ADESÃO AS RECOMENDAÇÕES DA ANVISA PARA UM SISTEMA DE MEDICAÇÃO SEGURO Duarte. Lucélia Maria Carla Paulo da Silva1 Medeiros. Wilton Rodrigues2 Martins. Quênia Camille Soares3 Silva. Glauco Francisco de Araújo4 1 Mestre em Enfermagem na Atenção à Saúde (UFRN). Enfermeira Assistencial Hospital Universitário Ana BezerraEmpresa Brasileira Serviços Hospitalares (EBSERH). E-mail: [email protected] 2 Doutor em Saúde Coletiva (UFRN). Mestre em Odontologia (UFRN). Sanitarista do Hospital Universitário Ana Bezerra- Empresa Brasileira Serviços Hospitalares (EBSERH). E-mail: [email protected] 3 Doutora em Medicina: Ciências Médicas (UFRGS). Professor Adjunto I do curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências de Saúde do Trairi (FACISA) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). E-mail: [email protected] 4 Graduado em Estatística pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Analista administrativo-estatística do Hospital Universitário Ana Bezerra- Empresa Brasileira Serviços Hospitalares (EBSERH). E-mail: [email protected] INTRODUÇÃO: A medicação é um procedimento corriqueiro no ambiente hospitalar e também complexo, uma vez que envolve diversos profissionais os quais por natureza estão sujeitos a erros. Fortalecer a segurança nesse processo e assim contribuir para uma qualidade de excelência nos serviços de saúde é uma prioridade global e exigência legal no Brasil. OBJETIVO: Identificar a adesão da enfermagem as boas práticas recomendadas no “PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS”. METODOLOGIA: Estudo exploratório, descritivo com abordagem quantitativa, realizado em um hospital universitário materno-infantil localizado no interior do Rio Grande do Norte. Obedece às recomendações éticas da resolução nº 466/2012 e suas complementares, tendo parecer homologado com protocolo de n° 33687614.2.0000.5568 pelo Comitê de Ética em pesquisa (CEP) da Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri (FACISA). O questionário utilizado na coleta de dados teve como base as orientações de boas práticas da ANVISA e foi aplicado em 32 colaboradores da equipe de enfermagem. Para a análise, os dados coletados foram transcritos para uma planilha do software estatístico SPSS Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 12. Os dados com o valor numérico e percentual válido foram posteriormente categorizados respeitando a seguinte arbitragem: prática segura, se a soma do valor percentual válido da resposta ‘Quase Sempre’ e ‘Sempre’ for maior que 75%; prática de risco, se a soma do valor percentual válido da resposta ‘Quase Sempre’ e ‘Sempre’ estiver entre o intervalo menor ou igual a 75% e maior ou igual a 50%; prática insegura, se a soma do valor percentual válido da resposta ‘Quase Sempre’ e ‘Sempre’ for menor que 50%. RESULTADOS: Com os resultados, observa-se que dos 15 itens do questionário, 12 obtiveram resultado classificado como prática segura, 2 como prática de risco, e 1 como prática insegura. CONCLUSÃO: A conduta da equipe de enfermagem nesse hospital colabora para a administração segura de medicamentos uma vez que se identificou adesão de 80% as boas práticas recomendadas pela ANVISA. DESCRITORES: Segurança do Paciente. Sistemas de Medicação no Hospital. Enfermagem. INTRODUÇÃO O sistema de medicação é constituído de várias etapas que vão desde a prescrição e distribuição, até a ação de administrar o medicamento ao cliente1. Todas essas etapas dependem de vários profissionais da área de saúde e estão diretamente interligadas. É um procedimento corriqueiro no ambiente hospitalar e também complexo, uma vez que envolve diversos profissionais os quais por natureza estão sujeitos a erros1,2. A insegurança na medicação é uma problemática considerada como “epidemia encoberta” que impacta negativamente o