SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO CREA-RO 2014
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RESUMO
O estudo aborda sobre o processo de planejamento estratégico e a visão de futuro do Conselho
Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (CREA-RO). O método da pesquisa será o
dedutivo. A modalidade de pesquisa será a descritiva. O planejamento tem o objetivo de fixar metas
organizacionais, definindo o rumo que a organização quer tomar e para isso, a organização deve ter
uma visão holística, globalizada do ambiente interno e externo, que vão influenciar na escolha das
estratégias. A estratégia, de origem essencialmente militar, foi gradativamente agregada à
administração privada com o objetivo de lidar com a acirrada competitividade das empresas de
mercado. O setor público não fugiu a esta situação, pois não há como negar que a estratégia também é
de fundamental importância na administração pública atualmente. O planejamento estratégico, por sua
vez, pode ser considerado como o processo pelo qual líderes de uma organização visualizam um
contexto futuro e desenvolvem procedimentos e operações necessárias para atingir um objetivo. As
organizações públicas devem buscar o aprimoramento de suas instituições, sempre buscando a melhor
prestação de serviço a população. Para tanto, o planejamento estratégico demonstra ser fator
determinante na operacionalização de diretrizes para o melhoramento na prestação do serviço público.
Palavras–Chave: Planejamento estratégico; organização; futuro.
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INTRODUÇÃO
O estudo aborda sobre o processo de planejamento estratégico no CREA-RO. A pesquisa objetiva
aprofundar o tema exposto, com o único objetivo de contribuir para esclarecer sobre a necessidade do
planejamento estratégico para a melhor prestação do CREA-RO.
A questão a ser colocada é de considerável relevância, demonstrando que cresce no Brasil o
pensamento de que a prestação do serviço público deve ser melhorada, visto que diariamente notam-se
nos noticiários reclamações da população sobre a demora e a ineficiência na prestação do serviço
público.
A primeira parte do presente estudo trata sobre o planejamento, observando a conceituação e principais
características do que se entende por planejamento. O segundo ponto trata sobre a estratégia,
demonstrando a concepção da palavra para a doutrina, a formulação da estratégia e sua implementação.
Num terceiro ponto é tratado especificamente sobre o planejamento estratégico, a fim de demonstrar a
importância desta ferramenta como fonte de organização do serviço público. O quarto ponto trata sobre
a missão, visão e valores no CREA-RO.
Por último, trata o presente estudo sobre as fases para elaboração e implementação do planejamento
estratégico e as principais diferenças na implementação entre empresas privadas e instituições públicas.
A relevância do presente trabalho se manifesta na necessidade de se otimizar e racionalizar o CREARO de que seja prestado de forma eficiente e com a destinação de recursos de forma planejada.
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PLANEJAMENTO
O termo planejamento pode ser conceituado como um processo de busca que possui o objetivo de
melhorar o funcionamento de uma empresa ou instituição, mediante a reflexão e tomada de decisões.
Planejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins, entre recursos e objetivos, visando
ao melhor funcionamento de empresas, instituições, setores de trabalho, organizações grupais e outras
atividades humanas. O ato de planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a
ação; processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego de meios materiais e recursos
humanos disponíveis, visando à concretização de objetivos, em prazos determinados e etapas definidas,
a partir dos resultados das avaliações (PADILHA, 2001, p. 30).
O planejamento surgiu a partir da necessidade de agradar a clientela de instituições privadas e públicas
diante das mudanças ocorridas no mundo pela globalização. É considerado como o início do plano de
ação que será futuramente colocado em prática. Devido às grandes mudanças ocorridas no mundo
globalizado, a satisfação dos clientes internos e externos tem sido a tônica das organizações, que estão
investindo em técnicas que auxiliem no desempenho satisfatório (hoje falamos em excelência) das
organizações, tanto públicas, quanto privadas, aproveitando o potencial humano existente. Cabe ao
administrador a função de administrar o planejamento, a organização, a direção e o controle; como o
planejamento é o início do plano de ação, é através dele que se define onde quer chegar, o que deve ser
feito, quando, como e em que sequência (CHIAVENATO; SAPIRO, 2003, p, 45).
O propósito do planejamento é definido por um conjunto de variáveis previamente determinadas onde
se definirá a situação da instituição e avaliará futuras decisões para que então a instituição possa tomar
atitudes mais rápidas, coerentes e eficientes. O propósito do planejamento pode ser definido como o
desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas, as quais proporcionam uma situação
viável de avaliar as implicações futuras de decisões presentes em função dos objetivos empresariais que
facilitação a tomada de decisão no futuro, de modo mais rápido, coerente, eficiente e eficaz
(OLIVEIRA, 2004, p. 36).
Nota-se pelo acima exposto que o planejamento não tem somente função de prever as ações do futuro,
mas também de direcionar as atitudes da instituição por meio de uma avaliação da situação atual da
própria instituição.
O planejamento tem o objetivo de fixar metas organizacionais, definindo o rumo que a organização
quer tomar e para isso, a organização deve ter uma visão holística, globalizada do ambiente interno e
externo, que vão influenciar na escolha das estratégias. [...] pensar antes de agir, pensar
sistematicamente, com método; explicar cada uma das possibilidades e analisar as respectivas
vantagens e desvantagens; propor-se objetivos. É olhar para o futuro, sem perder de vista o presente.
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Essa ferramenta foi criada para auxiliar gestores a traçar um plano de ação, identificando os problemas
e sugerindo ações corretivas, tendo uma visão holística da organização; fixando as metas a serem
atingidas; para isso, deve ter espírito empreendedor, ousado, buscando atingir o sucesso, que, no caso
da administração pública, é a excelência nos serviços prestados, ou seja, pelo menor custo, no menor
tempo possível e com qualidade (MATUS, 1996, p. 12, apud SILVA, 2006, p. 18).
A doutrina especializada divide o planejamento em três níveis hierárquicos: o planejamento estratégico,
que é o processo administrativo para proporcionar na sustentação metodológica para se estabelecer a
melhor direção a ser seguida. O planejamento tático é aquele que tem por objetivo otimizar
determinada área de resultado; e o planejamento operacional, que é a formalização das metodologias de
desenvolvimento e implantação estabelecidas.
Existem três níveis de planejamento: o planejamento estratégico, que é genérico, sintético e abrangente,
projetado para longo prazo e que abrange a organização como um todo; o planejamento tático, que é
menos genérico e mais detalhado, projetado para o médio prazo e que aborda cada unidade da
organização separadamente; e o planejamento operacional, detalhado, específico e analítico, projetado
para curto prazo e que orienta tarefas (SILVA, 2005, p. 13).
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ESTRATÉGIA
A estratégia é uma palavra com origem militar que deriva do grego antigo, significava a qualidade e
habilidade do general, ou seja, a capacidade do comandante organizar e aplicar nas campanhas
militares.
A ideia de estratégia, palavra de origem militar usada para designar o caminho da vitória em uma
guerra, foi agregada à administração e ao conceito de planejamento, sobretudo, nas últimas décadas,
como forma de lidar com a acirrada competitividade das empresas de mercado. Em um ambiente
econômico de constantes mudanças, a concepção estratégica do planejamento se inseriu no contexto da
abertura dos mercados e no aumento da competitividade econômica (SILVA, 2006, p. 14).
A estratégia, de origem essencialmente militar, foi gradativamente agregada à administração privada
com o objetivo de lidar com a acirrada competitividade das empresas de mercado. O setor público não
fugiu a esta situação, pois não há como negar que a estratégia também é de fundamental importância na
administração pública atualmente. Dentre os diversos conceitos de estratégia, o que se encaixa na
administração pública é o demonstrado por Serra: “estratégia é o conjunto de meios (recursos) que uma
organização utiliza para alcançar seus objetivos” (SERRA, 2008, p. 38).
Estratégia é um termo transportado das aplicações bélicas para a administração que, em sua acepção
original está ligada à arte de planejar e executar movimentos e operações visando alcançar ou manter
posições relativas. A partir dessa ideia, percebe-se que, inicialmente, faz-se necessário fixar os
objetivos para que, a partir destes, sejam definidos os meios para obtê-los (VALERIANO, 2001, p.5455).
A partir das definições acima, conclui-se que estratégia tem o mesmo significado de tática, que são
técnicas e ações utilizadas para alcançar metas e objetivos dentro de uma organização ou grupo, é
planejar operações e alocar recursos para se atingir objetivos. Não há uma metodologia específica para
direcionar a construção de um planejamento estratégico, no entanto, todos os tipos de planejamento
possuem necessariamente alguns elementos em comum.
Chiavenato e Sapiro, citados por Silva (2006) definem a construção de uma estratégia em cinco
principais etapas:
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a) Concepção estratégica: declaração da missão, da visão, definição dos públicos de interesse, seu
potencial de conflito e construção da ideologia central da organização (princípios e valores);
b) Gestão do conhecimento estratégico: diagnóstico estratégico externo, diagnóstico estratégico
interno e construção de cenários (previsões que estimulam a percepção de possíveis problemas para
ensaiar possíveis respostas);
c) Formulação estratégica: determinação dos fatores críticos de sucesso, definição dos modelos de
apoio à decisão e das políticas de relacionamento.
d) Implementação da estratégia: definição dos objetivos, elaboração das estratégias, gestão do
conhecimento, sistemas de informação, desempenho organizacional, definição do sistema de
planejamento estratégico (formulação, implementação e controle das estratégias, que compreende as
etapas de criação, avaliação e escolha e implementação);
e) Avaliação estratégica: mensuração de desempenho por indicadores, auditoria de resultados e
avaliação estratégica. É importante frisar que a estratégia é muito mais do que uma decisão, mas o
padrão global de decisões e ações que posicionam a organização em seu ambiente e tem o objetivo de
fazê-la atingir seus objetivos a longo prazo. Esse conceito traz em si as idéias de padrão, planejamento,
posição e perspectiva estratégica.
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
O planejamento estratégico se originou na necessidade que as empresas tiveram em criar um sistema
para planejar suas ações observando vários pontos de vista, proporcionando uma visão sistêmica da
empresa no ambiente interno e externo, agregando assim vários fatores para analisar metas de
eficiência.
[...] o planejamento estratégico surgiu em oposição ao planejamento tradicional, que efetuava planos
fixos, determinados. Esses se mostraram ineficientes, ao tentar apreender a realidade de um único
ponto de vista. O relativismo e a visão sistêmica foram incorporados ao planejamento, que passou a ter
como premissa uma constante readaptação, baseada na análise dos ambientes interno e externo. Vários
outros fatores passaram a ser considerados para se garantir a eficiência do planejamento (SILVA, 2006,
p. 14).
Não há um conceito único para planejamento estratégico, entretanto, a doutrina de Oliveira traz o
seguinte significado:
[...] é o processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor
direção a ser seguida, visando ao otimizado grau de interação com o ambiente e atuando de forma
inovadora e diferenciada. O planejamento estratégico é, normalmente, de responsabilidade dos níveis
mais altos da empresa e diz respeito a tanto a formulação de objetivos quanto a seleção dos cursos de
ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas. Também
considera as premissas básicas que a empresa, como um todo, deve respeitar (OLIVEIRA, 2004, p. 47).
Portanto, nota-se que o planejamento estratégico pode ser considerado como o processo pelo qual
líderes de uma organização visualizam um contexto futuro e desenvolvem procedimentos e operações
necessárias para atingir um objetivo.
[...] é o processo contínuo de, sistematicamente
contido, tomar decisões atuais que envolvem
necessárias à execução dessas decisões e, através
medir os resultados dessas decisões em confronto
SAPIRO, 2003, p. 39).
e com o maior conhecimento possível do futuro
riscos; organizar sistematicamente as atividades
de uma retroalimentação organizada e sistemática,
com as expectativas alimentadas (CHIAVENATO;
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Segundo Oliveira (2004) a implantação de um planejamento estratégico busca:
a) conhecer seus pontos fortes e como melhor utilizá-los.
b) conhecer e eliminar seus pontos fracos.
c) conhecer e usufruir das oportunidades externas.
d) conhecer e evitas as ameaças externas.
e) buscar um efetivo plano de trabalho.
O planejamento estratégico não é uma simples busca de afirmação das aspirações de uma instituição,
mas sim um meio de implantar um plano de ações para que as aspirações da instituição transformem-se
em uma realidade futura.
Nota-se que o instituto não se limita a um relatório situacional da instituição, mas sim por um
prognóstico de todo o sistema organizacional da instituição, que, aliado a um plano de objetivos e
metas, busca implantar ações sistemáticas com o fim de alcançar os objetivos traçados pela própria
instituição.
Planejar é importante, mas por si só não apresenta resultados, deve ter o apoio e a participação de todos
os integrantes. O problema está na implementação do plano estratégico, pois depende diretamente da
habilidade, experiência e valores dos integrantes, isto implica em mudanças, resistências e conflito de
interesses.
De acordo com Serra (2008), para ser uma ferramenta de integração, o planejamento estratégico deve
ter a participação dos colaboradores no processo de planejamento, e a gestão de topo deve comunicarlhes seus objetivos e prioridades. Por este motivo o planejamento estratégico deve ter uma visão
externa do meio em que atua, mas também uma visão do meio interno, tendo condições assim de
identificar situações internas que possam ser focadas na implementação do planejamento.
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O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E SUA APLICAÇÃO NO SETOR PÚBLICO
Para Silva (2006) no desenvolvimento de um plano estratégico, existem diversas metodologias, e
dentre as principais estão:
a) SWOT – consiste na análise dos pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças dos
ambientes interno e externo;
b) As cinco forças competitivas de Porter – são um conjunto de técnicas de análise de estratégia
competitiva;
c) A Quinta Disciplina - teoria aprendizagem organizacional;
d) PEE – Planejamento Estratégico Empresarial - Projeto Estratégico
e) PES – Planejamento Estratégico Situacional - planos de gestão pública.
O Planejamento Estratégico Situacional foi criado essencialmente para ser um método utilizado para
realização de projetos de planejamento no setor público, e leva em consideração as interferências dos
campos político, econômico e social.
[...] O Planejamento Estratégico Situacional – PES – é um método e uma teoria de Planejamento
Estratégico Público, que foi concebido pelo economista chileno Carlos Matus, para servir aos
dirigentes de governo. O PES é um método de planejamento estratégico formulado especificamente
para a elaboração de planos de governo, de políticas públicas, e que nasceu no contexto específico da
realidade social e política da América latina. Um planejamento administrativo aos moldes do PES
pressupõe uma apreensão da realidade social e de suas demandas por uma apreciação situacional [...]
por meio de identificação e análise de problemas, em um exercício democrático que integra os vários
pontos de vista sobre determinada questão. Nesse processo, a questão transforma-se de problema em
oportunidade de mudança, pois possibilita o alcance de um plano de ação consensual e viável, que
agrega as vantagens do compromisso simbólico que os formuladores do plano assumem em relação a
ele e de uma mudança de cultura organizacional (SILVA, 2006, p. 15).
O Planejamento Estratégico Situacional demonstra ser o melhor para aplicação nas instituições
públicas, não só porque foi criado especificamente com este objetivo, mas também porque se destaca
por abranger premissas sem as limitações materiais dos demais métodos de planejamento aplicados na
formulação de políticas privadas.
Os pressupostos do Planejamento Estratégico Situacional são apresentados por Silva (2006) como:
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a) como explicar a realidade.
b) como conceber um plano.
c) como tornar viável o plano necessário.
d) como agir a cada dia de forma planejada.
O caráter público da aplicação do Planejamento Estratégico Situacional fica bem claro na simples
visualização dos seus pressupostos, os quais demonstram por si só as diferenças entre ele e os demais
métodos de planejamento.
O desenvolvimento do planejamento estratégico viabilizado com planos de ação e de reformas
normativas para eficiência do sistema público não pode ser elaborado com uma simples adaptação de
métodos criados para o setor privado, visto que o setor público não visa o lucro financeiro, mas sim o
bem comum da sociedade.
Para se criar uma organização bem-sucedida ou de alto desempenho, não existem fórmulas prontas,
cada organização deve criar suas próprias regras e buscar alternativas dentro do contexto da própria
organização, ou seja, inovar, sendo para isso necessário conhecimento e contínuo aprendizado, visto
que uma organização de sucesso é aquela que está em constante aperfeiçoamento e se ajusta às
mudanças.
As Principais Fases Para Elaboração e Implementação do Planejamento Estratégico
A doutrina elabora as fases básicas para elaboração e implementação do planejamento estratégico:
a) diagnóstico estratégico;
b) missão da empresa;
c) instrumentos prescritivos e quantitativos;
d) controle e avaliação.
Há de se ressaltar que neste ponto o estudo não visa esgotar profundamente todas as nuances das fases
para elaboração e implementação do planejamento estratégico, mas apenas identificar as principais
fases.
A primeira fase fica a cargo do diagnóstico estratégico, que determina exatamente como está a
instituição que terá aplicação futura do planejamento. A primeira etapa é a visão da empresa, onde se
identificam quais as expectativas e desejos dos entes diretivos da instituição, a fim de que possa ser
efetuado um direcionamento do planejamento.
A palavra visão tem sido utilizada em várias épocas da história, em culturas e contextos com
significados muito diferentes. Visão é um conceito operacional muito preciso que procura descrever a
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auto-imagem da organização: como ela se vê, ou melhor, como ela gostaria de se ver no futuro
(COSTA, 2003, p. 35).
A visão serve para estimular e inspirar o indivíduo a buscar seus objetivos traçados no futuro. Dentro
do diagnóstico estratégico ainda deve ser realizada uma análise externa, vislumbrando as ameaças e
oportunidades que estão no ambiente da empresa que possam influenciar o planejamento.
A primeira etapa de um planejamento estratégico é a formulação da concepção estratégica, em que é
identificada a intenção estratégica da organização. Nessa etapa são declaradas a visão e a missão
organizacional: a visão estabelece as razões e o propósito de existir de uma organização, assim como o
estado ideal que esta quer alcançar; a missão identifica objetivos de desempenho, mercado, escopo do
negócio e competências únicas. Juntos, são a filosofia da organização (SILVA, 2006, p. 20).
Portanto, esta primeira fase reside na realização de um diagnóstico da instituição em relação ao seu
público alvo [seja privada ou pública], com o fim de identificar as tendências internas e externas.
A segunda fase para a implantação do planejamento estratégico é a missão da empresa, ou seja, deve-se
conhecer a razão de ser da empresa. Todo planejamento passa por um período de conhecimento, para
que se tenha a exata noção do papel que se deseja desempenhar na sociedade.
A missão é a determinação do motivo central do planejamento estratégico, ou seja, a determinação de
onde a empresa quer ir. Corresponde a um horizonte dentro do qual a empresa atua ou poderá atuar.
Portanto, a missão representa a razão de ser a empresa. A missão da empresa deve ser definida em
termos de satisfazer a alguma necessidade do ambiente externo, e não em termos de oferecer algum
produto ou serviço ao mercado (OLIVEIRA, 2004, p. 76).
A missão é, justamente, a razão de ser e os objetivos que justificam sua existência, motivo pelo qual é
de fundamental importância para um planejamento estratégico.
A terceira fase é a análise dos instrumentos prescritivos e quantitativos, ou seja, de analisar como
chegar a situação que se deseja com a implantação do planejamento estratégico, estabelecendo
objetivos, desafios e metas.
Os instrumentos prescritivos do processo de planejamento estratégico proporcionam a explicação do
que deve ser feito pela empresa para que se direcione ao alcance dos propósitos estabelecidos dentro de
sua missão, de acordo com sua postura estratégica, respeitando as macro-políticas, bem como as ações
estabelecidas pelas macro-estratégias; a direcionando para a visão estabelecida, ou seja, o que a
empresa quer ser (OLIVEIRA, 2004, p. 76).
É nesta fase que devem ser estabelecidos os projetos e planos de ação, pois é nesta etapa que são
delineados os trabalhos a serem feitos, estabelecidos os resultados esperados e os prazos para efetiva
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execução dos planos estabelecidos. É neste momento que ocorre a análise e identificação do que é
necessário para se chegar ao fim desejado, ou seja, é efetivamente a fase do planejamento estratégico
propriamente dita, onde se verifica o que deve ser realizado para se atingirem as metas estabelecidas, os
objetivos e planos de ação.
A última é a fase de controle e avaliação, onde o gestor verifica como a empresa está se comportando
na execução do plano pré-estabelecido pelo planejamento estratégico anteriormente estabelecido.
Segundo Oliveira (2004), esta fase envolve os seguintes processos:
a) avaliação de desempenho.
b) comparação do desempenho com os objetivos, desafios e metas estabelecidos nas fases anteriores.
c) tomada de ação para correção das análises efetuadas
d) acompanhamento para avaliação da eficiência da ação das correções.
e) adição de informações ao processo de planejamento.
O sucesso da implantação e execução do planejamento estratégico depende em muito desta fase de
controle e avaliação, pois é nesta fase que se verifica a efetividade do planejamento na prática, a fim de
demonstrar que a instituição está chegando aos objetivos traçados no planejamento inicialmente.
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Principais Diferenças na Implementação do Planejamento Estratégico Entre Empresas Privadas
e Instituições Públicas
Os princípios para implementação de um planejamento estratégico em empresas privadas e instituições
públicas são praticamente idênticas, pois ambas tem que analisar seu ambiente interno e externo,
formular uma missão, verificar seus objetivos, desenvolver planos e projetos para execução, controlar e
avaliar a execução do planejamento.
Mas não há como negar que existem algumas diferenças específicas entre as empresas privadas e as
instituições públicas que certamente influenciam a formulação, aplicação e controle do planejamento
estratégico.
As principais diferenças entre as organizações privadas e as instituições públicas ficam a cargo da
propriedade [uma pública e outra privada], custeio [uma impostos, taxas e contribuições e outra venda
de produtos e serviços] e do ramo de atuação ou tipo [um Governo Federal, Estadual e Municipal e
outro Único dono ou vários sócios, sociedade, empresa].
Estas diferenças estruturais básicas se apresentam significativas no momento de se apresentar um
planejamento estratégico, primeiro porque as instituições públicas possuem missão e objetivos
diversos. As empresas privadas visam o lucro e o crescimento no mercado em que atuam, enquanto as
instituições públicas visam a prestação de um serviço com o objetivo do bem comum da população.
Em um segundo ponto, a implementação estratégica em órgãos públicos é limitada a questões como
pagamento, promoção, demissões e outras ações disciplinares, limitações estas que os executivos das
empresas privadas não têm.
Mesmo diante destas diferenças conceituais, há de se mencionar que o planejamento estratégico tem o
objetivo de trazer benefícios a empresas privadas e instituições públicas de igual forma.
[...] estas instituições, tanto quanto as empresas, devem analisar suas oportunidades e restrições
ambientais e formular missões e objetivos gerais que lhes permitam satisfazer as necessidades de algum
segmento da sociedade. Devem, então, desenvolver uma estratégia que relacione seus pontos fortes e
fracos de forma apropriada ao seu ambiente e lhes permita criar uma competência distintiva em seu
campo de atuação (WRIGHT, KROLL E PARNELL 2000, p. 420).
Muito embora tenham situações mais favoráveis ou mais maleáveis para a implantação do
planejamento estratégico em empresas privadas, a implantação deste instituto em instituições públicas é
plenamente possível. Apesar de o planejamento estratégico ser aplicado na administração pública e
privada, ele apresenta algumas peculiaridades apresentadas na tabela abaixo:
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Empresa privada

Missão


Setor público
Limitada (a determinados e/ou
serviços)
Definida pela direção ou pelos
proprietários



Ampla e não específica (muitas
vezes
implicitamente
subentendida
e
não
explicitamente definida)
Obrigatória na base de um
mandato
Determinada
pela
política
ampla e não especifica
Muitas vezes incoerente com os
recursos disponíveis
Visão

Baseada na missão e na análise
do ambiente
Coerente com as próprias
possibilidades
Funcional
Linhas claras de decisão
Relativamente simples


Organização




Parcialmente funcional
Superposição de funções
política
Complexa


Limitada ao campo de operação
da empresa
Relação definida através de
compra ou contrato



