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JORNAL DE NEGÓCIOS
1. Imobiliário acusa banca de desviar clientes. Bancos dão melhores
condições a quem comprar as suas casas. Bancos dão melhores
condições a quem comprar as suas casas. APEMIP – Associação de
Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária em Portugal
acusa a banca de “concorrência desleal”, tendo em conta as queixas
dos seus associados sobre casos em que os bancos dificultam o
financiamento dos imóveis propostos pelas mediadoras, para, em
seguida, financiarem 100% do valor de um imóvel na sua posse, na
sequência de incumprimentos no crédito à habitação.
(manchete, pág. 16)
2. França e Alemanha exigem défices nulos em 2016. Começa a haver
planos de contingência para o cenário de colapso do euro.
Parlamento aprova o Orçamento mais recessivo dos últimos 30
anos. Conheça as medidas do Orçamento que vão mexer na sua
vida. Angela Merkel e Nicolas Sarkozy: Berlim e Paris dizem querer
reforçar
a
disciplina
nas
finanças
públicas.
(págs. 1, 4 a 7, 28, 29 e editorial)
3. Distribuição aposta nas promoções para salvar o Natal. Descubra
cinco soluções para investir o meio subsídio. (…) Depósitos
oferecem taxas de juro elevadas, mesmo para montantes
reduzidos. Os fundos de tesouraria permitem ter o dinheiro sempre
à disposição. As obrigações dos países nórdicos e de empresas são
uma alternativa para quem pode arriscar um pouco para tentar um
retorno maior. (…) Retornos altos com depósitos mais longos (BES,
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CGD). (…) Fundos de tesouraria para ter liquidez (BPI). (…)
Obrigações da EDP pagam 6% em três anos. (págs. 1 e 8 a 10)
4. Facebook vai recolher muitos “gosto” quando entrar na bolsa? O
Google ou a Apple são exemplos de empresas que deram grandes
fortunas a ganhar aos investidores. O Facebook traz também essa
expectativa, fazendo da rede social a estreia em bolsa mais
aguardada dos últimos anos. Mas há quem alerte que o sector está
já sobreavaliado. (págs. 1, 20 e 21)
5. Bancos querem que famílias garantam dois terços do corte nas suas
dívidas. Banca pede às famílias que assegurem dois terços do seu
corte de endividamento. Poupanças subiram 9,6% até Setembro,
contrariando casos grego e irlandês. (págs. 1 e 32)
6. “Banco de horas é mais importante do que mais meia hora de
trabalho”. Luís Pais Antunes, ex-secretário de Estado do Trabalho,
analisa a legislação laboral, em entrevista. (págs. 1, 30 e 31)
7. Aviação. TAP negoceia com pilotos sob pressão dos prejuízos.
Sindicato reúne-se hoje com a administração da companhia aérea.
(…) Até Outubro, a factura de combustível atingiu os 600 milhões de
euros. (pág. 12)
8. Energia. Cahora Bassa: REN quer entrar, mas HCB fecha porta a
estrangeiros. Portugal e Moçambique não se entendem no preço.
Mas há mais entraves. (…) Sendo que a REN já tem capital privado,
o Estado já não pode mandar no preço [da HCB] – Mira Amaral, expresidente do comité tripartido da Hidroeléctrica de Cahora Bassa.
(…) Participação da Parpública na HCB (15%) estava avaliada no fim
de Junho em 77,5 milhões de euros. (pág. 14)
9. Privatização. EDP já tem comissão especial de fiscalização. O
Governo nomeou Daniel Bessa, Fátima Barros e Sérgio Gonçalves
do Cabo para comporem a comissão especial que irá “fiscalizar” a
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privatização de 21,35% do capital da EDP. (…) Daniel Bessa, que
lidera a Cotec, vai participar na monitorização da venda da EDP.
(pág. 14)
10.Internacionalização. Mota Engil vai tornar-se “mais multinacional”.
