E se você voltar no tempo e livrar tudo que houve de dor e escuridão e substituir por algo melhor? A Teoria Pura do Tempo TPT=F+A+F³+C+A+¬F ou ∏=F5+A3+C Legenda: TPT= teoria pura do tempo; F= foto-trauma; A= agora; C= convicção; ¬= negação; ³= após o primeiro “A” da teoria é seguido três tipos de foto-trauma; ∏= teoria pura do tempo; F5= significa que na teoria tem cinco tipos de “foto-trauma”; A3= significa que tem três tipos de “agora” na teoria; += é sinônimo fazer -= é sinônimo de não fazer A Estrutura da Teoria Foto do Trauma + Agora (Presente) Importância da Foto + Cria Nova Fotografia + Repetição do Agora e da Nova Fotografia + Convicção + Viver Somente no Agora + Negligenciar Visualização Futura da Foto-Trauma -Na prática como as informações acima funciona- A teoria pura do tempo tenta refazer uma nova realidade a partir da mudança - via espaço-tempo que nosso inconsciente sofre -. Vamos aos elementos da teoria e seus conceitos gerais: Foto do Trauma: 1º elemento da teoria. Levando em consideração que a pessoa que usar está teoria tenha mais de dez anos de idade, ela terá que entender que nosso processo mental dos cinco aos dez anos de idade registra de forma muito clara em nosso subconsciente, onde este é uma máquina registradora de tudo que acontece em nossas vidas, a partir do momento em que nascemos até morrermos, gravando tudo o que acontece em nossas vidas e registrando de forma clara, onde lembraremos se preciso for, para o resto de nossas vidas, sejam situações boas ou ruins. Como a teoria é usada para que seja substituída uma lembrança não boa, se faz valer o primeiro processo ou atitude para se chegar ao objetivo – mudar a lembrança -. Aquele que pôr a teoria em sua máxima terá que lembrar o que o faz ter uma dor (dor emocional) ou situação ruim. Nosso subconsciente não grava vídeos sobre nossas situações, e sim fotos, milhares de fotos, onde dar-se a impressão de serem vídeos. Está pessoa terá que identificar a(s) foto(s) do(s) exato(s) momento(s), pois podem ser vários traumas, e usar somente está foto para que possa dar continuidade na teoria e sua prática. Agora Presente: 2º elemento da teoria. O agora presente é definido de forma clara pela percepção do presente continuo, onde é aquele que você pensa e logo existe. Está percepção tem que ser rigorosamente correta, pois não pode ser interpretado, mesmo de forma involuntária, o passado. Neste “inside*” não há emoção ou sentimento, somente a razão de presenciar o “agora”, agir como primeira pessoa e ver como terceira pessoa. Após ter a foto do trauma já resolvida, o passo seguinte é ter este “inside*” do agora. Neste “inside*” você terá que analisar como está sua vida no momento, lembrando que a foto do trauma não faz de sua vida um desastre no presente, pois se trata de um ato no passado, você apenas quer substituir o mesmo para não ter mais em seu consciente. Após analisar o momento em qual você se encontra racionalmente, onde este é esperado que seja melhor que a foto-trauma, você irá priorizar está percepção para que a teoria avance e você chegue ao seu objetivo. *inside = dentro Importância da Foto: 3º elemento da teoria. A “importância da foto” é só um “up” no que já foi dito logo acima. Esta importância da foto significa que você terá que priorizar o agora percebido, ressaltando que nosso subconsciente não grava vídeos e sim fotos, como até mesmo do “agora presente”, e, de forma convicta, manter viva mais a foto do presente e não se esquecer de deixar em segundo plano a foto do trauma, pois para que a teoria avance, tem que ter vivo estes dois momentos no nosso consciente – foto do trauma e foto do presente -. Criar Nova Fotografia: 4º elemento da teoria. Antes de definir o conceito em questão, irei dar um conceito sobre o que é “imaginação” que auxiliará a teoria. Imaginação: A Imaginação dentro da nossa mente funciona como uma máquina movida pela intenção consciente do ser. Não podemos imaginar algo sem ter a intenção de fazê-lo. Para imaginar temos que ligar a máquina – intenção - da imaginação, e, por conseguinte, imaginar o objeto almejado, onde o objeto pode ser qualquer coisa. Portanto, usar a imaginação para criar a “nova fotografia”, é de fundamental importância para o sucesso da teoria. Como a teoria está baseada na substituição do trauma por uma “imagem” – foto lembrança – melhor, a criação de uma situação desejada é fundamental para essa nova foto, onde a ferramenta que é usada para se criar está foto é a imaginação. Para esta teoria a imaginação deve ser utópica ou que advenha de algo que para si é magistralmente sublime, com relação a algo que já aconteceu, recapitulando que uma lembrança também é uma foto, onde tanto pode ser ruim (trauma) ou boa (magistral e sublime). Está “nova fotografia” deixa livre a escolha dê: intensidade, valores, ética, se é bom, se é ruim e, sendo assim, é livre para ser exercida. Pode ser um