Informativo Cientifíco da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul - Ano XII - nº 70 - Outubro 2008
a
o
l
e
i
t
o
r
sumário
Nosso Editorial
Tecnologicamente, o mundo caminha a passos largos
para um desenvolvimento que a uma década atrás
nenhum ser humano poderia imaginar. O fato de o
homem ter chegado a lua no ano de 1969, um marco
histórico da humanidade, é hoje irrelevante perante ao
desenvolvimento tecnológico que estamos presenciando.
Da mesma forma a Odontologia caminha
rapidamente acompanhando o desenvolvimento, e não
podemos deixar de nos atualizarmos constantemente,
pois corremos o risco de ficarmos para trás, tanto no
conhecimento das novas tecnologias, como no
desenvolvimento científico.
Na minha opinião, os conhecimentos científicos apresentados na atualidade, com
caráter de novas descobertas, tem auxiliado, e muito, o Cirurgião Dentista , seja ele
clínico geral ou especialista. Nas Universidades brasileiras, o que vemos é um esforço
do corpo docente e discente em contribuir com trabalhos científicos de alta tecnologia,
em que pese o pequeno investimento em pesquisa. Periódicos nacionais contribuem
em muito com a tecnologia atual, nos da Revista Espelho Clínico também não medimos
esforços para divulga-la.
Prof. Dr. Antonio Francisco David
Editor
03
• Artigo Científico
Nível de informação sobre
o envelhecimento humano
entre estudantes do último
ano dos cursos de
odontologia de Curitiba Brasil
• Caso Clínico
Fixações Zigomáticas
exteriorizadas
09
• Artigo Científico
11
Avaliação do perfil facial
na mecânica Ortodôntica
com ou sem extração
Corpo Editorial
EDITOR
Prof. Dr. Antonio Francisco David
CONSULTORES CIENTÍFICOS
Agora ficou mais fácil fazer sua
especialização.
A EAP de São Caetano do Sul está
com uma linha de
crédito super facilitada!
DENTÍSTICA E LASER
Prof. Dr. José Eduardo Pelizon Pelino
ENDODONTIA
Prof. Celso Luis Caldeira
Prof. Luciano Natividade Cardoso
ODONTOLOGIA DESPORTIVA
Prof. Alexandre Barberini
ODONTOLOGIA DO TRABALHO
Profa. Dra Dagmar de Paula Queluz
ODONTOPEDIATRIA
Profa Dra. Lourdes A. Martins dos Santos Pinto
ORTODONTIA
Prof. Dr. Ary dos Santos Pinto
Profa. Dra. Cristina Ortolani
expediente
Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul
Av. Tietê, 281, Bairro Nova Gerte, Cep: 09572-000 tels: 4232.8333 e 4238.6761. Site:
www.apcdscs.com.br - Presidência - Dr. Djalma Faria Maccheronio Junior - VicePresidente- Dr. Agostinho Francisco Simões Pedrosa - Secretária - Dra. Luciana Maria Menabo
Machado - Tesoureiro - Dr. Miguel Damiani Neto - Patrimônio - Dr. Alcione Nelli Beluzzo Diretor de Comunicações - Dr. Antonio Francisco David - Social - Dra. Leila Marchetti Beluzzo
- Ação social - Dra. Ladisleine Quaglia Pedrosa - Representante junto ao CORE - Dr. Diomar
Gonçales Castanheira e Dr. Lázaro de Paula - EAP - Dr. José Giovannini - Biblioteca - Dra.
Semyra Giovannini Maccheronio Jornalista Responsável: Humberto Domingos Pastore, Mtb:
13.382.
As informações e opiniões emitidas em artigos assinados e em publicidade são de inteira responsabilidade
do (s) autor (es).
Distribuição Gratuita – Periodicidade: Bimestral – Tiragem: 8.500 exemplares.
