236 - CRS - IGN - ET - 01 – ESP – Rev 1
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS
CADERNO DE ENCARGOS E
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
PROJETO: Reforma da Agência de Igreja Nova, localizada na Praça Sérgio
Costa, 45, Centro, Igreja Nova/AL
Rua Desembargador Tenório, 162, sala 204, Farol, Maceió – AL
CNPJ. 08.028.660 / 0001 – 92 [email protected]
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ÍNDICE
0.0– GENERALIDADES...................................................................................................... 3
1.0– ADMINISTRAÇÃO DA OBRA....................................................................................... 7
2.0– SERVIÇOS PRELIMINARES......................................................................................... 7
3.0 – DEMOLIÇÕES E RETIRADAS..................................................................................... 8
4.0 – INFRA-ESTRUTURA................................................................................................ 11
5.0– SUPRA-ESTRUTURA.................................................................................................15
6.0– PAREDES, PAINÉIS E DIVISÓRIAS............................................................................17
7.0– REVESTIMENTOS E FORROS....................................................................................19
8.0– ESQUADRIAS E GRADES.......................................................................................... 22
9.0– COBERTURA E IMPERMEABILIZAÇÕES......................................................................26
10.0– PISOS................................................................................................................... 28
11.0– PINTURAS.............................................................................................................30
12.0– INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO.........................................................33
13.0– CABEAMENTO ESTRUTURADO................................................................................43
14.0– SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS...............................46
15.0– ALARME E CFTV.................................................................................................... 50
16.0– INSTALAÇÃO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO.......................................... 52
17.0– INSTALAÇÕES DE CLIMATIZAÇÃO.......................................................................... 53
18.0– INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS..........................................................................56
19.0– LOUÇAS, METAIS E BANCADAS.............................................................................. 65
20.0– DIVERSOS.............................................................................................................67
21.0– SERVIÇOS COMPLEMENTARES............................................................................... 68
22.0– FORNECIMENTO DE MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS...............................................70
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CADERNO DE ENCARGOS
0.0 – GENERALIDADES
Objetivo
Estas especificações têm por objetivo a fixação das condições técnicas gerais e específicas que serão
obedecidas na Reforma da Agência de Igreja Nova, localizada na Praça Sérgio Costa, 45, Centro, Igreja
Nova/AL.
Terminologia
Para efeitos deste documento, será adotada a seguinte terminologia:
Contratante:
A ECT, representada pela Administração Central ou pelas Diretorias Regionais.
Contratada:
A Empresa ou profissional contratado pela ECT para a execução de obras ou serviços de engenharia.
Cronograma:
Tradução literal ou gráfica da previsão de desenvolvimento dos serviços ou obras em função do tempo.
Fiscalização:
Atividade exercida de modo sistemático pela Contratante e seus prepostos, objetivando a verificação do
cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas, em todos os seus aspectos.
Engenheiros e/ou técnicos poderão ser contratados pela ECT, por tempo determinado e objeto definido,
para apoiar a Fiscalização.
Sub-contratação do objeto de contrato
A Contratada não poderá, sob nenhum pretexto ou hipótese, subcontratar todos os serviços e obras
objeto do contrato. Somente poderá subcontratar parte dos serviços se a subcontratação for admitida no
edital e no contrato, de acordo com a lei 8.666/93. Mesmo assim, a proposta de subcontratação deverá
ser submetida previamente à Contratante visando à autorização expressa.
Quando autorizada a subcontratação de parte dos serviços, a Contratada realizará a supervisão e
coordenação das atividades da subcontratada, bem como responderá perante a Contratante pelo
cumprimento das obrigações contratuais correspondentes ao objeto da subcontratação.
Legalização do objeto de contrato
A Contratada será responsável pela observância das leis, decretos, regulamentos, portarias e normas
federais, estaduais e municipais direta e indiretamente aplicáveis ao objeto do contrato, inclusive por suas
subcontratadas e fornecedores.
Logo após a assinatura do contrato com a ECT, a Contratada deverá:
a) providenciar junto ao CREA, as Anotações de Responsabilidade Técnica – ART’s referentes ao objeto do
contrato e especialidades pertinentes, nos termos da Lei n.º 6.496/77;
b) obter junto ao órgão Municipal, Estadual ou Federal competente, o alvará de construção e, se
necessário, o alvará de demolição, na forma das disposições em vigor;
c) obter junto ao INSS, o Certificado de Matrícula relativo ao objeto do contrato, de forma a possibilitar o
licenciamento da execução dos serviços e obras, nos termos do Artigo 83 do Decreto Federal n.º 356/91;
d) apresentar à Delegacia Regional do Trabalho, antes do início dos serviços, as informações pertinentes à
sua identificação e ao objeto do contrato, bem como o Programa de Condições e Meio Ambiente de
Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT, de conformidade com a Portaria N.º 4/95 da Secretaria de
Segurança e Saúde no Trabalho e modificações posteriores;
e) responsabilizar-se pelo fiel cumprimento de todas as disposições e acordos relativos à legislação social e
trabalhista em vigor, particularmente no que se refere ao pessoal alocado nos serviços e obras objeto do
contrato;
f) efetuar o pagamento de todos os impostos, taxas e demais obrigações fiscais incidentes ou que vierem
a incidir sobre o objeto do contrato, até o Recebimento Definitivo dos serviços e obras.
Projeto de engenharia
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A ECT fornecerá à Contratada todos os projetos executivos que compõem o objeto do contrato,
aprovados pelos órgãos Federais, Estaduais e Municipais e concessionárias de serviços públicos que
exerçam controle sobre a execução dos serviços e obras, como a Prefeitura Municipal (Projeto Legal), o
Corpo de Bombeiros (Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio), as concessionárias de energia
elétrica e de telefonia (Projetos de Entrada de Energia Elétrica e de Telefonia), as concessionárias de gás,
água e esgotos (Projetos de Instalações Hidráulicas, Sanitárias e Gás Combustível) e CONAMA ou órgão
estadual competente (Licença Ambiental de Instalação - LAI).
A Contratada deverá executar os serviços e obras em conformidade com desenhos, memoriais descritivos,
especificações técnicas e demais elementos de projeto, bem como, com os encargos de contrato.
Todos os elementos de projeto deverão ser minuciosamente estudados pela Contratada, antes e durante
a execução dos serviços e obras, devendo informar à Fiscalização sobre qualquer eventual incoerência,
falha ou omissão que for constatada.
Nenhum trabalho adicional ou alteração do projeto fornecido pela ECT deverá ser feito pela Contratada
sem a prévia e expressa autorização da Fiscalização, respeitadas as disposições e condições
estabelecidas no contrato.
Todas as alterações do projeto original, autorizadas pela ECT durante a execução dos serviços e obras,
deverão ser documentadas pela Contratada, que registrará em pranchas de desenho à parte, as revisões
e complementações dos elementos alterados, incluindo os desenhos como “construído”.
Obra
A obra terá todas as instalações provisórias necessárias ao seu bom funcionamento, tais como escritório,
sanitários, água, energia elétrica, etc.
Caberá à CONSTRUTORA fornecer todo o material, mão-de-obra, ferramentas, maquinaria, equipamentos,
etc., necessários e adequados para que todos os trabalhos sejam desenvolvidos com segurança e
qualidade.
A CONSTRUTORA deverá manter um jogo completo de projetos executivos selecionados por tipo de
serviço e acondicionados em uma mapoteca feita na própria obra.
Segurança e Saúde Ocupacional
Antes do início dos serviços, a Contratada deverá apresentar à Fiscalização as medidas de segurança a
serem adotadas durante a execução dos serviços e obras, em atendimento aos princípios e disposições
da NR 18 - Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção.
A Contratada fornecerá aos seus empregados, todos os equipamentos de proteção individual para
desenvolvimento das suas funções, conforme prevê a NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI),
tais como: capacetes e óculos especiais de segurança, protetores faciais, luvas e mangas de proteção,
botas de borracha e cintos de segurança, em conformidade com a natureza dos serviços e obras em
execução.
A Contratada manterá organizadas, limpas e em bom estado de higiene, as instalações do canteiro de
serviços, especialmente as vias de circulação, passagens e escadarias, refeitórios e alojamentos,
coletando e removendo regularmente as sobras de materiais, entulhos e detritos em geral.
A Contratada deverá estocar e armazenar os materiais adequadamente, de forma a não prejudicar o
trânsito de pessoas e cargas, não obstruir portas e saídas de emergência e não impedir o acesso de
equipamentos de combate a incêndio.
Além de equipamentos de proteção contra incêndio, deverá ser constituída e mantida no canteiro de
serviços, uma Brigada de Combate a Incêndio, na forma das disposições em vigor.
Caberá à Contratada comunicar à Fiscalização e, nos casos de acidentes fatais, à autoridade
competente, todo o tipo de acidente que ocorrer durante a execução dos serviços e obras, da maneira
mais detalhada possível e por escrito, inclusive os princípios de incêndio.
A Contratada manterá no canteiro de serviços, medicamentos básicos e pessoal orientado, visando o
atendimento de primeiros socorros em caso de ocorrência de acidentes durante a execução dos
trabalhos, nos termos da NR 18.
Caberá à Contratada manter vigias que controlem a entrada e saída de materiais, máquinas,
equipamentos e pessoas, bem como manter a ordem e disciplina em todas as dependências do canteiro
de serviço.
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A ECT realizará inspeções periódicas no canteiro de serviço a fim de verificar o cumprimento das medidas
de segurança adotadas, o estado de conservação dos equipamentos de proteção individual e dos
dispositivos de proteção de máquinas e ferramentas que ofereçam riscos aos trabalhadores, bem como a
observância das demais condições estabelecidas pelas normas de segurança e saúde no trabalho.
Execução – Serviços e Obras
Durante a execução dos serviços e obras, a Contratada deverá:
a) submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos trabalhos, o projeto das
instalações provisórias ou canteiro de serviço, de acordo com a NR 18, compatível com o porte e
características do objeto do contrato, definindo todas as áreas de vivência, dependências, espaços,
instalações e equipamentos necessários ao andamento dos serviços e obras, inclusive escritórios e
instalações para uso da Fiscalização, quando previstas nos Encargos de Contrato;
b) providenciar as ligações provisórias das utilidades necessárias à execução dos serviços e obras, como
água, esgotos, energia elétrica e telefones, bem como responder pelas despesas de consumo até o
recebimento definitivo do objeto contratado;
c) manter no local dos serviços e obras, profissionais, equipamentos e instalações em quantidade e
qualidade adequadas ao cumprimento do contrato;
d) submeter à aprovação da Fiscalização em até 10 (dez) dias após o início dos serviços, o plano de
execução e o cronograma detalhado dos serviços e obras, elaborados de conformidade com o
cronograma do contrato e técnicas adequadas de planejamento;
e) providenciar para que os materiais, mão-de-obra e demais suprimentos estejam em tempo hábil nos
locais de execução, de modo a satisfazer as necessidades previstas no cronograma e plano de execução
dos serviços e obras objeto do contrato;
f) alocar os recursos necessários à administração e execução dos serviços e obras, inclusive os destinados
ao pagamento dos impostos, taxas e demais obrigações fiscais incidentes ou que vierem a incidir sobre o
objeto do contrato;
g) submeter previamente à aprovação da Fiscalização eventuais ajustes no cronograma e plano de
execução dos serviços e obras, de modo a mantê-la perfeitamente informada sobre o desenvolvimento
dos serviços;
h) submeter previamente à aprovação da Fiscalização qualquer modificação nos métodos construtivos
originalmente previstos no plano de execução dos serviços e obras;
i) executar os ajustes nos serviços concluídos ou em execução determinados pela Fiscalização;
j) comunicar imediatamente à Fiscalização qualquer ocorrência de fato anormal ou extraordinário que
ocorra no local dos serviços;
l) submeter à aprovação da Fiscalização os protótipos ou amostras dos materiais e equipamentos a serem
aplicados nos serviços e obras objeto do contrato;
m) realizar, através de laboratórios previamente aprovados pela Fiscalização, os testes, ensaios, exames e
provas necessárias ao controle de qualidade dos materiais, serviços e equipamentos a serem aplicados
nos trabalhos;
n) evitar interferência com as propriedades lindeiras, atividades e tráfego de veículos na vizinhança do
local dos serviços e obras, programando adequadamente as atividades executivas;
o) elaborar os relatórios periódicos de execução dos serviços e obras, em conformidade com os requisitos
estabelecidos nos Encargos de Contrato;
p) providenciar as ligações definitivas das utilidades previstas em projeto, como água, esgotos, gás,
energia elétrica e telefones;
q) providenciar junto aos órgãos Federais, Estaduais e Municipais e concessionárias de serviços públicos, a
vistoria e regularização dos serviços e obras concluídos, como a Prefeitura Municipal (Habite-se ou
Certificado de Conclusão), o Corpo de Bombeiros (Prevenção e Combate a Incêndio), as concessionárias
de energia elétrica e de telefonia (Entrada de Energia Elétrica e Telefonia), as concessionárias de água,
esgotos e gás (Instalações Hidráulicas, Sanitárias e Gás Combustível) e CONAMA ou órgão estadual
competente (Licença Ambiental de Operação – LAO);
r) retirar até 15 (quinze) dias após o recebimento definitivo dos serviços e obras, todo o pessoal, máquinas,
equipamentos, materiais, e instalações provisórias do local dos serviços, deixando todas as áreas do
canteiro de serviço limpas e livres de entulhos e detritos de qualquer natureza.
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A execução dos serviços e obras de construção, reforma ou ampliação de edificações, deverá atender
também às seguintes Normas Complementares:
Normas para Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais;
Normas da ABNT e do INMETRO;
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas das
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA/CONFEA.
Fiscalização
Ao conjunto dos funcionários da PROPRIETÁRIA, designado FISCALIZAÇÃO, caberá as tarefas de supervisão
e fiscalização dos serviços contratados.
A fiscalização acima referida não desobriga a EMPREITEIRA de sua total responsabilidade pelos atrasos,
construção, mão-de-obra, equipamentos e materiais nos termos da legislação vigente e na forma deste
documento.
A fiscalização poderá exigir do construtor substituição de qualquer profissional do canteiro de obras,
desde que verificada a sua incompetência para a execução das tarefas, bem como hábitos de conduta
nocivos à boa administração do canteiro.
A substituição de qualquer elemento será processada, no máximo, 48 horas após a comunicação por
escrito, da fiscalização.
As relações mútuas entre a Contratante e cada contratado serão mantidas por intermédio da
fiscalização.
É a Contratada obrigada a facilitar meticulosa fiscalização dos materiais e execução das obras e serviços
contratados, facultando à fiscalização, o acesso a todas as partes da obra. Obriga-se, do mesmo modo,
a facilitar a fiscalização em oficinas, depósitos, armazéns ou dependências onde se encontrem materiais
destinados à construção, serviços ou obras em preparo.
Os serviços a seguir relacionados só serão iniciados após a liberação dos mesmos pela fiscalização da
obra: locação da obra, brocas ou sapatas isoladas e corridas, concretagem de blocos, vigas baldrames,
pilares, lajes, vigas da coberta, alvenaria, piso cerâmico, calçadas e estacionamento, pintura e forro.
Serão impugnados pela fiscalização, todos os trabalhos que não satisfaçam as condições contratadas.
Responsabilidade Civil
Durante 5 (cinco) anos após o Recebimento Definitivo dos serviços e obras, a Contratada responderá por
sua qualidade e segurança, devendo efetuar a reparação de quaisquer falhas, vícios, defeitos ou
imperfeições que se apresentem nesse período, independentemente de qualquer pagamento da ECT.
O Novo Código Civil Brasileiro, Lei nº 10.406, de 10 de Janeiro de 2002, no seu Art. 618, assim estabelece:
“Nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis, o empreiteiro de materiais
e execução responderá, durante o prazo irredutível de cinco anos, pela solidez e segurança do trabalho,
assim em razão dos materiais, como do solo. Parágrafo único. Decairá do direito assegurado neste artigo
o dono da obra que não propuser a ação contra o empreiteiro, nos cento e oitenta dias seguintes ao
aparecimento do vício ou defeito”.
A presença da Fiscalização da ECT durante a execução dos serviços e obras, quaisquer que sejam os atos
praticados no desempenho de suas atribuições, não implicará solidariedade ou corresponsabilidade com
a Contratada, que responderá única e integralmente pela execução dos serviços, inclusive pelos serviços
executados por suas subcontratadas, na forma da legislação em vigor.
Se a Contratada recusar, demorar, negligenciar ou deixar de eliminar as falhas, vícios, defeitos ou
imperfeições apontadas, poderá o Contratante efetuar os reparos e substituições necessárias, seja por
meios próprios ou de terceiros, transformando-se os custos decorrentes, independentemente do seu
montante, em dívida líquida e certa da ECT.
A Contratada responderá diretamente por todas e quaisquer perdas e danos causados em bens ou
pessoas, inclusive em propriedades vizinhas, decorrentes de omissões e atos praticados por seus
funcionários e prepostos, fornecedores e subcontratadas, bem como originados de infrações ou
inobservância de leis, decretos, regulamentos, portarias e posturas oficiais em vigor, devendo indenizar a
ECT por quaisquer pagamentos que seja obrigada a fazer a esse título, incluindo multas, correções
monetárias e acréscimos de mora.
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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
1.0 – ADMINISTRAÇÃO DA OBRA
1.1 – Administração local
A obra deverá contar com 01(um) engenheiro civil ou arquiteto, responsável pelo acompanhamento dos
serviços em um período mínimo de 40(quarenta) horas mensais durante todo o período da obra e 01(um)
encarregado deverá ser designado para acompanhamento dos serviços por um período de 220(duzentos
e vintes) horas mensais durante toda a duração da obra.
1.2 – Taxas e emolumentos
Deverá ser elaborado um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) junto a um Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), conforme as normas técnicas. Deverá também ser
providenciando o registro de responsabilidade técnica, ART ou RRT de execução da obra junto ao CREA
ou CAU em nome do profissional responsável, Engenheiro ou Arquiteto. Junto à Prefeitura, deverão ser
providenciadas as licenças de alvará de demolição, alvará de construção e habite-se.
1.3 – Ferramentas e equipamentos
Aquisição e/ou locação de equipamentos para serviços de fundação, em alvenaria e estruturas,
equipamentos de proteção individual, botas, óculos, luvas, capacetes entre outros.
2.0 – SERVIÇOS PRELIMINARES
2.1 – Placa de obra
A CONSTRUTORA deverá afixar em local visível a placa da obra, confeccionado em chapa galvanizada,
que deverá atender as exigências do CREA e da municipalidade, bem como manter no escritório, em
local de fácil acesso, cópias do alvará de construção, projeto aprovado na prefeitura, CMA do INSS, ART
do CREA e cronograma físico-financeiro.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área da placa, 2,0 m².
2.2 – Limpeza manual do terreno
A capina e a roçagem do terreno deverão ser feitas manualmente com foice, roçadeira, ou outras
ferramentas adequadas. Os entulhos e restos de vegetação deverão ser removidos do terreno e
colocados em local apropriado.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área do terreno subtraído área construída.
2.3 – Tapume de chapa de madeira compensada, espessura = 6mm, com pintura a cal e
reaproveitamento de 2x
É obrigatória a colocação de tapume ou barreiras sempre que se executarem atividades de construção,
de forma a impedir o acesso de pessoas estranhas aos serviços. O tapume deve ser construído e fixado de
forma resistente, e ter altura mínima de 2,2 m em relação ao nível do terreno. Em caso de necessidade de
realização de serviços sobre o passeio, a galeria tem de ser executada na via pública, devendo nesse
caso ser sinalizada em toda sua extensão, por meio de sinais de alerta aos motoristas nos dois extremos e
iluminação durante a noite. As bordas da cobertura da galeria precisam ter tapumes fechados com altura
mínima de 1 m, com inclinação de aproximadamente 45°. As galerias necessitam ser mantidas sem
sobrecargas que prejudiquem a estabilidade de sua estrutura. Existindo risco de queda de materiais nas
edificações vizinhas, elas devem ser protegidas. Em se tratando de prédio construído no alinhamento do
terreno, a fachada da obra tem de ser protegida, em toda a sua extensão, com fechamento de tela.
Quando a distância da demolição ao alinhamento do terreno com a via pública for inferior a 3 m, é
necessário ser executado um tapume no alinhamento do terreno.
PROCEDIMENTO EXECUTIVO
Cravar os pontaletes no solo, profundidade 0,50 cm, na posição vertical, distanciados aproximadamente
1,10 m um do outro.
Fixar as chapas de madeira compensadas nos pontaletes através de pregos colocadas na posição
horizontal. Deve ter altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área do tapume
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3.0 – DEMOLIÇÕES E RETIRADAS
DISPOSIÇÕES GERAIS
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Os materiais e equipamentos a serem utilizados na execução dos serviços de demolições e remoções
atenderão às especificações do projeto, bem como às prescrições da NBR-5682.
Os materiais serão cuidadosamente armazenados em local seco e protegido.
PROCESSO EXECUTIVO
Antes do início dos serviços, a Contratada procederá a um detalhado exame e levantamento da
edificação ou estrutura a ser demolida. Deverão ser considerados aspectos importantes tais como a
natureza da estrutura, os métodos construtivos, o estado físico da edificação, as condições das
construções vizinhas, existência de porões, subsolos e depósitos de combustíveis e outros.
As linhas de abastecimento de energia elétrica, água, gás, bem como as canalizações de esgoto e águas
pluviais deverão ser removidas ou protegidas, respeitando as normas e determinações das empresas
concessionárias de serviços públicos.
A Contratada deverá fornecer, para aprovação da Fiscalização, um programa detalhado, descrevendo
as diversas fases da demolição previstas no projeto e estabelecendo os procedimentos a serem adotados
na remoção de materiais reaproveitáveis.
Os tapumes e outros meios de proteção e segurança serão executados conforme o projeto e as
recomendações da Norma NBR 5682, bem como norma e posturas Municipais, Estaduais ou Federais.
Os serviços de demolição deverão ser iniciados pelas partes superiores da edificação, mediante o
emprego de calhas, evitando o lançamento do produto da demolição em queda livre. As partes a serem
demolidas deverão ser previamente molhadas para evitar poeira em excesso durante o processo de
demolição. Os materiais provenientes da demolição, reaproveitáveis ou não, serão convenientemente
removidos para os locais indicados pela Fiscalização.
A Contratada será responsável pela limpeza da área, ao término dos serviços.
A demolição convencional, manual ou mecânica, será executada conforme previsto no projeto e de
acordo com as recomendações da Norma NBR 5682.
A demolição manual será executada progressivamente, utilizando ferramentas portáteis motorizadas ou
manuais. A remoção de entulhos poderá ser feita por meio de calhas e tubos ou por meio de aberturas
nos pisos, desde que respeitadas as tolerâncias estipuladas nos itens 7.1.3 e 7.1.4 da Norma NBR 5682.
Será evitado o acúmulo de entulho em quantidade tal, que provoque sobrecarga excessiva sobre os pisos
ou pressão lateral excessiva sobre as paredes. Peças de grande porte de concreto, aço ou madeira
poderão ser arreadas até o solo, por meio de guindaste, ou removidas através de calhas, desde que
reduzidas a pequenos fragmentos.
A demolição mecânica, com empurrador, por colapso planejado, com bola de demolição ou com
utilização de cabos puxadores, será executada com os equipamentos indicados para cada caso,
seguindo sempre as recomendações dos fabricantes.
Quando necessário e previsto em projeto, iniciar a demolição por processo manual, de modo a facilitar o
prosseguimento dos serviços. Quando forem feitas várias tentativas para demolir uma estrutura, através de
um só método executivo e não for obtido êxito, dever-se-ão utilizar métodos alternativos, desde que
aprovados pela Fiscalização.
NORMAS COMPLEMENTARES
A execução de serviços de Demolição deverá atender também às seguintes Normas Complementares:
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREACONFEA.
Normas da ABNT e INMETRO:
NBR 5682 - Contratação, Execução e Supervisão de Demolições - Procedimento
3.1 - Retirada de esquadrias de ferro e alumínio
Todas as esquadrias de ferro existentes serão retiradas, com exceção da porta de acesso principal.
O destino final do entulho será definido pela Fiscalização.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área da esquadria.
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3.2 - Retirada de folhas de passagem de porta ou janela de madeira
Todas as folhas de passagem de portas existentes serão retiradas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Uma unidade por vão.
3.3 - Retirada de batentes de madeira
As esquadrias devem ser retiradas cuidadosamente, quebrando-se a alvenaria em volta com ajuda de um
ponteiro, e depois transportadas e armazenadas em local apropriado. Todos os batentes das esquadrias
de madeira existentes serão retiradas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Uma unidade por vão.
3.4 - Retirada de divisória
As peças que formam a divisória deverão ser retiradas cuidadosamente, transportadas e armazenadas
em local apropriado. As tábuas e peças que estiverem sem condições de serem reaproveitadas serão
consideradas entulho e transportadas para local conveniente. A execução deste serviço deverá ser
orientada por profissional habilitado, utilizando-se equipamentos adequados e obedecendo-se aos
critérios de segurança recomendados. Serão retiradas todas as divisórias existentes na edificação.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área de divisória a ser demolida sem descontar os vãos.
3.5 - Retirada de caixa de ar condicionado
Serão retiradas todas as caixas de ar condicionado.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.6 - Remoção de lavatório
O lavatório existente no WC será removido.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.7 - Remoção de vaso sanitário
O vaso sanitário existente no WC será removido.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.8 - Remoção de acessórios sanitários (metais e louças)
Todos os acessórios sanitários serão removidos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.9 - Remoção de pontos elétricos
Todos os pontos deverão ser retirados.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.10 - Remoção de luminárias
Todos os pontos de luminárias deverão ser retirados.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.11 - Remoção de quadros elétricos
Todos os quadros deverão ser retirados.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade retirada.
3.12 - Retirada de forro em réguas de pvc, inclusive retirada de perfis
Todo o forro deverá ser retirado.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área do forro a ser demolido.
3.13 - Demolição de telhas de fibrocimento estruturada
Será demolida parte do telhado, conforme especificado no projeto.
Antes de iniciar os serviços, desligar as linhas de fornecimento de água, energia elétrica, inflamáveis
líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas e canalizações de esgotos. As telhas de fibrocimento
onduladas deverão ser retiradas cuidadosamente, transportadas e armazenadas em local apropriado. Os
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materiais que não tiverem condições de reaproveitamento serão considerados entulhos, transportados
para local conveniente e posteriormente retirados da obra. A execução deste serviço deverá ser
orientada por profissional habilitado, utilizando-se equipamentos adequados e obedecendo-se aos
critérios de segurança recomendados.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área de projeção horizontal do telhado.
3.14 - Demolição de estrutura em madeira pontaletada para telhas estruturadas
Será demolida parte do telhado, conforme especificado no projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área de projeção horizontal do telhado
3.15 - Demolição de alvenaria de tijolos cerâmicos furados, sem reaproveitamento
Conforme o projeto de demolição, as alvenarias serão demolidas com extremo cuidado, escorando-se
lajes que nela se apoia. Antes de iniciar os serviços, desligar as linhas de fornecimento de água, energia
elétrica, inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas e canalizações de esgotos. A
alvenaria será demolida utilizando-se ferramentas adequadas e obedecendo aos critérios de segurança
recomendados. O material deverá ser transportado para local conveniente e posteriormente retirado da
obra como entulho.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume de material demolido.
3.16 - Demolição de meio-fio
Deverá der demolido o meio-fio que compõem a jardineira, conforme especificado em projeto
arquitetônico.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de meio-fio demolido.
3.17 - Demolição de piso cerâmico ou ladrilho
Todo o piso cerâmico existente será demolido.
Antes de iniciar os serviços, desligar as linhas de fornecimento de água, energia elétrica, inflamáveis
líquidos
e
gasosos
liquefeitos,
substâncias
tóxicas
e
canalizações
de
esgotos.
O piso cerâmico deverá ser demolido cuidadosamente com a utilização de ponteiros, de modo a não
danificar o lastro de concreto, nem a estrutura da edificação. O material deverá ser transportado para
local conveniente e posteriormente retirado da obra como entulho.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área do piso a ser demolido.
DE MEDIÇÃO: Pelo comprimento do rodapé.
3.18 - Demolição de camada de assentamento/contrapiso com uso de ponteiro espessura até 4cm
Será demolido a área do piso que onde haverá a ampliação da agência. O contrapiso deverá ser
retirado cuidadosamente com a utilização de ponteiros, de modo a não danificar a estrutura da
edificação. O material deverá ser transportado para local conveniente e posteriormente retirado da obra
como entulho.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área do piso a ser demolido.
3.19 – Demolição de revestimento cerâmico ou azulejo
Antes de iniciar os serviços, desligar as linhas de fornecimento de água, energia elétrica, inflamáveis
líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas e canalizações de esgotos. Os azulejos deverão ser
retirados cuidadosamente, com a utilização de ferramentas adequadas, de modo a não danificar as
instalações e equipamentos existentes no local. O material deverá ser transportado para local
conveniente e posteriormente retirado da obra como entulho.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área de revestimento a ser demolido.
3.20 – Demolição manual de concreto armado (pilar/viga/laje) incluindo empilhação na lateral do
canteiro
Deverão ser demolidas as áreas da laje por onde passarão os exaustores. A demolição deverá ocorrer de
forma cuidadosa para que o serviço não comprometa o restante da estrutura.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área demolida.
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3.21 – Destocamento de árvores
Serão demolidas as duas árvores que ficam na entrada da agência.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade demolida.
3.22 - Remoção de pintura látex (raspagem e/ou lixamento e/ou escovação)
Todas as paredes que permanecerão após a reforma, deverão ter a pintura existente removida, através
de processo de raspagem, lixamento ou escovação. Toda a superfície deverá ser lixada, e eliminado todo
o pó. Partes soltas ou mal aderidas deverão ser retiradas, raspando-se ou escovando-se a superfície.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área de pintura a ser removida.
3.23 – Remoção manual de entulho
Todo o entulho resultante das demolições deverá ser removido e guardado na obra em local apropriado.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume recolhido e transportado.
3.24 - Carga manual de entulho em caminhão basculante 6,0m³
Todo o entulho resultante das demolições deverá ser coletado e descarregado em caminhão basculante
para posterior despejo em local próprio fora da obra.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume recolhido e transportado.
3.25 – Transporte de entulho até um 1 km em caminhão basculante
Todo o entulho resultante das demolições deverá ser transportado e despejado em local próprio.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume recolhido e transportado.
4.0 – INFRA-ESTRUTURA
FUNDAÇÃO DIRETA
Materiais
Os materiais utilizados para a execução das fundações diretas, concreto, aço e forma, obedecerão às
especificações de projeto.
Equipamentos
Os equipamentos para execução das fundações serão função do tipo e dimensão do serviço. Poderão
ser utilizados: escavadeira para as operações de escavação, equipamentos para concretagem, como
vibradores, betoneiras, mangueiras, caçambas, guindastes para colocação de armadura, bombas de
sucção para drenagem do fundo de escavação e outros que se fizerem necessários.
Processo executivo
As fundações diretas, como sapatas, blocos, sapatas associadas, vigas de fundação, vigas alavanca e
vigas de travamento, “radier” e outros deverão ser locados perfeitamente de acordo com o projeto.
A escavação será realizada com a inclinação prevista no projeto ou compatível com o solo escavado.
Uma vez atingida a profundidade prevista no projeto, o terreno de fundação será examinado para a
confirmação da tensão admissível admitida no projeto. No caso de não se atingir terreno com resistência
compatível com a adotada no projeto, a critério da Fiscalização e consultado o autor do projeto, a
escavação será aprofundada até a ocorrência de material adequado. Será permitida a troca do solo por
outro material, como pedras e areia, desde que consultado o autor do projeto.
Uma vez liberada a cota de assentamento das fundações, será preparada a superfície através da
remoção de material solto ou amolecido, para a colocação do lastro de concreto magro previsto no
projeto.
As operações de colocação de armaduras e concretagem dos elementos de fundação serão realizadas
dentro dos requisitos do projeto e de conformidade com as normas e recomendações específicas, tanto
quanto às dimensões e locações, quanto às características de resistência dos materiais utilizados.
Cuidados especiais serão tomados para permitir a drenagem da superfície de assentamento das
fundações diretas e para impedir o amolecimento do solo superficial.
Se as condições do terreno permitirem, poderá ser dispensada a utilização de fôrmas, executando-se a
concretagem contra “barranco”, desde que aprovada pela Fiscalização. O reaterro será executado após
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a desforma dos blocos e vigas baldrames, ou 48 horas após a cura do concreto, se este for executado
“contra barranco”.
