INSTITUTO DE ENSINO
SUPERIOR
DE
LONDRINA
PROJETO DO CURSO
DE
ENFERMAGEM
2004
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
PROJETO DO CURSO
Concepção do Curso
Os ideais históricos de civilidade, no âmbito da saúde, consolidados
na Constituição Federal de 1988, concretizam-se, na vivência cotidiana da
população brasileira, por intermédio de um crescente entendimento e incorporação
de seus princípios ideológicos e doutrinários, como, também pelo exercício de seus
princípios organizacionais.
Esses ideais têm como referência doutrinária a Reforma Sanitária e
se transformam, na Carta Magna, no Sistema Único de Saúde – SUS - em direito à
saúde, o que significa que cada um e todos os brasileiros devem construir e usufruir
de políticas públicas (econômicas e sociais) que reduzam riscos e agravos à saúde.
Esse direito significa, igualmente, o acesso universal (para todos) e equânime (com
justa igualdade) a serviços e ações de promoção, proteção e recuperação da saúde
(atendimento integral).
O pleno exercício da descentralização e municipalização da saúde
implica aperfeiçoar a gestão dos serviços de saúde no país e a própria organização
do sistema, visto que o município passa a ser, de fato, o responsável imediato pelo
atendimento das necessidades e demandas de saúde da sua população e das
exigências de intervenções saneadoras em seu território. Essa responsabilidade, no
entanto, não exclui o papel da família, da comunidade e dos próprios indivíduos, na
promoção, proteção e recuperação da saúde.
A operacionalização do sistema aponta para uma reordenação do
modelo de atenção à saúde, na medida em que redefine os vínculos dos serviços
com os seus usuários, privilegiando os núcleos familiares e comunitários, criando
assim, condições para uma efetiva participação e controle sociais.
A Atenção à Saúde, que encerra todo o conjunto de ações levadas a
efeito pelo SUS, em todas as esferas de governo, para o atendimento das
demandas pessoais e das exigências ambientais, compreende três campos, a saber:
5
•
O da assistência, em que as atividades são dirigidas às
pessoas, individual ou coletivamente, e que é prestada no âmbito ambulatorial
e hospitalar, bem como em outros espaços, especialmente o domiciliar;
•
O das intervenções ambientais, no seu sentido mais
amplo, incluindo as relações e as condições sanitárias nos ambientes de vida
e de trabalho, o controle de vetores e hospedeiros e a operação de sistemas
de saneamento ambiental;
•
O das políticas externas ao setor saúde, que interferem
nos determinantes sociais do processo saúde-doença das coletividades, de
que
são
partes
importantes
as
questões
relativas
às
políticas
macroeconômicas, ao emprego, à habitação, à educação, ao lazer e à
disponibilidade e qualidade dos alimentos.
Convém ressaltar que as ações de política setorial em saúde, bem
como a formação de recursos humanos são inerentes e integrantes do contexto que
envolve a melhoria da saúde da população.
Por outro lado, entender Educação como bem público, inserida no
campo dos direitos sociais básicos, tratada como prioridade na sociedade brasileira,
significa compreender as Instituições de Ensino Superior (IES) como expressão de
uma sociedade plural, como espaço público de educação e formação de cidadãos
que deve estar a serviço do desenvolvimento do país e, portanto, na busca da
inclusão social.
As IES devem atuar nas comunidades locais, considerando o
contexto sociocultural no qual se inserem, compartilhando saberes e formando
cidadãos capazes de responder aos desafios dessas comunidades, valorizando os
resultados de programações com critérios epidemiológicos e desempenho com
qualidade. Deve ainda, propiciar permanentemente o debate em torno de temas de
interesse social e fundamentalmente contribuir com o desenvolvimento da sociedade
através de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
No entanto, apesar dos intensos debates, múltiplas proposições e
das inovações introduzidas pelos movimentos de mudança na graduação na área da
saúde, a orientação predominante na formação ainda é alheia à organização da
gestão setorial e ao debate crítico sobre os sistemas de estruturação do cuidado à
saúde. As instituições formadoras têm perpetuado modelos os mais conservadores,
centrados na fisiopatologia ou na anátomo-clínica, dependentes de procedimentos e
6
de equipamentos de apoio diagnóstico e terapêutico e limitados às aprendizagens
hospitalares.
No intuito de reorientar as práticas na formação a concepção do
Curso de Graduação em Enfermagem do Instituto de Ensino Superior de Londrina
está alicerçado no tripé:
•
Promoção de mudanças na formação profissional de
modo a aproximá-la dos conceitos e princípios que possibilitarão atenção
integral e humanizada à população brasileira.
•
Adoção da integralidade como eixo da mudança na
formação de graduação.
•
Formação que desenvolva a capacidade de análise crítica
de contextos, que problematize os saberes e as práticas vigentes e que ative
processos de educação permanente no desenvolvimento das competências
específicas de cada trabalho.
Justificativa
A proposta curricular do Curso de Graduação em Enfermagem do
INESUL está fundamentada e justifica-se:
•
Nos princípios da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional –
Lei nº 9.394/96.
•
No atendimento à Resolução CNE/CES nº3 de 07 de novembro de 2001
que instituiu as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em
Enfermagem.
•
Na nova dimensão para o trabalho em saúde que envolverá novos âmbitos
físicos de atuação profissional e novos processos de trabalho: atenção a
família, vigilância à saúde, inclusão social do paciente da saúde mental,
acolhimento, assistência domiciliar, etc.
•
Nas diretrizes e princípios do Programa de Saúde da Família, de grande
inserção social e principal estratégia organizativa da atenção primária no
âmbito do SUS. É orientada pela lógica da territorialização, da vinculação,
responsabilização e do olhar integral sobre o ambiente em suas dimensões
sociais e culturais, onde estão inseridas as famílias e os indivíduos.
7
•
No fortalecimento da capacidade analítica visando à produção contínua e
oportuna
de
evidências
epidemiológicas
que
concorram
para
o
aprimoramento do conhecimento sobre a situação de saúde da população da
região; sobre a magnitude e as tendências históricas dos riscos de adoecer e
morrer; sobre as desigualdades em saúde; e sobre as hipóteses explicativas
para estes cenários;
•
No uso dos dados secundários disponíveis nos sistemas de informação
integrantes do SUS;
•
Na contribuição com a formação, no estado do Paraná, que apresenta valores
abaixo da média publicada no PAHO, Chile 1972, que recomenda
4,5
enfermeiros para cada 10.000 habitantes, sendo a razão do estado de 3,9
enfermeiros por 10.000 habitantes;
•
Nos dados das regiões Sudeste e Sul que concentram maior quantidade de
enfermeiros e médicos empregados do país, respectivamente 68% e 76%. No
entanto, agregam 57% da população brasileira;
•
Nos dados existentes que apontam que o Brasil, assim como outros países
em desenvolvimento, vive a transição epidemiológica, que marca a
diminuição da mortalidade por doenças infecciosas e o aumento da
mortalidade proporcional por doenças crônicas não transmissíveis. Aumenta a
morbimortalidade decorrente da violência, especialmente dos homicídios e
dos acidentes de trânsito. Morrem cerca de 255 mil brasileiros, anualmente,
de doenças cardiovasculares e os agravos relacionados às causas externas
produzem cerca de 120 mil óbitos ao ano e invalidam outros tantos milhares.
Convive-se, hoje, com a recrudescência de endemias como a dengue, nos
centros urbanos, com as dificuldades para controlar outras como a
tuberculose e a malária. A Região Sul é considerada prioridade no Plano de
Erradicação da Hanseníase, que a OMS pactuou como o ano de 2005 para a
erradicação e não estamos nem próximos de atingir a meta. Além disso,
emergem e reemergem outras doenças, tais como a cólera, as doenças
sexualmente transmissíveis e a AIDS;
•
Na urbanização da sociedade brasileira, onde mais de 80% de brasileiros
vivem nas cidades e onde os grandes aglomerados urbanos, metropolitanos
ou não, abrigam mais de 50% da população;
8
•
No envelhecimento populacional que gera novas demandas, cujo atendimento
requer a constante adequação do sistema e dos profissionais de saúde;
•
Na persistência de desigualdades históricas intra e inter-territoriais, entre os
gêneros e raciais com relação a renda, acesso a educação e a saúde. Os
10% mais ricos no Brasil, possuem renda 22 vezes maior do que os 40% mais
pobres. Além disso, entre os 10% mais ricos, 80% possuem domicílio com
saneamento básico, enquanto só 32% dos 40% mais pobres têm esse
benefício. Se tomarmos a educação como base, entre os estudantes de 20 a
24 anos, dos 10% mais ricos 21% são de nível superior, sendo que nos 40%
mais pobres somente 2,6% o são;
•
No modelo de atenção vigente no SUS, que apesar de avançado em seus
princípios orientadores, ainda apresenta uma perspectiva fortemente pautada
nos fundamentos da biomedicina, o que dificultará a longo prazo, sua
sustentabilidade, tanto do ponto de vista financeiro quanto do potencial de
reverter as tendências epidemiológicas dos graves problemas de saúde do
país.
Esses pontos levantados e debatidos na instituição colocam a
necessidade de se delinear estratégias e ações no campo da educação superior,
capazes de apontar a formação de enfermeiros, com o olhar focado na integralidade
e qualificados sem fragmentações e setorializações nas suas ações, tendo como
centro o profissional líder da equipe e a qualidade de vida.
Objetivos
De conformidade com a Resolução CNE/CES nº3 de 07 de
novembro de 2001 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Enfermagem, em especial no Artigo 4º - “A formação do
enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional para o exercício da profissão
com base no rigor científico e intelectual e pautada em princípios éticos.
O profissional deverá ser dotado de conhecimentos nas áreas:
•
Atenção a Saúde:
9
Para desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da
saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. A atual situação epidemiológica
brasileira só pode ser enfrentada, com sucesso, por profissionais que se inserem
no modelo organizado em redes horizontais de atenção à saúde.
•
Tomada de Decisões:
Fundamentar em evidências científicas a capacidade de tomar decisões.
•
Comunicação:
Desenvolver a comunicabilidade na interação com outros profissionais e a
comunidade mantendo a confidencialidade das informações.
•
Liderança:
Buscar o empreendedorismo e posições de liderança, tendo em vista o bem
estar da comunidade e a responsabilidade sanitária.
•
Gestão:
Oportunizar ações para gerenciamento e administração dos recursos físicos e
materiais reconhecendo o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de
política e planejamento em saúde.
•
Educação Permanente:
Estimular a aprendizagem continuada e desenvolver a mobilidade acadêmico/
profissional tanto na sua formação, quanto na sua prática.
O Curso de Enfermagem do Instituto de Ensino Superior de
Londrina tem por filosofia demonstrar condutas coerentes com o princípio de que
toda pessoa tem direito à saúde, o que implica o direito de receber adequada
assistência de enfermagem, reconhecendo que tem o direito de auto-determinação
nas questões de saúde bem como mobilizar recursos necessários para desenvolver
o processo assistencial nas situações que assim o exijam – identificação do
problema pertinente, ajuda na escolha de alternativas, implementação e avaliação
da assistência específica reivindicando a responsabilidade pelo controle total das
atividades que envolvam as decisões, as intervenções ou prescrições sobre os
cuidados de enfermagem.
Princípios Gerais da Proposta Curricular
10
Os princípios filosóficos e sócio-culturais, psicopedagógicos e
metodológicos e o perfil profissional de conclusão nortearam a proposta curricular do
curso.
•
Princípios Filosóficos e Sócio-Culturais
O ser humano é capaz de transformar as condições de sua
existência através de sua visão de mundo que permeia as suas relações sociais,
relações essas que determinam a estrutura de organização e produção da
sociedade. O indivíduo faz parte de um grupo social conforme sua inserção no
processo de produção e esta inserção determina o processo de saúde e doença.
A Enfermagem é uma prática social, política e historicamente
determinada, que visa cuidar do ser humano em todos os ciclos da vida contribuindo
para a promoção, prevenção e reabilitação da saúde.
O enfermeiro, dentro desse paradigma, deve ter responsabilidade
política e profissional e executar um trabalho intencional tornando-se um agente de
transformação social. Para que ele se torne este sujeito, a educação deve ser
entendida como uma prática social e deve contribuir para o desenvolvimento do ser
humano na sua integralidade, possibilitando ações transformadoras na construção
da cidadania.
O
enfermeiro
deverá
desenvolver
o
raciocínio
clínico,
epidemiológico e investigativo, para atuar nas áreas de assistência, gerência,
educação e pesquisa, contribuindo efetivamente para a transformação da realidade.
Assim o conceito maior que deve nortear a concepção do novo
currículo será a defesa da vida, tendo a saúde como direito do cidadão.
Os eixos norteadores do processo de ensino e aprendizagem
serão: a construção da cidadania; o processo saúde e doença; a transformação do
modelo assistencial. A integração entre ensino, serviço e comunidade; a ética e o
humanismo; a associação entre teoria e prática contemplando a ação e reflexão. A
transformação das práticas. A qualidade de assistência. O raciocínio investigativo. O
estudo do homem a partir do núcleo familiar. A avaliação como processo e as
experiências de ensino e aprendizagem estruturadas a partir do adulto para a
criança.
11
•
Princípios Psicológicos e Metodológicos
As pessoas envolvidas no processo educacional são dotadas de
uma identidade com características biológicas, sociais, culturais, afetivas, cognitivas,
comportamentais e políticas que lhes conferem a individualidade. Assim, não
podemos deixar de considerar esse aspecto nem quando abordamos a educação
tampouco, quando pensamos e elaboramos um currículo.
A forma como as pessoas pensam, sentem, como se relacionam
com o seu ambiente social e cultural e como organizam as suas idéias forma sua
estrutura cognitiva. Esta por sua vez interfere no seu processo de aprendizagem e
na construção do seu conhecimento sobre o mundo (SEVERINO, 1994).
PIAGET, apud SAVANI (1994), considera que as estruturas
cognitivas não são construídas no vazio, sofrem determinações tanto do sistema
genético quanto do meio em que vive o sujeito.
Quanto mais clara e organizada for esta estrutura, mais a
aprendizagem e a retenção de assuntos novos serão facilitadas. Ao contrário,
quando é instável, ambígua, e desordenada a estrutura, a aprendizagem será
prejudicada.
É mais fácil para o ser humano compreender as idéias mais gerais
primeiro para depois compreender os detalhes e especificidades. Essa ordem
corresponde à seqüência natural de aquisição de conhecimento pelos seres
humanos, quando se defrontam com algo não familiar ou ignorado. Isso corresponde
à maneira pela qual o conhecimento é representado, organizado e guardado no
sistema cognitivo humano.
Assim, quanto mais lógico e organizado está o conteúdo, mais
significativa é a aprendizagem. Logo, a aprendizagem significativa dá-se quando o
aluno passa por um processo que o torna capaz de traduzir, dar um significado
novo, reproduzir o aprendizado em outras situações.
No Modelo de Ensino de DAVID AUSUBEL, apud RONCA (1980,
p.62), “se o aluno, em cada disciplina, aprende de uma forma significativa este
conteúdo essencial, ele estará apto a utilizá-lo na solução de problemas, e aplicá-lo
em situações novas, e também desenvolver habilidades mais avançadas como a de
análise e síntese.”
12
Para que se efetive o processo de ensino e aprendizagem
proposto, faz-se necessária a adoção de uma metodologia. Entendendo metodologia
como um conjunto de procedimentos e estratégias organizadas intencionalmente, e
que traduzem a concepção filosófica do grupo que a assume, fazemos a opção pela
Metodologia da Problematização.
Através desta metodologia acredita-se que o aluno possa aprender
a pensar criticamente, a desenvolver a capacidade de reconhecer a realidade e seus
problemas, e a se preparar como enfermeiro-cidadão para uma ação transformadora
da prática social.
Perfil Profissional de Conclusão
O Curso de Enfermagem do INESUL terá como perfil do formando
egresso/profissional, o enfermeiro com formação generalista, humanista, crítico e
reflexivo. (Resolução nº03 de 07 de novembro de 2001 Art.3º)
O formando egresso profissional ao concluir o curso estará apto a:
Exercer suas atividades profissionais com a idéia de saúde como cidadania,
promovendo ações integradas de proteção, prevenção, recuperação e reabilitação,
prestando assistência ao cliente considerando os aspectos éticos, com senso de
responsabilidade social e com base no rigor científico e intelectual.
Competências e Habilidades
Deverão ser desenvolvidas durante a formação do enfermeiro as
competências e habilidades requeridas para o exercício da profissão tais como:
•
Atuar profissionalmente,
compreendendo a
natureza
humana
em
suas
dimensões, em suas expressões e fases evolutivas;
•
Incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação
profissional;
•
Desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício
profissional;
13
•
Estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e
as formas de organização social, suas transformações e expressões;
•
Compreender
a
política
de
saúde
no
contexto
das
políticas
sociais,
reconhecendo os perfis epidemiológicos das regiões e utilizar flexibilidade que
permita responder às necessidades singulares e especificidades das regiões;
•
Reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a
garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e
contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos,
exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;
•
Planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde,
considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos
processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento;
•
Intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da
assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à
saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na
perspectiva da integralidade da assistência;
•
Atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do adolescente,
da mulher, do adulto e do idoso;
•
Fomentar estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus
clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de
transformação social;
•
Prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades
apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da
comunidade;
•
Gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com resolutividade,
respeitando os princípios de Ética e de Bioética, Legais e Humanísticos da
profissão, tanto em nível individual como coletivo em todos os âmbitos de
atuação profissional;
•
Ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de
tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de
enfrentar situações em constante mudança;
14
•
Reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde, planejar,
implementar e participar dos programas de formação e qualificação contínua dos
trabalhadores de enfermagem e de saúde;
•
Reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem;
•
Compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de
enfermagem às diferentes demandas dos usuários;
•
Usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação,
quanto de ponta para o cuidar de enfermagem;
•
Atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os
pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico;
•
Desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de
conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;
•
Interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente
desse processo;
•
Utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e
da assistência à saúde;
•
Participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas dos sistemas
de saúde;
•
Assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;
•
Cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e
como enfermeiro; e reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em
atividades de política e planejamento em saúde.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O processo de trabalho em saúde requer do trabalhador da área
mais do que um rol de competências e habilidades.
A OMS propõe que a saúde pode ser definida como “a medida em
que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer
necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente. A saúde é, portanto, vista
como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos
sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo
15
enquanto condição de cidadania” e aponta para certas especificidades no trabalho
dos profissionais da área.
A diversificação dos campos de atuação dos profissionais de Saúde
hoje, com a dessetorização e desfragmentação de suas práticas, à medida que
envolvam modelos de atenção voltados à qualidade de vida, exige dos trabalhadores
uma visão ampliada de saúde.
O reconhecimento da integralidade como diretriz que contemple as
dimensões biológicas, psicológicas e sociais do processo saúde-doença, por meio
de ações que respeitem a integridade e individualidade do ser humano, deverá ser
incorporado, progressivamente, como uma nova cultura de saúde na educação
profissional.
A moderna visão de qualidade em saúde inclui a humanização da
assistência; o respeito à autonomia do paciente/cliente bem como aos seus direitos
como consumidor dos serviços; a satisfação das necessidades e expectativas
individuais do mesmo; a tecnologia em seu sentido mais amplo e valorização da
autonomia das pessoas na gestão das questões da sua saúde.
Partimos dos pressupostos da OMS/Opas, para quem os Sistemas
de Atenção à Saúde devem ser:
o Organizados em redes horizontais de atenção à saúde, a fim de garantir o
acesso a serviços de saúde de boa qualidade;
o Construídos sob a égide da responsabilidade sanitária, adequar-se a
realidade de cada região do país e integrar as ações de proteção e promoção
da saúde, da atenção primária, da atenção secundária e da atenção terciária,
da vigilância em saúde e das políticas de recursos humanos;
o Dirigidos por valores de dignidade humana, equidade, solidariedade e ética
profissional;
o Centrado nas pessoas, permitindo que os cidadãos influenciem os serviços
de saúde e assumam a responsabilidade por sua própria saúde;
o Focados na qualidade, incluindo a relação custo-efetividade;
o Baseados em financiamento sustentável, para permitir a cobertura universal e
o acesso eqüitativo;
o Direcionados para a atenção primária.
Refletindo e Redesenhando Conceitos:
16
Iniciativas como a humanização do atendimento e melhoria dos serviços
hospitalares, através de práticas de acompanhamento domiciliar, trazem à tona a
necessidade de se refletir sobre os níveis de complexidade e níveis de atenção, isto
porque esses níveis são comumente assim relacionados: baixa, média e alta
complexidade, que correspondem aos níveis primário, secundário e terciário,
respectivamente. Na prática, essa tendência pode ser desmistificada, ao se observar
que na própria atenção primária podem ser exigidas habilidades e práticas de alta
complexidade, que reúnem conhecimento de diversos campos, tais como:
antropologia, economia, sociologia, comunicação social e a própria medicina.
Atenção em Saúde: tecnologias X complexidade
Para esta definição o conceito de Mendes parece útil na medida em que estabelece
os níveis de atenção constituídos de diferentes composições tecnológicas referidas
por sua densidade, seu custo e sua viabilidade, para solução de conjuntos
específicos de problemas de saúde de diferentes natureza. Mendes parte do
pressuposto que “os problemas de saúde ocorrem com freqüências relativas
diferentes, variando de intervalo teórico de problemas mais raros até os problemas
mais comuns”. Daí se associa o termo “densidade tecnológica”, pelo qual os
problemas menos freqüentes correspondem a composições tecnológicas mais
densas e, portanto, mais custosas. Se os princípios da regionalização e
hierarquização dos serviços de saúde no âmbito do SUS forem assim concebidos,
isto é, sob a ótica da densidade tecnológica e complexidade assistencial, será
necessário a adoção de lógicas organizativas que estruturem os sistemas de saúde
de maneira a dispor de procedimentos técnicos, em conformidade com a
responsabilidade de cada esfera de governo na condução e execução das ações
assistenciais de saúde, entretanto integrando também a lógica de redes horizontais.
De qualquer maneira, é praticamente inviável que todos os municípios do país sejam
capazes de estruturar e manter todos os níveis de atenção dentro de seus limites
territoriais, como por exemplo os ambulatórios especializados, atenção hospitalar e
sistemas de apoio diagnóstico e terapias de alto custo. Isto não exime o município
da responsabilidade sanitária e da integralidade do sistema em redes horizontais.
Atenção Primária – Conceito
17
A Atenção Primária é um conjunto de intervenções da saúde no
âmbito individual e coletivo que envolve: promoção, prevenção, diagnóstico,
tratamento e reabilitação. É desenvolvida por meio do exercício de práticas
gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas, sob a forma de trabalho em
equipe, dirigidas a populações de territórios (território-processo) bem delimitados,
das quais assumem responsabilidades.
Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, que
devem resolver os problemas de saúde de maior freqüência e relevância das
populações. É o contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde. Orientase pelos princípios da universalidade, acessibilidade (ao sistema), continuidade,
integralidade, responsabilização, humanização, vínculo, equidade e participação
social.
A Atenção Primária deve considerar o sujeito em sua singularidade,
complexidade, integralidade e inserção sócio-cultural e buscar a promoção de sua
saúde, a prevenção e tratamento de doenças e a redução de danos ou de
sofrimentos que possam estar comprometendo suas possibilidades de viver de
modo saudável.
A atenção primária também compartilha características com outros
níveis dos sistemas de saúde: responsabilidade pelo acesso, qualidade e custos;
atenção à prevenção, bem como ao tratamento e a reabilitação e trabalho em
equipe. A atenção primária não é um conjunto de tarefas ou atividades clínicas
exclusivas; virtualmente, todos os tipos de atividades clínicas (como diagnóstico,
prevenção, exames e várias estratégias para o monitoramento clínico) são
características de todos os níveis de atenção.
Em vez disso, a atenção primária é uma abordagem que forma a base e determina o
trabalho de todos os outros níveis dos sistemas de saúde. A atenção primária
aborda os problemas mais comuns na comunidade, oferecendo serviços de
prevenção, cura, e reabilitação para maximizar a saúde e o bem-estar. Ela integra a
atenção quando há mais de um problema de saúde e lida com o contexto no qual a
doença existe e influencia a resposta das pessoas a seus problemas de saúde. É a
atenção que organiza e racionaliza o uso de todos os recursos, tanto básicos como
especializados, direcionados para a promoção, manutenção e melhora da saúde.