4227-5188/2996
[email protected]
PATOLOGIA BUCAL E SEMIOLOGIA
Prof. Dr. Walter Niccoli Filho
Profa. Dra. Francine Cristina Silva Rosa
Prof. Caetano Baptista
PERIODONTIA
Profa. Dra. Patricia Dotto
Profa. Dra. Elaine Escobar
PRÓTESE DENTAL
Profa. Dra Fabíola Leite
Prof. Dr. Paulo Mazzini
Prof. Dr. Renato Joias
RADIOLOGIA ODONTOLÓGIA E IMAGINOLOGIA
Prof. Dr. Eduardo Kazuo Sannomiya
Prof. Dr. Luciano Pereira Rosa
NÍVEL DE INFORMAÇÃO SOBRE O
ENVELHECIMENTO HUMANO
ENTRE ESTUDANTES DO ÚLTIMO
ANO DOS CURSOS DE ODONTOLOGIA DE CURITIBA – BRASIL
AUTORES:
HERBER
T RUBENS K
OCH • LUIZA FOL
TRAN DE AZEVEDO K
OCH • JULIO CESAR BISINELLI • SIMONE TETU MOYSÉ • CARLA SP
AGLIARI BAIONI
HERBERT
KOCH
FOLTRAN
KOCH
SPAGLIARI
SINOPSE
ABSTRACT
This transversal and descriptive study contemplated
the level of information about human aging among
students in the last year of the Dentistry course in
Curitiba – Brazil in 2006. The investigation instrument
w a s Pa l m o re ’ s ( 1 9 7 7 ) Fa c t s o n A g i n g Q u i z ( FA Q )
adapted to the Brazilian reality by Cerri and Bolzani
(2004). The data collected were tabulated using the
Microsoft Office Excel 2003 program and processed
with the SPSS program version 13.0. Students
(N=294) were from four Higher Education
Institutions (HEI 1, 34.01%; HEI 2, 31.97%; HEI 3,
15.65%; and HEI 4, 18.37%). It was found that the
mean number of correct answers was to 14.49
questions corresponding to 63.00% of the
questionnaire used. The highest mean number of
correct answers was from HEI 2 (14.61), followed by
HEI 1 (14.56), HEI 3 (14.43) e HEI 4 (14.22),
re s p e c t i v e l y. A N OVA ( p = 0 . 7 6 7 4 ) i n d i c a t e d n o
difference between the HEI variables and the mean
number of correct answers. The results of this study
indicate medium knowledge of the investigated
population with respect to the proposed theme.
Este estudo transversal e descritivo contemplou o
nível de informação sobre o envelhecimento humano
entre estudantes de último ano dos cursos de
Odontologia da cidade de Curitiba / Brasil em 2006. O
instrumento de investigação foi o Facts on Aging Quiz
( FA Q ) d e P a l m o r e ( 1 9 7 7 ) , a d a p t a d o à r e a l i d a d e
brasileira por Cerri e Bolzani (2004). Os dados coletados
foram tabulados em programa Microsoft Office Excel
2003 e processados em programa SPSS, versão 13.0. Os
estudantes (N=294) pertenciam a quatro Instituições
de Ensino Superior (IES1, 34,01%; IES2, 31,97%; IES3,
15,65%; e IES4, 18,37%). Verificou-se que a média de
acertos foi de 14,49 questões, correspondendo a 63,00%
do questionário utilizado. A maior média de acertos foi
constatada junto à IES2 (14,61), seguida da IES1
(14,56), IES3 (14,43) e IES4 (14,22) respectivamente.
ANOVA (p = 0,7674) indicou não existir diferença entre
as variáveis IES e a média de acertos. Os resultados
deste trabalho apontam para um conhecimento mediano
da população investigada a respeito do tema proposto.
Unitermos:
Conhecimento, Estudantes
Envelhecimento Humano.
www.apcdscs.com.br
de
Uniterms:
Knowledge, Dental Students, human aging
Odontologia,
3
Outubro 2008
ARTIGO CIENTÍFICO
INTRODUÇÃO
último ano dos cursos de Odontologia das Instituições de
Ensino Superior (IES) localizadas no limite geográfico da
cidade de Curitiba, Estado do Paraná / Brasil, em 2006.
A população foi caracterizada segundo as IES como
sendo: IES1, IES2, IES3 e IES4.
A noção de fragilidade física agregada à imagem de
incapacidade atribui à velhice alguns estereótipos como:
todos os idosos são iguais e decadentes, dependentes física
e economicamente, doentes e com dificuldades de memória
(LEME16, 2005; KOCH FILHO & BISINELLI12, 2008).
Em 1977 Erdman Palmore19 criou o Facts on Aging
Q u i z ( FA Q ) t r a z e n d o à c o m u n i d a d e c i e n t í f i c a u m
instrumento de investigação sucinto, baseado em afirmações
factuais sobre o envelhecimento humano, capaz de registrar
a maioria dos equívocos sobre o tema.
Com o intuito de avaliar o nível de conhecimento que os
Cirurgiões-Dentistas da rede pública da cidade de
Campinas, Estado de São Paulo / Brasil, possuíam a respeito
do tema, Cerri e Bolzani5 (2004) modificaram e adaptaram
o FAQ à realidade brasileira.