Recebimento
O controle de qualidade do concreto e armaduras será realizado de acordo com as normas pertinentes.
As fundações serão consideradas adequadas e recebidas se executadas de acordo com as indicações
desta especificação e na locação indicada no projeto.
Observação: As impermeabilizações deverão ser seguidas conforme descritas no Item
9.0 – Cobertura e Impermeabilizações
4.1 - BLOCOS DE FUNDAÇÃO
4.1.1 - Escavação manual em campo aberto em solo exceto rocha (profundidade: até 2,00m)
A escavação será realizada nas dimensões indicadas no projeto ou compatível com o solo escavado.
O fundo das cavas deverá ser regularizado e adensado. Deverá ser feito o esgotamento quando a cava
atingir o lençol freático ou quando acumular água de chuva, impedindo os serviços. O nível do lençol
freático deverá ser rebaixado quando o nível da fundação direta for inferior ao mesmo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume medido no corte, acrescentado 30cm de cada lado às dimensões da
peça.
4.1.2 - Contrapiso / Lastro de concreto não-estrutural, e=5cm, traço 1:3:6, preparado com betoneira
Sobre o solo natural será lançada uma camada de concreto magro no traço 1:3:6 (cimento, areia, brita),
com 05 (cinco) cm de espessura, preparado em betoneira.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área executada.
4.1.3 - Concreto Ciclópico FCK=10MPa 30% de pedra de mão, inclusive lançamento
As fundações serão feitas de acordo com o projeto estrutural, nos locais indicados, serão em concreto
ciclópico com 30% de pedra de mão, com largura definida em projeto. Deve-se observar quando da sua
execução o preenchimento total entre as pedras com o concreto 1:3:6 (cimento, areia, brita), evitando
desta forma a presença de vazios, que ocasionam problemas futuros na fundação.
LANÇAMENTO: o lançamento do concreto deverá ser alternado com a colocação de pedras de mão,
distribuídas na massa de concreto na porcentagem de 30%. Lançar logo após o amassamento, nas fôrmas
previamente molhadas. Em nenhuma hipótese lançar o concreto com pega já iniciada. A altura de
lançamento não pode ultrapassar, conforme as normas, 2 m. Nas peças com altura maiores que 3 m, o
lançamento do concreto deve ser feito em etapas, por janelas abertas na parte lateral das fôrmas. Em
alturas
de
quedas
maiores,
usar
tubos,
calhas
ou
trombas.
ADENSAMENTO / VIBRAÇÃO: começar a vibrar logo após o lançamento. Evitar vibrar a menos de 10 cm
da parede da fôrma. A profundidade de vibração não deve ser maior do que o comprimento da agulha
de vibração. Evitar vibrar além do tempo recomendado para que o concreto não desande. O processo
de vibração deve ser cuidadoso, introduzindo e retirando a agulha, de forma que a cavidade formada se
feche naturalmente. Várias incisões, mais próximas e por menos tempo, produzem melhores resultados.
ACABAMENTO: sarrafear a superfície de lajes e vigas com uma régua de alumínio posicionada entre as
taliscas e desempenar com desempenadeira de madeira, formando as guias e mestras de concretagem.
Em seguida, deve-se verificar o nível das mestras com aparelho de nível, remover as taliscas, sarrafear o
concreto entre as mestras e executar o acabamento final com desempenadeira de madeira.
CURA: deve ser iniciada assim que terminar a concretagem, mantendo o concreto úmido por, pelo
menos, 7 dias. Molhar as fôrmas no caso de pilares e vigas. Cobrir a superfície concretada com material
que possa manter-se úmido (areia, serragem, sacos de pano ou de papel, etc.). Proteger a área
concretada do sol e do vento até a desforma.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume de concreto
4.1.4 - Reaterro manual de valas
Os trabalhos de reaterro das valas e cavas de fundação, somente serão iniciados depois de finalizados
todos os serviços de concretagem e impermeabilizações.
Será executado com o próprio material da vala, compactado em camadas de 20cm.
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O serviço de reaterro somente iniciar-se-á com a aprovação da Fiscalização.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume medido no aterro.
4.2 - FUNDAÇÃO CORRIDA
4.2.1 - Escavação manual em campo aberto em solo exceto rocha (profundidade: até 2,00m)
Seguir recomendações do item 4.1.1.
4.2.2 - Contrapiso / Lastro de concreto não-estrutural, e=5cm, traço 1:3:6, preparado com betoneira
Seguir recomendações do item 4.1.2.
4.2.3 - Alvenaria de pedra rachão, assentada com argamassa traço 1:6 (cimento e areia)
Estrutura executada com pedras duras e argamassadas com argamassa de traço 1:8(cimento e areia) nas
fundações de paredes de alvenaria estrutural, as pedras deverão ser colocadas lada a lado formando
uma acamada horizontal, em seguida a superfície será umedecida em toda sua extensão. Será lançada
uma camada de argamassa para possibilitar a aderência com a camada de pedras subseqüentes, os
espaços maiores entre as pedras serão preenchidos com pedras menores aumentando a segurança da
estrutura.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume de alvenaria executada, medida no projeto de fundações.
4.2.4 - Alvenaria de embasamento em tijolos cerâmicos furados 10x20x20cm
Alvenaria de embasamento será executado sobre a fundação em pedra rachão, com tijolo cerâmico
furado (8 furos) 10 x 20 x 20 cm, espessura da parede 20cm, juntas de 12mm com argamassa mista de
cimento, cal e areia sem peneirar traço 1:2:8.
Os blocos cerâmicos serão de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, textura homogênea,
compactos, suficientemente duros para o fim a que se destinam, isentos de fragmentos calcários ou outro
qualquer corpo estranho.
Deverão apresentar as arestas vivas, faces planas e sem juntas e dimensões perfeitamente regulares. Suas
características técnicas dever-se-ão enquadrar conforme especificado pela NBR - 7171.
As alvenarias de tijolos de barro serão executadas conforme as dimensões e alinhamentos determinados
no projeto. Antes do assentamento e da aplicação das camadas de argamassa, os tijolos serão
umedecidos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume de alvenaria executada.
4.2.5 - Reaterro manual de valas
Ver item 4.1.4.
4.3 – CINTA CORRIDA
4.3.1 - Forma tabua para concreto em fundação c/ reaproveitamento 5x
Os materiais de execução das fôrmas serão compatíveis com o acabamento desejado e indicado no
projeto e previamente aprovada pela Fiscalização.
As madeiras deverão ser armazenadas em locais abrigados, onde as pilhas terão o espaçamento
adequado, a fim de prevenir a ocorrência de incêndios. A Fiscalização não autorizará o início dos
trabalhos antes de ter recebido e aprovado os planos e projetos correspondentes.
As fôrmas deverão ter suficiente resistência para que as deformações, devido à ação das cargas atuantes
e das variações de temperatura e umidade, sejam desprezíveis. As fôrmas serão construídas de forma a
respeitar as dimensões, alinhamentos e contornos indicados no projeto.
Deverá ser garantida a estanqueidade das fôrmas, de modo a não permitir a fuga de nata de cimento.
Toda vedação das fôrmas será garantida por meio de justaposição das peças, evitando o artifício da
calafetagem com papéis, estopa e outros materiais.
A manutenção da estanqueidade das fôrmas será garantida evitando-se longa exposição antes da
concretagem.
A amarração e o espaçamento das fôrmas deverão ser realizados por meio de tensor passando por tubo
plástico rígido de diâmetro adequado, colocado com espaçamento uniforme. A ferragem será mantida
afastada das fôrmas por meio de pastilhas de concreto ou de plástico.
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Antes do lançamento do concreto, as medidas e as posições das fôrmas deverão ser conferidas, a fim de
assegurar que a geometria da estrutura corresponda ao projeto, com as tolerâncias previstas na Norma
6118. As superfícies que ficarão em contato com o concreto serão limpas, livres de incrustações de nata
ou outros materiais estranhos, e convenientemente molhadas e calafetadas, tomando-se ainda as demais
precauções constantes no item 9.5 da Norma NBR 6118.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área desenvolvida na planta de fôrmas. (superfície da fôrma em contato com o
concreto).
4.3.2 - Armadura de aço para estruturas em geral, CA-60, diâmetro 5,0mm, fornecimento, corte, dobra e
colocação
O tipo e as bitolas das armaduras constituídas por vergalhões de aço deverão obedecer rigorosamente
aos preceitos das normas e especificações da ABNT, NB-1, NB-2 e EB-3.
As emendas das barras de aço serão feitas em conformidade com a NBR 6118.2003.
A construtora deverá fornecer, armar e colocar todas as armaduras de aço (incluindo estribos, fixadores,
arames, amarrações e barras de ancoragem, travas, emendas por superposição ou solda, e tudo o mais
que for necessário à perfeita execução desses serviços) de acordo com as indicações do projeto.
Qualquer armadura, inclusive de distribuição, de montagem e estribos, terá cobrimento de concreto
nunca menor que as espessuras prescritas na NBR 6118.2003.
Para manter o posicionamento da armadura e durante as operações de montagem, lançamento e
adensamento do concreto, serão utilizados fixadores e espaçadores que garantam o recobrimento
mínimo pré-estabelecido no projeto. Essas peças serão totalmente envolvidas pelo concreto, de modo a
não provocarem manchas ou deterioração nas superfícies externas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Em massa obtida através de levantamento em projeto de armação sem inclusão
de perdas
4.3.3 - Armadura de aço para estruturas em geral, CA-50, diâmetro 6,3 à 12,5mm, fornecimento, corte,
dobra e colocação
Ver item 4.3.2.
4.3.4 - Concreto estrutural, fck 25MPa, virado em betoneira, sem lançamento
O preparo do concreto será executado através de equipamento apropriado e convenientemente
dimensionado em função das quantidades e prazos estabelecidos para a obra.
O concreto empregado na execução das peças deverá satisfazer rigorosamente as condições de
resistência especificada, durabilidade e impermeabilidade adequada às condições de exposição, assim
como obedecer, além destas especificações, as recomendações das normas vigentes na ABNT.
Será exigido o emprego de material de qualidade rigorosamente uniforme, agregados de uma só
procedência, correta utilização dos agregados graúdos e miúdos, de acordo com as dimensões das
peças a serem concretadas; fixação do fator água-cimento, tendo em vista a resistência e a
trabalhabilidade do concreto, compatível com as dimensões e acabamento das peças.
Todos os materiais recebidos na obra serão previamente testados para comprovação de sua adequação
ao traço adotado.
O concreto preparado no canteiro de serviços deverá ser misturado em betoneiras, por possibilitarem
maior uniformidade e rapidez na mistura.
O amassamento mecânico em canteiro durará, sem interrupção, o tempo necessário para permitir a
homogeneização da mistura de todos os elementos, inclusive eventuais aditivos. A duração necessária
aumenta com o volume da amassada e será tanto maior quanto mais seco o concreto.
O concreto será transportado até as formas no menor intervalo de tempo possível. Nesse sentido, os meios
de transporte serão tais, que fique assegurado o mínimo de tempo gasto no percurso e que se evite a
segregação dos agregados ou uma variação na trabalhabilidade da mistura.
Nos locais onde foram previstas juntas de concretagem, far-se-á a lavagem da superfície da junta por
meio de jato de água, com a finalidade de remover todo o material solto e toda a nata de cimento que
tenha ficado sobre a mesma, tornando-a o mais áspera possível.
Será cuidadosamente executada a cura de todas as superfícies expostas, com o objetivo de impedir a
perda da água destinada à hidratação do cimento.
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Durante o período de endurecimento do concreto, suas superfícies deverão ser protegidas contra chuvas,
secagem rápida, mudanças bruscas de temperatura, choques e vibrações que possam produzir fissuras ou
prejudicar a aderência com a armadura.
Para impedir a secagem prematura, as superfícies de concreto serão mantidas úmidas, durante pelo
menos 07 (sete) dias após o lançamento.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume de concreto executado.
4.3.5 - Lançamento/ aplicação manual de concreto em fundações
O concreto só será lançado depois que todo o trabalho de formas, instalação de peças embutidas e
preparação das superfícies estiverem inteiramente concluídas.
Todas as superfícies e peças embutidas que tenham sido incrustadas com argamassa proveniente de
concretagem serão limpas antes que o concreto adjacente ou de envolvimento seja lançado.
Especiais cuidados serão tomados na limpeza das formas, jatos d´água e equipamentos manuais,
especialmente nos pontos baixos.
A altura da queda livre não poderá ultrapassar 2,0m. A utilização de tremonha (tubo com funil) é
recomendável.
O lançamento será contínuo e conduzido de forma a não haver interrupções superiores ao tempo de
pega do concreto.
Uma vez iniciada a concretagem de um lance, a operação deverá ser contínua e somente terminada nas
juntas de concretagem preestabelecidas. Por outro lado, a operação de lançamento deverá ser tal que o
efeito de retração inicial do concreto seja o mínimo possível.
Antes de reiniciar-se o lançamento, deverá ser removida a nata e feita a limpeza da superfície da junta.
Cada camada de concreto deverá ser adensada até o máximo praticável em termos de densidade e
deverão ser evitados vazios ou ninhos de tal maneira que o concreto seja perfeitamente confinado junto
às formas e peças embutidas.
Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deverá ser vibrado e adensado contínua e
energicamente com equipamento adequado à sua trabalhabilidade. O adensamento será cuidadoso
para que o concreto preencha todos os vazios das formas.
Durante o adensamento tomar-se-ão as precauções necessárias para que não se formem nichos nem
segregação dos materiais; deve-se evitar a vibração da armadura para que não se formem vazios ao seu
redor, com prejuízo da aderência.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume de concreto executado.
4.3.6 - Aterro interno (edificações) compactado manualmente
Os trabalhos de aterro para enchimento de piso serão executados com material de boa qualidade, sem
detritos de material orgânico, em camadas com espessura de 20cm, adequadamente molhada e
energicamente compactadas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume executado.
4.3.7 - Lastro de brita 2
Iniciar o lastro sempre no ponto mais baixo, em camadas superpostas de até 10cm de espessura. O
apiloamento do lastro é realizado com soquete de 30 kg, golpeando aproximadamente 20 vezes por
metro quadrado a uma altura média de queda de 30 cm.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume executado.
4.3.8 - Contrapiso / Lastro de concreto não-estrutural, e=5cm, traço 1:3:6, preparado com betoneira
Ver item 4.1.2
5.0 – SUPRA-ESTRUTURA
5.1 – Pilares e Vigas
5.1.1 - Forma para estruturas de concreto (pilar, viga e laje) em chapa de madeira compensada resinada,
de 1,10 x 2,20m, espessura de 12mm, 03 utilizações. Fabricação, montagem e desmontagem.
As formas serão construídas de madeira de espessura 12mm, reutilizada por mais 03(três) vezes, capaz de
resistir à pressão resultante do lançamento e vibração (adensamento) do concreto, deverá ser
rigidamente fixada na posição correta conforme o projeto, e estanques suficientes para impedir a perda
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de argamassa. Toda a nova estrutura (vigas e pilares) deverá ser bem apoiada (escorada), com peças
em madeira ou metálicas sem deformações, defeitos, irregularidades ou pontos frágeis permitindo uma
melhor segurança e conformidades das peças. Todas as dimensões das formas deverão estar de acordo
com o projeto estrutural executivo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área desenvolvida na planta de fôrmas (superfície da fôrma em contato com o
concreto). Em lajes e painéis não descontar vãos de até 2,0 m².
5.1.2 - Armadura de aço para estruturas em geral, CA-60, diâmetro 5,0mm, fornecimento, corte, dobra e
colocação
Ver item 4.3.2.
5.1.3 - Armadura de aço para estruturas em geral, CA-50, diâmetro 6,3mm à 12,5mm, fornecimento, corte,
dobra e colocação
Ver item 4.3.2.
5.1.4 - Concreto estrutural, fck 25MPa, sem lançamento
Ver item 4.3.4.
5.1.5 - Lançamento e adensamento de concreto em estruturas
Ver item 4.3.5.
5.1.6 - Viga de concreto pré-moldado para pergolado
Viga em concreto pré-moldado, medindo 0,05m x 0,20m x 1,90m. A peça deverá ser instalada na área de
Serviço, engastada na cinta que será executada, com altura de 3,10m.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Comprimento de viga instalada.
5.2 – Laje pré-moldada
5.2.1 – Laje pré-moldada comum para piso ou cobertura, sobrecarga 200kg/m², inter-eixo 38cm, e=12cm
(capeamento 4cm e elemento de enchimento 8cm), inclusive escoramento e ferragem negativa
As lajes pré-moldadas, para efeito desta especificação, deverão ser executadas rigorosamente dentro
das restrições da NB-4 no que se refere aos casos aplicáveis a lajes pré-moldadas com vigotas treliçadas,
de uso corrente na construção civil.
Serão compostas por vigotas treliçadas de concreto armado com fck=20MPa, pré-fabricadas em usina de
reconhecida confiança e tradição, e lajotas cerâmicas com resistência de 1MPa.
Sobre as vigotas e lajotas deverá ser adicionada camada de concreto com armaduras de distribuição e
armaduras negativas, de acordo com o projeto estrutural.
O escoramento deverá ser cuidadoso e obedecer às recomendações do fabricante.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área da laje. Não descontar vão inferiores a 2 m².
5.3 - Ensaios
5.3.1 – Ensaio de consistência do concreto (slump)
Para todo concreto lançado na obra, sendo usinado ou rodado em obra, deverão ser recolhidas amostras
para realização de ensaios de consistência.
SLUMP TEST – Antes do lançamento do concreto, deverá ser separada uma porção para análise da
trabalhabilidade do concreto, e noções de resistência da argamassa.
MATERIAIS: Cone, placa metálica e haste.
PROCEDIMENTO
Posiciona-se o cone com a base maior voltada para baixo, sobre a placa metálica e o profissional que
está realizando o slump test, apoiará seus pés sobre as abas inferiores do cone e lançará argamassa de
concreto até que preencha um terço do cone. Ainda sobre as alças ele aplicará 25 golpes com a haste
de aço. Logo após, lançará mais argamassa até que preencha mais um terço do cone (dois terços,
contando com a parte que fora preenchida anteriormente), aplicará novamente 25 golpes com a haste
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de aço sem que a mesma alcance a primeira camada. O mesmo procedimento, da segunda camada,
deverá ser repetido para a 3ª camada.
Com a compactação da 3ª camada será retirado o excesso de concreto.
Para conclusão do teste, o cone será retirado cuidadosamente e colocado ao lado do amontoado de
concreto, montado durante o teste, a haste será colocada sobre o cone e deverá ser medida a distância
entre a haste e o ponto médio do concreto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Unidade executada.
5.3.2 – Ensaio de resistência à compressão simples-concreto
Para todo concreto lançado na obra, sendo usinado ou rodado em obra, deverão ser recolhidas amostras
para realização de ensaios de resistência à compressão.
Corpos de Prova – Depois que o concreto for aprovado no slumpt test poderá ser lançado na obra. No
entanto, outra porção de concreto deverá ser separada para moldagem de corpos de prova, elementos
que serão levados a laboratórios para análise de sua resistência.
Materiais: Formas e haste de aço.
Procedimento:
Será separada uma porção generosa de concreto para moldagem dos CDP’s (Corpos de Prova), será
levada até o local onde os elementos serão moldados. Deverão ser separadas 6 formas e seis fichas de
identificação. As fichas deverão ser preenchidas, antes da moldagem dos corpos, com as seguintes
informações: Data, nota fiscal e número do carro betoneira (caso o concreto seja usinado), deverá ter a
observação “rodado em obra” (caso seja fabricado na obra), e a identificação do elemento concretado.
As fichas serão encaixadas nas formas.
Logo após, a forma deverá ser preenchida com concreto até a metade e com a haste de aço deverão
ser aplicados 15 golpes, depois será preenchido o restante da forma, concluindo o preenchimento, serão
aplicados novamente 15 golpes, estes golpes não poderão atingir a camada inferior. Esta última camada
deverá ser compactada e todo o excesso de argamassa deverá ser removido.
Este procedimento se estenderá para os demais elementos que serão moldados.
Depois de moldados não poderão ser movimentados, deverão permanecer intactos até que complete a
idade de 24 horas. Passado esse período, os elementos deverão ser levados a laboratórios, para os
devidos ensaios de resistência, acompanhados de protocolo contendo as informações das fichas, o
nomes e assinaturas do moldador e o gerente da obra, e a data que os CDP’s foram recolhidos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Unidade de teste executado.
6.0 – PAREDES, PAINÉIS E DIVISÓRIAS
6.1 - Alvenaria em tijolos cerâmicos furados (8 furos) 9x19x19cm, 1/2 vez, assentados com argamassa
traço 1:2:8 (cimento, cal e areia), juntas de 12mm
MATERIAIS
Os tijolos cerâmicos furados serão de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, textura
homogênea, compactos, suficientemente duros para o fim a que se destinam, isentos de fragmentos
calcários ou outro qualquer material estranho. Deverão apresentar arestas vivas, faces planas, sem fendas
e dimensões perfeitamente regulares.
Suas características técnicas serão enquadradas nas especificações das Normas NBR 7170 e NBR 8041,
para tijolos maciços, e NBR 7171, para tijolos furados. Se necessário, especialmente nas alvenarias com
função estrutural, os tijolos serão ensaiados de conformidade com os métodos indicados nas normas.
O armazenamento e o transporte dos tijolos serão realizados de modo a evitar quebras, trincas, umidade,
contato com substâncias nocivas e outras condições prejudiciais.
PROCESSO EXECUTIVO
As alvenarias de tijolos cerâmicos serão executadas em obediência às dimensões e alinhamentos
indicados no projeto. Serão aprumadas e niveladas, com juntas uniformes, cuja espessura não deverá
ultrapassar 10mm. As juntas serão rebaixadas a ponta de colher e, no caso de alvenaria aparente,
abauladas com ferramenta provida de ferro redondo. Os tijolos serão umedecidos antes do assentamento
e aplicação das camadas de argamassa.
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O assentamento dos tijolos será executado com argamassa de cimento, cal em pasta e areia, no traço
volumétrico 1:2:8, quando não especificado pelo projeto ou Fiscalização. A critério da Fiscalização,
poderá ser utilizada argamassa pré-misturada.
Para a perfeita aderência das alvenarias de tijolos às superfícies de concreto, será aplicado chapisco de
argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico de 1:3, com adição de adesivo, quando
especificado pelo projeto ou Fiscalização. Neste caso, dever-se-á cuidar para que as superfícies de
concreto aparente não apresentem manchas, borrifos ou quaisquer vestígios de argamassa utilizada no
chapisco.
Deverá ser prevista ferragem de amarração da alvenaria nos pilares, de conformidade com as
especificações de projeto. As alvenarias não serão arrematadas junto às faces inferiores das vigas ou lajes.
Posteriormente serão encunhadas com argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico 1:3 e aditivo
expansor, se indicado pelo projeto ou Fiscalização. Se especificado no projeto ou a critério da
Fiscalização, o encunhamento será realizado com tijolos recortados e dispostos obliquamente, com
argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico 1:3, quando não especificado pelo projeto ou
Fiscalização. A critério da Fiscalização, poderão ser utilizadas cunhas pré-moldadas de concreto em
substituição aos tijolos.
Em qualquer caso, o encunhamento somente poderá ser executado quarenta e oito horas após a
conclusão do pano de alvenaria. Os vãos de esquadrias serão providos de vergas. Sobre os parapeitos,
guarda-corpos, platibandas e paredes baixas de alvenarias de tijolos não encunhadas na estrutura
deverão ser executadas cintas de concreto armado, conforme indicação do projeto.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar
a locação, o alinhamento, o nivelamento, o prumo e o esquadro das paredes, bem como os arremates e
a regularidade das juntas, de conformidade com o projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área. Considerar cheios os vãos com área inferior ou igual a 2 m². Vãos com
área superior a 2 m², descontar apenas o que exceder a essa área.
6.2 - Verga e contra-verga em concreto armado pré-moldado, fck=20mpa
Serão peças pré-moldadas em concreto armado fck=20mpa, com seção de 10x10cm. Deverão
transpassar 25cm no mínimo cada lado do vão.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Metro linear da verga executada.
6.3 - Divisória naval (painel cego), e=40mm, com perfis em aço
Para efeito deste procedimento, entende-se por divisórias um sistema modulado, de perfis e painéis,
montado por simples processo de encaixe ou fixação.
NORMAS
A execução de divisórias obedecerá às seguintes normas da ABNT:
NB-345/81
Divisória modular vertical interna (NBR-5721);
MB-2179/85
Paredes e divisórias sem função estrutural - determinação da resistência ao foco (NBR10636).
PAINÉIS REMOVÍVEIS
Sistema composto de painéis revestidos por chapas duras de laminado fenólico melamínico e perfis
simples de aço na cor areia jundiaí, obedecendo aos detalhes de projeto.
O sistema construtivo deverá possibilitar diversas modulações e permitir o acoplamento dos painéis em "X",
"L" ou "T".
A fixação das divisórias no solo, teto, forro ou em paredes de alvenaria será efetuada através de parafusos
comuns, dispensando-se o pressionamento quer dos painéis, quer dos montantes de fixação.
A correção dos desníveis de piso será obtida pelo emprego de suportes reguláveis.
A seleção ou escolha do tipo de divisória removível e do respectivo fabricante, serão consideradas as
seguintes condições:
material do núcleo ou "miolo" = miolo tipo colméia de papelão
revestimento do painel = laminado melamínico
espessura do painel = 40mm
Os montantes, batentes, rodapés e guias de teto deverão, sempre que possível, permitir a passagem de
fiação elétrica e telefônica e colocação de tomadas e interruptores.
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Os batentes serão guarnecidos de amortecedores plásticos para eliminação de ruídos.
O assentamento dos vidros ocorrerá com emprego de gaxetas de EPDM ou mangueira cristal, não se
admitindo o emprego de massa de vidraceiro.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área de divisória a ser demolida sem descontar os vãos
7.0 – REVESTIMENTOS E FORROS
Antes do inicio dos trabalhos de revestimento, deverão ser tomadas as providências para que todas as
superfícies a revestir estejam firmes, retilíneas, niveladas e aprumadas. Serão constatadas com exatidão as
posições, tanto em elevação quanto em profundidade, dos condutores de instalações elétricas,
hidráulicas e outros inseridos na parede. Qualquer correção neste sentido será realizada antes da
aplicação do revestimento.
Os revestimentos apresentarão paramentos perfeitamente desempenados, aprumados, alinhados e
nivelados, as arestas vivas e as superfícies planas. As superfícies das paredes serão limpas com vassouras e
abundantemente molhadas, antes do início dos revestimentos.
MATERIAIS
Todos os materiais componentes dos revestimentos, como cimento, areia, cal, água e outros, serão da
melhor procedência, para garantir a boa qualidade dos serviços.
Para o armazenamento, o cimento será colocado em pilhas que não ultrapassem 2m de altura. A areia e
a brita serão armazenadas em áreas reservadas para tal fim, previamente calculadas, considerando que
os materiais, quando retirados dos caminhões, se espalharão, tomando a forma de uma pirâmide
truncada. A armazenagem da cal será realizada em local seco e protegido, de modo a preservá-la das
variações climáticas. Quando especificado em projeto, poderão ser utilizadas argamassas pré-fabricadas,
cujo armazenamento será feito em local seco e protegido.
As diversas mesclas de argamassa usuais para revestimentos serão preparadas com particular cuidado,
satisfazendo às seguintes indicações:
as argamassas poderão ser misturadas em betoneiras ou manualmente. Quando a quantidade de
argamassa a manipular for insuficiente para justificar a mescla em betoneira, o amassamento poderá ser
manual;
quando houver necessidade de grandes quantidades de argamassa para os revestimentos, o
amassamento será mecânico e contínuo, devendo durar 3 minutos, contados a partir do momento em
que todos os componentes, inclusive a água, estiverem lançados na betoneira;
o amassamento manual será feito sob área coberta e de acordo com as circunstâncias e recursos do
canteiro de serviço, em masseiras, tabuleiros de superfícies planas impermeáveis e resistentes;
de início, serão misturados a seco os agregados, (areia, saibro, quartzo e outros), com os aglomerantes ou
plastificantes (cimento, cal, gesso e outros), revolvendo-se os materiais a pá, até que a mescla adquira
coloração uniforme. Em seguida, a mistura será disposta em forma de coroa, adicionando-se,
paulatinamente, a água necessária no centro da coroa assim formada;
o amassamento prosseguirá com os devidos cuidados, de modo a evitar perda de água ou segregação
dos materiais, até formar uma massa homogênea, de aspecto uniforme e consistência plástica
adequada;
as quantidades de argamassa serão preparadas na medida das necessidades dos serviços a executar em
cada etapa, a fim de evitar o início de endurecimento antes de seu emprego;
as argamassas contendo cimento serão, usadas dentro de 2 horas a contar do primeiro contato do
cimento com a água;
nas argamassas de cal, contendo pequena proporção de cimento, a adição deste será realizada no
momento do emprego;
as argamassas de cal e areia serão curadas durante 4 dias após o seu preparo;
toda a argamassa que apresentar vestígios de endurecimento será rejeitada e inutilizada, sendo
expressamente vedado tornar a amassá-la;
a argamassa retirada ou caída das alvenarias e revestimentos em execução não poderá ser novamente
empregada;
no preparo das argamassas, será utilizada água apenas na quantidade necessária à plasticidade
adequada;
após o início da pega da argamassa, não será adicionada água (para aumento de plasticidade) na
mistura.
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Os traços recomendados nesta especificação para as argamassas de revestimento poderão ser alterados
mediante indicação do projeto ou exigência da Fiscalização.
7.1 - Chapisco aplicado tanto em pilares e vigas de concreto como em alvenaria com presença de vãos,
com colher de pedreiro, traço 1:3 com preparo em betoneira
PROCESSO EXECUTIVO
Toda a alvenaria a ser revestida será chapiscada depois de convenientemente limpa. Os chapiscos serão
executados com argamassa de cimento e areia grossa no traço volumétrico 1:3 e deverão ter espessura
máxima de 5mm.
Serão chapiscadas também todas as superfícies lisas de concreto, como teto, montantes, vergas e outros
elementos da estrutura que ficarão em contato com a alvenaria, inclusive fundo de vigas.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo que a
superfície final se apresente bem homogênea, nivelada e acabada, e as arestas regulares, não se
admitindo ondulações ou falhas, de conformidade com as indicações de projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área. Considerar cheios os vãos com área inferior ou igual a 2 m². Vãos com
área superior a 2 m², descontar apenas o que exceder a essa área.
7.2 - Massa única, para recebimento de pintura, em argamassa traço 1:2:8, preparo mecânico com
betoneira, aplicada manualmente, espessura 20mm, com execução de taliscas
PROCESSO EXECUTIVO
A massa única de cada pano de parede somente será iniciada depois de embutidas todas as
canalizações projetadas, concluídas as coberturas e após a completa pega das argamassas de alvenaria
e chapisco. De início, serão executadas as guias, faixas verticais de argamassa, afastadas de 1 a 2 metros,
que servirão de referência. As guias internas serão constituídas por sarrafos de dimensões apropriadas,
fixados nas extremidades superior e inferior da parede por meio de botões de argamassa, com auxílio de
fio de prumo.
Preenchidas as faixas de alto e baixo entre as referências, dever-se-á proceder ao desempenamento com
régua, segundo a vertical. Depois de secas as faixas de argamassa, serão retirados os sarrafos e
emboçados os espaços. A argamassa a ser utilizada será de cimento, cal e areia no traço 1:2:8. Depois de
sarrafeados, os emboços deverão apresentar-se regularizados e ásperos, para facilitar a aderência da
massa corrida. A espessura dos emboços será de 15 a 20mm.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo que a
superfície final se apresente bem homogênea, nivelada e acabada, e as arestas regulares, não se
admitindo ondulações ou falhas, de conformidade com as indicações de projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área. Considerar cheios os vãos com área inferior ou igual a 2 m². Vãos com
área superior a 2 m², descontar apenas o que exceder a essa área.
7.3 - Emboço, para recebimento de cerâmica, em argamassa traço 1:2:8, preparo mecânico com
betoneira, aplicado manualmente, espessura 20mm, com execução de taliscas
PROCESSO EXECUTIVO
O emboço de cada pano de parede somente será iniciado depois de embutidas todas as canalizações
projetadas, concluídas as coberturas e após a completa pega das argamassas de alvenaria e chapisco.
De início, serão executadas as guias, faixas verticais de argamassa, afastadas de 1 a 2 metros, que
servirão de referência. As guias internas serão constituídas por sarrafos de dimensões apropriadas, fixados
nas extremidades superior e inferior da parede por meio de botões de argamassa, com auxílio de fio de
prumo.