18
A atenção primária difere da atenção por consulta, de curta duração (atenção
secundária) e do manejo da enfermidade em longo prazo (atenção terciária) por
várias características. Os pacientes têm acesso direto a uma fonte adequada de
atenção que é continuada ao longo do tempo, para diversos problemas e que inclui a
necessidade de serviços preventivos. É menos hierárquica em sua organização.
Atenção Secundária – Conceito
A Atenção Secundária compreende um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e
hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja
prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a
utilização de recursos tecnológicos de apoio clínico e terapêutico de média
densidade tecnológica, que não justifique a sua oferta em todos os municípios do
país.
Atenção Terciária – Conceito
A Atenção Terciária se traduz na política de atenção de alta densidade tecnológica
e alto custo; na definição de normas nacionais; no controle do cadastro nacional de
prestadores de serviços, na otimização da oferta de serviços, tendo em vista a
otimização dos recursos disponíveis, a garantia de economia de escala e melhor
qualidade.
Embora a atenção primária e outros níveis de atenção muitas vezes compartilhem
atributos, existem diferenças marcantes na maneira como as funções são
realizadas:
o Todos os serviços deveriam ser adequadamente acessíveis, mas na atenção
secundária e terciária deve ser adequado às necessidades e à urgência de
sua situação;
o Na atenção primária, o uso é desencadeado basicamente pelos indivíduos,
enquanto na atenção secundária e terciária o uso é mais frequentemente
desencadeado pelo profissional de atenção à saúde;
o Em relação ao reconhecimento do problema, na atenção primária, estes
problemas e necessidades são muito pouco definidos e diferenciados,
19
enquanto em outros níveis de atenção eles são melhor definidos, porque já
passaram por um “filtro” de definições;
o Na atenção primária, a variedade de serviços deve ser mais ampla, pois ela
deve abranger todos os problemas de saúde que são mais freqüentes na
população, em vez de um subconjunto deles;
o O processo de diagnóstico na atenção primária difere dos outros níveis de
atenção, já que a probabilidade de doenças sérias, a freqüência de testes
para diagnóstico e a prescrição de terapias definitivas são menores na
atenção primária.
Sob esta ótica, no estudo do processo de trabalho do enfermeiro
foram identificados várias competências e habilidades e estas organizadas em
grupos que deram origem a algumas funções e sub-funções. Estas funções e subfunções foram reunidas e ligadas a grandes categorias de ação ou eixos
norteadores e agrupadas em dez módulos para facilitar a sua operacionalização.
O currículo do curso de enfermagem possui três categorias de
ação: Atenção Primária à Saúde, Atenção Secundária à Saúde e Atenção Terciária à
Saúde, na concepção de uma rede horizontal integrada que compartilha atributos,
em que todos os pontos são importantes e formam um contínuo de atenção, mas
que por motivos didáticos, em alguns momentos foram trabalhados individualmente.
Em cada um destes eixos, buscamos levar o aluno a construir conhecimentos,
habilidades e competências, acerca do cuidado ao ser humano como um todo (à
mulher, à criança, ao adolescente, ao adulto e ao idoso), incluindo a saúde mental,
enquanto inclusão social, como recomendou e deliberou a 3ª Conferência de Saúde
Mental. Neste sentido, várias áreas e sub-áreas de conhecimentos se articulam com
esta finalidade.
Neste contexto, procuramos estabelecer algumas funções que,
devido à sua importância e também para efeito de organização, permearam
praticamente todos os módulos do currículo, sempre levando em consideração as
especificidades das áreas nas quais foram aplicadas. Estas funções são as
seguintes: Educação para a saúde; Proteção e Prevenção; Apoio ao Diagnóstico;
Recuperação e reabilitação e Gestão em Saúde
Baseado no exposto, os módulos ficam assim organizados:
•
MÓDULO I – PROFISSÃO ENFERMEIRO
20
Visa discutir as dimensões do processo de trabalho do enfermeiro
na educação, no planejamento da assistência, na gestão de ações de enfermagem,
na atenção de enfermagem individual e coletiva e na pesquisa.
Ao discutir as dimensões do processo de trabalho do enfermeiro,
este módulo busca principalmente, inserir o aluno na profissão, ao mesmo tempo em
que propicia ao aluno, conhecer a realidade e ir construindo desde o primeiro
momento do curso, sua identidade profissional.
•
MÓDULO II, III e IV – ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE I, II E III
Compreende o planejamento, implementação e avaliação da
assistência de enfermagem ao ser humano na sua integralidade: ao homem; à
mulher; à criança e ao adolescente; ao idoso, na saúde mental, na saúde da família,
na assistência às urgências, no campo da atenção primária à saúde. Deve
considerar o sujeito em sua singularidade, complexidade, integralidade e inserção
sócio-cultural e buscar a proteção e promoção de sua saúde, a prevenção e
tratamento de doenças e a redução de danos ou de sofrimentos que possam estar
comprometendo suas possibilidades de viver de modo saudável.
Compreende o planejamento, implementação e avaliação da
assistência de enfermagem na execução das ações básicas de epidemiologia, de
controle de doenças, de controle de zoonoses, vetores e reservatórios e de
ocorrências mórbidas, decorrentes de causas externas, como: acidentes, violências
e outras e execução das ações básicas de vigilância sanitária.
Compreende também as ações estratégicas da atenção primária
abaixo relacionadas:
•
Saúde da Mulher:
o Pré-natal: Diagnóstico da gravidez; cadastramento de gestantes no 1º
trimestre; classificação de risco gestacional desde a 1ª consulta;
suplementação
alimentar
para
gestantes
com
baixo
peso;
Acompanhamento de pré-natal de baixo risco; vacinação antitetânica;
avaliação do puerpério; exames laboratoriais; alimentação e análise de
informação; atividades educativas para promoção da saúde;
21
o Prevenção de câncer de colo de útero e de mama : Rastreamento;
coleta e realização de citologia oncótica;
o Planejamento familiar: consulta de enfermagem; realização de exames
laboratoriais;
educação
em
saúde:
métodos
contraceptivos
e
crescimento
e
sexualidade.
o Ações educativas: vida sedentária; obesidade;
•
Saúde da Criança:
o Vigilância
nutricional:
Acompanhamento
do
desenvolvimento; promoção do aleitamento materno; realização de
exames laboratoriais; combate às carências nutricionais; alimentação dos
sistemas de informação;
o Imunização: realização do esquema vacinal básico de rotina; realização de
campanhas e intensificações; busca ativa de faltosos; alimentação dos
sistemas de informação;
o Assistência às doenças prevalentes na infância (ADPI): assistência às IRA
em menores de 5 anos; assistência às doenças diarréicas em crianças
menores de 5 anos; assistência à outras doenças prevalentes; atividades
educativas de promoção da saúde e prevenção de doenças; realização de
exames laboratoriais;
•
Saúde do Adolescente:
o Educação
em
saúde:
sexualidade;
gravidez
precoce;
doenças
sexualmente transmissíveis; prevenção do uso de drogas; obesidade;
o Transtornos mentais; grupos de drogaditos;
o Estatuto da Criança e do Adolescente;
•
•
•
Saúde do Homem:
o
Prevenção do câncer de próstata;
o
Ações educativas: vida sedentária; obesidade;
Saúde do Idoso:
o
Estatuto do Idoso;
o
Imunização: prevenção de doenças respiratórias;
Controle daTuberculose:
o
Busca ativa de casos;
22
o
Diagnóstico clínico dos casos; Diagnóstico laboratorial e radiológico;
alimentação;
o
Análise do sistema de informação;
o
Tratamento dos casos, atendimento às intercorrências, busca de
faltosos;
o
Medidas preventivas: vacinação com BCG, pesquisa de comunicantes,
quimioprofilaxia e ações educativas;
•
Eliminação da Hanseníase:
o
Busca ativa de casos: identificação de sintomáticos dermatológicos;
o
Diagnóstico clínico dos casos; classificação clínica dos casos;
o
Alimentação e análise dos sistemas de informação;
o
Tratamento supervisionado dos casos: acompanhamento ambulatorial
e domiciliar; avaliação dermato-neurológica; curativos; atendimento de
intercorrências;
o
Controle das incapacidades físicas: avaliação e classificação; aplicação
de técnica simples de prevenção e tratamento das incapacidades;
o
Medidas preventivas: pesquisa de comunicantes; divulgação de sinais
e sintomas da hanseníase e atividades educativas;
•
Controle da Hipertensão:
o
Diagnóstico clínico; busca ativa de casos: visita domiciliar, verificação
de SSVV;
o
Alimentação e análise dos sistemas de informação;
o
Tratamento dos casos: ambulatorial e domiciliar; acompanhamento
domiciliar de pacientes com seqüelas de AVC e outras complicações;
o
Diagnóstico precoce de complicações;
o
Primeiro atendimento de urgência: primeiro atendimento às crises
hipertensivas e outras complicações;
o
Medidas preventivas: ações educativas para controle de risco (
obesidade, vida sedentária, tabagismo) e prevenção de complicações;
•
Controle de Diabetes Mellitus:
o
Investigação em usuários com fatores de risco;
o
Busca ativa de casos: visita domiciliar;
o
Tratamento dos casos: acompanhamento ambulatorial e domiciliar;
educação terapêutica em Diabetes; curativos;
23
o
Monitorização dos níveis de glicose do paciente;
o
Diagnóstico precoce de complicações;
o
Primeiro
atendimento
de
urgência:
primeiro
atendimento
às
complicações agudas e outras intercorrências; acompanhamento
domiciliar;
o
Medidas preventivas e de promoção da saúde: ações educativas sobre
condições de risco ( obesidade, vida sedentária); Acões educativas
para prevenção de complicações ( cuidados com os pés, orientação
nutricional, cessação do tabagismo e alcoolismo; controle dos SSVV e
das dislipidemias); Ações educativas para auto-aplicação de insulina.
•
MÓDULO V, VI e VII – ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE I, II E III
Compreende o planejamento, implementação e avaliação da
assistência de enfermagem ao ser humano na sua integralidade: ao homem, à
mulher, à criança; ao adolescente e ao idoso, no tratamento clínico e cirúrgico, nas
afecções crônico degenerativas, infecto-contagiosas, parasitárias, urgências e
emergências e na saúde mental, voltados para as ações no campo da atenção
secundária à saúde.
As ações e serviços da atenção secundária compreendem as
atividades ambulatórias de apoio diagnóstico e terapêutico e de internação
hospitalar e assistência profissional especializada.
Compreende o planejamento, implementação e avaliação da
assistência de enfermagem na execução das ações de média complexidade em
vigilância sanitária e epidemiologia e controle de zoonoses.
•
MÓDULO VIII, IX e X – ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE I, II E III
Compreende o planejamento, implementação e avaliação da
assistência de enfermagem ao ser humano na sua integralidade: ao homem, à
mulher, à criança; ao adolescente e ao idoso, no tratamento clínico e cirúrgico, nas
doenças crônico-degenerativas, nas doenças infecto-contagiosas, nas emergências
e ao paciente em estado grave, no campo da atenção terciária à saúde, tendo em
vista um campo de atenção de alta densidade tecnológica e alto custo.
24
Compreende também ações e execução da política de sangue e
hemoterapia e serviços ambulatórias e hospitalares de alto custo, laboratório de
referência para controle de qualidade, ações de alta complexidade em vigilância
sanitária e vigilância epidemiológica, central de transplantes, órteses e próteses,
medicamentos e insumos especiais.
MATRIZ CURRICULAR
- Identificação do curso: graduação em Enfermagem (bacharelado);
- N° de vagas: 100 vagas totais anuais;
- N° de turmas: 2( duas ) turmas anuais com entrad a semestral /
campus: Londrina;
- N° de alunos por turmas: 50 ( cinqüenta ) alunos;
- N° máximo de alunos em aulas teóricas: 50 ( cinqü enta ) alunos;
- N° máximo de alunos em atividades práticas: 15 ( quinze ) alunos;
- Turno de funcionamento: majoritariamente diurno (vespertino);
- Regime de matrícula: modular;
- Integralização do curso: mínimo: 4 ( quatro ) anos / máximo: 6
(seis ) anos;
- Carga total do curso: 3.270 horas.
25
INESUL - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE LONDRINA
CURSO: ENFERMAGEM
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – 3270 hr/a
CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO – 680 hr/a
MATRIZ CURRICULAR ENFERMAGEM
MÓDULO
Módulo I
Profissão
Enfermeiro
CH 100h
FUNÇÕES
As dimensões do
processo de trabalho do
enfermeiro
CH
SUBFUNÇÕES
CH
Educação do cliente, comunidade,
equipe de trabalho e formação
profissional
Planejamento da assistência ao paciente
/ cliente
100
100h
Gestão de ações de enfermagem
Pesquisa e implementação de ações
para a saúde
Auditoria e consultoria de serviços
Módulo II
Atenção
Primária à
Saúde I
CH 300h
Educação para saúde I
Módulo IV
150
Recuperação e
Reabilitação I
220
Proteção e prevenção I
60
Recuperação e
reabilitação II
350
Atenção
Primária à
Saúde III
CH 430h
Gestão em saúde I
Processo saúde – doença I
300h
74
Apoio ao diagnóstico I
Módulo III
Atenção
Primária à
Saúde II
CH 430h
226
80
Educação para o autoc
Exame clínico geral e específico I
150h
Exames diagnósticos I
Assistência nas afecções crônicas e/ou
degenerativas I
Assistência nas afecções infectocontagiosas e parasitárias I
280h
Assistência em Saúde Coletiva
Promoção da saúde e segurança no
trabalho, nas ações de saúde e
biossegurança
nas
ações
de
enfermagem I
Assistência em urgências e Primeiros
Socorros
Assistência na saúde mental I
Assistência à saúde da mulher
350h
Assistência à saúde da criança
Assistência à saúde do adolescente
Assistência à saúde do adulto e do idoso
Planejamento, organização e avaliação
do processo de trabalho em saúde I
Planejamento, organização, direção e
avaliação do Processo de trabalho em 80h
enfermagem I
Programa de saúde da família
26
MÓDULO
FUNÇÕES
Educação para saúde II
Módulo V
Atenção
Secundária à
Saúde I
Proteção e prevenção II
CH 430h
Módulo VI
Atenção
Secundária à
Saúde II
CH 430h
Módulo VII
Atenção
Secundária à
Saúde III
CH 220h
Módulo VIII
Atenção
Terciária à
Saúde I
CH 210h
Módulo IX
Atenção
Terciária à
Saúde II
CH 580h
CH
100
330
Recuperação e
Reabilitação III
430
Apoio ao diagnóstico II
90
Gestão em saúde II
130
Educação para saúde
III
70
Proteção
e prevenção III
70
Apoio ao diagnóstico III
70
Recuperação e
reabilitação IV
240
Gestão em Saúde III
340
SUBFUNÇÕES
Processo saúde – doença II
Educação para o autocuidado II
Promoção a saúde e segurança no
trabalho, nas ações de saúde e
biossegurança
nas
ações
de
enfermagem II
Assistência no tratamento clínico da
mulher, criança, adolescente, adulto e
do idoso I
Assistência em tratamento cirúrgico da
mulher, criança, adolescente, adulto e
do idoso I
Assistência nas afecções crônicas e/ou
degenerativas II
Assistência nas afecções infectocontagiosas e parasitárias II
Assistência em situação de urgência e
emergência
da
mulher,
criança,
adolescente, adulto e do idoso I
Assistência na saúde mental II
Exame clínico geral e especializado II
Exames diagnósticos II
Planejamento, organização, execução e
avaliação do Processo de trabalho em
saúde II
Planejamento, organização, execução,
direção e Avaliação do processo de
trabalho em enfermagem II
Processo saúde – doença III
Educação para o autocuidado III
Promoção da saúde e segurança no
trabalho, nas ações de saúde e
biossegurança
nas
ações
de
enfermagem III
Exame clínico geral e específico III
Exames diagnósticos III
Assistência em situação de urgência e
emergência
da
mulher,
criança,
adolescente, adulto e do idoso II
Assistência
da
mulher,
criança,
adolescente, adulto e do idoso em
estado grave
Assistência no tratamento clínico
complexo
da
mulher,
criança,
adolescente, adulto e do idoso II
Assistência em tratamento cirúrgico
complexo
da
mulher,
criança,
adolescente, adulto e do idoso II
Estágio Supervisionado
27
CH
100h
330h
430h
90h
130h
70h
70h
70h
240h
340h
MÓDULO
FUNÇÕES
CH
SUBFUNÇÕES
CH
Planejamento, organização, execução e
avaliação do processo de trabalho em
Módulo X
saúde III
150
150h
Atenção
Planejamento, organização, execução,
Terciária à
Gestão de Saúde IV
direção e Avaliação do processo de
Saúde III
trabalho em enfermagem III
CH 240h
90 Trabalho de Conclusão de Curso
90h
340 Estágio Supervisionado
340h
ATIVIDADES MODULARES
3.030
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
240
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO (CHT)
3.270
ESTÁGIO CURRICULAR (20,7% CHT)
680
MÓDULOS
MODULO I
PROFISSÃO ENFERMEIRO
FUNÇÃO
As Dimensões do Processo de
Trabalho do Enfermeiro
SUB-FUNÇÃO
Educação do cliente/comunidade/equipe de trabalho e
formação profissional
Planejamento da assistência ao paciente/cliente
Gestão de ações de enfermagem
Pesquisa e implementação de ações para a saúde
Auditoria e consultoria de serviços
ÁREAS E SUB-ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Ética, Bioética e Legislação; História da
Enfermagem; Metodologia da Pesquisa;
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, Humanas e Sociais;
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral;
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória;
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
60
40
100
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer a profissão de enfermeiro como um profissional generalista, humanista,
crítico e reflexivo, apto a exercer suas atividades profissionais com a idéia de saúde
como cidadania, promovendo ações integradas de proteção, prevenção, recuperação
e reabilitação;
2. Conhecer a enfermagem como profissão e prática social, historicamente determinada
visando identificar, no perfil do enfermeiro o seu papel de educador do cliente,
comunidade, equipe e formação profissional; na assistência ao cliente, na gestão de
ações de enfermagem, pesquisas e seu papel de auditor e consultor dos serviços de
enfermagem e de saúde;
3. Reconhecer os campos de atuação do enfermeiro
4. Interpretar a Legislação Profissional, reconhecendo normas que respaldam a ação
dos profissionais da área de enfermagem.
5. Conhecer a opção pedagógica que a escola adota.
6. Entender o processo de construção e organização do Sistema Único de Saúde–
SUS;
28
HABILIDADES
1. Identificar o cuidado de enfermagem ao ser humano como objetivo do seu trabalho;
2. Descrever a divisão técnica do trabalho de enfermagem de acordo com a Lei do
Exercício Profissional;
3. Conhecer os aspectos éticos e a regulamentação da atuação profissional.
4. Desenvolver a mensagem, mediante retomada pessoal do texto e raciocínio
personalizado, reelaborando um novo texto, com discussões sobre as idéias do
autor, analisando criticamente.
5. Promover a reflexão acerca da importância da pesquisa na formação e no processo
de trabalho do enfermeiro.
6. Reconhecer o papel do profissional da saúde dentro do SUS.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Ética, Bioética e Legislação.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
10
30
Bases Tecnológicas: Código de Ética da profissão. Lei 7.498/86; Código de deontologia
de enfermagem); Âmbito de atuação profissional e suas atualizações. Princípios de ética,
bioética, moral e valores. Formação do Cidadão e Realidade Brasileira. Ética Profissional.
Prática do enfermeiro e Bioética. Leis que regem o exercício da profissão. Legislação
Sanitária e Vigilância. Código de Defesa do Consumidor. Constituição Federal.
Bibliografia Básica:
FONTINELE, JUNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia:
A B, Goiânia, 2003.127p.( Coleção Curso de Enfermagem).
FONTINELE, JUNIOR, Klinger. Ética e bioética em enfermagem. 2.ed. Goiânia: A B,
2002.155p. (Coleção Curso de Enfermagem)
BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Lei do Exercício Profissional n.7498/86.
BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Código de Ética dos Profissionais de
Enfermagem n. 240/2000.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes
curriculares nacionais para o curso de graduação em enfermagem. Brasília, 2001.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Conselho Nacional de Educação. Câmara de
Educação Básica. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9.394/1996. Brasília,
1996.
VALLS, Álvaro L. M.. O que é ética. 9.ed.reim.Paulo: Brasiliense, 1994. 82p. (Coleção
primeiros passos: 177).
SINGER, Peter. Ética Pratica. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 399p. ( Coleção
biblioteca universal).
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde e direitos humanos. Brasília: Ministério da Saúde,
2004. 200p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Historia da Enfermagem
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
26
20
46
Bases Tecnológicas: História da enfermagem; Enfermagem como profissão e prática
historicamente determinada; Processo ensino aprendizagem. O cuidado como integrante no
perfil profissional do enfermeiro; As dimensões do processo de trabalho do enfermeiro;
Introdução ao Sistema Único de saúde.
29
Bibliografia Básica:
LIRA, Nazareth F. de. História da enfermagem e legislação. 1ª ed. Rio de Janeiro: Cultura
Médica, 1989.
RIZZOTO, Maria Lúcia Frizon. História da enfermagem e sua relação com a saúde
pública. 1ª ed. Goiânia: AB, 1999.
CARRARO, Telma Elisa. Enfermagem e assistência: resgatando Florence Nightingale. 2.
ed. Goiânia: AB, 2001. 118p.
Bibliografia Complementar:
SUS: O que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. São Paulo: Atheneu,
256p.
WESTPHALEN, Mary E. A. Metodologia para a assistência de enfermagem: teorizações,
modelos e subsídios para a prática. Goiânia: AB, 2001. 157p.
WALL, Marilene L. Tecnologias Educativas: subsídios para a assistência de enfermagem a
grupos. Goiânia: AB editora, 2001. 104p.
SCHON. Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. 256p.
BRASIL. Ministério da Saúde. O sus de A a Z:garantindo a saúde nos municípios. Brasília:
Ministério da Saúde , 2005. 344p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Introdução à Metodologia da Pesquisa; Informática;
Língua Portuguesa;
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática Total
14
10
24
Bases Tecnológicas: Processo ensino aprendizagem. Técnicas de Redação, Estudo e
Produção de Textos técnicos e Científicos (relatórios) Normas da ABNT. - Práticas
investigativas;
Bibliografia Básica:
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. ampl.
São Paulo: Cortez, 2002. 335p.
FONTINELE JUNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia:
AB, 2003. 144p.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Introdução à
informática. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
POLIT, Denise F. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. Porto Alegre:
Artmed,2004.487p.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 14.ed.Rio de Janeiro:
Vozes, 2001.117p.
Bibliografia Complementar:
MYNAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed.
São Paulo : Hucitec, 2004. 269p.
MARCONI, Mariana de Andrade. LAKATOS, Eva Maria.
Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisa, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração,
análise e interpretação de dados.. 5. ed. ver. ampl. São Paulo: Atlas, 2002. 282p.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9.ed. São Paulo: Atica, 2002.104p.
FIORIN, Jose Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação.
16.ed.São Paulo: Atica, 2002. 431p.
NORTON, Peter. Introdução a informática. São Paulo: Pearson Education, 1996. 619p.
SCHON, Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. 256p.
30
MÓDULO II
ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE I
FUNÇÃO:
Educação para Saúde I
SUB-FUNÇÃO:
Processo Saúde-Doença I
Educação para o Auto-Cuidado I
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Educação para o Auto-Cuidado; Saúde Coletiva;
Epidemiologia; Biologia Celular; Histologia; Metodologia da Pesquisa; Microbiologia;
Parasitologia.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Biológicas, Exatas, Humanas e Sociais.
