Órgão de Divulgação da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio I n f o r m a t i v Ano XI - 2008 Jul/Ago/Set edição o sumário 80 03 Em defesa do fortalecimento do PBQP-H 04 Tipologias incomum, problemas de sobra 06 NBR de Desempenho de Edificações Os ares que vêm da Europa B eber na fonte da melhor tecnologia, design e materiais. Esse é o espírito que leva, anualmente, empresários e profissionais do setor de esquadrias de alumínio para a Europa, em visita a feiras e empresas. Em 2008, foi a vez de conhecer as inovações propostas na Veteco, em Madri – feira internacional de esquadrias que recebeu, nesta edição, 44 mil visitantes. “Das feiras européias, a Veteco é a que representa o futuro mais próximo à nossa realidade, e realizável a médio prazo. Temos tudo a ganhar com a experiência do mercado espanhol”, resume Roberto Papaiz, presidente da AFEAL. Entre os jovens empresários - predominantes na delegação brasileira organizada pela AFEAL, constituída por 51 pessoas -, André Martinho, diretor da Fise, observa que “80% do mercado espanhol de esquadrias é de alumínio, número bem mais alto do que o do Brasil, onde o produto ocupa, no máximo, 25% do mercado total. Isto prova que a Espanha é um mercado maduro e bem desenvolvido”, comenta. Maturidade revelada nos produtos expostos, em que prevaleceu uma grande preocupação com soluções sustentáveis, através da aplicação de elementos para proteção solar. “Inegavelmente, os brises foram o destaque da feira. Os projetos arquitetônicos estão buscando os princípios da sustentabilidade, trazendo os brises de volta”, reconhece a arquiteta Maria Teresa Faria e Godoy, da Arqmate Consultoria e Projetos de Esquadrias. Papaiz concorda e acrescenta: “O que surpreende os brasileiros é a grande preocupação com a eficiência e o conforto. É claro que isso resulta do fato de que o usuário europeu está atento e sabe diferenciar o produto na hora da compra, consciente de que a esquadria é um investimento de longo prazo”. Na opinião de José Carlos Cattel, diretor da Udinese, lá, os consumidores residenciais são mais atentos. “As necessidades de corte térmico e acústico, além da grande preocupação quanto à economia de energia, leva o mercado Hotel Puerta America, em Madri, ostenta fachada com termoscreen automatizado europeu a oferecer ao consumidor final um produto mais sofisticado e de melhor oferta técnica”, acrescenta. Aspecto observado por todos, foi o elevado nível de automação dos caixilhos e de todos os elementos que podem agregar. Rafael Moreira Antunes, da Artalum, sintetiza o que viu: “São vários tipos de motorização, desde os que permitem operar as persianas integradas, até os de porta de correr, passando por softwares que controlam, automaticamente, o brise; a cortina interna; a persiana interna e externa; a tela solar; e a janela maxim-ar”. Os sistemas ‘inteligentes’ são mencionados, também, pelo engenheiro de materiais Cleber Zavarize, da Ibrap. “Lá estavam sistemas que utilizam o aproveitamento máximo das condições naturais, aliando o bem-estar dos usuários à redução do consumo energético do ambiente”, ressalta. “A feira mostra muito mais do que o mercado brasileiro está acostumado a comprar. São esquadrias mais robustas, com opções de abertura diferentes e componentes mais sofisticados do que os existentes no Brasil”, infere Rodrigo Frota, diretor Técnico da Algeplast. A consultora Maria Teresa Godoy aprofunda o argumento, ao dizer que “o Brasil avançou muito, nossas in- dústrias já possuem equipamentos de ponta para a fabricação de esquadrias, como os centros de usinagens”. Ela lembra que sistemas bastante atuais, como os unitizados para instalação de fachadas, também já estão presentes no país. “A feira, porém, vai além e apresenta sistemas como as fachadas duplas (‘Double Skin’), caixilhos com câmaras para vedação acústica e térmica, persianas, componentes de fechamentos perimetrais, automações, numa