A CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA DE MULHERES ACOMETIDAS POR CÂNCER
DE MAMA QUE SOFRERAM ALTERAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL
Natália Camila de Araújo1
Nas últimas décadas do século XX o termo resiliência tornou-se divulgado e
muito utilizado pelas ciências humanas e da saúde.
“Originária do latim, a palavra resilio significa retornar a um estado anterior,
sendo utilizada, na Engenharia e na Física, para definir a capacidade de um corpo
físico voltar ao normal, depois de haver sofrido uma pressão sobre si.” (BARLACH.
2005 P. 27)
Segundo Souza e Cerveny (2006), por volta dos anos 70 estudos comprovaram
que parte das pessoas que haviam sofrido traumas agudos, considerado fator de risco
para o desenvolvimento de doenças psíquicas, não desencadearam tais doenças,
caracterizando a qualidade de resistentes.
O termo resiliência passou por vários estudos e inicialmente foi tratado como
um conjunto de traços de personalidade inerente ao indivíduo. Mais tarde autores
mostraram-se contrários a este paradigma afirmando que “... uma vez que o
desenvolvimento é um processo contínuo de adaptação e acomodação entre
indivíduos e seus ambientes, há que se estudar a resiliência de forma contextualizada,
considerando sempre o ecossistema constituído pela díade homem-meio.” (WALLER
apud, BARLACH, 2005, p. 33)
Complementando com a abordagem de Masten e Coatsworth citados por
Cerveny e Souza,
conceituaram a resiliência como a manifestação de
competências e habilidades na realização de tarefas inerentes
ao desenvolvimento humano tais como, o desempenho
acadêmico, profissional e de parentalização da vida adulta.
Essas competências eram observadas em pessoas que na
infância tivessem passado por situações de privação social e
emocional que pudessem levar a dificuldades futuras. (
MASTEN E COATSWORTH apud CERVENY E SOUZA, 2006,
p. 119)
Ainda na proposição do conceito de resiliência,
1
Assistente Social pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, com Pós-Graduação
Lato Sensu – Psico-Oncologia pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.
Não considera resiliênca como um fenômeno extraordinário,
mas como um processo comum, que ocorre em função da
operação saudável de sistemas adaptativos humanos
básicos. Para ela, se estes sistemas funcionam bem, então o
desenvolvimento do ser humano se efetiva, mesmo que em
condições de adversidade severa. (MASTEN apud
BARLACH, 2005, P. 37)
Assimakopoulos citado por Barlach (2005, p. 42), entende que a resiliência
refere-se a um conjunto de características que possibilitam aos indivíduos não só a
recuperação posterior ao (s) evento(s) traumático (s) mas o seu efetivo crescimento a
partir dele (s) e o incremento de sua habilidade para responder a dificuldades futuras”.
As contribuições sobre a resiliência humana incrementam estudos que
publicam sobre a capacidade de resiliência em diferentes públicos como adultos,
idosos, crianças, moradores de rua, vítimas de grandes tragédias e traumas e familiar.
Os avanços no que se refere a resiliência ainda são recentes, contudo,
expressivos estudos contribuem para a percepção do ser resiliente.
No Brasil, por volta de 1996 e 1998 os primeiros trabalhos sobre resiliência
surgem com enfoque em crianças expostas a situações de risco, fatores de proteção e
vulnerabilidade psicossocial. (Cerveny e Souza, 2006)
Estudos que envolvem resiliência e câncer contemplam mais um campo que
tem sido explorado.
Os pacientes portadores de câncer precisam lidar com os desafios do
diagnóstico e com a nova repercussão que sua vida toma diante dos efeitos do
tratamento e de sua adaptação com a nova rotina.
Ao início do tratamento oncológico, novos sentimentos interferem na dinâmica
familiar e especificamente invadem o mundo privado do paciente. Este se vê em um
mundo novo onde um cenário de dor e angustia o fragilizam. O câncer é
estigmatizante e traz incertezas sobre a cura, sobrevivência e instabilidade do
paciente ao meio social.
No caso da mulher portadora de câncer de mama, além de ser vítima do
impacto do diagnóstico sofre também com as alterações físicas que o tratamento pode
causar. A possibilidade de sofrer mutilação da mama e a queda dos cabelos configura
alteração da imagem corporal. Além da necessidade de encontrar recursos de
enfrentamento da realidade, a mulher com câncer de mama necessita adaptar-se
diante da sua nova condição.
Intensos sentimentos tomam conta da rotina da mulher e sua dinâmica de
relações sociais sofre intensas modificações, tanto no âmbito familiar como laboral e
amoroso.
