t<â-]
¦¦
I
Quando pensa mos que tudo esta perdido, um alento não
se perde: é a certeza de que a figura máscula de Luiz Carlos Prestes, um dia, fará marchar para a frente os grupos
incontaminados e crentes desta Grande Pátria!
Correio do Paran
o Mvogaoo e
tes de Justiça...
Bílici romana,
os A cúria
ao
que parece, incompatibilizou-se com
a população de Entre Rios,
neste Estado, esperando-se
ainda que dessa divergência
derivem graves acoritecimen
tos, se as autoridades eclesiasticas persistirem em contrariar o altivo povo daquelIa localidade.
A propósito da pendência
entre o padre local e a população de Entre Rios, recebemos o seguinte telegramma:
"CORREIO DO PARANÁ' —
Curityba
ENTRE RIOS, 15 — A população foi surprehendidu es
ta manhã com a chegada áv
diversos padres, o secretario
do e dois officiaes de Justido arcebispado, um advogaca,, dizendo trazerem um
mandado para a entrega da
chave da egreja local, aliegando pertencer á Mitra o
edifício disputado.
Essa violência causou má
impressão. A maioria da uopulação protesta e promct.te
fazer valer os seus direitos.
A Commissão."
Director: PAULO TÁCLÁ - Redactor-Chefe: ROMULO FÁRIÁ
Kum. 667
CURITYBA, QUINTA-FEIRA/ 16 DE AGOSTO DE 1934
ROA 15 DK NOVEMBRO, 01B
intuito de informar os seus leitores da marcha administrativa
do governo estadoal,
procurou,
atravéz dum dos seus redactores,
o sr. Manoel Ribas.
Foram alguns minutos de raconpida palestra, lias quacs
interessar.seguimos arrancar
tes informações. Disse-nos o sr.
— que muito o
Manoel Ribas:
referencias
desvaneceram
as
feitas pelas autoridades e pela
a propósito
imprensa do Japão
da sua ultima entrevista uo nos-
»«
Cievelandia soube «hoireiiagear» condignamente a
caravana do cynismo, dirigida pelo «papa-terras»
Maiins Camargo...
. .Os maioraes do P. R. P., que andam pelo interior do Estado, de sacola em punho mendigando o voto
na
do eleitorado livre, certamente,
ingenuidade imbecil do seu immcnso
cynismo, não esperavam certamente
receber numa das mais linginquas
células Estadoaes, a mais memorável
manifestação de repulsa ao seu credo, a, mais tremenda vaia á sua autíaci» crinunoea.
fronteiriça
Cieveiauuiu, a cidade
do Paraná preparou á caravana chefiada pelo sr. Marins Camargo, ndeu
ata, " recepção" inesquccivcl, e
aca elementos do perrepismo a mais
vibrante licção, num espectaculo de
bom humor, que sepulta a caravana. do cynismo, dirigida pelo insaciavel "papa-terras", cujas façanhas
da
quadrilha
incríveis ao tempo
apelada do poder, o publico não esqueceu nem poderá esquecer jamais.
Vae assim, de fracasso em fracashoso decorrendo a propaganda dos
mens sem dignidade, que recem-cxpepulsos das posições deshonradas,
Ia multidão rebellada, ja náo se pcescorchajam de encarar o povo que
ram miseravelmente.
Cievelandia soube eloqüentemente
"Vadc Rectro, Satanaz!" pe
gritar o
A afastarante a visita indesejável!
"hinterland" para
da localidade do
«P#«^
naense, teve um gesto
re
expressivo - P*ra os carcomidos,
Decidem-se, sobi* as gordurosas
desmeras dos cafés do Curityba, os
Unos do Paraná.
popular
Contempla-se a vontade
tnnfigurada por um clephante que
cornaimbecilizados
ta. ou quarenta
cas querem conduzir, cm holocansdo
to ás suas ambições, ambições
vulto das dos maiores aventureiros^
surgido nos
que até hoje hajam
de mancompetições
das
mercados
cm
do. Convém, para não deixar
borbotões de sangue a quasi Insensido fracasso,
bilidadp dos maioraes
perfeitaconvém qne expliquemos
Smente n sienificado da palavra cor«aca. Inaa ha pouco, VERSÍCULOS
foram confundidos com cousa muito feia, estampada com a mesma rima c «a primeira pagina dum matutino que deu a Victor MeircUes a
celebre quadro de Pcautoria do
dro Américo...
Causas fla vida... c da lua-..
' :¦
.'
y
PLEBISCITO DE DOMINGO NA
ALLEMANHA
j
„__^
5 jjMselira aPopulação do im»iHorafissímo Contraclo to Pão?
mães do "Fuehrer". Não se poderia conceber a ninguém, acima de
Hitler, afim de exercer a autoridade
sobre o chanceller".
O ministro Goebbels, proseguindo
no seu discurso, diz:
"O rigimen nazista consolidou
a
situação interna da Allemanha".
Referindo-se a certas
allegações
sobre o nazismo estar perigando, de
clarou:
"Deus
queira que todos os gover
nos sejam tão estéreis quanto o go
verno de Hitler".
BERLIM. 15 (H.) — Com a approximação do plebiscito do dia 19.
multiplicam-se em toda Allemanha,
cs discursos allusivos á grande consultn popular de domingo próximo.
do
de Propaganda
O ministro
Reich. sr. Gcebbels, concita, em ma
nifesto, todo o pcv0 allemão a con
ferir os poderes supremos a Hitler,
por oceasião do plebiscito do dia dezenove, declarando:
"Somente os mal intencionados po
derão qualificar de surprehendente
a lei, que reúne todos os poderes nas
O ESTADO DE SAÚDE DO MINISTRO GOERING
BERLIM', 15 (H.) — A propósito
do estado de saúde do presidente do
Conselho da Prússia, General Goering1, um comriiunicado oíficial
diz
que o General está prompto e não
será preciso a Intervenção cirurgica.
____
.....
~^"*"
*~^L*r'-—^^'^^^^^^^'— ^ «¦ ¦ ¦ - — a—«yx — — —
i—r-r— ar^*~at-arar—-aTapjpjn
Ninguém soecorrerá o povo scorchado pela quadrllha de monopolizadores?
Mocidade sem freios, mocidade sem canga! Levanta a vóz e a espada ao iaao aos combatentes da Colligação Pró Estado Leigo, objecti vando os arreganhos da batina que se mancomuna com a quadrilha impune dos barões dos mon opolios, os senhores (eudaes dos trapiches e das
promissórias!
O Que Fizeram do
Teu
Ideal, ó Siqueira Campos I
I
Cornaca não é o que parece querer significar, senão a definição do
hindu' ou do senegalês que a vida
pôz no singular mister d0 abrir caminho aos elcphantes...
do termo,
Explicada a tradução
voltemos aos cornacas do povo, aos
Uo pensamento
pretensos cornacas
altivo da terra paranaense.
Insultando a paciência dos dignos,
enxovalhando o nome * a honra da
Revolução que falliu, como governo,
no Estado do Paraná, os morcegos
da nova ordem vão objectivando as
gonlas anca« dos legislativos...
dos nomes
então,
A procissão,
' ',""'"¦ '":.'v,
Passou, a seguir, o sr. Ribas,
desviando-se sempre dos assumptos politicos, a dar-nos a conArmação da noticia da sua proxlma viagem á. Capital da Re"Irei dentro de dez ou
publica.
dias",
f ri-nos faliando o
quinze
Interventor".
Pretendo cuidar
da, liquidação immediata dos enormes débitos cio governo federal para com o nosso Estado.
Tratarei, empenhadamente,
do
pagamento das requisições militares e da remessa
de fundos
para a estrada oa Ribeira.
Preciso entrar
energicamente
na solução immediata de assum-
esperava
so matutino. Jamais
tivessem
que as suas palavras
tão grande, tão excepcional repercussão. E' seu intento — e o
quanto antes — conseguir numerosas familias japonezas para localisal-as em Guaratuba. O Interventor está fascinado pela encantadora Guaratuba. Tem immensa
preoecupação pelo seu
Já iniciou a
desenvolvimento.
construecão duma estrada que a
irá ligar á.Curityba.
E Guaratuba — segundo o, sr.
Manoel Ribas, precisa, reclama,
nipponico,• o
exige o elemento
braço japonez.
O dr, Francisco Pereira
sempre íoi um moço altivo,
incapaz de se ajustar a qualquer
ganga
que conduz
ao matadouro do desprezo
publico. As suas
attitudes
tem sido claras e difinidas,
e ainda hoje todos se recordam da vehemencia com que
•pelas columnas de "Correio
do Paraná,", quando era S2u
.director, esse moço combateu
o Partido Social Democrático
e os seus processos de baixa
politicagem. Por isso mesmo,
e porque acreditávamos na
sinceridade dos seus propositos e na pureza das suas
attitudes, nunca o encaramos como um vulgar gavimpeiro dos falsos diamantes
das posições políticas. E e
por isso ainda que suppomcs
inveridica a noticia da sua
adhesão ao partido que tanto combateu condemnou,
pois julgamos o illu&tre paranaense bastante digno para não transar a sua opinião
em troca de uma cadeira de
derjutado, como se propala.
Nestas condições, em nome de CORREIO DO PARANA', a fortaleza onde alie
pelejou com tamanho ardor,
transmittimos hontem o se.guinte telegramma aquelle
paranaense:
"Dr. Francisco Pereira — Rio
CURITYBA, 15 — Causou
penosa impressão noticia
vossa adhesão ao P. S. D. Pedimos autorização para COR
REIO DO PARANÁ' desmenth" essa exploração em torno
do vosso nome.
>
Paulo Tacla — Romulo
Faria".
E«se caso do monopólio
do pão
E o governo não
se manter
organizado por incia dúzia de cava- indiffcrcnte aos maispodelegítimos inliuuos usciros e veseiros em se Io- teresses da bolsa do consumidor excuplctar com o suor do povo, está a poliado miseravelmente pelos abutres
exigir urgente ruptura.
da ganância.
Ainda hoje nos chegou ao conhe»»t»ll»lll»lt»»»»l»»»»»»»»»'',,*,,*,W*'***''*',,'''»»»»»l»lt»»»Utl»?t»l»»l>Vl«ll'»»»»»»»»l»»»»"CTÍÍ IWffWWWt* cimento mais o caso de nma multa.
a pplicada a um
panificador
pela i
União dos Proprietários, dos muitos ;
que apanhado pt-lo immoralissimo
contracto, procura, abertos os olhos, ¦ ¦
medida a extensão do conto do vigario, romper a trama sórdida.
A União considerou multado
o â
subscriptor do pacto sinistro,
em Jy
um conto de reis, porque percebido j
o emuxo,
esse padeiro honesto
e. y
humann — pasme o publico! — ven—y
deu aos scus fregueses 14 pães por';
üm mil reis, quando a União
lhe
impõe, pelo famigerado
contracto
fornecer apenas 10!
E, casos como trate surgem todos os
desesperada da tua Juveudias, porque a gula dos "trustemen"
bravos e dos nossos martyres!
Siqueira, meu Uaribakü
Mudem-se os que julgam
tnde, o sói abatido dos teus
do pão não têm limites!
cadete
Uma sombra desce sobre
inandivel, ó eterno
contempla-la morta e a apo
anceios de soldado, de proMas, como as coisas que fogem ã
as almas. Milhares de crudas minhas rebelliões suffodrecer.
letario do porvir, de apostomoral, têm que tombar um dia, nós
zes assignalam, desde o mun
canas, qne fizeram do teu
Para tanto, precisaríamos
Io de sempre !
temos certeza de que a população de
do brasileiro do Amazonas ao
ideal ?
que o mysterio deslocasse da
na
Amazonas
nossa terra, dentro em breve estará.
tmizestes submergir
brasileiro
As águias soberanas emaos
lemorança aqueiia epopea,
liberta dos sanguesugos de seu/Eíá»-\
•reia, como o sangue^que tias
prestaram-te azas de epopéa
pampas, a marcha sangrenjunto ao Forte, no cinco de
balho.