paciente, acarreta transtorno social para os familiares e profissionais, como também encarece os custos econômicos dos serviços hospitalares2. O erro no sistema de medicação consiste em qualquer evento evitável que pode causar ou levar ao uso inapropriado de medicamentos intravenosos ou causar dano a um paciente, enquanto o medicamento está sob o controle dos profissionais de saúde, pacientes ou consumidores3. Estima-se que, em média, um paciente hospitalizado sofra pelo menos um erro de medicação por dia, o que contribui em 7% do gasto total em cuidados de saúde nos Estados Unidos da América 4. Entre os profissionais envolvidos no processo, a equipe de enfermagem atua desde atividades gerencias a responsabilidades técnicas no processo medicamentoso, por isso se constitui de forma ética e legal como barreira para a prevenção de dano na medicação uma vez que age diretamente entre o medicamento e o paciente, sendo consequentemente a última oportunidade de detecção de um erro que pode ter acontecido em alguma das fases de todo o sistema 5. Entretanto, essa profissão nem sempre consegue atuar enquanto barreira para os erros de medicação e, por operar na última etapa do sistema, que consiste na administração propriamente dita do medicamento, geralmente assume o ônus de muitos erros cometidos no início ou no meio do sistema e não detectados6. Fortalecer a segurança no sistema de medicação e assim contribuir para uma qualidade de excelência nos serviços de saúde é uma prioridade global e exigência legal estabelecida pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária7 (ANVISA) na Resolução da Diretoria Colegiada nº 63 (RDC 63) de 2011 e fortalecida pela portaria nº 529 do Ministério da Saúde8 de 2013 que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Como estratégias para implementar o eixo da “assistência segura” do PNSP, o Ministério da Saúde orienta a implementação do “PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS”. A cultura de protocolos para fortalecer a segurança é uma prática de grande efetividade na área de aviação e engenharia nuclear que anos também teve sucesso na especialização médica de anestesiologia. Por isso, está em processo de disseminação na área de saúde 9,10. Para prevenir o erro de medicação, as instituições hospitalares devem centrar seus objetivos em um sistema de medicação seguro aos pacientes, utilizando, para este fim: mudança na cultura dos erros; simplificação e padronização dos processos e as atividades neles desenvolvidos e introdução de avaliações imediatas sobre as ações executadas11,12. Nesse contexto, é imprescindível avaliar os processos que envolve o sistema de medicação de forma a repudiar punição e responsabilização individual do erro e considerar o gerenciamento de potenciais risco em todas as etapas do sistema medicamentoso e adotar barreiras estratégicas de segurança13. Este estudo tem por objetivo identificar por meio da equipe de enfermagem a adesão às recomendações da ANVISA para um sistema de medicação seguro. MÉTODO Este estudo integra um relatório de diagnóstico situacional sobre a segurança do paciente em um hospital universitário materno-infantil localizado no interior do Rio Grande do Norte, a fim de subsidiar a implantação do “PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS”. Adota o caráter exploratório, descritivo com abordagem quantitativa. O instrumento de coleta de dados foi elaborado a partir das orientações de boas práticas recomendadas pela ANVISA. Compreendeu 15 questões objetivas com cinco opções de respostas por meio da escala de Likert que varia em ‘Nunca, ‘Raramente’, ‘Às Vezes’, ‘Quase Sempre’, e ‘Sempre’. A coleta de dados ocorreu no dia 17 de janeiro de 2015 nos turnos matutino (grupo A) e vespertino (grupo B) e envolveu 32 colaboradores da equipe de enfermagem, sendo 