Relatório Síntese de Gráficos
Percurso Metodológico
1.
Princípio Metodológico
Modelo participativo e democrático na construção e gestão das Políticas de Juventudes.
Estratégia principal: realizar uma pesquisa de jovens, para jovens e com jovens (instituições responsáveis, coordenação,
pesquisadores de campo, supervisores, sujeitos da pesquisa).
2.
Processo de Pesquisa
1. Elaboração do Projeto “Retratos da Fortaleza Jovem”;
2. Sondagem de expectativas com organizações de juventude;
3. Elaboração do Instrumental
4. Pesquisa Documental e Bibliográfica;
5. Levantamento das organizações de juventude;
6. Seleção de supervisores e pesquisadores;
7. Capacitação (30h/a): para 90 jovens;
8. Pré-Teste: 04/10/06;
9. Pesquisa de Campo: 09 a 27/10/06;
10. Digitação (11/11/06 a 05/01/07) e Categorização dos Dados (02/02/07 a 20/05/07);
11. Análise e Elaboração do Relatório (1º Semestre/07);
12. Socialização dos Dados e Relatório (2º Semestre/07).
3.
O contexto, as razões e os objetivos da pesquisa
A pesquisa Retratos da Fortaleza Jovem é uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Fortaleza
(Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeitura de Fortaleza) desenvolvida em parceria
com o Instituto da Juventude Contemporânea (IJC)1, que visa conhecer, identificar e mapear as
juventudes da cidade, suas demandas e anseios, a fim de subsidiar o poder público e a sociedade
civil na construção de políticas públicas voltadas para os segmentos juvenis.
A pesquisa é um dos frutos do debate coletivo que vem acontecendo entre organizações
juvenis locais e o poder público municipal, desde 2004, sobre a necessidade de construirmos as
políticas de juventude, considerando quem são os jovens da cidade, como vivem e quais as suas
necessidades e demandas. Um debate que se articula às discussões nacionais emergentes nas
últimas décadas e se insere no ‘movimento’ mais amplo em defesa dos direitos de juventude2,
cuja trajetória vale a pena situar para compreendermos melhor como este se expressa no
contexto local, e quais as suas contribuições para a exigência de realizarmos a pesquisa em Fortaleza.
Orientado por uma perspectiva democrática de realização da política, este ‘movimento’ reivindica o
reconhecimento dos segmentos juvenis para além da adolescência e das visões adultocêntricas, e luta pela
afirmação dos jovens como sujeitos de direitos, na interlocução com a sociedade e o poder público. Uma luta,
cuja visibilidade é cada vez maior no país, dada a expressividade da juventude, quer no sentido demográfico (o
crescimento dos segmentos juvenis na população é considerável se comparado a outros grupos etários), quer
político (problemáticas enfrentadas pelos jovens no cenário nacional como o desemprego, a violência, questões
de saúde, sexualidade e cidadania), quer sócio-cultural (processo de juvenilização da cultura, emergência
massificada, plural e intensa de novos atores sociais, entre eles os jovens, como sujeitos sociais em movimentos,
grupos de estilo culturais, etc)3.
Graças a estas e outras questões, a luta em defesa dos direitos de juventude vem obtendo alguns ganhos importantes no
país, dos quais destacamos: a busca por espaços de discussão sobre a juventude nas agendas governamentais; a mobilização
para a conquista de posições de poder no campo institucional; e a pressão para a construção de planos de políticas voltadas
para os segmentos juvenis nos estados e municípios.
Em razão do seu caráter recente na cena política brasileira, pois a emergência destas iniciativas remete à segunda metade
da década de 1990, podemos dizer, nas palavras de Abramo (2005), que elas se encontram hoje no estágio da formulação. No
entanto, em que pese às críticas ao teor ainda pontual, fragmentado e descontínuo das políticas de juventude, um dos
principais ganhos da luta pelos direitos juvenis, na atualidade, é o consenso que vem orientando os debates nacionais e locais
sobre estas políticas, qual seja: o reconhecimento dos jovens não só como possíveis destinatários, mas como sujeitos de
direitos, portanto, interlocutores fundamentais na sua construção, implantação, avaliação e controle.
Importantes frutos deste consenso são as conquistas institucionais que já se fazem presentes nos cenários nacional,
regional e local, a exemplo da criação da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ/2005), do Conselho Nacional de Juventude
(CONJUVE/2005), dos Conselhos, Secretarias, Coordenadorias e/ou Assessorias de Juventude nos estados e municípios4.
Sem desconsiderarmos as suas especificidades e atribuições, estes órgãos podem ser compreendidos, de um modo geral,
como um dos primeiros passos na criação de marcos legais e institucionais responsáveis pela articulação, proposição, gestão,
monitoramento e controle social das Políticas de Juventude no Brasil, nas três instâncias do poder público (federal, estadual
e municipal).
A construção desta institucionalidade busca assegurar a participação da sociedade civil – os segmentos juvenis organizados
– nos processos de formulação, implantação e controle social das políticas de juventude. Uma orientação que se situa no
horizonte da tradição democrática brasileira, desde as lutas pela redemocratização do país nos anos de 1970 e 1980, cuja
trajetória culminou com a garantia dos direitos civis e políticos, e a conquista dos direitos sociais de cidadania contemplados
na Constituição de 1988.
Atualmente, estas lutas estão na ordem do dia, pois trazem à tona a necessidade de efetivarmos uma terceira geração de
direitos, os chamados direitos difusos, onde se inserem os direitos de juventude, também contemplados em parte naqueles
marcos legais, mas que exigem a formulação de outros mecanismos institucionais para viabilizar a sua realização. Segundo
Novaes (2006: p.6), a função destes direitos é garantir condições para que os jovens, como grupo social específico da
população, possam existir e se desenvolver integralmente, sem serem discriminados e subjugados. Para tanto, há que se assegurar
o direito a terem uma vida social plena, mediante a promoção de sua autonomia e inserção sócio-econômica, política e
cultural como cidadãos.
Em Fortaleza, algumas expressões do ‘movimento’ em defesa dos direitos de juventude na
agenda governamental se configuraram, antes e logo após a posse da Prefeita Luizianne Lins, no
ano de 2005, a saber: criação do Grupo de Trabalho sobre Políticas Públicas de Juventude na
administração municipal (GTPPJ), que funcionou de novembro de 2004 a março de 2005;
realização das Plenárias de Juventude do Orçamento Participativo (2005/2006);Audiência Pública
sobre as Políticas de Juventude, que aconteceu no plenário da Câmara Municipal de Fortaleza,
em maio de 2006; I Seminário Municipal de Juventude, realizado em junho do mesmo ano.
No âmbito destas ações vieram à tona as lutas para a criação do Conselho Municipal de
Juventude e do Plano Municipal de Políticas Públicas para a Juventude. Em todas estas iniciativas,
a presença significativa de organizações de juventude e dos jovens da cidade engajados
nas discussões sobre questões de seu interesse deixou clara a força e a capacidade de
pressão do ‘movimento’ em Fortaleza.
O GTPPJ, por exemplo, iniciou a reflexão sobre a necessidade das políticas de juventude no cenário local,
fez o levantamento e avaliação das iniciativas voltadas para os jovens na gestão anterior e contribuiu para
trazer à tona este debate na administração municipal. Para tanto, contou com a decisiva participação de
jovens pertencentes às diversas organizações juvenis da cidade, sobretudo aquelas vinculadas à militância
partidária, estudantil e religiosa, bem como aos movimentos comunitários, culturais e ecológicos.
A pesquisa Retratos da Fortaleza Jovem se situa, portanto, como uma exigência fundamental na busca de
atendermos a estes desafios. Seu objetivo geral é construir um diagnóstico amplo e participativo sobre a
condição juvenil e as juventudes5 na cidade de Fortaleza, com a finalidade de subsidiar o poder público e a
sociedade civil na construção das políticas de juventude.
Um diagnóstico social, conforme os analistas da área, se caracteriza por um conjunto de procedimentos investigativos de
natureza quantitativa e/ou qualitativa, por meio do qual se busca captar a natureza e a magnitude das necessidades e dos
problemas de um determinado grupo populacional, que se situa num dado meio social.Visa, também, identificar as potencialidades
presentes neste grupo e no meio estudado, com a finalidade de servir de base para a ação e para a construção de estratégias
políticas de enfrentamento dos problemas, considerando as características, necessidades, aspirações e potencialidades do
grupo pesquisado. Para que estes objetivos sejam alcançados, requer, portanto, a participação da população investigada em
todo o processo de sua construção.
Para atender às exigências de um diagnóstico amplo, participativo e plural, de caráter quantitativo e qualitativo6, na
definição do universo e da amostra da pesquisa, tomamos por base os debates atuais desenvolvidos por diversos especialistas
na área de juventude e das políticas públicas de juventude (Abramo, 2006; Novaes, 2006; Dayrell, 2005; Sposito, 2005; Castro,
2004; Abad, 2003; Carrano, 2003; Freitas e Papa, 2003; entre outros). Nas reflexões destes (as) autores (as), eles (as) alertam
para a necessidade de nos atermos às diferentes experiências do “ser jovem” na cidade, haja vista as múltiplas mediações que
atravessam a condição juvenil e lhe conferem um caráter heterogêneo e plural, a saber: o recorte etário, a classe social, o
gênero, a raça, as experiências familiares, as crenças religiosas, os pertencimentos comunitários, as vivências escolares e no
mundo do trabalho, a participação social e política, a pertença a grupos de estilo culturais. Enfim, os diversos agenciamentos
e situações que interferem na construção das subjetividades juvenis, no cenário contemporâneo.
As questões fundamentais que a pesquisa pretende esclarecer, as quais nortearam a construção do instrumental de
coleta de dados foram as seguintes: Quem são os (as) jovens da cidade de Fortaleza? Onde vivem? Como vivem? O que
pensam sobre suas condições de vida? Como compreendem e quais os significados atribuem ao “ser jovem”, na atualidade?
Quais os seus valores e referências? Enfim, como se inserem, o que pensam e quais as suas demandas, na interface com as
experiências transversais que configuram a condição juvenil no contexto contemporâneo: a família, as relações de gênero e
sexualidade, a educação, o trabalho, a comunidade, a saúde, a arte, a cultura, o esporte, o lazer, a participação social e política,
a questão das drogas e da violência, e, num sentido mais amplo, os direitos de cidadania.
Com base nestas indagações principais, estruturamos um questionário7 contendo 123 perguntas fechadas e abertas, de
diferentes tipos e níveis de complexidade, capazes de permitir aos jovens entrevistados quer respostas simples e diretas,
quer descritivas e analíticas, agrupadas em 12 temáticas centrais, quais sejam: perfil sócio-econômico e condição familiar;
gênero e sexualidade; ser jovem; valores e referências; percepções sobre a educação; o mundo do trabalho; a política e a
cidadania; políticas públicas; cultura e lazer; drogas líticas e ilícitas; e sobre a questão da violência e da segurança pública.
Mediante a realização desta pesquisa buscamos delinear os retratos da Fortaleza jovem, territorializando os dados,
conforme cada região administrativa da cidade, para que a atuação do Poder Público, em todas as esferas, tenha como
subsídio um estudo que indique a localização geográfica dos jovens, suas perspectivas, demandas e anseios, levando em conta
suas características, seus pertencimentos comunitários e os demais agenciamentos que
configuram suas subjetividades.
Em um sentido mais amplo, nossa intenção é subsidiar o poder público municipal e a sociedade
civil na construção de um Plano Municipal de Políticas Públicas de Juventude, uma reivindicação
do movimento em defesa dos direitos juvenis no cenário local e um instrumento fundamental
na elaboração e viabilização de propostas coletivas, que possam atender às demandas dos
jovens no cenário da cidade.
Para que possamos dar início à análise dos dados coletados por meio da pesquisa necessitamos
esclarecer, ainda, a estratégia metodológica adotada, o percurso da pesquisa e seus significados
para os jovens que dela participaram, quer como coordenadores, quer como supervisores
e pesquisadores de campo, quer como interlocutores centrais.
4.
Objetivo Geral
Conhecer, identificar e mapear as juventudes de Fortaleza, para subsidiar o Poder Público Municipal e a
Sociedade Civil na construção de políticas de juventude baseadas na compreensão e interpretação sobre
quem são os jovens, como vivem, o que pensam sobre o “ser jovem” e quais as suas demandas.
5.
Objetivos específicos
Ø
Territorializar os dados (Regionais), para situar geograficamente as juventudes da cidade,
considerando seus pertencimentos comunitários, subjetividades e demandas, facilitando, assim, a atuação
do Poder Público, em todas as esferas;
Ø
Subsidiar o Poder Público Municipal e a Sociedade Civil na construção de um Plano Municipal de
Políticas Públicas de Juventude.
6.
Pesquisa Quantitativa e Qualitativa
Tipos de abordagem: levantamento de dados e inquérito domiciliar
TÉCNICAS QUANTITATIVAS
Ø
Levantamento das organizações de juventude;
Ø
Levantamento de dados gerais;
Ø
Questionário;
TÉCNICAS QUALITATIVAS
Ø
Sondagem de expectativas com organizações de juventude
Ø
Observação Simples
Ø
Registro em Diário de Campo;
Ø
Perguntas abertas no questionário.
7.
Plano Amostral
1ª Etapa: A população de Fortaleza é 2.141.402 pessoas, estimando que 636.435 são jovens com idade de 15 a 29 anos
(Censo 2000 - IBGE). Considerando-se a distribuição do Índice de Desenvolvimento Humano - IDH (baixo, médio e alto)
dos bairros de Fortaleza, como variável principal, calculou-se uma amostra aleatória simples de bairros, por AP’S e REGIONAIS.
Confiança de 95% e erro inferior a 5% da amplitude de distribuição do IDH nos bairros.
AMOSTRA: 40 bairros.
2ª Etapa: Seleção por sorteio dos bairros da amostra, tomando-se a distribuição da idade na faixa de 15 a 29 anos. Cálculo
de uma amostra aleatória simples para uma confiança de 95% e erro inferior a 5% da amplitude da distribuição da idade na
referida faixa etária.
AMOSTRA: 1734 jovens.
Ø
A amostra foi distribuída pelos bairros em função da proporção de jovens do sexo
masculino e feminino, nas faixas de idade de 15 a 19 anos, de 20 a 24 anos e de 25 a 29 anos.
Ø
A idade média da população de Fortaleza na faixa etária de 15 a 29 anos é igual a
21,61 anos.Na amostra de bairros é de 21,59 anos. Depois de selecionada a amostra dos
sujeitos da pesquisa e levantadas as idades, a idade média foi igual a 21,41 anos.
8.
Significados da Pesquisa
JOVENS DA CIDADE
Ø
Reconhecimento da sua condição de interlocutores e sujeitos de direito, na relação com
o poder público;
Ø
Oportunidade de expressarem suas opiniões, crenças, valores, reivindicações e demandas
ao poder público;
Ø
Possibilidade de contato com outros jovens, facilitando a troca de saberes e opiniões
sobre as diferentes experiências e demandas juvenis na cidade;
JOVENS UNIVERSITÁRIOS
Ø
Experiência de pesquisa como protagonistas e interlocutores diretos no contato e
aproximação com outros jovens, com realidades próximas e distantes das suas;
Ø
Diálogo, troca de saberes e experiências com outros jovens (das comunidades e da cidade); socialização
e ampliação dos conhecimentos adquiridos na formação acadêmica ;
Ø
Alargamento e relativização dos conhecimentos acadêmicos sobre as experiências juvenis na cidade e
suas próprias vivências como jovens;
JOVENS DAS COMUNIDADES
Ø
Experiência como pesquisadores e protagonistas na interlocução com os demais jovens; iniciação na
“arte da pesquisa”( “o olhar, o ouvir , o falar e o escrever”), sensibilizada pelo contato com realidades próximas e
distantes das suas;
Ø
Diálogo, troca de saberes e experiências com os jovens universitários e os demais jovens; socialização
de informações e ampliação da formação escolar;
Ø
Conhecimento e (re) conhecimento de suas experiências e de outros jovens; alargamento dos horizontes
de compreensão sobre suas vivências e percepções.
9.
Equipe técnica
Coordenação Geral:
INSTITUTO DE JUVENTUDE CONTEMPORÂNEA
Camila Brandão e Rodrigo Amaral
ASSESSORIA DE JUVENTUDE DO GABINETE DA PREFEITURA DE FORTALEZA
Afonso Tiago e Natália Moraes
Consultoria:
Dr. Francisco José Soares Damasceno
Ms. Cynthia Studart Albuquerque
Ms. Teresa Cristina Esmeraldo Bezerra
Ms. Janaína Zaranza
CONSULTORIA DE PLANO AMOSTRAL
Ms. Nicolino Trompieri
Edson Silva Soares
Equipe trabalho
PESQUISA DE CAMPO
05 auxiliares de coordenação da pesquisa de campo
30 supervisores de campo
60 pesquisadores de campo
TABULAÇÃO DOS DADOS
10 digitadores
APOIO DE ANALISE
02 Auxiliares de pesquisa
Notas
1
O Instituto da Juventude Contemporânea – IJC é uma Organização Não Governamental (pessoa jurídica de direito privado, sem fins
econômicos, com caráter filantrópico) criada em 1999 por jovens oriundos das pastorais sociais da Igreja Católica, em Fortaleza. Desde então, desenvolve diversos
trabalhos sociais na área das políticas de juventude, especialmente com jovens das camadas populares e das escolas públicas em todo o estado. Além de
empreender ações de cunho sócio-educativo, a ONG possui uma experiência na realização de pesquisas sociais com jovens, onde se destaca, por exemplo, a
Pesquisa “Voto Cidadão” (Projeto Tendas da Juventude), realizada em parceria com o UNICEF e o Jornal O Povo, que visou captar as expectativas dos jovens
cearenses sobre os candidatos, bem como conhecer suas demandas por políticas públicas nas eleições de 2002. A pesquisa aconteceu em 132 municípios e teve
como interlocutores os (as) alunos (as) da rede pública de ensino, na faixa de 16 a 24 anos. Esta entidade é considerada uma das mais atuantes no cenário local,
graças à sua capacidade de intervenção e pressão junto aos poderes públicos para a construção das políticas de juventude no estado e município. O IJC é uma das
ONG’S que vem participando ativamente do ‘movimento’ em defesa dos direitos de juventude no contexto local, o qual contribuiu para trazer à tona o debate sobre
as políticas de juventude no município, resultando na criação da Assessoria de Juventude da Prefeitura e na aprovação, em fevereiro de 2007, da lei que
regulamenta e institui o Conselho Municipal de Juventude em Fortaleza.