O presente trabalho de pesquisa contempla a utilização
do FAQ ajustado por Cerri e Bolzani5 (2004) e tem como
proposta verificar o nível de informação sobre o
envelhecimento humano entre os estudantes dos cursos de
Odontologia da cidade de Curitiba, Estado do Paraná / Brasil,
que freqüentavam o último ano em 2006.
Coleta de Dados
A coleta de dados iniciou-se após a aprovação do projeto
junto ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Pontifícia
Universidade Católica do Paraná sob o registro n° 848 de
22/03/2006.
Foram respeitadas as exigências éticas para pesquisas
c o m s e re s h u m a n o s s e n d o a s s i n a d o o Te r m o d e
Consentimento Livre e Esclarecido, que informava os
objetivos, os riscos, os benefícios, o direito a sigilo, o caráter
optativo da participação e o direito de abandonar a pesquisa
a qualquer momento.
Os dados foram coletados no período de Março a Maio
de 2006, sendo utilizadas as dependências das IES.
A aplicação do instrumento de investigação foi realizada
pelo investigador na presença dos respondentes – Método
de Auto-Relatos (LEÃO & OLIVEIRA14, 2005).
MATERIAL E MÉTODO
Análise dos dados
O presente estudo caracteriza-se como sendo transversal
e descritivo, onde os dados obtidos foram gerados pelos
indivíduos que compuseram a população investigada e
armazenados em fonte documental.
Os dados coletados foram tabulados em programa
Microsoft Office Excel 2003 e posteriormente processados
no programa SPSS, versão 13.0.
Os dados foram submetidos à análise descritiva e através
de distribuição simples de freqüência foram observadas as
médias obtidas pelos participantes.
Ta m b é m f o i re a l i z a d a u m a a n á l i s e d e v a r i â n c i a s
(ANOVA) objetivando verificar a média do número total de
acertos segundo as IES.
Instrumento de investigação
Foi utilizado o FAQ de Palmore19 (1977) modificado e
adaptado à realidade brasileira por Cerri e Bolzani5 (2004),
o qual é composto de 23 questões com opções de respostas
dicotômicas tipo verdadeiro (V) ou falso (F) (Quadro 1).
Em relação às questões que compõem este instrumento,
estas foram denominadas como: questão 1 (Q1); questão 2
(Q2); sucessivamente até a questão 23 (Q23).
TA D O S
RESUL
RESULT
A população estudada foi constituída por todos os
estudantes (N=294) matriculados no último ano dos cursos
de Odontologia das IES localizadas no limite geográfico da
cidade de Curitiba, Estado do Paraná / Brasil, em 2006. Os
participantes estavam distribuídos em quatro Instituições
de Ensino Superior: IES1 (34,01%); IES2 (31,97%); IES3
(15,65%); e IES4 (18,37%), conforme Tabela 1.
P opulação
Como critério para a composição da população, foi
definido o número total de estudantes matriculados no
Outubro 2008
4
revista ESPELHO CLÍNICO
Foi verificada uma média de 14,49 (Tabela 2.) questões
respondidas corretamente, correspondendo a 63,00% do
questionário utilizado (Tabela 3.).
A maior média de acertos foi produzida pela IES 2
(14,61); seguida da IES 1 (14,56); IES 3 (14,43); e IES 4
(14,22) respectivamente (Tabela 3.). O teste de ANOVA (p
= 0,7674) indicou não existir diferença estatística entre a
média de acertos produzidos nas diferentes IES.
As questões com maior freqüência de acertos foram Q21
(96,59%), Q1 (94,98%) e Q13 (93,53%); enquanto que as
com menor freqüência foram Q23 (13,60%), Q11 (18,36%)
e Q7 (23,46%), conforme Tabela 3.
interna do instrumento. A manifestação de que houvesse uma
alternativa de resposta “não sei”, foi uma sugestão verificada
durante a aplicação do questionário junto as quatro IES
pesquisadas no presente estudo.
Este estudo utilizou uma versão do FAQ modificada por
Cerri e Bolzani5 (2004). Composto por 23 questões (Q),
este questionário teve a redação das Q7, Q19 e Q21 alterada
para a realidade brasileira, enquanto que as questões 24 e
25 do original de Palmore19 (1977) não compuseram esta
versão. Não foram encontradas justificativas junto ao
trabalho destes autores sobre o porquê destas questões
não terem sido contempladas na modificação e adaptação
do questionário.
Mesmo assim, este estudo contemplou esta versão de
23 questões, de modo a padronizar o instrumento e
possibilitar análises numéricas compatíveis na investigação
científica brasileira.
