Clipping FENTECT
31/08/2010
Edição Nº 077
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Secretário de Imprensa FENTECT - Alexandre Takachi de Sá
CORREIOS - BRASIL
Jornal Cruzeiro do Sul
Funcionários de franqueados da ECT fazem manifestação
Cerca de 700 funcionários de franquias dos Correios fizeram, na 2ª feira (30), uma manifestação em Belo Horizonte, seguida de uma carreata de 80 veículos, que partiu da Praça da Estação até o edifício central dos Correios no centro da cidade
e, posteriormente, seguiu para a Assembleia Legislativa do Estado. Receosos de perder o emprego com o impasse das licitações das franquias, cujo prazo expira em 30 de novembro, os manifestantes entregaram um documento ao ex-prefeito de
Belo Horizonte e candidato ao Senado Federal pelo PT em Minas Gerais, Fernando Pimentel.
O objetivo, segundo Cláudio Justo, um dos líderes da manifestação, é que o candidato, que tem um bom trânsito com o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com a candidata Dilma Rousseff interceda por eles junto ao Planalto para a volta das
negociações. Na sexta-feira, os manifestantes abordaram o ex-ministro das Comunicações e candidato ao governo de Minas
Gerais pelo PMDB, Hélio Costa, e fizeram o mesmo pedido. Segundo Justo, só em Minas são seis mil funcionários diretos,
e há casos de famílias em que os seus dois chefes trabalham nas franquias.
O prazo para a realização das licitações das franquias dos Correios termina em 10 de novembro, mas a maior parte das licitações para contratar franqueados está suspensa por ações na Justiça que questionam o edital. Um dos principais pontos de
questionamento é a tabela de remuneração do edital, que segundo os franqueados não é viável economicamente.
Jornal da Manhã – Uberaba
Banco Postal inaugura agência
Agência do Banco Postal, localizada no Shopping Uberaba, entrou em pleno funcionamento ontem. Segundo Fábio Fonseca
de Andrade, gerente regional dos Correios, o investimento na unidade foi de mais de R$ 133 mil e contará com dois funcionários no atendimento, com previsão de expansão para seis.
Segundo a empresa, a agência conta com uma unidade de atendimento do Banco Postal. A expansão do serviço e as intervenções na infraestrutura das redes de atendimento e distribuição dos Correios no Estado vêm beneficiando um número
cada vez maior de localidades mineiras. Atualmente, Minas Gerais opera o Banco Postal em mais de 900 agências, e atingiu
no mês de junho, 100% dos municípios mineiros.
De acordo com a empresa, a cidade passa a ter três pontos de atendimento do Banco Postal. A estimativa é que circulem
cerca de 200 clientes diariamente na nova agência. Um dos diferenciais da unidade é seu horário de atendimento ao público:
de segunda a sexta-feira, das 10h às 22h, e, aos sábados, das 10h às 18h. Vale destacar que o imóvel foi todo adaptado para
receber o Banco Postal, seguindo os padrões de acessibilidade e ergonomia.
Cláudio Humberto
Erenice sabia
A ministra Erenice Guerra (Casa Civil) não pode dizer que “não sabia”: esta coluna revelou antes da posse dele na diretoria
de Operações da estatal, as ligações do coronel aviador Eduardo Arthur Rodrigues Silva com empresa aérea que tem contrato milionário com os Correios.
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31/08/2010
Edição Nº 077
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Secretário de Imprensa FENTECT - Alexandre Takachi de Sá
Portal Click PB
Correios têm contrato de R$ 19 mi sem licitação com empresa ligada a diretor
A empresa Master Top Linhas Aéreas, que pertence aos ex-sogros da filha do diretor de Operações dos Correios, Eduardo
Artur Rodrigues Silva, assinou contrato sem licitação de R$ 19,62 milhões com a estatal.
A Master é cliente da Martel Assessoria e Consultoria Aeronáutica, de Tatiana Silva Blanco, filha de Silva.
Segundo os Correios, o contrato foi firmado emergencialmente, de maio até novembro, para enfrentar os problemas de logística da empresa enfrentados no início do ano. Na época, Silva não era diretor da estatal.
Os Correios negaram que a Master tenha assinado outro contrato de R$ 44,9 milhões com a empresa, conforme publicado
pelo jornal “O Estado de S. Paulo” ontem.
A Master ganhou essa licitação, mas a empresa foi desclassificada porque não apresentou documentos dentro do prazo de
quatro horas. O contrato então foi assinado com a segunda colocada, a Rio Linhas Aéreas, em 17 de agosto. A empresa,
porém, ainda não começou a operar porque a Master está contestando o processo na Justiça. Enquanto o impasse judicial
não se resolve, é a Master quem está operando a rota, uma vez que já havia um contrato emergencial.
