrisco
3º Seminário sobre Gestão de
Bacias Hidrográficas "Os
3º Seminário sobre Gestão de
Bacias Hidrográficas "Os
Sistemas Adaptativos Complexos
1. AS INFRA-ESTRUTURAS DE DADOS ESPACIAIS LOCAIS (IDEL)
SIG
SIG
SIG
SIG
Fig. 3 – A articulação de diversas tipologias de SIG numa IDE
1. AS INFRA-ESTRUTURAS DE DADOS ESPACIAIS LOCAIS (IDEL)
SIG
SIG
SIG
SIG
Fig. 3 – A articulação de diversas tipologias de SIG numa IDE
1. AS INFRA-ESTRUTURAS DE DADOS ESPACIAIS LOCAIS (IDEL)
Modelo
Baseado em
Processos
Gestão
Estratégica
IDE Global
IDE Nacional
Funcional
IDE Regional
Modelo
Baseado em
Produtos
Operacional
IDE Local
Organização com
similar estrutura
piramidal
IDE Organizacional
Hierarquia IDE
Fig. 5 – As diversas escalas de acção e decisão e as tipologias de IDE
1. A avaliação e a gestão multirriscos
1.1 Os conceitos e os processos avaliação e a gestão de riscos
1.2 O conhecimento do território na avaliação e gestão dos riscos
1.3 A ocupação, uso do solo e vegetação na avaliação e gestão de riscos
2. O âmbito, objetivos e produtos do projeto PROTEC/GEORISK
3. O conhecimento, as propostas e as intervenções para a gestão multirrisco
3.1 A avaliação multirrisco para o Alto Minho
3.2 A disponibilidade, o acesso e a qualidade das bases de dados espaciais
3.3 As propostas e os instrumentos de gestão do risco para o Alto Minho
4. Os resultados e os desafios na gestão multirrisco
1. A avaliação e a gestão multirriscos
1.1 Os conceitos e os processos avaliação e a gestão de riscos
1.2 O conhecimento do território na avaliação e gestão dos riscos
1.3 A ocupação, uso do solo e vegetação na avaliação e gestão de riscos
2. O âmbito, objetivos e produtos do projeto PROTEC/GEORISK
3. O conhecimento, as propostas e as intervenções para a gestão multirrisco
3.1 A avaliação multirrisco para o Alto Minho
3.2 A disponibilidade, o acesso e a qualidade das bases de dados espaciais
3.3 As propostas e os instrumentos de gestão do risco para o Alto Minho
4. Os resultados e os desafios na gestão multirrisco
2. O âmbito, objetivos e produtos do projeto PROTEC/GEORISK
O projeto PROTEC|GEORISK "Proteção Civil e Gestão de Riscos no Alto Minho",
desenvolvido para a os concelhos da CIM do Alto Minho visa:
i) a caracterização da realidade territorial com a captura, organização e transformação de dados
espaciais segundo os Anexos da Diretiva INSPIRE;
ii) a identificação dos fatores de riscos naturais, mistos e tecnológicos, seguida da avaliação e
zonagem da suscetibilidade e a vulnerabilidade implícita à modelação espacial multirrisco;
e iii) a apresentação de propostas estratégicas e de medidas operacionais de gestão, incluindo
a prevenção e a monitorização dos riscos identificados no Alto Minho (ISO 31000; ISO 31010; ).
2.
O PROJECTO PROTEC|GEORISK
2.3. A PROGRAMAÇÃO E AS FASES DE DESENVOLVIMENTO
Desenho do
modelo de
dados
geográficos
Inventariação,
catalogação e
operacionalização
Sistematização
Desenvolvimento
de metodologias
Modelaçã
o espacial
2.