cheiro, som, uma pessoa e/ou qualquer coisa que se tem consciência de existência. Após fazê-la, estruture a imaginação e formalize-a num raciocínio e faça disso um fleche de fotografia, pois é esse o objetivo do 4º elemento. Repetição do Agora e da Nova Fotografia: 5º elemento da teoria. Antes de explicar como este elemento se aplica, irei, de forma didática, demonstrar como estas duas fotografias têm que ser aplicadas juntas, uma vez que o raciocínio mental só nos leva a crer que apenas uma de cada vez é aplicada, levando-se em conta o tempo-espaço, sensibilidade e entendimento. Existe uma reação dinâmica tanto na ação quanto ao agir consciente e automaticamente. Pensamos e agimos numa harmonia onde, neste exato momento, de forma empírica, você está lendo este texto (agir conscientemente, pois tem intenção clara de ler este texto) e, ao mesmo tempo, você está respirando, piscando, etc - agir inconscientemente, pois não precisa dar atenção direta para respirar e piscar, o próprio corpo, automaticamente o faz -; se movendo, concorrentemente, física e mentalmente. No mesmo passo onde agimos consciente e inconscientemente (automaticamente), podemos também, conscientemente, e de forma simultânea, aplicar duas fotografias mentais. É preciso ficar claro que ao usar a teoria, seja esperado que haja vontade real, onde está vontade real é definida pela intenção sublime de mudança, pois para que este elemento seja colocado na prática, é preciso ter em mente consciente as duas fotografias e fazer de cada agora, ou seja, a cada nova fotografia da realidade perceptiva, somente e tão logo as duas fotografias (fotografia do agora e da nova foto). Contudo, este novo agora não pode estar acompanhado de uma crítica ou julgamento e sentimento dualista. Neste cada agora e de forma continua fazer intencionalmente e com um objetivo traçado o uso da foto nova. Convicção: 6º elemento da teoria. Perceba que a teoria é harmônica, cada elemento agindo em conformidade com sua sequência numérica, e não o bastante, este elemento também tem caráter complementar e de fundamental importância. Para explicar como a convicção é dada nesta teoria, antes, vamos ao conceito etimológico da palavra: certeza obtida por fatos ou razões que não deixam dúvidas nem dão lugar a objeção. Ao ver seu significado, dado que este significado é aceito pela massa, ou seja, aceita pela sociedade e subentendida conforme tal. Na teoria, a convicção tem um papel muito importante, pois, segundo a teoria da realidade - R=i.c.a3 -, a crença é peça fundamental para se concretizar a realidade percebida. A convicção tem um papel de crença no que se quer e no que se acredita do ponto de vista da proposição da teoria. Ela (a teoria) tem que ser aceita sem julgamento ético, moral, religioso e racional, ou seja, tem que se encarar como algo transcendental, superando os limites da razão e compreensão, não se pode buscar o significado de acreditar em tal informação – que no caso é a própria teoria -. A sua busca, ou seja, a aplicação da convicção na teoria é plena, assim como é plena a convicção de se estar vivo e não num sonho neste exato momento. Levando em consideração que a teoria é harmônica, irei dar uma noção de como a convicção é aplicada na mesma: fazemos uma fotografia do trauma, em seguida, fazemos uma fotografia do agora, e finalmente fazemos uma fotografia do que queremos, onde substituiremos ante a fotografia do trauma. Fazemos este processo e repetiremos por seguidas vezes, não havendo um numero a se buscar, pois o que vai definir em que agora a fotografia criada deixará de ser aplicada é a convicção que se tem em se aceitar que algo mudou, ou seja, a convicção terá que ser tão grande, que o gatilho para essa transição é a confiança de que se acredita na mudança e/ou substituição. Portanto, não é achar que mudou, e sim, sentir que se mudou; não é ter dúvida quanto à mudança, e sim a certeza que algo mudou; não é encarar o resultado como “será” e sim “é”. Com a convicção você não encara o que há em seu redor como mera miragem, e sim como a certeza de que existe algo que lhe rodeia e que você age harmonicamente para que ambos existam, pois segundo a teoria da realidade, o observador não existe sem um ambiente que lhe forneça informações para que a crença aja e propicie material para que a ação funcione em sua plenitude, assim como um ambiente não existe sem um observador que a garanta e/ou certifique-a que a mesma exista. Viver Somente no Agora: 7º elemento da teoria. Neste momento irei tratar o assunto “agora” com o significado da proposição da teoria, não me fazendo ser especifico quanto ao seu significado, pois é esperado que a pessoa que lê a teoria, já saiba o seu significado. Este elemento, a priori, pode ser paradoxal, quanto a sua aplicação na teoria, mas será dada uma explicação concisa e coerente para que não haja dúvidas quanto a sua veracidade e aplicabilidade. Ao