/ , >^l\
com as quaes fostes morrer
ta e extenuada da Revolutuas feridas abertas em hoJulho qne nos leva, até dian!
Ella,
no
regaço
as
veezs,
enorme
mar
do
çao.
liberdade,
á
locausto
parece
te dos suicídios moraes de
qual
E, mos continuaremos a& ao fira'/
Destino fatídico o que acompanheiros cambaleantes,
um protesto eterno, ia se inque suecumbe — a miséria
nesta muralha, amparam1" os direicomponha a nossa Revolné tão grande e tão grande a
filtrando pelos poros do dor
a ter o orgulho de soffrer e
tos do povo c a rebelião dos panicovardia! — mas, ei-la que
ção que veio, como a visita
so infinito da praia de gloa dignidade de crer no evan
ficadores cscrupulosos, Jiue hão de ire
da saudade
nas, também quizestes diá campa üwí
caminha e avança e se pregelho offuscante de Siqueiconquistar a liberdade d» seu comnossos heroes,
dos nossos
cípita.
luir a tua alma, a magestade
ra Campos!. PAULO TACLA
mercio, custe p qu/custar!
cordando-lhes que não se olvidou do
seu passado ignominioso; para o povo inteiro do Paraná, offertando o
exemplo de attitude
mais decisivo
Continua noutro local)
¦¦¦¦¦/..
y-.
com a vida econômica da nossa
extremada
e sacrificada terra,
empobrecida
e saqueada pelas
olygarchias que o povo bem conhece. Tenho uma bôa noticia
para o CORREIO DO PARANA': — a construecão da estrada de rodagem para Jaguariahyva será
iniciada
dentro de
cinco dias e ficará
concluída
dentro do mais curto prazo.
Estamos no dever supremo de
rasgar um caminho accessivel e
rápido para o nosso Norte.
(Continua noutro local)
Immigração japoneza. Estradas de Jaguariahyva
je Guaratuba. O pagamento das requisições mili[tares. A Situação da Estrada da Ribeira. Assu
car álcool motor e outras notas
REGENERADO O
ATE' PARECE
SR. IRINKU MACHADO-.
RIO, 15 (H.) — O sr. Irineu Machado declarou que não desejava ne
nhum contacto com os dictatoriaes,
nem com os semi-dictatoriaes e que
está organisando as bases do partido
revisionista, para o qual convida to
de; cs homens de trabalho e humildes soffredores.
»<{
'
CAIXA POSTAL, 105
Várias revelações feitas ao «Correio do Paraná» pelo sr. Manoel Ribas
CORREIO DO PARANÁ',
110
directainente
ptos
que dizem
O Bom RiRiõr à ia Limo Memoravel I os Carcomidos!
y ; ;
Anno III
O Interventor Prepara-se Para ir ao R. de Janeiro
E' de lamentar que o cloro
descambe para o
romano
Jterreno por onde se eneam'nhoü no México, creando nma situação que só foi solncionada com a expulsão,
õaquelle paiz, de todos os sacerdotes que perturbavam a
marcha do progresso na tevra gloriosa dos Aztecas.
'
Não todil»!
W
' \-
é cnorinúteis e desmoralizados,
me.
O Partido dos Gafanhotos, imitação perfeita do Partido Terremoto,
tem. só para a Capital, que poderá
eleger, no máxima dez deputados estadoaes, o Partido dos Gafanhotos,
por alcunha P. S D., já alinhavou,
ainda nas mezas dos cafés, quarenta candidatos!
A olygarchia "que ninguém não
viu", mas que vae "entrando", comgrande baile de mas
parecerá para o "batutas",
cujo dos
caras com oito
até
prendimento arranca lagrimas
do Wall Street, donos
dos agiotas
da America, do Brasil, do Paraná e
até de Curityba.. .
O espetáculo é engraçado. íttotivaria seis ou sete revistas para
a
Margarida Max e daria dois Palacios Garcez aos cofres entulhados do
"camarada" Mattos Azeredo...
E' melhor, ás vezes, levar a nossa
tragédia, esse espetáculo que é um
funeral nas dobras intimas de cada
rebellado, a dar um passeio
pelas
avenidas balhanicas da ironia.
Parece que o destino do Paraná 6
soffrer c soffrer muito.
Si o poeta não mentiu, "os povos,
como os indivíduos, só se regeneram,
sof fraido".
j
O nosso povo não foi um degeroí'rado — foi o continua a ser ^úm
martyr.
Hontem, era o esbulhado dos piratas com estampa; hoje, ê,é Christo d0 Destino, esse Destino que não
sabe explicar porque' esta sendo tão
mau e tão inflexível./Òs cornacas
vão marchando. Dizem que o elephante lhes obedece. Talvez...
O bando da solaina,
arrastando
pelas ruas da religiosidade já irritada, uns carros de entrado symboli-
sando as lalyícdus do inferno
as
santas almy 4«e não votarem nos
vigários cj^s ou honorários de frei
Munhoz Xa Rocha, apregoa o meèí-mo, pinando 0 povo, não como Ujn
mas cm dócil e meigo
elephante,
carnííro.
o cmtanto, cm que péze 0 nosso
ijo, a nossa revolta e o nosso desrezo, figuramos a consciência galhartia do Paraná como um leão invencivel.
Aqui inda atroam canhões; aqui
inda vive a alma incendiada de Outubro; aqui os solitários
de Luis
Carlos Prestes, desde Ea Gaiba até
os lares paranaenses, fizeram revolucionarios c nunca escravos.
Quatorze de Outubro irá responder por nós c o clephante fará dos
cornacas, nada mais e nada menos,
do quo nozes, para as suas patas dç~
.
puradoras e sagradas...
¦ J--.-V ;-
vo!/>rr
'
y'i''¦ '¦'¦.¦¦
¦&.;
""
¦'
V,:.;'
j|V
I
.
iJsWMBMBatt
"'¦¦?: 'T.vs&waSiaiSMmieuM
'
*
;••«;» '
¦
SEGUNDA
Correio do Paraná
(DIÁRIO MATUTINO)
DIRECTOR
PAULO
TACLA
REDACTOR-CHEFE
ROMULO
FARIA
GERENTE
O. WANDERLEY DA COSTA
Red. Adm. e Oíí.
Rua 15 de Novembro, 615
Caixa Postal, 295
I-
End. Telegraphico: — Correio
Curityba — Paraná — Brasil.
Tel. 2.2859 — Tel. Alair —
Rio — Caixa nostal — 331
6LCCURBAL Nü RIO DE JANEIRO
Praça Floriano 19-4.
EXPEDIENTE:
ASSIGNATURAS
BRASIL
50SOOO
Anno ..
3ü$v-00
Semestre
5200
Numero avulso
$400
Numero atrazado ....
EXTERIOR
Anno
100SOOO
SU^TURüAES EM:
Ponta Grossa R. 15 de Novembro, 21; Paranaguá, Antonina,
e Rio Negro.
e Correspondentes
Agentes
em todas as localidades do
Estado.
B •
Correio. do. Paraná
PAGINA
A uirecção não assume a responsabilidade dos escriptos devidamente assignados, nem en»2ossa os conceitos em os mesmos emittidos.
NülAi £ INrulUAÇUcS
PMARMACIAS DE PLANTÃO
— Durante esta semana estão de
ajantão as seguintes pharmamas:
MODERNA — a rua São Francis
co, 254. Phone n° 884.
SANITAS — a rua 15 de Novembro, 48. Phone n° 757.
ALLIANÇA — a rua Muidabaai>
850. Phone n° 913.
A POSENTADO O PORTEIRO
DO MUSEU. — Por decreto do Interventor Federal, foi aposentado
Avelleda,
o srn. Praxedes Silva
porteiro do Museu Paranaonse.
..QUATRO GKNERAES QUE REVERTEM A* ACTIVA — Por decre
to do snr. Getúlio Vargas, Presiden
te da Republica, àssignádp na Pas
ta da Guerra, foram revertido'? a
actividade os seguintes generae;;,
visto estarem cómprehéhuidós nas
disposições do decreto n024.297 de
28 de maio ultimo: José Luiz Pereira de Vasconcellos, Firmlrío A.
e
Borba, Pantaleão T. Ferreira
José Sotero de Menezes Júnior.
. .TELEUKAMMAS RETIDOS. —
Na Repartição Geral dos Correios
e Telegraphos encontram-se reti
dos os seguintes telegrammas puEberhard
ra: Madeira; Maneco;
Haasis Posta Restante; Moura Pos
ta Restante; Carlos Pmidlin Posta Restante.
¦CENTRO PARANAENSE". —
No salão nobre da asociação Commercial de São Paulo realisou-se
no dia 11 do corrente a cerimonia
da installação de "Centro Paranáense, naquelle estado visinho. A
brindo a sessão, falou o sr. Enrico
Branco Ribeiro, que expoz as fina
lidades do novo grêmio: coordenação das actividades collectivas da
colônia, para sua maior e mais oificiente união, de par com o incremento do intercâmbio commer
ciai e intellectual de paulistas e
paranaenses.
Sobre o mesmo thema falou o
sr. Gabriel Quadros.
FOram lidos, a seguir, os estalu
tos da nova sociedade, que foram
tappr ovados.
a assemDléa acclamou, depois,
a directorià do ••Centro*'., que esEurico
srs.:
tá constituída dos
Branco Ribeiro, presidente; J. O.
Ksteves, vice-presidente: Nereu ra
vares, 1.° secretario; Grillo Netto,
thesoureiro; Generoso Borges, ora
aor; Sebastião Garibaldi. bibliothecario.
REMODELAÇÃO ECONÔMICA
DO BRASIL. — Na Sociedade Nacional de Agricultura, no Rio de
Janeiro, estão, prosseguindo os estudos já iniciados e de novos aspe
ctos de colaboração da mesma no
plano de remodelação econômica
do Brasil de acerdo com o estabele
—
"CORREIO PORTUGUÊS".
cido nas disposições transitórias
Dirigido pelos snrs. M. Maciel, A. da Constituição.
Pinto e A Moreira, surgiu a luz da
MEMBROS DO CONSELHO CON
Órgão da Colônia
publicidade o"Correio
Português", SULTIVO DA CAIXA ECONOMIPortugueza
Periódico bi-mensal e independeu- CA. — Por decreto do Presidente
te. O novo jornal, que é de feitio oa Republica, assignado na Pasmatepequeno, mas contem vastaatrahen ta da Fazenda, foram nomeados
e
agradável
membros da Caixa Econômica Fe
leitura
de
ria
te, em seu primeiro numero, estam derai do Paraná. Braulio Virmond,
a seguinte manhchette :
presidente, Francisco de Azevedo
pa -Ao
enfileirarmos no periodira- Macedo, e Oscar Plácido e Silva.
mo desta terra acolhedora e liaO NOVO DELEGADO DE FOnancoso, saudámos órgãos reLICIA DE PONTA-GROSSA. —
presêntativos da imprensa brasilei
ra, imanados nos mesmos ideaes Por decreto da Interventoria Fede patriotismo e de estreitamento deral, foi nomeado para o cargo de
de relações entre os dois povos ir- Delegado de Policia do Município
oe .f onta-Grossa, o Tenente Coromãos"
_
Ao novo jornal, almejamos vida nel Reformado da Policia Militar
do Estado, Adolpho Guimarães.
longa e prospera.
JKONTA-GKOSSA TEM NOVO
APPROVADA A REFORMA DOS
ESTATUTOS. — Por decreto do PREFEITO. — Para substituir o
Presidente da Republica, na Pasta Cel. Pedro Scherer Sobrinho na
Pontada Fazenda, foi approvada a re- Prefeitura Municipal de
forma dos estatutos da Beneficen- Grossa, foi nomeado o snr. Albary
'
ff V cia dos Funccinarios do Ministe- Guimarães.
rio da Fazenda no Estado do Para
A OUÇAS DE LA PARA
iiá, e concedendo-lhe autorização
CRIANÇAS
seus
associados
para transigir com
De 3$00 por 1$500
mediante a garantia da consignaCasa Abdo
ção em folha.
"Pague-se Mas late!"
pe
ISSO O CLIENTE NÃO DIRÁ' QUANDO
VER PREÇOS COMO ESTES !