O PROJECTO PROTEC|GEORISK
3º Seminário sobre Gestão de Bacias Hidrográficas "Os Estuários" | Viana do Castelo, 2 e 3 de Junho de 2010
3º Seminário sobre Gestão de
Bacias Hidrográficas "Os
1. A avaliação e a gestão multirriscos
1.1 Os conceitos e os processos avaliação e a gestão de riscos
1.2 O conhecimento do território na avaliação e gestão dos riscos
1.3 A ocupação, uso do solo e vegetação na avaliação e gestão de riscos
2. O âmbito, objetivos e produtos do projeto PROTEC/GEORISK
3. O conhecimento, as propostas e as intervenções para a gestão multirrisco
3.1 A avaliação multirrisco para o Alto Minho
3.2 A disponibilidade, o acesso e a qualidade das bases de dados espaciais
3.3 As propostas e os instrumentos de gestão do risco para o Alto Minho
4. Os resultados e os desafios na gestão multirrisco
2.
O PROJECTO PROTEC|GEORISK
2.3. A PROGRAMAÇÃO E AS FASES DE DESENVOLVIMENTO
FASE 5 | Modelação geográfica dos riscos para o Alto Minho
Abordagem multirisco ao nível do planeamento e gestão de riscos:
(i) conjuga uma análise temática e integração de todos os riscos que afectam um território,
considerando os possíveis efeitos em cascata, interdependente e em simultâneo;
(ii) factor chave para o desenvolvimento ambiental sustentável e planeamento territorial, bem
como a gestão de emergências antes, durante e após uma catástrofe (Durham, 2003).
Metodologia para análise e produção de cartografia de susceptibilidade à ocorrência de
acidentes rodoviários graves
Metodologia adoptada
Metodologia para análise e produção de cartografia de susceptibilidade à ocorrência de
acidentes rodoviários graves
Resultados obtidos
Figura 2 - (a) Modelo Digital do Terreno (MDT) para o NW peninsular e limite da bacia hidrográfica do rio Lima; (b) Implantação dos perfis transversais (cross sectional cut lines) na bacia; (c) Mapas de inundações de periodicidade provável de
100 em 100 anos; (d) Pormenor dos mapas de inundação relativamente a elementos humanos expostos.[CG1]
Component Plot in Rotated Space
´
aguçadoura
a ver-o-mar
navai
s
apúlia
estela
1,0
Cedovem
´
´
LíriosFÃO
Bom Jesus
Pedreiras
Santo António
,5
amori m
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beiriz
póvoa
de conde
varzi m
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ParedesCouto
AGRA DA APÚLIA
FÃO
Bosa Lírios
Forca
Bom Jesus
Igreja APÚLIA
Santo FÃO
António
Lírios
Pedreiras
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Jesus
Santo António
Pedreiras
Senhora do Amparo
Cedovem
Paredes
CriazCouto
´
0,0
AGRA DA APÚLIA
Bosa
Forca
Igreja APÚLIA
Cedovem
Component 2
ParedesCouto
CRIAZ
Contriz
AGRA DA APÚLIA
RIO ALTO
Senhora
do Amparo
FÃO Criaz
Bosa Lírios
Forca
Estela
Igreja APÚLIA Bom Jesus
Santo
António
Pedreiras
Urzes
Teso
Barros
CRIAZ
RIO ALTO Contriz
Valdoia
Senhora do Amparo
Cedovem
Estela
ESTELA
Paredes
CriazCouto
Carregosa