usar o “agora” após a convicção, ante a substituição das fotografias, é essencial que vivamos no agora para o julgamento não acontecer e os sentimentos e/ou emoção não se aflorarem, pois de acordo com “a verdade absoluta” – tópico condicionamento – é entendido que nossos condicionamentos têm, usarei uma metáfora, “baterias antiaérea” contra novos condicionamentos ou a tentativa de se aplicar um descondicionamento. Exemplificando o tema dado, é o mesmo que eu dizer: nós somos feito de átomos, átomos possuí um núcleo, esse núcleo é feito de prótons e sendo contraposto por neutros, onde este é rodeado por elétrons, este núcleo que é feito de prótons e neutros são instáveis, não tendo uma posição fixa, onde é visto um caos entre eles. Sabendo-se que a matéria dos prótons e neutros é caracterizada por “quantuns”, onde estes não se verificam empiricamente, logo se chega a conclusão de que as matérias que acreditamos existir, pelo empirismo, podem dizer que a matéria não existe, logo, tudo que há no mundo não existe. Portanto se eu disser, agora, que você não existe você não irá aceitar este argumento, pois dentro de si, você acredita que existe, mesmo eu provando, através de dados confiavelmente científicos. Seu condicionamento é tão forte quanto ao que foi proposto, que ao propor um novo conceito para um condicionamento já consolidado, sua mente irá, de forma automática, dar vários motivos que você existe, para que não ocorra um caos dentro de si e faça você mudar o que já está consolidado e aceito por você. Diante desse exemplo, o elemento se faz válido, para com sua aplicação na teoria, a eficácia e objetividade do condicionamento da fotonova numa realidade pós-substituição, pois se a teoria trabalha para uma substituição e/ou mudança de crença, sua mente, naturalmente, irá rejeitar e não deixará você aplicar de forma sublime e em toda sua potencialidade a proposição do objetivo da teoria. Negligenciar Visualização Futura da Foto-Trauma: 8º elemento da teoria. A conclusão que é apresentada nesta teoria advém do ultimo elemento, uma vez que já foi esperado que todo processo esteja de forma clara e a acreditada. Este elemento é o mais paradoxal de todos, pois envolve assuntos subjetivos e de difícil compreensão. O objetivo desde elemento é negligenciar a foto-trauma, porém, negligenciar neste caso é simplesmente saber que existe uma força que vem do mundo em geral e que nos envolve dentro dos elementos psicológico ID, EGO e SUPEREGO, e ao atingir o inconsciente, trás para fora o “retorno do recalcado”, ou seja, a fototrauma. Para que fique claro, darei uma explicação alternativa sobre cada um dos elementos mencionados. Antes, pensemos numa estrutura “razão” que há dentro de nós, pois bem, uma parte dela, e dentro desta parte, funciona um trio que chamaremos de “id, ego, superego” e por de trás desta razão está o nosso inconsciente. O objetivo deste elemento é evitar o “retorno do recalcado”. Agora daremos o significado de cada um deles: razão: para termos consciência do que seria razão, vamos usar a obra de Emmanuel Kant “Crítica da Razão Pura” nela Kant nos diz que a razão é uma estrutura – como estrutura simbólica podemos usar como exemplo um tabuleiro de Damas – vazia e dela são feitas a “sensibilidade, entendimento e razão em si”. A sensibilidade é entendida como responsável pela noção de tempo e espaço; o entendimento é entendido como acolhedor das categorias – essas categorias são feitas pelas noções de: qualidade, quantidade, casualidade, finalidade, verdade, falsidade, universalidade e particularidade -; e a razão por si é entendido como funtor da sensibilidade e entendimento, além da noção em si desta estrutura dentro de nós mesmos. Pois bem, o id, ego e superego agem dentro da razão, o ID: é nossa noção sobre nossos instintos primatas, desde sexo, sono, fome, medos entre outros; EGO: o ego é a nossa noção de estar consciente, do agora e da percepção de cada agora; SUPEREGO: o superego é nossa intuição, nosso sexto sentido por assim dizer. O inconsciente transcende a razão, pois ela tem a função de armazenar todas as informações que o mundo nos emana. O retorno do recalcado seria as informações que são lembradas pelo nosso ego – através dos seis sentidos humanos e em forma de foto-trauma - e nos faz vivenciar novamente não só as lembranças, como também, as sensações, sentimentos e emoções; todas estas de forma traumática e nociva. Tendo feito um panorama simbólico e alternativo dos elementos, vamos para a aplicação do oitavo elemento da teoria. A fototrauma vem junto com todo um arsenal de informações que compõe sua estrutura e categorias preenchidas e estão de prontidão para serem impostas ao ego, se preciso for, seja tencional ou intencional, querendo ou não querendo. Negligenciar a foto-trauma, neste caso, seria por então, negar a foto-trauma se a mesma se fizer presente de forma intencional do sujeito.