INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE LONDRINA PROJETO DO CURSO DE ENFERMAGEM 2004 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA PROJETO DO CURSO Concepção do Curso Os ideais históricos de civilidade, no âmbito da saúde, consolidados na Constituição Federal de 1988, concretizam-se, na vivência cotidiana da população brasileira, por intermédio de um crescente entendimento e incorporação de seus princípios ideológicos e doutrinários, como, também pelo exercício de seus princípios organizacionais. Esses ideais têm como referência doutrinária a Reforma Sanitária e se transformam, na Carta Magna, no Sistema Único de Saúde – SUS - em direito à saúde, o que significa que cada um e todos os brasileiros devem construir e usufruir de políticas públicas (econômicas e sociais) que reduzam riscos e agravos à saúde. Esse direito significa, igualmente, o acesso universal (para todos) e equânime (com justa igualdade) a serviços e ações de promoção, proteção e recuperação da saúde (atendimento integral). O pleno exercício da descentralização e municipalização da saúde implica aperfeiçoar a gestão dos serviços de saúde no país e a própria organização do sistema, visto que o município passa a ser, de fato, o responsável imediato pelo atendimento das necessidades e demandas de saúde da sua população e das exigências de intervenções saneadoras em seu território. Essa responsabilidade, no entanto, não exclui o papel da família, da comunidade e dos próprios indivíduos, na promoção, proteção e recuperação da saúde. A operacionalização do sistema aponta para uma reordenação do modelo de atenção à saúde, na medida em que redefine os vínculos dos serviços com os seus usuários, privilegiando os núcleos familiares e comunitários, criando assim, condições para uma efetiva participação e controle sociais. A Atenção à Saúde, que encerra todo o conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS, em todas as esferas de governo, para o atendimento das demandas pessoais e das exigências ambientais, compreende três campos, a saber: 5 • O da assistência, em que as atividades são dirigidas às pessoas, individual ou coletivamente, e que é prestada no âmbito ambulatorial e hospitalar, bem como em outros espaços, especialmente o domiciliar; • O das intervenções ambientais, no seu sentido mais amplo, incluindo as relações e as condições sanitárias nos ambientes de vida e de trabalho, o controle de vetores e hospedeiros e a operação de sistemas de saneamento ambiental; • O das políticas externas ao setor saúde, que interferem nos determinantes sociais do processo saúde-doença das coletividades, de que são partes importantes as questões relativas às políticas macroeconômicas, ao emprego, à habitação, à educação, ao lazer e à disponibilidade e qualidade dos alimentos. Convém ressaltar que as ações de política setorial em saúde, bem como a formação de recursos humanos são inerentes e integrantes do contexto que envolve a melhoria da saúde da população. Por outro lado, entender Educação como bem público, inserida no campo dos direitos sociais básicos, tratada como prioridade na sociedade brasileira, significa compreender as Instituições de Ensino Superior (IES) como expressão de uma sociedade plural, como espaço público de educação e formação de cidadãos que deve estar a serviço do desenvolvimento do país e, portanto, na busca da inclusão social. As IES devem atuar nas comunidades locais, considerando o contexto sociocultural no qual se inserem, compartilhando saberes e formando cidadãos capazes de responder aos desafios dessas comunidades, valorizando os resultados de programações com critérios epidemiológicos e desempenho com qualidade. Deve ainda, propiciar permanentemente o debate em torno de temas de interesse social e fundamentalmente contribuir com o desenvolvimento da sociedade através de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. No entanto, apesar dos intensos debates, múltiplas proposições e das inovações introduzidas pelos movimentos de mudança na graduação na área da saúde, a orientação predominante na formação ainda é alheia à organização da gestão setorial e ao debate crítico sobre os sistemas de estruturação do cuidado à saúde. As instituições formadoras têm perpetuado modelos os mais conservadores, centrados na fisiopatologia ou na anátomo-clínica, dependentes de procedimentos e 6 de equipamentos de apoio diagnóstico e terapêutico e limitados às aprendizagens hospitalares. No intuito de reorientar as práticas na formação a concepção do Curso de Graduação em Enfermagem do Instituto de Ensino Superior de Londrina está alicerçado no tripé: • Promoção de mudanças na formação profissional de modo a aproximá-la dos conceitos e princípios que possibilitarão atenção integral e humanizada à população brasileira. • Adoção da integralidade como eixo da mudança na formação de graduação. • Formação que desenvolva a capacidade de análise crítica de contextos, que problematize os saberes e as práticas vigentes e que ative processos de educação permanente no desenvolvimento das competências específicas de cada trabalho. Justificativa A proposta curricular do Curso de Graduação em Enfermagem do INESUL está fundamentada e justifica-se: • Nos princípios da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96. • No atendimento à Resolução CNE/CES nº3 de 07 de novembro de 2001 que instituiu as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem. • Na nova dimensão para o trabalho em saúde que envolverá novos âmbitos físicos de atuação profissional e novos processos de trabalho: atenção a família, vigilância à saúde, inclusão social do paciente da saúde mental, acolhimento, assistência domiciliar, etc. • Nas diretrizes e princípios do Programa de Saúde da Família, de grande inserção social e principal estratégia organizativa da atenção primária no âmbito do SUS. É orientada pela lógica da territorialização, da vinculação, responsabilização e do olhar integral sobre o ambiente em suas dimensões sociais e culturais, onde estão inseridas as famílias e os indivíduos. 7 • No fortalecimento da capacidade analítica visando à produção contínua e oportuna de evidências epidemiológicas que concorram para o aprimoramento do conhecimento sobre a situação de saúde da população da região; sobre a magnitude e as tendências históricas dos riscos de adoecer e morrer; sobre as desigualdades em saúde; e sobre as hipóteses explicativas para estes cenários; • No uso dos dados secundários disponíveis nos sistemas de informação integrantes do SUS; • Na contribuição com a formação, no estado do Paraná, que apresenta valores abaixo da média publicada no PAHO, Chile 1972, que recomenda 4,5 enfermeiros para cada 10.000 habitantes, sendo a razão do estado de 3,9 enfermeiros por 10.000 habitantes; • Nos dados das regiões Sudeste e Sul que concentram maior quantidade de enfermeiros e médicos empregados do país, respectivamente 68% e 76%. No entanto, agregam 57% da população brasileira; • Nos dados existentes que apontam que o Brasil, assim como outros países em desenvolvimento, vive a transição epidemiológica, que marca a diminuição da mortalidade por doenças infecciosas e o aumento da mortalidade proporcional por doenças crônicas não transmissíveis. Aumenta a morbimortalidade decorrente da violência, especialmente dos homicídios e dos acidentes de trânsito. Morrem cerca de 255 mil brasileiros, anualmente, de doenças cardiovasculares e os agravos relacionados às causas externas produzem cerca de 120 mil óbitos ao ano e invalidam outros tantos milhares. Convive-se, hoje, com a recrudescência de endemias como a dengue, nos centros urbanos, com as dificuldades para controlar outras como a tuberculose e a malária. A Região Sul é considerada prioridade no Plano de Erradicação da Hanseníase, que a OMS pactuou como o ano de 2005 para a erradicação e não estamos nem próximos de atingir a meta. Além disso, emergem e reemergem outras doenças, tais como a cólera, as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS; • Na urbanização da sociedade brasileira, onde mais de 80% de brasileiros vivem nas cidades e onde os grandes aglomerados urbanos, metropolitanos ou não, abrigam mais de 50% da população; 8 • No envelhecimento populacional que gera novas demandas, cujo atendimento requer a constante adequação do sistema e dos profissionais de saúde; • Na persistência de desigualdades históricas intra e inter-territoriais, entre os gêneros e raciais com relação a renda, acesso a educação e a saúde. Os 10% mais ricos no Brasil, possuem renda 22 vezes maior do que os 40% mais pobres. Além disso, entre os 10% mais ricos, 80% possuem domicílio com saneamento básico, enquanto só 32% dos 40% mais pobres têm esse benefício. Se tomarmos a educação como base, entre os estudantes de 20 a 24 anos, dos 10% mais ricos 21% são de nível superior, sendo que nos 40% mais pobres somente 2,6% o são; • No modelo de atenção vigente no SUS, que apesar de avançado em seus princípios orientadores, ainda apresenta uma perspectiva fortemente pautada nos fundamentos da biomedicina, o que dificultará a longo prazo, sua sustentabilidade, tanto do ponto de vista financeiro quanto do potencial de reverter as tendências epidemiológicas dos graves problemas de saúde do país. Esses pontos levantados e debatidos na instituição colocam a necessidade de se delinear estratégias e ações no campo da educação superior, capazes de apontar a formação de enfermeiros, com o olhar focado na integralidade e qualificados sem fragmentações e setorializações nas suas ações, tendo como centro o profissional líder da equipe e a qualidade de vida. Objetivos De conformidade com a Resolução CNE/CES nº3 de 07 de novembro de 2001 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem, em especial no Artigo 4º - “A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional para o exercício da profissão com base no rigor científico e intelectual e pautada em princípios éticos. O profissional deverá ser dotado de conhecimentos nas áreas: • Atenção a Saúde: 9 Para desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. A atual situação epidemiológica brasileira só pode ser enfrentada, com sucesso, por profissionais que se inserem no modelo organizado em redes horizontais de atenção à saúde. • Tomada de Decisões: Fundamentar em evidências científicas a capacidade de tomar decisões. • Comunicação: Desenvolver a comunicabilidade na interação com outros profissionais e a comunidade mantendo a confidencialidade das informações. • Liderança: Buscar o empreendedorismo e posições de liderança, tendo em vista o bem estar da comunidade e a responsabilidade sanitária. • Gestão: Oportunizar ações para gerenciamento e administração dos recursos físicos e materiais reconhecendo o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e planejamento em saúde. • Educação Permanente: Estimular a aprendizagem continuada e desenvolver a mobilidade acadêmico/ profissional tanto na sua formação, quanto na sua prática. O Curso de Enfermagem do Instituto de Ensino Superior de Londrina tem por filosofia demonstrar condutas coerentes com o princípio de que toda pessoa tem direito à saúde, o que implica o direito de receber adequada assistência de enfermagem, reconhecendo que tem o direito de auto-determinação nas questões de saúde bem como mobilizar recursos necessários para desenvolver o processo assistencial nas situações que assim o exijam – identificação do problema pertinente, ajuda na escolha de alternativas, implementação e avaliação da assistência específica reivindicando a responsabilidade pelo controle total das atividades que envolvam as decisões, as intervenções ou prescrições sobre os cuidados de enfermagem. Princípios Gerais da Proposta Curricular 10 Os princípios filosóficos e sócio-culturais, psicopedagógicos e metodológicos e o perfil profissional de conclusão nortearam a proposta curricular do curso. • Princípios Filosóficos e Sócio-Culturais O ser humano é capaz de transformar as condições de sua existência através de sua visão de mundo que permeia as suas relações sociais, relações essas que determinam a estrutura de organização e produção da sociedade. O indivíduo faz parte de um grupo social conforme sua inserção no processo de produção e esta inserção determina o processo de saúde e doença. A Enfermagem é uma prática social, política e historicamente determinada, que visa cuidar do ser humano em todos os ciclos da vida contribuindo para a promoção, prevenção e reabilitação da saúde. O enfermeiro, dentro desse paradigma, deve ter responsabilidade política e profissional e executar um trabalho intencional tornando-se um agente de transformação social. Para que ele se torne este sujeito, a educação deve ser entendida como uma prática social e deve contribuir para o desenvolvimento do ser humano na sua integralidade, possibilitando ações transformadoras na construção da cidadania. O enfermeiro deverá desenvolver o raciocínio clínico, epidemiológico e investigativo, para atuar nas áreas de assistência, gerência, educação e pesquisa, contribuindo efetivamente para a transformação da realidade. Assim o conceito maior que deve nortear a concepção do novo currículo será a defesa da vida, tendo a saúde como direito do cidadão. Os eixos norteadores do processo de ensino e aprendizagem serão: a construção da cidadania; o processo saúde e doença; a transformação do modelo assistencial. A integração entre ensino, serviço e comunidade; a ética e o humanismo; a associação entre teoria e prática contemplando a ação e reflexão. A transformação das práticas. A qualidade de assistência. O raciocínio investigativo. O estudo do homem a partir do núcleo familiar. A avaliação como processo e as experiências de ensino e aprendizagem estruturadas a partir do adulto para a criança. 11 • Princípios Psicológicos e Metodológicos As pessoas envolvidas no processo educacional são dotadas de uma identidade com características biológicas, sociais, culturais, afetivas, cognitivas, comportamentais e políticas que lhes conferem a individualidade. Assim, não podemos deixar de considerar esse aspecto nem quando abordamos a educação tampouco, quando pensamos e elaboramos um currículo. A forma como as pessoas pensam, sentem, como se relacionam com o seu ambiente social e cultural e como organizam as suas idéias forma sua estrutura cognitiva. Esta por sua vez interfere no seu processo de aprendizagem e na construção do seu conhecimento sobre o mundo (SEVERINO, 1994). PIAGET, apud SAVANI (1994), considera que as estruturas cognitivas não são construídas no vazio, sofrem determinações tanto do sistema genético quanto do meio em que vive o sujeito. Quanto mais clara e organizada for esta estrutura, mais a aprendizagem e a retenção de assuntos novos serão facilitadas. Ao contrário, quando é instável, ambígua, e desordenada a estrutura, a aprendizagem será prejudicada. É mais fácil para o ser humano compreender as idéias mais gerais primeiro para depois compreender os detalhes e especificidades. Essa ordem corresponde à seqüência natural de aquisição de conhecimento pelos seres humanos, quando se defrontam com algo não familiar ou ignorado. Isso corresponde à maneira pela qual o conhecimento é representado, organizado e guardado no sistema cognitivo humano. Assim, quanto mais lógico e organizado está o conteúdo, mais significativa é a aprendizagem. Logo, a aprendizagem significativa dá-se quando o aluno passa por um processo que o torna capaz de traduzir, dar um significado novo, reproduzir o aprendizado em outras situações. No Modelo de Ensino de DAVID AUSUBEL, apud RONCA (1980, p.62), “se o aluno, em cada disciplina, aprende de uma forma significativa este conteúdo essencial, ele estará apto a utilizá-lo na solução de problemas, e aplicá-lo em situações novas, e também desenvolver habilidades mais avançadas como a de análise e síntese.” 12 Para que se efetive o processo de ensino e aprendizagem proposto, faz-se necessária a adoção de uma metodologia. Entendendo metodologia como um conjunto de procedimentos e estratégias organizadas intencionalmente, e que traduzem a concepção filosófica do grupo que a assume, fazemos a opção pela Metodologia da Problematização. Através desta metodologia acredita-se que o aluno possa aprender a pensar criticamente, a desenvolver a capacidade de reconhecer a realidade e seus problemas, e a se preparar como enfermeiro-cidadão para uma ação transformadora da prática social. Perfil Profissional de Conclusão O Curso de Enfermagem do INESUL terá como perfil do formando egresso/profissional, o enfermeiro com formação generalista, humanista, crítico e reflexivo. (Resolução nº03 de 07 de novembro de 2001 Art.3º) O formando egresso profissional ao concluir o curso estará apto a: Exercer suas atividades profissionais com a idéia de saúde como cidadania, promovendo ações integradas de proteção, prevenção, recuperação e reabilitação, prestando assistência ao cliente considerando os aspectos éticos, com senso de responsabilidade social e com base no rigor científico e intelectual. Competências e Habilidades Deverão ser desenvolvidas durante a formação do enfermeiro as competências e habilidades requeridas para o exercício da profissão tais como: • Atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas dimensões, em suas expressões e fases evolutivas; • Incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional; • Desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional; 13 • Estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as formas de organização social, suas transformações e expressões; • Compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das regiões e utilizar flexibilidade que permita responder às necessidades singulares e especificidades das regiões; • Reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; • Planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde, considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento; • Intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência; • Atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso; • Fomentar estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de transformação social; • Prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade; • Gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com resolutividade, respeitando os princípios de Ética e de Bioética, Legais e Humanísticos da profissão, tanto em nível individual como coletivo em todos os âmbitos de atuação profissional; • Ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de enfrentar situações em constante mudança; 14 • Reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde, planejar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde; • Reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem; • Compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de enfermagem às diferentes demandas dos usuários; • Usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem; • Atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico; • Desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional; • Interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente desse processo; • Utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e da assistência à saúde; • Participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas dos sistemas de saúde; • Assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde; • Cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e como enfermeiro; e reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e planejamento em saúde. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O processo de trabalho em saúde requer do trabalhador da área mais do que um rol de competências e habilidades. A OMS propõe que a saúde pode ser definida como “a medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente. A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo 15 enquanto condição de cidadania” e aponta para certas especificidades no trabalho dos profissionais da área. A diversificação dos campos de atuação dos profissionais de Saúde hoje, com a dessetorização e desfragmentação de suas práticas, à medida que envolvam modelos de atenção voltados à qualidade de vida, exige dos trabalhadores uma visão ampliada de saúde. O reconhecimento da integralidade como diretriz que contemple as dimensões biológicas, psicológicas e sociais do processo saúde-doença, por meio de ações que respeitem a integridade e individualidade do ser humano, deverá ser incorporado, progressivamente, como uma nova cultura de saúde na educação profissional. A moderna visão de qualidade em saúde inclui a humanização da assistência; o respeito à autonomia do paciente/cliente bem como aos seus direitos como consumidor dos serviços; a satisfação das necessidades e expectativas individuais do mesmo; a tecnologia em seu sentido mais amplo e valorização da autonomia das pessoas na gestão das questões da sua saúde. Partimos dos pressupostos da OMS/Opas, para quem os Sistemas de Atenção à Saúde devem ser: o Organizados em redes horizontais de atenção à saúde, a fim de garantir o acesso a serviços de saúde de boa qualidade; o Construídos sob a égide da responsabilidade sanitária, adequar-se a realidade de cada região do país e integrar as ações de proteção e promoção da saúde, da atenção primária, da atenção secundária e da atenção terciária, da vigilância em saúde e das políticas de recursos humanos; o Dirigidos por valores de dignidade humana, equidade, solidariedade e ética profissional; o Centrado nas pessoas, permitindo que os cidadãos influenciem os serviços de saúde e assumam a responsabilidade por sua própria saúde; o Focados na qualidade, incluindo a relação custo-efetividade; o Baseados em financiamento sustentável, para permitir a cobertura universal e o acesso eqüitativo; o Direcionados para a atenção primária. Refletindo e Redesenhando Conceitos: 16 Iniciativas como a humanização do atendimento e melhoria dos serviços hospitalares, através de práticas de acompanhamento domiciliar, trazem à tona a necessidade de se refletir sobre os níveis de complexidade e níveis de atenção, isto porque esses níveis são comumente assim relacionados: baixa, média e alta complexidade, que correspondem aos níveis primário, secundário e terciário, respectivamente. Na prática, essa tendência pode ser desmistificada, ao se observar que na própria atenção primária podem ser exigidas habilidades e práticas de alta complexidade, que reúnem conhecimento de diversos campos, tais como: antropologia, economia, sociologia, comunicação social e a própria medicina. Atenção em Saúde: tecnologias X complexidade Para esta definição o conceito de Mendes parece útil na medida em que estabelece os níveis de atenção constituídos de diferentes composições tecnológicas referidas por sua densidade, seu custo e sua viabilidade, para solução de conjuntos específicos de problemas de saúde de diferentes natureza. Mendes parte do pressuposto que “os problemas de saúde ocorrem com freqüências relativas diferentes, variando de intervalo teórico de problemas mais raros até os problemas mais comuns”. Daí se associa o termo “densidade tecnológica”, pelo qual os problemas menos freqüentes correspondem a composições tecnológicas mais densas e, portanto, mais custosas. Se os princípios da regionalização e hierarquização dos serviços de saúde no âmbito do SUS forem assim concebidos, isto é, sob a ótica da densidade tecnológica e complexidade assistencial, será necessário a adoção de lógicas organizativas que estruturem os sistemas de saúde de maneira a dispor de procedimentos técnicos, em conformidade com a responsabilidade de cada esfera de governo na condução e execução das ações assistenciais de saúde, entretanto integrando também a lógica de redes horizontais. De qualquer maneira, é praticamente inviável que todos os municípios do país sejam capazes de estruturar e manter todos os níveis de atenção dentro de seus limites territoriais, como por exemplo os ambulatórios especializados, atenção hospitalar e sistemas de apoio diagnóstico e terapias de alto custo. Isto não exime o município da responsabilidade sanitária e da integralidade do sistema em redes horizontais. Atenção Primária – Conceito 17 A Atenção Primária é um conjunto de intervenções da saúde no âmbito individual e coletivo que envolve: promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. É desenvolvida por meio do exercício de práticas gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas, sob a forma de trabalho em equipe, dirigidas a populações de territórios (território-processo) bem delimitados, das quais assumem responsabilidades. Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, que devem resolver os problemas de saúde de maior freqüência e relevância das populações. É o contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde. Orientase pelos princípios da universalidade, acessibilidade (ao sistema), continuidade, integralidade, responsabilização, humanização, vínculo, equidade e participação social. A Atenção Primária deve considerar o sujeito em sua singularidade, complexidade, integralidade e inserção sócio-cultural e buscar a promoção de sua saúde, a prevenção e tratamento de doenças e a redução de danos ou de sofrimentos que possam estar comprometendo suas possibilidades de viver de modo saudável. A atenção primária também compartilha características com outros níveis dos sistemas de saúde: responsabilidade pelo acesso, qualidade e custos; atenção à prevenção, bem como ao tratamento e a reabilitação e trabalho em equipe. A atenção primária não é um conjunto de tarefas ou atividades clínicas exclusivas; virtualmente, todos os tipos de atividades clínicas (como diagnóstico, prevenção, exames e várias estratégias para o monitoramento clínico) são características de todos os níveis de atenção. Em vez disso, a atenção primária é uma abordagem que forma a base e determina o trabalho de todos os outros níveis dos sistemas de saúde. A atenção primária aborda os problemas mais comuns na comunidade, oferecendo serviços de prevenção, cura, e reabilitação para maximizar a saúde e o bem-estar. Ela integra a atenção quando há mais de um problema de saúde e lida com o contexto no qual a doença existe e influencia a resposta das pessoas a seus problemas de saúde. É a atenção que organiza e racionaliza o uso de todos os recursos, tanto básicos como especializados, direcionados para a promoção, manutenção e melhora da saúde. 