Urzes
Teso
Barros
Eirado
AGRA
DA APÚLIA
Forca
Valdoia Bosa
Barranha Zimbelo Estrada
Igreja
ESTELA
APÚLIA
Carregosa
Codixeira
Comão
Eirado
CRIAZ
Zimbelo Estrada
Paimo
Contriz
Barranha
RIO
ALTO
Crasto
Senhora
do Amparo
NA
VAIS
Codixeira
Comão
Criaz
AGUÇADOURAAldeia
Paimo
Estela
NAVAISCrasto
Sonhim
Outeiro
Caturela
AGUÇADOURAAldeia
Urzes Teso
Preladas
Barros
Caturela Outeiro Sonhim
Preladas
Contriz
Granjeiro
RIO ALTO
Valdoia
AndréGranjeiroAndré
SANTO ANDRÉSanto
Estela
ESTELA
SANTO ANDRÉSanto
Carregosa
Urzes Teso
Cabo
Cabo
EiradoBarros
Zimbelo
Valdoia
Ourão
Estrada
Ourão Barranha
Caramuja
Paço
CarregosaESTELA
Codixeira Paço
Caramuja
Comão
Eirado
Refojos
Sencadas
Zimbelo Estrada
Paimo Sencadas
Refojos
Paranho
Barranha
Crasto
Mourincheira
NAVAIS
Codixeira
Comão
Paranho
Aldeia
Agro Velho
AGUÇADOURA
Mourincheira
Paimo PENOUCESCrasto
NAVAIS
Outeiro Sonhim
Agro
Velho
Aldeia Barreiroa
Caturela
AGUÇADOURA
PENOUCES
Senhora deOuteiro
BelémGiesteira
Preladas
Sonhim
Caturela
Barreiroa
Preladas
Granjeiro
Portela
Giesteira Gândara
Granjeiro
Senhora
de André
Belém
Santo
Castelo
SANTO ANDRÉ
Santo
André
Nova
Sintra Padrão
SANTODO
ANDRÉ
PÓVOA
VARZIM
Portela
Regufe
Cabo
Cabo
Quintela
Poça da Gândara
Barca
Ourão
Castelo
Casal do Monte
Ourão
Portas Padrão
Fronhas
Nova
Sintra
Caramuja
LAGOA
Paço
PÓVOA
DO VARZIMPaço
Caramuja
Alto da PegaFormariz
Refojos
Regufe
Sencadas
Refojos
Paranho
Quintela
Casalinho
Poça
da Barca Sencadas
Santo Amaro
Mourincheira
Paranho
Pedreiras
Casal
do Monte
Agro
Velho
Mourincheira Portas Fronhas LAGOA
PENOUCES
Barreiroa
VILA DO CONDE
Agro Velho
Alto da
Pega
Formariz
PENOUCES
Senhora
de BelémGiesteira
Senhora
da Guia
Casalinho
Barreiroa
Portela
Santo Amaro
Giesteira Gândara
Senhora de Belém
Pedreiras
PÓVOA
Castelo
Padrão
PÓVOA DO VARZIM Nova Sintra
Portela
Regufe
VILA DOPoça
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Quintela
da Gândara
Barca
Castelo
Casal do Monte
Portas Padrão
Fronhas LAGOA
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da Guia
DO VARZIM
Alto da PegaFormariz
Regufe
Quintela
Casalinho
Poça da Barca
Santo Amaro
Pedreiras
Casal do Monte
Portas Fronhas LAGOA
VILA DO CONDE
Alto da Pega
Formariz
Senhora
da Guia
Casalinho
Santo Amaro
Pedreiras
VILA DO CONDE
Senhora da Guia
-,5
-1,0
-1,0
-,5
0,0
Toponímia
Toponímia
Rede hidrográfica
Rede da
hidrográfica
Limite
ZV1
Component 1
Limites
administrativos
Limite
da ZV1(freguesia)
Sistemas
de Produção
Limites
administrativos (freguesia)
Sistemas
de Produção
Forrageiro-pecuária
Hortícola intensivo
Forrageiro-pecuária
Toponímia
Toponímia
Rede hidrográfica
Rede da
hidrográfica
Limite
ZV1
Hortícola
intensivo
Limites
administrativos
Limite
da ZV1(freguesia)
Sistemas
de Produção
Limites
administrativos (freguesia)
Sistemas
de Produção
Forrageiro-pecuária
Hortícola intensivo
Forrageiro-pecuária
Hortícola intensivo
,5
1,0
82/21
!
