GUIA ACADÊMICO
1º SEMESTRE DE 2014
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO .......................................................................................................... 3
2 NOSSA LOCALIZAÇÃO ................................................................................................ 5
3 NOSSA HISTÓRIA ......................................................................................................... 6
4 DOCUMENTOS LEGAIS E NORMATIVOS.................................................................... 7
5 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA .................................................................. 8
5.1 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações ...................... 8
5.1.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações ............... 8
5.1.2 Estrutura curricular (Currículos em extinção progressiva) ............................... 10
5.1.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo – ingresso a partir de 2013/1) . 12
5.2 Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial ..................................... 14
5.2.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Automação Industrial.............................. 14
5.2.2 Estrutura curricular (Currículos em Extinção Progressiva) ............................... 15
5.2.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo – ingresso a partir de 2013/1) . 16
5.3 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas ...... 17
5.3.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
........................................................................................................................................ 17
5.3.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2) .............................. 18
5.4 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores ............................... 19
5.4.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Redes de Computadores ........................ 19
5.4.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2) .............................. 20
5.5 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados ................................... 22
5.5.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas Embarcados ............................ 22
5.5.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2) .............................. 23
5.6 Atividades Complementares ................................................................................... 24
5.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)................................................................. 24
5.8 Sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem............................... 24
6 ACELERAÇÃO DE ESTUDOS..................................................................................... 26
6.1 Aproveitamento Formal de Estudos ....................................................................... 27
6.2 Aproveitamento de Experiências Anteriores ......................................................... 27
7 FREQUÊNCIA .............................................................................................................. 27
7.1 Legislação ................................................................................................................ 27
7.2 Abono de Faltas ....................................................................................................... 27
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7.3 Exercícios Domiciliares ........................................................................................... 28
8 MATRÍCULA, TRANCAMENTO E CANCELAMENTO................................................. 29
8.1 Matrícula ................................................................................................................... 29
8.2 Trancamento de Matrícula ....................................................................................... 30
8.3 Cancelamento de Matrícula ..................................................................................... 30
9 TRANSFERÊNCIAS, REOPÇÃO DE CURSO E DE TURNO ..................................... 311
9.1 Transferência de Outras Instituições ................................................................... 311
9.2 Reopção de Curso/Turno ...................................................................................... 311
10 AVALIAÇÃO INSTITUICIONAL ............................................................................... 322
11 ENADE ..................................................................................................................... 322
12 REDE ACADÊMICA ................................................................................................. 322
13 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM ......................................................................... 322
14 BIBLIOTECA ............................................................................................................ 333
14.1 Empréstimos ........................................................................................................ 333
15 ATENDIMENTO AO ALUNO .................................................................................... 333
15.1 Atendimento da Coordenação de Curso ................................................................ 343
15.2 Núcleo de Apoio psicopedagógico (NAP)............................................................... 333
15.3 Nivelamento ........................................................................................................... 344
15.3.1 Nivelamento de Português .................................................................................. 344
15.3.2 Nivelamento de Matemática ................................................................................ 344
15.3.3 Reforço em Matemática do Ensino Superior ....................................................... 344
15.3.4 Curso de inglês ................................................................................................... 344
15.4 Monitoria ................................................................................................................ 355
15.5 Sala de Estudos ..................................................................................................... 355
16 NORMAS E PROCEDIMENTOS ACADÊMICOS E ADMINISTRATIVOS ................ 355
17 ORGANOGRAMA DA FACULDADE ....................................................................... 388
18 DIREITOS E DEVERES DO ALUNO ........................................................................ 399
19 DISPOSIÇÕES GERAIS........................................................................................... 399
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2014 – 1º SEMESTRE
1 APRESENTAÇÃO
É com satisfação que recebemos você, nosso aluno. Parabéns! Vamos compartilhar os próximos
anos e trabalhar para oferecer uma formação com a excelência construída em mais de 70 anos de
tradição no ensino profissionalizante e tecnológico. Você sairá daqui preparado para enfrentar os
desafios profissionais e atuar com competência na transformação da sociedade.
Nossa equipe está sempre buscando maneiras de aprimorar ainda mais a qualidade da Faculdade
e o diálogo com a comunidade escolar, pois o reconhecimento de nossos alunos é a expressão de
nossa capacidade de enfrentar os desafios que se apresentam. Trabalhamos por meio do diálogo
e do respeito como prática educativa.
Agora você é parte da Faculdade de Tecnologia Senai Porto Alegre e verá como é rica e dinâmica
nossa vida acadêmica. Agradecemos a confiança em nosso trabalho de prepará-lo para o futuro.
Esteja certo de que a retribuiremos nos próximos anos.
Você contará com as seguintes pessoas e departamentos na Faculdade:
Mantenedora
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI/RS
Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre
Site: www.senairs.org.br
Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre
Av. Assis Brasil, 8450 - Porto Alegre - RS
Site: www.senairs.org.br/faculdade
E-mail: [email protected]
Fone: (51) 3347- 8400
Diretora
Dra. Adriana Rivoire Menelli de Oliveira
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
Supervisão de Educação e Tecnologia
Fone: (51) 3347- 8400
Administração
Juneia Kingeski
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Me. Valderi Reis Quietinho Leithardt
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial e do Curso
Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados
Me. Alexandre Gaspary Haupt
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
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Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações e do
Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores
Me. Leandro José Cassol
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
Secretária Acadêmica e Pesquisadora Institucional
Sandra Regina Lopes Vieira
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
Bibliotecária
Esp. Gilmara Freitas Gomes
Fone: (51) 3347- 8428
E-mail: [email protected]
NAP – Núcleo de Apoio Psicopedagógico
Esp. Marília Gluck Loureiro Marques
Fone: (51) 3347- 8400
E-mail: [email protected]
CPA – Comissão Própria de Avaliação
Coordenadora: Audrey Castilhos de Oliveira
Local: sala 260
Fone: (51) 3347- 8400
e-mail: [email protected]
Ouvidoria
Ouvidora: Audrey Castilhos de Oliveira
Local: sala 260
Fone: 08006476471
e-mail: [email protected]
Este Guia foi elaborado para ajudá-lo em sua integração à vida acadêmica e permitir que você
usufrua das muitas oportunidades que a Faculdade de Tecnologia Senai Porto Alegre oferece.
Havendo necessidade de esclarecimentos adicionais, procure o Coordenador de Curso e os
responsáveis pelos setores para dirimir dúvidas, para o atendimento a uma questão pontual, ou
quem sabe, encaminhando alguma sugestão para a próxima edição deste guia.
Sejam muito bem vindos Calouros e Veteranos!
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2 NOSSA LOCALIZAÇÃO
Para você localizar salas atente para o código de numeração das salas conforme descrito abaixo:
1
Bloco
- 220
Andar
Número Sala
5
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3 NOSSA HISTÓRIA
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI foi criado em 22 de janeiro de 1942, pelo
Decreto Lei nº. 4048 com a finalidade de formar recursos humanos e dar aporte tecnológico à
indústria brasileira que também sofria as consequências da desorganização no mundo, provocada
pela II Guerra Mundial. Na ocasião a escassez da oferta de mão de obra qualificada do imigrante
europeu, levou os empresários da área da indústria à organização de uma entidade que
oferecesse cursos destinados a formar e capacitar profissionais indispensáveis às fábricas, que
aos poucos se instalavam, e que atendesse às necessidades do mercado de trabalho.
Com uma experiência de sete décadas de atividades, o SENAI, instituição de direito privado
mantido através de contribuição compulsória das indústrias, atua em Educação Profissional, na
prestação de serviços de consultoria, em apoio tecnológico, na pesquisa aplicada, na captação e
transferência de tecnologias, em serviços laboratoriais e disseminação de informação tecnológica
gerando soluções que garantem a inovação, a competitividade e a excelência na formação de
profissionais para as empresas industriais.
A rede SENAI-RS compreende o Departamento Regional e Unidades Operacionais, fixas
(Faculdade, Centros Tecnológicos, Escolas de Educação Profissional, Centros de Educação
Profissional e Agências de Educação Profissional), móveis, outras extensões e unidades
semipermanentes.
Atua intensamente na educação profissional, em todos os níveis (formação inicial e continuada,
nível técnico, graduação tecnológica e pós-graduação).
A Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre foi credenciada pelo MEC, em 2006. Sua trajetória
é recente, pois iniciou as primeiras turmas dos cursos superiores no primeiro semestre de 2007,
porém já está gradativamente ampliando sua atuação na educação profissional e em serviços, com
vistas à inovação e aperfeiçoamento contínuo e ao atendimento às demandas da região
metropolitana da grande Porto Alegre. Na proposta de atuação estão os cursos de pós-graduação
“lato sensu”, direcionados à determinada área profissional e de mercado, tendo caráter de
educação continuada.
O instrumento norteador de suas ações é o PDI - Projeto Pedagógico Institucional, elaborado em
consonância com a Missão Institucional, a Política da Qualidade, os Valores, os Projetos
Pedagógicos dos Cursos, a legislação educacional e a sua realidade. A partir desse compromisso,
a instituição define sua política de trabalho em consonância com as necessidades e expectativas
gerais da sociedade local e em interface permanente com o mercado de trabalho global e com o
sistema educacional.
Nossa Missão é:
Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias
industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Brasileira.
Pretendemos até 2017:
Apoiar as ações do SENAI para a sua consolidação como o líder nacional em educação
profissional e tecnológica e ser reconhecido como indutor da inovação e da transferência de
tecnologias para a Indústria Brasileira, atuando com padrão internacional de excelência.
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2014 – 1º SEMESTRE
Sustentamos nossas ações nos seguintes Princípios e Valores:






Livre Iniciativa
Ética
Transparência
Satisfação dos Clientes
Alta Performance
Valorização das Pessoas
4 DOCUMENTOS LEGAIS E NORMATIVOS

CREDENCIAMENTO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE Portaria MEC nº 1.787 de 03/11/2006 - D.O.U. 06/11/2006

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE
SISTEMAS - Autorizado pela Portaria MEC nº 180, D.O.U. 08/05/2013.

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL - Autorizado pela
Portaria MEC nº 173, D.O.U. 24/11/2006 e reconhecido com conceito 4 pela Portaria MEC
nº 490 de 20/12/2011 - D.O.U 23/12/2011

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES - Autorizado
pela Portaria MEC nº 179, D.O.U. 08/05/2013.