Koch Filho13 et al. (2007) estudaram o FAQ modificado
por Cerri e Bolzani5 (2004) e perceberam que alguns
ajustes ainda se fazem necessários.
Em Q1 e Q8 o corte cronológico utilizado para designar
a população idosa brasileira é expresso como sendo de 65
anos, enquanto que em Q19 este limite inferior é de 60
anos. O corte cronológico para indicar quem é idoso no Brasil
é de 60 anos, havendo a necessidade de padronizar Q1 e
Q8 à realidade brasileira (KOCH FILHO13 et al., 2007).
Já em Q21 existe a afirmativa de que os idosos brasileiros
vivem com aposentadorias muito baixas, de
aproximadamente um salário mínimo – R$ 240,00, ou seja,
é expresso um valor numérico, o qual já não confere à
realidade atual. Desta forma Koch Filho13 et al. (2007)
recomendam, que este valor seja atualizado por cada
pesquisador no momento em que for aplicar este
instrumento, ou que não haja o registro de valores numéricos
para designar o salário mínimo.
No trabalho de Cerri e Bolzani5 (2004) alguns indivíduos
abstiveram-se de responder a todas as questões. Além da
abstenção, o envio de questionários pode trazer alguns
inconvenientes, como a demora em se obter respostas e a
possibilidade de preenchimento parcial, além de gerar
incerteza de que o preenchimento tenha sido feito pelo
destinatário (LEÃO & OLIVEIRA14, 2005).
O presente trabalho trouxe todas as questões de todos
os questionários preenchidas integralmente. Este fato pode
estar associado à utilização do método de Auto-relatos.
DISCUSSÃO
A velhice é uma etapa de vida que está associada à
dinâmica de atitudes, crenças e valores de cada sociedade
segundo o momento histórico vivenciado, possibilitando a
imposição de regras de comportamento difíceis de serem
desfeitas (TIN23, 2001; NÉRI18 et al., 2002; LEFEVRE &
LEFEVRE15, 2004; KOCH FILHO & BISINELLI12, 2008).
A crença generalizada sobre os atributos ou
características que definem um determinado grupo social,
como o dos idosos, é transmitida pela educação e associamse às práticas sociais (NÉRI18 et al., 2002; FERREIRA
ALVES & NOVO9, 2006; PALMORE20, 2001).
A falta de conhecimento científico dos profissionais da
educação e da saúde, bem como a falta de esclarecimento
às pessoas sobre os fatos inerentes ao envelhecimento,
impedem a transformação de atitudes e de comportamentos
em relação à velhice (VERAS24, 2003; CACHIONI & NÉRI3,
2004; DIOGO7, 2004).
Fatos relacionados ao processo de envelhecimento
podem ser discutidos quando se utiliza o FAQ de Palmore19
(1977). Este questionário também possibilita mesurar níveis
gerais de informação entre diferentes grupos a respeito do
tema, bem como oferece a possibilidade de registrar a
maioria dos equívocos sobre este processo vital.
Pennington21 et al. (2001) utilizaram uma versão do FAQ
modificado à realidade da Nova Zelândia, onde foi acrescentada,
uma terceira opção de resposta além de verdadeiro ou falso, a
“não sei”. Uma primeira versão contendo a opção de resposta
“não sei” foi utilizada por Courtenay e Weidemann6 (1985). Os
autores afirmam que a adição desta resposta reduziu a
adivinhação de algumas questões e aumentou a consistência
www.apcdscs.com.br
5
Outubro 2008
A R T I G O
Os egressos profissionais - estudantes de último ano - de
Odontologia de Curitiba obtiveram a média de 14,49
questões respondidas corretamente. A média de acertos
(15,76) foi um pouco maior entre os Cirurgiões-Dentistas
pesquisados por Cerri e Bolzani5 (2004). O fato de que
estes profissionais tinham um tempo médio de exercício
profissional de 18,28 anos, pode ter sido determinante para
que o nível de acertos fosse maior (KOCH FILHO11, 2006).
Esta pesquisa verificou que as questões com maior
freqüência de acertos foram Q21, Q1 e Q13.
Q21 refere-se à condição econômica dos idosos
brasileiros. Este trabalho constatou que alta porcentagem
de acertos (96,59%) verificados junto a esta questão
demonstra o bom conhecimento acerca da realidade deste
grupo etário, pois segundo a Fundação Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística10 (2004) 43% destes vivem
em famílias cuja renda per capita é menor do que um
salário mínimo.
Sobre Q1, esta traz a falsa afirmação de que os idosos
são senis, têm memória deficiente, são desorientados ou
dementes. A média de acertos verificados (94,98%)
mostrou que neste aspecto, a população estudada possui
uma visão positiva frente aos estereótipos associados à
velhice patológica.