2
Freitas (2003), Papa (2003) e Novaes (2006) usam a expressão ‘movimento’ para caracterizarem não um movimento social, com sujeitos sociais bem definidos,
no sentido político formal, semelhante ao movimento em defesa dos direitos da infância e da adolescência, nos anos de 1980 e 1990, mas para descreverem um
conjunto de proposições e iniciativas protagonizadas por diferentes atores sociais, a partir da segunda metade da década de 1990, no Brasil, ou seja: movimentos
juvenis, instituições da sociedade civil que trabalham com jovens, especialistas na temática e outros segmentos. Estes diversos atores, das mais diferentes idades, abraçaram a causa
dos direitos de juventude e vêm lutando, desde então, para construírem uma outra percepção sobre a condição juvenil, para além da adolescência, não só do ponto de vista etário, mas
quanto às suas próprias características, vivências e demandas. Em contraposição às visões tutelares centradas no mundo adulto (adultocêntricas), pretendem superar o enfoque dos
jovens como ‘problema’ e buscam o seu reconhecimento como sujeitos de direitos, que precisam ser tratados sem estereótipos, considerando-se as suas diferenças, semelhanças,
identidades e modos de vida.idososreendidos ucionais para assegurar a sua realizaçis, considerados fundamentais na construç Maiores esclarecimentos. Cf. [NOVAES, R.C.R. Et al
(orgs.). Política Nacional de Juventude: diretrizes e perspectivas. São Paulo: Conselho Nacional de Juventude; Fundação Friedrich Ebert, 2006. p.p.4-12. FREITAS, M.V. e PAPA,
F.C.(orgs.). Políticas Públicas: a juventude em pauta. São Paulo: Cortez: Ação Educativa Assessoria, Pesquisa e Informação: Fundação Friedrich Ebert, 2003. p.p.7-12.].
3
São exemplos destes dois processos: o fenômeno demográfico denominado de “onda jovem” (aumento do percentual de jovens na população em escala superior aos demais grupos
etários), que é identificado no país, a partir dos anos de 1990; e a questão da ‘juvenilização da cultura’, compreendida não só como predomínio, no campo simbólico, de uma idealização
do “ser jovem” na cultura contemporânea, que se estende aos demais grupos etários, mas como profusão de movimentos, estilos culturais, modas e modelos de identificação marcadamente
jovens, na sociedade atual. [Cf. ABAD, M. Crítica política das políticas de juventude. In: FREITAS, M.V. e PAPA, F.C. (orgs.). Políticas Públicas: a juventude em pauta. São Paulo: Cortez:
Ação Educativa Assessoria, Pesquisa e Informação: Fundação Friedrich Ebert, 2003.p.24].
4
O Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) é um órgão público de caráter consultivo, direcionado à proposição e avaliação das políticas públicas de juventude, sobretudo aquelas
implementadas pelo Executivo Federal. Em sua composição encontram-se representantes da sociedade civil e do poder público. Foi criado pela lei 11.129/2005 e regulamentado pelo
Decreto Presidencial noº 5.490 de 14 de julho de 2005. O CONJUVE iniciou suas atividades em agosto de 2005 e um dos produtos do trabalho dos conselheiros, na sua primeira gestão,
foi à construção da Política Nacional de Juventude (2006). A criação do CONJUVE e da Secretaria Nacional de Juventude (fevereiro de 2005) foi precedida por intensos debates
nacionais, em que o tema da juventude aparece como questão política no Brasil, onde se destaca a emergência do Grupo Especial de Políticas Públicas da Juventude no Congresso
Nacional, em 2003, que realizou audiências públicas temáticas, a Semana Jovem, o Seminário Nacional de Juventude , as conferências estaduais e a Conferência Nacional da
Juventude, em setembro de 2004. Atualmente, um dos frutos deste debate é o Projeto de Lei que institui o Estatuto da Juventude, uma Carta de Direitos da Juventude, que está em
tramitação na Câmara Federal dos Deputados.
5
Abramo (2006), Abad (2003), Sposito e Carrano (2003) utilizam o termo condição juvenil para caracterizarem o modo como a sociedade constrói e representa esse momento do ciclo
da vida, cuja abrangência é maior, pois incorpora uma dimensão histórico-geracional. Já o termo situação juvenil traduz o modo como esta condição é vivenciada, considerando-se as
diferenças sociais e as desigualdades que podem advir do pertencimento a uma classe social, um gênero, uma raça, uma etnia, etc. Abramo (2006) acrescenta também, que atualmente
ocorrem mudanças, quer na chamada condição juvenil, quer nas situações juvenis, graças às transformações econômico-sociais (mundo do trabalho, política, direitos, etc), culturais
(valorização da imagem e dos valores jovens) e nas próprias experiências juvenis (positivação das culturas juvenis centradas no lazer e na experimentação) nas sociedades contemporâneas.
Estas mudanças têm conduzido à extensão da juventude, em vários sentidos (descronologização e/ou desinstitucionalização da juventude e dos ciclos da vida), tornando mais complexos,
heterogêneos e não lineares os modos de transição à vida adulta para vários setores sociais. Disto resulta uma maior importância dada à experiência juvenil em si mesma, e não mais
somente como ciclo da vida caracterizado pela transição ou preparação para a vida adulta. Hoje, fala-se de juventudes no plural e não no singular para destacar estas mudanças, os
diferentes modos como a condição juvenil é ou pode ser vivida, bem como as desigualdades que podem se inscrever no âmbito destas vivências. [Cf. ABRAMO, H.W.Condição juvenil
no Brasil contemporâneo. In: ABRAMO, H. W. e BRANCO, P.P.M. Retratos da Juventude Brasileira.p.p.37-72; ABAD, M. Crítica política das políticas de juventude. In: FREITAS, M.V. e
PAPA, F.C. (orgs). Políticas Públicas: juventude em pauta. p.p.13-32; SPOSITO, M.P. e CARRANO, P.C.R. Juventude e políticas públicas no Brasil. p.p.16-39.].
6
O caráter quantitativo da pesquisa diz respeito às exigências de um diagnóstico amplo e plural, que busca reunir, registrar e analisar todos os dados numéricos que se referem às
características, atitudes e comportamentos da população juvenil de Fortaleza (universo), no sentido de medir suas opiniões, reações, atitudes e demandas, mediante o cálculo de uma
amostra representativa e estatisticamente comprovada do universo juvenil na cidade. Outrossim, na escolha do instrumental para coleta de dados utilizamos o questionário, mais usual
nas pesquisas quantitativas, que se caracteriza por uma série ordenada de perguntas pré-elaboradas, sistemática e seqüencialmente dispostas em itens, os quais são respondidos por
escrito. No entanto, em razão da natureza da pesquisa, utilizamos, também, a técnica da observação simples e o registro em diário de campo das impressões dos pesquisadores e
supervisores de campo sobre o processo de coleta de dados, sobre os lugares visitados, bem como sobre as reações e os comportamentos dos jovens entrevistados antes e durante a
aplicação dos questionários: instrumentais típicos da pesquisa qualitativa. Acreditamos, como diversos cientistas sociais, que não há dicotomia entre o uso de abordagens quantitativas
e qualitativas, mas sim uma relação de complementaridade, sobretudo quando o objetivo da pesquisa é evitar generalizações apressadas, com base em dados numéricos, pois a
intenção é relativizar os resultados para dar conta da complexidade e heterogeneidade do objeto: a condição juvenil e as juventudes da cidade. Maiores esclarecimentos sobre estas
considerações. [Cf. PERETZ, H. Métodos em sociologia. Lisboa: Temas e Debates Actividades Editoriais L.dª, 2000; PÁDUA, E. M. M.Metodologia da Pesquisa: abordagem teóricoprática. 10ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2004; GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.].
7
Na elaboração do questionário tomamos por base o instrumental de coleta de dados construído pelos pesquisadores que coordenaram a
pesquisa Perfil da juventude brasileira (2003), tanto por se adequar aos preceitos metodológicos de um diagnóstico local amplo e plural
sobre a condição juvenil, quanto por contribuir para análises comparativas no que se refere aos indicadores nacionais e regionais. No
processo de construção do instrumental reelaboramos certas questões, condensamos determinados itens e introduzimos outras perguntas
para atender aos objetivos da pesquisa. A pesquisa Perfil da Juventude Brasileira é um dos frutos do Projeto Juventude, realizado pelo
Instituto Cidadania, desde 2003. O Projeto promoveu diversas ações voltadas para o debate, a produção de conhecimentos e a articulação
de propostas para fazer avançar as políticas públicas de juventude, envolvendo vários atores sociais (jovens, ONG’s, movimentos sociais,
etc). Realizada em 2003, a pesquisa buscou traçar um perfil da juventude brasileira, por intermédio de um amplo levantamento quantitativo
e qualitativo sobre este seguimento populacional. Uma iniciativa, considerada a mais abrangente pesquisa nacional já realizada sobre o tema
no Brasil e que deu origem a dois livros contendo análises atuais sobre a condição juvenil no país. Para um aprofundamento no instrumental
de coleta de dados da pesquisa nacional. [Cf. NOVAES, R. e VANNUCHI, P. (orgs.) Juventude e sociedade: trabalho, educação, cultura e
participação. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Instituto Cidadania. 2004; e ABRAMO, H. e BRANCO, P. P. M. (orgs.). Retratos da
juventude brasileira: análises de uma pesquisa nacional. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Instituto Cidadania. 2005.].
Uma pesquisa de jovens para jovens e com jovens1
Para atender aos objetivos da pesquisa tomamos por base um princípio metodológico central, qual seja: a construção de um
modelo democrático, participativo e dialógico na gestão das políticas de juventude, onde os jovens, reconhecidos como sujeitos de
direito, são os protagonistas e interlocutores principais na realização da iniciativa.
A concretização deste princípio só foi possível graças à adoção de uma estratégia metodológica principal: realizar uma pesquisa
de jovens para jovens e com jovens. Em outras palavras, para além da condição de “público alvo” ou de meros “informantes”, optamos
por construir uma relação dialógica com os jovens, os sujeitos da pesquisa, desde o início até o fim da investigação.
Neste sentido, a pesquisa foi coordenada e executada pelos jovens da Assessoria de Juventude da Prefeitura Municipal e do
Instituto da Juventude Contemporânea, contando com a consultoria técnica de cinco especialistas na temática e dois estatísticos.
Além de coordenarem a pesquisa, estes (as) jovens colaboraram na elaboração do projeto de investigação e na construção do
instrumental de coleta de dados. Eles (as) participaram ativamente de todas as demais etapas da pesquisa, quais sejam: seleção de
outros jovens para as funções de pesquisadores de campo e supervisores de área2; treinamento de pesquisadores e supervisores;
realização do pré-teste; inquérito domiciliar para a coleta dos dados junto aos demais jovens da cidade; digitação e tabulação dos
dados; elaboração do relatório final e socialização dos seus resultados.
Para exercerem a função de pesquisadores de campo, selecionamos e treinamos 60 jovens oriundos das escolas públicas e de
diversos bairros da cidade, na faixa etária de 16 a 24 anos, nos meses de setembro a outubro de 2006. Estes jovens já advinham de
uma experiência anterior em pesquisa social e coleta de dados junto aos seguimentos juvenis da cidade desenvolvida pelo Instituto
da Juventude Contemporânea, em seus projetos sociais, sobretudo no Programa Primeiro Emprego3. Para a função de supervisores
de área, selecionamos e treinamos, de forma concomitante ao processo de escolha e capacitação dos pesquisadores de campo, 30
jovens universitários, na faixa etária de 20 a 30 anos, provenientes dos cursos de ciências sociais e serviço social, também com
experiência anterior em pesquisa social. 4
Selecionamos ainda, dois jovens auxiliares de pesquisa, com graduação em serviço social e ciências sociais e experiência em
tabulação de dados e elaboração de relatórios de pesquisa para colaborarem no processo da pesquisa,
após a coleta de dados.Também contribuíram na pesquisa dez digitadores, todos jovens universitarios.
Logo após o treinamento de pesquisadores e supervisores, realizamos o pré-teste, no dia 04 de
outubro de 2006.Durante este dia, as equipes formadas por um supervisor de área e dois pesquisadores
de campo se dirigiram para os bairros selecionados, em busca de encontrarem os (as) jovens que se
inseriam na amostra. Eles (as) aplicaram o instrumental de coleta de dados e sugeriram algumas
modificações, em razão das dificuldades dos jovens entrevistados em responderem algumas questões,
sobretudo as consideradas de foro mais íntimo e polêmico, como as relativas à sexualidade e às
drogas. Outra reclamação recorrente dizia respeito à grande quantidade de questões a serem
respondidas, o que exigia uma maior disponibilidade de tempo por parte dos entrevistados,
configurando um possível obstáculo na aplicação do instrumental.
Considerando estas dificuldades revisamos o questionário, reelaboramos algumas questões,
deixando mais claras as perguntas e realizamos uma reunião com supervisores e pesquisadores,
a fim de esclarecer as modificações. Mantivemos, no entanto, a mesma quantidade de perguntas, pois a sua supressão
poderia prejudicar os objetivos da pesquisa. Dialogamos com supervisores e pesquisadores sobre a necessidade de
argumentarem de forma mais convincente e clara acerca da importância da pesquisa, bem como sugerimos a criação
de estratégias e alternativas para enfrentarem as possíveis resistências dos jovens em responderem ao questionário.
Uma das estratégias utilizadas para esclarecermos a importância da realização da pesquisa para a população em
geral foi sua divulgação na imprensa (Televisão e jornais), bem como nas associações de bairro e organizações
populares das áreas escolhidas para amostra, na semana anterior à sua realização.
Após estes preparativos, iniciamos, então, o processo de coleta de dados, realizado durante o período de 09 a 27
de outubro de 2006.A aplicação dos questionários teve uma duração média de quarenta a cinquenta minutos por
entrevista. Concluída esta etapa da coleta de dados, principiamos a fase mais longa, com duração de cerca de seis
meses, pois envolveu não só a digitação e tabulação dos dados, mas a leitura dos diários de campo e análise dos dados, uma tarefa
que requer sensibilidade e capacidade interpretativa para a textualização, quer da experiência de campo vivenciada pelos jovens,
quer das argumentações para embasar as análises dos dados coletados acerca da condição juvenil e das juventudes em Fortaleza.
Na realização desta empreitada, contamos com a colaboração dos especialistas na temática, de diferentes formações e orientações
teóricas, no sentido de permitir diversas possibilidades de análise, assegurando uma perspectiva pluralista na abordagem sobre as
juventudes da cidade.
Mas antes de darmos início às análises dos dados, importa interpretarmos, mesmo que de forma preliminar, os significados desta
experiência para os jovens que dela participaram, uma vez que os dados coletados, para serem mais bem analisados, precisam ser
situados no contexto da experiência de campo vivenciada pelos jovens na condição de pesquisadores de campo, supervisores de
área e entrevistados.Tais significados podem ser captados nos diários de campo elaborados pelos supervisores de área, durante o
processo de coleta de dados: um importante instrumental de registro das suas percepções acerca das diversas situações com as
quais se depararam em campo e das relações que mantiveram com os demais jovens pesquisadores e entrevistados.
Outrossim, os diários nos ajudam na relativização das análises, pois mostram questões que não apareceram de modo explícito
nos dados coletados, uma vez que os números em si, não são capazes de revelar a riqueza e a complexidade das situações
vivenciadas pelos jovens em campo, as quais influenciaram na obtenção das informações para a pesquisa.
Uma primeira observação, que apareceu em praticamente todos os diários, a qual revela os níveis de dificuldades encontradas
pelos pesquisadores e supervisores de área na entrada em campo e na abordagem aos jovens para realização do questionário, diz
respeito às diferenças quanto à receptividade aos pesquisadores, considerando-se as desigualdades sócio-econômicas nas áreas da
cidade tidas como mais ou menos favorecidas.
Nos bairros ditos nobres, onde se concentra a população de maior poder aquisitivo da cidade, os jovens supervisores e
pesquisadores relataram dificuldades as mais diversas. Primeiramente, os obstáculos no acesso aos jovens entrevistados, sobretudo
nos condomínios fechados e em casas protegidas por inúmeros aparatos de segurança privada, que exigiam uma série de critérios
para permitir a entrada dos pesquisadores, mesmo após sua identificação (crachá, roupa padronizada e instrumental de coleta de
dados), em razão dos padrões de segurança adotados.
