MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO Ata da 4ª Reunião entre ProET, Diretores de Ensino, Coordenação Técnico Pedagógica, Diretoria de Rede de Assistência Estudantil Ao décimo quarto dia do mês de outubro de dois mil e catorze, às duas horas e quinze minutos, realizou-se, na Sala de Reuniões da Reitoria e através de videoconferência a quarta reunião entre a Pró-Reitoria de Ensino Médio e Técnico, os Diretores de Ensino, membros da Coordenação Técnico Pedagógica e a Diretoria de Rede de Assistência Estudantil. A lista de presentes encontra-se em anexo. A reunião foi iniciada pelo pró-reitor em exercício Anderson Chalaça com a leitura da proposta de pauta que consistia na discussão sobre instrumentos de avaliação no processo de recuperação paralela e troca de experiências sobre as formas de implementação deste tipo de recuperação de estudos. Pedro Paulo Merat (diretor de ensino, campus Duque de Caxias) solicitou acrescentar à pauta uma reivindicação do campus Duque de Caxias pela impossibilidade de realização da recuperação paralela em 2014.2. A reunião iniciou com o relato sobre a situação do campus Duque de Caxias. Suíze Martins (CoTP, campus Duque de Caxias) relatou que o campus realizou duas reuniões este mês com a DE, CoTP e docentes do campus, onde foi discutido que o campus deveria reivindicar um calendário próprio para garantir a recuperação final. Daniel Vieira (diretor de ensino, campus Rio de Janeiro) relatou que a reivindicação do seu campus é a mesma. Fernando Brame (ProET, reitoria) contraargumentou que a recuperação paralela já foi acordada com todos os diretores de ensino e que os campi não podem ter uma temporalidade paralela no que tange ao calendário, contudo, a forma de realização da recuperação paralela caberá a cada campus. Ana Paula Bemfeito (diretora de ensino, campus Volta Redonda, via vídeo conferência) relatou que em Volta Redonda a recuperação paralela será realizada por meio de estudos orientados ao longo do semestre e preservando-se dez dias finais de estudos de recuperação nos 100 dias letivos. Pedro Paulo Merat (diretor de ensino, campus Duque de Caxias) destacou que Duque de Caxias realizará aos sábados os conselhos de classe durante 2014.2. Ana Cristina Lacerda (CoTP, campus Rio de Janeiro) enfatizou que os setores já estão sobrecarregados pela não efetividade da recuperação de estudos no IFRJ, ponderando que, se adotarmos novas práticas, poderemos ter a chance de melhorar este quadro. Dado que o grupo compreendeu a impossibilidade de atenção da reivindicação do campus Duque de Caxias, o pró-reitor em exercício retomou o primeiro ponto de pauta. Rosi Rezende (diretora de ensino, campus Engenheiro Paulo de Frontin) informou que o campus está se preparando para trabalhar a recuperação paralela também com os recursos de EaD. Marcelo Castro (diretor de ensino, campus Pinheiral) destacou que a utilização de EaD seria massacrante para os alunos que estudam em período integral. Para os cursos integrados, o campus Pinheiral reservará os horários vagos na grade para a realização da recuperação paralela, mas ainda não construíram uma proposta para os cursos concomitantes. Uma alternativa poderá ser reduzir dois dias de aulas para estudos de recuperação, enquanto o grupo de alunos com rendimento satisfatório poderá participar de uma atividade acadêmica extraclasse. Fernando Brame (ProET) esclareceu que todas as propostas de estratégias pedagógicas estão sendo debatidas para inspirar os campi para cada um decidir como trabalhar o processo de recuperação paralela, e não para impor a todos os campi uma única forma de trabalhar. Marcelo Castro (diretor de ensino, campus Página 1 de 3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO Pinheiral) sugeriu que o principal desafio será envolver os professores que têm maior dificuldade de adaptar seu processo de trabalho às novas demandas, como a recuperação paralela. Anderson Luppo (docente, campus Duque de Caxias) comentou que não está claro no item (III) “da realização dos estudos de recuperação paralela”, da proposta de instrução normativa, que o professor fará uma nova reavaliação. Gabriela Salomão (DIRAE, reitoria) esclareceu que a avaliação está contemplada no item (IV) “como operacionalizar a recuperação paralela”. Suíze Martins (CoTP, campus Duque de Caxias) sugeriu que o corpo docente fosse dividido em áreas para que cada grupo pudesse trabalhar as especificidades de sua área e apontou que o texto da instrução normativa dá margem a compreender que serão realizadas, no mínimo, quatro avaliações em dois bimestres. Rosi Rezende (diretora de ensino, campus Engenheiro Paulo de Frontin) esclareceu que a reavaliação deverá ser processual. Helen do Prado (CoTP, campus Duque de Caxias) citou o documento sobre recuperação paralela do IFES. Letícia da Silva (CoTP, campus