História de Anna da Conceição Gonzaga, a mulher que foi fiel no
muito e do I.M. Ana Gonzaga
João Wesley Donellas
(Texto preparado para o site do Instituio Metodista Ana Gonzaga)
A Igreja Metodista
A rica história da Igreja Metodista, a fundadora e mantenedora do Instituto Metodista Ana Gonzaga,
começou a partir da experiência religiosa de João Wesley, ocorrida no dia 24 de maio de 1738 na
cidade de Londres.
João Wesley, nascido na Inglaterra em 17 de junho de 1703, era filho, neto e bisneto de pastores.
Estudou teologia na Universidade de Oxford onde, depois de ter sido ordenado pastor, foi também
professor. Apesar da grande cultura e conhecimento bíblico, Wesley não conseguia ter grande
satisfação em sua vida religiosa. Sua religião, em lugar de alegria no coração, deixava nela um
gosto amargo de descontentamento. Faltava-lhe a fé verdadeira, faltava-lhe sentir realmente a
presença de Deus em sua vida.
Finalmente, na experiência do coração aquecido, Wesley encontrou aquilo que anta desejava, a
transformação de sua religião de temor numa religião de amor. Daí, sua relação com Deus, antes
apenas legalista, passa a ser uma relação de fé e de confiança.
Começa então o Movimento Metodista, a princípio ainda ligado à Igreja da Inglaterra. O
crescimento do Movimento foi muito grande e rápido. A cada dia pessoas e mais pessoas se
juntavam aos metodistas para experimentar também a alegria da fé e da confiança em Deus. Esse
Movimento, que logo depois estava presente em outros países, acabou se transformando na Igreja
Metodista, atuante em todo o mundo e hoje representando uma comunidade de mais de 50 milhões
de pessoas.
O que Caracteriza os Metodistas
O Metodismo proclamou sempre a primazia da experiência pessoal com Deus. Suas ênfases
doutrinárias estão baseadas na unidade essencial da graça salvadora. Essa é a visão do Apóstolo
Paulo, reforçada por Lutero e vivida plenamente por João Wesley. A grande ênfase é, portanto, a
salvação pela graça. Wesley menciona três formas de graça, que se completam em nossa vida
religiosa. A primeira delas é a preveniente, isto é, a que veio antes. Como se diz em 1 João 4:19,
“nós amamos porque Deus nos amou primeiro”. Essa graça é ação do Pai criador. Uma outra forma
de graça é a justificadora,m que é ação do Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, Deus feito carne, que
habitou entre nós. Para justificação dos nossos pecados, Jesus Cristo morreu por nós. Justificação é
perdão. Com o perdão, nós nos tornamos justos. Assim, de acordo com a promessa bíblica que está
em Colossenses 1:22, “já nos reconciliou no corpo de sua carne, mediante a sua morte, para nos
apresentarmos perante Ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis”. A terceira forma de graça é a
santificadora, que é uma ação do Espírito Santo em nossa vida, consolando-nos, fortalecendo a
nossa fé e confiança em Deus e habilitando-nos, a cada dia, aa sermos melhores cristãos e procurar
“ser perfeito como nosso Pai Celestial é perfeito”.
Essa é a base da doutrina da Perfeição Cristã, que é muito grata aos metodistas. Segundo o Bispo
Francis Gerald Ensley, “em nosso desenvolvimento religioso nós começamos a conhecer Cristo
através da de nosso contato com a Bíblia e com a comunidade cristã. Depois o aceitamos pela fé,
que ocorre na conversão. Finalmente o incorporamos, isto é, reproduzimos, tanto quanto a nossa
natureza o permite, a Encarnação que estava nele. Os dois primeiros estágios ficam incompletos
sem o terceiro. Wesley não se cansava de dizer às suas sociedades vacilantes que elas nunca
prosperariam enquanto não avançassem da conversão à santificação”.
