ii,,i !-;i1i.;
Sffi{ãfiry{:,"1$
il,nan -
Companfria Caboverdiroa de Seguros, SARL
RELATóRIô DE ACTTVTDADES E coNTAS 2014
o
t
lMp AQ
'i
n
ef ïllltt
dn"
/
FrtfrToçío r- oo{Tfrs
,101+
ÌMPAR
- CompdÍìhia Caboverdiana de Seguros, SARIRELA'Í'ORIO DE ACTI!'IDADES E CONTAS 2OI4
RELATORIO E CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2014
INDICE
ORGAOS SOCIAIS
RELATORIO DEACTIVTDADES DO CONSELHO DE ADMIMSTRAÇÃO
I
INTRODUÇAO
II
ENQUADRAMENTOGERAL
III
EVOLUÇAO DA ACTIVIDADE SEGURADORA
IV
EXPLORAÇAO IÌ{DUSTRIAL
V
GESTAO DE MEIOS
VI
ANÁLISE ECONÓ}flCA E F'INANCEIRA
\TI
PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RISULTADOS
\TII
CONSTDERAÇOESF'INAIS
BALANÇO
CONTA DE GANHOS E PERDAS
ANEXOS AOBALANÇO
PARECER DO FISCAL ÚNICO
ÍÌr@AR
-
Companhia Cúoverdiana de
Se
guros, SARL
RELATORIO DE ACTIVIDADES E CONIAS 2014
ORGÃOS SOCIAIS
Assembleia Geral
Alfredo Barbosa F emandes - Presìdente
Francisco Figueiredo Silva Vice-presidente
José Joaquim Lopes da Silva - Prlz eiro Secretario
Jose Paulino Mo desto - Segundo Secreíario
Conselho de Administracão
Corsino António F orïes - Presìdente
Luís Vasconcelo s Lopes - Administrador Delegado
Joaquim Alberto Coimbra - Adminìsírador
Paulo Jorge de Oliveira Lima - Administrador
Diogo Lacerda Machado - Aàninistrador
F
iscal Unico
BDO
-
Representada por António Pina Fonseca
Comissão de Remunerações e Previdência
João Miguel Oliveira Lima - Oligest
Sophie Marcellesi - Hotel Morabeza
João Manuel Lopes da Silva
Vogal
-
-
-
Presidente
Vogal
IMPAR - Companhia Caboverdiana dç Seguros, SARL
RELATORIO DE ACTÌVÌDADES E CONTAS 2OI4
RELATÓRIO DE ACTIVIDADES E CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2014
Seúores Accionistas,
Em consonância com o estabelecido na ki Caboverdiana e nos nossos Estafutos, o
Conselho de Administração da IMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros,
SARL, submete à superior apreciação dos Senhores Accionistas o Relatório de
Actividades e a-s Contas do Exercício Económico de 2O14
I_INTRODUÇAO
A
retração do crescimento da Economia Cabo-verdiana, reflexo da conjuntura
intemacional, cujas consequências tiveram um enfoque especial no Sector privado
nacional, determinou uma nova retração da indústria Seguradora Cabo-verdiana,
confirmando por esta via o arrefecimento da economia nacional.
Consequentemente, ambas Seguradoras viram diminuir a sua carteira de Premios,
embora o efeito erosivo teve uma incidência menor sobre a produção da IMPAR.
A
manutenção dos negócios dos TACV, contribuiu para que> num mercado em
recessão, a nossa quota de mercado evoluísse dois pontos percenütais, passando a
deter 43oÁ do total de prémios produzidos em 2014, continuando-se assim o reforço
do Balanço da Companhia devidamente sustentado por uma excelente performance
técn ica.
A
muito noticiada tragédia do naufrágio do N/M "John Miller" pertencente à
ENACOL marcou a grande srnisfalidade do mercado e contnbuiu de forma decrsiva
para o aumento de
ll%
dos nossos cuslos com sinistros.
Também a manutenção das restrições impostas pelo Banco Central ao Sector banciÍrio
fez com que não houvesse distribuição de Dividendos na Caixa Económica de Cabo
Verde, onde detemos um número razoável de acções, condicionando assim os nossos
resultados.
A funcionalidade e a modemidade do novo e audaz Edificio da Sede Administrativa
da IMPA\ tem merecido excelentes referências por parte da nossa Clientela e pelo
Mercado em geral, demonstrando de forma inequívoca o reforço do prestigio da
IMPA R que esse investimento veio trazer.
Renovou-se o protocolo de Apoio ao Comité Paraolimpico Caboverdiano, bem como
aos principais Municípios do País marcando presença efectiva nos principais eventos
munrcrpars.
,
Todos estes factores tiveram re levante influêncra neste exercício em apreço.
,/
/1t
/
/r?
(-/
.
/)a
/
\ì \
4^
'W
IMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros. SARI.
RELATORIO DE AC'IÌVIDADES E CONIAS 2014
II
_ ENQUADRAMENTO GERAL
2.1 _
AMBIENTE ECONÓMICO INTERNACIONAL
Após uma previsão inicial de abrandamento no ritmo de crescimento, o FMI reviu em
alta as previsões da economia global, apontando para um crescimento de 3,7Yo contra
os 2 ,9Yo de 20 I 3 e os 3 ,2oÁ de 2012 .