18 A atenção primária difere da atenção por consulta, de curta duração (atenção secundária) e do manejo da enfermidade em longo prazo (atenção terciária) por várias características. Os pacientes têm acesso direto a uma fonte adequada de atenção que é continuada ao longo do tempo, para diversos problemas e que inclui a necessidade de serviços preventivos. É menos hierárquica em sua organização. Atenção Secundária – Conceito A Atenção Secundária compreende um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio clínico e terapêutico de média densidade tecnológica, que não justifique a sua oferta em todos os municípios do país. Atenção Terciária – Conceito A Atenção Terciária se traduz na política de atenção de alta densidade tecnológica e alto custo; na definição de normas nacionais; no controle do cadastro nacional de prestadores de serviços, na otimização da oferta de serviços, tendo em vista a otimização dos recursos disponíveis, a garantia de economia de escala e melhor qualidade. Embora a atenção primária e outros níveis de atenção muitas vezes compartilhem atributos, existem diferenças marcantes na maneira como as funções são realizadas: o Todos os serviços deveriam ser adequadamente acessíveis, mas na atenção secundária e terciária deve ser adequado às necessidades e à urgência de sua situação; o Na atenção primária, o uso é desencadeado basicamente pelos indivíduos, enquanto na atenção secundária e terciária o uso é mais frequentemente desencadeado pelo profissional de atenção à saúde; o Em relação ao reconhecimento do problema, na atenção primária, estes problemas e necessidades são muito pouco definidos e diferenciados, 19 enquanto em outros níveis de atenção eles são melhor definidos, porque já passaram por um “filtro” de definições; o Na atenção primária, a variedade de serviços deve ser mais ampla, pois ela deve abranger todos os problemas de saúde que são mais freqüentes na população, em vez de um subconjunto deles; o O processo de diagnóstico na atenção primária difere dos outros níveis de atenção, já que a probabilidade de doenças sérias, a freqüência de testes para diagnóstico e a prescrição de terapias definitivas são menores na atenção primária. Sob esta ótica, no estudo do processo de trabalho do enfermeiro foram identificados várias competências e habilidades e estas organizadas em grupos que deram origem a algumas funções e sub-funções. Estas funções e subfunções foram reunidas e ligadas a grandes categorias de ação ou eixos norteadores e agrupadas em dez módulos para facilitar a sua operacionalização. O currículo do curso de enfermagem possui três categorias de ação: Atenção Primária à Saúde, Atenção Secundária à Saúde e Atenção Terciária à Saúde, na concepção de uma rede horizontal integrada que compartilha atributos, em que todos os pontos são importantes e formam um contínuo de atenção, mas que por motivos didáticos, em alguns momentos foram trabalhados individualmente. Em cada um destes eixos, buscamos levar o aluno a construir conhecimentos, habilidades e competências, acerca do cuidado ao ser humano como um todo (à mulher, à criança, ao adolescente, ao adulto e ao idoso), incluindo a saúde mental, enquanto inclusão social, como recomendou e deliberou a 3ª Conferência de Saúde Mental. Neste sentido, várias áreas e sub-áreas de conhecimentos se articulam com esta finalidade. Neste contexto, procuramos estabelecer algumas funções que, devido à sua importância e também para efeito de organização, permearam praticamente todos os módulos do currículo, sempre levando em consideração as especificidades das áreas nas quais foram aplicadas. Estas funções são as seguintes: Educação para a saúde; Proteção e Prevenção; Apoio ao Diagnóstico; Recuperação e reabilitação e Gestão em Saúde Baseado no exposto, os módulos ficam assim organizados: • MÓDULO I – PROFISSÃO ENFERMEIRO 20 Visa discutir as dimensões do processo de trabalho do enfermeiro na educação, no planejamento da assistência, na gestão de ações de enfermagem, na atenção de enfermagem individual e coletiva e na pesquisa. Ao discutir as dimensões do processo de trabalho do enfermeiro, este módulo busca principalmente, inserir o aluno na profissão, ao mesmo tempo em que propicia ao aluno, conhecer a realidade e ir construindo desde o primeiro momento do curso, sua identidade profissional. • MÓDULO II, III e IV – ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE I, II E III Compreende o planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem ao ser humano na sua integralidade: ao homem; à mulher; à criança e ao adolescente; ao idoso, na saúde mental, na saúde da família, na assistência às urgências, no campo da atenção primária à saúde. Deve considerar o sujeito em sua singularidade, complexidade, integralidade e inserção sócio-cultural e buscar a proteção e promoção de sua saúde, a prevenção e tratamento de doenças e a redução de danos ou de sofrimentos que possam estar comprometendo suas possibilidades de viver de modo saudável. Compreende o planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem na execução das ações básicas de epidemiologia, de controle de doenças, de controle de zoonoses, vetores e reservatórios e de ocorrências mórbidas, decorrentes de causas externas, como: acidentes, violências e outras e execução das ações básicas de vigilância sanitária. Compreende também as ações estratégicas da atenção primária abaixo relacionadas: • Saúde da Mulher: o Pré-natal: Diagnóstico da gravidez; cadastramento de gestantes no 1º trimestre; classificação de risco gestacional desde a 1ª consulta; suplementação alimentar para gestantes com baixo peso; Acompanhamento de pré-natal de baixo risco; vacinação antitetânica; avaliação do puerpério; exames laboratoriais; alimentação e análise de informação; atividades educativas para promoção da saúde; 21 o Prevenção de câncer de colo de útero e de mama : Rastreamento; coleta e realização de citologia oncótica; o Planejamento familiar: consulta de enfermagem; realização de exames laboratoriais; educação em saúde: métodos contraceptivos e crescimento e sexualidade. o Ações educativas: vida sedentária; obesidade; • Saúde da Criança: o Vigilância nutricional: Acompanhamento do desenvolvimento; promoção do aleitamento materno; realização de exames laboratoriais; combate às carências nutricionais; alimentação dos sistemas de informação; o Imunização: realização do esquema vacinal básico de rotina; realização de campanhas e intensificações; busca ativa de faltosos; alimentação dos sistemas de informação; o Assistência às doenças prevalentes na infância (ADPI): assistência às IRA em menores de 5 anos; assistência às doenças diarréicas em crianças menores de 5 anos; assistência à outras doenças prevalentes; atividades educativas de promoção da saúde e prevenção de doenças; realização de exames laboratoriais; • Saúde do Adolescente: o Educação em saúde: sexualidade; gravidez precoce; doenças sexualmente transmissíveis; prevenção do uso de drogas; obesidade; o Transtornos mentais; grupos de drogaditos; o Estatuto da Criança e do Adolescente; • • • Saúde do Homem: o Prevenção do câncer de próstata; o Ações educativas: vida sedentária; obesidade; Saúde do Idoso: o Estatuto do Idoso; o Imunização: prevenção de doenças respiratórias; Controle daTuberculose: o Busca ativa de casos; 22 o Diagnóstico clínico dos casos; Diagnóstico laboratorial e radiológico; alimentação; o Análise do sistema de informação; o Tratamento dos casos, atendimento às intercorrências, busca de faltosos; o Medidas preventivas: vacinação com BCG, pesquisa de comunicantes, quimioprofilaxia e ações educativas; • Eliminação da Hanseníase: o Busca ativa de casos: identificação de sintomáticos dermatológicos; o Diagnóstico clínico dos casos; classificação clínica dos casos; o Alimentação e análise dos sistemas de informação; o Tratamento supervisionado dos casos: acompanhamento ambulatorial e domiciliar; avaliação dermato-neurológica; curativos; atendimento de intercorrências; o Controle das incapacidades físicas: avaliação e classificação; aplicação de técnica simples de prevenção e tratamento das incapacidades; o Medidas preventivas: pesquisa de comunicantes; divulgação de sinais e sintomas da hanseníase e atividades educativas; • Controle da Hipertensão: o Diagnóstico clínico; busca ativa de casos: visita domiciliar, verificação de SSVV; o Alimentação e análise dos sistemas de informação; o Tratamento dos casos: ambulatorial e domiciliar; acompanhamento domiciliar de pacientes com seqüelas de AVC e outras complicações; o Diagnóstico precoce de complicações; o Primeiro atendimento de urgência: primeiro atendimento às crises hipertensivas e outras complicações; o Medidas preventivas: ações educativas para controle de risco ( obesidade, vida sedentária, tabagismo) e prevenção de complicações; • Controle de Diabetes Mellitus: o Investigação em usuários com fatores de risco; o Busca ativa de casos: visita domiciliar; o Tratamento dos casos: acompanhamento ambulatorial e domiciliar; educação terapêutica em Diabetes; curativos; 23 o Monitorização dos níveis de glicose do paciente; o Diagnóstico precoce de complicações; o Primeiro atendimento de urgência: primeiro atendimento às complicações agudas e outras intercorrências; acompanhamento domiciliar; o Medidas preventivas e de promoção da saúde: ações educativas sobre condições de risco ( obesidade, vida sedentária); Acões educativas para prevenção de complicações ( cuidados com os pés, orientação nutricional, cessação do tabagismo e alcoolismo; controle dos SSVV e das dislipidemias); Ações educativas para auto-aplicação de insulina. • MÓDULO V, VI e VII – ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE I, II E III Compreende o planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem ao ser humano na sua integralidade: ao homem, à mulher, à criança; ao adolescente e ao idoso, no tratamento clínico e cirúrgico, nas afecções crônico degenerativas, infecto-contagiosas, parasitárias, urgências e emergências e na saúde mental, voltados para as ações no campo da atenção secundária à saúde. As ações e serviços da atenção secundária compreendem as atividades ambulatórias de apoio diagnóstico e terapêutico e de internação hospitalar e assistência profissional especializada. Compreende o planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem na execução das ações de média complexidade em vigilância sanitária e epidemiologia e controle de zoonoses. • MÓDULO VIII, IX e X – ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE I, II E III Compreende o planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem ao ser humano na sua integralidade: ao homem, à mulher, à criança; ao adolescente e ao idoso, no tratamento clínico e cirúrgico, nas doenças crônico-degenerativas, nas doenças infecto-contagiosas, nas emergências e ao paciente em estado grave, no campo da atenção terciária à saúde, tendo em vista um campo de atenção de alta densidade tecnológica e alto custo. 24 Compreende também ações e execução da política de sangue e hemoterapia e serviços ambulatórias e hospitalares de alto custo, laboratório de referência para controle de qualidade, ações de alta complexidade em vigilância sanitária e vigilância epidemiológica, central de transplantes, órteses e próteses, medicamentos e insumos especiais. MATRIZ CURRICULAR - Identificação do curso: graduação em Enfermagem (bacharelado); - N° de vagas: 100 vagas totais anuais; - N° de turmas: 2( duas ) turmas anuais com entrad a semestral / campus: Londrina; - N° de alunos por turmas: 50 ( cinqüenta ) alunos; - N° máximo de alunos em aulas teóricas: 50 ( cinqü enta ) alunos; - N° máximo de alunos em atividades práticas: 15 ( quinze ) alunos; - Turno de funcionamento: majoritariamente diurno (vespertino); - Regime de matrícula: modular; - Integralização do curso: mínimo: 4 ( quatro ) anos / máximo: 6 (seis ) anos; - Carga total do curso: 3.270 horas. 25 INESUL - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE LONDRINA CURSO: ENFERMAGEM CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – 3270 hr/a CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO – 680 hr/a MATRIZ CURRICULAR ENFERMAGEM MÓDULO Módulo I Profissão Enfermeiro CH 100h FUNÇÕES As dimensões do processo de trabalho do enfermeiro CH SUBFUNÇÕES CH Educação do cliente, comunidade, equipe de trabalho e formação profissional Planejamento da assistência ao paciente / cliente 100 100h Gestão de ações de enfermagem Pesquisa e implementação de ações para a saúde Auditoria e consultoria de serviços Módulo II Atenção Primária à Saúde I CH 300h Educação para saúde I Módulo IV 150 Recuperação e Reabilitação I 220 Proteção e prevenção I 60 Recuperação e reabilitação II 350 Atenção Primária à Saúde III CH 430h Gestão em saúde I Processo saúde – doença I 300h 74 Apoio ao diagnóstico I Módulo III Atenção Primária à Saúde II CH 430h 226 80 Educação para o autoc Exame clínico geral e específico I 150h Exames diagnósticos I Assistência nas afecções crônicas e/ou degenerativas I Assistência nas afecções infectocontagiosas e parasitárias I 280h Assistência em Saúde Coletiva Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e biossegurança nas ações de enfermagem I Assistência em urgências e Primeiros Socorros Assistência na saúde mental I Assistência à saúde da mulher 350h Assistência à saúde da criança Assistência à saúde do adolescente Assistência à saúde do adulto e do idoso Planejamento, organização e avaliação do processo de trabalho em saúde I Planejamento, organização, direção e avaliação do Processo de trabalho em 80h enfermagem I Programa de saúde da família 26 MÓDULO FUNÇÕES Educação para saúde II Módulo V Atenção Secundária à Saúde I Proteção e prevenção II CH 430h Módulo VI Atenção Secundária à Saúde II CH 430h Módulo VII Atenção Secundária à Saúde III CH 220h Módulo VIII Atenção Terciária à Saúde I CH 210h Módulo IX Atenção Terciária à Saúde II CH 580h CH 100 330 Recuperação e Reabilitação III 430 Apoio ao diagnóstico II 90 Gestão em saúde II 130 Educação para saúde III 70 Proteção e prevenção III 70 Apoio ao diagnóstico III 70 Recuperação e reabilitação IV 240 Gestão em Saúde III 340 SUBFUNÇÕES Processo saúde – doença II Educação para o autocuidado II Promoção a saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e biossegurança nas ações de enfermagem II Assistência no tratamento clínico da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso I Assistência em tratamento cirúrgico da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso I Assistência nas afecções crônicas e/ou degenerativas II Assistência nas afecções infectocontagiosas e parasitárias II Assistência em situação de urgência e emergência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso I Assistência na saúde mental II Exame clínico geral e especializado II Exames diagnósticos II Planejamento, organização, execução e avaliação do Processo de trabalho em saúde II Planejamento, organização, execução, direção e Avaliação do processo de trabalho em enfermagem II Processo saúde – doença III Educação para o autocuidado III Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e biossegurança nas ações de enfermagem III Exame clínico geral e específico III Exames diagnósticos III Assistência em situação de urgência e emergência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso II Assistência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso em estado grave Assistência no tratamento clínico complexo da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso II Assistência em tratamento cirúrgico complexo da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso II Estágio Supervisionado 27 CH 100h 330h 430h 90h 130h 70h 70h 70h 240h 340h MÓDULO FUNÇÕES CH SUBFUNÇÕES CH Planejamento, organização, execução e avaliação do processo de trabalho em Módulo X saúde III 150 150h Atenção Planejamento, organização, execução, Terciária à Gestão de Saúde IV direção e Avaliação do processo de Saúde III trabalho em enfermagem III CH 240h 90 Trabalho de Conclusão de Curso 90h 340 Estágio Supervisionado 340h ATIVIDADES MODULARES 3.030 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO (CHT) 3.270 ESTÁGIO CURRICULAR (20,7% CHT) 680 MÓDULOS MODULO I PROFISSÃO ENFERMEIRO FUNÇÃO As Dimensões do Processo de Trabalho do Enfermeiro SUB-FUNÇÃO Educação do cliente/comunidade/equipe de trabalho e formação profissional Planejamento da assistência ao paciente/cliente Gestão de ações de enfermagem Pesquisa e implementação de ações para a saúde Auditoria e consultoria de serviços ÁREAS E SUB-ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Ética, Bioética e Legislação; História da Enfermagem; Metodologia da Pesquisa; EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, Humanas e Sociais; FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral; MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória; CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 60 40 100 COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer a profissão de enfermeiro como um profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo, apto a exercer suas atividades profissionais com a idéia de saúde como cidadania, promovendo ações integradas de proteção, prevenção, recuperação e reabilitação; 2. Conhecer a enfermagem como profissão e prática social, historicamente determinada visando identificar, no perfil do enfermeiro o seu papel de educador do cliente, comunidade, equipe e formação profissional; na assistência ao cliente, na gestão de ações de enfermagem, pesquisas e seu papel de auditor e consultor dos serviços de enfermagem e de saúde; 3. Reconhecer os campos de atuação do enfermeiro 4. Interpretar a Legislação Profissional, reconhecendo normas que respaldam a ação dos profissionais da área de enfermagem. 5. Conhecer a opção pedagógica que a escola adota. 6. Entender o processo de construção e organização do Sistema Único de Saúde– SUS; 28 HABILIDADES 1. Identificar o cuidado de enfermagem ao ser humano como objetivo do seu trabalho; 2. Descrever a divisão técnica do trabalho de enfermagem de acordo com a Lei do Exercício Profissional; 3. Conhecer os aspectos éticos e a regulamentação da atuação profissional. 4. Desenvolver a mensagem, mediante retomada pessoal do texto e raciocínio personalizado, reelaborando um novo texto, com discussões sobre as idéias do autor, analisando criticamente. 5. Promover a reflexão acerca da importância da pesquisa na formação e no processo de trabalho do enfermeiro. 6. Reconhecer o papel do profissional da saúde dentro do SUS. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Ética, Bioética e Legislação. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 10 30 Bases Tecnológicas: Código de Ética da profissão. Lei 7.498/86; Código de deontologia de enfermagem); Âmbito de atuação profissional e suas atualizações. Princípios de ética, bioética, moral e valores. Formação do Cidadão e Realidade Brasileira. Ética Profissional. Prática do enfermeiro e Bioética. Leis que regem o exercício da profissão. Legislação Sanitária e Vigilância. Código de Defesa do Consumidor. Constituição Federal. Bibliografia Básica: FONTINELE, JUNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia: A B, Goiânia, 2003.127p.( Coleção Curso de Enfermagem). FONTINELE, JUNIOR, Klinger. Ética e bioética em enfermagem. 2.ed. Goiânia: A B, 2002.155p. (Coleção Curso de Enfermagem) BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Lei do Exercício Profissional n.7498/86. BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem n. 240/2000. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em enfermagem. Brasília, 2001. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9.394/1996. Brasília, 1996. VALLS, Álvaro L. M.. O que é ética. 9.ed.reim.Paulo: Brasiliense, 1994. 82p. (Coleção primeiros passos: 177). SINGER, Peter. Ética Pratica. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 399p. ( Coleção biblioteca universal). BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde e direitos humanos. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 200p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Historia da Enfermagem Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 26 20 46 Bases Tecnológicas: História da enfermagem; Enfermagem como profissão e prática historicamente determinada; Processo ensino aprendizagem. O cuidado como integrante no perfil profissional do enfermeiro; As dimensões do processo de trabalho do enfermeiro; Introdução ao Sistema Único de saúde. 29 Bibliografia Básica: LIRA, Nazareth F. de. História da enfermagem e legislação. 1ª ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1989. RIZZOTO, Maria Lúcia Frizon. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. 1ª ed. Goiânia: AB, 1999. CARRARO, Telma Elisa. Enfermagem e assistência: resgatando Florence Nightingale. 2. ed. Goiânia: AB, 2001. 118p. Bibliografia Complementar: SUS: O que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. São Paulo: Atheneu, 256p. WESTPHALEN, Mary E. A. Metodologia para a assistência de enfermagem: teorizações, modelos e subsídios para a prática. Goiânia: AB, 2001. 157p. WALL, Marilene L. Tecnologias Educativas: subsídios para a assistência de enfermagem a grupos. Goiânia: AB editora, 2001. 104p. SCHON. Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. 256p. BRASIL. Ministério da Saúde. O sus de A a Z:garantindo a saúde nos municípios. Brasília: Ministério da Saúde , 2005. 344p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Introdução à Metodologia da Pesquisa; Informática; Língua Portuguesa; Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 14 10 24 Bases Tecnológicas: Processo ensino aprendizagem. Técnicas de Redação, Estudo e Produção de Textos técnicos e Científicos (relatórios) Normas da ABNT. - Práticas investigativas; Bibliografia Básica: SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez, 2002. 335p. FONTINELE JUNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia: AB, 2003. 144p. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Introdução à informática. Rio de Janeiro: LTC, 2001. POLIT, Denise F. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artmed,2004.487p. FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 14.ed.Rio de Janeiro: Vozes, 2001.117p. Bibliografia Complementar: MYNAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo : Hucitec, 2004. 269p. MARCONI, Mariana de Andrade. LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados.. 5. ed. ver. ampl. São Paulo: Atlas, 2002. 282p. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9.ed. São Paulo: Atica, 2002.104p. FIORIN, Jose Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 16.ed.São Paulo: Atica, 2002. 431p. NORTON, Peter. Introdução a informática. São Paulo: Pearson Education, 1996. 619p. SCHON, Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. 256p. 30 MÓDULO II ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE I FUNÇÃO: Educação para Saúde I SUB-FUNÇÃO: Processo Saúde-Doença I Educação para o Auto-Cuidado I ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Educação para o Auto-Cuidado; Saúde Coletiva; Epidemiologia; Biologia Celular; Histologia; Metodologia da Pesquisa; Microbiologia; Parasitologia. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Biológicas, Exatas, Humanas e Sociais. FORMA DE OFERTA: Módulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 153 139 300 COMPETÊNCIAS 1. Conhecer e conceituar ser humano, visando compreender suas relações interpessoais, suas relações com as instituições sociais e com o meio ambiente; 2. Conceituar e discutir atenção primária à saúde, objetivando o conhecimento de práticas saudáveis de vida, assim como a importância do estímulo ao autocuidado; 3. Reconhecer as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes; 4. Analisar sócio-historicamente as políticas públicas de saúde para desenvolver ações com terminalidade e resolutividade no âmbito da promoção, proteção e prevenção; HABILIDADES 1. Identificar os elementos que contribuem para a multideterminação do ser humano; 2. Discutir as relações do ser humano no modo de produção e classe social; 3. Identificar os elementos envolvidos no processo saúde-doença; Sub-Função: Processo Saúde-Doença Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Saúde Coletiva / Epidemiologia Modalidade do Conteúdo: obrigatórias Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 60 46 106 Bases Tecnológicas: Saneamento básico e do meio ambiente; Introdução à cadeia de transmissão de doenças; Prevenção e controle de doenças infecto-contagiosas e parasitárias; Esquema de imunização nas doenças imunopreviníveis; Epidemiologia; Saúde coletiva; Políticas de saúde pública; Sistema Único de Saúde; Recursos de saúde disponíveis na comunidade; Bibliografia Básica: ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde–Doença na enfermagem: entre senso comum e o bom senso. Goiânia: AB Editora, 2002. 178p. (Coleção Curso de Enfermagem). SUS: O que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. São Paulo: Atheneu, 2005. 256p. MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004 493p. (Inclui caderno de exercício). ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2003. 708p. FLETCHER, Robert. H.; FLETCHER, Suzanne W.; WAGNER, Edward H. Epidemiologia 31 clínica: elementos essenciais. 