A perfeição cristã foi definida por João Wesley de cinco formas diferentes, que se completam
perfeitamente: 1. “amar de todo o coração”; 2. “Ter coração e uma vida totalmente devotados a
Deus”; 3. “Recuperar a imagem integral de Deus”; 4. “Ter a mente de Cristo”; 5. “Andar
uniformemente como Cristo andou”.
Todas as doutrinas metodistas são eminentemente bíblicas. Nelas não há nada que não esteja
absolutamente comprovado nas páginas da Bíblia. O próprio Wesley dizia: “as minhas doutrinas são
simplesmente os princípios fundamentais do cristianismo”.
A Religião Social
O metodismo é uma religião social. Para Wesley, “o Evangelho de Cristo não conhece outra
religião que a social nem outra santidade que a social. Este mandamento temos de Cristo que o que
ama a Deus, também ame a seu irmão”. Wesley ensinava que, para o cristão, havia dois caminhos
que se completavam, os atos de piedade e os de misericórdia. Por aqueles, o metodista expressa a
sua vida religiosa e participa dos meios de graça, especialmente a oração, a leitura e estudo da
Bíblia e a Ceia do Senhor. Pelos atos de misericórdia, o metodista expressa o seu amor ao próximo,
à justiça e a uma vida digna.
Fiel aos ensinos de João Wesley, o metodismo tem estado presente em todas as grandes conquistas
sociais em todo o mundo. Assim como liderou as campanhas pela abolição da escravidão negra na
Inglaterra e suas colônias, o metodismo lutou também contra a escravidão “industrial”. No início da
chamada Revolução Industrial, os metodistas, com Wesley à frente, lutaram contra a exploração de
mulheres e crianças e lutavam pela humanização das oficinas e fábricas, defendiam a redução da
jornada de trabalho, que era de doze horas, e reivindicavam aumento de salários para os
trabalhadores.
Chegando ao Brasil no meio do Século 19, a Igreja Metodista tem aqui as mesmas preocupações
sociais. Os metodistas estão convictos de que o Reino de Deus somente será implantado na terra
quando todos os seres humanos, sem distinção de nenhuma espécie, puderem igualmente aproveitar
as bênçãos da vida em sua plenitude. No Rio de Janeiro, duas instituições de ação social se
destacam. A primeira, fundada em 1906 por Hugh Clarence Tucker, o Instituto Central do Povo,
tem sido pioneira em diversos campos de atuação. A segunda, o Instituto Metodista Ana Gonzaga,
fundado em 1932 com o nome de Orfanato Ana Gonzaga, objeto deste site, criada pela visão social
de duas mulheres muito importantes em nossa história, Anna da Conceição Gonzaga e Layonna
Glenn.
O Metodismo e a Educação
O metodismo já nasceu preocupado com a educação, não só nos aspectos religiosos mas também na
formação integral do ser humano. Na visão de Wesley, o conhecimento era “a contrapartida crucial
para a piedade vital”. Por isto, desde o princípio de sua história, os metodistas procuravam dispor
de escolas para ensinar crianças a preparar-se para a vida mas essa preocupação não se restringiu às
crianças. Além da educação básica das crianças, Wesley cuidou do preparo dos pastores e dos
adultos em geral. Como disse Baez Camargo, o metodismo “foi, em ma palavra, o primeiro grande
movimento moderno de educação de adultos e de difusão popular da cultura”. No Brasil, a Igreja
Metodista dispõe de duas universidades e de três Centros Universitários, além de muitos colégios e
instituições, que oferecem ensino de qualidade, do Maternal aos cursos de graduação universitária,
pós-graduação, mestrado e doutorado.