A Economia
Chinesa cresceu acima dos 7o/o, tendo o Reino Unido atingido uma
evolução de 3,3oÁ, devendo-se igualmente realçar que o PIB dos Estados Unidos da
América cresceu a uns interessantes 2,2oÁ, compensando assim as performances
menos boas dos BRIC's.
O
crescimento no espaço da moeda única Europeia aíngirâ lYo, embora seja
praticamente inexistente nos Países sob maior pressão financeira, como a Grécia,
Portugal e Espanha. No caso Alemão a sua economia terá crescido acima dos 1,6%.
Continente Africano cresceu a um ritmo superior aos 4,5Vo, fortemente
ìmpulsionado pelo robusto crescimento de 60Á na Africa Ocidental seguida do
crescimento de 5,5To verificado na Africa Subsariana.
O
2.2 - ECONOMIA CABO\'ERDIANA
Muito dependente da Zona Euro, a economia Cabo-verdiana continua a ressentir-se da
conjuntura intemacional e do quase desaparecimento da ajuda pública ao
desenvolvimento, tendo a erupção do Vulcão do Fogo igualmente contribuído para o
um crescimento anémico de cerca de 2To em 2014, de acordo com o previsto pelo
Banco de Cabo Verde.
Apesar
da ligeira recuperação verificaú nos
indicadores
de
Consumo
e
investimentos, a perlormance da Economia Caboverdiana foi afectada pela redução
do Sector chave da nossa Economia o Turismo.
A procura turística diminuiu cerca de 570 em consequência do fim do efeito
provocada pela primavera árabe nos destinos hrrísticos do Egipto e da Tunísia, nossos
competidores no segmento de Sol & Mar.
O aumento das importações de Bens de Consumo, de materiais de transporte bem
como de equipamentos de construção sustentaram o crescimento da Formação Bruta
de Capital Fixo, cujo efeito acabou por ser mitigado pelo eferto da seca verificada em
2014, bem como pelo decréscimo do investimento em consequência da forte redução
dos investimentos públicos.
IMPAR
- Companhia Caboverdiana de Seguros, SARL
RELATORIO DE ACTIVIDADES E CONTAS 2OI4
O aumento significativo do nível de exigências por parte dos bancos agravou as
condições intemas de financiamento do Sector privado, provocando igualmente a
redução dos investimentos Privados.
As previsões paÍa 2015 indicam um crescimento do PIB de 2,5Yo com uma a taxa de
inflação de I,5o/o.
2.3_MERCADO SEGURADOR
O mercado Segurador Caboverdiano regrediu pelo terceiro ano consecutivo, tendo a
produção total nacional baixando 5% atingido os 2.036.030 contos, confa os
2.147.391 contos de 2013 e os 2.185 .252 çonïos produzidos em2}12.
A
quebra no ramo Vida associada à diminuição do volume de negócios aéreos
provocada pela venda do Boeing 737 e pelo lay-up do ATR 42, contribuíraÍn
significativamente para esta contração verificada.
Os Custos com Sinistros do mercado cabo-verdiano de Seguros totalizaram o
montante de 618.666 contos, contra os 688.429 contos de 2013, cabendo à IMPAR o
montante de 281 .704 contos.
III * ACTIVIDADE SEGURADORA DA IMPAR
A queda do Ramo Vida, foi o principal indutor da ligeira diminuição de 0,84%
da
Carteira da IMPA\ tendo os prémios de seguro directo dos Ramos Vida e Não Vida
atingido os 874.45 I contos contra 881 .890 contos de 2013.
Em consequência da jâ referida forte redução do Vida Financeiro, o Ramo Vida
registou um decréscimo de l6% passando a valer 50.898 Contos contra 60.912 contos
do ano anterior, passando a valer apenas 5,8% do total da Carteira.
-
Vida manteve um volume de prémios muito similar ao do ano anterior
atingindo os 823.554 contos confa os 820.878 contos da anuidade anterior,
representando um crescimento de 0,33oÁ.
O Ramo Não
ÌMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros- SARL
RELATORIO DE ACTIVIDÀDIS E CONTAS 20 ]4
IV
-
EXPLORAÇAO TNDUSTRTAL
4.I -RAMOVIDA
Na já referida diminuição do Vida Financeiro, verificou-se uma queda de 16Yo na
Carteira, tendo o Seguro de Vida Temporiirio reduzido apenas ZYo em comparação
com a perfbÍïnance de 2013.
A sinistralidade do Ramo Vida circunscreveu-se aos resgates do Vida Financeiro, não
havendo neúum sinistro a repoÍar no Vida Puro.
4.2
RAMOS NÃO VIDA
Acidentes e Doença
A produção registou uma excelente performance registando-se um aumento de 2370
dos prémios, os quais atingiram os 144.177 contos, confa os 117.703 contos da
anuidade anterlor.
Verificou-se uma forte redução da sinistralidade deste ramo a qual atingiu os 5.797
contos contra os 32.366 contos de 2013.