Dificuldades de acesso bancário não afectam só as PME, os grandes
grupos também sentem as restrições. (…) Os bancos portugueses,
devido à baixa de “rating” deixaram de ser elegíveis nos países
onde estamos. (pág.18)
11.Telecomunicações. Primeiro dia do leilão para a 4.ª geração fica
abaixo do valor mínimo. No final de cinco rondas, os operadores
ofereceram um total de 372 milhões de euros. (…) O leilão da
quarta geração móvel deverá entrar hoje no terceiro dia de
licitações. (pág. 18)
12.Combustíveis pagam-se cada vez mais a crédito. Estudo da
Mastercard mostra que o recurso ao crédito por particulares caiu
15% desde 2008. Subida dos preços dos combustíveis está a
provocar um aumento do recurso ao cartão de crédito para atestar
o automóvel, em Portugal. (pág. 19)
13.Inquéritos de conjuntura. Indústria acusa quebra de procura e
perde “bengala” das exportações. Procura externa está a cair
rapidamente e indústria já reviu em baixa as perspectivas de
emprego. Indicadores de confiança atingiram quase todos o mínimo
histórico. (pág. 32)
14.Crise financeira. “A banca não tem culpa, é um pato sentado”. (…)
Daniel Bessa está pouco optimista em relação ao desfecho da crise
europeia. (últ. pág.)
15.Um berço de empresas no Bairro Alto. Chama-se Billy the Group e
dedica-se a apoiar o lançamento de novas empresas. Conheça os
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negócios que já estão no terreno e como o projecto começou.
(tema de capa do suplemento In, págs. VI a IX)
16.Empreendedor. Software para aumentar a produtividade.
MultiPeers – produtividade em tempo real. O objectivo do interface
desenhado pela IT Peers é que possa decidir na hora que rumo dar
à sua empresa. Uma consulta ao monitor do seu computador ou ao
“smartphone” podem bastar para se saber se está tudo a correr
bem. (pág. XII, suplemento In)
DIÁRIO ECONÓMICO
17.Banco de Portugal antecipa ajuda do Estado à banca. O Banco de
Portugal não acredita que os bancos nacionais consigam, pelos seus
próprios meios, satisfazer os novos requisitos de capitais em Junho
de 2012. Carlos Costa quer menos dívida no sector público. Com
tantos factores de pressão, as actuais estratégias do sector, como a
venda de activos, deverão não chegar para cumprir novas metas.
(págs. 1, 40 e 41)
18.Fundo de resgate europeu falha meta de um bilião de euros. Crise
financeira. O FMI poderá ser o intermediário de uma solução que
passaria por o BCE lhe emprestar dinheiro para o Fundo desse
maior crédito aos países da zona euro. Itália paga juros acima de 7%
pela terceira vez numa semana. A Itália parece ter entrado
definitivamente na espiral de juros elevados. Wolfgang Münchau,
cronista do Financial Times. Zona euro por um fio. Se não forem
tomadas medidas drásticas, a zona euro poderá desintegrar-se
muito em breve. A oposição pública de Merkel às ‘eurobonds’
tornou-se um verdadeiro obstáculo a qualquer acordo. Não estou a
ver como se vai desenvencilhar dos constrangimentos que infligiu a
si mesma. A Comissão Europeia apelida as ‘eurobonds’ de
“obrigações” (stability bonds), o que a meu ver é um sério
candidato a eufemismo do ano. (págs. 1 e 4 a 8)
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19.Famílias e empresas nunca estiveram tão pessimistas. Dos seis
indicadores do INE que servem de barómetro à economia do País,
só um não atingiu mínimos históricos. Exportações são “balão de
oxigénio”. Quanto à excepção registada na indústria
transformadora, Paula Carvalho diz que este dado confirma assim
que “os sectores mais expostos à procura externa continuam a ser
menos afectados” pela situação económica nacional. Da mesma
opinião, José Reis afirma que este dado mostra que o país “ainda
tem um oxigénio do lado das exportações”. Mas o professor de
Coimbra lembra que esta tendência “tende a esgotar-se” uma vez
que a contracção registada na economia de outros países terá
repercussões na capacidade exportadora portuguesa. Confiança
continua a cair na zona euro. O indicador de sentimento económico
caiu 1,1 pontos na zona euro. (págs. 10 e 11)
20.Votação do Orçamento do Estado para 2012. Seguro acalma críticos
com reunião urgente da bancada socialista. Maioria aprova subida
de IVA na restauração. Em 2012, será aplicada a taxa de 23% na
restauração. Oposição uniu-se no voto contra. A AHRESP antecipou
já que este agravamento fiscal levará ao encerramento de 21.000
empresas e à perda de 47.000 postos de trabalho. Deputados do
PSD Madeira não vão aprovar Orçamento. Eleitos madeirenses do
PSD e CDS ponderam abster-se ou votar contra. A razão está no
chumbo ao prolongamento dos benefícios da Zona Franca.