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Novembro 2003
Maio 2003
Maio 2004
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Novembro 2003
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!! 68/2A
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82/12 82/13! 82/11
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82/22
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82/20 !
!
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±
82/19
82/19
82/20
! !
82/20
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82/22
!!68/2A
!
Novembro
1999
68/5
82/17
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82/18
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!
68/8! 68/9
!
!
68/1
!
68/2
68/3
!! 68/2A
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68/5
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82/12 82/13! 82/11
68/3
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82/15 82/14
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82/12 82/13! 82/11
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!68/8
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82/22 82/24
82/14 !68/7
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!
82/15
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! 82/11
82/17 82/12 82/13
82/17
!
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82/24
!
96/25
!
82/21
!
!
82/22
!
!
Limite da
nº1 (mg/l)
! ZV
Nitratos
0 - 10
10 - 20
20 - 30
!
Nitratos (mg/l)
Maio 2000
!82/15!
!
68/8 68/9
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68/1
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68/3
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!68/8
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68/7 82/24
! !
!
82/13
!
! 68/9
68/8
!
!
! 82/14
!
82/10
30 - 40
50 - 60
82/21
!
82/21
82/21
!
82/19
82/20 !
!
96/25
!
82/22
82/24
82/22
!
!
96/25
!
82/20 !96/25
Rede hidrográfica
82/10
Concentração
de nitra
Nitratos (mg/l)
82/12 82/13
!
!
!
82/15 82/14
! !
68/8 68/9
!
!
82/1982/24
82/22
82/20
!
!
! !
82/10
82/12 82/13! 82/11
!
!
!
82/15 82/14
82/17
!
! ! 82/18
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82/22
!
96/25
!
!
82/24
!
82/17
!
82/18
!
!
82/21
!
0 - 10
82/22
!
10 - 20
96/25
!
82/22
!
82/24
96/25
!
!
40 - 50
40 - 50
50 - 60
82/24
!
50 - 60
!
!
40 - 50
- 80
80 - 100
50 - 60 50 - 60 100 - 20
60 - 80 60 - 80
96/25
!
200 - 3
80 - 100
96/25
80 - 100 300 - 4
!
100 - 200
400 - 5
96/25
!
100 - 200
200 - 300
300 - 400
100 - 200
400 - 500
200 100
- 300- 200
> 500
80 - 100
!60
!
40 - 50
96/25
80
! - 100
60 - 80
50 - 60
30
- 40
82/22
82/24
30 - 40
82/24
82/24
! 82/22
60 - 80
96/25
!
> 500
200 - 300
300 - 400
300 -200
400 - 300
400 - 500
> 500
400 -300
500 - 400
400 - 500
200 - 300
80 - 100
300 - 400
100 - 200
400 - 500
VILA DO CONDE
82/22
!
96/25
!
30 - 40
30 - 40
96/25
!
!
82/24
!
82/19
82/19
82/20 !
!
60 - 80
100 - 200
82/22
!
96/25
!
82/20 !
82/21
10 - 20 20
de nitratos
(mg/l)
!
- 30 !40 - 50
82/19
10 - 20
96/25
!
ARGIVAI
96/25 TOUGUINHA
!
!
82/19
82/20 !
!
82/21
!
10 - 20 30 - 40
82/19
0 - 10
82/24
60 - 80
!
82/17
82/18
!
!
0 !- 10
nitratos
(mg/l)
Concentração dede
nitratos
(mg/l)
20
- 30
20
- 30
50 - 60
Pontos de amostragem
82/10
82/11
82/12 82/13!Conc
!
!
!
82/12 82/13! 82/11
82/17
82/10
! ! 82/18
!
!
!
!
!
82/12 82/13! 82/11
82/15 82/14
!!!
!
!
82/15 82/14
82/10
96/
! 82/17 82/17 82/21 82/20 82
! 82/18
!