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES Autorizado pela Portaria MEC nº 173, D.O.U. 24/11/2006 e reconhecido com conceito 4
pela Portaria MEC nº 446 de 1/11/2011 - D.O.U. 3/11/2011.

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS EMBARCADOS - Autorizado pela
Lei nº 12.816 de 05.06.2013, D.O.U. 06/06/2013.

CREDENCIAMENTO JUNTO AO MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - Resolução
nº 37, Publicada no D.O. U em 26/10/2007 - Pelo CATI – Comitê da Área de Tecnologia da
Informação

Regimento Interno

PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional

PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento
de Sistemas

PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial

PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores

PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de
Telecomunicações

PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados

Resoluções e Regulamentos Internos
Estes documentos encontram-se no Moodle e na Secretaria Acadêmica.
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5 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA
O curso de tecnólogo é uma modalidade de curso superior, que se concentra em uma área
específica do conhecimento e é voltada para o mercado de trabalho. Embora tenha a sua origem
no setor de tecnologia, hoje atua em diversas áreas, tais como: gestão, comércio, turismo e
comunicação. Os cursos de tecnologia possuem um tempo de formação menor, possibilitando ao
aluno ingressar mais rapidamente no mercado.
A Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre oferece cinco cursos:
5.1 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações
5.1.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações
O Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações é o profissional capaz de desenvolver e implantar
soluções de redes e sistemas de telecomunicações, e gerenciar a operação e manutenção, de
acordo com metodologias e padrões de desenvolvimento, adotando normas técnicas, de
qualidade, de saúde e segurança do trabalho e preservação ambiental.
São competências desenvolvidas no Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de
Telecomunicações:

Estabelecer a logística do projeto interpretando a topologia, a infraestrutura do sistema e
atendendo aos processos administrativos, de recursos humanos, da legislação específica.

Implementar o projeto elaborando plano de ação, interpretando diagramas elétricos e
lógicos, estabelecendo cronograma, normas e processos de execução e definindo
contingências de execução.

Desenvolver e coordenar equipes de trabalho, identificando necessidades, planejando as
atividades com os integrantes da equipe.

Orientar e integrar equipes de trabalho, supervisionando a execução das atividades,
desenvolvendo planos de treinamento e avaliando o desempenho individual e coletivo da
equipe.

Monitorar o desempenho do sistema estabelecendo critérios de indicadores, utilizando os
instrumentos de medição, aplicativos em computadores e aplicando os parâmetros de
desempenho definidos.

Avaliar o desempenho do sistema identificando e aplicando os métodos de avaliação
analisando os resultados e implementando melhorias.

Planejar e executar a manutenção preventiva otimizando o desempenho do sistema,
revisando e atualizando periodicamente os planos.

Executar a manutenção corretiva identificando as anormalidades nos planos de
manutenção preventiva dos equipamentos e softwares dos sistemas de comunicações,
identificando oportunidades de melhoria e implementando as correções definidas no
desempenho do sistema.

Conceber a solução otimizada definindo custos, tecnologia, equipamentos
instrumentos a serem utilizados e atendendo Normas e Legislação vigentes.

Executar o projeto, elaborando plano de ação, cronograma e definindo contingências de
execução.
8
e
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
Certificar os sistemas de telecomunicações, verificando e aceitando a execução,
validando e emitindo a documentação definitiva; emitindo laudo de pendência, definindo e
mensurando parâmetros de desempenho dos sistemas, emitindo laudo de pendência e
elaborando manual de operação dos sistemas.

Orientar a equipe de trabalho para a utilização racional dos recursos disponíveis e na
aplicação dos procedimentos de gestão e garantia da qualidade.

Participar do desenvolvimento de pesquisas da área técnica da empresa com a
finalidade de analisar melhorias nos sistemas e serviços.

Responsabilizar-se tecnicamente perante os órgãos competentes.

Propor, implementar e apoiar ideias inovadoras considerando a evolução e o
desenvolvimento tecnológico.

Elaborar propostas de racionalização de energia, redução dos custos e melhorias na
produção/serviço.

Adaptar-se as mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e sócio-culturais que
incidem nas suas atividades profissionais no mercado.

Desenvolver a liderança da equipe com ética, dinamismo, iniciativa, criatividade e
responsabilidade.

Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde,
segurança e meio ambiente.

Desenvolver e manter relações interpessoais, através da comunicação, interação e
cooperação respeitando os valores éticos e raciais.

Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias que otimizem
os produtos ou serviços.
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5.1.2 Estrutura curricular (Currículos em extinção progressiva)
Aprovada pela Resolução do Conselho Superior nº 13 de 05/07/2010
Módulo I
Certificações Parciais
UC11 - Instalação Elétrica para Telecomunicações - 240h
UC12 - Expressões Gráficas - 160h
Módulo II
UC21 – Sistemas de Telecomunicações - 240h
UC22 – Processos da Qualidade - 80h
UC23 – Redes de Comunicação de Dados - 80h
Libras – Unidade Curricular Optativa – 80h (*)
Módulo III
UC31 - Eletrônica - 160h
UC32 – Sistemas de Comunicação Analógicos - 160h
UC33 - Roteamento em Redes - 80h
Instalador de Sistemas
de Telecomunicações
Módulo IV
UC41 – Administração de Redes - 80h
UC42 – Sistemas de Transmissão e Recepção Digital -240h
UC43 – Comutação de Redes Locais - 80h
Módulo V
UC52 – Aplicações e Gerenciamento de Redes - 160h
UC51 – Segurança em Redes -160h
UC53 – Tecnologias de Redes Geograficamente Distribuídas - 80h
Mantenedor de
Sistemas de
Telecomunicações
Módulo VI
UC61 - Sistemas Móveis de Rede - 160h
UC62 – Projeto de Integração - 240h
Módulo VII
TCC - Trabalho de conclusão de Curso – 200h
Integrador de Sistemas
de Telecomunicações
Estrutura curricular válida a partir de 2010/2
(*) Pode ser cursada em qualquer módulo a partir do Módulo 2
Certificações Intermediárias
O currículo do curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no
mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 3 (três)
certificações de qualificação profissional de nível tecnológico que expressam as grandes unidades
de competências do curso (Instalar, Manter e Integrar) e 4 (quatro) certificações do programa Cisco
CCNA® Exploration, que está integrado ao currículo do curso de Sistemas de Telecomunicações.
A integração do programa Cisco CCNA® Exploration ao currículo do curso visa fornecer aos
alunos um diferencial em termos de capacitação para o mercado de trabalho, uma vez que o
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programa é mundialmente conhecido na preparação de estudantes para novas oportunidades de
carreira profissional na área de redes de comunicação de dados sendo considerado como prérequisito para ingresso em muitas empresas que atuam nesta área. São previstas as seguintes
certificações intermediárias, ao aluno.
Conclusão de UC
ou Módulo
Certificado Intermediário Recebido
UC23
CCNA Exploration: Fundamentos de Rede
UC33
CCNA Exploration: Conceitos e Protocolos de Roteamento
UC43
CCNA Exploration: Switching LAN e Redes sem-fio
UC53
CCNA Exploration: Acessando à WAN
Módulo II
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Instalador de
Sistemas de Telecomunicações;
Módulo IV
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Mantenedor de
Sistemas de Telecomunicações
Módulo VI
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Integrador de
Sistemas de Telecomunicações
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5.1.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo – ingresso a partir de 2013/1)
SEMESTRE
1
2
3
4
5
6
7
CÓDIGO
S011
S066
S016
S051
S007
S070
S002
S053
S008
S037
S013
S088
S019
S047
S027
S093
S074
S021
S076
S065
S010
S071
S035
S033
S003
S092
S048
S095
S068
S062
S012
S025
S023
S096
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Comunicação e Metodologia de Pesquisa
Redes de Comunicação de Dados
Desenho Técnico
Princípios de Telecomunicações
Cálculo Básico
Roteamento em Redes
Análise de Circuitos
Programação Básica
Cálculo Diferencial e Integral
Infraestrutura de Redes de Comunicação de Dados
Comutação de Redes Locais
Sistemas Operacionais de Código Aberto
Eletrônica Analógica
Matemática Aplicada
Estatística Aplicada à Engenharia
Tecnologias de Redes de Longas Distâncias
Serviços com Sistemas Operacionais de Código Aberto
Eletrônica Digital
Sistemas de Comunicação Analógicos
Redes de Acesso
Comunicação Digital
Segurança de Redes
Optativa 1
Gerenciamento de Redes
Gerência de Projeto
Antenas e Propagação
Tecnologia de Redes de Banda Larga
Metodologia para Elaboração do TCC
Tópicos Especiais
Optativa 2
Redes sem Fio
Projeto Prático de Redes e Telecom
Comunicações Multimídia
Engenharia Econômica
Empreendedorismo
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
TOTAL DO CURSO (SEM TCC)
TOTAL DO CURSO (COM TCC)
CRED
C.H.
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
2.520
2.590
140
144
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS
CÓDIDO
S029
S043
S044
S057
S049
S085
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Ética e Legislação
Libras
Liderança e Gestão Organizacional
Programação WEB
Modelagem de Banco de Dados
Sistemas Distribuídos
CRED.
4
4
4
4
4
4
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
12
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Certificações Intermediárias
O currículo do curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no
mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 4 (quatro)
certificações do programa Cisco CCNA® Exploration, que está integrado ao currículo do curso de
Sistemas de Telecomunicações.
A integração do programa Cisco CCNA® Exploration ao currículo do curso visa fornecer aos
alunos um diferencial em termos de capacitação para o mercado de trabalho, uma vez que o
programa é mundialmente conhecido na preparação de estudantes para novas oportunidades de
carreira profissional na área de redes de comunicação de dados sendo considerado como prérequisito para ingresso em muitas empresas que atuam nesta área. São previstas as seguintes
certificações intermediárias, ao aluno.
UC Concluída
Certificado Intermediário Recebido
S066 – Redes de Comunicação de Dados
CCNA Exploration: Fundamentos de Rede
S070 – Roteamento em Redes
CCNA Exploration: Conceitos e Protocolos de
Roteamento
S013 – Comutação de Redes Locais
CCNA Exploration: Switching LAN e Redes sem-fio
S093 – Tecnologias de Redes de Longas
Distâncias
CCNA Exploration: Acessando à WAN
13
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5.2 Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
5.2.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Automação Industrial
O Tecnólogo em Automação Industrial é um profissional a serviço da modernização das técnicas
de produção utilizadas no setor industrial, atuando no planejamento, instalação e supervisão de
sistemas de integração e automação. Esse profissional atua na automatização dos chamados
“processos contínuos” que envolvem a transformação ininterrupta de materiais, por meio de
operações bio-físico-químicas. Na sua atividade de execução de projetos, instalação e supervisão
de sistemas de automação são bastante empregadas, tecnologias como controladores lógicos,
sensores, transdutores, redes industriais, controles de temperatura, pressão, vazão, atuadores
eletropneumáticos, sistemas supervisórios, entre outras.
Serão competências desenvolvidas no CST em Automação Industrial:





