A entrada dos supervisores e pesquisadores nestes locais, mesmo quando ultrapassadas as barreiras iniciais, não foi tarefa fácil
de ser desempenhada.Além das resistências de alguns pais e/ou responsáveis em autorizarem a concessão das entrevistas, muitos
pesquisadores se depararam com mensagens frias e distantes, advindas dos aparelhos de interfone, seja alegando não haver jovens
em casa, seja de que eles estavam dormindo, seja de que não se encontravam em casa no momento da abordagem. Alguns
pesquisadores chegaram a passar por experiências de sequer serem ouvidos em suas abordagens, pois os interfones foram
desligados antes mesmo de iniciarem as suas argumentações, conforme podemos observar nos relatos dos jovens supervisores:
A maior parte das casas desta rua era visivelmente pertencente à classe média alta. Percorremos seus
seis quarteirões, mas as pessoas não queriam nos receber, alegando, na maioria das vezes, não haver jovens
no domicílio. Não raras vezes, víamos jovens saindo das casas que, momentos antes, haviam nos dito serem
habitadas por idosos e/ou crianças. Percebemos que muitos sentiam medo de nos receber. (Diário de Campo,
Flávia, Cidade dos Funcionários, Regional VI, 14/10/2006)
Notei que as pessoas do bairro são muito temerosas a assaltos. Casas com cercas elétricas, portões
fechados, que impediam a visibilidade para a rua e vice-versa. Cachorros e campainhas eram usados como
proteção. Em uma das casas, chamei alguém pelo interfone e após me identificar, a mulher respondeu de
forma ríspida: “aqui não tem jovem não” e bateu o interfone na minha cara, causando um forte barulho.
(Diário de campo, Klaustriane, Amadeu Furtado, Regional III, 10/06/2006)
Apesar destes obstáculos, e de se sentirem um pouco frustrados no início, a persistência e
o poder de persuasão dos supervisores e pesquisadores, aliada à maior receptividade de
outros pais e/ou responsáveis, que haviam obtido informações sobre a pesquisa por meio da imprensa, possibilitaram
o cumprimento das quotas de questionários previstas nos bairros de maior poder aquisitivo da cidade.
Quanto aos bairros situados em áreas consideradas de menor poder aquisitivo, a receptividade à pesquisa foi
mais fácil de ser conquistada, algo já recorrente, comentado até por inúmeros cientistas sociais. E isto, em razão da
facilidade de uma abordagem direta à população, de certa forma já acostumada a ser alvo de inquéritos sociais,
pesquisas e sondagens de opinião, bem como graças à inexistência dos esquemas de segurança privada nestas áreas.
Outrossim, muitos dos jovens pesquisadores já estavam familiarizados com alguns bairros selecionados, pois aí
residiam ou tinham amigos e conhecidos.
De um modo geral,os supervisores e pesquisadores sentiram uma maior abertura para adentrarem nas residências
e entrevistarem os jovens nestes bairros, quer por parte de seus familiares, quer dos próprios sujeitos da pesquisa, como
demonstram os relatos subseqüentes:
A última residência visitada no dia foi de um jovem de 18 anos, muito simpático e atencioso. Sua irmã, que
estava próximo a nós confirmou que havia visto na televisão a notícia da pesquisa sobre os jovens, que as pessoas
tratassem bem os pesquisadores, etc. Esse rapaz tinha um grande senso crítico, respondia às perguntas e explicava
seu ponto de vista. (Diário de campo, Aniely Brilhante, Regional IV, 10/10/2006)
A maior receptividade nestes bairros não pode ser traduzida, no entanto, como inexistência de certos obstáculos à realização
da pesquisa nas áreas menos favorecidas da cidade. Apenas as dificuldades aí encontradas foram de uma ordem diversa, nos
revelando, talvez, as marcas da outra face da concentração de renda e de poder em nossa cidade, tais como: abordagem aos jovens
em locais mais distantes e de difícil acesso, em função da ausência de infra-estrutura urbana (ruas danificadas e problemas com o
deslocamento); questão da segurança (ocorrência de assaltos e outros incidentes); interferência não só de pais e/ou adultos
responsáveis nas entrevistas, mas de outros atores sociais (filhos, filhas, parentes e/ou amigos). Enfim, situações as mais diferentes, as
quais muitas vezes impuseram limites à realização das entrevistas, conforme podemos observar nos trechos dos diários:
Na casa fui recebida por uma jovem de 16 anos, que estava cuidando da sua sobrinha. Em alguns momentos,
a sobrinha, que devia ter uns quatro anos, interrompeu a entrevista querendo riscar o questionário ou fazendo
alguma outra “danação”, o que alongava o tempo da visita e desconcentrava a entrevistada. Esta, depois de algum
tempo, conseguiu colocar a garotinha “de castigo” por alguns instantes, enquanto terminava de responder às
perguntas.Ao final, relatou ter gostado de participar da pesquisa. (Diário de Campo, Dionísia, Regional IV, 11/10/
2006)
A entrevista com a jovem começou com muito barulho de TV, da máquina de costura e de uma criancinha,
sua irmã, que chegou a rasgar o cartão resposta. Mas a outra irmã mais nova veio e levou a criança, nos deixando
a sós. Eu pedi, em seguida, que fôssemos para um cômodo mais tranqüilo, no que fui atendido e a entrevista
transcorreu sem problemas. (Diário de Campo,Tiago Moreno, Regional II, 13/10/2006)
Muitas destas situações, também comuns nos bairros ditos “nobres”, diziam respeito à interferência de pais e/ou responsáveis
na realização das entrevistas, sobretudo aquelas direcionadas aos adolescentes, com certa prevalência do gênero feminino, ao que
parece mais submetido à vigilância e ao controle paternos, bem como majoritariamente responsável, ainda, por cuidar das crianças
e das tarefas domésticas.
Esses casos foram contornados pelos supervisores e pesquisadores, graças à criação de várias
estratégias, primeiramente, o esclarecimento, desde o início da abordagem, sobre o caráter particular
e sigiloso da entrevista, algo compreendido por boa parte dos pais, pois logo após as informações,
eles se ausentavam do local para que a entrevista pudesse ocorrer sem a sua interferência. Entretanto,
em certas ocasiões estes esclarecimentos não foram suficientes para demovê-los das suas intenções,
revelando-nos uma das facetas fundamentais que envolvem a adolescência,a busca de reconhecimento
e de autonomia negada pelos adultos, em decorrência da moratória socialmente imposta a estes
jovens5.
Para solucionarem os casos mais complexos, os supervisores e pesquisadores utilizaram-se de
outros recursos para garantir alguma privacidade nas entrevistas, dos quais destacamos: a realização
em espaços e lugares fora do ambiente doméstico e do olhar “atento” de pais e/ou adultos
responsáveis, como nas calçadas ou em praças públicas; a estratégia de deixar para fazer certas
questões mais delicadas (sexualidade e drogas) ao final da entrevista, quando os entrevistados
já conduziam os pesquisadores ao portão da casa ou às suas dependências externas, longe dos olhares “atentos” dos
adultos; os pedidos de água, café ou algum tipo de informação aos pais, o que requeria a sua saída momentânea da
sala ou das dependências onde se realizava a entrevista; e, em último caso, a permissão para que alguns entrevistados
pudessem ler certas questões e respondê-las por seu próprio punho.
Estas e as demais ocorrências, com as quais pesquisadores e supervisores se depararam em campo, nos permitem
não só relativizar os dados, pois expressam os contextos e os fatores que interferiram na sua obtenção, mas captar
pistas e sinais, os quais já anunciam diferentes formas como a condição juvenil é vivenciada na cidade de Fortaleza, de
acordo com as diversas situações sócio-econômicas e culturais dos (as) jovens entrevistados (as), seus locais de
moradia, as faixas etárias, o gênero, dentre outras.
Podemos perceber, por um lado, os contrastes sociais entre os (as) jovens residentes nas áreas nobres da cidade
e os (as) moradores das periferias, mas também, no interior destas próprias áreas; as diferenças entre os adolescentes e os demais
jovens; as distinções de gênero, dentre outras. Por outro lado, a questão da violência e da insegurança é apenas um dos sintomas,
cujas diferentes expressões e reações percebidas pelos pesquisadores e supervisores nestas áreas revelam as marcas das desigualdades
vivenciadas pelos jovens na nossa cidade.
No Brasil e em Fortaleza, um dos fatores que mais caracterizam as desigualdades nas vivências da condição juvenil, embora não
único, ainda é a classe social. A Pesquisa Perfil da Juventude Brasileira (2003)6 já nos revelou que um dos traços mais marcantes da
nossa sociedade – as desigualdades sócio-econômicas, a concentração de renda e de poder – não podem ser negligenciadas
quando se analisa a condição juvenil no país.
Outras questões também foram registradas pelos supervisores em seus diários, no decorrer da pesquisa de campo, com uma
riqueza de detalhes, cujos limites de uma reflexão metodológica introdutória nos impossibilitam explorar, em razão da magnitude
das informações e das inúmeras possibilidades interpretativas suscitadas. Por meio destas observações nos aproximamos da
diferentes situações e das desigualdades que atravessam a condição juvenil e as juventudes na cidade de Fortaleza. São questões
relativas aos temas centrais da pesquisa e que serão mais bem exploradas pelos analistas, quando da interpretação dos dados
coletados.
Para os (as) jovens da cidade que participaram da pesquisa na condição de entrevistados (as), a experiência oportunizou a
possibilidade de expressarem suas vivências e opiniões para outros jovens, seus pares, de universos ao mesmo tempo próximos e
distantes dos seus. Esta estratégia da pesquisa se revelou extremamente fértil, pois os diálogos fluíram para além das simples
respostas às perguntas do questionário, trazendo à tona reivindicações, reclamações, esperanças e sonhos quer dos (as) jovens,
quer de seus familiares, amigos e vizinhos, quando da realização das entrevistas, como podemos perceber nas narrativas:
Em todas as entrevistas que realizamos neste dia e até mesmo com as pessoas que se recusaram em nos
receber, duas reivindicações se repetiam, quando conversavam conosco a respeito da pesquisa: aumento da
segurança pública e limpeza do bairro (Diário de campo, Flávia, Regional V, 09/10/2006).
O jovem entrevistado, de 16 anos, estava limpando a casa, mas se dispôs a interromper seus afazeres para
responder ao questionário.Antes de responder às perguntas ele refletia bastante e se mostrou interessado nos
problemas que a sociedade enfrenta. Ele também me disse querer estudar, cursar uma faculdade e trabalhar para
mudar de vida. (Diário de campo, Roberta, Regional II, 21/10/2006)
Acompanhei a entrevista que Roberta (pesquisadora) fez com uma jovem de 20 anos. Ela me pareceu
preocupada com a violência no bairro, com o seu futuro e o dos irmãos, mas ainda assim disse que gostava do
bairro porque era “menos perigoso” do que outros que conhecia. (Diário de campo, Daniel Aderaldo, Regional
II, 13/10/2006)
Igualmente, a experiência de serem entrevistados por seus pares acerca de questões que diziam
respeito às suas vivências, crenças e valores, acabou por se constituir numa possibilidade de troca de
saberes e opiniões, revelando outros sentidos da pesquisa, para além das abordagens tradicionais,
como denotam os relatos:
O pesquisador e a entrevistada trocaram informações sobre opções de lazer gratuitas na cidade.
Acabaram até criando uma espécie de vínculo de amizade. Cheguei no final da entrevista e a jovem
entrevistada continuava a conversar bastante. Ela disse que achou muito interessante este tipo de
pesquisa e sugeriu que ao invés do governo chegar na casa das pessoas perguntando quantas geladeiras
há no local, que investisse mais neste outro tipo de pesquisa. Ela ficou muito interessada nos resultados
e nos pediu que voltássemos sempre, pois queria continuar participando. (Diário de Campo, Ana
Paula Miranda, Itaoca, Regional IV, 12/10/2006).
O garoto, de 16 anos, que se encontrava em uma das calçadas
da rua com um grupo de adolescentes a conversar, respondeu ao
questionário com aparente tranqüilidade, talvez porque o pesquisador Pedro, com idade
aproximada a sua, tenha sido a pessoa que o abordou. ( Diário de campo, Evelyne
Medeiros, Regional I)
Para os jovens que vivenciaram a pesquisa na condição de supervisores de área e pesquisadores de campo, a
experiência oportunizou a possibilidade de entrarem em contato com outros jovens, de realidades próximas e ao
mesmo tempo distantes das suas, facilitando a percepção sobre as diferenças, semelhanças e desigualdades que
atravessam a condição juvenil em nossa cidade. Um movimento simultâneo de estranhamento e familiarização, que
se configura como uma das mais importantes experiências dos pesquisadores sociais no exercício cotidiano do
olhar, do ouvir e do escrever (Oliveira: 1998) sensibilizados por sua formação.Viver esse movimento lhes desafiou a estabelecer
relações, fazer comparações, e a relativizar certos conceitos e visões cristalizadas, como podemos observar nos depoimentos:
A pequena rua era repleta, tanto de um lado, quanto de outro de vilas. Um senhor se aproximou para nos
“ajudar”, mas percebemos que ele estava mesmo era curioso para saber do que se tratava “aquela aparição”.
Vimos um jovem entrando em uma casa, fomos lá e percebemos que ele estava aparentemente drogado (os
olhos vermelhos, a voz mansa).Agradecemos e continuamos a procura. Olhamos ao nosso redor e percebemos
que todos nos olhavam, nos “estranhavam”. Era como se fôssemos seres estranhos, entrando no mundo deles.As
pessoas mostravam curiosidade e ao mesmo tempo hostilidade, diante da nossa presença. (Diário de campo,
Salyana, Regional V, 09/10/2006)
A jovem encontrava-se no seu ambiente de trabalho, uma loja de móveis. O ambiente estava tranqüilo, ela
sozinha, o que nos proporcionou a privacidade necessária. Durante a entrevista percebi que a entrevistada falava
sobre a juventude como se dela não fizesse parte, sempre mencionando o fato de ter responsabilidades de mãe
e dona de casa. Ela tem 23 anos, vive com o companheiro e o filho de 6 anos. No final da entrevista, disse-me que
considerava a pesquisa algo muito importante. (Diário de Campo,Vanessa Ferreira, Regional III, 18/102006)
Ao nos debruçarmos sobre os diários de campo, nos arriscamos a algumas inferências, que talvez nos permitam enunciar, de
maneira sintética, os significados desta experiência para os jovens que dela participaram como pesquisadores de campo, supervisores
de área e protagonistas fundamentais da pesquisa na interlocução com os demais jovens da cidade.
Para os jovens supervisores (universitários), além de uma vivência como mediadores na interlocução com os jovens da cidade
(pesquisadores e entrevistados), podemos afirmar que exercitaram o diálogo, a troca de saberes, permitindo a socialização, ampliação
e relativização de sua formação acadêmica, pois entraram em contato com outros jovens de realidades ao mesmo tempo familiares
e distantes das suas.
Já para os jovens pesquisadores (ensino médio), a participação nesta experiência oportunizou uma iniciação na arte da pesquisa,
mediante o exercício cotidiano do olhar, do ouvir e do escrever sensibilizados pelo contato com outros jovens de mundos
próximos e distantes dos seus,contribuindo para o conhecimento e o (re) conhecimento de experiências comuns e simultaneamente
diversas das suas. Ao mesmo tempo, o contato com os supervisores (universitários) os aproximou de um universo talvez ainda
distante, mas significativo, despertando-lhes o interesse na continuidade dos estudos e numa ampliação de sua formação escolar.
Acreditamos que a riqueza e a diversidade de informações obtidas por meio dessa pesquisa e da experiência de campo
vivenciada pelos jovens já se tenham enunciado, preliminarmente, nesta introdução metodológica. Fiquemos, agora, com as
interpretações e análises mais aprofundadas dos (as) especialistas. Que a pesquisa sirva não só de alerta para as questões que hoje
enfrentam os jovens da cidade, mas contribua, de fato, para sensibilizar o poder público e a sociedade na construção de políticas de
juventude capazes de reconhecer suas potencialidades e atender às suas demandas e necessidades,
mudando quem sabe, a face perversa de uma realidade que apenas pudemos nos aproximar, de
forma breve, nesta introdução.
Teresa Cristina Esmeraldo Bezerra
Referências bibliográficas
ABAD, M. Crítica política das políticas de juventude. In: FREITAS, M.V. e PAPA, F.C. (orgs).
Políticas Públicas: juventude em pauta. São Paulo: Cortez;Ação Educativa Assessoria, Pesquisa
e Informação; Fundação Friedrich Ebert, 2003.p.13-32.
ABRAMO, H. e BRANCO, P. P. M. (orgs.). Retratos da juventude brasileira: análises de uma pesquisa nacional. São
Paulo: Fundação Perseu Abramo; Instituto Cidadania, 2005.
ABRAMO, H.W. Condição juvenil no Brasil contemporâneo. In: ABRAMO, H. W. e BRANCO, P.P.M. (orgs.).
Retratos da Juventude Brasileira: análises de uma pesquisa nacional. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Instituto
Cidadania, 2005. p.p.37-72.
BRENNER, A.C. et.al. Culturas do lazer e do tempo livre dos jovens brasileiros. In: In: ABRAMO, H. W. e
BRANCO, P.P.M. (orgs.). Retratos da Juventude Brasileira: análises de uma pesquisa nacional. São Paulo: Fundação
Perseu Abramo; Instituto Cidadania, 2005. p.p. 175-214.
CALLIGARIS, C. A adolescência. São Paulo: Publifolha, 2000.
CASTRO, M. G. Políticas públicas por identidades e de ações afirmativas: acessando gênero e raça, na classe, focalizando
juventudes. In: NOVAES, R. e VANNUCHI, P. (orgs.) Juventude e sociedade: trabalho, educação, cultura e participação. São
Paulo: Fundação Perseu Abramo; Instituto Cidadania. 2004, p.p.275-303.
CARRANO, P. et. al. Juventude brasileira e democracia – participação, esferas e políticas públicas: relatório final. Rio de Janeiro:
IBASE; São Paulo: PÓLIS, 2005.
DAYRELL, J. A música entra em cena: o rap e o funk na socialização da juventude. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
FREITAS, M.V. e PAPA, F.C. (orgs). Políticas Públicas: juventude em pauta. São Paulo: Cortez; Ação Educativa; Assessoria de
Pesquisa e Informação: Fundação Friedrich Ebert, 2003.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.