(págs. 14 a 16)
21.Entrevista a Octávio Azevedo, presidente-executivo Andrade
Gutierrez. “Estamos interessados na EDP, águas, portos,
aeroportos, TAP e Correios”. O presidente da Andrade Gutierrez diz
que é o momento para aproximar os empresários portugueses e
brasileiros. Quanto à PT o objectivo é reforçar. “Estamos a focarnos nas telecomunicações, energia e aeroportos”. “Queremos ser
um ‘player’ importante no sector da defesa”. (págs. 24 a 27)
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22.Reforço de horas ameaça empregos na Autoeuropa. Grandes
exportadoras alertam que aumento de operações é vital para
sustentar mais horas de trabalho sem despedir. Reacções das
grandes fábricas. Mitsubishi. “Parece pois, tratar-se de uma
proposta, fazendo pressupor a possibilidade de existirem outras
propostas. Como tal, a MFTE julga não ser oportuno falar”, refere
fonte oficial da MFTE. José Ramos, presidente da Toyota Caetano
Portugal; “Aumento de horas dificilmente terá o resultado
desejado”. “O aumento anunciado do ISV e IUC, com forte
incidência nas viaturas comerciais, representará um acréscimo nos
custos das empresas e consequentemente nos custos industriais”.
(págs. 30 e 31)
23.Galp com ‘trading’ de petróleo na Suíça. A Galp vai estrear-se na
actividade de ‘trading’ de petróleo em Genebra nos próximos
meses. (pág. 31)
24.Aeroportos. ANA lança novo conceito de retalho no Aeroporto da
Portela. A ANA fez uma parceria com o operador internacional
‘Baby on Board’ para lançar o serviço ‘rent-a-stuff’ no aeroporto da
Portela. Este serviço, dedica-se ao aluguer de equipamentos, tendo
um espaço específico aberto na zona de chegadas da Portela.
(pág. 32)
25.Fundo norueguês reforça na Brisa e detém 7000 milhões na bolsa
nacional. Norges Bank detém posições em 25 cotadas, como PT ou
EDP, e exposição à dívida dos bancos. (pág. 32)
26.Esclarecimento. Amorim Holding nega incumprimentos junto da
administração fiscal. A empresa de Américo Amorim esclareceu
ontem que as notícias que se referem que o Fisco reclama 750 mil
euros de IRC junto do seu grupo são falsas. (pág. 34)
27.Bebidas. Volume de negócios da Sumol+Compal no estrangeiro já
supera vendas no país. A empresa de bebidas não alcoólicas
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alcançou a fasquia dos 100 milhões de litros vendidos nos mercados
internacionais. Em comunicado a Sumol+Compal revela que a
presença em 68 países espalhados pelos cinco continentes garantiu
que o índice de internacionalização esteja nos 26%, contra os 20%
face ao mesmo período de 2010. (pág. 34)
28.Entrada da REN em Cahora Bassa volta a ser adiada. Negociações
entre Portugal e Moçambique fracassaram. Preço é ponto de
discórdia. A REN, liderada por Rui Cartaxo, colocou Moçambique na
sua rota de internacionalização. Cahora Bassa é considerada a porta
de entrada neste mercado. (pág. 34)
29.Portos. Porto de Sines prepara-se para receber super-navios da
próxima geração. (pág. 35)
30.Turismo pode gerar vendas recorde em ano de crise. Principal
associação do sector estima que volume de negócios chegue a oito
mil milhões. (pág. 38)
31.Portugueses ajustam-se à crise e trocam cartões de crédito por
débito. Estudo da MasterCard mostra que há menos cartões de
crédito, e que são menos utilizados. (pág. 42)
32.Zon valoriza 9,5% em dois dias. A Zon Multimédia terminou a
sessão de ontem na Euronext Lisbon a subir 2,45% para 2,05 euros,
depois de durante o dia ter avançado até 2,068 euros, mantendo o
movimento de recuperação. (pág. 46)
33.Cadilhe crítica falta de reformas estruturais no Orçamento de 2012.
Só as reformas estruturais permitem um corte profundo na despesa
do Estado, diz Cadilhe. (última pág.)
34.Conheça dois bons exemplos antes e depois da reabilitação.
Reabilitação de Carlos Aberto. A Edifer tem o mérito de ter sido a
primeira empresa privada a participar num projecto de reabilitação
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promovido pela Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) – Porto
Vivo inserido na reabilitação do Quarteirão da Praça Carlos Alberto.