Ampla e diversificada
Relações mal definidas
“Cliente” não visto como tal


Realizar lucro
Cumprir missão


Servir ao público
Servir à política informalmente


Tem de ser eficiente
Dinâmica


Não precisa ser eficiente
Geralmente lenta e burocrática
Clientela

e
Propósito de
atuação
Forma de
atuação
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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16
Esquema do Processo de Planejamento Estratégico
VISÃO
MISSÃO
ANÁLISE
EXTERNA
Fatores
Institucionais
Econômicos
Tecnológicos
Marco
Orçamentário
ANÁLISE
INTERNA
OBJETIVOS
ESTRATÉGICOS
Estrutura
Processos
Funções
ÁREAS-CHAVE DE
DESEMPENHO
Recursos
METAS
PROGRAMAS, PLANOS, PROJETOS
INDICADORES
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Plano Estratégico - METAS
PLANEJAMENTO DE GESTÃO TI 2014
APRESENTAÇÃO
Apresentamos o planejamento de gestão para o ano de 2014, relativo ao programa de
estruturação tecnológica da Sede e Inspetorias do CREA-RO, definindo assim o planejamento,
direcionamentos e investimentos na área de Tecnologia da Informação – TI, alinhando aos objetivos do
conselho visando sempre a eficiência e eficácia dos serviços assim entregue.
Tal plano de gestão esta sendo apresentando para apoiar a instituição na execução do seu plano
de negócios e no cumprimento de seus objetivos e metas institucionais. A TI apresenta uma ação
otimizada de recursos para o ganho e o aumento da eficiência, eficácia, efetividade e economicidade no
emprego de novas tecnologias assim adotas para o ano de 2014.
A seguir, serão apresentadas as iniciativas de TI que deverão ser empreendidas para o ano de
2014 para o alinhamento do programa de estruturação tecnológica da Sede e Inspetorias desse
Conselho, que composta por:
 Hardware
 Software
 Capacitações
 Reuniões
 Conferências
 Planejamentos
 Execuções
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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Aspectos a serem considerados;











Padronização do parque computacional da instituição;
Garantia e Melhorias dos serviços oferecidos - WEB;
Garantir agilidade e facilidade no atendimento ao profissional.
Plenário Virtual;
Nova ART;
Fornecer subsídios aos funcionários para que possam exercer seu trabalho continuamente, Sede / Inspetorias;
Aquisição do Software de Digitalização;
Caneta Digital;
Mobile CREA;
Atendimento On-line;
Aquisição de novos equipamento de TI para Sede;
Devemos considerar, que a contratação das tecnologias e produtos aqui apresentados irá permitir uma relação custo/benefício
diferenciada, fornecendo ganhos significativos na qualidade e desempenho da oferta de serviços, considerando os seguintes
aspectos:
 Padronização do parque computacional, com a instalação de tecnologia de ponta nesta categoria de software;
 Facilidade na aquisição de peças para manutenção ou de sua reposição e no suporte técnico de hadware;
 Permitirão que os funcionários trabalhem com máxima eficiência, pois já conhecem da plataforma de suítes;
 Benefícios que podem poupar tempo e custos;
Identificação da Equipe
Coordenador
George Marcio Tico Silva - Gerente do Departamento de Informática – DEINF
(69) 2181-1078 / 8125-0910 [email protected] / [email protected]
George Marcio Tico Silva - Gerente do Departamento de Informática
Bruno Jorge Melo - Assessor do Departamento de Informática
Equipe
Vitor de Melo Gonçalves - Assessor do Departamento de Informática
Jamys Solsol de Oliveira - Estagiário
Bruno Rafael Couto Molino - Estagiário
Equipe
Departamento Administrativo
associada
Departamento financeiro
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Período
Principais Ações / Etapas Previstas
Data Inicial
Data Final
Responsável
Perspectiva : Pessoas , Aprendizado e Crescimento
Objetivo 1: Aprimorar a gestão de pessoas de TI
Meta 1: Fortalecer o quadro de pessoal de TI no CREA-RO
Elaborar plano de capacitação para os servidores da área de TI, indicando as
competências a serem desenvolvidas e o quantitativo de servidores que
necessitam de capacitação
Identificar as capacitações necessárias
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Prospectar os treinamentos existentes
01/01/2014
30/08/2014
George Marcio
Definir o Plano de Capacitação alinhado aos perfis funcionais
01/11/2013
01/02/2014
George Marcio
Inserir o Plano de Capacitação no PDTI no CREA-RO.
01/01/2014
01/03/2014
George Marcio
Enviar o plano da capacitação para a Superintendência
01/03/2014
01/03/2014
George Marcio
Meta 2: Disseminação de informações do PDTI (Plano Diretor de Tecnologia da Informação)
Implementar as apresentações quadrimestrais do Diretor nas Coordenações.
Divulgar semanalmente, entre os Coordenadores e Assessores, as
Informações dos Planos Institucionais.
01/01/2014
31/12/2014
George Marcio
Divulgar quadrimestralmente, entre as equipes, as Informações dos Planos
Institucionais.
01/01/2014
31/12/2014
George Marcio
Meta 3: Aumentar o quantitativo de servidores de TI capacitados
Treinamento e Capacitação de um Funcionário do Sistema de Digitalização
(SÃO PAULO).
Coletar Dúvidas e Dificuldades nos setores relacionados
01/03/2014
30/04/2014
EdJord
Deslocamento do funcionário para o Estado e Local de treinamento
01/03/2014
30/04/2014
EdJord
Apresentar Relatório e Certificado do Treinamento
01/03/2014
30/04/2014
EdJord
Coletar Dúvidas e Dificuldades nos setores relacionados
01/05/2014
30/09/2014
EdJord
Deslocamento do funcionário para o Estado e Local de treinamento
01/05/2014
30/09/2014
EdJord
Apresentar Relatório e Certificado do Treinamento
01/05/2014
30/09/2014
EdJord
Definir os instrutores
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Preparar o conteúdo programático.
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Identificar e consolidar os temas para capacitação
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Identificar os interlocutores para cada tema
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Avaliar a capacitação
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Treinar e Capacitar os Funcionários do CREA-RO SEDE/INSPETORIA
Capacitar interlocutores de TI, nas diversas áreas em softwares e hardwares.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Divulgar boas práticas de TI para os usuários
Planejar o cronograma para a divulgação
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Identificar pontos a serem abordados
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Definir o conteúdo para cada ponto
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Definir o padrão visual para cada ponto
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Escolher a forma de divulgação
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Executar a divulgação
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Avaliar o processo de divulgação
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Definir o cronograma de participação no Programa de Desenvolvimento de
Gestores de Tecnologia da Informação (DGTI).
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Identificar os participantes
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Encaminhar os participantes para os eventos e cursos
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Planejar a capacitação no desenvolvimento de dispositivos móveis
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Solicitar a capacitação, conforme planejamento realizado.
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Capacitar em Gerenciamento de Projetos, Governança de TI, Gestão de
Riscos, conformidade e Segurança da Informação
Capacitar servidores da TI para o desenvolvimento de aplicações diversos
Perspectiva: FINANCEIRO
OBJETIVO 2: Aprimorar a gestão orçamentária de TI
Meta 4: Aprimorar o processo de gestão orçamentária de TI
Priorizar/antecipar as aquisições inseridas no planejamento.
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Identificar as aquisições a serem antecipadas.
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Preparar cronograma de elaboração dos Termos de Referência
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Aprovar e divulgar o cronograma de elaboração dos Termos de Referência,
pelo Diretor da DIRTI.
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Formatar os Termos de Referência, conforme o cronograma.
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Levantar as demandas para 2014 entre as Coordenações da TI.
01/01/2014
01/07/2014
Bruno
Consolidar as demandas da TI para 2014
01/01/2014
01/07/2014
Bruno
Divulgar nas Coordenações o orçamento aprovado.
01/01/2014
01/07/2014
Bruno
Elaborar Orçamento relativo a Tecnologia da Informação para o exercício de
2014 .
Perspectiva: PROCESSOS INTERNOS
OBJETIVO 3: Aperfeiçoar a Governança de TI
Meta 5: Promover o aumento do nível de maturidade de governança de TI
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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21
Promover a continuidade do planejamento
Realizar acompanhamento semanalmente
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Avaliar os resultados mensalmente
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Realizar ajustes, semestralmente, caso necessário
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Elaborar relatório executivo semestral, para acompanhamento da execução
do PDTI.
01/01/2014
01/07/2014
George Marcio
Meta 6: Promover a Segurança de Tecnologia da Informação e de Comunicações
Ampliar a abrangência do site redundante - armazenamento.
Configurar espelhamento do Storage principal para Storage secundário no
Centro de Dados
01/03/2014
20/03/2014
Bruno
Transferir storage secundário para sítio redundante
21/03/2014
30/03/2014
Bruno
Efetuar testes como ambiente em produção como redundante
01/04/2014
20/04/2014
Bruno
Efetivar o espelhamento do sítio em produção
01/05/2014
01/06/2014
Bruno
Configurar serviços essenciais de rede no sítio redundante
01/05/2014
01/06/2014
Bruno
Conferir/adequar espaço físico, infraestrutura elétrica, climatização e racks
01/01/2014
01/07/2014
Bruno
Transferir/configurar equipamentos de rede
01/08/2014
30/08/2014
Bruno
Contratar enlace de rede
01/09/2014
20/09/2014
Bruno
Configurar equipamentos na rede
21/09/2014
21/10/2014
Bruno
Obter aprovação da SA, da Norma de Administração dos Recursos
Computacionais.
01/01/2014
30/01/2014
George Marcio
Divulgar a aprovação da Norma de Administração dos Recursos
Computacionais.
01/02/2014
01/02/2014
George Marcio
Avaliar o sistema
01/03/2014
30/03/2014
George Marcio
Desenvolver o processo de implementação
01/04/2014
30/05/2014
George Marcio
Implementar o sistema
01/06/2014
10/06/2014
George Marcio
Implantar a infraestrutura do site redundante
Elaborar norma de Administração dos Recursos Computacional
Dar continuidade à implantação da autenticação com certificado digital e na
Rede do CREA-RO
Perspectiva: INFRAESTRUTURA
Objetivo 6: Melhorar a infraestrutura de TI
Meta 13: Diminuir o risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica ao Centro de Dados
Meta 14: Adequar a infraestrutura de rede e de dados
Aquisição de um novo PABX
Elaborar Termo de Referência e obter estimativa de preços
01/01/2014
30/03/2014
Bruno Jorge
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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22
Acompanhar o andamento do processo de aquisição
01/01/2014
30/03/2014
Bruno Jorge
Realização do processo licitatório
01/01/2014
30/03/2014
Bruno Jorge
Elaborar Termo de Referência e obter estimativa de preços
01/01/2014
30/03/2014
Bruno Jorge
Acompanhar o andamento do processo de aquisição
01/01/2014
30/03/2014
Bruno Jorge
Realização do processo licitatório
01/01/2014
30/03/2014
Bruno Jorge
Elaborar Termo de Referência e obter estimativa de preços
01/01/2014
30/09/2014
George Marcio
Acompanhar o andamento do processo de aquisição
01/01/2014
30/09/2014
George Marcio
Realização do processo licitatório
01/01/2014
30/09/2014
George Marcio
Definir áreas prioritárias
10/02/2014
21/02/2014
Bruno Jorge
Levantar os aplicativos utiliza dos pelos usuários
10/02/2014
21/02/2014
Bruno Jorge
Adequar os aplicativos em uso
10/02/2014
21/02/2014
Bruno Jorge
Capacitar os usuários
10/02/2014
21/02/2014
Bruno Jorge
Executar a atualização
10/02/2014
21/02/2014
Bruno Jorge
Definir áreas prioritárias
01/01/2014
20/02/2014
Bruno Jorge
Levantar os aplicativos utiliza dos pelos usuários
01/01/2014
20/02/2014
Bruno Jorge
Adequar os aplicativos em uso
01/01/2014
20/02/2014
Bruno Jorge
Capacitar os usuários
01/01/2014
20/02/2014
Bruno Jorge
Executar a atualização
01/01/2014
20/02/2014
Bruno Jorge
Elaborar Termo de Referência e obter estimativa de preços
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Acompanhar o andamento do processo de aquisição
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Realização do processo licitatório
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Efetivação do contrato
10/02/2014
21/02/2014
George Marcio
Criar ambiente de produção
01/07/2014
10/07/2014
George Marcio
Efetuar os testes no novo ambiente
11/07/2014
30/07/2014
George Marcio
Montar estratégia de migração
01/08/2014
05/08/2014
George Marcio
Publicar as aplicações convertidas para o ambiente de produção.
06/08/2014
30/08/2014
George Marcio
Aquisição do Pacote de Mensagens Eletrônica - CELULAR
Aquisição do Sistema de Digitalização
Aquisição do Software de Virtualização de Servidor - VMWARE.
Aquisição de Gerenciamento de Impressão
Adquirir softwares para o Centro de Dados e Estações de Trabalho
Migrar algumas aplicações para banco de dados SQL-SERVER.
Renovar/Contratar empresa para o serviço de manutenção e suporte técnico
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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23
Elaborar Termo de Referência e obter estimativa de preços
01/01/2014
30/01/2014
George Marcio
Acompanhar o andamento do processo de aquisição
01/01/2014
30/01/2014
George Marcio
Cotação de Valores
10/01/2014
20/02/2014
George Marcio
Execução da Obra
01/03/2014
30/03/2014
Acompanhamento da Execução
01/03/2014
30/03/2014
Ampliação do Backboner
Bruno Jorge
Meta 15 : Adequar o parque computacional e às necessidades dos usuários da Sede e Inspetorias
Identificar as necessidades de aquisição de novos equipamentos
Fazer levantamento junto aos usuários
01/01/2014
10/01/2014
Bruno
Consolidar as informações obtidas
10/01/2014
30/01/2014
Bruno
Elaborar plano de aquisição
10/02/2014
20/02/2014
Bruno
Formalizar o pedido
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Elaborar do Termo de Referência
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Receber o Produto
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Formalizar o pedido
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Elaborar do Termo de Referência
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Receber o Produto
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Formalizar o pedido
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Elaborar do Termo de Referência
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Receber o Produto
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Adquirir micro computadores - (20 qtd)
Adquirir scanners para inspetorias - (10 qtd)
Storage - (1 qtd)
Notebook para gerência do CREA-RO - (10 qtd)
Presidente, Superintendente Técnica, Superintendente Administrativa, Financeiro, Jurídico, Controlador, Administrativo, Gerente do Interior, Gerente do
Atendimento, Gerente do DRI.
Formalizar o pedido
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Elaborar do Termo de Referência
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
Receber o Produto
01/01/2014
30/11/2014
George Marcio
1ª Fase - Sede
10/02/2014
21/02/2014
Bruno
2ª Fase - Inspetorias
09/03/2014
22/03/2014
Bruno
3ª Fase - Sede
13/10/2014
24/10/2014
Bruno
4ª Fase - Inspetorias
09/11/2014
22/11/2014
George
Manutenção preventiva Sede / Inspetoria
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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24
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
FISCALIZAÇÃO CREA-RO 2014
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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25
1.0 - APRESENTAÇÃO
O CREA-RO é uma instituição cuja missão é fiscalizar e aperfeiçoar o exercício e a atividade das
profissões nas diferentes áreas componentes do sistema CONFEA/CREAS, no âmbito do Estado de
Rondônia, abrangendo tanto as titulações profissionais de nível superior quanto às de nível médio.
O presente PLANEJAMENTO além de estabelecer rotinas e ferramentas para as atividades dos
Agentes Fiscais visa também à qualidade dos serviços prestados, proporcionando segurança à
sociedade de forma a garantir que serviços técnicos especializados sejam executados somente por
profissionais habilitados, assim como uma Fiscalização educativa.
2.0 – MISSÃO
Atuar em consonância com o CONFEA, promovendo a verificação, a fiscalização e o aperfeiçoamento
do exercício e das atividades profissionais, concentrando seus esforços de órgão público fiscalizador
em defesa da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento do Estado.
3.0 – OBJETIVOS DA FISCALIZAÇÃO
O objetivo da fiscalização é verificar o exercício profissional da Engenharia e da Agronomia, nos seus
níveis superiores e médios, de forma a assegurar a prestação de serviços técnicos ou execução de obras
com participação de profissional habilitado e observância de princípios éticos, econômicos,
tecnológicos e ambientais compatíveis com as necessidades da sociedade. A fiscalização deve
apresentar um caráter coercitivo e, ao mesmo tempo, educativo e preventivo. Sob o aspecto educativo,
deverá a fiscalização do CREA orientar os profissionais, órgãos públicos, dirigentes de empresas e
outros segmentos sociais sobre a legislação que regulamenta o exercício das profissões abrangidas pelo
sistema CONFEA/CREA e os direitos da sociedade. Sob o enfoque punitivo, deverá ser rigorosa e
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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26
célere. Estão sujeitos à fiscalização as pessoas físicas – leigos ou profissionais – e as pessoas jurídicas
que executarem ou se constituam para executar serviços ou obras de Engenharia e da Agronomia.
4.0 - META DA FISCALIZAÇÃO PARA O ANO DE 2014
Nossa meta é atingirmos o máximo possível de visita nas diversas atividades do sistema CONFEACREA, no sentido de realizamos uma fiscalização educativa, com objetivo de obter um resultado
esperado, com propósito da defesa da sociedade e garantir a participação efetiva de profissionais do
sistema CONFEA-CREA na prestação de serviços relacionadas às atividades do sistema. A meta está
prevista no anexo I,II e VI.
5.0 - Controles Gerenciais
Para o Controle eficaz das atividades realizadas pelo Setor de Fiscalização é imprescindível dispor de
relatórios gerenciais disponibilizados pelo sistema coorporativo do CREA. Esta ferramenta permite à
Gerência ter uma visão ampla e detalhada de todas as atividades e o controle dos processos, detectando
pontualmente os gargalos e pontos de estrangulamento do processo de fiscalização para implementação
das ações corretivas.
5.1 - Mapas de Produtividade por Agente Fiscal
Através do Mapa de Produtividade Mensal é possível verificar a atuação do Agente Fiscal no mês,
com detalhamento da produtividade: Obras/Serviços: visitados; notificados; e diligências realizadas.
Podendo inclusive realizar análise do desempenho através dos indicadores gráficos.
5.2 - Mapas de produtividade mensal
O Mapa de Produtividade Mensal aponta o resultado da produtividade de todos os Agentes Fiscais na
Sede, Inspetoria mês a mês. Sendo possível verificar o desempenho do período assim como realizar
análise do desempenho individual de cada Agente Fiscal face os resultados obtidos.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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27
5.3 - Mapas De Produtividade Anual
O Mapa de Produtividade Anual aponta o resultado da produtividade acumulada no exercício de
2014. Sendo possível analisar de forma detalhada a produtividade total das Fiscalizações Externas e
Internas e Diligências realizadas no período, e o desempenho em conjunto e individual de todos os
Agentes Fiscais na Sede, Inspetoria.
6.0 - DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO PROFISSIONAL – DFISC
6.1 - Subordinação Hierárquica e Atividade Principal
O Departamento de fiscalização é subordinado à superintendência técnica do CREA-RO, o
departamento tem como atividade principal de fiscalizar, coordenar, gerenciar e promover intercâmbio
com os regionais na busca de melhoria e ampliação das atividades fiscalizadas e a fiscalizar, realizar
em conjunto com os fiscais o plano de ação de fiscalização das diversas atividades do sistema, como
também apresentar dados estatísticos dos resultados obtidos pelas suas seções e assessoria, o
departamento é subdividido pela Seção de fiscalização Profissional – SFI, Seção de Controle de
Processos – SCP e pela assessoria de Fiscalização. Tem como finalidade principal, fiscalizar o
exercício ilegal das atividades profissionais abrangidas pelo sistema CONFEA / CREA. Suas seções
executam e controlam as atividades oriundas da fiscalização traçadas pelo Departamento, obedecendo
às diretrizes da Plenária, das Câmaras Especializadas e da Presidência do CREA-RO, em consonância
com as Leis e Decretos, Resoluções e Decisões Normativas do CONFEA.
6.2 - Seção de fiscalização
A seção de fiscalização é o setor subordinado ao departamento de fiscalização, tem como objetivo de
executar, planejar, coordenar, fiscalizar, e gerenciar as ações a serem desenvolvida em conjuntos com
os fiscais, no sentido de fiscalizar as profissões do sistema CONFEA-CREA, como também participar
de fiscalização interna e externa, no sentido de atender a demanda do departamento.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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28
6.3 - Seções de controle de Processo
A seção de controle de processo é o setor subordinado ao departamento de fiscalização, seu principal
objetivo é controlar e gerenciar os processos originados do departamento de fiscalização e seção de
fiscalização dentro dos prazos previsto nas resoluções, como também executar as atividades
administrativas do departamento de fiscalização, como por exemplo: receber as notificações, controlar
o prazo, montar processos, pesquisar se as atividades provenientes das notificações foram
regularizadas, transformar autos de infrações, providenciarem as cartas a serem entregues pelos
correios e fiscais, e apresentar relatório mensalmente com dados estatístico das atividades
desenvolvidas no setor.
6.4 - Recursos Humanos atual do Departamento para 2014
Quadro I – distribuição - função por localidade
LOCALIDADE
FUNCÃO
QTD.
Porto Velho (sede)
Gerente DEFIS
01
Porto Velho (sede)
Assessor do Departamento
01
Porto Velho (sede)
Chefe da SCP
01
Porto Velho (sede)
Fiscal
08
Porto Velho (sede)
Administrativo
02
Porto Velho (sede)
Estagiário
01
Ariquemes (inspetoria)
Fiscal
02
Buritis (inspetoria)
Fiscal
01
Cacoal (inspetoria)
Fiscal
02
Guajará-Mirim (inspetoria)
Fiscal
01
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Jarú (inspetoria)
Fiscal
01
Ji Paraná (inspetoria)
Fiscal
02
Pimenta Bueno (inspetoria)
Fiscal
01
Rolim de Moura (inspetoria)
Fiscal
01
São Francisco do Guaporé (esc. Representação)
Fiscal
00
Vilhena (inspetoria)
Fiscal
02
Alta Floresta d’oeste (esc. Representação)
-
00
Cerejeiras (inspetoria)
Fiscal
01
Colorado do oeste (esc. Representação)
-
-
Espigão do oeste (esc. Representação)
-
-
São Miguel do Guaporé (esc. Representação)
Fiscal
Machadinho do Oeste
01
-
Ouro Preto do Oeste
Fiscal
01
TOTAL
-
30
6.5 - Recursos Humanos atual da Seção de Controle de Processo 2014
Quadro I – distribuição - função por localidade
LOCALIDADE
FUNCÃO
Porto Velho (sede)
Chefe da SCP
01
Porto Velho (sede)
Administrativo
03
Porto Velho (sede)
Estagiário
02
Porto Velho (sede)
Assessora DEFISC
01
TOTAL
QTD.
07
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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6.6 - Infra-Estrutura para 2014
Quadro I – Fiscais por localidade, veículos disponíveis e acesso
INFRA- ESTRUTURA FÍSICA – INSPETORIAS
Nº. INSPETORIA
SEDE
SEDE
PRÓPRIA ALUGADA
VEÍCULO
07 carros e
CARACTERÍSTICA
Sede do CREA-RO, localizado na
ACESSO / SEDE
01 Porto Velho
X
06 motos
02 Ariquemes
X
01 carro
Inspetoria
Terrestre
01 carro
Inspetoria
Terrestre
02 carro
Inspetoria c/ 2 fiscal
Terrestre
03 Buritis
04 Cacoal
X
X
capital, Porto Velho.
Terrestre
05 Guajará- mirim
X
01 carro
Inspetoria c/ 1 fiscal
Terrestre
06 Jaru
X
01 carro
Inspetoria c/ 1 fiscal
Terrestre
07 Ji Paraná
X
02 carros Inspetoria c/2 fiscais
Terrestre
08 Pimenta Bueno
X
01 carro
Inspetoria c/ 1 fiscal
Terrestre
09 Rolim de moura
X
01 carro
Inspetoria c/ 1 fiscal
Terrestre
Escritório de representação
Terrestre
10
São Francisco do
11 Vilhena
12
X
Guaporé
Alta floresta do
X
-
02 carros Inspetoria c/ 2 fiscal
X
-
13 Cerejeiras
X
01 carro
14 Colorado do oeste
X
15 Espigão do oeste
16
17
18
oeste
São Miguel do
Guaporé
Machadinho do
Oeste
Ouro Preto do
Oeste
Terrestre
Escritório de representação
Terrestre
Inspetoria c/ 1 fiscal
Terrestre
-
Escritório de representação
Terrestre
X
-
Escritório de representação
Terrestre
X
01 carro
X
-
X
01 carro
Escritório de representação c/ 1 fiscal
Escritório de representação
Escritório de representação c/ 1 fiscal
Terrestre
Terrestre
Terrestre
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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31
O departamento de fiscalização possui 24 veículos e 06 motocicletas, sendo 02 Gols, 01 Cros Fox e 21
Fiat Uno, para atender a demanda de atividade de fiscalização na capital e nos 52 municípios e distritos
do Estado de Rondônia.
6.7
-
EQUIPAMENTOS
E
FERRAMENTAS
UTILIZADOS
NO
EXERCICIO
DA
FISCALIZAÇÃO
Itens.
Discriminação
Principal Uso
Comunicação exclusivamente e restrita entre a
01
CELULAR
equipe de fiscalização para troca de informações e
ligação para os profissionais a fim de obter
informação da obra/serviços;
Rotinas de Fiscalização: Acesso, cadastramento,
02
NETBOOK
relatórios e transferência de dados da caneta digital
etc, na sede, inspetoria e interior do Estado;
Emissão de Relatórios diretamente em campo,
03
Caneta Digital
Registro fotográfico das obras/serviços fiscalizados,
para subsidiar ao julgamento dos processos, GPS
etc;
Para acesso remoto ao sistema coorporativo do
04
MODEM
CREA na utilização dos NETBOOK nas pesquisas e
notificação diretamente no local;
05
IMPRESSORA
PORTÁTIL
06
EPI’s
07
CARROS
08
TELEVISÃO
09
CAMINHONETE
Subsidiar na impressão das notificações in loco,
caso haja necessidade,
Capacete de Obra, Óculos, Botas, Protetor solar,
pastas, coletes de fiscalização, etc.
Para a realização das atividades de fiscalização, o
departamento possui 24 carros e 6 motocicletas
Para gerenciamento das frotas através de
rastreadores.
Realização de fiscalização nas áreas agrícolas como
também área de mineração.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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6.8 - INVESTIMENTOS PARA 2014
Serão adquiridos com recursos do Prodafis/Prodesu para o ano de 2014, mais 07 veículos para
substituir os antigos, com a finalidade de dar mais segurança aos fiscais na sua ação, como também na
busca resultados com mais eficiência.
7.0 - JURISDIÇÕES DO CREA-RO
O CREA Rondônia está inserido nos diversos municípios do estado de Rondônia, possuindo 10
inspetorias e 07 escritórios de representação, com objetivo de proporcionar aos profissionais e
população um melhor atendimento das açoes desenvolvida pela fiscalização, no sentido de orientar
sobre o papel do CREA perante a sociedade. Segue a baixo os locais onde o CREA está presente.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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33
Locais onde possui inspetorias e escritórios de representação no estado de Rondônia.
Sede
Municípios e distritos a serem fiscalizadas no ano de 2014
Inspetorias no estado de Rondônia (Cerejeiras, Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Rolim de
moura, Ji Paraná, Jaru, Ariquemes, Buritis e Guajará Mirim)
Escritório de Representação (São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Alta
floresta, Espigão do Oeste, Colorado do Oeste, Ouro Preto do Oeste e Machadinho do Oeste)
O estado de Rondônia está na região Norte e tem como limites os estados do Mato grosso (a leste),
Amazonas (ao norte), acre (a oeste) e a Republica da Bolívia (a oeste e sul). O estado possui 52
municípios e ocupa uma área de 237.576,167 quilômetros quadrados. Com 1.576.423 habitantes
(IBGE/2011), Rondônia é o 3º estado mais populoso e o mais denso da região Norte, sendo o 23º mais
populoso do Brasil.
A populaçao rondoniense é uma das mais diversificadas do Brasil, composta de migrantes oriundos
de todas as regiões do país, dentre os quais destacam-se os paranaenses, paulistas, mineiros, gaúchos,
capixabas, baianos e matogrossenses (cuja presença é marcante nas cidades do interior do estado),
além de cearenses, maranhenses, amazonenses e acreanos, fixaram-se na capital, preservando-se ainda
os fortes traços amazônicos da população nativa nas cidades banhadas por grandes rios, sobretudo em
Porto Velho e Guajará-Mirim, as duas cidades mais antigas do estado
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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7.1 – MUNICÍPIOS DO ESTADO:
Município
Área da unidade territorial
População
(km²)
% da
população de
Rondônia
Alta Floresta do Oeste
6077
24.228
1,56%
Alto Alegre dos Parecis
3 958,59
12.824
0,82%
Alto Paraíso
2 647,80
17.443
1,09%
Alvorada d'Oeste
3 029
16.624
1,08%
Ariquemes
4 427
91.570
5,78%
Buritis
3 866,60
32.898
2,07%
Cabixi
1 314
6.221
0,4%
Cacaulândia
1 962
5.764
0,36%
Cacoal
3 793
78.958
5,02%
Campo Novo de Rondônia
3 455,9
12.757
0,81%
Candeias do Jamari
6 867,6
20.291
1,27%
Castanheiras
893
3.526
0,22%
Cerejeiras
2 783,31
16.939
1,09%
Chupinguaia
5 127
8.514
0,53%
Colorado do Oeste
1 442,40
18.338
1,19%
Corumbiara
3 060
8.654
0,56%
Costa Marques
12 722
14.022
0,87%
Cujubim
3 864
16.569
1,04%
Espigão d'Oeste
4 900
28.962
1,83%
Governador Jorge Teixeira
5 067
10.272
0,66%
Guajará-Mirim
24 856
41.933
2,66%
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Itapuã do Oeste
4 081
8.700
0,57%
Jaru
2 909,60
51.883
3,32%
Ji-Paraná
6 897
117.363
7,46%
Machadinho d'Oeste
8 556,00
31.779
1,99%
Ministro Andreazza
875,31
10.276
0,67%
Mirante da Serra
1 253,70
11.780
0,76%
Monte Negro
1 413,40
14.203
0.9%
Nova Brasilândia d'Oeste
1 159,9
19.882
1,26%
Nova Mamoré
10 113,40
23.142
1,44%
Nova União
807
7.436
0,48%
Novo Horizonte do Oeste
830
10.084
0,65%
Ouro Preto do Oeste
1 978,24
37.701
2,42%
Parecis
2 549
4.901
0,31%
Pimenta Bueno
6 241
33.981
2,16%
Pimenteiras do Oeste
6 015
2.999
0,14%
Presidente Médici
1 758
22.008
1,42%
Primavera de Rondônia
606
3.464
0,22%
Porto Velho
34.068,50
435.732
Rio Crespo
1 718
3.345
0,21%
Rolim de Moura
1 457,885
50.899
3,24%
Santa Luzia d'Oeste
1 187,75
8.677
0,56%
São Felipe d'Oeste
542
5.938
0,38%
São Francisco do Guaporé
4 747
16.340
1,02%
São Miguel do Guaporé
7 814,95
21.878
1,39%
Seringueiras
2 251
11.624
0,74%
Teixeirópolis
460
4.832
0,3%
Theobroma
2 199,87
10.611
0,68%
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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36
Urupá
832
12.828
0,83%
Vale do Anari
3 135
9.510
0,6%
Vale do Paraíso
965
8.083
0,52%
Vilhena
11 519
77.937
4,87%
FONTE IBGE 2011
O presente PLANEJAMENTO foi elaborado pela Superintendência Técnica, assessoria e gerência do
departamento de Fiscalização, dentro dos parâmetros e em conformidade com os Manuais de
Fiscalização e a legislação vigente do Sistema CONFEA-CREA.
8.0 - Planejamento de fiscalização
O Planejamento tem como objetivo traçar diretrizes e metas para fiscalizar o exercício ilegal da
profissão, procurando abranger a maioria das atividades ligadas ao sistema CONFEA/CREA, bem
como realizar ações necessárias para atingir o resultado desejado.
Para atingir um maior número de atividades, será realizada uma fiscalização planejada e mais intensiva
nos vários empreendimentos de forma educativa, a fim de garantir a participação de profissionais na
realização dos serviços ligados às profissões vinculadas ao Sistema CONFEA/CREAS. Com essas
ações, se busca melhoria na qualidade dos serviços técnicos prestados pelos profissionais habilitados
para com a sociedade.
O Departamento de Fiscalização em conjunto com a Assessoria de Relações Institucionais e fiscais
locais, irão buscar parcerias junto aos órgãos e Instituições de Ensino das áreas afins, com intuito de
divulgar os trabalhos do conselho e aproximar os profissionais e estudantes da engenharia e agronomia.
Buscar-se-á realizar várias ações em todos os níveis, para, com maior envolvimento dos responsáveis
por sua execução, alcançar maior efetividade no cumprimento dos resultados esperados.
Neste Planejamento procura-se deixar claro tudo o que deverá ser feito, relacionando e ilustrando todas
as atividades passíveis de fiscalização, para que o fiscal no seu dia-a-dia em consonância com o
planejamento de atuação em cada área busque a melhor forma de como, onde e o que fiscalizar?
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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No ano de 2014 o departamento de fiscalização juntamente com os fiscais locais, Assessoria de
Relações Institucionais e presidência, irá buscar alcançar maior numero de convênios com os órgãos
nas esferas federais, estaduais e municipais, com objetivo de melhorar o campo de atuação da
fiscalização, como também atender os anseios da legislação.
O departamento de fiscalização em parceria com Assessoria de Relações Institucionais e câmaras
especializadas buscará providenciar uma cartilha de regularização de obras e serviços para a sociedade
conhecer a forma de regularizar notificações emitidas pelo CREA-RO.
8.1 - ESTRATÉGIAS DE FISCALIZAÇÃO
 Programação de viagem para os municípios onde não possui fiscalização em período de dois em
dois meses quando houver demanda de atividades, nos quais serão distribuídos aos fiscais para
o desenvolvimento de suas ações nas diversas ruas e bairros;
 Fiscalizações internas nos diários oficiais municipais, estaduais e federais, internet (comprasnet
e Portal transparência), ART e outros meios, concentrada na sede;
 Fiscalização interna no próprio banco de dados do CREA;
 Promover Blitz em vários municípios do estado que apresenta grande demanda de atividade do
sistema CONFEA-CREA como, por exemplo, Vilhena, Ji Paraná, Rolim de Moura, Cacoal,
Ariquemes e Porto Velho;
 Promover parceria/convênio com os cartórios, a fim de obter a cédula rural para realização de
fiscalização nos projetos de financiamento para as propriedades;
 Iniciar a fiscalização nos órgãos públicos – FOP;
 Promover a fiscalização preventiva e integrada – FPI;
 Fiscalizar empreendimento em funcionamentos – FEF;
 Iniciar a fiscalização nas áreas de piscicultura;
 Fiscalização através de notas fiscais eletrônicas;
 Fiscalização nas cédulas rurais para financiamentos agrícolas;
 Fiscalização nas emissoras de radio fusão e TV;
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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 Fiscalização de produtos minerais site do DNPM e fiscalização in loco;
 Intensificar a fiscalização nas áreas agronômicas, Florestal, etc...
 Realizar uma fiscalização mais intensiva nos projetos e execução de acessibilidades em
conjuntos com os órgãos fiscalizadores;
 Buscar parcerias com o DETRAN no sentido de exigir ART de inspeção veicular;
 Encaminhar oficio para os órgãos, apresentando a relação das atividades que necessitam de
acompanhamento profissional, bem como o registro da empresa no CREA;
 Intensificar a fiscalização nos vários eventos nos estado de Rondônia, conforme calendário de
eventos do estado;
 Encaminhar oficio até março de 2014, para todos os órgãos e empresas solicitando a relação das
empresas e profissionais que prestaram e prestam serviços relacionados as área da engenharia e
agronomia;
 No mês de fevereiro a março de 2014 iremos intensificar a fiscalização nas áreas rurais;
 Intensificar a fiscalização nas regularizações fundiárias dos municípios, exigindo ART de cada
atividade e ou proprietário;
8.2 - Fiscalização Externa- FE (direta)
A fiscalização (fiscalização de campo) consiste na detecção de não conformidades em obras e/ou
serviços, públicos ou privados, através de fiscalização ostensiva e patrulhamento em campo, com
objetivo de fiscalizar as atividades rotineiras do dia a dia, inclusive com realizações de (blitz)
desenvolvidas diretamente nas ruas e avenidas nos municípios do estado de Rondônia, realizando
atendimento de denúncias, diligências e entrega de correspondências, conforme planejado no anexo I,
II, e IV.
A Fiscalização na Sede ocorrerão por setorização e nas Inspetorias ocorrerão diariamente pelos fiscais
locais conforme planejamento estabelecido pela gerência e fiscais locais.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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39
O Município de Porto Velho está divida em 04 (quatro) zonas, onde serão divididos pelos fiscais com
rodízio em três em três meses com objetivo de atingirmos uma meta de 80% de fiscalização, os setores
serão divididos conforme planejamento do departamento/Assessoria.
Nas Inspetorias do estado de Rondônia estão lotados de um a dois fiscais dependendo a dimensão e
demanda de atividades, serão divididos por setores agrupados conforme zoneamento e proximidades,
considerando ainda a área a ser percorrida e a incidência de atividades, com a finalidade de facilitar as
atividades de fiscalização.
8.2.1 - Forma indireta – Fiscalização realizada internamente de forma a controlar todas as atividades
do sistema sem se deslocar ao campo. Cada semana do mês um fiscal ficará internamente para realizar
pesquisa e fiscalizar as atividades de forma rodízio entre todos os fiscais, será controlado na sede.
8.2.2 – Interior
Nos municípios e distritos onde não possui a presença de fiscais interno, serão disponibilizados
recursos tais como diárias para cobrir despesa com alimentação e hospedagem e suprimento de fundos
para cobrir as despesas com o veiculo decorrente da fiscalização no período de viagem conforme datas
estabelecidas no calendário e cronograma de viagens.
IMPORTANTE: Para o efetivo cumprimento do Calendário de Viagens para fiscalização do interior
do Estado, é imprescindível que a Presidência, Gerência, Superintendência e Setor Financeiro adotem
as providências necessárias para que nas datas previstas os recursos necessários estejam disponíveis de
forma a viabilizar o presente planejamento.
8.3 - Fiscalização Interna – FI (indireta)
A Fiscalização Interna – FI consiste na detecção de não conformidades em obras e/ou serviços,
públicos ou privados, através da fiscalização realizada internamente na sede do CREA por qualquer
meio à sua disposição visando detectar indícios de infração à legislação profissional. Atualmente a FI
está classificada em:
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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8.3.1 - D.O. E - Diário Oficial do Estado
A assinatura do Diário Oficial do Estado de Rondônia
proporciona ao CREA-RO, além de informações constantes a
respeito das principais publicações e atos do governo, uma
fonte constante e fidedigna de atividades a serem
fiscalizadas.
Contratações de pessoal (profissionais fiscalizados pelo
Sistema CONFEA/CREA) são alvo constante da Fiscalização que busca verificar se aqueles recém
contratados ou já em atividade possuem o devido registro/visto no Regional e se emitem as ART’s
devidas, como a de Cargo/Função e de serviços realizados no desempenho da atividade profissional.
As publicações de contratos Obras Públicas – Obras/Serviços nas áreas da engenharia e da agronomia
e atividades afins – são verificadas minuciosamente quanto à regularidade da pessoa contratada (física
e jurídica) e registro da respectiva ART.
8.3.2 – Sítio
A Fiscalização por SÍTIO, ou seja, por meio da INTERNET, visa detectar Obras/Serviços contratados
na área da engenharia e da agronomia e apurar se esses contratos estão sendo realizados por pessoa
Física ou Jurídica devidamente habilitada, bem como se o respectivo contrato possui a devida ART –
Anotação de Responsabilidade Técnica.
Os Sites, tais como Compras Net, Portal Transparência dos órgãos, DNPM, dentre outros,
disponibilizam informações importantes a respeito de contratos de obras e serviços, cujo acesso
periódico permite detectar infrações a legislação vigente.
As irregularidades constatadas resultam em ofício às Instituições para esclarecimentos de dúvidas ou
imediata instauração de processo de fiscalização visando apurar as infrações detectadas.
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Os principais sítios objetos de Fiscalização são:
http://www.portaldetransparencia.gov.br; 
http://www.comprasnet.gov.br;
http://www.dnpm.gov.br;
http://www.transparencia.ro.gov.br;
http://www.correios.com.br;
http://www.bb.com.br;
http://e- post.gov.br/institucional/licit_compras_contratos/compras_contratos
8.3.3 – Ofício
A Fiscalização realizada por OFÍCIO ocorre regularmente
através da relação institucional do CREA com os demais
órgãos públicos e empresas privadas. Regularmente o
CREA-RO envia ofícios às instituições para que se
manifestem a respeito de obras e serviços contratados na
área da engenharia e da agronomia e atividades afins.
São solicitados ainda relação dos profissionais constantes do
quadro técnico visando à verificação do registro e da
situação de cada profissional perante o Conselho.
Todas as irregularidades detectadas deverão ser informadas aos órgão/empresa correspondente, sendo
instaurados processos de fiscalização para os casos que se façam necessário.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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8.3.4 – ART – Anotação De Responsabilidade Técnica
A Fiscalização de ART será realizada diariamente através da análise
das ART’s registradas e cadastradas no sistema coorporativo do
CREA-RO. Esta Fiscalização consiste na verificação das atividades
anotadas em cada ART visando detectar a necessidade do registro de
atividades complementares conforme o empreendimento objeto da
ART, possíveis exorbitância de atribuições além de erros de
preenchimento.
8.3.5 – Fiscalizações De Empreendimentos em Funcionamentos
A Fiscalização de Empreendimentos em Funcionamento - FEF tem
foco orientativo e educativo, a ação promove a valorização dos
profissionais das áreas da Engenharia e da Agronomia e o trabalho
de empresas que contam com a participação destes profissionais.
Estão enquadrados nessa modalidade de fiscalização empreendimentos como shoppings centers,
hospitais, indústrias, escolas, supermercados, hotéis, motéis, postos de combustíveis, aeroportos,
farmácias, usina hidrelétrica, PCHs, condomínios residenciais estádios, teatros, dentre outros
empreendimentos. O principal objetivo da fiscalização nesses estabelecimentos é garantir a segurança
e a qualidade dos serviços prestados e, principalmente, promover a inserção profissional nas obras
e/ou serviços das áreas de atuação do Conselho.
Os Empreendimentos receberão ofícios e a visita dos fiscais, visando identificar as atividades
decorrentes das modalidades regulamentadas pelo Sistema CONFEA/CREA e seus responsáveis
técnicos, e considerando o tempo de resposta e apuração de resultados, esta fiscalização será realizada
através de programação do departamento de fiscalização.
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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Toda Fiscalização de Empreendimentos será supervisionada pela Gerência e Chefia imediata
objetivando a coordenação das atividades de forma a disponibilizar todos os recursos necessários,
para obter um resultado esperado.
9.0 – Ações Institucionais Estratégicas (Convênios)
As Ações Institucionais Estratégicas, citadas neste planejamento como “CONVÊNIOS”, tem por
objetivo estabelecer entre os convenentes a integração de ações e a transferência de informações
CREA
INFORMAÇÕES
AÇÕES
•ART
•Legislação
•Fiscalização
•Procedimentos
CONVENENTE
decorrente da Fiscalização das atividades da engenharia e agronomia e atividades afins, bem como
orientar e uniformizar procedimentos quanto à legislação do Sistema CONFEA/CREA.
Com os convênios pactuados, além de importância inquestionável para a atividade da Fiscalização, o
CREA-RO disporá de um importante instrumento para a motivação do registro de ART espontânea,
considerando-se que em muitos órgãos as ART’s deixam de ser exigidas ou mesmo vem sendo
solicitadas forma insuficiente, cuja orientação técnico-administrativa necessária a ser repassada
oportunamente esclarecerá e orientará aos órgãos a implementação de procedimentos em
conformidade com a legislação vigente.
Importante salientar que para efetivação dos convênios apontados neste Planejamento, além da
Gerência de Fiscalização, a participação da Presidência, Gerência Geral, Assessoria Jurídica e a
assessoria institucional, bem como de Conselheiros e inspetores sempre que necessário, torna-se
imprescindível, pois sem tal mobilização pactuar estas parcerias, a despeito dos esforços do Setor de
Fiscalização, torna-se impraticável posto o volume de atividades desenvolvidas na Fiscalização.
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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9.0 – O Agente Fiscal
O agente fiscal é o funcionário do Conselho Regional designado para exercer a função de agente de
fiscalização. Lotado na unidade encarregada da fiscalização do CREA, atua conforme as diretrizes e as
determinações específicas traçadas e decididas pelas câmaras especializadas.
O agente fiscal verifica se as obras e serviços relativos à Engenharia e à Agronomia estão sendo
executados de acordo com as normas regulamentadoras do exercício profissional. No desempenho de
suas atribuições, o agente fiscal deve atuar com rigor e eficiência para que o exercício das profissões
abrangidas pelo Sistema CONFEA/CREA ocorra com a participação de profissional legalmente
habilitado.
9.1 – Perfil Profissional do Agente Fiscal
Para o desempenho da atividade de fiscalização, restrita à verificação de que os preceitos da legislação
estão sendo cumpridos, por pessoa física ou jurídica, no que diz respeito ao exercício da Engenharia e
da Agronomia, O CREA RO exige que seja profissional de nível médio do sistema CONFEA-CREA.
9.2 – Conduta e Posturas do Agente Fiscal
Quando da fiscalização no local de obra ou serviço, o agente fiscal deverá:

Identificar-se, sempre, como agente de fiscalização do CREA, exibindo sua carteira funcional;

Agir com a objetividade, a firmeza e a imparcialidade necessárias ao cumprimento do seu
dever;

Exercer com zelo e dedicação as atribuições que lhe forem conferidas;

Tratar as pessoas com urbanidade;

Apresentar-se de maneira condigna com a função que exerce;

Rejeitar vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;
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
Identificar o proprietário ou responsável pela obra ou serviço;

Identificar o profissional ou empresa responsável pela execução da obra ou serviço (solicitar
cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART);

Identificada irregularidade, informar ao proprietário ou responsável pela obra ou serviço;

Orientar sobre a forma de regularizar a obra ou serviço;

Informar ao proprietário ou responsável pela obra ou serviço sobre a legislação que rege o exercício profissional;

Elaborar relatório de fiscalização.
Se durante a fiscalização, o proprietário ou responsável pela obra ou serviço perder a calma, não quiser
apresentar documentos ou tornar-se violento, o agente fiscal deverá manter postura comedida e
equilibrada. A regra geral é usar o bom senso. Se oportuno, suspender os trabalhos e voltar em outro
momento.
9.3 – Competência Legal
A aplicação do que dispõe a Lei nº 5.194, de 1966, no que se refere à verificação e à fiscalização do
exercício das atividades e das profissões nela reguladas, é de competência dos CREAs. Para cumprir
essa função os CREAs, usando da prerrogativa que lhe confere o art. 77 da Lei n° 5.194, designa
funcionários com atribuições para lavrar autos de infração às disposições dessa lei, denominados
agentes fiscais.
9.4 – Atribuições Específicas do Agente Fiscal

Verificar o cumprimento da legislação por pessoas jurídicas que se constituam para prestar ou
executar serviços ou obras de Engenharia e da Agronomia;

Verificar o cumprimento da legislação por profissionais da Engenharia e da Agronomia;

Identificar obras e serviços cuja execução seja privativa de profissionais vinculados ao Sistema
CONFEA/CREA, e verificar o cumprimento da legislação profissional;
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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
Identificar o exercício ilegal das profissões da Engenharia e da Agronomia, bem como notificar
os infratores;

Elaborar relatório de fiscalização de forma a subsidiar decisão de instância superior;

Lavrar auto de infração, em conformidade com a legislação vigente, contra pessoas jurídicas,
profissionais ou leigos, que exerçam atividades privativas dos profissionais da Engenharia e da
Agronomia, sem estarem legalmente habilitados;

Executar ações de caráter preventivo, junto a profissionais e empresas, de forma a orientá-los no
cumprimento da legislação que regulamenta as profissões vinculadas ao Sistema
CONFEA/CREA;

Orientar as pessoas e as empresas, sempre à luz da legislação, quanto à regularidade das obras e
serviços de Engenharia e da Agronomia;

Cumprir a sua função de fiscalizar, colocando em prática os conhecimentos de legislação
vigente a as orientações recebidas;