O ser resiliente necessita possuir enquanto qualidades o bom funcionamento
intelectual, a disposição para a sociabilidade, a auto-eficácia, a auto-estima, os
talentos individuais e a fé. (BARLACH, 2005, p. 42)
Além disso, fatores como o sentido da vida, suporte familiar, relações de apego
e demais fatores protetores podem fortalecer a capacidade de resiliência da paciente.
As marcas que o câncer fazem são pesadas e indeléveis deixando cicatrizes
que dificilmente serão apagadas. Contudo, a manutenção da projeção de propósitos e
objetivos futuros da paciente auxiliam na possibilidade de enfrentamento. A
organização familiar oferecendo suporte social e emocional durante o tratamento
torna-se essencial, significando uma rede de apoio e sustentação funcionando
também como fonte de recursos.
“A resiliência não é só a capacidade de enfrentar dificuldades. É também a
capacidade de superá-las e ser transformado positivamente por elas, de atravessar
situações difíceis, podendo delas sair fortalecido e transformado.” (TAVARES, p. 11,
2008)
O apoio social dos sujeitos que integram o meio social da paciente, funcionam
como suporte familiar e formalizam suas relações de apego, auxiliando positivamente
na superação deste momento.
“Este processo de desenvolvimento humano, capaz de fortalecer a resiliência e
ser fortalecido por ela, não é uma responsabilidade única do indivíduo, mas de todo o
ambiente que o rodeia, sendo importante e necessário considerar esse ambiente e sua
cultura.” (TAVARES, P. 8, 2008)
A organização e representação da família e sua influência com seus valores e
costumes, interagem influenciando na capacidade de adaptação das vivências.
A religiosidade e fé também funcionam como mecanismos importantes no
processo de enfrentamento da doença e propicia alterações no seu cotidiano. O
suporte espiritual é utilizado como força propulsora para lidar com o desafio de estar
doente.
A fé em Deus atua como elemento positivo no enfrentamento da doença, e
nesse âmbito é interpretada como uma estratégia utilizada para lidar com as
incertezas da doença e superar as situações de crise vivenciadas. (LINARD, SILVA E
SILVA, P. 498, 2002)
Tais fatores desempenham grande importância na vida do paciente oncológico,
inclusive no cotidiano da paciente de câncer de mama que necessita conviver com a
modificação da auto-imagem.
Contudo, há fatores que ameaçam a adaptação produtiva configurando-se em
desafios as circunstâncias de vida. Os fatores de risco atuam como instabilizadores da
resiliência, oferecendo riscos no processo de enfretamento do diagnóstico e do
tratamento. A ineficácia do amparo familiar, baixa auto-estima, falta de fé e
inexistência de valores e crenças fortalecedoras podem levar a dificuldade de
desenvolvimento da resiliência.
Ao abordar o comportamento humano no contexto das organizações de
trabalho, Baxter citado por Barlach (2005, p.85) assinala a importância da dedicação a
atividades auto-produtivas, tais como: desenvolvimento ontológico, amor e
reciprocidade, coragem, autenticidade e a transcendência da alienação e do
estranhamento para o desenvolvimento humano.
Os avanços no tratamento contra o câncer evidenciam um número maior de
pacientes com aumento de sobrevida e até mesmo curados.
Além dos fármacos e das técnicas cirúrgicas avançadas a comunicação em
massa traz informações importantes sobre o câncer.
Ações de prevenção primária objetivando a promoção da saúde e detecção
precoce, além da realização de campanhas governamentais e não governamentais
lutam no combate ao câncer.
Contudo, os números crescentes a cada ano evidenciam um problema de
saúde pública (Silva, 2008).
Estimativas revelam que “o número de casos novos de câncer de mama
esperados para o Brasil em 2008 é de 49.400. O câncer de mama é o segundo tipo de
câncer mais freqüente no mundo e o mais comum entre as mulheres. A cada ano,
cerca de 22% dos casos novos de câncer em mulheres são de mama.” (INCA,2008)
A desinformação sobre o câncer, o estigma que ele traz e o medo da doença
necessita ser combatido através de ações preventivas capazes de diminuir a
incidência permitindo a detecção precoce. Enquanto isso, estatísticas do Ministério da
saúde (BRASIL, 2004) informam que cerca de 80 % dos tumores são descobertos pela
própria mulher, palpando suas mama incidentalmente.
Atualmente, os avanços no combate ao câncer oferecem tipos de tratamento
variados e complementares que buscam a cura.
