UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA Campus Dom Pedrito – Curso de Enologia Aula: DOENÇAS DE ORIGEM VIRAL NA VITICULTURA Foto: G. Kuhn. Fitossanidade Dr. Juan Saavedra del Aguila Outubro 2015 Professor Adjunto Roteiro da apresentação I. Características Gerais dos Vírus, Viróides, Fitoplasmas e Espiroplasmas. II. Vírus na Videira. III. Considerações Finais. Holanda séc. XVII Tulipas variegadas (na verdade infectadas por um potyvírus) Preço pago por um único bulbo infectado: • Quatro toneladas de trigo; • Oito toneladas de cevada; • Quatro bois gordos; • Doze ovelhas gordas; • Dois barris de vinho; • Quatro barris de cerveja; • Uma cama; • Uma pulseira de prata. Ivanowski – Rússia Beijerinck – Holanda 1892 1898 Repete o experimento de Mayer, porém filtra o extrato de planta infectada em filtro de porcelana, capaz de reter bactérias Repete o experimento de Ivanowski, com os mesmos resultados Filtrado transmite doença Não confiou nos próprios resultados Propõe que o mosaico do fumo é causado por um agente distinto de fungos e bactérias Contagium vivum fluidum (fluido vivo contagioso) – vírus. Erwin Baur – Alemanha 1904 Transmissão do mosaico de Abutilon por enxertia 1900 – 1930 Diversas doenças são descritas e caracterizadas como “causadas por vírus”, como base em propriedades de transmissão via extrato e por enxertia. “Descrição” de diversos vírus (PVX, PVY, LMV) com base em propriedades de transmissão e indução de doenças Natureza dos vírus permanece desconhecida Os vírus de plantas são estudados por dois motivos: 1. Causam doenças de grande importância econômica, com sérias perdas; 2. São modelos para estudos de biologia de plantas. Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Mosaico dourado do feijoeiro (BGMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Mosaico dourado do feijoeiro (BGMV) Geminivírus em tomateiro (ToYVSV, ToRMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Mosaico dourado do feijoeiro (BGMV) Geminivírus em tomateiro (ToYVSV, ToRMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Mosaico dourado do feijoeiro (BGMV) Geminivírus em tomateiro (ToYVSV, ToRMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No Brasil: Tristeza dos citros (CTV) Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Mosaico dourado do feijoeiro (BGMV) Geminivírus em tomateiro (ToYVSV, ToRMV) Enrolamento das folhas da batata (PLRV) Algumas viroses de plantas de importância econômica Tristeza dos citros (CTV) No Brasil: Mancha anelar do mamoeiro (PRSV) Endurecimento dos frutos do maracujazeiro (PWV, CABMV) Mosaico dourado do feijoeiro (BGMV) Geminivírus em tomateiro (ToYVSV, ToRMV) Enrolamento das folhas da batata (PLRV) Mosaico das curcubitáceas (PRSV-W, ZYMV, WMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Vira cabeça do tomateiro (TSWV, TCSV, GRSV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Vira cabeça do tomateiro (TSWV, TCSV, GRSV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Vira cabeça do tomateiro (TSWV, TCSV, GRSV) Mosaico da alface (LMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Vira cabeça do tomateiro (TSWV, TCSV, GRSV) Mosaico da alface (LMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Vira cabeça do tomateiro (TSWV, TCSV, GRSV) Mosaico da alface (LMV) Mosaico da mandioca (ACMV, EACMV) Algumas viroses de plantas de importância econômica No mundo: Nanismo amarelo da cevada (BYDV) Enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) Vira cabeça do tomateiro (TSWV, TCSV, GRSV) Mosaico da alface (LMV) Mosaico da mandioca (ACMV, EACMV) “Banana bunchy top” (BBTV) Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Mosaico: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Mosqueado: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Amarelecimento: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Mancha anelar: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Clareamento das