3 ed.reim. Porto Alegre: Artmed, 2003, 281p. Bibliografia Complementar: ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli Antonio; CORDONI JUNIOR, Bases da saúde coletiva. Londrina: UEL, 2001.268p. ALMEIDA FILHO, Naomar. A ciência da saúde. São Paulo: Hucitec, 2000. 255p. (Saúde em Debate, 132). FEUERWERKER, Laura Camargo Macruz. Mudanças na educação médica e residência médica no Brasil. São Paulo: Hucitec/ Rede Unida, 1998.190p. (Saúde em Debate, 199). FONTINELE JUNIOR, Klinger. Programa saúde da família (FSF) comentado. Goiânia: AB, 2003. 124p. (Coleção Curso de Enfermagem). MYNAYO, Maria Cecília S. Os muitos brasis: saúde e população na década de 80. 2. ed. São Paulo: Hucitec ; Rio de janeiro: Abrasco, 1999. 356p. Sub-Função: Processo Saúde-Doença Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Biologia Celular Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 26 20 46 Bases Tecnológicas: Métodos de estudo de biologia celular. Noções de células procariontes. Células eucariontes: estrutura e composição, fisiologia, diferenciação celular. Cromossomos (estrutura). Ciclo celular. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2000. 339p. DE ROBERTIS JUNIOR, Eduardo. M. F.; HIB, José; PONZIO, Roberto. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2003, 413p. ALBERTS, Bruce. et al...Biologia molecular da célula. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 1463p. Bibliografia Complementar: JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2004.488p. COMARCK, David H. Fundamentos da histologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c2001. 371p. GENESER, Finn. Histologia com bases biomeculares. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2000. 615 p. Sub-Função: Processo Saúde-Doença Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Histologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 26 20 46 Bases Tecnológicas: Tecidos epiteliais de revestimento, tecidos epiteliais glandulares, características gerais dos tecidos conjuntivos, sangue, tecidos esqueléticos, tecido nervoso (citologia e histofisiologia), sistema urinário e sistema digestivo. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA, L. C. CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2004.488p. COMARCK, David H. Fundamentos da histologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2001. 371p. 32 GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2002. 413p. Bibliografia Complementar: GENESER, Finn. Histologia com bases biomoleculares. 3 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, c2003. 615p. STEVENS, Alan; LOWE, James S. Histologia Humana, 2ª ed. São Paulo: Manole, c 2001. 408p. DE ROBERTIS JUNIOR, Eduardo M. F.; HIB, José; PONZIO, Roberto. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2003, 413p. MORISCOT, A. S.; CARNEIRO, José; ABHAHAMSOHN, Paulo Alexandre. Histologia para fisioterapia e outras áreas da reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2004.199p. STEVENS, Alan; LOWE, James. Histologia humana. 2.ed. São Paulo: Manole, 2001. 408p. Sub-Função: Processo Saúde-Doença Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-área de Conhecimento: Matemática/Introdução à Bioestatística Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 05 05 10 Bases Tecnológicas: Servir de suporte à área de conhecimento de epidemiologia quando esta tratar de índices e perfis epidemiológicos. Revisão de matemática básica, regra de três e porcentagem; Introdução aos elementos de bioestatística; Bibliografia Básica: GONÇALVES, Cristina F.Fidelis. Estatística. Londrina: UEL, 2002. 304p. LAURENTI, Rui. et. al... Estatísticas de saúde. 2. ed.rev.atua. São Paulo: EPU, 2005.214p. MEDRONHO, Roberto. A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2002. 493p (Inclui caderno de exercício). GIOVANI, José ; DANTE, Luis. Matemática. São Paulo: FTD, 2005. SOUNIS, Emílio. Bioestatística. São Paulo: Mc Graw Hill, 2002. Bibliografia Complementar: ROUQUAYROL, Maria. Zélia; ALMEIDA FILHO; Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. PAIVA, Manoel. Matemática. São Paulo: Moderna, 1995. 653p. v.1. PAIVA, Manoel. Matemática. São Paulo: Moderna, 1995. 592p. v.2. PAIVA, Manoel. Matemática. São Paulo: Moderna, 1995. 656p. v.3. BUSSAB, Wiltton O.; MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. 4ª ed. São Paulo: Atual, 1987. 321p. TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999.410p. ÁVILA, Geraldo. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro: LTC, c1998.275p. Sub-Função: Processo Saúde-Doença Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Introdução à Microbiologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 04 04 08 Bases Tecnológicas: Introdução à Microbiologia; Microorganismos causadores de doenças Bibliografia Básica: BURTON, Gwendolyn R. W; ENGELKIRK, Paul G. Microbiologia para as ciências da saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1998. 289p. 33 BARBOSA, Heloiza Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005. 196p. LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 632p. Bibliografia Complementar: TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE Christine L. Microbiologia. 6. ed.reim. Porto Alegre: Artmed, 2000. 830p. Inclui Cd - Rom. SILVA, Carlos Henrique Pessoa de Menezes. Bacteriologia : um texto ilustrado. Rio de Janeiro: Eventos c1999. 531p. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.984p. Pt. 1. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 1785p. Pt. 2. Sub-Função: Processo Saúde-Doença Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Introdução à Parasitologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 04 04 08 Bases Tecnológicas: Introdução à Parasitologia; Parasitas causadores de doenças Bibliografia Básica: NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 11.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 493p. REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2002. 379p. Inclui Cd - Rom. REY, Luís. Parasitologia: parasitas e doenças parasitárias do homem nas américas e africa . 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2001. 856p. Inclui Cd – Rom. Bibliografia Complementar: LUZ NETO, Leonardo Severo da; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar dos. . Microbiologia e parasitologia. Goiânia: AB, 2003. 97p ( Coleção Curso de Enfermagem). SILVA, Carlos Henrique Pessoa de Menezes. Bacteriologia : um texto ilustrado. Rio de Janeiro: Eventos c1999. 531p. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.984p. Pt. 1. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 1785p. Pt. 2. Sub-Função: Educação para o auto cuidado Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Antropologia Filosófica e Psicologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 06 06 12 Bases Tecnológicas: aspectos antropológicos e filosóficos na determinação do ser humano; Aspectos psicológicos na determinação do ser humano. Bibliografia Básica: CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo : Atica, 2002.440p. GOTO, Roberto. Começos de filosofia. São Paulo: Átomo, 2000. 140p. SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1994. 210p. BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia geral. 15. ed. São Paulo: Ática, 1997. 175p. 34 D’ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvendo a personalidade: enfoque psicodinâmico. 6.ed. São Paulo: Difel, 1984 Bibliografia Complementar: COTRIM, Gilberto. Fundamentos de filosofia: histórias e grandes temas 15.ed. reform. ampl. São Paulo: Saraiva, 2002. 336p. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo:Moderna, 2003.439p. CORDI, Cassiano. et al... Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2000.311p. PEIXOTO, Adão José. (org.). Filosofia Educação e cidadania. Campinas: Alínea, 2001.235p. Sub-Função: Educação para o auto cuidado Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Sociologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 16 08 24 Bases Tecnológicas: Saúde e cidadania; Ecologia e cidadania; Estrutura da sociedade brasileira; Modos de produção; Controle; Estrutura e funcionamento das organizações sociais; Bibliografia Básica: TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à sociologia. 2 ed.rev. ampl. São Paulo: Atual, 2000.263p. DIAS, Reinaldo. Fundamentos de sociologia geral. Campinas: Alínea, 2000.312p. BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 202p. Bibliografia Complementar: VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. 5.ed. rev. aum. São Paulo: Atlas, 2000. 210p. VIEIRA, Evaldo. Democracia e política social. São Paulo: Cortez, 1992. (Coleção polêmicas do nosso tempo). FLEURY, Maria Tereza; FISCHER, Rosa Maria (coord.). Cultura e poder nas organizações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996.170p. NEGRI, Barjas; GIOVANNI, Geraldo Di. (orgs.). Brasil : radiografia da saúde. Campinas: UNICAMP, 2001. 585p. Sub-Função: Educação para o auto cuidado Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Metodologia da Pesquisa Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 06 06 12 Bases Tecnológicas: Etapas da Pesquisa; Elaboração de um Projeto de Pesquisa; Ética na Pesquisa – Resolução 196/96 do CSN / Comissão de Ética. Bibliografia Básica: POLIT, Denise F. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 5.ed.São Paulo: Artmed, 2004. 487p. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. ver. ampl. São Paulo: Cortez, 2002.335p. FONTINELE JUNIOR, Klinger. Pesquisa em Saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia: 35 AB, 2003. 127p. Bibliografia Complementar: MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2004. 269p. SALOMON, Délci Vieira. Como fazer uma monografia. 10.ed.São Paulo; Martins Fontes, 2001. 412.p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria , hipóteses e variáveis e metodologia jurídica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 289p. Sub-Função: Educação para o auto cuidado Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Práticas Educativas: Habilidades de enfermagem I Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 08 20 28 Bases Tecnológicas: Higiene e profilaxia; Comunicação e Técnicas de abordagem do indivíduo; Primeira fase do processo de diagnóstico de enfermagem (histórico, anamnese e sensibilização para a visualização de pontos problemáticos); Estágio observacional nas unidades básicas de saúde, reconhecimento da comunidade e áreas de abrangência; contato com a realidade sanitária local; desenvolvimento de raciocínio crítico-reflexivo através da observação da realidade, levantamento de pontos problemáticos, reflexão e discussão. Bibliografia Básica: BARROS, Alba Lúcia B. Leite de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002. 272p. MUSSI, Nair Miyamoto. Técnicas fundamentais de enfermagem. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. MUNARI, Denise. Enfermagem e grupos. 2. ed. Goiânia: AB, 2003. Bibliografia Complementar WALL, Marilene Loewen. Tecnologias educativas: subsídios para a assistência de enfermagem a grupos. Goiânia: AB, 2001. 104p. ALMEIDA FILHO, Naomar. A ciência da saúde. São Paulo: HUCITEC, 2000, 255p. (Saúde em Debate, 132). WESTPHALEN, M.ary. A .;CARRARO, Telma Elisa.(orgs.). Metodología para a asistencia de enfermagem: teorização, modelos e subsídios para a prática. Goiânia: AB, 2001. 159p. (Coleção Curso de Enfermagem). MÓDULO III ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE II FUNÇÃO: SUB-FUNÇÃO: Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde Proteção e Prevenção I e biossegurança nas ações de enfermagem I Recuperação e Assistência nas afecções crônicas e/ou degenerativas I Reabilitação I Assistência nas afecções infecto-contagiosas e parasitárias I Assistência em Saúde Coletiva Apoio ao Diagnóstico I Exame Clínico Geral e Específico I e Exames diagnósticos I ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Epidemiologia; Saúde Coletiva; Microbiologia; 36 Parasitologia; Imunologia; Patologia. Anatomia Humana; Fisiologia Humana; Enfermagem Fundamental EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, da Saúde e Biológicas FORMA DE OFERTA: Módulo/Semestral; MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória; CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 240 190 430 COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer e avaliar as conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta área, com vistas à sua própria saúde no ambiente profissional 2. Conhecer doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde, assim como as respectivas ações preventivas; 3. Conhecer os princípios de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e esterilização, identificando suas características; 4. Conhecer os equipamentos utilizados no processo de esterilização, com ênfase nos serviços de atenção primária à saúde; 5. Reconhecer a técnica de lavagem das mãos como um dos procedimentos básicos no controle da infecção; 6. Conhecer as medidas de prevenção e os sinais e sintomas que indiquem patologias transmissíveis e parasitárias; 7. Conhecer as técnicas de imunização/vacinação e aplicação de imunobiológicos; 8. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo à segurança no trabalho e biossegurança; 9. Conhecer a estrutura e funcionamento dos sistemas do ser humano, na dimensão física. HABILIDADES 1. Desenvolver ações no âmbito da promoção, proteção e prevenção; 2. Promover a utilização de procedimentos e equipamentos adequados de prevenção e combate ao fogo; 3. Promover a aplicação de princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI e EPC; 4. Promover a aplicação de técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos e químicos; 5. Promover a aplicação de normas de higiene e biossegurança na realização do trabalho para proteção do profissional e a do cliente/paciente; 6. Identificar o processo de cuidar em enfermagem em nível individual; 7. Promover cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase nos serviços de atenção primária à saúde; Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Epidemiologia / Saúde Coletiva Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Vigilância Sanitária; Vigilância Epidemiológica; DST e Aids; Epidemiologia dos acidentes de trabalho. Bibliografia Básica: ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli, Antonio; CORDONI JUNIOR, Luiz. (org.). Bases de saúde coletiva. Londrina: UEL, 2001. 268p. MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004. 493p. 37 ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2003. 708. FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzane W.; WAGNER, Eduardo H. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 3 ed. reim. Porto Alegre: Artmed, 2003. 281 p. Bibliografia Complementar: BRASIL, Ministério da Saúde. Guia para profissionais de saúde mental, sexualidade e DST/AIDS. 1ª ed. Rio de Janeiro: instituto Franco Basaglia, 2002. Núcleo de estudos em saúde coletiva. Vigilância sanitária. 1ª ed. Belo Horizonte: Coopmed, 2001. BRASIL, Implicações éticas no diagnóstico e triagem sorológica do HIV. 1ª ed. Brasília: Ministério da saúde, 2204. BRASIL, Ministério da Saúde. Indicadores em DST/HIV/AIDS. 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL, Ministério da Saúde. Diagnóstico sorológico do HIV testes de triagem. 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Microbiologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 20 50 Bases Tecnológicas: Microbiologia. Morfologia, citologia e fisiologia bacteriana. Genética microbiana. antimicrobiana. Relação parasita-hospedeiro. Flora do corpo humano. Cocos gran positivo e negativos. Bacilos gran negativos e positivos. Microbactérias. Corinebactérias. Espiroquetas. Riquétsias, clamídias e micoplasmas. Micologia. Virologia. Ação dos agentes físicos e químicos. Bibliografia Básica: LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 632p. BARBOSA, Heloisa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005, 196p.. BURTON, Gwendolyn R. W.; ENGELKIRK, Paul G. Microbiologia para as ciências da saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1998. 289p. Bibliografia Complementar: VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 984p. Pt. 1 VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002.1785p. Pt. 12 ALBERTS, Bruce. et al… Biologia Molecular da célula. 4 ed. Porto Alegre: Artemed, 2004, 1463p FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 3 ed. reim. Porto Alegre: Artmed, 2003. 281p. Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Parasitologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 20 50 Bases Tecnológicas: Relações parasito hospedeiro. Mecanismos básicos envolvidos na transmissão de doenças parasitárias. Ciclo vicioso pobreza-doença. Ecologia parasitária. 38 Principais termos técnicos e definições usadas em parasitologia. Ações dos parasitas sobre os hospedeiros. Principais zoonoses. Estudo dos principais helmintos de interesse médico. Estudos dos principais protozoários de interesse médico. Noções básicas sobre entomologia médica. Acidentes ofídicos: considerações gerais. Práticas diagnósticas das principais infecções. Bibliografia Básica: NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 11.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 493p. REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2002. 379p. Inclui Cd - Rom. REY, Luís. Parasitologia: parasitas e doenças parasitárias do homem nas américas e africa . 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2001. 856p. Inclui Cd – Rom. Bibliografia Complementar: VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 984p. Pt. 1. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 1785p. Pt. 2. LUZ NETO, Leonardo Severo da; VOLPI, Roseli; REIS, Pedro Aguiar dos. . Microbiologia e parasitologia. Goiânia: AB, 2003. 97p ( Coleção Curso de Enfermagem). ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de . Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2003. 708p. Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Imunologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 10 30 Bases Tecnológicas: Fundamentos. Antígenos. Imunoglobulinas. Sistema complemento. Complexo de histocompatibilidade principal. Sistema linfóide. Interação antígeno-anticorpo “in vitro”. Cooperação celular. Imunorregulação. Reações de defesa mediado por fagocitose. Sistema imune de mucosas. Imunodeficiências. Hipersensibilidade. Autoimunidade. Imunologia de tumores. Mecanismo de imunidade às infecções fúngicas, bacterianas, virais e parasitárias. Tolerância e imunossupreção. Imunoprofilaxia e imunoterapia. Drogas imunossupressoras e anti-inflamatórias. Produção de anticorpos; Bibliografia Básica: VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.984p. Pt. 1 VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.1785p. Pt. 2. FORTE, Wilma Neves. Imunologia básica e aplicada. Porto Alegre : Artmed, 2004. 359p. ROITT, Ivan; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David. Imunologia. 6 ed. São Paulo: Manole, 2003. 481p. Bibliografia Complementar: LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7.ed. Porto Alegre : Artmed, 2005. 632p. ROITT, Ivan; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David. Imunologia. 6 ed. São Paulo: Manole, 2003. 481p KUMAR, Vinay. Patologias: bases patológicas das doenças. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 1592p. 39 Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Patologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 10 30 Bases Tecnológicas: Introdução à patologia geral. Definição de doença. Homeostasia. Alterações histológicas, ultraestruturais e bioquímicas das organelas celulares e processos reversíveis. Processos irreversíveis: abordagem histológica, ultra-estrutural bioquímica. Distúrbios circulatórios. Inflamação aguda, crônica, reparo. Neoplasia, metaplasia, displasia, etiopatogenia do câncer. Bibliografia Básica: COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. KUMAR, Vinay. Patologia: as bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 1592p. STEVENS, Alan; LOWE, James S.. Patologia. 2.ed. São Paulo: Manole, 2002, 655p. Bibliografia Complementar: GARTNER, Leslie P. HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2002. 413p. ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde - doença na enfermagem : entre o senso comum e o bom senso. Goiânia: AB, 2002. 178 p. ( Coleção Curso de Enfermagem). GENESER, Finn. Histologia com bases biomoleculares. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 615p. ALBERTS, Bruce. et al… Biologia molecular da célula. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 1463p. Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Anatomia Humana/Enfermagem Fundamental Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 40 34 74 Bases Tecnológicas: estrutura dos sistemas tegumentar, órgãos dos sentidos, locomotor, circulatório, cárdio-respiratório, nervoso, digestório e geniturinário. Exame físico por sistemas. Bibliografia Básica: NETTER, Frank. H. Atlas de anatomia humana. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 542p. DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2005. 671p. BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005. JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2004. 184p. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 1428p. Bibliografia Complementar: DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana básica. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2005. 184p. OLIVEIRA, Norival S. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. 105p. SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2000, 417p. v.1 40 SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2000, 822p. v.2 Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde II Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Fisiologia Humana/Enfermagem Fundamental Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 40 36 76 Bases Tecnológicas: funcionamento dos sistemas tegumentar, órgãos dos sentidos, locomotor, circulatório, cárdio-respiratório, nervoso, digestório e geniturinário. Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Introdução à Semiologia e Semiotécnica. Bibliografia Básica: AIRES, Margarida de Melo. Fisiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 1999.934p. BERNE, Robert M.; LEVY, Matthew N. Fisiologia 4.d. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, c2000, 1034p. GUYTON, Arthur C.; HALL, John .E. Tratado de Fisiologia Médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c2002. 973 p. BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005. JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, Norival S. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. 105p. POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2004. 184p. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 1428p. Sub-Função: Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e biossegurança nas ações de enfermagem I Eixo de Conhecimento: Atenção Primária à Saúde I Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Fundamental; Práticas Educativas; Habilidades de Enfermagem II Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Saúde e segurança no trabalho; Forma de prevenção e fatores de risco de acidentes de trabalho e infecções; Epidemiologia da morbidade no trabalho; Causas dos acidentes de trabalho; Legislação pertinente; Manutenção preventiva de materiais e equipamentos; Ergonomia; Princípios gerais de biossegurança; Higiene e profilaxia; Métodos e técnicas de limpeza e desinfecção terminal e concorrente; Manuseio, separação e descarte de resíduos; EPI e EPC; Conceitos de assepsia, antisepsia, desinfecção, descontaminação e esterilização; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: MUSSI, Nair Miyamoto. et al...Técnicas Fundamentais de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003. 161p. ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde - Doença na enfermagem: entre o senso comum e o bom senso. Goiânia: AB, 2002. 178p. ( Coleção Curso de Enfermagem). HIRATA, Mário Hiroyuki; MANCINI FILHO, Jorge. Manual de biossegurança. São Paulo: 41 Manole, 2002. 495p. Bibliografia Complementar: CARVALHO, H.. Boas práticas químicas em biossegurança. São Paulo: Onterciência, 2001. 200p. BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 580p. FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; WAGNER, Eduard H. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.281p. DUL, Jan. WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. 2. ed. ver. ampl. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. 137p. BRASIL. Secretária da Vigilância em saúde. Biossegurança em laboratório biomédicos e de microbiologia. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 290p.. MÓDULO IV ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE III FUNÇÃO Recuperação e Reabilitação I Gestão em Saúde I SUB-FUNÇÃO Assistência em urgências e primeiros socorros Assistência em saúde mental I Assistência à saúde da mulher Assistência à saúde da criança Assistência à saúde do adolescente Assistência à saúde do adulto e idoso Planejamento, organização e avaliação do processo de trabalho em saúde I Planejamento, organização, direção e avaliação do processo de trabalho em enfermagem I Programa de saúde da família ÁREAS e SUB-ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; Semiologia e Semiotécnica; Genética; Embriologia; Nutrição; Epidemiologia; Bioestatística; Anatomia e Fisiologia; EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Biológicas, da Enfermagem e da Saúde FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 230 200 430 COMPETÊNCIAS 1. Conhecer o atendimento de primeiros socorros á vítimas de acidente ou mal súbito visando manter a vida e prevenir complicações; 2. Conhecer os recursos disponíveis na comunidade de forma a viabilizar o atendimento de emergência eficaz, o mais rapidamente possível; 3. Conhecer as categorias de transtornos mentais e de comportamento; 4. Conhecer os aspectos bio-psico-social da saúde da mulher, da criança do adolescente, do adulto e idoso; 5. Conhecer a estrutura e funcionamento dos seguintes sistemas do ser humano, na dimensão física: Reprodutor e Mamas; 6. Conhecer as fases do ciclo reprodutivo da mulher; 7. Conhecer os aspectos específicos relacionados ao cuidado de enfermagem à mulher, criança, adolescente, ao adulto e ao idoso, com ênfase na atenção primária de assistência; 42 8. Conhecer a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações, conhecendo suas possibilidades de atuação como cidadão e como profissional nas questões de saúde; 9. Conhecer o caráter interdisciplinar da área de saúde. 