O tratamento primário é a mastectomia, intervenção
cirúrgica que pode ser restrita ao tumor, atingir tecidos
circundantes ou até a retirada da mama, dos linfonodos da
região axilar e de ambos os músculos peitorais. A mais
freqüente em torno de 57% das intervenções realizadas, é a
mastectomia radical modificada, aquela que remove toda a
mama juntamente com os linfonodos axilares. Tratamentos
complementares geralmente são necessários, como a
radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia. O prognóstico
e a escolha do tratamento são embasados na idade da
paciente, estágio da doença, características do tumor
primário, níveis de receptores de estrógeno e de
progesterona, medidas de capacidade proliferativa do tumor,
situação da menopausa e saúde geral da mulher.
(MALZYNER, CAPONERO & DONATO apud SILVA, 2008, p.
233)
Conforme (Makluf, Dias e Barra, 2006) “Em nosso país, a maioria dos casos é
diagnosticada em estágios avançados (III e IV), correspondendo a cerca de 60 % dos
diagnósticos, por isso o número de mastectomias realizadas no Brasil é considerado
alto.”
Independentemente do prognóstico, para grande número de pacientes, a
palavra câncer ainda é temida pelos indivíduos.
Quando a mama, símbolo corpóreo carregado de
sensualidade é danificada, a auto-imagem pode alterar-se,
acarretando à paciente sentimentos de inferioridade e medo
de ser rejeitada. Quanto maior a importância que a mulher
confere às mamas, tanto maior o sentimento de perda após a
cirurgia. Além disso, os tratamentos complementares da
mastectomia tais como irradiação e quimioterapia, provocam
distúrbios na identidade feminina: além da perda da mama, às
vezes é necessária a retirada dos ovários, podem acontecer
parada ou irregularidade da menstruação, aumento de peso e
uma calvice parcial ou mesmo total. (WANDERLEY, 1994, P.
95)
Na atual sociedade a figura feminina está investida por vaidade, preservação
da auto-imagem e valorização da auto-estima. O impacto da modificação de sua
imagem corporal pode causar dano extremo à paciente.
No imaginário social, a mama costuma ser associada a atos prazerosos como
amamentar, seduzir e acariciar, não combinando com a idéia de ser objeto de uma
intervenção dolorosa, ainda que necessária. (GOMES, SKABA & VIEIRA, 2002, p.
200-201)
Os efeitos do tratamento no organismo, causam uma série de
modificações nas quais a mulher, na maioria das vezes, não está preparada para
enfrentar. Sentimentos que comprometem sua auto-estima e colocam em dúvida a
possibilidade de cura compõem o pensamento da paciente.
Além da necessidade de lidar com estes fatores adversos, a imagem corporal
representa a identidade do indivíduo e, especificamente na mulher, o fato de estar
mutilada, sem cabelos ou ter seu peso aumentado descontroladamente, agride sua
sexualidade e auto-estima.
Paul Schilder em 1913 conceitua a imagem corporal a partir do investimento
libidinal no corpo, acrescenta que não é uma estrutura rígida, podendo ser construída,
reconstruída e destruída de acordo com as experiências do indivíduo. (MAGRINI,
2000)
As alterações em sua rotina de vida comprometem suas atribuições
domésticas, profissionais e até mesmo a representação de seus papéis sociais.
Uma série de preocupações passa a tomar conta do
pensamento dessa mulher: o medo de ser estigmatizada e
rejeitada ao tomarem conhecimento de sua doença, a
possibilidade de disseminação da doença pelo seu corpo, a
queda do cabelo e o efeito disso sobre sua auto-estima, a
incerteza quanto ao futuro, sua sexualidade e o seu
relacionamento com o parceiro e com os filhos e
principalmente o medo da recidiva. (BRENELLI & SHINZATO,
1994)
Conforme Massoli (2006), o sofrimento emocional durante o tratamento é
comum em pacientes devido a condições financeiras, afastamento do convívio social e
dificuldade em manter suas atividades cotidianas.
Diante do diagnóstico de câncer, a individualidade, os valores, os desejos,
passam por conturbações em que a resposta para os questionamentos parecem não
ter fim. Além disso, as alterações físicas iniciais são contestadas e questionadas.
... diante das características e conotações do câncer de
mama, a mulher acometida por ele não só terá de lidar com a
doença, seu tratamento e possíveis sequelas físicas e
psicológicas, mas também irá se confrontar com os aspectos
culturais relacionados à construção da identidade feminina, os
quais certamente serão envolvidos na relação com a doença,
a qual possui uma história, uma simbologia e um significado
social muito especiais. (SILVA, P.232, 2008)
O fato de poder ocorrer algum tipo de alteração na imagem corporal da
paciente a fragiliza e debilita psicologicamente. A necessidade de retirada da mama,
por exemplo, configura uma intervenção cirúrgica que propõe a retirada do tumor
objetivando a cura. Porém, a mama não representa para a mulher somente uma parte
do corpo, mas sua feminilidade, parte de seus instrumentos sexuais e maternidade.