O ministro José Artur Filardi (Comunicações) afirmou à Folha que espera o rompimento do contrato da empresa de consultoria da filha do diretor com a Master. Ele viajou a Brasília hoje para tratar do assunto, mas o diretor estava em São Paulo
e a conversa deve ocorrer nos próximos dias. O diretor era dono da consultoria até 1998, mas transferiu a empresa para os
filhos, conforme documentos enviados à Folha.
A Master ganhou este ano outros três pregões para atender os Correios, que somam R$ 40 milhões. Todos antes da posse
Silva, no final de julho.
Folha Online
Ministro das Comunicações não descarta afastar diretor dos Correios
O ministro das Comunicações, José Artur Filardi, cancelou agenda que cumpriria hoje em Belo Horizonte para ir a Brasília
conversar com o diretor de Operação dos Correios, Eduardo Artur Rodrigues Silva, sobre a denúncia de que a Martel Consultoria, administrada pela filha dele, presta serviço para uma empresa que ganhou recentemente contrato milionário nos
Correios.
No site da Martel Consultoria, controlada por Tatiana Silva Blanco, consta o nome da Master Top Linhas Aéreas como uma
das clientes da empresa. O ministro vai recomendar ao diretor que a empresa da filha dele rompa o contrato com a Master
para evitar conflito ético, caso contrário ele pode ser afastado dos Correios.
Segundo o ministro, não está em questão o contrato da Master com os Correios uma vez que a licitação não está sendo
questionada e os Correios enfrentaram muitos problemas de logística este ano, o que levou a atraso na entrega de correspondências e a queda de parte da cúpula da estatal. O contrato com a Master, de R$ 44,9 milhões, é para transporte de correspondência na rota Manaus-Brasília-São Paulo.
Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, que revelou a história, a Master ganhou o pregão 20 dias antes de Artur assumir
a diretoria dos Correios. Segundo o jornal, ele foi indicado para o cargo pelo advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula. Os dois teriam se aproximado porque trabalharam para a VarigLog, Teixeira como advogado no conturbado
processo de venda da empresa.
A Folha apurou que Artur disse ao ministro que é indicado do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO). O senador não foi
encontrado pela Folha.
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Secretário de Imprensa FENTECT - Alexandre Takachi de Sá
Estadão- SP
Correios podem romper contrato suspeito, diz ministro
Se comprovado o vínculo do diretor de Operações da Empresa de Correios e Telégrafos, coronel Eduardo Artur Rodrigues
Silva, com a Master Top Linhas Aéreas (MTA) - ou com consultorias que prestam serviços para companhias do setor aéreo
- o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, vai recomendar a extinção dos contratos. “Se confirmar que existe (o
vínculo), recomendo que esse contrato deva ser rompido”, afirmou Filardi, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. O
ministro disse que fará a análise para ver “se existe conflito (de interesses)”.
Reportagem publicada na edição de ontem mostrou que 20 dias antes de o coronel ser escolhido para a direção de Operações
dos Correios, a Master Top Linhas Aéreas arrematou o contrato de uma das principais linhas da estatal, a Linha 12, que
opera no trecho Manaus-Brasília-São Paulo (ida e volta). A empresa, com sede em Campinas (SP), venceu o pregão eletrônico com lance de R$ 44,9 milhões - o equivalente a 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga da estatal.
Ao assumir a diretoria nos Correios, em 2 de agosto, o coronel entregou o comando da MTA nas mãos da filha Tatiana
Silva Blanco. O resultado dessa triangulação é que a empresa tem agora a família Rodrigues da Silva como contratada e
contratante.
Troca de comando
No dia 28 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu a cúpula dos Correios por temer que o fisiologismo partidário ampliasse a crise administrativa na estatal e respingasse na campanha da ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff,
à Presidência da República. A troca no comando da empresa ocorreu depois que o presidente Lula encarregou a Casa Civil
e os ministérios das Comunicações e do Planejamento de fazer uma reestruturação da empresa.
Correios oferecem mais serviços a franqueados
Mais uma questão polêmica vem à tona no imbróglio entre a Empresa de CORREIOS e Telégrafos (ECT) e franqueados. O
Estado teve acesso a carta enviada no dia 25 pelo presidente dos CORREIOS, David José de Matos, à Associação Brasileira
de Franquias Postais (Abrapost), na qual Matos assume o compromisso de ampliar o portfólio de serviços que podem ser
prestados pelas franqueadas a partir de 11 de novembro, depois da assinatura dos contratos de licitação, que expiram em 10
de novembro.