Pelúcia floreada, bem larga, metro,
1S500
de 3S000 por
Escossez, meia-lã, largura 8Q cmts,
metro
•
2$30ü
1$500
Pullower de lã para crianças .....
2S500
......
|tde 3$000 por
JMe**a.s de pura lã, para homens, par
. de 5S00O por
2S500
'.
Ligas americanas, para homens,
Par
. .',
...
$700
Luizine vUvgleza, todas as cores, me•.
tro .. N
1S200
Imitação a Jfciho, enfestado, metro .
$900
Tricoline de algodão padrões moh demos, 80 cejnts. dè larg., metro
3$000 por
1$200
p-de
Zephir encorpado, sem gomma,
l' próprio para cuects, metro
ÍS^OO
Meia para creanças, par,
$50
Saldo de finíssimos tecidos para
vestido: voil, marquizette, linho,
etamine, metro de 4$000por
2S00O
l
VcâSst
A Belo
16 DE AGOSTO Dtí Í934
Casados por uma mulher...
\ Sensacional concurso permanente do CORREIO
no/
D0 PARANÁ' e CRITI CA.
Um facto se verifica pela primeira vez
Brasil
Acaba de se realisar, no municipio
de São João dos Patos, no Marauhão, um casamento em clrcunstancins sine-ulares, merecendo registo, pe
Io seu ineditismo.
Pela
primeira
vez, no Brasil, umn mulher se invés
im
CORREIO AÉREO
Uia Franceza de Transportes Atreos de Passageiros,
Correspondência e Pequenas Cargas
AIR FRANCE
A mala fecha:
te das funeções dc juiz, para presi- I |
dir á celebração,de um matrimônio\
E" interessante narrar o cacivil.
so com maiores detalhes.
Viajando pelo interior, chegou áquella villa um cortejo de noivado,
com os noivos á frente, em vestimen
ta de gala, e os padrinhos, parentes
e amigos em seguida, montando fo
gosos ginetes. Ao deixarem a sua
moradia, a festa ficara
preparada.
assaNo forno, os leitões estavam
dos, para o banquete, após o casório
Não faltava nem mesmo a clássica
concertlna, para o "arrasta-pés" em
homenagem ao casal. Ao chegarem,
tiveram os noivos e os que formavam 0 cortejo uma decepção. O juiz
tendo terminado o prazo do seu exercicio, fora a Pastos Bons, cabeça
da comarca, prestar novo compromis
so. A festa ficaria estragada se a
prefeita do municipio, senhorita Nó
ca dos Santos, não tivesse soluecio
nado o embaraço, afim de evitar o
borrecimentos aos noivos e sua comitiva.
Ha, n0 Maranhão, um decreto que
investe os prefeitos locaes nas func
ções de juizes, na falta destes. Foi
assim que a senhorita Nóca dos San
tos pôde presidir á cerimonia, verifi
cando-se, pela primeira vez, no nos
so paiz, o facto de ser um par casa
de
do, legalmente, por uma filha
Eva...
Eis como noticiam o acontecimento os jornaes de São Luiz.
QUINTAS — para o SUL até Per"to
Alegre — Pelotas — Rio Grande — Montevidèn — Buenos Ayres — Chile e Peru'.
SEXTAS — para o NORTE até Natal c EUROPA (Directamente por
via aérea, com escala em Fernaudo Noronha e Ilhas do Cabo Verde».
Acceitamos
a correspondência
até sa 18 horas na Agencia Geral.
e no Correio, até as 20 horas.
Para
informações,
qualquer
BERLIM — O denominado "Alto
queira dirigir-se ao Agente Geral falante Titanico", que fora ultimano Estado do Paraná:
mente experimentado no campo de
(Berlim) ê um novo, e
Theophilo G. Vidal Tèmpelhoí
ao mesmo tempo mais gigantesco am
Rua Barão do Rio Branco n° 11)5 plificadòr de ondas sonoras no mun
a 203 — Phone 588.
do. Este alto-falante leva as ondas
Nacional.
sonoras até uma distancia de 2 até
3 kilometros, sendo que ouve-se du
Associação Commer- ma maneira igualmente bem dentro
Por occasião
radio àValcancc.
ciai do Paraná Posto deste
da passagem da data de 1" de maio
funeciouou proveitosa e satisfactoEleitoral
riaménte esta construção alto-íalan
Attendendo ã solicitação de asso- te no Campo de Kreckow, nas pro
ciados, para fim de intensificar o ximidades de Stettin, campo este du
alistamento eleitoral, terá desde ho- ma área de 1 milhão de metros qua
je installado no hall da sua sede so drados. emquanto que o funil deste
ciai, um posto, para qualificação de alto-falante não mede menos de 3
a metros do comprimento.
todos aquelles que, pertencentes
— Commerciantes,
classe
Industriaes, Lavradores e seus auxiliares
queiram se qualificar.
No referido posto está organisado
o serviço de photograplúas, etc. facilitando inteiramente aos qualificaEsse, i>osto íunecionará.: 19,30 ás
21 horas todos os dias, sob a direcção
de pessoal competente.
O POSTO DE ALISTAMENTO ELEI
ASSOCIAÇÃO COMTORAL DA
MERCIAL DO PARANÁ'
Em aditamento, ao avizo qne rem
Deverão votar nos candidatos a
sendo publicado, attendendo o sranse serem apresentados pela Columna
de numero de interessados para
Consolidação Cívica e Ecoalistar, attenderá d'ora-vantc desde de
nomica,
porque assim não soás 9 ás 11 da manhã, das 13 ás 16.30
e das 19 ás 22 horas, inclusive os tio- mente contribuem para o progres
so dessas classes como também do
mingos.
próprio Paraná.
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Os senhores proprietários poderão
recebei-os no dia 1.° de cada mez,
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se correntes térmicas na esphera em
que se achar justamente o avião sem
motor. O instrumento funeciona ele
ctricamente e marca as differencia-:
de temperatura nc lugar em que por
hora so nnhar o avião sem motor.
tempo inferi
dentro dum
or a. um décimo de segundo. O ap
de
parelüo marca até differencias
grau.
temperatura inferiores a um
As experiências feitas com este ter
mómetro especial deram resultados
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:
íVí-f-:
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TERCEIRA PAGBJA
Correio
do.Paraná
16 DE AGOSTO DB 19»!
v
POUCA GENTE SABE QÜE A ILHA DOMÉL FUMA DAS PRAIAS MAIS IMPRESSIONAN TES DO 1ÜND0.COMO ESTA' NO PARANÁ',
A TERRA DO ESQUECIMENTO, A ILHA DO ME DESPERTA SO' NO STOICISMO DUM GRUPO DE ABNEGADOS QUE A CONSTRÓEM
_:,___
COM OS RECURSOS DA PERSEVERANÇA E DO IDEALISMO.
Os Viúvos São Viúvos
ou Casados?
Pôde parecer brincadeira, mas dnde?
Muitas outras coisas esasseguramos que nao é.
queceu a nossa carta magna. Es
A grande duvida assoberba, aqueceu de mencionar que os ho«atualmente, a classe dos
escri- -iiens podem mudar de casa, que
vães dos Registros Civis do paiz, podem, livremente, tomar
chã
cidadãos quo prestam um verda com torrados, a qualquer hora do
fanático
deir0 e
culto ás letras dia e da noite, e muitas coisas
das leis. Tudo para elles esta a mais.
favor ou contra a lei. E, á força,
Na verdade, é muito falha es
de tanto se preoccuparem com sa nossa Constituição.
Em con
essas minúcias pelo dever do of seqüência, 0s srs. escrivão, hoje,
ficio, acabam tornando-se exag- temem que os viúvos pratiquem
gerados nas suas escigencias, e de o inominável crime de bigamia,
uma neurastheniu
rabugice e não os casam de forma alguma.
e
enervantes.
Pena é que ns coisas não pos
A nossa Constituição não dte, sain continuar nesse pé. Porque
tacitamente, que o casamento ei seria um grande socego para os
vil se dissolve pela morte de um cônjuges ciumentos á porta
da
dos cônjuges. Foi um lamenta- morte...
vel esquecimento esse, não é ver
"I niciação
lãiia Amaral, que no jornalismo
paulista se revelou como uma penna brilhantíssima, acaba de publícar um livro de fundo essencialmente social. A personalidade- de
escriptor tem sido de grande proveito devido os grandes ensiriamen
tos que delia tem èmanadado, nesw& dois últimos lustres. Como jornalista ficou collocado na vantjuar
da da turma dos bons e dos impavidos. Foi, sem duvida, pioneiro
na liberdade de nensamento duran
te toda sua vida de jornalismo.
Com sua lúcida intelligencia e ap
tima experiência da vida, collaborou eficientemente tanto nos
"Diários Associados, como nas duas "Folhas". Palmilhando a trilha
do desassombro e das criticas honestas e imparciães, muito São
Paulo ganhou e cresceu.
Km resumo, podemos affirmar
que no jornalismo alcançou viciorias e louros.
Depois de fazer excursões por
vários paizes da Europa, onde esfindando o problema social econontico e industrial dos grandes
centros, poude adquirir formidável
somma de conhecimentos práticos
a seguros com os quaes deseja apli
«ar nos problemas brasileiros pars dar ao Brasil organisações ultra modernas, ogo a sua chega-
A melhor cotação nara cautellas do Estado
encontra-se na
CASA ABDO
metade em dinheiro
e metade em mercadorias
da lançou preciosíssima obra,
"Cruz de Ouro" cujo suecesso redo
percutyu em todos os cantos
paiz.
Agora, está sendo apresentado
nas livrarias mais um seu livro
"Iniciação Social e Politica",
que
infelizmente não é da mesma tem
pera que o primeiro. Parece dizer
que este produeto de seu ceerbre,
ora impresso pela casa Editora Cal
vino Filho, não irá produzir o sucesso anterior. Alias o assumpto
não é dos peores, porém, não muito conhecido dos brasileiros, reie
rer-se as questões intimamente ligadas á vida social e econômica do
Brasil. São estudos da realidade
brasileira, visto por um espirito
vindo da Europa, oflde o esforço
cyclopico do homem tenta impedir
a hecatombe sinistra que deverá
desmoronar as velhas
doutrinas
políticas.
O livro tem grande mérito de
apresntar-se original. E' um presente de pae para filho, para que
exato
este tenha conhecimento
e para
das nossas necessidades
que não perca tempo em formar
cultura dispersada e improduetiva. São intelligentes conselhos que
os moços desta geração deverão
mditar sobre elles. Luiz Amaral fo
caliza os principaes problemas vitaes, dos quaes expõe as medidas
aproveitáveis e outras que lhe podem juntar.
Pelo menos, assim confessa, ás
"Tu és um eu mais
paginas 74:
recente, em edição mais moderna.
Mas, nunca somos apenas nós mes
mos. No nosso hoje, echôa sempre
o nosso hontem, a dor o tom. Ora
o teu pae a ti mesmo grandeza. Co
mo Humberto de Campos, posso re
"os indivíduos
petir Sainte-Beuve:
bem nascidos levam uma varitagem de, pelo menos, dez anos sobre os seus contemporâneos de or;sem humilde".
Luiz. Amaral no. seu livro expénde ideas sociológicas. Este ponto
nos interessa bastante, assim co
Mi/lha Chrottica
Revivendo os feitos do Nenhum dos litigantes
"poeta-soldado"
ceder
quer
—
—
ROMA, 14 (H.)
O rei Víttorio
Emanuel, o sr. Mussolini e um filho
deste, piloto aviador, receberão
de
3abriel D"Annunzio,
três lembranjas históricas enviadas pelo "Poeta
Soldado" para figurarem na expôs!
cão aeronáutica de Milão.
Os trophéu, refere—se ao vôo heroico executado por D'Annunzio sobre Vienna, durante a Grande Guer
ra e serão enviados a Milão por mo
tivo da passagem do anniversario do
histórico raid.
0
CTí7mã*EE»ECT
O sr.
WASHINGTON, 15 (H.)
Cyro Freitas Valle, encarregado dos 'ir»—
negócios do Brasil, o sr. Pelippe Pes
pil, embaixador da Argentina e sr.