FORMA DE OFERTA: Módulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
153
139
300
COMPETÊNCIAS
1. Conhecer e conceituar ser humano, visando compreender suas relações
interpessoais, suas relações com as instituições sociais e com o meio ambiente;
2. Conceituar e discutir atenção primária à saúde, objetivando o conhecimento de
práticas saudáveis de vida, assim como a importância do estímulo ao autocuidado;
3. Reconhecer as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus
condicionantes e determinantes;
4. Analisar sócio-historicamente as políticas públicas de saúde para desenvolver ações
com terminalidade e resolutividade no âmbito da promoção, proteção e prevenção;
HABILIDADES
1. Identificar os elementos que contribuem para a multideterminação do ser humano;
2. Discutir as relações do ser humano no modo de produção e classe social;
3. Identificar os elementos envolvidos no processo saúde-doença;
Sub-Função: Processo Saúde-Doença
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Saúde Coletiva / Epidemiologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatórias
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
60
46
106
Bases Tecnológicas: Saneamento básico e do meio ambiente; Introdução à cadeia de
transmissão de doenças; Prevenção e controle de doenças infecto-contagiosas e
parasitárias; Esquema de imunização nas doenças imunopreviníveis; Epidemiologia; Saúde
coletiva; Políticas de saúde pública; Sistema Único de Saúde; Recursos de saúde
disponíveis na comunidade;
Bibliografia Básica:
ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde–Doença na enfermagem: entre senso
comum e o bom senso. Goiânia: AB Editora, 2002. 178p. (Coleção Curso de Enfermagem).
SUS: O que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. São Paulo: Atheneu,
2005. 256p.
MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004 493p. (Inclui caderno
de exercício).
ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2003. 708p.
FLETCHER, Robert. H.; FLETCHER, Suzanne W.; WAGNER, Edward H. Epidemiologia
31
clínica: elementos essenciais. 3 ed.reim. Porto Alegre: Artmed, 2003, 281p.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli Antonio; CORDONI JUNIOR, Bases da saúde
coletiva. Londrina: UEL, 2001.268p.
ALMEIDA FILHO, Naomar. A ciência da saúde. São Paulo: Hucitec, 2000. 255p. (Saúde
em Debate, 132).
FEUERWERKER, Laura Camargo Macruz. Mudanças na educação médica e residência
médica no Brasil. São Paulo: Hucitec/ Rede Unida, 1998.190p. (Saúde em Debate, 199).
FONTINELE JUNIOR, Klinger. Programa saúde da família (FSF) comentado. Goiânia: AB,
2003. 124p. (Coleção Curso de Enfermagem).
MYNAYO, Maria Cecília S. Os muitos brasis: saúde e população na década de 80. 2. ed.
São Paulo: Hucitec ; Rio de janeiro: Abrasco, 1999. 356p.
Sub-Função: Processo Saúde-Doença
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Biologia Celular
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
26
20
46
Bases Tecnológicas: Métodos de estudo de biologia celular. Noções de células
procariontes. Células eucariontes: estrutura e composição, fisiologia, diferenciação celular.
Cromossomos (estrutura). Ciclo celular.
Bibliografia Básica:
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c 2000. 339p.
DE ROBERTIS JUNIOR, Eduardo. M. F.; HIB, José; PONZIO, Roberto. Biologia celular e
molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2003, 413p.
ALBERTS, Bruce. et al...Biologia molecular da célula. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
1463p.
Bibliografia Complementar:
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,c 2004.488p.
COMARCK, David H. Fundamentos da histologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,c2001. 371p.
GENESER, Finn. Histologia com bases biomeculares. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,c 2000. 615 p.
Sub-Função: Processo Saúde-Doença
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Histologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
26
20
46
Bases Tecnológicas: Tecidos epiteliais de revestimento, tecidos epiteliais glandulares,
características gerais dos tecidos conjuntivos, sangue, tecidos esqueléticos, tecido nervoso
(citologia e histofisiologia), sistema urinário e sistema digestivo.
Bibliografia Básica:
JUNQUEIRA, L. C. CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, c 2004.488p.
COMARCK, David H. Fundamentos da histologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, c 2001. 371p.
32
GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c 2002. 413p.
Bibliografia Complementar:
GENESER, Finn. Histologia com bases biomoleculares. 3 ed. Rio de Janeiro:Guanabara
Koogan, c2003. 615p.
STEVENS, Alan; LOWE, James S. Histologia Humana, 2ª ed. São Paulo: Manole, c 2001.
408p.
DE ROBERTIS JUNIOR, Eduardo M. F.; HIB, José; PONZIO, Roberto. Biologia celular e
molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2003, 413p.
MORISCOT, A. S.; CARNEIRO, José; ABHAHAMSOHN, Paulo Alexandre. Histologia para
fisioterapia e outras áreas da reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c 2004.199p.
STEVENS, Alan; LOWE, James. Histologia humana. 2.ed. São Paulo: Manole, 2001. 408p.
Sub-Função: Processo Saúde-Doença
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-área de Conhecimento: Matemática/Introdução à Bioestatística
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
05
05
10
Bases Tecnológicas: Servir de suporte à área de conhecimento de epidemiologia quando
esta tratar de índices e perfis epidemiológicos. Revisão de matemática básica, regra de três
e porcentagem; Introdução aos elementos de bioestatística;
Bibliografia Básica:
GONÇALVES, Cristina F.Fidelis. Estatística. Londrina: UEL, 2002. 304p.
LAURENTI, Rui. et. al... Estatísticas de saúde. 2. ed.rev.atua. São Paulo: EPU, 2005.214p.
MEDRONHO, Roberto. A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2002. 493p (Inclui caderno
de exercício).
GIOVANI, José ; DANTE, Luis. Matemática. São Paulo: FTD, 2005.
SOUNIS, Emílio. Bioestatística. São Paulo: Mc Graw Hill, 2002.
Bibliografia Complementar:
ROUQUAYROL, Maria. Zélia; ALMEIDA FILHO; Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p.
PAIVA, Manoel. Matemática. São Paulo: Moderna, 1995. 653p. v.1.
PAIVA, Manoel. Matemática. São Paulo: Moderna, 1995. 592p. v.2.
PAIVA, Manoel. Matemática. São Paulo: Moderna, 1995. 656p. v.3.
BUSSAB, Wiltton O.; MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. 4ª ed. São Paulo: Atual,
1987. 321p.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999.410p.
ÁVILA, Geraldo. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro: LTC, c1998.275p.
Sub-Função: Processo Saúde-Doença
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Introdução à Microbiologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
04
04
08
Bases Tecnológicas: Introdução à Microbiologia; Microorganismos causadores de doenças
Bibliografia Básica:
BURTON, Gwendolyn R. W; ENGELKIRK, Paul G. Microbiologia para as ciências da
saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1998. 289p.
33
BARBOSA, Heloiza Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo:
Atheneu, 2005. 196p.
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 632p.
Bibliografia Complementar:
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE Christine L. Microbiologia. 6. ed.reim.
Porto Alegre: Artmed, 2000. 830p. Inclui Cd - Rom.
SILVA, Carlos Henrique Pessoa de Menezes. Bacteriologia : um texto ilustrado. Rio de
Janeiro: Eventos c1999. 531p.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004.984p. Pt. 1.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004. 1785p. Pt. 2.
Sub-Função: Processo Saúde-Doença
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Introdução à Parasitologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
04
04
08
Bases Tecnológicas: Introdução à Parasitologia; Parasitas causadores de doenças
Bibliografia Básica:
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 11.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 493p.
REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c 2002. 379p. Inclui Cd - Rom.
REY, Luís. Parasitologia: parasitas e doenças parasitárias do homem nas américas e
africa . 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2001. 856p. Inclui Cd – Rom.
Bibliografia Complementar:
LUZ NETO, Leonardo Severo da; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar dos. . Microbiologia e
parasitologia. Goiânia: AB, 2003. 97p ( Coleção Curso de Enfermagem).
SILVA, Carlos Henrique Pessoa de Menezes. Bacteriologia : um texto ilustrado. Rio de
Janeiro: Eventos c1999. 531p.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004.984p. Pt. 1.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004. 1785p. Pt. 2.
Sub-Função: Educação para o auto cuidado
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Antropologia Filosófica e Psicologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
06
06
12
Bases Tecnológicas: aspectos antropológicos e filosóficos na determinação do ser
humano; Aspectos psicológicos na determinação do ser humano.
Bibliografia Básica:
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo : Atica, 2002.440p.
GOTO, Roberto. Começos de filosofia. São Paulo: Átomo, 2000. 140p.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1994. 210p.
BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia geral. 15. ed. São Paulo: Ática,
1997. 175p.
34
D’ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvendo a personalidade: enfoque psicodinâmico. 6.ed.
São Paulo: Difel, 1984
Bibliografia Complementar:
COTRIM, Gilberto. Fundamentos de filosofia: histórias e grandes temas 15.ed. reform.
ampl. São Paulo: Saraiva, 2002. 336p.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. São Paulo:Moderna, 2003.439p.
CORDI, Cassiano. et al... Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2000.311p.
PEIXOTO, Adão José. (org.). Filosofia Educação e cidadania. Campinas: Alínea,
2001.235p.
Sub-Função: Educação para o auto cuidado
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Sociologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
16
08
24
Bases Tecnológicas: Saúde e cidadania; Ecologia e cidadania; Estrutura da sociedade
brasileira; Modos de produção; Controle; Estrutura e funcionamento das organizações
sociais;
Bibliografia Básica:
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à sociologia. 2 ed.rev. ampl. São Paulo: Atual,
2000.263p.
DIAS, Reinaldo. Fundamentos de sociologia geral. Campinas: Alínea, 2000.312p.
BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. Rio de Janeiro:
Vozes, 2002. 202p.
Bibliografia Complementar:
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. 5.ed. rev. aum. São Paulo: Atlas, 2000.
210p.
VIEIRA, Evaldo. Democracia e política social. São Paulo: Cortez, 1992. (Coleção
polêmicas do nosso tempo).
FLEURY, Maria Tereza; FISCHER, Rosa Maria (coord.). Cultura e poder nas
organizações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996.170p.
NEGRI, Barjas; GIOVANNI, Geraldo Di. (orgs.). Brasil : radiografia da saúde. Campinas:
UNICAMP, 2001. 585p.
Sub-Função: Educação para o auto cuidado
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Metodologia da Pesquisa
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
06
06
12
Bases Tecnológicas: Etapas da Pesquisa; Elaboração de um Projeto de Pesquisa; Ética na
Pesquisa – Resolução 196/96 do CSN / Comissão de Ética.
Bibliografia Básica:
POLIT, Denise F. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e
utilização. 5.ed.São Paulo: Artmed, 2004. 487p.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. ver. ampl. São
Paulo: Cortez, 2002.335p.
FONTINELE JUNIOR, Klinger. Pesquisa em Saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia:
35
AB, 2003. 127p.
Bibliografia Complementar:
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. São Paulo: Hucitec, 2004. 269p.
SALOMON, Délci Vieira. Como fazer uma monografia. 10.ed.São Paulo; Martins Fontes,
2001. 412.p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria , hipóteses e variáveis e metodologia
jurídica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 289p.
Sub-Função: Educação para o auto cuidado
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Práticas Educativas: Habilidades de enfermagem I
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
08
20
28
Bases Tecnológicas: Higiene e profilaxia; Comunicação e Técnicas de abordagem do
indivíduo; Primeira fase do processo de diagnóstico de enfermagem (histórico, anamnese e
sensibilização para a visualização de pontos problemáticos); Estágio observacional nas
unidades básicas de saúde, reconhecimento da comunidade e áreas de abrangência;
contato com a realidade sanitária local; desenvolvimento de raciocínio crítico-reflexivo
através da observação da realidade, levantamento de pontos problemáticos, reflexão e
discussão.
Bibliografia Básica:
BARROS, Alba Lúcia B. Leite de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002. 272p.
MUSSI, Nair Miyamoto. Técnicas fundamentais de enfermagem. 1. ed. São Paulo: Atheneu,
2003.
MUNARI, Denise. Enfermagem e grupos. 2. ed. Goiânia: AB, 2003.
Bibliografia Complementar
WALL, Marilene Loewen. Tecnologias educativas: subsídios para a assistência de
enfermagem a grupos. Goiânia: AB, 2001. 104p.
ALMEIDA FILHO, Naomar. A ciência da saúde. São Paulo: HUCITEC, 2000, 255p. (Saúde
em Debate, 132).
WESTPHALEN, M.ary. A .;CARRARO, Telma Elisa.(orgs.). Metodología para a asistencia
de enfermagem: teorização, modelos e subsídios para a prática. Goiânia: AB, 2001. 159p.
(Coleção Curso de Enfermagem).
MÓDULO III
ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE II
FUNÇÃO:
SUB-FUNÇÃO:
Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde
Proteção e Prevenção I
e biossegurança nas ações de enfermagem I
Recuperação
e Assistência nas afecções crônicas e/ou degenerativas I
Reabilitação I
Assistência nas afecções infecto-contagiosas e parasitárias I
Assistência em Saúde Coletiva
Apoio ao Diagnóstico I
Exame Clínico Geral e Específico I e Exames diagnósticos I
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Epidemiologia; Saúde Coletiva; Microbiologia;
36
Parasitologia; Imunologia; Patologia. Anatomia Humana; Fisiologia Humana; Enfermagem
Fundamental
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, da Saúde e Biológicas
FORMA DE OFERTA: Módulo/Semestral;
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória;
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
240
190
430
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer e avaliar as conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o
trabalho nesta área, com vistas à sua própria saúde no ambiente profissional
2. Conhecer doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde,
assim como as respectivas ações preventivas;
3. Conhecer os princípios de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e
esterilização, identificando suas características;
4. Conhecer os equipamentos utilizados no processo de esterilização, com ênfase nos
serviços de atenção primária à saúde;
5. Reconhecer a técnica de lavagem das mãos como um dos procedimentos básicos no
controle da infecção;
6. Conhecer as medidas de prevenção e os sinais e sintomas que indiquem patologias
transmissíveis e parasitárias;
7. Conhecer as técnicas de imunização/vacinação e aplicação de imunobiológicos;
8. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo à segurança no trabalho e
biossegurança;
9. Conhecer a estrutura e funcionamento dos sistemas do ser humano, na dimensão
física.
HABILIDADES
1. Desenvolver ações no âmbito da promoção, proteção e prevenção;
2. Promover a utilização de procedimentos e equipamentos adequados de prevenção e
combate ao fogo;
3. Promover a aplicação de princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de
prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os
EPI e EPC;
4. Promover a aplicação de técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos,
físicos e químicos;
5. Promover a aplicação de normas de higiene e biossegurança na realização do
trabalho para proteção do profissional e a do cliente/paciente;
6. Identificar o processo de cuidar em enfermagem em nível individual;
7. Promover cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase nos
serviços de atenção primária à saúde;
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Epidemiologia / Saúde Coletiva
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Vigilância Sanitária; Vigilância Epidemiológica; DST e Aids;
Epidemiologia dos acidentes de trabalho.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli, Antonio; CORDONI JUNIOR, Luiz. (org.).
Bases de saúde coletiva. Londrina: UEL, 2001. 268p.
MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004. 493p.
37
ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2003. 708.
FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzane W.; WAGNER, Eduardo H. Epidemiologia
clínica: elementos essenciais. 3 ed. reim. Porto Alegre: Artmed, 2003. 281 p.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Ministério da Saúde. Guia para profissionais de saúde mental, sexualidade e
DST/AIDS. 1ª ed. Rio de Janeiro: instituto Franco Basaglia, 2002.
Núcleo de estudos em saúde coletiva. Vigilância sanitária. 1ª ed. Belo Horizonte:
Coopmed, 2001.
BRASIL, Implicações éticas no diagnóstico e triagem sorológica do HIV. 1ª ed. Brasília:
Ministério da saúde, 2204.
BRASIL, Ministério da Saúde. Indicadores em DST/HIV/AIDS. 1ª ed. Brasília: Ministério da
Saúde, 2002.
BRASIL, Ministério da Saúde. Diagnóstico sorológico do HIV testes de triagem. 1ª ed.
Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Microbiologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
20
50
Bases Tecnológicas: Microbiologia. Morfologia, citologia e fisiologia bacteriana. Genética
microbiana. antimicrobiana. Relação parasita-hospedeiro. Flora do corpo humano. Cocos
gran positivo e negativos. Bacilos gran negativos e positivos. Microbactérias.
Corinebactérias. Espiroquetas. Riquétsias, clamídias e micoplasmas. Micologia. Virologia.
Ação dos agentes físicos e químicos.
Bibliografia Básica:
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2005. 632p.
BARBOSA, Heloisa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo:
Atheneu, 2005, 196p..
BURTON, Gwendolyn R. W.; ENGELKIRK, Paul G. Microbiologia para as ciências da
saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1998. 289p.
Bibliografia Complementar:
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2. ed. São Paulo:
Atheneu, 2002. 984p. Pt. 1
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2. ed. São Paulo:
Atheneu, 2002.1785p. Pt. 12
ALBERTS, Bruce. et al… Biologia Molecular da célula. 4 ed. Porto Alegre: Artemed, 2004,
1463p
FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; Epidemiologia clínica: elementos
essenciais. 3 ed. reim. Porto Alegre: Artmed, 2003. 281p.
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Parasitologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
20
50
Bases Tecnológicas: Relações parasito hospedeiro. Mecanismos básicos envolvidos na
transmissão de doenças parasitárias. Ciclo vicioso pobreza-doença. Ecologia parasitária.
38
Principais termos técnicos e definições usadas em parasitologia. Ações dos parasitas sobre
os hospedeiros. Principais zoonoses. Estudo dos principais helmintos de interesse médico.
Estudos dos principais protozoários de interesse médico. Noções básicas sobre entomologia
médica. Acidentes ofídicos: considerações gerais. Práticas diagnósticas das principais
infecções.
Bibliografia Básica:
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 11.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 493p.
REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c 2002. 379p. Inclui Cd - Rom.
REY, Luís. Parasitologia: parasitas e doenças parasitárias do homem nas américas e
africa . 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2001. 856p. Inclui Cd – Rom.
Bibliografia Complementar:
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004. 984p. Pt. 1.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004. 1785p. Pt. 2.
LUZ NETO, Leonardo Severo da; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar dos. . Microbiologia e
parasitologia. Goiânia: AB, 2003. 97p ( Coleção Curso de Enfermagem).
ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de . Epidemiologia & saúde. 6.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2003. 708p.
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Imunologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
10
30
Bases Tecnológicas: Fundamentos. Antígenos. Imunoglobulinas. Sistema complemento.
Complexo de histocompatibilidade principal. Sistema linfóide. Interação antígeno-anticorpo
“in vitro”. Cooperação celular. Imunorregulação. Reações de defesa mediado por fagocitose.
Sistema imune de mucosas. Imunodeficiências. Hipersensibilidade. Autoimunidade.
Imunologia de tumores. Mecanismo de imunidade às infecções fúngicas, bacterianas, virais
e parasitárias. Tolerância e imunossupreção. Imunoprofilaxia e imunoterapia. Drogas
imunossupressoras e anti-inflamatórias. Produção de anticorpos;
Bibliografia Básica:
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004.984p. Pt. 1
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2004.1785p. Pt. 2.
FORTE, Wilma Neves. Imunologia básica e aplicada. Porto Alegre : Artmed, 2004. 359p.
ROITT, Ivan; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David. Imunologia. 6 ed. São Paulo: Manole,
2003. 481p.
Bibliografia Complementar:
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7.ed. Porto
Alegre : Artmed, 2005. 632p.
ROITT, Ivan; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David. Imunologia. 6 ed. São Paulo: Manole,
2003. 481p
KUMAR, Vinay. Patologias: bases patológicas das doenças. 7. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2005. 1592p.
39
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Patologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
10
30
Bases Tecnológicas: Introdução à patologia geral. Definição de doença. Homeostasia.
Alterações histológicas, ultraestruturais e bioquímicas das organelas celulares e processos
reversíveis. Processos irreversíveis: abordagem histológica, ultra-estrutural bioquímica.
Distúrbios circulatórios. Inflamação aguda, crônica, reparo. Neoplasia, metaplasia, displasia,
etiopatogenia do câncer.
Bibliografia Básica:
COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
KUMAR, Vinay. Patologia: as bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2005. 1592p.
STEVENS, Alan; LOWE, James S.. Patologia. 2.ed. São Paulo: Manole, 2002, 655p.
Bibliografia Complementar:
GARTNER, Leslie P. HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c 2002. 413p.
ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde - doença na enfermagem : entre o senso
comum e o bom senso. Goiânia: AB, 2002. 178 p. ( Coleção Curso de Enfermagem).
GENESER, Finn. Histologia com bases biomoleculares. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003. 615p.
ALBERTS, Bruce. et al… Biologia molecular da célula. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004,
1463p.
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Anatomia Humana/Enfermagem Fundamental
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
40
34
74
Bases Tecnológicas: estrutura dos sistemas tegumentar, órgãos dos sentidos, locomotor,
circulatório, cárdio-respiratório, nervoso, digestório e geniturinário. Exame físico por
sistemas.
Bibliografia Básica:
NETTER, Frank. H. Atlas de anatomia humana. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 542p.
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana sistêmica e
segmentar. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2005. 671p.
BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2002.
POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2004. 184p.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2001. 1428p.
Bibliografia Complementar:
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana básica. 2. ed. Sao
Paulo: Atheneu, 2005. 184p.
OLIVEIRA, Norival S. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. 105p.
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,c 2000, 417p. v.1
40
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,c 2000, 822p. v.2
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Fisiologia Humana/Enfermagem Fundamental
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
40
36
76
Bases Tecnológicas: funcionamento dos sistemas tegumentar, órgãos dos sentidos,
locomotor, circulatório, cárdio-respiratório, nervoso, digestório e geniturinário. Avaliação do
estado de saúde/doença do ser humano; Introdução à Semiologia e Semiotécnica.
Bibliografia Básica:
AIRES, Margarida de Melo. Fisiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c
1999.934p.
BERNE, Robert M.; LEVY, Matthew N. Fisiologia 4.d. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan,
c2000, 1034p.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John .E. Tratado de Fisiologia Médica. 10. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan,c2002. 973 p.
BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, Norival S. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. 105p.
POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2004. 184p.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2001. 1428p.
Sub-Função: Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e
biossegurança nas ações de enfermagem I
Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Fundamental; Práticas Educativas;
Habilidades de Enfermagem II
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Saúde e segurança no trabalho; Forma de prevenção e fatores de
risco de acidentes de trabalho e infecções; Epidemiologia da morbidade no trabalho; Causas
dos acidentes de trabalho; Legislação pertinente; Manutenção preventiva de materiais e
equipamentos; Ergonomia; Princípios gerais de biossegurança; Higiene e profilaxia;
Métodos e técnicas de limpeza e desinfecção terminal e concorrente; Manuseio, separação
e descarte de resíduos; EPI e EPC; Conceitos de assepsia, antisepsia, desinfecção,
descontaminação e esterilização; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
MUSSI, Nair Miyamoto. et al...Técnicas Fundamentais de Enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2003. 161p.
ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde - Doença na enfermagem: entre o senso
comum e o bom senso. Goiânia: AB, 2002. 178p. ( Coleção Curso de Enfermagem).
HIRATA, Mário Hiroyuki; MANCINI FILHO, Jorge. Manual de biossegurança. São Paulo:
41
Manole, 2002. 495p.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, H.. Boas práticas químicas em biossegurança. São Paulo: Onterciência,
2001. 200p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho. Brasília: Ministério da
Saúde, 2001. 580p.
FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; WAGNER, Eduard H. Epidemiologia
clínica: elementos essenciais. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.281p.
DUL, Jan. WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. 2. ed. ver. ampl. São Paulo:
Edgard Blücher, 2004. 137p.
BRASIL. Secretária da Vigilância em saúde. Biossegurança em laboratório biomédicos e
de microbiologia. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 290p..