! 82/11
!!
!
!
!
Nitratos
(mg/l)
Concentração
40 - 50
80 - 100
POVOA DE VARZIM
Limite da ZV nº1
Limite da ZV nº1
68/8 68/9
!
!
82/20 !
82/21
82/20
!
82/21
Concentração de nitratos
(mg/l)
!
!
!
20
- 30 !
82/24!
!
20 - 30
Legenda
!
!
!
! !da
Nitratos
(mg/l)
!
82/14
Limite
ZV
nº182/15
!
82/19 96/25
82/20 !
!
!
Nitratos
82/19 (mg/l)
82/19 82/19
82/20 82/20
!
82/21
!
82/21
!
!
10 - 20
Limite administrativo (freguesia)
68
96/25
!
68/8 68/9
68/7 !
!
82/19
!
68/2
82/20
68/8
68/9
68/3
!
!! 68/2A82/21
! !
!
!
!
68/4
68/5
68/6!
!
!
82/1968/7
82/10
82/22 82/24
!
68/2
82/20 !
! 82/
! !
82/12
68/3
!
!! 68/2A 82/21
!
!
!
! 82/13
!
96/25
!
68/482/17
68/5
!
82/18
!
!
!
68/6 !
!
82/15 82/14
!
68/8 68/9
! !
!
!
68/7 82/22 82/24
Concentração
!
! ! Nitratos
(mg/l)
82/17
!
82/18
!
!
!
Nitratos (mg/l)
BEIRIZ
82/17
!
82/18
! 68/1
!
82/19
68/2
96/2582/20 !
!! 68/2A 82/21
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68/5
68/6!
! 68/8 68/9
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!
!
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!
!
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!
68/8 68/9
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82/10
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82/12 82/13! 82/11
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!
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82/15 82/14
! !
68/1
Legenda
Limite da ZV
96/25 nº1
!
!
82/24
!
(mg/l)
30 - 40
40 - 50
82/10
!
!
!68/2A
!68/4
68/5
Legenda
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! !
82/15
! !
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! 82/11
82/12 82/13
!! ! ! !
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82/14
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82/22
Limite da ZV
nº1
82/24
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68/1
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82/24
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82/21
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!!
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68/5
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68/7
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68/3
68/8
68/9
8
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!!68/2A
!
!68/4
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68/6!
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68/1 !
!
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68/3
!! 68/2
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68/7
68/4
68/6!
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68/2 !
68/8 68/9
!
82/18
!
!
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Legenda
Limite da ZV nº1Concentração de082/18
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!
nitratos
(mg/l)
- 10
Limite da ZV! nº1!
!
68/8 68/9
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82/18
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68/1
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68/2
!!68/2A
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96/25
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82/18
!
!
82/2268/7
82/24 ! 82/11
82/10
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82/12
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68/8 68/9
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68/1
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68/3
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Legenda
82/24
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! 68/1
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Novembro
2000Novembro
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2000 ! 2000
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Legenda
96/25
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82/20 !
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6
Novembro
Nov
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68/1
68/1
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! 68/2A
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68/4
68/4
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96/25 ! 82/1568/6
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! 68/6
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68/2
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82/17
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! 82/12
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82/15 82/14
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82/21
68/2A 82/20
82/13
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! ! !!
!96/25
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!82/20 !
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68/1
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68/3
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68/4
68/6!
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!
Concentração de nitratos (mg/l)
Limite da ZV Concentração
nº1
de
nitratos
0
- 10
!
68/8 68/9
!
!
68/1
82/10
82/19
68/2
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! 82/11
82/20 !
68/382/12
82/21
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! 82/13
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68/4
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82/15 82/14 !
68/6! 96/25
!! !
! 82/10
82/12 82/13! 82/11
!
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Maio 2000 Maio 2000
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68/7
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68/2
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82/17
68/3 82/18
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! ! 68/2A Maio
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68/4 68/8 68/9
68/5
68/1
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! 82/19
68/6!