Preenchidas as faixas de alto e baixo entre as referências, dever-se-á proceder ao desempenamento com
régua, segundo a vertical. Depois de secas as faixas de argamassa, serão retirados os sarrafos e
emboçados os espaços. A argamassa a ser utilizada será de cimento, cal e areia no traço 1:2:9. Depois de
sarrafeados, os emboços deverão apresentar-se regularizados e ásperos, para facilitar a aderência do
reboco. A espessura dos emboços será de 15 a 20mm.
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RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo que a
superfície final se apresente bem homogênea, nivelada e acabada, e as arestas regulares, não se
admitindo ondulações ou falhas, de conformidade com as indicações de projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área. Considerar cheios os vãos com área inferior ou igual a 2 m². Vãos com
área superior a 2 m², descontar apenas o que exceder a essa área.
7.4 - Cerâmica esmaltada, cor bege, 40x40cm, PEI-5, assentada com argamassa colante, rejuntada
MATERIAIS
Os materiais serão de procedência conhecida e idônea e deverão obedecer às especificações de
projeto. As cerâmicas, azulejos, pastilhas e outros materiais serão cuidadosamente classificados no
canteiro de serviço quanto à sua qualidade, calibragem e desempeno, rejeitando-se todas as peças que
apresentarem defeitos de superfície, discrepâncias de bitolas ou empeno. As peças serão armazenadas
em local seco, e protegido e, em suas embalagens originais de fábrica.
PROCESSO EXECUTIVO
Serão testadas e verificadas as tubulações das instalações hidráulicas e elétricas quanto às suas posições
e funcionamento. Quando cortados para passagem de canos, torneiras e outros elementos das
instalações, os materiais cerâmicos não deverão conter rachaduras, de modo a se apresentarem lisos e
sem irregularidades.
Cortes de material cerâmico, para constituir aberturas de passagem dos terminais hidráulicos ou elétricos,
terão dimensões que não ultrapassem os limites de recobrimento proporcionado pelos acessórios de
colocação dos respectivos aparelhos.
Quanto ao seccionamento das cerâmicas, será indispensável o esmerilhamento da linha de cortes, de
modo a se obter peças corretamente recortadas, com arestas vivas e perfeitas, sem irregularidades
perceptíveis.
Antes do assentamento das peças cerâmicas, serão verificados os pontos das instalações elétricas e
hidráulicas, bem como os níveis e prumos, a fim de obter arremates perfeitos e uniformes de piso e teto,
especialmente na concordância do revestimento cerâmico com o teto.
Os revestimentos cerâmicos deverão permanecer imersos em água limpa durante 24 horas, antes do
assentamento. As paredes, devidamente emboçadas, serão suficientemente molhadas com mangueira,
no momento do assentamento do revestimento cerâmico.
Será insuficiente o umedecimento produzido por sucessivos jatos de água, contida em pequenos
recipientes.
Para o assentamento das peças, tendo em vista a plasticidade adequada, deverá ser utilizada
argamassas pré-fabricadas adequada ao assentamento de peças cerâmicas. As juntas terão espessura
constante, não superior a 1,5 mm.
Onde as paredes formarem cantos vivos, estes serão protegidos por cantoneiras de alumínio, quando
indicado em projeto. O rejuntamento será feito com pasta de cimento branco e alvaiade no traço
volumétrico 3:1, sendo terminantemente vedado o acréscimo de cal à pasta. A argamassa de
rejuntamento será forçada para dentro das juntas, manualmente. Será removido o excesso de argamassa,
antes da sua secagem. Desde que especificados pelo projeto ou Fiscalização, poderão ser utilizadas
argamassas pré-fabricadas para rejuntamento.
Todas as sobras de material serão limpas, na medida em que os serviços sejam executados. Ao final dos
trabalhos, os revestimentos cerâmicos serão limpos com auxílio de panos secos.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo que a
superfície final se apresente bem homogênea, nivelada e acabada, as juntas alinhadas e as arestas
regulares, de conformidade com as indicações de projeto. Serão verificados o assentamento das placas e
os arremates.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Área efetiva do revestimento, descontando os vãos.
7.5 - Cerâmica esmaltada, cor branca, 40x30cm, PEI-5, assentada com argamassa colante, rejuntada
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Ver especificações do item 7.3.
7.5 - Cerâmica esmaltada, cor bege, cinza, azul ou amarelo, conforme especificado em projeto, 10x10cm,
PEI 4, assentada com argamassa colante, rejuntada
Ver especificações do item 7.3.
8.0 – ESQUADRIAS E GRADES
8.1 ESQUADRIAS DE MADEIRA
MATERIAIS
A madeira utilizada na execução de esquadrias deverá ser seca, isenta de nós, cavidades, carunchos,
fendas e de todo e qualquer defeito que possa comprometer a sua durabilidade, resistência mecânica e
aspecto. Serão recusados todos os elementos empenados, torcidos, rachados, lascados, portadores de
quaisquer outras imperfeições ou confeccionadas com madeiras de tipos diferentes.
Todas as peças de madeira receberão tratamento anticupim, mediante aplicação de produtos
adequados, de conformidade com as especificações de projeto. Os adesivos a serem utilizados nas
junções das peças de madeira deverão ser à prova d’água.
As esquadrias e peças de madeira serão armazenados em local abrigado das chuvas e isolado do solo,
de modo a evitar quaisquer danos e condições prejudiciais.
PROCESSO EXECUTIVO
A instalação das esquadrias deverá obedecer ao alinhamento, prumo e nivelamento indicados no
projeto. Na colocação, não serão forçadas a se acomodarem em vãos fora de esquadro ou dimensões
diferentes das indicadas no projeto. As juntas serão justas e dispostas de modo a impedir as aberturas
resultantes da retração da madeira. Parafusos, cavilhas e outros elementos para a fixação das peças de
madeira serão aprofundados em relação às faces das peças, a fim de receberem encabeçamento com
tampões confeccionados com a mesma madeira. Se forem utilizados, os pregos deverão ser repuxados e
as cavidades preenchidas com massa adequada, conforme especificação de projeto ou orientação do
fabricante da esquadria.
As esquadrias serão instaladas por meio de elementos adequados, rigidamente fixados à alvenaria,
concreto ou elemento metálico, por processo adequado a cada caso particular, de modo a assegurar a
rigidez e estabilidade do conjunto. No caso de portas, os arremates das guarnições com os rodapés e
revestimentos das paredes adjacentes serão executados de conformidade com os detalhes indicados no
projeto.
As esquadrias deverão ser obrigatoriamente revestidas ou pintadas com verniz adequado, pintura de
esmalte sintético ou material específico para a proteção da madeira, conforme especificado no projeto
de detalhamento das esquadrias. Após a execução, as esquadrias serão cuidadosamente limpas,
removendo-se manchas e quaisquer resíduos de tintas, argamassas e gorduras.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar
a locação, o alinhamento, o nivelamento, o prumo, as dimensões e o formato das esquadrias, a vedação
e o acabamento, de conformidade com o projeto. Serão verificados igualmente o funcionamento das
partes móveis e a colocação das ferragens.
8.1.1 - Porta de madeira de lei, lisa, de correr, semi-ôca 0,90x2,10, batentes e ferragens
Porta interna, de correr, confeccionada em madeira de lei, lisa, medindo 0,90x2,10m, com acabamento
para pintura com tinta esmalte sintético, incluso batentes em madeira de lei e ferragens de primeira
qualidade. Além dos elementos aqui especificados, deverão ser instalados todos os componentes
considerados necessários para um perfeito funcionamento das esquadrias, será assentada nos seguintes
ambientes: BWC PNE.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Unidade.
8.1.2 - Porta de madeira compensada lisa, para pintura, 0,80x2,10m, incluso aduela, alizar e dobradiça
Porta interna confeccionada em madeira compensada lisa, medindo 0,80x2,10m, com acabamento para
pintura com tinta esmalte sintético, incluso aduela e alizar em madeira de lei. A folha da porta será fixada
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com 03 dobradiças de latão cromado 3” x 2”, marca IMAB, RODRIGUES ou equivalente. Além dos
elementos aqui especificados, deverão ser instalados todos os componentes considerados necessários
para um perfeito funcionamento das esquadrias, será assentada nos seguintes ambientes: EXPEDIÇÃO E
COPA.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Unidade.
8.1.3 - Porta de madeira compensada lisa, para pintura, 0,70x2,10m, incluso aduela, alizar e dobradiça
Porta interna confeccionada em madeira compensada lisa, medindo 0,70x2,10m, com acabamento para
pintura com tinta esmalte sintético, incluso aduela e alizar em madeira de lei. A folha da porta será fixada
com 03 dobradiças de latão cromado 3” x 2”, marca IMAB, RODRIGUES ou equivalente. Além dos
elementos aqui especificados, deverão ser instalados todos os componentes considerados necessários
para um perfeito funcionamento das esquadrias, será assentada nos seguintes ambientes: BANHEIRO.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Unidade.
8.2 - ESQUADRIAS DE FERRO
MATERIAIS
Todos os materiais utilizados nas esquadrias de ferro deverão respeitar as indicações e detalhes do projeto,
isentos de falhas de laminação e defeitos de fabricação. Os perfis, barras e chapas de ferro utilizados na
fabricação das esquadrias serão isentos de empenamentos, defeitos de superfície e diferenças de
espessura. As dimensões deverão atender às exigências de resistência pertinentes ao uso, bem como aos
requisitos estéticos indicados no projeto.
A associação entre os perfis, bem como com outros elementos da edificação, deverá garantir uma
perfeita estanqueidade às esquadrias e vãos a que forem aplicadas.
Sempre que possível, a junção dos elementos das esquadrias será realizada por solda, evitando-se rebites
e parafusos.
Todas as juntas aparentes serão esmerilhadas e aparelhadas com lixas de grana fina. Se a sua utilização
for estritamente necessária, a disposição dos rebites ou parafusos deverá torná-los tão invisíveis quanto
possível.
As seções dos perfilados das esquadrias serão projetadas e executadas de forma que, após a colocação,
sejam os contramarcos integralmente recobertos. Os cortes, furações e ajustes das esquadrias serão
realizados com a máxima precisão. Os furos para rebites ou parafusos com porcas deverão liberar folgas
suficientes para o ajuste das peças de junção, a fim de não serem introduzidos esforços não previstos no
projeto. Estes furos serão escariados e as asperezas limadas ou esmerilhadas. Se executados no canteiro
de serviço, serão realizados com brocas ou furadeiras mecânicas, vedado a utilização de furador manual
(punção).
Os perfilados deverão ser perfeitamente esquadriados. Todos os ângulos ou linhas de emenda serão
esmerilhados ou limados, de modo a serem removidas as saliências e asperezas da solda. As superfícies
das chapas ou perfis de ferro destinados às esquadrias deverão ser submetidos a um tratamento preliminar
antioxidante adequado.
O projeto das esquadrias deverá prever a absorção de flechas decorrentes de eventuais movimentos da
estrutura, a fim de assegurar a indeformabilidade e o perfeito funcionamento das partes móveis das
esquadrias. Todas as partes móveis serão providas de pingadeiras ou dispositivos que garantam a perfeita
estanqueidade do conjunto, impedindo a penetração de águas pluviais.
O transporte, armazenamento e manuseio das esquadrias serão realizados de modo a evitar choques e
atritos com corpos ásperos ou contato com metais pesados, como o aço, zinco e cobre, ou substâncias
ácidas ou alcalinas.
PROCESSO EXECUTIVO
A instalação das esquadrias deverá obedecer ao alinhamento, prumo e nivelamento indicados no
projeto. Na colocação, não serão forçadas a se acomodarem em vãos fora de esquadro ou dimensões
diferentes das indicadas no projeto. As esquadrias serão instaladas através de contramarcos rigidamente
fixados na alvenaria, concreto ou elemento metálico, por processo adequado a cada caso particular,
como grapas, buchas e pinos, de modo a assegurar a rigidez e estabilidade do conjunto. As armações
não deverão ser torcidas quando aparafusadas aos chumbadores ou marcos.
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Para combater a particular vulnerabilidade das esquadrias nas juntas entre os quadros ou marcos e a
alvenaria ou concreto, desde que a abertura do vão não seja superior a 5 mm, deverá ser utilizado um
calafetador de composição adequada, que lhe assegure plasticidade permanente. Após a execução, as
esquadrias serão cuidadosamente limpas, removendo-se manchas e quaisquer resíduos de tintas,
argamassas e gorduras.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar
a locação, o alinhamento, o nivelamento, o prumo, as dimensões e o formato das esquadrias, a vedação
e o acabamento, de conformidade com o projeto. Serão verificados igualmente o funcionamento das
partes móveis e a colocação das ferragens.
As esquadrias de vãos envidraçados, sujeitos à ação de intempéries, serão submetidas a testes específicos
de estanqueidade, utilizando-se jato de mangueira d’água sob pressão, de conformidade com as
especificações de projeto.
8.2.1 - Grade com porta de ferro c/barra chata d=3/4" verticais espaç.13cm, pilares em perfil seção
quadrada de 5x5cm, c/03 (tres) barras paralelas horizontais 1"x1/4"
O portão de acesso à garagem e da garagem serão confeccionados em barra chata de ferro d=3/4"
verticais espaç. 13cm, pilares em perfil seção quadrada de 5x5cm, c/03 (três) barras paralelas horizontais
1"x1/4", com acabamento em pintura com tinta esmalte sintético na cor areia, conforme detalhes do
projeto de arquitetura. Está incluso ferrolho para cadeado. Além dos elementos aqui especificados,
deverão ser instalados todos os componentes considerados necessários para um perfeito funcionamento
das mesmas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área.
8.2.2 - Revisão de esquadria de ferro
Deverá ser feita revisão na porta de entrada da agência,trocando o giro da porta.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área da porta
8.2.3 - Porta de giro em metalon com vidro
Porta de giro confeccionada em perfis de “Metalon” de 30x30mm e chapa nº18, e vidro float 6mm, com
acabamento em pintura com tinta esmalte sintético na cor areia, incluso batente em chapa metálica
n°14, confeccionada conforme detalhes do projeto de arquitetura, fixada com 03 dobradiças de latão
cromado 4” x 3”, marca IMAB, RODRIGUES ou equivalente, deverão ser instalados todos os componentes
considerados necessários para um perfeito funcionamento das esquadrias, será assentada nos seguintes
ambientes: ENTRADA DA AGÊNCIA E EXPEDIÇÃO, com as medidas especificadas em projeto, incluso dois
porta-cadeado reforçado no lado externo para cadeado de 50mm.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área do vão.
8.2.4 – Porta de giro em metalon com chapa metálica
Porta de giro confeccionada em perfis de “Metalon” de 80x30mm e chapa nº18, com acabamento em
pintura com tinta esmalte sintético na cor areia, incluso batente em chapa metálica n°14, confeccionada
conforme detalhes do projeto de arquitetura, fixada com 03 dobradiças reforçadas de latão cromado 4”
x 3”, de boa qualidade. Além dos elementos aqui especificados, deverão ser instalados todos os
componentes considerados necessários para um perfeito funcionamento das esquadrias, será assentada
nos seguintes ambientes: CRE, medindo 0,80x2,10m, incluso dois porta-cadeado reforçado no lado externo
para cadeado de 50mm.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área do vão.
8.2.5 - Janelas de correr em metalon com vidro
Janela de correr confeccionada em perfis de “Metalon” de 50x30mm e 30x30mm, vidro float 4mm, e
grade em barra chata de 1”x3/16” no lado externo, com acabamento em pintura com tinta esmalte
sintético na cor areia, incluso batente em chapa metálica n°14, confeccionada conforme detalhes do
projeto de arquitetura, fixada na alvenaria através de chumbadores de aço galvanizado. Além dos
elementos aqui especificados, deverão ser instalados todos os componentes considerados necessários
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para um perfeito funcionamento das esquadrias, será assentada nos seguintes ambientes: HALL PÚBLICO,
EXPEDIÇÃO, ATENDIMENTO, BANHEIRO. E CRE, com as medidas e peitoril definido no projeto de arquitetura,
com conjunto de puxador e fechadura de canto em latão cromado da marca LA FONTE, IMAB ou
equivalente, e porta-cadeado no lado interno com furo de 3/16”.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área do vão.
8.3. - ESQUADRIAS DE DIVISÓRIAS
8.3.1 - Porta padrão divisória naval
Porta interna confeccionada no mesmo material da divisória utilizada, medindo 0,80x2,10m, fixada com 03
dobradiças de latão cromado 3” x 2”, de boa qualidade.
Ver especificação do item 6.3.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade.
8.4 - FERRAGENS
MATERIAIS
As ferragens a serem instaladas nas esquadrias deverão obedecer às indicações e especificações do
projeto quanto ao tipo, função e acabamento. As ferragens serão fornecidas juntamente com os
acessórios, incluindo os parafusos de fixação nas esquadrias.
Todas as ferragens serão embaladas separadamente e etiquetadas com o nome do fabricante, tipo,
quantidade e discriminação da esquadria a que se destinam.
Em cada pacote serão incluídos os desenhos do modelo, chaves, instruções e parafusos necessários à
instalação nas esquadrias.
O armazenamento das ferragens será realizado em local coberto e isolado do solo, de modo a evitar
quaisquer danos e condições prejudiciais.
PROCESSO EXECUTIVO
A instalação das ferragens será realizada com particular cuidado, de modo que os rebaixos ou encaixes
para as dobradiças, fechaduras, chapas-testas e outros componentes tenham a conformação das
ferragens, não se admitindo folgas que exijam emendas, taliscas de madeira ou outros meios de ajuste. O
ajuste deverá ser realizado sem a introdução de esforços nas ferragens.
As ferragens não destinadas à pintura serão protegidas com tiras de papel ou fita crepe, de modo a evitar
escorrimento ou respingos de tinta.
RECEBIMENTO
Deverá ser verificada a conformidade dos materiais e acabamentos com as especificações de projeto,
bem como o ajuste, fixação e funcionamento das ferragens.
8.4.1 - Fechadura de embutir completa, para portas internas.
Conjunto de peças para fechadura, maçaneta, espelho em latão, testa em aço inoxidável, cilindro em
latão maciço, chaves e parafusos de fixação, da marca PADO linha Contemporânea ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pelo conjunto instalado.
8.4.2 - Fechadura de embutir completa, com cilindro tetrachave, interna
Conjunto de peças para fechadura, maçaneta, espelho em latão, testa em aço inoxidável, cilindro
tetrachave em latão maciço, chaves e parafusos de fixação, da marca PADO linha Contemporânea ou
similar, com acabamento no padrão superior.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pelo conjunto instalado.
8.4.3 - Fechadura de embutir completa, com cilindro tetrachave, externa
Conjunto de peças para fechadura, maçaneta, espelho em latão, testa em aço inoxidável, cilindro
tetrachave em latão maciço, chaves e parafusos de fixação, da marca PADO linha Contemporânea ou
similar, com acabamento no padrão superior.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pelo conjunto instalado.
8.4.4 - Ferragem para divisória composta de 3 dobradiças e 1 fechadura.
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Conjunto de peças para fechadura, maçaneta, espelho em latão, testa em aço inoxidável, cilindro em
latão maciço, chaves e parafusos de fixação, para as portas de padrão divisória da agência.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pelo conjunto instalado.
8.4.5 - Fechadura de embutir completa, para portas de banheiro.
Conjunto de peças para fechadura, maçaneta, espelho em latão, testa em aço inoxidável, cilindro em
latão maciço, chaves e parafusos de fixação, para porta que dá acesso ao banheiro da agência da
marca PADO linha Contemporânea ou similar, com acabamento no padrão superior.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pelo conjunto instalado.
8.4.6 - Fornecimento de cadeado 40mm (Janelas).
Jogo de cadeado com chaves marca PADO ou similar
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade.
8.4.7 - Fornecimento de cadeado 50mm (Portas).
Jogo de cadeado com chaves marca PADO ou similar
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade.
8.4.8 - Mola hidráulica
Mola hidráulica aérea fabricada em aço com acabamento em pintura epóxi na cor prata para porta de
madeira e divisórias ref. MA-200 Dorma, ou similar
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
9.0 – COBERTURA E IMPERMEABILIZAÇÕES
9.1 - Estrutura em madeira aparelhada, para telha ondulada de fibrocimento apoiada em laje ou parede
A coberta será executada com madeira de lei (linhas e caibros) de boa qualidade. As dimensões das
peças deverão obedecer ao projeto da coberta, só admitindo emenda sobre os apoios. O beiral
obedecerá ao projeto de coberta. Toda a madeira será tratada com imunizantes.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de projeção horizontal do telhado.
9.2 - Telhamento com estrutura de fibrocimento ondulada, espessura 6mm, incluso juntas de vedação e
acessórios de fixação, excluindo madeiramento
Manuseio e armazenagem
Empilhamento horizontal:
Deverá ser feito em local plano e dfirme, em pilhas, apoiadas sobre calços. Cada pilha deverá ter, no
máximo, 100 telhas (80x100cm).
As telhas deverão ser empilhadas uma a uma.
Não deverão ser depositados outros materiais sobre as pilhas.
Empilhamento vertical:
Quando for necessário empilhar uma grande quantidade de telhas, convém empilhá-las verticalmente.
Elas deverão ser encostadas em paredes formando carreiras de até 300 unidades.
Montagem
Deverão ser respeitadas as condições de apoio, os vãos livres máximos admissíveis entre os apoios das
telhas, os recobrimentos recomendados e os limites para beirais, conforme recomendações do fabricante.
A montagem deve ser iniciada no sentido do beiral para cumeeira. Deverá ser feita, sempre que possível,
no sentido contrário dos ventos predominantes na região.
Antes de se iniciar o serviço será necessário verificar se as peças complementares, tais como arestas,
cumeeiras, sheds e rufos, correspondem ao mesmo sentido da montagem a ser adotado.
A coberta será executada com madeira de lei (linhas) de boa qualidade. As dimensões das peças
deverão obedecer ao projeto da coberta, só admitindo emenda sobre os apoios. O beiral obedecerá ao
projeto de coberta. Toda a madeira será tratada com imunizantes.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de projeção horizontal do telhado.
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9.3 - Impermeabilização de superfície com argamassa de cimento e areia, traço 1:3, com aditivo
impermeabilizante, e = 2cm
Nas áreas especificadas no projeto, será aplicada uma argamassa, de cimento e areia, com aditivo
impermeabilizante no traço 1:3.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área real desenvolvida impermeabilizada.
9.4 - Impermeabilização de estruturas enterradas, com tinta asfáltica, duas demãos
A impermeabilização da cinta corrida consistirá na impermeabilização de superfície por pintura e
impregnação de tinta asfáltica, aplicado a frio.
PREPARO DO SUBSTRATO
As superfícies de concreto ou argamassa a serem pintadas devem estar completamente secas, ásperas e
desempenadas.
APLICAÇÃO
Com broxa aplicar 1 demão de tinta asfáltica para penetração e 2 demãos para cobertura. Na demão
de penetração, esfregar bem o material sobre o substrato.
Depois da secagem da 1ª demão, aplicar 2 demãos fartas, esperando a secagem da anterior por no
mínimo 24 horas.
Seguir rigorosamente as recomendações do fabricante.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área real desenvolvida impermeabilizada.
9.5 - Impermeabilização de paredes e piso com argamassa polimérica
O piso do banheiro, antes da aplicação do revestimento final, será impermeabilizado com aplicação de
argamassa polimérica bi-componente, à base de cimento, agregados minerais inertes, polímeros acrílicos
e aditivos, formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes.
Trata-se de revestimentos poliméricos bi-componetes, utilizados para impermeabilização de estruturas em
contato com água ou umidade em geral, sujeitas ou não a pressões hidrostáticas.
São indicadas para impermeabilização de fundações, baldrames, pisos e paredes de banheiros,
reservatórios, piscinas, tanques e paredes de alvenaria. Podem ser aplicadas sobre concreto, alvenaria e
argamassa.
As argamassas poliméricas semi-flexíveis detém a propriedade de penetrar na porosidade superficial do
substrato e promover uma cristalização superficial, apresentando, inclusive, resistência a pressões
hidrostáticas negativas, ou seja, pressões atuantes “do exterior para o interior” da estrutura, evidentemente
dentro de certos valores que variam em função dos produtos e dos fabricantes. Sua aplicação se destina
às estruturas com pequeno ou nenhum grau de movimentação, ou seja, estruturas predominantemente
rígidas, como reservatórios enterrados de concreto armado ou alvenaria armada, pisos de áreas
habitacionais molhadas, muros de arrimo, baldrames, entre outros. É também utilizada como preparação
para aplicação da versão flexível, armada ou não com tela industrial de poliéster.
A aplicação dos materiais é feita em demãos cruzadas, com o auxilio de uma trincha, rolo ou vassoura de
pelos macios sobre a superfície previamente umedecida. Recomenda-se especial atenção a detalhes,
como tubulação emergente, arestas de rodapés, juntas e outras ocorrências que provoquem
descontinuidade do substrato, em que é aconselhada a utilização de um selante apropriado,
previamente à aplicação das argamassas poliméricas. A argamassa polimérica é produto da associação
de um composto inorgânico cimento e um composto orgânico látex polímero e tem uma estrutura
definida que consiste no gel do cimento e as microfibras do polímero. Consequentemente, as
propriedades do cimento e polímero são notadamente incrementadas quando utilizamos como
parâmetro a argamassa convencional.
Preparação da Superfície
A superfície deverá estar limpa, umedecida e isenta de partículas soltas ou desagregadas, nata de
cimento, óleo, desmoldante, etc., devendo ser previamente lavada com escova de aço e água. Reparar
ninhos e falhas de concretagem com argamassa de cimento e areia média lavada, traço 1:3.
Preparação da Mistura
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O produto é fornecido em dois componentes: componente A (resina) e componente B (pó). O
componente B (pó) deve ser adicionado aos poucos ao componente A (resina) e misturado
mecanicamente por 3 minutos ou manualmente por 5 minutos, tomando-se cuidado para dissolver
possíveis grumos.
Aplicação
Umedecer a superfície a ser tratada e aplicar a argamassa polimérica com o auxílio de uma
trincha.Aplicar 2 a 4 camadas, em sentido cruzado, sendo aproximadamente 1 kg/m² por camada,
aguardando secagem entre camadas.
Após a cura, aplicar as camadas de proteção ou pintura subsequentes.
Em regiões críticas como ao redor de ralos, juntas de concretagem, etc., deve-se reforçar o revestimento
com a incorporação de uma tela industrial de poliéster malha 2 x 2 mm, resinada, após a primeira
camada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área real desenvolvida impermeabilizada.
9.6 - Contrapiso em argamassa traço 1:4 (cimento e areia), espessura 3,00 cm, preparo mecânico
Essa regularização servirá como nivelamento do contra-piso de concreto. E como base para os demais
pisos a serem executados.
A regularização do piso será executado em argamassa de cimento e areia no traço 1:4 (cimento e areia),
e=3cm, sobre a base de concreto, preferivelmente quando esta estiver fresca.
Quando não for possível o atendimento a essa recomendação, cuidados especiais serão tomados na
limpeza e lavagem da superfície de concreto.
A superfície deverá ser conservada úmida durante os 07 (sete) primeiros dias da cura.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de piso executado.
9.7 - Impermeabilização de calha com manta asfaltica protegida com filme de alumínio gofrado (de
espessura 0,8mm), inclusa aplicação de emulsão asfaltica, E=3m.
Antes da aplicação da manta, deve ser aplicado uma demão de primer asfáltico, a fim de promover uma
melhor aderência entre o substrato e a impermeabilização.
Após a secagem da imprimação, iniciar a aplicação da manta asfáltica, fazendo o uso de maçarico de
GLP. Adotar os corretos valores para sobreposição de cada camada e executar o biselamento nas uniões.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área real desenvolvida impermeabilizada.
9.8 - Proteção mecânica de superfície com argamassa de cimento e areia traço 1:3 espessura 2cm.
Nos locais indicados no projeto arquitetônico, será feito um contrapiso em argamassa traço 1:3, preparo
mecânico e espessura de 3cm, para proteção da manta asfáltica.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área real desenvolvida impermeabilizada.
9.9 - Rufo em concreto armado, largura 40cm, espessura 3cm
Rufo de concreto armado com largura de 40cm e espessura de 3cm, chumbado na platibanda do
telhado, recobrindo a fiada superior das telhas protegendo contra águas de chuva ou infiltrações.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de rufo.
9.10 - Domus de iluminação zenital, modulado em fiber-glass translúcido leitoso, e=1,2 mm
Será construído na laje do Banheiro PNE, uma estrutura de concreto com a intenção de proporcionar
iluminação e ventilação natural ao ambiente, uma vez que o mesmo está locado em uma área pouco
favorecida de ambos elementos. A estrutura deverá ser construída em concreto, com cobertura em
acrílico sustentadas através de perfis metálicos. Deverá também receber tratamento de
impermeabilização com manta asfáltica na parte externa.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área da estrutura.
10.0
– PISOS
As pavimentações só poderão ser executadas após o assentamento das canalizações que devam passar
sob elas e completado o sistema de drenagem e de impermeabilização, caso previstos.
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As pavimentações de áreas destinadas à lavagem ou sujeitas a chuvas terão caimento necessário para
perfeito e rápido escoamento da água para os ralos. A declividade não será inferior a 0,5%.
10.1 - Contrapiso em argamassa traço 1:4 (cimento e areia), espessura 3,00 cm, preparo mecânico
Ver item 9.6.
10.2 - Piso cerâmico esmaltado, PEI-5, tipo extra, 1ª qualidade, 40x40cm, na cor bege, assentado com
argamassa colante e rejuntado
MATERIAIS
Os pisos cerâmicos serão de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, textura homogênea,
compactos, suficientemente duros para o fim a que se destinam, isentos de fragmentos calcários ou outro
qualquer material estranho. Deverão apresentar arestas vivas, faces planas, coloração uniforme, sem
rachaduras e dimensões perfeitamente regulares.
O armazenamento e o transporte dos pisos serão realizados de modo a evitar quebras, trincas, contato
com substancias nocivas e outras condições prejudiciais. As caixas serão empilhadas e agrupadas por tipo
e discriminação da área a que se destinam. Os rodapés e demais peças de acabamento e arremate
serão armazenadas com os mesmos cuidados, juntamente com os pisos.
Quanto a referência, utilizar piso cerâmico esmaltado medindo 40x40cm, com PEI-5, na cor bege, o
material deverá ser aprovado pela Fiscalização.
PROCESSO EXECUTIVO
A colocação deverá ser com juntas contínuas sem amarração e deverá ter perfeita uniformidade.
O assentamento deverá ser com argamassa de cimento-cola Quartzolit ou similar, utilizando-se
desempenadeira dentada.
As juntas deverão ser de 03mm, com juntas a prumo e com alinhamento perfeito.
O rejuntamento só será executado após o completo endurecimento e secagem da argamassa de
assentamento do piso cerâmico, a fim de evitar o fenômeno de “eflorescência” A laje ou o contrapiso
deverá ser abundantemente molhada para a perfeita aderência. O rejuntamento só será executado
após o completo endurecimento da argamassa de assentamento.
Será rejuntado com argamassa pré-fabricada na cor branca, com juntas de 3mm.
Nas áreas de sanitários deve-se prever declividade mínima de 0,3% de forma a permitir o escoamento de
água para os ralos, obedecendo às indicações de projeto.
A tolerância permitida para o nivelamento será de no máximo 2mm cada metro, ou seja 0,2%.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar
o perfeito alinhamento, nivelamento e uniformidade das superfícies, bem como os arremates, juntas, ralos
e caimentos para o escoamento das águas pluviais, de conformidade com as indicações do projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de piso executado.
10.3 - Piso em placas de concreto pré-moldado 50x50cm, anti-derrapante, aplicado sobre a calçada de
concreto
Nas calçadas externas de concreto, será executado piso em placas de concreto pré-moldado nas
dimensões de 50x50cm, aplicado sobre o lastro de concreto (contra-piso), será assentado com argamassa
de cimento e areia ou argamassa pré-fabricada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de piso executado.
10.4 - Rodapé cerâmico esmaltado, PEI-4, 1ª qualidade, na cor bege, assentado com argamassa colante
e rejuntado, h=7cm
Seguir recomendações do item 10.2.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de piso executado.
10.5 - Pavimentação com piso táctil direcional e/ou alerta, em borracha, na cor preta, para deficientes
visuais, dimensões 25x25cm, aplicado
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Piso de borracha tátil direcional e/ou alerta, nas dimensões de 25x25cm, e espessura de 3mm, na cor
preta, assentado sob piso existente com cola. Observar as recomendações de aplicação do fabricante.