Incêndio
e
Outros Danos
A perda dos negócios da ASA referente a todos os AeropoÍos do Pais provocou
queda de 26Yo na produção deste ramo, pâssando a valer i
157.779 contos de 201 3.
a
16.455 contos, contra os
A
anormal ocoÍrência de um conjunto de sinistros de média dimensão, com os
Equipamentos da ENAPOR, fez com que houvesse neste Ramo um aumento
significativo dos custos com sìnistros os quais atrngiram os 23.293 contos contra os
5.034 contos de 201,3.
A
utomóvel
Continuou a ser área de focalização da agressividade comercial da nossa concorrente,
a qual reduziu de forma significativa o seu tarifario tendo os prémios emitidos
registado uma diminuição de 9%o totalizando os 284.502 contos contra os 312.209
contos do ano passado. O peso relativo do Automóvel na carteira foi de apenas 33%
contra os 3 5% da anuidade anterior.
Como corolário da nossa cuidada subscrição dos ri'scos, os custos com stnlstros
voltaram a diminuir, desta vez cerca de 19%o, atingindo os 136.991 contos contra
168.271 contos de 2013.
IMPAR - Comparüia Cúoverdiana de Seguros, SARL
RELATORIO DE ACTÌ\ìDADES E CONIAS 2014
Transportes
A manutenção por mais 8 meses dos negócios da aviação garantiu o crescimento de
15% dos prémios neste Segmento. os quais atingrram o montante de 202.706 contos,
contra os 184.228 contos de 2013.
Porém, o naufrágio do NÀ4 John Miller provocou um astronómico aumento nos
custos com sinistro, que atingiram 136.233contos contm os 5.396 Contos de 2013.
Responsabilidade Civil
A revisão da reclassificação
realizada na anuidade anterior, determinou o aumento
dos prémios aqui registados em 52.181 contos em contraposição com os 28.642
contos da anuidade anterior.
A
sinistralidade neste ramo manteve-se em níveis relativamente inexpressivos,
atingido os 4.691 contos contra os 2.337 contos de 2013.
Diversos
A Produção no Segmento dos Seguros Diversos aumentou 35To em consequência do
reforço das cauções aduaneiras, especialmente as dos Entrepostos Petrolíferos
passando a valeÍ 12.930 contos contra os 9.549 contos da anuidade anterior.
O efeito do reembolso dos sinistros de 2O13 anulou uma parte das consequèncias de
novos sinisfos de caução das Agências de Viagem ocorridos nesta anuidade, gerando
uma recuperação de 2.721 contos.
4.3 _
RISSEGURO CEDIDO
A perda do concurso da ASA cuja cedência em Resseguro
era bastante elevada fez
com que os Custos de Resseguro Cedido baixassem para os 340.352 contos contra os
363 .867 Contos de 201 3.
As melhorias das condições dos Tratados de Resseguro e o alargamento do prazo do
negócio aéreo contribuiÍam paÍz o aumento das Comissões e Participação nos
Resultados de Resseguro Cedido, as quais atingiram os 52.281 contos contra os.
46.90Ì contos da anuidade anterior.
ç, /
ÌMPAR
Comparüia Caboverdinna dc Seguros, SARL
REI,ATÓRIO DE ACTIVIDADT'S E CONTAS 2OI4
Os Tratados de Resseguro foram renovados dentro do mesmo paradigma da anuidade
anterior, com a liderança da MÁPFRE e a participação da R+V, SCOR, Naciorul de
Reaseguros e Tranqui lidnde.
A manutenção da nossa presença no RVS - Encontro Intemacional de Resseguro de
Monte Carlo, vem alargando o nosso leque de soluções para as demandas que
envolvem a necessidade de Resseguro facultaúvo.
V_ GESTAO DE MEIOS
5.1 _ RECTJRSOS
HUMANOS
A rotação de funções entre alguns quadros da Sede Social com enfoque
na Regulação
de Sinistros e Comercial constituiu a principal novidade da anuidade de2014.
Deve-se realçar a consolidação do papel do Gabinete de Recursos Humanos, que
coordenou de lorma e{rcaz e com respostas adequadas todas as demandas recebidas
durante o ano, nomeadamente o Processo de Avaliação de Desempenho.
Na senda da futura constituição do Departamento de Análise de Riscos e reforço da
linha de abrangência da Regulação de sinistros, estiveram em formação junto do
Ressegurador IRB - Brasil RE a Directora de Regulação de Sinistros, bem como um
experiente quadro da companhia.
Realizou-se o importante encontro das Chefias de topo, sobre a égide do
Administrador-Delegado, onde foram identificados os principais desafios e loram
gizadas as melhores acções para cada um deles, com enfoque especial na
reorganização de cada uma das Direções.
As
actividades do Gabinete de Controle Intemo, tem contribuido para,
profilaticamente , induzirmos bons resultados a nivel das operações constantes dos
fl uxogramas defi nidos pela Companhia.
O número de electrvos manteve-se nos 67 Colaboradores.
Em reconhecimento do esforço e empenho individual dos nossos colaboradores
atribui-se o prémio de produtividade, pelo nono ano consecutivo, diminuindo assim o
impacto da erosão do poder de compra dos nossos Colaboradores.