31 técnicos e um enfermeiro. Finalizada a coleta de dados, todas as respostas foram transcritas para uma planilha do software estatístico SPSS - Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 12, para análises. Fizeram parte do banco de dados as variáveis, devidamente codificadas. Os dados com o valor numérico e percentual válido foram posteriormente categorizados em resultados que apontam para a prática segura, de risco e inseguras respeitando a seguinte arbitragem apresentada no quadro-1 abaixo. Quadro-1: Arbitragem para classificar à adesão as recomendações da ANVISA para um sistema de medicação seguro. Prática Segura Se a soma do valor percentual válido da resposta ‘Quase Sempre’ e ‘Sempre’ for maior que 75% Práticas de Risco Se a soma do valor percentual válido da resposta ‘Quase Sempre’ e ‘Sempre’ estiver entre o intervalo menor ou igual a 75% e maior ou igual a 50% Prática Insegura Se a soma do valor percentual válido da resposta ‘Quase Sempre’ e ‘Sempre’ for menor que 50% Na questão 14, que trata sobre a prescrição com expressões vagas, a leitura se dá ao contrário, onde “Quase sempre” e “Sempre” rementem a ser uma prática insegura, se maior que 50%; de risco se for entre 25 e 50% e “segura” se for menos que 25%. RESULTADOS Os dados coletados, quanto a opinião da equipe de enfermagem deste hospital sobre a adesão as boas práticas no sistema de medicação recomendadas pela ANVISA, estão apresentadas no quadro-2 abaixo. Quadro-2: Opinião da equipe de enfermagem quanto à adesão as recomendações da ANVISA para um sistema de medicação seguro. Nº 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 ITENS AVALIADOS O enfermeiro supervisiona o preparo e a administração de medicamentos realizados por técnicos ou auxiliares de enfermagem? Há higiene das mãos antes do preparo do medicamento? A equipe de enfermagem confere se o nome do medicamento que tem em mãos é o que está prescrito? A equipe de enfermagem checa se a forma farmacêutica e a via de administração prescritas estão apropriadas à condição clínica do paciente? Há verificação se o diluente (tipo e volume) foi prescrito? A equipe de enfermagem avalia a compatibilidade do medicamento com os produtos para a saúde utilizados para sua administração (seringas, cateteres, sondas, equipos, e outros)? Há utilização de instrumentos de medida padrão no preparo de medicamentos (ex: seringas milimétricas) para medir doses com exatidão? A velocidade de infusão é estabelecida na prescrição? Há preparo do medicamento de modo garante que a sua administração seja feita sempre no horário correto? A verificação atenta para dose prescrita do medicamento? As doses escritas com “zero”, “vírgula” e “ponto” recebem atenção redobrada? A velocidade de gotejamento, a programação e o funcionamento das bombas de infusão contínua são conferidos em caso de medicamentos de infusão contínua. É realizado a dupla checagem dos cálculos para o preparo e programação de bomba para administração de medicamentos potencialmente perigosos ou de alta vigilância? Os medicamentos em casos de prescrições vagas como: “fazer se necessário”, “conforme ordem médica” ou “a critério médico” são administrados? O nome completo do paciente é conferido antes NUNCA RARAMENTE N N % % ÀS VEZES N % QUASE SEMPRE N % SEMPRE N % 3 10 6 20 14 46 6 20 1 3 - - - - - - 7 24,1 22 75,9 - - - - - - 2 6,9 27 93,1 - - 1 3,3 3 10 5 16,7 21 70 - - - - 4 13,8 2 6,9 23 79,3 - - 2 6,9 3 10,3 9 31 15 51 - - - - 2 6,7 6 20 22 73,3 - - 2 6,7 8 26,7 9 30 11 36,7 - - - - - - 10 33,3 20 66,7 - - - - - - 5 16,7 25 83,3 - - - - - - 4 13,8 25 86,2 - - - - - - 7 25 21 75 - - - - 1 3,6 4 14,3 23 82,1 1 3,3 2 6,7 10 33,3 8 26,7 9 30 - - - - - - 4 13,3 26 86,7 da administração? Os resultados revelam que das 15 recomendações avaliadas, 12 ações foram atribuídas