Estudante que era mulher ganha direito de usar nome masculino na UnB
Seg, 24 de Setembro de 2012 13:10
Estudante que era mulher ganha direito de usar nome masculino na UnB Marcelo Caetano
ganhou o direito de ser identificado como homem na universidade
O estudante do segundo semestre de Ciência Política, Marcelo Caetano da Costa Zoby,ganhou
o direito de ser identificado como homem nos documentos internos da Universidade de
Brasília, como carteiras de estudante, listas de chamada e crachás. Marcelo nasceu mulher,
mas se reconhece como um homem há vários anos.
Em janeiro, Marcelo ingressou com pedido de uso do nome que adotou na Câmara de Ensino
de Graduação. Após passar pela Procuradoria Jurídica da Universidade, que reconheceu o
direito de uso do nome social, o pedido foi encaminhado ao Cepe (Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão), onde foi votado na última quinta-feira (20). O Cepe aprovou decisão que
representa avanço nas políticas de inclusão e de atenção aos direitos de transexuais e
travestis.
O pedido feito por Marcelo Caetano e aprovado pelo Cepe tem caráter geral e, portanto, abre
precedente em benefício de alunos e alunas que fizerem a mesma reinvindicação. Para o
professor Arthur Trindade Costa, do Departamento de Sociologia e relator do processo, a
decisão será ainda regulamentada, mas os procedimentos serão rápidos e não devem gerar
burocracia.
— Provavelmente, o aluno ou aluna fará um pedido na Secretaria de Assuntos Acadêmicos
para ter seu nome utilizado em documentos internos. Esse seria um procedimento razoável.
Marcelo mora em Brasília há um ano, e afirma que precisou trancar quatro matérias porque os
professores se recusaram a chamá-lo pelo seu nome social.
— A justificativa deles é quase sempre burocrática. Alegam que o nome que consta na lista de
presença das aulas não é mesmo pelo qual quero ser chamado. Mais de um já me disse que
se eu achasse ruim, deveria procurar os meus direitos em outro lugar.
Marcelo acredita que essas atitudes são causadas porque muitos professores não têm
conhecimento sobre o significado do termo transexualidade.
— É uma parte muito íntima que eu não tenho porque compartilhar. Essa atitude dos
professores causa um desconforto muito grande.
Fonte: Do R7, com informações da Agência UnB | 24/09/2012Estudante que era mulher ganha
direito de usar nome masculino na UnB
Marcelo Caetano ganhou o direito de ser identificado como homem na universidade
O estudante do segundo semestre de Ciência Política, Marcelo Caetano da Costa Zoby,ganhou
o direito de ser identificado como homem nos documentos internos da Universidade de
Brasília, como carteiras de estudante, listas de chamada e crachás. Marcelo nasceu mulher,
mas se reconhece como um homem há vários anos.
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Estudante que era mulher ganha direito de usar nome masculino na UnB
Seg, 24 de Setembro de 2012 13:10
Em janeiro, Marcelo ingressou com pedido de uso do nome que adotou na Câmara de Ensino
de Graduação. Após passar pela Procuradoria Jurídica da Universidade, que reconheceu o
direito de uso do nome social, o pedido foi encaminhado ao Cepe (Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão), onde foi votado na última quinta-feira (20). O Cepe aprovou decisão que
representa avanço nas políticas de inclusão e de atenção aos direitos de transexuais e
travestis.
O pedido feito por Marcelo Caetano e aprovado pelo Cepe tem caráter geral e, portanto, abre
precedente em benefício de alunos e alunas que fizerem a mesma reinvindicação. Para o
professor Arthur Trindade Costa, do Departamento de Sociologia e relator do processo, a
decisão será ainda regulamentada, mas os procedimentos serão rápidos e não devem gerar
burocracia.
— Provavelmente, o aluno ou aluna fará um pedido na Secretaria de Assuntos Acadêmicos
para ter seu nome utilizado em documentos internos. Esse seria um procedimento razoável.
Marcelo mora em Brasília há um ano, e afirma que precisou trancar quatro matérias porque os
professores se recusaram a chamá-lo pelo seu nome social.
— A justificativa deles é quase sempre burocrática. Alegam que o nome que consta na lista de
presença das aulas não é mesmo pelo qual quero ser chamado. Mais de um já me disse que
se eu achasse ruim, deveria procurar os meus direitos em outro lugar.
Marcelo acredita que essas atitudes são causadas porque muitos professores não têm
conhecimento sobre o significado do termo transexualidade.
— É uma parte muito íntima que eu não tenho porque compartilhar. Essa atitude dos
professores causa um desconforto muito grande.
Fonte: Do R7, com informações da Agência UnB | 24/09/2012
Marcelo Caetano ganhou o direito de ser identificado como homem na universidade
O estudante do segundo semestre de Ciência Política, Marcelo Caetano da Costa Zoby,ganhou
o direito de ser identificado como homem nos documentos internos da Universidade de
Brasília, como carteiras de estudante, listas de chamada e crachás. Marcelo nasceu mulher,
mas se reconhece como um homem há vários anos.
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Estudante que era mulher ganha direito de usar nome masculino na UnB
Seg, 24 de Setembro de 2012 13:10
Em janeiro, Marcelo ingressou com pedido de uso do nome que adotou na Câmara de Ensino
de Graduação. Após passar pela Procuradoria Jurídica da Universidade, que reconheceu o
direito de uso do nome social, o pedido foi encaminhado ao Cepe (Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão), onde foi votado na última quinta-feira (20). O Cepe aprovou decisão que
representa avanço nas políticas de inclusão e de atenção aos direitos de transexuais e
travestis.
O pedido feito por Marcelo Caetano e aprovado pelo Cepe tem caráter geral e, portanto, abre
precedente em benefício de alunos e alunas que fizerem a mesma reinvindicação. Para o
professor Arthur Trindade Costa, do Departamento de Sociologia e relator do processo, a
decisão será ainda regulamentada, mas os procedimentos serão rápidos e não devem gerar
burocracia.
— Provavelmente, o aluno ou aluna fará um pedido na Secretaria de Assuntos Acadêmicos
para ter seu nome utilizado em documentos internos. Esse seria um procedimento razoável.
Marcelo mora em Brasília há um ano, e afirma que precisou trancar quatro matérias porque os
professores se recusaram a chamá-lo pelo seu nome social.
— A justificativa deles é quase sempre burocrática. Alegam que o nome que consta na lista de
presença das aulas não é mesmo pelo qual quero ser chamado. Mais de um já me disse que
se eu achasse ruim, deveria procurar os meus direitos em outro lugar.
Marcelo acredita que essas atitudes são causadas porque muitos professores não têm
conhecimento sobre o significado do termo transexualidade.
— É uma parte muito íntima que eu não tenho porque compartilhar. Essa atitude dos
professores causa um desconforto muito grande.
Fonte: Do R7, com informações da Agência UnB | 24/09/2012
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Seg, 24 de Setembro de 2012 13:10
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