Agir com empreendedorismo no desenvolvimento das atividades.
Coordenar equipes para a instalação, demonstrando atitude de liderança, cooperação e
interação.
Definir soluções, equipamentos e materiais, verificando as alternativas de automação do
processo, selecionando a mais viável, considerando os aspectos técnicos e econômicos.
Desenvolver ações coerentes com a política referente a qualidade total e ao sistema de
garantia de qualidade implementados pela empresa.
Desenvolver e manter relações interpessoais e a coordenação de equipes, através da
comunicação, liderança, interação, cooperação e aplicando os princípios da ética.
Documentar tecnicamente o projeto, emitindo memorial descritivo e elaborando manual.
Efetuar posta-em-marcha – startup para validação do sistema.
Especificar equipamentos, interpretando catálogos e manuais de fabricantes e
interagindo com fornecedores.
Executar a manutenção corretiva, diagnosticando e solucionando o problema.
Identificar possíveis problemas durante o processo de planejamento do produto ou
serviço e resolver os problemas que se apresentam durante sua realização.
Implementar possíveis mudanças orientadas para a evolução e o desenvolvimento
tecnológico.
Instalar Sistemas automatizados, interpretando o projeto, planejando a instalação.
Manter a performance do processo produtivo através da parametrização e ajuste de
equipamentos, acompanhando o funcionamento do sistema, efetuando ajustes e aplicando
melhoria continua.
Manter os registros as alterações técnicas do projeto, atualizando a documentação
técnica do sistema automatizado.
Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias que otimizem
os produtos ou serviços.
Orientar usuários e clientes através de comunicação verbal e escrita.
Planejar e executar a manutenção preditiva e preventiva de sistemas automatizados.
Programar, parametrizar e ajustar equipamentos do sistema, interpretando o projeto e
efetuando os testes.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis
causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde,
segurança e meio ambiente.
Utilizar as ferramentas e procedimentos de gestão da qualidade implantados pela
empresa.
14
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
5.2.2 Estrutura curricular (Currículos em Extinção Progressiva)
Aprovada pela resolução do Conselho Superior nº 19 de 17/12/2010
Módulo I
Certificações Parciais
UC11 – Instalação Elétrica para Automação – 240h
UC12  Desenho Técnico – 80h
UC13  Redação Técnica – 80h
Módulo II
UC21 –Eletricidade Industrial – 80h
UC22 – Processos da Qualidade – 80h
UC23 – Sistemas Eletropneumáticos – 80h
UC24 – Cálculo Diferencial e Integral - 80h
UC25 – Introdução à Automação Industrial – 80h
Libras – Unidade Curricular Optativa – 80h (*)
Módulo III
UC31 – Sistemas de Automação Industrial – 160h
UC32 – Eletrônica – 160h
UC33 – Manutenção Mecânica Preventiva – 80h
Instalador de Sistemas de
Automação Industrial
Módulo IV
UC41 – Manutenção de Sistemas Automatizados – 160h
UC42 – Manutenção Eletrônica – 80h
UC43 – Manutenção Mecânica – 160h
Módulo V
UC51 – Integração Eletrônica – 160h
UC52 – Controle – 160h
UC53 – Processos de Automação na Manufatura – 80h
Mantenedor de Sistemas de
Automação Industrial
Módulo VI
UC61 – Controle Distribuído de Processos – 80h
UC62 – Projetos de Integração – 240h
UC63 – Instrumentação – 80h
Módulo VII
TCC - Trabalho de conclusão de Curso – 200h
Integrador de Sistemas de
Automação Industrial
Estrutura curricular válida a partir de 2011/2
*Pode ser cursada em qualquer módulo a partir do Módulo 2
15
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
Certificações Intermediárias
O curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no mercado de
trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 3 (três) certificações
de qualificação profissional de nível tecnológico que expressam as grandes unidades de
competências do curso (Instalar, Manter e Integrar). São previstas as seguintes certificações
intermediárias, ao aluno.
Conclusão de
UC ou Módulo
Certificado Intermediário Recebido
Módulo II
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Instalador de Sistemas de
Automação Industrial;
Módulo IV
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Mantenedor de Sistemas de
Automação Industrial
Módulo VI
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Integrador de Sistemas de
Automação Industrial
5.2.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo – ingresso a partir de 2013/1)
SEMESTRE
1
2
3
4
5
6
CÓDIGO
S041
S011
S016
S053
S007
S002
S014
S022
S030
S008
S019
S021
S050
S046
S026
S067
S020
S045
S086
S082
S015
S023
S077
S056
S038
S080
S025
S079
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Introdução à Automação Industrial
Comunicação e Metodologia de Pesquisa
Desenho Técnico
Programação Básica
Cálculo Básico
Análise de Circuitos
Controladores Industriais
Eletrotécnica
Física Aplicada à Engenharia
Cálculo Diferencial e Integral
Eletrônica Analógica
Eletrônica Digital
Pneumática e Hidráulica
Máquinas Elétricas
Equações Diferenciais e Transformadas
Redes Industriais
Eletrônica de Potência
Manutenção Industrial
Sistemas Microprocessados
Sistemas de Manufatura
Controle Distribuído de Processos
Empreendedorismo
Sistemas de Controle
Programação Orientada a Objetos
Instrumentação Industrial
Sistemas de Controle Digital
Engenharia Econômica
Sistemas de Controle 2
CRED
C.H.
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
16
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
SEMESTRE
CÓDIGO
S048
S069
S059
S018
7
S006
S096
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Metodologia para elaboração do TCC
Robótica
Projeto de Sistemas de Automação
Eficiência de Sistemas Automatizados
Optativa 1
Automação para Sistemas de Energia
Optativa 2
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
TOTAL DO CURSO (SEM TCC)
TOTAL DO CURSO (COM TCC)
CRED
C.H.
4
4
4
4
4
4
4
4
70
70
70
70
70
70
70
70
70
2.520
2.590
140
144
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS
CÓDIDO
S029
S043
S044
S052
S089
S066
S009
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Ética e Legislação
Libras
Liderança e Gestão Organizacional
Processamento Digital de Sinais
Sistemas Operacionais de tempo real
Redes de Comunicação de Dados
Cálculo Numérico
CRED.
4
4
4
4
4
4
4
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
70
5.3 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
5.3.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
O Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) é um curso superior que
habilita o profissional para analisar, projetar, documentar, especificar, desenvolver, testar, implantar
e realizar a manutenção de sistemas computacionais. Faz uso de raciocínio lógico, emprego de
linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos. Neste curso o aluno
estará apto a gerenciar, especificar e desenvolver soluções de software e hardware de acordo com
os requisitos de segurança e funcionalidades necessárias para as soluções tecnológicas
inovadoras. Para tanto, a integralização das disciplinas e carga horária do curso conduzirá a
diplomação de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Serão competências desenvolvidas no CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas:

Agir com empreendedorismo no desenvolvimento das atividades.

Analisar sistemas computacionais avaliando a viabilidade técnica, identificando e
validando requisitos.

Programar sistemas computacionais elaborando algoritmos; definindo a linguagem de
programação; aplicando engenharia de software no desenvolvimento do sistema.

Preparar versões executáveis de sistemas computacionais; realizando a instalação inicial
e final do software no ambiente de produção.

Testar sistemas computacionais especificando casos/roteiros; preparando o ambiente;
elaborando o plano de teste; executando; documentando; validando e automatizando os testes.

Manter sistemas computacionais realizando a manutenção corretiva, evolutiva e
adaptativa de softwares.

Gerenciar o processo de desenvolvimento de softwares acompanhando as métricas de
planejamento e utilizando metodologias aplicadas.
17
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
5.3.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2)
SEMESTRE
1
2
3
4
5
6
CÓDIGO
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CRED.
S001
S004
S032
S031
S028
S011
S049
S094
S087
S058
S075
S091
S066
S039
S072
S024
S017
S085
S048
S064
S060
S034
¨¨
S036
S081
¨¨
S023
S096
Algoritmos e Programação Orientada a Objetos
Arquitetura de Computadores
Fundamentos de Sistemas de Informação
Fundamentos de Matemática e Lógica Proposicional
Estrutura de Dados
Comunicação e Metodologia de Pesquisa
Modelagem de Banco de Dados
Teoria Geral de Sistemas
Sistemas Operacionais
Projeto de Interfaces
Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados
Técnicas de Programação
Redes de Comunicação de Dados
Inteligência Artificial
Segurança em Desenvolvimento de SI
Engenharia de Software
Desenvolvimento e Gerência de Aplicações WEB
Sistemas Distribuídos
Metodologia para Elaboração do TCC
Qualidade de Produto e Processo de Software
Projeto Prático de ADS
Gerência de Projetos de Software
Optativa 1
Governança de Tecnologia da Informação
Sistemas de Informação Integrados
Optativa 2
Empreendedorismo
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
TOTAL DO CURSO (SEM TCC)
TOTAL DO CURSO (COM TCC)
8
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
8
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
¨¨
116
120
C.H.
[horas]
140
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
140
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
2.100
2.170
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS
CÓDIGO
S029
S043
S044
S070
S013
S025
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Ética e Legislação
Libras
Liderança e Gestão Organizacional
Roteamento em Redes
Comutação de Redes Locais
Engenharia Econômica
CRED.
4
4
4
4
4
4
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
18
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
5.4 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores
5.4.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Redes de Computadores
O tecnólogo em Redes de Computadores é o profissional que elabora, implanta, gerencia e
mantém projetos lógicos e físicos de redes de computadores locais e de longa distância.
Conectividade entre sistemas heterogêneos, diagnóstico e solução de problemas relacionados à
comunicação de dados, segurança de redes, avaliação de desempenho, configuração de serviços
de rede e de sistema de comunicação de dados são áreas de desempenho deste profissional.
Conhecimentos de instalações elétricas, teste físico e lógico de redes, normas de instalações e
utilização de instrumentos de medição e segurança são requisitos à atuação deste profissional.
Serão competências desenvolvidas no CST em Redes de Computadores:











Elaborar projetos lógicos e físicos de redes de comunicação de dados locais e de longa
distância avaliando os requisitos de implantação da rede e os softwares e dispositivos de
comunicação disponíveis; definindo os serviços de transporte de dados de longa distância, as
soluções de conectividade de comunicação de dados, as topologias, arquiteturas e protocolos de
comunicação de dados; especificando os softwares e os dispositivos de comunicação, aplicando
metodologias de elaboração de projetos e documentando a solução proposta.
Implementar soluções de conectividade e comunicação de dados locais e de longa
distância estabelecendo estratégias de implementação e modificação com base em bibliotecas
de gestão de infraestrutura; instalando a conectividade física da rede local, os softwares e os
dispositivos da rede; aplicando os procedimentos de segurança no trabalho; configurando os
softwares e os dispositivos da rede e os sistemas operacionais e dispositivos finais; testando a
conectividade e a disponibilidade dos serviços de rede implantados e documentando a
implementação do projeto.
Gerenciar redes de comunicação de dados locais e de longa distância definindo as
ferramentas de monitoramento da rede; monitorando o tráfego da rede; detectando problemas
de funcionabilidade da rede; solucionando os problemas detectados no monitoramento da rede;
gerindo indicadores de disponibilidade, usabilidade e tráfego da rede; realizando a administração
dos serviços de rede; implementando as políticas de acesso e controle de usuários e
controlando o uso dos recursos de rede.
Administrar redes de comunicação de dados locais e de longa distância definindo
políticas de acesso, controle de usuários e políticas de segurança de informação; estabelecendo
as estratégias de segurança da informação com base na política da empresa e estabelecendo
requisitos de funcionalidade de acordo com o nível de serviço e o planejamento estratégico da
rede.
Desenvolver e coordenar equipes de trabalho identificando necessidades e planejando
as atividades com os integrantes da equipe.
Orientar e integrar equipes de trabalho supervisionando a execução das atividades;
desenvolvendo planos de treinamento e avaliando o desempenho individual e coletivo da equipe.
Conceber a solução otimizada definindo custos, tecnologia, equipamentos e
instrumentos a serem utilizados e atendendo Normas e Legislação vigentes.
Executar o projeto elaborando plano de ação, cronograma e definindo contingências de
execução.
Certificar os sistemas de comunicações de dados verificando e aceitando a execução;
validando e emitindo a documentação definitiva; emitindo laudo de pendência; definindo e
mensurando parâmetros de desempenho dos sistemas e elaborando manual de operação dos
sistemas.
Orientar a equipe de trabalho para a utilização racional dos recursos disponíveis e na
aplicação dos procedimentos de gestão e garantia da qualidade.
Participar do desenvolvimento de pesquisas da área técnica da empresa com a
finalidade de analisar melhorias nos sistemas e serviços.
19
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE








Responsabilizar-se tecnicamente perante os órgãos competentes.
Propor, implementar e apoiar ideias inovadoras considerando a evolução e o
desenvolvimento tecnológico, ambiental e social.
Elaborar propostas de racionalização de energia, redução dos custos e melhorias na
produção/serviço.
Adaptar-se às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais que
incidem em suas atividades profissionais no mercado de trabalho.
Desenvolver e manter relações interpessoais através da comunicação, interação e
cooperação respeitando os valores éticos e raciais.
Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias a otimização
dos produtos ou serviços.
Desenvolver a liderança da equipe com ética, dinamismo, iniciativa, criatividade e
responsabilidade.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde,
segurança e meio ambiente.
5.4.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2)
SEMESTRE
1
2
3
4
5
6
CÓDIGO
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CRED.
S011
S066
S004
S053
S007
S070
S090
S049
S037
S033
S013
S088
S057
S065
S023
S093
S074
S025
S071
¨¨
S092
S035
S048
S095
¨¨
S061
S012
S068
S081
S096
Comunicação e Metodologia de Pesquisa
Redes de Comunicação de Dados
Arquitetura de Computadores
Programação Básica
Cálculo Básico
Roteamento em Redes
Sistemas Operacionais Proprietários
Modelagem de Banco de Dados
Infraestrutura de Redes de Comunicação de Dados
Gerência de Projeto
Comutação de Redes Locais
Sistemas Operacionais de Código Aberto
Programação WEB
Redes de Acesso
Empreendedorismo
Tecnologias de Redes de Longas Distâncias
Serviços com Sistemas Operacionais de Código Aberto
Engenharia Econômica
Segurança de Redes
Optativa 1
Tecnologia de Redes de Banda Larga
Gerenciamento de Redes
Metodologia para Elaboração do TCC
Tópicos Especiais
Optativa 2
Projeto Prático de Redes de Computadores
Comunicações Multimídia
Redes sem Fio
Sistemas de Informação Integrados
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
TOTAL DO CURSO (SEM TCC)
TOTAL DO CURSO (COM TCC)
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
¨¨
116
120
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
2.100
2.170
20
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS
CÓDIGO
S029
S043
S044
S075
S085
S094
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Ética e Legislação
Libras
Liderança e Gestão Organizacional
Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados
Sistemas Distribuídos
Teoria Geral de Sistemas
CRED.
4
4
4
4
4
4
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
Certificações Intermediárias
O currículo do curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no
mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 04
(quatro) certificações do programa Cisco CCNA® Exploration.
A integração do programa Cisco CCNA® Exploration ao currículo do curso visa fornecer aos
alunos um diferencial em termos de capacitação para o mercado de trabalho, uma vez que o
programa é mundialmente conhecido na preparação de estudantes para novas oportunidades de
carreira profissional na área de redes de comunicação de dados sendo considerado como prérequisito para ingresso em muitas empresas que atuam nesta área. São previstas as seguintes
certificações intermediárias, ao aluno.
UC Concluída
Certificado Intermediário Recebido
S066 – Redes de Comunicação de Dados
CCNA Exploration: Fundamentos de Rede
S070 – Roteamento em Redes
CCNA Exploration: Conceitos e Protocolos de
Roteamento
S013 – Comutação de Redes Locais
CCNA Exploration: Switching LAN e Redes sem-fio
S093 – Tecnologias de Redes de Longas
Distâncias
CCNA Exploration: Acessando à WAN
21
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
5.5 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados
5.5.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas Embarcados
O Tecnólogo em Sistemas Embarcados é o profissional capaz de programar microcontroladores e
microprocessadores, programar dispositivos de lógica reconfigurável, aplicar engenharia de
software no desenvolvimento de sistemas embarcados, estabelecer requisitos mínimos de
hardware e software e gerenciar o processo de desenvolvimento. São áreas de desempenho deste
profissional a programação de microcontroladores e microprocessadores, plataforma de
desenvolvimento de software, processos de qualidade e testes de software, gerenciamento de
soluções, engenharia de software e avaliação de desempenho. Conhecimentos de informática,
eletrônica e ferramentas computacionais específicas para programação de microcontroladores,
microprocessadores e dispositivos de lógica reconfigurável, processamento de sinais e
gerenciamento de processo de desenvolvimento são requisitos à atuação deste profissional.
Serão competências desenvolvidas no CST em Sistemas Embarcados:





