15-06-2012 Tiragem: 17000 Pág: 19 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 27,84 x 11,48 cm² Âmbito: Economia, Negócios e. Corte: 1 de 1 Portugal está bem preparado para a Economia Verde ANA SANTOS GOMES [email protected] “O mundo aproxima-se perigosamente de uma outra crise para a qual não temos os instrumentos de que dispomos atualmente para enfrentar a crise presente”, lamentou esta terça-feira Pedro Afonso de Paulo, secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, num evento do Fórum Mundial Lisboa 21, em Lisboa. “Todos os relatórios de empresas, bancos de investimento, organizações independentes e da OCDE dizem que o nosso atual nível de tecnologia não nos permite continuar a ter a qualidade e bem-estar que temos hoje por muito mais tempo. Aproximamo-nos de uma ruptura económica do atual modelo de desenvolvimento e não teremos só um choque energético, mas também um choque na distribuição de água e na segurança alimentar”, anteviu o governante. Recorde-se que do Fórum Mundial Lisboa 21 saíram várias recomendações para a sociedade em nome do desenvolvimento sustentável, com destaque para a criação de uma Agência Mundial das Nações Unidas para a Água, que deveria ter sede em Portugal. Pedro Afonso de Paulo garante que para todos estes problemas de sustentabilidade é fundamental o envolvimento das empresas. “O que enfrentamos nos próximos anos não é um problema ambiental, é um problema económico e que surgirá já daqui a 15 ou 20 anos”, alertou. “Não podemos esperar. Temos de atuar em vários setores ao mesmo tempo e não nos podemos dar ao luxo de falhar”, referiu ainda, antes de salientar que “Portugal está bem preparado para fazer a transição para a Economia Verde, com excelentes boas práticas ao nível mundial”. “Aproximamo-nos de uma rutura económica do atual modelo de desenvolvimento”, afirma Pedro Afonso de Paulo, secretário de Estado do Ambiente. Público Online País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Online 13-06-2012 | Ecosfera Online Pag.: 1 de 1 13 de Junho de 2012 LIFE&STYLE | FUGAS | ÍPSILON ok Fóru m p o rtu gu ês le va ide ia de ag ên cia m u n d ial d a águ a à Rio + 2 0 13.06.2012 Fá bio Monteiro C r i a r u m a A g ência Mundial da Á gua em Lisboa é uma das quatro recomenda ções que ser ã o levadas à confer ência Rio+20 pelo Fórum Mundial Lisboa 21, iniciativa que re ú ne dezenas de institui ções para debater os desafios do Ambiente, foi anunciado nesta ter ça -feira. Na mala dos representantes do F órum Mundial Lisboa 21 que estar ã o presentes na Rio+20, confer ência que decorrer á de 20 a 22 de Junho, seguem tamb ém as recomenda ções de criar de um centro Mundial de Desenvolvimento Sustent á vel, incluir a Cultura como um quarto pilar da Sustentabilidade – al ém da Economia, Ambiente e Sociedade – e promover a altera çã o de paradigma sobre qual est á constru ído o mundo. Estas sugest ões, apresentadas ontem na Universidade Cat ólica de Lisboa, s ã o o resultado dos trabalhos do F órum que reuniu cerca de 650 pessoas em Outubro de 2011 na Sociedade de Geografia de Lisboa e que tem um organismo semelhante em Espanha, o Fórum Soria 21 para o Desenvolvimento Sustent á vel. Don Amalio de Marichalar, presidente do F órum espanhol, esteve presente no evento de ontem em Lisboa e considerou que a possível integra çã o da Cultura como pilar da sustentabilidade “ é refor çada pelas liga ções [internacionais] que podem ser criadas a t r a v és da l íngua portuguesa ” . O respons á vel defendeu ainda Portugal como uma boa escolha para a localiza çã o da Ag ência Mundial da Á gua, e n ã o deixou de sublinhar os exemplos de sustentabilidade, a pequena escala, em terras lusas. “ É preciso o envolvimento da sociedade civil e das empresas na a v a l i a çã o do seu capital natural como estrat égia diferenciadora ” , disse