A economia brasileira termina o primeiro semestre de 2014, enfrentando os mesmos problemas
apresentados ao final de 2013. O baixo crescimento e inflação elevada, além da queda na confiança dos
agentes dão o tom do cenário brasileiro na primeira metade do ano.
Em relação ao cenário internacional, a percepção foi de ligeira melhora. Após um rigoroso
inverno, a economia americana mostra reação e melhoras significativas no mercado de trabalho. A China
também mostra evolução com sinais de avanço da atividade especialmente após as medidas
implementadas pelo governo. Na Europa, a principal preocupação é o baixo crescimento. O risco de
deflação permanece, porém o Banco Central Europeu (BCE) se mostrou que está atento e implementou
medidas ousadas para reverter o quadro. A expectativa é de que a inflação permanecerá baixa por um
período prolongado, mas deverá voltar à meta de 2%.
ECONOMIA INTERNACIONAL
Nos Estados Unidos, o início do ano foi marcado por uma retração na atividade econômica. O
Produto Interno Bruto (PIB) americano caiu à taxa anual de -2,9%, a retração mais acentuada dos
últimos cinco anos. O clima de inverno rigoroso conteve o investimento empresarial, as exportações
caíram e os estoques subiram a um ritmo mais lento colaborando para o fraco resultado. O mercado de
trabalho também sofreu influência do frio. As fortes nevascas atrapalharam a procura por trabalho em
janeiro e fevereiro. Com o fim do inverno, o mercado de trabalho voltou a se aquecer nos meses
subsequentes. Novos postos de trabalho surgiram e a taxa de desemprego recuou para 6,1%, a menor
desde setembro de 2008. Quanto à política monetária, Federal Reserve (Banco Central americano) fez a
opção pela redução paulatina dos estímulos monetários – as reduções vem ocorrendo a um ritmo de
US$ 10 bilhões em cada encontro – além disso a taxa do juro básico, vem se mantendo entre 0% e
0,25%, devendo sofrer aumentos provavelmente ao final de 2015, segundo as projeções do próprio
Fed.
Na Europa, a atividade econômica reage em ritmo moderado. A grande preocupação durante o
semestre foi a baixa inflação, ainda abaixo da meta de 2% estabelecida pelo Banco Central Europeu
(BCE), mesmo em um cenário de juros baixos. Assim, o BCE optou por uma posição mais enérgica e
intervencionista, lançando uma série de medidas para manter a zona do euro distante da deflação. A
autoridade monetária reduziu a principal taxa de juro da zona do euro de 0,25% para 0,15%. Mais
drasticamente, cortou a taxa de depósito de zero para -0,10%. Essa medida pretende fazer com que os
bancos emprestem dinheiro em vez de guardá-lo. Outras medidas envolvem empréstimos de longo prazo
para os bancos a taxas baixas até 2018 e a compra de lotes de empréstimos para pequenos negócios na
forma de bônus, canalizando mais crédito para as companhias por meio dos mercados financeiros. Além
disso, o BCE vai parar de coletar depósitos semanais visando contrabalançar os efeitos monetários das
compras de bônus anteriores. Isso deve deixar um adicional de 175 bilhões de euros no sistema
financeiro que os bancos podem usar para emprestar entre si ou para as companhias.
Na China, após um primeiro trimestre difícil, com sucessivas quedas da atividade industrial a
segunda maior economia do mundo conseguiu retomar o crescimento, com a ajuda de um pacote de
estímulos lançado em abril. As medidas adotadas incluíam isenções de impostos para as pequenas
empresas e ajudas aos bairros urbanos mais pobres. Mediante os estímulos, a economia chinesa
mostrou um crescimento moderado e estável apresentando 7,4% de aumento no PIB e gerando mais
de 7 milhões de novos postos de trabalho, conforme o Departamento Nacional de Estatísticas do país.
O índice de gerentes de compras (PMI, em inglês) publicado pelo governo subiu de 50,5 em janeiro
para 51 pontos em junho, maior número em seis meses. Números acima de 50 pontos indicam
expansão da atividade, enquanto abaixo mostram retração. As exportações e importações combinadas
da China, no entanto, cresceram apenas 1,2% nos seis primeiros meses, o que reforça as expectativas
de que ainda é necessário adotar mais medidas de estímulo para estabilizar a economia e cumprir a
meta de crescimento em 2014.
ECONOMIA NACIONAL
Atividade Econômica
O Produto Interno Bruto (PIB) teve expansão de 0,2% no primeiro trimestre deste ano, sobre o
quarto trimestre de 2013. A expansão do PIB do primeiro trimestre veio abaixo da variação do Índice de
Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, e que mostrou
crescimento de 0,3% sobre o período entre outubro e dezembro de 2013.