(suplemento Reabilitação Urbana, pág. VI)
35.Novas regras comunitárias reforçam apoios às cidades. Bruxelas
aceitou pedido de reprogramação técnica de fundos comunitários
feita por Portugal. “Todos os projectos que beneficiem de apoio do
QREN passam a ter comparticipação de 85%”. Disse António
Almeida Henriques, Secretário de Estado Adjunto da Economia.
QREN aprova 30% das candidaturas para território. Até Setembro
foram aprovadas 41.153 operações, num investimento de 30.441
milhões. (suplemento Reabilitação Urbana, págs. XIV e XV)
PÚBLICO
36.Taxas moderadoras sobem para o dobro e dão receita de 200
milhões. Ministro da Saúde diz que a intenção é passar de 100 para
200 milhões de euros por ano, cerca de 2% da despesa total do
sector. (págs. 1 e 10)
37.Crise da moeda única. Eurogrupo pondera pedido de ajuda ao FMI.
Ministros do eurogrupo ensaiam medidas para a crise. Líder do FEEF
admite fracasso do fundo para estabilizar o euro. Face à recusa de
Merkel em envolver o BCE, a atenção volta-se para o FMI. Planos de
contingência. Nos bastidores, empresas e bancos já se preparam
para eventual colapso do euro. (págs. 1, 2 e 3)
38.Depois da PSP. Hackers atacam SIS, Finanças e Parlamento. LulzSec
Portugal já pirateou hospitais, ministérios, partidos e até o SIS.
Ontem foi a vez do site do Parlamento. A PJ investiga. (págs. 1 e 8)
39.PS. Divergências internas em pleno debate e votação do Orçamento
do Estado. Seguro deixa presidência parlamentar no fio da navalha.
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Líder do PS colocou nos ombros de Zorrinho a tarefa de evitar
avalanche de declarações de voto. (pág. 4)
40.Na especialidade. Maioria isolada aprova aumento do IVA para 23%
na restauração. (pág. 4)
41.Dívida da Madeira a fornecedores aumentou 350% no ano passado
e é já de 1453 milhões. (pág. 6)
42.Temperaturas em 2011 estão acima da média apesar do La Niña.
Organização Meteorológica Mundial situa 2011 como o décimo ano
mais quente desde há um século e meio. (pág. 20)
43.Banca. Regulador avançou com novo rácio de crédito em risco.
Banco de Portugal nega que haja grande restrição de crédito dos
bancos às empresas. Ao contrário da Grécia e da Irlanda, onde se
regista fuga de poupanças, em Portugal os depósitos dos bancos
têm aumentado devido à remuneração e retirada de outras
aplicações. (pág. 21)
44.Taxa de empreendedorismo em Portugal é a nona mais baixa entre
59 países. Em cada 100 portugueses existiam, o ano passado, entre
quatro e cinco novos empresários, metade dos valores registados
em 2007. Estudo diz que há pouca cultura em Portugal para criar
novos negócios. (pág. 22)
45.Entendimento sobre venda de Cahora Bassa travado por desacordo
entre governos. Questões técnicas quanto à operacionalização do
negócio, incluindo o preço, estão a impedir que o negócio se
concretize. (pág. 23)
46.Câmara de Lisboa vai investir 38,6 milhões de euros na frente
ribeirinha até 2015. (pág. 26)
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47.Sou um político profissional e tenho muito orgulho nisso. Os erros e
convicções de um político profissional. Mário Alberto Nobre Lopes
Soares. (suplemento P2, págs. 1 e 4 a 7)
48.Imobiliário. Investidores pouco optimistas quanto à performance
do mercado de investimento. Estudo conclui que 50% dos
investidores não acredita que volume anual de transacções
ultrapasse
os
300
milhões
de
euros
em
2011.
(suplemento Imobiliário, págs. 1 e 5)
JORNAL DE NOTÍCIAS
49.Restauração fecha 21 mil casas com IVA a 23%. Aprovação do
Orçamento agrava imposto. Sector admite encerrar 4200
estabelecimentos no Porto e em Lisboa. Empresários ameaçam
boicotar campanha “Peça a factura”. (manchete, págs. 4 e 5)
50.Banco de Portugal. Crédito malparado da habitação vai
quadruplicar. (…) Empresas portuguesas são as mais deficitárias
entre os 17 países da Zona Euro. (págs. 1 e 37)
51.Regionalização. Rui Rio propõe regiões do Porto e de Lisboa.