Grupo de Trabalho sobre Políticas Públicas de Juventude. Políticas Públicas de Juventude: uma visão sobre o fim da era Juraci.
Prefeitura Municipal de Fortaleza, Fortaleza:mimeo, 2004.
NOVAES, R. C. R. et al. (orgs.). Política Nacional de Juventude: diretrizes e perspectivas. São Paulo: Conselho Nacional de
Juventude. Fundação Friedrich Ebert, 2006.
NOVAES, R. e VANNUCHI, P. (orgs.) Juventude e sociedade: trabalho, educação, cultura e participação. São Paulo: Fundação
Perseu Abramo; Instituto Cidadania. 2004.
OLIVEIRA, R.C. O trabalho do antropólogo. Brasília: Paralelo 15; São Paulo: Editora UNESP, 1998.
PÁDUA, E.M.M. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 10ª ed.ver. e atual. Campinas, SP: Papirus, 2004.
PERETZ, H. Métodos em sociologia. Lisboa: Temas e Debates Actividades Editoriais L.dª, 2000.
SPOSITO, M.P. e CARRANO, P.C.R. Juventude e políticas públicas no Brasil. In: 26ª Reunião Anual do ANPED. Poços de
Caldas. 2003.
WAISELFISZ, J.J. Mapa da violência 2006: os jovens do Brasil. Brasília: OEI, 2006.
____________. Mapa da violência nos municípios brasileiros. Brasília: OEI, 2007.
Notas
1
Teresa Cristina Esmeraldo Bezerra, professora da UECE.
2
Os pesquisadores de campo foram os responsáveis diretos pela coleta de dados, por meio da aplicação dos questionários junto aos diversos jovens que
integraram a amostra da pesquisa. Os supervisores de área acompanharam o processo de coleta de dados, apoiaram os pesquisares de campo em suas
dificuldades e obstáculos na condução das entrevistas, aplicaram questionários quando necessário e realizaram a observação simples e o registro em diário de
campo das suas impressões sobre a entrada em campo, os bairros, as formas de abordagem aos jovens, suas reações diante das entrevistas, enfim a rotina
diária durante a coleta de dados.
3
Estes jovens estavam engajados no Programa Primeiro Emprego, um programa federal destinado à formação e engajamento dos jovens no mercado de
trabalho, coordenado pelo Consórcio Social da Juventude e executado por organizações da sociedade civil. No Ceará, o IJC é uma das ONG’s que desenvolvem
ações contempladas no Programa. Neste sentido, os jovens selecionados já haviam realizado anteriormente uma pesquisa que fez o levantamento e traçou o
perfil das organizações de juventude na cidade, como parte de suas atividades no IJC. Em sua capacitação no Programa Primeiro Emprego, foram treinados pelo IJC para
exercerem a função de pesquisadores sociais, e no módulo correspondente ao serviço voluntário, também desempenharam esta função na pesquisa Retratos da Fortaleza Jovem.
4
A seleção teve como critério central à participação dos jovens em experiências de pesquisa anteriores. O treinamento dos pesquisadores de campo e supervisores de área reuniu
os 90 jovens provenientes de escolas públicas, de nível médio, e os jovens universitários. O treinamento contou com uma carga horária de 30 horas/aulas e discutiu os temas
centrais da pesquisa (juventude e políticas de juventude), a metodologia e instrumentais da pesquisa (questionário, observação simples e diário de campo), bem como as funções,
habilidades e capacidades de pesquisadores e supervisores.
5
Sobre o conceito de adolescência como moratória, que corresponde a um tempo socialmente imposto como de suspensão e adiamento das funções e responsabilidades que
caracterizam o pertencimento ao mundo adulto, bem como da ausência de autonomia e do reconhecimento necessários para que os adolescentes possam exercer tais funções,
conduzindo-lhes a uma condição de indefinição e de busca de um lugar, pois ora são vistos como crianças ora como adultos, cf. CALLIGARIS, C. A adolescência. São Paulo:
Publifolha, 2000.p.15.
6
Cf. Nota nº 13, neste relatório.
Informações Metodológicas
A pesquisa Retratos da Fortaleza Jovem é uma iniciativa da Prefeitura Municipal
de Fortaleza (Assessoria de Juventude do Gabinete da Prefeitura de Fortaleza)
desenvolvida em parceria com o Instituto da Juventude Contemporânea (IJC),
que visa conhecer, identificar e mapear as juventudes da cidade, suas demandas
e anseios, a fim de subsidiar o poder público e a sociedade civil na construção de
políticas públicas voltadas para os segmentos juvenis.
Universo: População de 15 a 29 anos, residentes no município de Fortaleza –
636.435 jovens, ou seja 29,72% do total da população (Censo 2000 – IBGE).
Amostra: Para determinar o tamanho da amostra de sujeitos investigados, bem
como a sua distribuição nas regiões administrativas da cidade de Fortaleza
procedeu-se da seguinte maneira: Em uma primeira etapa foi calculada uma
amostra de bairros e sorteados aleatoriamente no total de bairros da cidade,
segundo calculou-se uma amostra de jovens a partir da variação
da idade e em terceiro distribuiu-se proporcionalmente a amostra
de jovens por faixa de idade e por sexo em cada bairro.
1ª Etapa: Do total de 114 bairros na cidade de Fortaleza foi calculada uma
amostra aleatória simples de 40 bairros. Para se chegar a este valor considerouse a distribuição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos bairros de
Fortaleza, como variável principal. A partir deste valor, sortearam-se
aleatoriamente os 40 bairros respeitando a proporcionalidade das regionais.
AMOSTRA 1: 40 bairros.
2ª Etapa: Levando-se em consideração o tamanho da população jovem nos
bairros sorteados tomou-se a distribuição da idade na faixa de 15 a 29 anos
nesses bairros para o cálculo de uma amostra aleatória simples, obtendo-se um
tamanha de amostra de jovens igual a 1734 sujeitos.
AMOSTRA 2: 1734 jovens.
3ª Etapa: A amostra de 1734 sujeitos foi distribuída pelos
bairros em função da proporção de jovens do sexo
masculino e feminino, nas faixas de idade de 15 a 19
anos, de 20 a 24 anos e de 25 a 29 anos.
Margem de erro: A margem de erro é inferior de 5% pontos
percentuais, para mais ou para menos, para os resultados da
amostra, com intervalo de confiança de 95%.
Para verificar a representatividade da amostra comparou-se a idade média da
população de Fortaleza na faixa etária de 15 a 29 anos que é igual a 21,61 anos
segundo estimativa do IBGE (Censo 2001), a média da idade na amostra de
bairros é de 21,59 anos e a média da amostra dos sujeitos da pesquisa foi igual a
21,41 anos.
Abordagem: aplicação do instrumental estruturado em 123 perguntas, em
entrevistas pessoais e domiciliares (tempo médio de uma hora de aplicação).
Data de campo: outubro de 2006.
Nota de esclarecimento:
Ainda a titulo de orientação da leitura das tabelas e gráficos, quatro esclarecimentos finais: a classificação
“espontânea” refere-se a respostas a perguntas aberta, em que não se ofereceram alternativas de escolha
aos entrevistados; “ estimulada”, ao contrário, indica que as respostas foram sugeridas em seguida á
formulação da pergunta; os resultados de perguntas que admitiam respostas “múltiplas”, fossem
espontâneas ou estimuladas, ultrapassam 100%, já que a base de cálculo das taxas
percentuais é sempre a base de entrevistas, e não a soma das respostas; e, em razão
do arredondamento das casas decimais, sem sempre a soma nas perguntas com
resposta “única” totaliza 1005, podendo variar de 995 a 101%, sem que tenha havido
erro de cálculo.
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E
CONDIÇÃO FAMILIAR
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Sexo e idade
em %
48,2
51,8
Masculino
Feminino
50,3
49,7
48,8
55,1
51,2
44,9
15 a 19 anos
Q1. Sexo?
20 a 24 anos
25 a 29 anos
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Grau de Escolaridade
Estimulada e única – em %
Fundamental I completo
0,7
Fundamental I incompleto
2,9
Fundamental II completo
5
Fundamental II incompleto
21,6
Médio completo
27,5
Médio incompleto
28,7
EJA – Educação de jovens
e adultos
1,3
Superior completo
1,8
Superior incompleto
Pós-graduação
9,7
0,9
Q44. Se sim: em que série ou ano você está? Se não. Até que ano da escola estudou?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Grau de Escolaridade por Regional
Estimulada e única – em %
62,5
59,2
57,1
56,3
52,5
46,8
Fundamental
28,8
25,8
22,3
28,9
27
26
18
10,3
4,7
2,2
Regional I
Regional II
4,3
Regional III
Regional IV
Ensino Médio
12,6
7,1
2,5
Fundamental II
27,7
2,2
Regional V
10,3
4,9
Regional VI
Q44. Se sim: em que série ou ano você está? Se não. Até que ano da escola estudou?
Ensino Superior
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Inserção no Mercado de Trabalho
Estimulada e única – em %
9,1
33,2
26,4
Trabalhando
Nunca trabalhou, nem
procurou trabalho
Nunca trabalhou, mas está
procurando trabalho
15,8
15,6
Já trabalhou e está
procurando trabalho
Já trabalhou e não está
procurando trabalho
Q48. Você atualmente está:
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Posição na ocupação
Estimulada e única – em %
Assalariado(a) com
carteira assinada
MERCADO FORMAL
Conta-própria (paga
ISS e/ou INSS)
Funcionário(a)
Público (a)
5,1
MERCADO INFORMAL
84,1
10,7
Assalariado(a) sem registro
Autônomo (a)/ Profissional
liberal
17
Conta-própria não
contribuinte
7,7
54,2
16,1
0,3 4,7
Auxilia um negócio da
família sem remuneração
fixa
Agricultura Familiar
Outras situações
Q50.1 No seu trabalho você é ou foi:
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Posição na ocupação MERCADO FORMAL e
MERCADO INFORMAL por idade
Estimulada e única – em %
88,5
Assalariado(a) com carteira
assinada
83,1
72
Conta-própria (paga ISS
e/ou INSS)
Funcionário(a) Público (a)
20
56,1
53,6
8
15 a 19 anos
10,3
8,7
2,7
20 a 24 anos
53
6,7
Assalariado(a) sem registro
Autônomo (a)/ Profissional liberal
25 a 29 anos
Conta-própria não contribuinte
20,2
12,9
14,4
5,2
8,7
1,9
8,1
0
15 a 19 anos
Q50.1 No seu trabalho você é ou foi:
Auxilia um negócio da família sem
remuneração fixa
19,8
18,2
0,8
20 a 24 anos
9,1
13,8
4,3
0
25 a 29 anos
Agricultura Familiar
Outras situações
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Renda Familiar
Estimulada e única – em %
34,3
23,9
32,6
0,6
1,9
6,6
Até 1 S.M.
Mais de 1 S.M a 2 S.M.
Mais de 2 S.M a 5 S.M.
Mais de 5 S.M a 10 S.M.
Mais de 10 S.M a 20 S.M.
Mais de 20 S.M.
Q4. Somando a sua renda com a renda das pessoas que moram com você, de quanto foi aproximadamente a renda
familiar em sua casa no mês passado?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Renda Familiar por regionais
Estimulada e única – em %
39,6
37,3
37,1
36,8
31,3
29,9
25,4
25,4
37,6
31,4
30,6
26,4
35,6
29,2
27,4
23,3
21,5
18,4
12,7
3,8
0,5
Regional I
0,5
3 3,7
Regional II
3,6
1,5
0,3
Regional III
3,2
1,6
9,8
6,6
1
0
Regional IV
Regional V
Até 1 S.M.
Mais de 1 S.M a 2 S.M.
Mais de 2 S.M a 5 S.M.
Mais de 5 S.M a 10 S.M.
Mais de 10 S.M a 20 S.M.
Mais de 20 S.M.
3,1
0
0,7
Regional VI
Q4. Somando a sua renda com a renda das pessoas que moram com você, de quanto foi aproximadamente a renda
familiar em sua casa no mês passado?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Origem/local de nascimento geral e por sexo e idade
Estimulada e única – em %
10,7
5,8
Capital
Interior Urbano
Interior Rural
83,5
Masculino
Feminino
87
87,9
86,8
82,7
84,1
71,5
19,7
8
9,1
4,2
10,9
4,2
5
15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos
7,9
9,5
5,1
15 a 19 anos
8,8
7,7
20 a 24 anos
25 a 29 anos
Q5. . E você nasceu na cidade ou no interior? Se foi no interior, na zona urbana ou rural? ?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Religiões
Estimulada e única – em %
66,3
1,3
1,6
11
19,2
0,7
Católica
Espírita (Kardecista)
Candomblé Umbanda/quibanda
Evangélica (Pentecostal/Indefinida)
Acredita em Deus, mas não tem religião
Não tem religião/ateu(a)
Q6. Você se identifica com alguma religião, você é?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Religiões por regional
Estimulada e única – em %
66,5
68,2
67,2
66,5
65,7
59,6
22,7
21,1
19,5
13,5
11,3
1,9
1,4
1,4
0
Regional I
19,7
2,8
0
Regional II
1,4
0,9
1,6
0
1,9
Regional III
Regional IV
4,1
14
10,6
7,4
7,8
18,2
17,3
1,9
1,2
0,7
Regional V
1,6
0
Regional VI
Católica
Espírita (Kardecista)
Candomblé Umbanda/quibanda
Evangélica (Pentecostal/Indefinida)
Acredita em Deus, mas não tem religião
Não tem religião/ateu(a)
Q6. Você se identifica com alguma religião, você é?
0,5
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Cor ou Etnia
Estimulada e única – em %
51,3
28,6
4,4
Branca
Parda
Q7. Qual a sua cor ou etnia?
Negra
2
13,7
Indigena
Amarela
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Cor ou Ascendência Étnica
Estimulada e única – em %
2,7
6,4
12,9
4,1
0,6
14,4
58,9
Negra e Branca
Só Branca
Negra, Branca e Índia
Branca e Índia
Só Negra
Negra e Índia
Só Índia
Q8. Com qual das alternativas abaixo você se identifica; considerando as combinações de
cor e etnia dos seus avós e dos seus pais, você tem combinação das cores ou etnia:
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Se já teve relação sexual
Masculino
Estimulada e única – em %
94,3
89,7
65,1
34,9
10,3
24,7
75,3
Sim
Não
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
Feminino
5,7
De 25 a 29 anos
91,8
78
57,1
42,9
22
8,2
De 15 a 19 anos
Q86. Você já teve relação sexual?
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Situação Conjugal
Estimulada e única – em %
73,5
16
9,1
1,2
0,2
Solteiro (a)
Vive com o companheiro (a)
Q3. Estado Civil. Você é:
Casado (a)
Viúvo (a)
Outros
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Situação Conjugal por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Masculino
93,5
Feminino
84,2
85,9
64,5
59,6
47,5
19,9
4,6
0,30 1,5
15 a 19 anos
10,4
4,7
0 0,7
20 a 24 anos
13,4
0,4
25 a 29 anos
26,6
23,4
25,7
1,7
11,6
1,60 0,9
15 a 19 anos
14
0 2,5
0,7 0
20 a 24 anos
25 a 29 anos
Solteiro
Vive com o companheiro (a)
Casado (a)
Viúvo (a)
Outros
Q3. Estado Civil. Você é:
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Posse de Filhos
Estimulada e única – em %
8,1
4,3
17
70,6
não tem filho
Um(a) filho(a)
Dois filhos(as)
Três filhos(as) ou mais
Q9. Você tem filho(s)? Se sim: Quantos?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Posse e quantidade de Filhos por sexo e idade
Estimulada e única – em %
Masculino
Feminino
96,8
85
80,1
61,1
55,7
38,1
27
27,4
1,6
1,3
0,3
15 a 19 anos
3,2
12,8
12,7
15,5
1,1
20 a 24 anos
8,8
2,7
2,2
0
15 a 19 anos
25 a 29 anos
21,9
21,9
18
4,5
20 a 24 anos
25 a 29 anos
não tem filho
Um(a) filho(a)
Dois filhos(as)
Três filhos(as) ou mais
Q9. Você tem filho(s)? Se sim: Quantos?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Idade com que teve o primeiro filho
Espontânea e única – em %
38,2
46,8
10
5
De 11 a 14 anos
De 15 a 18 anos
de 19 a 23 anos
Q10. Com que idade você teve o primeiro(a) filho(a)?
De 24 a 29 anos
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Idade com que teve o primeiro filho, por idade
Espontânea e única – em %
Masculino
90
Feminino
85,4
51,9
48,8
38,9
23,3
37,7
10
0
56,2
27,9
7,4
0
15 a 19 anos
1,9
20 a 24 anos
40,7
41,3
0
25 a 29 anos
14,6
13,4
0
15 a 19 anos
0
4,6
1,5
20 a 24 anos
4,7
25 a 29 anos
De 11 a 14 anos
De 15 a 18 anos
De 19 a 23 anos
De 24 a 29 anos
Q10. Com que idade você teve o primeiro(a) filho(a)?
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Planejamento do Primeiro filho, por sexo e idade
Estimulada e única – em %
76,4
Masculino
73,9
63,6
36,4
26,1
23,6
29,5
15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos
70,5
Planejou ter o(a) filho(a)
79,6
Não planejou a gravidez
68,6
65,4
Feminino
34,6
31,4
20,4
15 a 19 anos
Q11. Com relação ao seu primeiro filho(a), você:
20 a 24 anos
25 a 29 anos
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Quem cuida do filho
Espontânea e única – em %
Masculino
4,3
63,8
Feminino
13,8
10,6
1,3
78,8
5,9
O pai da criança com ajuda
O pai da criança sem ajuda
A Mãe da criança com ajuda
A mãe da criança sem ajuda
Avós
Outros
1,1
5,2
8,6
O pai da criança
A Mãe da criança com ajuda
A mãe da criança sem ajuda
Avós
Outros
Q12. Quem cuida do seu filho(a) no dia-a-dia?