o secret á rio de Estado do Ambiente, Pedro Afonso de Paulo, t a m b ém presente no F ór u m . “ A p r o x i m a m o -nos de uma ruptura de ecossistemas, do actual modelo de desenvolvimento e dos choques energ ético, das mat érias -primas e da seguran ça a lim en ta r . Á gua, energia e seguran ça alimentar, a par das tens ões geopol íticas e da crise mundial, podem ser foco de conflitos no futuro. E tal pode acontecer num prazo de 15 a 20 anos ” , comentou. Para o secret á rio de Estado do Ambiente, a “ Cimeira Rio+20, onde o Fór u m m a r c a r á presen ça, n ã o é uma confer ência ambiental, mas sim de debate para o desenvolvimento do novo modelo econ ómico ” . Tanto mais que, lembrou, “ estamos t ã o focados na crise econ ómico -financeira que n ã o vemos que o mundo se aproxima de uma outra ainda maior. O actual n ível de tecnologia e desenvolvimento econ ómico n ã o vai permitir manter os n íveis de bem -estar de hoje ” . O F órum Mundial Lisboa 21, criado para promover a consci ência ambiental para a sustentabilidade – nomeadamente nas á reas da á gua e energia –, v a i v o l t a r a r e u n i r -se em Novembro, desta vez no Porto. O encontro ser á dedicado à s cidades e ao desenvolvimento sustent á vel, procurando aplicar as conclus ões da confer ência Rio+20. Expresso Online País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Online 12-06-2012 Pag.: 1 de 1 12/06/2012 atualizado às 18:28 Sustentabilidade: Empresas devem seguir desenvolvimento inteligente e "arrastar" sociedade civil 1 5 :4 2 Terça feira, 12 de junho de 2012 Lisboa, 12 jun (Lusa) - O desenvolvimento sustentável e inteligente é o caminho a seguir e deve contar com as empresas, ao integrarem as questões ambientais como fator de competitividade, mas tamb ém ao "arrastarem" a sociedade civil, defendeu o secret ário de Estado do Ambiente. "Para muitas empresas que s ão líderes mundiais, [o investimento em ambiente é visto] não como um custo, mas como uma oportunidade", disse Pedro Afonso de Paulo, falando à agência Lusa à margem da de uma sess ão sobre as propostas do Fórum Mundial Lisboa 21 sobre sustentabilidade, em Lisboa. O Fórum avançou um conjunto de propostas, que vai apresentar na conferência Rio+20 das Na ções Unidas, a realizar no Rio de Janeiro a partir de 20 de junho, entre as quais a cria ção de uma Agência Mundial da Água e de um Centro Ibérico para o Desenvolvimento Sustent ável e o estabelecimento da cultura como o quarto pilar da sustentabilidade. A nona lição dos candidatos: criar uma ... Visão Online País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Online 12-06-2012 Pag.: 1 de 1 Sust ent abilidade: Empresas devem seguir desenvolviment o int eligent e e "arrast ar" sociedade civil Lusa - Est a not ícia f oi escrit a nos t ermos do Acordo Ort ogr áfico 15:42 Terça feira, 12 de Junho de 2012 Part ilhe est e art igo: Lisboa, 12 j un (Lusa) - O desenvolviment o sust ent ável e int eligent e é o caminho a seguir e deve cont ar com as empresas, ao int egrarem as quest ões ambient ais como fat or de compet it ividade, mas t amb ém ao "arrast arem" a sociedade civil, def endeu o secret ário de Est ado do Ambient e. "Para muit as empresas que são l íderes mundiais, [o invest iment o em ambient e é vist o] não como um cust o, mas como uma oport unidade", disse Pedro Af onso de Paulo, f alando à agência Lusa à margem da de uma sessão sobre as propost as do Fórum Mundial Lisboa 21 sobre sust ent abilidade, em Lisboa. O Fórum avançou um conj unt o de propost as, que vai apresent ar na conf er ência Rio+20 das Naçõ es Unidas, a realizar no Rio de Janeiro a part ir de 20 de j unho, ent re as quais a criação de uma Agência Mundial da Água e de um Cent ro Ibérico para o Desenvolviment o Sust ent ável e o est abeleciment o da cult ura como o quart o pilar da sust ent abilidade.