Desenvolver softwares para sistemas embarcados, respeitando os procedimentos e
normas técnicas, ambientais, de qualidade, de saúde e de segurança. Configurar interfaces de
acordo com as especificações do projeto. Aplicar lógicas em linguagem de programação que
respeitem o comportamento lógico esperado. Utilizar linguagens de programação para integrar
os periféricos. Sincronizar os recursos de hardware entre si, validando o programa desejado.
Programar dispositivos de lógica reconfigurável, utilizando linguagens de descrição de
hardware; sintetizando os circuitos lógicos, analisando os circuitos lógicos através de simulação,
implementando o circuito no dispositivo de lógica reconfigurável e validando a implementação.
Aplicar engenharia de software no desenvolvimento de sistemas embarcados, utilizando
padrões de projeto de acordo com a descrição dos requisitos, modelando sistemas, analisando a
qualidade de processo e produto, gerenciando configurações, seguindo modelos e metodologias
de desenvolvimento de software bem como elaborando a arquitetura de softwares para sistemas
embarcados e implementando sistemas embarcados com base em boas práticas;
Estabelecer requisitos mínimos de hardware e software, seguindo os requisitos
funcionais e não funcionais para desenvolvimento de sistemas embarcados, elucidando
funcionalidade e necessidades do sistema embarcado, avaliando soluções de mercado para o
atendimento dos requisitos técnicos do projeto, bem como desenvolvendo soluções para o
atendimento dos requisitos.
Gerenciar o processo de desenvolvimento de sistemas embarcados, acompanhando as
métricas de planejamento, utilizando ferramentas de gerenciamento e aplicando metodologias de
gerenciamento para garantia do atendimento dos requisitos acordados de atendimento as
necessidades no desenvolvimento do sistema embarcado.
22
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
GUIA ACADÊMICO
2014 – 1º SEMESTRE
5.5.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2)
SEMESTRE
1
2
3
4
5
6
7
CÓDIDO
S053
S042
S021
S002
S007
S056
S086
S027
S084
S008
S054
S083
S066
S026
S089
S005
S040
S009
S024
S052
S073
S034
S055
S063
S048
¨¨
S023
S025
S077
¨¨
S044
S096
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Programação Básica
Introdução ao Curso de Sistemas Embarcados
Eletrônica Digital
Análise de Circuitos
Cálculo Básico
Programação Orientada a Objetos
Sistemas Microprocessados
Estatística Aplicada à engenharia
Sistemas Digitais
Cálculo Diferencial e Integral
Programação em Sistemas Embarcados
Sistemas de Memória de Massa
Redes de Comunicação de Dados
Equações Diferenciais e Transformadas
Sistemas Operacionais de Tempo Real
Arquitetura de Software para Sistemas Embarcados
Interfaces e Protocolos para Sistemas Embarcados
Cálculo Numérico
Engenharia de Software
Processamento Digital de Sinais
Sensores e Atuadores
Gerência de Projetos de Software
Programação em Sistemas Embarcados Linux
Projeto Prático de Sistemas Embarcados
Metodologia para Elaboração do TCC
Optativa 1
Empreendedorismo
Engenharia Econômica
Sistemas de Controle
Optativa 2
Liderança e Gestão Organizacional
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
TOTAL DO CURSO (SEM TCC)
TOTAL DO CURSO (COM TCC)
CRED.
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
8
4
4
4
4
8
4
4
8
4
4
4
8
4
4
4
4
4
4
4
4
4
¨¨
140
144
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
140
70
70
70
70
140
70
70
140
70
70
70
140
70
70
70
70
70
70
70
70
70
70
2.520
2.590
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS
CÓDIGO
S029
S043
S070
S080
S049
S094
S058
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Ética e Legislação
Libras
Roteamento em Redes
Sistemas de Controle Digital
Modelagem de Banco de Dados
Teoria Geral de Sistemas
Projeto de Interfaces
CRED.
4
4
4
4
4
4
4
C.H.
[horas]
70
70
70
70
70
70
70
23
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2014 – 1º SEMESTRE
5.6 Atividades Complementares
As atividades complementares, constantes nos currículos novos, válidos para alunos ingressantes
a partir de 2013/1, devem contemplar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão,
assegurando seu caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do conhecimento. Estas
atividades permitem o desenvolvimento do currículo pessoal e profissional dos alunos e têm como
objetivo estimular a participação do acadêmico em atividades teórico-práticas, flexibilizando seu
currículo. Para conclusão do curso, o acadêmico deve realizar 70 horas dessas atividades, que
serão contabilizadas de acordo com a tabela de atividades complementares. As atividades
complementares são orientadas por regulamento disponível no Moodle.
5.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é atividade curricular obrigatória, de elaboração
individual e tem por objetivos oportunizar ao aluno a familiarização com a metodologia de pesquisa
e seus procedimentos e uma vivência didático-pedagógica, através da mobilização e
sistematização de conhecimentos, habilidades e atitudes, adquiridos ao longo do curso.
Para os currículos em extinção progressiva as horas estimadas para a elaboração do Trabalho de
Conclusão de Curso é acrescido a carga horária estabelecida para o desenvolvimento das
unidades curriculares, correspondendo a 200 (duzentas) horas e para os currículos novos, válidos
para alunos ingressantes a partir de 2013/1, as horas estimadas para a elaboração do Trabalho de
Conclusão de Curso é acrescido a carga horária estabelecida para o desenvolvimento das
unidades curriculares, correspondendo a 70 (setenta) horas.
O tema a ser desenvolvido deve estar relacionado à área do curso. A escolha do tema é de
responsabilidade do acadêmico, devendo este respeitar a coerência do tema proposto com as
competências do perfil profissional de conclusão do curso.
A escolha do tema antecede a matrícula no TCC. A proposta para elaboração do TCC é obrigatória
e deve ser entregue na secretaria da Faculdade, em formulário padronizado - Proposta para
Elaboração do TCC, respeitando as datas estabelecidas no calendário acadêmico.
O aluno matriculado no TCC deverá ter, no mínimo, 5 encontros presenciais com o orientador
registrados em formulário próprio, explicitando data e assuntos tratados em cada encontro. Os
encontros são agendados diretamente com o orientador de acordo com a disponibilidade
orientador/orientando. O trabalho deverá ser apresentado sob a forma de monografia, artigo
científico ou projeto. A avaliação do TCC é realizada pelo docente orientador e pelo docente
avaliador. Na avaliação do TCC são observados, no mínimo, aspectos como forma do texto e
pesquisa apresentada. Orientações e formulários para elaboração do TCC estão a disposição do
aluno no site da Faculdade. As orientações para o desenvolvimento do TCC constam no
documento: Orientações para o Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso.
Os documentos orientadores para elaboração do TCC estão disponíveis no Moodle.
5.8 Sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem
Amparo legal



Regimento Interno da Faculdade de Tecnologia SENAI
Projeto Pedagógico do Curso - PPC
Resolução 09 do Conselho Superior de 16/06/2009 amparada pelo Art. 56 §3º da Portaria
Normativa 40, do Ministério da Educação.
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2014 – 1º SEMESTRE
A avaliação de competências é um processo de coleta de evidências que tem como ponto
de partida o perfil profissional requerido e consiste em processo de:





verificação do domínio cognitivo (base tecnológica);
verificação do desenvolvimento de habilidades dos alunos;
acompanhamento no desenvolvimento de qualidades pessoais;
acompanhamento do aluno, conscientizando-o de seus avanços e dificuldades; e,
verificação das competências desenvolvidas.
Para os Currículos em Extinção Progressiva
Durante o módulo, o desempenho do aluno é avaliado através de instrumentos de avaliação
coletivos e individuais, conforme critérios estabelecidos no Plano de Ensino. A avaliação tem
caráter integrador, uma vez que existe um crescimento gradativo na mobilização dos
conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidos durante o módulo. O padrão de desempenho
associado aos critérios de avaliação é entendido como um referencial de comparação que provê
condições para a efetiva avaliação de desempenho do aluno.
Os instrumentos de avaliação avaliam os Padrões de Desempenho expressos no Projeto
Pedagógico do Curso – PPC. A cada padrão de desempenho é atribuído o conceito:


D (Demonstrou)
N (Não Demonstrou)
Recuperação de Conteúdos: É parte integrante do processo de desenvolvimento das
competências, sendo realizada de forma simultânea e integrada, através de atividades de apoio,
retomada de conteúdos e atendimentos individuais.
Recuperação de Conceitos: Para cada Padrão de Desempenho com conceito N (Não demonstrou),
é oferecida uma oportunidade de recuperação em período estabelecido no calendário acadêmico.
O conceito obtido substitui o conceito anterior.
Ao final do módulo o aluno recebe o conceito A, B ou C para cada Unidade Curricular, de acordo
com os seguintes critérios:
Conceito
Critério
Situação Final
A
100% a 90% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS
Apto
B
89% a 70% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS
Apto
C
69% a 0% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS
Não Apto
Avaliação Final: É a avaliação realizada entre períodos letivos, na data estabelecida no calendário
acadêmico. Tem direito a esta avaliação o aluno que obteve conceito C em apenas uma unidade
curricular no módulo. Nesta avaliação são reavaliados todos os conhecimentos, habilidades e
atitudes da UC.
O acadêmico não apto na unidade curricular tem também as seguintes opções:
 Matricular-se somente na unidade curricular em que obteve o conceito não apto;
 Matricular-se na unidade curricular em que obteve o conceito não apto (em turno inverso,
se houver turma e vaga) e também no módulo subsequente, desde que este seja o módulo
II, IV ou VI.
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2014 – 1º SEMESTRE
Para os Currículos novos a partir de 2013/1
Durante o desenvolvimento da unidade curricular, o desempenho do aluno é avaliado através de
instrumentos de avaliação coletivos e individuais, conforme critérios estabelecidos no Plano de
Ensino. A avaliação tem caráter integrador, uma vez que existe um crescimento gradativo na
mobilização dos conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidos. O resultado é expresso sob
a forma de nota que varia de 0 (zero) a 10 (dez), com intervalos de 0,1 (um décimo). É exigido, no
mínimo, a média 7,0 (sete) para fins de aprovação na unidade curricular.
O resultado final do aproveitamento é expresso através da média aritmética dos graus G1 e G2,
com substituição do grau menor, quando necessário. Somente será permitida a substituição de um
dos graus quando a média for inferior a 7,0. Nos casos em que a nota do G1 e do G2 for igual, o
grau a ser substituído é definido pelo aluno e informado para a secretaria de controle e registro
acadêmico mediante preenchimento de requerimento, no prazo estabelecido no calendário
acadêmico.
A substituição de grau deve contemplar especificamente os conteúdos avaliados no grau que será
substituído e deve ser realizada na data estabelecida no Calendário Acadêmico.
O aluno pode recorrer do resultado da avaliação até quarenta e oito horas após a publicação do
resultado mediante preenchimento de requerimento na secretaria. A revisão é realizada por
docente designado pelo Coordenador do Curso que emite parecer validando o resultado final.
A recuperação de conteúdos é parte integrante do processo de desenvolvimento das
competências, sendo realizada de forma simultânea e integrada ao processo de ensino e de
aprendizagem, através de atividades de apoio, retomada de conteúdos e atendimentos individuais.
A frequência mínima exigida para a aprovação é de 75% (setenta e cinco por cento) do total de
horas de cada unidade curricular em que o aluno estiver matriculado.
Ao aluno que não comparecer às avaliações de aprendizagem, é concedido outra oportunidade
para realizá-las, desde que venha a requerê-la no prazo estabelecido e comprove impedimento
legal, conforme estabelecido no regulamento nº. 01, de 16 de junho de 2008, do Conselho do
Curso.
6 ACELERAÇÃO DE ESTUDOS
A possibilidade de aceleração de estudos ocorre pelo aproveitamento de conhecimentos
adquiridos em cursos de nível superior ou de experiências adquiridas no ambiente de trabalho e
está normatizada pela PORTARIA Nº 004 de 16 de dezembro de 2013.
Nos currículos em extinção, o aproveitamento de conhecimentos adquiridos, formal ou informalmente,
deve corresponder integralmente a Unidade Curricular e não pode exceder a 25% (vinte e cinco por
cento) da carga horária total do curso. Nos currículos novos, implantados a partir de 2013/1, o
aproveitamento de conhecimentos adquiridos, formal ou informalmente, deve corresponder integralmente
a Unidade Curricular e não pode exceder a 60% (sessenta por cento) da carga horária total do curso.
O aproveitamento de estudos deve respeitar as seguintes condições:
I.
Equivalência do conteúdo programático.
II.
A carga horária aproveitada de outras IES deve ser no mínimo de 75% da carga horária da
Unidade Curricular ou disciplina equivalente na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto
Alegre.
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III.
O total da carga horária das unidades curriculares / disciplinas aproveitadas de outras IES
deve ser no mínimo igual ao somatório das unidades curriculares e disciplinas equivalentes
na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre.
IV.
É permitido o aproveitamento de mais de uma unidade curricular / disciplina cursada para
compor o conteúdo programático e a carga horária equivalente na Faculdade de
Tecnologia SENAI Porto Alegre.
V.
Somente serão aproveitadas disciplinas/unidades curriculares cursadas em data anterior
ao ingresso na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre, respeitando o limite máximo
de tempo em disciplinas cursadas nos últimos 07 (sete) anos.
VI.
O aproveitamento de estudos deve ser solicitado na Secretaria da Faculdade, respeitando
os prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico.
6.1 Aproveitamento Formal de Estudos
As competências profissionais adquiridas em cursos superiores são reconhecidas mediante análise
detalhada de documentação, tendo por referências as competências estabelecidas para cada
Unidade Curricular, devidamente comprovadas através de histórico escolar e dos programas
desenvolvidos e, se necessário, também mediante avaliação, conforme Portaria Nº 004 de 16 de
dezembro de 2013.
O aproveitamento de estudos tem custos para o aluno e deve ser solicitado na secretaria mediante
apresentação do histórico escolar e ementa das disciplinas cursadas na outra instituição de ensino
superior.
6.2 Aproveitamento de Experiências Anteriores
As competências profissionais adquiridas informalmente, no trabalho ou em outros cursos serão
reconhecidas através da avaliação individual do aluno. A avaliação teórica ou prática visa
estabelecer uma relação entre os conhecimentos evidenciados pelo aluno, e as competências
exigidas para a Unidade Curricular. A validação de competências ocorre por Unidade Curricular.
O aproveitamento de experiências anteriores tem custos para o aluno e deve ser solicitado na
secretaria.
7 FREQUÊNCIA
7.1 Legislação
A frequência às aulas ou a qualquer outra atividade acadêmica oficial é obrigatória e permitida
somente a alunos regularmente matriculados. A frequência mínima obrigatória é de 75% (setenta e
cinco por cento), da carga horária do módulo excetuado os casos estabelecidos por lei.
7.2 Abono de Faltas
O abono de faltas está normalizado pelos Conselhos de Curso da Faculdade, através do
Regulamento nº 03/2008, transcrito abaixo.
Art. 1ª. O acadêmico tem direito ao abono de faltas apenas nas situações que atendem:
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a) Decreto-Lei nº 715, de 30/07/1969, "§ 4º - Todo convocado matriculado em Órgão de
Formação de Reserva que seja obrigado a faltar a suas atividades civis, por força de
exercício ou manobras, ou reservista que seja chamado, para fins de exercício de
apresentação das reservas ou cerimônia cívica, do Dia do Reservista, terá suas faltas
abonadas para todos os efeitos”.
b) Lei nº 10.861, de 14/04/2004, “§ 5º - As instituições de educação superior deverão
abonar as faltas do estudante que, em decorrência da designação de que trata o inciso IV
do caput deste artigo, tenha participado de reuniões da CONAES em horário coincidente
com as atividades acadêmicas”.
Art. 2º. É de responsabilidade do acadêmico solicitar o abono de faltas na secretaria da Faculdade,
anexando ao requerimento, Documento Oficial que comprove a atividade realizada e o período na
qual esta ocorreu.
Art. 3º. O abono de falta deve se protocolado até sete (7) dias após o término do evento causador
da(s) falta(s).
Art. 4º. Quando a(s) falta(s) ocorre(em) no término do semestre letivo, o prazo para que o
acadêmico solicite o abono de faltas fica restrito ao último dia de aula.
Art. 5º. O acadêmico só tem direto ao abono de faltas referente aos dias declarado no Documento
comprobatório.
7.3 Exercícios Domiciliares
Os exercícios domiciliares estão normalizados pelos Conselhos de Curso da Faculdade através do
Regulamento nº 02/2008, transcrito abaixo.
Art. 1º. Tem direito a realização de exercícios domiciliares:
 De acordo com o Decreto-Lei nº 1044, de 21/10/1969, o acadêmico portador de afecções
congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas,
caracterizada por incapacidade física relativa, incompatível com a freqüência aos trabalhos
escolares, desde que tenha condições intelectuais, emocionais e motoras.
 De acordo com a Lei 6.202, de 17/04/1975, a acadêmica que se encontra em estado de
gestação, a partir do 8º mês.
Art. 2º. Os exercícios domiciliares são oferecidos como compensação da ausência às aulas e
serão oferecidos ao acadêmico que tenha condições de saúde (emocionais, intelectuais e motoras)
para realizá-los e a Faculdade tenha possibilidades de acompanhá-los.
Art. 3º. São concedidos exercícios domiciliares ao acadêmico que necessite afastar-se das aulas
por um período igual ou superior a quinze (15) dias consecutivos.
Art. 4º. Os exercícios domiciliares devem ser realizados durante o período de afastamento do
acadêmico, não sendo concedidos exercícios domiciliares retroativos.
Art. 5º. É de responsabilidade do acadêmico providenciar que alguém indicado por ele, protocole o
requerimento de solicitação de exercícios domiciliares na secretaria da Faculdade, anexando o
Atestado Médico original que deve conter o Código Internacional de Doença – CID e a informação
de que o acadêmico tem condições de realizar exercícios domiciliares.
Art. 6º. O acadêmico só tem direto a exercícios domiciliares referentes ao período compreendido
entre a data do protocolo da solicitação na secretaria e a data de término do Atestado Médico.
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Art. 7º. Não são oferecidos exercícios domiciliares para atividades curriculares práticas ou que
exijam o acompanhamento e a orientação individual do professor ou a presença física do
acadêmico.
Art. 8º. O período máximo de realização dos exercícios domiciliares deve possibilitar a
continuidade do processo pedagógico de aprendizagem e a realização de todas as avaliações
referentes aquele período letivo em que o acadêmico está matriculado.
7.4 Realização de avaliação em data posterior
A realização de avaliação em data posterior está normalizada pelos Conselhos de Curso da
Faculdade através do Regulamento nº 01/2008, transcrito abaixo.
Art. 1º. O acadêmico que estiver impedido de comparecer as aulas em data e horário em que
ocorra avaliação pode requerer nova oportunidade para realização desta, desde que comprove
mediante documento legal (atestado de saúde, ocorrência policial, convocação da justiça,
declaração, etc) que não compareceu por motivo de força maior.
§ 1º. É considerado motivo de força maior convocação para integrar o conselho de sentença em
tribunal do júri, estar a serviço da justiça eleitoral, participar de manobra militar obrigatória e
treinamentos de segurança, envolvimento em eventos imprevistos (intempéries, acidentes,
assalto), viagem a estudo e participação em eventos na área do curso em que está matriculado.
§ 2º. Não será considerado motivo de força maior a não realização da avaliação por assuntos de
trabalho.
Art. 2º. É responsabilidade do acadêmico protocolar na Secretaria da Faculdade a solicitação para
realizar a avaliação, no prazo máximo de 2(dois) dias úteis após o término do período de
afastamento, anexando à solicitação documentos comprobatório onde conste o motivo do não
comparecimento à aula na data em que ocorreu a avaliação.
Parágrafo único. O prazo para que o acadêmico protocole a solicitação fica restrito ao último dia
de aula.
Art. 3º. A Secretaria encaminha o processo ao Coordenador de Curso no prazo máximo de 1(um)
dia útil após o recebimento do protocolo;
Art. 4º. O Coordenador de Curso deve emitir o parecer de deferimento ou indeferimento da
solicitação em um prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis. No 5º dia útil o Coordenador deve
devolver o processo na Secretaria.
Art. 5º. O Deferimento ou Indeferimento da solicitação estará à disposição do acadêmico no prazo
máximo de 7(sete) dias úteis a contar da data do protocolo da solicitação na Secretaria.
Art. 6º. O acadêmico deve realizar a avaliação na data e horário estabelecidos.
§ 1º. A avaliação não será realizada concomitantemente ao horário de aula.
§ 2º. A solicitação da avaliação não abona a(s) falta(s).
Art. 7º. Os casos omissos serão avaliados pelo Diretor e pelo Coordenador do Curso.
8 MATRÍCULA, TRANCAMENTO E CANCELAMENTO
8.1 Matrícula
A matrícula, ato formal de vinculação à Faculdade, é realizada na secretaria acadêmica para cada
período letivo, nas datas previamente estabelecidas no calendário acadêmico. Se for comprovada,
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em qualquer tempo, alguma irregularidade na documentação do aluno, a matrícula poderá ser
cancelada por ato da Instituição.
Perderá o direito à vaga o aluno que não comparecer na data, local e horário determinado para sua
matrícula, ou não apresentar os documentos exigidos. Por ocasião da matrícula, a cada período
letivo, é necessária a assinatura do Contrato de Prestação de Serviços Educacionais, que somente
poderá ser assinado por maiores de 18 (dezoito) anos – aluno ou responsável legal. O aluno que
deixar de frequentar as aulas (desistência ou abandono do curso) e que não requerer o
cancelamento de sua matrícula terá seu débito financeiro acumulado até o final do módulo.
A faculdade dispõe de um programa de crédito educativo destinado ao financiamento dos valores
referentes ao pagamento dos cursos de graduação para alunos que comprovem carência
econômica. O reembolso das quantias financiadas deverá ser realizado ao SENAI-RS com prazo
de carência de 6 meses a contar da data de conclusão do curso. A oferta do crédito é limitada e
deverá ser solicitada sempre no início de cada período letivo na secretaria. O sistema de matricula
para alunos dos currículos em extinção progressiva é modular. Neste sistema o aluno deve efetuar
a matricula no módulo, cursando todas as unidades que o compõe. No caso de aluno reprovado,
que tenha alguma unidade curricular aprovada ou para o aluno que obtive aproveitamento de
unidade curricular, a matrícula ocorre no módulo com dispensa da unidade curricular
cursada/aproveitada. Neste caso o pagamento é proporcional a carga horária matriculada. O
sistema de matricula para alunos dos currículos reestruturados em 2013 é por crédito. Neste
sistema o aluno do primeiro semestre deve efetuar a matricula em todas as unidades curriculares
do semestre. A partir do segundo semestre, o aluno está condicionado a cursar no mínimo 12
créditos.
8.2 Trancamento de Matrícula
O trancamento de matrícula consiste na suspensão temporária de estudos, permanecendo o aluno
vinculado ao curso. O aluno só adquire o direito de trancamento de matrícula após concluir o 1º
semestre do curso. Deve ser formalizado mediante requerimento específico na secretaria. O
período de trancamento, somando ao período de realização do curso, não deve ultrapassar o
tempo para integralização do curso (5 anos).
O trancamento de matrícula obedece aos prazos estabelecidos no calendário acadêmico e as
normas regimentais de acordo com a legislação vigente.
8.3 Cancelamento de Matrícula
O cancelamento de matrícula consiste na interrupção dos estudos, com a perda total do vínculo
com o curso. Deve ser formalizado mediante requerimento específico. A partir do deferimento do
cancelamento, aplicam-se as cláusulas do contrato de prestação de serviços educacionais.
A matrícula é cancelada nas seguintes situações:
1. solicitação por escrito do aluno;
2. não renovação da matrícula no prazo estabelecido;
3. impossibilidade de integralização do curso no prazo estabelecido;
4. o aluno receber, em processo disciplinar, parecer favorável ao cancelamento.
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9 TRANSFERÊNCIAS, REOPÇÃO DE CURSO E DE TURNO
9.1 Transferência de Outras Instituições
No limite das vagas existentes e mediante processo seletivo, a faculdade aceita transferências de
alunos provenientes de cursos idênticos ou afins, ministrados por estabelecimento de ensino
superior nacional ou estrangeiro, no período estabelecido no calendário acadêmico.
Transferências oriundas de outras instituições de ensino são condicionadas à existência de vagas,
análise curricular e, às adaptações necessárias, exceto as prevista em lei.
O pedido de transferência deve ser protocolado na secretaria em formulário próprio e mediante
entrega dos documentos comprobatórios. No caso transferência com aproveitamento de estudos, a
análise documental é realizada pelo(a) coordenador(a) de curso.
9.2 Reopção de Curso/Turno
A reopção de curso/turno é permitida ao aluno quando houver vagas e nos prazos estabelecidos
no Calendário Acadêmico.
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10 AVALIAÇÃO INSTITUICIONAL
A avaliação Institucional na Faculdade é coordenada pela Comissão Própria de Avaliação – CPA,
que tem por objetivo implementar, sistematizar e consolidar o processo de avaliação institucional
de acordo com as normas previstas no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
SINAES.
A CPA é composta por dois docentes, dois técnicos-administrativo, dois alunos e dois integrantes
da sociedade civil organizada.
No mês de novembro de cada ano, os alunos, docentes e técnicos-administrativo são convidados a
participar da avaliação institucional. O resultado da avaliação institucional da faculdade integra os
indicadores da avaliação da educação superior do MEC. O relatório da avaliação institucional é
divulgado à comunidade acadêmica no MOODLE e no site da Faculdade.
11 ENADE
O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) é um dos procedimentos de
avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O ENADE é
realizado pelo INEP através de seleção dos alunos que serão avaliados. Participam do ENADE
duas categorias de alunos: os ingressantes e os concluintes. Os cursos são avaliados a cada 3
anos e recebem nota de 1 a 5.
O ENADE é componente curricular obrigatório nos cursos de graduação, sendo inscrita no histórico
escolar do aluno somente a sua situação regular em relação a essa obrigação, atestada pela sua
efetiva participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo Ministério da Educação, na forma
estabelecida em regulamento. Será aplicado periodicamente aos alunos concluintes de cada curso.
12 REDE ACADÊMICA
A rede acadêmica conta com acesso a Internet, aplicativos específicos ligados às áreas dos cursos
e a ferramenta de auxílio às aulas presenciais - MOODLE. O acesso à rede acadêmica dentro das
dependências da faculdade é realizado mediante login e senha individuais fornecidos pelo setor de
informática da faculdade. A ferramenta MOODLE permite a interação síncrona com a comunidade
acadêmica através de chats e assíncrona através de fóruns e emails, garantindo a qualidade na
troca de informações.
13 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM
Para utilização dos ambientes de aprendizagem é necessário observar as normas internas da
faculdade, disponíveis no site www.senairs.org.br/faculdade, no Moodle e nos murais dos
laboratórios.
Destacamos que:
 é vedado o consumo de qualquer tipo de alimento ou bebida, exceto água em garrafa
plástica em todos os ambientes de aprendizagem;
 os equipamentos de informática devem ser utilizados exclusivamente para realização das
atividades acadêmicas.
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14 BIBLIOTECA
A Biblioteca Luís Fernando Veríssimo possui variado acervo em diversas áreas do conhecimento e
acervo técnico especializado nas áreas de: automação industrial, telecomunicações, eletrônica,
redes de computadores, meio ambiente, gestão ambiental, eficiência energética, desenvolvimento
sustentável.
A Biblioteca oferece os seguintes serviços: catálogo on-line; consulta local; levantamento
bibliográfico; catalogação na fonte; visita orientada; treinamento de usuários; normatização da
produção intelectual; empréstimo domiciliar (serviço de reserva e renovação); empréstimo
interbibliotecário (SENAI); sala de estudos; videoteca; acesso à internet e orientação à pesquisa.
14.1 Empréstimos
Obras de referência, de consulta local e publicações institucionais identificadas por tarja vermelha,
não podem ser retiradas da biblioteca. Demais itens do acervo seguem a seguinte regra de
empréstimo:


Prazo de empréstimo de livros e folhetos é de 7(sete) dias consecutivos, podendo ser
renovado por igual período, desde que não haja reserva. Podem ser retirados 3 (três)
livros/folhetos por usuário.
Prazo de empréstimo dos periódicos é de 3 (três) dias consecutivos, podendo ser
renovado por igual período, desde que não haja reserva. Podem ser retirados 3 (três)
periódicos por usuário. O último exemplar de cada periódico disponível deve permanecer
na Biblioteca para consulta local.
O empréstimo e a renovação de itens do acervo serão feitos mediante senha pessoal. As
renovações são realizadas pessoalmente ou via portal. Pode ser reservado item do acervo
emprestado a outro usuário, este fica à disposição do solicitante por um dia. É cobrada multa por
dia de atraso na devolução do material emprestado. Feriados e finais de semana não são
computados no cálculo da multa. A suspensão do empréstimo ocorre enquanto o usuário estiver
inadimplente.
15 ATENDIMENTO AO ALUNO
O atendimento ao aluno ocorre através do atendimento da coordenação de curso, do apoio
psicopedagógico, nivelamento de matemática, curso de inglês, reforço em matemática, monitoria e
sala de estudos.
15.2 Núcleo de Apoio psicopedagógico (NAP)
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico atende alunos com dificuldades na definição de objetivos
pessoais e profissionais, no relacionamento interpessoal e com comportamento acadêmico
inadequado e desmotivação. Promove ações para a integração dos alunos e a inclusão de alunos
portadores de necessidades especiais e realiza o encaminhamento para concessão de bolsa de
estudos, avaliando a realidade sócio-econômica para definição de prioridades. O NAP está
localizado na sala 410 e atende em horários previamente divulgados no site e nos murais.
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15.3 Nivelamento
A realidade educacional brasileira, principalmente do ensino médio, tem reflexo na formação
universitária. Com o objetivo de minimizar a defasagem dos alunos que ingressam no ensino
superior, reduzir a evasão e melhorar as condições de aprendizado, essenciais para o bom
aproveitamento do curso, foram instituídos os programas de nivelamento, com ênfase aos alunos
ingressantes.
15.3.1 Nivelamento de Português
A Faculdade preocupada com o desenvolvimento acadêmico de seu discente entende a
necessidade de ajudá-lo a aprimorar sua competência linguística, a fim de que ele possa exercê-la
de maneira adequada em qualquer situação e que se apresente, sabendo discernir e decidir a
respeito de que padrão linguístico utilizar em cada situação, além de dominar o padrão culto da
língua valorizado socialmente e de grande importância no contexto acadêmico.
Desta forma, a Faculdade oferece o Nivelamento de Português de forma sistemática, e são
oferecidas aulas gratuitas em horário extra-classe abordando conteúdos selecionados por
professores altamente qualificados.
O calendário das aulas e os conteúdos trabalhados são divulgados à comunidade acadêmica no
início de cada semestre.
15.1 Atendimento da Coordenação de Curso
O atendimento da coordenação de curso é oferecido em horários previamente divulgados no site e
nos murais, com o objetivo de esclarecer dúvidas relacionadas a vida acadêmica e
encaminhamento de questões percebidas no atendimento.
15.3.2 Nivelamento de Matemática
O programa Nivelamento de Matemática é sistemático, tendo sido implantado em 2008/1. São
oferecidas aulas gratuitas em horário extra-classe abordando conteúdos selecionados por
professores. O calendário das aulas e os conteúdos trabalhados são divulgados à comunidade
acadêmica no início de cada semestre.
15.3.3 Reforço em Matemática do Ensino Superior
São oferecidas, a cada semestre, aulas de reforço nos conteúdos de matemática trabalhados nos
cursos de ensino superior da faculdade. Os horários das aulas são divulgados no início de cada
semestre no site da faculdade, no Ambiente Virtual MOODLE e nos murais. O reforço é
recomendado, prioritariamente, aos alunos do 2ª, 3ª e 4ª semestres.
15.3.4 Curso de inglês
A aprendizagem da língua inglesa, considerada idioma de comunicação universal entre os povos é
de grande valia para o exercício profissional na era da informação, em um mercado de trabalho
competitivo e globalizado. Com o objetivo de oportunizar, gratuitamente, aos alunos o estudo da
língua inglesa, potencializando sua inserção no mercado de trabalho, a faculdade oferta, desde
outubro de 2008, o curso English Stairs. O curso é desenvolvido em 3 módulos, totalizando 180
horas.
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2014 – 1º SEMESTRE
15.4 Monitoria
A monitoria tem por finalidade contribuir para despertar o interesse dos alunos na atividade
docente, aproveitando o conteúdo obtido durante sua formação acadêmica. O trabalho de
monitoria é exercido por alunos selecionados conforme os critérios estabelecidos no edital para
seleção de monitores. O vínculo do aluno monitor com a faculdade ocorre através de termo de
compromisso de estágio onde são disponibilizados horários para os monitores atenderem alunos
com dúvidas em Unidades Curriculares específicas. O monitor é acompanhado pelo docente
supervisor.
15.5 Sala de Estudos
A faculdade oferece a seus alunos um ambiente exclusivo para estudos, contendo mesas para
estudo em grupo e computadores com acesso a Internet. Este ambiente localiza-se na sala 340,
bloco 1, estando disponível ao aluno nos três turnos de funcionamento da faculdade, das 8h às
22h.
16 NORMAS E PROCEDIMENTOS ACADÊMICOS E ADMINISTRATIVOS
A Faculdade, concebida como espaço de produção e divulgação de conhecimento, está voltada à
formação integral do indivíduo com ênfase nas especificidades do profissional. Visando a
excelência, o conhecimento produzido está sempre pautado em princípios e compromisso social. A
inserção oficial do aluno na vida acadêmica, desde o ato da matrícula até a expedição do diploma
é orientada por normas que são estabelecidas pela Faculdade.
Organizamos estas informações na forma de um glossário para facilitar a consulta e facilmente
encontrar respostas para muitas questões que surgem no cotidiano.
Recomendamos a permanente leitura deste Guia, de forma que ele possa se constituir em um
instrumento para facilitar e melhorar a nossa vida acadêmica.
Você tem acesso aos documentos que regem estas normas na Secretaria da Faculdade e pode
também consultar o Coordenador de Curso que orientará o encaminhamento de possíveis dúvidas.
ACHADOS E
PERDIDOS
Ainda que não tenha nenhuma responsabilidade sobre objetos deixados no
interior das salas, a Faculdade recomenda a busca de tais bens, no dia
imediatamente seguinte a seu extravio, disponíveis na Secretaria da
Faculdade, no período de 30 (trinta) dias. Após este período os pertences
serão enviados para doação.
ANO LETIVO
O ano letivo, independentemente do ano civil, abrange no mínimo 200
(duzentos) dias, distribuídos em dois períodos letivos regulares, cada um
com, no mínimo 100 (cem) dias de atividades escolares efetivas, excluído o
tempo reservado a exames. O período letivo prolonga-se sempre que
necessário para que se completem os dias letivos previstos, bem como para
o integral cumprimento do conteúdo e carga horária estabelecidos nos
programas das disciplinas nele ministradas. Entre os períodos letivos
regulares são executados programas de ensino não curriculares e de
pesquisa, objetivando a utilização dos recursos materiais e humanos
disponíveis.
CALENDÁRIO
ACADÊMICO
O calendário acadêmico é publicado a cada início de período de letivo no
site: www.senairs.org.br/faculdade e no ambiente virtual de apoio ao ensino MOODLE.
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COORDENADOR
DE CURSO
O coordenador de curso é referência de contato com docentes e alunos do
curso e o elo entre estes e a direção, assegurando que as ações
pedagógicas sejam desenvolvidas em consonância com a missão, os
princípios institucionais, a política da qualidade e os objetivos do curso. Esta
articulação visa garantir a coerência do currículo e do projeto pedagógico
com as diretrizes curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de
Educação, favorecendo a aplicação de metodologias de ensino adequadas à
concepção do curso, incluindo abordagens de ensino, procedimentos e
recursos didáticos apropriados e atualizados. As principais atividades estão
relacionadas com a gestão didático-pedagógica, infraestrutura, gestão
política e institucional do curso.
COLEGIADO DE
CURSO
A coordenação didática de cada curso está a cargo do Conselho do Curso
que é composto pelo coordenador do curso, seu presidente, pelo supervisor
de educação e tecnologia, supervisor administrativo, secretário e
representantes do corpo docente e discente.
A composição e o funcionamento do Conselho do Curso estão descritos na
seção 3 do Regimento Interno da Faculdade e na resolução nº. 04 do
Conselho Superior, que fixou normas complementares para seu
funcionamento.
ESTACIONAMENTO
A faculdade dispõe de estacionamento administrado por empresa
terceirizada. O acesso é realizado mediante pagamento. A responsabilidade
causada por consequências decorrentes de furto, roubo e danos aos
veículos, serão de responsabilidade da empresa que administra o
estacionamento.
ESTÁGIO NÃO
OBRIGATÓRIO
O estágio não-obrigatório está regulamentado na Lei nº. 11.788, de 25 de
setembro de 2008 e que tem por objetivos propiciar experiência prática
complementar, a preparação para o trabalho produtivo e favorecer a
aprendizagem de competências próprias de atividades profissionais e o
desenvolvimento para a vida cidadã.
O estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, de
livre escolha do educando podendo ser desenvolvido a partir do primeiro
semestre, inclusive.
FIES
O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da
Educação destinado a financiar a graduação na educação superior de
estudantes matriculados em instituições não gratuitas. Podem recorrer ao
financiamento os estudantes matriculados em cursos superiores que tenham
avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.
Em 2010 o FIES passou a funcionar em um novo formato. O Fundo Nacional
de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a ser o Agente Operador
do Programa e os juros caíram para 3,4% ao ano. Além disso, passou a ser
permitido ao estudante solicitar o financiamento em qualquer período do ano.
COLAÇÃO DE
GRAU
A Colação de Grau ou Formatura é o último compromisso acadêmico do
aluno, é de caráter obrigatório, público e solene para o aluno concluinte de
curso superior de tecnologia. Pode ser realizada em ato:
I. Solene: em veste talar, e na presença do (a) diretor (a), do paraninfo,
homenageado(s) e orador, em local previamente determinado. O protocolo
formal da solenidade é de responsabilidade da Faculdade.
II. Simples (Gabinete): não há veste talar, nem paraninfo, homenageado ou
orador. A cerimônia é realizada em gabinete, em local determinado pela
Faculdade. Fica restrita à formalidade de colação de grau, sob a
responsabilidade do(a) diretor(a) ou de integrante da direção que dele
receber delegação. A turma de formandos de cada curso deve constituir uma
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comissão de formatura integrada por alunos, escolhidos, preferencialmente,
por voto. A faculdade tem uma comissão permanente de formatura, que
através do(a) seu (sua) interlocutor(a) faz a mediação da faculdade com a
comissão de formatura dos alunos. É de responsabilidade do formando
comparecer na secretaria acadêmica no prazo estipulado para retirar o
documento de confirmação ou não da sua situação de formando.
Currículos em Extinção Progressiva
HORÁRIO
ACADÊMICO
Currículo Novo – Ingresso a partir
de 2013/1
Manhã:
8h – 10h
10h15min – 12h
Manhã:
8h30min – 10h
10h15min – 12h
Noite
19h – 20h45min
21h – 23h
Noite
19h – 20h45min
21h – 22h30min
OUVIDORIA
A Ouvidoria é um canal de comunicação entre os alunos, professores,
funcionários e a comunidade acadêmica. É o setor responsável pelo
recebimento de consultas, sugestões, reclamações e elogios onde o cidadão
pode manifestar democraticamente sua opinião sobre os serviços prestados
pela Instituição. A Ouvidoria atua na mediação da relação entre a Faculdade
e a comunidade, preservando o sigilo e a imparcialidade que a atividade
requer.
REPRESENTANTE DE TURMA
Cada turma deverá eleger um representante de turma. Consideram-se
representantes de turmas os alunos matriculados e eleitos em processo
eletivo realizado sob a coordenação do NAP. As etapas e processos da
eleição serão divulgados em sala de aula.
SEMANA
ACADÊMICA
É um espaço para atualização tecnológica, integração, discussão e troca de
informações entre alunos, professores e profissionais do setor de
Telecomunicações e de Automação Industrial. Ocorre sempre no segundo
semestre do ano e deve ser constituída uma comissão de alunos para a
sua organização, com o apoio dos coordenadores de curso, docentes e NAP.
A Extensão Universitária é o processo educativo, cultural, científico e social
que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável, desenvolvendo
ações direcionadas ao atendimento das demandas da comunidade.
As ações de extensão são sob a forma de:
EXTENSÃO
UNIVERSITÁRIA
PÓSGRADUAÇÃO
LATO SENSU