A atividade industrial tem mostrado sinais de desaquecimento em 2014. No índice acumulado
entre janeiro e maio de 2014, a indústria caiu 1,6%, com três das quatro grandes categorias econômicas
e 17 dos 26 ramos investigados com recuo na produção. O principal impacto negativo foi em veículos
automotores, reboques e carrocerias (-12,5%), pressionado pela queda na produção de
aproximadamente 86% dos produtos investigados. Dentre eles cabe ressaltar: automóveis, caminhãotrator para reboques e semirreboques, caminhões, veículos para transporte de mercadorias e autopeças.
Outras contribuições negativas relevantes vieram dos setores de produtos de metal (-8,8%), de outros
produtos químicos (-3,7%), de metalurgia (-3,4%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,4%) e
de máquinas e equipamentos (-2,7%). Entre as oito atividades que ampliaram a produção, as principais
influências foram em indústrias extrativas (4,7%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e
ópticos (14,7%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (8,9%), impulsionadas, em grande parte, pelo
crescimento na produção de minérios de ferro em bruto ou beneficiado, na primeira, de televisores, na
segunda, e de medicamentos na última.
O comércio varejista do País apresentou variações de 5,0% no volume total de vendas e de
11,2% para a receita nominal nos cinco primeiros meses do ano. O Comércio Varejista ampliado, que
inclui o varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção teve
um desempenho inferior registrando aumento de 1,4% no volume de vendas e 6,9% na receita nominal.
Das dez atividades investigadas, quatro apresentaram recuo. O principal deles foi em Veículos e motos,
partes e peças (-5,6%), seguido por livros, jornais, rev. e papelaria (-4,7%). O destaque positivo ficou por
conta do grupo artigos farmacêuticos, med., ortop. e de perfumaria com um aumento de 10,5% no ano.
No acumulado do primeiro semestre deste ano, o saldo comercial brasileiro ainda ficou no
vermelho, ou seja, com mais importações do que vendas ao exterior. Nos seis primeiros meses deste
ano, foi contabilizado um déficit de US$ 2,49 bilhões na balança comercial brasileira. Isso representa
uma melhora frente ao mesmo período do ano passado, quando o saldo negativo das transações
comerciais com o exterior havia sido maior: US$ 3,07 bilhões. De acordo com os dados do Ministério do
Desenvolvimento, apesar da pequena melhora no resultado comercial do primeiro semestre, frente ao
ano de 2013, ele foi o terceiro pior para o período de toda a série histórica, que tem início em 1994.
Política Fiscal e Monetária
O cenário com menor liquidez mundial agrava os desequilíbrios da política econômica
doméstica. A queda da popularidade da presidente Dilma, registrada nas pesquisas eleitorais mais
recentes, acentua o dilema enfrentado pelo governo com relação à política fiscal. Por um lado, seria
desejável um aperto da política fiscal para gerar uma recuperação da confiança dos agentes. Por outro
lado, para atender as demandas da população por melhora na qualidade do serviço público e com isso
recuperar popularidade, o governo teria que arcar com um maior custo fiscal. A meta de superávit
primário para o ano é de R$ 80,774 bilhões. No acumulado de janeiro a maio, no entanto, o superávit
primário somou apenas R$ 19,158 bilhões, o equivalente a 0,93% do PIB. O resultado, aquém das
expectativas, se deve principalmente ao mês de maio, no qual registrou-se déficit primário de R$ 10,502
bilhões.
No que tange a política monetária, Banco Central iniciou o ano dando continuidade a elevação
da taxa de juros como resposta à persistência inflacionária. O Comitê de Política Monetária (Copom)
promoveu três aumentos consecutivos na taxa básica de juros que atingiu 11% ao ano. Cabe ressaltar
que o Copom, reduziu o ritmo da alta de 0,50 p.p. para 0,25 p.p. a partir da segunda reunião sinalizando
que o aperto monetário poderia estar perto do fim. Isso aconteceu de fato e em maio, o Copom decidiu
encerrar o ciclo de alta da Selic iniciado em abril de 2013, mantendo assim os juros.
Expectativas e Sondagens
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getúlio Vargas caiu -6,91% entre
janeiro e junho de 2014, ao passar de 11,5 para 103,8 pontos. Tanto a avaliação dos consumidores com
relação à situação quanto as expectativas em relação aos meses seguintes apresentaram variação
negativa. O Índice da Situação Atual (ISA) caiu -8,05%, para 109,6 pontos, enquanto o Índice de
Expectativas (IE) apresentou uma variação de -7,27%, passando a 100,7 pontos.