nervuras: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Lesões cloróticas: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Nanismo: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Bolhosidade: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Cordão de sapato: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Epinastia: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Enrugamento, rugosidade: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Lesões necróticas: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Necrose das nervuras: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Necrose sistêmica: Os sintomas tipicamente induzidos por vírus de plantas podem ser subdivididos em: Necrose sistêmica: Nomenclatura de vírus Em inglês • Espécies aceitas pelo ICTV são gravadas em itálico • De modo geral, segue o padrão: hospedeiro sintoma vírus • Exemplos: 1. Tobacco mosaic virus (TMV) 2. Tomato leaf curt virus (TLCV) 3. Bean yellow mosaic virus (BYMV) 4. Potato virus Y (PVY) O nome de uma doença pode ser traduzido para qualquer idioma, mas o nome científico do agente etiológico não Doença: Doença: Requeima da batata Mosaico da alface Potato late blight Lettuce mosaic Tizón tardio de la papa Mosaico de la lechuga Agente etiológico: Agente etiológico: Phytophthora infestans Lettuce mosaic virus (LMV) Definição de Vírus Características que diferenciam os vírus de outros organismos: • presença de apenas um tipo de ácido nucléico (DNA ou RNA) • uma vez no interior da célula, não existe separação entre o vírus e o citoplasma da célula hospedeira. • ausência de maquinaria para a síntese de proteínas. • replicação por meio de síntese dos componentes seguido de “montagem” das partículas virais. TMV PVX CMV Tipos de vírus e sua interação com a planta hospedeira Componentes a) Capsídeo: Capa protéica do vírus b) Capsômero: Subunidades que formam o capsídeo c) Nucleocapsídeo ou vírion: Vírus completo (capsídeo + ácido nucléico) d) Envelope Camada dupla, lipoprotéica, que envolve o capsídeo de alguns vírus e) Viroplasma: Região especializada na célula hospedeira, induzida pelo vírus, onde ocorre a replicação viral f) Genoma: Conjunto de informações genéticas de um vírus, codificado pelo ácido nucléico. Sistemas de Classificação O sistema de classificação dos vírus de plantas se baseia em características como: - tipo de ácido nucléico (DNA ou RNA); - número de fitas de ácido nucléico (monocatenário ou bicatenário); - peso percentual do ácido nucléico em relação à partícula; - peso molecular, tamanho e forma da partícula (isométrica, alongada e baciliforme); - presença ou ausência de envelope; - características físicas, químicas, biológicas e antigênicas da partícula; - gama de hospedeiros; - forma de transmissão. Diagrama esquemático de famílias e gêneros de vírus que infectam plantas [adaptado de Agrios (1997)]. (Fonte: Michereff http://ciencialivre.pro.br/media/4cdff551b1949e 6affff8189ffffd523.pdf) Tabela - Exemplos de vírus de plantas com a respectiva nomenclatura em português e inglês, gênero a que pertence e doença causada. (Fonte: Michereff - http://ciencialivre.pro.br/media/4cdff551b1949e6affff8189ffffd523.pdf) Replicação Penetração Liberação do ácido nucléico Biossíntese dos componentes virais Montagem e maturação Liberação Invasão Sistêmica a) Primeira etapa: - movimento lento (célula a célula); - ocorre através dos plasmodesmas; - a progênie do vírus é que se move. b) Segunda etapa: - movimento a longa distância; - ocorre através do floema; - movimento com os produtos da fotossíntese. Viróides - Pequena molécula de RNA circular; - Sem capa protéica; - Promove sua própria replicação; - Menor agente infeccioso capaz de causar doença (400 nucleotídeos). 