Universidade Federal da Bahia Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável –ICADS Campus Prof. Edgard Santos PROJETO PEDAGÓGICO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM QUÍMICA REFORMULAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA Maio de 2007 Esta reformulação do Projeto Pedagógico do curso de Química da Universidade Federal da Bahia, Campus Prof. Edgard Santos, foi elaborada contemplando a Resolução 05/2003 da Câmara de Ensino e Graduação, que dispõe sobre o ordenamento administrativo dos processos acadêmicos de criação, reestruturação e alteração dos cursos de graduação da UFBA. 2 Universidade Federal da Bahia Colegiado de Química PROJETO PEDAGÓGICO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM QUÍMICA: REFORMULAÇÃO CURRICULAR Comissão de Reforma Curricular: Prof. Oldair Donizeti Leite (Coordenador) Prof. Valdeilson Souza Braga (Membro QI) Prof. Poty Rodrigues de Lucena (Membro QI) Prof. Ricardo Lima Guimarães (Membro QO) Prof. Fábio Alan Carqueija Amorim (Membro QA) Prof. Danilo Rodrigues de Souza (Membro FQ) 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CAMPUS PROF. EDGAR SANTOS – BARREIRAS – BAHIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – ICADS CURSO DE QUÍMICA Prof. Naomar Monteiro de Almeida Filho Reitor Francisco José Gomes Mesquita Vice-Reitor Maerbal Bittencourt Marinho Pró-Reitor de Graduação Profa. Joana Angélica Guimarães da Luz Diretora do ICADS Prof. Lafayette Luz Coordenador Acadêmico do ICADS Prof. Oldair Donizeti Leite Coordenador do Colegiado de Química Prof. Poty Rodrigues de Lucena Vice - Coordenador do Colegiado de Química Barreiras – Bahia, Maio, 2008 4 Colegiado do Curso de Bacharelado e Licenciatura em Química Representação Docente: Prof. Oldair Donizeti Leite Prof. Poty Rodrigues de Lucena Prof. Valdeilson Souza Braga Prof. Ricardo Lima Guimarães Prof. Fábio Alan Carqueija Amorim Prof. Danilo Rodrigues de Souza Prof. Hernan Roberto Montufar Lopez Representação Discente: Raquel Cardoso Machado 5 SUMÁRIO CONTEXTO REGIONAL ........................................................................................................ 7 Oeste baiano .................................................................................................................. 7 Barreiras ......................................................................................................................... 8 I. FUNDAMENTAÇÃO ........................................................................................................... 11 I.1 Histórico do curso e Justificativa .......................................................................... 11 II. FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS ................................................................................... 12 III. Avaliação Curricular ......................................................................................................... 14 IV – REFORMA DO CURSO DE QUÍMICA ....................................................................... 15 IV.1. Princípios norteadores da nova proposta curricular ...................................... 15 V. BASE LEGAL ...................................................................................................................... 16 VI. PROJETO PEDAGÓGICO .............................................................................................. 17 VI.1. Objetivos do curso ............................................................................................. 17 VI.1.1. Bacharelado em química ............................................................................... 17 VI.1.2. Licenciatura em química ............................................................................... 17 VI. 2. Exercício Profissional ....................................................................................... 17 VI.3. Competências e habilidades a serem desenvolvidas ....................................... 17 VI.3.1. Bacharel em Química ..................................................................................... 18 VI.3.1.1 Perfil do Egresso ........................................................................................... 18 VI.3.1.2. Competências e Habilidades ....................................................................... 18 VI.3.2. Licenciado em Química .................................................................................. 22 VI.3.2.1. Perfil do Egresso .......................................................................................... 22 VI.3.2.2. Competências e Habilidades ....................................................................... 22 VI.4 TITULAÇÃO E MODALIDADES .................................................................. 25 VI.5. NÚMERO DE VAGAS E INGRESSO ............................................................ 26 VI.5.1. Opção pela modalidade .................................................................................. 26 VI.6. Estrutura do Curso ............................................................................................ 26 VI.7. Elenco de Componentes Curriculares .............................................................. 31 VI.8. Quadros Comparativos ...................................................................................... 34 VI.9. Atividades complementares ............................................................................... 38 VI.10. Trabalho de Conclusão do Curso ................................................................... 39 VI.11. Estágios Supervisionados ................................................................................ 39 VI.12 Normas de adaptação Curricular para os alunos antigos ............................ 39 VI.13 – Elenco dos Componentes Curriculares – Ementas ..................................... 41 NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO ................................................................ 57 I. O CURSO DE QUÍMICA E SUAS MODALIDADES ......................................... 57 II. SEGUNDA MODALIDADE ................................................................................. 59 III. INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR .............................................................. 59 IV. PRÉ-REQUISITOS, E REQUISITOS SUGERIDOS ....................................... 60 V. ESTÁGIOS ............................................................................................................. 60 VI. ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................................................. 67 VII. PROJETOS EM QUÍM. E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .. 72 VIII. TURNO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO ............................................. 75 IX. ORIENTAÇÃO ACADÊMICA ........................................................................... 75 X. AVALIAÇÃO INTERNA ...................................................................................... 76 XI. PRAZOS ................................................................................................................ 76 ANEXO ..................................................................................................................................... 77 6 CONTEXTO REGIONAL Oeste baiano A região do extremo oeste da Bahia pertencia, até meados da década 197079, ao conjunto dos mais isolados sertões nordestinos. Efeitos da quebra ainda recente desse já secular isolamento (abertura das BRs 242, 020 e 135), acentuados pelas influências da globalização, sobremaneira desde a década de 90, resultam em um caso tão peculiar de precipitada exposição às mudanças, a ponto de ali estar sendo registrada uma flagrante violência cultural. Trata-se de violência já prenunciada por acontecimentos politicamente conduzidos no passado e de que foram vítimas as cidades mais representativas da cultura regional – Barra, Angical, Bom Jesus da Lapa e a própria Barreiras, conquanto, o processo de crescimento, traga em seu bojo a modernização e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, via de regra, usurpa as sociedades no que se refere aos aspectos culturais. A ocupação do território onde hoje se situa Barreiras teve início no período colonial, quando a região fazia parte da Capitania de Pernambuco. Foi realizada à base da pecuária extensiva, apoiada por regime drasticamente concentrador da terra. Associada a esse regime de propriedade, uma sobrevivência ali peculiarmente garantida favoreceu o enraizamento da relação entre “senhor” (proprietário) e “protegidos” (despossuídos), em cuja origem, os últimos (especialmente, vaqueiros e barqueiros) participavam inclusive do risco de empresa nos amplos espaços naturais dos sertões, conforme observado por um autor originário da região. Há também traços culturais herdados que precisam ser considerados. A religiosidade mais originária tem sido temente a certo “senhorio divino” (sócio-ambientalmente interpretado até mesmo à luz de atitudes de despossuídos para com o senhor da terra). A mestiçagem com etnias indígenas e africanas, ambas culturalmente ainda alheias à propriedade, também contribuiu para estruturar a despossessão dos “protegidos”. A presença mais recente e sempre mais acentuada de migrantes “sulistas” (obcecados em expandir e diversificar suas propriedades, assim como em aparentar que assumem excludentemente o risco de empresa no âmbito de seus sempre insuficientes domínios) potencializa conflitos de caráter até então inusitado. A poucos estudiosos é dado saber que implicações peculiarmente conflitivas do seguimento do modelo de desenvolvimento nacional, deflagrado no período 1956-60 e fundamentado em poupança externa e perspectivas de avanço sobre a Amazônia, 7 contavam com uma proposta alternativa e cuja sustentação o Oeste baiano apresentava e ainda apresenta um papel decisivo, além de coerente com a realidade sócio-ambiental contemporânea e com a (já então prevista) globalização. Nessa herança histórica, o acumulamento potencializa uma sócio-ambiência peculiarmente exposta à mudança, na qual, a prevenção do conflito merece atenção especial. Ademais e no contexto de acumulamento vigente, é lícito esperar que o saber universitário atinja mais rapidamente uma inusitada influência sócio-ambiental. O Oeste Baiano acabou delimitado por entre a divisa da Bahia com o Piauí (ao Norte), com Minas Gerais (ao Sul) e com Goiás e Tocantins (a Oeste), bem como com o Rio São Francisco (ao Leste). É a maior extensão geo-política e sócio-econômica da Bahia. Tem superfície de 152.042 Km2 (cerca de 27% do território baiano). Hoje, compreende 25 núcleos urbanos. Segundo o censo de 1991, a população total era de 568.845 habitantes. Na atualidade sócio-econômica da Bahia, o Oeste baiano compreende um surto de progresso só inferior ao pólo de Camaçari. Esse surto se deve à expansão das atividades agropecuárias, notadamente à produção de grãos (soja e milho) e mais recentemente de café e de fibras (algodão). Devido a seus notórios recursos naturais, a região também se apresenta com um relevante potencial ecoturístico, graças à perenidade de seus rios de águas cristalinas, numerosas corredeiras e cachoeiras, grutas, trilhas e serras. No entanto, benefícios desse processo tendem a ser apropriados fora, pois há uma grande escassez de recursos humanos capacitados para participar das oportunidades em expansão. Barreiras A ocupação se deu início do século XX, em local muito próximo do último porto navegável do Rio Grande, o maior afluente do Rio São Francisco, sob o domínio da então província da Bahia. A emancipação da cidade veio como conseqüência da imigração que impulsionou o crescente desenvolvimento da região, sobretudo durante o Ciclo da Borracha de Mangabeira, espécie nativa da flora regional. Em 26 de maio de 1891, por ordem do então Governador baiano José Gonçalves da Silva, foi instalado o município de Barreiras, até então comarca do município de Angical. Contudo, o apogeu econômico e cultural só viria em 1928, com a inauguração da Hidrelétrica São Francisco, segunda mais antiga na Bahia, pelo Eng. 8 Geraldo Rocha, seu idealizador e também fundador da Cia. Sertaneja, o mais representativo dos empreendimentos econômicos da história local. Com a chegada da energia elétrica, consolidaram-se algumas empresas, especialmente beneficiadoras de arroz e algodão, frigorífico, curtumes, fábricas de fios e o aeroporto. Por este último, exportavam-se especialmente farinha de ossos e carne, durante a 2ª Grande Guerra. Na década de 60, Barreiras viveu um frustrante declínio com a desativação da hidrelétrica, aeroporto e navegação fluvial, ficando, dessa forma, peculiarmente (re) isolada do restante do país. Na década de 70 sofreu o seu primeiro grande fluxo migratório, composto de nortistas, em sua maioria cearenses, vindos com o 4º Batalhão de Engenharia e Construção, responsável pela execução do eixo rodoviário que passou a ligar o norte ao centro-sul do país, pela abertura e posterior asfaltamento das BRs 242 e 020. Com a chegada da CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco) para implementação de um projeto local de irrigação, assim como de um segundo ciclo migratório, agora de sulistas atraídos pelos baixos preços das terras no cerrado, relevo e clima com favoráveis perspectivas para a produção de grãos, deu-se um novo período de desenvolvimento para a região e especialmente para Barreiras. O Município de Barreiras está localizado no extremo oeste da Bahia, a 853 Km de Salvador e a 622 Km de Brasília. Auto-intitulou-se “Capital da Soja” e é a principal cidade do Oeste baiano, ponto de convergência para as demais cidades da região. Sua população era, em 2000, cerca de 130 mil habitantes, reduzidos para cerca de 111 mil habitantes, devido à emancipação de Luís Eduardo Magalhães (exDistrito de Mimoso do Oeste). A partir dos anos oitenta, acabou descoberta como único centro regional de prestação de serviços que são minimamente esperados de um meio urbano. Conta com uma população originária que tem sido peculiarmente receptiva e aberta, bem ainda com migrantes procedências, fatos que fazem de Barreiras um atrativo pólo econômico e cultural. São especialmente merecedores de destaque as festas populares, como o Carnaval, que hoje é considerado o melhor do interior da Bahia, e como a Feira Agropecuária, que atrai pecuaristas, produtores de insumos, comerciantes de todo o país para exposição de seus produtos. Distinguem-se na região Oeste do Estado da Bahia outros municípios relativamente próximos à Barreiras, sendo eles: Santa Maria da Vitória, Correntina, 9 Riachão das Neves e São Desidério, todos diretamente beneficiados com o asfaltamento das BRs 020, 242, 349 e 135. Uma vez percebida a importância da cidade pelos vários aspectos já citados anteriormente, fazia-se necessária a criação de uma Instituição de Ensino Superior (IES) no Oeste do Estado, pólo de convergência de migrantes de várias regiões do país e do próprio Estado da Bahia. Assim, sob a chancela de uma das mais respeitadas Instituições de Ensino Superior, foi criada em Barreiras a Universidade Federal da Bahia, Campus Reitor Edgard Santos, Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (ICADS). 10 I. FUNDAMENTAÇÃO I.1 Histórico do curso e Justificativa A criação do Curso de Química no Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável – ICADS da Universidade Federal da Bahia, Campus Prof. Edgard Santos em Barreiras-Ba, foi aprovada em Reunião do Conselho Universitário de 16/12/05. Os trabalhos para a estruturação do curso foram inicialmente conduzidos por uma Comissão formada em Salvador, o que foi considerado de relevante importância para a criação deste curso. O projeto inicial se baseou na estrutura do curso de Química oferecido na Universidade Federal da Bahia, Campus de Ondina-Salvador. Entretanto, em atendimento a Lei 9394/96 de Diretrizes e Bases uma mudança significativa no Currículo do Curso de Química de Salvador, (Reestruturação curricular encaminhada à CEG/UFBA, processo no 037126/05-31), esta em decurso, previsto para implantação no ano de 2007. Assim, em fevereiro de 2007 foi criada uma Comissão no Colegiado do Curso de Química para rever e propor novos currículos, onde os ajustes na grade curricular levassem em consideração as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais. Nesse sentido, foi proposta uma revisão dos currículos dos Cursos de Química de Salvador. As reformulações curriculares propostas foram frutos de debates no recém implantado colegiado de Química em Barreiras e contemplaram na sua orientação básica a formação de profissionais articulados com os problemas atuais da sociedade e aptos a responder aos seus anseios com a garantia de um elevado padrão de qualidade. A partir da Resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE)/Câmara de Educação Superior (CES) Nº. 08, de 11 de março de 2002 (Anexo 1) e da Resolução CNE/CP Nº. 02, de 19 de fevereiro de 2002 (Anexo 2), que estabelecem as Diretrizes Curriculares para os Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Química e institui a carga horária e duração dos cursos de licenciatura plena, foi constituída pelo Colegiado de Graduação uma Comissão para elaborar a proposta de implantação da Reforma Curricular dos Cursos de Graduação do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Federal da Bahia Campus Edgard Santos, constituída por membros das quatros áreas (Química Analítica, Química Orgânica, Físico Química e Química Inorgânica) que compõem o colegiado. 