demonstração da preocupação do conforto que a esquadria deve proporcionar ao usuário”. Requinte que, no Brasil, ainda esbarra em entraves de mercado e na tecnologia. “Na Europa, os valores agregados à esquadria são itens obrigatórios por norma. Aqui, esses elementos são opcionais e a indústria ainda tem dificuldade na adequação dos caixilhos a essas tecnologias”, observa Rodrigo Frota. Para Roberto Papaiz, a proximidade com os mercados alemão, francês e italiano, berços tradicionais das inovações tecnologias, permitiu, nos últimos 20 anos, o exuberante crescimento da Espanha. “Com os recursos da implementação da Comunidade Européia, muitas empresas alemãs e italianas levaram seus produtos e tecnologia para o mercado espanhol, consolidando um 1 Editorial Tecnologia ao alcance Não somos ricos. Sentamos à mesa do G20 com nossos pares - países em desenvolvimento, como a China e a Índia. Temos papel predominante na Rodada de Doha, diante de negociadores poderosos, como os Estados Unidos e a União Européia. Somos destaque – positivo - na imprensa econômica internacional, desde a conquista do grau de investimento. Lá fora, falam muito de nós. E bem. Internamente, a economia decolou e, com ela, a construção civil. Mas nada disso, ou muitas outras boas notícias, elevam os edifícios brasileiros ao nível de sofisticação dos europeus. Sofisticação tratada, aqui, não como sinônimo de supérfluo, mas de tecnologia necessária ao conforto térmico e acústico dos ambientes. Em recente visita organizada pela AFEAL à Veteco – feira internacional de esquadrias, em Madri -, os 51 empresários do setor se encantaram com o que viram. Mas, voltaram com a certeza de que as novidades só serão solicitadas pelo mercado interno dentro de alguns anos. São fachadas com telas termoscreen ou brises automatizados; fachadas com células fotovoltaicas que produzem energia; caixilhos com câmaras para vedação acústica e térmica; e fachadas duplas ventiladas, entre tantas inovações. Muitas dessas tecnologias já foram absorvidas pelos novos prédios desse mundo mais rico, agora preocupado com as exigências da sustentabilidade. A Veteco é prova de que os materiais e sistemas podem colaborar, ao mostrar inúmeras soluções automatizadas em proteção solar e brises – destaque da feira. Definitivamente, a proteção com brise, há tanto tempo esquecida, veio para ficar. Os fabricantes, incluindo a nova geração que participou da delegação, estimulados pelo verdadeiro ‘banho’ de tecnologia e beleza que presenciaram, estão prontos para responder ao mercado nacional. Sabemos onde buscar a tecnologia para produzir no Brasil. Basta pedir. Boa leitura! Roberto Papaiz Diretor-presidente AFEAL 2 Capa relevante portfólio de experiências. Havia necessidade, vontade e recursos”, analisa. “No Brasil, podemos ter tudo o que quisermos, a qualquer momento, desde que o mercado se predisponha a pagar um preço justo. Hoje, o mercado tem o que paga, e paga muito pouco. Nossos arquitetos procuram aproveitar ao máximo as verbas que lhe são disponibilizadas na realização das obras, que, quando muito, resultam em esquadria basicamente estanques. Conforto e sustentabilidade continuam em outro patamar, para poucos em nosso mercado. Resta a quem viajar, admirar tudo isso nas feiras européias”, sentencia Papaiz. André Martinho estimula os fabricantes a adotarem uma postura mais efetiva no mercado. “Teve início a fase mais próspera da construção civil dos últimos 30 anos, no Brasil. Portanto, chegou a hora de posicionar melhor a esquadria de alumínio na construção civil, oferecendo um produto melhor. A condição econômica atual nos permite esta ação. Este é um caminho sem volta, uma vez o usuário que tem uma esquadria ‘justa’ em sua habitação, nunca mais aceitará um produto inferior”, diz. A pesquisa de produtos nas feiras européias é, segundo ele, um importante instrumento da indústria. “Foi processo-chave do desenvolvimento