MÓDULO IV
ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE III
FUNÇÃO
Recuperação e
Reabilitação I
Gestão em Saúde I
SUB-FUNÇÃO
Assistência em urgências e primeiros socorros
Assistência em saúde mental I
Assistência à saúde da mulher
Assistência à saúde da criança
Assistência à saúde do adolescente
Assistência à saúde do adulto e idoso
Planejamento, organização e avaliação do processo de trabalho
em saúde I
Planejamento, organização, direção e avaliação do processo de
trabalho em enfermagem I
Programa de saúde da família
ÁREAS e SUB-ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; Semiologia e Semiotécnica;
Genética; Embriologia; Nutrição; Epidemiologia; Bioestatística; Anatomia e Fisiologia;
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Biológicas, da Enfermagem e da Saúde
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
230
200
430
COMPETÊNCIAS
1. Conhecer o atendimento de primeiros socorros á vítimas de acidente ou mal súbito
visando manter a vida e prevenir complicações;
2. Conhecer os recursos disponíveis na comunidade de forma a viabilizar o
atendimento de emergência eficaz, o mais rapidamente possível;
3. Conhecer as categorias de transtornos mentais e de comportamento;
4. Conhecer os aspectos bio-psico-social da saúde da mulher, da criança do
adolescente, do adulto e idoso;
5. Conhecer a estrutura e funcionamento dos seguintes sistemas do ser humano, na
dimensão física: Reprodutor e Mamas;
6. Conhecer as fases do ciclo reprodutivo da mulher;
7. Conhecer os aspectos específicos relacionados ao cuidado de enfermagem à
mulher, criança, adolescente, ao adulto e ao idoso, com ênfase na atenção primária
de assistência;
42
8. Conhecer a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os
perfis epidemiológicos das populações, conhecendo suas possibilidades de atuação
como cidadão e como profissional nas questões de saúde;
9. Conhecer o caráter interdisciplinar da área de saúde.
10. Conhecer a estrutura e organização do sistema único de saúde de modo a identificar
o processo de trabalho de enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção
primária à saúde.
11. Conhecer o processo de trabalho na saúde e na enfermagem, com ênfase nos
serviços de atenção primária à saúde.
12. Reconhecer a importância da visão sistêmica do meio ambiente, considerando os
conceitos de eco cidadania, de forma a aplicar princípios de conservação de
recursos renováveis e preservação do meio ambiente no exercício do trabalho em
saúde;
HABILIDADES
1. Identificar o processo de cuidar em enfermagem, em conformidade com os princípios
e diretrizes do SUS;
2. Promover cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase na
atenção primária à saúde;
3. Aproximar-se do processo de cuidar;
4. Identificar os primeiros socorros às vítimas;
5. Promover cuidados de enfermagem que atendam às necessidades básicas do
cliente portador de transtornos mentais, à mulher, criança, adolescente, adulto e
idoso;
6. Participar dos procedimento de pré – natal e puericultura;
7. Participar de ações que promovam o bem estar e melhorem a qualidade de vida da
mulher, da criança,do adolescente e do idoso, com ênfase na atenção primária à
saúde;
8. Detectar o processo de cuidar em enfermagem, em nível individual e coletivo;
9. Observar e participar de projetos de capacitação e avaliação da força de trabalho da
enfermagem;
10. Observar e participar da coleta e organização das informações relativas ao campo de
atuação, com vistas à pesquisa do perfil de saúde da comunidade;
11. Observar e participar do planejamento, organização, implementação e avaliação da
assistência em enfermagem, fundamentado nos princípios científicos;
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Primeiros Socorros / Semiologia e Semiotécnica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Epidemiologia do trauma; Avaliação da vitima e Identificação do
trauma; Técnicas de primeiros socorros, Imobilizações e transportes; Recursos de
atendimento de emergência disponíveis à comunidade; Sistematização da assistência de
enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das
ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Semiologia e semiotécnica
aplicadas ao ser humano com ênfase na atenção primária à saúde. Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
FONTINELE JUNIOR, Klinger; SARQUIS, Sávio Ignácio J.S. Urgências e emergências em
enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 168p.
SZPILMAN, David; AMOEDO, Adilson. Manual básico de afogamento e ressuscitação
cardiorrespiratória. Rio de Janeiro: Revinter, c1995. 39p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de primeiros socorros. FUNASA.
BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.
43
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar:
POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2004. 184p.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2001. 1428p.
MUSSI, Nair Miyamoto. et al...Técnicas fundamentais de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2003.161p.
BARROS, Alba Lúcia Botura Leite de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de
enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2002, 272p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde da Mulher e Gênero
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
24
54
Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado
de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de
atenção primária à saúde; Pré-natal; Saúde da mulher e gênero, saúde reprodutiva e
materna; Gestação; Aleitamento materno; Métodos contraceptivos; Sexualidade e saúde
reprodutiva; Assistência de enfermagem à mulher, nos agravos de saúde, com ênfase na
atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação à mulher,
Legislação especifica; Ensino Clínco.
Bibliografia Básica:
CENTRO LATINO-AMERICANO DE PERINATOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
HUMANO(CLAP). Organização Mundial da Saúde(OPS/OMS). Atenção Pré-Natal ao Parto
de Baixo Risco. Montevidéu: CLAP, 1996.
DE LASCIO, D.; GUARIENTO, A. Obstetrícia normal. 3 ed., São Paulo: Sarvier, 1981.
GONZALES, H. Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia. 2.ed. São Paulo: SENAC,
1999.
NEME, B. Obstetrícia Básica. São Paulo: Sarvier, 1995. 120p.
SALES, J. M. et al… Tratado de assistência pré-natal. São Paulo: ROCA, 1989. 235p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência pré-natal: manual técnico. 3.ed. Brasília:
Ministério da Saúde, 2000. 250p.
BURROUGHS, A. Uma introdução à Enfermagem Materna. 6.ed. Porto Alegre, 1995.
REZENDE, J. Obstetrícia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 450p.
ZIEGEL, E.; GRANLY, M. C. Enfermagem Obstetrícia. 8.ed. Rio de Janeiro :
Interamericana, 1980.360p.
Bibliografia Complementar:
LANG, S. Aleitamento do lactente: cuidados especiais. Santos, 1999.
KING, F. S. Como ajudar as mães a amamentar. Londrina: UEL, 1991. 150p.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Proteção, promoção e apoio ao aleitamento
materno: o papel especial dos serviços materno-infantis. Genebra: OMS,1989.
SILVA, I. A. Amamentar – uma questão de assumir riscos ou garantir benefícios. São
Paulo: Robe Editorial, 1997.
VALDÉS, V. et al. Manejo Clínico da Lactação: Assistência à nutriz e ao lactente. Rio de
Janeiro: Revinter, 1996.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde da Criança
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
44
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
26
56
Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado
de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de
atenção primária à saúde; Assistência integral às doenças prevalentes na infância (ADPI);
Assistência de enfermagem à Criança nos agravos de saúde, com ênfase na atenção
primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação à criança, Legislação
especifica; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
SCHMITZ, E. M. A enfermagem em pediatria e puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu,
1989.
SOUSA, A. L. T. M.; FLÓRIO, A.; KAWAMOTO, E. E. O neonato, a criança e o
adolescente. São Paulo: EPU, 2001. 220p.
COLLET, Neusa.; OLIVEIRA, Beatriz Gonçalves. Enfermagem Pediátrica. Goiânia: AB
Editora, 2000. 200p.
Bibliografia Complementar:
GAIVA, Maria Aparecida Munhoz. ; GOMES, Maria Magda Ferreira. Cuidando do neonato:
uma abordagem de enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 192p.
CENTRO LATINO-AMERICANO DE PERINATOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
HUMANO(CLAP). Organização Pan-americana da Saúde. Organização Mundial da Saúde.
Material de apoio à promoção, proteção e vigilância a saúde da criança. Montevidéu:
CLAP, 1995 – Álbum seriado.
SEGRE, C.; ARMELLINI, P. A.; MARINO, W. T. Recém Nascido. 4.ed. São Paulo: Sarvier,
1995. 248p.
THOMPSON, E.; ASHWILL, J. W. Uma introdução à enfermagem pediátrica. 6.ed. Porto
Alegre: Artemed,1996. 360p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde do Adolescente
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
16
14
30
Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado
de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de
atenção primária à saúde; Crescimento e desenvolvimento do adolescente normal; Estatuto
da criança e do adolescente; Assistência de enfermagem ao adolescente nos agravos de
saúde, com ênfase na atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e
orientação ao adolescente, Legislação especifica; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
MIRANDA, Maria Inês Ferreira de. et al. Políticas públicas sociais para crianças e
adolescentes. Goiânia: AB , 2000. 88p.
SOUSA, A. L. T.M.; FLÓRIO, A.; KAWAMOTO, E. E. O neonato, a criança e o
adolescente. São Paulo: EPU, 2001.
BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto da criança e do adolescente
WALDOW, Vera. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Luzzato, 1998.
Bibliografia Complementar:
CARPENITO, Linda Juall. Plano de cuidados de enfermagem e documentação:
diagnóstico de enfermagem e problemas colaborativos. 2.ed. reim. Porto Alegre: Artmed,
2000. 739p.
CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a
qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996.
ALFARO-LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem : um guia passo
45
a passo. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde do Adulto e Idoso
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
16
14
30
Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado
de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de
atenção primária à saúde; Estatuto do idoso; Assistência de enfermagem ao idoso, nos
agravos de saúde, com ênfase na atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de
proteção e orientação ao idoso, Legislação específica; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
PAPPALÉO, N, M. Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 1996.
CICERO, M. T. Saber envelhecer. Porto Alegre: artmed, 1997.
ROCHAS, S. M. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
SPIRDUSO, Waneen W. Dimensões físicas do envelhecimento. São Paulo: Manole,
2005.482p.
WALDOW, Vera. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Saga Luzzato, 1998.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso.
CARRARO, Telma Elisa; WESTPHALEN, Mary E. A. (orgs). Metodologia para a
assistência de enfermagem: teorização, modelos e subsídios para prática. Goiânia: AB,
2001. 159p.
Diagnósticos de enfermagem NANDA: definições e classificação 2003-2004. Porto Alegre:
Artmed, 2005.300p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde Mental
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
16
14
30
Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado
de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de
atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação ao doente mental,
Legislação específica; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
STEFANELLI, M.C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2. ed. São Paulo: Robe
Editorial, 1993.
KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamin; GREEB, Jack A. Compêndio de psiquiatria:
ciências comportamento e psiquiatria clínica. 7.ed. Porto Alegre: Artemed, 1997.1168p.
LARADA, Gail Wiscarz. Enfermagem psiquiátrica. 4. ed. Reichmann & Affonso Editores,
2002.
Bibliografia Complementar:
WALDOW, Vera. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Luzzato, 1998.
BRASIL. Ministério da saúde. Legislação em saúde mental. 2ª ed. Brasília: Ministério da
saúde, 2002.
BRASIL. Ministério da saúde. Saúde mental no SUS: os centros de atenção
psicossocial. 1ª ed. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
BRASIL. Ministério da saúde. III Conferência em saúde mental. 1ª ed. Brasília: Ministério
da saúde, 2002.
46
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Genética
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
10
10
20
Bases Tecnológicas: Genética. Padrões de transmissão dos genes e das características.
Genética humana. Constituição cromossômica humana normal e anômala. Fatores
genéticos responsáveis pelas malformações humanas. Doenças e genes, técnicas de
diagnóstico, aconselhamento genético. Erros inatos do metabolismo no homem e suas
conseqüências.
Bibliografia Básica:
BORGES – Osório, Maria Regina; ROBINSON, Wanyce Miriam. Genética humana. 2.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2001. 459p.
PIERCE, Benjamim A. Genética: um enfoque conceitual. 1.ed. São Paulo :Guanabara
Koogan,c2004. 758p.
FRASER, F.C.; NORA, J.J. Genética Humana. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.1986
Bibliografia Complementar:
ALBERTS, Bruce. et al… Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004,
1463p.
DE ROBERTIS JUNIOR, Eduardo. M.F.; HIB, José ; PONZIO, Roberto. Biologia celular e
molecular. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 413p.
JUNQUEIRA, L.C. CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000. 339p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Embriologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
10
30
Bases Tecnológicas: Gametogênese; ciclo menstrual; Fecundação; estudo das quatro
primeiras semanas da embriogênese humana, anexos embrionários;. Primeiras fases do
desenvolvimento embrionário: estudo comparativo. Delimitação da forma do embrião.
Diferenciação e destino dos três folhetos germinativos nos cordados. Teratogênese.
Bibliografia Básica:
CARLSON, Bruce M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, c1996, 408p.
MOORE, Keith L. PERSAUD, T.N.V. Embriologia clínica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier
Koogan, 2004, 609p.
SADLER, T. W. Langman embriologia médica. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2005, 354p. Inclui Cd – Rom.
Bibliografia Complementar:
GARCIA, Sonia Maria Lauer de; FERNÁNDEZ, Casimiro García. Embriologia. 2ed. rem.
Porto Alegre: Artmed, 2003. 416p.
MOORE, Keith L.; PERSAUD, T.V.N.; SHIOTA, KOHEI. Atlas colorido de embriologia
clínica. 2.ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan,c 2002. 284p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, c 2000. 339p.
47
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Nutrição
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
10
10
20
Bases Tecnológicas: Perfil nutricional, alimentos, nutrientes, alimentação e saúde,
alimento e nutrição, nutrição nos diferentes ciclos de vida, terapia nutricional, interação
droga-nutriente; Composição do leite materno.
Bibliografia Básica:
KRAUSE, L. et al... Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2000.150p.
MACARDLE, William E. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano.
5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2002. 310p.
LONCHA JUNIOR, Antonio Herbert. Nutrição e metabolismo aplicados à atividade
motora. São Paulo: Atheneu, 2004. 194p.
PECKENPAUGH, Nancy; POLEMAN, Charlotte. Nutrição, essência e dietoterapia. São
Paulo: Artmed, 1997. 100p.
Bibliografia Complementar:
WOLENSKY, Ira; HICKSON JUNIOR, James F. Nutrição no exercício e no esporte. São
Paulo: Roca, 2000. 237p.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. Rio de
Janeiro: Atheneu. 1990. 303p.
BUCHMAN, Alan. Manual de suporte nutricional. São Paulo: Manole. 1998. 197p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Administração
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
20
40
Bases Tecnológicas: Gestão em saúde nos serviços de atenção primária; Liderança em
Enfermagem nos serviços de atenção primária; Padrões de qualidade na prestação de
serviços de saúde; Sistemas de informações e registro em nível de atenção primária à
saúde; Legislação pertinente; Sistematização da assistência de enfermagem; Visão holística
da saúde: Resgatar os conceitos de saúde e doença, história natural das doenças, níveis de
assistência à saúde, necessidades humanas básicas, saúde e cidadania; Políticas de saúde;
Bibliografia Básica:
MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo : Hucitec,
1998.360p
BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão municipal de saúde: textos básicos. Rio de Janeiro:
Brasil. Ministério da Saúde, 2001. 344p.
MELLO JORGE, Maria Helena Prado. As condições de saúde no Brasil. Rio de Janeiro :
FIOCRUZ, 2000. 280p.
TREVISAN, Maria Auxiliadora. A liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto
hospitalar. São Paulo: Sarvier. 1999. 155p.
KURKGANT, Paulina. Administração da assistência de enfermagem. São Paulo: EPU,
2002. 200p.
Bibliografia Complementar:
GERMANO, Raimunda Medeiros. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil.3.ed.
São Paulo: Cortez. 1993.118p.
ALMEIDA, Maria Cecília Puntel de. O saber da enfermagem e sua dimensão prática. São
Paulo: Cortez. 1989.
BRASIL. Ministério da Saúde.Sistema Único de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
BRASIL. Ministério da Saúde.Saúde Brasil 2004. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol. J. Administração e liderança em enfermagem:
48
teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2005. 477p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Epidemiologia / Saúde Coletiva / Metodologia de
Pesquisa
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
14
10
24
Bases Tecnológicas: Vigilância à saúde; Saúde ambiental; Indicadores de saúde; Perfil
epidemiológico; Concepção de saúde da família; SUS – Sistema único de saúde;
Bibliografia Básica:
ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003. 708p.
MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo: Hucitec,
1998.360p.
FONTINELE JUNIOR, Klinger. Programa saúde família (PSF) comentado. Goiânia:AB,
2003. 129p.
CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a
qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996.
Bibliografia Complementar:
POLIT, Denise F.; BECK, Cheryl Tatano; HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de
pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 5.ed. Porto Alegre: Artmed,
1995.487p.
STEFANELLI, M.C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2. ed. São Paulo:
Robe, 1993.
FONTINELE JUNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia:
AB, 2003, 127p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Bioestatística / Informática
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
08
08
16
Bases Tecnológicas: Informática aplicada à atenção primária à saúde; Aplicabilidade da
“ciência da variação” nos problemas biológicos e em geral no campo da saúde. Conceito
básico sobre Frações. Números decimais. Proporções. Regra de três. Sistema de medidas.
Conjuntos numéricos. Arredondamento de números. Número significativo.
Bibliografia Básica:
GONÇALVES, Cristina F. Fidelis. Estatística. Londrina: UEL, 2002.304p.
LAURENTI, Ruy. et al... Estatísticas de saúde. 2. ed. rev. atua. São Paulo: EPU,
2005.214p.
MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.493 p.
Bibliografia Complementar:
ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003. 708p.
GUIMARÃES, Ângelo de Maoura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Introdução à
informática. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999. 410p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Anatomia e Fisiologia Humana
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
49
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
10
10
20
Bases Tecnológicas: Estrutura dos sistemas reprodutor e mamas.
Bibliografia Básica:
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,c 2000, 417p. v.1
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,c 2000, 822p. v.2
NETTER, Frank. H. Atlas de anatomia humana. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 542p.
Bibliografia Complementar:
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana básica. 2. ed. Sao
Paulo: Atheneu, 2005. 184p.
OLIVEIRA, Norival S. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. 105p.
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana sistêmica e
segmentar. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2005. 671p.
MÓDULO V
ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE I
FUNÇÃO
Educação para a Saúde II
SUB-FUNÇÃO
Processo saúde-doença II
Educação para o auto cuidado II
Proteção e Prevenção II
Promoção da saúde e segurança no trabalho,
nas ações de saúde e biossegurança nas
ações de enfermagem II
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; Anatomia/Fisiologia/Fisiopatologia.
Semiologia, Semiotécnica, Farmacologia; Bioquímica.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem e Biológicas
FORMA DE OFERTA: Módulo/Semestral;
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
220
210
430
COMPETÊNCIAS
1. Conhecer a estrutura e funcionamento dos seguintes sistemas do ser humano, na
dimensão física: Endocrinológico, Hematopoiético;
2. Entender e relacionar a farmacologia e bioquímica com a saúde humana e a
enfermagem;
3. Conceituar e discutir atenção secundaria à saúde, objetivando o conhecimento de
práticas saudáveis de vida, assim como a importância do estímulo ao autocuidado;
4. Reconhecer e avaliar as conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o
trabalho nesta área, com vistas à sua própria saúde no ambiente profissional;
5. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo à segurança no trabalho e biossegurança
nas ações de enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção secundaria à saúde;
6. Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas
adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim como
de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger a si
próprio e ao cliente/paciente;
7. Conhecer os princípios da ação físico-químico dos agentes utilizados na
descontaminação, limpeza, anti-sepsia, desinfecção e esterilização de materiais;
50
8. Conhecer as finalidades, estrutura e o funcionamento da CCIH nos serviços de
atenção secundaria à saúde;
9. Conhecer a organização, a estrutura, e o funcionamento de um centro de material,
com ênfase nos serviços de atenção secundária à saúde;
HABILIDADES
1. Identificar o cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase na
atenção secundária à saúde;
2. conhecer as bases anatômicas e fisiológicas dos processos normais e alterados, da
estrutura e função dos órgãos endocrinológicos e hematopoiético
3. Identificar necessidades educativas na equipe de trabalho e propor ações educativas
relacionada à prevenção de acidentes de trabalho e biossegurança;
4. Promover princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças
profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI e EPC;
5. Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos e químicos;
6. Aplicar normas de higiene e biossegurança na realização do trabalho para proteger a
sua saúde e a do cliente/paciente;
7. Identificar as ações do enfermeiro do setor de esterilização de materiais;
8. Utilizar a técnica de isolamento adequado a cada patologia transmissível;
9. realizar limpeza e desinfecção concorrente e terminal dos ambientes de trabalho.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Anatomia/ Fisiologia/Fisiopatologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
40
10
50
Bases Tecnológicas: Anatomia e fisiologia dos sistemas endócrinos e hematopoiético;
Fisiopatologia dos agravos clínicos, cirúrgicos, crônicos e/ou degenerativos mais comuns;
Aspectos patológicos do envelhecimento; Neoplasia, metaplasia, displasia, etiopatogenia do
câncer.
Bibliografia Básica:
AIRES, Margarida de Melo. Fisiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 1999.
934p.
BERNE, Robert M. LEVY, Mattew N. Fisiologia . 4. ed. Rio Janeiro : Guanabara Koogan,
c2000. 1034p.
COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
DÂNGELO, José Geraldo ; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana sistêmica e
segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 671p.
Bibliografia Complementar:
BENNETT, J. C.; F.C. Tratado de medicina interna. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1997.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3.ed.Porto Alegre: Artmed, 2004. 542p.
CORMACK, D. H. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu, 2002.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Semiologia / Semiotécnica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
40
60
Bases Tecnológicas: Semiologia e semiotécnica na assistência ao paciente na atenção
secundária à saúde.
Bibliografia Básica:
51
BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2002.
POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2004. 184p.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2001. 1428p.
Bibliografia Complementar:
COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia:AB , 2002. 104p.
ATKINSON, Leslie; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.1989.
DANGELO, José Geraldo. FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e
segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 671 p.
NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Farmacologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
50
30
80
Bases Tecnológicas: Conceitos básicos e princípios gerais da farmacologia. Farmacologia
dos sistemas nervoso periférico central e autônomo. Farmacologia da junção
neuromuscular. Farmacologia dos sistemas. Mediadores das respostas teciduais. Interações
medicamentosas. Reações adversas às drogas; Normas técnicas sobre o funcionamento
dos materiais e equipamentos específicos; Integração entre a Farmacologia e a
Enfermagem na administração de medicamentos pelas diversas vias.
Bibliografia Básica:
RANG, H.P. et al... Farmacologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 904p.
SILVA, Penildon. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c2002. 1374p.
GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 10ª edição. Rio de
Janeiro: Macgraw Hill, 2003.
FUCKS, F. D.; WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B. C. Farmacologia clínica:
fundamentos da terapêutica racional. 3ª edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Bibliografia Complementar:
FARMACOPÉIA BRASILEIRA, 4. ED. São Paulo: Atheneu, 2004.
ROBBERS,
James;
SPEEDIZ,
Marilyn;
TYLER,
Varro.
Farmacognosia e
Farmacobiotecnologia. São Paulo: Premier, 1997. 372 p.
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokith; AKISUE, Maria Kubota. Farmacognosia. São
Paulo: Atheneu, 1998. 412 p.
REESE, RE.; BETTS, RF. Manual de antibióticos. Rio de Janeiro: Editora Médica e
Científica, 2002. 633p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Bioquímica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
40
20
60
Bases Tecnológicas: Água. Bioquímica de aminoácidos e proteínas, enzimas, coenzimas.
Vitaminas. Bioquímica dos carboidratos, lipídeos. Oxidação biológica. Obtenção de energia.
Controle de metabolismo. Processo digestivo. Catabolismo dos carboidratos, lipídeos,
52
proteínas; Biossíntese de carboidratos, lipídios e proteínas. Deficiências metabólicas.
Bioquímica de contração muscular. Bioquímica de nutrição. A importância da bioquímica na
fundamentação científica das ações do enfermeiro.
Bibliografia Básica:
MURRAY, P. R. HARPER. Bioquímica. São Paulo: Atheneu. 9ª ed. 2002.
CHAMP, Pámela C.; RICHARD A. Harvey. Bioquímica ilustrada. 2ª edição. Porto Alegre:
Artmed, 1996.
NELSON, David L. COX, Michael M. LEHNINGER. Princípios da bioquímica. 3ª edi. São
Paulo: Sarvier, 2002. 975 p.
Bibliografia Complementar:
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. Trad da 5ª ed.
Edgard Blucher, 2003. 975 p.
MASTERSON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.;STANTSKI, C. L. Princípios da química. 6ª ed. Rio
da Janeiro: LTC, 1990.