6,3
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Número de pessoas que reside
Espontânea e múltipla – em %
De 1a 4 pessoas
De 5 a 10 pessoas
49,3
49
De 11 a 15 pessoas
De 16 a 20 pessoas
1,6
0,1
Q13. Quantas pessoas residem em sua casa? (incluindo você)
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Número de pessoas que reside por sexo e idade
Espontânea e múltipla – em %
Masculino
54,5
53,2
50,2
48
44,6
44,2
Feminino
54,2
51,4
50,5
46,7
45,2
1,8
0,3
1,8
0
47,1
0,9
0,4
15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos
2,7
1,4
0,6
15 a 19 anos
20 a 24 anos
25 a 29 anos
De 1 a 4 pessoas
De 5 a 10 pessoas
De 11 a 15 pessoas
De 16 a 20 pessoas
Q13. Quantas pessoas residem em sua casa? (incluindo você)
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Pessoa que mais contribui financeiramente na casa
Estimulada e única – em %
Pai
33,2
Mãe
Padrasto
Madrasta
25,4
Esposo(a)
Cunhado(a)
Avô
Avó
11,6
Tio(a)
Irmão
8,3
6
1,5
0,2
3,7
0,9
2,2
2,6 2,3
2,2
Q15. Na sua casa, quem contribui mais financeiramente?
Irmã
Próprio (a) entrevistado (a)
Outros
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Pessoa que mais contribui financeiramente na casa,
por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Masculino
Pai
36,8
Mãe
Padrasto
Esposo(a)
25
Cunhado(a)
Avô
Avó
Tio(a)
12,7
Irmão
Irmã
2,5
2,4
1,8 1,1
4
2,6
2,8
4,7
3,4
Q15. Na sua casa, quem contribui mais financeiramente?
Próprio (a) entrevistado (a)
Outros
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Quem Contribui mais financeiramente com a casa,
por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Feminino
29,8
Pai
Mãe
25,6
Padrasto
Madrasta
20,7
Esposo(a)
Cunhado(a)
Avô
Avó
Tio(a)
7,2
3,4
0,4
0,3
0,8
1,9
4,2
2,5 1,9
Irmão
Irmã
Próprio (a) entrevistado (a)
1,1
Q15. Na sua casa, quem contribui mais financeiramente?
Outros
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Se pudesse, quem mora com os pais
mudaria já ou esperaria mais tempo
Estimulada e única – em %
39,2
36,1
24,6
Mudaria já sem os pais ou responsáveis
Esperaria mais um tempo para mudar
Não tem planos de morar sozinho sem os pais ou responsáveis
Q16. Caso você more com seus pais ou responsáveis, se pudesse decidir agora, sem se preocupar
com qualquer coisa, você:
PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO E CONDIÇÃO FAMILIAR
Se pudesse, quem mora com os pais
mudaria já ou esperaria mais tempo por renda
Estimulada e única – em %
37
32
34,1
31,6
35,4
28,5
25,1
24,3
21,8
8,4
6,6
2,6
1,9 0,9
Mudaria já sem os pais ou
responsáveis
6,7
1,1
Esperaria mais um tempo para
mudar
Até 1 S.M.
Mais de 2 S.M a 5 S.M.
Mais de 10 S.M a 20 S.M.
1,8
0,2
Não tem planos de morar sozinho
sem os pais ou responsáveis
Mais de 1 S.M a 2 S.M.
Mais de 5 S.M a 10 S.M.
Mais de 20 S.M.
Q16. Caso você more com seus pais ou responsáveis, se pudesse decidir agora, sem se preocupar
:
com qualquer coisa, você
SER JOVEM
SER JOVEM
Há mais coisas boas ou ruins em ser jovem
Estimulada e única – em %
50,4
43,4
6,2
Tem mais coisas boas
Tem mais coisas ruins
ambas
Q17. Como você se sente em ser jovem: você diria que tem mais coisas boas ou
ruins em ser jovem?
SER JOVEM
Quando uma pessoa deixa de ser jovem
Estimulada e múltipla- em %
28,9
Maturidade/assumir responsabilidade
Família/Filhos/Casamento
18,6
Perde a alegria/perde a vontade de viver
8,7
Nunca deixa de ser jovem
8,9
Trabalho
3,8
Idade
15,5
Depende de cada um
Independência financeira
Drogas/criminalidade
5,9
2,5
Enfrentar problemas
1,2
0,5
Quando perde a saúde/ Começa a ficar doente
0,6
Outros
4,5
Q18. Na sua opinião, quando uma pessoa deixa de ser jovem? Por quê?
SER JOVEM
Melhores coisas de ser jovem
Espontânea e múltipla - em %
Primeira
3
Liberdade sexual-afetiva
Autonomia/independência
0,4
4,5
Ter oportunidades/ diversidade de escolha/ ter direitos
1,6
Tudo de bom/a própria juventude
Valores
Ter responsabilidade
0,4
0,9
Não tem nada de bom
0,7
Religião
0,8
Independência financeira
Lutar pelos objetivos/vencer
Apoio da família
0,1
0,9
1,4
7,5
Saúde/disposição/vigor/coragem/força
As amizades
Poder trabalhar
2,3
5,3
17
Ter liberdade
9,6
Estudar/adquirir conhecimento
14,8
Atividades de lazer/entreterimento/tempo livre
19,9
Aproveitar a vida/viver com alegria
Não ter responsabilidades/preocupações
9
Q19. Quais são as melhores coisas de ser jovem; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Melhores coisas de ser jovem
Espontânea e múltipla - em %
Segunda
6,6
Liberdade sexual-afetiva
Autonomia/independência
0,3
4
Ter oportunidades/ diversidade de escolha/ ter direitos
Tudo de bom/a própria juventude
Valores
0,9
1
2,8
Ter responsabilidade
4
Não tem nada de bom
Religião
0,3
Independência financeira
0,9
Lutar pelos objetivos/vencer
0,9
Apoio da família
2,1
6,4
Saúde/disposição/vigor/coragem/força
As amizades
Poder trabalhar
Ter liberdade
5,7
6,1
6
14,5
Estudar/adquirir conhecimento
Atividades de lazer/entreterimento/tempo livre
8,6
17,5
Aproveitar a vida/viver com alegria
Não ter responsabilidades/preocupações
11,4
Q19. Quais são as melhores coisas de ser jovem; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Melhores coisas de ser jovem
Espontânea e múltipla - em %
Terceira
Liberdade sexual-afetiva
Autonomia/independência
0,5
0,2
2,6
Ter oportunidades/ diversidade de escolha/ ter direitos
Tudo de bom/a própria juventude
Valores
1,1
0,9
Ter responsabilidade
1,3
Não tem nada de bom
1,3
Religião
0,7
Independência financeira
0,7
Lutar pelos objetivos/vencer
Apoio da família
Saúde/disposição/vigor/coragem/força
2,2
3,9
5,5
As amizades
6,4
Poder trabalhar
7
Ter liberdade
7,7
15,2
Estudar/adquirir conhecimento
16,6
Atividades de lazer/entreterimento/tempo livre
13,8
Aproveitar a vida/viver com alegria
Não ter responsabilidades/preocupações
12,1
Q19. Quais são as melhores coisas de ser jovem; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Piores coisas de ser jovem - Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Primeira
4,6
Não tem nada de ruim
3,4
Conviver com riscos
10,3
Drogas
3,5
Violência
2,5
Más companhias
6,3
Falta de liberdade
10,6
Controle familiar
Impedimentos por ser menor de idade
1,6
21
Falta de trabalho/renda
6,3
Imaturidade/irresponsabilidade
Desrespeito/incompreensão dos adultos/discriminação
6,7
Responsabilidade (ter)
6,7
Amadurecer/deixar de ser jovem
Rebeldia
Falta de políticas públicas/questão social/direitos
1,1
0,6
1,3
5,7
Falta de oportunidade/inexperiência
4,2
Ser dependente
Abandono/solidão/ viver só/decepção
0,5
Excesso de liberdade
0,6
Outros
1,4
Q20. Quais são as piores coisas de ser jovem; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Piores coisas de ser jovem - Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Segunda
1,8
Não tem nada de ruim
9,3
Conviver com riscos
8,2
Drogas
6,9
Violência
2,4
Más companhias
5,9
Falta de liberdade
5,5
Controle familiar
3
Impedimentos por ser menor de idade
13
Falta de trabalho/renda
6
Imaturidade/irresponsabilidade
8,3
Desrespeito/incompreensão dos adultos/discriminação
6,5
Responsabilidade (ter)
0,9
Amadurecer/deixar de ser jovem
1
Rebeldia
3,5
Falta de políticas públicas/questão social/direitos
7,5
Falta de oportunidade/inexperiência
4,4
Ser dependente
2,6
Abandono/solidão/ viver só/decepção
Excesso de liberdade
Outros
0,2
2,7
Q20. Quais são as piores coisas de ser jovem; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Piores coisas de ser jovem - Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Terceira
3
Não tem nada de ruim
Conviver com riscos
9
7,8
Drogas
6,3
Violência
Más companhias
2,5
4,4
Falta de Liberdade
7,2
Controle familiar
Falta de Liberdade(sem especificar)
2,2
1,8
Impedimentos por ser menor de idade
11,4
Falta de Trabalho/renda
Imaturidade/irresponsabilidade
7,4
7,8
Desrespeito/incompreensão dos adultos//discriminação
5,5
Responsabilidade(ter)
Amadurecer/deixar de ser jovem
Rebeldia
0,1
1
7,6
Falta de Politicas Públicas/questão social/direitos
Falta de Oportunidade/inexperiencia
4,9
2,2
Ser dependente
2,8
Abandono/solidão/viver só/decepção
Excesso de Liberdade
Outros
0,8
3,2
Q20. Quais são as piores coisas de ser jovem; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Problemas que mais preocupam
Espontânea - em %
Primeira
14
Segurança/violência
31,1
Emprego/profissional
2,9
Drogas
8,8
Educação
6,5
Saúde
2
Fome/miséria
12,8
Família
8,4
Crise econômica
4,9
Assuntos pessoais
2,3
Questões Sociais
Administração política do Brasil
Relacionamentos íntimos/amizades
Meio-Ambiente
Moradia
Sexualidade
1,1
0,7
0,2
0,9
0,1
2,9
Nada Preocupa
Preocupação com o futuro
0,1
0,2
outros
0,2
Falta de Políticas Públicas
Q21. E quais são os problemas que mais lhe preocupam; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Problemas que mais preocupam
Espontânea - em %
Segunda
13,9
Segurança/violência
18,2
Emprego/profissional
4,4
Drogas
13,5
Educação
9,4
Saúde
4,6
Fome/miséria
11,9
Família
6,3
Crise econômica
2,6
Assuntos pessoais
3,5
2,9
Questões Sociais
Administração política do Brasil
2,4
Relacionamentos íntimos/amizades
Meio-Ambiente
0,8
2,2
Moradia
Sexualidade
Nada Preocupa
Falta de Políticas Públicas
Preocupação com o futuro
outros
0,3
0,8
0,1
1,6
0,8
Q21. E quais são os problemas que mais lhe preocupam; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Problemas que mais preocupam
Espontânea - em %
Terceira
11
Segurança/violência
16,4
Emprego/profissional
4,4
Drogas
10
Educação
11,4
Saúde
7,1
Fome/miséria
10,8
Família
5,4
Crise econômica
2,6
Assuntos pessoais
3,7
Questões Sociais
5
Administração política do Brasil
2,3
Relacionamentos intimos/amizades
Meio-Ambiente
0,9
3
Moradia
Nada Preocupa
1,4
2,4
Preocupação com o futuro
outros
2
Q21. E quais são os problemas que mais lhe preocupam; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Assuntos que mais interessam
Espontânea - em %
Primeira
Educação
20,5
Emprego/profissional
16,9
Cultura/lazer
9,2
Esportes/Atividades Físicas
7,4
Relacionamentos Amorosos
1,5
Família
4,5
Saúde
2,8
Segurança/violência
Drogas
2,6
0,7
Governo/política
21,1
Sexualidade
1,5
Temas gerais
3,1
Religião
Amizades
Economia/finanças
Meio-ambiente
Ter acesso a bens de consumo
Estética
Qustão social/desigualdade social
Nenhum
2,9
1,1
0,5
0,1
0,8
0,2
0,6
1,8
Q22. Quais são os assuntos que mais lhe interessam atualmente; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Assuntos que mais interessam
Espontânea - em %
Segunda
18,4
Educação
14,1
Emprego/profissional
13,9
Cultura/lazer
8,2
Esportes/Atividades Físicas
2,6
Relacionamentos Amorosos
7,6
Família
4,5
Saúde
3,7
Segurança/violência
Drogas
1,4
12,1
Governo/politica
Sexualidade
1,1
Temas gerais
2,4
Religião
2,5
2,1
Amizades
1,6
Economia/finanças
Meio-ambiente
Ter acesso a bens de consumo
0,7
1,3
Qustão social/desigualdade social
0,8
Nenhum
0,8
Q22. Quais são os assuntos que mais lhe interessam atualmente; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Assuntos que mais interessam
Espontânea - em %
Terceira
15,6
Educação
12,4
Emprego/profissional
14,5
Cultura/lazer
7,6
Esportes/Atividades Físicas
3,2
Relacionamentos Amorosos
8
Família
6,5
Saúde
6,1
Segurança/violência
1
Drogas
8,4
Governo/política
Sexualidade
0,5
3,6
Temas gerais
2
Religião
1,8
Amizades
2,8
Economia/finanças
Meio-ambiente
0,6
Ter acesso a bens de consumo
0,7
Estética
0,1
2,8
Qustão social/desigualdade social
Nenhum
1,4
Q22. Quais são os assuntos que mais lhe interessam atualmente; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Assuntos que gostaria de discutir com seus pais ou
responsáveis
Estimulada e múltipla - em %
Cenário A
Educação
64,9
Espo rtes
22,5
Dro gas
46,2
Sexualidade
Desigualdade e P o breza
29,6
Cultura
23,6
Racismo
18,6
Ho mo fo bia
P o lítica
76,6
Futuro profissional
Violência
15,4
Ética e M o ral
Eco lo gia e M eio A mbiente
Cenário B
34,5
12,2
53,4
Corpo e Saúde
26,1
Religião
33,1
Relacionamentos Amorosos
30,2
Cidadania e Direitos Humanos
5,1
21,5
Moda
27,2
5,2
Globalização
13,4
Aborto
Reforma Agrária
Filosofia e questões existenciais
17,9
2,7
6,4
Q23. De acordo com cada cenário, escolha três assuntos ou temas que você mais gostaria de discutir com seus
pais ou responsáveis?
SER JOVEM
Assuntos que gostaria de discutir com amigos ou amigas
Estimulada e múltipla - em %
Cenário A
Educação
31
Espo rtes
36,7
Dro gas
Sexualidade
40,5
Desigualdade e P o breza
19,9
Cultura
21
Racismo
52,2
48,7
Co rpo e Saúde
26,5
Religião
26,2
31,1 Relacio namento s A mo ro so s
Ho mo fo bia
P o lítica
Futuro pro fissio nal
Vio lência
24,5
Ética e M o ral
Eco lo gia e M eio A mbiente
Cenário B
43,7
18,7
8,6
35
Cidadania e Direito s Humano s
24,2
M o da
18,5
22,4
Glo balização
16,6
A bo rto
Refo rma A grária
Filo so fia e questõ es existenciais
25,7
5,2
10,1
Q24. De acordo com cada cenário, escolha três assuntos ou temas que você mais gostaria de discutir com seus
amigos ou amigas?
SER JOVEM
Assuntos que considera mais importantes para serem
discutidos pela sociedade
Estimulada e múltipla - em %
Cenário A
Educação
Esportes
60,5
14,4
Drogas
Sexualidade
37
Desigualdade e Pobreza
Cultura
Ética e Moral
42,8
20,5
29,6
Homofobia
16,1
Ecologia e Meio Ambiente
15,3
52,3
Futuro profissional
65,1
Violência
18,5
Racismo
Política
Cenário B
14,8
Corpo e Saúde
20,3
Religião
20,5
Relacionamentos Amorosos
7,6
52,7
Cidadania e Direitos Humanos
Moda
27,3
4,5
27,3
Globalização
Aborto
18,7
Reforma Agrária
Filosofia e questões existenciais
16,1
8,7
Q25. De acordo com cada cenário, escolha três assuntos ou temas que você acha mais
importantes para serem discutidos pela sociedade em geral?