No documento, a estatal menciona a inclusão de itens como vale postal eletrônico e vinculação de contratos de serviços internacionais, entre outros. Na carta, Matos afirma que “as providências não infringem qualquer princípio legal nem alteram
o processo licitatório em andamento”.
Mas não é isso que dizem os especialistas. “Para ampliar unilateralmente o contrato, para incluir novos serviços, teria de ser
realizada nova licitação”, ressalta Maurício Zockun, advogado e professor de Direito Administrativo da PUC-SP.
Segundo o jurista, por se tratar de licitação pública, a ampliação do portfólio teria de ser informação pública, no edital, para
que os interessados avaliassem se é viável ou não participar do processo”, reforçou.
O presidente da ECT disse que a possibilidade de inclusão de novos produtos consta tanto no edital de licitação quanto no
acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU).
“O princípio da isonomia está cumprido”, rebateu.
Um dos argumentos apresentados pelos franqueados é que a ampliação do portfólio só poderia ocorrer mediante a inclusão
de produtos e serviços não existentes atualmente na estatal, o que não é o caso dos itens listados na carta da ECT. Matos,
porém, disse que a decisão do TCU não discrimina se os produtos e serviços passíveis de ser incluídos “”são novos ou antigos””.
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Procurado, o TCU não se manifestou.
PARA LEMBRAR
Liminares param processo de licitação
O prazo para a realização de licitação para a contratação de franqueadas dos CORREIOS termina em 10 de novembro, mas
o processo está paralisado na maior parte do País, por meio de liminares judiciais. Em ações interpostas em diversas unidades da Federação, os franqueados questionam a viabilidade econômica das condições impostas pelo edital.
Diante do impasse, a estatal tem pronto um plano de contingência, orçado em R$ 426 milhões, que prevê a contratação de
trabalhadores temporários, compra de veículos e aluguel de imóveis para assumir a rede franqueada nas regiões onde não
ocorrer o processo de licitação.
Levantamento da Associação Brasileira de Franquias Postais referente a outubro de 2009 mostra que, naquele mês, na
região metropolitana de São Paulo, as franquias responderam por 95,5% da receita do serviço de marketing direto (mala
direta) dos CORREIOS, ou R$ 6,95 milhões, ao passo que as lojas próprias só representaram 4,5% ou R$ 323,83 mil. Os
CORREIOS contestam a informação.
Alô Brasília
Correios podem romper contrato suspeito, diz ministro
Se comprovado o vínculo do diretor de Operações da Empresa de CORREIOS e Telégrafos, coronel Eduardo Artur Rodrigues Silva, com a Master Top Linhas Aéreas (MTA) - ou com consultorias que prestam serviços para companhias do setor
aéreo - o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, vai recomendar a extinção dos contratos. “Se confirmar que existe
(o vínculo), recomendo que esse contrato deva ser rompido”, afirmou Filardi, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
O ministro disse que fará a análise para ver “se existe conflito (de interesses)”.
Reportagem publicada na edição de ontem mostrou que 20 dias antes de o coronel ser escolhido para a direção de Operações
dos CORREIOS, a Master Top Linhas Aéreas arrematou o contrato de uma das principais linhas da estatal, a Linha 12, que
opera no trecho Manaus-Brasília-São Paulo (ida e volta). A empresa, com sede em Campinas (SP), venceu o pregão eletrônico com lance de R$ 44,9 milhões - o equivalente a 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga da estatal.
Ao assumir a diretoria nos CORREIOS, em 2 de agosto, o coronel entregou o comando da MTA nas mãos da filha Tatiana
Silva Blanco. O resultado dessa triangulação é que a empresa tem agora a família Rodrigues da Silva como contratada e
contratante.
Troca de comando
No dia 28 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu a cúpula dos CORREIOS por temer que o fisiologismo
partidário ampliasse a crise administrativa na estatal e respingasse na campanha da ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. A troca no comando da empresa ocorreu depois que o presidente Lula encarregou a Casa
Civil e os ministérios das Comunicações e do Planejamento de fazer uma reestruturação da empresa. As informações são
do jornal O Estado de S. Paulo.
O Tempo – MG
Ministro deve extinguir contrato com a Master
BRASÍLIA. Se comprovado o vínculo do diretor de Operações da Empresa de CORREIOS e Telégrafos, coronel Eduardo
Artur Rodrigues Silva, com a Master Top Linhas Aéreas (MTA) - ou com consultorias que prestam serviços para companhias do setor aéreo - o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, vai recomendar a extinção dos contratos.
