UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DEPARTAMENTO DE ENFERMEGEM
PROGRAMA DE DISCIPLINA
RELAÇÃO INTERPESSOAL E INSERÇÃO PROFISSIONAL
CAMPUS: CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO: ENFERMAGEM E OBSTRETÍCIA
HABILITAÇÃO: BACHARELADO
OPÇÃO:
DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: ENFERMAGEM
IDENTIFICAÇÃO: 26
CÓDIGO
DISCIPLINA OU ESTÁGIO
PERIODIZAÇÃO IDEAL
ENF0 4082
Relação Interpessoal e Inserção
8º período
Profissional
OBRIG./OPT.
PRÉ/CO/REQUISITOS
ANUAL/SEM.
Obrigatória
ENF0 5039 – Estágio Curricular I
Semestral
CRÉDITO
CARGA
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
HORÁRIA
TEÓRICA EXERCÍCIO LABORATÓRIO OUTRA
TOTAL
2
30
2
0
OBJETIVOS/COMPETÊNCIA
Facilitar a integração entre os membros de um grupo de trabalho
Ouvir e compreender sensivelmente em posições divergentes
Compreender e verbalizar empaticamente em situações de ajuda
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO/BASES TECNOLÓGICAS
Empatia
Assertividade
Comportamento Simpático, antipático e empático
Comunicação verbal e não verbal
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Falcone, Eliane Mary de O. Avaliação de um programa de treinamento da empatia
com universitários (Tese de Doutorado) apresentada ao Instituto de Psicologia da
Universidade de São Paulo. São Paulo: IP-USP, 1998. 186p.
2. Munari, Denize Bouttelet. Enfermagem e Grupos / Denize Bouttelet Munari,
Antonia Regina F. Rodrigues. Goiânia: AB, 1997. 114p. 1. Enfermagem – formação
profissional 2. Enfermeiros – atividade grupal I. Rodrigues, Antonia Regina Furegato
II. Títuko.
3. Furegato, Antonia Regina F. Relações interpessoais terapêuticas na enfermagem/
Antonia Regina F. Furegato – Ribeirão Preto, SP: Scala, 1999. 142 p; 210cm.
4. Gonçalves, Ana Maria. Dinâmica de grupos na formação de lideranças. Rio de
janeiro: DP&A editora, 2002. 7ª edição. 152p.
5. Fritzen, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo e de relações
humanas. Petrópolis, Vozes; 1973-1975. 96p., v. 3
6. Mailhiot, Gerald Bernard. Dinâmica e Gênese dos grupos. Livraria Duas Cidades, São
Paulo-SP, 1987. 5º edição. 188p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Costa RA, Shimizu HE. Atividades desenvolvidas pelos enfermeiros nas unidades
de internação de um hospital escola. Rev Latino-am Enfernagem 2005 setembrooutubro; 13(5):654-62.
2. Stacciarini JM, Tróccoli BT. O estresse na atividade ocupacional do enfermeiro. Rev
Latino-am Enfermagem 2001 março; 9(2): 17-25.
3. Esperidião E, Munari, DB. Holismo só na teoria: a trama de sentimentos do
acadêmico de enfermagem sobre sua formação. Rev Esc Enferm USP 2004;
38(3):332-40.
4. Lemos JC, Cruz RM, Botomé SP. Sofrimento psíquico e trabalho de profissionais de
enfermagem. Estudos de Psicologia 2002, 7(2), 407-409.
5. Rodrigues, R.M.; Zanetti, M.L. Teoria e prática assistencial na enfermagem: o
ensino e o mercado de trabalho. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto, v. 8,
n. 6, p. 102-109, dezembro 2000
6. Fortuna CM, Mishima SM, Matumoto S, Pereira MJB. O trabalho de equipe no
programa de saúde da família: reflexões a partir de conceitos do processo grupal e
de grupos operativos. Rev Latino-am Enfermagem 2005 março-abril; 13(2):262-8.
7. Casate JC, Corrêa AK. Humanização do atendimento em saúde: conhecimento
veiculado na literatura brasileira de enfermagem. Rev Latino-am Enfermagem
2005 janeiro-fevereiro; 13(1):105-11.
8. Rizzotto MLF. As políticas de saúde e a humanização da assistência. Rev Bras
Enfermagem 2002 março/abril; 55(2):196-9.
9. Esperidião E, Munari DB, Stacciarini JMR. Desenvolvendo pessoas: a importância
do autoconhecimento para a formação do enfermeiro. Rev Lat Am Enferm 2002;
10(4): 516-22.
10. Silveira RS, Lunardi VL. O conhecimento de si como possibilidade para a
transformação de si e do coletivo. Rev Bras Enferm 1999; 52(4):514-9.
11. Ciampone MHT, Peduzzi M. Trabalho em equipe e trabalho em grupo no programa
de saúde da família. Rev Bras Enfermagem 2000 dezembro; 53(especial):143-7.
12. Lunardi WD Jr, Lunardi VL, Spricigo J. O trabalho da enfermagem e a produção da
subjetividade de seus trabalhadores. Rev Latino-am Enfermagem 2001 março;
9(2):91-6.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Será utilizado o sistema de auto e hetero-avaliação, a cada sessão, e ao final da disciplina
o instrumento Questionário de Avaliação do Treinamento da Empatia – QUATE (Anexo 16
- p. 158).
EMENTA/HABILIDADES
Vivenciar condutas empáticas e não empáticas na relação profissional
Interagir empaticamente com um dos colegas, em situação de ajuda e de conflito
PROFESSOR RESPONSÁVEL
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Nagela Valadão Cadê
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ENF0 4082 - Relações Interpessoais e Inserção