FERNANDES. Ensino de bioquímica para o curso de fisioterapia. São Paulo: Veritas,
2003.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
50
80
130
Bases Tecnológicas: Administração de medicamentos pelas diversas vias; Interações
medicamentosas; Saúde e segurança no trabalho; Forma de prevenção e fatores de risco de
acidentes de trabalho e infecções; Epidemiologia da morbidade no trabalho; Causas dos
acidentes de trabalho; Legislação pertinente; Manutenção preventiva de materiais e
equipamentos; Ergonomia; Princípios gerais de biossegurança; Higiene e profilaxia;
Métodos e técnicas de limpeza e desinfecção terminal e concorrente; Manuseio, separação
e descarte de resíduos; EPI e EPC; Conceitos de assepsia, anti-sepsia, desinfecção,
descontaminação e esterilização; Anti-sépticos e agentes químicos. Vigilância Sanitária;
Vigilância Epidemiológica nos serviços de atenção secundária à saúde; DST e Aids;
Inspeção de segurança; CIPA – Organização, funcionamento, legislação; Procedimentos
legais nos acidentes de trabalho; Métodos de esterilização; Técnicas de limpeza; Técnicas
de isolamento; Prevenção e controle da infecção; CCIH – Histórico, bases legais, finalidades
e estrutura organizacional; Centro de esterilização de materiais: Organização, estrutura e
funcionamento. Sondas, drenos, catéteres; Registros/anotação de enfermagem; Técnicas de
isolamento; cuidados com materiais esterilizados; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Limpeza,
desinfecção de artigos e áreas hospitalares e anti-sepsia. São Paulo: Apecih, 1999.
APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Prevenção da
infecção do sitio cirúrgico. São Paulo :Apecih, 2001.
APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Esterilização
de artigos em unidades de saúde. São Paulo :[s.n.], 1998.
Bibliografia Complementar:
FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde.
São Paulo: Atheneu, 2000.
MOURA, Maria Lúcia Pimentel de Assis. Enfermagem em centro de material e
esterilização . 2 ed. São Paulo: Senac, 1996.
SOBECC. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de Materiais Esterilizado. Recomendações práticas para processos
53
de esterilização em estabelecimentos de saúde. Campinas : Komedi, 2000.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2.ed.
Atheneu, 2004. 984p. Pt1.
VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2.ed.
Atheneu, 2004. 1785p. Pt2.
São Paulo:
São Paulo:
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem – Práticas Educativas Habilidades em
Enfermagem III
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
30
50
Bases Tecnológicas: Sondas; Drenos; Catéteres; Órteses e Próteses de baixa e média
complexidade; Registros de Enfermagem; Antisépticos e Agentes Químicos; Tratamento de
Lesões de Continuidade e Feridas; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde.
São Paulo: Atheneu, 2000.
SILVA, Maria D’ Aparecida Andrade & Cols. Enfermagem na unidade de centro cirúrgico.
2ed. São Paulo: EPU, 1997.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2002.
BENNETT, J. C.; F. C. Tratado de medicina interna. 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1997.
Bibliografia Complementar:
CARPENITO, L. J. Plano de cuidados de enfermagem e documentação. Porto Alegre:
Artmed, 2000.
PRADO, F. C.; RAMOS, J. A.; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de
diagnóstico e tratamento. 19ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p.
CIANCIARULLO, Tâmara I. Instrumento básico para o cuidar: um desafio para a
qualidade da assistência. São Paulo: Atheneu, 1996.
MÓDULO VI
ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE II
FUNÇÃO
SUB-FUNÇÃO
Assistência no tratamento clínico da mulher, criança, adolescente,
adulto e do idoso I
Assistência em tratamento cirúrgico da mulher, criança, adolescente,
adulto e do idoso I
Recuperação
Assistência nas afecções crônicas e/ou degenerativas II
e Reabilitação III
Assistência nas afecções infecto-contagiosas e parasitárias II
Assistência em situação de urgência e emergência da mulher, criança,
adolescente, adulto e do idoso I
Assistência na saúde mental II
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem: Urgência e emergência; Clínica; Cirúrgica;
Materna; Pediátrica; Hebiátrica; Geriátrica; Oncológica; Psiquiátrica; Doenças
Transmissíveis;; Fisiopatologia.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, Biológicas
54
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
240
Prática
190
Total (h/a)
430
COMPETÊNCIAS
1. Conhecer o planejamento e organização da assistência de enfermagem ao
paciente/cliente portador de afecções clinicas, cirúrgicas, crônicas e/ou
degenerativas, infecto contagiosas, parasitarias;
2. Caracterizar a prevenção, o tratamento e a reabilitação das afecções clinicas,
cirúrgicas, crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas e parasitarias;
3. conhecer a organização a estrutura e o funcionamento de uma unidade de
internação clínica, cirpurgica e de moléstias infecto contagiosas e centro cirúrgico
4. Conhecer as principais afecções clinicas que mais comumente afetam o ser humano;
5. Conhecer os principais agravos à saúde que determinem necessidade de tratamento
cirúrgico;
6. Conhecer as principais afecções crônicas e/ou degenerativas;
HABILIDADES
7. Conhecer as principais terminologias na área da saúde;
8. Participar do processo de cuidar em enfermagem em nível individual;
9. Propor prescrição de cuidados de enfermagem e assistir ao paciente/cliente portador
de afecções clinicas, cirúrgicas, crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas e
parasitarias;
10. Promover o auto cuidado;
11. Atuar na administração de medicamentos pelas diversas vias;
12. Atuar na operação de equipamentos e manuseio de materiais próprios ao campo de
atuação;
13. Utilizar e orientar o uso adequado dos EPI no atendimento aos pacientes;
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Clínica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
60
40
100
Bases Tecnológicas: Avaliação do estado de saúde-doença do ser humano;
Implementação de ações de enfermagem, com ênfase na atenção secundária à saúde;
Sistematização da assistência de enfermagem; Tratamento e reabilitação do paciente/cliente
portador de afecções clínicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e
equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias;
Sondas, drenos, catéteres; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de
cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades de
internação clínica; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Enfermagem medico - cirúrgica. Rio
de Janeiro: Interamericana. 2000.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Ensinando a cuidar de clientes em situações
clínicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem. 2003.
KAWAMOTO, Emília. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU. 1999.
Bibliografia Complementar:
PORTO, Celmo. C. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
POSSO, M.B.S. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999.
PRADO, F.C. ; RAMOS J. A . ; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de
diagnóstico e tratamento. 19 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p.
55
NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed,
2002.
COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia: AB Editora, 2000.
112p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Cirúrgica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
60
40
100
Bases Tecnológicas: Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções
cirúrgicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos
específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas,
drenos, catéteres, órteses e próteses; Tratamento de soluções de continuidade e feridas;
Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de
unidades cirúrgicas; Organização, estrutura e funcionamento de centros cirúrgicos.
Instrumentação cirúrgica na atenção secundária à saúde; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
VENDER, Jeffery. S. & SPIESS, Bruce. D. Recuperação pós anestésica. 3 ed. Rio de
Janeiro, 1997.
SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.1. Goiânia: AB Editoras, 2002.
168p.
SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.2. Goiânia: AB Editoras, 2002.
120p.
MEEKER, Margareth Hut. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
Bibliografia Complementar:
SILVA, Maria D’ Aparecida Andrade & Cols. Enfermagem na unidade de centro
cirúrgico.2 ed. São Paulo: EPU, 1997.
SANTOS, Sandra Sueli Celano. ; LUIS, Margarida Antonia Villar . A relação da enfermeira
com o paciente cirúrgico. 2.ed. [1999]. 80p.
MOURA, Maria Lúcia Pimentel de
Assis. Enfermagem em centro cirúrgico e
recuperação pós-anestésica. 2 ed. São Paulo: Senac, 1998
FERREIRA, L. M. B. & RIBEIRO, M.C.M. Centro cirúrgico: o espaço de fazer enfermagem.
Rio de Janeiro: EDC, 2000.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: afecções crônico-degenerativas;
infecto-contagiosas e parasitárias
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
60
50
110
Bases Tecnológicas: Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções
crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas, parasitárias; oncológicas; Normas técnicas
sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Técnicas de
administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas, drenos, cateteres; Tratamento
de neoplasias; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de
cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades de
internação, moléstias infecciosas. Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
OTTO, Shirley. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso. 2002.
AYOUB, Andréa Cotait. Bases da enfermagem em quimioterapia. São Paulo: Lumar.
2000.
56
FONSECA, Selma Montosa. Manual de quimioterapia antineoplásica. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso. 2000.
Bibliografia Complementar:
COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde.
São Paulo: Atheneu, 2000.
BONASSA, Edva Moreno Aguilar. Enfermagem em Quimioterapia. São Paulo: Atheneu.
1992.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Urgência e Emergência
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Situações de urgências e emergências mais comuns nos serviços de
atenção secundária à saúde, relativas à mulher, criança, adolescente, adulto e idoso;
processo de trabalho relacionado às urgências e emergências; Unidades de pronto
atendimento; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
FONTINELE JR, Klinger ; SARQUIS, Sávio Ignácio J.S. Urgências e emergências em
enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 168p.
SZPILMAN, David; AMOEDO, Adilson. Manual básico de afogamento e ressuscitação
cardiorrespiratória. Rio de Janeiro: Revinter, c1995. 39p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de primeiros socorros. FUNASA.
BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3 ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar:
POSSO, Maria Belém Salazar. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2004. 184 p.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2001. 1428p.
MUSSI, Nair Miyamoto. et al... Técnicas fundamentais de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2006. 161p.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de
enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. 272p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Urgência e Saúde Mental
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Transtornos mentais mais comuns nos serviços de atenção
secundária à saúde, relativos à mulher, criança, adolescente, adulto e idoso; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
STEFANELLI, M. C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2 ed. São Paulo: Robe
Editorial, 19993.
KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamim; GREEB, Jack A. Compêndio de psiquiatria:
ciências, comportamento e psiquiatria clínica. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 1997. 1168p.
LARADA, Gail Wiscarz. Enfermagem psiquiátrica. 4 ed. Reichmann & Affonso Editores,
57
2002.
Bibliografia Complementar:
WALDOW, Vera. Cuidade humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Luzzato, 1998.
BRASIL. Ministério da Saúde. Legislação em Saúde Mental. 2 ed. Brasília: Ministério da
Saúde, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicosocial.
Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
BRASIL. Ministério da Saúde. III Conferência em Saúde Mental. Brasília: Ministério da
Saúde, 2002.
MÓDULO VII
ATENÇÃO SECUNDÁRIA A SAÚDE III
FUNÇÃO:
SUB-FUNÇÃO:
Apoio ao diagnóstico II Exame clínico geral e especializado II
Exames Diagnósticos II
planejamento, organização, execução e avaliação do processo de
trabalho em saúde II
Gestão de saúde II
planejamento, organização, execução, direção e avaliação do
processo de trabalho em enfermagem II
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; Imunologia; Patologia; Fisiologia,
Enfermagem, Administração em Enfermagem, Metodologia da pesquisa, Exercício
Profissional, Ética, Bioética, Saúde Coletiva.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Biológicas e da Enfermagem; Processo de Trabalho;
Organização dos Serviços de Saúde.
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
110
110
220
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer o exame clínico geral e especializado em nível de atenção secundária à
saúde;
2. Reconhecer e caracterizar posições corretas para exame e procedimentos técnicos,
comumente utilizados em unidades de atenção secundárias à saúde;
3. Reconhecer algumas técnicas e rever outras relacionadas à higiene, conforto,
segurança e coleta de materiais para exame laboratoriais;
4. Reconhecer os principais exames diagnósticos, os cuidados de enfermagem
necessários à sua realização e valores de referência;
5. Correlacionar os principais exames diagnósticos com sinais clínicos e sintomas dos
agravos compreendidos da atenção secundária à saúde;
6. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo ao exame físico e diagnósticos, na
atenção secundária à saúde;
7. Participar do planejamento e organização e propor prescrição da assistência de
enfermagem ao cliente antes, durante e após os exames diagnósticos;
8. Reconhecer como paradigmas, que respaldam o planejamento e a ação dos
profissionais da área de saúde: O ser humano integral, os condicionantes e
determinantes do processo saúde e doença, os princípios éticos, as normas o
exercício profissional, a qualidade do atendimento, a preservação do meio ambiente
e o compromisso social com a população.
58
9. Correlacionar os conhecimentos com o objetivo de realizar trabalho em equipe, tendo
em vista o caráter interdisciplinar da área de saúde.
10. Correlacionar as necessidades humanas básicas com as necessidades de saúde do
cliente/paciente/comunidade.
11. Participar do planejamento e organização do processo de trabalho na saúde e na
enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção secundária à saúde.
12. Identificar e observar os processos de liderança, processos negociais e trabalhistas;
13. Identificar os riscos de iatrogenias na realização dos procedimentos de enfermagem.
HABILIDADES
1. Identificar as intervenções no processo saúde-doença considerando os
determinantes biológicos;
2. Participar do cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase
na atenção secundária à saúde;
3. Observar e identificar os elementos gerenciais do processo de cuidar em
enfermagem em nível individual;
4. Interpretar os principais exames laboratoriais;
5. Identificar alterações nos principais exames diagnósticos por imagem;
6. Participar da execução do exame físico geral e específico;
7. Identificar necessidades educativas da equipe de trabalho e população e promover
ações educativas;
8. Participar do trabalho em equipes multidisciplinares como agente de promoção de
saúde;
9. Identificar as estratégias de negociação para o trabalho, na equipe de saúde,
objetivando à administração de conflitos;
10. Participar da coleta e organização das informações relativas ao campo de atuação,
com vistas à pesquisa do perfil de saúde da comunidade e o estabelecimento de
estratégias de intervenção;
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
50
40
90
Bases Tecnológicas: Ensino clinico; Metodologia da assistência; Instrumentos básicos de
enfermagem; Exames laboratoriais; Exames por imagem; Valores de Normalidades e
alterações nos exames diagnósticos.
Bibliografia Básica:
BARROS, Alba L. B. L. de, & Cols. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
DE OLIVEIRA, João Batista Alves. Exames laboratoriais Para o Clínico. Medsi Editora
Medica
e
Cientifica
Ltda,
2003
WALLACH, Jaques. Interpretação de exames de laboratório. Medsi Editora Medica e
Cientifica
Ltda,
2003
KONEMAN, ELMER. Diagnóstico microbiológico: texto e Atlas colorido. 2001.
HAAGA, John. Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo
humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1996.
KOCH, Hilton Augusto (org.). Radiologia na formação do médico geral. Rio de Janeiro:
Revinter .1997.
Bibliografia Complementar:
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A . Anatomia humana sistêmica e segmentar. São Paulo:
Atheneu, 1998.
BERNE & LEVI. Fisiologia Humana. 3. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
59
NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed,
2002.
MACHADO, ÂNGELO. Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu. 2001.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem / Administração / Exercício
Profissional / Ética / Bioética.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
40
70
Bases Tecnológicas: Gestão em saúde nos serviços de atenção secundária; Liderança em
Enfermagem nos serviços de atenção secundária; Visão holística da saúde: Resgatar os
conceitos de saúde e doença, historia natural das doenças, níveis de assistência a saúde,
necessidades humanas básicas, saúde e cidadania; Padrões de qualidade na prestação de
serviços de saúde; Sistemas de informações e registro em nível de atenção secundária a
saúde; Legislação pertinente; Sistematização da assistência de enfermagem; Informática
aplicada à atenção secundária à saúde; Processos de negociação no trabalho; Processo de
trabalho em saúde e em enfermagem em nível de atenção secundária à saúde; Registros e
anotações de enfermagem; Ética e bioética. Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
TREVISAN, Maria Auxiliadora. A liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto
hospitalar. São Paulo: Editora Sarvier.
MARQUIS, B. L. ; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem. Porto
Alegre: Artes Médicas Sul.
KURCGANT, Paulina. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU.
MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo : Hucitec,
1998.360p
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas. 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração, teoria, processo e prática. São Paulo: Makron
Books. 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo:
Mcgraw-Hill. 2000.
BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão municipal de saúde: textos básicos. Rio de Janeiro:
Brasil. Ministério da Saúde, 2001. 344p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Saúde Coletiva/ Metodologia da Pesquisa
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Vigilância à saúde; Políticas de saúde; SUS – Sistema único de
saúde; práticas investigativas nos serviços de atenção secundária à saúde.
Bibliografia Básica:
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e saúde. 4.ed. RJ: Medsi, 1994.
POLIT, Denise F. & HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de pesquisa em
enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
MAGALHÃES, Lucila Rupp. Aprendendo a lidar com gente. Bahia: Editora EDUEBA, 1991
FONTINELE JR, Klinger. Programa saúde família (PSF) comentado. Goiânia: AB
Editora, 2002. 144p.
Bibliografia Complementar:
60
MARCONI, Marina de A & LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3ed., São Paulo :
Atlas, 1996.231p.
FONTINELE JR, Klinger. Pesquisa em saúde : ética, bioética e legislação. Goiânia: AB
Editora, 2002. 144p.
SUS – O que você precisa saber sobre o Sistema Único de Saúde. APM,256P
SANTOS, Theobaldo M. Organização Social e Política do Brasil ED. Nacional
MÓDULO VIII
ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE I
FUNÇÃO
Educação para a Saúde III
SUB-FUNÇÃO
Processo Saúde-doença III
Educação para o auto-cuidado III
Proteção e Prevenção III
Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de
saúde e biossegurança nas ações de enfermagem III
Apoio ao Diagnóstico III
Exame clínico geral e específico III
Exames Diagnósticos III
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; microbiologia; imunologia, patologia.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, da Saúde e Biológicas
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
110
100
210
COMPETÊNCIAS
1. Conceituar e discutir atenção terciária à saúde, objetivando o conhecimento da
reabilitação do ser humano acometido por agravos, assim como a importância do
estímulo ao auto cuidado;
2. Compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os
perfis epidemiológicos das populações, com ênfase nos agravos complexos;
3. Participar do planejamento e implementação de programas de educação e promoção
à saúde, considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos
processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento;
4. Conhecer doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde e na
enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde, assim como as
respectivas ações preventivas;
5. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo à segurança no trabalho e
biossegurança nas ações de enfermagem, ao exame físico e diagnóstico com ênfase
nos serviços de atenção terciária à saúde;
6. Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas
adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim
como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de
proteger a si próprio e ao cliente/paciente;
7. Conhecer as finalidades, estrutura e o funcionamento da CCIH nos serviços de
atenção terciária à saúde;
8. Reconhecer e caracterizar posições corretas para exame e procedimentos técnicos,
comumente utilizados em unidades de atenção terciárias à saúde, incluindo Pressão
Venosa Central, Pressão Arterial Média, o exame clinico geral e especializado;
9. Reconhecer os principais exames diagnósticos voltados aos agravos complexos, os
cuidados de enfermagem necessários à sua realização e valores de referência;
10. Correlacionar os principais exames diagnósticos com sinais clínicos e sintomas dos
agravos compreendidos na atenção terciária à saúde;
61
HABILIDADES
1. Participar da promoção de cuidado de enfermagem de forma integral, com ênfase na
atenção terciária à saúde;
2. Identificar os elementos envolvidos no processo saúde-doença de alta complexidade,
assim como os mecanismos de patogenicidade e resistência;
3. Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças
profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI e EPC;
4. Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos e químicos;
5. Aplicar normas de higiene e biossegurança na realização do trabalho para proteger a
sua saúde e a do cliente/paciente;
6. Desempenhar a função de educador nas questões relativas à saúde e segurança no
trabalho;
7. Utilizar a técnica de isolamento adequado a cada patologia transmissível;
8. Interpretar os principais exames laboratoriais;
9. Identificar alterações nos principais exames diagnósticos por imagem;
10. Executar exame físico geral e específico.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
24
12
36
Bases Tecnológicas: Promoção da biossegurança nos serviços de atenção terciária à
saúde; Saúde e segurança no trabalho; Forma de prevenção e fatores de risco de acidentes
de trabalho e infecções; Epidemiologia da morbidade no trabalho; Causas dos acidentes de
trabalho; Legislação pertinente; Manutenção preventiva de materiais e equipamentos;
Ergonomia; Princípios gerais de biossegurança; Higiene e profilaxia; Métodos e técnicas de
limpeza e desinfecção terminal e concorrente; Manuseio, separação e descarte de resíduos;
EPI e EPC; Vigilância Sanitária; Vigilância Epidemiológica; DST e Aids; Inspeção de
segurança; CIPA – Organização, funcionamento, legislação; Procedimentos legais nos
acidentes de trabalho; Técnicas de limpeza; Técnicas de isolamento; Prevenção e controle
da infecção; CCIH dos serviços de alta complexidade; Histórico, bases legais, finalidades e
estrutura organizacional; Centro de esterilização de materiais dos serviços de alta
complexidade: Organização, estrutura e funcionamento.
Bibliografia Básica:
FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde.
São Paulo: Atheneu, 2000.
VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 2 Ed. São Paulo: Atheneu,2002.
COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, Heloisa R. & TORRES, Bayardo B. Microbiologia básica. 1ed. Rio de Janeiro:
Atheneu, 1999.
BURTON, Gwendolyn R. W. Microbiologia para as ciências da saúde. 5. ed. Rio de
Janeiro: Atheneu, 1998. COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde .
Goiânia:AB Editora, 2000. 112p.
LEVINSON, Warrem, & Jawetz, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 4 ed.
Porto Alegre: Artméd, 1998.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Microbiologia / Imunologia / Patologia
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
62
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
16
18
34
Bases Tecnológicas: correlação entre microorganismos, doenças e métodos de limpeza e
esterilização;Correlação entre microorganismos doenças e técnicas de isolamento, EPI,
EPC
Bibliografia Básica:
ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde: doença na enfermagem : entre senso
comum e o bom senso. Goiânia: AB Editora, 1999. 194p.
ALFARO-LEFEVRE, R. Pensamento crítico em enfermagem : um enfoque prático. Porto
Alegre: Artmed, 1996.
MOURA, Maria Lúcia Pimentel de Assis. Enfermagem em centro de material e
esterilização . 2 ed. São Paulo: Senac, 1996.
SOBECC. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de Materiais Esterilizado. Recomendações práticas para processos
de esterilização em estabelecimentos de saúde. Campinas : Komedi, 2000.
Bibliografia Complementar:
APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Limpeza,
desinfecção de artigos e áreas hospitalares e anti-sepsia. São Paulo : apecih, 1999.
APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Prevenção da
infecção do sitio cirúrgico. São Paulo : Apecih, 2001.
APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Esterilização
de artigos em unidades de saúde. São Paulo :[s.n.], 1998.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
40
30
70
Bases Tecnológicas: Exames e procedimentos diagnósticos de alta complexidade:
cateterismo cardíacos, angiografia cerebral, tomografia, ressonância e outros;
Sistematização da assistência de enfermagem; Implementação de ações de enfermagem.
Bibliografia Básica:
WALLACH, Jaques. Interpretação de exames de laboratório. Medsi Editora Medica e
Cientifica Ltda, 2003
HAAGA, John. Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo
humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1996.
KOCH, Hilton Augusto (org.). Radiologia na formação do médico geral. Rio de Janeiro:
Revinter .1997.
NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed,
2002.
Bibliografia Complementar :
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A . Anatomia humana sistêmica e segmentar. São Paulo:
Atheneu, 1998.
COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
BARROS, Alba L. B. L. de, & Cols. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
DE OLIVEIRA, João Batista Alves. Exames Laboratoriais Para o Clínico. Medsi Editora
Medica e Cientifica Ltda, 2003
KONEMAN, ELMER. Diagnóstico microbiológico: texto e Atlas colorido. 2001.
63
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem – Práticas Educativas – Habilidades
de enfermagem III
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
40
70
Bases Tecnológicas: Semiologia e semiotécnica de enfermagem; Procedimentos de
enfermagem em nível de atenção terciária de saúde; Registros/anotação de enfermagem;
Sistematização da assistência de enfermagem em nível de atenção terciária à saúde;
Grupos de apoio a pacientes portadores de seqüelas de doenças. Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
PORTO, Celmo. C. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
POSSO, M.B.S. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999.
BENNETT, J. C.; F.C. Tratado de medicina interna. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1997.
COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
Bibliografia Complementar:
CARPENITO, L.J. Plano de cuidados de enfermagem e documentação. Porto Alegre:
Artmed, 2000.
PRADO, F.C. ; RAMOS J. A . ; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de
diagnóstico e tratamento. 19 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p
CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a
qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996.