de nossos produtos nos últimos cinco anos”, explica. “O contato com o mundo tecnologicamente mais avançado orienta o empresário brasileiro nos investimentos e direciona para novas metas”, diz Papaiz. Esse foi o objetivo de Luciana Bragante, diretora de Novos Negócios da Asa Alumínio e coordenadora do Instituto Asa. “Na Veteco, firmamos boas parcerias, especialmente com fabricantes de máquinas e equipamentos. Também encontramos alternativas de indústrias de acessórios que poderemos recomendar aos nossos clientes”, conta ela, antecipando que a empresa pretende apresentar novos produtos na Fesqua, feira internacional do setor que acontece em São Paulo, em outubro próximo. Manipulador de esquadrias, equipamento exposto na Veteco. A atenção de Maurício Teruo Sasazaki, supervisor de Engenharia de Produtos da Sasazaki, se voltou para os bens de produção expostos, especialmente os que agregam sistema de automatização e os equipamentos com CNC. “Durante a viagem, aproveitamos para adquirir equipamentos para a fabricação de esquadrias de alumínio, incrementando nossa produção”, revela. Outra empresa que fez aquisições durante a Veteco foi a Udinese. “Compramos máquinas que serão utilizadas na produção de nossa linha de palhetas”, diz Cattel, lembrando que “os acessórios possuem grande responsabilidade pelo valor percebido pelo consumidor”. “O entusiasmo dessa nova geração de empresários podia ser visto nas visitas em grupo, no ato de ver e, imediatamente, assimilar as inovações, trocando informações sobre as possibilidades de produzirem muita coisa nova aqui”, afirma Sérgio Morgado, supervisor de Comunicação do Grupo Papaiz, e coordenador da viagem. Segundo ele, a maioria viajou pela primeira vez a uma feira no exterior. “Atentos, aproveitaram tudo o que viram. E contaram com a experiência dos pais, titulares das empresas, ou de empresários mais experientes, que não se pouparam em apontar caminhos”, complementa. Museu Nacional Rainha Sofia tem fachada com brises móveis Normas Técnicas NBR de Desempenho de Edificações A tão aguardada Norma de Desempenho de Edificações já está publicada pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, mas entrará em vigor somente em maio de 2010. Em preparação há oito anos, contou com a participação de cerca de 110 agentes, entre empresas e profissionais da cadeia produtiva da construção civil. A norma inédita trata de garantir padrões mínimos de sistemas que participam das edificações de até cinco pavimentos. Os seis documentos normativos, numerados a partir da NBR 15575-1 até NBR 15575-6, estabelecem requisitos de desempenho, além dos gerais, para cinco sistemas: estruturais; pisos internos; vedações verticais externas e internas; coberturas; e hidrossanitários. “A Norma se aplica para edifícios de até cinco pavimentos porque foi concebida para atender as habitações populares, e ser uma referência na avaliação de sistemas construtivos inovadores. Como esta Norma traz grande impacto para o setor, houve consenso na Comissão de Estudos de que seria mais adequado esperar dois anos para que entre em vigor, prazo em que o mer- cado criará condições de adaptação”, explica Carlos Alberto Borges, diretor da construtora Tarjab e coordenador a comissão. Ele acrescenta que houve concordância da ABNT e lembra que nenhuma norma técnica é lei, mas tem força legal em função do Código de Defesa do Consumidor. Segundo Borges, pela primeira vez no país será obrigatório especificar em projeto uma vida útil mínima para cada sistema. “A estrutura de um edifício, de acordo com a Norma, deve ter uma vida útil de, no mínimo, 40 anos, mantendo uma série de requisitos como estanqueidade e estabilidade - sempre condicionada às manutenções preventivas e corretivas previstas. Durabilidade está associada ao projeto, materiais utilizados e práticas construtivas”, relata, dizendo que a Norma prevê o desempenho das construções visando o consumidor