AUTARQUIA DE ENSINO SUPERIOR DE ARCOVERDE – AESA ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE ARCOVERDE – ESSA CURSO BACHARELADO EM ENFERMAGEM CENTRO DE ATENÇÃO AO IDOSO: QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE NO MUNCÍPIO DE ARCOVERDE- PE ARCOVERDE - PE 2011 POLIANA DA SILVA MELO CENTRO DE ATENÇÃO AO IDOSO: QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE NO MUNCÍPIO DE ARCOVERDE-PE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado na forma de artigo à Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde - AESA, como requisito para obtenção do título de bacharel em Enfermagem. Orientadora: Prof.ª Silvana Cavalcanti dos Santos. ARCOVERDE - PE 2011 CENTRO DE ATENÇÃO AO IDOSO: QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE NO MUNCÍPIO DE ARCOVERDE- PE THE ELDERLY CARE CENTER: QUALITY OF LIFE IN THE ELDERLY IN ARCOVERDE- PE DE MUNCIPIO Silvana Cavalcanti dos Santos ¹ Poliana da Silva Melo ² RESUMO Objetivo: Analisar a qualidade de vida do indivíduo na terceira idade no Centro de Atenção ao Idoso no município de Arcoverde/PE. Metodologia: Estudo exploratório, descritivo com abordagem quantitativa. Foram entrevistados 74 idosos cadastrados no Centro de Atenção ao Idoso. A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação de um questionário, contendo dezesseis questões. Os dados foram analisados através de tabelas e gráficos elaborados nos programas Microsoft Word e Microsoft Excel 2007. Resultados: Os resultados mostraram que a satisfação e a qualidade de vida dos idosos estão relacionadas à situação socioeconômica e a importância do acompanhamento familiar na vida desses usuários. Os resultados ainda mostraram que os idosos consideraram a atividade física como um fator importante na melhoria da qualidade de vida. Conclusão: Neste estudo constatou-se, que os usuários do C.A.I estão satisfeitos com o atendimento e que os mesmos desfrutam de uma boa qualidade de vida. Palavras-Chaves: Idoso, Saúde do idoso, . ABSTRACT Objective: To analyze the quality of life of the individual in old age in the Elderly Care Center in Arcoverde / PE municipality. Methodology: exploratory, descriptive study with a quantitative approach. They interviewed 74 elderly enrolled in the Elderly Care Center. Data collection was performed by applying a questionnaire with sixteen issues. Data were analyzed through tables and graphs prepared in Microsoft Word and Microsoft Excel 2007. Results programs: The results showed that satisfaction and the quality of life of older people are related to socioeconomic status and the importance of family support in the lives of users. The results also showed that older people consider physical activity as an important factor in improving the quality of life. Conclusion: In this study it was found that the CAI users are satisfied with the service and that they enjoy a good quality of life. Key Words: Aged, Elderly Care, Health Services for the elderly. ¹ Professora do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA – Arcoverde (PE), Brasil. ² Acadêmica do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA - Arcoverde (PE), Brasil. Autor Correspondente: Silvana Cavalcanti dos Santos R. David Liberalino de Souza, 189. Centro CEP: 56509590 - Arcoverde - PE Fone: (87) 88041366 , E-mail: [email protected] INTRODUÇÃO A estimativa de vida vem aumentando em quase todos os países do mundo e este fato não é diferente em nosso país. No Brasil, a expectativa de vida vem aumentando desde os anos 60, devido à diminuição dos coeficientes de mortalidade e de natalidade, fato este que implica em um aumento do envelhecimento da população do país. Os números do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010) revelam que o brasileiro vive em média 73,1 anos, demonstrando que a população vem envelhecendo de forma notória nas últimas décadas (WONG; CARVALHO, 2006). Nos dias atuais, a população envelhecida torna-se um grande desafio para a saúde pública nos países considerados em situações de desigualdade social e pobreza. Diante das informações apresentadas surge a necessidade de serem criadas políticas públicas de saúde para atender as necessidades desse novo grupo etário que garantam o direito as ações e serviços de saúde a população idosa (VERAS, 2009). As políticas públicas são criadas para suprir as necessidades enfrentadas pelo país, seja ela econômica ou social. Nessa perspectiva, foi implementada a Política Nacional de saúde da pessoa Idosa (PNSPI) para ampliar as condições e promover a longevidade com qualidade de vida. E para reforçar está política foram introduzidos outros documentos, como a caderneta de saúde da pessoa idosa que proporciona um acompanhamento periódico a pessoa