MÓDULO IX
ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE II
FUNÇÃO
SUB-FUNÇÕES
Assistência em situação de urgência e emergência da mulher, criança,
adolescente, adulto e do idoso II
Assistência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso em
estado grave
Recuperação
e Reabilitação IV Assistência no tratamento clínico complexo da mulher, criança,
adolescente, adulto e do idoso II
Assistência em tratamento cirúrgico complexo da mulher, criança,
adolescente, adulto e do idoso II
Gestão em
Estágio Supervisionado
Saúde III
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem em urgências e emergências, terapia
intensiva adulto, neonatal e pediátrica, clínica e cirúrgica, anatomia, fisiologia e
fisiopatologia.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, da Saúde e Biológicas
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
120
120
240
COMPETÊNCIAS
1. Conhecer as características de um cliente/paciente em estado grave de saúde,
Identificando sinais e sintomas que indiquem agravamento no quadro clínico do
paciente;
64
2. Conhecer o funcionamento de equipamentos especializados;
3. Correlacionar os princípios de enfermagem que devem ser aplicados para prevenir
agravos, complicações e seqüelas ao paciente em estado grave;
4. Conhecer a organização, estrutura e funcionamento de unidades de pronto
atendimento, coronariana, de terapia intensiva adulto, neonatal e pediátrica;
5. Conhecer as principais situações de urgência/emergência que mais comumente
afetam o ser humano, em qualquer faixa etária;
6. Conhecer os principais agravos à saúde da mulher, da criança, do adolescente, do
adulto e do idoso, de alta complexidade que determinem necessidade de tratamento
cirúrgico;
7. Reconhecer as principais terminologias na área da saúde, com ênfase nos aspectos
de atenção terciária à saúde e alta complexidade;
8. Conhecer os principais agravos à saúde da mulher, da criança, do adolescente, do
adulto e do idoso, de alta complexidade que determinem necessidade de tratamento
clínico;
HABILIDADES
1. Participar do gerenciamento do processo de cuidar em enfermagem, em nível de
atenção complexa de assistência;
2. Promover assistência ao paciente grave em suas necessidades básicas de higiene,
conforto, segurança, alimentação, hidratação e eliminações, respaldado em
princípios científicos;
3. Promover o posicionamento correto, mudanças de decúbito e proteção, de modo a
evitar complicações e/ou seqüelas;
4. Proporcionar o preparo do corpo pós-morte;
5.Realizar anotações relativas aos serviços prestados e registrar ocorrências;
6. operar equipamentos e manusear materiais próprios do campo de atuação.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem em urgências e emergências;
Paciente grave.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
60
60
120
Bases Tecnológicas: Ensino clínico; Normas e rotinas dos serviços de alta complexidades;
Sistematização da assistência de enfermagem à mulher, criança, adolescente, adulto e
idoso em estado grave; Serviços de alta complexidade: pronto atendimento, unidades de
terapia intensiva adulto e infantil, unidades coronarianas, hemodiálise, área de queimados e
outros; Semiologia e semiotécnica; Abordagem, Interação e Comunicação interpessoal;
Cuidados de enfermagem ao paciente semi-crítico e crítico; Hemodinâmica.
Bibliografia Básica:
FONTINELE JR, Klinger ; SARQUIS, Sávio Ignácio J.S. Urgências e emergências em
enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 168p.
MACHADO, Edjane Guerra de Azevedo. Enfermagem em unidade de terapia intensiva.
Goiânia: AB Editora, 1999. 168p
TAMEZ, R. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco.
2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
MATSUMOTO, T.; CARVALHO, W. B.; HISCHHEIMER, M. R.; Terapia intensiva
pediátrica. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
NAGANUMA, M.; et al. Procedimentos técnicos de enfermagem na UTI neonatal. São
Paulo: Atheneu, 1995.
Bibliografia Complementar :
ROGANTE, Maria Marilene. Procedimentos especializados de enfermagem. São Paulo:
65
Atheneu. 1998.
TERZI, Renato Giuseppe Giovanni. Monitorização hemodinâmica e o suporte
cardiocirculatório do paciente crítico. São Paulo: Atheneu. 1996
ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem : um guia passo a passo
.4. ed. Porto Alegre: Artméd, 2000.
COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia: AB Editora, 2000.
112p.
SMELTZER, Suzane; BARE, Brenda. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 1999.
FORTUNA, Prado. Pós-operatório imediato em cirurgia cardíaca. São Paulo: Atheneu.
1992.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Clínica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Avaliação do estado de saúde-doença do ser humano;
Implementação de ações de enfermagem, com ênfase na atenção secundária à saúde;
Sistematização da assistência de enfermagem; Tratamento e reabilitação do paciente/cliente
portador de afecções clínicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e
equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias;
Sondas, drenos, catéteres; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de
cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades de
internação clínica; Ensino Clínico.
Bibliografia Básica:
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Enfermagem medico - cirúrgica. Rio
de Janeiro: Interamericana. 2000.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Ensinando a cuidar de clientes em situações
clínicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem. 2003.
KAWAMOTO, Emília. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU. 1999.
Bibliografia Complementar:
PORTO, Celmo. C. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
POSSO, M.B.S. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999.
PRADO, F.C. ; RAMOS J. A . ; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de
diagnóstico e tratamento. 19 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p.
NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed,
2002.
COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia: AB Editora, 2000.
112p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Cirúrgica
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
30
30
60
Bases Tecnológicas: Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções
cirúrgicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos
específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas,
drenos, catéteres, órteses e próteses; Tratamento de soluções de continuidade e feridas;
Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de
unidades cirúrgicas; Organização, estrutura e funcionamento de centros cirúrgicos.
Instrumentação cirúrgica na atenção secundária à saúde; Ensino Clínico.
66
Bibliografia Básica:
VENDER, Jeffery. S. & SPIESS, Bruce. D. Recuperação pós anestésica. 3 ed. Rio de
Janeiro, 1997.
SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.1. Goiânia: AB Editoras, 2002.
168p.
SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.2. Goiânia: AB Editoras, 2002.
120p.
MEEKER, Margareth Hut. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
Bibliografia Complementar:
SILVA, Maria D’ Aparecida Andrade & Cols. Enfermagem na unidade de centro
cirúrgico.2 ed. São Paulo: EPU, 1997.
SANTOS, Sandra Sueli Celano. ; LUIS, Margarida Antonia Villar . A relação da enfermeira
com o paciente cirúrgico. 2.ed. [1999]. 80p.
MOURA, Maria Lúcia Pimentel de
Assis. Enfermagem em centro cirúrgico e
recuperação pós-anestésica. 2 ed. São Paulo: Senac, 1998
FERREIRA, L. M. B. & RIBEIRO, M.C.M. Centro cirúrgico: o espaço de fazer enfermagem.
Rio de Janeiro: EDC, 2000.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Estágio Supervisionado: desenvolvimento da
autonomia I
Campo de Estágio: hospitais de pequeno, médio e grande porte, com variados níveis de
complexidade, geral e especializado, incluindo instituições psiquiátricas e unidades básicas
de saúde.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
--------340
340
Bases Tecnológicas: Sistematização da Assistência de Enfermagem; Promoção da
assistência ao paciente/cliente. Participação no processo de trabalho dos serviços de
atenção primária, secundária e terciária. Desenvolvimento do raciocínio crítico reflexivo e
construção de conhecimentos a respeito do papel do enfermeiro. Desenvolvimento de
práticas investigativas. Participação na gestão dos processos de trabalho dos serviços e
atividades inerentes à gestão dos serviços de saúde. Gerenciamento e administração da
equipe de trabalho, recursos físicos, materiais e de informações.
Bibliografia Básica e complementar: Durante os estágios supervisionados, serão
utilizadas as mesmas bibliografias já citadas nas áreas de conhecimentos dentro dos
módulos, com ênfase nas bibliografias referentes aos locais de estágio, podendo ser
acrescida de outras que o professor indicar.
Participação dos enfermeiros dos serviços: durante o estágio supervisionado haverá a
participação dos enfermeiros dos serviços onde os estágio serão realizados, buscando a
troca de experiências, vivências, atualização profissional e junção ensino-serviços.
MÓDULO X
ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE III
FUNÇÃO:
SUB-FUNÇÃO:.
planejamento, organização, execução e avaliação do processo de
Gestão em Saúde IV
trabalho em saúde III
67
planejamento, organização, execução, direção e avaliação do
processo de trabalho em enfermagem III
Trabalho de Conclusão de Curso
Estágio Supervisionado
ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Administração em Enfermagem; Saúde coletiva;
metodologia da pesquisa; Trabalho de Conclusão de Curso.
EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Enfermagem; da Saúde; Processo de Trabalho;
Organização dos Serviços de Saúde.
FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral
MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória
CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO
Teórica
Prática
Total (h/a)
110
130
240
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer como paradigmas, que respaldam o planejamento e a ação dos
profissionais da área de saúde: O ser humano integral, os condicionantes e
determinantes do processo saúde e doença, os princípios éticos, as normas o
exercício profissional, a qualidade do atendimento, a preservação do meio ambiente
e o compromisso social com a população.
2. Correlacionar os conhecimentos com o objetivo de realizar trabalho em equipe, tendo
em vista o caráter interdisciplinar da área de saúde.
3. Conhecer a estrutura e organização do sistema único de saúde de modo a identificar
o processo de trabalho de enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção
terciária à saúde.
4. Contextualizar a legislação da área da saúde e da enfermagem com o processo de
trabalho, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde.
5. Correlacionar as necessidades humanas básicas com as necessidades de saúde do
cliente/paciente/comunidade.
6. Comparar o quadro de patologias e agravos com os indicadores do município e
região;
7. Participar do planejamento e organização do processo de trabalho na saúde e na
enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde.
8. Conhecer os processos de liderança, processos negociais e trabalhistas;
9. Participar da elaboração de material educativo, específico para determinada área de
atuação.
10. Participar dos processos educativos voltados para a equipe de enfermagem, clientes
e comunidade, nos serviços de alta complexidade.
HABILIDADES
1. Participar do gerenciamento do processo de cuidar em nível individual e coletivo;
2. Propor intervenções no processo saúde-doença, considerando os determinantes
sociais, culturais, econômicos e políticos;
3. Sistematizar a assistência de enfermagem;
4. Implementar ações de enfermagem, com ênfase no nível terciário de assistência;
5. Propor o desenvolver ações com resolutividade no âmbito da gestão em saúde;
6. Realizar Trabalho de Conclusão de Curso;
7. Trabalhar em equipe interdisciplinares;
8. Propor a utilização de estratégias de negociação para o trabalho, na equipe de
saúde, objetivando à administração de conflitos;
9. Participar da coleta e organização de informações relativas ao campo de atuação,
com vistas à pesquisa do perfil de saúde da comunidade e o estabelecimento de
estratégias de intervenção;
10. Planejamento, organização, implementação e avaliação da assistência em
enfermagem, fundamentado nos princípios científicos;
68
11. Realizar pesquisas de interesse da enfermagem;
12. Interagir e participar da coordenação da equipe de enfermagem;
13. Avaliar o processo de trabalho em saúde e de enfermagem nos serviços de atenção
terciária à saúde;
14. Participar da organização, planejamento e estruturação dos serviços de enfermagem
nas instituições de atenção terciária a saúde;
15. Utilizar os recursos de informática, disponíveis aos serviços de atenção terciária à
saúde.
16. Planejar, organizar e executar as ações educativas ao paciente, equipe de trabalho e
familiares, nos serviços de alta complexidade.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem/ Administração/ Saúde coletiva.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
90
60
150
Bases Tecnológicas: Gestão em saúde nos serviços de atenção terciária; Liderança em
Enfermagem nos serviços de atenção terciária; Visão holística da saúde: Resgatar os
conceitos de saúde e doença, história natural das doenças, níveis de assistência a saúde,
necessidades humanas básicas, saúde e cidadania; Vigilância à saúde; Políticas de saúde;
SUS – Sistema único de saúde; Ética e bioética (conduta humana, valores e significados,
situações e dilemas éticos); Padrões de qualidade na prestação de serviços de saúde;
Sistemas de informações e registro em nível de atenção terciária à saúde; Legislação
pertinente; Assistência de enfermagem ao paciente semi-crítico e crítico; Sistematização da
assistência de enfermagem; Informática aplicada à atenção terciária à saúde; Processos de
negociação no trabalho; Processo de trabalho em saúde e em enfermagem em nível de
atenção terciária à saúde; Direção e organização dos serviços de saúde em nível de
atenção terciária à saúde; Registros e anotações de enfermagem; Equipamentos
especializados (respiradores mecânicos, oxímetros, oxicapnógrafos, bombas de infusão
contínua, desfibriladores e outros); Comunicação interpessoal. Liderança do Enfermeiro.
Bibliografia Básica:
TREVISAN, Maria Auxiliadora. A liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto
hospitalar. São Paulo: Editora Sarvier.
MARQUIS, B. L. ; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem. Porto
Alegre: Artes Médicas Sul.
CARPENITO, L.J. Plano de cuidados de enfermagem e documentação. Porto Alegre:
Artmed, 2000.
KURCGANT, Paulina. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo:
Mcgraw-Hill. 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas. 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração, teoria, processo e prática. São Paulo: Makron
Books. 2000.
Bibliografia Complementar :
STEFANELLI, M.C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2. Ed. São Paulo: Robe
Editorial, 1993.
MAGALHÃES, Lucila Rupp. Aprendendo a lidar com gente. Bahia: Editora EDUEBA, 1991
MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo : Hucitec,
1998.360p.
CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a
qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996.
69
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Metodologia da Pesquisa / Trabalho de Conclusão
de Curso.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
20
70
90
Bases Tecnológicas: Delimitação do tema; Formulação do problema de pesquisa;
Definição
dos
Objetivos;
Justificativa
/
relevância
do
estudo;
Revisão
bibliográfica/fundamentação teórica; Metodologia; Apresentação, análise, interpretação e
discussão das informações coletadas; Considerações finais; Organização geral do TCC:
Elementos Pré-Textuais Obrigatórios; Elementos Pré-Textuais Opcionais; Elemento Póstextual Obrigatório; Referências bibliográficas; Elementos Pós-textuais Opcionais; Normas
Gerais para Apresentação do TCC.
Bibliografia Básica:
MARCONI, Marina de A & LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3ª ed., São Paulo :
Atlas, 1996.231p.
POLIT, Denise F. & HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de pesquisa em
enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez.
2000.
Bibliografia Complementar:
FONTINELE JR, Klinger. Pesquisa em saúde : ética, bioética e legislação. Goiânia: AB
Editora, 2000. 144p.
PÁDUA, Elisabete Matalho Marquesin. Metodologia da pesquisa, abordagem teóricoprática. Campinas: Papirus. 2000.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis: Vozes. 2001.
FONTINELE JR, Klinger. Ética e Bioética em enfermagem. 2. ed. Goiânia: AB Editora,
1999. 168p.
Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Estágio Supervisionado: Desenvolvimento da
autonomia II
Campo de Estágio: hospitais de pequeno, médio e grande porte, com variados níveis de
assistência e complexidade, geral e especializado, incluindo instituições psiquiátricas e
unidades básicas de saúde.
Modalidade do Conteúdo: obrigatória
Carga Horária da Atividade
Teórica Prática
Total
--------340
340
Bases Tecnológicas: Sistematização da Assistência de Enfermagem; Promoção da
assistência ao paciente/cliente. Participação no processo de trabalho dos serviços de
atenção primária, secundária e terciária. Desenvolvimento do raciocínio crítico reflexivo e
construção de conhecimentos a respeito do papel do enfermeiro. Desenvolvimento de
práticas investigativas. Participação na gestão dos processos de trabalho dos serviços e
atividades inerentes à gestão dos serviços de saúde.
Bibliografia Básica e complementar: Durante os estágios supervisionados, serão
utilizadas as mesmas bibliografias já citadas nas áreas de conhecimentos dentro dos
módulos, com ênfase nas bibliografias referentes aos locais de estágio, podendo ser
acrescida de outras que o professor indicar.
Participação dos enfermeiros dos serviços: durante o estágio supervisionado haverá a
participação dos enfermeiros dos serviços onde os estágio serão realizados, buscando a
troca de experiências, vivências, atualização profissional e junção ensino-serviços.
70
ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS
Em um contexto em que os sistemas educativos formais tendem a
privilegiar o acesso ao conhecimento em detrimento de outras formas de
aprendizagem, importa conceber a educação como um todo. Esta perspectiva
inspirou e orientou os encaminhamentos metodológicos do Curso de Enfermagem.
A educação deve transmitir de fato e de forma maciça e eficaz,
cada vez mais saberes e saber fazer evolutivos adaptados à civilização cognitiva,
pois são as bases das competências do futuro.
Para poder dar respostas ao conjunto da aprendizagem proposta,
as estratégias pedagógicas foram organizadas em torno de quatro aprendizagens
que, ao longo de toda a vida serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares
do conhecimento:
•
Aprender a Conhecer – adquirir os instrumentos da compreensão.
•
Aprender a Fazer – para poder agir sobre o meio envolvente.
•
Aprender a Viver Juntos – a fim de participar e cooperar com os outros em
todas as atividades humanas.
•
Aprender a ser – para melhor desenvolver a sua personalidade e estar a
altura de agir com maior capacidade de autonomia.
Para que se efetive o processo de ensino aprendizagem será
adotado pelo Curso de Graduação em Enfermagem do INESUL a Metodologia da
Problematização.
A metodologia da problematização privilegia uma efetiva integração
entre ensino, serviço e comunidade, entre a educação e trabalho (tendo como eixo
norteador o processo de trabalho em saúde/enfermagem e os determinantes do
processo gerador de saúde e doença), considerando o trabalho enquanto um
princípio educativo e tendo como pano de fundo as características sócio-culturais do
meio em que o processo de ensino e aprendizagem se desenvolve.
Na metodologia da problematização o processo de ensino e
aprendizagem ocorre através da relação dinâmica entre dois elementos: um sujeito
que aprende e um objeto que é aprendido. Este Processo dá-se através de
71
sucessivas aproximações, considerando-se os padrões culturais e os esquemas de
assimilação do sujeito e as suas operações mentais. Isso possibilita ao aluno ter
maior comprometimento com os estudos, desenvolvendo gradativamente a
independência na busca de informações e permitindo a intervenção consciente e
intencional na resolução de problemas. Entende-se por problema o mal estar que
pode ser claramente identificado pelos atores a observarem na realidade,
discrepâncias, incoerências, insuficiências.
O objeto ou conteúdo é organizado e estruturado hierarquicamente
através de conceitos chaves, permitindo a associação de conteúdos, evitando,
assim, a dicotomia teoria e prática.
Essa metodologia permite ao professor identificar as diferenças
individuais entre os alunos, o que lhe possibilita o acompanhamento individualizado,
exercendo a função de orientador do processo, organizando sistematicamente uma
série gradual e encadeada de situações observadas numa realidade, através de
sucessivas aproximações e desencadeando um processo de ação-reflexão-ação
(DAVINI, 1984).
Levando-se
em
conta
a
opção
pela
metodologia
da
problematização, a pesquisa deve estar inserida neste contexto, que tem por
objetivo a construção contínua de conhecimentos destinados à aplicação na
sociedade, buscando uma relação harmônica entre o saber e o fazer, entre o teórico
e o prático.
Pesquisar exige a capacidade de observar, questionar, duvidar,
supor, refletir, analisar, propor mudanças. Exige aprender a buscar o que não se
sabe e se necessita saber, a levantar hipóteses, a testá-las, reafirmando assim o
conhecimento ou criando novas alternativas e paradigmas.
A capacidade de pesquisar deve ser desenvolvida gradativamente
durante a formação do educando. O objetivo final deve ser a incorporação pelo
profissional da pesquisa como prática para a aquisição do conhecimento e
modificação da realidade.
O rigor no processo de pesquisa como um modo de refletir sobre a
realidade e de relacionar-se com ela mesma , desenvolve a responsabilidade para
cada ato que não deve estar fundamentado no senso comum e no empirismo. Cada
decisão profissional deve basear-se em sólido conhecimento e em valores éticos,
legais e humanos imprescindíveis.
72
A metodologia da problematização busca essencialmente os
mesmo objetivos da pesquisa: a construção do conhecimento a partir da observação
da realidade e conseqüentemente, a modificação desta. A inserção da metodologia
de pesquisa de forma consciente e adequada garantirá a realização dos objetivos
propostos pelo currículo, visando formar um profissional contextualizado, com
capacidade de ser agente do aperfeiçoamento desta realidade através de ações
críticas e responsáveis.
PROCESSO DE AVALIAÇÃO
A Avaliação da aprendizagem no curso de Enfermagem é
entendida como um processo contínuo, sistemático e integral de acompanhamento e
julgamento do nível no qual alunos e professores se encontram em reação ao
alcance dos objetivos desejados na formação do profissional em questão.
Nesse sentido, deve ser entendida como um processo indissociável
da dinâmica de ensino e aprendizagem, pois implica a realização de verificações
planejadas para obter diagnósticos periódicos do desempenho dos alunos e
professores em relação à transmissão/assimilação e construção/produção dos
conhecimentos, habilidades e atitudes desejadas, possibilitando o replanejamento
das ações sempre que necessário.
Como processo cooperativo implica a tomada de decisão de todos
os participantes deste processo (alunos, professores, profissionais dos serviços nos
quais ocorre a aprendizagem) em relação ao projeto curricular. Dessa forma, os
diferentes momentos da avaliação durante o processo (resultados parciais)
legitimam-na como produto apreendido em termos de resultado final.
Para que seja viabilizada dentro desta concepção, é importante que
haja clareza quanto ás características que nortearão a sua operacionalização:
•
Para ser contínua, a avaliação deve acontecer ao longo de todo o processo
de ensino e aprendizagem, realizada em diferentes momentos não sendo
pontual (isolada) nem um momento terminal do processo educativo;
•
Para ser sistemática, a avaliação não pode ser improvisada; deve ser um ato
intencional, consciente e planejado como parte integrante do processo de
73
ensino e aprendizagem. Requer-se clareza quanto às suas finalidades, bom
como quanto à utilização de instrumentos e medidas adequadas, requer-se
que seja pensada como uma atividade permanente, permitindo acompanhar
passo a passo a evolução do aluno na assimilação, construção e produção do
seu conhecimento;
•
Para ser integral, a avaliação deve estender-se a todos os domínios do
comportamento: cognitivo, afetivo e psicomotor;
•
Para estar voltada ao alcance dos objetivos, a avaliação deve ser planejada
de acordo com o perfil profissional delineado no projeto curricular e
explicitado na forma de desempenho (conhecimentos, habilidades e atitudes)
desejado no graduando;
•
Para ser indissociável da dinâmica de ensino e aprendizagem, a avaliação
deve ser coerente com o projeto pedagógico, no sentido de refletir os
princípios que o norteiam. Não pode se limitar a um momento separado ou
independente do processo de ensino;
•
Para ser inclusiva, a avaliação deve facilitar ao professor, quando detectar
problemas e/ou dificuldades de aprendizagem, propor alternativas de
recuperação desta, integrando o aluno na busca persistente do alcance dos
objetivos desejados;
•
Para ser abrangente, a avaliação não deve se restringir ao desempenho do
aluno, mas também fornecer subsídios para avaliar o desempenho do
professor e de outros profissionais envolvidos na formação acadêmica,
auxiliando na tomada de decisões sobre o projeto pedagógico;
•
Para ser cooperativa, a avaliação deve ter atuação ativa de todos os
participantes do processo de ensino e aprendizagem, proporcionando
feedback mútuo e reflexão sobre o próprio desempenho (auto-avaliação).
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
A questão da avaliação assume a maior relevância no contexto de
um projeto pedagógico, na medida em que pode favorecer ou não a concretização
dos princípios norteadores de sistemas de educação comprometidos com a
74
formação de pessoas competentes na sua área de atuação e, ao mesmo tempo,
capazes de viver o exercício da cidadania.
A avaliação de competências estará sempre associada a algum tipo
de padrão ou norma, os quais podem ser rígidos e, portanto, fortemente
direcionados a comportamentos e desempenhos técnicos e comportamentais
prescritos, ou podem ser criativos, gerando espaço para a observação e registros de
atitudes frente a situações inusitadas.