O piso será assentado no Hall Público.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de piso executado.
10.6 - Pavimentação com piso táctil direcional e/ou alerta, em concreto, na cor vermelha, para
deficientes visuais, dimensões 25x25cm, aplicado com argamassa industrializada AC-II, rejuntado
Piso de concreto tátil direcional e/ou alerta, nas dimensões de 25x25cm, na cor vermelha, será aplicado
na calçada externa à edificação, conforme detalhe no projeto arquitetônico, será assentado com
argamassa pré-fabricada AC-II. Observar as recomendações de aplicação do fabricante. O
assentamento ficará com as bordas rente ao piso existente, em alguns casos será necessário realizar o
rasgo no piso existente.
O piso será assentado na rampa de acesso à agência e na área da calda que corresponde a rampa.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área de piso executado.
11.0
– PINTURAS
Disposições gerais
Para a execução de qualquer tipo de pintura, deverão ser observadas as seguintes diretrizes gerais:
as superfícies a serem pintadas serão cuidadosamente limpas, escovadas e raspadas, de modo a remover
sujeiras, poeiras e outras substâncias estranhas;
as superfícies a pintar serão protegidas quando perfeitamente secas e lixadas;
cada demão de tinta somente será aplicada quando a precedente estiver perfeitamente seca, devendose observar um intervalo de 24 horas entre demãos sucessivas;
igual cuidado deverá ser tomado entre demãos de tinta e de massa plástica, observando um intervalo
mínimo de 48 horas após cada demão de massa;
deverão ser adotadas precauções especiais, a fim de evitar respingos de tinta em superfícies não
destinadas à pintura, como vidros, ferragens de esquadrias e outras.
Recomendam-se as seguintes cautelas para proteção de superfícies e peças:
isolamento com tiras de papel, pano ou outros materiais;
separação com tapumes de madeira, chapas de fibras de madeira comprimidas ou outros materiais;
remoção de salpicos, enquanto a tinta estiver fresca, empregando-se um removedor adequado, sempre
que necessário.
Antes do início de qualquer trabalho de pintura, preparar uma amostra de cores com as dimensões
mínimas de 0,50x1,00 m no próprio local a que se destina, para aprovação da Fiscalização. Deverão ser
usadas as tintas já preparadas em fábricas, não sendo permitidas composições, salvo se especificadas
pelo projeto ou Fiscalização. As tintas aplicadas serão diluídas conforme orientação do fabricante e
aplicadas na proporção recomendada. As camadas serão uniformes, sem corrimento, falhas ou marcas
de pincéis.
Os recipientes utilizados no armazenamento, mistura e aplicação das tintas deverão estar limpos e livres de
quaisquer materiais estranhos ou resíduos. Todas as tintas serão rigorosamente misturadas dentro das latas
e periodicamente mexidas com uma espátula limpa, antes e durante a aplicação, a fim de obter uma
mistura densa e uniforme e evitar a sedimentação dos pigmentos e componentes mais densos.
Para pinturas internas de recintos fechados, serão usadas máscaras, salvo se forem empregados materiais
não tóxicos. Além disso, deverá haver ventilação forçada no recinto. Os trabalhos de pintura em locais
desabrigados serão suspensos em tempos de chuva ou de excessiva umidade.
MATERIAIS
Todos os materiais deverão ser recebidos em seus recipientes originais, contendo as indicações do
fabricante, identificação da tinta, numeração da fórmula e com seus rótulos intactos. A área para o
armazenamento será ventilada e vedada para garantir um bom desempenho dos materiais, bem como
prevenir incêndios ou explosões provocadas por armazenagem inadequada. Esta área será mantida
limpa, sem resíduos sólidos, que serão removidos ao término de cada dia de trabalho.
De modo geral, os materiais básicos que poderão ser utilizados nos serviços de pintura são:
corantes, naturais ou artificiais;
dissolventes;
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diluentes, para dar fluidez;
aderentes, propriedades de aglomerantes e veículos dos corantes;
cargas, para dar corpo e aumentar o peso;
plastificante, para dar elasticidade;
secante, com o objetivo de endurecer e secar a tinta.
PROCESSO EXECUTIVO
De acordo com a classificação das superfícies, estas serão convenientemente preparadas para o tipo de
pintura a que serão submetidas.
Superfícies Rebocadas
Em todas as superfícies rebocadas, deverão ser verificadas eventuais trincas ou outras imperfeições visíveis,
aplicando-se enchimento de massa, conforme o caso, e lixando-se levemente as áreas que não se
encontrem bem niveladas e aprumadas. As superfícies deverão estar perfeitamente secas, sem gordura,
lixadas e seladas para receber o acabamento.
Superfície de Madeira
As superfícies de madeira serão previamente lixadas e completamente limpas de quaisquer resíduos.
Todas as imperfeições serão corrigidas com goma-laca ou massa. Em seguida, lixar conforme
especificação do fabricante antes da aplicação da pintura de base. Após esta etapa, será aplicada uma
demão de “primer” selante, conforme especificação de projeto, a fim de garantir resistência à umidade e
melhor aderência das tintas de acabamento.
Superfícies de Ferro ou Aço
Em todas as superfícies de ferro ou aço, internas ou externas, exceto as galvanizadas, serão removidas as
ferrugens, rebarbas e escórias de solda, com escova, palha de aço, lixa ou outros meios. Deverão
também ser removidas graxas e óleos com ácido clorídrico diluído e removentes especificados. Depois de
limpas e secas as superfícies tratadas, e antes que o processo de oxidação se reinicie, será aplicada uma
demão de “primer” anticorrosivo, conforme especificação de projeto.
Superfícies Metálicas (Metal Galvanizado)
Superfícies zincadas, expostas a intempéries ou envelhecidas e sem pintura, requerem uma limpeza com
solvente. No caso de solvente, será utilizado ácido acético glacial diluído em água, em partes iguais, ou
vinagre da melhor qualidade, dando uma demão farta e lavando depois de decorridas 24 horas. Estas
superfícies, devidamente limpas, livres de contaminação e secas, poderão receber diretamente uma
demão de tinta-base.
11.1 - Aplicação de selador acrílico, uma demão, em paredes, internas e externas
MATERIAL
Será utilizado selador acrílico de primeira qualidade, o material deverá ser aprovado pela fiscalização da
obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Após todo o preparo prévio da superfície, deverão ser removidas todas as manchas de óleo, graxa, mofo
e outras com detergente apropriado (amônia e água a 5%). Em seguida, a superfície será levemente
lixada e limpa, aplicando-se uma demão de selador acrílico, a rolo ou pincel, diluído conforme indicação
do fabricante. O selador será aplicado em todas as paredes, internas e externas.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área, não descontar vãos até 2,00 m². Para vãos superiores a 2,00 m²,
descontar apenas o que exceder, em cada vão, a essa área.
11.2 - Emassamento com massa acrílica, duas demãos, de paredes, internas e externas
MATERIAL
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Será utilizado massa acrílica de primeira qualidade, o material deverá ser aprovado pela fiscalização da
obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Após 24 horas da aplicação do selador acrílico, será aplicada, com uma espátula ou desempenadeira de
aço, a massa acrílica, em camadas finas e em número suficiente para o perfeito nivelamento da
superfície. O intervalo mínimo a ser observado entre as camadas será de 3 horas. Será aplicado em todas
a paredes internas e externas (com exceção do muro), antes da aplicação da pintura de acabamento.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
11.3 - Emassamento com massa corrida pva, duas demãos, de teto
MATERIAL
Será utilizado massa corrida PVA de primeira qualidade, o material deverá ser aprovado pela fiscalização
da obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Será aplicada, com uma espátula ou desempenadeira de aço, a massa corrida PVA, em camadas finas e
em número suficiente para o perfeito nivelamento da superfície. O intervalo mínimo a ser observado entre
as camadas será de 3 horas. Será aplicado no teto, antes da aplicação da pintura de acabamento.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área, não descontar vãos até 2,00 m². Para vãos superiores a 2,00 m²,
descontar apenas o que exceder, em cada vão, a essa área.
11.4 - Pintura interna e externa, de parede, com tinta látex acrílica, semi-brilho, duas demãos
MATERIAL
Será utilizado tinta látex acrílica, na cor definida no projeto, de primeira qualidade, o material deverá ser
aprovado pela fiscalização da obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Decorridas 24 horas da aplicação da massa acrílica, a superfície será lixada levemente e limpa. E serão
aplicadas as demãos necessárias da tinta de acabamento, a rolo, na diluição indicada pelo fabricante.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área, não descontar vãos até 2,00 m². Para vãos superiores a 2,00 m²,
descontar apenas o que exceder, em cada vão, a essa área.
11.5 - Pintura de teto, com tinta látex pva, semi-brilho ou fosco, cor branco neve, duas demãos
MATERIAL
Será utilizado tinta látex PVA, na cor branco neve, de primeira qualidade, o material deverá ser aprovado
pela fiscalização da obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Decorridas 24 horas da aplicação da massa corrida, a superfície será lixada levemente e limpa. E serão
aplicadas as demãos necessárias da tinta de acabamento, a rolo, na diluição indicada pelo fabricante.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
Rua Desembargador Tenório, 162, sala 204, Farol, Maceió – AL
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CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área efetiva.
11.6 - Pintura esmalte sintético (fosco ou semi-brilho) para madeira, duas demãos, na cor areia, inclusive
aparelhamento com fundo nivelador
MATERIAL
Será utilizado tinta esmalte sintético, na cor areia, de primeira qualidade, o material deverá ser aprovado
pela fiscalização da obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Após a devida preparação das superfícies de madeira, serão aplicadas uma demão de tinta de fundo
para impermeabilização e uma demão de massa corrida à base de óleo. Em seguida, as superfícies serão
lixadas a seco e limpas do pó. Posteriormente, serão aplicadas duas ou mais demãos de tinta de
acabamento com retoques de massa, se necessários, antes da segunda demão, sempre observando-se
as recomendações do fabricante.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO:
1) Portas ou janelas guilhotina com batente: multiplicar a área do vão luz por 3.
2) Portas ou janelas guilhotina sem batente: multiplicar a área do vão luz por 2.
3) Caixilhos com veneziana: multiplicar a área do vão luz por 5.
4) Se a estrutura de ferro for em arco acrescer 30%.
11.7 - Pintura esmalte sintético, na cor areia claro, duas demãos, incluso uma demão de zarcão, para
esquadrias de ferro
MATERIAL
Será utilizado tinta esmalte sintético, na cor areia claro, de primeira qualidade, o material deverá ser
aprovado pela fiscalização da obra.
PROCESSO EXECUTIVO
Após a devida preparação, as superfícies serão lixadas a seco, removendo-se o pó, de modo a deixá-la
totalmente limpa. Em seguida, serão aplicadas uma demão de zarcão e duas ou mais demãos de tinta de
acabamento nas cores definidas pelo projeto e observando sempre as recomendações do fabricante.
RECEBIMENTO
Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade
com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO:
1) Portas ou janelas guilhotina com batente: multiplicar a área do vão luz por 3.
2) Portas ou janelas guilhotina sem batente: multiplicar a área do vão luz por 2.
3) Caixilhos com veneziana: multiplicar a área do vão luz por 5.
4) Se a estrutura de ferro for em arco acrescer 30%.
12.0
– INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada no local da obra por processo
visual, podendo, entretanto, ser feita na fábrica ou em laboratório, por meio de ensaios, a critério do
Contratante. Neste caso, o fornecedor deverá avisar com antecedência a data em que a inspeção
poderá ser realizada.
Para o recebimento dos materiais e equipamentos, deverá ser conferida a discriminação constante da
nota fiscal, ou guia de remessa, com o respectivo pedido de compra, que deverá estar de acordo com as
especificações de materiais, equipamentos e serviços. Caso algum material ou equipamento não atenda
às condições do pedido de compra, deverá ser rejeitado.
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A inspeção visual para recebimento dos materiais e equipamentos constituir-se-á, basicamente, do
cumprimento das atividades descritas a seguir:
conferir as quantidades;
verificar as condições dos materiais, como, por exemplo, estarem em perfeito estado, sem trincas, sem
amassamentos, pintados, embalados e outras;
designar as áreas de estocagem, em lugares abrigados ou ao tempo, levando em consideração os tipos
de materiais, como segue:
estocagem em local abrigado - materiais sujeitos à oxidação, peças miúdas, fios, luminárias, reatores,
lâmpadas, interruptores, tomadas, eletrodutos de PVC e outros;
estocagem ao tempo - peças galvanizadas a fogo, transformadores (quando externos), cabos em
bobinas e para uso externo ou subterrâneo.
PROCESSO EXECUTIVO
Entrada e Medição de Energia
Os serviços relacionados com a entrada de energia serão entregues completos, com a ligação definitiva
à rede pública, em perfeito funcionamento e com a aprovação da concessionária de energia elétrica
local.
A execução da instalação de entrada de energia deverá obedecer aos padrões de concessionária de
energia elétrica local. A Contratada terá a responsabilidade de manter com a concessionária os
entendimentos necessários à aprovação da instalação e à ligação da energia elétrica.
As emendas dos condutores serão efetuadas por conectores apropriados; as ligações às chaves serão
feitas com a utilização de terminais de pressão ou compressão.
Onde houver tráfego de veículos sobre a entrada subterrânea, deverão ser tomadas precauções para
que a tubulação não seja danificada; as caixas de passagem de rede deverão ter tampas de ferro
fundido, do tipo pesado.
Eletrodutos
Os eletrodutos deverão ser cortados perpendicularmente ao seu eixo longitudinal, conforme disposição
da NBR 5410.
As roscas deverão ser executadas segundo o disposto na NBR 6414. O corte deverá ser feito aplicando as
ferramentas na seqüência correta e, no caso de cossinetes, com ajuste progressivo. O rosqueamento
deverá abranger, no mínimo, cinco fios completos de rosca. Após a execução das roscas, as
extremidades deverão ser limpas com escova de aço e escareadas para a eliminação de rebarbas.
Os eletrodutos ou acessórios que tiverem as roscas com uma ou mais voltas completas ou fios cortados
deverão ser rejeitados, mesmo que a falha não se situe na faixa de aperto.
Conexões e Tampões
As emendas dos eletrodutos só serão permitidas com o emprego de conexões apropriadas, tais como
luvas ou outras peças que assegurem a regularidade da superfície interna, bem como a continuidade
elétrica.
Serão utilizadas graxas especiais nas roscas, a fim de facilitar as conexões e evitar a corrosão, sem que
fique prejudicada a continuidade elétrica do sistema.
Durante a construção e montagem, todas as extremidades dos eletrodutos, caixas de passagem e
conduletes deverão ser vedados com tampões e tampas adequadas. Estas proteções não deverão ser
removidas antes da colocação da fiação. Nos eletrodutos de reserva, após a limpeza das roscas, deverão
ser colocados tampões adequados em ambas as extremidades, com sondas constituídas de fios de aço
galvanizado16 AWG.
Os eletrodutos subterrâneos deverão ser instalados com declividade mínima de 0,5 %, entre poços de
inspeção, de modo a assegurar a drenagem.
Os eletrodutos embutidos nas lajes serão colocados sobre os vergalhões da armadura inferior. Todas as
aberturas e bocas dos dutos serão fechadas para impedir a penetração de nata de cimento durante a
colocação do concreto nas formas.
Os eletrodutos nas peças estruturais de concreto armado serão posicionados de modo a não suportarem
esforços não previstos, conforme disposição da NBR 5410. Nas juntas de dilatação, a tubulação será
seccionada e receberá caixas de passagens, uma de cada lado das juntas. Em uma das caixas, o duto
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não será fixado, permanecendo livre. Outros recursos poderão ser utilizados, como por exemplo a
utilização de uma luva sem rosca do mesmo material do duto para permitir o seu livre deslizamento.
Nas paredes de alvenaria os eletrodutos serão montados antes de serem executados os revestimentos. As
extremidades dos eletrodutos serão fixadas nas caixas por meio de buchas e arruelas rosqueadas. Após a
instalação, deverá ser feita verificação e limpeza dos eletrodutos por meio de mandris passando de ponta
a ponta, com diâmetro aproximadamente 5mm menor que o diâmetro interno do eletroduto.
Eletrodutos Flexíveis
As curvas nos tubos metálicos ou de PVC flexíveis não deverão causar deformações ou redução do
diâmetro interno, nem produzir aberturas entre as espiras metálicas de que são constituídos. O raio de
qualquer curva em tubo metálico flexível não poderá ser inferior a 12 vezes o diâmetro interno do tubo.
A fixação dos tubos metálicos ou de PVC flexíveis não embutidos será feita por suportes ou braçadeiras
com espaçamento não superior a 30 cm. Os tubos metálicos flexíveis serão fixados às caixas por meio de
peças conectadas à caixa, através de buchas e arruelas, prendendo os tubos por pressão do parafuso.
Não serão permitidas emendas em tubos flexíveis, formando trechos contínuos de caixa a caixa.
Eletrodutos Expostos
As extremidades dos eletrodutos, quando não rosqueadas diretamente em caixas ou conexões, deverão
ser providas de buchas e arruelas roscadas. Na medida do possível, deverão ser reunidas em um conjunto.
As uniões deverão ser convenientemente montadas, garantindo não só o alinhamento mas também o
espaçamento correto, de modo a permitir o rosqueamento da parte móvel sem esforços. A parte móvel
da união deverá ficar, no caso de lances verticais, do lado superior. Em lances horizontais ou verticais
superiores a 10 m deverão ser previstas juntas de dilatação nos eletrodutos.
Caixas e Conduletes
Deverão ser utilizadas caixas:
nos pontos de entrada e saída dos condutores na tubulação ;
nos pontos de emenda ou derivação dos condutores;
nos pontos de instalação de aparelhos ou dispositivos;
nas divisões dos eletrodutos;
em cada trecho contínuo, de quinze metros de eletrodutos, para facilitar a passagem ou substituição de
condutores.
Poderão ser usados conduletes:
nos pontos de entrada e saída dos condutores na tubulação;
nas divisões dos eletrodutos.
Nas redes de distribuição, a utilização de caixas será efetuada da seguinte forma, quando não indicadas
nas especificações ou no projeto:
octogonais de fundo móvel, nas lajes, para ponto de luz;
octogonais estampadas, com 75 x 75 mm (3" x 3"), entre lados paralelos, nos extremos dos ramais de
distribuição;
retangulares estampadas, com 100 x 50 mm (4" x 2"), para pontos e tomadas ou interruptores em número
igual ou inferior a 3;
quadradas estampadas, com 100 x 100 mm (4" x 4"), para caixas de passagem ou para conjunto de
tomadas e interruptores em número superior a 3.
As caixas a serem embutidas nas lajes deverão ficar firmemente fixadas à formas. Somente poderão ser
removidos os discos das caixas nos furos destinados a receber ligação de eletrodutos.
As caixas embutidas nas paredes deverão facear o revestimento da alvenaria; serão niveladas e
aprumadas de modo a não provocar excessiva profundidade depois do revestimento. As caixas deverão
ser fixadas de modo firme e permanente às paredes, presas a pontos dos condutos por meio de arruelas
de fixação e buchas apropriadas, de modo a obter uma ligação perfeita e de boa condutibilidade entre
todos os condutos e respectivas caixas; deverão também ser providas de tampas apropriadas, com
espaço suficiente para que os condutores e suas emendas caibam folgadamente dentro das caixas
depois de colocadas as tampas.
As caixas com interruptores e tomadas deverão ser fechadas por espelhos, que completem a montagem
desses dispositivos. As caixas de tomadas e interruptores de 100 x 50 mm (4"x2") serão montadas com o
lado menor paralelo ao plano do piso.
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As caixas com equipamentos, para instalação aparente, deverão seguir as indicações de projeto. As
caixas de arandelas e de tomadas altas serão instaladas de acordo com as indicações do projeto, ou, se
este for omisso, em posição adequada, a critério da Fiscalização. As diferentes caixas de uma mesma sala
serão perfeitamente alinhadas e dispostas de forma a apresentar uniformidade no seu conjunto.
Enfiação
Só poderão ser enfiados nos eletrodutos condutores isolados para 600V ou mais e que tenham proteção
resistente à abrasão.
A enfiação só poderá ser executada após a conclusão dos seguintes serviços:
telhado ou impermeabilização de cobertura;
revestimento de argamassa;
colocação de portas, janelas e vedação que impeça a penetração de chuva;
pavimentação que leve argamassa.
Antes da enfiação, os eletrodutos deverão ser secos com estopa e limpos pela passagem de bucha
embebida em verniz isolante ou parafina. Para facilitar a enfiação, poderão ser usados lubrificantes como
talco, parafina ou vaselina industrial. Para auxiliar a enfiação poderão ser usados fios ou fitas metálicas.
As emendas de condutores somente poderão ser feitas nas caixas, não sendo permitida a enfiação de
condutores emendados, conforme disposição da NBR 5410. O isolamento das emendas e derivações
deverá ter, no mínimo, características equivalentes às dos condutores utilizados.
A enfiação será feita com o menor número possível de emendas, caso em que deverão ser seguidas as
prescrições abaixo:
limpar cuidadosamente as pontas dos fios a emendas;
para circuitos de tensão entre fases inferior a 240V, isolar as emendas com fita isolante formando espessura
igual ou superior à do isolamento normal do condutor;
executar todas as emendas dentro das caixas.
Nas tubulações de pisos, somente iniciar a enfiação após o seu acabamento. Todos os condutores de um
mesmo circuito deverão ser instalados no mesmo eletroduto. Condutores em trechos verticais longos
deverão ser suportados na extremidade superior do eletroduto, por meio de fixador apropriado, para
evitar a danificação do isolamento na saída do eletroduto, e não aplicar esforços nos terminais.
Instalação de Cabos
Os condutores deverão ser identificados com o código do circuito por meio de indicadores, firmemente
presos a estes, em caixas de junção, chaves e onde mais se faça necessário.
As emendas dos cabos de 240V a 1000V serão feitas com conectores de pressão ou luvas de aperto ou
compressão. As emendas, exceto quando feitas com luvas isoladas, deverão ser revestidas com fita de
borracha moldável até se obter uma superfície uniforme, sobre a qual serão aplicadas, em meia
sobreposição, camadas de fita isolante adesiva. A espessura da reposição do isolamento deverá ser igual
ou superior à camada isolante do condutor.
As emendas dos cabos com isolamento superior a 1000V deverão ser executadas conforme
recomendações do fabricante.
Circuito de audio, radiofrequência e de telecomunicações deverão ser afastados de circuitos de força,
tendo em vista a ocorrência de indução, de acordo com os padrões aplicáveis a cada classe de ruído. As
extremidades dos condutores, nos cabos, não deverão ser expostas à umidade do ar ambiente, exceto
pelo espaço de tempo estritamente necessário à execução de emendas, junções ou terminais.
Instalação de Cabos em Linhas Subterrâneas
Em linhas subterrâneas, os condutores não poderão ser enterrados diretamente no solo, devendo,
obrigatoriamente, ser instalados em manilhas, em tubos de aço galvanizado a fogo dotados de proteção
contra corrosão ou, ainda, outro tipo de dutos que assegurem proteção mecânica aos condutores e
permitam sua fácil substituição em qualquer tempo.
Os condutores que saem de trechos subterrâneos e sobem ao longo de paredes ou outras superfícies
deverão ser protegidos por meio de eletroduto rígido, esmaltado ou galvanizado, até uma altura não
inferior a 3 metros em relação ao piso acabado, ou até atingirem a caixa protetora do terminal.
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Na enfiação das instalações subterrâneas, os cabos não deverão estar sujeitos a esforços de tração
capazes de danificar sua capa externa ou o isolamento dos condutores. Todos os condutores de um
circuito deverão fazer parte do mesmo duto.
Instalação de Cabos em Linhas Aéreas
Para linhas aéreas, quando admitidas nas distribuições exteriores, deverão ser empregados condutores
com proteção à prova de tempo, suportados por isoladores apropriados, fixados em postes ou em
paredes. O espaçamento entre os suportes não excederá 20 metros, salvo autorização expressa em
contrário.
Os condutores ligando uma distribuição aérea exterior à instalação interna de uma edificação, deverão
passar por um trecho de conduto rígido curvado para baixo, provido de uma bucha protetora na
extremidade, devendo os condutores estar dispostos em forma de pingadeira, de modo a impedir a
entrada de água das chuvas. Este tipo de instalação com condutores expostos só será permitido nos
lugares em que, além de não ser obrigatório o emprego de conduto, a instalação esteja completamente
livre de contatos acidentais que possam danificar os condutores ou causar estragos nos isoladores.
Instalação de Cabos em Dutos e Eletrodutos
A enfiação de cabos deverá ser precedida de conveniente limpeza dos dutos e eletrodutos, com ar
comprimido ou com passagem de bucha embebida em verniz isolante ou parafina. O lubrificante para
facilitar a enfiação, se necessário, deverá ser adequado à finalidade e compatível com o tipo de
isolamento dos condutores. Podem ser usados talco industrial neutro e vaselina industrial neutra, porém,
não será permitido o emprego de graxas.
Emendas ou derivações de condutores só serão aprovadas em caixas de junção. Não serão permitidas,
de forma alguma, emendas dentro de eletrodutos ou dutos.
As ligações de condutores aos bornes de aparelhos e dispositivos deverão obedecer aos seguintes
critérios:
cabos e cordões flexíveis, de bitola igual ou menor que 4 mm², terão as pontas dos condutores
previamente endurecidas com soldas de estanho;
condutores de seção maior que os acima especificados serão ligados, sem solda, por conectores de
pressão ou terminais de aperto.
Instalação de Cabos em Bandejas e Canaletas
Os cabos deverão ser puxados fora das bandejas ou canaletas e, depois, depositados sobre estas, para
evitar raspamento do cabo nas arestas. Cabos trifásicos em lances horizontais deverão ser fixados na
bandeja a cada 20m, aproximadamente. Cabos singelos em lances horizontais deverão ter fixação a
cada 10m. Cabos singelos em lances verticais deverão ter fixação a cada 0,50m. Os cabos em bandejas
deverão ser arrumados um ao lado do outro, sem sobreposição.
Aterramento
As malhas de aterramento deverão ser executadas de acordo com os detalhes do projeto. Não será
permitido o uso de cabos que tenham quaisquer de seus fios partidos. Todas as ligações mecânicas não
acessíveis devem ser feitas pelo processo de solda exotérmica. Todas as ligações aparafusadas, onde
permitidas, devem ser feitas por conectores de bronze com porcas, parafusos e arruelas de material não
corrosível. A contratada deverá fornecer um laudo técnico do sistema de aterramento, executado de
acordo com as normas vigentes.
Montagem de Quadros de Distribuição
Os quadros embutidos em paredes deverão facear o revestimento da alvenaria e ser nivelados e
aprumados. Os diversos quadros de uma área deverão ser perfeitamente alinhados e dispostos de forma a
apresentar conjunto ordenado.
Os quadros para montagem aparente deverão ser fixados às paredes ou sobre base no piso, através de
chumbadores, em quantidades e dimensões necessárias à sua perfeita fixação.
A fixação dos eletrodutos aos quadros será feita por meio de buchas e arruelas roscadas. Após a
conclusão da montagem, da enfiação e da instalação de todos os equipamentos, deverá ser feita
medição do isolamento, cujo valor não deverá ser inferior ao da tabela 51 da NBR 5410.
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Barramentos
Os barramentos indicados no projeto serão constituídos por peças rígidas de cobre eletrolítico nu, cujas
diferentes fases serão identificadas por cores convencionais: verde, amarelo e violeta, conforme a NBR
5410. Os barramentos deverão ser firmemente fixados sobre isoladores.
A instalação de barramentos blindados pré-fabricados deverá ser efetuada conforme instruções do
fabricante. Na travessia de lajes e paredes deverão ser previstas aberturas de passagem, com dimensões
que permitam folga suficiente para a livre dilatação do duto.
RECEBIMENTO
O recebimento das instalações elétricas estará condicionado à aprovação dos materiais, dos
equipamentos e da execução dos serviços pela Fiscalização. Além disso, as instalações elétricas somente
poderão ser recebidas quando entregues em perfeitas condições de funcionamento, comprovadas pela
Fiscalização e ligadas à rede de concessionária de energia local.
As instalações elétricas só poderão ser executadas com material e equipamentos examinados e
aprovados pela Fiscalização. A execução deverá ser inspecionada durante todas as fases de execução,
bem como após a conclusão, para comprovar o cumprimento das exigências do contrato e deste
Caderno de Encargos.
Eventuais alterações em relação ao projeto somente poderão ser aceitas se aprovadas pela Fiscalização
e notificadas ao autor do projeto. A aprovação acima referida não isentará a Contratada de sua
responsabilidade sobre a execução e funcionamento do sistema.
Verificação Final das Instalações
A Fiscalização efetuará a inspeção de recebimento das instalações, conforme prescrição do capítulo 7
da NBR 5410. Serão examinados todos os materiais, aparelhos e equipamentos instalados, no que se refere
às especificações e perfeito estado.
Será verificada a instalação dos condutores no que se refere a bitolas, aperto dos terminais e resistência
de isolamento, conforme NBR 5410. Será também conferido se todos os condutores do mesmo circuito
(fases, neutro e terra) foram colocados no mesmo eletroduto. Será verificado o sistema de iluminação e
tomadas no que se refere à localização, fixações, acendimentos das lâmpadas e energização das
tomadas.
Serão verificados os quadros de distribuição quanto à operação dos disjuntores, aperto dos terminais dos
condutores, proteção contra contatos diretos e funcionamento de todos os circuitos com carga total;
também serão conferidas as etiquetas de identificação dos circuitos, a placa de identificação do quadro,
observada a facilidade de abertura e fechamento da porta, bem como o funcionamento do trinco e
fechadura.
Será examinado o funcionamento de todos os aparelhos fixos e dos motores, observando o seu sentido de
rotação e as condições de ajuste dos dispositivos de proteção.
NORMAS COMPLEMENTARES
A execução de serviços de Instalações Elétricas deverá atender também às seguintes Normas
Complementares:
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREACONFEA.
Normas da ABNT e INMETRO:
NBR 5410/04 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão
NBR-5419/05 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
12.1 – Pontos
12.1.1 - Abertura e fechamento de rasgo em alvenaria para eletrodutos, fechamento com argamassa
traço 1:4 (cimento e areia)
Abertura de alvenaria, com equipamentos adequados, para colocação de eletrodutos de acordo com o
projeto específico com a localização dos pontos e caixas. O fechamento será feito com argamassa de
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traço 1:4 (cimento e areia), em seguida será executado os demais acabamentos da superfície
trabalhada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento executado.
12.1.2 - Interligação entre a medição e o quadro de distribuição com eletroduto de 1 1/2", com 3
condutores de 6,0mm²
Instalação elétrica que interliga o quadro de medição na parte externa da agência ao quadro de
distribuição localizado na parte interna da agência.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento executado.
12.1.3 - Ponto de luz em teto ou parede, com eletroduto pvc rígido embutido Ø 3/4"
Instalação elétrica que permite a distribuição e a localização dos pontos elétricos onde haverá
iluminação dos ambientes na agência. Devera ser executado com eletroduto PVC rígido Ø 3/4" e 3
condutores de 2,5mm².
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.1.4 - Ponto de interruptor simples, 01 seção (1s), com eletroduto de pvc 1,5" e caixa 4x2"
Consiste no fornecimento de materiais(caixas, eletrodutos fios e cabos) e a instalação de pontos de
suprimentos de energia elétrica para instalação de luz, campainha, tomadas e interruptores devidamente
energizados. A colocação dos interruptores deverá ser precedida da conclusão dos revestimentos de
paredes, pisos e tetos, da conclusão da cobertura e da colocação de portas, janelas e vidros, os espelhos
e acabamentos serão colocados somente após a pintura ou acabamento final. As tubulações serão
embutidas nas paredes e/ou lajes ou onde for necessário, o assentamento de eletrodutos deverá
obedecer ao projeto elétrico em nível, prumo e alinhamento, deverá ser passado pelo menos 01(um) fio
de arame galvanizado em cada eletroduto que tem função de guia para a passagem dos fios e cabos
das instalações.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.1.5 - Ponto de sensor de presença com interruptor embutido em parede com eletroduto de pvc rígido Ø
3/4"
Consiste no fornecimento de materiais (caixas, eletrodutos fios e cabos) e a instalação de pontos de
suprimentos de energia elétrica para instalação de luz devidamente energizados. A colocação dos
interruptores deverá ser precedida da conclusão dos revestimentos de paredes, pisos e tetos, da
conclusão da cobertura e da colocação de portas, janelas e vidros, os espelhos e acabamentos serão
colocados somente após a pintura ou acabamento final. As tubulações serão embutidas nas paredes
e/ou lajes ou onde for necessário, o assentamento de eletrodutos deverá obedecer ao projeto elétrico em
nível, prumo e alinhamento, deverá ser passado pelo menos 01(um) fio de arame galvanizado em cada
eletroduto que tem função de guia para a passagem dos fios e cabos das instalações.