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68/2
!
82/20 !
82/21
! 68/2A
! 68/3
!
!
!!
68/4
82/10
68/5
68/6! 82/12
! 82/11
!
68/7
!
! 82/13
68/1!
!
68/7
82/22 !
82/24
!
68/2
!
82/14
!
Limite
da da
ZV
nº1
Limite
ZV
nº1 BOA
FONTE
- 10
00
- 10
! 68/2
68/3
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! 68/5
! 68/4
68/6
10
- 20
96/25
!96/25
10
- 20
!
!
(mg/l)
!
!
Nitratos
(mg/l)
!Nitratos
68/7
Concentração
de
nitratos
(mg/l)
- 30
Concentração
de nitratos2020
(mg/l)
!
- 30
APULIA
96/25
Limite da ZV nº1
0 - 10
30 - 40
!
96/25
96/25
Limite da ZV nº1
68/8
68/9
0 - 10
30 - 40
!
!
96/25
!
! BARQUEIROS
10 - 20
40 - 50
!
!
Nitratos (mg/l)
Legenda
10
- -20
40
- 50
Concentração
de nitratos
(mg/l)
!
Nitratos
(mg/l)
20
30
50
- 60
82/11
82/12
! !
82/13
Legenda
! !
Concentração
de nitratos
(mg/l)
Limite da ZV nº1
20
- 60
0 - 10 82/15
30--30
40
6050
- 80
! !ESTELA
Limite!da ZV nº1
82/14
10 - 20
50
80
- 100
0 - 10
3040- -40
60
- 80
Nitratos (mg/l)
82/17
82/18
- 30!
-50
60
100
10 - 20
20!
4050-LAUNDOS
80 --200
100
!
Nitratos (mg/l)
82/16 !
NAVAIS 50 - 60
20 - 30
100 - 200
AGU€ADORA 82/21 82/20
! !
! 82/19
TERROSO
82/22 82/24
!
!
A VER-O-MAR
AMORIM
Legenda
Legenda
Legenda
68/7
!
68/6!
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Maio 2000
Junho 2005
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96/25
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! 82/22
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Legenda
82/19
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! !
82/20
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82/24
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82/15 82/14
! !
96/25
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Legenda
Legenda
96/25
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96/25
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Legenda
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82/20 ! 82/17
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82/19
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82/21
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96/25
!
96/25
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82/15 82/14
! 68/9
!68/8
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68/8 68/9
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82/15 82/14
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82/17
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FAO
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82/22
!82/24
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82/10 68/2
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82/12 82/13! 82/11
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82/20 !82/18
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82/20 !
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! 82/11
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68/5
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! ! 68/1
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!
68/4
68/5
68/3!
68/5
!! 68/2A
!
!
68/6!
!
!
96/25
68/6
!
68/4
82/15 82/14
68/5
!
! ! !
68/6!
!
82/17
82/22 82/24
!
68/7
!
82/18
! !
!
68/7 !
!
!
96/25
82/17
!
!
82/18
!
!
82/19
82/20 !
!
82/22 82/24
68/7
!
! !
Novembro 1999
!
82/19
82/20 !
!
Maio 2004
82/24
96/25
!
!
68/1
68/1
!
68/2
!
68/2
68/3
!
68/3
!!
68/2A 82/21
! 68/2A
!
!
!
68/4
68/5
68/4
68/5
68/6
!
!
68/6!
!
!
82/24
!
96/25
Maio 1999
82/21
!
!
!
!
82/22 82/10
82/24
! 82/11
82/12
!
! !
! 82/13
!
82/15 82/14
! !
96/25
!
82/17
!
82/18
!
!
82/19
82/20 !
82/21
!
!
68/8 68/9
82/19
82/20 !
!
82/21
!
82/22
!
!
!
!
Maio 1999
Novembro
2000
!