Q13 alude à capacidade que os idosos têm para
aprenderem algo novo. A média de acertos nesta questão
(93,53%) também mostrou que a população estudada não
associou a realidade dos idosos somente a aspectos negativos.
As questões que obtiveram a menor freqüência de
acertos nesta pesquisa foram Q23, Q11 e Q7.
A menor média de acertos (13,60%) de Q23 permite
verificar que a população estudada associou o aumento da
idade cronológica ao da religiosidade. Neste aspecto Faria e
Seidl8 (2005) afirmam que independente da idade, muitas
pessoas recorrem a Deus para o enfrentamento de seus
problemas, sugerindo que o aumento da religiosidade não é
um efeito do envelhecimento.
A média de acertos observados (18,36%) em Q11 mostrou
que a maioria da população estudada acredita em
estereótipos de velhos obstinados em seus rumos e incapazes
de mudar. Contrapondo-se a esta visão, Moser e Amorim17
(2000) afirmam que as pessoas possuem suficiente
plasticidade cognitiva, afetiva e emocional para assimilar os
processos adaptativos impostos pela velhice, podendo,
inclusive, enriquecer e modificar seus comportamentos.
Outubro 2008
C I E N T Í F I C O
Por fim, Q7 traz a afirmativa de que pelo menos 20% de
idosos brasileiros vivem em instituições de longa
permanência como asilos, casas de repouso, etc. A pequena
média de acertos (23,46%) permite observar que a
população investigada, em sua maioria, desconhece que os
cuidados institucionais não são práticas comuns nas
sociedades latinas e que apesar da falta de dados exatos,
apenas 0,1% dos idosos brasileiros viviam em Instituições
de Longa Permanência para Idosos em 2002 (CAMARANO
& PASINATO4, 2004; BRASIL2, 2006).
CONCLUSÕES
Os resultados deste trabalho apontam para um
conhecimento mediano da população investigada a
respeito dos fatos inerentes ao envelhecimento humano
explorados no instrumento utilizado.
As respostas foram dadas considerando a percepção
sobre o envelhecimento humano que cada acadêmico
carregava como experiência de vida, já que nenhuma
das IES estudadas possuía, junto aos currículos de
Odontologia, uma disciplina de Gerontologia, Geriatria
ou de Odontogeriatria.
Neste aspecto verificou-se as afirmações de Tin23
( 2 0 0 1 ) , We r n e r e P a d i l h a 2 5 ( 2 0 0 1 ) , B r u n e t t i e
Montenegro1 (2002) e de Saintrain22 et al. (2006)
sobre a necessidade de se implementar uma disciplina
específica sobre o envelhecimento humano nas
faculdades de Odontologia brasileiras.
Tabela 1. - Estudantes de odontologia das faculdades de
curitiba matriculados no último ano em 2006.
6
revista ESPELHO CLÍNICO
Tabela 2.
distribuição de
frequência de
acertos segundo
as IES.
Tabela 3. - Distribuição de
frequência de acertos de
cada questão (q) segundo IES
www.apcdscs.com.br
7
Outubro 2008
ARTIGO CIENTÍFICO
*REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. BRUNETTI, R.F.; MONTENEGRO, F.L.B. A Odontologia Geriátrica e o novo século. In: BRUNETTI, R.F.; MONTENEGRO, F.L.B. Odontogeriatria: Noções de interesse
clínico. São Paulo: Artes Médicas, 2002. p.27-52.
2. BRASIL. Portaria MS/GM N° 2.528. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 20 out. 2006. Seção 1, p. 142.
3. CACHIONI, M.; NÉRI, A. Educação e velhice bem sucedida no contexto das Universidades da Terceira Idade. In: NÉRI, A.L.; YASSUDA, M.S.; CACHIONI, M. (Orgs.).
Velhice bem sucedida: Aspectos afetivos e cognitivos. Campinas: Papirus, 2004. p.46-69.
4. CAMARANO, A.A.; PASINATO, M.T. O envelhecimento populacional na agenda das políticas públicas. In: CAMARANO, A.A. Os novos idosos brasileiros: Muito além
dos 60? Rio de Janeiro: IPEA, 2004. p. 253-92.
5. CERRI, P.; BOLZANI, V.A. Avaliação do conhecimento do cirurgião-dentista que trabalha na rede de saúde pública de Campinas sobre envelhecimento. 2004. 39f.
Monografia (Especialização) - Pontifícia Universidade Católica de Campinas (CCV-Odontologia), São Paulo, 2004.
