Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Mariza Mendes e Paulo Villas Boas Texto Produção editorial Apresentação Essa publicação é destinada a preservação da memória do esporte nacional. Narra o feito glorioso da seleção brasileira de basquete, na conquista da Medalha de Ouro, nos Jogos Panamericanos de 1987, em Indianápolis, a capital americana do basquete e berço da modalidade, o que engrandece ainda mais o fato. Uma vitória épica sobre a equipe dos EUA, que até então jamais havia sido vencida em seu território. O título do basquete brasileiro surpreendeu o mundo e varreu os EUA como um Tsuname, numa onda que se levantou, deixando os Americanos perplexos e cujos efeitos são sentidos ainda hoje. Reverenciar nossos heróis, revelando suas histórias, através dos seus próprios relatos e da mídia, dando a dimensão exata da grandiosidade do acontecimento, desde a montagem e a preparação do time, percorrendo os caminhos que os levaram à decisão, num jogo final memorável, que não deixou direito à revanche, podendo apenas ser comparada à absurda hipótese da seleção dos EUA de futebol vencer o Brasil numa final, em pleno Maracanã. A Medalha de Ouro do Basquete Brasileiro nos Jogos Panamericanos de 1987 se junta ao bicampeonato mundial 59/63, como a maior conquista da modalidade em todos os tempos. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Os Protagonistas Comissão Técnica Ari Vidal /Técnico Além do conhecimento técnico e tático do jogo, sua liderança gerou a união e a confiança do grupo. Valeu-se da recente mudança na regra do jogo, com a inclusão da linha de três pontos, e do potencial dos seus jogadores neste fundamento, para traçar sua estratégia e vencer a potencia americana. Sua cresça na vitória contagiou o grupo que se entregou, se superou, e alcançou um impressionante aproveitamento, coroando com êxito todo o trabalho. José Medalha/Assistente Trabalhou em total harmonia com as idéias do técnico, acrescentando sua experiência e conhecimento da forma de jogar dos americanos. Valdir Barbante/Preparador Físico Catedrático da Universidade de São Paulo (USP), realizou um trabalho científico inovador para os parâmetros da época, aplicado aos atletas de basquete. A preparação física se destacou como um dos principais fatores para o sucesso da equipe na competição. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Atletas Oscar Personagem principal, merece um capítulo à parte, tanto na conquista do Pan de 87, quanto na história do basquete do Brasil. Estabelece, nesta jornada, alguns dos seus recordes pessoais e dos Jogos Pan-americanos, que duram até hoje, e dificilmente serão batidos, como o cestinha da competição com 246 pontos. Liderou o grupo com garra e determinação contagiantes. O “Mão Santa” já era, na época, um atleta reconhecido mundialmente, mas alcançou a consagração máxima com o Ouro em Indianápolis. Com seu arremesso preciso da linha dos três pontos, foi liquidando os adversários, um a um, culminando com a cinematográfica atuação na partida final contra os EUA, quando somou 46 pontos (7 bolas de 3 pontos). Marcel Cestinha nato, sua inteligência e a habilidade com a bola de basquete sempre caracterizaram este atleta, carismático e com grande identificação com a torcida. Em Indianápolis, o estilo de jogo empregado pela seleção brasileira lhe proporcionou atuações memoráveis, sendo fundamental na virada do placar, no jogo que deu Medalha de Ouro ao Brasil, e a consagração merecida ao atleta. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis O Grupo O quinteto titular tinha, além de Oscar e Marcel, o armador Guerrinha e os pivôs Gerson e Israel. Esses atletas mostraram rendimentos à cima de suas médias, mostrando o alto grau de dedicação e superação que dominavam o grupo. Do banco vinham Cadum, Paulinho Villas Boas, Rolando e Pipoka, que tinha a função de descansar os titulares e, principalmente de continuar pontuando e não permitir que o adversário abrisse diferença no placar. Ainda completavam o grupo os atletas Maury, André e Silvio. Desde sua formação cada atleta sabia de sua função. A simplicidade e companheirismo do “Seu Chico”, personagem marcante, que acompanhou a seleção em suas principais conquistas, desde o bicampeonato (59/63), até os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992, deu o suporte necessário ao grupo, no alto de sua experiência. O apoio político e logístico dos dirigentes, comandados pelo presidente da CBB na época, Carlos Dias e do Chefe da Delegação José Cláudio dos Reis, pessoa estimada e influente junto à Fiba, também foram fatores determinantes. Nesta história, tanto os protagonistas quanto os coadjuvantes tiveram méritos na caminhada até o título. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Sobre os Autores Mariza Mendes Com quase 30 anos de experiência em jornalismo esportivo, Mariza Mendes é assessora de imprensa da Confederação de Basketball há 23 anos. Participou de dezenas de competições internacionais como: duas ultimas edições dos Jogos Olímpicos (2000 e 2004), as seis últimas edições dos Campeonatos Mundiais Masculinos, além de Torneios Pré-olímpicos, Prémundiais, Jogos Pan-Americanos e Campeonatos Sul-americanos, sempre atendendo a imprensa nacional e internacional. Foi uma das profissionais responsáveis pela edição e redação da Revista Mensal - “BASKET BRASIL” , publicação mensal, editada no período de outubro de 1998 a novembro 2003, além de várias edições especiais, como a Revista do Campeonato Mundial Feminino/2006; Revista dos Campeonatos Nacionais e Revista Especial 70 Anos da CBB. Paulo Villas Boas Após 30 anos servindo ao basquete como jogador, o ex-ala da seleção brasileira Paulinho Villas Boas participa agora da organização do esporte nacional. O paulista, de 42 anos, é Gerente Técnico do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), função que assumiu em 2002, um ano depois de encerrar sua carreira como jogador pelo Unisanta (SP). Nos dez anos em que atuou na seleção adulta (1984 a 1994), Paulinho foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (Estados Unidos – 1987), bicampeão sul-americano (Equador - 1989 e Brasil – 1993) e bicampeão do Pré-Olímpico das Américas (Brasil – 1984 e Uruguai – 1988), além de Ter conquistado o 5« lugar nos Jogos Olímpicos de Seul (Coréia-1988) e Barcelona (Espanha – 92). Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Selo COB CULTURAL O esporte esteve, ao longo da história, diretamente associado à formação cultural do Brasil. Com o objetivo de eternizar os momentos de alegria, emoção e magia que o esporte produz e de divulgar e multiplicar o conhecimento de diversas modalidades, em particular as olímpicas, o Comitê Olímpico Brasileiro e a Editora Casa da Palavra criaram em 2005 o selo COB Cultural. A proposta do selo, que tem distribuição nacional, é lançar com regularidade livros inéditos, abordando histórias, conquistas e perfis de atletas, introdução a modalidades olímpicas para iniciantes, técnicas de treinamento, participação das Delegações Brasileiras em eventos, entre outros temas. A parceria entre o COB e a Casa da Palavra é a versão brasileira de um modelo de co-gestão já adotado por alguns Comitês Olímpicos no mundo. À editora, cabe a função de contribuir com a sua reconhecida experiência no desenvolvimento e comercialização de livros. O COB aplica seu vasto conhecimento sobre esportes olímpicos, aproveitando ainda as vantagens de uma relação de mútua confiança com atletas, treinadores e entidades esportivas. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Especificações Formato: 17 x 24 cm N de páginas: 160 aprox. Papel Offset Ripasa: 115 gr Miolo impressão: 4 cores Capa flexível, laminação fosca Papel guarda: off set, 180 gr Tiragem: 3.000 exemplares Custo da publicação O projeto está registrado na Lei Rouanet sob nº 07.9243 O custo total da 1ª edição de 3.000 exemplares é de R$ 120.000 (cento e vinte mil reais). Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Plano de Reciprocidade IMAGEM da empresa vinculada aos valores do basquete nacional cuja relação com a Eletrobrás já existe a muitos anos em função do patrocínio da nossa seleção; PUBLICIDADE da marca e valores da empresa, obtida através de trabalho sistemático de assessoria de imprensa nos meios de comunicação. EXPOSIÇÃO da marca da Eletrobrás, que vai constar em todos os 3.000 exemplares da 1ª edição na 4ª capa. PÁGINA INSTITUCIONAL exclusiva em todos os exemplares da primeira edição. COTA de 600 exemplares para a Eletrobrás. EVENTO Está incluído no custo do projeto uma noite de lançamento , a ser realizado em uma livraria a definir. RELACIONAMENTO O patrocinador dispõe de uma cota de convites, impressos com sua marca, para distribuição entre seus clientes, colaboradores, parceiros e fornecedores. Na ocasião do evento, à critério do patrocinador, seus convidados poderão receber o livro. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Plano de Distribuição A Casa da Palavra, sediada no Rio de Janeiro, edita livros e catálogos de arte de apurada qualidade gráfica, a preços compatíveis com o mercado de livros e distribuição comercial nacional e internacional. A distribuição comercial dessa publicação será feita através de livrarias e redes em quase todos os estados da federação além da venda através do site da Casa da Palavra e link pelo site do Comitê Olímpico Brasileiro para a Casa da Palavra. Plano de Comunicação Assessoria de imprensa com distribuição de releases e exemplares para os meios de comunicação em todo o país de acordo com nosso plano de distribuição e em escolas e universidades que tenham o curso de educação física. Vinte Anos da Medalha de Ouro no Pan de Indianápolis Contato MaisArte Marketing Cultural Jacqueline Menaei 21.9646-0104 21.2292-5723 [email protected] www.casadapalavra.com.br/projetos Casa da Palavra R. Joaquim Silva, 98, 4º andar Lapa, Rio de Janeiro, RJ 20241-110 21.2222 3167 [email protected] www.casadapalavra.com.br Colocamo-nos à disposição para outras sugestões de projetos editoriais que possam ter identificação direta com os valores ou a estratégia de sua empresa.