,r ,
/^
/
\,\
t^
lv/
t
IMPAR
- Companhia Cabovcrdiana de Seguros, SARL
REÌ,ATORIO DE AC]]\'IDADES E CONTAS 2OI4
O Balanço Social da IMPAR em2014 ilustra-se da seguinte forma:
EF'ECTWO
N" de Colahoradorer
67
NÍveir de 0ualificacão
'l
Dirigentcs
Ouaúos Superiores
l9
Médios Quadros tntennédios
38
Outris Oualificações
10
sExo
Homens
2l
Mulhcres
46
Idade Média
34 65
Antisuidade Melia
8
Remunera$es
Custo <nm Pessoal
Custo Médio/Colaborador
I 16.951.400
|
.145.543
Movimento de P€3soal
Pcrmanentes
41
Não Permânentes
26
Í.ORMÁÇÃO
Número de D articipantes
59
FormaÇão Intsrna
55
FoÌmaçào Extema
o4
Numeltr de horas em acçòes dc Formaçào
Custo total
r.712
1.332.472
Os custos com o Pessoal cresceram 2,9oÁ praÍicamente em linha com aumento de a
3,2oÁ dos Custos por Natureza, equivalentes a cerca de 7.000 contos.
Deve-se relerir o impacto do aumento das Amortizações em consequêfrcia da
conclusão da nova Sede Administrativa a qual provocou um aumento superior aos
7.000 contos acima referidos.
l*t
IMPAR
- Companhia Caboverdiana de Seguros, SARL
RELATORIO DE ACTI\IDADTJS E CONI'AS 2014
5.2 _ RECURSOS TECNOLOGICOS
Foram aplicados os íecursos necessários para a implementação do processo de
Contabilização Automática, recoÍrendo a Consultadoria especialiuda.
Deu-se igualmente início ao processo de renovação do nosso parque de equipamentos
informáticos, com especial enfase nos principais Escritórios da Companhia, tendo já
em mira o processo digitalizado de gestão documental.
Procedeu-se ao aÌranque do processo da escolha do melhor modelo para a
implementação da plataforma IMPAR para smartphones, visando a facilidade de
acesso e de adesão, rapidez e segurança no acesso à informação e aos produtos da
Comparìhia.
\T _ ANALISE ECONOMICA E FINÂNCEIRA
O nível de custos por nah)Íeza, expurgados das Amortizações e provisões, trveram
uma ligeira redução relativamente à anurdade anterior, em consonância com a
necessária política de forte rigor e criteriosa seleção de custos imposta por um
mercado em retração.
Registou-se igualmente uma diminuição de cerca de 3% do rendimentos dos nossos
investimentos, que acabou por ser compensada pela recuperação extraordinária de
dividas dos anos anlenores.
O aumento das Comissões de Resseguro, aliadas a uma maior participação dos
Resseguradores nos custos com sinistros que foram moderados e muito semelhantes
aos da anuidade anterior, permitirarn manter a boa performance operacional
materializada num resultado líquido de I12.307 contos contra os 111.636 contos da
anuidade anterior.
A
rentabilidade dos nossos Capitais próprios, os quais ultrapassaÍarn pela primeira
vez um milhão de contos, manteve-se nos 117o, preconizando-se nesta anurdade a
distribuição de dividendos de 200$00 por acção, como corolário da boa remuneração
do investimento realLzado pelos nossos accionisus.
t
IMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros, SARL
RELATORIO DE ACTIWDADES E CONTAS 2014
O quadro abaixo indicado apresenta os principais indicadores de Gestão da IMPAR
IMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros, S.a.r.L
Relatório de Gestão 2014
EVOLUçÃO DOS PRINCIPAIS INDICADORÌS DE GESTÃO 2010-201,t
em
20tt
20t0
Premios brutos emitidos
6.998
milhrer
de contôs
2012
2013
2fi14
3',7
837 808
881.890
874.452
Ouota de mercado
Total de crescimento dos premìos
36,0%
35.2o/o
38.3%
41 .0o/o
ll,8o/o
2.tok
5,2%
5,3%
43.0%
-0.84%
hdice de siristralidade
70 801
34.10,.
41 5r/.
28.6%
E\perÌse ratio
23.2%
3t,1Vo
33,'7'i/o
s4 9%
l6t.335
(Ã.40/o
15.2"/í'
30s%
58 2%
142 215
108.263
l Ì0.335
264 329 | .448 42'7
1.389.464
I 483 589
77
Cumbincd ratio
Resultados Líquidos
InvestimerÌtos
1
Quantidade de Empregados
795.7
32.0%
33.0%
65.0%
1t2.307
Ì
578 687
63
62
66
6'7
6',7
rabzrlhador
12333
12.837
12 889
)3162
13.061
Apó1ìccs por trabalhador
530
496
514
522
517
4.446
5.556
5.478
5.509
5 492
1io/õ
Prsmios por
'I
v4Ë pgt l.ubqlh4qt
20v.