Para
que
a
avaliação,
nesse
processo,
posa
expressar
concretamente as competências desenvolvidas pelos indivíduos é importante que a
formação e a avaliação seja planejadas em conjunto. Importa ainda observar que ao
planejar a avaliação não se pode deixar de levar em conta três de suas dimensões
fundamentais: diagnóstico inicial, formativa e recapitulativa que podem ser assim
caracterizadas:
•
Diagnóstico Inicial: permite detectar os atributos que os alunos já possuem
e utilizá-los para a estruturação do processo ensino-aprendizagem. Deve
tentar recolher evidências sobre as formas de aprender dos alunos, suas
experiências
e
conhecimentos
prévios,
seus
erros
e
concepções
aprimorísticas.
•
Formativa: permite identificar o nível de evolução dos alunos no processo de
ensino aprendizagem. Para os professores, implica uma tarefa de adequação
constante entre os processos de ensino e de aprendizagem, de modo a
adaptá-los à evolução dos alunos e também para o estabelecimento de novas
pautas de atuação.
•
Recapitulativa: apresenta-se como um processo de síntese de um tema, um
curso ou um nível educativo, sendo “o momento” que permite reconhecer se
os estudantes alcançaram os resultados esperados, adquiriram algumas
destrezas e habilidades propostas, em função das situações de ensino e
aprendizagem planejadas.
Uma outra dimensão – acreditativa ou certificativa – é a que
legitima a promoção dos estudantes de uma etapa ou outra, de um nível de ensino a
outro e/ou confere uma determinada certificação, constituindo o ápice do processo
de formação. Sua legitimidade em relação às normas de competência está no fato
75
de o programa de formação ter sido planejado em coerência com essas mesmas
normas, permitindo que se conclua, a partir do resultado das avaliações
processuais, sobre as condições que o indivíduo tem de desempenhar-se segundo
as normas especificadas.
METODOLOGIA DA AVALIAÇÃO
Partindo do pressuposto que competência é a capacidade de
mobilizar saberes, conhecimentos e habilidades, para a solução de problemas e
aplicá-los em situações novas, que a aprendizagem significativa desenvolve
habilidades mais avançadas como a de análise e síntese à metodologia de avaliação
contemplada para esta proposta está organizada em três aspectos:
•
Capacidade demonstrada para resolver o problema.
•
Capacidade de executar as tarefas nos conceitos estabelecidos.
•
Atitude profissionais mais indicadas.
AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
•
PADRÕES/CRITÉRIOS/CONCEITOS
CAPACIDADE DEMONSTRADA PARA
RESOLVER O PROBLEMA
Operacionalização nas propostas
Propostas de soluções
Capacidade na tomada de decisões
Conhecimento técnico na resolução de problemas
Iniciativa para a solução de problemas
Identificação do problema
•
MENÇÃO
Excelente
Superior
Médio Superior
Média
Média Inferior
Inferior
CONCEITO
DA 2
DA 1
DCA 2
DCA 1
NI 2
NI 1
CRITÉRIOS
Operacionalização das Propostas – Avalia a capacidade do aluno de organizar
os dados colhidos, usar meios adequados, executar tarefas, aproveitar recursos
materiais, equipamentos, tempo e planejamento.
Proposta de Soluções – Avalia a capacidade do aluno em apresentar sugestões
inovadoras em diferentes situações, considerando todos os aspectos do cenário e
atores envolvidos.
Capacidade de Tomar Soluções – Avalia a capacidade do aluno em tomar
decisões considerando o contexto apresentado, sem esperar por acontecimentos
inusitados.
76
Conhecimento Técnico na Resolução dos Problemas – Avalia o grau de
conhecimento profissional (técnico) do aluno em relação as atividades propostas e
a busca pela complementação do conhecimento.
Iniciativa para Resolução – Avalia a capacidade do aluno de apresentar
soluções para o problema identificado, soluções essas que possam ser
executadas.
Identificação do Problema – Avalia a capacidade do aluno em identificar o
problema no fato ou situação apresentada.
AVALIAÇÃO DE HABILIDADES
•
PADRÕES/CRITÉRIOS/CONCEITOS
CAPACIDADE DE EXECUTAR AS TAREFAS
NOS CONCEITOS ESTABELECIDOS
Sintetizar
Análise Crítica
Construir
Descrever
Identificar
Observar
•
MENÇÃO
Excelente
Superior
Médio Superior
Médio
Médio Inferior
Inferior
CONCEITO
DA 2
DA 1
DCA 2
DCA 1
NI 2
NI 1
CRITÉRIOS
Sintetizar – Avalia a capacidade do aluno em reelaborar a situação, sugerir novos
caminhos e procedimentos;
Análise Crítica – Avalia a capacidade do aluno em atribuir qualidade/valor à
situação analisada;
Construir – Avalia a capacidade do aluno em ir em busca do referencial teórico,
que explique o fato. Identificar pressupostos teóricos e procedimento técnicos,
sistemática de trabalho e atitudes de profissionais não se distanciando do foco da
habilidade “POR QUÊ FAZER?”;
Descrever – Avalia a capacidade do aluno em descrever aspectos essenciais: o
ambiente, clima predominante, ação e reação dos atores envolvidos, métodos e
procedimentos técnicos utilizados, padrões e critérios para escolha de
procedimentos limitados de ordem humana, física e material e outros detalhes
necessários a compreensão do caso.
Identificar – Avalia a capacidade do aluno em identificar, aspectos essenciais: o
ambientes, clima predominante, ação e reação dos atores envolvidos, métodos e
procedimento técnicos utilizados, padrões e critérios para escolha de
procedimentos limitados de ordem humana, física e material e outros detalhes
necessários a compreensão do caso.
Observação – Avalia capacidade do aluno em observar aspectos essenciais: o
ambiente, clima predominante, ação e reação dos atores envolvidos, métodos e
procedimentos técnicos utilizados, padrões e critérios para escolha de
77
procedimentos limitados de ordem humana, física e material e outros detalhes
necessários a compreensão do caso.
•
ATITUDES
•
PADRÕES/CRITÉRIOS/CONCEITOS
ATITUDES PROFISSIONAIS MAIS INDICADAS
CAPÁCIDADE DE TRABALHAR EM EQUIPE
RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
RESPONSABILIDADE
POSTURA PROFISSIONAL
APRESENTAÇÃO PESSOAL
ASSIDUIDADE
PONTUALIDADE
•
CRITÉRIOS
Capacidade de Trabalhar em Equipe – Avalia a capacidade do aluno em
integrar-se a uma equipe, de colaborar nas atividades de ensino-aprendiagem e
de comprometer-se com os objetivos, responsabilidades, êxitos e fracassos da
mesma.
Relacionamento Interpessoal – Avalia o autocontrole, as atitudes e educação do
aluno com relações com colegas, professores e equipe administrativa.
Responsabilidade – Avalia a capacidade do aluno de assumir as atividades e a
confiança que inspira quando uma tarefa lhe é atribuída.
Postura Profissional – Avalia a atuação do aluno frente a situações do cotidiano
profissional
Apresentação Pessoal – Avalia a adequação entre higiene e vestuário do aluno
no exercício das atividades propostas.
Assiduidade – Avalia a freqüência do aluno aos locais pré-determinados
Pontualidade – Avalia o cumprimento de horários do aluno
•
CONCEITO
CONCEITO
Muito Bom = MB
Bom = B
Regular = R
Insuficiente = I
CRITÉRIOS
- Preenche os requisitos estabelecidos nos critérios
- Preenche quase todos os requisitos estabelecidos e procura
Aprimoramento
- Preenche alguns requisitos demonstra alguma preocupação
com o aprimoramento
- Preenche o mínimo de requisitos e não demonstra
preocupação com o aprimoramento
78
Resultado do Processo
O resultado do Processo de avaliação será expresso por menção:
•
APTO: Capaz de desempenhar 70% das competências essenciais exigidas pelo
perfil profissional de conclusão após o processo de verificação final.
•
NÃO APTO: Não capaz de desempenhar 70% das competências essenciais
exigidas pelo perfil profissional.
Será considerado aprovado aquele que obtiver a MENÇÃO APTO
na síntese das avaliações realizadas durante o processo de aprendizagem.
•
DA2
Domina com autonomia 90% das competências
DA1
Domina com autonomia 80% das competências
DCA2
Domina com relativa autonomia 70% das competências
DCA1
Domina com ajuda
NI2
Necessita de relativa intervenção
NI1
Necessita de intervenção
Síntese dos Resultados
DA2 + DA2 + DA1 = DA2
APTO
DA2 + DA1 + DA1 = DA1
APTO
DA1 + DCA2 + DCA2 = DCA2
APTO
DCA2 + DCA1 + DCA1 = DCA1
Ñ APTO
DCA1 + NI2 + NI2 = NI2
Ñ APTO
NI2 + NI2 + NI1 = NI1
Ñ APTO
REGISTRO DA AVALIAÇÃO
O
registro
será
feito
observando
os
padrões
e
critérios
estabelecidos na metodologia da avaliação de acordo com as competências e
habilidades apropriadas ao final de cada módulo.
79
O histórico escolar que será emitido pelo INESUL contempla as
funções e sub-funções da matriz curricular de acordo com o modelo em anexo.
ATIVIDADES PRATICAS
ATIVIDADES PRÁTICAS EM LABORATÓRIO
As atividades práticas, principalmente as laboratoriais, serão
ministradas com um número de 15 (quinze) alunos, no máximo, objetivando uma
assimilação plenamente satisfatória por parte do corpo discente.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS
Projeto Indústria do Conhecimento
Em face das transformações do mundo contemporâneo e dos
processos de reestruturação produtiva, a qualificação para o trabalho deixa de ser
compreendida como fruto da aquisição de modo de fazer, passando a ser vista como
resultado da articulação de vários elementos, subjetivos e objetivos, tais como:
natureza das relações sociais vividas pelos indivíduos, escolaridade, acesso à
informação, a saberes, a manifestações científicas e culturais, além da duração e da
profundidade das experiências vivenciadas, tanto na vida social quanto no mundo do
trabalho.
A conceituação formulada por Manfredi aprofunda a compreensão a
respeito desses saberes e pode ser tomada como uma referência na análise do
perfil profissional. Segundo a autora:
“o saber fazer – recobre dimensões práticas, técnicas e científicas
adquiridas
formalmente
(curso/treinamento)
e/ou
por
meio
da
experiência
profissional;
o saber ser – inclui traços de personalidade e caráter, que ditam os
comportamentos nas relações sociais de trabalho, como capacidade de iniciativa,
comunicação, disponibilidade para a inovação e mudança, assimilação de novos
valores de qualidade, produtividade e competitividade;
80
o saber agir – é subjacente à exigência de intervenção ou decisão
diante de eventos (saber trabalhar em equipe, ser capaz de resolver problemas e
realizar trabalhos novos, diversificados)”.
A Educação Superior deve, então, propiciar ao aluno “o fomento da
criatividade, da iniciativa, da autonomia e da liberdade de expressão, abrindo
espaços para incorporação de atributos como o respeito pela vida, a postura ética
nas relações humanas e a valorização da convivência em sociedade e nas relações
profissionais, contribuindo para a percepção de seu trabalho com uma forma
concreta de cidadania”.
Assim, como Prática Pedagógica Inovadora, será desenvolvido
durante o curso o PROJETO INDUSTRIA DO CONHECIMENTO.
OBJETIVO
•
Capacitar indivíduos para que tenham condições de disponibilizar durante seu
desempenho profissional os atributos adquiridos na vida social, escolar, pessoal
e laboral, preparando-os para lidar com a flexibilidade e rapidez na resolução de
problemas.
•
Propiciar ao aluno o fomento da criatividade, da iniciativa, da autonomia e da
liberdade de Expressão.
•
Mobilizar saberes para agir em situações concretas de TRABALHO.
METODOLOGIA
A pedagogia de projetos toma como ponto de partida a idéia de que
a melhor maneira de a educação responder às demandas da atualidade é contribuir
para a formação de sujeitos capazes de se orientar numa sociedade complexa e em
constante mutação. Para a pedagogia de projetos, aprender envolve participação,
tomada de posições, escolha de procedimentos para alcançar os objetivos
pretendidos; e ensinar é uma tarefa que, mais do que oferecer respostas, envolve
proporcionar experiências problematizadoras da ação.
Os projetos geram necessidades de aprendizagem, mas o fato de
essas necessidades existirem por si só não garante a aprendizagem. É preciso que
81
os alunos se apropriem dos novos conteúdos e, para isso, a intervenção do
professor é fundamental. É ele o facilitador, quem cria as ações para que essa
apropriação seja de fato significativa, a partir das atividades propostas em cada
módulo.
O trabalho com projetos envolver três momentos básicos: a
problematização, o desenvolvimento e a síntese.
A etapa da problematização corresponde ao ponto de partida, ao
momento detonador do projeto. Inicialmente, os alunos devem expressar seus
conhecimentos, suas hipóteses preliminares e suas concepções sobre o problema
em questão. Essa expressão é fundamental para todo o desenvolvimento do projeto,
uma vez que é o nível de compreensão inicial dos alunos que determina os
caminhos a serem seguidos pelo projeto. É nessa fase “que o professor detecta o
que os alunos já sabem, e o que ainda não sabe, sobre o tema em questão. É
também a partir das questões levantadas nessa etapa que o projeto é organizado
pelo grupo”.
A etapa do desenvolvimento corresponde ao momento em que são
elaboradas estratégias para buscar respostas às questões e hipóteses formuladas
na etapa de problematização. Essas
estratégias devem incluir situações que
obriguem o aluno a agir, observar a existência de vários pontos de vista e de
procedimentos profissionais diferenciados, confrontar-se com conhecimentos
técnico-científicos e colocar[se novas questões. Para isso, é necessário criar
proposta de atividades que exijam a saída do espaço de aula, estimulando o uso das
bibliotecas, a freqüência aos ambientes reais de trabalho, a visita de outros
professores ou profissionais, além da realização de entrevistas, pesquisas, etc. É
nesse processo que os alunos não só utilizam todo o conhecimento que têm sobre o
tema, como também passam a se confrontar com inquietações, que os levam a
duvidar de suas hipóteses iniciais. (Leite, 1994)
No momento de síntese, os alunos superam suas convicções
iniciais,
substituindo-as
por
outras
de
maior
complexidade
e
de
maior
fundamentação teórica e prática, construindo novas aprendizagens. Estas, por sua
vez, “passam a fazer parte dos esquemas de conhecimento dos alunos e vão servir
de conhecimento prévio para outras situações de aprendizagem”.
É possível detalhar esses três momentos e arrolar os seguintes
passos para a realização de um projeto de trabalho:
82
•
Parte-se de um problema negociado com a turma.
•
Inicia-se um projeto de pesquisa.
•
Buscam-se e selecionam-se fontes de informação.
•
Estabelecem-se critérios de ordenação e de interpretação das fontes.
•
Recolhem-se novas dúvidas e perguntas.
•
Estabelecem-se relações com outros problemas.
•
Representa-se o processo de elaboração do conhecimento que foi seguido.
•
Recapitula (avalia-se) o que se aprendeu.
•
Conecta-se com um novo tema ou problema.”
É importante ressaltar que esses momentos e passos compõem um
processo que nunca é fixo ou estanque, apenas serve de fio condutor à atuação
docente.
DESENVOLVIMENTO
Os trabalhos do projeto serão desenvolvidos durante o curso por
etapas e com temas indicando a área a se investigar.
Estrutura
•
Propor os temas a serem trabalhados.
•
Definir o orientador do projeto por turma.
•
Definir formas de Apresentação segundo orientações.
•
Estabelecer como serão as fases de orientação (coletiva e individual), e o início e
a conclusão do trabalho.
•
Descrição das fases de orientação para orientador e alunos.
•
Material a ser distribuído aos alunos.
Operacionalização
TEMA: em cada etapa do curso será proposto um problema,
sempre pertinente a área de atuação do FUTURO PROFISSIONAL.
83
ORIENTADOR: cada turma terá um orientador, que deverá ser
professor do curso.
APRESENTAÇÃO: a apresentação dos trabalhos será feita através
de :
•
Exposição na Instituição de Ensino ao término da Etapa.
•
Envio para os outros setores da área de saúde de protocolos,
cartilhas e ou folders construídos pelos alunos.
•
Exposição em Espaço Aberto no 1º e 2º semestre, em data a
ser definida em CALENDÁRIO.
Todos os trabalhos deste projeto serão desenvolvidos em formas
de:
•
Pôster – folders – protocolo – cartilha – cartazes – álbum
seriado – painéis – maquetes – palestras – portifólio – CD ROM
– transparências.
Orientação Básica
- O trabalho por etapa será dividido em fases, sendo que a 1ª Fase
coincidirá com o início e a última fase com o encerramento do Módulo.
- Dividir a sala em grupos de no máximo 6 (seis) alunos. Cada
grupo irá desenvolver o trabalho sobre o mesmo assunto e fará a apresentação em
recursos diferentes.
- Esta divisão deverá seguir uma seqüência com início, meio e fim
tendo em conta o objetivo específico que se busca alcançar.
- O professor-orientador fará atendimento coletivo que será durante
o desenvolvimento das fases e poderá fazer atendimento individual quando sentir
que haverá necessidade.
Fases do Trabalho
1ª FASE – Ponto de Partida
84
Apresentar para a sala o tema e promover uma discussão para que
os alunos possam expressar seus conhecimentos e suas concepções sobre o tema
“O nível de compreensão inicial dos alunos é que determina o caminha a ser
seguido para a pesquisa”.
É Também a partir das questões levantadas nessa etapa que o
projeto é organizado pelo grupo.
Não esquecer o OBJETIVO GERAL DO PROJETO.
2ª FASE – Elaboração de Estratégias
A partir das questões formuladas serão elaboradas estratégias para
buscar respostas. Estas estratégias devem incluir situações que obriguem o aluno a
agir, observar a existência de vários pontos de vista e de procedimentos, confrontarse com conhecimentos técnicos e científicos.
Nesta fase, defini-se o tipo de pesquisa (bibliografia ou de campo),
o roteiro para a pesquisa, o instrumento de pesquisa considerando a forma de
apresentação do trabalho que já deverá ser ou estar definido por grupo tendo em
conta a característica de cada um.
3ª FASE – Elaboração do Boneco
Nesta fase o professor-orientador deverá ter estabelecido critérios
para as diferentes formas de apresentação.
Trabalhar com os alunos co0mo elaborar o boneco que será
apresentado, definindo, se for necessário novas pesquisas.
4ª FASE – Apresentação do Boneco
Neste momento, o de síntese, os dados levantados, os saberes
construídos passam a fazer parte dos esquemas de conhecimento dos alunos e vão
servir de conhecimento prévio para outras situações de aprendizagem.
Nesta fase, os alunos irão apresentar as idéias integrando os
conhecimentos.
5ª FASE – Conclusão do Trabalho
85
Nesta fase, o aluno deverá estar com o trabalho concluído e com a
orientação do professor começar a Organizar a Apresentação. O professororientador deverá ter critérios estabelecidos para esta organização.
6ª FASE – Apresentação do Trabalho
O aluno fará a apresentação de todo o trabalho realizado para a
comunidade.
7ª FASE – Avaliação
Como o projeto é um processo contínuo e não pode ser reduzido a
uma lista de etapas ou fases, até porque um projeto de trabalho é mais que um
método de ensino, ele deve ser considerado como uma postura que reflete uma
concepção do conhecimento como produção coletiva, onde a experiência vivida e a
produção cultural sistematizada se entrelaçam, dando significado a aprendizagens
construídos ao término de cada etapa. O professor-orientador deverá fazer com os
alunos uma avaliação que nos permita ter clareza dos aspectos positivos e os
pontos dificultadores do processo e apresentar um relatório à coordenação com
dados, resultados obtidos e como corrigirá os possíveis rumos e necessário.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades que complementarão o curso serão compostas de:
VISITAS TÉCNICAS
Objetivo: Oferecer condições para que o aluno amplie sua esfera
de atuação e interação com outros profissionais.
CAMPANHAS
Objetivo: Oferecer condições para que o aluno desenvolva as
competências gerais requeridas com enfoque na Educação para
saúde.
86
PROJETO SOS SAÚDE
Objetivo: Desenvolver atividades educativas sobre forma de
projeto gerenciando situações problemas identificando obstáculos,
analisando e construindo o conhecimento.
EVENTOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS
Objetivo: Oportunizar a ampliação dos conhecimentos adquiridos
ao longo do clico curricular.
PIS – Programa Individual de Saúde
Objetivos: Desenvolver um seminário para Formação de Agentes
Multiplicadores de Promoção da Saúde.
Os conhecimentos adquiridos pelos alunos poderão ser avaliados
para aproveitamento de estudos no todo ou em parte nos termos da legislação
vigente: Resolução 3 CNE e CES 07 de Novembro de 2001 para as atividades
complementares.
Os conhecimentos que poderão ser aproveitados são aqueles
adquiridos através de estudos e práticas independentes presenciais e/ou a distância
a saber:
•
Monitorias e estágios
•
Programas de iniciação científica
•
Programas de extensão
•
Estudos complementares
•
Cursos realizados em outras áreas afins
O aproveitamento, em qualquer situação, deverá ser requerido
antes do início do desenvolvimento das atividades complementares para a devida
análise.
Os que procederem a avaliação para o aproveitamento dos
conhecimentos apresentarão relatório que será arquivado no prontuário individual do
aluno, juntamente com os documentos que instituirão o processo.
87
As atividades complementares serão regulamentadas após análise
e apresentação do anteprojeto para o Conselho de Administração Superior.
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
O Programa de Iniciação Científica é um projeto a ser desenvolvido
pelo aluno do Curso de Graduação em Enfermagem.
Durante o desenvolvimento deste projeto o aluno ira confrontar-se
com conhecimentos técnicos e científicos superando suas convicções iniciais,
substituindo por outras de maior complexidade e de maior fundamentação,
construindo novas aprendizagens.
OBJETIVOS
•
Capacitar indivíduos para que tenha condições de disponibilizar durante seu
desempenho profissional os atributos adquiridos na vida social, escolar e pessoal
e laboral, preparando-os para lidar com a flexibilidade e rapidez na resolução de
problemas.
•
Mobilizar saberes que oportunizem a incorporação de atributos como o respeito
pela vida e a valorização da convivência em sociedade e nas relações
profissionais.
•
Propiciar novos conhecimentos técnicos e científicos da área de atuação.
•
Reconhecer a contribuição da evolução dos saberes na idéia de saúde como a
construção da cidadania.
METODOLOGIA
O projeto do Programa de Iniciação Científica que abordará a
contribuição da evolução dos saberes envolve quatro momentos importantes: o
contanto com a metodologia da pesquisa, a elaboração da problematização, enfoque
da contribuição e a apresentação e disseminação dos resultados.
88
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Para a conclusão do Curso de Graduação, o aluno deverá elaborar
um Trabalho sob orientação docente que será desenvolvido na modalidade de
monografia centrados na área da formação profissional.
O TCC será desenvolvido, durante o curso, sendo que sua
finalização ocorrerá ao término do curso:
•
Elaborar normas para o TCC;
•
Atribuições docente e alunos;
•
Definir as etapas para elaboração do TCC;
•
Elaborar orientações sobre o TCC;
•
Definir estrutura do relatório da fase do TCC;
•
Elaborar ficha de registro das orientações e cadastro.
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO TCC
i.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é indispensável para
obtenção do Diploma de Bacharel;
ii.
O aluno ao término do curso deverá apresentar, para certificação do
Título, o Trabalho de Conclusão de Curso e fazer uma apresentação
oral perante a banca de avaliação;
iii.
O TCC poderá ser desenvolvido por no máximo 04 (quatro) alunos com
acompanhamento do Professor Orientador;
iv.
A apresentação do trabalho será feita pelo grupo conforme normas
estabelecidas pela banca;
v.
Cada aluno do grupo deverá ter uma cópia do TCC e deverá entregar
uma cópia para a banca de avaliação, que após a apresentação
passará a fazer parte do acervo bibliográfico junto com uma
autorização escrita para publicação em caso de aprovação;
vi.
O TCC deverá ter entre 30 e 50 laudas, diagramadas conforme as
normas técnicas pertinentes da ABNT – Associação Brasileira de
Normas e Técnicas;
89
vii.