Pequena História do Instituto Metodista Ana Gonzaga
I – O encontro de duas mulheres
A rica história do Orfanato Ana Gonzaga, inaugurado no dia 1º de maio de 1932, é fruto dos sonhos
de duas mulheres que se conheceram com mais de 60 anos mas que desenvolveram uma amizade
muito rica e inspiradora. A primeira delas era Layona Glenn, uma missionária enviada pela Igreja
Metodista dos Estados Unidos para servir ao Brasil, aqui chegada em 1894. Ela deu 39 anos de sua
vida trabalhando no e pelo Brasil. Um dos seus sonhos era um orfanato, uma instituição para
abrigar crianças órfãs ou carentes. Conseguindo aprovação de suas idéias, mas sem recurso
financeiro de nenhuma espécie, coube a ela o encargo de liderar o projeto e arrecadar recursos para
a obra. Isto ocorreu em 1927, quando ela dirigia a escola do Instituto Central do Povo, no Rio de
Janeiro. Como ela mesmo declarou, “poucas pessoas mostravam-se interessadas no projeto”. A
primeira oferta foi do Dr. Antenor Dias, dentista que trabalhou com muita dedicação, por mais de
30 anos, no Instituto Central do Povo. O valor dessa doação foi de 500$000, isto é, na moeda da
época, quinhentos mil réis.
Outro grande amigo do projeto era o Rev. Osório Caire, que era, na época, pastor da Igreja
Metodista de Vila Isabel. Quando em visita ao Instituto Central do Povo (ICP), Layona Glenn lhe
falou da oferta recebida, cujo valor era bem razoável na época. Entusiasmado, o Rev. Osório disse
a Layona que gostaria de apresentar-lhe a uma senhora membro de sua igreja, que era crente
fervorosa, caritativa e bem abastada. “Creio eu” – disse-lhe ele – “que ela será capaz de lhe dar
outro tanto”. Combinaram então que, no dia seguinte, ele a acompanharia à casa de Anna da
Conceição Gonzaga, que morava no bairro da Tijuca.
Caminhando para a visita, o Rev. Osório lhe aconselhou a não fazer qualquer pedido direto mas que
apenas lhe apresentasse os seus planos. Se ela fosse simpática à idéia, haveria de ofertar o quanto
quisesse. Sábio conselho aquele porque, nem de leve, ninguém poderia sequer imaginar o tamanho
do coração de Anna da Conceição Gonzaga.
Apesar de ser uma mulher de recursos, vivia simplesmente, numa casa de vila que tinha um
pequeno jardim e, no muro, uma trepadeira corona regina cobria as pedras com uma profusão de
flores cor de rosa. Como disse Layona Glenn, violetas e amores-perfeitos ladeavam o caminho de
cimento que ia do portão de entrada à porta da casa. As duas flores definiam certamente o caráter
de Anna. A violeta, pela humildade, e o amor-perfeito, que era exatamente o tipo de amor que ela
nutria pelas pessoas.
Sobre a amizade que juntou essas duas mulheres, a própria Layona Glenn testemunhou: “Raras
vezes acontece que duas pessoas estranhas que se encontram nos anos avançados da vida, sintam-se
mútua e irresistivelmente atraídas e formem uma amizade sincera, inabalável e duradoura”. Ela
falava de seu primeiro encontro com Anna Gonzaga. Esta tinha 66 anos e Layona, 61.
Ao apresentar com muita singeleza os planos e mostrar um álbum de fotografias de alguns orfanatos
da Igreja Metodista nos Estados Unidos visitantes foram surpreendidos com uma pergunta feita por
Anna Gonzaga: “A senhora conhece minha fazenda em Inhoaíba?” A visitante respondeu que
conhecia apenas de vista.
– “Pois bem” – continuou ela – “não acha que seria um bom lugar para um orfanato?”
Pensando que Dona Anna Gonzaga queria lhe vender a fazenda para o estabelecimento do orfanato,
Layona respondeu:
– “Sem dúvida, Dona Anna, seria muito apropriada mas não podemos nem sonhar com uma fazenda
tão vasta e de preço tão elevado”.
– “Não estou falando de preço” – insistiu Dona Anna – estou me referindo à localização”.