18%
1lVi
13%
802.614
929.756
920.052
984 513
20%
t6v.
t2%
n%
11%
Custos de Natu reza-lApó hce
5.7
6.9
7.1
6.7
ó.8
uslos com P!ïsoal/ApóÌice
3.2
1,9
3.7
3.4
3,5
Fomecimentos e ServiÇos Extemos/Apó üce
t.5
ll
2,-l
20
2.1
CobertuÍíì da Margem de Solvéncia
3.1
2,8
3.5
32
Rendibilidade das Vendas
Capitais Própnos
Rentabilidade dos Capitaìs Propnos
C
1
007 362
O conjunto de indicadores de gestão acima
apresentado confirma a nossa eficaz
perfbmance operacional, alicerçada numa sadia carteira de prémios produzindo os
melhores resultados técnicos da Industria seguradora Cabo-verdiarÌa.
O reforço da robustez da IMPAR foi
Solvôncia, a qual atingiu os
3l
consubstanciado pela nossa Margem de
- mais do triplo do mínimo fixado legalmente.
(*
ÌMPAR - Companhia Caboverdiena de Seguros, SARL
RELATÓRIO DE ACTIVIDÂDT'S E CONI'AS 2014
6.1. Análise das cobranças.
No que tange às Cobranças, o ano de 2014 revelou os seguintes indicadores:
Evolução de Cobranças e rcspectivos IndicadoÌ€s
|
ll
- Sâldo de PÍémios do ano AnlerioÍ
- Abâtes dê Prómios
lll
- PÍémios Totais Emitidos no Ano
lV - Máximo Cobrável
- CobÍanca Efectuadas
Vl - Saldo de Receítas por cobrar
Vll - Provisões para Recibos Dor cobraÍ
V
EÍiciência de Cobrancas (V/lV)
Prémios em Cobranca (Vl/lll)
Prazo Málio de CobranÇa (Vl/lll)*365 dias
2010
2011
2012
2013
2014
83.565
68 612
46.488
95.611
75.477
776.998
860.563
806.502
795.537
864.549
837.808
891.350
788,685
88í.890
977 50'l
949 928
902.O24
795.800
68.6'12
53.542
29.085
95.61
154j28
23 926
75.477
40.s86
89%
45.975
81
1
.007
1
874.451
88 '1 75
94%
0/6
92o/o
83%
9%
70Â
11o/o
8o/o
170Â
óz
25
41
2A
64
Apesar da tenacrdade do DepaÍamento do Pós-Vend4 a con1untura económica e os
atrasos na cobrança dos Seguros da Aviação contribuíram para a redução da nossa
perlormance de cobrança a qual baixou para 83Vo contra os 92% de eficácia da
anuidade anteÍior.
ó.2. Investimentos
Os Investimentos da IMPAR totalizaram 1.578.687 contos contra os 1.483.589
contos, Íepresentando um crescimento de 6Yo. A renovação da indicação dado pelo
BCV aos Bancos sobre a não distribuição de dividendos contribuiu para a jâ referida
redução dos rendimentos doS Investimentos os quais atingiram o montante de 36.118
contos contra os 3'l .241contos de 2013.
Manteve-se uma polítrca enquadrada por cnténos de prudência e seleção de activos,
tendo a carteira de investimentos mantido o mesmo perfil da Anuidade anterior.
,Á
,//
/A
//
/
//
I
ì.1
íì
l"-t
\
- Companhia Cúovçrdiaa de Seguros, SARL
RELATORIO DE ACTIVIDADES E CONTAS 2OI4
IMPAR
\TI
_ NOTAL FINAL
ResseguÍadores e aos Profissionais da
Intermediação, o Conselho de Administração apresenta os seus agradecimentos pela
colaboração proficua e leal que dispensaram à Companhia.
Aos nossos Clientes, bem como aos
Um merecido destaque ao colectivo dos Colaboradores pelo empenho e dedicação
postos na superação dos desafios que a Empresa vem enfrentando num mercado em
regressão.
-
Às Entidades Oficiais e à Entidade de Supervisão da Actividade Seguradora, BCV
Banco de Cabo Verde, expressamos o nosso apÍeço pela abertura como tem dado às
questões colocadas pela IMPAR.
Aos Senhores Accionistas, o Conselho de Administração, reafirmando o
seu
compromisso com urna esmerada remuneração do seu investimento, deixa uma
palavra especial, a qual propõe ser mabnalizada na proposta de aumento da
distribuição dos dividendos no valor de cem milhões de Escudos, ou seja, 25Yo do
Capital Social.
Mindelo, 07 de Março de 2015
O Conselho de Administração
Eng" Paulo Jorge
(,. (
- '\_=-<-,\\4r\ r
Dr. Diogo l,acúda Machado
t4
o
I
IMPAIì
BALANÇo, DEMoNSTRAÇÕes op
RESULTADoS r-Íqunos E ANEXos
rxrRcÍcro ECoNoMICo
Mindelo, 22 de Março de 20 I 5
DE 2ot4
q
OE
c--.ôoq
qc9q9
õÕõoóõ
Éd'
dtodd
úrci+N+Nóó
oó.ir+
tsNin.n
N
Q
o6r!4{N.!)