10. Conhecer a estrutura e organização do sistema único de saúde de modo a identificar o processo de trabalho de enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção primária à saúde. 11. Conhecer o processo de trabalho na saúde e na enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção primária à saúde. 12. Reconhecer a importância da visão sistêmica do meio ambiente, considerando os conceitos de eco cidadania, de forma a aplicar princípios de conservação de recursos renováveis e preservação do meio ambiente no exercício do trabalho em saúde; HABILIDADES 1. Identificar o processo de cuidar em enfermagem, em conformidade com os princípios e diretrizes do SUS; 2. Promover cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase na atenção primária à saúde; 3. Aproximar-se do processo de cuidar; 4. Identificar os primeiros socorros às vítimas; 5. Promover cuidados de enfermagem que atendam às necessidades básicas do cliente portador de transtornos mentais, à mulher, criança, adolescente, adulto e idoso; 6. Participar dos procedimento de pré – natal e puericultura; 7. Participar de ações que promovam o bem estar e melhorem a qualidade de vida da mulher, da criança,do adolescente e do idoso, com ênfase na atenção primária à saúde; 8. Detectar o processo de cuidar em enfermagem, em nível individual e coletivo; 9. Observar e participar de projetos de capacitação e avaliação da força de trabalho da enfermagem; 10. Observar e participar da coleta e organização das informações relativas ao campo de atuação, com vistas à pesquisa do perfil de saúde da comunidade; 11. Observar e participar do planejamento, organização, implementação e avaliação da assistência em enfermagem, fundamentado nos princípios científicos; Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Primeiros Socorros / Semiologia e Semiotécnica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Epidemiologia do trauma; Avaliação da vitima e Identificação do trauma; Técnicas de primeiros socorros, Imobilizações e transportes; Recursos de atendimento de emergência disponíveis à comunidade; Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Semiologia e semiotécnica aplicadas ao ser humano com ênfase na atenção primária à saúde. Ensino Clínico. Bibliografia Básica: FONTINELE JUNIOR, Klinger; SARQUIS, Sávio Ignácio J.S. Urgências e emergências em enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 168p. SZPILMAN, David; AMOEDO, Adilson. Manual básico de afogamento e ressuscitação cardiorrespiratória. Rio de Janeiro: Revinter, c1995. 39p. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de primeiros socorros. FUNASA. BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005. 43 JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. Bibliografia Complementar: POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2004. 184p. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 1428p. MUSSI, Nair Miyamoto. et al...Técnicas fundamentais de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003.161p. BARROS, Alba Lúcia Botura Leite de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2002, 272p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde da Mulher e Gênero Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 24 54 Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Pré-natal; Saúde da mulher e gênero, saúde reprodutiva e materna; Gestação; Aleitamento materno; Métodos contraceptivos; Sexualidade e saúde reprodutiva; Assistência de enfermagem à mulher, nos agravos de saúde, com ênfase na atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação à mulher, Legislação especifica; Ensino Clínco. Bibliografia Básica: CENTRO LATINO-AMERICANO DE PERINATOLOGIA E DESENVOLVIMENTO HUMANO(CLAP). Organização Mundial da Saúde(OPS/OMS). Atenção Pré-Natal ao Parto de Baixo Risco. Montevidéu: CLAP, 1996. DE LASCIO, D.; GUARIENTO, A. Obstetrícia normal. 3 ed., São Paulo: Sarvier, 1981. GONZALES, H. Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia. 2.ed. São Paulo: SENAC, 1999. NEME, B. Obstetrícia Básica. São Paulo: Sarvier, 1995. 120p. SALES, J. M. et al… Tratado de assistência pré-natal. São Paulo: ROCA, 1989. 235p. BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência pré-natal: manual técnico. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2000. 250p. BURROUGHS, A. Uma introdução à Enfermagem Materna. 6.ed. Porto Alegre, 1995. REZENDE, J. Obstetrícia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 450p. ZIEGEL, E.; GRANLY, M. C. Enfermagem Obstetrícia. 8.ed. Rio de Janeiro : Interamericana, 1980.360p. Bibliografia Complementar: LANG, S. Aleitamento do lactente: cuidados especiais. Santos, 1999. KING, F. S. Como ajudar as mães a amamentar. Londrina: UEL, 1991. 150p. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno: o papel especial dos serviços materno-infantis. Genebra: OMS,1989. SILVA, I. A. Amamentar – uma questão de assumir riscos ou garantir benefícios. São Paulo: Robe Editorial, 1997. VALDÉS, V. et al. Manejo Clínico da Lactação: Assistência à nutriz e ao lactente. Rio de Janeiro: Revinter, 1996. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde da Criança Modalidade do Conteúdo: obrigatória 44 Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 26 56 Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Assistência integral às doenças prevalentes na infância (ADPI); Assistência de enfermagem à Criança nos agravos de saúde, com ênfase na atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação à criança, Legislação especifica; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: SCHMITZ, E. M. A enfermagem em pediatria e puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. SOUSA, A. L. T. M.; FLÓRIO, A.; KAWAMOTO, E. E. O neonato, a criança e o adolescente. São Paulo: EPU, 2001. 220p. COLLET, Neusa.; OLIVEIRA, Beatriz Gonçalves. Enfermagem Pediátrica. Goiânia: AB Editora, 2000. 200p. Bibliografia Complementar: GAIVA, Maria Aparecida Munhoz. ; GOMES, Maria Magda Ferreira. Cuidando do neonato: uma abordagem de enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 192p. CENTRO LATINO-AMERICANO DE PERINATOLOGIA E DESENVOLVIMENTO HUMANO(CLAP). Organização Pan-americana da Saúde. Organização Mundial da Saúde. Material de apoio à promoção, proteção e vigilância a saúde da criança. Montevidéu: CLAP, 1995 – Álbum seriado. SEGRE, C.; ARMELLINI, P. A.; MARINO, W. T. Recém Nascido. 4.ed. São Paulo: Sarvier, 1995. 248p. THOMPSON, E.; ASHWILL, J. W. Uma introdução à enfermagem pediátrica. 6.ed. Porto Alegre: Artemed,1996. 360p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde do Adolescente Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 16 14 30 Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Crescimento e desenvolvimento do adolescente normal; Estatuto da criança e do adolescente; Assistência de enfermagem ao adolescente nos agravos de saúde, com ênfase na atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação ao adolescente, Legislação especifica; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: MIRANDA, Maria Inês Ferreira de. et al. Políticas públicas sociais para crianças e adolescentes. Goiânia: AB , 2000. 88p. SOUSA, A. L. T.M.; FLÓRIO, A.; KAWAMOTO, E. E. O neonato, a criança e o adolescente. São Paulo: EPU, 2001. BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto da criança e do adolescente WALDOW, Vera. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Luzzato, 1998. Bibliografia Complementar: CARPENITO, Linda Juall. Plano de cuidados de enfermagem e documentação: diagnóstico de enfermagem e problemas colaborativos. 2.ed. reim. Porto Alegre: Artmed, 2000. 739p. CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996. ALFARO-LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem : um guia passo 45 a passo. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde do Adulto e Idoso Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 16 14 30 Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Estatuto do idoso; Assistência de enfermagem ao idoso, nos agravos de saúde, com ênfase na atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação ao idoso, Legislação específica; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: PAPPALÉO, N, M. Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 1996. CICERO, M. T. Saber envelhecer. Porto Alegre: artmed, 1997. ROCHAS, S. M. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. SPIRDUSO, Waneen W. Dimensões físicas do envelhecimento. São Paulo: Manole, 2005.482p. WALDOW, Vera. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Saga Luzzato, 1998. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. CARRARO, Telma Elisa; WESTPHALEN, Mary E. A. (orgs). Metodologia para a assistência de enfermagem: teorização, modelos e subsídios para prática. Goiânia: AB, 2001. 159p. Diagnósticos de enfermagem NANDA: definições e classificação 2003-2004. Porto Alegre: Artmed, 2005.300p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Saúde Mental Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 16 14 30 Bases Tecnológicas: Sistematização da assistência de enfermagem; Avaliação do estado de saúde/doença do ser humano; Implementação das ações de enfermagem no nível de atenção primária à saúde; Órgãos e entidades de proteção e orientação ao doente mental, Legislação específica; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: STEFANELLI, M.C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2. ed. São Paulo: Robe Editorial, 1993. KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamin; GREEB, Jack A. Compêndio de psiquiatria: ciências comportamento e psiquiatria clínica. 7.ed. Porto Alegre: Artemed, 1997.1168p. LARADA, Gail Wiscarz. Enfermagem psiquiátrica. 4. ed. Reichmann & Affonso Editores, 2002. Bibliografia Complementar: WALDOW, Vera. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Luzzato, 1998. BRASIL. Ministério da saúde. Legislação em saúde mental. 2ª ed. Brasília: Ministério da saúde, 2002. BRASIL. Ministério da saúde. Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicossocial. 1ª ed. Brasília: Ministério da saúde, 2004. BRASIL. Ministério da saúde. III Conferência em saúde mental. 1ª ed. Brasília: Ministério da saúde, 2002. 46 Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Genética Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 10 10 20 Bases Tecnológicas: Genética. Padrões de transmissão dos genes e das características. Genética humana. Constituição cromossômica humana normal e anômala. Fatores genéticos responsáveis pelas malformações humanas. Doenças e genes, técnicas de diagnóstico, aconselhamento genético. Erros inatos do metabolismo no homem e suas conseqüências. Bibliografia Básica: BORGES – Osório, Maria Regina; ROBINSON, Wanyce Miriam. Genética humana. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 459p. PIERCE, Benjamim A. Genética: um enfoque conceitual. 1.ed. São Paulo :Guanabara Koogan,c2004. 758p. FRASER, F.C.; NORA, J.J. Genética Humana. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.1986 Bibliografia Complementar: ALBERTS, Bruce. et al… Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 1463p. DE ROBERTIS JUNIOR, Eduardo. M.F.; HIB, José ; PONZIO, Roberto. Biologia celular e molecular. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 413p. JUNQUEIRA, L.C. CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 339p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Embriologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 10 30 Bases Tecnológicas: Gametogênese; ciclo menstrual; Fecundação; estudo das quatro primeiras semanas da embriogênese humana, anexos embrionários;. Primeiras fases do desenvolvimento embrionário: estudo comparativo. Delimitação da forma do embrião. Diferenciação e destino dos três folhetos germinativos nos cordados. Teratogênese. Bibliografia Básica: CARLSON, Bruce M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1996, 408p. MOORE, Keith L. PERSAUD, T.N.V. Embriologia clínica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier Koogan, 2004, 609p. SADLER, T. W. Langman embriologia médica. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2005, 354p. Inclui Cd – Rom. Bibliografia Complementar: GARCIA, Sonia Maria Lauer de; FERNÁNDEZ, Casimiro García. Embriologia. 2ed. rem. Porto Alegre: Artmed, 2003. 416p. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T.V.N.; SHIOTA, KOHEI. Atlas colorido de embriologia clínica. 2.ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan,c 2002. 284p. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 2000. 339p. 47 Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Nutrição Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 10 10 20 Bases Tecnológicas: Perfil nutricional, alimentos, nutrientes, alimentação e saúde, alimento e nutrição, nutrição nos diferentes ciclos de vida, terapia nutricional, interação droga-nutriente; Composição do leite materno. Bibliografia Básica: KRAUSE, L. et al... Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2000.150p. MACARDLE, William E. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2002. 310p. LONCHA JUNIOR, Antonio Herbert. Nutrição e metabolismo aplicados à atividade motora. São Paulo: Atheneu, 2004. 194p. PECKENPAUGH, Nancy; POLEMAN, Charlotte. Nutrição, essência e dietoterapia. São Paulo: Artmed, 1997. 100p. Bibliografia Complementar: WOLENSKY, Ira; HICKSON JUNIOR, James F. Nutrição no exercício e no esporte. São Paulo: Roca, 2000. 237p. WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. Rio de Janeiro: Atheneu. 1990. 303p. BUCHMAN, Alan. Manual de suporte nutricional. São Paulo: Manole. 1998. 197p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: Administração Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 20 40 Bases Tecnológicas: Gestão em saúde nos serviços de atenção primária; Liderança em Enfermagem nos serviços de atenção primária; Padrões de qualidade na prestação de serviços de saúde; Sistemas de informações e registro em nível de atenção primária à saúde; Legislação pertinente; Sistematização da assistência de enfermagem; Visão holística da saúde: Resgatar os conceitos de saúde e doença, história natural das doenças, níveis de assistência à saúde, necessidades humanas básicas, saúde e cidadania; Políticas de saúde; Bibliografia Básica: MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo : Hucitec, 1998.360p BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão municipal de saúde: textos básicos. Rio de Janeiro: Brasil. Ministério da Saúde, 2001. 344p. MELLO JORGE, Maria Helena Prado. As condições de saúde no Brasil. Rio de Janeiro : FIOCRUZ, 2000. 280p. TREVISAN, Maria Auxiliadora. A liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto hospitalar. São Paulo: Sarvier. 1999. 155p. KURKGANT, Paulina. Administração da assistência de enfermagem. São Paulo: EPU, 2002. 200p. Bibliografia Complementar: GERMANO, Raimunda Medeiros. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil.3.ed. São Paulo: Cortez. 1993.118p. ALMEIDA, Maria Cecília Puntel de. O saber da enfermagem e sua dimensão prática. São Paulo: Cortez. 1989. BRASIL. Ministério da Saúde.Sistema Único de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. BRASIL. Ministério da Saúde.Saúde Brasil 2004. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol. J. Administração e liderança em enfermagem: 48 teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2005. 477p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Epidemiologia / Saúde Coletiva / Metodologia de Pesquisa Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 14 10 24 Bases Tecnológicas: Vigilância à saúde; Saúde ambiental; Indicadores de saúde; Perfil epidemiológico; Concepção de saúde da família; SUS – Sistema único de saúde; Bibliografia Básica: ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo: Hucitec, 1998.360p. FONTINELE JUNIOR, Klinger. Programa saúde família (PSF) comentado. Goiânia:AB, 2003. 129p. CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996. Bibliografia Complementar: POLIT, Denise F.; BECK, Cheryl Tatano; HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 1995.487p. STEFANELLI, M.C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2. ed. São Paulo: Robe, 1993. FONTINELE JUNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. Goiânia: AB, 2003, 127p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Bioestatística / Informática Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 08 08 16 Bases Tecnológicas: Informática aplicada à atenção primária à saúde; Aplicabilidade da “ciência da variação” nos problemas biológicos e em geral no campo da saúde. Conceito básico sobre Frações. Números decimais. Proporções. Regra de três. Sistema de medidas. Conjuntos numéricos. Arredondamento de números. Número significativo. Bibliografia Básica: GONÇALVES, Cristina F. Fidelis. Estatística. Londrina: UEL, 2002.304p. LAURENTI, Ruy. et al... Estatísticas de saúde. 2. ed. rev. atua. São Paulo: EPU, 2005.214p. MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.493 p. Bibliografia Complementar: ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. GUIMARÃES, Ângelo de Maoura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Introdução à informática. Rio de Janeiro: LTC, 2001. TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999. 410p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Anatomia e Fisiologia Humana Modalidade do Conteúdo: obrigatória 49 Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 10 10 20 Bases Tecnológicas: Estrutura dos sistemas reprodutor e mamas. Bibliografia Básica: SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2000, 417p. v.1 SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 21.ed. 2.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c 2000, 822p. v.2 NETTER, Frank. H. Atlas de anatomia humana. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 542p. Bibliografia Complementar: DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana básica. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2005. 184p. OLIVEIRA, Norival S. Anatomia e fisiologia humana. Goiânia: AB, 2002. 105p. DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2005. 671p. MÓDULO V ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE I FUNÇÃO Educação para a Saúde II SUB-FUNÇÃO Processo saúde-doença II Educação para o auto cuidado II Proteção e Prevenção II Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e biossegurança nas ações de enfermagem II ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; Anatomia/Fisiologia/Fisiopatologia. Semiologia, Semiotécnica, Farmacologia; Bioquímica. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem e Biológicas FORMA DE OFERTA: Módulo/Semestral; MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 220 210 430 COMPETÊNCIAS 1. Conhecer a estrutura e funcionamento dos seguintes sistemas do ser humano, na dimensão física: Endocrinológico, Hematopoiético; 2. Entender e relacionar a farmacologia e bioquímica com a saúde humana e a enfermagem; 3. Conceituar e discutir atenção secundaria à saúde, objetivando o conhecimento de práticas saudáveis de vida, assim como a importância do estímulo ao autocuidado; 4. Reconhecer e avaliar as conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta área, com vistas à sua própria saúde no ambiente profissional; 5. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo à segurança no trabalho e biossegurança nas ações de enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção secundaria à saúde; 6. Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger a si próprio e ao cliente/paciente; 7. Conhecer os princípios da ação físico-químico dos agentes utilizados na descontaminação, limpeza, anti-sepsia, desinfecção e esterilização de materiais; 50 8. Conhecer as finalidades, estrutura e o funcionamento da CCIH nos serviços de atenção secundaria à saúde; 9. Conhecer a organização, a estrutura, e o funcionamento de um centro de material, com ênfase nos serviços de atenção secundária à saúde; HABILIDADES 1. Identificar o cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase na atenção secundária à saúde; 2. conhecer as bases anatômicas e fisiológicas dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos órgãos endocrinológicos e hematopoiético 3. Identificar necessidades educativas na equipe de trabalho e propor ações educativas relacionada à prevenção de acidentes de trabalho e biossegurança; 4. Promover princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI e EPC; 5. Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos e químicos; 6. Aplicar normas de higiene e biossegurança na realização do trabalho para proteger a sua saúde e a do cliente/paciente; 7. Identificar as ações do enfermeiro do setor de esterilização de materiais; 8. Utilizar a técnica de isolamento adequado a cada patologia transmissível; 9. realizar limpeza e desinfecção concorrente e terminal dos ambientes de trabalho. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Anatomia/ Fisiologia/Fisiopatologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 40 10 50 Bases Tecnológicas: Anatomia e fisiologia dos sistemas endócrinos e hematopoiético; Fisiopatologia dos agravos clínicos, cirúrgicos, crônicos e/ou degenerativos mais comuns; Aspectos patológicos do envelhecimento; Neoplasia, metaplasia, displasia, etiopatogenia do câncer. Bibliografia Básica: AIRES, Margarida de Melo. Fisiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c 1999. 934p. BERNE, Robert M. LEVY, Mattew N. Fisiologia . 4. ed. Rio Janeiro : Guanabara Koogan, c2000. 1034p. COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. DÂNGELO, José Geraldo ; FATTINI, Carlos Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 671p. Bibliografia Complementar: BENNETT, J. C.; F.C. Tratado de medicina interna. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3.ed.Porto Alegre: Artmed, 2004. 542p. CORMACK, D. H. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu, 2002. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Semiologia / Semiotécnica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 40 60 Bases Tecnológicas: Semiologia e semiotécnica na assistência ao paciente na atenção secundária à saúde. Bibliografia Básica: 51 BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005. JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. POSSO,Maria Belém Salazar. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2004. 184p. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 1428p. Bibliografia Complementar: COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia:AB , 2002. 104p. ATKINSON, Leslie; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.1989. DANGELO, José Geraldo. FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 671 p. NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Farmacologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 50 30 80 Bases Tecnológicas: Conceitos básicos e princípios gerais da farmacologia. Farmacologia dos sistemas nervoso periférico central e autônomo. Farmacologia da junção neuromuscular. Farmacologia dos sistemas. Mediadores das respostas teciduais. Interações medicamentosas. Reações adversas às drogas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Integração entre a Farmacologia e a Enfermagem na administração de medicamentos pelas diversas vias. Bibliografia Básica: RANG, H.P. et al... Farmacologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 904p. SILVA, Penildon. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,c2002. 1374p. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 10ª edição. Rio de Janeiro: Macgraw Hill, 2003. FUCKS, F. D.; WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B. C. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 3ª edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bibliografia Complementar: FARMACOPÉIA BRASILEIRA, 4. ED. São Paulo: Atheneu, 2004. ROBBERS, James; SPEEDIZ, Marilyn; TYLER, Varro. Farmacognosia e Farmacobiotecnologia. São Paulo: Premier, 1997. 372 p. OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokith; AKISUE, Maria Kubota. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu, 1998. 412 p. REESE, RE.; BETTS, RF. Manual de antibióticos. Rio de Janeiro: Editora Médica e Científica, 2002. 633p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Bioquímica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 40 20 60 Bases Tecnológicas: Água. Bioquímica de aminoácidos e proteínas, enzimas, coenzimas. Vitaminas. Bioquímica dos carboidratos, lipídeos. Oxidação biológica. Obtenção de energia. Controle de metabolismo. Processo digestivo. Catabolismo dos carboidratos, lipídeos, 52 proteínas; Biossíntese de carboidratos, lipídios e proteínas. Deficiências metabólicas. Bioquímica de contração muscular. Bioquímica de nutrição. A importância da bioquímica na fundamentação científica das ações do enfermeiro. Bibliografia Básica: MURRAY, P. R. HARPER. Bioquímica. São Paulo: Atheneu. 9ª ed. 2002. CHAMP, Pámela C.; RICHARD A. Harvey. Bioquímica ilustrada. 2ª edição. Porto Alegre: Artmed, 1996. NELSON, David L. COX, Michael M. LEHNINGER. Princípios da bioquímica. 3ª edi. São Paulo: Sarvier, 2002. 