Autarca dividido quanto a modelo de regionalização. (págs. 1 e 33)
52.Fisco. Américo Amorim crê que tribunal vai dar-lhe razão.
(págs. 1 e 38)
53.Saúde. Taxas moderadoras vão aumentar 50%. Nova tabela entra
em vigor a 1 de Janeiro. Preços serão determinados por portaria a
publicar. Governo espera retorno de 100 milhões de euros.
(págs. 1 e 2)
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DIÁRIO DE NOTÍCIAS
54.Portas perdoa 189 milhões no negócio ‘Pandur’. Contrapartidas.
Empresa apresentou proposta de 705 milhões de incentivos à
economia, mas contrato apenas estabeleceu 516. (págs. 1, 10 e 11)
55.Orçamento do Estado. IVA sobe e ‘fecha’ 21 mil empresas.
Restaurantes. Maioria aprova alterações à tabela do imposto. A
Associação de Hotelaria e Restauração alerta para falências. (pág. 2)
56.Crise na zona euro. Se o escudo voltasse a circular estaria valorizado
face ao dólar americano. Moedas. Estudo da Kerril Lynch não
admite a extinção do euro, mas perspectiva a situação cambial na
Europa se tal viesse a suceder. Zona euro dá garantias para reforçar
fundo de estabilidade. (págs. 4 e 5)
57.Meia hora só vigorará no segundo semestre. Trabalho. Atraso na
concertação atira lei para mais tarde. PS é contra e avisa para
necessidade de acordo com parceiros. Governo prevê prazo de três
meses para as empresas se adaptarem. Álvaro Santos Pereira
discute a meia hora no dia 22 de Dezembro. (pág. 12)
58.Peso do novo malparado na habitação quadruplica em 2012.
Desemprego. Políticas de austeridade e desemprego vão levar
muitas famílias ao limite. (pág. 31)
59.Défice das empresas é o maior da Zona Euro. Em xeque. Banco
central mostra que as empresas nacionais são as mais deficitárias
da Europa e as terceiras mais endividadas do euro. As empresas
portuguesas estão numa situação financeira muito complicada quer
no seu nível de endividamento, quer nas necessidades de
financiamento correntes, sobretudo as do sector da construção e
obras públicas. (pág. 31)
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CORREIO DA MANHÃ
60.IVA dos cafés dá 292 milhões ao Fisco. Receita com aumento do
imposto da restauração. Bica duplamente tributada. Restaurantes
prevêem 47 mil despedimentos. Estudo [da AHRESP]revela que
metade dos portugueses admite deixar de almoçar fora .
Restauração promete não subir os preços mas vai discriminar o IVA
na factura para os clientes. (págs. 1, 4 e 5)
61.Crime. Temida quebra de segurança em organismos do Estado.
Piratas apagam’ Parlamento da net. (pág. 6)
62.Meteorologia. Previsões apontam para frio no fim-de-semana
prolongado. Oito distritos abaixo dos 5ºC. (pág. 17)
63.Crise. Relatório mostra que crédito em risco já atinge os 6,8% do
total. Famílias garantem dinheiro à banca. Entre 2011 e 2014,
financiamento ao sector privado vai ser reduzido em 2100 milhões
de euros. Regulador está atento aos empréstimos. Necessidades de
crédito somaram 7% do PIB até Junho. (pág. 20)
I
64.OE. Seguro aflito para controlar PS. Deputada viola disciplina de
voto em nome da consciência. Seguro tenta travar críticos que são
contra a abstenção no Orçamento. Maioria aprova IVA a 23% nos
restaurantes. Deputados do PSD-Madeira não votam a favor do
Orçamento do Estado. (págs. 1, 4, 22 e 23)
65.Só a Alemanha pode evitar uma crise proporções apocalípticas.
Euro. O fim começa quando se começa a falar do fim sem tabus. A
degradação das expectativas de empresários e famílias é um risco
em si mesmo se levar a um ponto de não retorno para a moeda
única. O primeiro chefe da diplomacia polaca que pede mais
Alemanha. (págs. 1, 20 e 21)
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66.Ministro garante que não empurra jovens para a emigração. Álvaro
Santos Pereira diz que ofertas de emprego no exterior são feitas no
âmbito de redes Eures. (pág. 4)
67.Subida de taxas moderadoras garante 100 milhões de euros extra
ao SNS. (pág. 7)
68.Portugueses gostam mais do que fazem do que onde trabalham.