com maior valor percentual válido entre a frequência de “quase sempre e sempre” demonstrando que 80% as indicações da ANVISA em estudo são citadas como rotinas do processo de medicação dessa instituição. Salienta-se que sete itens obtiveram avaliação com variação exclusiva entre “Quase sempre e/ou sempre”, e cinco itens respeitaram o valor percentual válido maior que 75%. Entretanto, também foi identificado nas respostas uma circunstância de risco, que corresponde, a inconstância da velocidade de infusão estabelecida na prescrição médica. Como prática insegura, constata-se, conforme avaliação do item 1, a falta de supervisão constante do profissional enfermeiro sobre processo de preparo e administração de medicamentos. No item 14 a análise evidencia que a prática também se constitui em prática insegura, pois cerca de 60% relatam que “Sempre” ou “Quase sempre” administram o medicamento, mesmo com expressões vagas, tais como: “fazer se necessário”, “conforme ordem médica” ou “a critério médico”. Essa situação predispõe a administração do fármaco sem julgamento criterioso e consequentemente corrobora para incidentes. Em síntese, aferiu-se 12 ações como práticas seguras, uma com potencial risco, e duas como inseguras. Diante disso, identificou-se que 80% das recomendações da ANVISA em estudo para as boas práticas no sistema de medicação foram citadas como rotina de “quase sempre” ou “sempre”, classificando o processo de medicação como seguro no hospital. Entretanto, práticas de risco emerge com percentual de 6,6% de desconformidades com as evidencias cientificas em estudo, e práticas inseguras representam 13,4% de inobservância das indicações para a segurança nesse processo. DISCUSSÃO É consenso entre os profissionais da área da saúde que erros decorrentes da terapia medicamentosa representam um problema, que nas últimas décadas tem alcançado proporções elevadas3. Entre as estratégias para garantir o cuidado seguro para o paciente, a análise dos incidentes e a busca pela cultura de segurança organizacional se destacam1. Nesse estudo, observou-se que a prática assistencial no processo de medicação é baseada em evidências cientificas que colaboram para a realização dos cuidados certos, no momento certo, da maneira certa, para a pessoa certa, objetivando alcançar os melhores resultados possíveis17. , são princípios que fundamentam a qualidade da assistência e que direcionam a prática de enfermeiros que se esmeram em prestar uma assistência ética e respeitosa, baseada nas necessidades do paciente e da família, na excelência clínica e na melhor informação científica disponível. Sabe-se ainda que são escassos os mecanismos eficientes de prevenção de erros e que há uma deficiência quanto a percepção e conhecimento, por parte dos profissionais da enfermagem, acerca dos conceitos de erro de medicação e evento adverso que colaboram para práticas inseguras2. Nesse contexto, entende-se que a implantação de estratégias para a segurança do paciente no sistema de medicação é um trabalho amplo, que deve envolver todos os atores que participam da assistência, instituindo-se então, uma cultura voltada para os pacientes e a sensibilização da equipe multidisciplinar envolvida nesse processo como barreira humana para coibir incidentes1,2,3. Nessa perspectiva, a segurança para o paciente deve ser fortalecida desde sua primeira etapa, a prescrição, cuja responsabilidade é médica. Sua confecção deve ser legível, de preferência eletrônica, abolir o uso de abreviaturas e expressões vagas como “se necessário”, indicar o propósito daquele medicamento bem como estabelecer sua velocidade de fluxo de administração6. Erros de prescrição são responsáveis por mais de 400.000 incidentes evitáveis e 7.000 mortes por ano nos Estados Unidos da America14. Ressalta-se que os erros neste