11 A comissão tomou como referencial para a elaboração da presente proposta de reforma curricular as novas exigências legais para os cursos de graduação. II. FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS O fundamento filosófico da presente reforma curricular tem como pano de fundo o novo contexto social, expresso no Documento do Conselho Nacional de Educação, cujo relatório é reproduzido a seguir (Brasil, 2001b). No limiar deste novo século – e novo milênio – emerge uma nova subjetividade, um sentimento coletivo, generalizado, mundializado, traços de uma nova cultura em formação, de um novo momento histórico – a que muitos denominam pósmodernidade – caracterizado pela economia pós-industrial, pela compreensão do homem como um ser pluridimensional, pelo estabelecimento de novas concepções de limites, distâncias e tempo, pelo sentimento de responsabilidade em relação aos recursos naturais, pela busca de qualidade de vida. E repetindo, em outra dimensão, os movimentos de vanguarda do início do século XX, também agora, na base desta nova realidade, está a velocidade (não mais a mecânica, mas a eletrônica) com que têm sido gerados novos conhecimentos científicos e tecnológicos, rapidamente difundidos e absorvidos pelo setor produtivo e pela sociedade em geral. Como produtora de saber e formadora de intelectuais, docentes, técnicos e tecnólogos, a universidade contribui para a construção contínua do mundo e sua configuração presente. Por outro lado, sua amplitude e abrangência organizacional e possibilidade de ação resultam do modelo de país no qual se insere e das respectivas políticas educacionais. Assim, verificando este novo momento histórico, esta nova complexidade vivencial, veloz e mutante, a universidade brasileira precisa repensarse, redefinir-se, instrumentalizar-se para lidar com um novo homem de um novo mundo, com múltiplas oportunidades e riscos ainda maiores. Precisa, também, ser instrumento de ação e construção desse novo modelo de país. A percepção desta nova realidade – hoje freqüentemente retratada pela mídia – evidencia-se pelas questões e discussões em curso no seio das próprias universidades, nas entidades ligadas à educação e nos setores de absorção do conhecimento e dos profissionais gerados pela universidade. É consenso entre professores, associações científicas e classistas, dirigentes de políticas educacionais e mesmo no geral da população instruída que, diante da velocidade com que as inovações científicas e tecnológicas vêm sendo produzidas e necessariamente absorvidas, o atual paradigma de ensino – em todos os níveis, mas, sobretudo no ensino superior – é inviável e ineficaz. Os currículos vigentes estão transbordando de conteúdos informativos em flagrante prejuízo dos formativos, fazendo com que o estudante saia dos cursos de graduação com "conhecimentos" já descontextualizados e não suficientes para uma ação interativa e responsável na sociedade, seja como profissional, seja como cidadão. Diante dessa constatação, advoga-se a necessidade de criar um novo modelo de curso superior, que privilegie o papel e a importância do estudante no processo da aprendizagem, em que o papel do professor, de "ensinar coisas e soluções", passe a ser "ensinar o estudante a aprender coisas e soluções". Mas como materializar este "ensinar a aprender"? Nas discussões de diretrizes curriculares, em decorrência das mudanças encetadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96), observam-se tendências que demonstram preocupação com uma formação mais geral do estudante, com a inclusão, nos currículos institucionais, de temas que propiciem a reflexão sobre caráter, ética, solidariedade, responsabilidade e cidadania. Prega-se, igualmente, a abertura e flexibilização das atuais grades curriculares, com alteração no sistema de pré-requisitos e redução do número de componentes curriculares obrigatórias e ampliação do leque de possibilidades a partir do projeto pedagógico da instituição que deverá, necessariamente, assentar-se sobre conceitos de “matéria” e “interdisciplinaridade”. Pensa-se, igualmente, em fazer uso responsável da autonomia acadêmica, flexibilizando os currículos e as especificidades institucionais e regionais e permitindo que cada estudante possa fazer escolhas para melhor aproveitar suas 12 habilidades, sanar deficiências e realizar desejos pessoais. Além disso, já não se pensa em integralização curricular apenas como resultado de aprovação em componentes curriculares que preencham as fases ou horas-aulas destinadas ao curso. O estudante deve ter tempo e ser estimulado a buscar o conhecimento por si só, deve participar de projetos de pesquisa e grupos transdisciplinares de trabalhos, de discussões acadêmicas, de seminários, congressos e similares; deve realizar estágios, desenvolver práticas extensionistas, escrever, apresentar e defender seus achados. E mais: aprender a "ler" o mundo, aprender a questionar as situações, sistematizar problemas e buscar criativamente soluções. Mais do que armazenar informações, este novo profissional precisa saber onde e como rapidamente buscá-las, deve saber como "construir" o conhecimento necessário a cada situação. Assim, as diretrizes curriculares devem propiciar às instituições a elaboração de currículos próprios adequados à formação de cidadãos e profissionais capazes de transformar a aprendizagem em processo contínuo, de maneira a incorporar, reestruturar e criar novos conhecimentos; é preciso que tais profissionais saibam romper continuamente os limites do "já-dito", do "jáconhecido", respondendo com criatividade e eficácia aos desafios que o mundo lhes coloca. Mas para que esses novos currículos, montados sobre este novo paradigma educacional, sejam eficazes, há que haver, igualmente, uma mudança de postura institucional e um novo envolvimento do corpo docente e dos estudantes. Já não se pode aceitar o ensino seccionado, departamentalizado, no qual componentes curriculares e professores se desconhecem entre si. As atividades curriculares dependerão da ação participativa, consciente e em constante avaliação de todo o corpo docente. A qualificação científica tornar-se-á inoperante se não for acompanhada da atualização didático-pedagógica, sobretudo no que se refere ao melhor aproveitamento do rico instrumental que a informática e a tecnologia renovam incessantemente. As instituições precisam compreender e avaliar seu papel social; precisam redefinir e divulgar seu projeto pedagógico. Aos estudantes caberá buscar um curso que lhes propicie, com qualidade, a formação desejada. (Brasil, 2001b, p. 12). Na formulação da reforma, a comissão esteve atenta a esses novos contextos e, sobretudo aos seguintes princípios que norteiam as Diretrizes Curriculares: Evitar o prolongamento desnecessário da duração dos cursos de graduação; incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo variados tipos de formação e modalidades diferenciadas em um mesmo programa; Estimular prática de estudo independente visando a uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; Encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar, inclusive as que se referiram à experiência profissional julgada relevante para área de formação considerada; fortalecer a articulação da teoria com prática, valorizando a pesquisa individual e política, assim como os estágios e a participação em atividades de extensão. (Brasil, 1997, p. 2). Além da consideração dos novos contextos citados e dos princípios acima explicitados, tomamos como referencial a atual situação do ensino superior brasileiro, da Universidade Federal da Bahia e em particular do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável. Nesse sentido, é importante que na presente reforma se leve em conta esse contexto, criando oportunidades para satisfazer as exigências do atual mercado de 13 trabalho. Ao mesmo tempo, isso não pode ser feito sem levar em consideração as condições reais da universidade. Considerando, portanto, todo esse contexto apresentado, a reforma agora proposta foi elaborada, adotando-se os seguintes eixos diretivos: 1) Adequação da reforma às condições da universidade pública, do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável/ICADS - da Universidade Federal da Bahia. 2) Adequação do atual currículo às novas Diretrizes Curriculares do MEC e às exigências do atual contexto. Entende-se que currículo compreende todas as atividades desenvolvidas pela instituição durante o período de formação do estudante. Nesse sentido, compreende-se que reformar o currículo, não significa simplesmente mudar listagem de componentes curriculares, mas em estabelecer mecanismos de melhora do trabalho pedagógico em sala de aula, em ampliar ofertas de atividades de pesquisa e de extensão, em estimular maior engajamento dos alunos nas diversas atividades formativas fornecidas, no caso, pelo Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável. III. AVALIAÇÃO CURRICULAR O Instituto deve promover periodicamente seminários pedagógicos, visando discutir o papel do ensino de graduação na formação do futuro profissional. Nesse sentido, a Comissão da Reforma Curricular propõe na atual reforma que seja instituída no Colegiado dos Cursos de Graduação a realização de reunião semestral para avaliação pedagógica dos componentes curriculares ministrados pelo instituto. Para isso, deve-se incentivar aos colegiados que promovam todo semestre reuniões para avaliar o desempenho pedagógico dos componentes curriculares identificando avanços e limites dos cursos ministrados. Propõe-se ainda a realização de um Seminário Anual de Discussão Curricular com palestras e mesa-redonda. 14 IV – REFORMA DO CURSO DE QUÍMICA IV.1. Princípios norteadores da nova proposta curricular Foi mantida a concepção original do currículo de Salvador, atualizada em 1987 e em 2001, de formar profissionais da Química aptos a atuar nas áreas predominantes do ensino fundamental e médio, do ensino de 30grau, da pesquisa acadêmica pura e aplicada, dentro do contexto regional no qual se insere a UFBA. Assim, as modalidades atuais do Curso de Química, de duração plena, permaneceram como os grandes eixos, em torno dos quais foi pensada e articulada a reestruturação aqui proposta. Conteúdos comuns às duas modalidades constituem o núcleo central do Curso, que se estendem até o 50/60 semestres, com algumas inserções específicas para a Licenciatura, já a partir do 30semestre. Considerando que o Bacharelado representa o tronco comum para as duas opções, encaminha-se, assim, o pleito de matrícula dos ingressos no Curso na modalidade Bacharelado. A opção por uma das modalidades farse-á conforme item 3 das Normas de Funcionamento do Curso (item II.11). O processo de renovação e atualização de conteúdos, flexibilização, integração e autonomia foram objetivos perseguidos, nem todos plenamente alcançados nesta etapa. A dinâmica natural do currículo e avaliações periódicas do Curso conduzirá aos ajustes necessários. A atualização, reorganização, redistribuição e renovação de conteúdos e cargas horárias e adequação de nomes de componentes curriculares, são ações comuns em processos de modificações curriculares e atingiram componentes curriculares obrigatórios e optativos. Entretanto, aqui, o significado mais abrangente de atualização de conhecimentos, foi proporcionar ao aluno uma maior liberdade de escolha dos componentes curriculares optativos que tem como objetivo atender a temas variáveis e que estejam em foco em áreas específicas da Química, além da possibilidade das atividades complementares. A flexibilização e autonomia convergem na medida em que se possibilita a escolha de componentes curriculares de natureza optativa e se considerar também atividades complementares de livre escolha, se dá a oportunidade do aluno definir a abrangência de conhecimentos a agregar à sua formação básica, aqui entendida como o conjunto de obrigatoriedades. As atividades Projetos em Química e Trabalho de 15 Conclusão do Curso, pela liberdade de escolha do(s) tema(s), constituem outras possibilidades de flexibilização e autonomia. A integração de conteúdos ocorre na seqüência e distribuição mais coerentes e harmônicas dos componentes curriculares e também na orientação que for dada às atividades complementares; se destaca na proposta de novos espaços curriculares, próprios do Ensino de Química introduzidos de uma forma gradativa e continua ao longo do percurso curricular do Licenciando e que representa uma maior articulação entre química e educação, incorporando na formação inicial dos professores de química as preocupações mais atuais da comunidade de formadores de professores de ciências, bem como da pesquisa sobre formação de professores. V. BASE LEGAL Os Pareceres e Resoluções do Conselho Nacional de Educação que pautaram esta proposta são os seguintes, Parecer CNE/CES N0 1303, aprovado em 06 de novembro de 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Química Homologado em 4/12/2001, publicado no DOU em 07/12/2001. Resolução CNE/CP nº 2, aprovada em 18 de fevereiro de 2002 Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior DOU de 4 de março de 2002. Seção 1, p. 9. Parecer CNE/CES N0: 329/2004, 11.11.2004, sujeito à homologação Ministerial Carga Horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Resolução CNE/CES nº 8, aprovada em 11 de março de 2002 Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Química, DOU de 26 de março de 2002. Seção 1, p. 12 Parecer CNE/CES N0: 184/2006, 07.07.2006, sujeito à homologação Ministerial Retificação do Parecer CNE/CES nº 329/2004, referente à carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. 16 VI. PROJETO PEDAGÓGICO O projeto pedagógico tem por finalidade estabelecer as diretrizes do curso. Uma vez estabelecidas, elas servirão para nortear a composição do currículo e a sua articulação, produzindo como resultado um conjunto harmônico de ações orientadas para o objetivo maior do curso. VI.1. Objetivos do curso VI.1.1. Bacharelado em química Formar profissionais da Química, de nível superior, em curso de duração plena, primordialmente voltados à atividade acadêmica de pesquisa fundamental e aplicada, com capacitação para atuar no meio industrial, na área de serviços e no ensino superior, assim como prosseguir os estudos em nível de pós-graduação. VI.1.2. Licenciatura em química Formar profissionais da Química, de nível superior, em curso de duração plena, com conhecimentos e habilidades específicas para atuar na educação fundamental e média de forma crítica e reflexiva, assim como para prosseguir os estudos em nível de pós-graduação, atuar no ensino superior e realizar pesquisas acadêmicas. VI. 2. Exercício Profissional O Decreto-lei no 5.452/43 (CLT - Consolidação das Leis do Trabalho), nos art. 325 a 351 discorre sobre o exercício da profissão de Químico, direitos e deveres. A Lei Federal nº. 2800, de 18/06/1956, regulamenta o exercício da profissão. O Decreto Federal nº. 85877, de 07/04/1981, regulamenta a Lei Federal nº. 2800. Resolução normativa n0. 198, de 17.12.2004 - define as modalidades profissionais na área de Química. A Resolução Normativa n0. 