O sensor deve ter alcance de 6 metros, ângulo de abertura 180°, com fotocélula, botão manual liga e
desliga sendo bivolt, ref. Interruptor Automático Key West com Botão DNI6022, ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.1.6 - Interruptor simples com uma tomada universal conjugados, com placa - fornecimento e instalação
Consiste no fornecimento de materiais(caixas, eletrodutos fios e cabos) e a instalação de pontos de
alimentação de energia elétrica para a ligação de máquinas e equipamentos devidamente aterrados. A
colocação das tomadas deverá ser precedida da conclusão dos revestimentos de paredes, pisos e tetos,
da conclusão da cobertura e da colocação de portas, janelas e vidros, os espelhos e acabamentos serão
colocados somente após a pintura ou acabamento final. As tubulações serão embutidas nas paredes
e/ou lajes ou onde for necessário, o assentamento de eletrodutos deverá obedecer ao projeto elétrico em
nível, prumo e alinhamento, deverá ser passado pelo menos 01(um) fio de arame galvanizado em cada
eletroduto que tem função de guia para a passagem dos fios e cabos das instalações.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.1.7 - Ponto de tomada (caixa, eletroduto, fios 2,5mm² e tomada)
Seguir instruções do item 12.1.6.
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12.1.8 - Ponto de força monofásico (ar-condicionado), de embutir, com eletroduto de PVC flexível Ø3/4",
cabo flexível 2,5mm², inclusive placa em PVC com furo Ø10mm
Consiste no fornecimento de materiais(caixas, eletrodutos, fios, placas em pvc e cabos) e a instalação de
pontos de alimentação de energia elétrica para a ligação de aparelhos de ar condicionado
devidamente aterrados e disjuntor independentes. A colocação das tomadas deverá ser precedida da
conclusão dos revestimentos de paredes, pisos e tetos, da conclusão da cobertura e da colocação de
portas, janelas e vidros, os espelhos e acabamentos serão colocados somente após a pintura ou
acabamento final. As tubulações serão embutidas nas paredes e/ou lajes ou onde for necessário, o
assentamento de eletrodutos deverá obedecer ao projeto elétrico em nível, prumo e alinhamento, deverá
ser passado pelo menos 01(um) fio de arame galvanizado em cada eletroduto que tem função de guia
para a passagem dos fios e cabos das instalações e deverão ser conectados a um circuito exclusivo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.2 – Acessórios para uso geral
12.2.1 - Kit plugue macho-fêmea 2P+T, para instalação das luminárias
Conjunto Plug 2P+T Macho/Femea, Padrão Brasileiro na cor branco com amperagem de 10ª, de
dimensões 3cm x 4,0cm x 10,0cm, para uso residencial e comercial, que tem por função a extensão de
cabos com pino de 4mm, atendendo aos padrões brasileiros da NBR14136.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
12.2.2 - Fornecimento e colocação de anilha para identificação
Anel de PVC flexível cor amarelo impresso em preto para identificação de cabos elétricos com secção do
marcador para garantir o alinhamento entre caracteres. Marca: Hellermann, ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.3 – Caixa de passagem de sobrepor
12.3.1 - Caixa de passagem de sobrepor em aço pintada 200x200x120mm
Caixa de passagem de sobrepor em aço pintada 200x200x120mm, com tampa, grau de proteção IP 40,
entradas para as bitolas de 25 e 32mm de PVC Rígido e/ou flexível CEMAR, Aço galvanizado, tipo
condulete.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.4 – DISPOSITIVO DE COMANDO
12.4.1 - Interruptor fotocélula simples 220V - 1200W. Relê tipo simples 4 fios, uso externo
Tem função analógica à do interruptor automático por presença. Enquanto este capta a radiação de
calor em movimento, a fotocélula tem em sensor sensível à luz. Controla automaticamente lâmpadas e
motores, ligando-os ao anoitecer e desligando-os ao amanhecer
Para a interligação do relé fotoelétrico com a rede de distribuição, utiliza-se uma tomada externa tripolar,
que pode ser fixada em paredes, postes, painéis, etc. Há vários tipos de alça de fixação, para que
se possa atender a cada caso específico. Essa tomada atende às normas da ABNT. O relé fotoelétrico
para comando automático de iluminação externa utiliza a variação da luminosidade de ambiente para
comutação, possui retardo automático incorporado, aplica-se em iluminação pública, industrial,
comercial, residencial, etc, atende às normas da NEMA, ANSI, e ABNT.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.5 – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO
Os disjuntores deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo
alterações sem o prévio consentimento do autor. Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada
a livre movimentação da alavanca de acionamento da mesma. Após a energização, deverá ser
verificada a correta alimentação dos circuitos.
12.5.1 - Disjuntor unipolar termomagnético - norma DIN, 10A
Disjuntor termomagnético monopolar 10 A, padrão DIN (linha branca), curva de disparo B, corrente de
interrupção 5KA, ref.: Siemens 5 SX1 ou similar.
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CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
12.5.2 - Disjuntor unipolar termomagnético - norma DIN, 16A
Disjuntor termomagnético monopolar 16 A, padrão DIN (linha branca), curva de disparo B, corrente de
interrupção 5KA, ref.: Siemens 5 SX1 ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
12.5.3 - Disjuntor tripolar termomagnético - norma DIN, 40A
Disjuntor termomagnético tripolar 40 A, padrão DIN (linha branca), curva de disparo C, corrente de
interrupção 5KA, ref.: Siemens 5 SX1 ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
12.5.4 - Dispositivo de proteção contra surto monopolar, 275V - 8kA
Dispositivo para redes trifásicas de 3 fases + neutro (TN-C) Uc=440 V/Up=1000 V - 8, 10 OU 25 kA, trilho Dim,
modulo de proteção plugáveis. Fabricação KAMPLER ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
10.5.5 - Interruptor bipolar DR (fase/neutro - In 30mA) DIN (branco) 25A
Interruptor de cor branca, composto de módulo e parafuso, medindo 15x8.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
12.6 – LUMINÁRIAS E ACESSÓRIOS
12.6.1 - Luminária tartaruga (externa) com 1 lâmpada fluorescente compacta simples de 30W. Corpo em
alumínio com difusor em vidro
12.6.2 - Luminária de sobrepor, de teto, com 1 lâmpada fluorescente T8 tubular de 18W.
Luminária de elevado rendimento, fabricada em chapa de aço com tratamento de superfície e pintura
eletrostática em pó epóxi-poliéster branco. Conjunto óptico com refletor multi-facetado em alumínio
especular. Sistema de manutenção que permite acesso às lâmpadas e reatores retirando-se apenas os
tapa-soquetes. Instalação de sobrepor através de 02 pontos de fixação. Reator eletrônico de alto fator de
potência para 1 lâmpada fluorescente de 18W bivolt. Elimina totalmente o efeito estroboscópico,
proteção contra choques elétricos. Sistema de proteção em caso de defeito ou fim da vida útil da
lâmpada e partida ultra rápida. Lâmpadas fluorescentes são lâmpadas de descarga em baixa pressão. O
tubo de vidro é preenchido com gases inertes e uma pequena quantidade de mercúrio. A parede de
vidro é coberta por uma camada de fósforo e nas extremidades do tubo há eletrodos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
12.6.3 - Luminária de embutir, plafonier, com 1 lâmpada fluorescente de 20W.
Luminária plafonier de embutir aro/base metálica com globo esférico vidro leitoso boca 10cm diâmetro
20cm, incluso uma lâmpada fluorescente de 22w e soquete de porcelana.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
12.6.4 - Luminária de sobrepor, de teto, com 1 lâmpada fluorescente T8 tubular de 32W.
Luminária de elevado rendimento, fabricada em chapa de aço com tratamento de superfície e pintura
eletrostática em pó epóxi-poliéster branco. Conjunto óptico com refletor multi-facetado em alumínio
especular. Sistema de manutenção que permite acesso às lâmpadas e reatores retirando-se apenas os
tapa-soquetes. Instalação de sobrepor através de 02 pontos de fixação. Reator eletrônico de alto fator de
potência para 1 lâmpada fluorescente de 32W bivolt. Elimina totalmente o efeito estroboscópico,
proteção contra choques elétricos. Sistema de proteção em caso de defeito ou fim da vida útil da
lâmpada e partida ultra rápida. Lâmpadas fluorescentes são lâmpadas de descarga em baixa pressão. O
tubo de vidro é preenchido com gases inertes e uma pequena quantidade de mercúrio. A parede de
vidro é coberta por uma camada de fósforo e nas extremidades do tubo há eletrodos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
12.6.5 - Luminária de sobrepor, de teto, com 2 lâmpadas fluorescente T8 tubular de 32W.
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Luminária de elevado rendimento, fabricada em chapa de aço com tratamento de superfície e pintura
eletrostática em pó epóxi-poliéster branco. Conjunto óptico com refletor multi-facetado em alumínio
especular. Sistema de manutenção que permite acesso às lâmpadas e reatores retirando-se apenas os
tapa-soquetes. Instalação de sobrepor através de 02 pontos de fixação. Reator eletrônico de alto fator de
potência para 2 lâmpadas fluorescentes de 32W bivolt. Elimina totalmente o efeito estroboscópico,
proteção contra choques elétricos. Sistema de proteção em caso de defeito ou fim da vida útil da
lâmpada e partida ultra rápida. Lâmpadas fluorescentes são lâmpadas de descarga em baixa pressão. O
tubo de vidro é preenchido com gases inertes e uma pequena quantidade de mercúrio. A parede de
vidro é coberta por uma camada de fósforo e nas extremidades do tubo há eletrodos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
12.6.6 - Refletor para lâmpada vapor de mercúrio 70W, com reator eletromagnético
Holofote com corpo em alumínio, suporte, caixa de proteção e haste de fixação, constituído de uma
lâmpada de alta potência colocada no foco principal de um espelho côncavo que incide num espelho
esférico (parabólico) côncavo a partir de seu foco principal.
Potência de 70 W com uma eficiência luminosa de 50 lm/watt e vida nominal de 18000 horas. Reator de
alto fator de potência (0,92), tensão de 100 a 242V, fabricação OSRAM ou similar. Incluso braço em
alumínio comprimento aproximado de 1,5m.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
12.7 – QUADROS
12.7.1 - Quadro de distribuição em chapa de aço, de sobrepor, com barramento trifásico, capacidade
para 40 disjuntores unipolares norma DIN e espaço para disjuntor geral - In Pente 63A
Em chapa de aço com bitola de 16 MSG dotado de barramento trifásico/neutro /terra, com proteção
contra contatos diretos em acrílico transparente – trilho DIN, com capacidade para 40 disjuntores,
submetidos ao tratamento anti-corrosivo, com pintura eletrostática epóxi à pó.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
12.8.2 – Caixa metálica para medição monofásica, sem fiação.
Caixa metálica p/ medição monofásica, chapa 18 (300x300x145mm) p/ uso externo, com porta e com
caixa de mufla, cor cinza, sem transformador, padrão Celpe.
12.8 – ATERRAMENTO
12.8.1 - Abertura e fechamento de rasgo em alvenaria para eletrodutos, fechamento com argamassa
traço 1:4 (cimento e areia)
Abertura de alvenaria, com equipamentos adequados, para colocação de eletrodutos de acordo com o
projeto específico com a localização dos pontos e caixas. O fechamento será feito com argamassa de
traço 1:4 (cimento e areia), em seguida será executado os demais acabamentos da superfície
trabalhada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento executado.
12.8.2 - Escavação manual em campo aberto em solo exceto rocha (profundidade: até 2,00m)
(profundidade: até 2,00m)
Seguir recomendações do item 4.1.1.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume medido no corte.
12.8.3 - Haste de aterramento, tipo copperweld, 5/8” x 2,40m
A tubulação, os acessórios e os equipamentos deverão constituir um conjunto eletricamente contínuo,
ligado efetiva e permanentemente à terra em ponto tão próximo quanto possível da entrada do ramal de
serviço.
Todos os quadros parciais e geral deverão ser aterrados.
Aterramento:
Das tomadas:
Cabo de cobre contínuo, instalado ao longo dos eletrodutos, interligando o 3o pino das tomadas com as
hastes de aterramento.
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As hastes serão COPPERWELD, com as características:
hastes de cobre;
Mínimo de 5/8” x 2,40 m;
Conectores apropriados.
O condutor ligado a terra deverá atender as seguintes solicitações:
Ser de cobre ou outro material resistente à corrosão e com resistência ôhmica não superior à
correspondente dos condutores de cobre;
Possuir seção mínima especificada em projeto;
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
12.8.4 - Caixa de cimento agregado com tampa de ferro fundido reforçada Ø30cm x 30cm
Caixa de cimento utilizada para passagem e manutenção das instalações do aterramento na agência,
composta por uma tampa em ferro fundido reforçada para a seguranças de pedestres e funcionários.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
12.8.5 - Eletroduto de PVC rígido, 20mm (3/4"), fornecimento e instalação
Eletroduto de PVC rígido, 20mm (3/4") Marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de eletroduto instalado, inclusive conexões
12.8.6 - Cabo de cobre nú 10mm² - fornecimento e instalação
Este condutor interligará as haste de aterramento.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento instalada, multiplicado pelo número de elementos que passam
no eletroduto.
12.8.7 - Reaterro manual de vala apiloado
Deverá ser feito com material de boa qualidade, isento de entulhos e pedras, em camadas sucessivas e
compactadas conforme as especificações do projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume medido no aterro.
12.8.8 – Laudo técnico do sistema de aterramento
Apenas será aceita a conclusão do serviço, após a realização, e a emissão do laudo, do teste do sistema
de aterramento, especificado no item 12.0 - ATERRAMENTO.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por agência.
13.0
– CABEAMENTO ESTRUTURADO
Em todas as etapas da execução dos serviços de instalações do Sistema de Cabeamento Estrururado, as
exigências de especificações, bem como as normas e padrões internos adotados pela ECT deverão ser
atendidos.
Os serviços abrangerão, entre outras, as seguintes atividades:
Preparação dos ambientes para receber toda infra-estrutura necessária inclusive elétrica para atender as
necessidades básicas dos usuários;
Instalação de infra-estrutura de eletrodutos;
Lançamento de cabos UTP;
Instalação de caixas de conectores;
Instalação de Backbone de voz;
Instalação de Patch Panel;
Identificação de todo o Cabeamento Estruturado;
Testes e certificações do Cabeamento UTP;
As Built;
OBJETIVO
O presente memorial tem por objetivo descrever as características básicas das instalações do sistema de
comunicação de dados e voz - aqui designado como CET – CABEAMENTO ESTRUTURADO, englobando
matérias, equipamentos (não ativos), soluções de tecnologia, premissas de projeto, e temas correlatos
propostos nos projetos que nortearão a execução.
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GENERALIDADES
Condições gerais
As condições gerais são aquelas, detalhadas no Projeto Executivo, referente às Redes de Cabeamento
Estruturado (Voz e Dados).
Extensão e limites do fornecimento
A extensão do fornecimento relacionado a seguir é geral, e deverá ser seguida, a fim de garantir o
perfeito funcionamento e desempenho do sistema como um todo e dos materiais e acessórios.
Os materiais deverão ser novos, de classe e qualidade adequada. Estarão de acordo com as últimas
revisões dos padrões da ABNT e normas citadas.
SERVIÇOS DE MONTAGEM
Todos os serviços de montagem serão realizados conforme as normas técnicas aplicáveis, ou, quando não
houver norma específica.
Os serviços de montagem deverão seguir também as recomendações desta especificação e as
informações dos desenhos.
Especial cuidado deverá ser tomado na montagem dos sistemas quanto ao nivelamento e prumo de
todos os elementos que compõem a instalação.
Deverá igualmente tomar todas as providências a fim de que os equipamentos e/ou materiais instalados
ou em fase de instalação, sejam convenientemente protegidos para evitar que se danifiquem durante as
fases dos serviços em que a construção civil ou outras instalações sejam simultâneas.
Critério de equivalência técnica
Os equipamentos e materiais poderão ser substituídos por outros tecnicamente equivalentes, estando este
critério sob responsabilidade exclusiva dos CORREIOS-AL e do autor do projeto.
NORMAS E CÓDIGOS
Na elaboração dos projetos foram observadas as normas e códigos aplicáveis ao serviço em pauta, em
especial as normas abaixo relacionadas:
Norma NBR 14565 – Procedimento Básico para Elaboração de Projetos de Cabeamento de
Telecomunicações para Rede Interna Estruturada;
Norma TIA/EIA 568B - Commercial Building Telecommunications Wiring, incluindo seus anexos (em particular
as especificações contidas no 568B.2 – Copper e 568B.3 Optical) – observação: no caso da 568C estar
aprovada a época da construção do prédio, esta deverá ser considerada;
Norma TIA/EIA 569A - Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways and Spaces;
Norma NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
Norma NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
Norma 11802 – Piso Elevado.
Demais normas regulamentares expedidas pela ABNT, ANATEL, práticas consagradas internacionais e o
que mais for exigido neste memorial.
PREMISSAS DE PROJETO
Todos os materiais, equipamentos e serviços previstos neste documento deverão sempre que possível
optar pelas premissas abaixo, devendo sempre que disponível apresentar certificação apropriada.
SUSTENTABILIDADE
As especificações técnicas deste memorial terão, sempre que possível, orientação à sustentabilidade, seja
na fabricação do produto, em sua instalação, e até mesmo na forma como o material deverá ser
dispensado após sua vida útil.
Da solução de cabeamento (CABLING)
MARCA PROPOSTA: FURUKAWA
DESCRIÇÃO GERAL DO SISTEMA
O presente projeto visa estabelecer as condições de fornecimento e instalação dos materiais e
equipamentos que irão compor as Instalações de Comunicação de Dados e Voz, de maneira a permitir
que o sistema realize todas as funções pertinentes possibilitando a ocupação da área.
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Todos os componentes metálicos não ativos do sistema deverão ser aterrados de forma a ficarem
interligados eqüipotencialmente a um ponto único e comum do aterramento geral do prédio.
O cabeamento (ou horizontal) que consiste no conjunto cross-connect (patch-pannel) – link permanente
(cabo) – saída de telecomunicação (tomada RJ45) será concentrado na Sala Técnica, e distribuído pelos
ambientes.
Cross-Connect: A solução de cross-connect (patch-pannels) deverá ser do tipo inteligente (englobando
módulos de conexão, organizadores de cabo, módulos de inteligência, software e
equipamentos/materias necessários para funcionamento da solução), montados em rack padrão 19". Os
patch-pannels deverão ser montados com tomadas RJ45 Categoria 5e, identificados por cores (azul:
usuários; amarelo: espelhamento de ativos e verde: voz). Os painéis com cor azul deverão apresentar
etiquetas para identificação dos terminais do pavimento. A conexão entre blocos azuis e blocos
verdes/amarelos deverá ser feita com cordões flexíveis (patch-cords) Categoria 5e, com conectores tipo
RJ45 Categoria 5e em ambas as extremidades.
Link Permanente: O cabeamento será lançado em eletrodutos de PVC, agrupado em feixes,
encaminhados de forma a atender os pontos marcados conforme projeto, através de cabos UTP 4 pares
Categoria 5e.
Todas as tomadas deverão ser identificadas por etiquetas adequadas, em acrílico ou com proteção
plástica, para não permitir seu descoramento, em coerência com sua ligação e conforme numeração em
projeto.
Os dutos com cabos de rede de comunicação serão exclusivos, não se admitindo passagem de cabos de
energia.
A solução de equipamentos ativos de rede deverá ser fornecida instalada e funcionando, com a previsão
de todas as partes (materiais, peças, software, firmware, etc) necessárias para seu completo
funcionamento. A solução de ATIVOS será fornecida pelos CORREIOS-AL
13.1 – Pontos
13.1.1 - Abertura e fechamento de rasgo em alvenaria para eletrodutos, fechamento com argamassa
traço 1:4 (cimento e areia)
Abertura de alvenaria, com equipamentos adequados, para colocação de eletrodutos de acordo com o
projeto específico com a localização dos pontos e caixas. O fechamento será feito com argamassa de
traço 1:4 (cimento e areia), em seguida será executado os demais acabamentos da superfície
trabalhada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento executado.
13.1.2 - Ponto duplo para cabeamento estruturado embutido, com eletroduto PVC rígido Ø3/4", com cabo
UTP 4 pares, categoria 6
Fornecimento de matérias e instalação de pontos de lógica e telefone composto por eletrodutos em PVC
rígido com diâmetro nominal de ¾ constituído por, cabo UTP 4 pares para sistema de cabeamento
estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos das normas ANSI/TIA-568-C.2 e
ISO/IEC 11801, Categoria 6, para cabeamento horizontal ou secundário entre os painéis de distribuição
(Patch Panels) e os conectores nas áreas de trabalho, trançados compostos por condutores sólidos de
cobre nu, 24AWG, isolados em polietileno de alta densidade, capa externa em PVC não propagante a
chama, com marcação seqüencial métrica, nas opções CM, CMR e LSZH, marcação seqüencial métrica
decrescente (305 – 001m).
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade.
13.1.3 - Certificação de rede cabeamento estruturado
A certificação do cabeamento é a garantia de que tudo está funcionando de acordo com as normas
técnicas definidas pelos padrões nacionais e internacionais de instalação, são utilizados certificadores de
precisão que medem todas as características físicas e elétricas do cabo. Parâmetos como comprimento,
resistência, largura de banda suportada e imunidade à interferências externas, são avaliados e registrados
em um relatório.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
13.2 – Entrada telefônica
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13.2.1 – Caixa de passagem para telefone N.2, 20X20X10CM em chapa metálica de embutir sem
acessórios, padrão telebrás, fornecimento e instalação
O quadro deverá se em chapa de aço, com trinco e aberturas para ventilação permanente padrão
telebrás. Deverá ser feito um corte na alvenaria para a instalação do quadro, conforme projeto de
cabeamento estruturado, observando-se localização, nível, prumo e alinhamento. Após a colocação do
quadro será feita sua conexão aos eletrodutos através da utilização de buchas e arruelas metálicas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
13.2.2 - Eletroduto PVC rígido, encaixe, ¾”
Eletroduto PVC rígido, encaixe, ¾” marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de eletroduto instalado, inclusive conexões.
13.2.3 - Eletroduto PVC flexível, ¾”
Eletroduto PVC flexível, ¾” marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de eletroduto instalado, inclusive conexões.
14.0
– SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
DEFINIÇÕES
Os padrões técnicos aqui adotados estão de acordo com as normas técnicas da ABNT NBR-5419/2005.
Todos os materiais foram especificados levando-se em consideração primordialmente a qualidade, daí
termos citado algumas marcas de fabricante de reconhecida qualidade, como também levaremos em
consideração aqueles materiais que atendendo a premissa acima pudessem ser encontrado com
facilidade no comércio local. Em caso de divergência entre estas especificações e os projetos executivos,
considerar-se-á prioritariamente os dados desta especificação e em segundo lugar os projetos executivos.
Em caso de divergência entre valores cotados e o desenho em escala, serão considerados para efeito de
cálculo as cotas. Em caso de eventual impossibilidade de aplicação de algum material ou processo, o
construtor deverá submeter uma ou mais opções ao engº projetista, que concordará ou não com as
sugestões apresentadas por escrito. Todo o material empregado deverá ser novo, estar em bom estado e
de acordo com estas especificações. A expressão "similar" quando empregada, refere-se a produtos de
idênticas qualidades e características, que serão submetidas previamente à aprovação do Engenheiro
Projetista.
MEMORIAL DESCRITIVO
CARACTERÍSTICAS DO PRÉDIO
O edifício é constituído basicamente de 01 (um) pavimento térreo.
ÁREA DE ATUAÇÃO
Este projeto abrange todo o sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), sendo o mesmo
dividido basicamente em três sistemas distintos:
a) SISTEMA DE CAPTAÇÃO
b) SISTEMA DE DESCIDA
c) SISTEMA DE ATERRAMENTO
SISTEMA DE CAPTAÇÃO
O sistema de captação será constituído de 01(um) mastro de 3,50m de altura, 01 (um)captor tipo franklin e
101,40 m de barra chata de alumínio 1/4”x3/4”, fixados nos parafusos de fixação das telhas de
fibrocimento estrutural, conforme detalhe em projeto na prancha 01/01.
SISTEMA DE DESCIDA
O sistema de descida será constituído de 4 (quatro) barras de alumínio 1/4”x3/4”x6m, localizadas nas
laterais do edifício, ressaltando que esta barra deve ser contínua de do ponto de conexão no sistema de
aterramento, até sua conexão com o sistema de captação na cobertura.
SISTEMA DE ATERRAMENTO
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O sistema de aterramento será constituído de 12 (doze) hastes de aterramento Copperweld de 2,40m x
1/2”, distribuídas no térreo no entorno da edificação e nos pilares, conforme desenho em anexo na
prancha 01/01. Em caso de elevada resistência do solo, todas as hastes deverão ter tratamento de gel
(da marca ÉRICO ou similar) no solo.
ATERRAMENTO
PROCEDIMENTOS PARA DIMINUIR A RESISTÊNCIA DA TERRA
Aumentar o número de hastes de terra, interligando-as por condutor de cobre apropriado.
Tratar o solo com Betonita ou produtos químicos apropriados (carvão, gel, etc.).
Para constatar que a resistência esta dentro dos padrões aqui estabelecidos, o instalador deverá
proceder medições através do método dos "três pontos" ou empregando o "Megger Earth Tester". Esta
medição deverá ser repetida pela manutenção do prédio no mínimo uma vez por ano.
NORMAS DE EXECUÇÃO
Todas as instalações elétricas serão executadas com esmero e bom acabamento, com todos os
condutores condutos e equipamentos cuidadosamente arrumados em posição firmemente ligados às
estruturas de suporte, e aos respectivos pertences, formando um conjunto mecânica e eletricamente
seguro e de boa aparência.
Todas as extremidades livres dos tubos serão, antes da fixação e durante a construção, convenientemente
obturadas a fim de evitar a penetração de detritos e umidade.
Todos os eletrodutos das descidas que serão de PVC rígido roscável, tipo roscável satisfazendo as normas
NBR-6150.
Todos os eletrodutos deverão ser emendados quer por meio de luvas atarrachadas em ambas as
extremidades a serem ligadas as quais serão introduzidas nas luvas até se tocarem para assegurarem
continuidade da superfície interna da canalização, quer por qualquer outro processo que garanta:
Resistência mecânica equivalente a da tubulação.
Vedação equivalente a da luva.
Continuidade e regularidade da superfície interna.
Não deverão ser empregadas curvas com deflexões maiores que 90º. Em cada trecho de canalização,
entre duas caixas, ou entre extremidades ou entre extremidade e caixa, poderão ser empregadas no
máximo uma curvas de 90º.
Só podem ser abertos os olhais destinados a receberem ligações de eletrodutos.
O espaçamento máximo entre duas caixas de passagem no trecho reto de um mesmo eletroduto não
deverá ultrapassar a 15,00m, e nos trechos dotados de curva este espaçamento deve ser reduzido de
3,00m por curva de 90º.
As ligações dos eletrodutos as caixas, devem ser feitas por meio de buchas e arruelas galvanizadas.
Toda a tubulação externa em contato com a terra deverá ficar instalada a uma profundidade mínima de
0,50m e completamente envolvida por uma camada de concreto simples de 0,10m. Quando em travesia
de vias, sendo que na face superior desta camada de proteção e deverá ser dado um acabamento de
vermelhão (óxido de ferro na cor vermelha).
A interligação entre massas metálicas e os pára-raios, devem ser o mais curtas possíveis.
Não é permitida a presença de materiais inflamáveis nas imediações das instalações de pára-raios.
O raio de curvatura deve ser no mínimo de 20,00cm.
O conjunto de diferentes ligações far-se-á de maneira durável e empregando devidamente o material
especificado neste memorial.
A fixação dos captores e descidas será executada com o auxílio de peças exteriores e visíveis.
Esta fixação não deverá impedir qualquer reparação nas edificações e será protegida, no seu
engastamento, contra infiltrações de água de chuva e depredações.
As descidas deverão ser protegidas no mínimo até 2,50m de altura, desde o solo, por eletrodutos rígidos de
PVC ou eletroduto rígido metálico, neste caso o condutor de descida deverá ser conectado a
extremidade inferior e superior do eletroduto conforme item 5.1.2.4.5 da NBR-5419/2001.
É vedado o uso de emenda nas descidas, exceto a conexão na caixa de inspeção que é obrigatória, a
menos que executadas com solda exotérmica, conforme item 5.1.2.4.4 da NBR-5419/2001.
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Os eletrodos (hastes de aterramento) devem ficar afastados das fundações no mínimo 100,00cm,
conforme item 5.1.3.5.1 da NBR-5419 e 50,00cm de profundidade conforme item 5.1.3.5.2 da NBR5419/2001.
A ligação das descidas aos terminais aéreos deve ser executada por conectores de pressão ou juntas
amolgáveis, que assegurem uma sólida ligação mecânico-elétrica.
A conexão de medição (caixa de inspeção), deve estar localizada o mais próximo possível dos eletrodos
de terra e em local acessível.
14.1 – Elementos de captação
14.1.1 - Terminal aéreo para fixação horizontal 300mm, base plana sem bandeira, em alumínio
Terminal aéreo em aço galvanizado a fogo, h=300mm x 3/8’’, utilizado para fixação horizontal 300mm,
base plana sem bandeira, em alumínio.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada
14.1.2 - Suporte fixador colável Ø 45mm, adericone, com parafuso Ø1/4” e porca
Elemento indicado para instalação sobre telhas de fibrocimento ou qualquer superfície que não necessite
de equipotencialização. Afastamento do condutor = 15mm, com malha inox. Parafuso e porca inox, com
diâmetro ¼”, para uso com diversos dispositivos de fixação: fixadores universais, conectores e presilhas,
adericone da termotécnica ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.2 – Elementos de condução
14.2.1 - Barra chata de alumínio 7/8””x1/8”x 3m
Barra chata de alumínio perfurada e estampa com 7/8””x1/8”x 3m.
Emenda entre barras com 2 parafusos 1/4"x5/8" e respectivas porcas. Fixação a cada metro com parafuso
4.2x32mm e bucha de nylon nº6. 2. A seção da barra é de 70mm², conforme NBR-5419 indica p/
condutores de captação de alumínio.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento.
14.2.2 - Cabo de cobre nú de #50mm², 7 fios
Cabo de cobre nu eletrolítico, formado por 7 fios 3mm, NBR-6524 cabo #50mm².
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento.
14.2.3 - Haste de aterramento, alta camada, tipo copperweld, 5/8” x 3,00m
A tubulação, os acessórios e os equipamentos deverão constituir um conjunto eletricamente contínuo,
ligado efetiva e permanentemente à terra em ponto tão próximo quanto possível da entrada do ramal de
serviço.
Todos os quadros parciais e geral deverão ser aterrados.
Aterramento:
Das tomadas:
Cabo de cobre contínuo, instalado ao longo dos eletrodutos, interligando o 3o pino das tomadas com as
hastes de aterramento.
As hastes serão COPPERWELD, com as características:
hastes de cobre;
Mínimo de 5/8” x 3,00 m;
Conectores apropriados.
O condutor ligado a terra deverá atender as seguintes solicitações:
Ser de cobre ou outro material resistente à corrosão e com resistência ôhmica não superior à
correspondente dos condutores de cobre;
Possuir seção mínima especificada em projeto;
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.3 – Eletrodutos, conexões e fixação
14.3.1 – Caixa de inspeção, tipo suspensa, em alumínio fundido 150 x 110 x 70mm com bocal Ø1” interno
e Ø2” externo
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Caixa de inspeção, tipo suspensa, em alumínio fundido 150 x 110 x 70mm com bocal Ø1” interno e Ø2”
externo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.3.2 - Parafuso inox ¼” x ¾” com porca inox ¼”
Dois parafusos para emenda de barra chata a cada 3 metros, dois parafusos para cada descida, quatro
parafusos para cada curva de desnível.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
14.3.3 - Parafuso latão rosca mecânica ¼” x 7/8” com porca latão ¼”
Dois parafusos para cada terminal aéreo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
14.3.4 - Caixa de PVC 4x2" de embutir, com placa espelho cego
Caixa de passagem de PVC 4x2", com placa espelho cego cega, marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade.