6. COURTENAY, B.C.; WEIDEMANN, C. The effects of a “Don’t Know” response on Palmore’s Facts on Aging Quizzes. The Gerontologist, v.25, n.2, p. 177-81, 1985.
7. DIOGO, M.J.D. Formação de recursos humanos na área de saúde do idoso. Rev Latino-Am Enfermagem, v.12, n.2, 280-82, 2004.
8. FARIA, J.B.; SEIDL, E.M.F. Religiosidade e enfrentamento em contextos de saúde e doença: Revisão de literatura. Psicol Reflex Crít, v.18, n.3, p. 381-89, 2005.
9. FERREIRA ALVES, J.; NOVO, R.F. Avaliação da discriminação social de pessoas idosas em Portugal. Int J Clin Health Psyschol, v.6, n.1, p. 65-77, 2006.
10. IBGE – Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de indicadores sociais 2003. Rio de Janeiro: IBGE; 2004.
11. KOCH FILHO, H.R. Nível de informação sobre o envelhecimento humano entre os acadêmicos do último ano dos cursos de Odontologia de Curitiba – Paraná. 2006.
121 f. Dissertação (Mestrado) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná (Programa de Pós-Graduação em Odontologia), Curitiba, 2006.
12. KOCH FILHO, H.R.; BISINELLI, J.C. Abordagem de famílias com idosos. In: MOYSÉS, S.T.; KRIGER, L..; MOYSÉS, S.J. (Orgs.). Saúde bucal das famílias:
Trabalhando com evidências. São Paulo: Artes Médicas, 2008. p. 236-45.
13. KOCH FILHO, H.R. et al. Um instrumento de pesquisa para a investigação de informações sobre o envelhecimento humano no Brasil: O questionário de Palmore
adaptado.Revista de Clínica e pesquisa Odontológica, v.3, n.2, p.89-100, 2007.
14. LEÃO, A.T.; OLIVEIRA, B.H. Questionário na pesquisa odontológica. In: LUIZ, R.R.; COSTA, A.J.L.; NADANOVSKY, P. Epidemiologia e Bioestatística na pesquisa
odontológica. São Paulo: Atheneu, 2005. p. 273-90.
15. LEFEVRE, F.; LEFEVRE, A.M.C. Promoção de saúde e as fases da vida. In: LEFEVRE, F.; LEFEVRE, A.M.C. Promoção de saúde: A negação da negação. Rio de
Janeiro: Vieira & Lent, 2004. p. 91-115.
16. LEME, L.E.G. A Gerontologia e o problema do envelhecimento: Visão histórica. In: PAPALÉO NETTO, M. Gerontologia: A velhice e o envelhecimento em visão
globalizada. São Paulo: Atheneu, 2005. p. 13-25.
17. MOSER, A.; AMORIM, C. Qualidade de vida na maturidade: perspectiva psicológica. In: BAKKER FILHO, J.P. (Org.). É permitido colher flores?: Reflexões sobre o
envelhecer. Curitiba: Champagnat, 2000. p. 165-79.
18. NÉRI, A.L. et al. Atitudes em relação à velhice. In: FREITAS, E.V.; PY, L.; NÉRI, A.L.; CANÇADO, F.A.X.; GORZON, M.L.; ROCHA, S.M. (Orgs.). Tratado de Geriatria
e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. p. 972-80.
19. PALMORE, E. Facts on aging: a short quiz. The Gerontologist, v.17, n.4, p. 315-20, 1977.
20. PALMORE, E. The Ageism Survey: First findings. The Gerontologist, v.41, n.5, p. 572-75, 2001.
21. PENNINGTON, H.R. et al. Use of the facts on aging quiz in New Zealand: Validation of questions, performance of a student sample, and effects of a don’t know option.
Educ Gerontol, v.27, n.5, p. 409-16, 2001.
22. SAINTRAIN, M.V.L. et al. Ensino da Odontogeriatria nas faculdades de Odontologia do Sul e Centro-Oeste do Brasil: Situação atual e perspectivas. Rev Odont Ciência,
Porto Alegre – RS, v.21, p. 270-77, 2006.
23. TIN, E. Odontogeriatria: Imperativo no ensino odontológico diante do novo perfil demográfico brasileiro. Campinas: Editora Alínea; 2001. 86 p.
24. VERAS, R.P. Em busca de uma assistência adequada à saúde do idoso: Revisão da literatura e aplicação de um instrumento de detecção precoce e de previsibilidade
de agravos. Cad Saúde Pública, Rio de Janeiro - RJ, v.19, n.3, p. 705-15, 2003.