1º viróide identificado - Potato spindle tuber viroid (PSTVd) Cerca de 30 viróides identificados Transmissão Enxertia, mecanicamente, pólem e sementes Mecanismos de transmissão de vírus de plantas Transmissão mecânica Inoculação mecânica – técnica usada em laboratório Mecanismos de transmissão de vírus de plantas Transmissão por insetos • Vírus não persistentes ou externos • Vírus persistentes ou internos Circulativos: as partículas de vírus são ingeridas pelo insetos vetores e levadas pela hemolinfa para as glândulas salivares de onde passam para plantas sadias. Propagativos: são os que se multiplicam no interior dos insetos vetores (ex. cigarrinhas). Mecanismos de transmissão de vírus de plantas Transmissão por ácaros Espécies das famílias Eriophyidae, Tetranychidae e Tenuipalpidae. Pouco se conhece sobre os mecanismos de transmissão. Ex.: Mosaico estriado do trigo (WSMV), Leprose dos citros (CiLV-C) Mecanismos de transmissão de vírus de plantas Transmissão por órgãos de propagação vegetativa Qualquer tipo de propagação vegetativa, que envolva o uso de borbulhas (enxertia), bulbos, tubérculos, rizomas, estacas e etc., serve para transmitir vírus de plantas matrizes infectadas para sua progênie. Transmissão por sementes Cerca de 20% dos vírus de plantas conhecidos são transmitidos por sementes. Transmissão natural - sementes Soja - SMV Mecanismos de transmissão de vírus de plantas Transmissão por grãos de pólen Os grãos de pólen produzidos em plantas sistemicamente infectadas por vírus podem transmiti-los através do processo de polinização cruzada, para sementes produzidas em plantas sadias. Mecanismos de transmissão de vírus de plantas Transmissão por nematóides Pouco mais de 10 vírus de plantas são transmitidos por nematóides ectoparasitas pertencentes aos gêneros Xiphinema, Longidorus e Trichodorus. Diagnose a) Sintomas da planta no campo: - depende da experiência do investigador; - infecção mista; - estirpes diferentes; - vírus que causam sintomas semelhantes; -efeito do ambiente. b) Testes biológicos c) Testes sorológicos d) Testes moleculares Fitoplasmas e Espiroplasmas Características - Unicelular, procarioto; - Sem parede celular; - Alto grau de pleomorfismo; - Sensível à tetraciclina e insensível à penicilina; - Causam doenças conhecidas como "amarelos"; - Tamanho: 60 a 100 nm; 150 a 1100 nm; - Reprodução: fissão binária transversa; - Não é possível o cultivo em meio de cultura. MORFOLOGIA REPRODUÇÃO Detecção e identificação: Detecção Microscópio eletrônico Microscopia ótica de fluorescência. PCR (Polimorfism Chain Reaction) Identificação Sorologia: teste ELISA Técnicas moleculares: PCR Fitoplasmas Hospedeiros: Declínio da pêra Doença x do pessegueiro Superbrotamento da maçã Enfezamento vermelho do milho Amarelos em olerícolas Amarelecimento letal do dendezeiro Flavecencia dourada na videira Fitoplasmas Transmissão Fitoplasmas Sintomatologia: Amarelos Clorose Enfezamento da planta Redução do tamanho das folhas Superbrotamento Deformação dos órgãos florais Redução do tamanho das flores Virescência (cloroplastos nas pétalas = flor verde) Filoidia (transformação de órgãos florais – pétalas, sépalas e brácteas em estruturas foliares) Espiroplasmas Características gerais - Unicelular, procarioto; - Sem parede celular; - Forma espiralada ou helicoidal; - Tamanho: 2 a 15 µm comprimento X 0,15 a 0,2 µm de Æ; - Móvel; - Causam doenças conhecidas como "amarelos"; - Reprodução: fissão binária transversa; - Podem ser cultivados em meio de cultura. Detecção -Microscópio eletrônico - Microscopia ótica de fluorescência - Microscopia ótica de campo escuro e de contraste de fase. - Sorologia: teste ELISA - Técnicas moleculares: PCR. Espiroplasmas Hospedeiro: Citros (“Sttuborn”) - Spiroplasma citri Transmissão: Cigarrinhas Espiroplasmas Hospedeiro: Milho Enfezamento pálido - Spiroplasma kunkelli Transmissão: Cigarrinhas Espiroplasmas Sintomatologia: Amarelos Clorose Enfezamento da planta Redução do tamanho das folhas Superbrotamento Deformação dos órgãos florais Gigantismo de cálice Redução do tamanho das flores Virescência (cloroplastos nas pétalas = flor verde) Filoidia (transformação de órgãos florais – pétalas, sépalas e brácteas em