€(t@6o
g
ó
iô
^i
;
+
à Ë+xr!
È
".?E.E.
t
; €Eìõ;.
<3bsà
z>.
3
9
/
\J
È5ãaq
4 x5=õP
o
!o"
/\
'l
Ír
3
e 'eS
ã
sËì
ۍi
.!.'I
g
.,1
E
3 R
88
o
p
-õÊ
>j
4
1,,
EË
eô
õËE
sË'
ED
E
e
a
!,
E
g
+.õ
Nlt
:.s.e
(t
;E EÈ
E!?
!6s
ei8
E<l',l
:ór6õ
='s
ÈçË
à á:t
tlt tò z
a.-. úa t'-/ .
-l .
o
à
ãs
6'3
" E
È
R
I
3È3õ
óo:ú
.:
(g
c
\3
6:-:
É
:
6
o
-
i
ã
È
3 *E
3e
o
= óE
* ì;qs
Ës
s
€EÉã*
:oõ:P
^s
=!
È:Ë
dË Ë3*É*
ãÉ s3 *g;õb
oõ
õ*
eeõõõ
Ê
io
Ë
ãid
;
Ë ËE ã€,
i-E rËÉ.pFËËâsïii
ili ãíçËggcc EË
"Ë
eÌc€Ë
: 33p à;69õe€E;: Ree ëë6ó:
tËËË
ËË*!*
oH.!lr{lJ
:n,"q
:
ÉE#ã.ËËrã=^q
b9õõïF*4eeËË
:i;ËEãËë;çãEEE
iIEËïã;eeeÊ:gg
=
ËEÊ€É Ëì*ËãgãSË*èEEËââEqË
[;ii!
;ËsËËËËãËËËËËÉ;;ËËË
ãc;l#gã ËgÉËsE e eE È Ë ËE e=ÌË s s s s s Ë*g ËË Ë }ss Ëf g i
s A Ë 5 i 5 Ës s 5 sÀã s ã E F È È Ë Ë È Ë : 3ÉÉ s f ê pã
Ë 9.5 E È Ë Fã p Ë -e
3Èrr3:ü
Èe dÈ33;
;>
a
.9üËP
ê;:9
*Ê"a
Ètgf
ob.q9
õ:-c
Ë
gb
ã
Ê
u y
È?
!õ
ll-E
!
!.i9
o
o.
o.s.Ô.-.
\
og
q
t,33t_333a
t_33 3qÈ 33
q
s
E : e >ì
p:s;
E
s &! 9Ë Ë;
PPS .3
5 ;>-*or
E P:;d
9
rl'E:3"-'
o --,Íò
-!--
Ir
,i'.,
;.J
-,:-t
o
.l-or
xs
;e
':o
Õt
q
93
!-
!t
ÓE
sÍ
oè
F@
o
!
,^:^
e-o
oX
P:
.:o
xo
,q
çì
-E
r! õt
lió
ãô
-aR
_:È
o
Nidõ
uo2
-.P
9íE
on
s
E q6
P; q
õ!.ç
E4o
noF\
>o\È
s
o
ë"
;3
Ú)
õü
dg
€Èc6*33
=
jj
õú=õdõõ
>oPúú>>
d
a
:orsH3:a":=
1:
^;ga;íãìí!oo*g
gÊõEHF.$,EEEãÊsH
ËC.EE-E-E-E;ÈÈHàÈ:
op;qgEE9q4;düç
t ; I õ E E E ! - ó= p ; E
[ÈÈÈcÈÈo
sÊ
F
ú-g
e*
=>3ECsç3
Ëe:s€qB
5.s
.ì|
:o
99
ìo-Êg
aú
*
X
=P
Ët Ë
I
.',pIi.
Ëg
;ã
{ã
üË
s
\\
|
g fi
=,"ô:9
õ95Ë.õ
9
ã
sE'tgFg
q @o $ q a
F; gi 3 Ë 3
Ê:
fi
*ÊHEsg
bË*
",9
AE si^ Ët
Ãs
" sã5,ÊË."
E$;ËPËÉesÈ
iio È
vr.^
-E*C ËeË*Ë;ËsEEgË :Ê33*3EËËF
Ësas. €;*sa9Ësgfl5g ËgcHss;ããEë
oõdddddR*óo
Ë;;ËËt;Ë;Ë:;ËcË$Ë;
Ë!,3.33,3
ilffsÈ
õ
--rí
.À
.->
,6
xa 8:
(r:
ge
:
B
B
3
E
- êi
ã 3:
d
rs
áai;
ìÈ
E
q
Ë
õ
i
+
-i
-'ì
I
dtctdÈ.i.\i.nddo'd
d
.iô
N
.
PP
P
t**
sg
; -:
ì:
I3
i3
i
g sã
PÈ
t9
9È
Ê9
g
õõ
;€
E
Fo
fi9
.!
-ì:1
,3Ë
=È
s,5
--g
o
r3i
E E9
=93
g*
!
ï!^
!!v
.-:
E3;
:'.9
íj
.jjg
e e€3:
9X;;
çssË
o{Ë ?