Rodrigues, encarregado dos negócios
'Te, conferenciaram
com o sr.
Snrnner Welles, secretario d'Estado
adjunto, a respeito das relações di- j
plomaticas entre o Chile e Paraguy j
Resolvido o incidente
chileno-paraguayo
"Zeppelin"
BUENOS AYRES, 14 (H.) — O in
chegou á cidente
Chile-Paragaay está rasolvi
üo. Houve á tarãe uma conferência
— sua base -— parte o chanceller Saavedra Lamas,
—
FRIEDRICHSHAFFE. 15 (H.)
O dirigivel "Graf-Zeppelin" chegou
a esta cidade ás 23,25 horas, de vol
ta de sua viagem ao Brasil.
embaixador J<jsé Bonifácio <• Alexan
«ler VVeddeeI, embaixador dos Esta
dos Unidos, chegando a um accordo
definitivo que si:rá tornado publico
de um momento para outro.
Social
mo á maioria dos nossos leitores
que ja tem o gosto apurado neste
ponto. O auetor prega o Socialismo
Christão. E' um burguez, cuja educação intellectual a fez no meio da
burguezia. Defende dahi o estado actual das cousas, isto é, a burguezia media contra as investidas
da dictadura proletária.
Mesmo Pires do Rio diz que Luiz
Amaral é um sociólogo christáo
que "pretende que os ricos se cornam melhores, cm vez de chamar
os proletários para, a linha de batalha, reivindicarem 03 seus direitos de trabalhadores a uma justa
distribuiÇS"* da rioue?" »-"-oduzida
Indica a estrada de Christo;
em
vez uo canumio ae Max."
De facto, Luiz do Amaral desejando melhorar a situação do prole
tario no Brasil aconselha a religião e a orientação dos Papas. InsLs
te que a melhor forma de governo
é o socialismo christão, dahi o elo
encyclicas "Imgio que faz das "Officio
mortale Dei"
Saneeissimo" " Diuturnum" " Arcanum"
"Humanun Genus" e "Rerum Novarum", Acredita que nessas boencerra o supraloradas obras
summo da sabedoria humana. Abi,
é que está a salvação dos operários
e patrões. Outra não pode ser a
Politica
conclusão do que se segue: "... a
observância dessa doutrina mitiga
ria muito os embates entre as di
versas classes e tornaria a socieda
de mais humana".
Devemos salvaguardar a intenção do auetor que é meretoria. Devemos no entanto atacar o meio
aconselhado. Para tanto fomos pre
curar as referidas encyclicas. Encontramos a "Rerum
Novarum"
e da leitura tiramos conclusão
differente, não compativel com a
época actual, onde a evolução da
humanidade só pode progredir a
poder da força bruta ou com as
boceag de canhão.
Elaboram em erro Luiz Amara!
e os papas Clementes XII, Bento
XIV, Pio VI, Pio IX e Leão XLÜT,
quando pretendem resolver a quês
tão social por meio da religião catholica. A doutrina pregada pelos
catholicos é falha, desde da base.
Porque acceita de inicio a divisão dos homens em duas classec,
ricos e pobres, como vontade divina. E Leão xm, convencido estava, que julgou resolver o probiema... uma vez que houvesse obdiencia cega ao catholissismo.
Chegamos á essa conclusão pelo
seguinte trecho retirado da ency •
clica "Quod Apostolici Muneris".
DO
-w~
PARANÁ"
O órgão mais popular da imprensa do Estado, com grande circulação no interior e
Santa Catharina
Informações com o Chefe da Publicidade,
Sr. J. Braga, nesta Redacção. Chamados peIo Phone, 6-3-4.
-*~.~m^ j.^.
Mathcus
Quando
proclamou mas, a fome campeia por ahi; e
a sua doutrina dc restriecão da o maithuoianismo se implantou
natalidade, toda a agente que se victorioso, não como uma conscsuppunha de bom senso deu risa quencia de escassez de comida,
da.
mas, como uma decorrência da,
Ninguém acreditou nisso
dos sonegação imposta pelo regimen
recursos alimentares
crescerem social vigente. E, é numa hora
em proporção orithmètica
em- destas que em Nova York, uma
quanto a producção de criaturas mulher resolveu jogar eo mundo
se elevava cm proporção geome- de uma só vez, cinco novas cria
trica, importando em chegarmos turas, sem o menor temor pelo
"chomage"!
a uma situação insoluvel, ao ex sxercito da
Essa
terminio da humanidade.
mãe que bateu o "record" de íe
O illustre economista inglez en cundidade, desafiando a capacdganou-se nos seus cálculos, par dade reproduetora dos coelhos, é
cialmente.
Não deixou de pro- a maior excentricidade amerfc»
clamar um vaticinio admirável. na deste instante de coisas toaNão se effectivou a superabun- creditaveis. Reverenciemos, pois,
dancia de gente, relativamente á esse augusto ventre...
existência de alimentos.
Os ^w«w*Vt.>
celleiros estão
entupidos.
wjw«*v,
^'^)"«y.i.
VUKUUM?
Affonso \Kf\l\J
"-,
GAIO
,«ji
e
TORNE EFFICIENTE A SUA PROPAGANDA
ÂNNUNCIÂNDO EM
"CORREIO
FecnodUaie
"Mas é
para lastimar que os que
de vigiar pelo
se encaregavam
bem publico, enganados pelos ardis dos ímpios e assustados pelas
suas ameaças, sempre deram provas de desconfiança para com a
Igreja, não comprehendendo que
todos os esforços das seitas teriam
sido impotentes se a doutrina da
Igreja catbolica e auetoridade dos
Porítificies romanos tivessem sido
respeitados
devidamente
pelos
príncipes e pelos povos".
O interessante é que Leão XIII
não acredita na evolução. O seu
desejo era que os povos ficassem
na mesma rotina e no archaismo
romano-religioso. O socialismo de
Christo é bom em theoria e como
utopia não ha melhor. Os dez prin
cipios de Christo servem de base
moral a qualquer religião ou ciedo politico. Mais perto de nós, sur
giu o grande e incomesuravel
Tostoy que seguindo o caminho
indicado pelo Nazareno pregou
não bem socialismo christão, mas
sim o anarchismo espiritualisa sua pratícabita. Quanto
lidade, como sabemos, foi nulla
como nullo tem sido os preções
emanados do Vaticano. O povo não
mais escuta a voz celeste nos pro
blemas da fome e da miséria.
Eis porque admirados ficamos,
em Luiz Amaral pregar q socialis
mo christão, baseado em "Rerum
Novarum". Pois para regeitar-se
esta concepção, basta abrirmos a
encydica, e de lá retirarmos esta
monstruosidade:
"Ninguém certamente é obrigado a alliviar o próximo, privandose do seu necessário ou do de sua
família nem mesmo a nada supprimir do que as conviniencias ou
decência impõem á sua
pessoa:
Ninguém com eífeito deve viver
contrariamente as conveniências
Mas desde que haja sufficientemente satisfeito á necessidade e
ao decoro, é um dever lançar o su
perfluo no seio dos pobres".
O gripho é nosso. Vê-se então,
//
cousa inacreditável: o indivíduo
rico tem direito de comer do maior, beber do melhor e, quando se>
encaminha para a sésta acha que
a um "dever lançar o superfl-íe
no seio dos pobres"?
Mas que ídea fazem esses homens dos seus semelhantes que,
tem a desventura de trabalhar
para bs demais? São quiçá animães, — porcinos — que deverão
esperar as sobras dos ricos?
Desculpem, mas Christo nunçaj
pregou isso, e, n«5s mais que ninguem conservamos os principios
de Christo como o baluarte da moral com esses prínciipos a vida será vencida facilmente.
Outros pontos do livro de Luia
Amaral poderiam trazer ao conhecimento do publico, mas o ea
paço é pequeno e o tempo esta to
mado á leitura de outros melhores e mais humanos.
Uma cousa deve ficar patente:
o socialismo christão, nas mãos
dos padres e politicos corolas nada resolve.
O melhoramento social c intellectual da massa que se chama
proletariado não pode ser adquirido por meio de palavras doces s
sonoras, mas sim com acção energica, radical e fulminante.
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Correio
do. Paraná
10 PE AGOSTO
~-~~~:===z=^=^=^——
P& 193*
flUnião Nacional Revisionista k Eleitorado Independente do Paraná*
**^
O Maior Sortiinento
»»v tassfosay t
O Snr. Arthur Bernardes fala sobre as «demarches»
para a organização do Grande Partido Nacional que
defeiiderà os princípios da Alliança Liberai
RIO, 15 (C. P.) — Conforme jà
telegraphamos hontem, o sr. Baptis
ta Luzardo esta realizando "demarches" no sentido de ser feita nova
colligação politica, nos moldes da pro
pria Alliança Liberal. O estandarte
da nova colligação, destinada a fazer resuscltar os ideaes da Alliança Liberal, será o estandarte revisionista.
O sr. Arthur Bernardes, falando a
respeito, fez as seguintes
declarações:
— Embora ainda não possa fazer
um. juizo definitivo sobre a situação
politica — cheguei hoje e hoje iniciei os primeiros contactos, para colher os testemunhos vivos que hão
de me orientar na acção — creio ser
necessário e urgent» um appello a
todas as reservas cívicas do paiz, de
medo commum, na realidade de um
grande partido de projecção nacional. Nem preciso alludir á missão
dessa força que ha de brotar do fun
do da consciência democrática
do
Brasil, tão definida e marcada está
ella no espirito dos brasileiros. A
formação e a arregimentação desse
partido obedece á necessidade dR pro
grammas nos prélios eleitoraes, nas
campanhas doutrinárias da imprensa e na tribuna parlamentar,
pela
implantação
do verdadeiro regime
Mais um novo e colossal espectaculo para
hoje
Mais uma noitada de encanto
proporcionará hoje ao nosso publico o grande "Circo Nerino", com
um novo e colossal
espectaculo.
Em primeira parte será apresentado um sensacional programma ríe
attracões e variedades e em segunda parte, será representado o
hilariante fim de festa intitulado
"Picolino na Casa dos Phantasmas", um acontecimento de riso
Amanhã, não haverá espectaculo para descanso da companhia.
Para domingo, está reservada uma grandiosa matinée, cujo programma será um suecesso grandioso e a preços ainda mais reduzidos.
republicano nc Brasil. E' o melhar ideal
esse,
empolgar
para
um pevo que já tem cludo tão sobejas provas de capacidade de snçdfíiio, de aotidão para o governo de
si próprio, de comprehensão dos deveres cívicos c; de bravura moral —
vanguarda dos seus direites.
Com estas palavras, proferidas sem
exaltação, mas cem aquella firmeza
a
que já revelou no ex-presidente
mesma vedação de "volonté de pouvoir" des chefes
de governo desta
éra dictatcrial, o sr. Arthur Bernardes encerrou a Kiia entrevista.
0 Interventor Prepara-se...
(Continuação da 1.» Pagina)
O Paraná não se conhece nas
suas fronteiras. As estradas devem, terão o grande papel
de
articulal-o espiritualmente, conjugando o paranaense de Jacaresinho e Cambará com o paranaense de Curityba e Paranáguá.
Quero, também, que divulguem: vou promover a installação cie trez uzlnas no littoral para a producção de assucar e
nlcool motor.
Para tanto, o meu governo vae
enviar a Pernambuco e São Paulo, um ou dois engenheiros agronomos para que estudem, com
congecarinho, as installações
Estados, para
neres naquelles
depcis poderem, no Paraná, realiz^r discípulos que possam contribuir para ampliar os recursos
da nossa prodwcão, já asphyxiada, já diminuída.
Acabo de solicitar do Rio Gran
de do Sul e de São Paulo sede
mentes dos melhores typos
lavradoarroz para os nossos
res.
O Paraná deve libertar-se da
rotina e marchar para o campo, como o fazem aquellas unidades progressistas da Federação Brasileira.
Scmos fracos, fomos ehfráquecidos, mas cem fé, com animo,
com confiança e principalmente
com trabalho poderemos rehaver o posto Que as desastrosas ad
fizeram-noa perministraefies
d«-r".
nm bí mo ft cia.