975 p. Bibliografia Complementar: DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. Trad da 5ª ed. Edgard Blucher, 2003. 975 p. MASTERSON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.;STANTSKI, C. L. Princípios da química. 6ª ed. Rio da Janeiro: LTC, 1990. FERNANDES. Ensino de bioquímica para o curso de fisioterapia. São Paulo: Veritas, 2003. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 50 80 130 Bases Tecnológicas: Administração de medicamentos pelas diversas vias; Interações medicamentosas; Saúde e segurança no trabalho; Forma de prevenção e fatores de risco de acidentes de trabalho e infecções; Epidemiologia da morbidade no trabalho; Causas dos acidentes de trabalho; Legislação pertinente; Manutenção preventiva de materiais e equipamentos; Ergonomia; Princípios gerais de biossegurança; Higiene e profilaxia; Métodos e técnicas de limpeza e desinfecção terminal e concorrente; Manuseio, separação e descarte de resíduos; EPI e EPC; Conceitos de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e esterilização; Anti-sépticos e agentes químicos. Vigilância Sanitária; Vigilância Epidemiológica nos serviços de atenção secundária à saúde; DST e Aids; Inspeção de segurança; CIPA – Organização, funcionamento, legislação; Procedimentos legais nos acidentes de trabalho; Métodos de esterilização; Técnicas de limpeza; Técnicas de isolamento; Prevenção e controle da infecção; CCIH – Histórico, bases legais, finalidades e estrutura organizacional; Centro de esterilização de materiais: Organização, estrutura e funcionamento. Sondas, drenos, catéteres; Registros/anotação de enfermagem; Técnicas de isolamento; cuidados com materiais esterilizados; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Limpeza, desinfecção de artigos e áreas hospitalares e anti-sepsia. São Paulo: Apecih, 1999. APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Prevenção da infecção do sitio cirúrgico. São Paulo :Apecih, 2001. APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Esterilização de artigos em unidades de saúde. São Paulo :[s.n.], 1998. Bibliografia Complementar: FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. São Paulo: Atheneu, 2000. MOURA, Maria Lúcia Pimentel de Assis. Enfermagem em centro de material e esterilização . 2 ed. São Paulo: Senac, 1996. SOBECC. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Materiais Esterilizado. Recomendações práticas para processos 53 de esterilização em estabelecimentos de saúde. Campinas : Komedi, 2000. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2.ed. Atheneu, 2004. 984p. Pt1. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Tratado de infectologia. 2.ed. Atheneu, 2004. 1785p. Pt2. São Paulo: São Paulo: Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem – Práticas Educativas Habilidades em Enfermagem III Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 30 50 Bases Tecnológicas: Sondas; Drenos; Catéteres; Órteses e Próteses de baixa e média complexidade; Registros de Enfermagem; Antisépticos e Agentes Químicos; Tratamento de Lesões de Continuidade e Feridas; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. São Paulo: Atheneu, 2000. SILVA, Maria D’ Aparecida Andrade & Cols. Enfermagem na unidade de centro cirúrgico. 2ed. São Paulo: EPU, 1997. JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. BENNETT, J. C.; F. C. Tratado de medicina interna. 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. Bibliografia Complementar: CARPENITO, L. J. Plano de cuidados de enfermagem e documentação. Porto Alegre: Artmed, 2000. PRADO, F. C.; RAMOS, J. A.; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de diagnóstico e tratamento. 19ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p. CIANCIARULLO, Tâmara I. Instrumento básico para o cuidar: um desafio para a qualidade da assistência. São Paulo: Atheneu, 1996. MÓDULO VI ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE II FUNÇÃO SUB-FUNÇÃO Assistência no tratamento clínico da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso I Assistência em tratamento cirúrgico da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso I Recuperação Assistência nas afecções crônicas e/ou degenerativas II e Reabilitação III Assistência nas afecções infecto-contagiosas e parasitárias II Assistência em situação de urgência e emergência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso I Assistência na saúde mental II ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem: Urgência e emergência; Clínica; Cirúrgica; Materna; Pediátrica; Hebiátrica; Geriátrica; Oncológica; Psiquiátrica; Doenças Transmissíveis;; Fisiopatologia. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, Biológicas 54 FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica 240 Prática 190 Total (h/a) 430 COMPETÊNCIAS 1. Conhecer o planejamento e organização da assistência de enfermagem ao paciente/cliente portador de afecções clinicas, cirúrgicas, crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas, parasitarias; 2. Caracterizar a prevenção, o tratamento e a reabilitação das afecções clinicas, cirúrgicas, crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas e parasitarias; 3. conhecer a organização a estrutura e o funcionamento de uma unidade de internação clínica, cirpurgica e de moléstias infecto contagiosas e centro cirúrgico 4. Conhecer as principais afecções clinicas que mais comumente afetam o ser humano; 5. Conhecer os principais agravos à saúde que determinem necessidade de tratamento cirúrgico; 6. Conhecer as principais afecções crônicas e/ou degenerativas; HABILIDADES 7. Conhecer as principais terminologias na área da saúde; 8. Participar do processo de cuidar em enfermagem em nível individual; 9. Propor prescrição de cuidados de enfermagem e assistir ao paciente/cliente portador de afecções clinicas, cirúrgicas, crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas e parasitarias; 10. Promover o auto cuidado; 11. Atuar na administração de medicamentos pelas diversas vias; 12. Atuar na operação de equipamentos e manuseio de materiais próprios ao campo de atuação; 13. Utilizar e orientar o uso adequado dos EPI no atendimento aos pacientes; Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Clínica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 60 40 100 Bases Tecnológicas: Avaliação do estado de saúde-doença do ser humano; Implementação de ações de enfermagem, com ênfase na atenção secundária à saúde; Sistematização da assistência de enfermagem; Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções clínicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas, drenos, catéteres; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades de internação clínica; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Enfermagem medico - cirúrgica. Rio de Janeiro: Interamericana. 2000. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Ensinando a cuidar de clientes em situações clínicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem. 2003. KAWAMOTO, Emília. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU. 1999. Bibliografia Complementar: PORTO, Celmo. C. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. POSSO, M.B.S. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999. PRADO, F.C. ; RAMOS J. A . ; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de diagnóstico e tratamento. 19 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p. 55 NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed, 2002. COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia: AB Editora, 2000. 112p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Cirúrgica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 60 40 100 Bases Tecnológicas: Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções cirúrgicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas, drenos, catéteres, órteses e próteses; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades cirúrgicas; Organização, estrutura e funcionamento de centros cirúrgicos. Instrumentação cirúrgica na atenção secundária à saúde; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: VENDER, Jeffery. S. & SPIESS, Bruce. D. Recuperação pós anestésica. 3 ed. Rio de Janeiro, 1997. SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.1. Goiânia: AB Editoras, 2002. 168p. SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.2. Goiânia: AB Editoras, 2002. 120p. MEEKER, Margareth Hut. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. Bibliografia Complementar: SILVA, Maria D’ Aparecida Andrade & Cols. Enfermagem na unidade de centro cirúrgico.2 ed. São Paulo: EPU, 1997. SANTOS, Sandra Sueli Celano. ; LUIS, Margarida Antonia Villar . A relação da enfermeira com o paciente cirúrgico. 2.ed. [1999]. 80p. MOURA, Maria Lúcia Pimentel de Assis. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação pós-anestésica. 2 ed. São Paulo: Senac, 1998 FERREIRA, L. M. B. & RIBEIRO, M.C.M. Centro cirúrgico: o espaço de fazer enfermagem. Rio de Janeiro: EDC, 2000. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem: afecções crônico-degenerativas; infecto-contagiosas e parasitárias Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 60 50 110 Bases Tecnológicas: Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções crônicas e/ou degenerativas, infecto contagiosas, parasitárias; oncológicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas, drenos, cateteres; Tratamento de neoplasias; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades de internação, moléstias infecciosas. Ensino Clínico. Bibliografia Básica: OTTO, Shirley. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso. 2002. AYOUB, Andréa Cotait. Bases da enfermagem em quimioterapia. São Paulo: Lumar. 2000. 56 FONSECA, Selma Montosa. Manual de quimioterapia antineoplásica. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso. 2000. Bibliografia Complementar: COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. São Paulo: Atheneu, 2000. BONASSA, Edva Moreno Aguilar. Enfermagem em Quimioterapia. São Paulo: Atheneu. 1992. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Urgência e Emergência Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Situações de urgências e emergências mais comuns nos serviços de atenção secundária à saúde, relativas à mulher, criança, adolescente, adulto e idoso; processo de trabalho relacionado às urgências e emergências; Unidades de pronto atendimento; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: FONTINELE JR, Klinger ; SARQUIS, Sávio Ignácio J.S. Urgências e emergências em enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 168p. SZPILMAN, David; AMOEDO, Adilson. Manual básico de afogamento e ressuscitação cardiorrespiratória. Rio de Janeiro: Revinter, c1995. 39p. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de primeiros socorros. FUNASA. BATES, Bárbara. Propedêutica médica. 8ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005. JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação da saúde. 3 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. Bibliografia Complementar: POSSO, Maria Belém Salazar. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2004. 184 p. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 1428p. MUSSI, Nair Miyamoto. et al... Técnicas fundamentais de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006. 161p. BARROS, Alba Lucia Botura Leite de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. 272p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Urgência e Saúde Mental Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Transtornos mentais mais comuns nos serviços de atenção secundária à saúde, relativos à mulher, criança, adolescente, adulto e idoso; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: STEFANELLI, M. C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2 ed. São Paulo: Robe Editorial, 19993. KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamim; GREEB, Jack A. Compêndio de psiquiatria: ciências, comportamento e psiquiatria clínica. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 1997. 1168p. LARADA, Gail Wiscarz. Enfermagem psiquiátrica. 4 ed. Reichmann & Affonso Editores, 57 2002. Bibliografia Complementar: WALDOW, Vera. Cuidade humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Luzzato, 1998. BRASIL. Ministério da Saúde. Legislação em Saúde Mental. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicosocial. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. III Conferência em Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. MÓDULO VII ATENÇÃO SECUNDÁRIA A SAÚDE III FUNÇÃO: SUB-FUNÇÃO: Apoio ao diagnóstico II Exame clínico geral e especializado II Exames Diagnósticos II planejamento, organização, execução e avaliação do processo de trabalho em saúde II Gestão de saúde II planejamento, organização, execução, direção e avaliação do processo de trabalho em enfermagem II ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; Imunologia; Patologia; Fisiologia, Enfermagem, Administração em Enfermagem, Metodologia da pesquisa, Exercício Profissional, Ética, Bioética, Saúde Coletiva. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Biológicas e da Enfermagem; Processo de Trabalho; Organização dos Serviços de Saúde. FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 110 110 220 COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer o exame clínico geral e especializado em nível de atenção secundária à saúde; 2. Reconhecer e caracterizar posições corretas para exame e procedimentos técnicos, comumente utilizados em unidades de atenção secundárias à saúde; 3. Reconhecer algumas técnicas e rever outras relacionadas à higiene, conforto, segurança e coleta de materiais para exame laboratoriais; 4. Reconhecer os principais exames diagnósticos, os cuidados de enfermagem necessários à sua realização e valores de referência; 5. Correlacionar os principais exames diagnósticos com sinais clínicos e sintomas dos agravos compreendidos da atenção secundária à saúde; 6. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo ao exame físico e diagnósticos, na atenção secundária à saúde; 7. Participar do planejamento e organização e propor prescrição da assistência de enfermagem ao cliente antes, durante e após os exames diagnósticos; 8. Reconhecer como paradigmas, que respaldam o planejamento e a ação dos profissionais da área de saúde: O ser humano integral, os condicionantes e determinantes do processo saúde e doença, os princípios éticos, as normas o exercício profissional, a qualidade do atendimento, a preservação do meio ambiente e o compromisso social com a população. 58 9. Correlacionar os conhecimentos com o objetivo de realizar trabalho em equipe, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área de saúde. 10. Correlacionar as necessidades humanas básicas com as necessidades de saúde do cliente/paciente/comunidade. 11. Participar do planejamento e organização do processo de trabalho na saúde e na enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção secundária à saúde. 12. Identificar e observar os processos de liderança, processos negociais e trabalhistas; 13. Identificar os riscos de iatrogenias na realização dos procedimentos de enfermagem. HABILIDADES 1. Identificar as intervenções no processo saúde-doença considerando os determinantes biológicos; 2. Participar do cuidado de enfermagem de forma integral ao ser humano, com ênfase na atenção secundária à saúde; 3. Observar e identificar os elementos gerenciais do processo de cuidar em enfermagem em nível individual; 4. Interpretar os principais exames laboratoriais; 5. Identificar alterações nos principais exames diagnósticos por imagem; 6. Participar da execução do exame físico geral e específico; 7. Identificar necessidades educativas da equipe de trabalho e população e promover ações educativas; 8. Participar do trabalho em equipes multidisciplinares como agente de promoção de saúde; 9. Identificar as estratégias de negociação para o trabalho, na equipe de saúde, objetivando à administração de conflitos; 10. Participar da coleta e organização das informações relativas ao campo de atuação, com vistas à pesquisa do perfil de saúde da comunidade e o estabelecimento de estratégias de intervenção; Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 50 40 90 Bases Tecnológicas: Ensino clinico; Metodologia da assistência; Instrumentos básicos de enfermagem; Exames laboratoriais; Exames por imagem; Valores de Normalidades e alterações nos exames diagnósticos. Bibliografia Básica: BARROS, Alba L. B. L. de, & Cols. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002. DE OLIVEIRA, João Batista Alves. Exames laboratoriais Para o Clínico. Medsi Editora Medica e Cientifica Ltda, 2003 WALLACH, Jaques. Interpretação de exames de laboratório. Medsi Editora Medica e Cientifica Ltda, 2003 KONEMAN, ELMER. Diagnóstico microbiológico: texto e Atlas colorido. 2001. HAAGA, John. Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1996. KOCH, Hilton Augusto (org.). Radiologia na formação do médico geral. Rio de Janeiro: Revinter .1997. Bibliografia Complementar: DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A . Anatomia humana sistêmica e segmentar. São Paulo: Atheneu, 1998. BERNE & LEVI. Fisiologia Humana. 3. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 59 NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed, 2002. MACHADO, ÂNGELO. Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu. 2001. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem / Administração / Exercício Profissional / Ética / Bioética. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 40 70 Bases Tecnológicas: Gestão em saúde nos serviços de atenção secundária; Liderança em Enfermagem nos serviços de atenção secundária; Visão holística da saúde: Resgatar os conceitos de saúde e doença, historia natural das doenças, níveis de assistência a saúde, necessidades humanas básicas, saúde e cidadania; Padrões de qualidade na prestação de serviços de saúde; Sistemas de informações e registro em nível de atenção secundária a saúde; Legislação pertinente; Sistematização da assistência de enfermagem; Informática aplicada à atenção secundária à saúde; Processos de negociação no trabalho; Processo de trabalho em saúde e em enfermagem em nível de atenção secundária à saúde; Registros e anotações de enfermagem; Ética e bioética. Ensino Clínico. Bibliografia Básica: TREVISAN, Maria Auxiliadora. A liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto hospitalar. São Paulo: Editora Sarvier. MARQUIS, B. L. ; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. KURCGANT, Paulina. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU. MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo : Hucitec, 1998.360p Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas. 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Administração, teoria, processo e prática. São Paulo: Makron Books. 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo: Mcgraw-Hill. 2000. BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão municipal de saúde: textos básicos. Rio de Janeiro: Brasil. Ministério da Saúde, 2001. 344p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Saúde Coletiva/ Metodologia da Pesquisa Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Vigilância à saúde; Políticas de saúde; SUS – Sistema único de saúde; práticas investigativas nos serviços de atenção secundária à saúde. Bibliografia Básica: ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e saúde. 4.ed. RJ: Medsi, 1994. POLIT, Denise F. & HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. MAGALHÃES, Lucila Rupp. Aprendendo a lidar com gente. Bahia: Editora EDUEBA, 1991 FONTINELE JR, Klinger. Programa saúde família (PSF) comentado. Goiânia: AB Editora, 2002. 144p. Bibliografia Complementar: 60 MARCONI, Marina de A & LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3ed., São Paulo : Atlas, 1996.231p. FONTINELE JR, Klinger. Pesquisa em saúde : ética, bioética e legislação. Goiânia: AB Editora, 2002. 144p. SUS – O que você precisa saber sobre o Sistema Único de Saúde. APM,256P SANTOS, Theobaldo M. Organização Social e Política do Brasil ED. Nacional MÓDULO VIII ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE I FUNÇÃO Educação para a Saúde III SUB-FUNÇÃO Processo Saúde-doença III Educação para o auto-cuidado III Proteção e Prevenção III Promoção da saúde e segurança no trabalho, nas ações de saúde e biossegurança nas ações de enfermagem III Apoio ao Diagnóstico III Exame clínico geral e específico III Exames Diagnósticos III ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem; microbiologia; imunologia, patologia. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, da Saúde e Biológicas FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 110 100 210 COMPETÊNCIAS 1. Conceituar e discutir atenção terciária à saúde, objetivando o conhecimento da reabilitação do ser humano acometido por agravos, assim como a importância do estímulo ao auto cuidado; 2. Compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações, com ênfase nos agravos complexos; 3. Participar do planejamento e implementação de programas de educação e promoção à saúde, considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento; 4. Conhecer doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde e na enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde, assim como as respectivas ações preventivas; 5. Contextualizar o papel do enfermeiro relativo à segurança no trabalho e biossegurança nas ações de enfermagem, ao exame físico e diagnóstico com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde; 6. Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger a si próprio e ao cliente/paciente; 7. Conhecer as finalidades, estrutura e o funcionamento da CCIH nos serviços de atenção terciária à saúde; 8. Reconhecer e caracterizar posições corretas para exame e procedimentos técnicos, comumente utilizados em unidades de atenção terciárias à saúde, incluindo Pressão Venosa Central, Pressão Arterial Média, o exame clinico geral e especializado; 9. Reconhecer os principais exames diagnósticos voltados aos agravos complexos, os cuidados de enfermagem necessários à sua realização e valores de referência; 10. Correlacionar os principais exames diagnósticos com sinais clínicos e sintomas dos agravos compreendidos na atenção terciária à saúde; 61 HABILIDADES 1. Participar da promoção de cuidado de enfermagem de forma integral, com ênfase na atenção terciária à saúde; 2. Identificar os elementos envolvidos no processo saúde-doença de alta complexidade, assim como os mecanismos de patogenicidade e resistência; 3. Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI e EPC; 4. Aplicar técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos e químicos; 5. Aplicar normas de higiene e biossegurança na realização do trabalho para proteger a sua saúde e a do cliente/paciente; 6. Desempenhar a função de educador nas questões relativas à saúde e segurança no trabalho; 7. Utilizar a técnica de isolamento adequado a cada patologia transmissível; 8. Interpretar os principais exames laboratoriais; 9. Identificar alterações nos principais exames diagnósticos por imagem; 10. Executar exame físico geral e específico. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 24 12 36 Bases Tecnológicas: Promoção da biossegurança nos serviços de atenção terciária à saúde; Saúde e segurança no trabalho; Forma de prevenção e fatores de risco de acidentes de trabalho e infecções; Epidemiologia da morbidade no trabalho; Causas dos acidentes de trabalho; Legislação pertinente; Manutenção preventiva de materiais e equipamentos; Ergonomia; Princípios gerais de biossegurança; Higiene e profilaxia; Métodos e técnicas de limpeza e desinfecção terminal e concorrente; Manuseio, separação e descarte de resíduos; EPI e EPC; Vigilância Sanitária; Vigilância Epidemiológica; DST e Aids; Inspeção de segurança; CIPA – Organização, funcionamento, legislação; Procedimentos legais nos acidentes de trabalho; Técnicas de limpeza; Técnicas de isolamento; Prevenção e controle da infecção; CCIH dos serviços de alta complexidade; Histórico, bases legais, finalidades e estrutura organizacional; Centro de esterilização de materiais dos serviços de alta complexidade: Organização, estrutura e funcionamento. Bibliografia Básica: FERNANDES, Antonio Tadeu. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. São Paulo: Atheneu, 2000. VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 2 Ed. São Paulo: Atheneu,2002. COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 Bibliografia Complementar: BARBOSA, Heloisa R. & TORRES, Bayardo B. Microbiologia básica. 1ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999. BURTON, Gwendolyn R. W. Microbiologia para as ciências da saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998. COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia:AB Editora, 2000. 112p. LEVINSON, Warrem, & Jawetz, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 4 ed. Porto Alegre: Artméd, 1998. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Microbiologia / Imunologia / Patologia Modalidade do Conteúdo: obrigatória 62 Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 16 18 34 Bases Tecnológicas: correlação entre microorganismos, doenças e métodos de limpeza e esterilização;Correlação entre microorganismos doenças e técnicas de isolamento, EPI, EPC Bibliografia Básica: ALBARRACIN, Daniel Gonzalo Eslava. Saúde: doença na enfermagem : entre senso comum e o bom senso. Goiânia: AB Editora, 1999. 194p. ALFARO-LEFEVRE, R. Pensamento crítico em enfermagem : um enfoque prático. Porto Alegre: Artmed, 1996. MOURA, Maria Lúcia Pimentel de Assis. Enfermagem em centro de material e esterilização . 2 ed. São Paulo: Senac, 1996. SOBECC. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Materiais Esterilizado. Recomendações práticas para processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. Campinas : Komedi, 2000. Bibliografia Complementar: APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Limpeza, desinfecção de artigos e áreas hospitalares e anti-sepsia. São Paulo : apecih, 1999. APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Prevenção da infecção do sitio cirúrgico. São Paulo : Apecih, 2001. APECIH. Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar. Esterilização de artigos em unidades de saúde. São Paulo :[s.n.], 1998. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 40 30 70 Bases Tecnológicas: Exames e procedimentos diagnósticos de alta complexidade: cateterismo cardíacos, angiografia cerebral, tomografia, ressonância e outros; Sistematização da assistência de enfermagem; Implementação de ações de enfermagem. Bibliografia Básica: WALLACH, Jaques. Interpretação de exames de laboratório. Medsi Editora Medica e Cientifica Ltda, 2003 HAAGA, John. Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1996. KOCH, Hilton Augusto (org.). Radiologia na formação do médico geral. Rio de Janeiro: Revinter .1997. NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed, 2002. Bibliografia Complementar : DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A . Anatomia humana sistêmica e segmentar. São Paulo: Atheneu, 1998. COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. BARROS, Alba L. B. L. de, & Cols. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002. DE OLIVEIRA, João Batista Alves. Exames Laboratoriais Para o Clínico. Medsi Editora Medica e Cientifica Ltda, 2003 KONEMAN, ELMER. Diagnóstico microbiológico: texto e Atlas colorido. 2001. 63 Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem – Práticas Educativas – Habilidades de enfermagem III Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 40 70 Bases Tecnológicas: Semiologia e semiotécnica de enfermagem; Procedimentos de enfermagem em nível de atenção terciária de saúde; Registros/anotação de enfermagem; Sistematização da assistência de enfermagem em nível de atenção terciária à saúde; Grupos de apoio a pacientes portadores de seqüelas de doenças. Ensino Clínico. Bibliografia Básica: PORTO, Celmo. C. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. POSSO, M.B.S. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999. BENNETT, J. C.; F.C. Tratado de medicina interna. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. COTRAN, R . S. ; ROBBINS.; COLLINT, T. Patologia estrutural e funcional. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Bibliografia Complementar: CARPENITO, L.J. Plano de cuidados de enfermagem e documentação. Porto Alegre: Artmed, 2000. PRADO, F.C. ; RAMOS J. A . ; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de diagnóstico e tratamento. 19 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996. MÓDULO IX ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE II FUNÇÃO SUB-FUNÇÕES Assistência em situação de urgência e emergência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso II Assistência da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso em estado grave Recuperação e Reabilitação IV Assistência no tratamento clínico complexo da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso II Assistência em tratamento cirúrgico complexo da mulher, criança, adolescente, adulto e do idoso II Gestão em Estágio Supervisionado Saúde III ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Enfermagem em urgências e emergências, terapia intensiva adulto, neonatal e pediátrica, clínica e cirúrgica, anatomia, fisiologia e fisiopatologia. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências da Enfermagem, da Saúde e Biológicas FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 120 120 240 COMPETÊNCIAS 1. Conhecer as características de um cliente/paciente em estado grave de saúde, Identificando sinais e sintomas que indiquem agravamento no quadro clínico do paciente; 64 2. Conhecer o funcionamento de equipamentos especializados; 3. Correlacionar os princípios de enfermagem que devem ser aplicados para prevenir agravos, complicações e seqüelas ao paciente em estado grave; 4. Conhecer a organização, estrutura e funcionamento de unidades de pronto atendimento, coronariana, de terapia intensiva adulto, neonatal e pediátrica; 5. Conhecer as principais situações de urgência/emergência que mais comumente afetam o ser humano, em qualquer faixa etária; 6. Conhecer os principais agravos à saúde da mulher, da criança, do adolescente, do adulto e do idoso, de alta complexidade que determinem necessidade de tratamento cirúrgico; 7. Reconhecer as principais terminologias na área da saúde, com ênfase nos aspectos de atenção terciária à saúde e alta complexidade; 8. Conhecer os principais agravos à saúde da mulher, da criança, do adolescente, do adulto e do idoso, de alta complexidade que determinem necessidade de tratamento clínico; HABILIDADES 1. Participar do gerenciamento do processo de cuidar em enfermagem, em nível de atenção complexa de assistência; 2. Promover assistência ao paciente grave em suas necessidades básicas de higiene, conforto, segurança, alimentação, hidratação e eliminações, respaldado em princípios científicos; 3. Promover o posicionamento correto, mudanças de decúbito e proteção, de modo a evitar complicações e/ou seqüelas; 4. Proporcionar o preparo do corpo pós-morte; 5.Realizar anotações relativas aos serviços prestados e registrar ocorrências; 6. operar equipamentos e manusear materiais próprios do campo de atuação. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem em urgências e emergências; Paciente grave. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 60 60 120 Bases Tecnológicas: Ensino clínico; Normas e rotinas dos serviços de alta complexidades; Sistematização da assistência de enfermagem à mulher, criança, adolescente, adulto e idoso em estado grave; Serviços de alta complexidade: pronto atendimento, unidades de terapia intensiva adulto e infantil, unidades coronarianas, hemodiálise, área de queimados e outros; Semiologia e semiotécnica; Abordagem, Interação e Comunicação interpessoal; Cuidados de enfermagem ao paciente semi-crítico e crítico; Hemodinâmica. Bibliografia Básica: FONTINELE JR, Klinger ; SARQUIS, Sávio Ignácio J.S. Urgências e emergências em enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2000. 168p. MACHADO, Edjane Guerra de Azevedo. Enfermagem em unidade de terapia intensiva. Goiânia: AB Editora, 1999. 168p TAMEZ, R. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. MATSUMOTO, T.; CARVALHO, W. B.; HISCHHEIMER, M. R.; Terapia intensiva pediátrica. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1999. NAGANUMA, M.; et al. Procedimentos técnicos de enfermagem na UTI neonatal. São Paulo: Atheneu, 1995. Bibliografia Complementar : ROGANTE, Maria Marilene. Procedimentos especializados de enfermagem. São Paulo: 65 Atheneu. 1998. TERZI, Renato Giuseppe Giovanni. Monitorização hemodinâmica e o suporte cardiocirculatório do paciente crítico. São Paulo: Atheneu. 1996 ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem : um guia passo a passo .4. ed. Porto Alegre: Artméd, 2000. COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia: AB Editora, 2000. 112p. SMELTZER, Suzane; BARE, Brenda. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999. FORTUNA, Prado. Pós-operatório imediato em cirurgia cardíaca. São Paulo: Atheneu. 1992. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Clínica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Avaliação do estado de saúde-doença do ser humano; Implementação de ações de enfermagem, com ênfase na atenção secundária à saúde; Sistematização da assistência de enfermagem; Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções clínicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas, drenos, catéteres; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades de internação clínica; Ensino Clínico. Bibliografia Básica: BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Enfermagem medico - cirúrgica. Rio de Janeiro: Interamericana. 2000. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Ensinando a cuidar de clientes em situações clínicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem. 2003. KAWAMOTO, Emília. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU. 1999. Bibliografia Complementar: PORTO, Celmo. C. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. POSSO, M.B.S. Semiologia e Semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999. PRADO, F.C. ; RAMOS J. A . ; VALLE, J. R. Atualização terapêutica: manual prático de diagnóstico e tratamento. 19 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2001. 1510p. NANDA. Diagnósticos de enfermagem : definições e classificação. Porto Alegre: Artmed, 2002. COSTA, Marilena. Dicionário de Termos Técnicos em Saúde . Goiânia: AB Editora, 2000. 112p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem Cirúrgica Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 30 30 60 Bases Tecnológicas: Tratamento e reabilitação do paciente/cliente portador de afecções cirúrgicas; Normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos específicos; Técnicas de administração de medicamentos pelas diversas vias; Sondas, drenos, catéteres, órteses e próteses; Tratamento de soluções de continuidade e feridas; Processos de cicatrização; Agentes químicos; Organização, estrutura e funcionamento de unidades cirúrgicas; Organização, estrutura e funcionamento de centros cirúrgicos. Instrumentação cirúrgica na atenção secundária à saúde; Ensino Clínico. 66 Bibliografia Básica: VENDER, Jeffery. S. & SPIESS, Bruce. D. Recuperação pós anestésica. 3 ed. Rio de Janeiro, 1997. SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.1. Goiânia: AB Editoras, 2002. 168p. SOUZA, Célio Cezar Antunes de. Enfermagem cirúrgica. V.2. Goiânia: AB Editoras, 2002. 120p. MEEKER, Margareth Hut. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. Bibliografia Complementar: SILVA, Maria D’ Aparecida Andrade & Cols. Enfermagem na unidade de centro cirúrgico.2 ed. São Paulo: EPU, 1997. SANTOS, Sandra Sueli Celano. ; LUIS, Margarida Antonia Villar . A relação da enfermeira com o paciente cirúrgico. 2.ed. [1999]. 80p. MOURA, Maria Lúcia Pimentel de Assis. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação pós-anestésica. 2 ed. São Paulo: Senac, 1998 FERREIRA, L. M. B. & RIBEIRO, M.C.M. Centro cirúrgico: o espaço de fazer enfermagem. Rio de Janeiro: EDC, 2000. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Estágio Supervisionado: desenvolvimento da autonomia I Campo de Estágio: hospitais de pequeno, médio e grande porte, com variados níveis de complexidade, geral e especializado, incluindo instituições psiquiátricas e unidades básicas de saúde. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total --------340 340 Bases Tecnológicas: Sistematização da Assistência de Enfermagem; Promoção da assistência ao paciente/cliente. Participação no processo de trabalho dos serviços de atenção primária, secundária e terciária. Desenvolvimento do raciocínio crítico reflexivo e construção de conhecimentos a respeito do papel do enfermeiro. Desenvolvimento de práticas investigativas. Participação na gestão dos processos de trabalho dos serviços e atividades inerentes à gestão dos serviços de saúde. Gerenciamento e administração da equipe de trabalho, recursos físicos, materiais e de informações. Bibliografia Básica e complementar: Durante os estágios supervisionados, serão utilizadas as mesmas bibliografias já citadas nas áreas de conhecimentos dentro dos módulos, com ênfase nas bibliografias referentes aos locais de estágio, podendo ser acrescida de outras que o professor indicar. Participação dos enfermeiros dos serviços: durante o estágio supervisionado haverá a participação dos enfermeiros dos serviços onde os estágio serão realizados, buscando a troca de experiências, vivências, atualização profissional e junção ensino-serviços. MÓDULO X ATENÇÃO TERCIÁRIA A SAÚDE III FUNÇÃO: SUB-FUNÇÃO:. planejamento, organização, execução e avaliação do processo de Gestão em Saúde IV trabalho em saúde III 67 planejamento, organização, execução, direção e avaliação do processo de trabalho em enfermagem III Trabalho de Conclusão de Curso Estágio Supervisionado ÁREAS DE CONHECIMENTOS: Administração em Enfermagem; Saúde coletiva; metodologia da pesquisa; Trabalho de Conclusão de Curso. EIXO DE CONHECIMENTO: Ciências Enfermagem; da Saúde; Processo de Trabalho; Organização dos Serviços de Saúde. FORMA DE OFERTA: Modulo/Semestral MODALIDADE DA FUNÇÃO: Obrigatória CARGA HORÁRIA TOTAL DO MÓDULO Teórica Prática Total (h/a) 110 130 240 COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer como paradigmas, que respaldam o planejamento e a ação dos profissionais da área de saúde: O ser humano integral, os condicionantes e determinantes do processo saúde e doença, os princípios éticos, as normas o exercício profissional, a qualidade do atendimento, a preservação do meio ambiente e o compromisso social com a população. 2. Correlacionar os conhecimentos com o objetivo de realizar trabalho em equipe, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área de saúde. 3. Conhecer a estrutura e organização do sistema único de saúde de modo a identificar o processo de trabalho de enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde. 4. Contextualizar a legislação da área da saúde e da enfermagem com o processo de trabalho, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde. 5. Correlacionar as necessidades humanas básicas com as necessidades de saúde do cliente/paciente/comunidade. 6. Comparar o quadro de patologias e agravos com os indicadores do município e região; 7. Participar do planejamento e organização do processo de trabalho na saúde e na enfermagem, com ênfase nos serviços de atenção terciária à saúde. 8. Conhecer os processos de liderança, processos negociais e trabalhistas; 9. Participar da elaboração de material educativo, específico para determinada área de atuação. 10. Participar dos processos educativos voltados para a equipe de enfermagem, clientes e comunidade, nos serviços de alta complexidade. HABILIDADES 1. Participar do gerenciamento do processo de cuidar em nível individual e coletivo; 2. Propor intervenções no processo saúde-doença, considerando os determinantes sociais, culturais, econômicos e políticos; 3. Sistematizar a assistência de enfermagem; 4. Implementar ações de enfermagem, com ênfase no nível terciário de assistência; 5. Propor o desenvolver ações com resolutividade no âmbito da gestão em saúde; 6. Realizar Trabalho de Conclusão de Curso; 7. Trabalhar em equipe interdisciplinares; 8. Propor a utilização de estratégias de negociação para o trabalho, na equipe de saúde, objetivando à administração de conflitos; 9. Participar da coleta e organização de informações relativas ao campo de atuação, com vistas à pesquisa do perfil de saúde da comunidade e o estabelecimento de estratégias de intervenção; 10. Planejamento, organização, implementação e avaliação da assistência em enfermagem, fundamentado nos princípios científicos; 68 11. Realizar pesquisas de interesse da enfermagem; 12. Interagir e participar da coordenação da equipe de enfermagem; 13. Avaliar o processo de trabalho em saúde e de enfermagem nos serviços de atenção terciária à saúde; 14. Participar da organização, planejamento e estruturação dos serviços de enfermagem nas instituições de atenção terciária a saúde; 15. Utilizar os recursos de informática, disponíveis aos serviços de atenção terciária à saúde. 16. Planejar, organizar e executar as ações educativas ao paciente, equipe de trabalho e familiares, nos serviços de alta complexidade. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Enfermagem/ Administração/ Saúde coletiva. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 90 60 150 Bases Tecnológicas: Gestão em saúde nos serviços de atenção terciária; Liderança em Enfermagem nos serviços de atenção terciária; Visão holística da saúde: Resgatar os conceitos de saúde e doença, história natural das doenças, níveis de assistência a saúde, necessidades humanas básicas, saúde e cidadania; Vigilância à saúde; Políticas de saúde; SUS – Sistema único de saúde; Ética e bioética (conduta humana, valores e significados, situações e dilemas éticos); Padrões de qualidade na prestação de serviços de saúde; Sistemas de informações e registro em nível de atenção terciária à saúde; Legislação pertinente; Assistência de enfermagem ao paciente semi-crítico e crítico; Sistematização da assistência de enfermagem; Informática aplicada à atenção terciária à saúde; Processos de negociação no trabalho; Processo de trabalho em saúde e em enfermagem em nível de atenção terciária à saúde; Direção e organização dos serviços de saúde em nível de atenção terciária à saúde; Registros e anotações de enfermagem; Equipamentos especializados (respiradores mecânicos, oxímetros, oxicapnógrafos, bombas de infusão contínua, desfibriladores e outros); Comunicação interpessoal. Liderança do Enfermeiro. Bibliografia Básica: TREVISAN, Maria Auxiliadora. A liderança do enfermeiro: o ideal e o real no contexto hospitalar. São Paulo: Editora Sarvier. MARQUIS, B. L. ; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. CARPENITO, L.J. Plano de cuidados de enfermagem e documentação. Porto Alegre: Artmed, 2000. KURCGANT, Paulina. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo: Mcgraw-Hill. 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas. 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Administração, teoria, processo e prática. São Paulo: Makron Books. 2000. Bibliografia Complementar : STEFANELLI, M.C. Comunicação com o paciente: teoria e ensino. 2. Ed. São Paulo: Robe Editorial, 1993. MAGALHÃES, Lucila Rupp. Aprendendo a lidar com gente. Bahia: Editora EDUEBA, 1991 MENDES, Eugênio Vilaça. A organização da saúde no nível local. São Paulo : Hucitec, 1998.360p. CIANCIARULLO, Tamara I. Instrumento básico para o cuidar : um desafio para a qualidade da assistência . São Paulo: Atheneu, 1996. 69 Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Metodologia da Pesquisa / Trabalho de Conclusão de Curso. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total 20 70 90 Bases Tecnológicas: Delimitação do tema; Formulação do problema de pesquisa; Definição dos Objetivos; Justificativa / relevância do estudo; Revisão bibliográfica/fundamentação teórica; Metodologia; Apresentação, análise, interpretação e discussão das informações coletadas; Considerações finais; Organização geral do TCC: Elementos Pré-Textuais Obrigatórios; Elementos Pré-Textuais Opcionais; Elemento Póstextual Obrigatório; Referências bibliográficas; Elementos Pós-textuais Opcionais; Normas Gerais para Apresentação do TCC. Bibliografia Básica: MARCONI, Marina de A & LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3ª ed., São Paulo : Atlas, 1996.231p. POLIT, Denise F. & HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez. 2000. Bibliografia Complementar: FONTINELE JR, Klinger. Pesquisa em saúde : ética, bioética e legislação. Goiânia: AB Editora, 2000. 144p. PÁDUA, Elisabete Matalho Marquesin. Metodologia da pesquisa, abordagem teóricoprática. Campinas: Papirus. 2000. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis: Vozes. 2001. FONTINELE JR, Klinger. Ética e Bioética em enfermagem. 2. ed. Goiânia: AB Editora, 1999. 168p. Áreas e Sub-áreas de Conhecimento: Estágio Supervisionado: Desenvolvimento da autonomia II Campo de Estágio: hospitais de pequeno, médio e grande porte, com variados níveis de assistência e complexidade, geral e especializado, incluindo instituições psiquiátricas e unidades básicas de saúde. Modalidade do Conteúdo: obrigatória Carga Horária da Atividade Teórica Prática Total --------340 340 Bases Tecnológicas: Sistematização da Assistência de Enfermagem; Promoção da assistência ao paciente/cliente. Participação no processo de trabalho dos serviços de atenção primária, secundária e terciária. Desenvolvimento do raciocínio crítico reflexivo e construção de conhecimentos a respeito do papel do enfermeiro. Desenvolvimento de práticas investigativas. Participação na gestão dos processos de trabalho dos serviços e atividades inerentes à gestão dos serviços de saúde. Bibliografia Básica e complementar: Durante os estágios supervisionados, serão utilizadas as mesmas bibliografias já citadas nas áreas de conhecimentos dentro dos módulos, com ênfase nas bibliografias referentes aos locais de estágio, podendo ser acrescida de outras que o professor indicar. Participação dos enfermeiros dos serviços: durante o estágio supervisionado haverá a participação dos enfermeiros dos serviços onde os estágio serão realizados, buscando a troca de experiências, vivências, atualização profissional e junção ensino-serviços. 70 ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Em um contexto em que os sistemas educativos formais tendem a privilegiar o acesso ao conhecimento em detrimento de outras formas de aprendizagem, importa conceber a educação como um todo. Esta perspectiva inspirou e orientou os encaminhamentos metodológicos do Curso de Enfermagem. A educação deve transmitir de fato e de forma maciça e eficaz, cada vez mais saberes e saber fazer evolutivos adaptados à civilização cognitiva, pois são as bases das competências do futuro. Para poder dar respostas ao conjunto da aprendizagem proposta, as estratégias pedagógicas foram organizadas em torno de quatro aprendizagens que, ao longo de toda a vida serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: • Aprender a Conhecer – adquirir os instrumentos da compreensão. • Aprender a Fazer – para poder agir sobre o meio envolvente. • Aprender a Viver Juntos – a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas. • Aprender a ser – para melhor desenvolver a sua personalidade e estar a altura de agir com maior capacidade de autonomia. Para que se efetive o processo de ensino aprendizagem será adotado pelo Curso de Graduação em Enfermagem do INESUL a Metodologia da Problematização. A metodologia da problematização privilegia uma efetiva integração entre ensino, serviço e comunidade, entre a educação e trabalho (tendo como eixo norteador o processo de trabalho em saúde/enfermagem e os determinantes do processo gerador de saúde e doença), considerando o trabalho enquanto um princípio educativo e tendo como pano de fundo as características sócio-culturais do meio em que o processo de ensino e aprendizagem se desenvolve. Na metodologia da problematização o processo de ensino e aprendizagem ocorre através da relação dinâmica entre dois elementos: um sujeito que aprende e um objeto que é aprendido. Este Processo dá-se através de 71 sucessivas aproximações, considerando-se os padrões culturais e os esquemas de assimilação do sujeito e as suas operações mentais. Isso possibilita ao aluno ter maior comprometimento com os estudos, desenvolvendo gradativamente a independência na busca de informações e permitindo a intervenção consciente e intencional na resolução de problemas. Entende-se por problema o mal estar que pode ser claramente identificado pelos atores a observarem na realidade, discrepâncias, incoerências, insuficiências. O objeto ou conteúdo é organizado e estruturado hierarquicamente através de conceitos chaves, permitindo a associação de conteúdos, evitando, assim, a dicotomia teoria e prática. Essa metodologia permite ao professor identificar as diferenças individuais entre os alunos, o que lhe possibilita o acompanhamento individualizado, exercendo a função de orientador do processo, organizando sistematicamente uma série gradual e encadeada de situações observadas numa realidade, através de sucessivas aproximações e desencadeando um processo de ação-reflexão-ação (DAVINI, 1984). Levando-se em conta a opção pela metodologia da problematização, a pesquisa deve estar inserida neste contexto, que tem por objetivo a construção contínua de conhecimentos destinados à aplicação na sociedade, buscando uma relação harmônica entre o saber e o fazer, entre o teórico e o prático. Pesquisar exige a capacidade de observar, questionar, duvidar, supor, refletir, analisar, propor mudanças. Exige aprender a buscar o que não se sabe e se necessita saber, a levantar hipóteses, a testá-las, reafirmando assim o conhecimento ou criando novas alternativas e paradigmas. A capacidade de pesquisar deve ser desenvolvida gradativamente durante a formação do educando. O objetivo final deve ser a incorporação pelo profissional da pesquisa como prática para a aquisição do conhecimento e modificação da realidade. O rigor no processo de pesquisa como um modo de refletir sobre a realidade e de relacionar-se com ela mesma , desenvolve a responsabilidade para cada ato que não deve estar fundamentado no senso comum e no empirismo. Cada decisão profissional deve basear-se em sólido conhecimento e em valores éticos, legais e humanos imprescindíveis. 