3
ã
óq
!- sèiú ,
g
Ëe
Êa
fi
*Ë
:6
iti:
Éo *4 ;
eo
íI
ú
"
H;t
È
P
Ëb
ücË
:-F *CË
ãutE E;ç
ã9q -pË
Eg Ep€ E=5;":Cç
Ècqqe E ãEq ÈBiÊÊË
È;,
É!€,i3Ëáe3!3
*i gËg !
[ fl *c^ a {i,6..,3ót
;_9õ:.69õ:õ99õ
!i P.
Ë
N 9.9
õHç
t ó=
;€
"'s lR
I €õ
€õ
:
F
ri
ãè
ï
gõ
d
õà
EËËëEËËëËËË=
lg:
!"il3 Íì;
à:;!
P l; i i l: ! '
**s:E+ë,€fliË€
n
È3
i3
F;
o
I
o
o
oo
i
gúõ
o o.!,!: ã lõ a':t
ào E 3'F.óõË
ú õ o a a roé
t-sE
bb: Ë óì-58 ãei É
E 6 i Eü ï
Àdo="=IÈ=..FqJJüt
3 :
Ë
*.38
;sõ q,
ÈÈi cqË €
{
;:;
ãF 6
*iË
Èo
õ"J s:
L
c
oB
a
Ë
ì;
É
Y
ÉÍ
Ì9
+â ï
R
È
"f i
3z o
^
È3 3 iE
€I :3';
iEi
€h
B.ij
e;
*
B: d ã
9
X YA* ;l
r.
Ë
ã
eÀ
óÈ.!êx
i"8 i
õ
ã
6.
g
s$
€i9
õõÈ!ô
o9g
g9õ;-9
"
3 Ì
s". è
! les
É;
:b
i:5
3^
3ï
!::
9õ -*É "e: íi.R -bÈ
sP Io_ÀËë
H
9AI
Ë i,ìi
!rËÉ :EË,EË
te;99ts
-9
!Y
A.
s(
o
3
iP
5"
t'.- ë
=l
EE :
d
õoè
àõd
óã
i:Èõ
9*x-i*ìitIÈ
ore t.
irPÈ{ ë::€PEÉds! !B€tÈ3
9
189; çhih:õ;{5q SiË9Ë;3
oïÈË +ï:igïãsïÈ sï3ts
õ,
õõd!
9iÍi
eÍciiËãfg-ã tgÈ-r=B é
! s " 3!: ïE ; ã g ,: 9: s s- s
É3;Ê9gF 3F:
B
ÃE
;ÊqË;;
-8Ë
E
:
9;
ooúo
óÊ òè i! õii ôôô ú9
õõõõõ
:õat !: !:õõõõiÈÈ
!9Ì'
RF
ï:
!'
=F
g;9H
9
*3
I
RELATORIO DO FISCAL UNICO
ÉXERCICIO ECONOMICO DE 20I4
Mindelo.22 de Março dc 2015
i
.
IBDO
Teii -238 2ó1 32 08
Av.
FaY: -218 261 32 09
CP
arÌvo,
6l
Praìa
^ndrade
lú
ric
RELATÓRO E PARECER DO FISCAL ÚNKO
Senhores Accionistas,
No cumprimento do mandato que V. Exas. nos conferiram e no desempenho das
nossas Íunçfus legaìs e estatutárias, como Fiscat Único, acompanhámos durante o
exercicio de 7O14, a actiüdade da IMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros, 54,
examinámos regularmente os livros, registos contabilisticos e demais documentação,
constâtámos a observância da lei e dos estatutos e obtivemos da Administração os
esclarecimentos, Ínformações e documentos solicitados.
O Retatório e Contas, o Batanço, a Conta de Ganhos e Perdas, o irlapa das Àlterações
da Situação Líquida, a Demonstração dos Fluxos de Caixa e o Anexo às Contas, tidos
em conjunto com o Relatório da BDO, permitem uma adequada compreensão da
situação financeira da Empresa e satisÍazem as disposiçôes legais e estatutárias em
ügor. Os critérios valorimétricos utilizados merecem a nossa concordância.
Assim, somos de parecer:
1 . Que sejam aprovados o Relatório de Gestão, o Balanço, a Conta de Ganhos e
Perdas, o Mapa das Atterações da Situação Líquida, a Demonstraçáb dos Fluxos de
CaÍxa e o Anexo às Contas, apresêntados pelo Conselho de Administração, retativos
ao exercício de 2O14.
2. Que seja aprovada a proposta de aplicaçáo de resultados apresentada peto
Conselho de Administràção.
Mindelo, í 7 de Março de 2015
O FI5CAL ÚNICO
ti.,1r
l
[J." í"^*,-
António José Correia de Pina Fonseca, em representação
de BDO-Auditoria, lmpostos e Consuttoria, Lda.
BDO Âuditon!,lmposto5 e consutrdia, Ldà., 5diedàde For quoiàr, sëdeÀv. ÂndrâdeCoryo,30
do Regrsro coú€r.ìàt !a Prajà sob. núÌìero 6ll, NIF 20o 106 109, capìtèt 250 000 cvE.
À
eDO aldrlona,lmpôstor
llmilàda por saÌãntia.