ENG3. CIVIS
Construções, reformas, reconstru ções, projetos e orçamentos.
Calculo e construção em concreto armado.
AQ"7IDABAN. 187
Todos aquelles que trabalham nas indusirias, no commercio e na lavoura
A Liga Pro-Estado Leigo, que já
teve uma acção destacata no pleito
de 1933, surge agora no scenaiio da
vida politica paranaense como uma
organisnçíio partidária de ideologia
firmada e com função permanente,
sob a legenda — "Colligação
próEstado Leigo" — disposta a bater-se
liberdade
de consciência, a maior
pela
conquista da Constituinte de 1891 c
por uni programma que vise, sob to
dos os aspectos de ordem social, o
bem-estar da conectividade.
Eis, em synthese, os principaes pon
tos pelos quaes a Coligação vae, den
tro ou fora dos Congressos:
1") — Revisão da Constituição Fe
deral, especialmente para restaurar
o Estado Leigo em sua plenitude;
2") — Adopção do divorcio e vin
culo e emancipação completa da mu
lher, conferindo-sc-lhe igualdade de
direitos com os do homem;
3") — Impostos: sua reducção de
um modo geral; majoração para bebidas alcoólicas e objectos de luxo;
augmento progressivo para latifundi
cs e terras incultas;
4") — Prophylaxia e saneamento
das zonas insalubres do Estado;
5") — Creação de escolas profissio
naes em diversos pontos do Estado e
augmento de escolas primarias nas
zonas ruraes;
6°) — Melhoramento das condicções materiaes e culturaes do opera
rio, restabelecendo-se-lhe o
direito
de greve;
7°) — Revisão dos contractos
de
tedas as Emprezas que contraírem os
interesses da conectividade.
Abolição de monopólios;
8o) — Ampliação da assistência á
maternidade, infância, velhice e do
entes necessitados. Protecção aos sei
vicolas.
Repressão dos vícios sóciaes;
9") — Ensino primário obrigatório
de
e secundário gratuito; reducção
taxas para o ensino superior. Mngisferio; libertal-o inteiramente de in
fluencias políticas e augmento
de
vencimentos para o primário;
10") — Incremento da agricultura
i pecuária, dando protecção ao colo
io no aproveitamento das terras do
etário. Incentivação do regimen r.o
iperativista;
11") — Rpeulamentação da situa-to dos d°semrjregPdos e assistência
">os mesmos nor
do Governo
~nrantindo-lhes o pirte
direito ao trabalho;
12") — Combate á guerra em todas as suas modalidades, pelo espi•ito de pacifismo
e intensificação da
irbitragem internacional;
13") — Equilíbrio orçamentário do
Estado e publicação da sua situação
economico-financeira.
Combate
á
politica dos empréstimos externos.
Os candidatos da Coligação que ac
ceitarem sua inclusão nas
chapas
que forem apresentadas em prelios
eleitoraes, assumirão o compromisso
moral declarado por escripto, previa
mente, de comprlr sem vacillações os deveres impostos pelo presen
te programma. Entregarão á Direc
toria. na mesma oceasião, uni pedido de renuncia, assignado e com da
ta em branco, para ser utilisado cm
caso de trahição.
Appellamos para todas as conscien
cias livres que não fiquem indifferentes aos destinos politicos de nosso
povo, nesta hora em que o voto é
obrigatório e a abstenção um crime.
Avante, companheiros! Nada de
indifferentismo
diante dos grandes
problemas da nacionalidade!
O Paraná, que sempre esteve na
vanguarda de todos os movimentos
em prol da Democracia e da Liberdade não pôde e não deve, de fôrma
alguma ,consèrvar-se impassível dian
te da lucta que neste momento empclga todos os verdadeiros
pátriotas.
COLIGAÇÃO
A
PRO-ESTADO
LEIGO, desfraldando sua bandeira
e tornando conhecido seu prògramma de acção, o faz confiante de que
está no cumprimento de uni dever
patriótico.
Suffragae, no próximo pleito eleitoral, os nomes dos candidatos que
a COLIGAÇÃO vae apresentar, pois
assim, tereis representantes que de
fenderão intransigentemente vossas
aspiraçõs liberaes.
Acadêmicos, commerciantes, milita
res, ferro-viarios. operários, bancarios, funccionarios públicos lavradores, homens e mulheres, de todas às
profissões e adeptos de todas as cor
rentes religiosas e philosophicas, que
desejaes a grandeza e, sobretudo, a
paz da família brasileira, vinde ao
nosso encontro.
A'S URNAS! PELA LIBERDADE
_ PELA GRANDEZA DA PÁTRIA!
Curityba, 11 de Agosto de 1934.
Cap. Antônio Viégas da Silva
Cap. José Geminiano Cidade
Dr. Satllas do Amaral Camargo
Cap. Cyrilo Floziní
Cap. Gnstão Pereira Marques
José Leprevost
Dr. Parisio Geminiano Cidade
Paulo Tacla
João Ghignone
Dr. Salvador de Maio
Prof. Veríssimo Antônio de Souza
Abibe Isfer
Attilio Borio
Manoel de Andrade
Evaristo Baggio
Esmeraldo Blasi
Prof. Raul Rodrigues Gomes
Etieme José Johaniser
Francisco Rodrigues . de Castro
João Navolar
José VV. Lupion
Mariano de Castro
Manoel Virginio de Souza
Duilio da Costa Lobo
Hamilton Costa Lobo
Álvaro Cidade
Tte. Dr. Gamaniel Pereira de Car
valho.
Seguem-se outres assignaturas.
Deverão votar nos candidatos a serem apresentados pela
Columna de Consolidação Civica
E Econômica,
S^-H-E-LflEWA
porque assim não somente contribuem para o progresso dessas ciasse3
como também do próprio Paraná.
(Secção de propaganda patrocinada pela Associação
Commercial do Paraná)
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ESPECTACULO
Ia PARTE
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variedades.
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2* PARTE
Picolino fia Casa dos Pkpiasmas
O hilariante fim de festa intitulado
PREÇOS
ESPECIAES
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16 DE AGOSTO DE 1934
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EM AGRADECIMENTO a todos os
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rânaense não pedim sqí í dote í gos paja revoijiãj Dia
23
O INCIDENTE CHILE-PAItAGUAÍ
WASHINGTON, 15 (H.) — Verlíi
oou-se que nem o Paraguay nem o
com a formula
Ctile concordaram
de conciliação evèntada a difficuldade que parece residir na questão
de amor próprio, nenhum dos governos desejando dar- c primeiro pas
so para o restabelecimento da normal idade.
BUENOS AYRSS, 15 (H.l — A si
tüàção Chile-Paraguny, não é consi
uderada insoluvel.
Preve-se, porem,
mais tempo para sua solução.
Oscar Hindcnburg. filho do presideri
te, no Castello de Neudeck, que o en
vicu a Hitler, por- intermédio dc Von
Papen.
O testamento
estava
guardado
num grande envcloppe lacrado, trazendo a seguinte inscripção:
"Ao
O "Jornal do Brasil" em uma de
povo allemão e ao chanceller,
Hitler, por intermédio do meu fi- t.uas caiçoes publica c seguinte no"Requisições
11? <\".
ta, — sob o titulo
Ignora-se si o texto do testamen- nao pagas":
• .lmíu.j„u a revolução
to foi todo escripto pelo marechal.
paulista as
O testamento foi dividido em duas forças legaes, em operações nos dipartes — uma authentica,
outra vtusos sectores em que se desenvol
cem as conclusões das memórias do vtu a luta, fizeram requisições daO ACCIDENTE DE QUE FOI VI- mprech»!. nnblinados em iflifl.
quillo que necessitavam, como, por
O estamento tem um trecho
CTIMA O MINISTRO GOERING
em exemplo, 1 de transportes. Essas reBERLIM, 15 (H.) — Chegou
os que diz: "Então todos morreram so- quisições deveriam ser liquidadas pe
pormenores sobre o desastre de auto nhando cem o sangue da grande Al io governo, e com esse fim o Minrsmovei soffrido pelo ministro
Goe- lemahha não ter sido derramado de terio da Guerra recebeu a quantia
"
ring.
No momento em que o auto- balde?
de sete mil contos, correspondente á
estimativa das despesas feitas, nesse
movei deste subia uma encosta, em
particular, pelas tropas que deferigrande velocidade, surgiu um camidiam a dictadura.
nhão, no sentido opposto, seguido de
Succede, porém, que até hoje, decutro carro que procurava passar pe
corridos dois annos, e já integrado o
3a estrada, demais estreita para com
constitucional, pela
resultando
NA PASTA' DA GUERRA
paiz na ordem
portar treis automóveis,
em
entre o carro do ministro e o primei
RIO, 14 (H.) — O presidente da qual se levantaram os paulistas
caminhão, violento choque.
O lado Republica
r. , i ásia
Fsoi"-n."u,
da armas, muitos proprietários do maesquerdo do automóvel do sr. Goe- Guerra, os seguintes decretos: no- terial requisitado deixaram de rece
rin.<* ficou destruído, recebendo o mi ;noando director de engenharia, o Sa ber o que lhes é devido, e alguns, em
nistro forte contusão no amoplafca di Jwral cU brigada Júlio Caetano Hor bora pagos, tiveram suas contas disreito e outros ferimentos sem gravi ta Barbosa; commandante do 1" dis cutidas e liquidadas com prejuízos
Os de iricto de Artilharia de Costa, o ge
dada, no resto e nos joelhos.
mais passageiros sahiram levemente neral de brigada José Pessoa Cavai
a canti de Albuquerque; commandanferidos.
Os médicos procederam
;ios te da 1" Brigada do Artilharia, c ge
radiographia no sr. Gcering e
As ultimas noii neral de brigada Opllàtinp Marques;
seus companheiros.
cias dizem que o estado do ministro comniéndante da 2' Brigada de In6 relativamente bom.
iantaria, o general de brigada Fran
pisco José da Silva, Junicr; comrrran
A HERVA MATTE
dnnte da 3." Brigada de infantaria
B. AIRES, 15 (H.) — A União A- o general de brigada Guilherme Rigraria Hervateira enviou ao ministro beiro Cruz; e commandonte da •!¦
da Agricultura, uma nota em que pé B^ic^da. áp. Ipínnt.n.ria o general de
de que este cumpra as promessas que Brigada José Os^r'o.
EXPOSIÇÕES FEIRAS
fez para protejer a producção naeio
RIO, 15 (H.) — Realisa-se no De
nal ds herva-matte, cuja industria
— no dizer da nota — está á mercê partamento dr> Industria p Commerda competição do produeto brasilei- rio, sob a presidência do Ministro do
Trabalho; e primeira reunião da Com
ro e paraguayo.
das Exposições são Executiva
composta de cinc
A União Agraria diz mais que os missão Permanente
de
membros, incumbida da organisr
commerciantes collocam na c-inba'a- Feira; instituída pelo decreto
ri d" i™j plano geral para as exp
qua Abril.
gem da herva nacional, rotulr-s
O Ministro designou uma Commis sições-feiras.
dão como procedente daque.les paizes.
Qol o destino d .-s" / mu cuhibs ue tlís das inatio ao
Interessa aos
Barbeiras
. . . saber que no Salão Brasil, Rua 15 de
Novembro, 467, preci-se de um bom official
DO
O TESTAMENTO POLÍTICO
MARECHAL HINDENBURG
BERLIM, 15 (H.) — Encontrou-se
o testamento
politico do marechal
nas
Hindenhurg,
que já Se acha
mãos do chanceller Hitler.
O testamento tem um trecho em
í Eiri?
OS 25:0003000 ?
Provavelmente no
SONHO DE OURQ
Praça Generoso Marquês, 512, filial á Rua
Quinze de Novembro^
537, que pretende
vender o prêmio ma;
ior da Loteria do Paraná, hoje. .f
BAKBME1KOS
INTERESSA AOS
DBiiD Humor de
(Continuação da Ia pagina)
digna contra os exploradores de hon
tem das suas mais caras energias.