36 de 25.04.1974 do Conselho Federal de Química estabelecem as atribuições do Profissional na área de Química. VI.3. Competências e habilidades a serem desenvolvidas 17 VI.3.1. Bacharel em Química VI.3.1.1 Perfil do Egresso O Bacharel em Química deve ter formação generalista, com domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos, com condições de atuar nos campos de atividades socioeconômicas que envolvam as transformações da matéria; direcionando essas transformações, controlando os seus produtos, interpretando criticamente as etapas, efeitos e resultados; aplicando abordagens criativas à solução dos problemas e desenvolvendo novas aplicações e tecnologias. VI.3.1.2. Competências e Habilidades • Com relação à formação pessoal: − possuir conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos necessários para garantir a qualidade dos serviços prestados e para desenvolver e aplicar novas tecnologias, de modo a ajustar se à dinâmica do mercado de trabalho; − possuir habilidade suficiente em Matemática para compreender conceitos de Química e de Física, para desenvolver formalismos que unifiquem fatos isolados e modelos quantitativos de previsão, com o objetivo de compreender modelos probabilísticos teóricos, e de organizar, descrever, arranjar e interpretar resultados experimentais, inclusive com auxílio de métodos computacionais; − possuir capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os seus próprios conhecimentos; assimilar os novos conhecimentos científicos e/ou tecnológicos e refletir sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de suas; − saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem um processo industrial ou uma pesquisa, sendo capaz de planejar, coordenar, executar ou avaliar atividades relacionadas à Química ou a áreas correlatas; − ser capaz de exercer atividades profissionais autônomas na área da Química ou em áreas correlatas; 18 − ter interesse no auto-aperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade para estudos extra-curriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com a Química; e − ter formação humanística que lhe permita exercer plenamente sua cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bem-estar dos cidadãos. • Com relação à compreensão da Química: − compreender os conceitos, leis e princípios da Química; − conhecer as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos químicos que possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico e aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade; e − reconhecer a Química como uma construção humana, compreendendo os aspectos históricos de sua produção e suas relações com os contextos culturais, socioeconômico e político. • Com relação à busca de informação, comunicação e expressão: − saber identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes para a Química, inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e remota, que possibilitem a contínua atualização técnica, científica e humanística; − ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol); − saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, símbolos, expressões etc.); e − saber comunicar corretamente os projetos e resultados de pesquisa na linguagem científica, oral e escrita (textos, relatórios, pareceres, "posters", internet, etc.) em idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol). • Com relação ao trabalho de investigação científica e produção/controle de qualidade: 19 − saber investigar os processos naturais e tecnológicos, controlar variáveis, identificar regularidades, interpretar e proceder a previsões; − saber conduzir análises químicas, físico-químicas e químico-biológicas qualitativas e quantitativas e a determinação estrutural de compostos por métodos clássicos e instrumentais, bem como conhecer os princípios básicos de funcionamento dos equipamentos utilizados e as potencialidades e limitações das diferentes técnicas de análise. − saber realizar síntese de compostos, incluindo macromoléculas e materiais poliméricos; − ter noções de classificação e composição de minerais; − ter noções de Química do estado sólido; − ser capaz de efetuar a purificação de substâncias e materiais; exercendo, planejando e gerenciando o controle químico da qualidade de matériasprimas e de produtos; − saber determinar as características físico-químicas de substâncias e sistemas diversos; − ter noções dos principais processos de preparação de materiais para uso da indústria química, eletrônica, óptica, biotecnológica e de telecomunicações modernas; − saber elaborar projetos de pesquisa e de desenvolvimento de métodos, produtos e aplicações em sua área de atuação; − possuir conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em Química; − possuir conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho, inclusive para expedir laudos de segurança em laboratórios, indústrias químicas e biotecnológicas; − possuir conhecimento da utilização de processos de manuseio e descarte de materiais e de rejeitos, tendo em vista a preservação da qualidade do ambiente; − saber atuar em laboratório químico e selecionar, comprar e manusear equipamentos e reagentes. • Com relação à aplicação do conhecimento em Química: 20 − saber realizar avaliação crítica da aplicação do conhecimento em Química tendo em vista o diagnóstico e o equacionamento de questões sociais e ambientais; − saber reconhecer os limites éticos envolvidos na pesquisa e na aplicação do conhecimento científico e tecnológico; − ter curiosidade intelectual e interesse pela investigação científica e tecnológica, de forma a utilizar o conhecimento científica e socialmente acumulado na produção de novos conhecimentos; − ter consciência da importância social da profissão como possibilidade de desenvolvimento social e coletivo; − saber identificar e apresentar soluções criativas para problemas relacionados com a Química ou com áreas correlatas na sua área de atuação; − ter conhecimentos relativos ao assessoramento, ao desenvolvimento e à implantação de políticas ambientais. − saber realizar estudos de viabilidade técnica e econômica no campo da Química; − saber planejar, supervisionar e realizar estudos de caracterização de sistemas de análise; − possuir conhecimentos relativos ao planejamento e à instalação de laboratórios químicos; e − saber realizar o controle de operações ou processos químicos no âmbito de atividades de indústria, vendas, marketing, segurança, administração pública e outras nas quais o conhecimento da Química seja relevante. • Com relação à profissão: − ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante para a comunidade; − ter capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mercado de trabalho, no atendimento às necessidades da sociedade, desempenhando outras atividades para cujo sucesso uma sólida formação universitária seja um importante fator; − saber adotar os procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos dos acidentes mais comuns em laboratórios químicos; 21 − conhecer aspectos relevantes de administração, de organização industrial e de relações econômicas; e − ser capaz de atender às exigências do mundo do trabalho, com visão ética e humanística, tendo capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mesmo, visando atender às necessidades atuais. VI.3.2. Licenciado em Química VI.3.2.1. Perfil do Egresso O Licenciado em Química deve ter formação generalista, mas sólida e abrangente em conteúdos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador na educação fundamental e média. VI.3.2.2. Competências e Habilidades • Com relação à formação pessoal: − possuir conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios, bem como dos procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos dos acidentes mais comuns em laboratórios de Química; − possuir capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os seus próprios conhecimentos; assimilar os novos conhecimentos científicos e/ou educacionais e refletir sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político; − identificar os aspectos filosóficos e sociais que definem a realidade educacional; − identificar o processo de ensino/aprendizagem como processo humano em construção; − ter uma visão crítica com relação ao papel social da Ciência e à sua natureza epistemológica, compreendendo o processo histórico-social de sua construção; 22 − saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem uma pesquisa educacional; − ter interesse no auto-aperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade para estudos extra-curriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com o ensino de Química, bem como para acompanhar as rápidas mudanças tecnológicas oferecidas pela interdisciplinaridade, como forma de garantir a qualidade do ensino de Química; − ter formação humanística que permita exercer plenamente sua cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bem estar dos cidadãos; e − ter habilidades que o capacitem para a preparação e desenvolvimento de recursos didáticos e instrucionais relativos à sua prática e avaliação da qualidade do material disponível no mercado, além de ser preparado para atuar como pesquisador no ensino de Química. • Com relação à compreensão da Química: − Compreender os conceitos, leis e princípios da Química. − conhecer as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos, que possibilitem entender e prever o seu comportamento físicoquímico, aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade; − acompanhar e compreender os avanços científico-tecnológicos e educacionais; − reconhecer a Química como uma construção humana e compreender os aspectos históricos de sua produção e suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político. • Com relação à busca de informação e à comunicação e expressão − saber identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes para a Química, inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e remota, que possibilitem a contínua atualização técnica, científica, humanística e pedagógica. 23 − ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol); − saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, símbolos, expressões, etc.). − saber escrever e avaliar criticamente os materiais didáticos, como livros, apostilas, "kits", modelos, programas computacionais e materiais alternativos; − demonstrar bom relacionamento interpessoal e saber comunicar corretamente os projetos e resultados de pesquisa na linguagem educacional, oral e escrita (textos, relatórios, pareceres, pôsteres, internet etc.) em idioma pátrio. • Com relação ao ensino de Química: − refletir de forma crítica a sua prática em sala de aula, identificando problemas de ensino/aprendizagem; − compreender e avaliar criticamente os aspectos sociais, tecnológicos, ambientais, políticos e éticos relacionados às aplicações da Química na sociedade; − saber trabalhar em laboratório e saber usar a experimentação em Química como recurso didático; − possuir conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em ensino de Química; − possuir conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho; − conhecer teorias psicopedagógicas que fundamentam o processo de ensinoaprendizagem, bem como os princípios de planejamento educacional; − conhecer os fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de ensino de Química; − conhecer e vivenciar projetos e propostas curriculares de ensino de Química; e − ter atitude favorável à incorporação, na sua prática, dos resultados da pesquisa educacional em ensino de Química, visando solucionar os problemas relacionados ao ensino/aprendizagem. 24 • Com relação à profissão: − ter consciência da importância social da profissão como possibilidade de desenvolvimento social e coletivo; − ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante para a comunidade; − atuar no magistério, em nível de ensino fundamental e médio, de acordo com a legislação específica, utilizando metodologia de ensino variada, contribuir para o desenvolvimento intelectual dos estudantes e para despertar o interesse científico em adolescentes; organizar e usar laboratórios de Química; escrever e analisar criticamente livros didáticos e paradidáticos e indicar bibliografia para o ensino de Química; analisar e elaborar programas para esses níveis de ensino; − exercer a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de novas alternativas educacionais, enfrentando como desafio as dificuldades do magistério; − conhecer criticamente os problemas educacionais brasileiros; − identificar no contexto da realidade escolar os fatores determinantes no processo educativo, tais como o contexto socioeconômico, política educacional, administração escolar e fatores específicos do processo de ensino-aprendizagem de Química; − assumir conscientemente a tarefa educativa, cumprindo o papel social de preparar os alunos para o exercício consciente da cidadania; e − desempenhar outras atividades na sociedade, para cujo sucesso uma sólida formação universitária seja importante fator. VI.4 TITULAÇÃO E MODALIDADES O aluno formado no curso de Química no Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável pela Universidade Federal da Bahia, da cidade de Barreiras receberá o título de Bacharel e/ou Licenciado em Química em função da escolha da modalidade cursada. 25 VI.5. NÚMERO DE VAGAS E INGRESSO O Curso de Química deverá oferecer no Concurso Vestibular da Universidade Federal da Bahia, Campus Prof. Edgard Santos, Barreiras-BA, um total de 40 (Quarenta) vagas. Ressalta-se que o ingresso no referido curso é anual e a oferta é em período matutino. VI.5.1. Opção pela modalidade Atualmente, o aluno ingressante no curso por vestibular ou transferência, não faz opção por determinada modalidade. É automaticamente matriculado na modalidade Licenciatura. Posteriormente, faz a opção por uma das outras modalidades, se assim preferir. Diante dos inúmeros questionamentos por parte dos ingressantes, em relação a esta matricula automática na Licenciatura e, considerando que a modalidade Bacharelado traduz o tronco comum das duas modalidades, o Colegiado propõe que, a partir do próximo vestibular (2008 se ainda houver tempo hábil para este tipo de alteração), os alunos ingressantes no Curso sejam matriculados na modalidade Bacharelado. A escolha por uma das outras modalidades, como primeira graduação em Química, simultaneidade de segunda modalidade e outros aspectos correlatos estão definidos no item II.11- Normas de Funcionamento do Curso. VI.6. Estrutura do Curso As estruturas curriculares propostas compõem-se dos seguintes elementos, apresentados no quadro 1. 26 Quadro 1- Modalidades de componentes curriculares do Curso de Química Natureza Obrigatória Componentes curriculares (conteúdos básicos e profissionais) Estágio(s) supervisionado(s) Projeto em Química e Trabalho de Conclusão do Curso Atividades Complementares Natureza optativa/ Conteúdos específicos Componentes curriculares Optativas: Grupo A – conteúdos específicos da modalidade Grupo B – conteúdos de outros cursos oferecidos pelo Instituto Atividades Complementares Componentes curriculares conteúdos de formação humanística, interdisciplinar e gerencial Atividades extra-classe (1) * (1)* atividades extra-classe: IC, extensão, ACC, estágios, monitorias, participação em eventos, oficinas, etc. O quadro curricular é constituído de um núcleo de componentes curriculares e atividades obrigatórias comuns às duas modalidades, num total de 2040 h, que abrange os conteúdos considerados imprescindíveis para a formação de um Químico, com componentes curriculares teóricas e experimentais de Química Geral, Química Inorgânica, Química Analítica, Química Orgânica, Físico-Química, Física e Matemática e de componentes específicos. As especificidades, em termos de CH estão resumidas no quadro 2: Quadro 2- Distribuição da CH total conforme as especificidades Núcleo Específicas comum (OB), h OP, h Bacharelado 2040 TOTAL Complementares (OB), h Licenciatura Atividades (OB), h (h) 782 204 200 3226 714 272 200 3226 A coincidência total do núcleo comum ocorre até o 40 semestre; a restante CH deste núcleo é cumprida até o 60/70 semestres. Contudo, para a Licenciatura (LIC), já a partir do terceiro semestre começam a ser introduzidos os componentes da área pedagógica. A distribuição dos componentes curriculares por semestre levou em consideração: 27 1. a seqüência lógica de conteúdos, algumas vezes traduzida na forma de co-requisito 2. os pré-requisitos 3. a distribuição de CH de modo a que, na maior parte dos semestres, a CH média diária não ultrapassasse cinco horas/aula, já incluídas os componentes curriculares OP, possibilitando ao aluno uma maior disponibilidade de horários para estudos complementares às aulas e para as atividades extra-classe e uma maior facilidade para a implantação de turno(s). Os dois primeiros semestres e os últimos foram planejados com uma CH semanal média de 22 h, com os objetivos de: 1) facilitar ao estudante novo a integração ao ambiente acadêmico universitário, tão diferente daquele a que vem habituado e, na maior parte das vezes para o alunado do Curso de Química, tão difícil de encarar e de vencer à primeira tentativa, não o sobrecarregando com CH elevada; 2) permitir ao formando uma maior dedicação às atividades de estágio obrigatório e de elaboração do TCC, as quais envolvem a preparação cuidadosa de relatório e de monografia, respectivamente. Eventualmente, disporão de mais tempo, também, para complementar a CH em OP. Os conteúdos optativos na modalidade componentes curriculares, identificados nos quadros das estruturas curriculares, em determinados semestres, representam apenas sugestões/possibilidades de cumprimento de CH desta natureza nestes semestres; não indicam a carga horária de componentes curriculares optativas a cumprir (vide Normas de Funcionamento do Curso). O colegiado através de Resolução estabelecerá os critérios para o aproveitamento de atividades extra-classe como IC, extensão e monitoria. A regulamentação da Atividade Complementar obrigatória no Curso de Química também será estabelecida por Resolução do Colegiado. Seguem as estruturas curriculares propostas: Quadros 3 e 4, para Bacharelado e Licenciatura, nesta seqüência. VI.6.1 – Quadro Curricular proposto para o curso de Química – Modalidade Bacharelado (126.130) (pg 29) VI6.2 - Quadro Curricular proposto para o curso de Química – Modalidade Licenciatura (126.120) (pg. 30) 28 29 30 VI.7. Elenco de Componentes Curriculares O elenco de componentes curriculares obrigatórios e optativos é apresentado em quadros sucessivos para cada modalidade. O de componentes obrigatórios está distribuído por semestres e o de optativos organizado pelos Grupos A e B já explicados. Detalham-se as CH e módulo por teoria e prática, para que haja possibilidade de cadastramento dos componentes pela SUPAC e indicam-se os pré-requisitos, sugeridos. Quadro 3 – Elenco dos componentes curriculares do curso de Bacharelado Química Semestre 01 02 03 04 05 06 07 Nome da Componente curricular IAD233 IAD235 IAD158 IAD374 IAD157 IAD 173 IAD 125 IAD 204 Cálculo A Geometria Analítica Informática Instrumental Química Geral I Química e Sociedade CH total do semestre Cálculo B Física Geral e Experimental I Química Inorgânica Descritiva Química Geral II CH total do semestre Física Geral e Experimental III Historia da Química Química Orgânica I Métodos Estatísticos CH total do semestre Físico-Química I Física Geral e Experimental IV Química Orgânica II IAD 174 Química Analítica IAD XX IAD x51 Optativas (Grupo A e B)* CH total do semestre Físico Química II IAD x52 Química de Coordenação IAD x73 IAD x53 IAD IAD x65 IAD x67 IAD x62 IAD x68 Química Ambiental Fundamentos de Bioquímica Optativas (Grupo A e B)* CH total do semestre Físico Química III Química Analítica Instrumental Química Inorgânica Experimental Introdução a Química