final. Para a engenheira Fabiola Rago, consultora da AFEAL, o mercado deve exigir que as esquadrias atendam a NBR 10821. “Os caixilhos conformes são estanques à água sob chuvas intensas, e não apresentam deformações excessi- Carlos Borges, coordenador da comissão de trabalho vas sob fortes pressões de vento, além de apresentarem um mínimo de penetração de ar, gerando conforto ao usuário”, diz ela. A Norma de Esquadrias NBR 10821, que se encontra em processo de revisão por uma comissão de estudos da ABNT, se adequará à Norma de Desempenho, apresentando classe de utilização para até cinco pavimentos. “Assim, poderemos uniformizar a linguagem técnica na construção civil”, conclui Fabiola Rago. Notícia AFEAL comemora 25 anos O ano era 1983. No cenário nacional, a efervescência política aliada a uma economia caótica, com a construção civil já em recessão, pedia medidas de autoproteção. Para defender os interesses do setor fabricante de esquadrias e fachadas de alumínio, oito empresários se reuniram no Hotel Bourbon, no centro de São Paulo. Foi o primeiro passo para a criação da AFEAL, que completa 25 anos em setembro de 2008. Nesse período, os objetivos e as ações se ampliaram. Os fabricantes associados foram induzidos a produzir caixilhos de qualidade, tendo como fórum permanente o Programa Setorial da Qualidade das Esquadrias de Alumínio, no âmbito do PBQP-H. Hoje, são 26 empresas fabricantes de portas e janelas padronizadas e outras 25 indústrias de caixilhos especiais, incluindo fachadas cortinas. A AFEAL, berço das normas técnicas das esquadrias de alumí- nio e dos demais materiais, disseminou no setor da construção civil a cultura dos ensaios, tanto de protótipos de obras, quanto para o desenvolvimento de novos produtos. E, para manter os associados atualizados quanto à melhor tecnologia, materiais e design do mercado internacional, promove anualmente visitas às feiras Saiedue, na Itália, e à espanhola Veteco. Para comemorar seus 25 anos, a AFEAL prepara o livro ‘A Esquadria de Alumínio na Arquitetura – Design e Tecnologia’, que registrará nas suas 160 páginas as mais belas obras realizadas no país. Fartamente ilustrado, contará a trajetória dos caixilhos, através de artigos, depoimentos de arquitetos consagrados e projetos referenciais. A edição leva a assinatura de Vicente Wissenbach. O lançamento está previsto para o final deste ano. 6 PBQP-H Em defesa do fortalecimento do programa A o comemorar dez anos de existência, as instâncias de gestão do PBQP-H - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat, com o apoio dos setores que o compõem, constroem uma nova diretriz, aprofundando seu papel na sociedade. Cláudio Conz, presidente do CTECH – Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Construção, articula a adesão ao programa dos bancos filiados à ABECIP – Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança, como forma de propagar o poder de compra no mercado da construção civil. O encontro estabeleceu, ainda, que se intensificará a ação de fiscalização voluntária de cada PSQ sobre obras que estão utilizando produtos nãoconformes Esse foi um dos temas predominantes do V Encontro Nacional dos Programas da Qualidade da Construção, realizado em junho último, em Belém. O encontro estabeleceu, ainda, que se intensificará a ação de fiscalização voluntária de cada PSQ sobre obras que estão utilizando produtos não-conformes. Neste ‘up grade’ pelo qual passa o programa, Mário William Esper, presidente da CNMaC - Comissão Nacional do Sistema de Qualificação de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos, defende que o PBQP-H assuma a condição de fomentador da industrialização da construção civil. “A ABECIP estuda a assinatura, através do CTECH, de adesão ao PBQP-H dos bancos responsáveis por todo o volume de empréstimos para a habitação no país. Em reunião que mantive com a associação, ficou claro que os PSQs são