14.3.5 - Terminal de pressão em latão com parafuso inox 5/16”x1. ¼" e porca inox 5/16"
Terminal de pressão 50mm² feito de latão com acabamento natural acompanhado de parafuso inox
sextavado rosca mecânica e porca sextavada inox 5/16.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade.
14.3.6 - Caixa de equalização potencial com barramento de cobre com 05 terminais, 180x150x90mm, em
aço
Caixa de equalização potencial com barramento de cobre com 05 terminais, 180x150x90mm, em aço de
uso interno que interliga todas as malhas de aterramento e massas metálicas ao terminal aéreo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.4 – Diversos
14.4.1 - Escavação manual de vala em solo de 1ª categoria (profundidade: até 2,00m)
Seguir recomendações do item 4.1.1.
14.4.2 - Caixa de cimento agregado com tampa de ferro fundido reforçada Ø30cm x 30cm
Caixa de cimento agregado com tampa de ferro fundido reforçada medindo 30cm x 30cm
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.4.3 - Reaterro manual de valas
Deverá ser feito com material de boa qualidade, isento de entulhos e pedras, em camadas sucessivas e
compactadas conforme as especificações do projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Volume medido no aterro.
14.4.4 - Arruela de pressão em aço inox 1/4"
Arruela de pressão em aço inox, d= ¼”.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.4.5 - Buchas de Nylon 8mm
Bucha de nylon, diâmetro de 8mm, para uso com parafusos cabeça panela ou cabeça chata.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.4.6 - Conector cabo-haste em Latão Estanhado para dois cabos 16-70mm², com grampo U e porcas
em Aço
Conector em latão estanhado para conexão entre cabos de 16 a 70mm² e ferragens.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.4.7 - Fixador Universal em latão estanhado para cabos de 16-70mm
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Fixador universal em latão estanhado para cabos de 16 a 70mm².
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
14.4.8 - Eletroduto de PVC rígido Ø1” incluso conexões, fornecimento e instalação
Eletroduto em PVC de uma polegada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de eletroduto instalado, inclusive conexões.
14.4.9 - Abraçadeira tipo Ômega Ø 1 ½”
Abraçadeira tipo simples ômega 1 ½”.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
15.0
– ALARME E CFTV
ESPECIFICAÇÕES DOS MATERIAIS, ACESSÓRIOS DE INFRA-ESTRUTURA
Eletrodutos Rígidos
Todas as canaletas e caixas de passagem deverão ser galvanizadas a quente.
Os eletrodutos aparentes deverão ser em aço galvanizado.
As conexões e acessórios deverão seguir o mesmo padrão dos eletrodutos e eletrocalhas (quando existir).
PROCESSO EXECUTIVO
Rede de Tubulação
Os dutos somente poderão ser cortados perpendicularmente ao seu eixo, retirando cuidadosamente as
rebarbas deixadas nas operações de corte ou de abertura de novas roscas. As extremidades dos dutos,
quer sejam internos ou externos, embutidos ou não, serão protegidas por buchas. A junção dos dutos será
feita de modo a permitir e manter, permanentemente, o alinhamento e a estanqueidade.
Antes da confecção de emendas, verificar-se-á se os dutos e luvas estão limpos. O aperto entre os dutos e
a luva far-se-á com auxílio de uma chave para tubo, até que as pontas se toquem no interior da luva.
No caso de dutos de aço galvanizado, estes serão emendados através de luvas atarraxadas em ambas as
extremidades a serem conectadas. Estas serão introduzidas na luva até se tocarem, para assegurar a
continuidade interna da instalação. Os dutos, sempre que possível, serão assentados em linha reta.
Não poderão ser feitas curvas nos tubos rígidos, utilizando, quando necessário, curvas pré-fabricadas. As
curvas serão de padrão comercial e escolhidas de acordo com o diâmetro do duto empregado.
Os dutos embutidos nas vigas e lajes de concreto armado serão colocados sobre os vergalhões da
armadura inferior. Todas as aberturas e bocas dos dutos serão fechadas para impedir a penetração de
nata de cimento durante a colocação de concreto nas fôrmas. A colocação de tubulação embutida nas
peças estruturais de concreto armado será feita de modo que os dutos não suportem esforços não
previstos, conforme disposição da NBR 5410.
Os comprimentos máximos admitidos para as tubulações serão os recomendados pela NBR 5410. Nas
juntas de dilatação, a tubulação será seccionada e receberá caixas de passagem, uma de cada lado.
Numa das caixas, o duto não será fixado, ficando livre. Outros recursos poderão ser usados, como, por
exemplo, a utilização de uma luva sem rosca do mesmo material dos dutos, para permitir o seu livre
deslizamento.
Os dutos aparentes serão instalados, sustentados por braçadeiras fixadas nas paredes, a cada dois metros.
Em todos os lances de tubulação serão passados arames-guia de aço galvanizado de 1,65 mm de
diâmetro, que ficarão dentro das tubulações, presos nas buchas de vedação, até a sua utilização para
puxamento dos cabos. Estes arames correrão livremente.
Caixas de Passagem
Todas as caixas deverão situar-se em recintos secos, abrigados e seguros, de fácil acesso e em áreas de
uso comum da edificação. Não poderão ser localizadas nas áreas fechadas de escadas. A fixação dos
dutos nas caixas será feita por meio de arruelas e buchas de proteção. Os dutos não poderão ter
saliências maiores que a altura da arruela mais a bucha de proteção. Quando da instalação de
tubulação aparente, as caixas de passagem serão convenientemente fixadas na parede.
Caixas Subterrâneas
As caixas subterrâneas obedecerão aos processos construtivos indicados na Norma NBR 5410.
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RECEBIMENTO DAS INSTALAÇÕES
O recebimento das instalações será efetuado através da inspeção visual de todas as instalações e da
comprovação da operação do sistema. A inspeção visual de todas as instalações será efetuada com o
objetivo de avaliar a qualidade dos serviços executados e a integridade de todo o material instalado.
Serão obrigatoriamente observados os seguintes aspectos, quando aplicados:
- instalação e montagem dos componentes mecânicos, tais como eletrodutos, bandejas para cabos,
braçadeiras, caixas, blocos terminais e quaisquer outros dispositivos utilizados;
- verificação da fiação e emendas na caixa de passagem ou caixa de distribuição e painéis, com o
objetivo de verificar se os requisitos constantes nas especificações foram atendidos.
Para aceitação das instalações do sistema de circuito fechado de televisão, em seus diversos trechos,
serão realizados, no mínimo, os testes recomendados, onde aplicáveis, pela NBR 5410.
NORMAS COMPLEMENTARES
A execução de serviços de Instalações de Circuitos Fechados de TV deverá atender também às seguintes
Normas Complementares:
- Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
- Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA/CONFEA.
- Normas da ABNT e INMETRO:
- NBR 5410/04 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão
- Normas Estrangeiras
- Normas da EIA (“Electronic Industries Association”);
15.1 – Acessórios para eletrodutos
15.1.1 - Caixa de passagem de PVC, embutir, 4x2", com tampa cega
Caixa de passagem de PVC 4x2", com tampa cega, marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executado.
15.2 – Eletrodutos
15.2.1 - Abertura e fechamento de rasgo em alvenaria para eletrodutos, fechamento com argamassa
traço 1:4 (cimento e areia)
Abertura de alvenaria, com equipamentos adequados, para colocação de eletrodutos de acordo com o
projeto específico com a localização dos pontos e caixas. O fechamento será feito com argamassa de
traço 1:4 (cimento e areia), em seguida será executado os demais acabamentos da superfície
trabalhada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento executado.
15.2.2 - Eletroduto PVC rígido 3/4", embutir
Eletroduto em PVC rígido 3/4", marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de eletroduto instalado, inclusive conexões
15.2.3 - Eletroduto PVC flexível 3/4", embutir
Eletroduto em PVC flexível 3/4", marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento de eletroduto instalado, inclusive conexões
15.3 – Elementos de condução
15.3.1 - Cabo coaxial flexível 4mm bipolar duas vias 80%
Condutor: Sólido de cobre eletrolítico nu ou fios de cobre eletrolítico estanhados, têmpera mole.
Isolação: Polietileno de baixa densidade, cor natural.
Blindagem: Malha de fios de cobre eletrolítico nu ou estanhado, têmpera mole ou alumínio.
Capa Externa: PVC (70°C) composto termoplástico de Cloreto de Polivinila
Malha 80%
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16.0
– INSTALAÇÃO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
16.1 - Extintor portátil de pó químico ABC de 6kg, inclusive suporte de parede
Pó Químico ABC de 6 Kg; Devem estar fixados a suportes de parede ou acomodados em suportes de piso,
cobrindo todo o risco-incêndio, em consonância com as normas da ABNT e do COSCIP, conforme
localização nas plantas.Quando fixado na parede, sua parte superior não poderá está acima de 1,60 m
do piso; Deverão ser instalados em local visível, livres, desobstruídos e perfeitamente sinalizados, estando
tudo de acordo com o COSCIP e a respectiva norma da ABNT; Deverão ser do tipo aprovado pela ABNT e
portadores do selo de conformidade do INMETRO e da etiqueta com as respectivas datas de carga e da
próxima recarga. O tipo, quantidade, capacidade e localização estão definidos no item 2.5 (quadro
resumo dos equipamentos fixos e portáteis).
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
16.2 - Placa de sinalização em acrílico
Deverão ser fixada exclusivamente na área reservada para o extintor. Deverão ser instaladas atendendo a
NBR 13434-12004.
Placa de sinalização em acrílico, obedecendo as especificações do projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
16.3 - Luminária de emergência - Bloco autônomo com duas lâmpadas fluorescente compacta branca de
8w
As luminárias de emergência serão conforme NBR 10898:
Potência de 2x8 w;
Autonomia mínima de 03 (três) horas;
Bivolt (127/220 V);
Fluxo luminoso
Para 01 (uma) lâmpada = 360 lm;
Para 02 (duas) lâmpadas = 720 lm;
Bateria recarregável;
Resiste até 70ºC.
Serão fotoluminescentes;
Instaladas a uma altura aproximada de 2,50 m, atendendo ao que prescreve a tabela 1.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
16.4 - Placa de sinalização de abandono em acrílico, 0.30 x 0.12 m (saída de emergência),
fotoluminescente, normatizada.
Deverá ser fixada exclusivamente na indicação de uma saída utilizada em rotas de fuga em caso de
emergência. É necessário diferenciar uma saída comum de uma saída exclusiva em caso de emergência.
Deverão ser instaladas atendendo a NBR 13434-12004. A sinalização nas portas de saída de emergência
deve ser localizada imediatamente acima das portas, no máximo a 10 cm da verga ou na impossibilidade
desta, diretamente na folha da porta, centralizada a uma altura de 1,80 m, medida do piso acabado à
base da sinalização. Deve ser impressa em plástico rígido na cor predominante verde.
Saída final - Serão instaladas conforme localização em plantas.
Direção a seguir - Serão instaladas conforme localização em plantas.
Deverão estar localizadas nas saídas de emergências, escadas, rampas, corredores e acessos tendo as
seguintes finalidades:
I – Orientar as rotas de fuga.
II – Identificar os riscos específicos.
III – Identificar os equipamentos de combate a incêndios.
Todas as áreas elevadas deverão possuir sinalização que possibilite a identificação de cada pavimento.
Todos os dispositivos elétricos ou eletrônicos de emergência que iluminam as saídas convencionais bem
como as setas ou placas indicativas das rotas de fuga serão dotadas de iluminação própria, as quais
serão acionadas automaticamente, quando da falta de energia elétrica.
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Outras Exigências tais como, resfriamento, armazenamento, estoque, ignifugação, instalações elétricas,
heliporto e outros dispositivos terão seus projetos específicos, os quais devem obedecer às normas do
COSCIP e da ABNT.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
17.0
– INSTALAÇÕES DE CLIMATIZAÇÃO
17.1 – Tubulação em cobre para interligação de Split System ao condensador / evaporador, inclusive
isolamento térmico, alimentação elétrica, conexões e fixações para aparelhos até 48.000 btu
DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO
A instalação de sistema de ar condicionado terá por finalidade proporcionar condições de conforto
térmico no verão, com controle de temperatura.
O sistema adotado é o de expansão direto, com a utilização de condicionadores de ar tipo dividida (split),
com os evaporadores instalados no ambiente, que tratarão o ar por filtragem, renovação, resfriamento e
desumidificação. O retorno do ar será feito diretamente pelo ambiente.
A rejeição de calor dos condicionadores será realizada através de condensadores resfriados a ar, situados
nas partes externas, sendo a interligação entre os evaporadores e condensadores feita através de
tubulações de cobre, dimensionado conforme as orientações do Fabricante.
O controle de temperatura será automático e feito através de termostatos de resfriamento, instalados
internamente nos ambientes condicionados, de modo a detectar as condições do ar.
O acionamento dos evaporadores será feito através do controle remoto localizado no próprio ambiente,
componente este, integrante do equipamento.
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Para efeitos destes serviços deverão ser seguidos os procedimentos e as normas descritos, as quais
deverão ser seguidas durante a execução de todos os serviços tratados neste documento.
NORMAS ABNT
NBR IEC 60050 (826):1997 - Vocabulário eletrotécnico internacional;
NBR 6492 - Representação de Projetos de Arquitetura;
NBR 8196 - Desenho Técnico - Emprego de Escalas;
NBR 8403 - Aplicação de Linha em Desenho;
NBR 10068 - Folha de Desenho - Leiaute e Dimensões;
NBR 12298 - Representação de Área de Corte;
NBR 13142 - Desenho Técnico Dobramento de Cópia;
NBR 5410 -2004 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
NBR 6148 - Condutores isolados com isolação extrudada de cloreto de
polivinila para tensões até 750V;
NBR 7678 -Segurança na Execução de Obras e Serviços de Construção
NBR 6494 -Segurança nos Andaimes
NBR 16401:2008 – Avaliação do Conforto Térmico de Sistemas de Ar
Condicionado. Qualidade do Ar Interno e Cálculo da Vazão de Ar de
Renovação.
NBR 6401 - Instalações centrais de ar condicionado para conforto
parâmetros básicos de projeto;
NORMAS INTERNACIONAIS
ASHRAE -American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning
Engineers;
SMACNA -Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association;
AMCA -Air Moving and Conditioning Association;
ARI -Air Conditioning and Refrigeration Institute;
ISA -International Society of Measurement and Control;
NFPA -National Fire Protection Association;
ABNT NBR IEC 60079-10:2006;
DETALHES ARQUITETÔNICOS
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De conformidade com o projeto arquitetônico foram calculados os ganho provenientes da radiação
solar, transmissão de calor através de tetos, pisos, paredes e janelas, utilizando-se dos coeficientes de
transmissão recomendados pelas normas para cada tipo de material. As portas e janelas que se
comunicam com os ambientes não condicionados foram consideradas fechadas.
MEMORIAL DESCRITIVO DA INSTALAÇÃO DE CONDICIONADORES DE AR.
As descrições abaixo visam a dar subsídios para uma instalação técnica adequada e segura de cada
modelo de ar condicionado, independentemente da marca. O fornecedor deve garantir a sua instalação
de modo que cada equipamento atinja níveis de capacidade de refrigeração exigidos na hora da
compra.
As unidades condensadoras serão instaladas em local definido no projeto, ao tempo, cabendo à:
Tubulação: as linhas de gás refrigerante deverão ser de cobre e deverão compreender, obrigatoriamente,
junções, conexões, flanges, níveis, emendas e soldas em oxiacetileno/oxiglp que se façam necessárias
para a instalação, conforme a capacidade de cada equipamento, tipo de instalação, locais definidos e
devidamente descritos em memorial e a potência do equipamento medida, em BTU’s (Unidade Térmica
Britânica). Esses dados orientarão a escolha do diâmetro das tubulações.
Suportes: Os condicionadores deverão ser montados sobre base de estrutura metálica, com dimensões de
acordo com as do condicionador, e sobre calços de borracha neoprene de 10X10X10 cm.
Elementos de fixação: deverão ser utilizados como elementos de fixação barras, tirantes, rebites, arruelas,
porcas, chumbadores (paraboltes), buchas plásticas e parafusos de aço de diâmetro adequado para
cada modelo de equipamento, conforme seu peso e instalação.
Elementos de isolação da linha de gases: em cada máquina que se fizer necessário o uso de linhas de
cobre para descarga e sucção de gás refrigerante, deve ser colocado isolamento com espuma à base
de poliuretano (polipex) em todo o comprimento da linha de cobre e após o recobrimento com fita
branca de gramatura de 2,0 mm sobre a espuma.
Instalação elétrica: Será utilizado cabo PP 4x2,5mm² para ligação condensador/evaporador e cabo PP
3x2,5mm² para maquinas condensadoras de 7.000btu/h, 9.000btu/h e 12.000btu/h. Os cabos de
alimentação e comando devem ser do tipo flexível, protegidos por conduletes adequados para cada
equipamento, pela seção de cada cabo correspondente à potência de cada aparelho, separado os
cabos condutores com padrões de instalação elétrica ABNT NBR-5410, sendo as cores distintas: Vermelho
ou Preto para linha, carga e/ou fase, identificadas as fases, cargas e linhas, em caso de equipamentos
ligados em fases concorrentes (220 Volts), Azul para neutro, Amarelo ou Verde ou cabo Verde com
Amarelo para aterramento. Carcaça de motores elétricos, gabinetes de equipamentos e demais
componentes do sistema de climatização, deverão ser aterrados através dos pontos de terra existentes
nos quadros elétricos.
DIREITOS E DEVERES DA EMPRESA CONTRATADA
Deverão fazer parte dos direitos e deveres da CONTRATADA das Instalações da Agência dos Correios de
Traipu, o fornecimento de:
MATERIAIS DE COMPLEMENTAÇÃO
Deverá ser de responsabilidade da CONTRATADA o fornecimento de materiais complementares para a
correta execução dos serviços, quer constem ou não nos desenhos, tais como: braçadeiras,
chumbadores, parafusos, porcas e arruelas, arames, material para vedação, graxa, fitas e massas
isolantes, estopa, serras, cossinetes, brocas e ponteiras.
FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE MONTAGEM
A CONTRATADA deverá fornecer todas as ferramentas, os equipamentos de montagem, assim como a
mão de obra qualificada para a instalação e montagem das instalações, necessárias a boa execução
dos serviços.
Todas as ferramentas manuais deverão ser e ter boa qualidade e estar em ótimo estado de conservação,
atendendo as normas de segurança e as exigências dos serviços, bem como ser em qualidade
adequada.
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Os equipamentos de oficinas e de bancadas deverão suprir todas as necessidades da obra, sendo de
boa qualidade e constarão basicamente de bancadas completas, máquinas hidráulicas e manuais para
curvar tubos, esmeril, furadeiras e serras mecânicas.
A manutenção, reposição de peças e partes de consumo dos equipamentos acima expostos, deverá ser
de única e exclusiva responsabilidade da CONTRATADA.
TESTES DE ACEITAÇÃO
Os testes de aceitação deverão ser definidos com os testes de funcionamento, assegurando a mão de
obra, os métodos empregados, os materiais e as instalações de dos equipamentos em referência estejam
de acordo com as normas aplicáveis, com as especificações dos serviços do projeto e instruções do
fabricante.
A aceitação final dependerá das características de desempenho determinadas por estes testes, além dos
testes operacionais para indicar se o equipamento executará as funções para as quais for projetado.
RESPONSABILIDADE
A CONTRATADA será responsável por todos os testes.
Os testes deverão ser feitos somente por pessoas qualificadas e com experiência no tipo de teste. Todos os
testes deverão ser feitos na presença do Engenheiro da Fiscalização da obra.
Todos os resultados de testes e inspeção deverão, com completa informação de todas as leituras
tomadas, ser incluídos num relatório para cada equipamento testado.
Todos os relatórios de teste devem ser preparados pela CONTRATADA, assinados por pessoa
acompanhante autorizada e aprovados pelo Engenheiro da Fiscalização da obra.
No mínimo duas cópias dos relatórios de teste devem ser fornecidos para a Fiscalização, no máximo cinco
dias após o término de cada teste.
A CONTRATADA deverá fornecer todos os equipamentos de teste necessários, e será responsável pela
instalação desses equipamentos e qualquer outro trabalho preliminar na preparação para os testes de
aceitação.
Todos os testes deverão ser planejados pela CONTRATADA e testemunhados pelo Engenheiro da
Fiscalização da obra. Nenhum teste deverá ser feito sem sua presença.
A CONTRATADA será responsável pela limpeza, aspecto e facilidade de acesso ou manuseio do
equipamento antes do teste.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento executado.
17.1.1 – Instalação de condicionador de ar tipo Split high wall 7.000 btu
Fornecimento de aparelhos de equipamentos de Ar condicionado Split Hi Wall 7.000 BTU Frio, Uso do gás
refrigerante HFC R410A, Consumo:639W, vazão(m³/h):300, Classificação energética: (A), Compressor
Rotativo.- incluindo todo o material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 510x150x200
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 780x540x250
Não usar gás refrigerante 22.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
17.1.2 – Instalação de condicionador de ar tipo Split high wall 9.000 btu
Instalação de aparelhos de equipamentos de Ar Condicionado Split 09.000 BTU/h Frio 220v Uso do gás
refrigerante HFC R410A, Consumo:1096 W, vazão(m³/h):480, Classificação energética: (A), Compressor
Rotativo.- incluindo todo o material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 710x250x195
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 700x535x235
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
17.1.3 – Instalação de condicionador de ar tipo Split high wall 12.000 btu
Instalação de aparelhos de ar condicionado Split (Hi-Wall), com capacidade de 12.000 BTU/h, Frio 220V,
Compressor: Rotativo, Uso do gás refrigerante HFC R410A, Classificação energética: (A) - incluindo todo o
material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 790x265x198
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Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 780x540x250
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
17.1.4 – Instalação de condicionador de ar tipo Split high wall 18.000 btu
Instalação de ar-condicionado tipo split hi-wall, cap. 22.000Btu's, monofásico 220V
Fornecimento de aparelhos de equipamentos de Ar Condicionado Split 22.000 BTU/h Frio 220v, Consumo:
1752 W, Compressor: Rotativo, Vazão de ar: 960m³, Classificação energética: (A).- incluindo todo o
material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 1035x315x227
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 760x545x255
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
17.2 – REDE DE DRENAGEM DO SISTEMA DE AR CONDICIONADO
Os drenos serão instalados em todos os aparelhos, devendo ter escoamento adequado, com ângulos
ideais para não ocorrerem problemas de água retornando aos equipamentos.
17.2.1 – Abertura e fechamento de rasgo em alvenaria para eletrodutos, fechamento com argamassa
traço 1:4 (cimento e areia)
Ver item 12.1.1.1
17.2.2 – Tubo de PVC branco, ponta e bolsa soldável, Ø40mm
Tubo de PVC branco, ponta e bolsa soldável, Ø40mm utilizado para captar a água proveniente do
resfriamento que se faz através do condensador. Marca Tigre ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento instalado, inclusive conexões
17.2.3 – Caixa de areia em alvenaria de tijolo maciço, 60x60cm, com tampa de concreto
Caixa de areia em alvenaria de tijolo maciço com dimensões iguais a 60cm x 60cm executada para
receber e drenar a água provida da rede de climatização.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada
18.0
– INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS
18.1 – Água fria
PROCESSO EXECUTIVO
Antes do início da montagem das tubulações, a Contratada deverá examinar cuidadosamente o projeto
e verificar a existência de todas as passagens e aberturas nas estruturas. A montagem deverá ser
executada com as dimensões indicadas no desenho e confirmadas no local da obra.
Tubulações Embutidas:
Para a instalação de tubulações embutidas em paredes de alvenaria, os tijolos deverão ser recortados
cuidadosamente com talhadeira, conforme marcação prévia dos limites de corte. No caso de blocos de
concreto, deverão ser utilizadas serras elétricas portáteis, apropriadas para essa finalidade.
As tubulações embutidas em paredes de alvenaria serão fixadas pelo enchimento do vazio restante nos
rasgos com argamassa de cimento e areia.
As tubulações, devido ao referido enchimento, não deverão ser ancoradas, devendo ser permitido
trabalho de dilatação de forma a não prejudicar conexões.
As passagens para as tubulações, através de elementos estruturais, deverão ser executadas antes da
concretagem, conforme indicação no projeto, ou por furação mecanizada também prevista e detalhada
no cálculo estrutural.
Tubulações Aéreas:
As tubulações aparentes serão sempre fixadas nas alvenarias ou estrutura por meio de perfilados,
braçadeiras e suportes, conforme detalhes do projeto. Todas as linhas verticais deverão estar no prumo e
as horizontais correrão paralelas às paredes dos prédios, devendo estar alinhadas.
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As tubulações serão contínuas entre as conexões, sendo os desvios de elementos estruturais e de outras
instalações executadas por conexões. Na medida do possível, deverão ser evitadas tubulações sobre
equipamentos elétricos.
As travessias de tubos em paredes deverão ser feitas sempre perpendicularmente a elas.
Tubulações Enterradas:
Todos os tubos serão assentados de acordo com o alinhamento, elevação e com a mínima cobertura
possível, conforme indicado no projeto. As tubulações enterradas poderão ser assentadas sem
embasamento, desde que as condições de resistência e qualidade do terreno o permitam.
As tubulações de PVC deverão ser envolvidas por camada de areia peneirada, com espessura mínima de
10 cm, conforme os detalhes do projeto.
A critério da Fiscalização, a tubulação poderá ser assentada sobre embasamento contínuo (berço),
constituído por camada de concreto simples ou areia. O reaterro da vala deverá ser feito com material de
boa qualidade, isento de entulhos e pedras, em camadas sucessivas e compactadas, conforme as
especificações do projeto.
As redes de tubulações com juntas elásticas serão providas de ancoragens em todas as mudanças de
direção, derivações, registros e outros pontos singulares, conforme os detalhes de projeto.
Instalação de Equipamentos:
Todos os equipamentos com base ou fundações próprias deverão ser instalados antes de iniciada a
montagem das tubulações diretamente conectadas aos mesmos. Os demais equipamentos poderão ser
instalados durante a montagem das tubulações.
Durante a instalação dos equipamentos deverão ser tomados cuidados especiais para o seu perfeito
alinhamento e nivelamento.
Tubulações de PVC – Rosqueadas:
Não deverão ser utilizadas;
Tubulações de PVC – Soldadas:
Para a execução das juntas soldadas de canalizações de PVC rígido, dever-se-á:
limpar a bolsa da conexão e a ponta do tubo e retirar o brilho das superfícies a serem soldadas com o
auxílio de lixa adequada;
limpar as superfícies lixadas com solução apropriada;
distribuir adequadamente, em quantidade uniforme, com um pincel ou com a própria bisnaga, o adesivo
nas superfícies a serem soldadas;
encaixar as extremidades e remover o excesso de adesivo.
Tubulações de PVC - Juntas Elásticas:
Para a execução das juntas elásticas de canalizações de PVC rígido, dever-se-á:
limpar a bolsa do tubo e a ponta do outro tubo das superfícies a serem encaixadas, com auxílio de estopa
comum;
introduzir o anel de borracha no sulco da bolsa do tubo;
aplicar pasta lubrificante adequada na parte visível do anel de borracha e na parte da ponta do tubo a
ser encaixada;
introduzir a ponta do tubo até o fundo do anel e depois recuar aproximadamente 1 cm.
RECEBIMENTO
Antes do recobrimento das tubulações embutidas e enterradas, serão executados testes visando detectar
eventuais vazamentos.
Teste em Tubulação Pressurizada
Esta prova será feita com água sob pressão 50% superior à pressão estática máxima na instalação, não
devendo descer em ponto algum da canalização, a menos de 1kg/cm². A duração de prova será de,
pelo menos, 6 horas, não devendo ocorrer nesse período nenhum vazamento.
O teste será procedido em presença da Fiscalização, a qual liberará o trecho testado para revestimento.
Neste teste será também verificado o correto funcionamento dos registros e válvulas.
Após a conclusão dos serviços e obras e instalação de todos os aparelhos sanitários, a instalação será
posta em carga e o funcionamento de todos os componentes do sistema deverá ser verificado em
presença da Fiscalização.
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Durante a fase de testes, a Contratada deverá tomar todas as providências para que a água proveniente
de eventuais vazamentos não cause danos aos serviços já executados.
Concluídos os ensaios e antes de entrarem em serviço, as tubulações de água potável deverão ser
lavadas e desinfetadas com uma solução de cloro e que atue no interior dos condutos durante 1 hora, no
mínimo.
A Contratada deverá atualizar os desenhos do projeto à medida em que os serviços forem executados,
devendo entregar, no final dos serviços e obras, um jogo completo de desenhos e detalhes da obra
concluída.
NORMAS COMPLEMENTARES
A execução de serviços de Instalações Hidráulicas de Água Fria deverá atender também às seguintes
Norma Complementares:
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREACONFEA.
Normas da ABNT e INMETRO:
NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria - Procedimento
NBR 5651 - Recebimento de Instalação Predial de Água Fria - Especificação;
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada no canteiro de serviço ou local
de entrega, através de processo visual. Deverá basear-se na descrição constante da nota fiscal ou guia
de remessa, pedido de compra e respectivas especificações de materiais e serviços.
A inspeção visual constituir-se-á, basicamente, no atendimento às observações descritas a seguir, quando
procedentes:
verificação da marcação existente conforme solicitada na especificação de materiais;
verificação da quantidade da remessa;
verificação do aspecto visual, constatando a inexistência de amassaduras, deformações, lascas, trincas,
ferrugens e outros defeitos possíveis;
verificação de compatibilização entre os elementos componentes de um determinado material.
Quando necessário e justificável, o Contratante poderá enviar um inspetor devidamente qualificado para
testemunhar os métodos de ensaio requeridos pelas Normas Brasileiras. Neste caso, o fornecedor ou
fabricante deverá ser avisado com antecedência da data em que a inspeção será feita.
Os materiais ou equipamentos que não atenderem às condições exigidas serão rejeitados.
Os materiais sujeitos à oxidação e outros danos provocados pela ação do tempo deverão ser
acondicionados em local seco e coberto. Os tubos de PVC, aço, cobre e ferro fundido deverão ser
estocados em prateleiras ou leitos, separados por diâmetro e tipos característicos, sustentados por tantos
apoios quantos forem necessários para evitar deformações causadas pelo peso próprio. As pilhas com
tubos com bolsas ou flanges deverão ser formadas de modo a alternar em cada camada a orientação
das extremidades.
Deverão ser tomados cuidados especiais quando os materiais forem empilhados, de modo a verificar se o
material localizado em camadas inferiores suportará o peso nele apoiado.
18.1.1 - Hidrômetro, d=1/2", fornecimento e instalação
O hidrômetro deve ser instalado no ponto mais baixo da tubulação, deve ser montado no cavalete, girálo com o mostrador da relojoaria para baixo, escoar a água abundantemente através do sistema, retornálo a posição normal de operação e apertar corretamente as conexões, deve ser verificado se não há
vazamentos e se o hidrômetro funciona corretamente, deve ser lacrado ao cavalete, quando for
aplicado.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.1.2- Caixa de proteção do hidrômetro, de acordo com a concessionária local
A caixa será fixada na parede e terá uma tampa transparente, gradeada, para facilitar a leitura do
consumo de água. Essa tampa pode ser retirada com uma chave especial pelo lado de fora para a
realização de consertos do equipamento, sem a necessidade da presença do proprietário do imóvel.
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CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.1.3 - Reservatório em polietileno, capacidade de 500 litros
Reservatório em polietileno com capacidade de 500 litros para abastecimento da delegacia, incluso
tubos e conexões, torneira de boia, fornecimento e instalação.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
18.1.4 - Estrutura de concreto armado pré-moldado para sustentação de caixa d'água
Deverá ser fornecido e instalada uma torre de concreto armado pré-moldado, com altura de 5,00m para
sustentação do reservatório superior de 500L. Está incluso nos serviços o custo de fundação.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.1.5 - Ponto de água fria embutido, com material PVC rígido soldável
Ponto de agua fria(torneiras, chuveiros, vasos etc.) em tubo de pvc roscavel agua fria 1/2" com todas as
conexões necessárias. Devendo ser executado conforme as normas.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.1.6 - Registro de gaveta de latão c/ canopla e volante cromados de Ø 25mm (1")
A altura dos registros de pressão, em relação ao piso, será de 1,30m.