idosa (LIMA, et al, 2010). Outro documento de grande importância foi o Estatuto do Idoso, que assegura os direitos aos idosos. Além desses, também existe o Pacto Pela Vida, que entre as suas prioridades se encontra a saúde do idoso, que tem por objetivo promover o envelhecimento ativo e saudável (CAMARGOS; MENDONÇA; VIANA, 2006). Apesar de não haver uma única definição para qualidade de vida, algumas merecem destaque, como a definição proposta pela Organização Mundial de Saúde (2005) que determina qualidade de vida como a percepção que o indivíduo tem de sua posição na vida, dentro do contexto de sua cultura e sistema de valores de onde vive, em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. É um conceito muito amplo que incorpora de maneira complexa a saúde física de uma pessoa, seu estado psicológico, seu nível de dependência, suas relações sociais, suas crenças e sua relação com características proeminentes do ambiente (FERREIRA, 2008). A qualidade de vida é influenciada pelo estilo de vida de cada um, e um modo de vida saudável inclui dentre outros, atividades físicas regulares, bons hábitos alimentares, sono e condições de trabalho adequado. Evidências científicas demonstram que atividade física pode trazer benefícios para saúde física e mental (SANTOS, 2008). Uma das características da nossa sociedade é o envelhecimento da população, necessitando assim um maior foco sobre essa comunidade. Por isso torna-se viável um estudo que enfoque a importância de envelhecer de maneira saudável, preservando sempre a satisfação e o bem estar - geral da pessoa, em especial a pessoa idosa. Sob esse aspecto, cresce a necessidade de serem realizados estudos nesta área, com a finalidade de procurar meios que contribuam cada vez mais para que o idoso chegue ao período de senilidade, independente e com qualidade de vida. Nesse sentido, o estudo teve como objetivo analisar a qualidade de vida do indivíduo na terceira idade no Centro de Atenção ao Idoso no município de Arcoverde/PE. METODOLOGIA Tratou-se de um estudo do tipo exploratório, descritivo com abordagem quantitativa. O presente estudo foi realizado no Centro de Atenção ao Idoso localizado no município de Arcoverde-PE. A população do presente estudo foi composta por idosos cadastrados no C.A.I., a amostra foi constituída por 74 de idosos; este quantitativo foi obtido através da calculadora amostral Sample Size Calculator Raosoft, com 10% de margem de erro, 90% de nível de confiança, a população total de 5.180 idosos cadastrados, com distribuição da resposta em 50%, obtendo-se uma mostra de 67 idosos acrescido de 10% que representa 7 idosos de margem de erro do número de idosos (chegando-se a um total de 74 idosos ao todo). Os critérios adotados de inclusão foram ser cadastrados no C.A.I. e ter concordado em participar do estudo e assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os dados foram colhidos por meio de questionário, esse construído pela pesquisadora do presente estudo. O questionário contempla dezesseis questões fechadas e semi-abertas, que abordaram variáveis como: idade, sexo, estado civil, renda entre outros fatores. Os dados foram coletados no período de agosto - setembro de 2011, após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES) e recebeu parecer de aprovação número nº. 08611. Os resultados foram apresentados por meio de tabelas e gráficos elaborados nos programas Microsoft Word e Microsoft Excel 2007. Os dados foram analisados de forma descritiva e discutidos através de um levantamento bibliográfico retrospectivo. RESULTADOS E DISCUSSÃO A partir do instrumento utilizado mediante o tratamento dos dados, foram selecionadas as assertivas de maior relevância para a compreensão dos questionamentos que tangeram os objetivos deste trabalho. Foram entrevistados 74 idosos cadastrados no C.A.I. no município de Arcoverde. Na tabela 1, observa-se que dos usuários entrevistados 75,6% são do sexo feminino, 59,4% casados, 55,4% com idade entre 60 – 69 anos. Segundo Martins et al (2009) as mulheres tem uma maior expectativa de vida quando comparada com a estimativa de vida dos homens, devido as causas de mortalidade por fatores externos que atingem com maior freqüência indivíduos do sexo masculino. Assim, precisam ser realizadas políticas com atenção voltadas para as mulheres idosas, tendo em vista que são elas que compõem a maior demanda de idosos. O estado civil dos idosos estudados demonstra que a maioria encontra-se casados, condição está que contribui para que o indivíduo viva o processo do envelhecimento com apoio do se cônjuge, estudos revelam que o acompanhamento da família está diretamente relacionado a uma boa qualidade de vida na velhice (LUZ; AMATUZZI, 