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Edição Nº 077
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Secretário de Imprensa FENTECT - Alexandre Takachi de Sá
“Se confirmar que existe (o vínculo), recomendo que esse contrato deva ser rompido”, afirmou Filardi. O ministro disse que
fará a análise para ver “se existe conflito (de interesses)”.
Reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” mostra que 20 dias antes de o coronel ser escolhido para a direção de Operações dos CORREIOS, a Master Top Linhas Aéreas arrematou o contrato de uma das principais linhas da estatal, a Linha 12,
que opera no trecho Manaus-Brasília-São Paulo (ida e volta).
Pregão. A empresa, com sede em Campinas (SP), venceu o pregão eletrônico com lance de R$ 44,9 milhões - o equivalente
a 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga da estatal.
CORREIOS - ASSALTOS
O Globo
PF desarticula quadrilha que roubava carteiros e desviava correspondência
para obter cartões bancários no Rio Grande do Sul
PORTO ALEGRE - A Polícia Federal realiza nesta terça operação para desarticular quadrilha que assaltava carteiros e desviava correspondências para obter cartões de crédito e cheques destinados a fraudes. Dezessete mandados de busca e apreensão são cumpridos nas cidades de Porto Alegre, Esteio, São Leopoldo, Canoas, Sapucaia e Viamão. Não foi informado
o número de mandados de prisão.
Segundo a PF, um funcionário do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) dos Correios em Porto Alegre
era o responsável por repassar o material aos demais integrantes do grupo, que desbloqueavam os cartões e utilizavam em
compras na Grande Porto Alegre. Os dados pessoais das vítimas eram obtidos em sites de consulta comercial. Parte do
dinheiro arrecadado pela quadrilha retornava ao funcionário, que já havia sido investigado pela Polícia Civil pelo mesmo
delito. Ele foi afastado do cargo.
A investigação começou em abril de 2010 com a ocorrência de assalto a um carteiro. A PF descobriu como a quadrilha atuava e atuou com apoio dos Correios, que repassou imagens do funcionário retirando material de dentro do CTCE.
Os investigados irão responder por peculato, formação de quadrilha, estelionato, receptação, falsidade ideológica, falsidade
documental, violação e subtração de correspondência.
A investigação está a cargo do Grupo de Apoio aos Correios (GAC) da Polícia Federal, criado especialmente para atuar em
ocorrências de assaltos a carteiros.
A operação foi batizada de Positus (postal, em latim) e 77 policiais federais participam.
Portal IG
PF prende 6 suspeitos de assaltar carteiros para clonar cartões
Operação Positus cumpre 17 mandados de busca e apreensão em cidades do Rio Grande do Sul
A Polícia Federal do Rio Grande do Sul prendeu seis pessoas, na manhã desta terça-feira, durante a Operação Positus, com
o objetivo desarticular uma quadrilha que assaltava carteiros para obter correspondências e realizar fraudes com cartão de
crédito e cheques.
Segundo a PF, um funcionário do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) dos Correios em Porto Alegre
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31/08/2010
Edição Nº 077
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Secretário de Imprensa FENTECT - Alexandre Takachi de Sá
era o responsável por repassar o material aos demais integrantes do grupo, que desbloqueavam os cartões e utilizavam em
compras na Grande Porto Alegre.
Os dados pessoais dos cidadãos eram obtidos em sites de consulta comercial. Parte do dinheiro arrecadado pela quadrilha
retornava ao funcionário, que já havia sido investigado pela Polícia Civil pelo mesmo delito e teve, com a deflagração da
Operação Positus, o afastamento das funções determinado pela Justiça Federal.
A investigação começou em abril de 2010 com a ocorrência de assalto a um carteiro. A partir daí, a PF identificou a maneira
como a quadrilha atuava. A operação teve o apoio dos Correios, através da Gerência de Segurança, que inclusive repassou
imagens do funcionário subtraindo material de dentro do CTCE.
Zero Hora
PF realiza operação contra desvio de correspondências bancárias
Mandados de busca e apreensão são cumpridos em seis municípios gaúchos
A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã desta terça-feira mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão nas
cidades de Porto Alegre, Esteio, São Leopoldo, Canoas, Sapucaia e Viamão. Batizada de Operação Positus, a ação da polícia tenta desarticular uma quadrilha responsável por assalto a carteiros e desvio de correspondências para cometimento de
fraudes com cartão de crédito e cheques.
Segundo a PF, um funcionário do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) dos Correios — localizado na
Avenida Sertório, em Porto Alegre — era o responsável por repassar o material aos demais integrantes do grupo, que desbloqueavam os cartões e utilizavam em compras na Grande Porto Alegre.