Volta Redonda) enfatizou que não seria uma reavaliação para cada avaliação em que o aluno teria tido um resultado inferior à média e relatou que a recuperação paralela deveria iniciar após a nota do MV1. Antônio Carlos Almeida (CoTP, campus Paracambi) argumentou que seriam dois momentos de estudos de recuperação, após resultado de MV1 e MV2, e apontou que o número de avaliações que demandará a nota final ficará a critério de cada professor. Ana Cristina Lacerda (CoTP, campus Rio de Janeiro) esclareceu que a CoTP pode contribuir na uniformização das práticas pedagógicos em todos os campi, aproveitando a semana de planejamento para discutir temas pedagógicos. Anderson da Silva (diretor de ensino, campus São Gonçalo) enfatizou que o princípio do grupo é não engessar o processo de recuperação paralela. O professor que trabalha com muitas avaliações (seis por bimestre, por exemplo) não pode ser obrigado a aplicar reavaliações para cada avalição. Ele poderia convocar os alunos que não alcançaram a média e oferecer o processo de recuperação paralela e a reavaliação para um conjunto de avaliações do bimestre. Suíze Martins (CoTP, campus Duque de Caxias) defendeu a autonomia dos campi para formatarem a recuperação paralela conforme o perfil dos grupos de cada corpo docente. Anderson da Silva (diretor de ensino, campus São Gonçalo) enfatizou a importância de esclarecer à comunidade acadêmica de cada campus que o momento atual de mobilização é uma oportunidade de melhorar o processo de ensino e aprendizagem, já que o tipo de recuperação que existe atualmente no IFRJ (recuperação final) não recupera ninguém. Ele apontou também a necessidade de planejamento das ações. Helen do Prado (CoTP, campus Duque de Caxias) sugere rever o processo de avaliação. Marcelo Castro (diretor de ensino, campus Pinheiral) relatou preocupação com o texto, pois os pais de alunos podem entender que a cada instrumento de avaliação deva ter recuperação para substituir a nota baixa. Rosi Rezende (diretora de ensino, campus Engenheiro Paulo de Frontin) destacou que o professor precisa focar no processo de aprendizagem e que recuperação paralela não é simplesmente aplicar prova. Prova é um instrumento de avaliação. Se o aluno não entendeu, o professor precisa construir novas estratégias para que o aluno possa de fato aprender. Anderson Luppo (docente, campus Duque de Caxias) comentou que os professores das disciplinas que trabalham em laboratório estão inseguros quanto à implementação da recuperação paralela. Daniel Vieira (diretor de ensino, campus Rio de Janeiro) esclareceu que, como já acontece na recuperação final, a avaliação das disciplinas que trabalham em laboratório seria teórica. Raphael Rizzo (diretor de ensino, campus Arraial do Cabo) e Ana Paula Página 2 de 3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO Bemfeito (diretora de ensino, campus Volta Redonda) apresentaram as estratégias que estão desenvolvendo em seus campi. Ficou acordado que na próxima reunião, que ocorrerá no dia 04 de novembro na reitoria, será fechada a minuta da instrução normativa (com todas as propostas encaminhadas via e-mail) e serão debatidas as sugestões locais para se viabilizar a recuperação paralela (a serem encaminhadas via e-mail pelos diretores de ensino até o dia 03 de novembro). Às dezessete horas e quarenta e cinco minutos se encerrou a reunião e, para constar, lavrei a presente ata que vai por mim assinada. Fernando Ribeiro Gonçalves Brame. Lista de Presença Alba Marques (ouvidoria, reitoria) Ana Cristina Lacerda (CoTP, campus Rio de Janeiro) Ana Lúcia Uchoa (CoTP, campus Volta Redonda, via vídeo conferência) Ana Paula Bemfeito (diretora de ensino, campus Volta Redonda, via vídeo conferência) Anderson Chalaça (ProET, reitoria) Anderson da Silva (diretor de ensino, campus São Gonçalo) Anderson Luppo (docente, campus Duque de Caxias) Andrea Nunes da Silva (CoTP, campus Nilópolis, via vídeo conferência) Antônio Carlos Almeida (CoTP, campus Paracambi) Daniel Vieira (diretor de ensino, campus Rio de Janeiro) Denise Polck (DAAA, reitoria) Fernanda Costa (CoTP, campus São Gonçalo) Fernando Ribeiro Gonçalves Brame (ProET, reitoria) Franciele Almeida (CoTP, campus São Gonçalo) Gabriela Salomão Alves Pinho (DIRAE, reitoria) Helen do Prado (CoTP, campus Duque de Caxias) Letícia de Medeiros (CoTP, campus Volta Redonda, via vídeo conferência) Lucília de Silva (DIRAE, reitoria) Lucineide de Paulo (docente, campus Duque de Caxias) Marcelo Castro (diretor de ensino, campus Pinheiral) Nelma Vieira (CoTP, campus Pinheiral) Pedro Paulo Merat (diretor de ensino, campus Duque de Caxias) Rafael Rizzo (diretor de ensino, campus Arraial do Cabo, via vídeo conferência) Rosi Rezende (diretor de ensino, campus Engenheiro Paulo de Frontin) Suíze Gomes Martins (CoTP, campus Duque de Caxias) Página 3 de 3