Fiscalizar, em caráter preventivo, os órgãos públicos federais, estaduais e municipais, bem
como profissionais e empresas públicas ou privadas, registradas ou não no CREA;

Realizar Diligencia Processual;

Exercer outras atividades relacionadas à sua função.
A assessoria do departamento de fiscalização em conjuntos com os fiscais irá elaborar um plano de
ação em diversas áreas do sistema, de forma a garantir a presença de profissionais habilitados como
responsáveis pela atividade.
O plano de ação será por período e por atividade que possui prioridades de fiscalização, no qual deverá
estipular prazo para a execução do plano de ação.
No ano de 2014, a fiscalização ampliará suas atividades nas propriedades agrícolas e na área de
mineração como prioridade de forma a fiscalizar o estado em geral.
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10.0 – Metodologias
As atividades elencadas acima têm como objetivo nortear os fiscais do CREA-RO, do número imenso
de ações existentes nas diversas modalidades do Sistema, e que subsidiarão na tomada de decisão da
área gerencial do Departamento, diversificando as ações e implantando metodologias em conjunto com
as Câmaras Especializadas. Pois ao adentrarmos em atividades até então não fiscalizadas, e que por
ventura, originar-se em processos de auto de infração esses tenham se iniciado com consistência para
que se tenham resultados positivos.
O Departamento de Fiscalização através de sua assessoria e seções procurarão adotar critérios e rotinas
para melhor fluir com suas ações, como também na busca de maior desempenho de suas atividades,
primando pela multiplicação das atividades a fiscalizar, com qualidade, bem como procurando
obedecer aos prazos estabelecidos em Resoluções. Para tanto serão adotados os itens a seguir:
11.0 – Calendários de Fiscalização para 2014 - Anexo I
No anexo I, estão distribuída semanalmente, as atividades a serem fiscalizadas, buscando em
consonância com a realidade de cada região, deverão realizar uma fiscalização de forma a alcançar
todas as atividades elencadas neste Planejamento, e que estejam sendo desenvolvidas dentro do estado
de Rondônia, com ou sem a participação de profissionais legalmente habilitados. Adotando medidas
que a legislação em vigor recomenda bem como obter estatística das diversas obras e serviços das
profissões do sistema desenvolvidas no estado.
11.1 – Calendários de Fiscalização nos empreendimentos - Anexo II
No anexo II, Os agentes fiscais deverão cumprir este anexo, tendo em vista que as entregas de
correspondências ocorrerão nas sextas feiras conforme planejado.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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11.2 – Calendários de fiscalização nos órgãos municipais e estaduais e federais no Estado de
Rondônia - Anexo III
O Departamento de fiscalização através do assessor de fiscalização, superintendência técnica, fiscal e
jurídico, iniciarão as fiscalizações nos órgão públicos, tanto na esfera municipal, estadual e federal
conforme calendário de visita prevista no anexo III, com objetivo de promover parceiras, convênios e
fiscalização, com o intuito de fazer valer o que determina a Legislação do Sistema nas diversas áreas e
modalidades profissionais, que são comuns na atuação de desses diversos setores da economia de
Rondônia e que se faz necessária a presença de empresas e ou profissionais vinculados ao Sistema
CONFEA CREA, buscando sempre a defesa da sociedade.
11.3 – Calendários de resultado esperado nos termos de visitas, atendimento de Denúncia, e
diligência – Anexo IV.
A fiscalização do CREA-RO, procura está presente em todo o estado de Rondônia, pois é um estado
que está em pleno desenvolvimento e para tanto é desenvolvido em todo seu território, atividades
vinculadas às modalidades do Sistema CONFEA / CREA. Portanto, são metas mínimas, com objetivo
de analisarmos estatisticamente as atividades desenvolvida regularmente perante o conselho, bem como
prazo de até 24 horas para atendimento de denúncia e diligência. Conforme anexo IV.
11.4 – Relação das cidades X distância. Anexo V
O Anexo V – A fiscalização ocorrerá em relação à região de cada fiscal, algumas cidades serão
solicitadas através de ordem de serviço, onde o fiscal deverá deslocar e retornar antes do almoço sem
diária, quando for autorizada a metade da diária, o fiscal deslocará no horário normal do CREA e
retornando no fim da tarde. Conforme Anexo V.
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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11.5 – Cronograma de fiscalização nas cidades que não possui fiscal efetivo. Anexo VI
O Anexo VI – Cronograma de fiscalização nas cidades onde não possui fiscal efetivo, dependendo da
demanda de atividades nas cidades, serão programadas a viagens em dois em dois meses. Conforme
Anexo VI.
11.6 – Mapa de fiscalização por setorização. Anexo VII
O Anexo VII – Mapa de fiscalização por setor será programadas as fiscalizações por setor, conforme
programação do departamento de fiscalização. Conforme Anexo VII.
11.7 – Cronograma mensal e anual dos custos com diárias e suprimento de fundos no
departamento de fiscalização para 2014. – Anexos VIII
O anexo VIII apresenta a previsão detalhada dos custos das diárias, suprimentos de fundos para
realização de fiscalização periódica conforme programação do Departamento nas diversas Inspetorias e
Escritórios, bem como com a presença dos fiscais em todas as localidades do Estado.
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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50
11.8 – Resultado Esperado para 2014. Anexo IX
O Anexo IX – Apresenta a estimativa de resultado esperado para o ano de 2014.
Base de cálculo para produção mínima de RFN.
Cidades Maiores
Total de fiscal →19 fiscais
Total mínimo de RFN por fiscal/dia → 3,75 RFN mínimo dia,
Total de dia trabalhado mês para fiscalização →16 dias mês
TOTAL MINIMO DE RFN POR FISCAL MENSAL → 1.140/19 = 60 RFN
TOTAL RFN ANO →1140 x 11 meses = 12.540 por ano
Cidades Menores como Cerejeiras, Buritis, Jaru, Ouro Preto e Guajará Mirim.
Total de fiscal → 5 fiscais
Total mínimo de RFN por fiscal/dia → 2,5 RFN mínimo dia,
Total de dia trabalhado mês para fiscalização →16 dias mês
TOTAL RFN MÊS → 5 x 2,5 x 16 = 200 RFN por mês
TOTAL MINIMO DE RFN POR FISCAL MENSAL → 200/5 = 40 RFN
TOTAL RFN ANO →200 x 11 meses = 2.200 por ano
TOTAL GERAL DE FISCALIZAÇAO MÊS
Total mês = Equipe 1 + Equipe 2
Total Mês = 1140 + 200
Total Mês = 1340
RESULTADO MINIMO ESPERADO PARA 2014
Total Ano = Equipe 1 + Equipe 2
Total Ano = 12540 + 2200
Total Ano = 14.740
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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ANEXO I
51
Janeiro de 2014
Dom
Seg
Ter
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
Propriedades
rurais,
viveiros,
lojas
agropecuárias,
hortas
comerciais,
hidropônicas, pisciculturas, etc.
Posto de Combustíveis, hospitais, farmácias,
lojas, hotéis, igrejas, laticínios, condomínios,
clinicas, frigoríficos, motéis, aeroporto,
serrarias, laminadoras, açougue, shopping,
empresas de armazenamento de grãos,
retifica de motores,
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
60
270
270
270
26
27
28
29
30
31
01 - Confraternização Universal 2014
270
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
1140
Fevereiro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
16
10
17
11
18
12
19
13
20
14
21
15
22
23
24
25
26
27
28
29
Posto de Combustíveis, hospitais, farmácias,
lojas, hotéis, igrejas, laticínios, condomínios,
clinicas, frigoríficos, motéis, aeroporto,
serrarias, laminadoras, açougue, shopping,
empresas de armazenamento de grãos,
retifica de motores,
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
Março de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
275
275
275
275
1100
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Sex
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
Sáb
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
220
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
300
300
300
60
04- Carnaval
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
1180
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
52
Abril de 2014
Dom
Seg
06
07
13
20
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
08
09
10
11
12
14
15
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
18 – Paixão de cristo
Fiscalização nos órgãos e empresas
privadas.( prefeitura, empresas de
telecomunicação, órgãos públicos,
ceron, empresa de distribuição de agua
e esgoto, ministério publico etc.
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
180
240
240
240
180
21 – Tiradentes
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
Maio de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
1080
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
Fiscalização nas áreas de mineração e
geologia ( Empresas de agua mineral,
extração de areia, argila e laterita,
cadastro mineiro de DNPM,
Fiscalização nas usinas hidrelétricas,
PCH, entre outras atividades inerentes
as áreas da engenharia elétricas.
01 – Dia do Trabalho
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
300
300
300
300
1200
Junho de 2014
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
300
300
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
300
300
70
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
19 – Corpus Christi
1270
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
53
Julho de 2014
Dom
Seg
06
07
13
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
200
08
09
10
11
12
275
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
275
275
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
Agosto de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
275
1300
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
RESULTADO
ESPERADO POS
VISITAS
335
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
335
335
335
31
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
Setembro de 2014
Dom
1340
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
320
21
22
23
24
25
26
27
320
28
29
30
320
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
320
160
07 – Independência do Brasil
TOTAL ESPERADO DE VISTAS PARA O MÊS
1440
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
54
Outubro de 2014
Dom
Seg
Ter
05
06
07
12
13
19
20
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
160
08
09
10
11
320
14
15
16
17
18
21
22
23
24
25
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
320
320
26
27
28
29
30
31
12 – Nossa Senhora da Aparecida
320
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
1440
Novembro de 2014
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
01
290
Fiscalizações rotineiras (Bairros)
290
290
290
30
02 - Finados
15 - Proclamações da República
TOTAL ESPERADO DE VISITAS PARA O MES
Dezembro de 2014
Dom
1160
FISCALIZAÇÕES PLANEJADAS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
RESULTADO
ESPERADO POR
VISITAS
275
Propriedades rurais, viveiros, lojas
agropecuárias, hortas comerciais,
hidropônicas, pisciculturas, etc.
275
275
132,50
132,50
25- Natal
TOTAL ESPERADO DE VISTAS PARA O MES
1090
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
55
RESUMO ESTIMADO PARA 2014
Total estimado de notificações para o ano de 2014
Total estimado de correspondências para o ano de 2014
Total estimado de termos de visitas, diligência e denúncias para o ano de 2014.
14.740
3.570
7.760
Total de estimado de visitas para o ano de 2014
26.070
Cada fiscal é responsável de fiscalizar todos os eventos durante o ano de 2014 em sua localidade.
 As blitz serão realizadas de acordo com a demanda de atividades nas principais cidades do estado de Rondônia;
 As fiscalizações serão realizadas através dos setores;
 As cidades que possui até 50 km, serão emitidas Ordem de Serviço ao fiscal do setor para fiscalizar
periodicamente, sem a necessidade de diárias;
 Fiscalização em parques diversões será fiscalizada pelos fiscais locais do evento;
 Os estádios de futebol serão fiscalizados pelos fiscais locais dos jogos;
 Nas sextas feiras os fiscais deverão providenciar a entrega de correspondência;
 As denuncias deverá ser atendidas dentro de 24 horas;
ANEXO II
Janeiro de 2014
Dom
Seg
Ter
05
06
07
12
13
19
20
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
RESULTADO ESPERADO
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
60
08
09
10
11
60
14
15
16
17
18
21
22
23
24
25
Correspondências
60
60
26
27
28
29
30
31
01 - Confraternização Universal 2014
60
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
300
Fevereiro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
RESULTADO ESPERADO
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
16
10
17
11
18
12
19
13
20
14
21
15
22
23
24
25
26
27
28
60
Correspondências
60
60
60
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
240
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
56
Março de 2014
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
RESULTADO ESPERADO
Sáb
01
60
Correspondências
60
60
60
04- Carnaval
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
Abril de 2014
Dom
06
Seg
07
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
240
RESULTADO ESPERADO
66
66
Correspondências
66
27
28
29
30
18 – Paixão de cristo
21 – Tiradentes
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
Maio de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
198
RESULTADO ESPERADO
72
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
72
18
19
20
21
22
23
24
72
25
26
27
28
01 – Dia do Trabalho
29
30
31
72
Correspondências
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
72
360
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
57
Junho de 2014
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
RESULTADO ESPERADO
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
72
08
09
10
11
12
13
14
72
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Correspondências
72
72
19 – Corpus Christi
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
Julho de 2014
Dom
Seg
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
72
72
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Correspondências
Agosto de 2014
Ter
Qua
Qui
72
72
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
Seg
RESULTADO ESPERADO
Ter
06
Dom
288
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
288
RESULTADO ESPERADO
Sex
Sáb
01
02
72
72
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Correspondências
72
72
72
31
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
360
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
58
Setembro de 2014
Dom
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
RESULTADO ESPERADO
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
72
21
22
23
24
25
26
27
72
28
29
30
72
Correspondências
72
72
07 - Independência do Brasil
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
Outubro de 2014
Dom
Seg
Ter
05
06
07
12
13
19
20
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
360
RESULTADO ESPERADO
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
72
08
09
10
11
72
14
15
16
17
18
21
22
23
24
25
Correspondências
72
72
26
27
28
29
30
31
12 – Nossa Senhora da Aparecida
72
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
360
Novembro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
RESULTADO ESPERADO
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
72
Correspondências
72
72
72
30
02 - Finados
15 - Proclamações da República
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
288
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
59
Dezembro de 2014
Dom
07
ENTREGA DE CORRESPONDÊNCIAS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
RESULTADO ESPERADO
72
72
Correspondências
72
72
25- Natal
TOTAL ESPERADO DE CORRESPONDÊNCIA ENTREGUE NO MÊS
Total de estimado de correspondências para o ano de 2014
288
3570
ANEXO III
Janeiro de 2014
Dom
Seg
Ter
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
EMATER, INCRA, IBAMA, SFA,
SEMACRIG, SEMA, IDARON, SEDAM,
EMBRAPA E CEPLAC.
26
27
28
29
30
31
01 - Confraternização Universal 2014
Fevereiro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica e 2
fiscais e jurídico.
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
MINSTERIO PUBLICO ESTADUAL
E FEDERAL, TRIBUNAL DE
CONTAS DO ESTADO E DA
UNIAO, TRIBUNAL ELEITORAL,
RECEITA FEDERAL, MINISTERIO
DO TRABALHO E TRIBUNAL DE
JUSTIÇA.
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
16
10
17
11
18
12
19
13
20
14
21
15
22
23
24
25
26
27
28
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
60
Março de 2014
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Sáb
01
ELETROBRAS, ELETRONORTE,
TERMONORTE, ENERGIA
SUSTENTAVEL DO BRASIL,
SANTO ANTONIO ENERGIA,
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
04- Carnaval
Abril de 2014
Dom
Seg
06
07
13
20
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
08
09
10
11
12
14
15
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
SECRETARIAS MUNICIPAIS E
ESTADUAIS
27
28
29
30
18 – Paixão de cristo
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
21 – Tiradentes
Maio de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
04
05
06
07
11
12
13
18
19
20
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
08
09
10
14
15
16
17
21
22
23
24
25
26
27
28
01 – Dia do Trabalho
29
30
31
CARTORIOS, BANCOS
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
61
Junho de 2014
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
BASE AEREA, AEROPORTO,
SIPAM, DNPM, CPRM
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor e fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
19 – Corpus Christi
Julho de 2014
Dom
Seg
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Agosto de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
APRESENTAÇAO DOS
RELATORIOS
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor d fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
62
Setembro de 2014
Dom
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
07 - Independência do Brasil
Outubro de 2014
Dom
Seg
Ter
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
26
27
28
29
30
31
12 – Nossa Senhora da Aparecida
Novembro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
02 - Finados
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
15 - Proclamações da República
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
63
Dezembro de 2014
Dom
FISCALIZAÇÃO NOS ORGÃOS
PÚBLICOS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
RESPONSÁVEL PELA
FISCALIZAÇAO
Assessor de fiscalização,
superintendência técnica, 2
fiscais e jurídico.
25- Natal
• O objetivo destas visitas é fiscalizar atividades técnicas do sistema, bem com ART de cargo e função, anuidades
dos profissionais, ART de fiscalização, laudos técnicos/projetos e execução própria/analise e parecer técnicos,
verificação das notas fiscais eletrônicas e contratos com terceiros, visto/registro dos profissionais e empresas
terceirizadas e buscar parceria ou convênios.
ANEXO IV
Janeiro de 2014
Dom
05
Seg
06
Ter
07
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
RESULTADO ESPERADO
40
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
160
26
27
28
29
30
31
01 - Confraternização Universal 2014
160
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS
680
Fevereiro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
RESULTADO ESPERADO
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
16
10
17
11
18
12
19
13
20
14
21
15
22
23
24
25
26
27
28
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
160
160
40
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
680
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
64
Março de 2014
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
RESULTADO ESPERADO
Sáb
01
120
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
160
160
40
04- Carnaval
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
Abril de 2014
Dom
06
Seg
07
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
320
RESULTADO ESPERADO
120
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
120
27
28
29
30
18 – Paixão de cristo
120
21 – Tiradentes
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
Maio de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
520
RESULTADO ESPERADO
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
160
18
19
20
21
22
23
24
160
25
26
27
28
01 – Dia do Trabalho
29
30
31
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
160
640
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
65
Junho de 2014
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
RESULTADO ESPERADO
160
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
120
120
160
19 – Corpus Christi
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
Julho de 2014
Dom
06
Seg
07
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
Ter
Qua
Qui
160
160
160
Agosto de 2014
Seg
RESULTADO ESPERADO
120
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
Dom
720
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
760
RESULTADO ESPERADO
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
160
160
31
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
640
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
66
Setembro de 2014
Dom
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
RESULTADO ESPERADO
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
160
21
22
23
24
25
26
27
160
28
29
30
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
80
07 - Independência do Brasil
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
Outubro de 2014
Dom
Seg
Ter
05
06
07
12
13
19
20
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
720
RESULTADO ESPERADO
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
80
08
09
10
11
160
14
15
16
17
18
21
22
23
24
25
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
160
26
27
28
29
30
31
12 – Nossa Senhora da Aparecida
160
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
720
Novembro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
RESULTADO ESPERADO
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
160
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
160
160
30
02 - Finados
15 - Proclamações da República
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
640
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
67
Dezembro de 2014
Dom
TERMO DE VISITA DENÚNCIA E
DILIGÊNCIA.
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
RESULTADO ESPERADO
01
02
03
04
05
06
160
07
08
09
10
11
12
13
160
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Termo de visita, denúncia e diligência.
160
120
120
25- Natal
TOTAL ESPERADO DE TERMO DE VISITA, DENÚNCIA E DILIGÊNCIAS NO MÊS.
Total estimado de termo de vista, denúncia e diligência para o ano de 2014.
720
7760
ANEXO V
RELAÇÃO DE CIDADE NO ESTADO DE RONDONIA
SETORES
CIDADES A FISCALIZAR
DISTANCIA DA
CIDADE DE
DIÁRIAS
LOTAÇÃO A
CIDADE
FISCALIZAR ( KM)
TOTAL DE
DIÁRIAS
Vilhena
Chupinguaia
Vilhena - SETOR 1
Inteira
1.5
PCHS ACIMA DE 60 km
1/2
1.5
AREA RURAL ACIMA DE 60 km
TOTAL DIARIA
1/2
1.5
139
4,5
Rolim de Moura
Rolim de Moura SETOR 2
Santa Luzia
20
Não
OS
Alta Alegre dos Parecis
50
1/2
1.0
Alta Floresta
50
1/2
1.5
Novo Horizonte
20
Não
OS
Migrantinopolis
45
Não
OS
2,5
TOTAL DIARIA
Cerejeiras
Cerejeiras - SETOR 3
Pimenteiras
52
-
1/2
Corumbiara
25
Não
OS
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
68
Cabixi
65
1/2
1/2
Colorado do Oeste
40
1/2
1.5
2,5
TOTAL DIARIA
Cacoal
Cacoal - SETOR 4
Estrela de Rondônia
45
0
1/2
Castanheiras
55
1/2
1/2
Divinópolis
45
1/2
1/2
Riozinho
10
0
OS
Nova Esperança
35
1/2
1/2
Ministro Andreazza
40
1/2
1/2
2,5
TOTAL DIARIA
Ji Paraná
Ji Paraná - SETOR 5
Presidente Médici
30
1/2
1.0
Nova Londrina
25
-
OS
Tancredopolis
45
-
OS
Urupá
103
Inteira
1.5
Teixeiropolis
50
1/2
1/2
3,0
TOTAL DIARIA
Pimenta Bueno
Pimenta Bueno - SETOR 6
Primavera de Rondonia
23
-
OS
Parecis
70
1/2
1.0
São Felipe
48
1/2
1/2
Espigão do Oeste
30
1/2
1.5
3,0
TOTAL DIARIA
São Miguel do Guaporé
60
1/2
1.5
-
-
OS
Alvorada do Oeste
54
1/2
1.0
Seringueiras
40
1/2
1/2
São Francisco do Guaporé
110
Inteira
1.5
São Domingos e Costa Marques
220
Inteira
1.5
Nova Brasilândia
Santana do Guaporé
São Miguel do GuaporéSETOR 7
6,0
TOTAL DIARIA
Ouro Preto do Oeste SETOR 8
Ouro Preto do Oeste
Mirante da Serra
60
1/2
1.0
Nova Uniao
40
0
OS
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
69
Tarilandia
60
1/2
1/2
Vale do Paraiso
50
1/2
1/2
Rondominas
47
1/2
1/2
2,5
TOTAL DIARIA
Ariquemes
Ariquemes - SETOR 9
Alto Paraiso
56
½
1.0
Rio Crespo
44
½
½
Colina Verde, Cacaulândia.
60
½
½
Monte Negro
50
½
1.0
3,0
TOTAL DIARIA
Jaru
Jaru-SETOR 10
Theo broma
30
1/2
1/2
5º BEC
80
1/2
1/2