72 A metodologia da problematização busca essencialmente os mesmo objetivos da pesquisa: a construção do conhecimento a partir da observação da realidade e conseqüentemente, a modificação desta. A inserção da metodologia de pesquisa de forma consciente e adequada garantirá a realização dos objetivos propostos pelo currículo, visando formar um profissional contextualizado, com capacidade de ser agente do aperfeiçoamento desta realidade através de ações críticas e responsáveis. PROCESSO DE AVALIAÇÃO A Avaliação da aprendizagem no curso de Enfermagem é entendida como um processo contínuo, sistemático e integral de acompanhamento e julgamento do nível no qual alunos e professores se encontram em reação ao alcance dos objetivos desejados na formação do profissional em questão. Nesse sentido, deve ser entendida como um processo indissociável da dinâmica de ensino e aprendizagem, pois implica a realização de verificações planejadas para obter diagnósticos periódicos do desempenho dos alunos e professores em relação à transmissão/assimilação e construção/produção dos conhecimentos, habilidades e atitudes desejadas, possibilitando o replanejamento das ações sempre que necessário. Como processo cooperativo implica a tomada de decisão de todos os participantes deste processo (alunos, professores, profissionais dos serviços nos quais ocorre a aprendizagem) em relação ao projeto curricular. Dessa forma, os diferentes momentos da avaliação durante o processo (resultados parciais) legitimam-na como produto apreendido em termos de resultado final. Para que seja viabilizada dentro desta concepção, é importante que haja clareza quanto ás características que nortearão a sua operacionalização: • Para ser contínua, a avaliação deve acontecer ao longo de todo o processo de ensino e aprendizagem, realizada em diferentes momentos não sendo pontual (isolada) nem um momento terminal do processo educativo; • Para ser sistemática, a avaliação não pode ser improvisada; deve ser um ato intencional, consciente e planejado como parte integrante do processo de 73 ensino e aprendizagem. Requer-se clareza quanto às suas finalidades, bom como quanto à utilização de instrumentos e medidas adequadas, requer-se que seja pensada como uma atividade permanente, permitindo acompanhar passo a passo a evolução do aluno na assimilação, construção e produção do seu conhecimento; • Para ser integral, a avaliação deve estender-se a todos os domínios do comportamento: cognitivo, afetivo e psicomotor; • Para estar voltada ao alcance dos objetivos, a avaliação deve ser planejada de acordo com o perfil profissional delineado no projeto curricular e explicitado na forma de desempenho (conhecimentos, habilidades e atitudes) desejado no graduando; • Para ser indissociável da dinâmica de ensino e aprendizagem, a avaliação deve ser coerente com o projeto pedagógico, no sentido de refletir os princípios que o norteiam. Não pode se limitar a um momento separado ou independente do processo de ensino; • Para ser inclusiva, a avaliação deve facilitar ao professor, quando detectar problemas e/ou dificuldades de aprendizagem, propor alternativas de recuperação desta, integrando o aluno na busca persistente do alcance dos objetivos desejados; • Para ser abrangente, a avaliação não deve se restringir ao desempenho do aluno, mas também fornecer subsídios para avaliar o desempenho do professor e de outros profissionais envolvidos na formação acadêmica, auxiliando na tomada de decisões sobre o projeto pedagógico; • Para ser cooperativa, a avaliação deve ter atuação ativa de todos os participantes do processo de ensino e aprendizagem, proporcionando feedback mútuo e reflexão sobre o próprio desempenho (auto-avaliação). CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM A questão da avaliação assume a maior relevância no contexto de um projeto pedagógico, na medida em que pode favorecer ou não a concretização dos princípios norteadores de sistemas de educação comprometidos com a 74 formação de pessoas competentes na sua área de atuação e, ao mesmo tempo, capazes de viver o exercício da cidadania. A avaliação de competências estará sempre associada a algum tipo de padrão ou norma, os quais podem ser rígidos e, portanto, fortemente direcionados a comportamentos e desempenhos técnicos e comportamentais prescritos, ou podem ser criativos, gerando espaço para a observação e registros de atitudes frente a situações inusitadas. Para que a avaliação, nesse processo, posa expressar concretamente as competências desenvolvidas pelos indivíduos é importante que a formação e a avaliação seja planejadas em conjunto. Importa ainda observar que ao planejar a avaliação não se pode deixar de levar em conta três de suas dimensões fundamentais: diagnóstico inicial, formativa e recapitulativa que podem ser assim caracterizadas: • Diagnóstico Inicial: permite detectar os atributos que os alunos já possuem e utilizá-los para a estruturação do processo ensino-aprendizagem. Deve tentar recolher evidências sobre as formas de aprender dos alunos, suas experiências e conhecimentos prévios, seus erros e concepções aprimorísticas. • Formativa: permite identificar o nível de evolução dos alunos no processo de ensino aprendizagem. Para os professores, implica uma tarefa de adequação constante entre os processos de ensino e de aprendizagem, de modo a adaptá-los à evolução dos alunos e também para o estabelecimento de novas pautas de atuação. • Recapitulativa: apresenta-se como um processo de síntese de um tema, um curso ou um nível educativo, sendo “o momento” que permite reconhecer se os estudantes alcançaram os resultados esperados, adquiriram algumas destrezas e habilidades propostas, em função das situações de ensino e aprendizagem planejadas. Uma outra dimensão – acreditativa ou certificativa – é a que legitima a promoção dos estudantes de uma etapa ou outra, de um nível de ensino a outro e/ou confere uma determinada certificação, constituindo o ápice do processo de formação. Sua legitimidade em relação às normas de competência está no fato 75 de o programa de formação ter sido planejado em coerência com essas mesmas normas, permitindo que se conclua, a partir do resultado das avaliações processuais, sobre as condições que o indivíduo tem de desempenhar-se segundo as normas especificadas. METODOLOGIA DA AVALIAÇÃO Partindo do pressuposto que competência é a capacidade de mobilizar saberes, conhecimentos e habilidades, para a solução de problemas e aplicá-los em situações novas, que a aprendizagem significativa desenvolve habilidades mais avançadas como a de análise e síntese à metodologia de avaliação contemplada para esta proposta está organizada em três aspectos: • Capacidade demonstrada para resolver o problema. • Capacidade de executar as tarefas nos conceitos estabelecidos. • Atitude profissionais mais indicadas. AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS • PADRÕES/CRITÉRIOS/CONCEITOS CAPACIDADE DEMONSTRADA PARA RESOLVER O PROBLEMA Operacionalização nas propostas Propostas de soluções Capacidade na tomada de decisões Conhecimento técnico na resolução de problemas Iniciativa para a solução de problemas Identificação do problema • MENÇÃO Excelente Superior Médio Superior Média Média Inferior Inferior CONCEITO DA 2 DA 1 DCA 2 DCA 1 NI 2 NI 1 CRITÉRIOS Operacionalização das Propostas – Avalia a capacidade do aluno de organizar os dados colhidos, usar meios adequados, executar tarefas, aproveitar recursos materiais, equipamentos, tempo e planejamento. Proposta de Soluções – Avalia a capacidade do aluno em apresentar sugestões inovadoras em diferentes situações, considerando todos os aspectos do cenário e atores envolvidos. Capacidade de Tomar Soluções – Avalia a capacidade do aluno em tomar decisões considerando o contexto apresentado, sem esperar por acontecimentos inusitados. 76 Conhecimento Técnico na Resolução dos Problemas – Avalia o grau de conhecimento profissional (técnico) do aluno em relação as atividades propostas e a busca pela complementação do conhecimento. Iniciativa para Resolução – Avalia a capacidade do aluno de apresentar soluções para o problema identificado, soluções essas que possam ser executadas. Identificação do Problema – Avalia a capacidade do aluno em identificar o problema no fato ou situação apresentada. AVALIAÇÃO DE HABILIDADES • PADRÕES/CRITÉRIOS/CONCEITOS CAPACIDADE DE EXECUTAR AS TAREFAS NOS CONCEITOS ESTABELECIDOS Sintetizar Análise Crítica Construir Descrever Identificar Observar • MENÇÃO Excelente Superior Médio Superior Médio Médio Inferior Inferior CONCEITO DA 2 DA 1 DCA 2 DCA 1 NI 2 NI 1 CRITÉRIOS Sintetizar – Avalia a capacidade do aluno em reelaborar a situação, sugerir novos caminhos e procedimentos; Análise Crítica – Avalia a capacidade do aluno em atribuir qualidade/valor à situação analisada; Construir – Avalia a capacidade do aluno em ir em busca do referencial teórico, que explique o fato. Identificar pressupostos teóricos e procedimento técnicos, sistemática de trabalho e atitudes de profissionais não se distanciando do foco da habilidade “POR QUÊ FAZER?”; Descrever – Avalia a capacidade do aluno em descrever aspectos essenciais: o ambiente, clima predominante, ação e reação dos atores envolvidos, métodos e procedimentos técnicos utilizados, padrões e critérios para escolha de procedimentos limitados de ordem humana, física e material e outros detalhes necessários a compreensão do caso. Identificar – Avalia a capacidade do aluno em identificar, aspectos essenciais: o ambientes, clima predominante, ação e reação dos atores envolvidos, métodos e procedimento técnicos utilizados, padrões e critérios para escolha de procedimentos limitados de ordem humana, física e material e outros detalhes necessários a compreensão do caso. Observação – Avalia capacidade do aluno em observar aspectos essenciais: o ambiente, clima predominante, ação e reação dos atores envolvidos, métodos e procedimentos técnicos utilizados, padrões e critérios para escolha de 77 procedimentos limitados de ordem humana, física e material e outros detalhes necessários a compreensão do caso. • ATITUDES • PADRÕES/CRITÉRIOS/CONCEITOS ATITUDES PROFISSIONAIS MAIS INDICADAS CAPÁCIDADE DE TRABALHAR EM EQUIPE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL RESPONSABILIDADE POSTURA PROFISSIONAL APRESENTAÇÃO PESSOAL ASSIDUIDADE PONTUALIDADE • CRITÉRIOS Capacidade de Trabalhar em Equipe – Avalia a capacidade do aluno em integrar-se a uma equipe, de colaborar nas atividades de ensino-aprendiagem e de comprometer-se com os objetivos, responsabilidades, êxitos e fracassos da mesma. Relacionamento Interpessoal – Avalia o autocontrole, as atitudes e educação do aluno com relações com colegas, professores e equipe administrativa. Responsabilidade – Avalia a capacidade do aluno de assumir as atividades e a confiança que inspira quando uma tarefa lhe é atribuída. Postura Profissional – Avalia a atuação do aluno frente a situações do cotidiano profissional Apresentação Pessoal – Avalia a adequação entre higiene e vestuário do aluno no exercício das atividades propostas. Assiduidade – Avalia a freqüência do aluno aos locais pré-determinados Pontualidade – Avalia o cumprimento de horários do aluno • CONCEITO CONCEITO Muito Bom = MB Bom = B Regular = R Insuficiente = I CRITÉRIOS - Preenche os requisitos estabelecidos nos critérios - Preenche quase todos os requisitos estabelecidos e procura Aprimoramento - Preenche alguns requisitos demonstra alguma preocupação com o aprimoramento - Preenche o mínimo de requisitos e não demonstra preocupação com o aprimoramento 78 Resultado do Processo O resultado do Processo de avaliação será expresso por menção: • APTO: Capaz de desempenhar 70% das competências essenciais exigidas pelo perfil profissional de conclusão após o processo de verificação final. • NÃO APTO: Não capaz de desempenhar 70% das competências essenciais exigidas pelo perfil profissional. Será considerado aprovado aquele que obtiver a MENÇÃO APTO na síntese das avaliações realizadas durante o processo de aprendizagem. • DA2 Domina com autonomia 90% das competências DA1 Domina com autonomia 80% das competências DCA2 Domina com relativa autonomia 70% das competências DCA1 Domina com ajuda NI2 Necessita de relativa intervenção NI1 Necessita de intervenção Síntese dos Resultados DA2 + DA2 + DA1 = DA2 APTO DA2 + DA1 + DA1 = DA1 APTO DA1 + DCA2 + DCA2 = DCA2 APTO DCA2 + DCA1 + DCA1 = DCA1 Ñ APTO DCA1 + NI2 + NI2 = NI2 Ñ APTO NI2 + NI2 + NI1 = NI1 Ñ APTO REGISTRO DA AVALIAÇÃO O registro será feito observando os padrões e critérios estabelecidos na metodologia da avaliação de acordo com as competências e habilidades apropriadas ao final de cada módulo. 79 O histórico escolar que será emitido pelo INESUL contempla as funções e sub-funções da matriz curricular de acordo com o modelo em anexo. ATIVIDADES PRATICAS ATIVIDADES PRÁTICAS EM LABORATÓRIO As atividades práticas, principalmente as laboratoriais, serão ministradas com um número de 15 (quinze) alunos, no máximo, objetivando uma assimilação plenamente satisfatória por parte do corpo discente. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS Projeto Indústria do Conhecimento Em face das transformações do mundo contemporâneo e dos processos de reestruturação produtiva, a qualificação para o trabalho deixa de ser compreendida como fruto da aquisição de modo de fazer, passando a ser vista como resultado da articulação de vários elementos, subjetivos e objetivos, tais como: natureza das relações sociais vividas pelos indivíduos, escolaridade, acesso à informação, a saberes, a manifestações científicas e culturais, além da duração e da profundidade das experiências vivenciadas, tanto na vida social quanto no mundo do trabalho. A conceituação formulada por Manfredi aprofunda a compreensão a respeito desses saberes e pode ser tomada como uma referência na análise do perfil profissional. Segundo a autora: “o saber fazer – recobre dimensões práticas, técnicas e científicas adquiridas formalmente (curso/treinamento) e/ou por meio da experiência profissional; o saber ser – inclui traços de personalidade e caráter, que ditam os comportamentos nas relações sociais de trabalho, como capacidade de iniciativa, comunicação, disponibilidade para a inovação e mudança, assimilação de novos valores de qualidade, produtividade e competitividade; 80 o saber agir – é subjacente à exigência de intervenção ou decisão diante de eventos (saber trabalhar em equipe, ser capaz de resolver problemas e realizar trabalhos novos, diversificados)”. A Educação Superior deve, então, propiciar ao aluno “o fomento da criatividade, da iniciativa, da autonomia e da liberdade de expressão, abrindo espaços para incorporação de atributos como o respeito pela vida, a postura ética nas relações humanas e a valorização da convivência em sociedade e nas relações profissionais, contribuindo para a percepção de seu trabalho com uma forma concreta de cidadania”. Assim, como Prática Pedagógica Inovadora, será desenvolvido durante o curso o PROJETO INDUSTRIA DO CONHECIMENTO. OBJETIVO • Capacitar indivíduos para que tenham condições de disponibilizar durante seu desempenho profissional os atributos adquiridos na vida social, escolar, pessoal e laboral, preparando-os para lidar com a flexibilidade e rapidez na resolução de problemas. • Propiciar ao aluno o fomento da criatividade, da iniciativa, da autonomia e da liberdade de Expressão. • Mobilizar saberes para agir em situações concretas de TRABALHO. METODOLOGIA A pedagogia de projetos toma como ponto de partida a idéia de que a melhor maneira de a educação responder às demandas da atualidade é contribuir para a formação de sujeitos capazes de se orientar numa sociedade complexa e em constante mutação. Para a pedagogia de projetos, aprender envolve participação, tomada de posições, escolha de procedimentos para alcançar os objetivos pretendidos; e ensinar é uma tarefa que, mais do que oferecer respostas, envolve proporcionar experiências problematizadoras da ação. Os projetos geram necessidades de aprendizagem, mas o fato de essas necessidades existirem por si só não garante a aprendizagem. É preciso que 81 os alunos se apropriem dos novos conteúdos e, para isso, a intervenção do professor é fundamental. É ele o facilitador, quem cria as ações para que essa apropriação seja de fato significativa, a partir das atividades propostas em cada módulo. O trabalho com projetos envolver três momentos básicos: a problematização, o desenvolvimento e a síntese. A etapa da problematização corresponde ao ponto de partida, ao momento detonador do projeto. Inicialmente, os alunos devem expressar seus conhecimentos, suas hipóteses preliminares e suas concepções sobre o problema em questão. Essa expressão é fundamental para todo o desenvolvimento do projeto, uma vez que é o nível de compreensão inicial dos alunos que determina os caminhos a serem seguidos pelo projeto. É nessa fase “que o professor detecta o que os alunos já sabem, e o que ainda não sabe, sobre o tema em questão. É também a partir das questões levantadas nessa etapa que o projeto é organizado pelo grupo”. A etapa do desenvolvimento corresponde ao momento em que são elaboradas estratégias para buscar respostas às questões e hipóteses formuladas na etapa de problematização. Essas estratégias devem incluir situações que obriguem o aluno a agir, observar a existência de vários pontos de vista e de procedimentos profissionais diferenciados, confrontar-se com conhecimentos técnico-científicos e colocar[se novas questões. Para isso, é necessário criar proposta de atividades que exijam a saída do espaço de aula, estimulando o uso das bibliotecas, a freqüência aos ambientes reais de trabalho, a visita de outros professores ou profissionais, além da realização de entrevistas, pesquisas, etc. É nesse processo que os alunos não só utilizam todo o conhecimento que têm sobre o tema, como também passam a se confrontar com inquietações, que os levam a duvidar de suas hipóteses iniciais. (Leite, 1994) No momento de síntese, os alunos superam suas convicções iniciais, substituindo-as por outras de maior complexidade e de maior fundamentação teórica e prática, construindo novas aprendizagens. Estas, por sua vez, “passam a fazer parte dos esquemas de conhecimento dos alunos e vão servir de conhecimento prévio para outras situações de aprendizagem”. É possível detalhar esses três momentos e arrolar os seguintes passos para a realização de um projeto de trabalho: 82 • Parte-se de um problema negociado com a turma. • Inicia-se um projeto de pesquisa. • Buscam-se e selecionam-se fontes de informação. • Estabelecem-se critérios de ordenação e de interpretação das fontes. • Recolhem-se novas dúvidas e perguntas. • Estabelecem-se relações com outros problemas. • Representa-se o processo de elaboração do conhecimento que foi seguido. • Recapitula (avalia-se) o que se aprendeu. • Conecta-se com um novo tema ou problema.” É importante ressaltar que esses momentos e passos compõem um processo que nunca é fixo ou estanque, apenas serve de fio condutor à atuação docente. DESENVOLVIMENTO Os trabalhos do projeto serão desenvolvidos durante o curso por etapas e com temas indicando a área a se investigar. Estrutura • Propor os temas a serem trabalhados. • Definir o orientador do projeto por turma. • Definir formas de Apresentação segundo orientações. • Estabelecer como serão as fases de orientação (coletiva e individual), e o início e a conclusão do trabalho. • Descrição das fases de orientação para orientador e alunos. • Material a ser distribuído aos alunos. Operacionalização TEMA: em cada etapa do curso será proposto um problema, sempre pertinente a área de atuação do FUTURO PROFISSIONAL. 83 ORIENTADOR: cada turma terá um orientador, que deverá ser professor do curso. APRESENTAÇÃO: a apresentação dos trabalhos será feita através de : • Exposição na Instituição de Ensino ao término da Etapa. • Envio para os outros setores da área de saúde de protocolos, cartilhas e ou folders construídos pelos alunos. • Exposição em Espaço Aberto no 1º e 2º semestre, em data a ser definida em CALENDÁRIO. Todos os trabalhos deste projeto serão desenvolvidos em formas de: • Pôster – folders – protocolo – cartilha – cartazes – álbum seriado – painéis – maquetes – palestras – portifólio – CD ROM – transparências. Orientação Básica - O trabalho por etapa será dividido em fases, sendo que a 1ª Fase coincidirá com o início e a última fase com o encerramento do Módulo. - Dividir a sala em grupos de no máximo 6 (seis) alunos. Cada grupo irá desenvolver o trabalho sobre o mesmo assunto e fará a apresentação em recursos diferentes. - Esta divisão deverá seguir uma seqüência com início, meio e fim tendo em conta o objetivo específico que se busca alcançar. - O professor-orientador fará atendimento coletivo que será durante o desenvolvimento das fases e poderá fazer atendimento individual quando sentir que haverá necessidade. Fases do Trabalho 1ª FASE – Ponto de Partida 84 Apresentar para a sala o tema e promover uma discussão para que os alunos possam expressar seus conhecimentos e suas concepções sobre o tema “O nível de compreensão inicial dos alunos é que determina o caminha a ser seguido para a pesquisa”. É Também a partir das questões levantadas nessa etapa que o projeto é organizado pelo grupo. Não esquecer o OBJETIVO GERAL DO PROJETO. 2ª FASE – Elaboração de Estratégias A partir das questões formuladas serão elaboradas estratégias para buscar respostas. Estas estratégias devem incluir situações que obriguem o aluno a agir, observar a existência de vários pontos de vista e de procedimentos, confrontarse com conhecimentos técnicos e científicos. Nesta fase, defini-se o tipo de pesquisa (bibliografia ou de campo), o roteiro para a pesquisa, o instrumento de pesquisa considerando a forma de apresentação do trabalho que já deverá ser ou estar definido por grupo tendo em conta a característica de cada um. 3ª FASE – Elaboração do Boneco Nesta fase o professor-orientador deverá ter estabelecido critérios para as diferentes formas de apresentação. Trabalhar com os alunos co0mo elaborar o boneco que será apresentado, definindo, se for necessário novas pesquisas. 4ª FASE – Apresentação do Boneco Neste momento, o de síntese, os dados levantados, os saberes construídos passam a fazer parte dos esquemas de conhecimento dos alunos e vão servir de conhecimento prévio para outras situações de aprendizagem. Nesta fase, os alunos irão apresentar as idéias integrando os conhecimentos. 5ª FASE – Conclusão do Trabalho 85 Nesta fase, o aluno deverá estar com o trabalho concluído e com a orientação do professor começar a Organizar a Apresentação. O professororientador deverá ter critérios estabelecidos para esta organização. 6ª FASE – Apresentação do Trabalho O aluno fará a apresentação de todo o trabalho realizado para a comunidade. 7ª FASE – Avaliação Como o projeto é um processo contínuo e não pode ser reduzido a uma lista de etapas ou fases, até porque um projeto de trabalho é mais que um método de ensino, ele deve ser considerado como uma postura que reflete uma concepção do conhecimento como produção coletiva, onde a experiência vivida e a produção cultural sistematizada se entrelaçam, dando significado a aprendizagens construídos ao término de cada etapa. O professor-orientador deverá fazer com os alunos uma avaliação que nos permita ter clareza dos aspectos positivos e os pontos dificultadores do processo e apresentar um relatório à coordenação com dados, resultados obtidos e como corrigirá os possíveis rumos e necessário. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades que complementarão o curso serão compostas de: VISITAS TÉCNICAS Objetivo: Oferecer condições para que o aluno amplie sua esfera de atuação e interação com outros profissionais. CAMPANHAS Objetivo: Oferecer condições para que o aluno desenvolva as competências gerais requeridas com enfoque na Educação para saúde. 86 PROJETO SOS SAÚDE Objetivo: Desenvolver atividades educativas sobre forma de projeto gerenciando situações problemas identificando obstáculos, analisando e construindo o conhecimento. EVENTOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS Objetivo: Oportunizar a ampliação dos conhecimentos adquiridos ao longo do clico curricular. PIS – Programa Individual de Saúde Objetivos: Desenvolver um seminário para Formação de Agentes Multiplicadores de Promoção da Saúde. Os conhecimentos adquiridos pelos alunos poderão ser avaliados para aproveitamento de estudos no todo ou em parte nos termos da legislação vigente: Resolução 3 CNE e CES 07 de Novembro de 2001 para as atividades complementares. Os conhecimentos que poderão ser aproveitados são aqueles adquiridos através de estudos e práticas independentes presenciais e/ou a distância a saber: • Monitorias e estágios • Programas de iniciação científica • Programas de extensão • Estudos complementares • Cursos realizados em outras áreas afins O aproveitamento, em qualquer situação, deverá ser requerido antes do início do desenvolvimento das atividades complementares para a devida análise. Os que procederem a avaliação para o aproveitamento dos conhecimentos apresentarão relatório que será arquivado no prontuário individual do aluno, juntamente com os documentos que instituirão o processo. 87 As atividades complementares serão regulamentadas após análise e apresentação do anteprojeto para o Conselho de Administração Superior. PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O Programa de Iniciação Científica é um projeto a ser desenvolvido pelo aluno do Curso de Graduação em Enfermagem. Durante o desenvolvimento deste projeto o aluno ira confrontar-se com conhecimentos técnicos e científicos superando suas convicções iniciais, substituindo por outras de maior complexidade e de maior fundamentação, construindo novas aprendizagens. OBJETIVOS • Capacitar indivíduos para que tenha condições de disponibilizar durante seu desempenho profissional os atributos adquiridos na vida social, escolar e pessoal e laboral, preparando-os para lidar com a flexibilidade e rapidez na resolução de problemas. • Mobilizar saberes que oportunizem a incorporação de atributos como o respeito pela vida e a valorização da convivência em sociedade e nas relações profissionais. • Propiciar novos conhecimentos técnicos e científicos da área de atuação. • Reconhecer a contribuição da evolução dos saberes na idéia de saúde como a construção da cidadania. METODOLOGIA O projeto do Programa de Iniciação Científica que abordará a contribuição da evolução dos saberes envolve quatro momentos importantes: o contanto com a metodologia da pesquisa, a elaboração da problematização, enfoque da contribuição e a apresentação e disseminação dos resultados. 