DOMINGO XXX Do Tempo Comum 2015 DOMINGO XXX Do Tempo Comum Cor Litúrgica Verde 2015 DOMINGO XXX Do Tempo Comum 2015 DOMINGO XXX Do Tempo Comum 2015 Semana 25 de Outubro a 01 de novembro Cor Litúrgica Verde Cor Litúrgica Verde Cor Litúrgica Verde Semana 25 de Outubro a 01 de novembro Semana 25 de Outubro a 01 de novembro Semana 25 de Outubro a 01 de novembro cos-maiorga-valado.webnode.pt cos-maiorga-valado.webnode.pt cos-maiorga-valado.webnode.pt cos-maiorga-valado.webnode.pt Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ámen. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ámen. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ámen. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ámen. ORAÇÃO: Vinde, Espírito Santo, enchei os ORAÇÃO: Vinde, Espírito Santo, enchei os ORAÇÃO: Vinde, Espírito Santo, enchei os ORAÇÃO: Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra. corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra. corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra. corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra. PROPOSTAS DE LEITURA: PROPOSTAS DE LEITURA: Domingo 25/ outubro Marcos 10, 46-52 Domingo 25/ outubro Marcos 10, 46-52 PROPOSTAS DE LEITURA: Domingo 25/ outubro Marcos 10, 46-52 PROPOSTAS DE LEITURA: Domingo 25/ outubro Marcos 10, 46-52 2ªfeira 26/ outubro Lucas 13, 10-17 2ªfeira 26/ outubro Lucas 13, 10-17 2ªfeira 26/ outubro Lucas 13, 10-17 2ªfeira 26/ outubro Lucas 13, 10-17 3ªfeira 27/ outubro Lucas 13, 18-21 3ªfeira 27/ outubro Lucas 13, 18-21 3ªfeira 27/ outubro Lucas 13, 18-21 3ªfeira 27/ outubro Lucas 13, 18-21 4ªfeira 28/ outubro Lucas 6, 12-19 4ªfeira 28/ outubro Lucas 6, 12-19 4ªfeira 28/ outubro Lucas 6, 12-19 4ªfeira 28/ outubro Lucas 6, 12-19 5ªfeira 29/ outubro Lucas 13, 31-35 5ªfeira 29/ outubro Lucas 13, 31-35 5ªfeira 29/ outubro Lucas 13, 31-35 5ªfeira 29/ outubro Lucas 13, 31-35 6ªfeira 30/ outubro Sábado 31/ outubro Lucas 14, 1-6 Lucas 14, 1. 7-11 6ªfeira 30/ outubro Sábado 31/ outubro Lucas 14, 1-6 Lucas 14, 1. 7-11 6ªfeira 30/ outubro Sábado 31/ outubro Lucas 14, 1-6 Lucas 14, 1. 7-11 6ªfeira 30/ outubro Sábado 31/ outubro Lucas 14, 1-6 Lucas 14, 1. 7-11 Oração espontânea e Pai Nosso, Oração final: Grandes maravilhas fez por nós o Senhor, por isso exultamos de alegria . .Semana XXX do Tempo Comum 3ªfeira: 18.30h Póvoa 3ªfeira: 19.15h Castanheira 4ªfeira: 19.00h Maiorga Atendimento 18.h 5ªfeira: 19.00h Coz Stª Eufémia Aten. 18h 6ªfeira: 19.00h Valado Atendimento 18h Domingo XXXI do Tempo Comum dia 01 Solenidade de Todos os Santos Lê Mateus 5, 1-12a e vai à Missa Sábado dia 31: 17.30h Bemposta 19.00h Valado Domingo dia 01: 09.15h Mosteiro Coz 10.30 Maiorga 12.00h Valado Coz: Romagem ao cemitério início no Mosteiro às 14.30h Valado: 02 Fieis defuntos 11.00h Missa e Romagem Maiorga: 02 Fieis defuntos 14.00h Missa e Romagem Oração espontânea e Pai Nosso, Oração final: Grandes maravilhas fez por nós o Senhor, por isso exultamos de alegria . .Semana XXX do Tempo Comum Oração espontânea e Pai Nosso, Oração final: Grandes maravilhas fez por nós o Senhor, por isso exultamos de alegria . .Semana XXX do Tempo Comum Oração espontânea e Pai Nosso, Oração final: Grandes maravilhas fez por nós o Senhor, por isso exultamos de alegria . .Semana XXX do Tempo Comum 3ªfeira: 18.30h Póvoa 3ªfeira: 