estratégicos para garantir o tempo do financiamento de 20 a 30 anos. Ou seja, a qualidade dos materiais de construção é uma garantia de que o bem irá durar tanto quanto as promissórias”, explica Cláudio Conz. Segundo ele, os bancos estão interessados em participar, inclusive com medidas mais rígidas em relação às construtoras com obras financiadas, como meio de utilizar seu poder de compra na fiscalização dos produtos”, diz, acrescentan- Claudio Conz, presidente do CTECH do que uma comissão constituída pela ABECIP e CTECH dará início a identificação de produtos não-conformes já instalados nessas obras. Paralelamente, a instância presidida por Cláudio Conz está estimulando os PSQs a uma fiscalização voluntária do mercado da construção. “Se a AFEAL indicar ao CTECH determinada obra em que a construtora está utilizando produtos fora de normas, teremos obrigação de tomar medidas. Entre elas, faremos contato com a construtora, para que seja feita a substituição imediata das janelas, mesmo que a obra já tenha sido entregue”, propõe. Mostrando-se contrário ao recurso de denunciar o fato ao Ministério Público Mário William, presidente da CNMaC 3 Se a AFEAL indicar ao CTECH determinada obra em que a construtora está utilizando produtos fora de normas, teremos obrigação de tomar medidas. – “até porque pode não trazer resultados imediatos”, Conz garante que um dos instrumentos a ser adotado é tornar o fato público. A atuação histórica de Mário William Esper, presidente do CNMaC, no PBQPH, o leva a identificar “o atual momento como o ideal para se promover um ‘up grade’ no programa, para melhorar a competitividade, o que significa induzir à maior industrialização da construção civil”. Depois de conquistar o que parecia impossível, ou seja, atingir, em média, entre 60% e 70% de conformidade, os PSQs poderiam, segundo ele, colaborar para a criação de uma estrutura sistêmica de industrialização. Mario William exemplifica: “o PSQ de telhas passaria a falar sobre sistemas de cobertura, o que inclui diversos tipos de gradeamento – como aço, alumínio e madeira. Já o fabricante de blocos estabeleceria diálogo com o de argamassa e de revestimento. Todos têm que conversar para apresentar mais do que um produto, mas um sistema competitivo”. Para ele, a questão do combate à não-conformidade é ação permanente. “Mas, para reduzir o déficit habitacional é preciso desenvolver sistemas construtivos industrializados, e ter marcos regulatórios definidos, pois há Códigos de Obras diferentes em cada cidade. O mercado chegou a um estágio que é uma ida sem volta para a industrialização”, argumenta. Ele vislumbra a possibilidade de, no futuro, o consumidor adquirir uma casa nas lojas de materiais de construção, e um profissional capacitado montar as peças feito um ‘lego’. Segundo William, “um sonho possível”. Matéria Técnica Tipologias incomuns, problemas de sobra E stética e função nem sempre andam juntas quando a especificação do caixilho recai sobre as antigas guilhotinas, as belas portas pivotantes ou as basculantes da casa da vovó. Janela guilhotina exige contrapeso dades, não é comum que o arquiteto especifique”, observa. O arquiteto Henrique Cambiaghi considera a guilhotina uma tipologia interessante, no entanto, concorda com Lage Mourão quanto às deficiências. “A janela guilhotina barata e pequena, com 1,20 m x 1,20 m, não permite que se coloque os cotovelos para fora, quando aberta. É mais cara e exige muita manutenção. Não sei se seria aceita para edifícios residenciais”, ressalta. As pivotantes, principalmente as portas, têm um forte apelo estético que conquista arquitetos e usuários. Com elas, vem junto a necessidade de criação de marquises ou varandas, porque na mesma proporção em que Tecnicamente, é possível construir janelas e portas pivotantes na vertical, e apenas janelas na horizontal. Tipologias evitadas pela indústria de esquadrias de alumínio, apresentam problemas