Realização profissional associada ao bem estar pessoal. (pág. 8)
69.Há mais concentração do lado da produção do que nas vendas a
retalho. Consumidores já não elegem as grandes superfícies como
locais preferenciais para compras. Compram mais vezes e menos de
cada vez. (págs. 8 e 9)
70.Acordo comercial Mercosul-UE vão beneficiar Portugal. Embaixador
brasileiro defendeu que Portugal será porta de entrada para toda a
América Latina. (pág. 9)
71.Portugal é o segundo maior investidor estrangeiro em
Moçambique. O financiamento português em Moçambique esteve
ontem em análise. As relações económicas entre os dois países
estão a ganhar escala. (págs. 28 e 29)
72.Militares hoje em Belém para pedir a Cavaco que vete OE.
(última pág.)
OJE
73.Sistema financeiro. Crédito em risco na banca duplica desde há um
ano. O crédito em risco na banca portuguesa duplicou em apenas
um ano, revelou o Banco de Portugal no relatório semestral que
avalia o grau de estabilidade do sector financeiro. Este novo
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indicador mostra que, em termos médios, cerca de 6,8% do crédito
concedido pela banca nacional está em risco. (manchete, pág. 1)
74.Portugueses em Espanha. Marina Costa, gestora de produto Vaio da
Sony Ibéria: “Espanha é um mercado bastante maior e mais
desconcentrado que o português”. (manchete, págs. 8 e 9)
75.Minho Park prevê criar 1250 empregos. O Minho Park Monção
deverá criar 1250 postos de trabalho, num investimento global de
20 milhões de euros para receber dentro de dois anos uma centena
de empresas, anunciou o presidente da Associação Industrial do
Minho. Em declarações à Lusa, António Marques admitiu que, no
final do primeiro trimestre de 2012, deverá ser lançado o concurso
público internacional para a infra-estruturação de terrenos, em fase
final de aquisição pela sociedade gestora do parque. (pág. 6)
VISÃO
76.Entrevista. Mário Soares. O prazer da política. (págs. 38 a 46)
77.Figura. Por dentro da cabeça de Vítor Gaspar. (págs. 50 a 52)
78.Crise. Os males dos privados. Falências, despedimentos, salários em
atraso, extinção de benefícios, horários alargados, redução de
ordenados… (págs. 60 a 66)
79.UE. O avanço da germanofobia. (págs. 76 a 80)
SÁBADO
80.Crise. Como os bancos ganharam e perderam poder. (págs. 92 a 95)
ONLINE
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NEGÓCIOS
29 Novembro 2011 | 22:03
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&
id=522781
81.AIP quer levar para mercado timorense empresários portugueses
interessados em investir. Já há uma "shortlist" de empresas
interessadas em sectores como o mármore, os minérios ou a
construção civil timorenses. A Associação Industrial Portuguesa
(AIP) vai organizar missões de empresários com interesse em
investir em Timor-Leste e pretende desenvolver uma plataforma
empresarial em Díli, ao abrigo de um protocolo assinado hoje em
Lisboa, disse o presidente da instituição. Segundo o acordo, a AIP
compromete-se a incentivar as empresas portuguesas a investir em
Timor-Leste, enquanto o Ministério da Economia e
Desenvolvimento de Timor-Leste promete "facilitar os canais de
comunicação e agilizar formas de cooperação" entre as
comunidades empresariais dos dois países. Em declarações à Lusa,
após a cerimónia, o presidente da AIP, José Eduardo Carvalho,
explicou que a associação não vai "limitar-se às intenções
protocolares": "Vamos ter um programa, não muito ambicioso, mas
com algo de concreto".
NOTÍCIAS ANGOLA
29 de Novembro de 2011, 21:05
http://noticias.sapo.ao/lusa/artigo/13418806.html
82.AIP quer levar empresários portugueses interessados em investir
para o mercado timorense. Lisboa, 29 nov (Lusa) -- A Associação
Industrial Portuguesa (AIP) vai organizar missões de empresários
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com interesse em investir em Timor-Leste e pretende desenvolver
uma plataforma empresarial em Díli, ao abrigo de um protocolo
assinado hoje em Lisboa, disse o presidente da instituição.
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Resumo de Imprensa do dia 30 de Novembro - AIP-CCI