Programas de Extensão

Projetos de Extensão

Cursos de Extensão

Eventos

Prestação de Serviços

Produção e Publicação
A Pós-Graduação Lato Sensu é um segmento da educação continuada na
Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre, integrado ao ensino,
destinado ao aprofundamento dos conhecimentos acadêmicos e técnicoprofissionais, em campos específicos do saber. Integra prioritariamente as
áreas de conhecimento vinculadas ou aproximadas aos Cursos de
Graduação da Faculdade.
Contemplam como objetivos da Pós-graduação Lato Sensu: assegurar um
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ensino de qualidade compromissado e compatível com as expectativas dos
alunos e sociedade; integrar-se com a comunidade e, em especial, com a
comunidade industrial a fim de ampliar e consolidar a sua ação educativa;
incentivar a produção e inovação científico-tecnológica, e suas aplicações no
mundo do trabalho; e, o fortalecimento do princípio da indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão.
INICIAÇÃO
CIENTÍFICA
O Programa Institucional de Iniciação Científica é um programa voltado para
o desenvolvimento do pensamento científico e da iniciação à pesquisa de
estudantes de graduação com os seguintes objetivos:
- Contribuir para a formação científica dos alunos de graduação.
- Contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa.
17 ORGANOGRAMA DA FACULDADE
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18 DIREITOS E DEVERES DO ALUNO
São direitos do aluno:
I. Receber ensino de qualidade;
II. Ter assegurado o respeito à sua singularidade pessoal e cultural;
III. Ter assegurado as condições adequadas de aprendizagem;
IV. Receber orientação para a constante melhoria do seu rendimento escolar;
V. Participar de discussões sobre os critérios de avaliação e a qualidade do ensino ministrado;
VI. Ter liberdade de acesso às fontes de cultura e de criação e ou reprodução de valores
culturais,
VII. Artísticos e históricos próprios de seu contexto social;
VIII. Ter acesso aos serviços administrativos e técnicos oferecidos pela Faculdade;
IX. Recorrer das decisões que lhe disserem respeito e que se sinta prejudicado, junto aos
colegiados da Faculdade.
São deveres do aluno:
I. Observar o regime acadêmico e disciplinar da Faculdade e comportar-se de acordo com
princípios éticos condizentes;
II. Respeitar as normas administrativas, pedagógicas, de segurança e de prevenção de
acidentes, comportando-se de acordo com princípios éticos condizentes;
III. Participar de todas as atividades escolares que concorram para o aprimoramento de sua
formação profissional e desenvolvimento da cidadania;
IV. Respeitar as diferenças individuais relacionadas à etnia, credos, opções políticas e culturais
diferenciadas;
V. Manter a Faculdade informada sobre os motivos de eventuais ausências e mudança de
residência e/ou local de trabalho;
VI. Zelar pelo patrimônio da Faculdade e pelo material que lhe for confiado, colaborando para
sua conservação e manutenção, devendo, em caso de imprudência ou negligência,
ressarcir o prejuízo causado;
VII. Manter-se em dia com as obrigações financeiras assumidas;
VIII. Frequentar obrigatoriamente as aulas nos termos da legislação vigente.
19 DISPOSIÇÕES GERAIS
As informações completas sobre o funcionamento administrativo e acadêmico da faculdade
constam do Regimento Interno que está à disposição para consulta na Secretaria de Controle e
Registros Acadêmicos e na Biblioteca.
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3 - Sistema FIERGS - Autenticação v_1.0