construtivos e de desempenho. “A guilhotina é, praticamente, uma janela de correr que abre na vertical”, diz o engenheiro Lage Mourão Gozzi, diretor da Reinstal. O segredo técnico é o emprego de contrapesos, sem os quais fica impossível manusear uma janela com mais de 1,20 m x 1,20 m. Tipologia comum entre as de madeira, é produzida sempre em pequenas dimensões para que se torne leve e fácil de operar. Já as indústrias de caixilhos de alumínio fizeram algumas tentativas, utilizando a própria linha da janela de correr. “Mas não existem acessórios e nem perfis adequados”, comenta Lage Mourão. Uma janela guilhotina em alumínio é possível, apesar do custo elevado. “Exige um projeto bem detalhado, perfis e acessórios sob medida, para que tenha bom desempenho e vedação. Sua manutenção é mais complicada e onerosa, pois alguns elementos como o cabo de aço e as roldanas apresentam desgaste e exigem substituição”, diz o engenheiro. Embutida na parede, tem como principal atributo a abertura total do vão - mas, é preciso espaço na alvenaria para sua instalação direta ou da caixa de embutir. Se for do tipo que apenas recolhe – o equivalente a uma janela de correr - vai abrir apenas 50% do vão. “Por todas essas dificul- 4 A porta pivotante deve ser protegida da chuva. são belas, não são estanques. Cambiaghi confessa uma experiência recente, em que a pivotante da residência projetada deixa passar água. “Agora, tenho que resolver o problema”, diz. Ele adota a tipologia quando quer emprestar imponência à fachada, geralmente de casas ou edifícios comerciais, em portas amplas. “É complicado abrir uma porta de 1,80 m de largura. Com um único painel pivotando, se consegue abrir o vão todo”, recomenda o arquiteto. Tecnicamente, é possível construir janelas e portas pivotantes na vertical, e apenas janelas na horizontal. “A pivotante vertical gira em torno de um pivô (mancal). Nesse movimento, uma parte da folha vai para fora e outra para dentro do ambiente. Ela tanto pode girar no eixo da folha como em sua parte lateral”, explica Lage Mourão. Já a janela pivotante horizontal tem os pivôs nas laterais e projeta parte da folha superior para dentro e a de baixo para fora. “O inconveniente é quando se tem uma cortina interna que precisa ser puxada para abrir a janela. E o eixo não pode ser muito baixo, porque a parte que abre para dentro estará próxima à cabeça do usuário, o que é um risco”, ensina. É uma tipologia de difícil vedação e, nem mesmo uma marquise impedirá que uma chuva mais forte entre. A exemplo da guilhotina, a pivotante também exige desenvolvimento de linha de perfis e componentes. “Independente do material em que é construída, todos os problemas se repetem”, ressalta o engenheiro. A basculante, também chamada de pivotante horizontal porque gira no eixo, “caiu em desuso”, comenta Henrique Cambiaghi, que substituiu a tipologia pela maxim-ar, principalmente em cozinhas e banheiros. Para Lage Mourão, o arquiteto está certo. Ele lembra que a pivotante é normalmente utilizada onde se tem a janela num ponto muito alto e de difícil acesso, em áreas menos nobres, como nos depósitos. Para operá-la nessas circunstâncias são utilizadas alavancas. “A pivotante, por se tratar de um conjunto de folhas pequenas, com suas muitas travessas, passa a sensação de segurança. Mas, já foi esquecida pelo mercado e sequer consta das tipologias de normatização. E não tem como submetê-la a ensaios, porque não veda nem água nem ar”, revela. Janela basculante, indicada para áreas menos nobres. Curtas O curso de ‘Custos e Formação de Preço de Venda’, realizado pela AFEAL em 03 e 04 de julho último, em São Paulo, foi, também, transmitido via internet para associados de outras cidades. De maneira prática, o curso abordou a metodologia de aplicação dos cálculos de custos e formação de preço de venda, visando potencializar os resultados financeiros das organizações. Abravidro é o novo nome