2008). Foi, evidenciado no presente estudo que 82,4% são aposentados, 85,1% não desenvolvem nenhuma atividade econômica, 59,4% recebem um salário mínimo, 58,1% sobrevivem dessa renda, e 79,7 % relataram não possuir plano de saúde. Em relação à renda, o estudo apresentou que em sua maioria os idosos analisados estão aposentados e não desenvolve nenhuma atividade remunerada, demonstrando que a renda mensal é de um salário mínimo, fato este que revela que a inserção do idoso no mercado de trabalho ainda é deficiente, estudos indica que este fato está relacionado ao baixo nível de formação e a competição com indivíduos mais jovens no mercado de trabalho (MEIRELES, et al, 2007). Tabela 1- Características sociodemográficas da população do estudo, no Centro de Atenção ao Idoso, Arcoverde –PE. Brasil, 2011. Variáveis do estudo Sexo Masculino Feminino (%) n = 74 24,32% 75,6% 18 56 Faixa etária 60 – 69 70 – 79 80 – 89 55,4% 37,8% 6,7% 41 28 05 Estado civil Solteiro (a) Casado (a) Viúvo (a) Outros 9,4% 59,4% 25,6% 5,4% 07 44 19 4 Aposentado Sim Não 82,4% 17,5% 61 13 Desenvolve alguma atividade econômica Sim Não 14,8% 85,1% 11 63 Possui plano de saúde Sim Não 20,2 t% 79,7% 15 5 Na figura 1, 82% dos idosos afirmaram que a renda interfere em sua qualidade de vida. Esse resultado pode ser explicado, pelo fato que a renda da maior parte dos idosos é a aposentadoria, necessitando os mesmo dessa renda para sobreviverem. Uma melhor ou pior qualidade de vida está associada à renda em inúmeros estudos realizados, o que indica que uma má condição financeira proporciona ao indivíduo mais insegurança, insatisfação com as condições de moradia, menos acesso a informação, aos serviços de saúde, ao transporte e ao lazer (FLORIANO; DALGALARRONDO, 2007). Figura 1- Distribuição da interferência da renda familiar na qualidade de vida do usuário do CAI. Fonte: Dados primários: C.A.I - Arcoverde-PE, Brasil 2011 É de extrema importância analisar os fatores que os idosos consideram importante para melhorar sua qualidade de vida, como também as atividades que na percepção dos mesmos trazem maior benefício para seu bem estar e para a sua qualidade de vida. Como representado na figura 2, 46 participantes destacaram a renda como sendo o fator mais importante para melhorar sua qualidade de vida, e 37 responderam maior aproximação e acompanhamento familiar. Uma explicação para esses resultados poderia está associado ao fato que a renda é um fator socioeconômico que está diretamente ligado a melhores condições de vida de qualquer pessoa, principalmente quando se trata de indivíduos em idade mais avançadas que necessitam com maior freqüência utilizar os serviços de saúde e entre outros. Em concordância com esse resultado, outros estudos afirmam também que as condições financeiras melhoram a satisfação do idoso, pois é uma forma de compensar as perdas que ocorrem na velhice, além de facilitar o acesso à saúde (IRIGARAY, 2007). Figura 2- Distribuição conforme fatores considerados importante para qualidade de vida do Idoso do CAI. Fonte: Dados primários: C.A.I - Arcoverde-PE, Brasil 2011 Em relação ao acompanhamento da família, estudos realizados observam que a família dispõe de direta influencia no estado emociona e no humor dos idosos, interferindo assim na qualidade de vida deles, sendo a mesma a principal fonte de apoio para os idosos, garantindo o devido apoio social, funcional, econômico e afetivo (NARDI; OLIVEIRA, 2008). Quanto à questão das atividades desenvolvidas no C.A.I a figura 3 demonstra as atividades que trazem maior benefício para qualidade de vida deles, entre as alternativas que foram mais citadas está a atividade física que foi marcada como a principal na percepção desses usuários. Nesse sentido, se revela a conseqüência positiva da atividade física, pois essa proporciona a promoção da saúde na vida do idoso, conduzindo o mesmo para que possa adaptar suas limitações, seja funcional ou psicológica e aproveite da melhor forma essa etapa da vida (MANTOVANI, et al, 2008). Por isso a importância de indivíduos na terceira idade realizarem atividades físicas, pois as mesmas trazem grandes benefícios para a saúde física e mental. . Figura 3- Distribuição conforme atividades que trazem maior benefício para qualidade de vida do Idoso do CAI. Fonte: Dados primários: C.A.I - Arcoverde-PE, Brasil 2011 A figura 6 revela que 58% dos idosos associaram qualidade de vida a ter saúde, 23% a família e 19% ao dinheiro. Para os participantes esses fatores são determinantes para se ter uma boa qualidade de vida. Estes resultados reforçam que a noção que os idosos apresentam sobre o que é ter qualidade de vida ainda está muito centrada, quando se compara ao conceito multidimensional que é atribuído pela (OMS). Essa associação também foi encontrado no estudo de Vecchia et al. (2005), onde o grupo de idosos analisados reforçam a associação entre qualidade de vida ter saúde, o acompanhamento da família e a renda (IRIGARAY, 2007). Nessa intenção podemos observar que os idosos têm uma interpretação focada apenas em ter saúde desconsiderando outros fatores que são fundamentais para serem atribuídos a uma boa qualidade de vida. Apesar de a saúde ser considerado um indicador de qualidade de vida, ela por si só não garante ao indivíduo desfrutar de uma adequada qualidade de vida. Figura 6Dados primários: C.A.I - Arcoverde-PE, Brasil 2011 Quando indagados sobre o nível de satisfação quanto às atividades realizados no C.A.I 96% afirmaram está satisfeitos. Quando questionado se as atividades oferecidas pelo Centro de Atenção ao Idoso têm ajudado a melhorar a sua qualidade de vida 94% responderam que sim. Em relação à qualidade de vida 81% dos entrevistados responderam que consideram que tem qualidade de vida. Um estilo de vida ativo traz efeitos benéficos para a manutenção da qualidade de vida de qualquer pessoa, mantendo sua capacidade funcional e sua autonomia física preservada, através de bons hábitos como a prática de atividade física, alimentação balanceada e condições de lazer. Estudos demonstram que qualidade de vida em idades mais avançadas pode ser entendida como a manutenção da saúde em todos os seus âmbitos da vida humana: seja ele físico, social, psíquico e espiritual, como também a satisfação com o processo de viver (SANTOS, 2008). Nesse sentido surge a necessidade de serem criados cada vez mais programas que estimulem ao idoso a adquirir hábitos saudáveis desde a alimentação correta até a realização de atividades físicas regulares. Dentre os entrevistados 87% dos idosos respondeu que se consideram felizes. Como representado na tabela 2. Observando esse resultado pode-se notar que o nível de satisfação com a vida depende dos aspectos quem envolvem o bem-estar, bom convívio familiar, ter saúde, boas condições financeiras, ter paz e tranqüilidade. Segundo estudos realizados, os mesmos concluem que se o idoso reconhece e a aceita as limitações que são naturais do processo do envelhecimento ele poderá viver melhor, contribuindo assim para melhorar seu estado emocional, o qual irá influenciar na sua qualidade de vida e seu bem-estar. A felicidade pode ser alcançada por muitos mesmo diante das limitações que são naturais em idades mais avançadas, o indivíduo na terceira idade pode viver feliz até o fim da vida (OLIVEIRA, et al, 2006). Tabela 2- Distribuição do nível de satisfação, qualidade de vida e felicidade da população auto-referida, no Centro de Atenção ao Idoso, Arcoverde –PE. Brasil, 2011. Respostas Satisfação Sim Não (%) n = 74 96% 4% 71 3 Qualidade de vida Sim Não 81% 18% 60 14 Considera-se feliz Sim Não 87% 12% 65 09 De uma forma mais ampla os resultados obtidos poderão subsidiar informações aos gestores sobre as atividades desenvolvidas e sua importância para a melhoria na qualidade de vida do idoso, de maneira que promova oportunidades de mudanças com o alvo de ser ter um envelhecimento ativo, com contribuições relevantes à qualidade de vida para a terceira idade. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nesse aspeto, o estudo retrata que os fatores socioeconômicos e o acompanhamento familiar exercem influências diretas na vida e na qualidade de vida desses indivíduos, onde, uma boa situação socioeconômica está associada a uma melhor qualidade de vida em algumas questões analisadas. Também se observou que as atividades físicas e educativas foram retratadas como essencial para melhoria da qualidade de vida. Os resultados obtidos revelaram que a maioria dos usuários que freqüentam o Centro de Atenção ao Idoso, estão satisfeitos com o atendimento que é realizado pelo C.A.I, e que desfrutam de uma boa qualidade de vida. Desta forma, a implantação de programas que propiciem ao idoso participar de atividades físicas, terapêuticas e educacionais pode interferir nas condições do envelhecimento, melhorando a saúde funcional como também interferir efetivamente na qualidade de vida de indivíduos na terceira idade. Portanto, programas, centros e instituições dessa natureza devem ser implantados na atenção da saúde ao idoso. Conhecer a qualidade de vida destes indivíduos poderá propiciar uma abordagem direcionada, propiciando assim, uma melhor assistência para esses usuários. Sendo de extrema importância de serem realizados estudos relacionados a fatores que interferem diretamente no bem estar e qualidade de vida dos idosos. REFERÊNCIAS CAMARGOS, C.N.; MENDONÇA, C.A.; VIANA, E.M.B. 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