82/15 82/14
! !
82/24
!
82/16
82/17
!
82/18
!
Maio 2003
!
68/8 68/9
!
!
82/24 82/12 82/10
! 82/11
!
!
! 82/13
96/25
82/14
200 - 300
300 - 400
400 - 500
> 500
>
´
BRAGANÇA
VIANA DO CASTELO
BRAGA
VILA REAL
PORTO
0
Legenda
Limites Administrativos
Distritos
Probabilidade de transição
0,01 - 0,12
0,12 - 0,16
0,22 - 0,31
25
50
Km
0,16 - 0,22
0,31 - 0,60
Figura 4.43 – Probabilidade de transição para o modelo de Extensificação.
´
BRAGANÇA
VIANA DO CASTELO
BRAGA
VILA REAL
PORTO
0
Legenda
Limites Administrativos
Distritos
Probabilidade de transição
0,07 - 0,32
0,32 - 0,38
0,46 - 0,54
25
50
Km
0,38 - 0,46
0,54 - 0,77
Figura 4.46 – Probabilidade de transição para o modelo de Florestação.
´
BRAGANÇA
VIANA DO CASTELO
BRAGA
VILA REAL
PORTO
0
Legenda
Limites Administrativos
Distritos
Probabilidade de transição
0,0 - 0,02
0,02 - 0,03
0,08 - 0,19
25
50
Km
0,03 - 0,08
0,19 - 0,79
Figura 4.49 – Probabilidade de transição para o modelo de Renaturalização.
´
BRAGANÇA
VIANA DO CASTELO
BRAGA
VILA REAL
PORTO
0
Legenda
Limites Administrativos
Distritos
Probabilidade de transição
0,0 - 0,09
0,09 - 0,19
0,35 - 0,52
25
50
Km
0,19 - 0,35
0,52 - 0,82
Figura 4.52 – Probabilidade de transição para o modelo de Urbanização.
3º Seminário sobre Gestão de
Bacias Hidrográficas "Os
3º Seminário sobre Gestão de
Bacias Hidrográficas "Os
Anexo II: informação
temática
(temas de suporte)
Anexo II: informação
temática
(temas estruturais)
Anexo I: informação de
referência
Gestão e partilha de Dados
01 Unidades Estatísticas
16 Regiões Oceanográficas
02 Edifícios
17 Regiões Biogeográficas
03 Solo
18 Habitats e Biótopos
04 Usos do Solo
19 Distribuição de Espécies
05 Segurança e Saúde Humana
20 Recursos Energéticos
06 Serviços de Utilidade Pública do Estado21 Recursos Minerais
07 Instalações de Monitorização do Ambiente
08 Instalações Industriais de Produção
09 Instalações Agrícolas e Aquícolas
10 Demografia
11 Zonas de Gestão Territorial
12 Zonas de Risco Natural
13 Condições Atmosféricas
14 Características Geometeorológicas
15 Regiões Marítimas
Modelos de Análise
Espacial e Simulação
Interface de dados
Risco de
Incêndio
Risco de
Cheias e
Inundaçõe
s
Risco de
Movimento
de
Vertentes
Risco de
Erosão
Hídrica
Risco
Sísmico
Risco de
Erosão do
Litoral
Risco de
Acidentes
Graves de
Trafego
Elemento
s
Expostos
(…)
Valor
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Perig
o
Seve
ridad
e
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Susce
ptibilid
ade
Vulnerabilida
de
Probabilida
de do
Perigo
Dano
Potencial
Localização do Risco
Análise Multirrisco
GEOPORTAL
Risco
Desenvolvimento, Planeamento e Gestão do Território
Actualização do catálogo de dados
e produção de metadados
Equipas Técnicas de suporte ao Projecto
01 Altitude
02 Ocupação do Solo
03 Ortoimagens
04 Geologia
Catálogo de dados e
identificação de
metadados
01 Sistemas de Referência
02 Sistemas de Quadriculas Geográficas
03 Toponímia
04 Unidades Administrativas
05 Endereços
06 Parcelas Cadastrais
07 Redes de Transporte
08 Hidrografia
09 Sítios Protegidos
Análise de
alterações
Análise de Processo
Alterações climáticas
Perigos
Alterações de
uso do solo
Elementos em risco
(expostos)