25. WERNER, C.W.; PADILHA, A.M.L. A Odontogeriatria no curso de graduação: Uma proposta de ensino. Rev Fac Odont Lins, Piracicaba – SP, v.13, n.2, p. 16-26, 2001.
Outubro 2008
8
revista ESPELHO CLÍNICO
FIXAÇÕES ZIGOMÁTICAS
EXTERIORIZADAS
AUTORES:
CRISTIANO SCHROEDER DOS SANTOS • CINTIA DANIOTTI • CARLOS AUGUSTO DE ALMEIDA BARROS • CAIO VINICIUS BARRETO DOS SANTOS
RESUMO
do tratamento. O protocolo tradicional se baseia na
instalação de 2 a 4 implantes convencionais na região
anterior da maxila e 1 fixação zigomática em cada zigoma
com seu trajeto intra sinusal .
O objetivo desse trabalho é relatar uma modificação
da técnica clássica de instalação de fixação zigomática.
O uso de fixações zigomáticas para reabilitação de
pacientes com maxilas atróficas tem sido muito utilizado
em implantodontia. Este trabalho relata um caso clinico
que o procedimento realizado possibilitou a reabilitação
de um paciente invalido oral, com uso de 2 fixações
zigomáticas e implantes convencionais.
Palavras-chaves - Fixação Zigomática; Implante
dentário.
RELATO CASO CLÍNICO
Paciente adulto, leucoderma, sexo masculino com 55
anos, portadora de prótese parcial superior a mais de 35
anos com sinusopatia bilateral, apresentando síndrome da
combinação e com atrofia severa na maxila verificada
clínica e radiograficamente e após a obtenção de um
protótipo obtido através
de uma tomografia
computadorizada (FIGURA 1), procedeu-se uma
simulação da fase cirúrgica em um protótipo obtido através
de uma tomografia computadorizada ( FIGURA 2).
ABSTRACT
The use of zygomatic fixations for rehabitation of
pacientes with atrophic maxilla have very usefulin
implantology. This work reports a clinic case in wich the
procedure accomplished have possibilited the rehabilition
of the pacients disabled oral with use of 2 zygomatic
fixations and convencional implants .
Key Words- Zygomatic Fixture;Dental implant.
INTRODUÇÃO
A reabilitação de maxilas atróficas ainda é um grande
paradigma na Implantodontia. As fixações zigomáticas se
propõem a esse fim, segundo estudo de Branemark a
medida de sucesso é de 97%, conforme relatado em seu
trabalho publicado que inclui um total de 164 implantes
em 81 pacientes em dez anos de uso. Sua estatística de
sucesso certamente ultrapassa qualquer publicação
prévia de uso de enxerto ósseo associado com implante.
A fixação zigomática além de diminuir a morbidade
cirúrgica relatada em enxertos ósseos devolve de uma
forma mais rápida ao paciente o seu convívio familiar,
social e profissional; assim facilitando a aceitabilidade
www.apcdscs.com.br
9
Outubro 2008
CASO CLÍNICO
Incisão foi realizada anteriormente sobre o rebordo e
na região posterior mais lingualizada para facilitar as
suturas. Instalou-se 1 fixação zigomática de cada lado
em posições exteriorizadas devido a sinusopatia e para
evitar incomodo causado em posições palatinizadas e 2
implantes em região posterior de maxila e 2 implantes
em pilares caninos associados com enxertia
homologa(banco de ossos) com elevação da fossa
nasal(FIGURA 3) e dois implantes em região do dente 12
e 22 foram instalados porém forem removidos durante o
ato cirúrgico devido ao baixo torque de inserção e foi
realizado suturas simples .Na mandíbula foram
removidos os dentes remanescentes e foram instalados
implantes osseointegraveis convencionais.Apos a
reabertura dos implantes da maxila e instalação dos
componentes protéticos observou-se a correta emergência
dos mesmos sobre o rebordo (FIGURA 4)
eliminando ou diminuindo as limitações referentes à falta
de tecido ósseo ou de tecido mole para recobrimento de
enxertos, assim como a diminuição de tempo para
instalação da prótese.
Agradecimento aos técnicos em prótese dentaria João
Alves e César Dessa e ao estagiário Caio Vinicius Barreto
dos Santos e a estudante de enfermagem Daniela Sullentrop
*REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
1.Branemark,P-I,Gröndal K,Öhrnell Lars-Olof,Nilsson P,Petruson
B,Engstrand P,Nannmark U,Svenssson B. Zygoma fixture in the managent
of advanced atrophy of maxila:Technique and long-Term Results.Scand
J.Plast.Reconstr Surg 2004;38,70-85.