ê
Ì/(, cP6l
Pràiô - cabo Vdde, R.s'íada nâ corsdràtônâ
aÕnsutìoíã, Ldã., sacledade pòr quôÌã! rêqistndà s càbo verde. é n1d6r0 dà Boo lnt€nationót rìmrrêd. súrêdadê
ê dâ rêdÊ iniêmàttônâl aDO dê rirrias ìn.ì-.Ììêndênlês,
r ía: Íìii
nìgte
RELATORIO DE AUDITORIA
EXERCÍCìO ECONOMICO DE 20I4
Mindclo. 22 dc M:uço dc 2015
.]!i:ì:]
.'i:i:j.
.]:-:i-.
RELATORIO DA BDO
Exmos. Senhores Accionistas da
IMPAR- Companhia Caboverdiana de Seguros, 5A
1. Examinámos as Demonstraçóes Financeiras da IMPAR - Companhia Caboverdiana de
Seguros, SA (adiante designada por IMPAR ou Companhia), que compreendem o Batanço
em 31 de Dezembro de 7014, a Conta de Ganhos e Perdas, o Mapa das Alterações da
Situação Líquida, a Demonstracão dos Fluxos de Caixa e o Anexo às Contas referentes ao
exercício naqueta data, que evidenciam um actìvo líquido de 2 145 291 contos e um
capitat próprio positivo de 1007 362 contos, inctuindo um resuttado líquido positivo de
112 307 contos, cuja etaboração e apresentaçáo é da responsabilidade da Administracão,
A nossa responsabilidade consiste em expressarmos uma opinião sobre as referidas
Demonstraçóes Fínanceiras com base na auditoria que reatizámos2. O nosso exame foi reatizado de acordo com as normas de auditoria geratmente
aceites, as quais requerem que a auditoria seja ptaneada e executada de forma a
obtermos uma razoável segurança sobre se as Demonstracões FÌnanceiras contêm ou não
erros ou omissões significativos. Uma auditoria inctui a verificação, por amostragem, da
documentaçáo de suporte dos vatores e das informacões constantes das Demonstrações
Financeiras. lnctui também a apreciaçáo dos princípios contabilístícos adoptados e das
estimativas mais significativas efectuadas pela Adminìstração, bem como a avaliacão da
apresentação das Demonstrações Financeiras consideradas na sua gtobatidade. É nossa
convicçáo que a auditoria que reatizámos constìtui uma base razoável da nossa opinião.
3. Em nossa opin'iáo, as Demonstraçóes FinanceÍras antes referidas apresentam adequada
e apropriadamente, em todos os aspetos materiatmente retevantes, a situaçáo financeira
da IMPAR - Companhia Caboverdiana de Seguros, SA, em 31 de Dezembro de 20í4, bem
como o resultado das suas operações e ftuxos de caixa referentes ao exercício findo
naqueta data, em conformidade com os princípios contabitísticos geratmente aceites em
Cabo Verde para o sector segurador.
Praia, 17 de Março de 20'í 5
RELATORIO DO ATUÁRìO
EXERCÍCIO ECONOMICO DE 20I4
Mirrdclo. 22 dc Müco dc 2r)15
RELATORIO ATUARIAL
Para se emitir
o parecer actuarial sobre a constituição das provisões
técnicas da
Seguradora IMPAR. no período vigente de O2/O1/2O14 à 31/12/2014, tivemos de
analiçar se ÌodaÍ as constituições encontram-íe em conformidade com o previsto
e aprovado pelo Banco de Cabo Verde, nomeadamente o Parecer nn 11O/78 de
3l de Dezembro, o Aviso ne O5/2O1O e o Decreto Legislatìvo ne O3/2O1O de 17
de Maio, asJim foram avaliadas as provisóes para oi ramos "VIDA" e "NÃO-
VIDA":
PROVISÕES PARÂ
O RÀMO VIDA
As provisões matemáticas, que íoram constituídas para o ramo vida esião de
acordo com o disposto no Aviso ne O5/2O1O e no Decreto Legislativo ne O3/2O1O
de l7 de Maio, estabelecidos, supervisionados e regulados peÌo Banco de Cabo
Verde e o 6overnoprovisóes foram constituídas em conformidade com as bases de cálculo
estabelecidas no reíerido Aviso e Decreto-Legislativo e são de uma forma geral
suficiente para cobrir as provisões de sinistro.
Essas
PROVISOES PÀRA
O RAMO NÃO-VIDA
As provisões técnicas constituídas para este ramo, foram calculadas respeitando
as bases técnicas previstai na lei e ainda em vigor a saber: o Aviso ne O5l2O1O e o
Decreto Legislativo ne O3/2O1O de 17 de Maio, estabelecidos, supervisionados e
regulados pelo Banco de Cabo Verde e o 6overno.
De um modo geral as provisóes técnicas e matemáticas constituídas
são
suficientes para cobrir os sinistros, o que se confirma comparativamente quando
se observa os cálculos e comportamento nos anos anteriorer-
Praia, 24 de Março de 2O14
-/J
iarlos Rocha Dias
- Actuário -
/
-