Alterações socioeconómicas
Vulnerabilidade
Gestão do risco
Análise de risco
Análise de
vulnerabilidade
Análise de risco
Avaliação do risco
Desenvolvimento de cenários
Cenário A
Cenário B
Cenário C
Cenário …
Medidas de redução
do risco
Capacidade de resposta
em situações de
emergência
Planeamento
do uso do solo
Análise custo-benefício
Governança do risco / Comunicação do risco /
Visualização do risco (percepção)
Gestão de informação
(espacial)
Análise de perigos
múltiplos
Elementos de
exposição risco
Reduzir a vulnerabilidade e aumentar a resiliência
(capacidade adaptativa, transformação, aprendizagem e inovação)
ACADEMIA E INVESTIGAÇÃO
(avaliação e gestão de riscos)
PROTECÇÃO CIVIL
(desastres e emergência)
Bases de dados
Avaliação/ modelação do risco
Gestão de riscos
Monitorização
Alocação de meios
Emergência
Resposta e recuperação
Vigilância
WEBSIG
Planeamento estratégico
Planeamento territorial
Gestão territorial
Infra-estruturas
DECISORES POLITICOS E TÉCNICOS
(planeamento e gestão)
Uso do solo
Sensibilização
Capacitação
Participação
CIDADÃO E COMUNIDADE
(sensibilização e capacitação)
4. Os resultados e os desafios na gestão multirrisco
A complexidades e as oportunidades as associadas à avaliação e gestão multirrisco (a natureza multidimensional,
hierárquica, contínua e cumulativa em sistemas adaptativos complexos);
A dimensão natural e humana na definição de âmbito e modelação espácio-temporal para a gestão dos riscos;
A ocupação e uso do solo como elemento de síntese e central que influencia e enquadra a avaliação e gestão
dos riscos;
As metodologias, a compreensão, a decisão e ação implicam instrumentos com dados em quantidade e qualidade
associados a modelos periciais (SIG e SIT), metodologias e modelos de análise;
A natureza cumulativa dos riscos vs os espaços de conflito com património humano e natural, valores e funções
relevantes;
A análise e gestão dos riscos implicam um conhecimento e funcionamento das unidades naturais e escalas
elevada de análise sobre os elementos naturais e humanos vulneráveis presentes;
O conhecimento, a continuidade, as opções e os instrumentos de avaliação e gestão de riscos.
http://www.youtube.com/v/gBnvGS4u3F0?hl=en&fs=1&autoplay=1
Análise de Riscos no Alto Minho:
Principais resultados e oportunidades
Joaquim Alonso1, Pedro Castro1, Carlos Guerra1,6, Claudio Paredes, Sónia Santos, Bruno Caldas2, Ivone
Martins1, Ana Cristina Rodrigues1, Joana Vicente3, Ângela Lomba3, Urbano Fra4, David Miranda4, Renato
Henriques5; Horácio Faria1,5 e João Honrado3
1: Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), Praça General Barbosa, 4900-347 Viana do Castelo, PORTUGAL; [email protected]
2: Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho)
3: Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO)
4. Laborate - Universidade de Santiago de Compostela (USC)
5: Centro de Geologia da Universidade do Porto (CGUP)/DCT – Universidade do Minho
6: Institute of Mediterranean Agricultural and Environmental Sciences (ICAAM), Universidade de Évora - Pólo da Mitra, Apartado 94, 7002-554 Évora,
PORTUGAL
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Joaquim Mamede Alonso, ESA - IPVC