São vários aspectos que permeiam a vida da mulher e sofrem abalos devido a retirada
da mama, refletindo consequentemente, em sua vida emocional e sexual.
A autora Silva (2008) em um de seus trabalhos relata que estudos evidenciam
a piora da qualidade de vida das mulheres submetidas à mastectomia, tanto diante da
alteração da imagem corporal quanto da vida sexual, limitações no trabalho e rotinas
diárias.
É fato que o câncer de mama interfere diretamente na identidade e afirmação
da mulher. O medo de ser estigmatizada, rejeitada da possibilidade de disseminação
da doença e a alteração da auto-imagem ameaçam seu futuro.
Neste momento, muitas das suas atividades habituais como trabalhar, cuidar
da família, da casa e a manutenção da vida sexual encontram-se abalados e até
interrompidos.
A não aceitação da condição de paciente oncológica interfere na readaptação
ao seu meio social.
Durante o tratamento, o convívio social se limita aos vínculos com a equipe
oncológica e com seus familiares mais próximos. No entanto,
encontrar uma causa para doença pode ter importante
implicação, para mulheres com câncer de mama. Essa busca
de significado pode torná-las aptas a conhecer melhor sua
situação. Dessa forma, a atribuição causal pode ser
importante porque, frequentemente determina os tipos de
estratégias adotadas pelas mulheres para seu ajustamento e
alterações de seu estilo de vida. (REGIS, SIMÕES, 2005, p.
84)
No decorrer de sua experiência a mulher acometida pelo câncer necessita
estruturar-se através de recursos disponíveis objetivando a superação deste momento.
Na tentativa de superação e readaptação a condição atual, a mulher lida com o desejo
de reorganizar sua independência, seus hábitos e adaptar-se à sua nova identidade.
Para Bergamasco e Ângelo (2001, p. 279) “... a mulher reconhece a
necessidade de aceitar sua nova condição de portadora de câncer de mama, e a
reorganização de papéis decorrentes dessa experiência, submetendo-se assim ao
tratamento, pois deseja alcançar a cura.”
Papéis sociais antes representados e tarefas desempenhadas que foram
interrompidas voltam a pulsar com intensidade. Nesta busca, a mulher estabelece
novos propósitos na vida compondo sua adaptação ao meio e desenvolvimento
pessoal mesmo após a adversidade da situação.
Após a experiência de estar com câncer e da imensidão de sentimentos
vivenciados por ela com repercussão na família, torna-se essencial a retomada a sua
rotina.
A busca pela normalidade corresponde importante fator facilitador no
enfrentamento de crises. (BERGAMASCO e ANGELO, 2001)
Neste cenário a mulher acometida pelo câncer de mama encontra uma nova
visão da vida após o diagnóstico, contribuindo para retomada de sua vida de forma
mais consciente e positiva. Após esta vivência carregada de sentimentos como medo,
dor e revolta a mulher se fortalece. A família, seus vínculos e o suporte da equipe
multidisciplinar compõem uma rede de apoio importante na elaboração deste processo
que favorece a capacidade de resiliência. A mulher acometida pelo câncer que sofreu
com a desfiguração da auto-imagem busca alternativas que possam contribuir para
melhoria da qualidade de vida, sendo componente ativo de sua própria história.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O desenvolvimento acelerado da ciência e tecnologia trazem a cada dia
benefícios para a humanidade. Os avanços na área da saúde permitem o aumento da
sobrevida e as propostas de tratamento buscam oferecer a cura e a qualidade de vida.
Contudo, o câncer compreende um conjunto de doenças que ainda hoje é
considerado estigmatizante, sendo por vezes, associado à morte.
Além da necessidade de enfrentar todos os percalços que o câncer pode
trazer, a mulher com câncer de mama precisa aprender a conviver com a modificação
da auto-imagem devido ao tratamento. Este processo de transformação e adaptação à
nova vida caracteriza a capacidade de resiliência. Fatores como amparo familiar,
motivação pessoal e da auto-estima e manutenção de projetos futuros favorecem o
processo de adaptação, transformação e fortalecem a capacidade de resiliência. Esta
se apresenta de forma diferente entre as pacientes e possuem fatores que influenciam
positivamente ou negativamente.
É importante compreender que a mulher com câncer de mama sofre os
impactos que a doença causa, tem toda a sua rotina de vida alterada, laços afetivos
abalados e mesmo diante das adversidades, se esforça para se estruturar e enfrentar
o amanhã.
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