Em junho, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getúlio Vargas recuou -10,85%
frente ao mês de janeiro, considerando-se dados com ajuste sazonal. Após a quarta queda consecutiva,
o índice atingiu o menor nível desde abril de 2009. A piora do ICS no primeiro semestre foi determinada
tanto pela redução de -8,12% no Índice da Situação Atual (ISA-S) quanto pelo lado das expectativas
onde observou-se uma queda de -12,76. Diante do exposto resultados indicam que prevalece a
percepção de um cenário de deterioração no ritmo de negócios.
Pelo quarto mês consecutivo, o Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getúlio
Vargas apresenta tendência de queda, considerando-se a base de comparação interanual. No trimestre
findo em junho, o ICOM variou -6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, a maior queda
desde dezembro de 2011, quando havia registrado taxa de -6,8%. Nos meses anteriores, as variações
interanuais trimestrais foram de -3,1%, em abril, e -4,4%, em maio. A diminuição da confiança foi
influenciada pela piora das expectativas em relação aos próximos meses: a taxa interanual trimestral do
Índice de Expectativas (IE-COM) passou de -2,6%, em maio, para -6,0%, em junho. Apesar da relativa
melhora na margem, o Índice da Situação Atual (ISA-COM) continua apresentando níveis médios
inferiores aos do ano passado. As taxas de variação passaram de -7,2% para -7,1%, nos mesmos
períodos e bases de comparação.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getúlio Vargas recuou -12,89% no
primeiro semestre de 2014, ao passar de 100,1 para 87,2 pontos. Após a sexta queda consecutiva,
índice distancia-se da média histórica, de 105,4 pontos, atingindo o menor nível desde maio de 2009. A
queda do índice foi motivada principalmente pela piora das expectativas em relação aos meses
seguintes: o Índice de Expectativas (IE) recuou -15,85%, para 84,4 pontos. Já o Índice da Situação Atual
(ISA) caiu -9,90%, para 90,1 pontos. A queda adicional da confiança e a expressiva diminuição do nível
de utilização da capacidade sinalizam o aprofundamento do quadro de deterioração do ambiente de
negócios. A piora persistente das expectativas, por sua vez, mostra que o empresariado industrial ainda
não vê sinais de melhora no curto prazo.
O Índice de Confiança da Construção (ICST) da Fundação Getúlio Vargas recuou pelo quarto
mês consecutivo, registrando variação interanual de -9,8%, no trimestre findo em junho de 2014. O
resultado confirma a tendência de desaceleração para o segundo semestre. Assim como em maio, a
queda da confiança em junho foi mais influenciada pela piora das expectativas. Em bases trimestrais, a
variação interanual do Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -11,4%, no trimestre findo em maio,
para -13,1%, em junho. Em termos mensais, o IE-CST passou de -13,4%, em maio, para -13,6%, em
junho. A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) foi mais suave: passou de 5,3%, em maio, para -5,7%, em junho.
Mercado de trabalho
A taxa de desocupação terminou o ano de 2013 estimada em 4,3% da população
economicamente ativa (PEA). Até então, o menor resultado desde o início da série histórica, em março
de 2002. No ano de 2014 essa porcentagem se elevou chegando aos 4,9% da PEA em abril. Vale
ressaltar que a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) abrange as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de
Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. No entanto, a paralisação dos servidores do IBGE impossibilitou a
divulgação completa dos dados referentes ao mês de maio. Assim, excepcionalmente não foram
disponibilizados os dados das Regiões Metropolitanas de Salvador e Porto Alegre impedindo que o mês
de maio fosse contemplado na análise.
Mercado Financeiro e Câmbio
Apesar de um desempenho mais fraco em junho, o destaque do semestre ficou com os títulos
atrelados à inflação (as NTN-Bs). O IMA-B, que reflete o desempenho médio desses papéis, acumulou
retorno de 9,52% no ano. Embora tenham recuado no mês passado, as NTN-Bs de maior duration
seguem como destaque no ano. Enquanto o título com vencimento em 2035 apresentou rentabilidade
nominal de 10,41% no semestre, o de 2045 apresentou valorização de 11,13% e o de 2050, de 11,26%.
Na renda variável o comportamento foi de maior volatilidade. O Ibovespa iniciou o ano
apresentando retornos negativos. As fortes incertezas do mercado, especialmente quanto à recuperação
e à condução da política monetária dos EUA, refletiram nos resultados da bolsa nos primeiros meses. O
Ibovespa, no entanto conseguiu se recuperar graças à forte entrada de fluxos estrangeiros e pelos
resultados da corrida eleitoral, registrando assim variação de 3,22% na primeira metade de 2014. É o
melhor resultado para um primeiro semestre, que não fechava em alta desde 2009.