Vale do Anari
60
1/2
1/2
Gov. Jorge Teixeira
35
-
OS
1,5
TOTAL DIARIA
Buritis
Buritis - SETOR 11
Campo Novo
50
1/2
1/2
0,5
TOTAL DIARIA
Porto Velho
Porto Velho - SETOR 12
Cujubim
220
Inteira
2.0
Machadinho do Oeste
330
Inteira
3.0
5,0
TOTAL DIARIA
Porto Velho - SETOR 13
Candeias
20
-
OS
Itapuã do Oeste
100
1/2
1/2
Linha Triunfo
100
1/2
1/2
1,0
TOTAL DIARIA
Porto Velho - SETOR 14
Jaci Paraná
80
1/2
1.0
Bandeirantes
150
1/2
1.5
Novo Mutum
110
1/2
1/2
3,0
TOTAL DIARIA
Porto Velho - SETOR 15
Abuna
235
Inteira
1/2
Fortaleza do Abuna
260
Inteira
1/2
Vista Alegre do abuna
255
Inteira
1.0
Extrema de Rondônia
330
Inteira
2.0
Nova Califórnia
360
Inteira
1/2
TOTAL DIARIA
4,5
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
Guajará Mirim
70
Guajará - SETOR 16
Iata
50
1/2
1/2
Nova Mamoré/Araras
50
1/2
1/2
Palmares
80
1/2
1/2
Nova Dimensão
110
1/2
1/2
2,0
TOTAL DIARIA
OBS. Dependendo da cidade a fiscalização ocorrerá em dois em dois meses.
OS - Ordem de serviços
ANEXO VI
Programação de Fiscalização nas cidades que não possui fiscal para o ano 2014
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Chupinguaia
PCHs acima de 60
km
Área Rural acima 60
km
Chupinguaia
Chupinguaia
PCHs acima de 60 km
PCHs acima de 60 km
Área Rural acima 60 km
Área Rural acima 60 km
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Alta Alegre dos
Parecis
Alta Alegre dos Parecis
Alta Alegre dos Parecis
Alta Floresta
Alta Floresta
Alta Floresta
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Pimenteiras
Pimenteiras
Pimenteiras
Cabixi
Cabixi
Cabixi
Colorado do Oeste
Colorado do Oeste
Colorado do Oeste
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Estrela de Rondônia
Estrela de Rondônia
Estrela de Rondônia
Castanheiras
Castanheiras
Castanheiras
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Nova Esperança
Nova Esperança
Nova Esperança
Ministro Andreazza
Ministro Andreazza
Ministro Andreazza
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
71
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Presidente Médici
Presidente Médici
Presidente Médici
Urupá
Urupá
Urupá
Teixeiropolis
Teixeiropolis
Teixeiropolis
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Parecis
Parecis
Parecis
São Felipe
São Felipe
São Felipe
Espigão do Oeste
Espigão do Oeste
Espigão do Oeste
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Nova Brasilândia
Nova Brasilândia
Nova Brasilândia
Alvorada do Oeste
Alvorada do Oeste
Alvorada do Oeste
Seringueiras
Seringueiras
Seringueiras
São Francisco do Guaporé
São Francisco do Guaporé
São Domingos/ Costa
Marques
São Domingos/ Costa
Marques
São Francisco do
Guaporé
São Domingos/ Costa
Marques
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Mirante da Serra
Mirante da Serra
Mirante da Serra
Tarilandia
Tarilandia
Tarilandia
Vale do Paraiso
Vale do Paraiso
Vale do Paraiso
Rondo minas
Rondo minas
Rondo minas
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Alto Paraiso
Alto Paraiso
Alto Paraiso
Rio Crespo
Rio Crespo
Rio Crespo
Cacaulândia
Cacaulândia
Cacaulândia
Colina Verde
Colina Verde
Colina Verde
Monte Negro
Monte Negro
Monte Negro
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
Setor 10
72
Setor 10
Setor 10
Setor 10
Setor 10
Theo broma
Theo broma
Theo broma
5º Bec
5º Bec
5º Bec
Vale do Anari
Vale do Anari
Vale do Anari
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 11
Setor 11
Setor 11
Setor 11
Setor 11
Setor 11
Campo Novo de RO
Campo Novo de RO
Campo Novo de RO
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Cujubim
Cujubim
Cujubim
Machadinho do Oeste
Machadinho do Oeste
Machadinho do Oeste
Janeiro
Fevereiro
Setor 13
Setor 13
Março
Abril
Setor 13
Setor 13
Maio
Junho
Setor 13
Setor 13
Itapuã do Oeste
Itapuã do Oeste
Itapuã do Oeste
Linha Triunfo
Linha Triunfo
Linha Triunfo
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Jaci Paraná
Jaci Paraná
Jaci Paraná
Bandeirantes
Bandeirantes
Bandeirantes
Novo Mutum
Novo Mutum
Novo Mutum
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Abuna
Abuna
Abuna
Fortaleza do Abuna
Fortaleza do Abuna
Fortaleza do Abuna
Vista Alegre do
Abuna
Vista Alegre do Abuna
Vista Alegre do Abuna
Extrema de Rondônia
Extrema de Rondônia
Extrema de Rondônia
Nova Califórnia
Nova Califórnia
Nova Califórnia
Iata
Setor 10
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Iata
Iata
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
73
Nova Mamoré
Nova Mamoré
Nova Mamoré
Palmares
Palmares
Palmares
Nova Dimensao
Nova Dimensão
Nova Dimensão
Araras
Araras
Araras
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Setor 1
Chupinguaia
PCHs acima de 60
km
Área Rural acima 60
km
Chupinguaia
Chupinguaia
PCHs acima de 60 km
PCHs acima de 60 km
Área Rural acima 60 km
Área Rural acima 60 km
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Setor 2
Alta Alegre dos
Parecis
Alta Alegre dos Parecis
Alta Alegre dos Parecis
Alta Floresta
Alta Floresta
Alta Floresta
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Setor 3
Pimenteiras
Pimenteiras
Pimenteiras
Cabixi
Cabixi
Cabixi
Colorado do Oeste
Colorado do Oeste
Colorado do Oeste
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Setor 4
Estrela de Rondônia
Estrela de Rondônia
Estrela de Rondônia
Castanheiras
Castanheiras
Castanheiras
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Nova Esperança
Nova Esperança
Nova Esperança
Ministro Andreazza
Ministro Andreazza
Ministro Andreazza
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Setor 5
Presidente Médici
Presidente Médici
Presidente Médici
Urupá
Urupá
Urupá
Teixeiropolis
Teixeiropolis
Teixeiropolis
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
74
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Setor 6
Parecis
Parecis
Parecis
São Felipe
São Felipe
São Felipe
Espigão do Oeste
Espigão do Oeste
Espigão do Oeste
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Setor 7
Nova Brasilândia
Nova Brasilândia
Nova Brasilândia
Alvorada do Oeste
Alvorada do Oeste
Alvorada do Oeste
Seringueiras
Seringueiras
Seringueiras
São Francisco do Guaporé
São Francisco do Guaporé
São Domingos/ Costa
Marques
São Domingos/ Costa
Marques
São Francisco do
Guaporé
São Domingos/ Costa
Marques
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Setor 8
Mirante da Serra
Mirante da Serra
Mirante da Serra
Tarilandia
Tarilandia
Tarilandia
Vale do Paraiso
Vale do Paraiso
Vale do Paraiso
Rondo minas
Rondo minas
Rondo minas
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Setor 9
Alto Paraiso
Alto Paraiso
Alto Paraiso
Rio Crespo
Rio Crespo
Rio Crespo
Cacaulândia
Cacaulândia
Cacaulândia
Colina Verde
Colina Verde
Colina Verde
Monte Negro
Monte Negro
Monte Negro
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 10
Setor 10
Setor 10
Setor 10
Setor 10
Setor 10
Theo broma
Theo broma
Theo broma
5º Bec
5º Bec
5º Bec
Vale do Anari
Vale do Anari
Vale do Anari
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
Setor 11
75
Setor 11
Campo Novo de RO
Setor 11
Setor 11
Campo Novo de RO
Setor 11
Setor 11
Campo Novo de RO
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Setor 12
Cujubim
Cujubim
Cujubim
Machadinho do Oeste
Machadinho do Oeste
Machadinho do Oeste
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 13
Setor 13
Setor 13
Setor 13
Setor 13
Setor 13
Itapuã do Oeste
Itapuã do Oeste
Itapuã do Oeste
Linha Triunfo
Linha Triunfo
Linha Triunfo
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Setor 14
Jaci Paraná
Jaci Paraná
Jaci Paraná
Bandeirantes
Bandeirantes
Bandeirantes
Novo Mutum
Novo Mutum
Novo Mutum
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Setor 15
Abuna
Abuna
Abuna
Fortaleza do Abuna
Fortaleza do Abuna
Fortaleza do Abuna
Vista Alegre do
Abuna
Vista Alegre do Abuna
Vista Alegre do Abuna
Extrema de Rondônia
Extrema de Rondônia
Extrema de Rondônia
Nova Califórnia
Nova Califórnia
Nova Califórnia
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Setor 16
Iata
Iata
Iata
Nova Mamoré
Nova Mamoré
Nova Mamoré
Palmares
Palmares
Palmares
Nova Dimensão
Nova Dimensão
Nova Dimensão
Araras
Araras
Araras
OBS. Nas inspetorias que apresentar baixa produtividade do fiscal local, será enviada equipe de fiscais
das localidades mais próxima para realizar operação de fiscalização. Serão enviados 3 fiscais durante
uma semana.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
76
ANEXO VII
MAPA DE FISCALIZAÇÃO POR setor
SETOR 1 ( Cone Sul)
População
%
População
de RO
Fiscal
Regional
SETOR 2 (Zona da
Mata )
População
%
Populaçã
o de RO
Vilhena
77.937
4,87
Rolim de Moura
50.899
3,24
Chupinguaia
8.514
0,53
Santa Luzia
8.617
0,56
Alta Floresta
24.228
1,56
Alto Alegre dos Parecis
12.824
0,82
Novo Horizonte
10.084
0,65
Fiscais de
Vilhena
TOTAL
SETOR 3 ( Cone Sul)
86.451
População
Nova Estrela
Migrantinópolis
%
População
de RO
Cerejeiras
16.939
1,09
Colorado do Oeste
18.338
1,19
Cabixi
6.221
0,4
Corumbiara
8.654
0,56
Pimenteiras
2.299
0,14
TOTAL
52.451
Fiscal de
Rolim de
Moura
Fiscal
Regional
Fiscal de
Cerejeiras
TOTAL
106.652
População
%
Populaçã
o de RO
117.363
7,46
Presidente Médici
22.818
2,2
Urupá
12.828
0,83
Estrela de Rondônia
Teixeirópolis
4.832
0,3
Divinópolis
Tancredo polis
SETOR 4 (Zona do
Diamante )
População
% População
de RO
Fiscal
Regional
SETOR 5 (Vila Ji
Paraná )
Cacoal
78.958
5,02
Ji Paraná
Ministro Andreazza
10.276
0,67
Nova Londrina
Jardinópolis
Castanheira
TOTAL
SETOR 6 (Zona do
Diamante )
3.526
0,22
Fiscais de
Cacoal
92.760
População
TOTAL
% População
de RO
Fiscal
Regional
Fiscal
Regional
SETOR 7 (Zona Vale
do Guaporé)
Fiscal
Regional
Fiscais de
Ji Paraná
157.841
População
%
Populaçã
o de RO
Fiscal
Regional
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
77 Pimenta Bueno
33.981
2,16
Espigão do Oeste
28.962
1,83
Primavera de Rondônia
3.464
0,22
Parecis
4.901
0,31
São Felipe
5.938
0,38
São Miguel do
Guaporé
São Francisco do
Guaporé
SETOR 8 (Zona Leiteira )
77.246
População
% População
de RO
1,39
16.340
1,02
Costa Marques
14.022
0,87
Seringueiras
11.624
0,74
Alvorada do Oeste
16.624
1,08
Nova Brasilândia
19.882
1,26
TOTAL
100.370
São Domingos
Fiscal de
Pimenta
Bueno
Nova Esperança
TOTAL
21.878
Fiscal
Regional
SETOR 9 (Zona
Cassiterita )
População
%
Populaçã
o de RO
Ouro Preto do Oeste
37.701
2,42
Ariquemes
91.570
5,78
Mirante da Serra
11.780
0,76
Cacaulândia
5.764
0,36
Nova União
7.436
0,48
14.203
0,9
Tarilãndia
Vale do Paraiso
8.083
TOTAL
65.000
SETOR 10 (Zona Leiteira )
População
0,52
Monte Negro
Rio Crespo
Jaru
51.883
3,32
Theo broma
10.611
0,68
Vale do Anari
9.510
0,6
Governador Jorge Teixeira
10.272
0,65
TOTAL
82.276
Fiscais de
Ariquemes
Alto Paraiso
TOTAL
% População
de RO
Fiscal
Regional
Colina Verde
Fiscal de
Ouro Preto
do Oeste
Rondominas
Fiscal de
São Miguel
do Guaporé
Fiscal
Regional
SETOR 11 (Zona
Cassiterita )
Buritis
Campo Novo de
Rondônia
111.537
População
%
Populaçã
o de RO
32.898
2,07
12.757
0,81
Fiscal de
Jaru
Fiscal
Regional
Fiscal de
Buritis
5º Bec
SETOR 12 (Zona do Rio
Madeira )
Porto velho
Itapuã do Oeste
População
TOTAL
% da
População
de RO
435.732
27,42
8.700
0,57
Jacy Paraná
20.291
1,27
SETOR 13 (Estrada de
Ferro Madeira Mamoré
)
Guajará Mirim
População
%
Populaçã
o de RO
41.933
2,66
23.142
1,44
Iata
Fiscais da
Sede
Linha Triunfo
Candeias do Jamari
Fiscal
Regional
45.655
Nova Mamoré
Fiscal
Regional
Fiscal de
Guajará
Mirim
Nova Dimensão
Palmares
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
78 Bandeirantes
Araras
Mutum Paraná
Cujubim
16.569
1,04
Machadinho do Oeste
31.779
1,99
Distrito de Calama
Distrito de São Carlos
Abuna
Fortaleza do Abuna
Vista Alegre do Abuna
Extrema de Rondônia
Nova Califórnia
TOTAL
513.071
TOTAL
65.075
ANEXO VIII
Mês
Função
Fiscais
Janeiro
Nº diárias
Vlr diária
47
R$ 200,00
TT diária
Nº. Fundos
R$ 9.400,00
PVH
TOTAL
47
R$ 9.400,00
Fiscais
Fevereiro
Área rural
TOTAL
20
Fiscais
Março
R$ 200,00
47
R$ 200,00
R$
9.600,00
04
R$ 350,00
R$
1.400,00
R$
11.000,00
R$
9.600,00
20
47
R$ 600,00
R$ 4.000,00
4.000,00
16
R$ 9.400,00
16
R$ 600,00
R$
9.600,00
04
R$ 350,00
R$
1.400,00
PVH
TOTAL
Subtotal
R$ 600,00
16
20
Valor Supr
16
R$ 9.400,00
Fiscais
9.600,00
20
16
11.000,00
R$ 600,00
R$
9.600,00
R$
9.600,00
R$
9.600,00
Abril
TOTAL
Maio
0
Fiscais
47
R$ 200,00
0,00
16
R$ 9.400,00
16
R$ 600,00
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
PVH
79
TOTAL
04
47
R$ 9.400,00
R$ 350,00
R$
20
Fiscais
16
1.400,00
11.000,00
R$ 600,00
9.600,00
Junho
TOTAL
0
Fiscais
Julho
47
R$ 200,00
0,00
16
R$ 9.400,00
16
R$ 600,00
R$
9.600,00
04
R$ 350,00
R$
1.400,00
R$
11.000,00
R$
9.600,00
R$
9.600,00
PVH
TOTAL
47
R$ 9.400,00
9.600,00
20
Fiscais
16
R$ 600,00
Agosto
20
TOTAL
Fiscais
Setembro
47
R$ 200,00
0,00
16
R$ 9.400,00
16
R$ 600,00
R$
9.600,00
04
R$ 350,00
R$
1.400,00
R$
11.000,00
R$
9.600,00
R$
9.600,00
PVH
TOTAL
47
R$ 9.400,00
20
Fiscais
16
R$ 600,00
Outubro
TOTAL
0
Fiscais
Novembro
47
16
R$ 200,00
R$ 9.400,00
PVH
TOTAL
47
R$ 9.400,00
16
R$ 600,00
R$
9.600,00
04
R$ 350,00
R$
1.400,00
R$
11.000,00
R$
9.600,00
R$
9.600,00
20
Fiscais
16
R$ 600,00
Dezembro
TOTAL
CUSTO COM DIARIAS
16
302
R$
60.400,00
CUSTO COM SUPRIMENTO DE FUNDOS
CUSTO GERAL DO DEPTO FISCALIZAÇAO PARA ANO DE
2014
216
R$
R$
123.600,00
184.000,00
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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80
ANEXO IX
Com a aprovação do planejamento de fiscalização para 2014, o departamento de fiscalização pretende a
cada dia alcançar um bom resultado nos trabalhos da equipe de fiscalização de forma eficiente, para o
ano de 2014, teremos uma previsão de 20,82% de aumento no ato fiscalizatório em relação ao ano
anterior. Portanto, para que os resultados sejam alcançados dentro do prazo, o departamento necessita
de total apoio dos agentes fiscais, funcionários, das gerências, Assessorias, superintendências e
presidência.
Para melhor ilustrar a previsão de resultados, apresentamos dados estatísticos de aumento em relação
QUADRO DEMOSTRATIVO DE RESULTADO ESPERADO PARA 2014
(RFN - RELATORIO DE FISCALIZAÇAO)
16000
14000
14740
12200
12000
ANO 2013
10000
ANO 2014
8000
6000
4000
2000
0
ANO 2013
ANO 2014
ao ano anterior.
Obs.: Em relação aos relatórios de fiscalização, pretendemos obter 20,82% de aumento em relação ao
ano de 2013.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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QUADRO DEMOSTRATIVO DE RESULTADO ESPERADO DE CORRESPONDENCIAS
PARA 2014
3570
4000
3000
1500
2000
1000
0
ANO 2013
ANO 2014
Obs.: Em relação às entregas de correspondências, ofícios, obteremos 138% de aumento em relação ao
ano de 2014.
QUADRO DEMOSTRATIVO DE RESULTADO ESPERADO DE
TERMO DE VISITA, DILIGENCIA E ATENDIMENTO DE DENUNCIA
7760
8000
6000
2000
4000
2000
0
ANO 2013
ANO 2014
Obs.: Em relação aos termos de visita, diligencia e atendimento de denuncia, 288% obteremos em
relação ao ano de 2013.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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QUADRO DE PRODUTIVIDADE PARA 2014
82
PRODUÇAO
25680
30000
14350
20000
3570
7760
10000
0
Série1
RFN
CORRESPON
DENCIAS
14350
3570
TERMO
VISITA,
DILIGENCIA
E
DENUNCIA
7760
TOTAL
ANUAL
25680
Meios para alcançar o resultado esperado
O resultado proposto será obtido com a participação de 24 fiscais previsto para o estado de Rondônia,
efetivamente atendendo as diretrizes propostas no planejamento de 2014, a fim de obter o resultado
planejado.
No ano de 2014 os agentes fiscais ficarão um total de 80% do seu tempo realizando atividade externa
com objetivo de fiscalizar o exercício profissional e consequentemente obteremos um resultado
satisfatório nas ações dos agentes.
Para podermos atender o planejamento com êxodo, o departamento necessita total apoio dos agentes
fiscais e demais setores do CREA, inclusive da presidência e superintendência. Para o ano de 2014, a
fiscalização irá desenvolver suas atividades mais planejadas, com o intuito de ampliar o leque de
atividades e buscar mais resultado, o departamento de fiscalização centralizou em Porto Velho, todas as
fiscalizações nos diários oficiais, comprasnet, portal transparência do governo, site das prefeituras, site
da Eletrobrás e cadastro mineiro do DNPM.
No ano de 2014 o departamento de fiscalização ira implantar o plantão de fiscais, com a finalidade de
desenvolver atividade interna nas áreas de fiscalização, a fim de fiscalizar os diários oficiais,
comprasnet, portal transparência, entre outros sites. Esta ação será desenvolvida especificamente por
um fiscal interno que irá realizar as consultas, pesquisa e emitir a notificação diretamente através de
formulário eletrônico, com essa nova metodologia o conselho obterá um resultado satisfatório e
consequentemente a fiscalização buscará o ápice de atividades fiscalizadas.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Pontos importantes para cumprimento do planejamento.
 Cada fiscal terá um veiculo próprio, celular, net book, modem e a caneta digital para realizar
suas atividades de fiscalização;
 O planejamento deverá ser cumprindo na integra pelos fiscais e outros setores dentro do prazo;
 Equipamentos individuais de proteção (protetor solar, óculos de obras, botas e capacete de
obras), visando à segurança dos fiscais diretamente no local de trabalho;
 Não será permito o agente fiscal realizar atendimento na falta da atendente;
 Assiduidade por partes de cada fiscal;
 Responsabilidade e Comprometimento de toda equipe;
O conselho terá um quadro suficiente de fiscais para atender a demanda do estado de Rondônia, todos
os fiscais possuem veículos e equipamentos adequados para atender a demanda de atividade de
fiscalização.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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OBSERVAÇÕES FINAIS
O Planejamento é um valioso instrumento na organização e controle das atividades programadas para a
Fiscalização, cuja efetividade dependerá ainda da manutenção da equipe de pessoal, veículos,
equipamentos e demais recursos disponibilizados, bem como do suporte das correspondentes Câmaras
Especializadas que deverão prestar todo o auxílio ao Departamento de fiscalização sempre que
necessário.
As viagens de fiscalização para o interior do Estado deverão ser aprovadas com a antecedência visando
os agendamentos necessários, podendo, a critério da gerência, superintendência técnica e Presidência,
sofrer alteração em suas datas visando um melhor aproveitamento ou conforme disponibilidade
financeira.
Este planejamento aprovado, as solicitações de diárias serão encaminhado direto ao departamento
financeiro para providência do pagamento.
Tec. Agr. Siguimar Francisco da Cruz
Superintendente Técnico
Tec. Agr. Cicero Stresser Junior
Gerente do Departamento de Fiscalização
Tec. Agr. Neemias Machado Barbosa
Assessor do Departamento de Fiscalização
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
DEPARTAMENTO TÉCNICO
CREA-RO 2014
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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APRESENTAÇÃO
O CREA-RO é uma instituição cuja missão é fiscalizar e aperfeiçoar o exercício e a atividade das
profissões nas diferentes áreas componentes do sistema CONFEA/CREAS, no âmbito do Estado de
Rondônia, abrangendo tanto as titulações profissionais de nível superior quanto às de nível médio.
O presente PLANEJAMENTO além de estabelecer rotinas e ferramentas para as atividades dos
atendentes, também tem como finalidade proporcionar aos clientes um atendimento de qualidade.
MISSÃO
Atuar em consonância com o CONFEA, promovendo a verificação, a fiscalização e o aperfeiçoamento
do exercício e das atividades profissionais, concentrando seus esforços de órgão público fiscalizador
em defesa da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento do Estado.
VISÃO
Ser reconhecido pela valorização profissional e funcional integrando a ética participativa e a
sustentabilidade de ações permanentes a sociedade até 2015.
VALORES
1. Compromisso com a prestação de serviços
2. Valorização funcional e profissional
3. Ética, cidadania e sustentabilidade
4. Respeito ao profissional e aos cidadãos
5. Formação de parcerias institucionais de qualidade
6. Promoção de fiscalização abrangente das diversas modalidades
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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OBJETIVOS
Proporcionar aos profissionais e sociedade um atendimento de qualidade de forma eficiente.
META
Ser excelência no atendimento tanto presencial com on-line até 2015.
DEPARTAMENTO TÉCNICO – DETEC
Subordinação Hierárquica e Atividade Principal
O Departamento Técnico é subordinado à superintendência técnica do CREA-RO, o departamento tem
como atividade principal, (registro de ART, emissão de acervo técnico, chancela de atestado técnico,
registro de empresa e profissional, protocolos), tendo como função básica de coordenar, gerenciar e
promover intercâmbio com os regionais na busca de melhoria e qualidade no atendimento. O
departamento é subdividido pela Seção registro e cadastro – SRC e Seção de Atendimento.
Seção de registro e cadastro
A seção de registro e cadastro é o setor subordinado ao departamento de técnico, tem como objetivo:
executar, coordenar e promover o registro de profissionais e empresas, realizando todo check list da
documentação a ser encaminhada a assessoria técnica. Após a autorização das câmaras, o setor
alimenta o banco de dados com todas as informações apresentada, bem como a emissão de taxas e
certidões.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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88
Seção de atendimento
A seção de atendimento é o setor subordinado ao departamento de técnico, tem como objetivo de
executar, coordenar, promover os registros de ART’s, baixa de ART’s, emissão de acervo técnico,
cadastros de protocolos, arquivamentos de relatório de fiscalização, entrega de carteira de profissionais,
entrada dos registros de profissionais e empresas, vistos de profissionais, emissão de taxas, anuidades e
etc.
Recursos Humanos do Departamento Técnico para 2014
Quadro I – distribuição - função por localidade
LOCALIDADE
Porto Velho (sede)
Cerejeiras
Colorado do Oeste
Vilhena
Pimenta Bueno
Espigão do Oeste
Cacoal
Rolim de Moura
Alta Floresta
São Miguel do Guaporé
São Francisco do Guaporé
Ji Paraná
Ouro Preto do Oeste
Jaru
Ariquemes
Buritis
FUNCÃO
Gerente DETEC
Estagiaria
Atendente
Atendente
Atendente
Estagiaria
Atendente
Atendente
Estagiaria
Atendente
Atendente
Estagiaria
Atendente
Estagiaria
Atendente
Estagiaria
Estagiaria
Atendente
Atendente
Estagiaria
Atendente
Atendente
Atendente
QTD. ATUAL
01
01
01
01
01
02
02
01
01
01
01
01
02
01
01
02
01
QTD. IDEAL
01
00
01
01
02
00
01
00
01
02
01
01
00
01
00
01
01
02
01
00
01
00
00
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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89
Machadinho do Oeste
Guajará Mirim
TOTAL
Estagiaria
Atendente
Estagiaria
Atendente
Estagiaria
-
01
00
01
00
01
26
01
01
27
Recursos Humanos da Seção de Atendimento ao Público para 2014
Quadro II – distribuição - função por localidade
LOCALIDADE
Porto Velho (sede)
Porto Velho (sede)
FUNCÃO
Chefe da Seção de
Atendimento ao Público
Atendentes
QTD. ATUAL
QDT. IDEAL
01
01
04
04
QTD. ATUAL
QDT. IDEAL
Recursos Humanos da Seção de Registro e Cadastro para 2014
Quadro III – distribuição - função por localidade
LOCALIDADE
Porto Velho (sede)
Porto Velho (sede)
FUNCÃO
Chefe da Seção
registro e cadastro
Atendentes
Estagiaria
de
01
02
01
01
03
00
JURISDIÇÕES DO CREA-RO
O CREA Rondônia está inserido nos diversos municipios do estado de Rondônia, possuindo 10
inspetorias e 07 escritórios de representação, com objetivo de proporcionar aos profissionais e
população um melhor atendimento das açoes desenvolvida pela fiscalização, no sentido de orientar
sobre o papel do CREA perante a sociedade. Segue a baixo os locais onde o CREA está presente.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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90
Locais onde possui inspetorias e escritórios de representação no estado de Rondônia.
Sede
Inspetorias no estado de Rondônia (Cerejeiras, Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Rolim de
moura, Ji Paraná, Jaru, Ariquemes, Buritis e Guajará Mirim)
Escritório de Representação (São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Alta
floresta, Espigão do Oeste, Colorado do Oeste, Ouro Preto do Oeste e Machadinho do Oeste)
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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91
INVESTIMENTOS NA INFRAESTRUTURA NO ANO DE 2013
Foram adquiridos no ano de 2013, equipamentos e ferramentas para dar melhor comodidade aos
funcionários e profissionais,