88 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Para a conclusão do Curso de Graduação, o aluno deverá elaborar um Trabalho sob orientação docente que será desenvolvido na modalidade de monografia centrados na área da formação profissional. O TCC será desenvolvido, durante o curso, sendo que sua finalização ocorrerá ao término do curso: • Elaborar normas para o TCC; • Atribuições docente e alunos; • Definir as etapas para elaboração do TCC; • Elaborar orientações sobre o TCC; • Definir estrutura do relatório da fase do TCC; • Elaborar ficha de registro das orientações e cadastro. NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO TCC i. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é indispensável para obtenção do Diploma de Bacharel; ii. O aluno ao término do curso deverá apresentar, para certificação do Título, o Trabalho de Conclusão de Curso e fazer uma apresentação oral perante a banca de avaliação; iii. O TCC poderá ser desenvolvido por no máximo 04 (quatro) alunos com acompanhamento do Professor Orientador; iv. A apresentação do trabalho será feita pelo grupo conforme normas estabelecidas pela banca; v. Cada aluno do grupo deverá ter uma cópia do TCC e deverá entregar uma cópia para a banca de avaliação, que após a apresentação passará a fazer parte do acervo bibliográfico junto com uma autorização escrita para publicação em caso de aprovação; vi. O TCC deverá ter entre 30 e 50 laudas, diagramadas conforme as normas técnicas pertinentes da ABNT – Associação Brasileira de Normas e Técnicas; 89 vii. Fraude na elaboração do Trabalho implicará em não aprovação do TCC; viii. Serão consideradas fraudes: a) Ausência de contribuição pessoa (mera cópia ou resumo de idéias alheias); b) Plágio (apresentação de cópia de trabalho); c) Infidelidade na informação do tema do TCC. ix. Os alunos do grupo serão orientados por um professor do próprio curso, que fará a orientação do TCC de forma coletiva e individual; x. O professor orientador deverá estabelecer quais atividades serão pertinentes a cada aluno do grupo por etapa; xi. Cada aluno receberá o “Controle de Orientação do TCC” que deverá ser anexado no roteiro que será apresentado durante as etapas do TCC; xii. Todo aluno deverá cumprir no mínimo 75% da carga horária das orientações do TCC; xiii. O aluno que não cumprir a carga horária mínima deverá repor esta carga horária com risco de reprovação, caso não o faça. ATRIBUIÇÕES DO DOCENTE ORIENTADOR DO TCC 1. Organizar o cronograma das atividades do aluno para o TCC; 2. Informar aos alunos o que é TCC, como será desenvolvido, quais as etapas do desenvolvimento. É de responsabilidade do Orientador prestar todas as informações sobre o TCC; 3. A orientação sobre o TCC será coletiva e individual, portanto o orientador deverá elaborar um cronograma com o tempo de orientação para cada grupo, na orientação coletiva, e estabelecer quais as atividades de cada aluno do grupo durante a etapa; 4. O orientador deverá ao término de cada etapa do TCC, entregar para a Coordenação um relatório de como foi o desenvolvimento da etapa com a relação de faltas dos alunos durante a orientação e como será feita a reposição; 90 5. O orientador deverá comunicar o aluno que atingiu mais de 254% de faltas nas orientações e determinar com o mesmo a reposição. Este trabalho deverá ser realizado ao término de cada etapa; 6. O orientador poderá ou não justificar a falta do aluno, desde que não haja prejuízo para o grupo, segundo a justificativa apresentada e o desenvolvimento das atividades do aluno; 7. O orientador deverá entregar ao aluno um kit do TCC contendo: • Normas para elaboração do TCC; • Cronograma das atividades; • Ficha de controle das orientações; • Informativo sobre o TCC; • Atribuições dos alunos; • Quesitos da avaliação dos trabalhos; 8. O orientador deverá arquivar em pasta própria, o Termo de Acordo e o cadastro dos alunos e enviar para a secretaria o Termo de Acordo e autorização escrita para publicação, para ser arquivado na pasta do aluno. ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO TCC 1. Definição do tema; 2. Elaboração do Projeto de Pesquisa; 3. Pesquisa bibliográfica e de campo; 4. Encontros agendados com o Professor Orientador; 5. Cronograma das atividades do Aluno; 6. Aprovação do TCC pelo Professor Orientador; 7. Apresentação do TCC à banca de avaliação. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Para atender a caracterização da área estabelecida consonância com a proposta curricular, será realizado o Estágio Supervisionado. 91 em CAMPO DE PRÁTICA Constituem-se em campos de estágio, instituições de saúde, as entidades comunitárias, as de direito privado, os órgãos de administração pública, as instituições de ensino e/ou pesquisa, a comunidade em geral, incluídas nesta última, as pessoas físicas, desde que apresente condições para: • Planejamento e execução conjuntos das atividades de estágio; • Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos de campo específico de trabalho; • Vivência efetiva de situações reais da vida e trabalho nem campo profissional; • Avaliação. Para o estabelecimento de estágio, são consideradas, pelo INESUL, em relação a entidade concedente do estágio: • Existência de infra-estrutura material e de recursos humanos apropriados; • Aceitação das condições de supervisão e avaliação do INSEUL. PERÍODO/ SEMESTRE 1. 2. 3. CAMPOS DE ESTÁGIO − − − − − − − − − − − 4. − − − − − − UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE / VISITAS DOMICILIARES; UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE/ VISITAS DOMICILIARES; UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE/ VISITAS DOMICILIARES; ASILOS CRECHES ESCOLAS CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO) CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO INFANTIL UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE/ VISITAS DOMICILIARES; ASILOS CRECHES ESCOLAS CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO) 92 NÍVEL DE ATENÇÃO À SAÚDE CARGA HORÁRIA PRIMÁRIA 68 PRIMÁRIA 68 PRIMÁRIA 68 PRIMÁRIA e SECUNDÁRIA 68 − − − − − − − − − 5. − − − − − − − − − − − 6. − − − − − − − − − − − 7. − − − − − − − − − − CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO INFANTIL) AMBULATÓRIOS; HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE ASILOS CRECHES ESCOLAS CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO) CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO INFANTIL) AMBULATÓRIOS GERAIS AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE ONCOLOGIA UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE ASILOS CRECHES ESCOLAS CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO) CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO INFANTIL) AMBULATÓRIOS GERAIS AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES HOSPITAL DIA (PSIQUIÁTRICO) HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE ASILOS CRECHES ESCOLAS CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO) CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO INFANTIL) AMBULATÓRIOS GERAIS AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES HOSPITAL DIA (PSIQUIÁTRICO) HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE HOSPITAIS DE MÉDIO E GRANDE PORTE COM VÁRIOS NÍVEIS DE COMPLEXIDADE ( UTI ADULTO E INFANTIL, UCO, PS, MI, CENTRO CIRÚRGICO UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COMUNIDADE ASILOS CRECHES 93 PRIMÁRIA e SECUNDÁRIA 68 PRIMÁRIA e SECUNDÁRIA 68 PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA e TERCIÁRIA 72 − − 8. − − − − − − ESCOLAS CAPS (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO) CAPSI (CENTRO DE ATENDIMENTO PSIQUIÁTRICO INFANTIL) AMBULATÓRIOS GERAIS AMBULATÓRIOS DE ESPECIALIDADES HOSPITAL DIA (PSIQUIÁTRICO) HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE HOSPITAIS DE MÉDIO E GRANDE PORTE COM VÁRIOS NÍVEIS DE COMPLEXIDADE PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA e TERCIÁRIA 160 SUPERVISÃO Entende-se por supervisão de estágio, a orientação e o acompanhamento dado ao aluno decorrer de suas atividades, de forma a proporcionar-lhe o pleno desempenho das ações pertinentes á realização da profissão. São supervisores, docentes do curso do INESUL, respeitadas suas áreas de formação e experiência profissional e as peculiaridades do campo de trabalho em que se realiza o estágio. Pode-se, quando necessário, haver participação de profissionais de campo na supervisão de estágio. A supervisão de estágio pode ser desenvolvida pelo professor supervisor, através das seguintes modalidades: I – Supervisão direta: orientação e acompanhamento do estagiário pelo professor supervisor, através de observação contínua e direta das atividades desenvolvidas nos campos de estágio ao longo de todo o processo, podendo-se completar com entrevistas, reuniões e seminários; II – Supervisão semidireta: orientação e acompanhamento do estagiário por meio de visitas sistemáticas ao campo de estágio, pelo professor supervisor, quando manterá contato com o profissional de campo além de realizar, periodicamente, entrevistas e/ou reuniões com os estagiários. São atribuições do supervisor: • Promover a integração harmoniosa entre estagiários e equipe da Instituição de Saúde; 94 • Elaborar os programas e/ou projetos de desenvolvimento do Estágio, junto com os grupos de sua responsabilidade; • Acompanhar o desenvolvimento do Estágio, contribuindo para que os alunos superem as dificuldades teórica / metodológica / prática, com vistas, a alcançar os objetivos propostos; • Avaliar o trabalho realizado através de análise do Projeto e Relatório Final de Estágio; • Encaminhar à Coordenação do Curso, durante todo o processo, os programas e relatórios de estágio, discutidos e avaliados coletivamente com os envolvidos no processo. São responsabilidades do Supervisor de Estágio: • Participar do processo ensino – aprendizagem e quando isto não for possível, participar da: Capacitação Pedagógica; Reuniões Pedagógicas; Reuniões de Preparação para o estágio. • Atuar como canal de informações entre o desenvolvimento do Estágio e a Instituição de Ensino. • Representar durante o estágio a Instituição de Ensino Junto a unidade concedente. DESENVOLVIMENTO O estágio Curricular Supervisionado, constitui-se no conjunto de atividades de aprendizagem profissional, social e cultural que serão vivenciadas pelo aluno, a partir de estudos teóricos e da participação do aluno em situações reais de trabalho, capacitando-o para o exercício profissional com competência técnica e ética. É o mesmo de experienciar, vivenciando os conhecimentos teóricos-práticos, adquiridos no decorrer da formação discente. 95 “O Estágio terá por finalidade proporcionar ao aluno uma aproximação à realidade na qual irá atuar. Portanto, não se deve colocar o Estágio como “pólo prático” do curso, mas como uma aproximação à prática, na medida em que será conseqüente à teoria estudada no curso, que por sua vez deverá se constituir numa reflexão sobre e a partir da realidade. É preciso que se assumir a atividade ocorrerá, efetivamente, no momento em que o aluno for professor na prática. Ou seja “um curso não é a prática docente, mas é a teoria sobre a prática docente”. (Pimenta & Gonçalves, 1990). O estagiário quando inicia o estágio recebe um envelope com o material para o estágio que ao término deverá ser encaminhado para a Instituição de Ensino via supervisora no dia da reunião do Conselho de Classe, onde é lido e discutido o relatório do aluno e são preenchidas as fichas com as dificuldades e os encaminhamentos que deverão ser adotados. PROPÓSITO GERAL DO ESTÁGIO Objetivos Gerais • Proporcionar ao estudante, a participação em situações reais de vida e experiências de ensino e aprendizagem visando à educação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades e ao exercício do pensamento reflexivo e criativo; • Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando correspondente concretização no desenvolvimento das competências e habilidades, compromissadas com a realidade sócio-econômicapolítica do país; • Incentivar o trabalho de pesquisa investigando cientificamente, visando ao desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da cultura; • Oportunizar a possibilidade de experienciar os conhecimentos teóricos e práticos em atividades relacionadas à sua formação acadêmica, buscando a promoção e o desenvolvimento da cidadania. Objetivos Específicos 96 • Fornecer ao estagiário condições para a aquisição de pré-requisitos básicos na fixação dos conhecimentos teóricos e práticos. • Desenvolver as técnicas básicas do curso na execução das atividades de forma que sirvam de subsídios práticos para o exercício da profissão. REGULAMENTO GERAL DO ESTÁGIO 1º Art. Para o desenvolvimento de capacitação técnico-profissional de seus graduados, em todos os campos em que possam atuar o Instituto de Ensino Superior de Londrina – INESUL, manterá Estágio Curricular, na forma da Portaria 1.886, de 30 de dezembro de 1994, do ministério de Estado da Educação e do Desporto. 2º Art. O estágio do INESUL é caracterizado como um conjunto de atividades de aprendizagem profissional e cultural proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais da vida e de seu meio, realizadas sob responsabilidade e coordenação do INESUL. 3º Art. O estágio, componente curricular determinante na formação profissional e da cidadania do estudante universitário, tem por objetivo proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade sócio-econômicopolítica do país. 4º Art. O Estágio Curricular poderá ser desenvolvido a partir do 1º(primeiro) módulo semestre do Curso de Graduação sendo disciplinado por normas de funcionamento específicas, aprovadas pelo Colegiado de Curso e referendado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. 5ºArt. O Estágio Voluntário pode ser considerado Atividade Acadêmica Complementar, a critério do Colegiado do Curso, nos termos que dispõe o regulamento de estágio voluntário do respectivo curso. 6º Art. Somente pode realizar estágio estudante regularmente matriculado e freqüentando efetivamente o curso de graduação. 7º Art. O Plano de Estágio dos cursos de graduação INESUL tem como finalidade traçar e implementar objetivos metodológicos e mecanismos de avaliação para os processos de ensino-aprendizagem desenvolvidos no campo de prática. 97 8º Art. Constituem campo de estágio as entidades de direito privado, os órgãos da administração pública, as instituições de ensino e/ou pesquisa, e a comunidade em geral, desde que apresentem condições para: I - Planejamento e execução conjuntos das atividades de estágio; II - Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos de campo específico de trabalho; III - Vivência efetiva de situações reais da vida e trabalho num campo profissional; IV - Avaliação. 9º Art. Para estabelecimento de convênio de estágio, será considerado, pelo INESUL, em relação à concedente do estágio, o seguinte: I - Existência de infra-estruturas físicas, de material e de recursos humanos; II - Aceitação das condições de supervisão e avaliação do INESUL; III - Anuência e acatamento às normas dos estágios do INESUL; IV - Existência dos instrumentos legais previstos nos Artigos 8º e 9º, deste regulamento. 10º Art. Os estágios realizados junto às empresas ou instituições devem estar apoiados em instrumentos jurídicos, celebrados entre o INESUL e a concedente do estágio. § 1º A realização do estágio por parte do estudante não acarreta vínculo de qualquer natureza. § 2º O acordo ou convênio para a realização do estágio deve ser celebrado diretamente entre o INESUL e a Concedente do estágio. 11º Art. O estudante, antes de iniciar o estágio, deve providenciar plano de estágio aprovado pelo Colegiado de Curso e firmar Termo de Compromisso com a concedente do estágio, com a interveniência do INESUL. 12º Art. Os acordos ou convênios e Termos de Compromisso devem explicitar não somente os aspectos legais específicos, como também os aspectos educacionais e de compromisso com a realidade social, conforme as peculiaridades de cada curso. 13º Art. A Elaboração do Plano de Estágio é responsabilidade da Coordenação do Curso e orienta docentes e discentes sobre as ações a serem desenvolvidas no campo de prática. 98 14º Art. O Plano de Estágio dos Cursos de Graduação do INESUL compõe-se das seguintes etapas: • JUSTIFICATIVA - O Plano de Estágio ensino/mercado/serviço é para um o instrumento desenvolvimento de pactuação das entre habilidades e competências do aluno, bem como a integração destes setores. - O Estágio é um momento privilegiado de prática inerente ao processo de ensino-aprendizagem do(a) aluno(a); - Defina-se campo de estágio como instituições, locais e/ou situações que propiciem a realização de atividades práticas inerentes ao processo de ensino-aprendizagem do aluno, considerando a legislação do ensino e do exercício profissional. - A ampliação dos cenários e possibilidades de prática dos profissionais de enfermagem acompanha as transformações que vêm ocorrendo no processo de trabalho em saúde e na educação; • PROPÓSITO GERAL DO ESTÁGIO Objetivo geral do campo de prática no processo de ensino- aprendizagem de alunos (as). Justificativa para se realizar o estágio na instituição, tendo em vista o projeto pedagógico do curso e as condições de prática oferecidas pela instituição de saúde e/ou outras instituições. • PERFIL DOS ALUNOS (AS) Prever instrumentos para a caracterização de alunos(as) em relação a faixa etária, sexo, principais dificuldades de aprendizagem, dúvidas e expectativas quanto a prática supervisionada. • DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO Refere-se a descrição do campo de prática onde se pretende desenvolver as competências, habilidades e/ou objetivos de aprendizagem previstas no Plano Pedagógico do Curso. 99 • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NO CAMPO DE PRÁTICA Diz respeito às ações, conhecimentos e atitudes que se pretendem desenvolver no campo de prática, por meio dos processos de ensino-aprendizagem supervisionados. Referem-se também aos objetivos de aprendizagem que serão trabalhados durante o estágio, tendo em vista o processo mais global de formação dos alunos(as). • AVALIAÇÃO A avaliação é pressuposto básico à inovação permanente do aprendizado, cerne do conhecimento crítico e questionador. Configura-se como instrumento principal de reconstrução de métodos, técnicas, posicionamentos e estratégias adotadas durante todo o desenvolvimento de estágio do aluno. Contempla os parâmetros, instrumentos e mecanismo de avaliação a serem utilizados, tendo em vista as diretrizes, pressupostos e objetivos traçados para o estágio. O Coordenador devera elaborar o Plano de Estágio no início do Semestre/ Módulo. 15º Art. O Plano de Estágio deverá ser aprovado pelo Colegiado de Curso e referendado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. 16º Art. O alunado do curso deverá conhecer o Plano de Estágio pertinente a sua formação profissional. 17º Art. Os estágios obrigatórios devem ser cumpridos, preferencialmente, dentro dos períodos letivos regulares, exceto aqueles que, pelas suas especificidades e de acordo com sua natureza, exijam realização em época específica diferenciada, a critério dos respectivos Colegiados de Curso. 18º Art. Compete a Direção Pedagógica: I - Manter serviço de assessoria aos estágios, cuja organização administrativa e didático-pedagógica deve atender às necessidades emergentes dos diversos cursos; II - Encaminhar as questões de organização dos estágios às instâncias competentes; III - Participar, quando necessário, de reunião avaliativa dos estágios; 100 IV - Promover o intercâmbio entre os coordenadores de estágio, visando solucionar problemas e uniformizar procedimentos; V - Promover, juntamente com os coordenadores de estágio, intercâmbio com outras instituições; VI - Dar assessoria aos Coordenadores na elaboração, tramitação e divulgação dos regulamentos específicos dos estágios; VII - Emitir certificado de estágio voluntário, cuja carga horária não for computada como atividade acadêmica complementar; VIII - Assinar os certificados de estágios voluntários; IX - Assinar, pelo INESUL, os Termos de Compromisso a serem firmados entre estudantes e concedentes de estágios, exceto no caso de cursos que possuem infra-estrutura administrativa para dar suporte aos Coordenadores; 19º Art. Compete ao Departamento Jurídico: I - Formalizar e firmar convênios para estágios, propostos pelos Coordenadores e Colegiados de Cursos, entre o INESUL e as pessoas jurídicas de direito público e privado, e a comunidade em geral; II - Cadastrar as pessoas jurídicas de direito público e privado e a comunidade em geral, constituídas em campo de estágio a partir de convênios celebrados com o INESUL, na forma exigida pela legislação vigente. 20º Art. Compete ao Coordenador de Estágio: I - Propor ao Colegiado do Curso o sistema de organização e desenvolvimento dos estágios; II - Elaborar os Regulamentos de Estágios, encaminhando-os ao Colegiado de Curso; III - Definir, em conjunto as diferentes possibilidades de campos de estágio, na tentativa de compatibilizar convênios para o desenvolvimento de estágios, mantendo um Banco de Dados atualizados; IV - Identificar os campos de estágio e providenciar a inserção dos estudantes nos mesmos; V - Coordenar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades pertinentes aos estágios, em conjunto com os demais professores supervisores; 101 VI - Quando for o caso, orientar os estudantes na escolha da área e/ou campo de estágio; VII - Convocar, sempre que necessário, os supervisores de estágio para discutir questões relativas ao planejamento, organização, funcionamento, avaliação e controle das atividades de estágio e análise de critérios, métodos e instrumentos necessários ao seu desenvolvimento; VIII - Organizar, a cada período de estágio obrigatório, os campos e os grupos de estagiários e distribuí-los entre os supervisores de acordo com os campos existentes; IX - Encaminhar ao Colegiado de Curso a programação dos estágios obrigatórios, conforme previsto no Art. 22 deste regulamento; 21º Art. A programação dos estágios obrigatórios deve ser elaborada até o início de cada período letivo pelo Coordenador de cada curso, observadas as peculiaridades dos mesmos. Parágrafo único. Respeitadas as características de cada estágio obrigatório, deve constar da programação, no mínimo, os seguintes elementos: a) Número de estudantes matriculados; b) Organização das turmas; c) Distribuição de turmas por supervisor; d) Áreas de atuação; e) Campos de estágios; f) Período de realização. 22º Art. A supervisão de estágio pode ser desenvolvida pelo professor supervisor por meio das seguintes modalidades: I - Supervisão direta: orientação e acompanhamento de estagiário pelo professor supervisor, através de observação contínua e direta das atividades desenvolvidas nos campos de estágio ao longo de todo o processo, podendo se complementar com entrevistas, reuniões e seminários; II - Supervisão semidireta: orientação e acompanhamento do estagiário por meio de visitas sistemáticas ao campo de estágio, pelo professor supervisor, quando manterá contato com o profissional de campo além de realizar, periodicamente, entrevistas e/ou reuniões com os estagiários. 102 III - Supervisão indireta: acompanhamento do estágio através de contatos esporádicos com o estagiário e com o profissional de campo, além de acompanhamento, através de relatório e sempre que possível, visitas ocasionais ao campo de estágio. 23º Art. O Regulamento de Estágio Obrigatório e Voluntário de cada curso deve ser elaborado de acordo com as diretrizes para o estágio, aprovadas pelo Colegiado do Curso e contemplar: I - Carga horária; II - Campos de estágio; III - Atividades a serem desenvolvidas; IV - Formas de supervisão; V - Atribuições do supervisor; VI - Critérios de avaliação da aprendizagem do estagiário; VII - Normas para elaboração de Relatório ou de Trabalho de Conclusão de Curso quando exigido no estágio obrigatório; VIII - Registro dos resultados. 24º Art. Poderão ser aproveitadas as experiências que tenham sido adquiridas no trabalho em até 40% da carga horária total de estágio obedecendo a especificidade de cada curso. 25º Art. O aluno deverá comprovar a experiência profissional e passar por uma Banca Examinadora que indicará a dispensa ou não do estágio e qual carga horária dispensada. 26º Art. Os procedimentos para requerer o aproveitamento da experiência profissional para ser computada na carga horária são: - Requerimento - Cadastro - Declaração de trabalho em papel timbrado, assinada pelo responsável do serviço, com firma reconhecida. 27º Art. Na declaração de trabalho devem constar as atividades exercidas pelo aluno requerente. 28º Art. Semestralmente será publicado um Edital de Estágio constando carga horária e atividades que serão realizadas. 103 29º Art. O aluno terá 10 (dez) dias para requerer o aproveitamento apresentando os documentos em envelope lacrado contendo etiqueta com nome, turma e turno no protocolo. 30º Art. Os alunos que não entregarem os documentos até a data estipulada perderão o direito a este benefício. 31º Art. Fica proibido nos estágios a prática de qualquer ato ou desenvolvimento de atividade que infrinja as normas legais em vigor no País. 32º Art. O aluno receberá via protocolo um envelope, com todos os instrumentos, fichas e cadastros pertinentes ao estágio. 33º Art. Ao término de cada etapa do estágio o aluno deverá entregar a documentação para a Coordenação Pedagógica para ser vistada. 34º Art. A avaliação do aluno deverá ser entregue via protocolo pela Coordenação à Secretaria Acadêmica que expedirá o edital com os resultados. 35º Art. Todo instrumento ficha e cadastro deverá ser arquivado na pasta individual do aluno. 36º Art. Durante o período de Estágio, o estagiário fica coberto, obrigatoriamente, por apólice de seguro contra riscos de acidentes pessoais pelo INESUL, quando o estágio for obrigatório e pela concedente de estágio, quando o estágio for voluntário, devendo constar de cláusula do instrumento jurídico firmado. 104