estruturas foliares) Roteiro da apresentação II. Vírus na Videira. Virose do enrolamento da folha em cultivar tinta. (Foto: G. Kuhn) Vírus do enrolamento da folha (Grapevine leafroll-associated virus – GLRaV) • Perdas crescem com o passar dos anos; • Fator que contribui para perda de produção; • Atraso maturação da uva; • Perda em 3% de grau Brix; • Diminui a qualidade do vinho. Epidemiologia – dispersão • Métodos de propagação - seleção do material; • Tesoura de poda; • Contato com raízes; • Cochonilhas (Planococcus ficus, P. longispinus). Sintomas • • • • Depende clima, época ... Ataque em cultivares viníferas; Americanas - leve dano; Folhas - início verão, enrola-se para baixo, cor vermelha na cultivar tinta; • Cachos - maturação irregular, atraso, tamanho menor do cacho; • Enfraquecimento ramos. Vírus do enrolamento da folha em cv. Cabernet Franc Fonte: Pommer, 2003 Virose do enrolamento da folha em cultivar branca. (Foto: G. Kuhn) Folhas – início verão, enrola-se para baixo, coloração vermelha na cultivar tinta Complexo rugoso da videira (Grapevine rugose wood complex) Intumescimento dos ramos (Grapevine virus B – GVB) • Forma latente em cvs. Viníferas de péfranco; • Disseminação: propagação vegetativa; • Reduz vigor; • Brotação atrasada na primavera; • Folha de coloração vermelha ou amarela; • Sintomas: rachaduras da casca, maturação irregular. Degenerescência, folha em leque ou dos entrenós curtos (Grapevine fanleaf virus - GFLV) • Transmitida por nematóides e propagação vegetativa; • As videiras afetadas são menores que as normais; • Brotações adensadas; • Ramos dispostos em zigue-zague; • Nós duplos e gemas opostas; • Controle: material de propagação livre de vírus; • Repouso do solo infectado por 6 anos. Caneluras do tronco (Rupestris stem pitting associated virus – RSPaV e Grapevine virus A – GVA) • Disseminação por multiplicação vegetativa; • Brotação atrasada; • Casca rugosa com aspecto de cortiça; • Reentrâncias no lenho no sentido longitudinal. Mancha ou mosaico das nervuras (Grapevine fleck virus – GFkV) • Infesta quase todas as videiras, sem apresentar sintomas; • Transmissão via vegetativa; • Controle: material vegetativo livre de vírus. Necrose das nervuras (Grapevine vein necrosis virus) • Vírus latente; • Difusão: através da propagação vegetativa; • Sintomas: sobre porta-enxertos derivados de Vitis rupestris x Vitis berlandieri como o 110R. Doença da Necrose das nervuras em folhas do porta-enxerto R 110. (Foto: G. Kuhn). Amarelos da Videira (fitoplasma) Foto: Pereira, A.M.N. Diagnose • Observação visual dos sintomas em plantas do campo; • Indexação em videiras indicadoras: GLRaV ( cvs. Cabernet Franc, Merlot, Mission ou Pinot Noir); • Técnicas serológicas e moleculares: Elisa (“enzyme lynked immunosorbent assay), PCR (“polymerase chain reaction”). Controle • Emprego de clones sadios. • O controle de viroses somente é viável através da seleção material livre de vírus; • Termoterapia – isenção de vírus; • Controle de nematóides, cochonilhas e cigarrinha. Roteiro da apresentação III. Considerações finais. Referências Bergamin Filho, A., Kimati, H., Amorim, L. (Eds.). Manual de Fitopatologia – Princípios de Conceitos. V.1. São Paulo, Editora Agronômica Ceres, 1995. 919 p. (Capítulo 1) Bergamin Filho, A., Kimati, H., Amorim, L. (Eds.). Manual de Fitopatologia – Princípios de Conceitos. V.2. São Paulo, Editora Agronômica Ceres, 2005. 663 p. (Capítulo 70) Boliani, A.C.; Corrêa, L.S. Cultura de uvas de mesa: do plantio à comercialização. Ilha Solteira, SP: UNESP, 2000. 328 p. Soares, J.M.; Leão, P.C.S. A Vitivinicultura no Semiárido Brasileiro. Brasília, DF: EMBRAPA, 2009. 756 p. Referências www.ufpel.tche.br/pif www.cpact.embrapa.br www.cnpuv.embrapa.br www.ibraf.org.br www.cepea.esalq.usp.br e-mail [email protected] AGRADECIMENTOS RENATA S. CANUTO DE PINHO, Dra. Professora Adjunta do Campus Itaqui da UNIPAMPA MARCELO BARBOSA MALGARIM, Dr. Professor Adjunto da FAEM/UFPel