Mudança no layout da estrutura, aproximação do registro e cadastro ao atendimento;

Aquisição de móveis,

Aquisição de Painel Eletrônico de senha;

Criação do atendimento preferencial;

Aquisição da cafeteira expressa;

Aquisição de Televisor LCD na sala do profissional e atendimentos sede e inspetorias;

07 (sete)
poltronas para a sala do profissional;
scanners da marca Fujitsu, distribuídos na sede e inspetorias.
INVESTIMENTOS PARA 2014
O departamento técnico para o ano de 2014 necessitará:

15 scanners da marca Fujitsu para distribuição na sede e inspetorias;

01 bancada com quatro guichês para o atendimento da sede;

Teclados e mouses novos para o atendimento, registro e cadastro e sala do profissional;

07 Nobreak’s para a seção de registro e cadastro e sala do profissional;
SERVIÇOS OFERECIDOS PELO CREA-RO
Com o intuito de agilizar e desburocratizar os serviços o Conselho implantou novas metodologias, com
objetivo de melhorar os serviços proposto para os profissionais e sociedade em geral.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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92
Digitalizações de processos
Em 2013 foi implantado o sistema de digitalização de processos de registro de empresas profissionais,
auto de infração, defesa e etc. Essa inovação tem como benefício à agilidade nos trâmites dos
processos, acabando com o acúmulo de papel e montagem de processo. Hoje todo serviço requerido é
digitalizado no ato do protocolo e devolvido ao seu solicitante. Processos que levava um prazo de 30 a
40 dias para seu deferimento, hoje com o sistema de digitalização seu tempo de julgamento é menor
podendo sair até em 10 dias.
Atendimento Online
Em 2013, iniciou o atendimento online, com a finalidade de proporcionar melhor atendimento ao
profissional sem a necessidade de sair de casa, hoje, possuímos três atendimento online e para o ano de
2014, iremos expandir o serviço online, aumentando o numero de atendentes, essa nova ação visa
atender o profissional da melhor forma possível.
Registro de ART online
A criação do registro de ART online tem como objetivo a autenticidade da ART sem a necessidade do
profissional sair de casa. Após a compensação do pagamento da ART, onde é submetida à análise do
atendente, caso não haja pendência, a ART é autenticada, ficando disponível na página do profissional,
se houver pendência o profissional visualiza sua página a pendência registrada pelo atendente.
Para o ano de 2014 temos projeto de aprimorar o sistema, para que o profissional possa receber através
de e-mail e mensagem no celular que sua ART foi registrada com sucesso.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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93
TREINAMENTOS PARA 2014
Com a finalidade de melhor e motivar os funcionários, esta gerência propõe treinamentos através de
teleconferência, relacionado ao atendimento;
1.
Relações interpessoais,
2.
Qualidade no atendimento,
3.
Padronização de procedimentos,
4.
Palestra motivacional,
CONTROLES GERÊNCIAIS
Para o Controle eficaz das atividades realizadas pelos Setores do departamento técnico é
imprescindível dispor de relatórios gerenciais disponibilizados pelo sistema coorporativo do Crea. Esta
ferramenta permite à Gerência ter uma visão ampla e detalhada de todas as atividades desenvolvidas
pelos atendentes, detectando pontualmente os gargalos e pontos de estrangulamento dos serviços mais
solicitados.
Mapas de Produtividade
Através do Mapa de Produtividade Mensal é possível verificar os serviços executados pelos
funcionários no mês, com detalhamento da produtividade: registro de ART, cadastro de protocolos,
emissão de acervo técnico, atestado técnico entre outros Serviços. Podendo inclusive realizar análise
do desempenho através dos indicadores gráficos.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Mapas de produtividade mensal
O Mapa de Produtividade Mensal aponta o resultado da produtividade de todos os funcionários da
Sede, Inspetoria mês a mês. Sendo possível verificar o desempenho do período assim como realizar
análise do desempenho individual de cada funcionário.
Mapas de Produtividade Anual
O Mapa de Produtividade Anual aponta o resultado dos serviços acumulada no exercício de 2014.
Sendo possível analisar de forma detalhada os serviços de forma geral, podendo ser emitido relatório
por cada inspetoria dos serviços mais solicitado. Com este relatório, o departamento técnico tem
subsidio para propor melhorias ao atendimento.
AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DO ATENDIMENTO
No ano de 2014, o departamento técnico irá promover semestralmente a avaliação de satisfação dos
profissionais referente aos serviços oferecidos pelo atendimento ao publico, com as informações
coletadas iremos melhorar o atendimento, adequando em beneficio dos profissionais. Esta ferramenta
tem como finalidade medir a satisfação dos profissionais perante o conselho.
Caixa de sugestão
Para o ano de 2014, será implantada uma caixa de sugestões ao publico para manifestar suas opiniões e
sugestões de melhoria no atendimento e serviços.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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95
INFORMATIVOS
Criação de manuais para disponibilizar ao público:
1.
Manual de Preenchimento de ART;
2.
Manual do Inspetor;
3.
Manual Serviço de atendimento.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
O Planejamento estratégico é um valioso instrumento na formulação de objetivos para a seleção de
programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas do
Conselho e sua evolução esperada.
CHARLENE GABRIELA DA FROTA DE LIMA
Gerente do Departamento Técnico
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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96
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
ASSESSORIA DE RELAÇÕES
INSTITUCIONAIS CREA-RO 2014
PORTO VELHO – RONDÔNIA
OUTUBRO/2013
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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97
APRESENTAÇÃO
O CREA-RO é uma instituição cuja missão é fiscalizar e aperfeiçoar o exercício e a atividade das
profissões nas diferentes áreas componentes do sistema CONFEA/CREAS, no âmbito do Estado de
Rondônia, abrangendo tanto as titulações profissionais de nível superior quanto às de nível médio.
O presente PLANEJAMENTO além de estabelecer rotinas e ferramentas para as atividades dos
Agentes Fiscais visa também à qualidade dos serviços prestados, proporcionando segurança à
sociedade de forma a garantir que serviços técnicos especializados sejam executados somente por
profissionais habilitados, assim como uma Fiscalização educativa.
MISSÃO
Atuar em consonância com o CONFEA, promovendo a verificação, a fiscalização e o aperfeiçoamento
do exercício e das atividades profissionais, concentrando seus esforços de órgão público fiscalizador
em defesa da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento do Estado.
OBJETIVOS
 O objetivo é promover ações voltadas à integração do Conselho com os profissionais, entidades
de classe, CONFEA, Mútua, órgãos públicos, Instituições de Ensino Superior e Escolas
Técnicas, iniciativa privada e demais segmentos da sociedade;
 Valorizar e promover a imagem do Conselho, não só em nível regional como no âmbito
nacional;
 Manter estreito relacionamento entre o Conselho e os órgãos/entidades parceiras;
 Formalizar projetos pleiteando apoio financeiro para as ações do Conselho para envio ao
CONFEA e outros órgão parceiros;
 Firmar e manter convênios entre o Conselho e órgãos/entidades e Instituições de Ensino;
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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98
 Propor e gerenciar cursos de aperfeiçoamento para profissionais do sistema;
 Organizar e coordenar seminários, congressos, simpósios e outros eventos de valorização
profissional.
META
Nossa meta é aproximar ao máximo o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de
Rondônia junto as Entidades de Classe, Instituições de Ensino, Órgãos Públicos e a sociedade em geral,
através de parcerias, Convênios, Termos de Cooperação Técnica, Congressos e Palestras, com o
objetivo de promover a valorização profissional, bem como a atuar em defesa da sociedade.
AÇÕES
Instituições de Ensino
Realizar palestras para os acadêmicos e alunos de cursos técnicos de nível médio com os seguintes
temas:
 Conhecimento Institucional do Sistema Confea/Crea e Mútua e Ética Profissional;
 Registro Profissional e Noções Básicas para o Preenchimento de Anotação de Responsabilidade
Técnica – ART.
Entidades de Classe
Apoiar as entidades em projetos que promova a valorização profissional através de cursos, seminários,
palestras, workshop.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
99
Órgãos Públicos
Realizar visitas nos órgãos públicos que tenham setor ou seção técnica de engenharia, com o objetivo
de propor cooperação mútua entre o CREA-RO e Órgão a fim de otimizar os trâmites burocráticos,
promovendo o intercâmbio de informações entre os órgãos, promovendo a valorização dos
profissionais do Sistema Confea/Crea, garantindo a formação e o registro do quadro técnico do
ÓRGÃO, a anotação das atividades técnicas profissionais, além de priorizar a prestação de serviços e
atendimento de qualidade à sociedade em geral.
CONFEA/MÚTUA
Formalizar projetos pleiteando apoio financeiro para as ações do Conselho para envio ao CONFEA e a
MÚTUA.
EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
Itens.
Discriminação
Principal Uso
Comunicação exclusivamente e restrita entre a
01
CELULAR
equipe
para
troca
de
informações
com
as
Instituições de Ensino, Entidades de Classe, Órgãos
Públicos.
02
NOTEBOOK
01
MODEM
01
DATASHOW
01
MAQUINA
FOTOGRÁFICA
01
CAIXA DE SOM
01
CARROS
Utilizado pelos Assessores Odair e Assis nas rotinas
de trabalho diário, bem como em palestras.
Para acesso remoto ao sistema coorporativo do
CREA-RO;
Para a realização de palestras em Instituições de
Ensino.
Utilizada para os registros das palestras e outros
eventos realizados por esta Assessoria
Para a realização de palestras em Instituição de
Ensino
Para a realização das atividades da ARINT, como
reuniões em órgãos públicos, palestras e eventos
em geral.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
100
INVESTIMENTOS
Será adquirido 01(uma) máquina fotográfica semiprofissional.
Serão confeccionados materiais gráficos informativos para serem distribuídos nas palestras realizadas
por esta Assessoria.
MUNICÍPIOS, ÓRGÃOS PÚBLICOS CONVENIADOS COM O CREA-RO PARA REGISTRO
DE ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA – ART
MUNICÍPIOS
Nº
Município
01
ALTO ALEGRE DOS PARECIS
02
ALTO PARAÍSO
03
ARIQUEMES
04
BURITIS
05
CACOAL
06
CHUPINGUAIA
07
CORUMBIARA
08
ESPIGÃO D'OESTE
09
JARU
10
JI-PARANÁ
11
MACHADINHO D'OESTE
12
NOVA UNIÃO
13
PIMENTA BUENO
14
PRESIDENTE MÉDICI
15
PORTO VELHO
16
URUPÁ
17
VILHENA
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
101
ÓRGÃOS PÚBLICOS
Nº
ÓRGÃO
01
02
03
04
05
06
DEOSP
CORREIOS
EMATER
DETRAN
DER
CERON
INSTITUIÇÕES QUE POSSUEM TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM O CREA-RO
Nº
INSTITUIÇÃO
01
ORDEM DOS ENGENHEIROS – REGIÃO NORTE DE PORTUGAL
02
CONSELHO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
03
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCIONAL RONDÔNIA – OAB/RO
04
INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA – IFRO
05
INSTITUTO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO CONTINUADO LTDA - INBEC
06
AÇÃO ECOLÓGICA GUAPORÉ – ECOPORÉ
07
INSTITUTO DE PÓS-GRAUAÇÃO – IPOG
Calendários de Ações – Anexo I
No anexo I, consta o planejamento das atividades que serão desenvolvidas mensalmente pela
Assessoria de Relações Institucionais, referente a palestras nas Instituições de Ensino durante o
exercício 2014.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
102
ANEXO I
Janeiro de 2014
Dom
Seg
Ter
RENOVAÇÕES DOS CONVÊNIOS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
01 - Confraternização Universal 2014
Fevereiro de 2014
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
02
03
04
05
06
07
08
09
16
10
17
11
18
12
19
13
20
14
21
15
22
23
24
25
26
27
28
29
01
Março de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
04- Carnaval
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
103
Abril de 2014
Dom
Seg
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
27
28
29
30
18 – Paixão de cristo
21 – Tiradentes
Maio de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
Feirão da Casa Própria
01 – Dia do Trabalho
Junho de 2014
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
19 – Corpus Christi
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
104
Julho de 2014
Dom
Seg
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Agosto de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
31
Setembro de 2014
Dom
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
07 - Independência do Brasil
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
105
Outubro de 2014
Dom
Seg
Ter
05
06
07
12
13
19
20
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
08
09
10
11
14
15
16
17
18
21
22
23
24
25
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
26
27
28
29
30
31
12 – Nossa Senhora da Aparecida
Novembro de 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
30
02 - Finados
15 - Proclamações da República
Dezembro de 2014
Dom
REALIZAÇÃO DAS PALESTRAS
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
03- Palestra no interior.
02- Palestra na capital.
25- Natal
RESUMO ESTIMADO PARA 2014
Total estimado de Palestra no interior para o ano 2014
33
Total estimado de Palestra na capital para o ano de 2014
22
Total de estimado de palestra para o ano de 2014
55
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
INSTITUIÇÃO
106
Ji-Paraná
Ariquemes
Geografia
Engenharia Civil
Engenharia Elétrica
Engenharia Ambiental
Engenharia de Alimentos
Presidente Médici
Engenharia de Pesca
Rolim de Moura
Agronomia
Engenharia Florestal
Engenharia de Produção
Porto Velho
Unir
CURSOS
Cacoal
Faro
Porto Velho
Engenharia Civil
Engenharia Florestal
Fimca
Porto Velho
Agronomia
Ulbra
Porto Velho
Ji-Paraná
Tecnologia de Sistemas Elétricos
Agronomia
Porto Velho
Ariquemes
Jaru
Técnico em Edificações
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Informática
Técnico em Manutenção e Suporte em
Informática
Técnico em Química
Técnico em Agropecuária
Técnico em Aquicultura
Técnico em Alimentos
Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Segurança do Trabalho
IFRO
Cacoal
Colorado do Oeste
Ji-Paraná
Técnico em Agropecuária
Técnico em Agroecologia
Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Segurança do Trabalho
Técnico em Agropecuária
Técnico em Aquicultura
Tecnologia em Laticínios
Engenharia Agronômica
Técnico em Segurança do Trabalho
Técnico em Florestas
Técnico em Informática
Técnico em Móveis
Técnico em Química
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
Técnico em Meio Ambiente
107
Vilhena
IESA
Vilhena
Técnico em Segurança do Trabalho
Técnico em Edificações
Técnico em Eletromecânica
Técnico em Informática
Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Segurança do Trabalho
Agronomia
Senai
Porto Velho
Itapirema
Chico Mendes
Ji-Paraná
Novo Horizonte do Oeste
Técnico em Edificações
Técnico em Telecomunicações
Técnico em Alimentos
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Estradas
Técnico em Mecânica
Técnico em Meio Ambiente
Técnico em Seg. do Trab.
Técnico em Agropecuária
Técnica em Agropecuária
Antenas
Pimenta Bueno
Técnico em Edificações
Simone Araújo
Vale do
Guaporé
Porto Velho
Técnico em Seg. do Trab.
São Francisco do Guaporé
Técnico em Agropecuária
Gnose
Porto Velho
Técnico em Edificações
IESA
Vilhena
Agronomia
IESB
Porto Velho
Técnico em Edificações
Técnico em Agrimensura
Instituto
Cristão
Ariquemes
Técnico Florestal
Soc. Educ Jip
Ji-Paraná
Técnico em Edificações
Soc. Pim.
Educação
Rolim de Moura
Técnico em Edificações
CAC
Técnico em Edificações
Soc. Reg.
Educ. Cult
UNESC
Eng. Cicil
CAC
ENG. CIV
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
108
Cronograma mensal e anual dos custos com diárias e suprimento de fundos – Anexo II
O anexo II, apresenta a previsão detalhada dos custos das diárias, suprimentos de fundos para
realização de palestras nas Instituições de Ensino no Estado de Rondônia.
Mês
Função
Nº diárias
Assessores
Janeiro
Vlr diária
R$ 00,00
TT diária
Nº. Fundos
R$ 00,00
Valor Supr Subtotal
R$ 00,00
R$
PVH
TOTAL
Fevereiro
00,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03 R$ 200,00
R$ 600,00
01
R$ 500,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
Março
00,00
06
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
R$ 1.700,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
01 R$ 500,00
PVH
TOTAL
Abril
06
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
Maio
06
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
01 R$ 500,00
01
R$ 500,00
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
Junho
R$ 1.200,00
06
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE RONDÔNIA
109
TOTAL
06
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Julho
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
06
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Agosto
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
R$ 1.200,00
01
Assessor
03
06
R$ 200,00
R$ 600,00
01
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Setembro
R$ 1.700,00
R$ 500,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
06
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Outubro
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
06
R$ 200,00
R$ 600,00
01
R$ 500,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Novembro
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
06
R$ 1.200,00
01
R$ 500,00
01
R$ 500,00
Assessor
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Gerente
03
R$ 200,00
R$ 600,00
Dezembro
R$ 1.700,00
R$
1.100,00
600,00
PVH
TOTAL
06
CUSTO COM
DIARIAS
66
R$ 1.200,00
R$
01
R$ 1.700,00
13.200,00
CUSTO COM SUPRIMENTO DE FUNDOS
CUSTO GERAL DA ASSESSORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
PARA ANO DE 2014
11
R$
R$
5.500,00
18.700,00
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Cronograma anual de eventos – Anexo III
O anexo III, apresenta previsão orçamentária para a realização de eventos no exercício de 2014.
EVENTO
PERIODO
Tipos de Despesas
ORÇAMENTO
Feirão da Casa Própria
Maio/junho
Estande e ornamentação
R$ 30.000,00
Ciclo de Palestras Itinerantes da
Engenharia e Agronomia dos Países de
Língua Oficial Portuguesa e Castelhana
Junho
Passagens, hospedagem e alimentação dos
palestrantes e material gráfico para
divulgação
R$ 25.000,00
CREANORTE
SEM DATA
Colégio de Presidentes
SEM DATA
28 fevereiro
Auditório, som e áudio, ornamentação,
serviços de garçom e coffebrak e translado
Auditório, som e áudio, ornamentação,
serviços de garçom e coffebrak e translado
Auditório, som e áudio, ornamentação,
serviços de garçom e coffebrak e translado
Ornamentação e serviço de Buffet
Dia Internacional da Mulher
08 de março
Cerimonial completo
R$ 8.000,00
Dia Mundial da água
22 de março
Material Gráfico, para realização de
palestras
R$ 1.000,00
Páscoa
17 de abril
Ornamentação e coffebrak
R$ 1.000,00
Dia do Trabalhador
01 de maio
Serviço de Buffet
R$ 3.000,00
Dias das Mães
11 de maio
Confecção de cartão alusivo e aquisição de
rosas
R$ 1.000,00
Aniversario do CREA-RO
06 de agosto
Cerimonial Completo
8.000,00
Outubro Rosa
OUTUBRO
Ornamentação
R$ 200,00
Dia das Crianças
12 de outubro
Campanha para arrecadar brinquedos e
roupas para serem doados a crianças
carentes
-----------
Confraternização Natalina
21 de dezembro
Ornamentação e Serviço de Buffet
R$ 5.000,00
Reunião Nacional de Câmara
Especializada
CarnaCREA
SEM DATA
TOTAL
R$ 8.000,00
R$ 20.000,00
R$ 20.000,00
R$ 3.000,00
R$ 133.200,00
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Resultado para 2014 - Anexo IV
O Anexo IV, Apresenta a estimativa de resultado esperado para o ano de 2014.
Com a aprovação do planejamento da Assessoria Relações Institucionais para 2014, esta Assessoria
pretende a cada dia alcançar um bom resultado nos trabalhos de forma eficiente, para o ano de 2014.
Portanto, para que os resultados sejam alcançados dentro do prazo, a Assessoria necessita de total apoio
da superintendência e presidência.
Para melhor ilustrar os resultados, apresentamos dados estatísticos de aumento em relação do Registro
Profissional.
Gráfico 1- Demonstrativo do aumento do número de registro profissional referente ao período de 2011
a 2013.
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Gráfico 2 – Comparativo ao número de palestras realizadas em 2013 referente ao mesmo período de 2012.
Gráfico 3 – Comparativo em relação ao número de estudantes presentes nas palestras no ano de 2012/2013.
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OBSERVAÇÕES FINAIS
O Planejamento é essencial para obter êxito nas atividades desenvolvidas por esta Assessoria de
Relações Institucionais, bem como se programar financeiramente para garantir a realização de todos os
eventos previstos.
Tec. Agr. Odair Teles Bessa
Assessor de Relações Institucionais
Tecg. Em Alimentos Michelle Ola Lima
Assessora Especial e Ouvidora
Francisco de Assis Medeiros
Assessor
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
GERÊNCIA ADMINISTRATIVA
CREA-RO 2014
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APRESENTAÇÃO
A pesquisa objetiva aprofundar o tema exposto, com o único objetivo de contribuir para esclarecer
sobre a necessidade do planejamento estratégico para melhor prestação dos serviços oferecidos pelo
CREA-RO.
A questão a ser colocada é de considerável relevância, demonstrando que no Brasil é crescente o
pensamento de que a prestação do serviço público deve ser melhorada, visto que diariamente notam-se
nos noticiários reclamações da população sobre a demora e a ineficiência na prestação do serviço
público.
A primeira parte do presente estudo trata sobre o planejamento, observando a conceituação e principais
características do que se entende por planejamento.
O segundo ponto trata sobre a estratégia, demonstrando a concepção da palavra para a doutrina, a
formulação da estratégia e sua implementação.
Num terceiro ponto é tratado especificamente sobre o planejamento estratégico, afim de demonstrar a
importância desta ferramenta como fonte de organização do serviço público.
O quarto ponto trata sobre a missão, visão e valores no CREA-RO.
A relevância do presente trabalho se manifesta na necessidade de se otimizar e racionalizar as ações
administrativas do CREA-RO com objetivo de que seja prestado os serviços de forma eficiente e com a
destinação de recursos de forma planejada.
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PLANEJAMENTO
O termo planejamento pode ser conceituado como um processo de
busca que possui o objetivo de melhorar o funcionamento de uma
empresa ou instituição, mediante a reflexão e tomada de decisões.
Planejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins,
entre recursos e objetivos, visando ao melhor funcionamento de
empresas, instituições, setores de trabalho, organizações grupais e
outras atividades humanas. O ato de planejar é sempre um processo de
reflexão, de tomada de decisão sobre a ação; processo de previsão de
necessidades e racionalização de emprego de meios materiais e
recursos humanos disponíveis, visando à concretização de objetivos,
em prazos determinados e etapas definidas, a partir dos resultados das
avaliações. A tradição patrimonialista do Estado brasileiro engendrou
uma cultura de planejamento no setor público marcada pelo domínio
normativo da ciência econômica. A conjuntura dos anos 80 apresentou
elementos significativos de questionamento dessa prática teórica,
enquanto a crise fiscal limitava o uso e a eficácia dos instrumentos da
política econômica, a crise de representação agia questionando a
legitimidade e o protagonismo dos planos e dos projetos de corte
estatal ou com o viés conservador do sistema político, ainda numa
transição democrática inconclusa. Na primeira parte deste texto,
objetiva-se descrever criticamente os limites do processo de
planejamento público, entendido como planejamento das políticas
econômicas, e sua influência por efeito-demonstração na cultura de
planejamento das demais políticas públicas. Na segunda parte, o texto
organiza-se a partir de duas direções. Uma primeira aponta os
paradigmas de um planejamento público de novo tipo, intensivo em
gestão, incorporando, endogenamente, a dimensão política na
produção de projetos e programas públicos.
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
A primeira etapa de um planejamento estratégico é a formulação da concepção estratégica, em que é
identificada a intenção estratégica da organização. Nessa etapa são declaradas a visão e a missão
organizacional: a visão estabelece as razões e o propósito de existir de uma organização, assim como o
estado ideal que esta quer alcançar; a missão identifica objetivos de desempenho, mercado, escopo do
negócio e competências únicas. Juntos, são a filosofia da organização.
MISSÃO
Atuar em consonância com o CONFEA, promovendo a verificação, a fiscalização e o aperfeiçoamento
do exercício e das atividades profissionais, concentrando seus esforços de órgão público fiscalizador
em defesa da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento do Estado.
VISÃO
Ser reconhecido pela valorização profissional e funcional integrando a ética participativa e a
sustentabilidade de ações permeantes a sociedade.
VALORES
1. Compromisso com a prestação de serviços
2. Valorização funcional e profissional
3. Ética, cidadania e sustentabilidade
4. Respeito ao profissional e aos cidadãos
5. Formação de parcerias institucionais de qualidade
6. Promoção de fiscalização abrangente das diversas modalidades
Foco no profissional