Sem poder sequer imaginar sua intenção e receando magoá-la , Layona Glenn lhe respondeu
diplomaticamente:
– “Na verdade, Dona Anna, o lugar seria ideal mas nós nem de leve podemos considerar tal coisa,
por estar muito além de nossas possibilidades”.
– “Pois está muito bem” – continuou Anna com naturalidade – “Está muito bem! Vou doar a
fazenda de Inhoaíba para o Orfanato”.
Ao ouvir isto, Layona levou um susto, sem poder acreditar no que ouvira. A expressão do seu rosto
era tão forte que Anna Gonzaga riu muito e, “muito espontaneamente”, fê-la voltar à realidade com
as seguintes palavras:
– Pode crer, Miss Glenn, estou falando sério! Vou doar ao Orfanato minha fazenda de Inhoaíba!”
II – A explicação do milagre
Layona Glenn, já com 83 anos de idade, veio ao Brasil em 1949 para a inauguração do prédio
principal do Orfanato Ana Gonzaga, que ocorreu no dia 7 de setembro daquele ano durante a festa
anual da instituição. Naquele ano o dia 1º de maio caiu num domingo. Para as comemorações, ela
escreveu o livrinho “Dona Anna da Conceição Gonzaga –um tributo de homenagem, por sua amiga
Layona Glenn”.
Os diálogos acima fazem parte da narrativa de Miss Glenn, como era conhecida. O alvo inicial de
sua campanha era arranjar 30 contos de réis para adquirir um sítio modesto para dar início à obra. A
propriedade doada valia na época mais de 1.000 contos de réis, uma verdadeira fortuna.
Anna Gonzaga, que era solteira, estava há muito tempo preocupada com o problema da disposição
que deveria dar aos bens que herdara de seus pais. Pouco antes do encontro das duas, ela orando à
noite, ajoelhada, resolvera dar tudo o que possuía a Deus. Como diz Miss Glenn, “ficou tão
impressionada que, levantando-se dos joelhos, embora sozinha, exclamou em alta voz: ´Vou dar
tudo a Deus, que tudo me deu!´. Continuando, ela declarou aos dois visitantes que estava certa de
que era esta a oportunidade que Deus lhe apresentava para cumprir a promessa feita naquela noite”.
III – Tempo de Preparação
Apesar da generosa oferta de amor, não foi fácil transformar o sonho em realidade. A burocracia
jurídica para a transferência da fazenda demorou muito. Foram necessários alguns anos para a
regularização da propriedade. Ansiosa para espalhar a Boa-Nova de salvação, ela apressou a
fundação da Igreja Metodista em sua fazenda. No dia 31 de julho de 1927, foi inaugurada a “casa de
Oração” da futura Igreja Metodista do Salvador. O trabalho foi organizado pela Igreja Metodista de
Vila Isabel, sendo o Rev. Osório Caire o “pastor a cargo”. Como pregador local, por sugestão de
Anna Gonzaga, foi nomeado Manoel Batista Leite, que mudou-se para Inhoaíba com sua esposa
Violeta para organizar a igreja. Foi nomeado pastor, em outubro daquele ano, das igrejas de
Inhoaíba, Campo Grande e Realengo. Ele nasceu em 1.10.1897, foi aposentado em 5.1.1966 e
faleceu 10.10.1976.
Com novas campanhas financeiras foram obtidos recursos para as obras que eram necessárias para
a instalação do orfanato. Finalmente, no ano de 1932, elas estavam quase ao final. Com
participação de Ana Gonzaga e de Layona Glenn, foi escolhida a pessoa que dirigiria a instituição
de modo permanente. A missão foi dada à professora Amália Andrade, de Juiz de Fora, que mudouse com seu marido Júlio Vieira de Andrade para Inhoaíba. A creche do Instituto Metodista Ana
Gonzaga tem o seu nome. Ele dirigiu, com amor e competência, a instituição até alguns anos mais
da metade do século passado. Foram mais de 20 anos de dedicação e amor pelas crianças.