Os dados pessoais dos cidadãos eram obtidos em sites de consulta comercial. Parte do dinheiro arrecadado pela quadrilha
retornava ao funcionário, que já havia sido investigado pela Polícia Civil pelo mesmo delito e teve, com a deflagração da
Operação Positus, o afastamento das funções determinado pela Justiça Federal.
A investigação iniciou em abril de 2010 com a ocorrência de assalto a um carteiro. A partir daí a PF identificou a maneira
como a quadrilha atuava. A operação teve o apoio dos Correios, através da Gerência de Segurança, que inclusive repassou
imagens do funcionário subtraindo material de dentro do CTCE.
Os investigados irão responder por peculato, formação de quadrilha, estelionato, receptação, falsidade ideológica, falsidade
documental, violação e subtração de correspondência. Participam da operação cerca de 77 policiais federais.
Portal Terra
Tentativa de roubo a caminhão dos correios acaba em tiroteio
Bandidos tentaram roubar um caminhão dos Correios por volta das 3h30 desta segunda-feira, no km 15 da rodovia Castello
Branco, na região de Osasco, em São Paulo.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, os suspeitos brecaram um carro bruscamente na frente do caminhão para
fazer o veículo parar. Uma escolta particular da empresa acompanhava o caminhão. Os seguranças perceberam a ação dos
bandidos e houve troca de tiros.
Ninguém ficou ferido. Os bandidos não conseguiram levar nada e fugiram pela rodovia.
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Edição Nº 077
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Secretário de Imprensa FENTECT - Alexandre Takachi de Sá
A cidade – SP
PF prende quadrilha que assaltava carteiros no RS
Seis pessoas foram presas no Rio Grande do Sul, na manhã desta terça-feira, durante a Operação Positus, da Polícia Federal,
com o objetivo desarticular uma quadrilha que assaltava carteiros para obter correspondências e realizar fraudes com cartão
de crédito e cheques. Cerca de 80 policiais estão cumprindo mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão nas
cidades de Porto Alegre, Esteio, São Leopoldo, Canoas, Sapucaia e Viamão.
Segundo a PF, um funcionário do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) dos CORREIOS em Porto Alegre
era o responsável por repassar o material aos demais integrantes do grupo, que desbloqueavam os cartões e utilizavam em
compras na Grande Porto Alegre.
Os dados pessoais dos cidadãos eram obtidos em sites de consulta comercial. Parte do dinheiro arrecadado pela quadrilha
retornava ao funcionário, que já havia sido investigado pela Polícia Civil pelo mesmo delito e teve, com a deflagração da
Operação Positus, o afastamento das funções determinado pela Justiça Federal.
A investigação começou em abril de 2010 com a ocorrência de assalto a um carteiro. A partir daí, a PF identificou a maneira
como a quadrilha atuava. A operação teve o apoio dos CORREIOS, através da Gerência de Segurança, que inclusive repassou imagens do funcionário subtraindo material de dentro do CTCE.
Correio Braziliense
PF realiza operação contra desvio de correspondências bancárias no RS
Mandados de busca e apreensão são cumpridos em seis municípios gaúchos
A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã desta terça-feira mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão nas
cidades de Porto Alegre, Esteio, São Leopoldo, Canoas, Sapucaia e Viamão. Batizada de Operação Positus, a ação da polícia tenta desarticular uma quadrilha responsável por assalto a carteiros e desvio de correspondências para cometimento de
fraudes com cartão de crédito e cheques.
Segundo a PF, um funcionário do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) dos CORREIOS - localizado na
Avenida Sertório, em Porto Alegre - era o responsável por repassar o material aos demais integrantes do grupo, que desbloqueavam os cartões e utilizavam em compras na Grande Porto Alegre.
Os dados pessoais dos cidadãos eram obtidos em sites de consulta comercial. Parte do dinheiro arrecadado pela quadrilha
retornava ao funcionário, que já havia sido investigado pela Polícia Civil pelo mesmo delito e teve, com a deflagração da
Operação Positus, o afastamento das funções determinado pela Justiça Federal.
A investigação iniciou em abril de 2010 com a ocorrência de assalto a um carteiro. A partir daí a PF identificou a maneira
como a quadrilha atuava. A operação teve o apoio dos CORREIOS, através da Gerência de Segurança, que inclusive repassou imagens do funcionário subtraindo material de dentro do CTCE.
Os investigados irão responder por peculato, formação de quadrilha, estelionato, receptação, falsidade ideológica, falsidade
documental, violação e subtração de correspondência. Participam da operação cerca de 77 policiais federais.
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