As bolsas ao redor do mundo apresentaram comportamentos distintos. Nos EUA, as bolsas
fecharam em alta no primeiro semestre. O índice Dow Jones acumulou 1,51% de alta, o S&P500 6,06%
e o índice Nasdaq subiu 5,81%. Na Europa, o DAX 30 da Alemanha subiu 2,94%, enquanto o CAC 40 da
França subiu 3,96%. Na Ásia, no entanto, as bolsas operaram em baixa. O Shanghai Comp., da China,
caiu -2,38 e o índice Nikkei do Japão, teve queda de -6,93%.
Já no câmbio, apesar de um início de ano marcado por expectativas de forte apreciação do
dólar, a trajetória negativa da moeda americana tem prevalecido, levando a uma queda acumulada de 6,19% no semestre em relação ao real. Este movimento se deve principalmente à intervenção do Banco
Central no câmbio. O BC intervém no câmbio por meio do programa de swaps, que equivale à venda de
dólares. Este programa abastece o mercado com US$ 200 milhões por dia e foi renovado recentemente
pelo BC para vigorar pelo menos até o fim do ano.
Inflação e Taxa de Meta Atuarial
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou variação de 3,75% nos
primeiros seis meses deste ano, acima da taxa de 3,15% de igual período de 2013. Considerando os
últimos doze meses o índice situou-se em 6,52%, acima dos 6,37% relativos aos doze meses anteriores
e acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central, que é 6,50%. O gráfico abaixo mostra como o
índice se comportou no primeiro semestre:
Dos grupos de produtos e serviços pesquisados, Educação apresentou a maior alta, atingindo
7,34%, enquanto o grupo Comunicação apresentou deflação de -0,99%. Os resultados por grupo foram:
Grupo
Variação (%)
2014
IPCA
3,75
Alimentação e Bebidas
Habitação
Artigos de Residência
Vestuário
Transportes
Saúde e Cuidados Pessoais
Despesas Pessoais
Educação
Comunicação
5,07
3,74
3,59
1,55
1,53
4,32
6,02
7,34
-0,99
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de
01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além
dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.
Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulou variação de 3,79% no primeiro
semestre, em 12 meses, registrou elevação de 6,06%. O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se
refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e
abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de
Brasília.
A Taxa de Meta Atuarial (TMA) que é indexada ao indicador IPCA (IPCA + 6% a.a.) acumulou
6,71% no semestre. Já para os RPPS que possuem meta atuarial indexada ao INPC (INPC+6% a.a.), a
variação semestral foi de 6,76%.
REFERÊNCIA
SELIC
IMA-B
CDI
POUPANÇA
IPCA
TMA / IPCA
INPC
TMA / INPC
IBOVESPA
Fechamento
janeiro/14
0,8493
(2,5507)
0,8398
0,6132
0,5500
1,0628
0,6300
1,1432
(7,5116)
fevereiro/14
0,7901
4,4390
0,7827
0,5540
0,6900
1,1567
0,6400
1,1065
(1,1419)
março/14
0,7659
0,7099
0,7599
0,5267
0,9200
1,3643
0,8200
1,2639
7,0497
abril/14
0,8227
2,4185
0,8155
0,5461
0,6700
1,1366
0,7800
1,2471
2,4041
maio/14
0,8659
4,2655
0,8583
0,5607
0,4600
0,9490
0,6000
1,0897
(0,7496)
junho/14
0,8245
0,0591
0,8174
0,5467
0,4000
0,8654
0,2600
0,7247
3,7647
5,0203
9,5190
4,9736
3,3944
3,7463
6,7146
3,7874
6,7569
3,2248
julho/14
agosto/14
setembro/14
outubro/14
novembro/14
dezembro/14
Acumulado 2014
Observações Importantes:
I - O Emitente não é Analista de Valores Mobiliários, tampouco esta mensagem configura-se um Relatório de Análise, conforme definição da Instrução nº 483 da Comissão de
Valores Mobiliários (CVM). II - Esta mensagem tem conteúdo meramente indicativo, não devendo, portanto, ser interpretada como um texto, relatório de acompanhamento, estudos
ou análises sobre valores mobiliários específicos ou sobre valores mobiliários determinados que possam auxiliar ou influenciar investidores no processo de tomada de decisão de
investimento. III - Investimentos ou aplicações em títulos e valores mobiliários envolvem riscos, podendo implicar, conforme o caso, na perda integral do capital investido ou ainda
na necessidade de aporte suplementar de recursos. IV - As informações expressas neste documento são obtidas de fontes consideradas seguras, porém mesmo tendo sido
adotadas precauções para assegurar a confiabilidade na data da publicação, não é garantida a sua precisão ou completude, não devendo ser considerada como tal.
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