Entender as necessidades do profissional;
Ser parceiro do profissional nos seus desafios;
Atender no prazo e com qualidade.
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Compromisso com resultados



Assumir compromissos junto ao profissioal e internamente;
Empenhar-se para cumprir os compromissos assumidos;
Estimular os colegas de trabalho a ter a mesma postura;
Inovação



Pensar fora do senso comum;
Questionar e desafiar as limitações;
Buscar alternativas para alcançar os resultados desejados;
Ética



Agir de forma íntegra, responsável e profissional;
Respeitar os princípios, valores e melhores práticas da cidadania;
Respeitar os princípios e os procedimentos regulamentados pela lei e pela sociedade,
trabalhando com honestidade, profissionalismo e transparência.
 A ética é o solo sobre o qual o CREA-RO vem sendo construído desde sua criação. Assim, o
CREA exige de seus profissionais uma conduta ética irrepreensível no exercício de suas
atribuições. Tal conduta se traduz sobretudo em responsabilidade e honestidade.
Preservamos o respeito e a confiança em nossos relacionamentos e marcamos nossos atos
pela transparência.
Senso de urgência









Fazer o que tem de ser feito no tempo certo;
Não esperar para agir;
Cooperação;
Comprometimento;
Excelência;
Qualidade de vida;
Orgulho Institucional;
Respeito;
Aperfeiçoamento profissional continuado;
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AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS
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UNIFORME
O uniforme transformou-se em um cartão de visitas, e,
para muitos clientes, sinônimo de padronização,
identificação e até de higiene em alguns segmentos de
mercado. Mas a importância do uniforme vai além de uma
boa comunicação, pois os empresários brasileiros já
começaram a perceber que a relação custo/benefício na
compra de uniformes para o funcionário é favorável às
empresas.
Os benefícios que seu uso traz são diversos e vão desde o conforto e economia de tempo e dinheiro
para o funcionário à adequação do ambiente de trabalho que reflete bom gosto e respeito pelos clientes.
A roupa profissional tornou-se sinônimo de praticidade, modernidade, conforto, segurança,
durabilidade e, atualmente, é um componente que contribui para estimular a auto-estima dos
funcionários
e
divulgar
a
imagem
e
a
marca
da
empresa.
O uniforme que antigamente servia apenas para padronizar, hoje constitui mais um elemento à
disposição das empresas que procuram diferenciar para marcar sua imagem. É certo, também, que os
uniformes estão passando por uma revolução, e aqueles modelos tradicionais estão dando lugar a trajes
mais elaborados e fashion. Felizmente hoje em dia estão cada vez mais adaptados as tendências da
moda e principalmente estão sendo criados modelos que além de práticos, são visualmente estéticos e
alinhados.
Quando uma empresa decide implantar um uniforme, deve-se estar atento para a praticidade do uso do
mesmo, deve-se observar a facilidade e comodidade no uso diário do mesmo, e também as cores que
serão utilizadas; para que o mesmo não se torne extremamente cansativo para quem usa.
VALOR ESTIMADO: R$ 30.000,00 (trinta mil reais)
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XÍCARA PARA COLABORADORES
A sustentabilidade é fator essencial para o
desenvolvimento das empresas de todos os
setores, e para isso faz-se necessário atualizar o
seu modelo de gestão de maneira criativa. O
momento em que vivemos é de correção de
hábitos de desperdício e desatenção. É dever das
empresas escolher produtos ambientalmente e
socialmente
responsáveis,
priorizando
a
reciclagem, a reutilização e o compartilhamento.
Nas últimas duas décadas, o copo descartável
passou a ser amplamente consumido nas
empresas devido à praticidade, higiene e preço baixo. Este uso diário representa um problema a mais
para o meio ambiente. O destino desse tipo de material é o lixo comum, pois não existe reciclagem para
copos descartáveis. No Brasil, a coleta seletiva ainda é pouco eficiente, faltam interessados para
reciclar este produto e poucas empresas têm a tecnologia capaz de fazer isso. O plástico é o resíduo
sólido urbano menos reciclado em todo o mundo, e seu índice de reciclagem no Brasil chega a 20%.
Sua
decomposição
na
natureza
leva
séculos
(de
200
a
450
anos).
O grande problema é que os copos deveriam ser lavados antes de serem reciclados, e isso representa
um custo muito grande.
Alguns fatores que geram o desinteresse pela reciclagem dos copos de plásticos:






Como os copos descartáveis ocupam muito espaço, a área necessária para armazenar os copos
antes de recicla-los é grande;
Baixo preço de venda ( 1 kg de copo plástico = R$ 0,20 a R$ 1,00);
Geralmente, estão sujos ou melados e não é permitido que materiais utilizados com alimentos
sejam reciclados para a reutilização com alimentos;
Pouquíssimos municípios brasileiros têm a coleta seletiva (451 cidades do total de 5.546);
Quando o lixo é depositado em lixões, os principais problemas provêm da queima indevida e
sem controle;
Quando a disposição é feita em aterros, os plásticos dificultam a decomposição da matéria
orgânica.
Os copos plásticos só vão deixar de ser um problema para a natureza quando houver uma mudança de
comportamento de quem usa o produto. Consumir conscientemente significa atentar para os efeitos que
este ato acarreta ao meio ambiente, aos trabalhadores, estudantes, comunidade e toda a humanidade.
A representatividade financeira é desprezível diante da mudança de comportamento das pessoas e da
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sociedade em geral. O importante é que a atitude das pessoas no seu cotidiano seja voltada para uma
redução do consumismo desenfreado e na geração de resíduos, e no permanente respeito ao meio
ambiente.
O que causa mais prejuízos ao meio ambiente: o descarte de copos de plástico ou o uso de detergentes
para lavar copos de vidro?
Todo produto sintetizado pelos humanos e que é desconhecido na natureza tem o potencial de causar
danos ambientais. A intensidade do prejuízo depende da escala de uso e do tempo de permanência das
substâncias no ambiente.
Hoje, a maioria das formulações utiliza agentes como o EDTA ou NTA, que não contêm fósforo na
molécula. Os detergentes modernos tendem a ser biodegradáveis, o que não ocorria no passado; seu
tempo de permanência no ambiente, portanto, é menor. Para lavar copos, pode-se também utilizar
sabões em vez de detergentes, caso não se tenha acesso aos biodegradáveis. Na utilização de copos de
plástico, deve-se levar em conta que este provém do petróleo, que é uma fonte não renovável, e que
implica grande impacto ambiental em sua manutenção dos copos de vidro. Apesar de poder ser
reciclado, encontramos na literatura, que é insignificante a participação do Poliestireno reciclado na
obtenção de copos novos, sendo assim, todo copo descartável, utiliza matéria prima extrativa e não
sustentável.
Na utilização de copos de vidro, sabe-se que sua obtenção é a partir da sílica, vulgarmente conhecida
como areia, que é uma fonte barata, abundante, cuja extração implica em muito menos impactos que a
do petróleo. Na manutenção, será utilizado apenas água e detergente. No quesito reciclagem, o vidro
também é 100% reciclável, e no Brasil, segundo dados de 2012, 65% do vidro utilizado vinha de vidro
reciclado.
O CREA se preocupa com o meio ambiente por isso implantou a caneca em 2013, e para 2014
queremos implantar a garrafa.
VALOR ESTIMADO: R$ 9.600,00 (nove mil e seiscentos reais)
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
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GARRAFA D´ÁGUA PERSONALIZADA PARA OS COLABORADORES
Seguindo o mesmo padrão das xícaras, distribuição de
garrafinhas de plástico tipo “squeeze”, para uso pessoal,
deixando o copo apenas para a utilização de pessoas que
não pertençam ao setor.
VALOR ESTIMADO: R$ 3.000,00
CAFETEIRA PARA TODO O CREA
A aquisição de uma Cafeteira se faz necessário pela praticidade, já que durante o horário do cafezinho,
os colaborados a utilizam.
A garrafa térmica, ora utilizada além de acondicionar menor
quantidade de café, permite que a mesma rapidamente perca seu
calor deixando em menor espaço de tempo, seu conteúdo totalmente
frio.
Outro benefício a ser observado e a diminuição no consumo de
açúcar uma vez, que serão substituídos por embalagens individuais,
permitindo aos usuários, controlar seu próprio consumo.
VALOR ESTIMADO: R$ 18.000,00 (dezoito mil reais) (03 CAFETEIRAS)
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
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PINTURA NA SEDE CREA-RO
Justificasse em face de necessidade de se preservar a estrutura da instituição, bem como promover
qualidade visual e de limpeza da organização.
VALOR APROXIMADO: R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais)
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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125
SAÚDE OCUPACIONAL
ELABORAÇÃO DO PPRA/PCMSO
Segundo a norma regulamentadora (NRG do ministério do trabalho e emprego 1994) toda empresa com
até 01 funcionário deve elaborar PPRA que é um programa de prevenção de risco ambiental. O
objetivo principal é estabelecer uma metodologia de ação que garanta preservação da saúde e
integridade dos trabalhadores frente ao risco de ambiente de trabalho.
Através da análise do PPRA elabora-se o programa de controle médico de saúde ocupacional. Trata-se
de uma norma regulamentadora (NR7) (PCMSO) e seu objetivo principal é identificar precocemente
qualquer desvio que possa comprometer a saúde dos colaboradores dessa empresa.
EMISSÃO DE ASO
Segundo a NR7, se faz necessário a emissão de atestado de saúde ocupacional. São eles: atestado
admissional, periódicos, demissional e retorno ao trabalho. O quantitativo solicitado faz-se necessário
segundo análise dos números referente ao ano anterior.
EXAMES LABORATORIAIS
Para emissão dos ASO é necessário a realização dos exames laboratoriais básicos: são eles: hemograma
completo, VDRL, glicose, EAS, tipagem.
AQUISIÇÃO DE BOLA DE MASSAGEM PARA MÃOS E PÉS:
Visando o bem estar dos nossos colaboradores a prevenção precoce das doenças ocupacionais (LER,
DART).
AQUISIÇÃO DE APOIO PARA OS PÉS
Segundo analise ergonômica, alguns colaboradores encontram-se necessitados de apoio para os pés.
ESTEIRA MASSAGEADORA
Visando conforto, bem estar e a prevenção do estresse ocupacional, solicitamos aquisição de poltrona
para profissionais.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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BALANÇA ANTROPOMÉTRICA
Para controle do peso e prevenção da obesidade.
APARELHO DE PRESSÃO ARTERIAL (manual)
Controle da pressão arterial.
VIAGEM PARA AS INSPETORIAS
Verificação das condições de trabalho e inspeção da saúde.
AQUISIÇÃO DE MUNHEQUEIRAS
Em caso de indicação do ortopedista por LER e DART.
FITAS PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES DE GLICEMIA
Para que seja realizado exame de glicemia.
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VALORES ESTIMADOS
127
Descrição
Quantidade
Valor Estimado
Bola de apertar
130
R$ 1.500,00
Apoio de pé
30
R$ 1.500,00
Balança antropométrica
01
R$ 650,00
Aparelho
(manual)
02
R$ 200,00
Munhequeira
30
R$ 900,00
Aparelho de medir glicose
01
R$ 200,00
Fita realização de exame
10
R$ 715,00
de
pressão
Imagem
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ELABORAÇÃO DO PPRA/PCMSO
EXAMES LABORATORIAIS - R$ 7.000,00 (sete mil reais)
VIAGEM PARA AS INSPETORIAS
- R$ 8.000,00 (oito mil reais)
ATIVIDADES DE ROTINA DO DEPARTAMENTO

Renovação dos Contratos de Aluguéis dos Escritórios de Representações do CREA-RO: Alta
Floresta, Buritis, Cerejeiras, Espigão, Guajara-Mirim, Jaru, Ouro Preto, São Miguel, Colorado
D’ Oeste, Machadinho, São Francisco, Casa das Entidades.
Estimativa do valor de R$ 180.000,00 (Cento e Oitenta Mil Reais) para atender os Contratos
existentes.

Contrato de Prestação de Serviços de Limpeza das Inspetorias:
Estimativa de 30.000,00 (trinta mil reais)

Contrato de Manutenção e prevenção dos Aparelhos de Ar Condicionado;
Forma de contratação: Licitação

Contrato de Manutenção do Prédio do CREA-RO:
Estimativa de 28.000,00 (vinte e oito mil reais)

Compras para manutenção do almoxarifado :
Informo que em relação ao almoxarifado foi comprado matérias de expediente, higiene para
atender as necessidades deste conselho e são distribuídos conforme as necessidades de cada
setor.
Forma de contratação: Licitação

Contrato de prestação de serviço de fornecimento do café pronto para o consumo;
Estimativa de 7.900,00 (sete mil e novecentos reais)
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LICITAÇÕES PARA 2014
1º - Manutenção e conservação dos veículos
Valor estimado: R$ 100.000,00 (cem mil reais)
2º - Manutenção e conservação de ar-condicionado
Valor estimado: R$ 20.000,00 (vinte mil reais)
3º- Materiais de expediente/higiene:
Valor estimado: R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais)
4º - Aquisição de toner/cartucho
Valor estimado: R$ 15.000,00 (quinze mil reais)
5º - Aquisição de veiculo tipo utilitário:
Valor estimado: R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais)
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CONCLUSÃO
O presente material procurou demonstrar que o planejamento estratégico é de fundamental importância
dentro de qualquer organização, e, muito embora fosse inicialmente dedicado quase que
exclusivamente as empresas privadas, o planejamento estratégico é uma ferramenta útil para a gestão
das instituições públicas.
Foram descritos alguns conceitos importantes sobre planejamento e sobre planejamento estratégico,
enfocando as principais fases de sua implantação, visando contribuir para a reflexão dos
administradores, e que estão diretamente relacionados ao processo de Planejamento Estratégico.
Ficou demonstrado que apesar da estratégia se originar de termos militares, foi gradativamente
agregada à administração privada com o objetivo de lidar com a acirrada competitividade das empresas
de mercado.
O setor público não fugiu a esta situação, também agregando a estratégia como fonte de planejamento
na administração pública, com o fim de trazer benefícios aos seus jurisdicionados e proporcionar
melhor apresentação de seus serviços.
Se o planejamento estratégico é simplesmente o processo de elaborar a estratégia, definindo a relação
entre a organização e o ambiente, o poder público tem totais condições de adaptar este instituto para
alcançar seus objetivos.
Apesar dos princípios para implementação de um planejamento estratégico em empresas privadas e
instituições públicas serem praticamente idênticas, ambas apresentam ambientes interno e externo, bem
como visão, missão, valores e objetivos diversos.
Márcia de Lima Barbato
Gerente Depto. Administrativo
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
CONTROLADORIA CREA-RO 2014
PORTO VELHO/RO - 2013
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CONTROLADORIA CREA-RO
A Controladoria Geral foi criada através de Ato da Presidência e homologada na Sessão Plenária 280ª
(Sessão Ordinária), conforme ata datada 02/01/2012, com o seguinte objetivo:
Presidente informa sobre a autorização de criação da Controladoria, com os cargos de
Controlador Geral e Controlador Adjunto, para que esta seja responsável em averiguar sobre os
procedimentos administrativos executados pelo Conselho no que concerne a processos de
compras, licitações, aumentos salariais, entre outros (Texto da Ata da 280ª Reunião Ordinária do
Plenário do CREA-RO).
A Controladoria pautou-se em verificar os procedimentos administrativos, financeiros/orçamentários
até então implantados no CREA-RO, buscando a luz do REGIMENTO INTERNO, das Leis e
Diretrizes básicas que regem os princípios da Administração Pública: legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade, razoabilidade, finalidade, motivação e interesse público.
INTRODUÇÃO
A exposição a riscos é inerente às atividades das entidades econômicas. Conforme preconizam
PIYATRAPOOMI, KUMAR E SETUNGE (2004) o risco tem estado presente na maior parte da vida
empresarial. Os controles internos são desenhados para minimizar essa exposição em níveis aceitáveis.
Esta adequação faz parte da gestão estratégica de riscos da organização e proporcionam informações
gerenciais consistentes. É importante entender que o conceito de controles internos mudou ao longo
dos tempos. Essa evolução modificou o que era muito conhecido como simplesmente procedimentos de
controle para uma estrutura de controles internos. Neste sentido a estrutura de controles internos pode
ser definida como os processos executados para fornecer segurança razoável com relação ao
cumprimento dos objetivos da instituição quanto à eficiência e eficácia nas operações; integridade e
fidelidade dos relatórios financeiros e aderências com as leis e normas aplicáveis. O ambiente de
controle é a consciência de monitoramento da entidade e da sua cultura de gestão. Ele é efetivo quando
as pessoas da organização sabem quais são suas responsabilidades, seus limites de autoridade e sua
competência.
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CONTROLE INTERNO
As funções principais do controle interno estão relacionadas ao cumprimento dos objetivos da entidade.
Portanto, a existência de objetivos e metas é condição principal para a existência dos controles internos.
Uma vez estabelecidos e clarificados os objetivos é necessário identificar os riscos que ameaçam o seu
cumprimento e tomar as ações necessárias para o gerenciamento dos riscos identificados. A avaliação
contínua do controle interno propicia a identificação e análise dos riscos associados ao nãocumprimento das metas e objetivos operacionais. Os administradores devem definir os níveis de riscos
operacionais e de informação que estão dispostos a assumir. A avaliação do controle interno é uma
responsabilidade da administração, mas cabe à auditoria interna e externa fazer uma avaliação própria
dos riscos, confrontando-a com a avaliação feita pelos administradores. A identificação e
gerenciamento dos riscos é uma ação proativa, que permite evitar surpresas desagradáveis. Nas
próximas subseções são apresentados por meio de uma revisão da literatura aspectos gerais sobre o
controle interno como: conceito, objetivos, princípios, elementos, limitações, documentação e
procedimentos de auditoria.
CONCEITO DE CONTROLE INTERNO
A necessidade constante de um excelente desempenho leva à busca da qualidade e confiabilidade da
informação para o auxílio à decisão. Neste contexto a auditoria contábil tem um papel importante na
análise das práticas adotadas pelas entidades. O auditor tem como instrumento básico para o
desenvolvimento dos trabalhos de auditoria a avaliação dos controles internos utilizados pela empresa
auditada. O Comitê de Procedimento de Auditoria do Instituto Americano de Contadores Públicos
Certificados (apud ATTIE, 1984, p. 61) diz que: O controle interno compreende o plano da organização
e todos os métodos e medidas adotadas na empresa para salvaguardar seus ativos, verificar a exatidão e
fidelidade dos dados contábeis, desenvolver a eficiência nas operações e estimular o seguimento das
políticas administrativas prescritas. Neste sentido Almeida (1996) ressalta que o controle interno
fornece informações contábeis seguras que auxiliam a condução dos negócios da instituição. Um
sistema de controle interno adequado funciona como uma “peneira” na detecção de erros,
irregularidades e fraudes. De acordo com o CRC-SP/IBRACON (2000, p. 61), “o controle interno é a
viga mestra em que a administração se baseia para medir o alcance dos objetivos e metas, e ter certeza
de que as diretrizes fornecidas pela instituição estão sendo regularmente seguidas”. Attie (1984, p. 67)
salienta que “a existência de um bom controle interno aumenta a confiança do auditor quanto à
exatidão e qualidade dos registros contábeis e à veracidade de outros documentos e informações
internas”. O sistema de controles internos é fundamental para que o auditor emita seu parecer sobre as
práticas contábeis e administrativas adotadas, bem como evidenciar as possíveis deficiências que o
sistema possa apresentar.
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OBJETIVOS DO CONTROLE INTERNO
A finalidade do controle interno é à proteção do patrimônio e à confiabilidade dos dados obtidos para a
gestão dos negócios. Attie (1984) registra que o controle interno tem como objetivos: comprovação da
veracidade dos relatórios; prevenção de fraudes; detecção de erros; proteção dos ativos e motivação da
eficiência do pessoal. Conforme preconizam RAE, K.R., SUBRAMANIAM, N. (2008) os conceitos
teóricos de licitude organizacional, de controle interno e da literatura da fraude, unem-se para
desenvolver dois modelos distintos que relacionam a fraude do empregado dentro da organização e à
qualidade dos procedimentos internos do controle, conforme Crepaldi (2000), os objetivos do controle
interno compreendem o plano de organização e todos os métodos e medidas adotadas na instuição para
proteger os ativos contra roubos, perdas e uso indiscriminado; garantir a fidedignidade das informações
e avaliar a eficiência operacional. No entanto SHAPIRO, B., MATSON, D. (2008) defendem que o
resultado não advêm somente de iniciativas voluntárias razoavelmente eficazes, mas deve a
contabilidade realizar eventualmente uma avaliação e fazer valer os relatórios internos imperativos do
controle. Para Boynton, Jonhson e Kell (2002), os controles internos são desenhados para fornecer
segurança razoável quanto à consecução dos objetivos nas seguintes categorias: confiabilidade de
informações financeiras; obediência às leis e regulamentos aplicáveis e também promover a eficácia e
eficiência de operações da entidade.
Busca-se ainda por meio do sistema de controle interno propiciar a comunicação das diretrizes
administrativas, estimulando a observância das mesmas e das normas estabelecidas (BASSO, 2005).
Neste contexto, verifica-se que a definição dos objetivos dos controles internos é determinada pela
administração da sociedade e pela legislação ou normas existentes.
Princípios do Controle Interno
Os princípios do controle interno visam medidas que propiciem um bom funcionamento das operações
nas organizações. Attie (1984, p. 63) enumera os seguintes:







delimitação exata da responsabilidade;
segregação de atividades de contabilização e de
operacionalização;
comprovação das operações realizadas;
pessoal qualificado e treinado;
rotatividade entre funcionários nas atividades;
manuais e normas de procedimentos para as
atividades;
sistemas de revisão e avaliação das operações.
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Segundo Sá (2002), para seguir os princípios fundamentais do controle interno deve haver:




a existência de um plano de organização com a distribuição de responsabilidades;
políticas de autorização e de registros das transações;
zelo de elemento humano no desempenho das funções; e
qualidade e responsabilidade do pessoal.
Um sistema de controle adequado depende de pessoal qualificado, da utilização apropriada de técnicas
e métodos de trabalho; da eficácia na aplicação das normas técnicas de contabilidade; da eficiência dos
meios materiais utilizados e da aferição dos resultados obtidos.
A administração da entidade é responsável pela implementação dos princípios fundamentais do sistema
de controle interno, bem como monitorar se estão sendo seguidos, para que atinjam os objetivos
determinados.
Elementos do Controle Interno
Os elementos do controle representam a estruturação do sistema de controles internos e influenciam
diretamente no desempenho das atividades. Para Attie (1984, p. 63), “o controle interno engloba: o
plano organizacional, os sistemas administrativos, as políticas administrativas e a eficiência do pessoal
da entidade”. O controle interno divide-se em controles contábeis e controles administrativos.
Sá (2002) entende que os controles contábeis são aqueles que se relacionam diretamente com o
patrimônio, com os registros contábeis e com as demonstrações contábeis. “Os controles contábeis
compreendem o plano de organização e os procedimentos de registros relacionados com a salvaguarda
dos ativos e fidedignidade dos registros financeiros, sendo conseqüentemente destinados a propiciar
segurança mínima nas transações” (BASSO, 2005, p. 162). Crepaldi (2000, p. 204) cita exemplos de
controles contábeis:
 sistema de conferência, aprovação e autorização;
 segregação de funções;
 controles físicos sobre ativos; e
 auditoria interna.
Attie (1984, p. 62) salienta a importância dos controles contábeis quanto à:
 segregação de funções: a qual estabelece a independência nas funções de execução
operacional, custódia dos bens patrimoniais e sua contabilização;
 sistema de autorização: o qual compreende o controle das operações através de métodos
de aprovações, de acordo com as responsabilidades e riscos envolvidos;
 sistema de registro: o qual compreende a classificação dos dados dentro de uma
estrutura formal de contas, a existência de um plano de contas para facilitar o registro e
preparação das demonstrações financeiras e a utilização de um manual descritivo de uso
de contas.
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“Os controles administrativos compreendem o plano de organização e todos os métodos e
procedimentos que têm ligação direta com a eficiência das operações e com a política da empresa”
(CREPALDI, 2000, p. 205).
Sá (2002) observa que os controles administrativos são os concernentes à eficiência operacional e à
vigilância gerencial. Neste sentido Basso (2005) destaca que esses controles estão relacionados com os
processos decisórios, mediante os quais a administração autoriza as transações.
De acordo com Attie (1984, p. 62), os controles administrativos abrangem:


normas salutares: compreende a observação de práticas saudáveis aos interesses da
empresa no cumprimento dos deveres e funções; e
pessoal qualificado: compreende a existência de pessoal habilitado, treinado e apto a
desenvolver as atividades a ele atribuídas, sendo adequadamente supervisionado e
instruído por seus responsáveis.
Almeida (1996, p. 50) cita exemplos de controles administrativos:






análises estatísticas de lucratividade por linha de produtos;
controle de qualidade;
treinamento pessoal;
estudos de tempos e movimentos;
análise das variações entre os valores orçados e os incorridos; e
controles dos compromissos assumidos, mas ainda não realizados economicamente.
Boynton, Jonson e Kell (2002, p. 321) enfatizam que “os controles internos são operados por pessoas.
Não são meramente um manual de políticas e um conjunto de formulários, mas o resultado da interação
de pessoas em todos os níveis da organização”.
Os elementos do controle interno são as políticas e práticas adotadas pela organização;
eles evidenciam as responsabilidades, as rotinas e os procedimentos que devem ser seguidos pelas
pessoas envolvidas.
Limitações do Controle Interno
O sistema de controle interno pode ser passível de falhas e erros provocados pela não compreensão
plena dos procedimentos ou por fraudes com intuito de causar prejuízos à entidade. Segundo Boynton,
Jonhson e Kell (2002), as limitações inerentes aos controles internos são: erros de julgamento por
informações inadequadas, falhas devido à falta de entendimento, conluio de indivíduos com intuito de
alguma vantagem e atos praticados pela administração com objetivos ilegítimos.
Crepaldi (2000, p. 213) registra que as principais limitações do controle interno são quanto “a conluio
de funcionários na apropriação de bens da empresa, instrução inadequada dos funcionários com relação
às normas internas e negligência dos funcionários na execução de suas tarefas diárias”.
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As limitações inerentes dos controles internos incluem:

a existência normal da administração de que o custo de um controle interno não exceda
os benefícios a serem obtidos;
 a maioria dos controles internos tende a ser direcionada para transações rotineiras em
vez de para transações não rotineiras;
 o potencial de erro humano devido a descuido, distração, erros de julgamento e
instruções mal-entendidas;
 a possibilidade de contornar os controles internos por meio de conluio de um membro da
administração ou empregado com partes de fora (terceiros) ou de dentro da entidade;
 a possibilidade de que uma pessoa responsável por exercer um controle interno possa
abusar dessa responsabilidade. Por exemplo, um membro da administração que passe
por cima de um controle interno;
 A possibilidade de que procedimentos se tornem inadequados devido a mudanças nas
condições e de que o cumprimento desses procedimentos se deteriore ( FRANCO e
MARRA, 2001, p. 284).
A administração da organização deve promover políticas administrativas que minimizem a
possibilidade de ocorrência de fraudes ou erros.
Documentação do Controle Interno
A documentação do controle interno tem a finalidade de monitoração das atividades desenvolvidas; e
permite a rastreabilidade e análise dos acontecimentos. Para Franco e Marra (2001, p. 267), os meios de
controle interno são:
todos os registros, livros, fichas, mapas, boletins, papéis,
formulários, pedido, notas, faturas, documentos, guias,
impressos, ordens internas, regulamentos e demais
instrumentos de organização administrativa que formam o
sistema de vigilância, fiscalização e verificação utilizado
pelos administradores para exercer o controle sobre todos os
fatos ocorridos na empresa e sobre todos os atos praticados
por aqueles que exercem funções direta ou indiretamente
relacionadas com organização, patrimônio e o
funcionamento da empresa.
Sá (2002) esclarece que fazem parte também da documentação do controle interno o plano de
organização, as normas de trabalho, as rotinas de serviços, o fluxo de documentos, em suma, todos os
meios utilizados pela organização para proteção do seu patrimônio.
Crepaldi (2000) explica que as informações sobre o sistema de controle interno são obtidas através de
leitura dos manuais, conversa com funcionários e inspeção do fluxo de operação.
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Neste sentido, Almeida (1996, p. 51) enfatiza que “as atribuições dos funcionários ou setores internos
da empresa devem ser claramente definidas e limitadas, de preferência por escrito, mediante o
estabelecimento de manuais internos de organização”.
A descrição das operações permite o melhor controle sobre as atividades realizadas e também
possibilita verificar se a prática diária está sendo seguida conforme determinado nos procedimentos da
organização.
Controle Interno e Auditoria
O controle interno é a base para determinação no nível de serviços de auditoria, pois por meio do
levantamento dos sistemas de controle é que o auditor definirá a extensão dos seus trabalhos.
Para Sá (2002), a avaliação do controle interno é um processo auxiliar de auditoria, através do qual,
mede-se a capacidade dos meios utilizados pela organização para proteção do seu patrimônio.
A existência de um bom controle interno aumenta a
confiança do auditor quanto à exatidão dos registros
contábeis e à veracidade de outros documentos e
informações internas. Por outro lado, se a avaliação apontar
fraquezas no sistema, é preciso intensificar os testes nas
áreas onde ocorrem tais fraquezas (ATTIE, 1984, p. 67).
Segundo Basso (2005), o exame do sistema de controle
interno obedece às seguintes fases:
 Revisão do Sistema: é análise do
organograma, de descrição de cargos, dos manuais e dos


fluxogramas das operações;
Verificação do Sistema: é a verificação de como o sistema funciona; e
Avaliação do Sistema: é a conclusão sobre a confiabilidade do sistema de controle
interno.
Attie (1984, p. 67) ressalta que:
em conseqüência da identificação das fraquezas do controle
interno, pode o auditor fazer recomendações mais valiosas e
realistas à administração para que providenciem as medidas
corretivas consideradas apropriadas. Neste sentido, o auditor
revela-se também um assessor de fundamental importância
para aumentar a eficiência operacional da companhia.
Para corroborar Crepaldi (2000, p. 124) elucida que “o estudo e avaliação do sistema contábil e de
controle interno normalmente oferecem base para sugestões construtivas a clientes, com referência
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aperfeiçoamento do controle interno”. Crepaldi (2000, p. 217) ainda observa que a responsabilidade do
auditor sobre o controle interno limita-se a:
 apreciar de modo inteligente os procedimentos em vigor e determinar se oferecem um
razoável grau de confiança;
 verificar se o sistema está sendo corretamente aplicado; e
 reportar as falhas observadas, oferecendo recomendações.
A avaliação do sistema de controle interno contribui para a formação da opinião do auditor sobre as
demonstrações contábeis da organização e consequentemente propicia ações corretivas quando na
existência de fraquezas encontradas. Entretanto para SHELTON, S.W., WHITTINGTON, O.R. (2008)
é importante também examinar como a opinião do revisor de controles na avaliação da auditoria do
controle interno, afeta a avaliação dos analistas de investimento, fornecendo a evidência adicional da
eliminação adequada desta exigência sob o padrão que se está examinando.
O controle interno compreende o plano de organização e o conjunto coordenado de métodos e
medidas, adotados pela empresa, para proteger seu patrimônio, verificar a exatidão e a fidedignidade de
seus dados contábeis, promover a eficiência operacional e encorajar a adesão à política traçada pela
administração. A metodologia de trabalho compreende as seguintes etapas que caracterizam o Sistema
de Controle Interno:
Plano de Organização
Políticas
Administrativas
Métodos e
Medidas
Eficiência
Operacional
Proteção ao
Patrimônio
Exatidão e
Fidedignidade
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Avaliação do Risco
A avaliação do risco em auditoria identifica, mede e prioriza os riscos para possibilitar a focalização
das áreas auditáveis mais significativas. Em cada ação de auditoria, a avaliação do risco é utilizada para
identificar as áreas mais importantes dentro do seu âmbito.
Esta avaliação permite ao auditor delinear um programa de auditoria capaz de testar os controles mais
importantes, ou testar os controles com maior profundidade ou mais minuciosamente.
Risco é uma medida da incerteza. Em todas as atividades humanas, o risco está relacionado a nossos
objetivos. Pode trazer consequências positivas ou negativas, sendo grande parte dos riscos positivos
chamados de oportunidades e apenas os riscos negativos, chamados efetivamente de riscos.
Risco
Sistêmico
Risco
Operacional e
e Gestão
Risco de
Liquidez
Risco de
Recursos
Humanos
Risco Legal
Risco de
Tecnologia
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Ações – Organograma CREA-RO
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PCCS = PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS

Revisão do PCCS
Ações para concessão de benefícios aos colaboradores
Objetivos
O CREA-RO, visando atrair e melhorar o índice de retenção de colaboradores, está planejando um
estudo para instituir a concessão de benefícios, mediante a adoção de critérios estabelecidos pela
instituição.
Documentos de referência

PCCS (depois de revisado)
Gestor do Departamento de Gestão de Pessoas

Convocar a Comissão de Concessão de Benefício
Auxilio Alimentação



Objetivo: oferecer ao colaborador a ajuda de custo para alimentação por dia útil de trabalho,
através de Vale alimentação/refeição. Este valor não será incorporado ao salário base.
O benefício vigorará, inclusive, em período de férias, licença-maternidade ou licença por
motivo de doença.
O CREA-RO custeará 90% do valor do vale em vigor, sendo os 10% restantes descontados em
folha de pagamento.
Assistência Médica

Objetivo: oferecer assistência médica, através de convênio médico, sendo este benefício
exclusivo para o colaborador. Quando for de interesse do mesmo a inclusão de dependentes, o
valor a ser cobrado será integral, não havendo, neste caso, participação do Conselho. O CREARO custeará 95% do valor da contribuição do plano em vigor, sendo os 5% restantes
descontados em folha de pagamento.
Critério: Fazer opção pelo benefício.
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CONCLUSÃO
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entre a organização e o ambiente, o poder público tem totais condições de adaptar este instituto para
alcançar seus objetivos.
Apesar dos princípios para implementação de um planejamento estratégico em empresas privadas e
instituições públicas serem praticamente idênticas, ambas apresentam ambientes interno e externo, bem
como visão, missão, valores e objetivos diversos.
Entretanto, a implantação do planejamento estratégico nas instituições públicas não difere daquele
criado para as instituições privadas. Mas estas hão de desenvolver planos e projetos para execução,
controle e avaliação da execução do planejamento estratégico de acordo com as suas funções
primordiais [lucro ou o bem comum].
Dentre as metodologias apresentadas no presente estudo, o Planejamento Estratégico Situacional
demonstrou ser o melhor para aplicação nas instituições públicas, visto que se destaca por ter premissas
sem as limitações materiais apresentadas dos demais métodos de planejamento aplicados na formulação
de políticas privadas.
O desenvolvimento do planejamento estratégico visualizado para eficiência do sistema público não
pode ser elaborado com uma simples adaptação de métodos criados para o setor privado,
principalmente pela diferenças de objetivos, visão e missão.
Assim, diante do atual quadro em que a sociedade clama por serviços de excelência, esperando que a
prestação jurisdicional se cumpra com justiça, o planejamento estratégico parece ser a melhor opção
para efetivação da função primordial nas instituições públicas, qual seja, implantar o bem comum.
Waldemir Carneiro Teixeira
Controlador Geral
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
ASSESSORIA TÉCNICA CREA-RO 2014
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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APRESENTAÇÃO
Apresentamos o planejamento da Assessoria Técnica do CREA-RO para o ano de 2014, relativo a
aperfeiçoamento processualístico do Conselho e treinamento dos Conselheiros.
A Assessoria Técnica responsável por assessorar a Presidência, Plenário, Câmaras Especializadas e
demais setores do Conselho em matérias técnicas profissionais. Visando uniformizar os procedimentos
e a tomada de decisão nas instâncias deliberativas do CREA-RO, tem grane parte de seu trabalho
dedicado a análise de processo.
Processos analisados pela Assessoria Técnica em 2013 (dados até novembro/2013):
Tipo de processo
Processos de auto de infração
Registro de profissional
Inclusão de profissional responsável técnico
Registro de empresa
Certidão de acervo técnico com registro de atestado
Revalidação de registro profissional
Consultas por escrito
Anotação de curso
Reativação de registro profissional
Interrupção de registro profissional
Revisão de atribuições profissionais
Registro de ART fora de época
Cancelamento de registro de empresa
Cadastro de Instituição de Ensino e cursos
Registro de profissional extrangeiro
Processos com pendências
TOTAL
Quantidade analisada
1303
680
672
357
239
153
118
78
74
24
24
16
16
15
7
456
4232
Contudo, buscando o aperfeiçoamento dos procedimentos e processos do Conselho, bem como,
subsidiar maior conhecimento a cerca dos processos e procedimentos do Sistema CONFEA/CREA aos
Conselheiros. A assessoria técnica deverá em 2014, além da análise das demandas apresentadas
conforme tabela acima, estar buscando contribuir com as seguintes propostas:
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Fiscalização (69) 2181-1057.
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1. Promover ciclo de apresentações aos conselheiros dos diversos tipos de processos que tramitam
hoje no CREA-Rondônia.
2.
3. Estudar e promover adequações nos procedimentos e rotinas processualísticas do Conselho com
vistas a propor procedimentos mais ágeis e menos burocráticos.
Processos que deverão ser objeto de estudo para propostas de aperfeiçoamento:
Anotação de Curso Profissional
Inclusão de Responsável Técnico
Anotação de Curso Realizado no País
Interrupção de Registro Profissional
ART
Reativação de Registro de Empresa
ART Fora de Época
Reativação de Registro de Profissional
Atualização/Recadastramento
Recadastramento de Profissional
Auto de Infração
Registro de Diplomado no Exterior
Baixa de Responsabilidade Téc. Unilateral
Registro de Diplomado no Exterior -
Baixa de Responsabilidade Técnica
Temporário
Cadastramento de curso da Instituição de
Registro de Diplomado no Pais
Ensino
Registro de Empresa
Cadastro de Curso
Registro de Profissional
Cadastro de Instituição e Cursos
Renovação Certidão Pessoa Jurídica
Cancelamento de ART
Requerimento Certidão de Registro e
Cancelamento de Registro de Empresa
Quitação Pessoa Física
Certidão de Acervo Técnico
Revalidação de Registro de Profissional
Certidão de Acervo Técnico com Atestado
Revisão de Atribuição
Certidão de Registro Pessoa Física
Segunda Via Carteira de Profissional
Certidão de Registro Pessoa Jurídica
Solicitação de Baixa de ART
Defesa de RFN / AUT
Substituição de Responsável Técnico
Denuncia
Taxa Mínima - ART
Diversos/Outros
Visto de Pessoa Jurídica
Falecimento
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Visto em Execução de Obras e Serviços por
Visto Para Licitação
prazo não superior a 180 dias
Visto Profissional
A assessoria técnica com base no estudo das demandas acima identificadas, estará estabelecendo
propostas somente nos casos que concluir haver possibilidade técnicas, jurídica e estrutural de
concretização.
Apresentações de processos:
Assunto
Assessor
Quando
Registro profissional
a definir
Primeiras plenárias do ano
Registro de empresa
a definir
Primeiras plenárias do ano
Processo de infração
a definir
Primeiras plenárias do ano
Cat/Atestado
a definir
Primeiras plenárias do ano
Conferência e Revisão de atribuições
a definir
Primeiras plenárias do ano
Outros por solicitação dos Conselheiros
a definir
Primeiras plenárias do ano
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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Equipe Técnica
Adv.(a) Maria do Carmo Caldas / Assessora Jurídica de Apoio ao Colegiado
Eng. Mecânico Miguel Fernandes da Conceição / Assessor Técnico
Eng. Civil Reth Mary Passos Ayres / Assessora Técnica
Eng. Eletricista Ronaldo Ferreira da Silva / Assessor Técnico
Eng. Civil Vera Dark dos Anjos Rodrigues / Assessora Técnica
Eng. Pesca Mylsson Brandão Hayashida / Gerente de Assessoria Técnica
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Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
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Equipe de Gestão
Nélio Alzenir Afonso Alencar / Presidente
Ronaldo José Borgues Guimarães / Superintendente Administrativo
Siguimar Francisco da Cruz / Superintendente Técnico
Mariuza Krause / Procuradora
Waldemir Carneiro Teixeira / Controlador Geral
Marivaldo Tavares / Controlador Adjunto
Michelangelo Adamy / Assessor das Câmaras Especializadas
Michelle Ola Lima / Ouvidora
Graciema Cerqueira Cauper / Assessora da Presidência
Odair Teles Bessa / Assessor de Relações Institucionais
Aldineia Rodrigues de Deus / Gerente do Departamento Financeiro
Charlene Frota / Gerente do Departamento Técnico
Cicero Stresser Junior / Gerente do Departamento de Fiscalização
George Marcio Tico da Silva / Gerente do Departamento de TI
Márcia de Lima Barbato / Gerente do Departamento Administrativo
Mylsson Brandão Hayashida / Gerente do Departamento de Assessores Técnicos
Narciso Prudêncio / Gerente do Departamento de Inspetorias
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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Funcionários CREA-RO / 2013
Adriana Barros Costa
Adriano Lopes de Asevedo
Aldinéia R. de Deus
Alessandra M. Scheffer
Alexandra Soares Vasques
Ana do Socorro S. Borges
Ana Paula Mendes Campelo
Andrei Bolsanel Moreira
Andrey Cavalcante de Carvalho
Antonio Jose Alves Pereira
Bruno da Silva Ferreira
Bruno Jorge Sousa de Melo
Camilla Pagotto de Sousa
Carla Rafaela da Silva Vieira
Charlene G.Da.F.De.Lima
Cicero Stresser Junior
Cintia Kellin Ribeiro
Cristiano Moreira de Lima
Derlival Batista de Souza
Doris Mary Silva Teixeira
Edilberto Alves de Oliveira
Edjord Mille dos Santos Merencio
Edson Araujo da Costa
Eloene Silva Santos
Estanilce Ferreira Perna
Fernando Baldo Araujo
Franciane Souza de Araujo
Francineide Paixão da Silva
Francisco Chagas da Silva
Francisco de Assis de M. Silva
George Marcio Tico da Silva
Geraldo M. P. Perreira
Gilton Carlos Pinheiro
Gloria Aparecida Guimarães
Graciema C. Cauper
Iris da Silva Borges
Jane Kelly Viana Galdino
Jessica Vaz Passos
Joanilce M. De Lima
João B. M.Filho
Jose Amarildo C. de Oliveira
Jucelia Marostego
Julia F. Coimbra
Katia Rozannah A. Viana
Kássia Andrade de Oliveira
Leandro Topan Leite
Leonidas Alves de Sena
Lidiane Luz Gomes
Liliane Castiel Erse da Silva
Luana da Silva Santana
Luiz Marcelo Santana G. Pereira
Marcelle Barros Rodrigues
Marcia de Lima Barbato
Marcia Mendonça Oliveira
Mare Nostrum dos Reis Silva
Maria do Carmo Eguez C.Bezerra
Maria N Oliveira Santos
Maria Nilda P. C. Lima
Mariuza Krause
Marivaldo Vieira Tavares
Michelângelo de Alencar Adamy
Michelle Ola Lima
Miguel Fernandes da Conceição
Mylson B. Hayashida
Narraiana de Arruda Balieiro
Narciso Prudencio da Silva
Neemias M. Barbosa
Nelis Nilson Dias Javarini
Odair Teles Bessa
Oziany de Souza Gomes
Pedro B.Silva
Ralenson Bastos Rodrigues
Rayana Cunha Cabral
Reth Mary P. Ayres
Roberto Oliveira da Silva
Ronaldo Ferreira da Silva
Ronaldo José Borges Guimarães
Rosely D.T Da . Silva
Rozinede de S. Ferreira
Rudnei Ponte de Oliveira
Sandra Dutra Oliveira
Sheidison Alexandro Panhan
Sheyla Tatiana Oliveira Bezerra
Siguimar F. Da Cruz
Solange Pereira Escobar
Soraia Cardoso Santos
Suzana Maria Ramposo
Valdemyr Monteiro de Souza
Vanesio Viana Oliveira
Vera Dark dos Anjos Rodrigues
Vitor de Melo Gonçalves
Waldemir Carneiro Teixeira
Waldinei G. Romano
Wanessa Costa N. Prudencio
Xangai Gustavo Vargas
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REFERÊNCIAS
BITTENCOURT, Dênia Falcão de. Gestão estratégica de pessoas nas organizações públicas. livro
didático. Palhoça: UnisulVirtual, 2008.
CHIAVENATTO, Idalberto; SAPIRO, Arão. Planejamento estratégico. Rio de Janeiro. Ed. Campus,
2003. COSTA, Eliezer Arantes. Gestão Estratégica. São Paulo: Saraiva, 2003. DRUKER, Peter.
Introdução à administração. São Paulo, Pioneira, 1984. Disponível em:
<http://marcelao.wordpress.com/2008/04/05/o-que-e-planejamento-estrategico/>. Acesso em 14 ago.
2008. GRACIOSO, Francisco. Planejamento Estratégico Orientado para o Mercado. São Paulo:
Atlas, 1996. 14 HUERTAS, Franco. O método PES: entrevista com Matus /Franco Huertas; tradução
de Giselda Barroso Sauveur. São Paulo: FUNDAP, 1996. LIPPMANN JUNIOR, Edgar Antônio.
Implementando mudanças na justiça federal da 4ª região: foco no cidadão. VII Congresso
Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública, 2002, Lisboa,
Portugal. Disponível em: <http://unpan1.un.org/intradoc/groups/public/documents>. Acesso em 14 ago
2008. MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Rio de
Janeiro: Record, 1996. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico:
Conceitos, Metodologia e Prática. São Paulo: Atlas, 2004.
SERRA, Fernando Antônio Ribeiro. Gestão estratégica nas organizações públicas. Palhoça:
UnisulVirtual, 2008. SILVA, Amarildo Jorge da. A história de vida do gerente e o processo da
estratégia: o caso da universidade estadual do oeste do paraná. Florianópolis, 2004. Disponível em:
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SILVA, Claudia Dantas Ferreira da. Administração judiciária: planejamento estratégico e a reforma
do Judiciário. Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 976, 4 mar. 2006. Disponível em:
<http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8062>. Acesso em: 14 ago. 2008.
VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento Estratégico e Administração por Projetos. São Paulo:
Makron Books, 2001.
WRIGHT, Peter; KROLL, Mark J.; PARNELL, John. Administração Estratégica: Conceitos.
Tradução Celso A. Rimoli. São Paulo: Atlas, 2000.
End.: Rua Elias Gorayeb, 2596. Bairro Liberdade. CEP: 76.803-903. Porto Velho-RO.
Telefones: Presidência (69) 2181-1088; Atendimento (69) 2181-1095;
Fiscalização (69) 2181-1057.
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