processo podem ser interceptados por meio de condutas preventivas adotadas pela equipe de farmácia e de enfermagem junto ao prescritor6. A revisão das prescrições pelos farmacêuticos é ser essencial na prevenção de erros na medida em que assegura a seleção apropriada de medicamentos, doses, vias e frequência, e busca sanar as dúvidas dos profissionais com relação aos medicamentos utilizados e, assim, promover segurança aos pacientes e economia ás instituições6. A colaboração para fomentar a segurança no sistema de medicação da equipe de enfermagem é notória frente ao quantitativo superior desses profissionais em relação as demais categorias no ambiente hospitalar, bem como pelo fato de sua ação está fortemente centrada entre o medicamento e o paciente6,5,10. Nessas circunstancias, a equipe de enfermagem certifica-se da qualidade do cuidado no preparo e administração do medicamento, sendo de responsabilidade ética e legal do enfermeiro assumir o papel de barreira de segurança na supervisão de todo o procedimento técnico na busca do cuidado com excelência na qualidade e segurança para o paciente 5, 10. Erros nessa etapa resultam em consequências tangíveis e intangíveis para o paciente e sua família que variam desde dano físico, emocional, a socioeconômico, visto que podem provocar incapacidade, sequelas, prolonga o tempo de internação e recuperação, exposição a procedimentos e medidas terapêuticas, atraso ou impedem que se viva em sociedade, e podem levar até mesmo a morte14,15. A compreensão que o sistema de medicação é susceptível a erros cujas causas são multifatoriais e relacionadas ao sistema é necessária ser incorporada pelos profissionais a fim de estimular a notificação de incidentes e consequentemente para o tratamento adequado das ocorrências1,2,4. A ideia punitiva deve ser substituída pela avaliação do processo, instituindo-se uma política institucional de notificação e a utilização de ferramentas de análise da causa desses erros, corrigindo-se o sistema, prevenindo, assim, novas ocorrências de eventos adversos relacionados a medicamentos16. CONCLUSÃO Com os resultados, observa-se que dos 15 itens do questionário, 12 obtiveram resultado classificado como prática segura, uma como prática de risco, e duas como prática insegura. Em síntese, identifica-se que as condutas da equipe de enfermagem nesse hospital colaboram para a administração segura de medicamentos uma vez que se visualiza adesão de 80% as boas práticas recomendadas pela ANVISA. Entretanto, ressalta-se que medidas de barreira devem ser adotadas a fim de coibir todo o potencial de risco para evento adverso, bem como todas as circunstâncias que ascendem como inseguras no processo de medicação. Salienta-se ainda que o profissional enfermeiro como gerente e responsável legal pelas ações da equipe de enfermagem deve intensificar suas ações de supervisão dos procedimentos técnicos dessa categoria, caracterizando-se, dessa forma, como mais uma barreira para bloqueio de eventos adversos. Recomenda-se também fortalecer e disseminar a cultura de segurança do paciente como estratégia para maior adesão às boas práticas assistenciais no processo de medicação com garantia de excelência em qualidade. REFERÊNCIAS 1.Duarte, Sabrina da Costa Machado; Stipp, Marluci Andrade Conceição; Silva, Marcelle Miranda da; Oliveira, Francimar Tinoco de. Eventos adversos e segurança na assistência de enfermagem / Los eventos adversos y la seguridad en la atención de enfermería / Adverse events and safety in nursing care. Rev. bras. enferm;68(1):154-154, Jan-Feb/2015. 2.Ferreira, Patrícia Cabral; Dantas, Anna Livia de Medeiros; Diniz, Késsya Dantas; Ribeiro, Kátia Regina Barros; Machado, Regimar Carla; Tourinho, Francis Solange Vieira. Evento adverso versus erro de medicação: percepções da equipe de enfermagem atuante em terapia intensiva. Rev. pesqui. cuid. fundam. (Online);6(2):725-734, abr.