da Andiv - Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos, desde maio último. A entidade adotou a nova identidade corporativa para facilitar seu reconhecimento fora do segmento vidreiro. Durante a cerimônia de anúncio da nova designação, Wilson José Farhat Júnior, membro da diretoria da Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e diretor da empresa Valéria Vidros, assumiu seu segundo mandato como presidente da Abravidro para o triênio 2008/2011. Confira o novo site: www.abravidro.org.br. EXPEDIENTE O “Informativo AFEAL” é uma publicação da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, AFEAL, dirigida aos associados e entidades do setor da construção civil. DIRETORIA EXECUTIVA Presidente - Roberto Papaiz Vice-presidente - Harry Wottrich Diretor Tesoureiro - Waldir Trózo Diretor Secretário - Antonio M. Spina Secretário-Executivo - Fernando Rosa Em 27 de junho último, líderes da cadeia produtiva da construção, sindicatos e representantes dos governos, se reuniram para a abertura do 7º Construbusiness, que acontece em setembro. Sendo um dos principais fóruns de discussão de políticas públicas para o setor da construção, terá como tema ‘Habitação e Infra-estrutura’. Na cerimônia, foram definidas questões a serem tratadas, como estímulo ao crédito e financiamento; desoneração e aperfeiçoamento do sistema tributário; e a melhoria do ambiente de investimento. R. Dr. Elias Chaves, 122, Campos Elíseos CEP 01205-010, São Paulo - SP F: (11) 3221-7144 [email protected] - www.afeal.com.br Editora Responsável: Hosana Pedroso (MTb 11.656) Criação/Diagramação: Vertical Design Impressão: Corset Tiragem: 12.000 exemplares Periodicidade: Trimestral Distribuição Gratuita A AFEAL estará presente na Fesqua 2008, que acontece de 15 a 18 de outubro no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, com a ‘Ilha AFEAL’. Trata-se de um espaço criado, especialmente, para receber os associados e amigos. O evento, que aguarda 20 mil pessoas e cresceu 30% em relação à edição anterior, contará com 200 expositores. Já confirmaram participação empresas da Alemanha, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Argentina, Turquia e China. O portal Arquitetura, um dos mais tradicionais do setor da construção civil, passou por uma ampla atualização de conteúdo e layout, e estabeleceu uma parceria com a AFEAL. Além de destinar espaço para divulgação de notícias, artigos, eventos e informações da associação, pretende assegurar visibilidade aos associados. Para isso criou uma ficha, com todas as informações sobre seus produtos e serviços. Visite: www.arquitetura.com.br 5 Mercado Linha IV Gold, sucesso de mercado Um ano após o seu lançamento, a Linha IV Gold continua aumentando sua participação no mercado. Criada seguindo as últimas tendências do design mundial, a linha busca inovação e elegância, harmonizando os ambientes interno e externo, e agregando diversas melhorias funcionais. As esquadrias foram projetadas para acomodar vidros duplos, garantindo isolamento termo-acústico, isso sem falar dos cuidados com vedação e estanqueidade ao ar e à água. Trilhos anodizados especiais diminuem o atrito com as roldanas e protegem esteticamente as portas. As novas formas geométricas da linha conferem exclusividade e modernidade às esquadrias. Novas tipologias, como a Oscilo-Batente com Câmara Européia, foram incorporadas para complementar todo o sistema. Essas são algumas das características que a tornam única em seu segmento. Consulte: www.aluminioecia.com.br www.alcoa.com.br Sika, silicones para fachadas glazing Os selantes de silicone Sikasil® foram desenvolvidos especialmente para aplicações desafiadoras sobre fachadas em vidros, metais e pedras naturais. Incluem os produtos Sikasil® SG para structural glazing, Sikasil® IG para vidros insulados duplos e Sikasil® WS para vedação entre vidros. A gama de produtos profissionais é complementada com os acessórios