Para uma organização política qae
viveu da ufania dc trahir o povo, e
Que cahiu varrida pelo tufão da reaeção popular, nada mais significativo do que esse enterro puxado a to«iun de caixa e assovios...
Em logar dc lagrimas de saúde, a
gargalhada ferina do despreso sobre
o esquife infecto!
Pi!!h'li-TOQ
ííiilhf
iQíiy9
¦
mVfl 11UJJ_Ir. v'I lillySI
iIM híh
1'a
¦WlÁ-n
fali ülill
enormes, pelo Ministério
competente.
Ora, tendo sido destinada uma soirr
ma de sete mil contos para
esse
fim, e que resultou naturalmente do
computo das despesas feitas, e não
p:tgas, uelns tropas em operações, pa
rece lógico que ella deveria ser empiegada na liquidação dos compromissos do governo. No errtretanto,
não
foi c que se fez. Tanto assim
que até hoje ha quem não tenha re
cebido c que lhe pertence, pela propriedade cie que se viu desprovido em
virtude de ordem superior.
Convinha
dando
que o governo,
fiel desempenho ao que lhe cumpre,
não demorasse mais na liquidação
desses débitos. Antes porém, de fa
zel-c, seria indispensável, como pre
liminar, informar com precisão
o
destino <|Ue tiveram os sete mil cc;i
tes destinados a esse fim".
Os commentarios do grande diario carioca a esse triste assumpto das
requisições militares, são felizes.
Mas, si S. Paulo amarga não ter
recebido os seus títulos de 1932, que
dizer 0 Paraná que nem siquer con
teguiu receber até agora, minúscula
parcella dos de 930, que se acham ha
longo tempo com ordem de pagamento, na Delegacia Fiscal, aguarde^do vinda de credito?
Já é mais do que liora do sr. Marcel Ribas intervir junto ao governo
federal em favor dos interesses ahi
presos, do commercio e da industria
que pagam pesados tributos e não
DPdem ser caloteados
pela revolu-
A Estação Climatolcgica de Curityba, communica-r:os que as temperatüràs extremas oceerridas hontem
no Estado e em outros pontos foram as seguintes:
Curityba, Max. 13"2 Min. fiO; Rio
Negro, Max. 13-9
Min. 8"3 Castro,
Max. 13"4 Min. 3-2; Ponta Grossa,
Max. 14"8 Min 4'0; Paranaguá, Max
19"2 Min. 12"4; Jaguariahyva. Mas:.
Muito cuidado, eleitores !
Até co'as penas do Inferno
Vos ameaça o Padre Eterno
Pela vóz dos seus pastores ...
Segui do Clero o conselho,
Consagrando o cambalacho;
Senão ireis para o tacho
Do — Mestre Pedro Botelho !
I
;
IGNACIO.
20"p Min. 6"3; Guarapuava, Max. ..
15-SJ Min. 9"6; Ivahy, Max. lõ°7 Min
3"2; Rio, Max. 20"4 Min. 14"6; San
trs, Max. 21"1 Min. 144: Florianooo
lis. Max. 17•:« tain; i2V!.
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não
votarem em Munhoz
da Rocha. ("Critica", de 15-8-34).
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CORREIO DO PARANÁ':
"Dissemos sabbado
què a geração
"perrepista",
que vae do sr. Altino
.irantes ao sr. Ataliba Leonel na di
reoçâo do extincto Partido Republicano, representa os responsáveis pe
Ia derrocada da velha agremiação, já
antes de 30, devido ao absoluto podei- pessoal que cada um
timbrou
em exercer no çoverno, fazendo uma
poUüca de prepotência e de força,
que íevou & penumbra os velhos che
ft_ tradiciortaes da politica paulista.
Foram assim alijados os srs. Tibirlçá
Lacerda Franco. Vicente Prado, como já o fora Bernardlno de Campos e o seriam Olavo Egydio e outros.
Vulcano devorava os próprios
filhos... E a geração nova creou o
perrepusmo.
Era alguma cousa como a decaderi
cia romana': — imperadores de um
dia, ou de poucas horas, heióes de
um momento, victoriados por meia
d*zia de legionarios sem visão e sem
ideal.
Ora. isto está na consciência
de
todos. Com maior razão, na dos ele
mentos sacrificados, que constituíam
a tradição do velho partido e a immeusa maioria das suas forças do in
terior.
Era natural, era lógico, era
humano qu© todos elles — praticamente afastados do poder pelo "per
repismo" e levados, dentro delle, a
uma attrcude de tolerância discreta
— delles se desprendessem agora
rs formar con» outros elementos, pa
o
Rártido Constitucionallsta. Assim aconteceu. Entre os antigos e presti
glosos chefes da Politica
Paulista,
ahi eetâo no novo partido os srs. La
«ferda Franco e Vicente Prado, este
representante
das hoster de Jorge
Tibiriçá; os srs. Antônio Carlos de
Assumpeão e Laerte de Assumpcão,
que, embora mais moços, nunca se
iwinram bem com a sua geração, en
tão predominante e, apesar dó seu
grande valor próprio, jamais desfru
«taram posições de mando. De par
com os representantes de Júlio Mes
quita, com o sr. dr. Armando Salies OSveíra á frente, são dos melho
res esteios da situação nova, que se
traçou por missão integrar São Pau
io, por uma politica de intelligencia
a bom senso — nunca de força e
prepotência — no lugar que lhe com
pete na Federação. Ao seu lado, cs
elementos mais novos, os srs. Alcan
tara Machado. Luiz Piza Sobrinho,
Abelardo Vergueiro César,
Alarico
Caiuby e muitos outros.
Que resta do extincto partido?
Uma estatística recente da representação paulista na Assembléa Na
cional Legislativa aceusa o seguinte
resultado: — 17 deputados acceitom
a direcçao do sr. dr. Alcântara Machado; 5 se declaram soldados
do
sr. Ataliba Leonel; e os poucos restantes ou estão em outras facções ou
tendem para a maioria.
E o "perrepismo" ainda affirma
ter sido o grande autor da victoria
de 3 de maio!..
,
E" sempre a exploração do equivoco. Um sobre outro..."
Ouvi esta Oração, ó Perrepistas Àpiedando-vos do
Paraná
IVO MENA DA SILVA
(Do Centro Literário Novo Cenaculo)
Aurora
belíssima
O' Liberdade!
de luz que esplende no coração dos
homens para uni-los em santa amlzade! Farol pulcro que iluminas os
homens na árida jornada para uma
vida melhor no mais alevantado dos
ideais; fraternidade.
Pelas noites enlua
O* Liberdade!
radas em que a natureza dorme no
regaço do silencio, mudas e silencio
sas, vagueiam as almas de guerreiros que por ti se sacrificaram, dando-te a seus povos que bem te mere
ciam. E magestosas em sua mude/,
parecem erguer ás alturas preces pro
fundas onde vibram colidas e fremen
tes as alegrias e a filicidade dos pcvos que se libertaram da escravidão!
Revoam as almas de Bolívar Sucre
Felipe Câmara, Tiradentes, Spartae
co, Joana Darc, Carlota Corday
tantas outras que por ti se sacriflcaram. Após essa revoada, mil povos marcham na imensidão do infí
nito estrelado com Os grilhões parti
dos. A' vanguarda, seguem os condu
tores, espadas generosas que se man
chavam em sanguinolentas batalhas
pelo be:n das gentes que guiam ago
marcham...
ra...
E marcham...
até se perder na amplidão.
Iluminam-nos esperanças; viviíicam-nos ilusões; e tu' espiendes, esnos
trela de primeira ferandeaa,
na
longes da nebulosa, guiando-os
viagem eterna.
Fecunda
O' Liberdade!
palpitas
nos corações dos homens; retempera
os nos préllos da vida; e... todavia... Nobre e aphroplasmene" (sua
ve como a espuma) foges das almas
perversas que te desvirtuam as fina
Udades.
Choras, então, n desgraça profun
da que atinge os filhos. E aniquilas
te no meio dos mortandades que pro
movem teus algozes. E o povo, que
te ama, qup te exora envolve-se nos
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Não Soffra
vórtices de dissençõcs assassinas!
E quando sucumbes, ó liberdade!
morre
fenece contigo uma pátria,
um pais, falece a civilização» dum
povo.
Amargos dias espera-nos este PaNota-se em
tuas
ranii grandioso.
faces uma triteza discreta que se lhe
não conhece a origem. E nos, que
te adivinhamos os pensamentos, sabemos porque ocultas o sofrimento
parecendo venturosa a quem te con
templa.
Crucitt-tc o destino do Paraná. 3a
be-lo triste e pensas como o salvar.
E se te nota o apelo profundo que
se emana de teus olhos. Digamo-lo
apavora-te da U. R.
francamente:
Nfio te enganas nas tuas previsões
os escândalos e orgias governamentais querem traze-los ao Paraná os
perrepistas que o pretendem submer
gir n0 abismo das dividas fabulosas,
doando-nos misérias e descrédito. E
P. assombra-te os perrepistas.
os
assustam-te as suas
palavras,
E pareces querer
!«us manifestos.
fugir, evitando-lhe o contagio
que
envilece, e a união que assassina.
E agora, ó Liberdade, sol do pensa
mento, balsamo da paz e essência
da cultura, não te afastes. Ajuda o
povo paranaense a resistir aos cantos de sereia dos perrepistas. Dá-lhe
energias para a luta moral, e evita
lhe o sufrágio para a TJ. R. P. Se
íugires, ó Liberdade, eles, congregae
dos com o cler0 ,em manifestos
púlpitos, escravizar-nos-ão e tentaram matar-te para completa realiza
ção do espetáculo político da mina
econômica! Atende esta suplica, 6
Liberdade, e protege-nos contra os
desses
polvos perrepistas, livia-nos
tubarões e ilumina o nosso povo com
tua luz bonançosa e linda para que
possa ser sempre grande e forte «a
Historia Pátria!
De joelhos, suplicamos-te essa gra
gra — AMEM.
Mais
Seus males são todos curaveis
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Santos, Rio, Victoria, Bahia, Maceió, Recife o Cabedello.
•ITAGIBA" — Sae dia 31, átarde, na mesma linha.
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"ITAGIBA" — Sae dia 18 a tarde para Paranaguá, Florianop t£ls.
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«naiü£»vlA. R. 15 de Norembro,
1552 - Fone, 1465.
„;7.v:,
^_.;
WÊmWk _
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I,
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mmmzm
¦ 1£-MWWL«MHII'IIIUIIIIIIIIIHI
; ''*¦'¦;'¦ -':':,,",...':'',.'/-'.'.\'"
i í0 DE AGOSTO DE 1934
esta
ja íhe nãocontaram
sou moço, minha
Correio
1
senho
~~___
!_ Já
re6pondeu o poeta — e a expe
é
Iwncla me ensinou uma cousa;
í-3 6 perigoso não chegar a tempo;
'-Toutros
convivas, que estão a nos
-*° se lemDrttln nessa oç
espero,
«a
'zLtâo
senão de. nossos defeitos.
ENTRE AMIGAS
__ Como fica mal aquele vestido
«rti Henriqueta.
__ Ao contrario.
_ Como?
Ela é que fica mal com nquele
outro.
vestido e com qualquer
CALDO DE CARNE COM SAGU'
PÉROLA
Por cada prato de sopa couto-se
tunn, colher de sopa de Sagu' Pérola.
jverecenta-se o Sagu' Pérola ao caldo a ferver e cosinha-se durante 15
Em fal
jainutos mexendo sempre.
.to de caldo dc carne, prepara-Se a
¦sopa- com pó de caldo e manteiga,
para fazer a sopa mais saborosa jun
ia-se ainda 1 ou 2 ovos.
Impureza do Sangue ?
—l
¦ TT
_^^T.~"—**
í
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ELIXIR DE
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PAOZNA
-—,—,—,——. — — — -.- — —, — — —-—¦————jjpir.
1)
nio Jorgo Machado Lima.
Mario, ílltio do sr. Mario Vicente de Freitas.