SER JOVEM
Principais Problemas do Brasil Hoje – Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Primeiro
18,2
Desemprego
22,1
Segurança/violência
20,5
Fom/ Miséria
14,8
Administração Política no Brasil
3,1
Drogas
2
Questões sociais
Crise econômica/financeira
1
12,1
educação
Saúde
Outras
3,5
2,6
Q26. Falando agora do Brasil, quais são os principais problemas do país hoje; em primeiro,
segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Principais Problemas do Brasil Hoje – Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Segundo
14,1
Desemprego
21,9
Segurança/violência
9,1
Fome/Miséria
Administração Política no Brasil
9,7
Drogas
5,1
14
Questões sociais
Crise econômica/financeira
0,5
educação
10,8
9,6
Saúde
Meio Ambiente
0,1
Precarização do emprego
0,2
Outras
5
Q26. Falando agora do Brasil, quais são os principais problemas do país hoje;
em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Principais Problemas do Brasil Hoje – Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Terceiro
10,5
Desemprego
17,7
Segurança/violência
9,1
Fome/Miséria
9,6
Administração Política no Brasil
7
Drogas
17,8
Questões sociais
Crise econômica/financeira
0,5
educação
9,9
11
Saúde
Meio Ambiente
0,1
Precarização do emprego
0,3
Lazer
0,2
Outras
5,1
Q26. Falando agora do Brasil, quais são os principais problemas do país hoje; em primeiro,
segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Principais Problemas da Cidade Hoje – Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Primeiro
Infra-estrutura
14,5
Desemprego
11,3
Segurança/violência
34,3
Fome/Miséria
7,6
Administração Política no Brasil
3
Drogas
2,9
Questões sociais
Crise econômica/financeira
4,5
0,2
Educação
8
Saúde
8
Outras
5,6
Q27. E quais são os principais problemas da nossa cidade; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Principais Problemas da Cidade Hoje – Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Segundo
Infra-estrutura
13,8
Desemprego
12,2
Segurança/violência
21,3
Fome/Miséria
7,7
Administração Política no Brasil
2
Drogas
6,4
Questões sociais
Crise econômica/financeira
7,1
0,8
Educação
10,5
Saúde
Outros problemas
11,7
6,6
Q27. E quais são os principais problemas da nossa cidade; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Principais Problemas da Cidade Hoje – Síntese
Espontânea e múltipla - em %
Terceiro
Infra-estrutura
9,4
Desemprego
11,7
Segurança/violência
19,4
Fome/Miséria
8,9
Administração Política no Brasil
2,9
Drogas
5,9
Questões sociais
Crise econômica/financeira
9,4
0,4
Educação
12,2
Saúde
11,2
Outros problemas
Não tem nenhum problema
8,1
0,1
Q27. E quais são os principais problemas da nossa cidade; em primeiro, segundo lugar e terceiro lugar?
SER JOVEM
Expectativas com relação aos próximos cinco anos
Estimulada e única - em %
Mundo
Brasil
Cidade
Bairro
40,6
33,1
52,6
56,9
52,9
Vai melhorar
26,2
19,9
27,5
13,4
29,8
15,1
Vai piorar
32
Vai ficar como está
Q30.1Na sua opinião, você acha que vai acontecer nos próximos cinco anos com o: Mundo?
Q30.2 Com o Brasil? Q30.3 Com a Cidade Q30.4 com o seu Bairro?
SER JOVEM
Principais motivos para achar que vida pessoal vai melhor,
vai ficar como está ou piorar
Vai ficar como está
Espontânea e múltipla - em %
79,4
Vai melhorar
Neste tempo não vai
acontecer nenhuma
mudança
44,6
20,6
30,3
Esta bom do jeito que está
13,6
2,2
4,1 4,7
Vai piorar
0,5
73,3
Conseguir trabalho/emprego melhor
Vai terminar estudo
Melhor financeiramente
vai adquirir bens materiais
Construir família
Maduro/fazer suas próprias escolhas
outros
Por causa do
desemprego
Outros motivos para
piorar
18,3
8,4
Não sabe/não
respondeu
Q32. Por que você acha que a sua vida vai melhorar, piorar ou vai ficar como está?
VALORES E REFERÊNCIAS
VALORES E REFERÊNCIAS
Os jovens podem mudar o mundo
Estimulada e única - em%
26,3
8,8
64,6
Sim, podem mudar muito
Sim, podem mudar pouco
Não podem mudar
Q33. Você acha que os jovens podem mudar o mundo ou não podem? Muito ou Pouco?
VALORES E REFERÊNCIAS
Os jovens podem mudar o mundo
Estimulada e única - em%
78,9
66,9
56,4
46,6
32,8
29,7
26,6
20,7
17,2
13,9
6,6
Fundamental I
Fundamental II
Sim, podem mudar muito
Ensino Médio
Sim, podem mudar pouco
3,9
Ensino Superior
Não podem mudar
Q33. Você acha que os jovens podem mudar o mundo ou não podem? Muito ou Pouco?
VALORES E REFERÊNCIAS
Valores mais importantes para uma sociedade ideal
Estimulada e múltipla – em %
Solidariedade
64,5
Temor a Deus
50,7
Respeito às Diferenças
48,2
50,5
Igualdade de oportunidades
Dedicação ao trabalho
24,8
Respeito ao meio Ambiente
24,8
liberdade Individual
9,3
Respeito às tradições
6,4
Obediencia à autoridade
Outros
12,2
0,8
Q34. Pensando numa sociedade ideal, quais destes valores você acha que seriam mais importantes?
VALORES E REFERÊNCIAS
Fatores mais importante para:
Estimulado e única – em %
1º Lugar
2º Lugar
14,9
13,7
70,4
Apoio da família
25,2
30,7
16,5
24,2
Seu esforço pessoal
Apoio da família
17
33,1
Seu esforço pessoal
22,2
26
40,7
Ter a capacidade de
aprender coisas novas
Apoio de amigos e
conhecidos
6,7
14,3
16,9
0,6
2,2
2,2
24,1
Ter a capacidade de
aprender coisas novas
18,1
10,3
Apoio de amigos e
conhecidos
7,7
8,7
1,2
Políticas de Governo
Participar do processo
eleitoral (votar)
Participar de grupos de
jovens organizados
13,4
4,5
1,8
16,1
2,7
3,1
5,4
2,2
29,2
Para melhorar
de vida
6,8
Políticas de Governo
12,9
8,6
Participar do processo
eleitoral (votar)
Participar de grupos de
jovens organizados
5
15,4
4,5
para garantir
seus direitos
7,3
11,8
6,9
Para a vida
como jovem
Q35. Qual destes fatores é o mais importante para sua vida hoje como jovem, em primeiro e segundo lugar?
Q36. Na sua opinião, qual destes fatores é o mais importante garantir seus direitos, em primeiro e segundo lugar?
Q37. Na sua opinião, qual destes fatores é o mais importante para você melhorar de vida, em primeiro e segundo
lugar?
VALORES E REFERÊNCIAS
Instituições mais importantes para o amadurecimento
Estimulada e única - em%
48,7
17,7
11
9,3
6,6
Família
Escola
Trabalho
3
3,8
Amigos
Rua
Igreja
Outros
Q38. O que você acha que tem sido mais importante para o seu amadurecimento?
PERCEPÇ
PERCEPÇÕES SOBRE
EDUCAÇ
EDUCAÇÃO
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Sabe ler e escrever
Estimulada e única - em%
97,6
0,8
0,4
0,8
0,3
Sim
Não
Sabe ler e escrever somente o nome
Sabe ler, mas não sabe escrever
Saber escrever, mas não sabe ler
Q40. Você sabe ler e escrever?
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Sabe ler e escrever, por renda familiar
Estimulada e única - em%
95,5
98,8
0,6
1,5 0,9 1,5
0,4
Até 1 S.M.
99
0,4 0,4
0,2
Mais de 1 S.M a 2
S.M.
0,3
100
98,1
0,8
0,9
0,9
Mais de 2 S.M a 5 Mais de 5 S.M a 10
S.M.
S.M.
Sim
Sabe ler e escrever somente o nome
Saber escrever, mas não sabe ler
Q40. Você sabe ler e escrever?
100
Mais de 10 S.M a
20 S.M.
Mais de 20 S.M.
Não
Sabe ler, mas não sabe escrever
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Dificuldade em ler e escrever
Estimulada e única - em%
5,3
26,6
58,6
9,4
Ler e escrever é fácil
Ler e escrever é difícil
Ler é mais fácil que escrever
Escrever é mais fácil que ler
Q41.Se sim: escrever e ler qualquer palavra é uma atividade que você considera:
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Dificuldade em ler e escrever
Estimulada e única - em%
71
61,7
49,8
33,3
27,8
29,1
26,2
20,4
18,5
22,2
14,2
7
Fundamental I
Fundamental II
4,6
Ensino Médio
7,5
2,4
4,3
Ensino Superior
Ler e escrever é fácil
Ler e escrever é difícil
Ler é mais fácil que escrever
Escrever é mais fácil que ler
Q41.Se sim: escrever e ler qualquer palavra é uma atividade que você considera:
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Freqüência escolar
Estimulada e única – em %
46,7
0,4
52,9
Sim, está estudando
Não está estudando
Q42. Você está estudando atualmente?
Nunca freqüentou a escola
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Freqüência escolar por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Masculino
79,4
74,7
60,8
Feminino
38,8
19,9
77,7
74,9
24,9
0,6
0,4
0,4
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
70,6
29
25,1
21,6
0,3
0
De 15 a 19 anos
Sim, está estudando
Q42. Você está estudando atualmente?
De 20 a 24 anos
Não está estudando
0,7
De 25 a 29 anos
Nunca freqüentou a escola
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Motivo que não esta estudando ou nunca estudou
Espontânea e única – em %
Quem nunca estudou
66,7
33,3
Quem parou de estudar
Por causa dos
filhos/casamento/marido
Por causa do trabalho
7,6
36
16,6
Concluiu o Ensino Médio
Concluiu o Ensino Superior
14,7
7,5
16,5
1,2
Falta de Interesse/Vontade de
estudar
Oportunidade e acesso a escola
Filhos/casamento/marido
Trabalho
Outros
Q43. Se não está estudando ou nunca estudou, diga por quê?
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Freqüência sobre uso da escola publica ou particular
Estimulada e única – em %
11,3
53,2
35,6
Só em escola pública
Só em escola particular
Em escola pública e particular
Q45. Considerando os anos de estudo que você fez, você estudou só em escola pública, só em escola particular
ou estudou em escola pública e particular?
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Freqüência sobre uso da escola publica ou particular
Estimulada e única – em %
72,4
70
57
47,9
36,7
45,4
37
36,3 15,7
41,9
41,9
30
25,3
17,6
16,1
6,3
2,3
Até 1 S.M.
Mais de 1 S.M a 2
S.M.
Só em escola pública
Mais de 2 S.M a 5 Mais de 5 S.M a 10 Mais de 10 S.M a
S.M.
S.M.
20 S.M.
Só em escola particular
Mais de 20 S.M.
Em escola pública e particular
Q45. Considerando os anos de estudo que você fez, você estudou só em escola pública, só em escola particular
ou estudou em escola pública e particular?
PERCEPÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO
Opinião sobre posicionamento na escola
Estimulada e única – em %
57,4
43,9
42,5
38,2
39
25,8
19,4
22
21,9
21,9
17,6
14,9
13,6
8,5
7,9
5,6
A escola entende os
jovens
Muito
A escola se interessa
pelos problemas dos
jovens
Mais ou menos
A escola se interessa A escola está ligada nas
pelos problemas do seu questões da atualidade
bairro
Pouco
Nada
Q46. Na sua opinião, comente o que você acha da escola nos seguintes cenários:
NO MUNDO DO TRABALHO
NO MUNDO DO TRABALHO
Para você trabalho é:
Estimulada e única – em %
39,8
30,1
29,9
26,4
23,5
20,8
14,6
8,8
4
1,6
1º lugar
2º lugar
Necessidade
Independencia
Auto-realização
Exploração
Q47. Para você trabalho é:
Crescimento
NO MUNDO DO TRABALHO
Tempo de Desemprego
Estimulada e única – em %
13,2
16
12,8
11,6
29,8
16,6
Até um mês
Mais de 1 mês a 2 meses
Mais de 2 a 3 meses
Mais de 3 a 6 meses
Mais de 6 meses a 1 ano
Mais de 1 ano
Q49. Há quanto tempo você está procurando trabalho?
NO MUNDO DO TRABALHO
Tempo de Desemprego
Estimulada e única – em %
Masculino
33,3
Até um mês
27
23,8
19,8
19,8
14,4
22,2
12,7
16,7
18,3
Mais de 1 mês a 2 meses
Mais de 2 a 3 meses
13,6
13,6
13,6
16,7
11,7
Mais de 3 a 6 meses
9,1
7,2
Mais de 6 meses a 1 ano
6,3
Mais de 1 ano
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
49,6
Feminino
37,8
23,9
20,1
20,8
18,2
9,4
7,5
De 15 a 19 anos
10,1
14,9
16,9
8,8
17,9
9,4
11,5
6
De 20 a 24 anos
Q49. Há quanto tempo você está procurando trabalho?
7,7
9,4
De 25 a 29 anos
NO MUNDO DO TRABALHO
O que faz com dinheiro que recebe
Estimulada e única – em %
27,4
54,4
18,3
Ganha(va) só para si
Dá(va) tudo o que ganha(va) para despesas em casa
Dá(va) uma parte do que ganha(va) para despesas em casa
Q51. Com relação ao seu salário, você?
NO MUNDO DO TRABALHO
O que faz com dinheiro que recebe por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Masculino
61
59
30,4
56,4
28,7
21,5 22,1
10,6
10,3
Ganha(va) só para si
Dá(va) tudo o que ganha(va) para despesas em casa
De 15 a 19 anos De 20 a 24 anos De 25 a 29 anos
Dá(va) uma parte do que ganha(va) para despesas em casa
52,5
Feminino
52,1
46,1
32,8
31,5
31,7
22,2
14,8
De 15 a 19 anos
Q51. Com relação ao seu salário, você?
16,4
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
NO MUNDO DO TRABALHO
Como conseguiu o 1°emprego
Estimulada e única – em %
22,2
27,4
19,7
22,6
3,5
2,2 2,4
Indicação
Ajuda dos pais/familiares
Ajuda de amigos/colegas
Sozinho/ saiu procurando
Agência de emprego privada
SINE/balcão de emprego
Seleção/Concurso
Q52. Como você conseguiu seu primeiro trabalho?
NO MUNDO DO TRABALHO
Como conseguiu o 1°emprego por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Indicação
Masculino
40,1
Ajuda dos pais/familiares
Ajuda de amigos/colegas
25,5
21,6
16
16,7
24,1
26,8
24,6 24,6
19 26,7
Sozinho/ saiu procurando
Agência de emprego privada
16,4
SINE/balcão de emprego
3,1 1,2
De 15 a 19 anos
3,2
1,4 2,7
1,2
Seleção/Concurso
1 2,1 2,1
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
Feminino
31,4
30,8
19,7
20,5
24,8
24,5
21,9
21,4
18,8
17,1
4,3
2,4
0 0
De 15 a 19 anos
2,4 3,3
De 20 a 24 anos
Q52. Como você conseguiu seu primeiro trabalho?
18,3 23,1
3,5
4,8 7
De 25 a 29 anos
NO MUNDO DO TRABALHO
Jornada de Trabalho
Espontânea e única – em %
53,2
28,7
12,6
1,7
3,7
Até 4 horas
De 5 a 8 horas
De 9 a 12 horas
De 13 a 16 horas
Mais de 16 horas
Q53. Normalmente quantas horas por dia você trabalha(va)?
NO MUNDO DO TRABALHO
Jornada de Trabalho por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
61,9
53,2
50,3
Até 4 horas
29,7
27,2
25,7
20,7
De 5 a 8 horas
12,6
2,7 1,8
1,2 0,6
De 15 a 19 anos
De 9 a 12 horas
De 20 a 24 anos
5
4,5 3
De 13 a 16 horas
Mais de 16 horas
De 25 a 29 anos
Feminino
55,1
49,5
44,8
24,1
32,9
29,7
24,1
13,2
5,2 2,4
4,3 2,6
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
Q53. Normalmente quantas horas por dia você trabalha(va)?
7,3
4,3
0,4
De 25 a 29 anos
NO MUNDO DO TRABALHO
Idade que conseguiu o 1°emprego
Estimulada e única – em %
14,6
13,1
15,3
9,5
8,4
25,4
13,7
Até 13 anos
14 anos
15 anos
16 anos
17 anos
18 anos
19 anos ou mais
Q54. Que idade você tinha quando conseguiu seu primeiro trabalho?
NO MUNDO DO TRABALHO
Idade que conseguiu o 1°emprego por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
22,2
Até 13 anos
14 anos
15,2
15,7
13,2
9,7
15 anos
14
16 anos
10,2
17 anos
18 anos
19 anos ou mais
28,8
Feminino
16,1
12,1
8,7
10,5
7,2
Q54. Que idade você tinha quando conseguiu seu primeiro trabalho?
16,6
NO MUNDO DO TRABALHO
Área de Interesse no mercado de trabalho
Espontânea e única – em %
Saúde biologica
segurança Militar
18,3
Administração
financeira/contabéis
Educação
16,8
Esportes
Cultura, artes
9,4
8,1
7,1
Mecânica, eletrônica
5,7
5,7
3,9
2
1,6
Direito
8,3
3,3 3,6
2,5 2,5
1,2
Comercial
Gastronomia
Moda, Estética
Sociais, Humanas
Serviço Público
Ciências da
Computação
Outras
Não sabe
Q55. Com relação ao mercado de trabalho, qual sua área de interesse?
NO MUNDO DO TRABALHO
Área de Interesse no mercado de trabalho por regional
Espontânea e única – em %
16,1
14,3
11,1
9,2
8,8
7,4
4,6
4,6
1,4 2,3 2,3
3,2
5,1
4,6
1,8
3,2
Saúde biologica
segurança Militar
Administração financeira/contabéis
19,9
Regional I
18,4
Educação
Esportes
Cultura, artes
11,3
9,2
Direito
8,5
2,1
8,5
4,3
2,8
0,7
5 5,7
Mecânica, eletrônica
Comercial
Gastronomia
Moda, Estética
0,7
2,1
0
0,7
Regional II
Sociais, Humanas
Serviço Público
Ciências da Computação
Outras
Não sabe
Q55. Com relação ao mercado de trabalho, qual sua área de interesse?
NO MUNDO DO TRABALHO
Área de Interesse no mercado de trabalho por regional
Espontânea e única – em %22,2
15,8
9,7
9,1
8,8
5,5
1,5
5,2
1,2
6,1
5,2
3,3
2,7 2,7
0,6
0,3
Saúde biologica
segurança Militar
Administração financeira/contabéis
Regional III
19,5
13,8
13
Direito
Mecânica, eletrônica
Comercial
9,8
8,1
7,3
Educação
Esportes
Cultura, artes
5,7
4,1
3,3
4,1
1,6
Gastronomia
Moda, Estética
Sociais, Humanas
4,9
2,4
0,8
1,6
0
Regional IV
Q55. Com relação ao mercado de trabalho, qual sua área de interesse?