Serão instalados registros de pressão, modelo QUEEN da DOCOL ou similar de mesma qualidade, tais
como DECA, CELITE e FABRIMAR, com as seguintes características:
Modelo ABNT;
Volante cromado;
Com canopla cromada;
Bitola apropriada para cada caso, conforme projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.1.7 - Registro de gaveta bruto, Ø32mm
A altura dos registros de gaveta, em relação ao piso, será definida em projeto.
Serão instalados registros de gaveta, modelo QUEEN da DOCOL ou similar de mesma qualidade, tais como
DECA, CELITE, FABRIMAR ou equivalente, com as seguintes características:
Modelo ABNT;
Volante cromado;
Com canopla cromada;
Bitola apropriada para cada caso, conforme projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.1.8 - Registro de pressão de latão c/ canopla e volante cromados de Ø25mm (1")
A altura dos registros de pressão, em relação ao piso, será de 1,30m.
Serão instalados registros de pressão, modelo QUEEN da DOCOL ou similar de mesma qualidade, tais
como DECA, CELITE e FABRIMAR, com as seguintes características:
Modelo ABNT;
Volante cromado;
Com canopla cromada;
Bitola apropriada para cada caso, conforme projeto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.2 – Águas pluviais
18.2.1 - Calha de beiral, semicircular de PVC, diâmetro 125mm, incluindo cabeceiras, emendas, bocais,
suportes e vedações , excluindo condutores, fornecimento e colocação
Fornecimento e instalação de calha de beiral, semi-circular Ø 125mm, Fabricados de PVC com aditivo
anti U.V. (ultra violeta); Conexões com olhais para fixação direta nas testeiras e anéis de vedação já
incorporados ao produto; Com suporte em PVC ou metálico; incluindo cabeceiras, emendas, bocais,
suportes e vedações.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento instalado.
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18.2.2 - Tubo de PVC branco, ponta e bolsa soldável, Ø100mm
Fornecimento e instalação de tubos e conexões para captação e destinação e águas pluviais.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por comprimento da tubulação.
18.2.3 - Caixa de passagem em alvenaria de tijolo maciço, 20x20x0,40cm, com grelha de ferro fundido
Caixa de passagem em alvenaria de tijolo maciço com dimensões de 20 cm x 20 cm com profundidade
de 40 cm, com fechamento em grelha de ferro fundido, executada para receber e drenar a água
provida da rede de coleta das águas pluviais.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.2.4 - Caixa de areia em alvenaria de tijolo maciço, 60x60cm, com tampa de concreto
Caixa de areia em alvenaria de tijolo maciço com dimensões iguais a 60 cm x 60 cm, com tampa de
concreto, executada para receber e drenar a água provida da rede de coleta das águas pluviais.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.3 – Esgotos sanitários
PROCESSO EXECUTIVO
Antes do início da montagem das tubulações, a Contratada deverá examinar cuidadosamente o projeto
e verificar a existência de todas as passagens e aberturas nas estruturas. A montagem deverá ser
executada com as dimensões indicadas no desenho e confirmadas no local da obra.
Tubulações Embutidas
Para a instalação de tubulações embutidas em paredes de alvenaria, os tijolos deverão ser recortados
cuidadosamente com talhadeira, conforme marcação prévia dos limites de corte. No caso de blocos de
concreto, deverão ser utilizadas serras elétricas portáteis, apropriadas para essa finalidade.
As tubulações embutidas em paredes de alvenaria serão fixadas pelo enchimento do vazio restante nos
rasgos com argamassa de cimento e areia.
Quando indicado em projeto, as tubulações, além do referido enchimento, levarão grapas de ferro
redondo, em número e espaçamento adequados, para manter inalterada a posição do tubo.
As passagens previstas para as tubulações, através de elementos estruturais, deverão ser executadas
antes da concretagem, conforme indicação no projeto.
Tubulações Aéreas
As tubulações aparentes serão sempre fixadas nas alvenarias ou estrutura por meio de braçadeiras ou
suportes, conforme detalhes do projeto.
Todas as linhas verticais deverão estar no prumo e as horizontais correrão paralelas às paredes dos prédios,
devendo estar alinhadas e com as inclinações mínimas indicadas no projeto. As tubulações serão
contínuas entre as conexões, sendo os desvios de elementos estruturais e de outras instalações
executadas por conexões. Na medida do possível, deverão ser evitadas tubulações sobre equipamentos
elétricos.
As travessias de tubos em paredes deverão ser feitas, de preferência, perpendicularmente a elas.
Tubulações Enterradas
Todos os tubos serão assentados de acordo com o alinhamento, elevação e com a mínima cobertura
possível, conforme indicado no projeto. As tubulações enterradas poderão ser assentadas sem
embasamento, desde que as condições de resistência e qualidade do terreno o permitam.
As tubulações de PVC deverão ser envolvidas por camada de areia grossa, com espessura mínima de 10
cm, conforme os detalhes do projeto.
A critério da Fiscalização, a tubulação poderá ser assentada sobre embasamento contínuo (berço),
constituído por camada de concreto simples ou areia. O reaterro da vala deverá ser feito com material de
boa qualidade, isento de entulhos e pedras, em camadas sucessivas e compactadas conforme as
especificações do projeto.
As redes pressurizadas de tubulações com juntas elásticas serão providas de ancoragens em todas as
mudanças de direção, derivações, registros e outros pontos singulares, conforme os detalhes de projeto.
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Instalação de Equipamentos
Todos os equipamentos com base ou fundações próprias deverão ser instalados antes de iniciada a
montagem das tubulações diretamente conectadas aos mesmos. Os demais equipamentos poderão ser
instalados durante a montagem das tubulações.
Durante a instalação dos equipamentos deverão ser tomados cuidados especiais para o seu perfeito
alinhamento e nivelamento.
Tubulações de PVC - Rosqueadas
Para a execução das juntas rosqueadas de tubulação de PVC rígido, dever-se-á:
cortar o tubo em seção reta, removendo as rebarbas;
usar tarraxas e cossinetes apropriados ao material;
limpar o tubo e aplicar sobre os fios da rosca o material vedante adequado;
para juntas com possibilidade de futura desmontagem, usar fita de vedação à base de resina sintética;
para junta sem possibilidade de futura desmontagem, usar resina epóxi.
Tubulações de PVC - Soldadas
Para a execução das juntas soldadas de tubulações de PVC rígido, dever-se-á:
limpar a bolsa da conexão e a ponta do tubo e retirar o brilho das superfícies a serem soldadas com o
auxílio de lixa adequada;
limpar as superfícies lixadas com solução apropriada;
distribuir adequadamente, em quantidade uniforme, com um pincel ou com a própria bisnaga, o adesivo
nas superfícies a serem soldadas;
encaixar as extremidades e remover o excesso de adesivo.
Tubulações de PVC - Juntas Elásticas
Para a execução das juntas elásticas de tubulações de PVC rígido, dever-se-á:
limpar a bolsa do tubo e a ponta do outro tubo das superfícies a serem encaixadas, com auxílio de estopa
comum;
introduzir o anel de borracha no sulco da bolsa do tubo;
aplicar pasta lubrificante adequada na parte visível do anel de borracha e na parte da ponta do tubo a
ser encaixada;
introduzir a ponta do tubo até o fundo do anel e depois recuar aproximadamente 1 cm.
RECEBIMENTO
Antes do recebimento das tubulações embutidas e enterradas, serão executados testes visando detectar
eventuais vazamentos.
Teste em Tubulação não Pressurizada
Todas as tubulações da edificação deverão ser testadas com água ou ar comprimido. No ensaio com
água, a pressão resultante no ponto mais baixo da tubulação não deverá exceder a 60 KPa (6 M.C.A.); a
pressão será mantida por um período mínimo de 15 minutos. No ensaio com ar comprimido, o ar deverá
ser introduzido no interior da tubulação até que atinja uma pressão uniforme de 35 Kpa (3,5 M.C.A.); a
pressão será mantida por um período de 15 minutos, sem a introdução de ar adicional.
Após a instalação dos aparelhos sanitários, serão submetidos à prova de fumaça sob pressão mínima de
0,25 KPa (0,025 M.C.A.), durante 15 minutos.
Para as tubulações enterradas externas à edificação, deverá ser adotado o seguinte procedimento:
o teste deverá ser feito preferencialmente entre dois poços de visita ou caixas de inspeção consecutivas;
a tubulação deverá estar assentada com envolvimento lateral, porém, sem o reaterro da vala;
os testes serão feitos com água, fechando-se a extremidade de jusante do trecho e enchendo-se a
tubulação através da caixa de montante.
Este teste hidrostático poderá ser substituído por prova de fumaça, devendo, neste caso, estarem as juntas
totalmente descobertas.
Teste em Tubulação Pressurizada
Nos casos em que houver tubulações pressurizadas na instalação, serão estas submetidas à prova com
água sob pressão 50% superior à pressão estática máxima na instalação, não devendo descer em ponto
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algum da tubulação a menos de 1kg/cm². A duração de prova será de, pelo menos, 6 horas, não
devendo ocorrer nesse período nenhum vazamento.
Este teste será procedido na presença da Fiscalização, a qual liberará o trecho testado para revestimento.
Neste teste será também verificado o correto funcionamento dos registros e válvulas.
Após a conclusão dos serviços e obras e instalação de todos os aparelhos sanitários, a instalação será
posta em carga, e o funcionamento de todos os componentes do sistema deverá ser verificado na
presença da Fiscalização.
Os testes deverão ser executados na presença da Fiscalização. Durante a fase de testes, a Contratada
deverá tomar todas as providências para que a água proveniente de eventuais vazamentos não cause
danos aos serviços já executados.
A Contratada deverá atualizar os desenhos do projeto à medida em que os serviços forem executados,
devendo entregar, no final dos serviços e obras, um jogo completo de desenhos e detalhes da obra
concluída.
NORMAS COMPLEMENTARES
A execução de serviços de Instalações Hidráulicas de Esgotos Sanitários deverá atender também às
seguintes Normas Complementares:
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA-CONFEA.
Normas da ABNT e INMETRO:
NBR 7229 - Construção e Instalação de Fossas Sépticas e Disposição dos Efluentes Finais - Procedimento
NBR 8160 - Instalações Prediais de Esgotos Sanitários;
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada no canteiro de serviço ou local
de entrega, através de processo visual. Quando necessário e justificável, o Contratante poderá enviar um
inspetor devidamente qualificado, para testemunhar os métodos de ensaio requeridos pelas Normas
Brasileiras. Neste caso, o fornecedor ou fabricante deverá ser avisado com antecedência da data em que
a inspeção será feita.
Para o recebimento dos materiais e equipamentos, a inspeção deverá seguir a descrição constante da
nota fiscal ou guia de remessa, pedido de compra e respectivas especificações de materiais e serviços.
A inspeção visual para recebimento dos materiais e equipamentos constituir-se-á, basicamente, no
atendimento às observações descritas a seguir, quando procedentes:
verificação da marcação existente conforme solicitada na especificação de materiais;
verificação da quantidade da remessa;
verificação do aspecto visual, constatando a inexistência de amassaduras, deformações, lascas, trincas,
ferrugens e outros defeitos possíveis;
verificação de compatibilização entre os elementos componentes de um determinado material.
Os materiais ou equipamentos que não atenderem às condições exigidas serão rejeitados.
Os materiais sujeitos à oxidação e outros danos provocados pela ação do tempo deverão ser
acondicionados em local seco e coberto. Os tubos de PVC, aço, ferro fundido e cobre deverão ser
estocados em prateleiras ou leitos, separados por diâmetro e tipos característicos, sustentados por tantos
apoios quantos forem necessários para evitar deformações causadas pelo peso próprio. As pilhas com
tubos com bolsas ou flanges deverão ser formadas de modo a alternar em cada camada a orientação
das extremidades. Deverão ser tomados cuidados especiais quando os materiais forem empilhados, de
modo a verificar se o material localizado em camadas inferiores suportará o peso nele apoiado.
18.3.1 - Ponto de esgoto com tubo de PVC rígido soldável de 100 mm (vaso sanitário)
Fornecimento e instalação de tubos e conexões para captação e destinação de esgoto para rede
primária e/ou secundária conforme projeto executivo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.3.2 - Ponto de esgoto com tubo de PVC rígido soldável de 50 mm (pia, tanque, tubo de ventilação)
Fornecimento e instalação de tubos e conexões para captação e destinação de esgoto para rede
primária e/ou secundária conforme projeto executivo.
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CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.3.3 - Ponto de esgoto com tubo de PVC rígido soldável de 40 mm (lavatórios, mictórios, ralos sifonados)
Fornecimento e instalação de tubos e conexões para captação e destinação de esgoto para rede
primária e/ou secundária conforme projeto executivo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.3.4 - Caixa sifonada de PVC com grelha redonda alumínio, 100x100x50mm
Caixa sifonada de PVC com grelha redonda alumínio, 100x100x50mm, destinada a receber esgoto de
ralos, lavatórios, por exemplo, e destina-los a uma rede principal para seu destino final de tratamento.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
18.3.5 - Ralo seco de PVC 100x100mm
Ralo seco de PVC com dimensões de 100x100mm, destinado a receber esgoto de chuveiros, por exemplo,
e WC e destina-los a uma rede de captação e seu destino final.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.3.6 - Caixa de gordura simples em concreto dimensões internas 50x30x50mm com tampa fornecimento e instalação
Caixa de gordura em concreto com dimensões 50x30x50, com tampa, para atender a rede domiciliar de
esgoto e na ligação dos ramais coletores, com tampa de proteção em concreto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.3.7 - Caixa de passagem em alvenaria de tijolo maciço, 60x60cm, com tampa de concreto
Caixa de passagem em alvenaria de tijolo maciço, 60x60cm, para atender os ramais de esgoto da
agência, com tampa de proteção em concreto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
18.4 - TANQUE SÉPTICO
Será executado de acordo com os detalhes no projeto hidrossanitário.
18.4.1 - Escavação manual em solo de 1ª categoria, profundidade de 1,50m a 4,00m
Seguir recomendações do item 4.1.1.
18.4.2 - Alvenaria em tijolos cerâmicos furados (8 furos) 9x19x19cm, 1 vez, assentados com argamassa
traço 1:2:8 (cimento, cal e areia), juntas de 12mm
Alvenaria de embasamento será executado sobre a fundação em pedra rachão, com tijolo cerâmico
furado (8 furos) 9 x 19 x 19 cm, espessura da parede 10mm, juntas de 12mm com argamassa mista de
cimento, cal e areia sem peneirar traço 1:2:8.
Os blocos cerâmicos serão de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, textura homogênea,
compactos, suficientemente duros para o fim a que se destinam, isentos de fragmentos calcários ou outro
qualquer corpo estranho.
Deverão apresentar as arestas vivas, faces planas e sem juntas e dimensões perfeitamente regulares. Suas
características técnicas dever-se-ão enquadrar conforme especificado pela NBR - 7171.
As alvenarias de tijolos de barro serão executadas conforme as dimensões e alinhamentos determinados
no projeto. Antes do assentamento e da aplicação das camadas de argamassa, os tijolos serão
umedecidos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área. Considerar cheios os vãos com área inferior ou igual a 2 m². Vãos com
área superior a 2 m², descontar apenas o que exceder a essa área.
18.4.3 - Chapisco em parede com argamassa traço - 1:3 (cimento / areia), com aditivo impermeabilizante
Revestimento em alvenaria do tanque séptico com utilização de aditivos para impermeabilização da
mesma destinado a receber efluentes originados da rede de esgoto.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área. Considerar cheios os vãos com área inferior ou igual a 2 m². Vãos com
área superior a 2 m², descontar apenas o que exceder a essa área.
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18.4.4 - Impermeabilização em base de alvenaria argamassada traco 1:3 (cimento e areia média)
espessura 2cm com impermeabilizante
A argamassa polimérica destinada aos serviços de impermeabilização existe em duas modalidades
principais: as semi-flexíveis e as flexíveis.
Trata-se de revestimentos poliméricos bicomponetes, utilizados para impermeabilização de estruturas em
contato com água ou umidade em geral, sujeitas ou não a pressões hidrostáticas.
São indicadas para impermeabilização de fundações, baldrames, pisos e paredes de banheiros,
reservatórios, piscinas, tanques e paredes de alvenaria. Podem ser aplicadas sobre concreto, alvenaria e
argamassa.
As argamassas poliméricas semi-flexíveis detém a propriedade de penetrar na porosidade superficial do
substrato e promover uma cristalização superficial, apresentando, inclusive, resistência a pressões
hidrostáticas negativas, ou seja, pressões atuantes “do exterior para o interior” da estrutura, evidentemente
dentro de certos valores que variam em função dos produtos e dos fabricantes. Sua aplicação se destina
às estruturas com pequeno ou nenhum grau de movimentação, ou seja, estruturas predominantemente
rígidas, como reservatórios enterrados de concreto armado ou alvenaria armada, pisos de áreas
habitacionais molhadas, muros de arrimo, baldrames, entre outros. É também utilizada como preparação
para aplicação da versão flexível, armada ou não com tela industrial de poliéster.
As argamassas poliméricas flexíveis são destinadas a estruturas que podem apresentar pequena
movimentação, como reservatórios elevados, tanques, piscinas entre outras aplicações. Resistem a
elevadas pressões hidrostáticas (normalmente cerca de 25 mca) e a recomendação geral é a de utilizar
armadura em tela industrial de poliéster.
A aplicação de ambos os materiais é feita em demãos cruzadas, com o auxilio de uma trincha, rolo ou
vassoura de pêlos macia sobre a superfície previamente umedecida. Recomenda-se especial atenção a
detalhes, como tubulação emergente, arestas de rodapés, juntas e outras ocorrências que provoquem
descontinuidade do substrato, em que é aconselhada a utilização de um selante apropriado,
previamente à aplicação das argamassas poliméricas.
Características e Propriedades da Argamassa Polimérica
A argamassa polimérica é produto da associação de um composto inorgânico cimento e um composto
orgânico látex polímero e tem uma estrutura definida que consiste no gel do cimento e as microfibras do
polímero. Consequentemente, as propriedades do cimento e polímero são notadamente incrementadas
quando utilizamos como parâmetro a argamassa convencional.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área real desenvolvida impermeabilizada.
18.4.5 - Lastro (contra-piso) de concreto, traço 1:3:5 (cimento, areia e brita), espessura 5cm preparo
mecânico
Sobre o aterro de caixão regularizado e energicamente compactado, será lançada a laje de concreto no
traço 1:3:5(cimento, areia e brita), com 05 (cinco) cm de espessura e preparo mecânico.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área executada.
18.4.6 - Piso cimentado liso desempenado, traço 1:3 cimento e areia, e=2,0cm, com aditivo
impermeabilizante
Deverá obedecer as dimensões do projeto, devendo ser executado de maneira a se obter uma superfície
perfeitamente homogênea, terá espessura de 20mm e será desempenado com desempenadeira
metálica, executado sobre lastro de concreto com função de contrapiso sobre base regularizada e
compactada, será executado em traço 1:3(cimento e areia) com aditivo de impermeabilizante.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área executada.
18.4.7 - Tampa em concreto armado
Tampa em concreto armado, utilizada para fechamento e proteção do tanque séptico e sumidouro
executados.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área da tampa executada.
18.4.8 - Reaterro manual de vala apiloado
Deverá ser feito com material de boa qualidade, isento de entulhos e pedras, em camadas sucessivas e
compactadas conforme as especificações do projeto.
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CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por volume aterrado.
18.5 - SUMIDOURO
Será executado de acordo com os detalhes no projeto hidro-sanitário.
O sumidouro será executado conforme o projeto, em alvenaria de tijolos cerâmicos vazados,
obedecendo às cotas internas e especificações. As tampas serão de placas de concreto armado prémoldado, de acordo com os detalhes em planta. Deve-se revestir o poço absorvente até que se encontre
material firme, evitando desta forma desmoronamento das paredes.
18.5.1 - Escavação manual em solo de 1ª categoria, profundidade de 1,50m a 4,00m
Seguir recomendações do item 4.1.1.
18.5.2 - Alvenaria em tijolos cerâmicos furados (8 furos) 9x19x19cm, 1 vez, assentados com argamassa
traço 1:2:8 (cimento, cal e areia), juntas de 12mm
Seguir recomendações do item 18.4.2.
18.5.3 - Fornecimento e lançamento de brita 4, no fundo do sumidouro
Camada de brita nº4 com altura determinada em projeto utilizada para filtrar os efluentes provenientes de
fossas sépticas para o subterrâneo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por volume.
18.5.4 - Tampa em concreto armado
Seguir orientações do item 18.4.7.
19.0
– LOUÇAS, METAIS E BANCADAS
19.1 - LOUÇAS
19.1.1 Vaso sanitário sifonado com caixa acoplada louça branca, incluso engate flexível - fornecimento e
instalação
Será fornecida e instalada, conforme indicação na Planta Baixa, bacias da DECA, linha RAVENA,
modeloCP929/CD00F ou equivalente com as seguintes características:
Com caixa de descarga acopladas;
Sifonadas;
A fixação das bacias será feita conforme recomendações do fabricante, devendo ser adotado o
anel de vedação, bolsas e demais acessórios de instalação.
Todas as bacias serão novas e da mesma marca, conforme cada modelo.
A junta da bacia com o piso será vedada com mastique à base de silicone incolor (transparente).
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.1.2 Assento plástico, universal, branco, para vaso sanitário, tipo convencional
Todas as bacias serão providas de assento em poliestireno ou polipropileno, na cor BRANCA, apropriado para
cada modelo.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.1.3 - Lavatório de louça branca com coluna suspensa, 29,5 x 39,0cm, padrão popular, inclusive sifão
plástico tipo copo 1", válvula de escoamento em plástico e conjunto para fixação
Lavatório de louça branca com coluna suspensa, medindo 29,5 cm x 39,0cm, de padrão popular,
incluindo sifão plástico tipo copo de 1”, com válvula de escoamento em plástico e conjunto para
fixação.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.1.4 - Tanque de louça branca suspenso, 18l ou equivalente, incluso sifão tipo garrafa em PVC, válvula
plástica - fornecimento e instalação
Tanque de louça branca sem coluna, medindo 56,0 cm x 48,0cm, em torno, incluindo acessórios de
fixação, incluindo torneira cromada de pressão ½”, com válvula de ¼” x 1 ½”.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por conjunto instalado.
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19.2 - BANCADAS
19.2.1 Bancada em aço inox, medindo 1,60x0,60m, com uma cuba de aço inox, sifão cromado, válvula de
escoamento cromada, inclusive rodopia de 10cm, concretada e assentada
Deverá ser instalada na copa, uma pia com tampo em aço inoxidável AISI 304, espessura de 0,7mm,
monobloco sem solda, medindo 1,60x0,60m, altura do espelho traseiro de 50mm, profundidade da cuba
de 145mm, largura da pia de 600mm, comprimento da pia de 1600mm. Deverão ter ainda: bordas
elevadas para evitar o escorrimento de água, cantos perfeitamente acabados e inclinação em direção a
cuba que impede o acúmulo de água. Referência 93066 da Tramontina ou similar equivalente.
O sifão será cromado, com diâmetro de 1” x 1 ½”, com tubo de ligação de 30cm, referência 1680 C Deca
ou similar equivalente.
O engate ou ligação flexível será cromado, diâmetro ½”, comprimento 40cm, referência 4606 C 040 Deca
ou similar equivalente.
Será utilizado válvula de escoamento, tipo americana, de 1 ½” x 3 ¾”, acabamento cromado, da Deca
ou similar equivalente.
Deverá ser instalado de acordo com as recomendações do fabricante.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.3 - METAIS
19.3.1 - Torneira cromada com tubo móvel, arejador para pia de cozinha, de parede, 1/2"
Utilizar torneira com arejador, mecanismo de vedação substituível, tipo de parede, acabamento
cromado, linha Spot Deca ou similar equivalente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.3.2 - Torneira cromada para lavatório de mesa, com fechamento automático
Nos lavatórios deverão ser instaladas torneiras de pressão, tipo de mesa, com fechamento automático e
acabamento cromado, linha Decamatic Eco da Deca (referência 1173 C) ou similar equivalente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.3.3 - Torneira cromada para jardim ou tanque, com arejador econômico, 1/2"
Torneira com mecanismo de vedação substituível, de metal cromado, para parede, modelo 1158 C39 da
Deca ou similar equivalente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.3.4 - Chuveiro elétrico comum corpo plástico tipo ducha, fornecimento e instalação
Deve ser elétrico comum, com corpo plástico tipo ducha.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.3.5 - Ducha higiênica, com acabamento cromado, mangueira cromada flexível, 1/2"
Ao lado de cada vaso sanitário deverá ser instalada ducha higiênica com acabamento cromado,
mangueira cromada flexível, linha Spot Deca (referência 1984 C43 ACT) ou similar equivalente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.4 - DIVERSOS
19.4.1 - Barra de apoio para P.N.E., em aço inox, l = 80cm, inclusive parafusos de fixação
Nos sanitários de acessibilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais, locados de acordo
com os detalhes do projeto de arquitetura, serão instaladas barras de apoio em aço inox com, 80cm,
conforme prescrições de normas da ABNT e legais.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.4.2 - Dispenser para toalhas de papel interfolhada, em plástico ABS
Serão instalados junto às bancadas dos lavatórios, um dispenser para toalha de papel interfolhada,
código 30180225, da linha Kimberly-Clark Professional Lalekla ou similar equivalente, em plástico ABS.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
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19.4.3 - Dispenser para sabonete líquido, capacidade de 900ml, em plástico ABS
Serão instalados junto às bancadas dos lavatórios, saboneteiras acrílicas, código 30175801 da linha
Kimberly-Clark Sistema Granel ou similar equivalente, capacidade de 900ml, em plástico ABS.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.4.4 - Saboneteira de louça, de embutir, 150x150mm, na cor branco gelo
Todos os boxes de chuveiros deverão receber uma saboneteira de embutir, de louça, dimensões
150x150mm, na cor branca gelo (GE17), referência A180 da DECA ou similar equivalente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.4.5 - Papeleira de louça, para papel higiênico em rolo, de embutir, 175x180x70mm, na cor branco gelo
Cada vaso receberá uma papeleira de embutir, para papel higiênico em rolo, de louça com rolete
plástico, dimensões 175x180x70mm, na cor branco gelo (GE17), referência A480 da DECA ou similar
equivalente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
19.4.6 - Cabide individual com acabamento cromado
Serão instalados de acordo com os detalhes do projeto de arquitetura, cabides individuais metálicos, com
acabamento cromado, da linha Targa referência 2060 C40 CR da Deca, ou similar equivalente. Deverão
ser instalados à altura de 170cm do piso acabado.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
20.0
– DIVERSOS
20.1 Vidro liso, comum, transparente 4mm, para aplicação em esquadrias
MATERIAIS
Os vidros serão de procedência conhecida e idônea, de características adequadas ao fim a que se
destinam, sem empenamentos, claros, sem manchas, bolhas e de espessura uniforme. Os vidros deverão
obedecer aos requisitos da NBR 11706.
O transporte e o armazenamento dos vidros serão realizados de modo a evitar quebras e trincas,
utilizando-se embalagens adequadas e evitando-se estocagem em pilhas.
Os componentes da vidraçaria e materiais de vedação deverão ser recebidos em recipientes
hermeticamente lacrados, contendo a etiqueta do fabricante. Os vidros permanecerão com as etiquetas
de fábrica, até a instalação e inspeção da Fiscalização.
Os vidros serão entregues nas dimensões previamente determinadas, obtidas através de medidas
realizadas pelo fornecedor nas esquadrias já instaladas, de modo a evitar cortes e ajustes durante a
colocação. As placas de vidro deverão ser cuidadosamente cortadas, com contornos nítidos, sem folga
excessiva com relação ao requadro de encaixe, nem conter defeitos, como extremidades lascadas,
pontas salientes e cantos quebrados.
As bordas dos cortes deverão ser esmerilhadas, de modo a se tornarem lisas e sem irregularidades.
PROCESSO EXECUTIVO
Antes da colocação nas esquadrias, os vidros deverão ser limpos, de modo que as superfícies fiquem
isentas de umidade, óleo, graxa ou qualquer outro material estranho.
Colocação em Caixilho de Ferro:
Para áreas de vidro superiores a 0,50 m², o processo de assentamento é análogo ao da colocação em
caixilhos de alumínio. A fixação das placas de vidro ser realizada com utilização de baguetes metálicos.
Os vidros serão colocados após a primeira demão de pintura de acabamento dos caixilhos. As placas de
vidro não deverão ficar em contato direto com as esquadrias de ferro ou madeira. Para área de vidro
menores, o assentamento ser realizado com massa plástica de vedação, com espessura média de 3 mm,
aproximadamente. O vidro dever· ser pressionado contra a massa e, em seguida, ser recortado o excesso
de massa de vedação em perfil biselado, ficando a parte inferior alinhada com o baguete ou com o
encosto fixo do caixilho. Os eventuais vazios existentes na massa de
vedação deverão ser preenchidos com espátula.
RECEBIMENTO
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Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar
o perfeito encaixe dos vidros e a vedação das esquadrias.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área da esquadria.
20.2 - Vidro liso comum, transparente 6mm, para aplicação em esquadrias
Seguir especificações do item 20.1.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área da esquadria.
20.3 - Espelho cristal, espessura 4mm, com moldura
Será aplicado no BWC, conforme detalhes do projeto de arquitetura, serão espelhos de cristal com
espessura de 4mm e moldura de alumínio.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área do espelho.
20.4 - Corrimão em tubo de ferro galvanizado (altura = 0,90m), com barras verticais a cada 2.00m (2"),
barra horizontal intermediária (1 1/2") e barra horizontal superior (1 1/2")
Na rampa de acesso à Agência será confeccionado um corrimão em tubo de ferro galvanizado, de
acordo com as medidas e especificações do projeto de arquitetura, devendo seguir todos os padrões da
NBR-9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos).
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pelo comprimento executado.
20.5 - Persiana vertical em PVC, 9cm, na cor bege areia, sem bandô
As persianas devem ter lâminas de PVC com aproximadamente 9cm, na cor bege, e ser lavável, com
trilho aparente, sem bandô.
Referência:
- Persiana em PVC fosco coleção Standard na cor Ivory da Criativa Persiana, ou similar.
Será aplicado em todas as janelas da agência e na porta de acesso principal e lateral.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Pela área efetiva.
20.6 - Armário de madeira, com duas portas, sob a pia da copa, confeccionado em mdf 15mm, com
revestimento melamínico, de acordo com os detalhes do projeto
Armário e MDF revestido em ambos os lados, com laminado melamínico na cor branco, conforme vista e
detalhes; Portas, prateleira, fundo, laterais, tampa e base em MDF ESP. 15mm, revestida os em ambos os
lados com laminado melamínico na cor branco; Puxador cromado pequeno para armário; Dobradiça de
aço pequena para armário
Conferir medidas no local.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade executada.
20.7 - Meio-Fio em pedra granitica, rejuntado com argamassa cimento e areia, 1:3
Deverá ser executado meio-fio em pedra granitica, rejuntado com argamassa cimento e areia, 1:3, de
acordo com projeto arquitetônico.
Conferir medidas no local.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por metro linear executado.
21.0
– SERVIÇOS COMPLEMENTARES
21.1 – Execução de "AS-BUILT" dos projetos
Documentação gráfica dos serviços executados em não conformidade com o projeto original,
representação de acordo com a ABNT. NBR 14645-3 de elaboração de ‘‘Como Construído’’ (as-built) para
edificação. Todas as alterações na execução da obra que a caso ocorram deverão ser apresentadas em
croquis dos detalhes modificados ou atualização na totalidade do projeto da obra.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área da construção.
21.2 – Limpeza geral da edificação
A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação. Deverão apresentar funcionamento
perfeito todas as instalações, equipamentos e aparelhos, com as instalações definitivamente ligadas às
redes de serviços públicos (água, esgoto, luz e força, telefone, gás, etc.)
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Procedimentos Gerais:
deverão ser devidamente removidos da obra todos os materiais e equipamentos, assim como as peças
remanescentes e sobras utilizáveis de materiais, ferramentas e acessórios;
deverá ser realizada a remoção de todo o entulho da obra, deixando-a completamente desimpedida de
todos os resíduos de construção, bem como cuidadosamente varridos os seus acessos;
a limpeza dos elementos deverá ser realizada de modo a não danificar outras partes ou componentes da
edificação, utilizando-se produtos que não prejudiquem as superfícies a serem limpas;
particular cuidado deverá ser aplicado na remoção de quaisquer detritos ou salpicos de argamassa
endurecida das superfícies;
deverão ser cuidadosamente removidas todas as manchas e salpicos de tinta de todas as partes e
componentes da edificação, dando-se especial atenção à limpeza dos vidros, ferragens, esquadrias,
luminárias e peças e metais sanitários;
para assegurar a entrega da edificação em perfeito estado, a Contratada deverá executar todos os
arremates que julgar necessários, bem como os determinados pela Fiscalização.