Sika: espaçadores; promotores de aderência (primers); limpadores de substratos; e limpadores de máquinas (cleaner). Todos os produtos são perfeitamente compatíveis entre si. Caso deseje uma garantia para o seu projeto, a Sika tem satisfação em fornecê-la, após a realização de ensaios de aderência e compatibilidade química nos substratos. A empresa valoriza a cooperação com seus parceiros na indústria de vidros e fachadas, especialmente no desenvolvimento de novos produtos para vedação e colagem. Consulte: 55 11 3687 4666 www.sika.com/facades Boltinox, parafusos de inox Nova opção em esquadrias da Olga Color A Boltinox - empresa especializada em importação e distribuição -, atua no mercado há 14 anos, com os mais diversos tipos de parafusos, porcas, arruelas lisas e de pressão, como também, peças especiais em aço inoxidável AISI 304 e 316. Um de seus objetivos é atender às necessidades de fabricantes e distribuidores de esquadrias e acessórios. A empresa oferece atendimento personalizado, rápido, eficiente e condições comerciais altamente competitivas. Em estoque, mantém uma linha completa de fixadores em aço inox, com qualidade garantida e certificada pela ISO 9001:2000. Todos os produtos são fornecidos conforme norma, desenho e amostra. Consulte: 55 11 2098 4788 / 4995 www.boltinox.com.br Desenvolvida pela Olga Color Alumínio, a linha ALUK de esquadrias de alumínio está disponível em duas versões: leve (ALUK 2.0 com e sem baguete, e integrada) e na versão para médio e alto padrão (ALUK 3.2 com e sem baguete, integrada e portas de giro). A linha ALUK com baguete oferece duas alternativas para instalação das palhetas, ou seja, com maior e menor ventilação. O Sistema ALUK tem como características, fácil montagem, conjunto de perfis que permitem maior variação de tipologias, atendendo todas as necessidades da obra. As venezianas das janelas e portas de correr possuem terminais de palhetas (inferior e superior) que possibilitam um ajuste perfeito sem que elas precisem ser refiladas. Consulte: 55 11 3318 1000 www.olgacolor.com.br Schlegel na Veteco V. Brasil, qualidade para esquadrias Os visitantes da 10ª edição da Feira Internacional Veteco 2008, realizada em Madri, na Espanha, tiveram a oportunidade de conhecer a Schlegel Taliana, uma das maiores fabricantes de sistemas de vedação do mundo. No dia 07 de maio, a Schlegel América do Sul/Taliana ofereceu um jantar de boas-vindas aos empresários brasileiros que constituíram a comitiva AFEAL, liderada pelo presidente da associação, Roberto Papaiz. O empresário Luiz Favaro - diretor da Dispac, uma das maiores empresas de distribuição de acessórios para esquadrias do Brasil -, visitou, em 08 de maio, a fábrica Schlegel da Espanha, onde conferiu de perto a mais alta tecnologia e os níveis de qualidade da Schlegel, reconhecidos internacionalmente. Consulte: 55 11 2631 2718 www.schlegel.com [email protected] A V. Brasil, indústria líder nacional na fabricação de fita de vedação, oferece produtos de qualidade, voltados para linha de esquadrias: guarnições em EPDM; espuma de PVC e polietileno; tarucel; tela mosqueteira em fibra de vidro revestida em PVC. Agora, traz uma novidade, os ‘Kits Recolhíveis de Tela Mosqueteira’ que, além de proteger o ambiente dos indesejáveis insetos, não comprometem a estética das esquadrias, favorecendo o design e o estilo de cada linha. A empresa oferece profissionais qualificados, disponibilizando linhas de contatos eficientes, com o objetivo de tornar seu atendimento rápido e personalizado. Consulte : 55 19 3829 0404 www.fitasvbrasil.com.br 7 Associados AFEAL Esquadrias Especiais - Fabricante Paraíba GUERRAL IND. E COM. REPRESENTAÇÃO LTDA. São Paulo Pernambuco A.G. ALUMÍNIO LTDA. IANE IND. E COM. LTDA. ADALUME ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA. PÓRTICO ESQUADRIAS LTDA. ALGRAD ESQUADRIAS E FACHADAS ESP. 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