Quântica IAD x69 Projeto em Química IAD IAD x71 IAD x72 Optativa – (Grupo A e B)* CH total do semestre Físico Química Experimental Química Orgânica Experimental IAD x76 Métodos de Separação IAD x77 IAD x78 IAD Fundamentos de Espectroscopia Trabalho Conclusão de Curso Optativa – (Grupo A e B)* IAD251 IAD221 IAD156 IAD155 IAD223 IAD151 IAD160 IAD 159 CH Total 102 68 34 102 34 340 102 102 102 102 408 102 68 102 68 440 68 102 68 CH T P Pré-requisito E 68 68 0 68 34 238 102 68 102 68 340 68 68 102 68 306 68 68 68 34 0 34 34 0 102 0 34 0 34 68 34 0 0 0 34 0 34 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 68 34 0 68 340 68 0 68 0 0 0 0 102 0 0 68 68 68 374 68 102 68 68 34 68 68 68 374 68 68 0 68 0 0 0 0 0 34 68 0 0 0 0 0 0 0 0 0 34 0 0 68 408 68 68 68 306 0 0 0 102 68 68 0 0 0 0 34 34 0 68 68 68 0 0 0 0 0 0 102 68 408 68 102 68 68 68 68 Não Não Não Não Não Cálculo A, Cálculo A Química Geral I Química Geral I Física Geral e Experimental I Não Química Geral II Cálculo A Química Geral II, Cálculo A Física Geral e Experimental III Química Orgânica I Química Geral II, Métodos Estatísticos A definir Físico-Química I, Cálculo A Físico-Química I, Química Geral II Química Analítica Química Orgânica II A definir Físico Química II Química Analítica Química de Coordenação Físico Química II Química Geral II, Química Orgânica I, Química Analítica A definir Físico Química II Química Orgânica II Química Analítica Instrumental Química Orgânica II Projeto em Química Não 31 CH total do semestre 08 IAD x81 408 340 Estágio Supervisionado CH total do semestre 340 238 170 0 0 0 340 0 0 340 Físico-Química II, Quim. de Coordenação, Quim. Orgânica II e Quim. Analítica (*) Componentes curriculares optativas – Livre escolha Quadro 4 - Elenco de Componentes Optativos para bacharelado CH T/P Nome da Componente curricular IAD IAD IAD X34 IAD X45 IADX54 IADX63 Pré –Requisito Grupo A: Tópicos especiais em Química I: Tópicos especiais em Química Analítica Tópicos especiais em Química Orgânica Tópicos especiais em Físico-Química Tópicos especiais em Química Inorgânica 68 68 68 68 A definir A definir A definir A definir Tópicos especiais em Química II: Tópicos especiais em Química Analítica Tópicos especiais em Química Orgânica Tópicos especiais em Físico-Química Tópicos especiais em Química Inorgânica 68 68 68 68 A definir A definir A definir A definir Organização da Educação Brasileira Psicologia da Educação O Professor e o Ensino de Química Exp. e Instrumentação no Ensino de Química 68 68 68 68 Não Organiz. da Educ. Brasileira Psicologia da Educação O Prof. e o Ensino de Química Grupo B: IADXX Mineralogia 68 IADXX Geoquímica 68 IAD 122 IAD XX IAD XX IAD 317 IAD XX IAD 320 IAD 073 IAD234 IAD175 IAD104 IADXX IADXX Geologia Geral Recursos Hídricos Geologia Ambiental Hidrografia Pedologia Ética e Filosofia Biologia Celular Biologia Molecular Microbiologia E c o n o mi a I Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável Responsabilidade Sócia Ambiental 68 68 68 68 68 68 102 68 68 68 68 34 Química Geral II, Química Inorgânica Descritiva Química Geral II, Química Analítica Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não 32 Quadro 5 – Elenco dos componentes curriculares do curso de Licenciatura CH CH Pré-requisito Semestre Nome da Componente curricular total T P E 01 02 03 04 05 06 07 08 IAD233 IAD235 IAD158 IAD374 IAD157 Cálculo A Geometria Analítica Informática Instrumental Química Geral I Química e Sociedade CH total do semestre IAD251 Cálculo B IAD221 IAD156 IAD155 Física Geral e Experimental I Química Inorgânica Descritiva Química Geral II CH total do semestre IAD223 Física Geral e Experimental III IAD151 IAD160 IAD159 IAD095 IAD173 Historia da Química Química Orgânica I Métodos Estatísticos Org. da Educ. Brasileira CH total do semestre Físico-Química I IAD125 Física Geral e Experimental IV IAD204 Química Orgânica II IAD174 Química Analítica IAD094 IADX51 Psicologia da Educação CH total do semestre Físico Química II IADX52 Química de Coordenação IADX53 IAD X54 IADX55 IAD IADX61 IADX62 Fundamentos de Bioquímica O Prof. e o Ensino de Química Didática e Práxis Pedagógica I Optativa – (Grupo A e B)* CH total do semestre Química Analítica Instrumental Química Inorgânica Experimental IADX63 Exp. E Instrum. No Ensino de Química IADX64 IAD IADX78 Didat. e Praxis Pedagogica II Optativa – (Grupo A e B)* CH total do semestre Físico Química Experimental Química Orgânica Experimental Química Ambiental Projeto em Química Didat. e Praxis Pedagogica III Optativa – (Grupo A e B)* CH total do semestre Trabalho Conclusão de Curso IADX82 Didat. e Praxis Pedagogica IV IADX71 IADX72 IADX73 IADX69 IADX75 IAD CH total do semestre 102 68 34 102 34 340 102 68 0 68 34 272 0 0 34 34 0 68 0 0 0 0 0 0 102 102 102 102 408 102 68 102 68 340 0 34 0 34 68 0 0 0 0 0 102 68 102 68 68 408 68 102 68 68 102 68 0 306 68 34 0 0 0 68 102 0 68 34 0 68 102 68 0 0 68 34 0 68 408 68 102 0 272 68 68 136 0 0 0 0 102 0 0 68 68 68 68 442 102 68 68 68 0 0 68 306 68 0 0 68 68 0 136 34 68 0 0 0 0 0 0 0 0 68 0 68 68 374 68 68 68 34 136 68 442 68 0 68 136 0 0 68 34 0 68 170 68 68 0 238 68 68 0 0 136 0 272 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 136 204 0 68 136 136 0 0 0 0 0 0 0 0 Não Não Não Não Não Cálculo A, Geometria Analítica Cálculo A Química Geral I Química Geral I Física Geral e Experimental I Não Química Geral II Cálculo A Não Química Geral II; Cálculo A, Física Geral e Experimental III Química Orgânica I Química Geral II, Métodos Estatísticos Org. da Educ. Brasileira Físico-Química I Físico-Química I, Química Geral II Química Orgânica II Psicologia da Educação Psicologia da Educação A definir Química Analítica I Química de Coordenação O Prof. e o Ensino de Química Didat. e Praxis Pedagogica I A definir Físico Química II Química Orgânica II Química Analítica I Não Didat. e Praxis Pedagógica II A definir Projeto em Química Didat. e Praxis Pedagógica III 0 (*) Componentes curriculares optativas do Curso – Livre escolha 33 Quadro 6 - Elenco de Componentes Optativos para licenciatura CH T/P Nome da Componente curricular Pré –Requisito Grupo A: Tópicos especiais em Química I: Tópicos especiais em Química Analítica Tópicos especiais em Química Orgânica Tópicos especiais em Físico-Química Tópicos especiais em Química Inorgânica Físico-química III 68 68 68 68 68 A definir A definir A definir A definir Físico-química I Tópicos especiais em Química II: Tópicos especiais em Química Analítica Tópicos especiais em Química Orgânica Tópicos especiais em Físico-Química Tópicos especiais em Química Inorgânica 68 68 68 68 A definir A definir A definir A definir IADX65 IADX68 IADX76 IADX77 Físico-Química III Introdução a Química Quântica Método de Separação Fundamentos de Espectroscopia 68 68 68 68 Físico-Química I Físico-Química II Quím. Analítica Instrumental Química Orgânica II IAD Grupo B: IAD Mineralogia 68 IAD Geoquímica 68 IAD 122 IAD XX IAD XX IAD 317 IAD XX IAD 320 IAD 073 IAD234 IAD 175 IAD104 IADXX IADXX Geologia Geral Recursos Hídricos Geologia Ambiental Hidrografia Pedologia Ética e Filosofia Biologia Celular Biologia Molecular Microbiologia E c o n o mi a I Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável Responsabilidade Sócia Ambiental 68 68 68 68 68 68 102 68 68 68 68 34 IAD xx IAD xx Química Geral II, Química Inorgânica Descritiva Química Geral II, Química Analítica Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não VI.8. Quadros Comparativos Apresentam-se, resumos da distribuição da carga horária por semestre e pelos grupos de componentes curriculares, consoante sua natureza e modalidade. O QUADRO 7 e 13 apresenta os resumos dos percentuais de CH por natureza de componente curricular à proposta de integralização curricular, para o bacharelado e licenciatura respectivamente. É apresentado no QUADRO 20 os componentes curriculares da modalidade licenciatura, com a especificação da carga horária e periodização que se oferta o componente curricular, onde pode se observar à contemplação da Resolução CNE/CP 2 de 19/02/2002, no que tange a “Prática como componente curricular”, carga horária mínima de 400h. No item VI.12 Regras de transição, é apresentado no quadro 21 um comparativo das alterações de cargas horárias 34 e componentes curriculares entre o currículo anterior (ano 2006.2 e 2007.1 tomado como referência) e os novos aqui propostos. Quadro 7 - INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR – Bacharelado Natureza da Componente curricular C/H % DO TOTAL I – Conteúdos de Formação Básica II – Conteúdos de Formação Profissional III – Conteúdos de Formação Complementar IV – Conteúdos de Formação Complementar – Optativas V – Estágio TOTAIS 1.904 510 200 272 340 3.226 59,1 15,8 6,2 8,4 10,5 100,0 Quadro 8 - Componentes curriculares de Formação Básica para o bacharelado Semestre 01 02 03 04 05 06 Nome da Componente curricular CH Pré-requisito Não Não Não Não Não Cálculo A Cálculo A Química Geral I Química Geral I Física Geral e Experimental I Química Geral II Calculo A Química Geral II Física Geral e Experimental III Química Orgânica I Química Geral II Físico-Química I Físico-Química I, Química Geral II Química Analítica I Físico Química II Química Analítica I Química Orgânica I Físico Química III IAD233 IAD235 IAD158 IAD374 IAD157 IAD251 IAD221 IAD156 IAD155 Calculo A Geometria Analítica Informática Instrumental Química Geral I Química e Sociedade Cálculo B Física Geral e Experimental I Química Inorgânica Descritiva Química Geral II 102 68 34 102 34 102 102 102 102 IAD223 Física Geral e Experimental III 102 IAD160 IAD159 IAD173 Química Orgânica I Métodos Estatísticos Físico-Química I 102 68 68 IAD125 Física Geral e Experimental IV 102 IAD204 IAD174 IADx51 Química Orgânica II Química Analítica Físico Química II 68 102 68 IADx52 Química de Coordenação 102 IADx73 IADx65 IADx61 IADx53 IADx68 Química Ambiental Físico Química III Química Analítica Instrumental Fundamentos de Bioquímica Intr. a Química Quântica Total 68 68 102 68 68 1904 Quadro 9 - Componentes curriculares de Formação Profissional do Curso bacharelado Semestre Nome da Componente curricular CH Pré-requisito Não Química de Coordenação Não Físico Química III Química Orgânica II Química Analítica Instrumental Química Orgânica II Projeto em Química 03 05 06 IAD151 IADx62 IADx69 IADx71 IADx72 História da Química Química Inorgânica Experimental Projeto em Química Físico Química Experimental Química Orgânica Experimental 68 68 34 68 68 07 IADx76 Métodos de Separação 68 IADx77 IADx78 Fundamentos de Espectroscopia Trabalho de Conclusão de Curso Total 68 68 510 35 Quadro 10 - Conteúdos de Formação Complementar - bacharelado Semestre Nome da Componente curricular 1-8 Atividades Extra-Classe Total CH Pré-requisito 200 200 Não Quadro 11 - Conteúdos de Formação Complementar – Componentes curriculares Optativas -bacharelado Semestre 04-07 Nome da Componente curricular IAD IAD IAD IAD Optativas Optativas Optativas Optativas Total CH Pré-requisito 68 68 68 68 272 Não Não Não Não CH Pré-requisito 340 340 Não Quadro 12 - Estágio - bacharelado Semestre 08 Nome da Componente curricular IAD Estágio Supervisionado Total Quadro 13 - INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR – Licenciatura Natureza do Componente curricular C/H I – Conteúdos de Formação Básica II – Conteúdos de Formação Profissional do curso III – Conteúdos de Formação Profissional da modalidade III – Conteúdos de Formação Complementar IV – Conteúdos de Formação Complementar – Optativas – OP V – Estágio TOTAIS 1.768 374 272 200 204 408 3.226 % DO TOTAL 54,8 11,6 8,4 6,2 6,4 12,6 100,0 Quadro 14 - Componentes curriculares de Formação Básica para o licenciatura Semestre 01 02 03 04 Nome da Componente curricular CH IAD233 IAD235 IAD158 IAD374 IAD157 IAD251 IAD221 IAD156 IAD155 Calculo A Geometria Analítica Informática Instrumental Química Geral I Química e Sociedade Cálculo B Física Geral e Experimental I Química Inorgânica Descritiva Química Geral II 102 68 34 102 34 102 102 102 102 IAD223 Física Geral e Experimental III 102 IAD160 IAD159 IAD173 Química Orgânica I Métodos Estatísticos Físico-Química I 102 68 68 IAD125 Física Geral e Experimental IV 102 IAD204 IAD174 Química Orgânica II Química Analítica 68 102 Pré-requisito Não Não Não Não Não Cálculo A Não Química Geral I Química Geral I Física Geral e Experimental I Química Geral II Calculo A Química Geral II Física Geral e Experimental III Química Orgânica I Química Geral II 36 05 06 07 IADx51 Físico Química II 68 IADx52 Química de Coordenação 102 IADx61 IADx53 IADx73 Química Analítica Instrumental Fundamentos de Bioquímica Química Ambiental Total 102 68 68 1768 Físico-Química I Físico-Química I, Química Geral II Química Analítica I Química Orgânica I Química Analítica I Quadro 15 - Componentes curriculares de Formação Profissional do Curso – licenciatura Semestre 03 05 06 Nome do Componente curricular IAD151 IADx72 IADx69 IADx71 IADx72 IADx78 07 História da Química Química Inorgânica Experimental Projeto em Química Físico Química Experimental Química Orgânica Experimental Trabalho de Conclusão de Curso Total CH 68 68 34 68 68 68 374 Pré-requisito Não Química de Coordenação Não Físico Química III Química Orgânica II Projeto em Química Quadro 16 - Componentes curriculares de Formação Profissional da Modalidade – licenciatura Semestre Nome do Componente curricular CH 03 04 IAD095 IAD094 Org. da Educ. Brasileira Psicologia da Educação 68 68 05 IADx54 O Prof. e o Ensino de Química 68 IADx63 Exp. E Instrum. No Ensino de Química 68 Total 272 06 Pré-requisito Não Não Org. da Educ. Brasileira, Psicologia da Educação Org. da Educ. Brasileira, Psicologia da Educação Quadro 17 - Conteúdos de Formação Complementar -licenciatura Semestre Nome do Componente curricular 1-8 Atividades Extra-Classe Total CH Pré-requisito 200 200 Não Quadro 18 - Conteúdos de Formação Complementar – Componentes curriculares Optativas - Licenciatura Semestre Nome do Componente curricular IAD IAD IAD 05-07 Optativas Optativas Optativas Total CH 68 68 68 204 Pré-requisito Não Não Não Quadro 19- Estágio - licenciatura Semestre Nome do Componente curricular CH Pré-requisito Não Didát. E Práxis Pedagógica I Didát. E Práxis Pedagógica II 05 IADx55 Didát. E Práxis Pedagógica I 68 06 IADx64 Didát. E Práxis Pedagógica II 68 07 IADx75 Didát. E Práxis Pedagógica III 136 37 08 IADx82 Didát. E Práxis Pedagógica IV 136 Total 408 Didát. E Práxis Pedagógica III Quadro 20 – Componentes curriculares que contemplam a carga horária de “Praticas como Componentes Curriculares Vivenciados ao longo do Curso Resolução CNE/CP 2 de 19/02/2002 – licenciatura Semestre Componentes curriculares Prática como Componente Curricular – CH/h 01 Informática Instrumental Química Geral I Física Geral e Experimental I Química Geral II Física Geral e Experimental III Org. da Educação Brasileira Física Geral e Experimental IV Química Analítica Psicologia da Educação Química Inorgânica Experimental O Prof. e o Ensino de Química Química Analítica Instrumental Exp. E Instrum. No Ensino de Química Físico Química Experimental Química Orgânica Experimental Total 34 34 34 34 34 68 34 34 68 68 68 34 68 68 68 748 02 03 04 05 06 07 VI.9. Atividades complementares A carga horária em atividades complementares obrigatória, conforme legislação parecer CNE/CES 1.303/2001, será integralizada através de estudos de natureza optativa, respeitando o cumprimento de no mínimo 200 horas, como parte da exigência para integralização curricular. De acordo com essas Diretrizes, as atividades denominadas acadêmico-científico-culturais têm por finalidade oferecer aos acadêmicos, oportunidades de enriquecimento didático, curricular, científico e cultural. Trata-se, pois, de um componente curricular capaz de articular as diversas abordagens presentes no processo formativo, ampliando-o e tornando-o mais flexível. Para o cumprimento das 200 horas de atividades complementares, o aluno poderá optar dentre as várias atividades citadas no item VI das normas de funcionamento do curso e, por outras que possam contribuir para a sua formação geral ou mesmo que se adeqüem a área(s) de interesse específico. A cada final de semestre, o aluno deverá apresentar ao Colegiado do Curso a certificação da realização das atividades complementares, para que as mesmas sejam apreciadas e validadas, para posterior integralização. 