19.15h Castanheira 4ªfeira: 19.00h Maiorga Atendimento 18.h 5ªfeira: 19.00h Coz Stª Eufémia Aten. 18h 6ªfeira: 19.00h Valado Atendimento 18h 3ªfeira: 18.30h Póvoa 3ªfeira: 19.15h Castanheira 4ªfeira: 19.00h Maiorga Atendimento 18.h 5ªfeira: 19.00h Coz Stª Eufémia Aten. 18h 6ªfeira: 19.00h Valado Atendimento 18h 3ªfeira: 18.30h Póvoa 3ªfeira: 19.15h Castanheira 4ªfeira: 19.00h Maiorga Atendimento 18.h 5ªfeira: 19.00h Coz Stª Eufémia Aten. 18h 6ªfeira: 19.00h Valado Atendimento 18h Domingo XXXI do Tempo Comum dia 01 Domingo XXXI do Tempo Comum dia 01 Domingo XXXI do Tempo Comum dia 01 Solenidade de Todos os Santos Solenidade de Todos os Santos Solenidade de Todos os Santos Lê Mateus 5, 1-12a e vai à Missa Sábado dia 31: 17.30h Bemposta 19.00h Valado Domingo dia 01: 09.15h Mosteiro Coz 10.30 Maiorga 12.00h Valado Lê Mateus 5, 1-12a e vai à Missa Sábado dia 31: 17.30h Bemposta 19.00h Valado Domingo dia 01: 09.15h Mosteiro Coz 10.30 Maiorga 12.00h Valado Lê Mateus 5, 1-12a e vai à Missa Sábado dia 31: 17.30h Bemposta 19.00h Valado Domingo dia 01: 09.15h Mosteiro Coz 10.30 Maiorga 12.00h Valado Coz: Romagem ao cemitério início no Mosteiro às 14.30h Coz: Romagem ao cemitério início no Mosteiro às 14.30h Coz: Romagem ao cemitério início no Mosteiro às 14.30h Valado: 02 Fieis defuntos 11.00h Missa e Romagem Maiorga: 02 Fieis defuntos 14.00h Missa e Romagem Valado: 02 Fieis defuntos 11.00h Missa e Romagem Maiorga: 02 Fieis defuntos 14.00h Missa e Romagem Valado: 02 Fieis defuntos 11.00h Missa e Romagem Maiorga: 02 Fieis defuntos 14.00h Missa e Romagem Quem encontra Cristo e aceita o desafio para viver como discípulo tem, a partir daí, um caminho fácil? De forma nenhuma. Tem de abandonar a vida cómoda e instalada em que vivia e enfrentar uma nova realidade, num desafio permanente, constante; tem de aprender a enfrentar as críticas, as incompreensões, os confrontos com aqueles que não compreendem a sua opção; tem de percorrer, dia a dia, o difícil caminho do amor, do serviço, da entrega, do dom da vida. É preciso, no entanto, que o discípulo esteja consciente de que o caminho de Jesus, é um caminho que leva à ressurreição, à vida verdadeira e eterna. Vista é a vida, não tem preço. O cego chama Jesus "Filho de David". Reconhece em Jesus o Messias. O cego, na sua cegueira física, vê mais longe, com o olhar interior da fé. Ele recuperou a luz exterior, mas é sobretudo a luz interior, a luz da fé, que vai iluminar o caminho da sua vida. Ele quer seguir aquele que disse: "Eu sou a Luz da Vida". E nós? Ficamo-nos muitas vezes, num olhar superficial que nos faz passar ao lado da profundidade dos outros. Daí nascem os preconceitos, as tensões, as recusas. É o olhar da multidão sobre o cego: um mendigo sem interesse, Cabe a nós perguntarmo-nos qual é o nosso verdadeiro olhar. "Senhor, faz que eu veja!". Quem encontra Cristo e aceita o desafio para viver como discípulo tem, a partir daí, um caminho fácil? De forma nenhuma. Tem de abandonar a vida cómoda e instalada em que vivia e enfrentar uma nova realidade, num desafio permanente, constante; tem de aprender a enfrentar as críticas, as incompreensões, os confrontos com aqueles que não compreendem a sua opção; tem de percorrer, dia a dia, o difícil caminho do amor, do serviço, da entrega, do dom da vida. É preciso, no entanto, que