Fraude na elaboração do Trabalho implicará em não aprovação do
TCC;
viii.
Serão consideradas fraudes:
a) Ausência de contribuição pessoa (mera cópia ou resumo de
idéias alheias);
b) Plágio (apresentação de cópia de trabalho);
c) Infidelidade na informação do tema do TCC.
ix.
Os alunos do grupo serão orientados por um professor do próprio
curso, que fará a orientação do TCC de forma coletiva e individual;
x.
O professor orientador deverá estabelecer quais atividades serão
pertinentes a cada aluno do grupo por etapa;
xi.
Cada aluno receberá o “Controle de Orientação do TCC” que deverá
ser anexado no roteiro que será apresentado durante as etapas do
TCC;
xii.
Todo aluno deverá cumprir no mínimo 75% da carga horária das
orientações do TCC;
xiii.
O aluno que não cumprir a carga horária mínima deverá repor esta
carga horária com risco de reprovação, caso não o faça.
ATRIBUIÇÕES DO DOCENTE ORIENTADOR DO TCC
1. Organizar o cronograma das atividades do aluno para o TCC;
2. Informar aos alunos o que é TCC, como será desenvolvido, quais as etapas
do desenvolvimento. É de responsabilidade do Orientador prestar todas as
informações sobre o TCC;
3. A orientação sobre o TCC será coletiva e individual, portanto o orientador
deverá elaborar um cronograma com o tempo de orientação para cada grupo,
na orientação coletiva, e estabelecer quais as atividades de cada aluno do
grupo durante a etapa;
4. O orientador deverá ao término de cada etapa do TCC, entregar para a
Coordenação um relatório de como foi o desenvolvimento da etapa com a
relação de faltas dos alunos durante a orientação e como será feita a
reposição;
90
5. O orientador deverá comunicar o aluno que atingiu mais de 254% de faltas
nas orientações e determinar com o mesmo a reposição. Este trabalho deverá
ser realizado ao término de cada etapa;
6. O orientador poderá ou não justificar a falta do aluno, desde que não haja
prejuízo
para
o
grupo,
segundo
a
justificativa
apresentada
e
o
desenvolvimento das atividades do aluno;
7. O orientador deverá entregar ao aluno um kit do TCC contendo:
•
Normas para elaboração do TCC;
•
Cronograma das atividades;
•
Ficha de controle das orientações;
•
Informativo sobre o TCC;
•
Atribuições dos alunos;
•
Quesitos da avaliação dos trabalhos;
8. O orientador deverá arquivar em pasta própria, o Termo de Acordo e o
cadastro dos alunos e enviar para a secretaria o Termo de Acordo e
autorização escrita para publicação, para ser arquivado na pasta do aluno.
ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO TCC
1. Definição do tema;
2. Elaboração do Projeto de Pesquisa;
3. Pesquisa bibliográfica e de campo;
4. Encontros agendados com o Professor Orientador;
5. Cronograma das atividades do Aluno;
6. Aprovação do TCC pelo Professor Orientador;
7. Apresentação do TCC à banca de avaliação.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Para
atender
a
caracterização
da
área
estabelecida
consonância com a proposta curricular, será realizado o Estágio Supervisionado.
91
em
CAMPO DE PRÁTICA
Constituem-se em campos de estágio, instituições de saúde, as
entidades comunitárias, as de direito privado, os órgãos de administração pública, as
instituições de ensino e/ou pesquisa, a comunidade em geral, incluídas nesta última,
as pessoas físicas, desde que apresente condições para:
•
Planejamento e execução conjuntos das atividades de estágio;
•
Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos de campo específico de
trabalho;
•
Vivência efetiva de situações reais da vida e trabalho nem campo profissional;
•
Avaliação.
Para o estabelecimento de estágio, são consideradas, pelo
INESUL, em relação a entidade concedente do estágio:
•
Existência de infra-estrutura material e de recursos humanos apropriados;
•
Aceitação das condições de supervisão e avaliação do INSEUL.
PERÍODO/
SEMESTRE
1.
2.
3.
CAMPOS DE ESTÁGIO
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
4.
−
−
−
−
−
−
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE / VISITAS DOMICILIARES;
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE/ VISITAS DOMICILIARES;
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE/ VISITAS DOMICILIARES;
ASILOS
CRECHES
ESCOLAS
CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO)
CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO INFANTIL
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE/ VISITAS DOMICILIARES;
ASILOS
CRECHES
ESCOLAS
CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO)
92
NÍVEL DE
ATENÇÃO À
SAÚDE
CARGA
HORÁRIA
PRIMÁRIA
68
PRIMÁRIA
68
PRIMÁRIA
68
PRIMÁRIA e
SECUNDÁRIA
68
−
−
−
−
−
−
−
−
−
5.
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
6.
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
7.
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO INFANTIL)
AMBULATÓRIOS;
HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE
ASILOS
CRECHES
ESCOLAS
CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO)
CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO INFANTIL)
AMBULATÓRIOS GERAIS
AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES
HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE
ONCOLOGIA
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE
ASILOS
CRECHES
ESCOLAS
CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO)
CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO INFANTIL)
AMBULATÓRIOS GERAIS
AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES
HOSPITAL DIA (PSIQUIÁTRICO)
HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE
ASILOS
CRECHES
ESCOLAS
CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO)
CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO INFANTIL)
AMBULATÓRIOS GERAIS
AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES
HOSPITAL DIA (PSIQUIÁTRICO)
HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE
HOSPITAIS DE MÉDIO E GRANDE
PORTE COM VÁRIOS NÍVEIS DE
COMPLEXIDADE ( UTI ADULTO E
INFANTIL, UCO, PS, MI, CENTRO
CIRÚRGICO
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
COMUNIDADE
ASILOS
CRECHES
93
PRIMÁRIA e
SECUNDÁRIA
68
PRIMÁRIA e
SECUNDÁRIA
68
PRIMÁRIA,
SECUNDÁRIA
e TERCIÁRIA
72
−
−
8.
−
−
−
−
−
−
ESCOLAS
CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO)
CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO
PSIQUIÁTRICO INFANTIL)
AMBULATÓRIOS GERAIS
AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES
HOSPITAL DIA (PSIQUIÁTRICO)
HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE
HOSPITAIS DE MÉDIO E GRANDE
PORTE COM VÁRIOS NÍVEIS DE
COMPLEXIDADE
PRIMÁRIA,
SECUNDÁRIA
e TERCIÁRIA
160
SUPERVISÃO
Entende-se por supervisão de estágio, a orientação e o
acompanhamento dado ao aluno decorrer de suas atividades, de forma a
proporcionar-lhe o pleno desempenho das ações pertinentes á realização da
profissão.
São supervisores, docentes do curso do INESUL, respeitadas suas
áreas de formação e experiência profissional e as peculiaridades do campo de
trabalho em que se realiza o estágio.
Pode-se, quando necessário, haver participação de profissionais de
campo na supervisão de estágio.
A supervisão de estágio pode ser desenvolvida pelo professor
supervisor, através das seguintes modalidades:
I – Supervisão direta: orientação e acompanhamento do estagiário
pelo professor supervisor, através de observação contínua e direta das atividades
desenvolvidas nos campos de estágio ao longo de todo o processo, podendo-se
completar com entrevistas, reuniões e seminários;
II – Supervisão semidireta: orientação e acompanhamento do
estagiário por meio de visitas sistemáticas ao campo de estágio, pelo professor
supervisor, quando manterá contato com o profissional de campo além de realizar,
periodicamente, entrevistas e/ou reuniões com os estagiários.
São atribuições do supervisor:
•
Promover a integração harmoniosa entre estagiários e equipe da Instituição de
Saúde;
94
•
Elaborar os programas e/ou projetos de desenvolvimento do Estágio, junto com
os grupos de sua responsabilidade;
•
Acompanhar o desenvolvimento do Estágio, contribuindo para que os alunos
superem as dificuldades teórica / metodológica / prática, com vistas, a alcançar
os objetivos propostos;
•
Avaliar o trabalho realizado através de análise do Projeto e Relatório Final de
Estágio;
•
Encaminhar à Coordenação do Curso, durante todo o processo, os programas e
relatórios de estágio, discutidos e avaliados coletivamente com os envolvidos no
processo.
São responsabilidades do Supervisor de Estágio:
•
Participar do processo ensino – aprendizagem e quando isto não for possível,
participar da:
Capacitação Pedagógica;
Reuniões Pedagógicas;
Reuniões de Preparação para o estágio.
•
Atuar como canal de informações entre o desenvolvimento do Estágio e a
Instituição de Ensino.
•
Representar durante o estágio a Instituição de Ensino Junto a unidade
concedente.
DESENVOLVIMENTO
O estágio Curricular Supervisionado, constitui-se no conjunto de
atividades de aprendizagem profissional, social e cultural que serão vivenciadas pelo
aluno, a partir de estudos teóricos e da participação do aluno em situações reais de
trabalho, capacitando-o para o exercício profissional com competência técnica e
ética.
É o mesmo de experienciar, vivenciando os conhecimentos
teóricos-práticos, adquiridos no decorrer da formação discente.
95
“O Estágio terá por finalidade proporcionar ao aluno uma
aproximação à realidade na qual irá atuar. Portanto, não se deve colocar o Estágio
como “pólo prático” do curso, mas como uma aproximação à prática, na medida em
que será conseqüente à teoria estudada no curso, que por sua vez deverá se
constituir numa reflexão sobre e a partir da realidade. É preciso que se assumir a
atividade ocorrerá, efetivamente, no momento em que o aluno for professor na
prática. Ou seja “um curso não é a prática docente, mas é a teoria sobre a prática
docente”. (Pimenta & Gonçalves, 1990).
O estagiário quando inicia o estágio recebe um envelope com o
material para o estágio que ao término deverá ser encaminhado para a Instituição de
Ensino via supervisora no dia da reunião do Conselho de Classe, onde é lido e
discutido o relatório do aluno e são preenchidas as fichas com as dificuldades e os
encaminhamentos que deverão ser adotados.
PROPÓSITO GERAL DO ESTÁGIO
Objetivos Gerais
•
Proporcionar ao estudante, a participação em situações reais de vida e
experiências de ensino e aprendizagem visando à educação profissional
continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades e ao
exercício do pensamento reflexivo e criativo;
•
Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional,
possibilitando
correspondente
concretização
no
desenvolvimento
das
competências e habilidades, compromissadas com a realidade sócio-econômicapolítica do país;
•
Incentivar o trabalho de pesquisa investigando cientificamente, visando ao
desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da cultura;
•
Oportunizar a possibilidade de experienciar os conhecimentos teóricos e práticos
em atividades relacionadas à sua formação acadêmica, buscando a promoção e
o desenvolvimento da cidadania.
Objetivos Específicos
96
•
Fornecer ao estagiário condições para a aquisição de pré-requisitos básicos na
fixação dos conhecimentos teóricos e práticos.
•
Desenvolver as técnicas básicas do curso na execução das atividades de forma
que sirvam de subsídios práticos para o exercício da profissão.
REGULAMENTO GERAL DO ESTÁGIO
1º Art. Para o desenvolvimento de capacitação técnico-profissional de seus
graduados, em todos os campos em que possam atuar o Instituto de Ensino
Superior de Londrina – INESUL, manterá Estágio Curricular, na forma da
Portaria 1.886, de 30 de dezembro de 1994, do ministério de Estado da
Educação e do Desporto.
2º Art. O estágio do INESUL é caracterizado como um conjunto de atividades de
aprendizagem profissional e cultural proporcionadas ao estudante pela
participação em situações reais da vida e de seu meio, realizadas sob
responsabilidade e coordenação do INESUL.
3º Art.
O estágio, componente curricular determinante na formação profissional e
da cidadania do estudante universitário, tem por objetivo proporcionar o
exercício do aprendizado compromissado com a realidade sócio-econômicopolítica do país.
4º Art. O Estágio Curricular poderá ser desenvolvido a partir do 1º(primeiro) módulo
semestre do Curso de Graduação sendo disciplinado por normas de
funcionamento específicas, aprovadas pelo Colegiado de Curso e
referendado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
5ºArt.
O
Estágio
Voluntário
pode
ser
considerado
Atividade
Acadêmica
Complementar, a critério do Colegiado do Curso, nos termos que dispõe o
regulamento de estágio voluntário do respectivo curso.
6º Art. Somente pode realizar estágio estudante regularmente matriculado e
freqüentando efetivamente o curso de graduação.
7º Art. O Plano de Estágio dos cursos de graduação INESUL tem como finalidade
traçar e implementar objetivos metodológicos e mecanismos de avaliação
para os processos de ensino-aprendizagem desenvolvidos no campo de
prática.
97
8º Art. Constituem campo de estágio as entidades de direito privado, os órgãos da
administração pública, as instituições de ensino e/ou pesquisa, e a
comunidade em geral, desde que apresentem condições para:
I - Planejamento e execução conjuntos das atividades de estágio;
II - Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos de campo
específico de trabalho;
III - Vivência efetiva de situações reais da vida e trabalho num campo
profissional;
IV - Avaliação.
9º Art. Para estabelecimento de convênio de estágio, será considerado, pelo
INESUL, em relação à concedente do estágio, o seguinte:
I - Existência de infra-estruturas físicas, de material e de recursos humanos;
II - Aceitação das condições de supervisão e avaliação do INESUL;
III - Anuência e acatamento às normas dos estágios do INESUL;
IV - Existência dos instrumentos legais previstos nos Artigos 8º e 9º, deste
regulamento.
10º Art. Os estágios realizados junto às empresas ou instituições devem estar
apoiados em instrumentos jurídicos, celebrados entre o INESUL e a
concedente do estágio.
§ 1º A realização do estágio por parte do estudante não acarreta vínculo de
qualquer natureza.
§ 2º O acordo ou convênio para a realização do estágio deve ser celebrado
diretamente entre o INESUL e a Concedente do estágio.
11º Art. O estudante, antes de iniciar o estágio, deve providenciar plano de estágio
aprovado pelo Colegiado de Curso e firmar Termo de Compromisso com a
concedente do estágio, com a interveniência do INESUL.
12º Art. Os acordos ou convênios e Termos de Compromisso devem explicitar não
somente os aspectos legais específicos, como também os aspectos
educacionais e de compromisso com a realidade social, conforme as
peculiaridades de cada curso.
13º Art. A Elaboração do Plano de Estágio é responsabilidade da Coordenação do
Curso e orienta docentes e discentes sobre as ações a serem
desenvolvidas no campo de prática.
98
14º Art. O Plano de Estágio dos Cursos de Graduação do INESUL compõe-se das
seguintes etapas:
•
JUSTIFICATIVA
-
O
Plano
de
Estágio
ensino/mercado/serviço
é
para
um
o
instrumento
desenvolvimento
de
pactuação
das
entre
habilidades
e
competências do aluno, bem como a integração destes setores.
-
O Estágio é um momento privilegiado de prática inerente ao processo de
ensino-aprendizagem do(a) aluno(a);
-
Defina-se campo de estágio como instituições, locais e/ou situações que
propiciem a realização de atividades práticas inerentes ao processo de
ensino-aprendizagem do aluno, considerando a legislação do ensino e do
exercício profissional.
-
A ampliação dos cenários e possibilidades de prática dos profissionais de
enfermagem acompanha as transformações que vêm ocorrendo no processo
de trabalho em saúde e na educação;
•
PROPÓSITO GERAL DO ESTÁGIO
Objetivo geral do campo de prática no processo de ensino-
aprendizagem de alunos (as). Justificativa para se realizar o estágio na instituição,
tendo em vista o projeto pedagógico do curso e as condições de prática oferecidas
pela instituição de saúde e/ou outras instituições.
•
PERFIL DOS ALUNOS (AS)
Prever instrumentos para a caracterização de alunos(as) em
relação a faixa etária, sexo, principais dificuldades de aprendizagem, dúvidas e
expectativas quanto a prática supervisionada.
•
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO
Refere-se a descrição do campo de prática onde se pretende
desenvolver as competências, habilidades e/ou objetivos de aprendizagem previstas
no Plano Pedagógico do Curso.
99
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NO
CAMPO DE PRÁTICA
Diz respeito às ações, conhecimentos e atitudes que se pretendem
desenvolver no campo de prática, por meio dos processos de ensino-aprendizagem
supervisionados. Referem-se também aos objetivos de aprendizagem que serão
trabalhados durante o estágio, tendo em vista o processo mais global de formação
dos alunos(as).
•
AVALIAÇÃO
A avaliação é pressuposto básico à inovação permanente do
aprendizado, cerne do conhecimento crítico e questionador. Configura-se como
instrumento principal de reconstrução de métodos, técnicas, posicionamentos e
estratégias adotadas durante todo o desenvolvimento de estágio do aluno.
Contempla os parâmetros, instrumentos e mecanismo de avaliação a serem
utilizados, tendo em vista as diretrizes, pressupostos e objetivos traçados para o
estágio.
O Coordenador devera elaborar o Plano de Estágio no início do Semestre/ Módulo.
15º Art. O Plano de Estágio deverá ser aprovado pelo Colegiado de Curso e
referendado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
16º Art. O alunado do curso deverá conhecer o Plano de Estágio pertinente a sua
formação profissional.
17º Art. Os estágios obrigatórios devem ser cumpridos, preferencialmente, dentro
dos períodos letivos regulares, exceto aqueles que, pelas suas
especificidades e de acordo com sua natureza, exijam realização em
época específica diferenciada, a critério dos respectivos Colegiados de
Curso.
18º Art. Compete a Direção Pedagógica:
I - Manter serviço de assessoria aos estágios, cuja organização
administrativa e didático-pedagógica deve atender às necessidades
emergentes dos diversos cursos;
II - Encaminhar as questões de organização dos estágios às instâncias
competentes;
III - Participar, quando necessário, de reunião avaliativa dos estágios;
100
IV - Promover o intercâmbio entre os coordenadores de estágio, visando
solucionar problemas e uniformizar procedimentos;
V - Promover, juntamente com os coordenadores de estágio, intercâmbio
com outras instituições;
VI - Dar assessoria aos Coordenadores na elaboração, tramitação e
divulgação dos regulamentos específicos dos estágios;
VII - Emitir certificado de estágio voluntário, cuja carga horária não for
computada como atividade acadêmica complementar;
VIII - Assinar os certificados de estágios voluntários;
IX - Assinar, pelo INESUL, os Termos de Compromisso a serem firmados
entre estudantes e concedentes de estágios, exceto no caso de cursos que
possuem infra-estrutura administrativa para dar suporte aos Coordenadores;
19º Art. Compete ao Departamento Jurídico:
I - Formalizar e firmar convênios para estágios, propostos pelos
Coordenadores e Colegiados de Cursos, entre o INESUL e as pessoas
jurídicas de direito público e privado, e a comunidade em geral;
II - Cadastrar as pessoas jurídicas de direito público e privado e a
comunidade em geral, constituídas em campo de estágio a partir de
convênios celebrados com o INESUL, na forma exigida pela legislação
vigente.
20º Art. Compete ao Coordenador de Estágio:
I - Propor ao Colegiado do Curso o sistema de organização e
desenvolvimento dos estágios;
II - Elaborar os Regulamentos de Estágios, encaminhando-os ao Colegiado
de Curso;
III - Definir, em conjunto as diferentes possibilidades de campos de estágio,
na tentativa de compatibilizar convênios para o desenvolvimento de
estágios, mantendo um Banco de Dados atualizados;
IV - Identificar os campos de estágio e providenciar a inserção dos
estudantes nos mesmos;
V - Coordenar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades
pertinentes aos estágios, em conjunto com os demais professores
supervisores;
101
VI - Quando for o caso, orientar os estudantes na escolha da área e/ou
campo de estágio;
VII - Convocar, sempre que necessário, os supervisores de estágio para
discutir questões relativas ao planejamento, organização, funcionamento,
avaliação e controle das atividades de estágio e análise de critérios,
métodos e instrumentos necessários ao seu desenvolvimento;
VIII - Organizar, a cada período de estágio obrigatório, os campos e os
grupos de estagiários e distribuí-los entre os supervisores de acordo com os
campos existentes;
IX - Encaminhar ao Colegiado de Curso a programação dos estágios
obrigatórios, conforme previsto no Art. 22 deste regulamento;
21º Art. A programação dos estágios obrigatórios deve ser elaborada até o início de
cada período letivo pelo Coordenador de cada curso, observadas as
peculiaridades dos mesmos.
Parágrafo único. Respeitadas as características de cada estágio obrigatório, deve
constar da programação, no mínimo, os seguintes elementos:
a) Número de estudantes matriculados;
b) Organização das turmas;
c) Distribuição de turmas por supervisor;
d) Áreas de atuação;
e) Campos de estágios;
f) Período de realização.
22º Art. A supervisão de estágio pode ser desenvolvida pelo professor supervisor
por meio das seguintes modalidades:
I - Supervisão direta: orientação e acompanhamento de estagiário pelo
professor supervisor, através de observação contínua e direta das
atividades desenvolvidas nos campos de estágio ao longo de todo o
processo, podendo se complementar com entrevistas, reuniões e
seminários;
II - Supervisão semidireta: orientação e acompanhamento do estagiário
por meio de visitas sistemáticas ao campo de estágio, pelo professor
supervisor, quando manterá contato com o profissional de campo além de
realizar, periodicamente, entrevistas e/ou reuniões com os estagiários.
102
III - Supervisão indireta: acompanhamento do estágio através de
contatos esporádicos com o estagiário e com o profissional de campo,
além de acompanhamento, através de relatório e sempre que possível,
visitas ocasionais ao campo de estágio.
23º Art.
O Regulamento de Estágio Obrigatório e Voluntário de cada curso deve
ser elaborado de acordo com as diretrizes para o estágio, aprovadas pelo
Colegiado do Curso e contemplar:
I - Carga horária;
II - Campos de estágio;
III - Atividades a serem desenvolvidas;
IV - Formas de supervisão;
V - Atribuições do supervisor;
VI - Critérios de avaliação da aprendizagem do estagiário;
VII - Normas para elaboração de Relatório ou de Trabalho de Conclusão
de Curso quando exigido no estágio obrigatório;
VIII - Registro dos resultados.
24º Art.
Poderão ser aproveitadas as experiências que tenham sido adquiridas no
trabalho em até 40% da carga horária total de estágio obedecendo a
especificidade de cada curso.
25º Art. O aluno deverá comprovar a experiência profissional e passar por uma
Banca Examinadora que indicará a dispensa ou não do estágio e qual
carga horária dispensada.
26º Art. Os procedimentos para requerer o aproveitamento da experiência
profissional para ser computada na carga horária são:
-
Requerimento
-
Cadastro
-
Declaração de trabalho em papel timbrado, assinada pelo responsável
do serviço, com firma reconhecida.
27º Art. Na declaração de trabalho devem constar as atividades exercidas pelo
aluno requerente.
28º Art.
Semestralmente será publicado um Edital de Estágio constando carga
horária e atividades que serão realizadas.
103
29º Art.
O aluno terá 10 (dez) dias para requerer o aproveitamento apresentando
os documentos em envelope lacrado contendo etiqueta com nome, turma
e turno no protocolo.
30º Art. Os alunos que não entregarem os documentos até a data estipulada
perderão o direito a este benefício.
31º Art.
Fica proibido nos estágios a prática de qualquer ato ou desenvolvimento
de atividade que infrinja as normas legais em vigor no País.
32º Art.
O aluno receberá via protocolo um envelope, com todos os instrumentos,
fichas e cadastros pertinentes ao estágio.
33º Art. Ao término de cada etapa do estágio o aluno deverá entregar a
documentação para a Coordenação Pedagógica para ser vistada.
34º Art. A avaliação do aluno deverá ser entregue via protocolo pela Coordenação
à Secretaria Acadêmica que expedirá o edital com os resultados.
35º Art. Todo instrumento ficha e cadastro deverá ser arquivado na pasta individual
do aluno.
36º Art.
Durante o período de Estágio, o estagiário fica coberto, obrigatoriamente,
por apólice de seguro contra riscos de acidentes pessoais pelo INESUL,
quando o estágio for obrigatório e pela concedente de estágio, quando o
estágio for voluntário, devendo constar de cláusula do instrumento jurídico
firmado.
104
Download

Projeto Pedagógico Enfermagem