— No dia 12 do corrente, festejou
0 2° anniversario de seu natalicio, o
galante menino Arnaldo, ílüunho di
iteto ao snr. Mario Caron e de sua
digníssima consorte, exma. snra. d.
Odaléa Macedo Caron.
SABBAG-TACLA
NOIVADO
V,(
.. SETTMA
Nos Lares e Salões
ANNIVEUSAIUOS
PAZEM ANNOS HOJE:
As Exmas. Senhoras:
D. Gerda Kopp Santos, esposa do
dr. Arthur Santos, conhecido advoga
do nos auditorias desta capital.
D Emllia dc Almeida, esposa do sr
José d© Almeida.
D. Maria Ribas Moreira, esposa do
sr. Antônio Moreira Sobrinho.
D. Cecília Alencar Guimarães, esposa do sr. Manoel Alencar Guimarães.
,D. Maria R. Patuch, esposa do sr.
Pacifico Patuch.
D. Sylvia P. Ribeiro, esposa do sr.
Wilson Ribeiro.
Passou-se a 13 do corrente, a
da Exma. Snra.
data genethllaca
D. Odaléa Macedo Caron, esposa do
sr. Mario Caron e íilha do saudoso
paranaense, sr. Commendador José
Ribeiro de Macedo.
As senhoritas:
Hilda Albini
vê
; Na data que hoje transcorre,
passar o seu natalicio a graciosa .se
nhorita Hilda Albini, filha dilecta da
exma. snra. d. Maria Albini, viuva
do saudoso sr. Clemente Albini.
Pela passagem da data de hoje, cer
tamente, a gentil nataliciante será
offerecerá,
muito' cumprimentada e
em sua residência, ás pessoas de sua
"five
oclock tea".
amizade, um
Soraide, filha, do sr. Joaquim Bit
tencourt, funecionario ferroviário.
Idanir, applicada alumna da. Esco
Ia Normal e filha dilecta do sr. Jor
ge Paulus. • _
Mathilde. filha do sr.' João Sequi
hei.
Gladls, filha do sr. José Gamara..
Andrini filha do sr. Waldemar Ta
mazecke.
Os senhoras:
Francisco Lopes Vieira, funecionario da Prefeitura Municipal.
Gustavo Giordani.
Roque Maida, do commercio desta
praça.
Ernesto Biscaia.
Attilio Gosparin
Arnaldo Abreu.
Benedicto da Silva Dirsiz.
, José Asulay.
Completou no dia 12 do corren
le, 17 annos de feliz consórcio, 0 ns
timado e conceituado casal Mario
Caron e D." Odaléa Macedo Caron.
A menina:
Dlrce, filha do sr. Manoel Bittencourt Monteiro.
Os meninos:
Ricardo Jorge, tilho do sr. Auto-
¦
Paraná
do
de
Representa um acontecimento
alta expressão para a sociedade curi
tybana e de particular significado pa
ra quantos emprestam o seu enthusiasmo sincero á vida deste jornal, o
contracto de casamento hontem celebrado nesta capital, do nosso brle
lhante companheiro de ideiaes,
magnífico amigo, Parah Tacla, com
a gentilisslma senhorita Zoralde Sab
bag, filha dilecta do sr. Zake Sabbag e de sua exma. esposa d. Maria G. Sabbag.
A noiva, mimosa flor do nosso jar
dim social, pelos seus predicados de
coração e de intelligencia é uma fino "Llgh Hfe"
gura que se impõe
tuna das belé
noivo
curltybano; o
Ias expressões da intellectualidade
conterrânea e do cavalheirlsmo que
encanta.
Por isso, o evento que ora noticiamos, concretizando o sonho de duas
almas que se unem para a pulchra
missão do mais elevado sentimento,
é motlv0 de júbilo excepcional para
nós outros que sabemos ser felizes
com a ventura dos que nos sSo caros.
•'- ¦". VIAJANTES
seguiu o cap. AAzul
Para Serro
E' FOE»nDAVEL
Rua Visconde de
Fabrica:
n." 1275. Phone
Guarapuava,
— 699 —
,¦•¦»:-
eee
'iiminiwim»»».
aneroai Fortes ao na. preieico aaquei
iu ciuuac.
vuiao de Sáo Paulo, regressou
o maestro Antônio Meiuio, aistmuco
üwi&tiiiie uu, —íuiüü Musical cia r'orça Militar do Estado.
Vindo de Guarapuava, acha-se
entre nos o sr. Antônio Viiiaca.
NASCIMENTOS
Acha-se em festa, o lar icuz do
distuiuto cavalneiro sr. _ueno.es ae
ue
Souza Feijó, com o nascunmito
o
uma linda menina que receberá
nome de Doroty.
Engaianou-se 0 lar feliz do sr.
Durval Kussi e de sua exma. esposa
exma. sra. Dmorah Kussi, com o nas
cimento de um lindo bambino, que
na pia baptismal receberá o nome de
Diogenes cariou.
Ivo, é o nome do robusto "bam
bino" que veio cngalanar o lar do
sr. Felicio Camati e de sua exma. cs
posa d. Alzira Borges Camati,
i
SARAH KA LLUF NEME
Issa Kalluf e família
Malblna Kalluf
i
Nassime Kalluf Salum
Kalil Kalluf e família (ausente)
Miguel Kalluf e família (ausen te)
Tamine Kalluf (ausente).
Comvidam os seus parentes e todas as pessoas de sua anusade a
assistir á missa do trigesimo dia do passamento de sua sempre lembrada irmã e tia.
SARAH KALUF NEME
Fallecida em Buenos Aires, a qual terá logar no dia 17, sextefeira, ás 8 horas, no altar-mor da Cathedral_i_o Bispado, por eafcfaeto de caridade cristã se antecipam agradecidos.
SOCIEDADES
Grêmio dns Violetas
E' enorme o enthusiasmo reinante
em nossa alta sociedade para o festl
vai donsante que o victorioso Gremio de Fernandina Marques, o Gre
mio das Violetas, realisará no proxi
mo sabbado, 18 do corrente, nos salões d0 Club Curitybano e em bene
do
ficio dos pequenos necessitados
Asylo São Luiz e dos indigentes do
Hospício Nossa Senhora da Luz.
Justifica-se esse enthusiasmo porquanto, sahindo da monotonia das
dansas continuas, haverá uma parte
em
artística finamente elaborada,
que tomarão parte elementos de des
taque em nossa sociedade.
Tem sido enorme a procura de in
diver
gressos que se encontram com
"grandsas senhorinhos fio nosso
mond" e na Livraria Mundial medi
ante apresentação do talão de soei
os dos clubs Curltybano, Talia. Coun
e
try, Please, e Grêmios Bouquet
Giusepina de Savoia.
Avenida e Palácio exhibirao domlngc, basta se dizer que elle apresenta
b .OCO astros e estreitas da moderna
geração, entre os quaes se destacam:
VVallace Reid Jor., Elsle Fergusqn H
Carlyle Blackvval Jor., Bryant VVash
burn Jor. e Erie von Stroheim 'Jar.
MULHER E' MULHER
O Avenida volta hoje a realizai- às
chies,
suas já tradicionaes soirées
que se tornaram o ponto de reunião
e
uo mundo elegante curitybano;
brilhante
vae reiniciar de maneira
as suas soirées das . quintas-feiras,
com a estréa da brilhante super pel
licula da Columbia nova, producçãó
"Mulher é Mulher", cujo
de 1934:
enredo revela um difficil problema
da sociedade moderna, é um repto
ás theorias feministas e constitue a
historia emocionante do mais lindo
amor, trocado pelo egoísmo e pela
vaidade.
Pay Wray, uma çreatura realmcn
te encantadora vive, maglstralmente, o papel de heroína, ao lado de
Gene Raymond.
20.000 ANNOS EM. SING
SENGU!
Os romances mutilados do amor...
noivos que não se casaram--- rhariamantes
dos arrancados do lar...
arrancados do seu' amor... eis o que
constitue a trama do trepidante*, tre
mendo drama passado em Sing-Bing
a mais famosa prisão do mundol dra
ma esse contido no formidável., film
da First "20.000.annos em SingíSing
com Spencer Tracy e Pethy Davte,
que o Odeon apresentará dominga
UMA SURPREZA AGRADÁVEL...
Espere a população da cidade.para
A JUVENTUDE MANDA!
Para recommendar. ao publico este a agradável surpreza que lhe reservo
FALLECIMENTOS
espectaculoso e sensacional
6uper a Empreza v Mattos Azeredo, 2* feira
'
Falleceu, hontem, ás 14 horas, film do genial Cecü De Mille, que o io Odeon — o cinema de todos./
Avenida João Pessoa, 1
nesta capital ,o sr. Sidney Gomes
PELLUCIA FLORE ADA . . 1$600 Pereira,
de destaque no
pessoa
PELLUCIA LISTADA . . . 1|500
DKLLUCIA MESCLA . . . 1S400 commercio madeireiro no Paraná.
O finado era casado com a sra.
d. Noeinia Monteiro Pereira e dei
dos
Dr. L. Zacarias
DACTYOLGRAPHA
CHAUFFEUR
xa na orphandade duas interessan
Offerece-se um para tarbalho esi
tes crianças: Guiomar e Neyl, o
Precisa-se, com urgência, duma
Santos
do saudoso dactilographa que conheça o hes- Auto ou Caminhão, tanto para a Ca
fallecido era genro
maestro Alberto Monteiro, e cunha panhol.
pitai como para o Interior.
ADVOGADO
Cartas a esta Redacção para C. P.
Tratar; «ga gerencia dfntj&Jlolhii.
do do musicista, Alberto Monteiro
Filho.
CÍVEL E COMMERCIO
O cortejo mortuario sahirá ãs
Trata de assuntos referentes a
"Correio do Povo'1
DE
Econômico 10 horas da manhã de hoje da rua
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Cen.°
Precisa-se
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c$® iieroso IWI^tciues!
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.^:
Paraná - Alguém ficará de pè!
—
Si a Revolução Morrer
Si, por um teses paradoxos íncomprebensiveis, vier a succumbir a Revolugão em nosso Esíad o não tenhamos duvida um baluarte ficará
de pé, reslsiltid© aos dapes e ás infâmias da r eacrâo — ficará de pé, immensa e formidável, a alma de Ponta Grossa! — Sigamo-Ia, sempre,
essa labareda solemne dos campos que jamais se confundirá com as línguas de fogo que o sym bolismo invoca, na solidão dos confissionarios,
tão sá .nara arrancar os rotos da sinceridade ca tholica em favor dos empobrecedores àccintosos, do Paraná, perversos, ambiciosos e vingativos!
r.
Correio do Paraná
l¥iorBfewÍ€Íeo^ a
-K-PK-.^ *ftfiI [Stf^^rítt-^m^^
Maestro Antônio
BíGORNA
Embora ha mezes resista,
Ha - de o Trust, queira ou náo,
Abaixar, em breve, a crista,
Baixando o preço do pão.
I
ZE' MARRETA.
iKkTeEr*-
^^BsiL.._&iiÍ&r3!8Mm7ÍS^^
mR&aES*¥*. -^
^-8BPfc\--a-r>»i-Bt_
*
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?-
236, onde, como é do seu peculiar
costume, rinicia a sua operosa t.
proveitosa actividade profissional]
sempre visando o alevantanumto
cada vez mais do nivel cultural do
nosso ambiente dé musica.
<nf rateando
OapLt.
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Melillo
nós..