38 VI.10. Trabalho de Conclusão do Curso Os componentes Projetos em Química (PQ) e Trabalho de Conclusão do Curso (TCC), num total de 102 h, constituem atividades de natureza obrigatória. São comuns às duas estruturas curriculares e deverão ser cursados a partir do 6o semestre para o bacharelado e 7o semestre para licenciatura de acordo com normas que serão estabelecidas pelo colegiado. Embora as ementas/programas destes dois componentes sejam idênticas para as duas modalidades, os temas dos Projetos e dos TCC e as correspondentes abordagens deverão ser orientadas para a área de conhecimento que o aluno escolheu. A colaboração do corpo docente do colegiado de química ou até de outros colegiados do ICADS ou de outras instituições será fundamental para a orientação destes trabalhos e o sucesso desta atividade e pode resultar em excelente prática de interdisciplinaridade. Constituem, também, a oportunidade de participação em seminários temáticos, previstos no conteúdo de PQ. O TCC culminará com a defesa de monografia e avaliação por banca examinadora, da qual o orientador do TCC participará. Outros detalhes são dados no item VII das Normas de Funcionamento do Curso. VI.11. Estágios Supervisionados Outros aspectos a abordar em relação aos estágios obrigatórios estão apresentados no item Estágios, das Normas de funcionamento do Curso. VI.12 Normas de adaptação Curricular para os alunos antigos (Regras de Transição) Todos os alunos ingressantes no Curso de Química em 2006.2 e 2007.1 seguirão a Estrutura Curricular constante deste projeto a partir de 2007.2. Apesar de algumas alterações pontuais que são apresentadas no quadro 21. Essas modificações foram pensadas com o objetivo de integrar os recém ingressos na Universidade e, em particular na Química, devido à reprovação acentuada nas componentes curriculares iniciais de Física e Matemática, resultando em perda de competitividade dos estudantes em programas institucionais de bolsas de IC ou outras, falta de motivação e, em evasão do curso de Química. Assim, o componente curricular Física Geral e Experimental I-E, foi deslocado para o segundo semestre do Curso e exigido um conhecimento prévio de 39 Cálculo A, e, foi antecipada o componente curricular Informática Instrumental de 34 h, a fim de manter uma carga horária média de 22 h aula semestre. Quadro 21 – Comparativo das alterações de componentes curriculares entre o Currículo Vigente e a Nova Proposta (Primeiro e Segundo semestre) – bacharelado e licenciatura. Primeiro Semestre do Curso (Bacharelado e Licenciatura) Currículo Vigente Proposta do Currículo Novo Códig Componente curricular CH. Código Componente o curricular IAD Física Geral e 102 221 Experimental I IAD Cálculo A 102 IAD Cálculo A 233 233 IAD Geometria Analítica 68 IAD Geometria 235 235 Analítica IAD Química Geral I 102 IAD Química Geral I 374 374 IAD Química e Sociedade 34 IAD Química e 157 157 Sociedade IAD Informática 158 Instrumental Segundo Semestre do Curso (Bacharelado e Licenciatura) Currículo Vigente Proposta do Currículo Novo Códig Componente curricular CH. Código Componente o curricular IAD Calculo B 102 IAD Calculo B 251 251 IAD Química Geral II 102 IAD Química Geral II 155 155 IAD Química Inorgânica 102 IAD Química 156 Descritiva 156 Inorgânica Descritiva IAD Informática Instrumental 34 158 IAD Física Geral e 221 Experimental I Modificação CH. 102 Passa a ser ofertada no segundo semestre Sem modificação 68 Sem modificação 102 Sem modificação 34 Sem modificação 34 Passa a ser ofertada neste semestre Modificação CH. 102 Sem modificação 102 Sem modificação 102 Sem modificação - Passa a ser ofertada no primeiro semestre Passa a ser ofertada neste semestre 102 Assim a disciplina “Informática Instrumental” deverá ser ofertada em caráter excepcional para a turma 2007.1 no segundo semestre de 2007. Ainda na grade curricular do Curso de Química (curso 126.120) constam registradas as disciplinas IAD 222-Física Geral e Experimental II-A ofertada no terceiro semestre e IAD-159 Métodos Estatísticos ofertada no quinto semestre. No novo contexto curricular a disciplina IAD 222 deixará de ser oferecida pois após critica e avaliação verificou-se que boa parte do seu conteúdo é novamente abordado nas disciplinas de Físico-Química e, a supressão desta não ocasionaria perda de conteúdo. Contudo, verificou-se a necessidade da inclusão da disciplina Física IV, que no 40 currículo antigo não era contemplada, e trata-se de conteúdos de física moderna (interferência, difração, polarização, efeito fotoelétrico, etc) que são consideradas importantes para a formação atual do químico. A disciplina IAD 159 –Métodos Estatísticos, foi antecipada do quinto semestre para o terceiro semestre por ser prérequisito para a disciplina de Química Analítica, ofertada no quarto semestre. VI.13 – Elenco dos Componentes Curriculares - Ementas Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária:102 T 68 P 34 E 00 IAD 374- QUÍMICA GERAL I Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 P 20 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Modelo Químico da Matéria. Fenômenos e Propriedades da Matéria: físicos e químicos. Estrutura Atômica: de Dalton a Bohr. Mol e Massas Molares. Tabela Periódica: organização e usos. Forças interpartículas: ligação química e forças intermoleculares. Teoria de Lewis: ligações covalentes. Formação de Compostos Iônicos. Estados Físicos da Matéria: sólido, líquido e gasoso. Estados Dispersos da Matéria: soluções e colóides, Reações Químicas (aspectos qualitativos e quantitativos), Equilíbrio Químico e Iônico (aspectos qualitativos). Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária:34 T 00 P 34 E 00 IAD 158- INFORMÁTICA INSTRUMENTAL Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo P 20 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória Obrigatória Ementa: Introdução de conceitos básicos de computação para capacitação em aplicações onde são desejáveis, ou imprescindíveis o uso dos recursos da informática. Código e Nome do componente curricular: IAD157- QUÍMICA E SOCIEDADE Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Natureza obrigatória ICADS Carga horária: 34 T 34 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 Bacharelado obrigatória 41 Ementa: Apresentação da Estrutura Curricular do curso de Licenciatura em Química; - Identificação, na Biblioteca, de livros e periódicos da área de Química e de Educação. - Discussão sobre a Química, Conceituação e Fundamentos (objetivo, áreas de estudo) e o papel do químico; Discussão sobre o curso de Química: suas modalidades; - Discussão sobre a natureza e as características do curso de Licenciatura em Química; - Discussão sobre a Química no contexto Educacional – Ensino de Química. Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 102 T 68 P 34 E 00 Módulo T 40 P 20 IAD155- QUÍMICA GERAL II Modalidade: componente curricular Função: básica Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Aspectos gerais das reações químicas, com ênfase em sistemas dispersos, cinética química, equilíbrio químico envolvendo ácidos e base em sistemas aquosos, termodinâmica química e eletroquímica. Código e Nome do componente curricular: IAD 151- HISTÓRIA DA QUÍMICA Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Introdução a história da Terra e do homem; Introdução à história e filosofia da ciência; As artes e a química na antiguidade; A tradição alquímica; A química da idade média ao século XIX; Lavoisier e as bases da química moderna; Estudo histórico de alguns conceitos químicos; A história da química e dos químicos nos livros didáticos. O desenvolvimento da química no Brasil; A ciência moderna e a química. Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária:68 T 68 P 00 E 00 IAD x73- QUÍMICA AMBIENTAL Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 Pré-requisito(s): Química Analítica I Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Ciclos biogeoquímicos dos elementos. Processos químicos na atmosfera. A química e a microbiologia do solo. Processos químicos nos sistemas aquáticos. Fontes energéticas. Impacto e monitoramento ambiental. Regulamentação de substâncias química no meioambiente. Coleta e tratamento de resíduos e efluentes. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 34 T 34 P 00 E 00 IAD x69- PROJETO EM QUÍMICA 42 Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 Pré-requisito:(Química Geral II e Química Orgânica I e Química Analítica) Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Apresentação dos temas, mediante exposição oral e/ou escrita, acompanhada de discussões abertas com a classe. Revisão na literatura dos temas escolhidos. Elaboração do Projeto * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD X78- TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Modalidade: componente curricular - atividade Função: básica Módulo T 40 Pré-requisito:Projeto em Química Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Orientação para o desenvolvimento do TCC. Atualização do levantamento bibliográfico dos temas escolhidos. Início da execução dos trabalhos práticos e experimentais nos respectivos Laboratórios de Ensino, Pesquisa e Didáticos. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS IAD 174- QUÍMICA ANALÍTICA Modalidade: componente curricular Função: básica Pré-requisito(s): Química Geral II e Métodos Estatísticos Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Carga horária: 102 T 68 P 34 E 00 Módulo T 40 P 20 Princípios da química analítica. Etapas preliminares para uma análise química. Aspetos gerais da amostragem. Avaliação dos dados analíticos. Análise gravimétrica. Titulações de neutralização, complexação, precipitação, oxi–redução e estudo dos equilíbrios químicos envolvidos. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 102 T 68 P 34 E 00 Módulo T 40 P 20 IAD X67- QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL Modalidade: componente curricular Função: básica Pré-requisito(s): Química analítica Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Princípios dos métodos instrumentais de análise. Características para seleção de métodos analíticos. Calibração instrumental e de métodos. Métodos de eletroanálise: potenciometria, condutometria e eletrodeposição. Métodos espectrométricos de análise: espectrofotometria molecular no UV-Visível; espectrometria atômica: absorção e emissão. Aplicações. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 34 P 34 E 00 IAD x76 - MÉTODOS DE SEPARAÇÃO 43 Modalidade: componente curricular Função: Profissional Módulo: T 40 P 20 Pré-requisito(s): Química analítica Instrumental Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa obrigatória Ementa: Princípios dos métodos de separação: Extração líquido – líquido; Troca Iônica; Cromatografia em fase líquida: adsorção, partição, exclusão e troca iônica; Cromatografia em fase gasosa. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS IAD* - TÓPICOS ESPECIAIS DE QUÍMICA ANALÍTICA I Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Modalidade: componente curricular Função Módulo: a definir Pré-requisito(s): a definir em função da ementa Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD* - TÓPICOS ESPECIAIS DE QUÍMICA ANALÍTICA II Modalidade: componente curricular Função Módulo: a definir Pré-requisito(s): a definir em função da ementa Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD156 - QUÍMICA INORGÂNICA DESCRITIVA Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 102 T 102 P 00 E 00 Função: básica Módulo T 40 Pré-requisito(s): Química Geral I Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Os Elementos Químicos e a Tabela Periódica; Estrutura molecular e ligações químicas; ácidos – bases; oxidação – redução; Estudo do Hidrogênio e seus compostos. Elementos dos grupos 1, 2, 13, 14, 15, 16, 17 e 18. Estudo do Zinco, Cádmio e Mercúrio, introdução aos metais de transição e aos compostos de coordenação. * código provisório 44 Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 102 T 102 P 00 E 00 IAD x52 - QUÍMICA DE COORDENAÇÃO Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 Pré-requisito(s): Físico-química I e Química Geral II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Introdução à Química de Coordenação; Conceito de Campo Ligante; Química descritiva sistemática dos Elementos de Transição e Compostos Organometálicos * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 00 P 68 E 00 IAD x62 - QUÍMICA INORGÂNICA EXPERIMENTAL Modalidade: componente curricular Função: básica Pré-requisito(s): Química de Coordenação Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Síntese e caracterização de compostos inorgânicos Módulo P 20 * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS IAD* - TÓPICOS ESPECIAIS DE QUÍMICA INORGÂNICA I Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Modalidade: componente curricular Função Módulo: a definir Pré-requisito(s): a definir em função da ementa Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD* - TÓPICOS ESPECIAIS DE QUÍMICA INORGÂNICA II ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Modalidade: componente curricular Função Módulo: a definir Pré-requisito(s): a definir em função da ementa Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. * código provisório 45 Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD 173- FÍSICO-QUÍMICA I Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Química Geral II; Cálculo A Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Gases e a Lei Zero da Termodinâmica. A Primeira Lei da Termodinâmica. Segunda e Terceira Leis da Termodinâmica. Termoquímica. Energia livre e potencial químico. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD x51- FÍSICO-QUÍMICA II Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Físico-Química I Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Equilíbrio Químico. Equilíbrio em sistemas com um componente. Equilíbrio de fases em sistemas multicomponentes. Equilíbrio em sistemas não-ideais * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD x65- FÍSICO-QUÍMICA III Modalidade: Componente curricular Função: básico Módulo: T40 P 00 Pré-requisito(s): Físico-Química I Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa obrigatória Ementa: .Teoria cinética dos gases. Cinética química. Dinâmica molecular das Reações, Noções fundamentais de eletroquímica. * código provisório Código e Nome do componente curricular: QUI x68- INTRODUÇÃO À QUÍMICA QUÂNTICA Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Química Geral II; Físico-química II. Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa obrigatória Ementa: Teoria quântica, estrutura atômica e espectros ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: básico Módulo: T 40 P 00 atômicos, estrutura molecular, espectroscopia * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD x71 - FÍSICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 00 P 68 E 00 Função: básico Módulo: T 00 P 20 Pré-requisito(s): Físico-química II. Modalidades Licenciatura Bacharelado 46 Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Práticas de físico-química que abordarão conceitos como: cinética química, termodinâmica, equilíbrio em sistemas, misturas, eletroquímica. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 QUI * - TÓPICOS ESPECIAIS DE FÍSICO-QUÍMICA –I Modalidade: Função Módulo: T 40 P 00 Pré-requisito(s): Físico-química II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS QUI * - TÓPICOS ESPECIAIS DE FÍSICO-QUÍMICA –II Modalidade: Função Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Módulo: T 40 P 00 Pré-requisito(s): Físico-química II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. Código e Nome do componente curricular: ICADS IAD 160 - QUÍMICA ORGÂNICA I Modalidade: componente curricular Função: básica Carga horária: 102 T 102 P 00 E 00 Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Química Geral II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Química Orgânica: Escopo, Estrutura Eletrônica e Ligações Químicas em Compostos Orgânicos. Grupos Funcionais e Nomenclatura. Reações Orgânicas. Alcanos. Estereoisomerismo. Haletos de Alquila. Reações de Substituição Nucleofílica. Reações de Eliminação. Alcenos. Alcinos. Espectroscopia de Ressonância Nuclear Magnética. Espectroscopia no Infra-vermelho, Espectrometria de Massa, Sistemas Conjugados, Aromaticidade. Substituição Eletrofílica Aromática * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD 204- QUÍMICA ORGÂNICA II Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Química Orgânica I Modalidades Licenciatura Bacharelado ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 00 47 Natureza Ementa: obrigatória obrigatória Álcoois e Éteres, Reações Radicalares, .Aldeídos e Cetonas, Ácidos carboxílicos e derivados. Organometálicos de transição. Substituição Nucleofílica Aromática. Aminas. Compostos de S, de P e de Si, Compostos Heterocíclicos. Síntese Orgânica. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD x53- FUNDAMENTOS DE BIOQUÍMICA Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Química Orgânica II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Estudo dos principais compostos de interesse biológico, dentre os quais: água e eletrólitos, aminoácidos, proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas, enzimas, coenzimas, ácidos nucléicos e hormônios, conceito, classificação, nomenclatura, propriedades químicas e físicas, métodos de análise e importância. Introdução ao metabolismo. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 00 P 68 E 00 IAD x72- QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL Modalidade: componente curricular Função: básica Módulo T 00 P 20 Pré-requisito(s): Química Orgânica II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Adições eletrofílicas a olefinas. Eliminações. Substituições SN1, SN2 e SNi. Reações de funções carbonílicas. Compostos de funções C-H ácidas. Substituições aromáticas. Reações de Nitração. Extração de produtos naturais. Cromatografia. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD x77- FUNDAMENTOS DE ESPECTROSCOPIA Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Química Orgânica II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa obrigatória Ementa: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 00 Espectrometria no infravermelho. Espectroscopia no ultra-violeta. Espectrometria de massas. Espectrometria de Ressonância Magnética Nuclear * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD* - TÓPICOS ESPECIAIS DE QUÍMICA ORGÂNICA I Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): a definir em função da ementa Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função Módulo: a definir 48 Ementa: Flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 IAD* - TÓPICOS ESPECIAIS DE QUÍMICA ORGÂNICA II Modalidade: componente curricular Função Módulo: a definir Pré-requisito(s): a definir em função da ementa Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: Flexível, de acordo com a disponibilidade de professor e com a demanda de alunos, deve abordar assuntos relacionados ao progresso da química na área especificada. Deverá ser aprovada pelo departamento e pelo Colegiado do Curso e comunicada à SUPAC no período de planejamento acadêmico. Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 340 T 00 P 00 E 340 IADx81 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO Modalidade: componente curricular Função Módulo: a definir Pré-requisitos: Físico-Química II, Quim. de Coordenação, Quim. Orgânica II e Quim. Analítica Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa obrigatória Ementa: O plano de trabalho a ser elaborado e desenvolvido tendo em conta o interesse do aluno e as características da empresa/laboratório Código e Nome do componente curricular: IADx54 - O PROFESSOR E O ENSINO DE QUÍMICA Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Psicologia da Educação Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: ICADS Carga horária: 68 T 00 P 68 E 00 Função: Profissional Módulo: T 00 P 40 Exame crítico das concepções de professor e de ensino de química veiculados por documentos oficiais e sindicais. O estudo empírico desses documentos vistos sobre a realidade das escolas em nosso contexto. A reflexão como ferramenta essencial dos professores para seu desenvolvimento profissional. Código e Nome do componente curricular: ICADS IADx63 - O EXPERIMENTO E INSTRUMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA Modalidade: componente curricular Função: Profissional Pré-requisito(s): O Prof. e o Ensino de Química. Modalidades Licenciatura Bacharelado Modalidades Licenciatura Natureza obrigatória -Natureza obrigatória Carga horária: 68 T 00 P 68 E00 Módulo T 00 P 40 49 Ementa: Concepções sobre o ensino experimental da Química. O papel dos experimentos na aprendizagem de conceitos. Relação entre Teoria e Prática. Elaboração de Projetos de Experimentos de Química para o Ensino Médio. Busca de fontes de recursos existentes nas comunidades, preocupação com segurança (inclusive com estudo de toxicologia) uso de oficinas e elaboração de projetos de construção e/ou montagem de laboratórios em escolas de diferentes disponibilidades financeiras. Construção de aparelhagem e estudo de suas possíveis modificações para fins didáticos, sem prejuízo da validade da experiência proposta. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD 095 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo T 40 00 P Pré-requisito(s): sem pré-requisito Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: Estudo e análise do sistema educacional brasileiro, considerando os aspectos legais, sóciopolíticos, administrativos, pedagógicos e financeiros, enfatizando a organização dos sistemas de ensino nos diversos níveis e modalidades. Análise das políticas públicas de educação no Brasil. Educação Básica na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96). * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD 094 - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 0 P 68 E00 Função: Profissional Módulo T 00 P 40 Pré-requisito(s): Organização da Educação Brasileira Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: A psicologia como ciência: história, métodos e objeto. Principais abordagens psicológicas que fundamentam a psicologia educacional. Concepções sobre o processo de ensinoaprendizagem e suas implicações na relação educador(a)-educando(a). Contexto brasileiro e sócio educacional. Aspectos psicológicos da avaliação da aprendizagem.. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IADx55 - DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO I Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: ICADS Função: Profissional Carga horária: 68 T 00 P 68 E 00 Módulo P 40 Trajetória histórica da didática e formação de professores. Correntes pedagógicas e epistemológicas do fazer docente. Didática e metodologia no processo de conhecimento. * código provisório 50 Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 68 T 0 P 68 E 00 IAD X64- DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO II Modalidade: componente curricular Função: Profissional Pré-requisito(s): DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO I Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: Módulo P 40 Envolvimento do licenciado no espaço escolar, através da elaboração, realização e avaliação de oficinas pedagógicas de ciências naturais e química em classe levando em consideração a educação de jovens, adultos e para alunos portadores de necessidades especiais e/ou pertencentes a outros grupos culturais diferenciados. * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária:136 T 0 P 136 E00 IAD X75- DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO III Modalidade: componente curricular Função: Profissional Pré-requisito(s): DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO II Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: Módulo P 40 Docência em química junto às escolas do Ensino Fundamental, Estágio supervisionado: observação, co-participação e regência * código provisório Código e Nome do componente curricular: ICADS Carga horária: 136 T 0 P 136 E00 IAD X82- DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO IV Modalidade: componente curricular Função: Profissional Pré-requisito(s): DIDÁTICA E PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTÁGIO III Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória -Ementa: Módulo P 40 Docência em química junto às escolas do Ensino Fundamental, Seleção e organização de conteúdos e métodos de ensino. Escolha, organização e preparação de material para as atividades de docência. Revisão bibliográfica. Estudos em grupo de temas e questões relacionados ao estágio. Orientação para o desenvolvimento dos estágios supervisionados. Supervisão dos estágios. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD233- CÁLCULO A Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Natureza obrigatória ICADS Carga horária:102 T 68 P 34 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 40 Bacharelado obrigatória 51 Ementa: Funções. Limite. Continuidade. Teorema do Valor Intermediário. Assíntotas. Derivada. Taxas Relacionadas. Teorema do Valor Médio. Construção de gráficos. Problemas de Otimização. Antiderivada. A Integral definida. Teorema Fundamental do Cálculo. Técnicas de Integração. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD235- GEOMETRIA ANALÍTICA Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Sistemas Lineares, Vetores. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Retas e planos. Distância e ângulo. Posições relativas de retas e planos. Cônicas. Caracterização de cônicas. Identificação de cônicas. Coordenadas polares. Equações paramétricas das cônicas. Quádricas. Superfícies cilíndricas, cônicas e de revolução. Coordenadas cilíndricas e esféricas. Código e Nome do componente curricular: IAD251- CÁLCULO B Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 102 T 102 P 00 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Cálculo A e Geometria Analítica Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Aplicações de Integração, Seqüências, Séries Numéricas, Séries de potencias, Funções de Várias variáveis e Derivadas Parciais. Código e Nome do componente curricular: IAD 221- FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 102 T 68 P 34 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 20 Pré-requisito(s): Cálculo A Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Teoria: Conceitos e operações básicas relativos a cinemática e a dinâmica dos movimentos de translação e rotação. Lei de Newton. Energia e Potencial. Equilíbrio de corpos rígidos. Colisões. Prática: Medidas e erros, Análise gráfica, Atrito, Colisão, Conservação do momento linear, Estudos dos movimentos, Rotação e Conservação de energia. Código e Nome do componente curricular: IAD 223- FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 102 T 68 P 34 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 20 Pré-requisito(s): Física Geral e Experimental I Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória 52 Ementa: Teoria: Lei de Coulomb. O campo elétrico, Lei da Gauss, Potencial, Capacitância, Propriedade dos dielétricos, Corrente, resistência e força eletromotriz. Circuitos e instrumentos de corrente contínua, O campo magnético produzido por corrente, Força eletromotriz induzida, Correntes alternadas, Equações de Maxwell Prática: Uso de medidos elétricos, Deflexação elétrica, Potencial elétrico, Campo elétrico, Resistência ôhmica e não ôhmica, Diodo, Capacitores (carga e descarga), Campo magnético, Lei Faraday, Lei de Lenz, Circuito de ponte Wheatstone, Corrente alternada. * código provisório Código e Nome do componente curricular: IAD 159- MÉTODOS ESTATÍSTICOS Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: básica Módulo T 40 P 00 Pré-requisito(s): Cálculo A Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Estatística Descritiva, Medidas de posição ou tendência central, Medidas de dispersão ou variação, Coeficiente de variação de Pearson, Apresentação gráfica, Apresentação tabular, Medidas separatrizes (Quantis), Momentos, Coeficiente de Assimetria, Coeficiente de Curtose, Introdução a Teoria das Probabilidades, Teorema de Bayes, Variáveis Aleatórias, Modelos Probabilísticos Discretos, Modelos Probabilísticos Contínuos, Teorema Central do Limite, Distribuições amostrais, Teoria da estimação, Intervalos de confiança, Teoria da decisão (Testes de hipótese), Metodologia de um teste de hipótese, Teste do Qui-quadrado, Estatística não-paramétrica: uma introdução, Regressão linear simples, Regressão linear múltipla. Código e Nome do componente curricular: IAD 125- FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL IV Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 102 T 68 P 34 E 0 Função: básica Módulo T 40 P 20 Pré-requisito(s): Física Geral e Experimental III Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza obrigatória obrigatória Ementa: Teoria: Interferência, Difração, Polarização, Introdução a Relatividade, Os Primórdios da Teoria Quântica, Princípios Básicos da teoria Quântica. Prática: Dispersão de luz e índice de refração, interferência, difração e redes de difração, polarização da luz. Efeito fotoelétrico. * código provisório IAD 122 GEOLOGIA GERAL Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Optativas ICADS Função: Profissional Carga horária: 68 T 34 P 34 E 00 Módulo:T 40 P 00 53 Ementa: O universo, o sistema solar e a Terra. Estudos dos conceitos básicos relacionados com a Terra e seu interior: ondas sísmicas e a estrutura interna da Terra. O princípio da isostasia e o magnetismo terrestre. Os minerais e as rochas. Origem e classificação de rochas. Estrutura da litosfera e os fenômenos geológicos formadores e transformadores das rochas; formação dos solos; considerações sobre a tectônica de placas e a construção das cadeias de montanhas; evolução da paisagem; estudos dos oceanos e as águas superficiais; o meio ambiente e o homem. Mapas topográficos e geológicos e o princípio do mapeamento geológico IAD XX RECURSOS HIDRICOS ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Modalidade: componente curricular Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: Ciclo Hidrológico,Balanço Hídrico, Usos Múltiplos da água, Disponibilidade e demandas, Ação antrópica sobre os recursos hídricos, Planejamento Integrado dos recursos hídricos, Aspectos legais e políticos no planejamento dos recursos hídricos, Estratégias de conservação IAD XX GEOLOGIA AMBIENTAL Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Conceito de Geologia Ambiental, Relações Intercomponente curricularres, Riscos geológicos: escorregamentos, erosão, enchentes/inundações, subsidência e colapso de solos em área cársticas, solos colapsáveis e expansivos e sismos, Geologia e urbanização, Geologia e Saneamento, Análise das transformações condicionadas pela ocupação humana em regiões costeiras, Limitações dos recursos naturais, Rejeitos de mineração, Aspectos geológicos relacionados à seleção de áreas para disposição de resíduos sólidos IAD 317 HIDROGRAFIA Modalidade: componente curricular Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Compreender os conceitos, campos e métodos da Hidrografia suas interações com outras ciências e suas diferentes etapas. Caracterizar as etapas do Ciclo hidrológico e as intervenções antrópicas. Além de fatores condicionantes das águas superficiais e do escoamento fluvial. Fatores, regimes e classificação dos cursos d`água e das águas subterrâneas. Noções gerais de oceanografia e limnologia. Aspectos básicos da hidrografia brasileira. As bacias hidrográficas como unidade de planejamento. Análise dos recursos hídricos como contribuinte para o entendimento das atividades econômicas e relações internacionais. Alternativas de gestão dos recursos hídricos. 54 IAD XX - PEDOLOGIA ICADS Carga horária: 68 T 34 P 34 E 00 Modalidade: componente curricular Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Pré-requisito(s): Química geral e Química Analítica Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: Conceitos gerais da ciência do solo. Constituintes do solo. Morfologia do solo – horizontes e características morfológicas. Água do solo. Noções de química e mineralogia do solo. Fatores e processos pedogenéticos. Classificação de solos – evolução dos sistemas; principais classes de solos do Brasil e da Bahia.Conservação do solo. Solos da Bahia – Identificação e Características. IAD 320 - ETICA E FILOSOFIA ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Modalidade: componente curricular Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Estudo das principais concepções da Ética na história do pensamento, bem como dos conceitos e processos essenciais da prática moral. Será ainda possível, quando a concepção filosófica assim o permitir, arrolar a esse estudo questões atinentes ao conhecimento, visando, com isso, a apresentar uma compreensão mais sistemática do filósofo analisado. IAD 073 - BIOLOGIA CELULAR Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 102 T 68 P 34 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P 20 Pré-requisito(s): Nenhum Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa A biologia celular como objeto de ensino. Noções de microscopia e técnicas citológicas. Caracterização da célula como unidade funcional. Diferenças entre células animais e vegetais. Estudos dos processos celulares, moleculares e bioquímicos. A energia nos sistemas vivos: fermentação, respiração aeróbica e fotossíntese. O ciclo de divisão celular. IAD 234 B IO L O G I A M O L E CUL AR Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 34 P 34 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P 20 Pré-requisito(s): Biologia celular Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Mecanismos genéticos básicos. Regulação da expressão gênica. Divisão celular e câncer: alterações moleculares e patológicas; morte celular programada. Tópicos avançados em Biologia Molecular: noções de tecnologias do DNA, novas ferramentas no estudo da expressão gênica, transgênicos, diagnóstico de doenças genéticas, terapia gênica, técnicas moleculares em estudos de evolução e relações filogenéticas. Problemas atuais e Perspectivas da Biologia Molecular. IAD 175 MICROBIOLOGIA Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 34 P 34 E 00 Função: Módulo:T 40 P 20 55 Profissional Pré-requisito(s): SEM PRE REQUISITO Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: Introdução à Microbiologia: conceito, histórico. Estudo dos microrganismos enfatizando a morfologia, fisiologia e genética dos mesmos. Taxonomia e Sistemas de Classificação. Conhecimentos gerais sobre infecção e resistência. Domínios Archea e Bacteria. Organização e estrutura das Bactérias e das Cianobactérias. Citomorfologia, fisiologia e genética bacteriana. Ecologia de microrganismos. Controle de microrganismos por agentes químicos e físicos. Antibióticos. Fungos. Vírus. Ciclos do carbono, do nitrogênio e do enxofre. Noções e importância da microbiologia para Biologia, Engenharia Sanitária e Ambiental, na área da saúde, aplicada e industrial. IAD 104 ECO NO M I A I Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 68 T 68 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P00 Pré-requisito(s): SEM PRE REQUISITO Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: Conceitos básicos, evolução histórica do pensamento econômico e os elementos constitutivos do sistema econômico capitalista. A empresa capitalista: dos insumos à produção. O comportamento do consumidor e estruturas de mercado. A dinâmica da economia de mercado nos aspectos produtivo, distributivo, financeiro e externo. Globalização e a ordem econômica internacional: padrões, blocos regionais e países líderes do comércio internacional nos séc. XX e XXI. Crescimento e desenvolvimento econômico: o caso brasileiro. IAD XX GESTÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária:68 T 68 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Pré-requisito(s): SEM PRE REQUISITO Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa Ementa: História da questão ambiental, as relações do homem com o meio ambiente. As principais vertentes do desenvolvimento sustentável: aspectos sociais e culturais. A demanda por energias alternativas e as economias mundiais. Instrumentos econômicos da gestão ambiental em um cenário de problemas ambientais crescentes. Gestão dos recursos hídricos, meio ambiente e comércio exterior. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável no Brasil: aplicações para o Oeste baiano. . IAD XX RESPONSABILDADE SÓCIO AMBIENTAL Modalidade: componente curricular ICADS Carga horária: 34 T 34 P 00 E 00 Função: Profissional Módulo:T 40 P 00 Pré-requisito(s): SEM PRE REQUISITO Modalidades Licenciatura Bacharelado Natureza optativa optativa 56 Meio ambiente e sociedade: evolução da percepção de questões ambientais e a participação da sociedade. O meio ambiente como palco de tensões sociais. Análise da questão ambiental sob a ótica social e política. Desenvolvimento sustentável, meio ambiente e os papéis dos agentes na dinâmica ambiental. Responsabilidade social no contexto ambiental: análise e compreensão dos processos, antecedentes e conseqüências. Barreiras e região oeste da Bahia e a responsabilidade sócio ambiental. 57 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CAMPUS PROF. EDGARD SANTOS INSTITUTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COLEGIADO DE GRADUAÇÃO EM QUÍMICA REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA PROJETO PEDAGOGICO-2007 NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO I. O CURSO DE QUÍMICA E SUAS MODALIDADES O Curso de Química funciona de acordo com as normas, regulamentos e Regimento Geral da UFBA e o Regimento do Colegiado de Química. É oferecido nas modalidades Licenciatura (126.120) e Bacharelado (126.130). A partir do concurso vestibular 2008, os alunos ingressantes no Curso devem ser matriculados na modalidade Bacharelado (126.130), considerando que esta modalidade é a que melhor traduz o tronco comum de componentes curriculares das modalidades oferecidas. A escolha por uma das outras modalidades, como primeira graduação em Química, poderá ser feita a qualquer momento no decorrer do Curso, respeitado o calendário a ser divulgado pelo Colegiado, recomendando-se como situação ideal que: ## A opção pela modalidade Licenciatura (126.120) seja feita no decorrer da integralização da CH/ componentes curriculares previstos para o terceiro semestre do Curso. No início de cada semestre letivo, preferentemente no decorrer do período de inscrição em componentes curriculares, o Colegiado receberá as solicitações referentes a alteração cadastral, em formulário próprio. Os alunos ingressos em período anterior a 2008, deverão solicitar alteração cadastral, para primeira modalidade, mediante requerimento ao Colegiado, em período a ser divulgado por este. Não havendo manifestação, serão mantidos nas modalidades nas quais estão cadastrados. 58 II. SEGUNDA MODALIDADE Os alunos do Curso de Química poderão cursar concomitantemente as duas modalidades oferecidas, conforme art. 13, Inciso I, II e III do Regulamento de Ensino de Graduação (REG) em vigor. A colação de grau para os alunos que cursam as duas modalidades só será permitida em períodos diferentes. A manifestação de opção por uma segunda modalidade deverá ser feita conforme item II destas normas, afim de que o aluno receba a orientação acadêmica adequada. O Colegiado deverá estabelecer orientações sobre esta simultaneidade. Os critérios para a concessão de permanência no curso e o reingresso como Portador de Diploma em caráter especial para segunda modalidade, assim como para as transferências internas de caráter especial são previstos nos artigos 42, 46, e 47 do REG seção VII; Resolução 01/2007 do CONSEPE e Instrução Normativa 01/06 da Câmara de Ensino e Graduação, considerando o novo currículo proposto e as adaptações curriculares que se façam necessárias. III. INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Para fazer jus ao grau e ao diploma, o aluno ingressante a partir do semestre de implantação do novo currículo, deverá cumprir a carga horária mínima conforme distribuição no quadro seguinte. Os alunos ingressos em períodos anteriores submeterse-ão às normas de adaptação curricular definidas no projeto pedagógico: Modalidades Item do currículo LICENCIATURA Mínimo de CH a Horas cumprir 3022 Natureza Obrigatória Componentes curriculares (conteúdos básicos e profissionais do curso) 2142 Profissionais da Habilitação 272 Estágio supervisionado 408 Atividades Complementares(1) 200 Atividades extra-classe(1) * Natureza optativa/ Conteúdos específicos Componentes curriculares Optativas: 204 Grupo A específicos da habilit. ou Grupo B - de outros cursos da UFBA TOTAL CH MÍNIMA EXIGIDA PELA LEGISLAÇÃO BACHARELADO Mínimo de CH a Horas cumprir 2954 2414 340 200 204 272 272 3226 2800(2) 3226 2400(3) PQ- Projetos em Química; TCC- Trabalho de Conclusão do Curso; (1) a definir em resolução própria do Colegiado; •atividades extra-classe : IC, extensão, ACC, estágios, monitorias, participação em eventos, oficinas, etc. (2) Resolução CNE/ CP nº 2/ 2002; (3) Parecer CNE/CES N0: 329/2004, 11.11.2004, p.16 59 A avaliação curricular para fins de colação de grau e emissão de diploma deverá considerar: -Para os componentes de natureza obrigatória: carga horária e número de componentes curriculares/atividades cumpridas, conforme quadros curriculares em vigor; -Para os componentes de natureza optativa, querem sejam de conteúdos específicos ou complementares, componentes curriculares ou atividades: a carga horária mínima exigida será estabelecida conforme os regulamentos a serem definidos pelo Colegiado. Num percurso ideal, os alunos cursarão os componentes curriculares obrigatórios na seqüência estabelecida nos quadros curriculares apresentados para cada modalidade. Os componentes curriculares optativos serão de livre escolha do aluno, obedecidas as cargas horárias mínimas a cumprir dos Grupos – A e B. Para a modalidade Licenciatura, a carga horária mínima exigida de componentes curriculares optativos será de 204 h, sendo computados a soma da carga horária total das disciplinas cursadas durante o curso. Já para a modalidade Bacharelado a carga horária mínima exigida de componentes curriculares optativos é de 272 h, sendo que, como na Licenciatura, serão computados a soma da carga horária total das disciplinas cursadas. IV. PRÉ-REQUISITOS, E REQUISITOS SUGERIDOS Os componentes curriculares obrigatórios e alguns optativos devem ser cursados obedecendo ao sistema de requisitos proposto nas estruturas curriculares de cada modalidade. Os pré-requisitos - componentes curriculares cujo conteúdo é considerado imprescindível para que os assuntos abordados em determinado(s) componente(s) curricular(es) possam ser aprendidos de forma, no mínimo, razoável devem ser cumpridos antes da inscrição no(s) componente(s) curricular(es) que o(s) exige(m). Os critérios para a concessão de cursar estes componente(s) curricular(es) em paralelo com o(s) pré-requisito(s), deverão ser estabelecidos pelo Colegiado, considerando as resoluções da CEG em vigor. 60 V. ESTÁGIOS V.1. ESTÁGIO CURRICULAR Os alunos que optarem pela modalidade Bacharelado devem programar suas atividades de modo a cumprirem a carga horária em componentes curriculares obrigatórias e optativas até o penúltimo semestre, ficando com o semestre de conclusão dedicado à execução do estágio supervisionado obrigatório. Entretanto o aluno poderá realizá-lo a partir do 6º semestre mediante solicitação e aprovação do colegiado. Os estágios supervisionados obrigatórios para as modalidades Bacharelado ficarão alocados no Colegiado do Curso. Os alunos da modalidade bacharelado, poderão requerer convalidação do estágio obrigatório, pela atividade de iniciação científica comprovada devidamente. As normas de convalidação serão definidas em resolução própria do colegiado Os alunos que optarem pela modalidade Licenciatura farão estágios supervisionados obrigatórios após terem concluído no mínimo 50 % da carga horária do curso, ou seja, do 50 ao 8° semestres, conforme quadro curricular da modalidade. Estes estágios se constituirão um conjunto de experiências diversificadas desenvolvidas em diferentes instituições ou serviços educacionais e serão coordenados pelo colegiado do curso de química e/ou pelo(s) responsáveis da área de educação. A seguir são descritas as Regulamentações para o estágio obrigatório das modalidades Licenciatura e Bacharelado. Estas regulamentações contemplam as normas para o desenvolvimento dos estágios supervisionados obrigatórios, estabelecidas conforme art. 83 do Regulamento de Ensino de Graduação, 2006. V.1.1. – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA O CURSO DE QUÍMICA UFBA/ICADS MODALIDADE LICENCIATURA O estágio supervisionado em química modalidade licenciatura deve constituir-se em um momento de aquisição e aprimoramento de conhecimentos e habilidades essenciais ao exercício profissional, tendo como função promover a integração entre teoria e prática. Tratando-se de uma experiência com dimensões formadora, legalmente o estágio deve proporcionar ao aluno-docente a participação em situações reais de vida e trabalho, explorando as competências básicas indispensáveis para a qualidade da sua formação e 61 atuação profissional, requerendo, assim, consciência crítica da realidade educacional e de suas articulações. O estágio supervisionado será distribuído em 4 (quatro) disciplinas (Didática e Práxis Pedagógica I, II, III e IV), terá início no V semestre do Curso e encerrar-se-á no VIII Semestre, totalizando uma Carga Horária de 408 horas. Com o propósito de proporcionar uma visão mais ampla do ensino básico, o estágio supervisionado deverá ser desenvolvido nas três séries do Ensino Médio, podendo. Durante o estágio, o aluno-docente deverá: realizar atividades de observação da gestão e da organização do ambiente escolar; participar de reuniões pedagógicas; conhecer o projeto político pedagógico da escola; investigar as dificuldades de aprendizagem em química dos alunos; investigar o papel do professor de química na escola; discutir o planejamento de química com o professor titular e investigar as premissas que nortearam sua construção; também devem a partir do diálogo com o professor titular, coordenadores e docente da Universidade, planejar e desenvolver diferentes atividades de ensino, planejar e executar unidades didáticas a serem aplicadas durante o período de regência de classe. O estágio supervisionado será distribuído do seguinte modo: • Didáticas e Práxis Pedagógica I, ofertado no V semestre • Didáticas e Práxis Pedagógica II, ofertado no VI semestre • Didáticas e Práxis Pedagógica III, ofertado no VII semestre • Didáticas e Práxis Pedagógica IV, ofertado no VIII semestre Para todos os semestres, os alunos-docentes sempre deverão realizar planejamento das atividades a serem realizadas dentro ou fora da sala de aula, utilizando as recentes contribuições da pesquisa em ensino de química e buscando incorporar novas metodologias que privilegiem a participação ativa do aluno, como, por exemplo: pesquisas de campo, oficinas, dinâmicas de grupo, aula expositiva dialogada, demonstração e discussão de experimentos, procurando tornar o ensino mais significativo. Para desenvolver a sua regência, o aluno-docente deverá entregar ao professor da disciplina, para uma discussão prévia, um projeto contendo o planejamento pedagógico da unidade didática que será desenvolvida. Ao final do semestre, o alunodocente deverá entregar um relatório discursivo em anexo contendo todas as atividades desenvolvidas no estágio. 62 O aluno-docente só começará a sua regência após a avaliação do projeto pelo professor do componente curricular e encaminhamento do projeto para o professor regente. A avaliação do aluno-docente se constituirá em desenvolvimento de um projeto de planejamento pedagógico e no final do semestre deverá apresentar um relatório de observação e co-participação. Conforme Resolução CNE/CP 02/2002, art. 1º, inciso IV, PARÁGRAFO ÚNICO, os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica, poderão ter redução da carga horária do Estágio Curricular até o máximo de 200 (duzentas) horas. Dessa forma, o aluno que exerça atividade regular na educação básica poderá requerer redução de até 200 horas da carga horária, podendo dispensar as disciplinas Didáticas e Práticas III e IV, conforme análise prévia do Colegiado do Curso de Química. Na análise será observada a carga horária de docência na área de química, em estabelecimento devidamente credenciado pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Os casos omissos deverão ser apreciados pelo Coordenador do componente curricular e do Colegiado de Curso, que poderão levá-los ao plenário do Colegiado, não cabendo recurso da decisão, por parte do aluno. V.1.2. – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA O CURSO DE QUÍMICA UFBA/ICADS MODALIDADE BACHARELADO Art. 1° - O estágio supervisionado constitui, através da disciplina ESTÁGIO SUPERVISIONADO, parte obrigatória do currículo do Curso Química modalidade bacharelado. § Único - Entende-se por atividades de estágios aquelas atividades nas quais o aluno, pelo convívio direto com problemas científicos, técnicos e de relacionamento humano terá oportunidade de ampliar criticamente seus conhecimentos, e atingir uma satisfatória integração teoria+atividade profissional. Art. 2º - Os estágios serão planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos e programas das disciplinas do curso, constituindo complementação à aprendizagem e elemento de integração teoria-prática profissional. 63 Art. 3° - O estágio dos alunos de Bacharelado em Química será realizado: a) na própria Universidade, junto aos laboratórios de pesquisa; b) em outras instituições de ensino superior; c) em órgãos da Administração Pública; d) junto a Pessoas Jurídicas do Direito Privado. § 1°- O estágio só será realizado junto a entidades que tenham plenas condições de propiciarem ao estagiário, condições reais de aprendizagem e interação teoria-prática. § 2º - Cabe ao Coordenador de Estágios do curso de Química pronunciar-se sobre o disposto no §1o deste artigo, devendo o Colegiado do Curso de Química homologar a decisão. § 3º - Para a realização de estágio junto a pessoas jurídicas do Direito Privado e Público será necessária a existência de instrumento jurídico entre a Instituição de Ensino e a entidade em que se realiza o estágio, nos termos da lei. Art. 4° - O Coordenador de Estágios do Curso de Química será indicado pelo colegiado do curso sendo obrigatoriamente um de seus membros. § 1° - A carga horária mínima para o Estágio será de 340 horas, realizadas preferencialmente no oitavo semestre letivo do curso, podendo ser realizado a partir do sexto semestre mediante solicitação e aprovação do Colegiado. § 2° - Por solicitação do aluno e após apreciação e aprovação do Colegiado do curso de Química, poderão ser consideradas as 340 horas de estágio quando se tratar de aluno envolvido em Projetos de Pesquisa Institucional, Prestação de serviços a projetos financiados por empresas, desde que estes projetos estejam vinculados à UFBA e/ou com atividades de pesquisa em um mesmo laboratório deste Instituto ou de outra Unidade/Órgão afins há pelo menos quatro semestres. Art. 5º - O estagiário deverá optar por estágio em uma das áreas de conhecimento de química: 64 a) Química Inorgânica; b) Química Orgânica; c) Química Analítica; d) Físico-Química; e) Bioquímica; f) áreas de interface. § 1º- O coordenador de estágios indicará ao estagiário um orientador que atue na área específica escolhida. § 2º- O orientador/supervisor poderá pertencer aos quadros do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável ou outras Unidades da Universidade Federal da Bahia, a outras instituições de ensino superior, órgãos públicos ou pessoas jurídicas Direito Privado. § 3º- No caso da opção por orientador/supervisor externo ao quadro docente do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável, caberá ao Coordenador de Estágio nomear um dos docentes do Colegiado de Química/UFBA como “assessor”, para fazer o acompanhamento do estágio. § 4o – O estagiário elaborará em comum acordo com o orientador um "plano de estágio", do qual constará uma breve introdução teórica, objetivos, cronograma, metodologia a ser utilizadas. § 5o - O "plano de estagio" deverá ser aprovado pelo Coordenador de Estágios em até 30 dias após o processo de matrícula, sob pena de cancelamento da matrícula na componente curricular Estágio Supervisionado. § 6° - Cabe recurso ao Colegiado de Curso contra a não aprovação do plano de estágio pelo Coordenador de Estágio. Art. 6o - O orientador do estágio acompanhará o planejamento e a execução das atividades previstas. 