IV – O sonho se realiza
A inauguração foi marcada para o dia 1º de maio de 1932. Vamos ao relato de Layona Glenn: “a
saúde de D. Anna não permitia que ela fosse a Inhoaíba para tomar parte ativa nos preparativos
mas, de dois em dois dias, eu a visitava, relatava sobre os progressos feitos e consultava sobre os
próximos planos. Era interessante ver-se o seu vivo interesse sobre tudo o que se relacionava com o
Orfanato. Tomava parte em todos os assuntos e discutia-os animadamente. Ficou jubilosa quando
lhe comunicamos que seria possível ter tudo pronto para a festa de inauguração no dia 1º de maio.
Ela se comprometia a estar presente às solenidades embora insistindo que sua parte no programa
devia ser muito modesta, pois não gostava de salientar-se muito”.
Os desígnios de Deus não são os nossos. Como Moisés, que não conseguiu realizar a tarefa de levar
o povo à Terra prometida, Anna Gonzaga também não viu a realização do seu sonho de amor. Na
noite de 14 de março, estando sozinha em sua casa, ela caiu e quebrou uma das pernas, ao tentar
fechar a porta do seu quarto. Não podendo mover-se, gritou por socorro, mas sendo quase onze da
noite, ninguém a ouviu. Afinal, batendo com um sapato no chão, uma vizinha ouviu o barulho e
fosse ver o que era. A demora no seu atendimento foi grande, não só porque não havia telefone
como também porque já era tarde da noite. Finalmente, não se conseguindo nenhum médico para
atendê-la, foi chamado o Posto de Assistência e para ele foi levada pelas três da madrugada. Não
havia médico de plantão e ela ficou deitada sobre uma mesa por muitas horas até receber
atendimento. Só depois de amanhecer é que alguém foi a Inhoaíba a fim de informar Manoel Batista
Leite sobre o acidente. Ele tomou as providências e, embora muito tarde, ela foi internada no
Hospital Evangélico, onde faleceu depois de quinze dias de horrível sofrimento, exatamente no dia
1º de abril. Na mesma tarde foi sepultada no cemitério de São Francisco Xavier, no bairro do Caju,
no jazigo de seu pai.
Admitindo-se que seria de sua vontade não adiar a festa, embora sob tristeza geral, o Orfanato foi
inaugurado no dia previsto, 1º de maio de 1932 na presença de muitas autoridades da Igreja
Metodista. Em homenagem àquela que fora fiel no muito e que havia dado tudo o que tinha para a
realização do seu sonho de amor, o seu nome foi dado à instituição.
V – O retrato de Anna Gonzaga
A exemplo de seu pai, Anna Gonzaga não gostava que tirassem o seu retrato. Uma vez, quando
insistiram muito para que ela se deixasse fotografar, ela disse: “o orfanato será o meu retrato”. O
Instituto Metodista Ana Gonzaga, nome atual da instituição, é, pois, o retrato de sua grande
benfeitora. Essa obra de amor precisa, depois de 72 anos de preciosos serviços, manter-se afinada
com o sonho de Anna da Conceição Gonzaga, para que o seu “retrato” continue claro, bonito,
acolhedor, cumprindo bem as funções para as quais foi idealizado. Essa será, sem dúvida, a melhor
homenagem que a Igreja Metodista e nós, seus membros, podemos fazer em honra de Anna
Gonzaga.
Damos graças a Deus pelas vidas de Anna da Conceição Gonzaga , de Layona Glenn, de Manoel
Batista Leite, de Amália Andrade e de uma legião de pessoas que, com profundo amor, deram o
melhor de si para que o “retrato” de Anna da Conceição Gonzaga se transformasse no que é. Deus
seja louvado por suas vidas inspiradoras.
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