-jun. 2014. 3.Harada, Maria de Jesus Castro Sousa; Chanes, Daniella Cristina; Kusahara, Denise Miyuki; Pedreira, Mavilde da Luz Gonçalves. Segurança na administração de medicamentos em pediatria. Acta paul. enferm;25(4):639-642, 2012. 4.Lolita Dopico da Silva, Renata dos Santos Passos, Márglory Fraga de Carvalho. Características e evidências da produção científica de enfermeiros sobre erros de medicação no ambiente hospitalar. Rev. RENE;13(2):480-491, 2012 5.Nunes, Flávia Danyelle Oliveira; Barros, Lidiane Andréia Assunção; Azevedo, Roseane Mafra; Paiva, Sirliane de Souza. Segurança do paciente: como a enfermagem vem contribuindo para a questão? Rev. pesqui. cuid. fundam. (Online);6(2):841-847, abr.-jun. 2014. 6.Oliveira, Rejane Burlandi de; Melo, Enirtes Caetano Prates. O sistema de medicação em um hospital especializado no município do Rio de Janeiro / The medication system in a specialized hospital in the city of Rio de Janeiro / El sistema de medicación en un hospital de la ciudad de Rio de Janeiro. Esc. Anna Nery Rev. Enferm;15(3):480-489, jul.-set. 2011. 7. Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada nº 63. 2011.Brasília. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/3fcb208049af5f1e96aeb66dcbd9c63c/RDC+36+de+25 _11_2011+Vers%C3%A3o+Publicada.pdf?MOD=AJPERES 8.Brasil. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL.2013. Brasília. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.html 9.Paranagua, Thatianny Tanferri de Brito; Bezerra, Ana Lucia Queiroz; Santos, Andressa Luanna Moreira dos; Silva, Ana Elisa Bauer de Camargo. Prevalência e fatores associados aos incidentes relacionados a medicacao em pacientes cirúrgicos. Rev. Esc. Enferm. USP;48(1):47-47, 02/2014. 10.Pereira, Camila Dannyelle Fernandes Dutra; Tourinho, Francis Solange Vieira; Ribeiro, Joyce Laise da Silva; Fernandes, Livia Gurgel Guerra; Medeiros, Priscilla Delfino de; Medeiros, Stephanie Barbosa de. Erros de medicação: a enfermagem atuando para segurança do paciente: [revisão] / Medication errors: nursing working for patient safety: [review]. Nursing (São Paulo);14(163):650-655, dez. 2011. 11.Roque, Keroulay Estebanez; Melo, Enirtes Caetano Prates. Avaliação dos eventos adversos a medicamentos no contexto hospitalar / Evaluation of adverse drug events in the hospital contexto. Esc. Anna Nery Rev. Enferm;16(1):121-127, mar. 2012. 12.Silva, Ana Elisa Bauer de Camargo; Cassiani, Silvia Helena De Bortoli. Prospective risk analysis of the anti-infective medication administration process / Análise prospectiva de risco do processo de administração de medicamentos anti-infecciosos / Análisis prospectivo de riesgo del proceso de administración de medicamentos anti-infecciosos. Rev. latinoam. enferm;21(spe):233-241, Jan.-Feb. 2013. 13.Silva, Lolita Dopico da; Carvalho, Márglory Fraga de. Revisão integrativa da produção científica de enfermeiros acerca de erros com medicamentos. Rev. enferm. UERJ;20(4):519525, out.-dez. 2012. 14. Brasil. Ministério da Saúde. Anexo 03: PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS*. Disponível em: http://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/item/seguranca-naprescricao-uso-e-administracao-de-medicamentos. 15.Santos et al. Segurança do paciente: fatores causais de eventos adversos a medicamentos pela equipe de enfermagem. Ciências Biológicas e da Saúde. v. 2, n. 2 (2014). 16. Corbellini VL, et al. Eventos adversos relacionados a medicamentos: percepção de técnicos e auxiliares de enfermagem. Rev Bras Enferm, Brasília 2011 mar-abr; 64(2): 241-7. 17. Pedreira, Mavilde Luz Gonçalves. Práticas de enfermagem baseadas em evidências para promover a segurança do paciente. Acta Paul Enferm 2009;22(Especial - 70 Anos):880-1.