o discípulo esteja consciente de que o caminho de Jesus, é um caminho que leva à ressurreição, à vida verdadeira e eterna. Vista é a vida, não tem preço. O cego chama Jesus "Filho de David". Reconhece em Jesus o Messias. O cego, na sua cegueira física, vê mais longe, com o olhar interior da fé. Ele recuperou a luz exterior, mas é sobretudo a luz interior, a luz da fé, que vai iluminar o caminho da sua vida. Ele quer seguir aquele que disse: "Eu sou a Luz da Vida". E nós? Ficamo-nos muitas vezes, num olhar superficial que nos faz passar ao lado da profundidade dos outros. Daí nascem os preconceitos, as tensões, as recusas. É o olhar da multidão sobre o cego: um mendigo sem interesse, Cabe a nós perguntarmo-nos qual é o nosso verdadeiro olhar. "Senhor, faz que eu veja!". Quem encontra Cristo e aceita o desafio para viver como discípulo tem, a partir daí, um caminho fácil? De forma nenhuma. Tem de abandonar a vida cómoda e instalada em que vivia e enfrentar uma nova realidade, num desafio permanente, constante; tem de aprender a enfrentar as críticas, as incompreensões, os confrontos com aqueles que não compreendem a sua opção; tem de percorrer, dia a dia, o difícil caminho do amor, do serviço, da entrega, do dom da vida. É preciso, no entanto, que o discípulo esteja consciente de que o caminho de Jesus, é um caminho que leva à ressurreição, à vida verdadeira e eterna. Vista é a vida, não tem preço. O cego chama Jesus "Filho de David". Reconhece em Jesus o Messias. O cego, na sua cegueira física, vê mais longe, com o olhar interior da fé. Ele recuperou a luz exterior, mas é sobretudo a luz interior, a luz da fé, que vai iluminar o caminho da sua vida. Ele quer seguir aquele que disse: "Eu sou a Luz da Vida". E nós? Ficamo-nos muitas vezes, num olhar superficial que nos faz passar ao lado da profundidade dos outros. Daí nascem os preconceitos, as tensões, as recusas. É o olhar da multidão sobre o cego: um mendigo sem interesse, Cabe a nós perguntarmo-nos qual é o nosso verdadeiro olhar. "Senhor, faz que eu veja!". Quem encontra Cristo e aceita o desafio para viver como discípulo tem, a partir daí, um caminho fácil? De forma nenhuma. Tem de abandonar a vida cómoda e instalada em que vivia e enfrentar uma nova realidade, num desafio permanente, constante; tem de aprender a enfrentar as críticas, as incompreensões, os confrontos com aqueles que não compreendem a sua opção; tem de percorrer, dia a dia, o difícil caminho do amor, do serviço, da entrega, do dom da vida. É preciso, no entanto, que o discípulo esteja consciente de que o caminho de Jesus, é um caminho que leva à ressurreição, à vida verdadeira e eterna. Vista é a vida, não tem preço. O cego chama Jesus "Filho de David". Reconhece em Jesus o Messias. O cego, na sua cegueira física, vê mais longe, com o olhar interior da fé. Ele recuperou a luz exterior, mas é sobretudo a luz interior, a luz da fé, que vai iluminar o caminho da sua vida. Ele quer seguir aquele que disse: "Eu sou a Luz da Vida". E nós? Ficamo-nos muitas vezes, num olhar superficial que nos faz passar ao lado da profundidade dos outros. Daí nascem os preconceitos, as tensões, as recusas. É o olhar da multidão sobre o cego: um mendigo sem interesse, Cabe a nós perguntarmo-nos qual é o nosso verdadeiro olhar. "Senhor, faz que eu veja!".