Procedimentos Específicos:
Serão adotados os seguintes procedimentos específicos:
cimentados lisos e placas pré-moldadas: limpeza com vassourões e talhadeiras; lavagem com solução de
ácido muriático, na proporção de uma parte de ácido para dez de água;
piso melamínico, vinílico ou de borracha: limpeza com pano úmido com água e detergente neutro; pisos
cerâmicos, ladrilhos industriais e pisos industriais monolíticos: lavagem com solução de ácido muriático, na
proporção de uma parte de ácido para dez de água, seguida de nova lavagem com água e sabão;
tapetes e carpetes: limpeza com aspirador de pó e remoção de eventuais manchas com solução
apropriada a cada tipo;
pisos de madeira: raspagem com lixas grossa e média; calafetação com massa de gesso e óleo de
linhaça; raspagem com lixa fina, seguida de uma demão de óleo de linhaça aplicado com estopa;
azulejos: remoção do excesso de argamassa de rejuntamento seguida de lavagem com água e sabão
neutro;
divisória de mármore: aplicação de lixa d’água fina, úmida, seguida de lavagem com água e saponáceo
em pó;
divisórias de granilite: após o último polimento, lavagem das superfícies com sabão neutro e enceramento,
depois de secas, com duas demãos de cera incolor, seguida de lustração;
divisória de madeira: limpeza com produto de limpeza adequado;
vidros: remoção de respingos de tinta com removedor adequado e palha de aço fino, remoção dos
excessos de massa com espátulas finas e lavagem com água e papel absorvente. Por fim, limpeza com
pano umedecido com álcool;
paredes pintadas com tinta látex ou de base acrílica: limpeza com pano úmido e sabão neutro;
ferragens e metais: limpeza das peças cromadas e niqueladas com removedor adequado para
recuperação do brilho natural, seguida de polimento com flanela; lubrificação adequada das partes
móveis das ferragens para o seu perfeito acionamento;
aparelhos sanitários: remoção de papel ou fita adesiva de proteção, seguida de lavagem com água e
sabão neutro, sem adição de qualquer ácido;
aparelhos de iluminação: remoção do excesso de argamassa ou tinta com palha de aço fina, seguida de
lavagem com água e sabão neutro.
Condições para recebimento da obra
Inicialmente a CONSTRUTORA enviará uma carta à FISCALIZAÇÃO informando estarem concluídas as
obras, declarando outrossim, que ela já executou todas as verificações a seguir relacionadas:
Teste de funcionamento de todos os aparelhos sanitários;
Teste de funcionamento de todas as luminárias;
Teste de vedação dos caixilhos;
Inexistência de vazamento de água das tubulações;
Recebida a carta mencionada no item anterior, a FISCALIZAÇÃO terá o prazo de 05 dias úteis para formar
uma comissão, que juntamente com os técnicos da CONSTRUTORA repetirá os testes e verificações
anteriormente relacionados, bem como outros que achar necessários. Constatada uma falha, deverá ser
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solucionada pela CONSTRUTORA, no prazo máximo de 15 dias corridos, sob pena de ter que repetir todos
os testes, a critério da FISCALIZAÇÃO.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por área da construção.
22.0
– FORNECIMENTO DE MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS
22.1 - CABEAMENTO ESTRUTURADO
22.1.1 - Patch panel 48 posições, categoria 6
O painel frontal deve ser confeccionado em alumínio, com pintura preta resistente a riscos;
Deverá atender as normas ANSI/TIA/EIA-568-B.2-10, ISO/IEC 11801 2.1 edição e CENELEC EN50173 (200x)
últimos drafts para Categoria 6/CLASS EA;
Possuir sensores para gerenciamento;
Deverá suportar cabos sólidos (rígidos) e flexíveis entre 22 e 26WG;
As partes plásticas devem ser em termoplástico de alto impacto não propagante à chama (UL 94V-0);
Deve ocupar no máximo uma unidade de rack 1U;
O contato tipo IDC110 deverá ser na parte traseira do Patch Panel;
A conexão dos painéis com os módulos de gerenciamento devem ser realizadas através de conexões
traseiras;
O patch panel deverá ser fornecido com guia de cabos traseiro, em alumínio, permitindo fixação
individual dos cabos UTP;
Cada patch panel deverá ser fornecido com 1 módulo (não maior que 1U) para organização frontal dos
cabos;
Os painéis devem possuir LEDs (Diodos emissores de luz) em cada porta para orientar conexão ou
desconexão de patch-cords em ordens de serviço e facilitar o rastreamento de patch-cords;
Possibilitar o monitoramento on-line da situação da conectividade entre os patch panels gerenciáveis,
mesmo no caso de dano ou rompimento do patch cord;
O sistema de detecção da conectividade deve ser independente da ordem ou posição de conexão dos
patch-cords;
O produto deve possuir certificação emitida em conformidade com as normas técnicas vigentes;
O fabricante preferenciamente deverá apresentar certificação ISO 9001 e ISO 14001;
Compatível com as terminações T568A e T568B, segundo a norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2, sem a necessidade
de trocas de etiqueta.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.2 - Switch (10/100) BaseTX, - 48 portas 10/100 Gerenciável Web Smart - 4 Gigabit - 2 Combo SFP
•48 portas 10/100 Mbps auto-MDIX, conector RJ45
• 2 portas Gigabit 10/100/1000Mbps – conector RJ45
• 2 porta Gigabit Combo sendo : 2 portas 10/100/1000Mbps RJ45 e 2 porta mini-GBIC Ótica (requer cartão
mini-gbic)
• Suporta Half/Full-duplex em todas as portas; 1000BaseT: somente Full-Duplex
Funcionamento da porta Gigabit Combo:
• Ao utilizar 1 porta Gigabit 10/100/1000Mbps RJ-45, desabilita-se 1 porta Gigabit ótica mini-gbic e, viceversa.
PADRÕES SUPORTADOS
• Cabo: IEEE 802.3 (10Base-T), IEEE 802.3u (100Base-TX), IEEE 802.3ab (1000BaseT). IEEE 802.3x (controle de
fluxo)
RECURSOS SUPORTADOS
• tamanho do buffer de pacotes: 1MB
• Capacidade de routing/switching: 17.6 Gbps
• Tabela de endereços MAC com 8000 registros
CAPACIDADE DE EXPANSÃO
• Não permite empilhamento de switches
• Possui 2 slot para para cartão mini-GBIC
RECURSOS SEGURANÇA
• ACL baseado em endereço MAC ou endereço IP (ICMP/IGMP/TCP/UDP)
• Suporte de autenticação 802.1X RADIUS
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• Ligação a porta IP-MAC
• DHCP Snooping1
• DHCP Server Screening1
• Safeguard Engine™ da D-Link
VLAN
• 802.1Q VLAN Tagging
• Máx. 256 grupos estáticos VLAN
• Máx. 4094 VID
• VLAN de gestão
• VLAN assimétrico
• VLAN de voz automático
Qualidade de Serviço (QoS)
• Filas de prioridade 802.1p, 4 filas por porta
• Porta baseada no controlo da largura de banda por fluxo (granulosidade até 64 kbps)
Gestão de tráfego
• Controlo de fluxo 802.3x
• Port mirroring
• Controle de perturbações na Transmissão/Multicast/Unicast
• Agregação de ligação 802.3ad (até 8 grupos, 8 portas por grupo)
• IGMP Snooping (v1/v2)
GERENCIAMENTO
• GUI com base na Web
• Utilitário SmartConsole
• Interface de linha de comando (CLI) através de Telnet
• Suporta a gestão de rede SNMP D-View SNMP
LEDS DIAGÓSTICO
• Power
• Link / Atividade / Velocidade ( por porta 10/100/1000Mbps, por porta 10/100Mbps, por porta SFP)
GABINETE
• Modelo para montagem em rack de 19 polegadas
• Dimensões do produto : 441mm x 250mm x 44mm
ALIMENTAÇÃO
• Fonte 100 a 240 VAC – 50/60 Hz
• Consumo máximo: 28.9W
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.3 - Central telefônica, 2 troncos e 8 ramais
Equipamento eletrônico que realiza a ligação (comutação) entre dois ou mais usuários do serviço de
telefonia.
CARACTERISTICAS:
Alcance das Linhas:troncos: 2000 Ohms; Ramais: 1100 Ohms (incluindo o telefone)
Alimentação AC: 100 / 127 V ou 220 V - 50 ou 60 Hz
Enlaces internos: 2
Modularidade Linhas: fixa
Modularidade Ramais: fixa
Na falta de energia: Linhas 1 e 2 acopladas automaticamente aos Ramais 20 e 21
Numeração dos Ramais: de 20 a 27 (ou aberta de 2 - 2999)
Potência máxima: 24 W
Proteção de programação: através de uma pilha Ni / Cd de 3,6 V - recarregável
Proteção elétrica: nos troncos, Ramais e na alimentação AC contra transientes e oscilações da rede
Quantidade TI 730i : 4 ( necessita de placa de comunicação )
Relógio de tempo real : mantém o horário correto para serviços de despertador, hora certa, bilhetagem e
tarifação, mesmo na falta de energia
Sinalização: decádica ou multifreqüencial
ITENS INCLUSOS
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Central de Pabx Conecta
Fonte de Alimentação
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.4 - (Rack) Gabinete 19" com porta de acrílico cristal, 36Ux450mm com kit de pés niveladores
Rack estrutural, aberto, padrão 19” com 36U’s de altura útil;
Os perfis laterais do rack devem ter furação lateral para passagem de cabos;
Deve ser fornecido na cor preta;
Deve suportar entrada de cabos pela parte superior ou inferior;
Deve atender as premissas da norma EIA 310D;
A base deve suportar a montagem de capas de proteção, pré-furadas para acomodação de tomadas
elétricas (2P+T), redondas, para conexão de elementos ativos;
Acabamento em pintura de epóxi pó de alta resistência à riscos, protegido contra corrosão, de acordo
com as condições indicadas para uso interno, pela EIA 569;
Confeccionado em aço SAE 1020;
Colunas com espessura mínima de 2mm;
Deve suportar a instalação de 2 guias verticais de cabos na parte frontal e 2 guias verticais de cabos na
parte traseira;
Deverá ser fornecida gaveta de ventilação para o RACK;
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.5 Guia de cabo horizontal e vertical
Para organização horizontal ou vertical dos cabeamentos
Confeccionada em chapa de aço
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.6 – No break 1.200va - bivolt com autonomia para suprimento de 30 minutos, da microsol ou similar
Deverá ser fornecido para o RACK, no-break 1200VA, com autonomia para 30minutos de funcionamento
sem alimentação AC e com suporte a monitoramento via SNMP.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.7 - Anel organizador de cabos
Para organização dos cabeamentos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.8 - Prateleira 500mm Telecospica PT
Prateleira perfurada com guias telescópicas para Rack. Incluem kit de montagem para fixação em Rack's.
Profundidade 500mm, largura 19” cor preta.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
20.1.9 - Patch cord U/UTP cm Cat 6 1,5m azul
A conexão entre blocos azuis e blocos verdes/amarelos deverá ser feita com cordões flexíveis (patchcords) Categoria 6, com conectores tipo RJ45 Categoria 6 em ambas as extremidades.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.1.10 - Filtro de linha com 8 tomadas
Tensão de Alimentação - 127/220V
Potência máxima - 1270VA para 127V ou 2200VA para 220V
Com protetor contra sobre-tensão e surtos
Possui 8 tomadas elétricas tripolares
Cabo com 0,95m de comprimento
Gabinete plástico na cor cinza.
Tensão: Bivolt
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22.2 – INSTALAÇÃO DE CLIMATIZAÇÃO
APARELHOS E EQUIPAMENTOS
Todos os aparelhos e equipamentos instalados serão experimentados na presença da Fiscalização.
A aceitação dos serviços estará condicionada ao bom desempenho dos equipamentos e materiais os
ensaios exigidos.
O instalador deverá fornecer catálogos técnicos originais de todos os aparelhos e equipamentos após
aprovação da Fiscalização para facilitar a manutenção futura dos mesmos. Não serão aceitos cópias dos
catálogos.
Observação: Não usar equipamento que contenham gás refrigerante 22.
22.2.1 - Ar-condicionado tipo split hi-wall, cap. 7.000 Btu's, monofásico 220v
Fornecimento de aparelhos de equipamentos de Ar condicionado Split Electrolux Hi Wall 7.000 BTU Frio, Uso
do gás refrigerante HFC R410A, Consumo:639W, vazão(m³/h):300, Classificação energética: (A),
Compressor Rotativo.- incluindo todo o material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 510x150x200
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 780x540x250
Não usar gás refrigerante 22.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.2.2 - Ar-condicionado tipo split hi-wall, cap. 9.000 Btu's, monofásico 220v
Fornecimento e instalação de aparelhos de equipamentos de Ar Condicionado Split X-Power Inverter
09.000 BTU/h Frio 220v Carrier-42LVCA009515LC, Uso do gás refrigerante HFC R410A, Consumo:1096 W,
vazão(m³/h):480, Classificação energética: (A), Compressor Rotativo.- incluindo todo o material necessário
ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 710x250x195
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 700x535x235
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.2.3 - Ar-condicionado tipo split hi-wall, cap. 12.000 Btu's, monofásico 220v
Fornecimento e instalação de aparelhos de equipamentos de Ar condicionado Split Electrolux Hi Wall
12.000 BTU Frio, Uso do gás refrigerante HFC R410A, Consumo:639W, vazão(m³/h):300, Classificação
energética: (A), Compressor Rotativo.- incluindo todo o material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 710x250x200
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 780x540x250
Não usar gás refrigerante 22.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.2.4 - Ar-condicionado tipo split hi-wall, cap. 18.000 Btu's, monofásico 220v
Fornecimento e instalação de ar-condicionado tipo split hi-wall, inverter, cap. 18.000Btu's, monofásico 220V
Fornecimento de aparelhos de equipamentos de Ar Condicionado Split X-Power Inverter 18.000 BTU/h Frio
220v, Consumo: 1752 W, Compressor: Rotativo, Vazão de ar: 730m³, Classificação energética: (A).incluindo todo o material necessário ao seu funcionamento.
Dimensões Unid. Interna (Larg x Alt x Prof) mm: 920x292x225
Dimensões Unid. Externa (Larg x Alt x Prof) mm: 760x590x285
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.2.5 - Suporte metálico para condicionador de ar tipo split
Suporte construído em perfil de aço e com soldagem MIG, protegidos por tinta tipo epóxi na cor branca.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por par instalado.
22.3 - ALARME E CFTV
As características técnicas mínimas dos equipamentos, aparelhos e dispositivos, que deverão ser utilizados
para a instalação e montagem do sistema de circuito fechado de televisão digital estão definidas a
seguir:
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22.3.1 - Câmera colorida tipo fixa com WDR, sensor de imagem 1/3" e resolução horizontal mínima de 520
linhas, inclusive lente varifocal auto-íris 2,8 a 12 mm e caixa de proteção IP64
As câmeras deverão ter dispositivo de imagem CCD (charged coupe device), com as seguintes
condições técnicas básicas:
Sensor de imagem de 1/3” ou 1/4”;
Geração de imagens coloridas;
Padrão de cor: NTSC;
Saída de sinal: 1,0 Vpp, 75 Ohms;
Resolução horizontal: mínima de 520 linhas;
Iluminação mínima: 0,5 lux
Controle automático de ganho – ACG;
Compensação de luz de fundo – BLC;
Relação sinal ruído: >50 db
Própria para uso com íris automática;
Acoplamento lente/câmera do tipo C/CS-MOUNT;
Conector para sinal de vídeo tipo BNC;
Alimentação: 12 Vcc ou 24 Vac - 60 Hz;
Faixa de operação de temperatura: - 10°C a 50°C.
Referência: Bosch, LG, Panasonic, Pelco ou similar.
Todas as câmeras tipo fixas deverão possuir lentes com distância focal variável, com as seguintes
características:
Lente de cristal; Distância focal ajustável manualmente de 3,5 a 8 mm ou 6 a 12 mm;
Adequada ao formato da câmera;
Auto-íris;
Acoplamento lente/câmeras: C/CS-MOUNT.
Referência: Bosch, LG, Pentax, Pelco ou similar.
As caixas de proteção deverão ser adequadas para os ambientes de instalação das câmeras, sejam eles
internos ou externos, possuindo grau de proteção IP64 ou IP66, respectivamente;
As caixas deverão ser de alumínio anodizado ou em chapa de aço com pintura eletrostática;
Todas as caixas externas deverão ser apropriadas para instalação ao tempo;
Possuir vidro de proteção na parte frontal, com desembaçador quando em uso externo;
Os suportes de fixação das caixas deverão ser adaptáveis às estruturas onde serão instalados e permitir o
ajuste da posição da câmera, visando à otimização do local de foco. Deverão ser metálicos com
articulação de 360° na direção horizontal e 90° na direção vertical.
Referência: Bosch, Panasonic, Pelco ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.3.2 - - Gravador de vídeo em formato digital, tipo stand alone, 16 canais, com HD de 1 TB e capacidade
de gravação de 60 fps
Os Gravadores de Vídeo em Formato Digital deverão possuir no mínimo as seguintes características:
. Entrada para 16 (dezesseis) câmeras, conector BNC, 1 Vpp 75 ohms;
. Marca d’água: o sistema deverá ser provido de marca d´água digital, que verifica a ocorrência de
alteração no arquivo do vídeo e a sua autenticidade.
. Saída de vídeo em loop, conector BNC, 1 Vpp 75 ohms para 16 canais;
. Saída de video em loop auxiliar (matriz), conector BNC, 1 Vpp 75 ohms, com função de exibição de uma
câmera de cada vez em intervalo de tempo configurável;
. Visualização em tempo real para todas as câmeras simultaneamente;
. Gravação e visualização conforme tabela abaixo:
Entradas de câmeras DVR
Gravação e visualização câmeras frames/segundo
4
120
8
240
16
480
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. Resolução de visualização: mínimo 1024x768 pixels;
. Resolução de gravação: mínimo em 2(dois) níveis (CIF e D1), configurável câmera a câmera, por
software;
. Deverá permitir no mínimo a gravação de 01 (uma) entrada de vídeo a 30 fps, em resolução D1
(704x480);
. Interface para conexão à rede telemática padrão Ethernet, TCP/IP; de no mínimo 100Mbps;
. Temperatura de operação de -5° C até 50° C
. Colorido, padrão NTSC;
. Gravação programável de 1 (um) à 30 (trinta) ‘frames’ por entrada de vídeo. Esta gravação deverá
ser independente da quantidade de entradas utilizadas, até o limite total frames/segundo para o total de
câmeras;
. Ser, no mínimo, quadriplex (exibição, gravação, reprodução e acesso remoto simultâneos) sem prejuízo
de velocidade ou qualidade das imagens;
. Recurso interno de detecção de movimento;
. Montagem em gabinete industrial, próprio para fixação em armário de telecomunicações rack 19”.
. Pré-alarme de no mínimo 10 segundos e pós alarme de no mínimo 60 segundos;
. Gravação em disco rígido interno: No mínimo 1 (um) TB, que permita gravação local de, no mínimo 60
dias, considerando a velocidade de 7,5 fps, e a qualidade CIF por câmera, considerando um prazo de
gravação igual à 12 horas por dia, de forma contínua e por eventos/movimentos nos demais horários;
. Possuir no mínimo 2 (duas) portas USB 2.0 ou superior, sendo 1 (uma) para backup de vídeo local e outra
para instalação de mouse;
. Deverá possuir a facilidade para controle dos movimentos PTZ das câmeras móveis e fixas com zoom
local e remotamente via software;
. No mínimo Protocolo PelcoD, Samsung e/ou similar integrado;
. Porta serial RS485 para controle dos movimentos PTZ das câmeras móveis e zoom das câmeras fixas;
. Sincronização de horário via NTP;
. No mínimo 1 saída HDMI com resolução 1920x1080 pixels, uma (padrão VGA ou SVGA) e uma analógica
(padrão sinal composto de vídeo);
. Ativação da gravação por alarmes externos e sensores. O número de entradas de alarmes deve ser igual
a:
Entradas de câmeras DVR
Entradas de alarme DVR (no mínimo)
4
4
8
8
16
16
. Ativação de reles de comandos. O número mínimo de reles deve ser:
Entradas de câmeras DVR
Saídas de relé(s) DVR (no mínimo)
4
1
8
2
16
3
. Comunicação de alarme através da tela de estações de trabalho e do envio de e-mail a endereços préconfigurados;
. Visualização de imagens a partir de qualquer computador via web browser, proporcionando uma
interface de interação amigável para o operador e acessível através dos navegadores INTERNET
EXPLORER versão 7.0 ou superior e MOZILLA FIREFOX versão 3.0 ou superior, podendo ser acessado por
qualquer microcomputador da rede corporativa da CONTRATANTE;
. Permitir gravação remota das imagens em microcomputador da LAN ou WAN para usuário previamente
autorizado por meio de login e senha por meio de web browser podendo ser em menor
qualidade e/ou velocidade (“dual stream”, que possibilita configurar a compressão de imagens para
gravação e transmissão);
. Permitir configuração remota das imagens em microcomputador da LAN OU WAN para usuário
previamente autorizado por meio de login e senha por meio de web browser.
. Possibilidade de controle e limitação de consumo de banda independente por canal e por sistema.
. Acesso a Internet, suportar conexões do tipo TCP/IP;
. Possuir no mínimo 2 (dois) tipos de usuários com acesso através de senha, com nível de
privilégios para cada usuário, definidos pelo administrador
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. Alarmar na tela quando ocorrer detecção de movimento em período de horários pré-estabelecidos,
falha de disco rígido, perda de sinal de vídeo, ativação de sensores externos;
. Operar em plataforma Linux EMBEDDED ou sistema proprietário, que ofereça os mesmos
recursos e funcionalidades;
. Suporte a controle tipo “keyboard” (porta RS 232 ou similar) para controle das principais funções
do DVR e das câmeras moveis.
. O sistema deverá ser dotado de algoritmo de compressão de dados, que permita gravar a maior
quantidade possível de informação sem perda significativa da qualidade das imagens de gravação. O
equipamento deverá utilizar no mínimo 1 (um) dos seguintes protocolos de compressão de imagens:
MPEG-4 e/ou H264. Além de ser possível a exportação de clipes e fotos em formatos comuns: JPG e/ou
BMP e clipes de vídeo em formato AVI e/ou MPEG-4.
. A fabricação do equipamento e sistemas deverá ser apropriada para o funcionamento durante 24
(vinte e quatro) horas contínuas e 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias por ano.
. Não serão aceitas soluções com placas de captura de vídeo montadas em microcomputadores.
. Caso seja necessário, a instalação de driver(s) do aplicativo do Sistema de CFTV Digital, deverá ser
compatível (is), no mínimo, com o sistema operacional Microsoft Windows 7 Professional Edition.
. Registro de eventos “Log”: O sistema deve terá capacidade de registrar em banco de dados todas as
operações, ações, acessos e tentativas realizadas pelos usuários ou geradas pelo próprio sistema, por um
período de no mínimo 120 dias. O sistema de “log” deverá ser dotado de mecanismos de proteção contra
apagamento ou adulteração de informações.
. Deve aceitar tensões de 110 e 220 Volts (+/-10%) / 50-60 Hz de forma automática.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.3.3 – Fonte padrão rack 19" centralizada para alimentação das câmeras, com potência de 500W,
corrente: 5A e entrada 127/220VAC 50/60 Hz
. A Contratada deverá fornecer e instalar transformador centralizado de alimentação para câmeras, 02
(duas) unidades em cada AC e deverá atender aos requisitos mínimos:
. Potência 500W;
. Corrente: 5A;
. Entrada: 127/220VAC50/60 Hz;
. Saída: 12Vcc ou 24 Vac;
. Proteção por fusível individuais nas saídas. Deverá possuir a mesma quantidade de saídas que a
capacidade de câmeras do DVR;
. Supressor de suto de tensão;
. Fusível de proteção geral;
. LED indicador de ligado ou desligado;
. Chave liga/desliga;
. Unidade de sincronização para câmeras;
. Módulo chassi de até 2U;
. Construída para fixação em rack de 19”.
Referência: Indeletra ou similar.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.3.4 - Mouse
. Mouse óptico, com três botões (incluindo tecla de rolagem), com formato ergonômico e conformação
ambidestra;
. Resolução mínima de 800 dpi;
. Mouse pad com superfície adequada para utilização de mouse óptico.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.3.5 - Monitor de video LCD/LED 21'
Monitor ligado ao gravador para gerar imagens.
CARACTERISTICAS
- Configurações: LED 21,5’
Referência: Sansung, LG ou similar
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CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.3.6 – Sensor de movimento – presença com fotocélula, alcance até 6m e ângulo mínimo de cobertura
de 170 graus
. Deverão ser instalados, em cada agência, dois sensores de sobrepor de controle e acionamento de
iluminação. Preferencialmente um sera instalado na CRE e outro na retaguarda dos guichês.
. Os sensores deverão substituir interruptores de iluminação existentes. Estes sensores deverão detector a
movimentação de pessoas e acionar a iluminação do local.
. O sensor deve possuir as seguintes especificações técnicas mínimas:
. Tensão de operação: 220V;
. Led indicador de presença;
. Regulagem de tempo de no mínimo até 9 minutos;
. Potência minima de 1000 W;
. Alcance até 6 metros;
. Fusível de proteção:
. Possuir interruptor (ligado/automatic/desligado);
. Posuir fotocélula.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.3.7 Botão de pânico móvel
Botoeira de acionamento manual, para sistemas de alarmes e monitoramento funções NA e NF.
Com trava de segurança.
CARACTERISTICAS
- Configurações:NA e NF
- Contato: Prata (AG) 98%
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4 - COMUNICAÇÃO VISUAL
Será fornecido toda a comunicação visual da agência, de acordo com o projeto de detalhamento e as
normas internas e guias de comunicação visual dos Correios, fornecidos pela ECT.
De acordo com a orientação do Guia Técnico de Instalação de Letreiros Externos dos Correios, as
seguintes cores que deverão será dotadas nos elementos externos e internos de comunicação visual:
- Amarelo claro – Ref. Pantone 7549C;
- Amarelo escuro – Ref. Pantone 7550C;
- Azul claro – Ref. Pantone 300C;
- Azul escuro – Ref Pantone 540C;
- Banco – Ral9010.
A aplicação dos elementos gráficos (textos, grifos, setas direcionais, pictogramas), deve obedecer as
seguintes especificações:
- elementos externos:
aplicação do sistema “silk-screen” sobre ACM.
- elementos internos:
aplicação do sistema de “auto-adesivo de vinil cortado eletronicamente” sobre as réguas.
As alturas para fixação dos letreiros internos, seguindo a orientação do Guia de Comunicação Visual da
ECT, são:
- placas no espaço (fixadas através de pendurais): a face inferior da placa deve estar a 210cm do piso
acabado;
- placas fixadas em planos de apoio: a linha de altura média da placa deve estar a 160cm do piso
acabado.
As placas de identificação local dos ambientes serão confeccionadas com placas maciças de
poliestireno adesivada em recorte nas dimensões de 14,9x14,9cm com pictograma no BWC e 41,2x6,2cm
nos demais ambientes com texto de identificação de ambiente;
As placas informativas serão confeccionadas com placas maciças de poliestireno adesivada em recorte
nas dimensões de 67,7x14,9cm com textos conforme Guia de Comunicação Visual da ECT;
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As placas publicitárias do tipo “porta-cartaz” serão confeccionadas com placas maciças de poliestireno
adesivada em recorte nas dimensões de 44,5x75,5cm com textos conforme Guia de Comunicação Visual
da ECT;
Serão fornecidos sinalização com adesivo vinílico tipo “PUXE/EMPURRE” medindo 18,0x5,0cm, aplicado na
porta de acesso principal;
A placa externa, de fachada, com a logomarca dos CORREIOS, conforme Guia de Comunicação Visual
Externa de Unidades de Atendimento dos Correios, será confeccionada em ACM, nas dimensões
informadas no projeto de comunicação visual.
O pórtico de entrada será em ACM e instalado junto ao portal de acesso da unidade, nas dimensões
informadas no Guia Técnico de Instalação de Pórtico.
O poste bandeira será confeccionado em ACM, localizado na calçada da fachada principal e com
dimensões informadas no Guia Técnico de Instalação de Poste Bandeira.
22.4.1 - Fornecimento e instalação de placa de identificação local, confeccionado em poliestireno
adesivada em recorte, medindo 41,2x6,2cm, conforme projeto de comunicação visual
Placa de identificação local, confeccionado em poliestireno adesivada em recorte, medindo 41,2x6,2cm,
conforme projeto de comunicação visual, a ser colocada nas portas para identificação do ambiente.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.2 - Fornecimento e instalação de placa de identificação local, confeccionado em poliestireno
adesivada em recorte, medindo 14,9x14,9cm, conforme projeto de comunicação visual (pictograma de
banheiro)
Placa de identificação local, confeccionado em poliestireno adesivada em recorte, medindo
14,9x14,9cm, conforme projeto de comunicação visual, a ser colocada na porta de banheiro.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.3 - Fornecimento e instalação de placa informativa, confeccionado em poliestireno adesivada em
recorte, medindo 67,3x14,9cm, conforme projeto de comunicação visual
Placa informativa, confeccionado em poliestireno adesivada em recorte, medindo 67,3x14,9cm, conforme
projeto de comunicação visual, a ser colocada na fachada e no hall público.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.4 - Fornecimento e instalação de placa publicitária, tipo porta cartaz, confeccionado em poliestireno
adesivada em recorte, medindo 44,5x75,5cm, conforme projeto de comunicação visual
Placa publicitária, tipo porta cartaz, confeccionado em poliestireno adesivada em recorte, medindo
44,5x75,5cm, conforme projeto de comunicação visual, a ser colocado no hall público.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.5 Fornecimento e instalação de sinalização com adesivo vinílico, aplicado na porta de acesso,
medindo 18x5cm, conforme projeto de comunicação visual (Puxe / Empurre)
Sinalização com adesivo vinílico, aplicado na porta de acesso, medindo 18x5cm, conforme projeto de
comunicação visual, a ser colocado na porta de entrada.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.6 Fornecimento e instalação de testeira na fachada principal, tipo M, em ACM, medindo 3,65x0,50m.
A testeira é formada pelo módulo marca e o módulo complemento. O módulo marca contém a
assinatura Correios horizontal colorida sobre fundo branco com alinhamento à esquerda, à direita ou
central. Será do tipo M, ver Guia de Comunicação Visual Externa de Unidades de Atendimento,
confeccionado em ACM. Local de instalação: fachada principal da unidade.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.7 Fornecimento e instalação de placa de identificação de parede
A placa de identificação é um elemento de identificação da unidade, a placa contém informações de
nome de agência e horários de atendimento. A placa deverá ser instalada na parede da fachada
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principal da unidade ou ao lado da porta de acesso, a 1,40 da face inferior da placa ao piso acabado.
Será confeccionado seguindo as orientações do Guia Técnico de Instalação de Letreiros Externos.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.4.8 Fornecimento e instalação de Poste Bandeira na fachada principal, em ACM, medindo 0,75x0,75m
O poste bandeira é um elemento de identificação e deverá ser utilizado em unidades que possuam muros
ou portões junto ao acesso. Sua função principal é a de localização. Local de instalação: em recuos de
área verde ou de passeio atrás de cercas, muros ou portões.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
22.5 – MOBILIÁRIO
Será fornecido pela Contratada todo o mobiliário de acordo com as normas internas e guias de especificações,
fornecidos pela ECT.
Deverão seguir criteriosamente as especificações técnicas dos Correios, elaborado pela Divisão de Projetos no
Departamento de Engenharia, quanto a materiais básicos, ferragens, estrutura de sustentação, observações
gerais, tratamento e acabamento das peças, entrega do material, exame técnico e inspeção de recebimento.
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22.6 DIVERSOS
22.6.1 Adaptador de tomada padrão brasileiro
Conecta equipamentos com plugs antigos em tomadas do novo padrão. Gabinete em termoplástico de
engenharia e partes condutoras em liga de cobre. Desenvolvido em conformidade com a norma NBR 14136.
CRITÉRIO DE MEDIÇÃO: Por unidade instalada.
______________________________
Cleber de Almeida Campos
Arquiteto CAU A4624-8
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caderno de encargos e especificações técnicas