Para obras do VLT e do Porto Maravilha, Avenida Rio Branco tem
interdições entre as avenidas Presidente Vargas e Beira Mar
Desde a manhã deste sábado, 29 de novembro, a via opera apenas no sentido Aterro
A Prefeitura do Rio continua fazendo intervenções no trânsito do Centro e da Região Portuária para obras de
implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e reurbanização da Praça da Misericórdia e seu entorno. Nesta
etapa, iniciada neste sábado, 29 de novembro, a Avenida Rio Branco tem três das cinco faixas interditadas, entre a
Avenida Presidente Vargas e Cinelândia. Assim, o sentido Aterro passou a operar com duas faixas e o sentido
Candelária está totalmente interditado. O tráfego é desviado para a Avenida Presidente Antônio Carlos e Rua
Primeiro de Março.
Com a mudança, a Avenida Rio Branco passa a funcionar exclusivamente para ônibus do sistema municipal, com
duas faixas em direção ao Aterro. Próximo aos cruzamentos, como por exemplo, nas avenidas Presidente Vargas,
Almirante Barroso e Rua Evaristo da Veiga, há disponibilização de mais uma faixa com o intuito de garantir o giro
destes veículos para entrada na Avenida Rio Branco.
Táxis
Nesta 3ª etapa, a circulação de táxis nos horários exclusivos não será permitida na Av. Rio Branco. Os taxistas terão
vagas disponíveis na Praça Mahatma Ghandi (entre a Rua Senador Dantas e Praça Floriano Peixoto); na Rua Santa
Luzia; na Rua Araújo Porto Alegre e na Avenida Almirante Barroso (ambas entre Avenida Rio Branco e Rua México);
na Rua da Assembleia (entre Rua Rodrigo e Silva e Avenida Rio Branco) e dois pontos na Rua Buenos Aires: entre
Rua da Quitanda e Avenida Rio Branco e entre Avenida Rio Branco e Rua Miguel Couto. A primeira semana será
educativa para que os motoristas de táxis e usuários entendam o novo sistema e não haverá multas.
Interdições:
15/11 - 2ª etapa do fechamento da Avenida Rio Branco
No dia 15 de novembro (sábado), a Avenida Rio Branco foi parcialmente interditada no trecho entre a Avenida
Presidente Vargas e a Rua Visconde de Inhaúma. Nesta área não há pontos de ônibus, finais ou intermediários. O
sentido viário da Avenida Rio Branco não será alterado, operando na direção Praça Mauá.
23/11 - Fechamento do Terminal da Misericórdia
No dia 23 de novembro (domingo), o Terminal da Misericórdia, na Praça XV, foi fechado. Linhas de ônibus que
faziam ponto final no terminal passaram a ter três locais de parada: na Avenida Churchill, na Rua Santa Luzia e na
Praça Marechal Âncora.
29/11 - 3ª etapa do fechamento da Avenida Rio Branco
No dia 29 de novembro (sábado), a pista da Avenida Rio Branco no trecho entre a Avenida Presidente Vargas e a
Avenida Beira-Mar no sentido Candelária foi interditada. No sentido Aterro do Flamengo, uma faixa também foi
fechada. Com esta mudança, a Avenida Rio Branco passou a funcionar exclusivamente para ônibus do sistema
municipal, com duas faixas em direção ao Aterro.
Reforço na operação
Em função das novas intervenções, a operação de trânsito em toda a região do Centro foi reforçada. Antes 130
operadores atuavam no trânsito da área, entre guardas municipais, controladores da CET-Rio e apoiadores de
trânsito contratados pelas concessionárias responsáveis pelas obras.
Com a alteração no sábado, dia 29, mais 270 operadores por dia foram destacados para as vias da região. Além
disso, 41 painéis de mensagens variáveis, entre fixos e móveis, 14 viaturas, 18 motocicletas e cinco reboques ficarão
posicionados em pontos estratégicos para rápida remoção em caso de enguiço de algum veículo.
Mais informações sobre o VLT
As obras do VLT Carioca estão em andamento também na Rua General Luiz Mendes de Moraes, no Santo Cristo, e
em alguns trechos da Via Binário do Porto, incluindo o Túnel da Saúde (Nina Rabha), que tem passagem exclusiva
para o bonde moderno. Outra intervenção em curso é a construção do Centro Integrado de Operação e Manutenção
(Ciom), na Gamboa, próximo à estação do Teleférico do Morro da Providência. A unidade de trabalho concentra
sistemas técnico-operacionais do VLT, como trens, via permanente, energia, sinalização, controle e comunicação.
De acordo com o cronograma, o primeiro veículo chegará ao Rio em junho de 2015. A conclusão das obras civis se
dará no segundo semestre de 2015, e o início da operação no primeiro semestre de 2016, tornando-se importante
legado para a população carioca.
O VLT Carioca conectará outros modais por meio de seis linhas e 42 estações. Somadas, as linhas terão 28
quilômetros de extensão. A partir do VLT, passageiros poderão fazer a conexão com outras modalidades de
transporte nas interligações com Rodoviária Novo Rio, Central do Brasil (trens e metrô), Barcas e o Aeroporto Santos
Dumont, além dos BRTs, linhas de ônibus convencionais e o Teleférico do Morro da Providência.
A implantação disponibilizará uma alternativa de mobilidade urbana inovadora e moderna no Centro e na Região
Portuária, áreas com grande vocação turística (cultural e gastronômica), além de criar sistema que cruza o centro
financeiro do Rio. O projeto prevê entrega e operação de 32 trens de 3,82 metros de altura, 44 metros de
comprimento por 2,65 metros de largura. Os trens serão bidirecionais e compostos, cada um, por sete módulos
articulados.
Cada carro do VLT Carioca trafegará com velocidade média de 17 km/h e transportará até 420 passageiros. O
sistema de pagamento será o Bilhete Único. Assim que todas as linhas estiverem operando, a capacidade poderá
alcançar até 285 mil passageiros por dia. Os intervalos entre um carro e outro poderão variar entre três e 15 minutos,
de acordo com linha, demanda e horário.
O VLT Carioca chega com inovações. Sem uso das catenárias, cabos aéreos para captação da energia elétrica, o
fornecimento se dará com a alimentação de energia pelo solo (sistema APS), método adotado em algumas cidades
europeias. O sistema de segurança também é diferenciado e prevê três mecanismos de freio: mecânico, motor e de
emergência.
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