Acha-se novamente ntre
vindo de São Paulo, o applaudido
pianista professor Antônio Melil-'
lo. Após a sua recente viagem dp!
recreio á Pauiicéa o distineto musicista fixou a sua residência á
rua Marechal Deodoro 280. fone
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t______B_____Bí-£M___RQS«»^_^r (wflf iPiiwnLiiHIrT W
PANORAMA GERAL DA Cl
DADE DE MONTEVIDÉO —
EM SUA PARTE CENTRAI
VENDO-SE — 1 — A PRAINDEPENDÊNCIA — 2
ÇA
O PALÁCIO DO GOVERNO — 3 — O EDIFÍCIO SAtVO
> 0^m---TOP^^^^---l - ^^n-Tri -^-Wm^-l------P*^^----Pfl---rffnHm-H^ __^^ ¦¥^^^^^r^_^________K__s_______Bl_^^y**^
^ ^^¦<Í!^L-^g^-ftffl---B-y-fe--t ^SwBHB
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— 4
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DO BANCO
HYPOTHECARIO DO URUGUAY, PRÉDIO DE 10 ANDARES — 5 — PALÁCIO DO
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ÍS^^^^^^^^«Íct1b___3^Ií';33^^^^a3R^^^^___^_^'«ÉS^^P^____^^^^^^^^'^ : ¦¦¦'-.i¦'¦ ¦'^^á__^!^^ '^^Íá^^^^^^^^&^^*»
JOCKEY
i _S^^láíè^«___^í»SS8v -^S^Í^^S W^S' Í-^^^É__~_____P^>^_^? ;â^
CLUB
INAUGÜ-
RADO EM 18 DE JULHO DO
CORRENTE
ANNO — 6 _
:: :: THEATRO SOLIS. .: :
Está annunciada a próxima vinda
ao Brasil do presidente üruguayo, se
ahor Gabriel Terra. Essas visitas de
chefes de Estado, embora a linguagem de circumstancia da imprensa
lhes empreste um caracter de pura
sympathia e de cordialidade, têm, co
mo não podiam deixar de ter, fins
práticos, visam combinar interesses,
e dessas combinações que os tratados sanecionam depois nem sempre
as duas partes
contratantes saem
plenamente satisfeitas, apesar da re
cí.nrnMdnde theorica.
Lu!
¦]'5P ¦
m
receber.
Píeeisames, portento, estar prevê- fé, segundo uma nota divulgada no fés que daqui são embarcados para
nidos contra a eventualidade de ser
envolvida, á gentileza
diplomática
nos accordos em que o Brasil só pos
sa sair perdendo.
AJiás, o phenomen0 üruguayo na
gccgraphia econômica da America, e
em face do Brasil, é digno de obser
vação. Montevidfio 6 por assim die
zer a metrópole dc contrabando,
não são poucos os factos denunciados a contra os quaes não se conhece uma rigorosa política repressiva.
Tr~*-~>os o que oceorre com o ca-
boletim do Esçriptorio Supplicy
e
que a seguir transcrevemos:
"Sabemos, de fonte
autorizada)
que têm sido ofíerecidos aos mercades consumidores cafés embarcados
rm Montevidéo, ív preços muito mais
vantajosos 'que Os embarcados
etrt
qualquer porto uo Brasil. Isto tem
succÊddido por força do contrabando nas fronteiras do Uruguay com
o Rio Grande do Sul ou pelo aproveitamento indébito da quota de boniíiôação especial concedida aos ca-
mi nos RrrimnR ijhmn üspeMes i
Repercute sympatbkanienía nos meios da São Paulo Rio Grande
nos sa opportuna Campanha
tf
¦/¦¦
No caso do Uruguay, com certeza
iremos repetir o que já fizemos com
a Argentina, em matéria de conces
soes contrarias ou nocivas aos nassos interesses econômicos.
Mas se com a Argentina ainda po
dia haver compensações, com o Uru
guay o quadro muda de aspecto. Em
relaç&o a este paiz vizinho — que
está entre nós e a Argentina, na
phrase de um velho estadista, como
algodão entre crystaes — nós
est."~-~<; em situação de dar e não de
Quando a Revolução estava apenas em inicio; quando as tropas
seguiam para a linha de frente afim de dar combate ás forças que
o governo que dias depois seria
deposto conseguiu manter fieis ao
seu Lado; quando o Brasil, de norCe a sul vibrava de enthusiasroo e
de energia cívica, num movimento
de protesto armado contra os regulos que infelicitaram esta grande Pátria, quem foi que afrontando as balas inimigas na conducção
dos trens militares, expondo-se ao
assalto das vanguardas de Washingtqs-Luis, prestou os mais assignalados, os mais valiosos serviços
para a rápida victoria daquelles
que se batiam por um Brasil melhor? Foi o ferroviário, foi o heioíco, o abnegado ferroviário. Demonstrando sempre um destemor
digno de um poema épico, o formidavel, o glorioso exercito ferroviário, sempre alerto em todos os
sectores em que se desenvolveu a
lueta, na arrancada outubrina não
teve um só instante de desfallecimento, um só momento de vacillacão, cooperando sempre a custa de
inaudito- sacrifícios, para a yictorte flháL Entretanto, a Revolução'
esqueceu completamente o extra
ordinário collaborador da victoria,
o soldado anonymo que nas feirovias offerecia o seu trabalho üoarado e digno para que o Brasil pudosse vencer. A situação dos ferroviarios da São Paulo Rio Grande continua sendo a mais lastimavel, porque ninguém se lembrou
de augmentar os vencimentos desses grandes sacrificados, desses
humildes trabalhadores que foram
os amigos certos das horas incertas, quando
a Nação appellava
para o civismo de todos os seus filhós.
Os telegraphistas federaes, perque assumiram uma attitude ener
gíca e de louvável desassombro na
defesa intransigente dos seus di-r
reitos, foram plenamente satisfeitos em suas aspirações. Nem menos justas, entretanto, são as aspirações dos ferroviários que ate
hoje esperam as promessas de melhoria da sua situação, feitas, ao
que parece, para illudir a sua ínfinlta bô„a fé é confiança nas promessas que nunca se cumprem.
Mais uma vez, traduzindo os anseios da nobre classe dos ferroviarios, appellamos para o governo afim de que seja feita justiça áquel
les que tanto se sacrificaram pa-
ra a victoria hoje infelizmente approveitada pelos que hostillizaram
a Revolução e os que por ella se
bateram.
Á
REPERCUSSÃO DA NOSSA
CAMPANHA NOS MEIOS FEK»
ROVIARIOS
A campanha de CORREIO DO
PARANÁ* e "Critica" em favor da
laboriosa classe tem repercutido
sympathicamente nos círculos ferroviarios, plenamente convictos de
que contam com o nosso ifrestrícto apoio na defesa intransigente
dos seus direitos.
Agradecendo o interesse tomade
CORREIO DO PARANÁ'
e
pelo
"Critica" na grande campanha em
favor dos ferroviários, recebemos
a seguinte mensagem dos funecionaríos da linha Curityba-Paranaguá:
"Paranaguá, 14 de Agosto de
1934.
Hmo. Snr. Paulo Tacla.
D. Director do CORREIO DO
PARANÁ'. — Saudações.
Manda o sentimento de gratídão dos ferroviários que manifestemos publicamente o nosso mate
profundo reconhecimento pela ati
tude do desassombro e desinteresse, mantida pelo CORREIO DO
PARANÁ e "Critica" na defesa dos
componentes da nossa Classe.
Reafirmamos os nossos aplausos,
certos de que, todos os nossos companheiros nos acompanharão nesta espontânea manifestação.
Somos com estima e consideração de V. S. justos admiradores.
Yedo Pinto — Agente da Estação; Arcelino Maneg — Conferente; Theodoro da Silva — Pesador,
Sesariano Cordeiro Bahia — Pezador; Theodorico Santos — G. Chaves; Urbano Rocha — G. Chave:
Estevão de Araújo — G. Chave;
Arago de Eulalio Sampaio — Antonio de Paula; João Luiz Pereira
Tele&raphista; Nivaldo Cordeiro — Telegraphista; Damanttno
Cunha — Telegraphista; Annanio,
Nunes de Oliveira — G. Chaves;
Manoel da Rocha Ferreira — Telegraphista; Jefthe Nascimento -Telegraphista; Orlando Ventura —
G. Chaves; Clemente DalTSella —
Telegraphistas, João Alves Corrêa
Pesador; Ernesto Gefferd Pugsly — Machinista; José da Silva
Prestes — Carvoeiro; João B. Ces
quim — G. freio; Carmo FavoritChefe de trem".
¦
o Uruguay. Chamamos a tal respeito, a attehnão das autoridades compo
tentes, pedindo-lhes providencias írri
rriediatas para ser cessado tal estado
dt> coisas, que vem
prejudicando
cuóimemente o ccmmercio legitimo,
que honestamente
paga os impôster-".
Mas o contrabando não se faz ahi
apenas com 0 café. Outras modalidades da nossa producção soífrem
com isso. Em recente entrevista, exa
minando os males que um plano do
acção uruguayo-nípponlco está causando aos mercados argentinos e bra
sileiros, damnifieando o industrialis
mo desses paizes, o senhor dr. Miguel de Oliva, secretario geral
da
Missão Argentina que veiu em visitf ao nosso paiz, denunciou factos
de espantar a esáe respeito.
Declara, elle que 0 centro das ope
rações estratégicas para o ssrviço de
contrabando de sedas e tecidos em
geral, no Brasil e na Argentina, é
Montevidéo. E acerescenta:
•'Constit,uiu-se,
com effeito, no Urii
guay, uma entidade.
"Câmara
Chama-se
a
de Intercambio Commercial Uruguayo-Japoneza". Em seu directorio mintam ai
guns commerciantes de Montevidéo
3 diversos indivíduos, conhecidos so
bejamente nas espheras contrabandistas.
Qual o fim dessa câmara? Promo
ver o commercio entre o Uruguay e
o Japão, ou, pelo contrario, fazer
va e simplesmente o contrabando puom
larga escala?"
Desenvolvendo a sua argumentacao á luz de documentos, o sr. dr
Miguel de Oliva vae mais longe, afi
Armando que o governo do Uruguay
"Alenta essas
operações facilitando
-¦ importação
"A seda e de seda":
os tecidos de algodão
prosegue, que se destinam a esse coní
mercio iliicito, e que são enviados
"a o Brasil
pa
e a Argentina, desembarçam em Montevidéo, pagando ao
governo do Uruguay os direitos adua
nelros, pelos qüaft. elle se interessa
íundamente.
Depois, esses
tecidos se fraccionam se distribuem
em caminhões
lanchas, etc., burlando a vigilância
?,as autoridades.
Ultimamente, a Díreccion
nas dessa nação propoz a0 de Aduiv
Ministerio da Fazenda que determinasse direitos- fixos para os tecidos
de seda
importados. O governo,
intermédio d0 decreto de porém, por
5 de abril
cie 1934, não attendeu á solicitação
e
deliberou manter o régímen
imperante, no anno de 1933.
A renda auferida
pelo Uruguay é
Mio, por exemplo, da
^me- ?m
°ial
paga' aproximadaStt&f
,.
mente, dois
pesos-ouro.
Por que então essa taxação
se o
paiz nao tem industria a defender
e visa apenas os seus interesses
aiíandegarios?
Só no espaço de seis
—
agosto de 1933 a março mezes — de
de
1934
os
vapores japonezes,
que chegaram ao
mo da Prata, conduziram
evidéo 2.266 caixões de para Mon
um total de 296.580 kilos,seda, com
representam para c, Uruguay os quaes
uma re
ceita de 677.534
pesos-ouro.
Isso é um authentico "dumping"
japonez, com
a acquiscencia uruguaya.
B' irrisório o Uruguay consumir,
em seis mezes, toda essa
quantidaae de tecidos de seda,
quando a Argentina, com 12 milhões de habitan
tes, consome
annualmente apenas
~ 2.200.000 kilos
de seda.
Para melhor illustrar o facto, aPont0 este exemplo: os navios
japonezes desembarcam em
Montevidéo
a sua mercadoria. Immediatamente
açcorrem a essa
os
resen_
tantes, em Buenospraça
Ayres das industrias nipponicas.' e
dentro de mais
a|guns dias, a
praoa de Buenos M.
lmmdada de tecid°s J'aP°nezesr
Essas coisas merecem ser lembradas, nas vésperas da visita
do presidente Terra, para
que os entendi
mentos
diplomáticos
ou commerciaes, inevitáveis em visitas
dessa
natureza, e que resultarão
com certeza do encontro dos
presidentes uru
guayo e brasileiro,
não nos advemiam prejuízos
o futuro. Pepara
io_ contrario, tendo em conta
a situaçao singular do Uruguay,
devemos
cogitar de nos prevenir, evitando
sur
presas.
¦
1,'affflt
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