Serviço Público
Ciências da Computação
Outras
Não sabe
NO MUNDO DO TRABALHO
Área de Interesse no mercado de trabalho por regional
Espontânea e única – em %
19,2
12,1
11,1
9,5
1,2 6,4
8,1
7,3 5,5
6,4
3,8
1,2
3,3
3,1
1,2
Saúde biologica
0,7
segurança Militar
Administração financeira/contabéis
19,9
Regional V
18,2
Educação
Esportes
Cultura, artes
Direito
9,9
8,5
Mecânica, eletrônica
7,6
1,7
1,9
Comercial
7,1
3,1
Gastronomia
4
2,6
4
2,1
2,6 3,3
3,5
Moda, Estética
Sociais, Humanas
Serviço Público
Regional VI
Ciências da Computação
Outras
Não sabe
Q55. Com relação ao mercado de trabalho, qual sua área de interesse?
POLÍ
POLÍTICA E CIDADANIA
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepção sobre a política
Espontânea e múltipla – em %
Referencias Positivas
É um direito
20,4
Ato de transformar/mudar
realidade/melhorar a vida
22,4
Forma de
governar/administrar/burocracia
22,3
Ato de decidir/tomada de
decisão
Futuro/desenvolvimento
8
É corrupção/roubo/máfia
23,6
Algo
9,9 sujo/obscuro/desonesto
Atividade realizada por
outros/politicos/grupos
Outros
Referencias Negativas
11,1
5,7
Forma de
dominação/poder
10,9
5,1
Nada/neutro
42,8
Mentira/Ilusão/promessa
Outros
Q56. O que você acha que é política?
13,2
4,6
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepção de Influência da política na vida pessoal
Estimulada e única - em %
30,2
Influi muito
Influi Pouco
48,9
Não Influi
20,9
Q57. Você diria que o que acontece na política influi ou não na sua vida? Muito ou pouco?
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepção de Influência da política na vida pessoal
por idade e sexo
Estimulada e única - em %
Masculino
Influi muito
55,3
53,6
44,9
Influi Pouco
33
29,7
23,2
22,1
Não Influi
21,5
16,7
Feminino
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
51,6
48,9
De 25 a 29 anos
41,4
35
30,5
23,6
De 15 a 19 anos
27,8
20,6
20,6
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
Q57. Você diria que o que acontece na política influi ou não na sua vida? Muito ou pouco?
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepção de Influência pessoal do jovem na política
Estimulada e única - em %
40,1
31,1
28,8
Influi muito
Influi Pouco
Q58. E você, influi ou não na política? Muito ou pouco?
Não Influi
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepção de Influência pessoal do jovem na política
por idade e sexo
Estimulada e única - em %
Masculino
41
37,3
21,7
41,4
33,7
Influi muito
43,2
Influi Pouco
32,2
24,9
Não Influi
24,7
Feminino
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
39,2 38,9
21,9
De 15 a 19 anos
Q58. E você, influi ou não na política? Muito ou pouco?
43,3
35,6
43,6
33,2
21,1
De 20 a 24 anos
23
De 25 a 29 anos
POLÍTICA E CIDADANIA
Razões influi e não influi na política
Espontânea e múltipla – em %
Influi
81,1
Pelo voto
Ajudando pessoas
0,7
Conversando/discutindo o assunto
7
Elegendo/escolhendo os representantes
5,5
Não Influi
Não participa/não cobra
Participando de movimento e
organização/partidos
Pagando impostos
Outros
31,3
3,9
1
0,7
não vota
20,6
Não gosta/não acredita/não se interessa
Outros
44,6
3,4
Q59. De que forma você influi na política ou por que você acha que não influi na política?
POLÍTICA E CIDADANIA
Participação em Atividades ligadas a política
Estimulada e única - em %
12,4
29,2
Lê ou assiste noticiário sobre política
16,7
Conversa com outras pessoas sobre política
Nas eleições, tenta convencer os outros a votar
nos candidatos
Assina manifestos de protestos ou reivindicações
59,8
25,4
8,8
58,4
23,5
22,8
25,1
51,8
66
Quando a eleições trabalha voluntário para um
candidato ou partido
6,7
Participa de associações ou de grupos para
resolver o problema do bairro/cidade
4,9
17,5
77,6
Participa de movimento ou causa social
4,9
16
79,1
Participa de reuniões de partidos políticos,
grêmio ou movimento estudantil
7,1
Participa de alguma outra atividade política
3,3
17,3
76
21,3
71,6
85,4
11,2
Sempre
De vez em quando
Q60. Qual a freqüência que você costuma:
Nunca
POLÍTICA E CIDADANIA
Participação em Associações e Entidades
Estimulada – em %
43,9
Grupo esportivo 15,6
42
Grupo religioso 23,4
Grêmio/movimento estudantil 4,8
Organizações de mulheres/movimento feminista
4,4
Movimento político/partidário 1,2
Organização de homossexuais/GLBT 0,9
Organização não governamental/ONG 1,5
Movimento Negro 0,8
Associação de bairros 2,4
Cooperativa de Crédito 0,6
Entidade de portadores de necessidades especiais 1,3
46,1
5,5
Já fez parte
28,6
41,3
54
7,1
7,2
26,3
53,5
39,5
55,5
35
31,9
63,8
64,7
4,1
40,2
77,9
4
3,7
17,9
71,7
18,8
2,8 18,3
Grupo de RPG 1,7
Faz parte
59,9
20,9
8,3
15,4
63,6
31
11,9
Movimento cultural 4,4
16,7
26
28,9
1
Grupo de defesa do meio ambiente 1,9
25,1
16,7
Não faz parte, mas gostaria
29,9
74,4
Nunca fez parte e não gostaria
Q61. Vou falar alguns tipos de associações e grupos e gostaria que você me dissesse, para cada um deles seu
interesse e participação:
POLÍTICA E CIDADANIA
Posição sobre temas polêmicos
Estimulada e única – em %
Legalização da pena de morte
Legalização da união entre pessoas do mesmo sexo
13,9
Legalização da maconha
12,3
Diminuição da maioridade penal de 18 para 16 anos
A favor totalmente
35
33
Descriminalização do aborto
Adoção de criança por casais homossexuais
31
30,5
59,6
72
61,1
33,6
Contra totalmente
39,6
A favor em parte
10,1
28,4
22,7
9,3
16,2
10,4
8,6
7,2
19,8 13,2
5,9
18,9
7,9
Contra em parte
Q62. Vou falar de alguns temas e idéias polêmicas defendidas por algumas pessoas, gostaria que você me
dissesse se é a favor ou contra? Totalmente ou em parte?
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepção do grau de importância dos partidos políticos
para o país
Estimulada e única – em %
62,6
29,9
7,5
Muito importante
Mais ou menos importante
Q64. Qual é a importância dos partidos políticos para o país?
Não é importante
POLÍTICA E CIDADANIA
Percepções sobre cidadania
Espontânea e múltipla - em %
Ser cidadão
6,5
Ajudar os outros ao máximo
7,4
Cumprir/exercer direitos e
deveres
Direitos iguais
8,5
5,3
Direitos
16
Igualdade/liberdade
Iqualdade
7,8
3,1
Educação/saúde/trabalho/esporte
6,8
Solidariedade/união
9,1
Respeita
9,1
Participação
Outros
4
16,2
Q65. Quando você ouve falar em cidadania, no que você pensa?
POLÍTICA E CIDADANIA
Novos Direitos que os jovens deveriam ter - síntese
Espontânea e múltipla - em %
Primeiro emprego
9,7
Trabalho
9,9
Áreas de lazer/esporte
5,2
Capacitação/qualificação
profissional/cursos
10,4
Educação de Qualidade
9,9
Trabalho emprego e
renda
8,6
Diminuição da
Maioridade Penal
4
Direito à universidade
Cultura e Arte
Igualdade
Outros
5,5
0,5
7,7
28,5
Q66. Se você pudesse criar novos direitos para os jovens, qual seria?
POLÍ
POLÍTICAS PÚ
PÚBLICAS
POLÍTICAS PÚBLICAS
Avaliação da importância das políticas publicas para jovens
Estimulada e única – em %
1,2
Políticas de acesso e promoção à saúde
Políticas de acesso e geração ao emprego e
renda
Políticas de cultura, esporte e lazer em áreas
públicas
84,7
91,6
12,3
1,9
0,5
7,2 0,7
1,2
81,3
16,7
0,7
0,9
Centros de Juventude com equipamentos
para capacitação, informação e divertimento
Muito importante
Mais ou menos importante
87,2
Não é importante
11,2
0,7
Não sabe
Q68. Vou citar algumas políticas públicas para os jovens e gostaria de saber qual o nível de importância delas:
POLÍTICAS PÚBLICAS
Conhecimento de Projetos para jovem
Estimulada e múltipla - em %
AGENTE JOVEM
ADOLESCENTE CIDADÃO
38,5
61,5
19,4
CREDJOVEM
80,6
35,2
64,8
PROGRAMA PRIMEIRO EMPREGO
78,8
PRÓ-JOVEM
92,2
CURSINHOS PRÉ-VESTIBULAR
PORTAS ABERTAS
21,2
7,8
45,6
54,4
78,1
21,9
SOMAR
62,2
Sim
37,8
Não
Q69. Vou citar alguns projetos e programas sociais destinados à juventude. Gostaria de saber se você já
ouviu falar de algum deles?
POLÍTICAS PÚBLICAS
Se tivesse oportunidade, de quais projetos participaria
Espontânea e múltipla - em %
Credjovem/CredCultura
ONG
4,2
0,1
Primeiro emprego/jovem aprendiz
24,2
SOMAR
21,2
FUNCI/agente jovem cidadão
6
Pró-jovem
PROUNI
23,9
0,9
Cursinho Pré-vestibular
13,6
Credjovem/CredCultura
4,2
Nenhum
4,6
Não lembra
Outros
1,3
0,1
Q70. Se você tivesse oportunidade de participar de alguns desses projetos, quais seriam?
CULTURA E LAZER
CULTURA E LAZER
Atividades realizadas na semana e nos finais de semana
Estimulada - taxas de sim - em %
Tocar instrumentos ou cantar
13,4
Jogar no computador ou usar Internet
Praticar esportes
Ler jornal ou revista
Ler livro (sem ser para escola)
Estudar (fora da escola)
Namorar
Ir ao bar
Assistir televisão
43,8
33
34,8
56
51
48,7
42,9
31
55,5
73
63,7
70,7
67,2
83
Ouvir rádio
Ir ao cinema ou teatro
38,3
42,8
Falar ao telefone
Encontrar amigos(as)
19,3
80,1
82,4
40,3
14,1
41,2
14,5
91,2
De segunda a sexta-feira
89,8
Finais de semana
Q74. Vou citar algumas atividades, gostaria de saber qual você faz e com que freqüência:
CULTURA E LAZER
Freqüência a atividades de lazer, cultura e passeios
Estimulada - em %
20,6
Passear em parques ou praças
Ir a lanchonete ou bar com amigos(as)
28
Festa na casa de amigos(as
15,4
66,9
58,3
Sala de jogos eletrônicos (lan house)
18,8
Passear na praia ou clube
21,6
Shows musicais
23
24,1
Cinema 7,9
Circo 3,6
Trilha ecológica 1,4
Museu de arte 1,6
Biblioteca pública (sem ser da escola) 4,4
35,5
70,8
9,3
Teatro 2,5
11,3 7,5
11,6
34,1
12,2
25,5
64,4
13,8
Ir ao estádio
4,6
55,6
11,6
18,2
49,6
22,4
25,2
61,1
43,9
33
28,6
26,4
De vez em quando
24,8
33,3
23,1
21,5
19
15,8
37,9
14,4
3
50,9
51,4
Viajar nos fins de semana 8,1
Sempre
14,8
16,7
Passeio ao shopping center
12,2
45,7
2,5
7,8 5,9
60,2
14
Dançar em baile/danceteria/festas
10
56,7
Fez uma vez
40,6
14,1
21,1
Nunca fez na vida
Q75. Vou citar algumas atividades e passeios e gostaria que você me dissesse se você faz e qual é a freqüência:
CULTURA E LAZER
Atividades de Cultura e lazer que nunca faz, mas gostaria
de fazer
Estimulada e única - em %
VIAJAR
IR AO CINEMA
58,2
41,8
7,8
92,2
IR AO TEATRO 5,3
94,7
IR A FESTA 7,8
92,2
IR A PRAIA 11,8
IR A DANCETERIA
IR AO SHOPPING
88,2
2,3
97,7
5,8
94,2
IR PASSEAR SEM HORA PARA VOLTAR 16,3
Sim
83,7
Não
Q72. Pensando nas coisas que você nunca faz nas suas horas livres, se você não
tivesse que se preocupar com qualquer impedimento, o que você gostaria de fazer?
CULTURA E LAZER
Atividades de Cultura e lazer que nunca faz, mas gostaria
de fazer e razões para não fazê-las
Estimulado e única - em %
49,8
12,4
13,5
9,1
11,6
3,6
Falta de dinheiro
Falta de emprego
Falta de oportunidade
Falta de interesse
Pais não deixam
Outros
Q73. Qual a razão que lhe impede de fazer o que gostaria?
CULTURA E LAZER
Conhecimento sobre lugares de lazer em Fortaleza
Estimulado e únicaem
% do Mar de Arte e Cultura
Centro
Dragão
Museu do Ceará
21,8
77,4
57,4
31,9
Praia do Futuro
0,8
10,7
0,6
5,7
0,5
6,8
93,7
Beira-Mar
92,8
Parque do Cocó
67,4
Shopping Center
90,5
9,2 0,3
Praia de Iracema
89,9
9,8 0,3
Praça do Ferreira
95,1
Teatro José de Alencar
56,8
Já foi
29
Não foi, mas já ouviu falar
1,8
0,6
4,3
42,2
54,5
Estádio Castelão/Presidente Vargas
Centro Cultural do Banco do Nordeste
30,8
1
1,7
43,8
59,2
11,8
Nunca ouviu falar
Q76. Agora vou citar alguns lugares para lazer aqui em Fortaleza, gostaria de saber seu conhecimento sobre
estes lugares:
CULTURA E LAZER
Gênero ou tipos de música de que mais gosta
Espontânea e única - em %
Sertanejo
2,4
9,8
Rock
3,8
Pagode
8,1
MPB
Axé
0,1
8,8
Pop
Samba
Rap
0,9
2,7
33,8
Forró
5,5
Gospel
7,6
Outros
Funk
Reagge
Eclética
2,2
2,9
11,3
Q71. Qual é o tipo ou gênero de música que você mais gosta?
CULTURA E LAZER
Atividades de lazer que prática
Espontânea e múltipla - em %
Futebol
37,3
Surfe/Bodyboarding 4,2
62,7
95,8
Vôlei
14,9
85,1
Caminhada
15,4
84,6
Basquete 5,5
Musculação
94,5
14,5
85,5
Skate 3,2
Ginástica
Natação
96,8
95,1
4,9
Nenhum
Outros
90,7
9,3
60,3
39,7
7,6
92,4
Sim
Não
Q81. Falando agora de atividades esportivas, gostaria de saber quais das atividades você pratica?
CULTURA E LAZER
Principal fonte de informação
Estimulada e única - em %
61,4
8,8
9,1
13,6
6,1
1,1
Jornal escrito
Telejornal
Jornal falado(rádio)
Internet
Revistas
Outros
Q78. Qual a sua principal fonte de informação?
CULTURA E LAZER
Principal fonte de informação
Estimulada e única - em %
Jornal escrito
Masculino
Telejornal
67,2
63,4
Jornal falado(rádio)
,
53,8
Internet
Revistas
23,8
8,8
7,5
4,7
8,7
1,6
De 15 a 19 anos
10,5
Outros
12,7
4,7
7
9,6
9,6
0
De 20 a 24 anos
4,8
1,7
De 25 a 29 anos
Feminino
68,1
64,5
54,2
,
7,7
16,7
9,9
10,6
8,6
1
De 15 a 19 anos
Q78. Qual a sua principal fonte de informação?
10,7
10
4,8
De 20 a 24 anos
7,1
1,4
11
6,4 6,7
0,7
De 25 a 29 anos
GÊNERO E SEXUALIDADE
GÊNERO E SEXUALIDADE
Como jovem é melhor ser homem ou ser mulher
Espontânea – em %
Masculino
Feminino
7,3
58,5
41,5
92,7
Ser Homem
Ser mulher
Q82. Na sua opinião, o que é melhor como jovem: ser homem ou ser mulher? Por quê?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Freqüência com que costuma fazer tarefas domésticas em casa
Estimulado e única- em %
Varrer e limpar a casa
Cuidar de irmãos e outros
32,6
Fazer comida
33,7
Lavar e passar roupas
31,4
Fazer compras
33,8
Pagar contas
40,7
Sempre
11,9
38
50,1
40,8
26,6
39,3
26,9
31,9
36,7
50,8
40,7
De vez em quando
15,5
18,6
Nunca
Q83. Com que freqüência você costuma fazer as seguintes atividades domésticas na sua casa?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Grau de concordância ou discordância com as seguintes frases
Estimulada e múltipla – em %
2,4
Seria justo que os homens dividissem as tarefas
domésticas com as mulheres
75,3
A política seria melhor se tivesse mais mulheres em postos
de liderança
34,5
Em um casal é importante que o homem tenha mais
experiência sexual do que a mulher
23,5
27,4
20,4
O homem trair a mulher é natural
11,7 10
A mulher trair o homem é natural
8,2 7,7 9,3
Concorda totalmente
Concorda em parte
17,3
30,9
22,6
19,2
Discorda em parte
17,2
34,7
20,5
9,6
3,7
10,7 9,2
42,3
37,8
É principalmente o homem quem deve sustentar a família
Nas decisões importantes é natural que o homem tenha a
última palavra da casa
18,6
31,7
68,6
74,9
Discorda totalmente
Q92. Agora vou ler algumas frases e gostaria que você me dissesse se concorda se discorda de cada uma delas.