65 § 1º- No caso de orientador externo ao quadro docente do Colegiado/UFBA, o acompanhamento estender-se-á ao assessor interno. § 2º- A avaliação do orientador e do assessor interno, quando for o caso, dar-se-á em formulário para tal fim elaborado pelo Coordenador de estágios e aprovado pelo Colegiado do Curso. § 3º- Cabe ao orientador do plano verificar a freqüência do estagiário. Art. 7º - Ao término do estágio o estagiário elaborará um relatório final de suas atividades, que deverão estar de acordo com o plano inicialmente aprovado, e que deverá incluir: introdução teórica do assunto da pesquisa, objetivos, resultados obtidos, metodologias utilizadas, bibliografia, apreciação crítica do estágio, acompanhado da avaliação de desempenho encaminhada pelo orientador e pelo assessor interno, quando for o caso. § Único - O relatório deverá ser entregue por ocasião do término do semestre letivo, para que possa ser avaliado, atribuído nota e reconhecida a carga horária do Estágio. Art. 8º - Dos Direitos e Deveres do Estagiário. § 1º São direitos do Estagiário: a) Ter acompanhamento efetivo pelo orientador/supervisor; b) Ter uma jornada de trabalho compatível com o horário escolar; c) Receber treinamento de segurança; d) Receber equipamento de proteção individual; e) Estar segurado contra acidentes pessoais; f) Ser isento de cobrança de qualquer valor, a título de remuneração, taxa ou multa referente às providências administrativas; g) Recorrer de decisões do orientador/supervisor na Coordenação do Curso de Química; h) Apresentar sugestões de aprimoramento; 66 § 2º São deveres do Estagiário: a) Conhecer e cumprir os termos deste Regulamento de Estágio Curricular; b) Respeitar as normas da sede do estágio; c) Cumprir integralmente o plano de estágio elaborado; d) Atender às solicitações do orientador/supervisor; e) Comunicar ao orientador/supervisor sua ausência ou fatos que interfiram no andamento do estágio; f) Guardar sigilo sobre documentos e projetos de uso exclusivo; g) Entregar o plano e o relatório de estágio nos prazos estipulados pelo Coordenador de estágio; h) Comunicar formalmente ao Coordenador de estágio toda e qualquer alteração no contrato e em sua situação escolar, tais como: rescisão de contrato, trancamento ou cancelamento de matrícula e transferência. Art. 9º - Dos Direitos e Deveres do Orientador/Supervisor. § 1º São direitos do Orientador/Supervisor: a) Receber o plano de estágio; b) Declinar da indicação como orientador/supervisor do estágio; c) Ser informado sobre os prazos de entrega do plano e relatório de estágio; d) Orientar no máximo 03 estagiários por semestre; § 2º São deveres do Orientador/Supervisor: a) Avaliar o plano de estágio, verificar sua viabilidade e acompanhar sua execução; b) Orientar os estagiários na execução dos trabalhos no estágio e elaboração dos relatórios; c) Garantir os subsídios necessários à realização do estágio conforme plano de estágio aprovado; d) Avaliar o relatório final do estágio. Art. 10º - Além das atividades que lhe são atribuídas por portarias ou decisões dos órgãos superiores da Universidade, competem ao Coordenador de Estágios: 67 a) supervisionar a realização dos estágios curriculares do Curso de Bacharelado em química; b) indicar ou corroborar os orientadores para os estagiários; c) pronunciar-se sobre a adequação da instituição em que se realizar o estágio; Art. 11º - Os casos omissos serão analisados e julgados pelo Colegiado do Curso de Química. VI. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) A carga horária em atividades complementares obrigatória ficou estabelecida em 200h e, será integralizada através de estudos de natureza optativa. Os conteúdos complementares de natureza optativa se constituirão no aproveitamento de estudos e práticas na área de química e áreas afins realizadas ao longo de todo o Curso tais como: monitorias, cursos livres, participação em projetos de pesquisa e extensão, estágios não obrigatórios, programas especiais institucionais, participação em eventos acadêmicos e quaisquer outras atividades similares, tais como atividade interdisciplinar em comunidade (ACC). Podem ser aproveitadas também componentes curriculares de graduação cursadas além das exigidas pelo Curso. Os conteúdos complementares poderão ser cumpridos ao longo do Curso, do primeiro ao último semestre. Para validação destas atividades o aluno deverá encaminhar, no período de orientação acadêmica, ao professor tutor um relatório (Anexo 1) das atividades realizadas até aquela data, (caso não tenham sido validadas anteriormente), anexando fotocópia dos documentos comprobatórios de sua participação (certificado, atestado, etc). Este relatório será analisado pelo professor tutor, a quem cabe indicar, de acordo com a tabela de carga horária já estipulada pelo Colegiado do Curso, a carga horária válida das atividades relatadas, de acordo com as normas deste regulamento, após o que deve encaminhar ao Colegiado do Curso para deferimento e registro. Caberá ao Colegiado informar à Secretaria Geral dos Cursos as horas validadas por aluno, por semestre, para registro do histórico escolar do mesmo e dar guarda aos relatórios até a expedição do diploma de graduação do aluno. Os alunos que não apresentarem comprovação de cumprimento das atividades complementares, conforme carga horária definida nas propostas de currículos e dentro das condições estabelecidas nas normas e resoluções específicas referidas permanecerão 68 inscritos por tantos semestres quantos os necessários para integralização da carga horária, obedecidos os prazos máximos de conclusão de cada modalidade. As horas de monitoria, estágio extracurricular e outras atividades contempladas no componente curricular AC não poderão ser utilizadas para dispensa de Estágio de Ensino Supervisionado ou de qualquer outro componente curricular, obrigatório ou optativo. O Curso de Química dispõe de uma tabela dessas AC e respectiva carga horária atribuída e aprovada no Colegiado do Curso. No entanto, e para atender a um curso/projeto de profissão deve o Colegiado do Curso rever, sempre que necessário, este elenco de atividades visando sempre a formação profissional. Outras atividades, que não as listadas abaixo, podem ser julgadas pelo colegiado. TABELA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Nº 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 13 ATIVIDADE COMPLEMENTARES Monitoria Iniciação Científica Estágio – Projeto de Extensão Publicação do aluno com Professor Orientador Participação em eventos com apresentação de trabalhos Participação em eventos sem apresentação de trabalhos Monitoria em evento Curso/Oficina/Grupo de Estudo Período C. Horária 6 meses 25 horas 1 ano 50 horas 1 ano 50 horas 30 h/publicação (sem limite) 20 h (sem limite) 05 horas / 30 horas 10 horas / monitoria Carga horária cursada Estágio Extra Curricular na área ou áreas afins 1 ano 50 horas Representação estudantil nos Conselhos e Colegiados do ICADS 1 ano 20 horas Participação em Empresa Júnior “Curso completo de Língua Estrangeira realizado durante o período de integralização da graduação * 1 ano 30 horas 30 horas 69 14 15 16 17 18 “Curso completo de Informática realizado durante o período de integralização da graduação * Estágio em ensino de Ciências e Química (rede pública e mínimo de 02 semestres letivos) Participação em Campanhas de saúde durante o período de integralização do curso (vacinação, epidemias e prevenção). Participação em organização de eventos de natureza técnico-científica 30 horas 30 horas 3 h / campanha 12 horas 08 h / evento 16 horas 1 h / atividade 20 horas Mostra comentada de vídeos técnicos durante o período de integralização do Curso * Carga horária abaixo de 30 horas, a pontuação obedecerá a carga horária informada no certificado. Obs.: Os itens 13 a 17 são atividades complementares reconhecidas pelo Colegiado e o seu somatório terá uma pontuação máxima de 150 horas 70 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Colegiado do Curso de Química Relatório de Atividades Complementares - Semestre Letivo _______. __ Aluno: _________________________________________ Matrícula: _______________Habilitação: _____________________ Item Título da Atividade Data Entidade Promotora CH Total Para Uso do Professor Tutor Grupo da Atividade Tipo de C.H. Válida (Ensino/Extensão/Pesquisa) Atividade 1. 2. 3. 4. 5. 6. Total de Carga Horária Válida Barreiras, ________ de _______ de 20__ Assinatura do Aluno___________________________________ Assinatura do Professor Tutor Deferimento do Colegiado Via Aluno Entrega do Relatório e Comprovantes de Formação Complementar para o semestre 20____.__ Aluno: _________________________________________________________Data de Entrega: ____/____/____ Assinatura do Professor Tutor : _________________________ 71 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Colegiado do Curso de Química Ficha de Acompanhamento do Aluno em Atividades Complementares Aluno: ________________________________________________ Nº Matrícula: _________________ Habilitação:______________________ PONTOS JÁ VALIDADOS Semestre ATIVIDADES GRUPOS 1 2 3 4 5 6 7 Total 8 9 10 Disciplinas Atividade de Ensino Monitoria no Curso Monitoria em Entidades de Educação Básica Estágio em entidades ou projetos de ensino Atividade de Extensão Participação em Seminários, Palestras, Congressos, Encontros Participação em cursos, oficinas e similares Estágios extracurriculares Execução de ações de Extensão Estágio Técnico ou de Iniciação Científica Trabalhos publicados na íntegra (até 30 h cada) Atividade de Pesquisa Resumos publicados em anais (até 20h cada) Apresentação de trabalhos em congresso (até 20h cada) 72 VII –PROJETOS EM QUÍMICA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO As atividades, Projetos em Química (PQ-34 h) e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC-68 h) ficarão vinculadas ao Colegiado do Curso de Química. A inscrição nestas atividades dar-se-á nos semestres indicados na estrutura curricular de cada modalidade do Curso. O aluno, ao cursar a atividade Projetos em Química, definirá o objeto de estudo do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC), em quaisquer campos da Química compatíveis com os componentes curriculares oferecidos no Curso, e elaborar o correspondente projeto, para submissão e deliberação do colegiado de Química. A atividade acadêmica Projetos em Química é obrigatório para as modalidades licenciatura e bacharelado e tem como objetivos a pesquisa e organização do material bibliográfico selecionado e, elaboração de um plano preliminar de trabalho a ser desenvolvido posteriormente no Trabalho de Conclusão do Curso. Haverá um Professor Orientador para uma turma e/ou para um grupo de alunos. As etapas do Projeto em Química serão: i) acompanhamento da execução da elaboração do projeto de pesquisa; ii) avaliação das versões provisórias e do texto final do projeto pelo docente orientador; iii) como etapa final o estudante deverá apresentar o projeto, sob a forma de texto escrito, iv) e fazer uma defesa oral perante a Comissão Avaliadora composta pelo orientador mais dois docentes indicados pelo docente orientador e pelo aluno. Num prazo de até 30 dias antes do término do componente curricular Projeto em Química, o discente deverá entregar ao orientador, uma cópia do projeto de pesquisa contendo introdução, revisão bibliográfica, justificativa, objetivos, material e métodos, resultados e cronograma. Este projeto será avaliado pelo professor orientador, e devolvido ao estudante até 15 dias antes do término da disciplina, para correções, quando necessárias. Após as correções, o discente deverá providenciar três vias do Projeto impressas (uma para o Orientador e as outras para os demais membros da banca examinadora). A nomeação da Banca deverá se feita pelo colegiado do Curso que marcará a data da defesa do Projeto. A aprovação final do aluno cabe à banca examinadora, que lavrará uma ata de defesa indicando a nota do aluno de 0 a 10 pontos, que deverá ser encaminhada (pelo orientador) à coordenação de curso. 73 O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade acadêmica, obrigatória para a finalização do Curso de Química, modalidade licenciatura e bacharelado. É orientada por um docente e deverá ser apresentada na forma de Monografia. VII.1 Dos Objetivos O Trabalho de Conclusão de Curso, tem por objetivos: estimular a capacidade investigativa/produtiva do discente e proporcionar a vivência entre estudantes e profissionais, contribuindo para a formação básica, profissional e científica. Este trabalho é considerado como um instrumento formativo ligado a uma atividade ou trabalho de contato direto com laboratórios de pesquisa, e/ou locais escolhidos para tanto, englobando a elaboração de um projeto, revisão bibliográfica (elaborado previamente na atividade Projeto em Química), e a condução de um trabalho prático, à finalização e apresentação dos resultados. VII.2 Das Definições O Trabalho de Conclusão de Curso será constituído por um trabalho desenvolvido sobre um tema específico, não necessariamente inédito, de pesquisa, ensino ou extensão, conforme projeto aprovado em Projetos em Química. . VII.3 Das Disciplinas e Procedimentos Necessários 1) O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser realizado com rigor técnicocientífico, onde o aluno deverá expressar domínio do conteúdo abordado e demonstrar capacidade de reflexão crítica sobre o assunto; 2) Haverá uma turma para cada Professor Orientador; 3) Será desenvolvido sob orientação acadêmica e as etapas do TCC serão: i) acompanhamento da execução do cronograma de pesquisa; ii) avaliação das versões provisórias e do texto final da monografia pelo docente orientador; iv) como etapa final o estudante deverá apresentar a monografia, sob a forma de texto escrito, e fazer uma defesa oral perante a Comissão Avaliadora, composta pelo orientador mais dois docentes indicados pelo docente orientador e pelo aluno. 74 4) Até 30 dias antes do término da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, o discente deverá entregar ao orientador, uma cópia do projeto de pesquisa contendo introdução, revisão bibliográfica, justificativa, objetivos, material e métodos, resultados e cronograma: i) Este projeto será avaliado pelo professor orientador, e devolvido ao estudante até 15 dias antes do término do componente curricular, para correções, quando necessárias; ii) Após as correções, o discente deverá providenciar três vias da Monografia impressas (uma para o Orientador e as outras para os demais membros da banca examinadora) e entregar a versão definitiva num prazo máximo de 10 dias antes da data da defesa; iii) A nomeação da Banca deverá se feita pela colegiado do Curso que marcará a data da defesa da monografia; iv) A data da defesa deverá ocorrer dentro do calendário acadêmico vigente; v) A aprovação final do aluno cabe à banca examinadora, que lavrará uma ata de defesa indicando a nota do aluno de 0 a 10 pontos, que deverá ser encaminhada (pelo orientador) à coordenação de curso até, 15 dias antes da colação de grau do aluno, acompanhada de uma cópia da monografia, em mídia,com as correções sugeridas pela banca examinadora. VII.4 Sobre a Orientação 1) A orientação para o desenvolvimento da Monografia deverá ser garantida a todos os alunos do Curso de Química. Deverá ser exercida por um orientador pertencente ao quadro de professores do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável. i) O projeto de pesquisa e/ou monografia, a critério do orientador, terá um coorientador. ii) No caso de impossibilidade de continuidade da orientação por motivo de qualquer natureza, a mesma deve ser comunicada por escrito à Coordenação do Curso de Química, pelo Orientador ou pelo discente, com a devida justificativa. Caberá à Coordenação do Curso de Química proceder a substituição ou tomar as providências cabíveis. VII.5 Sobre a Avaliação da Monografia 75 Será considerado aprovado o estudante que obtiver média final igual ou superior a 5,0 e entregar a cópia impressa e em mídia no prazo estabelecido. VII.6 Dos Casos Omissos Os casos omissos nesse regulamento serão apreciados e deliberados pelo Colegiado de Curso. VIII. TURNO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO O curso funcionará, para a oferta de componentes curriculares obrigatórias e optativas, em turmas organizadas a partir do semestre de ingresso, nos turnos matutino com duração de 04 a 06 horas-aula diárias. O Colegiado deverá apresentar à Congregação do Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável proposta de implantação de oferta do Curso em regime de turno(s), permitindo que os alunos disponham do turno oposto para outras atividades acadêmicas ou que os alunos trabalhadores organizem mais adequadamente seus horários, podendo conduzir seus estudos de forma mais coerente e dedicada. IX. ORIENTAÇÃO ACADÊMICA O Colegiado do curso de química, de forma integrada com os outros Colegiados do Instituto, através do seu quadro de docentes permanentes, orientará os alunos na sua trajetória curricular. No início do primeiro semestre letivo, os novos discentes serão incluídos nas listas de orientação acadêmica, sob a responsabilidade de Professores Orientadores. O Colegiado deverá proporcionar ao Professor Orientador as informações e as condições necessárias para que seja possível o acompanhamento do desempenho acadêmico dos discentes sob sua responsabilidade, assim como a orientação adequada quanto à escolha dos componentes curriculares, sobretudo os optativos e a simultaneidade de modalidades. Os discentes deverão informar com antecedência ao Colegiado, diretamente ou através de seu Professor Orientador, eventuais problemas na integralização curricular, quer por dificuldades de cumprimento de componentes curriculares obrigatórios e/ ou optativos e/ou das atividades complementares, como de qualquer pendência acadêmica. 76 X. AVALIAÇÃO INTERNA O Colegiado, de forma integrada com os colegiados do Instituto e em consonância com o Programa Institucional da UFBA de Auto-Avaliação, deverá instituir um programa de avaliação periódica do curso. XI. PRAZOS As resoluções e critérios mencionados nestas normas e que são da competência do Colegiado devem estar estabelecidos num prazo de 60 dias após a aprovação do projeto de reestruturação curricular pela CEG. 77