Totalmente ou em parte?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Orientação Sexual por sexo
Estimulada e única- em %
86,9
Só como homens
Masculino
Só com mulheres
Com homens e
mulheres
6,8
4,2
Com Ninguém
2,1
87,5
Feminino
2,9
Q84. Você costuma ter relações afetivas (ficar):
5,1
4,5
GÊNERO E SEXUALIDADE
Hábito de levar namorado para dormir em casa e consentimento
dos pais
Estimulada e única – em %
51,7
Masculino
Levou, mas com o consentimento dos pais
Levou, sem o consentimento dos pais
Nunca levou
29,9
18,5
Feminino
69,1
23,3
7,6
Q85. Você já levou o namorado(a) para dormir com você na sua casa? Com ou sem permissão dos seus pais?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Vínculo com ultimo parceiro(a) sexual
Estimulada e única – em %
25,1
74,9
Estável
Eventual
Q87. Como você considera o relacionamento com a pessoa que você teve a sua última relação sexual?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Vínculo com ultimo parceiro(a) sexual
Estimulada e única – em %
Masculino
70,9
65,8
53,3
46,7
34,2
Estável
29,1
Eventual
Feminino
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
89,4
87
82,8
De 25 a 29 anos
17,2
De 15 a 19 anos
13
De 20 a 24 anos
10,6
De 25 a 29 anos
Q87. Como você considera o relacionamento com a pessoa que você teve a sua última relação sexual?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Vínculo com o último parceiro sexual
Espontânea e única – em %
37,7
31,5
28,9
0,6
0,2
1
0,2
Namorado(a)
Marido/esposa
Amigo(a)/Conhecido(a)
Desconhecido(a)
Não respondeu
Amante
Outros
Q88. Qual o vínculo que você tem ou tinha com essa pessoa, quer dizer, o que ela é sua?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Uso da camisinha
Masculino
Estimulada e única – em %
76,5
69,3
62,6
0,9
60,6
38,6
36,5
29,9
22,5
1
0,8
De 15 a 19 anos
Sim
Não
Não lembra
De 20 a 24 anos
0,9
De 25 a 29 anos
Feminino
66,1
50,4
54,5
49,1
43,9
33,9
0,4
0
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
Q90. Você usou camisinha na última vez que teve relação sexual ?
1,6
De 25 a 29 anos
GÊNERO E SEXUALIDADE
Razões do uso e do não uso da camisinha na última relação sexual
Espontânea e única em %
21,3
Não usou
23,5
7,9
Usou
17,9
29,4
Fidelidade
1,5
Usa outros métodos
Não gosta
39
37,3
Não precisa
Outros motivos
22,2
Prevenção de doenças
Evitar a gravidez
Outros gerais sem o uso da camisinha
Não lembra/não sabe se usou/não respondeu
Q91. Por qual motivo você usou/não usou camisinha?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Percepção da homossexualidade por idade e sexo
Estimulada e única - em %
Masculino
47,2
43,2
42,1
É natural
26,3
27,3
Fator genético
20,8
8,7
Desvio de personalidade
13
17,6
17,4
12,6
9,4
4,7
3,4
De 15 a 19 anos
É uma doença
6,5
Outros
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
59,5
59,4
Feminino
52,7
19,2
8,2 19,2
8,5
4,7
De 15 a 19 anos
8,6
7,2
De 20 a 24 anos
Q94. Como você encara a homossexualidade:
12
18
13,1
5,5
4,2
De 25 a 29 anos
GÊNERO E SEXUALIDADE
Opinião sobre o aborto
Estimulada e única- em %
Sou a favor, a mulher tem o direito de decidir sobre o seu corpo
Masculino
Sou a favor, em caso de violência sexual ou doença
43,5
39,2
44,9
35,9
43,3
39,4
Sou contra o aborto em qualquer situação
Não tenho uma opinião formada sobre o assunto
12,6
10,5
8,7
Feminino
9,5
4,7
7,8
52,7
51,5
46,5
De 15 a 19
anos
De 20 a 24
anos
De 25 a 29
anos
41,2
34,1
8,9
8,5
7,9
4,4
33,6
5,5
5,3
De 15 a 19 anos De 20 a 24 anos De 25 a 29 anos
Q95. Sobre o aborto, qual sua posição?
GÊNERO E SEXUALIDADE
Opinião sobre a cura da AIDS
Estimulada e única- em %
9,8
78
1,2
11
Não é curável, mas com tratamento dá para controlar suas conseqüências e viver mais
Continua sendo fatal, não é curável nem dá para adiar a morte
É curável, mas só se a pessoa que pegar o vírus começar logo o tratamento
É uma doença curável, qualquer pessoa que tiver o vírus e tomar remédio fica boa
Q96. Pelo que você sabe ou já ouviu falar, a AIDS atualmente:
DROGAS LÍ
LÍCITAS
E ILÍ
ILÍCITAS
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Percepção sobre as drogas
Espontânea e múltipla – em %
37,9
18,8
15,8
8,1
4,1
Substância proibida
Dependência, doença, vício
Refúgio, ilusão
Vandalismo
Outros
Q97. O que é droga para você?
4,3
3
4,4
3,6
Coisa ruim, desnutrição, morte
Perigoso, prejudicial
Curtição
É uma droga
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Percepção sobre as drogas
Estimulada e única – em %
34,6
Substância proibida
Masculino
Coisa ruim, desnutrição, morte
Dependência, doença, vício
Perigoso, prejudicial
17,7
17,2
Refúgio, ilusão
Curtição
9,9
4,1
4,8
Vandalismo
3,4
4,6
"É uma droga"
3,7
Outros
Feminino
19,8
14,5
6,5
4,1
Q97. O que é droga para você?
4
3,9
2,6
4,1
3,5
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Hábito de fumo de tabaco por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Masculino
83,5
71,1
,
80,9
14,5
4,6
67,1
26,8
22,3
10,8
6,1
6,6
5,7
De 15 a 19 anos De 20 a 24 anos De 25 a 29 anos
Sim
Não
De vez em quando
Feminino
89,8
87,9
81,4
,
13,7
7,6
2,5
4,8
9,6
2,5
De 15 a 19 anos De 20 a 24 anos De 25 a 29 anos
Q99. Você fuma cigarro comum?
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Idade como que começou a fumar tabaco
Espontânea e única – em %
28,7
21,6
18,6
25
6,1
Até 13 anos
De 14 a 15 anos
De 18 a 20 anos
De 21 a 25 anos
Q100. Que idade você tinha quando começou a fumar?
De 16 a 17 anos
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Idade com que começou a fumar tabaco por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
36
32
28,4
24
22,2
28
27,2
16
,
24
20
14,8
8
12
7,4
0
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
Feminino
43,8
31,3
18,2
29,8
21,1 26,3
21,9
21,1
24,2
Até 13 anos
De 14 a 15 anos
,
12,1
3,1
12,1
De 20 a 24 anos
Q100. Que idade você tinha quando começou a fumar?
De 16 a 17 anos
De 18 a 20 anos
1,8
0
De 15 a 19 anos
33,3
De 25 a 29 anos
De 21 a 25 anos
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Média de cigarros que fuma por dia
Espontânea e única – em %
3,7
24,9
45,1
26,3
Até 5 por dia
De 6 a 10 por dia
De 11 a 20 por dia
mais de 20 por dia
Q101. Em média quantos cigarros você fuma por dia?
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Média de cigarros que fuma por dia por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
46,3
36,8
34,3
30,9
29,3
22
31,4 30
26,5
2,4
De 15 a 19 anos
,
5,9
De 20 a 24 anos
4,3
Até 5 por dia
De 25 a 29 anos
Feminino
58,1
De 6 a 10 por dia
55,6
De 11 a 20 por dia
54,5
mais de 20 por dia
25,9
19,4 19,4
18,2 24,2
16,7
3,2
De 15 a 19 anos
,
1,9
De 20 a 24 anos
Q101. Em média quantos cigarros você fuma por dia?
3
De 25 a 29 anos
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Hábito de tomar bebida alcoólica por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
66,4
66,2
55,3
49,4
50,6
44,7
33,6
33,8
,
De 15 a 19 anos
Sim
Não
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
Feminino
65,8
59,4
50,5
49,5
40,6
34,2
,
De 15 a 19 anos
Q102. E bebida alcoólica você costuma beber? Qual?
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Freqüência que usa bebida alcoólica por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
70,3
53,6
51,7
43,4
39,9
25,4
30,4
,
6,6
4,3
4,8
65,8
3,8
De 15 a 19 anos
Feminino
Diariamente
De 20 a 24 anos
75,5
De 25 a 29 anos
78
73,6
Freqüentemente
Raramente
25
20,9
3,6
De 15 a 19 anos
Q103. Você consome bebida alcoólica?
,
1,4
De 20 a 24 anos
21,2
0,8
De 25 a 29 anos
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Idade que começou a tomar bebida alcoólica
Espontânea e única – em %
17,5
35,6
12,5
17,4
17,1
Até 13 anos
De 14 a 15 anos
De 18 a 20 anos
De 21 a 25 anos
De 16 a 17 anos
Q104. Que idade você tinha quando começou a tomar bebida alcoólica?
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Idade que começou a tomar bebida alcoólica por idade e sexo
Espontânea e única – em %
Masculino
40,4
32
,
25 19,7
21,2
17,4 16,7
De 15 a 19 anos
19,4 11,4
18,9
18,3
16,2
De 20 a 24 anos
14
16,2
13,2
De 25 a 29 anos
66,7
Feminino
De 14 a 15 anos
,
42,6
17,9 26,4
19,8 18,9
Até 13 anos
De 16 a 17 anos
De 18 a 20 anos
17
15,6
7,8
17 17
14,4
7,2
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
7,2
4,5
De 25 a 29 anos
Q104. Que idade você tinha quando começou a tomar bebida alcoólica?
De 21 a 25 anos
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Contato com a maconha
Estimulada e múltipla – em %
É usuário
2,9
Já experimentou
Já segurou na mão
Já ofereceram
15,8
23,9
47
Já viu alguém
fumando
74,8
Conhece alguém
que usa
78,3
Q105. Sobre a maconha, você:
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Idade com que experimentou maconha pela primeira vez por
idade e sexo
Estimulada e múltipla – em %
Masculino
Menores de 10 anos
De 11 a 13 anos
32,5 32,5
29 30,4
29,6
14 anos
27,8
De 15 a 16 anos
,
17,5
17,5
16,7 9,3
11,6
0
De 15 a 19 anos
De 17 a 18 anos
17,4
0
19 ou mais
13
10,1
Feminino
3,7
1,4
De 20 a 24 anos
50
De 25 a 29 anos
37,5
36,4
,
27,8
22,7
18,2
22,7
22,2
22,2
16,7
12,5
11,1
0 0
0
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
Q106. Caso já tenha experimentado, quantos anos você tinha quando experimentou maconha pela primeira vez?
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Contato com o Crack
Estimulada e múltipla – em %
É usuário
Já experimentou
1,1
5,2
Já segurou na mão
Já ofereceram
Já viu alguém
fumando
Conhece alguém
que usa
Q108. Em relação ao crack, você:
9,7
18,9
35,7
50,7
DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS
Contato com a cocaína
Estimulada e múltipla – em %
É usuário
0,5
Já experimentou
Já segurou na mão
Já ofereceram
Já viu alguém
cheirando
Conhece alguém
que usa
Q111. Sobre a cocaína, você:
6,8
11
20,3
35,6
44,5
VIOLÊNCIA E
SEGURANÇ
SEGURANÇA PÚ
PÚBLICA
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Perda de pessoas próximas, em morte violenta
Estimulada e única – em %
42,4
57,6
Já perdeu
Nunca perdeu
Q113. Você já perdeu algum parente ou amigo de forma violenta ou trágica?
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Perda de pessoas próximas, em morte violenta
Estimulada e única – em %
Masculino
67,3
61,2
56,7
43,3
Já perdeu
38,8
,
Nunca perdeu
32,7
Feminino
55
54,8
53,3
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
45
46,7
45,2
,
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
Q113. Você já perdeu algum parente ou amigo de forma violenta ou trágica?
De 25 a 29 anos
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Vínculo com as pessoas próximas que morreram de forma
violenta, por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Amigo (a)
42,9
6,1
Irmão (a)
20,3
Primo (a)
19,5
Tio (a)
Pai/mãe
3,2
Avô/Avó
2,7
Marido/ex-marido/namorado/ex-namorado
Outros
Q114. O que essa pessoa era sua?
0,9
4,4
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Causa Mortis das pessoas próximas que morreram
de forma violenta
Estimulada e única – em %
4,3
59,3
36,3
Morreu assassinado
Q115. Qual foi a causa da morte?
Acidente de trânsito
Suicídio
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Conhece quem já sofreu violência sexual?
Estimulada e única – em %
sim
34
não
Q116. Você conhece alguém que já sofreu algum tipo de violência sexual?
66
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Conhece quem já sofreu violência sexual? Por idade e sexo
Estimulada e única – em %
Masculino
74,3
68,5
33,8
31,5
25,7
66,2
,
Feminino
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
De 25 a 29 anos
62,8
62,5
61,4
Sim
Não
37,5
38,6
37,2
,
De 15 a 19 anos
De 20 a 24 anos
Q116. Você conhece alguém que já sofreu algum tipo de violência sexual?
De 25 a 29 anos
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Número de vezes em que foi assaltado
Espontânea e única – em %
24,2
58,7
8,7
0,9
3,6
1,8
2,1
Uma vez
Duas vezes
Três vezes
Quatro vezes
Cinco vezes
De 6 a 10 vezes
Acima de 10 vezes
Q118. Alguma vez você foi assaltado(a) na rua ou em casa? Ao todo quantas vezes?
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Número de vezes em que foi assaltado por idade e sexo
Espontânea e única – em %
60,3
Masculino
54,9
51,8
,
33,3
27
19,9
10,3
4,8
7,7
1,4 3,4 0
De 15 a 19 anos
4,2 2,4
6,6
0,6 0
De 20 a 24 anos
66
Feminino
2,5 3,3 3,3 2,5
Uma vez
Duas vezes
Três vezes
De 25 a 29 anos
Quatro vezes
Cinco vezes
64
De 6 a 10 vezes
Acima de 10 vezes
58,9
,
23,4
20,4
18,6
14
7,8
2,9 1 1,9
0
De 15 a 19 anos
5,4
3,9
2,7 3,6 0,9
0
De 20 a 24 anos
0,8 0,8 3,1
De 25 a 29 anos
Q118. Alguma vez você foi assaltado(a) na rua ou em casa? Ao todo quantas vezes?
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Sofreu violência por policiais
Estimulada e única - em %
26,7
73,3
sim
não
Q117. Você já foi abordado de forma violenta(moral ou física) por policiais?
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Sofreu violência por policiais por idade e sexo
Estimulada e única - em %
Masculino
62,8
49,5 50,5
51,5
48,5
37,2
,
Sim
Feminino
Não
92,4
De 15 a 19
anos
De 20 a 24
anos
91,8
87,6
De 25 a 29
anos
,
7,6
De 15 a 19
anos
12,4
De 20 a 24
anos
8,2
De 25 a 29
anos
Q117. Você já foi abordado de forma violenta(moral ou física) por policiais?
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Contato com uma arma de fogo?
Estimulada e única - em %
48,3
51,7
Sim
Q120. Você já segurou uma arma de fogo?
Não
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Contato com uma arma de fogo por idade e sexo
Estimulada e única - em %
Masculino
74
69,1
52,2
47,8
,
30,9
26
Feminino
68,1
De 15 a 19
anos
De 20 a 24
anos
65,5
65,3
De 25 a 29
anos
31,9
De 15 a 19
anos
Q120. Você já segurou uma arma de fogo?
34,5
34,7
,
Sim
Não
De 20 a 24
anos
De 25 a 29
anos
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Como combater a violência por escolaridade
Espontânea e única - em %
42,3
11
14,1
,
7,1
1
4,3
7,4
7
2,8
1,8
1,8
Conscientização/desarmamento
Investimento em segurança pública e no policiamento
Diminuição da maioridade penal
Mais rigor na aplicação das leis
Investir em educação
Oportunidade de emprego
Pena de morte/matar bandido
Acabar com o tráfico de drogas
Investir em projetos sociais para a juventude
Acabar com a desigualdade social
Outros
Q122. Na sua opinião, o que deveria ser feito para combater a violência?
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA
Como combater a violência por escolaridade
Espontânea e única - em %
Conscientização/desarmamento
Investimento em segurança pública e no
policiamento
Diminuição da maioridade penal
50,1
45
Mais rigor na aplicação das leis
Investir em educação
,
Oportunidade de emprego
Pena de morte/matar bandido
13,3
0
13,3
101,7
5 6,7 5
0
Acabar com o tráfico de drogas
11
0,2 6,8 6,8 6,8
0
Fundamental I
3 1,9
10,3
3,3
Investir em projetos sociais para a juventude
Acabar com a desigualdade social
0
Outros
Fundamental II
41,1
32,2
28,2
,
15,2
10,6
8
1,4
6,4
7,2 3,1
4,1 1,5
1,4
Ensino Médio
9,4
5,4
8,9
2,5 0,5
1
Ensino Superior
Q122. Na sua opinião, o que deveria ser feito para combater a violência?
6,4 3,5
2
Download

Feminino - Prefeitura Municipal de Fortaleza