Após 2 meses na mandíbula e 6 meses na maxila
foram confeccionadas próteses híbridas do tipo
protocolo(FIGURA 5) .Foi solicitado ,após 6 meses ,uma
tomografia computadorizada volumétrica por obtenção
de feixe cônico .( I-CAT) com reconstrução 3D para
verificar a integridade dos implantes(FIGURA 6,7 e 8) .
2.Duarte LR, Peredo LG, Nary Filho H, Franciscone CE,Branemark PI. Reabilitação da maxila atrófica utilizando 4 fixações zigomáticas em
sistema de carga imediata.Implant News 2004;1(1): 45-50.
3. Duarte LR, Mendonça RE, Rabelo V, Franciscone CE. Incisão
modificada para reabilitação em maxila atrófica. Implante News 2007;
4(6): 655-657.
4.Freitas AC, Mendonça RG,Wendell S, Duarte LR.Prototipagem
aplicada ao planejamento reverso das fixações zigomáticas.ImplantNews
CONCLUSÃO
2005;2:155-62.
5. Stella JP, Warner MR. Sinus slot technique from simplification and improved
O uso de fixações zigomáticas exteriorizadas para
reabilitação de maxilas atróficas é uma técnica previsível
Outubro 2008
orientation of zygomaticus dental implants: a technical note..Int J Oral Maxillofac
10
revista ESPELHO CLÍNICO
AVALIAÇÃO DO PERFIL FACIAL NA
MECÂNICA ORTODÔNTICA COM
OU SEM EXTRAÇÃO
AUTORES:
ALES
SANDRA IGAZ MORALES • SANDRA TIBERIO • ANDRÉ MARÇAL GUERREIRO • SEMYRA GIO
VANNINI MACCHERONIO
ALESSANDRA
GIOV
RESUMO
extraction of premolars. The study describes through data taken
from library work, the changes in soft tissue profile due to subjacent
dentoskeletal framework alterations, emphasizing lip posture and
its relationship to front teeth retration. The obtained results
presented: there was a great retropositioning of the superior
incisors position; the retraction of the superior incisors had an
influence on the nasolabial angle increase; the improvement of
the soft-tissue caused by mechanotherapy presented stability;
superior and inferior lips in the pre-treatment presented thickness
increase, statisticly significant for the superior lip.
Key-words: Facial profile – Soft tissue changes – Nasolabial
angle – Incisor retraction – Stability
Atualmente, um dos principais objetivos do tratamento
ortodôntico, além da obtenção de uma oclusão e função adequada,
é a melhora da estética facial. Este fator exerce uma forte
influência no diagnóstico e planejamento do tratamento
ortodôntico, principalmente no que se referem as possíveis
alterações no perfil mole facial, em casos tratados com extração
de pré-molares. O estudo descreve por meio de dados colhidos na
literatura, as modificações no perfil de tecido mole decorrentes
das mudanças na estrutura dento-esquelética subjacente,
enfatizando a postura labial e seu relacionamento com a retração
dos dentes anteriores. Os resultados obtidos permitem as seguintes
conclusões: ocorreu um significativo retroposicionamento dos
incisivos superiores; a retração dos incisivos superiores influenciou
no aumento do ângulo nasolabial; a melhora do perfil facial
tegumentar ocasionado pela mecanoterapia apresentou
estabilidade; os lábios superior e inferior apresentaram no prétratamento um aumento de espessura, estatisticamente
significativo para o primeiro.
Palavras-Chave: Perfil Facial – Alterações de tecido mole –
Ângulo nasolabial –Retração dos incisivos – Estabilidade.
INTRODUÇÃO
Avaliação do perfil facial e equilíbrio facial é uma constante
com estudos e aprendizado contínuo para os ortodontistas.
Estudos sobre o perfil facial demonstram que o
relacionamento entre o nariz, o lábio superior e o mento
necessitam manter uma proporcionalidade auxiliando na
obtenção do equilíbrio facial.
Nos casos de Classe II divisão 1ª, normalmente observa-se
uma protrusão dos incisivos superiores, sobressaliência,
protrusão labial e consequentemente uma alteração do ângulo
nasolabial que encontra-se reduzido. O profissional, após um
estudo minucioso das características crâniofaciais e do perfil
tegumentar de seus casos, individualizará o plano de tratamento
ortodôntico podendo minimizar a retração ântero-superior para
não comprometer o perfil facial.
ABSTRACT
Nowadays, one of main purposes of the orthodontic treatment
is to improve the facial esthetics, besides achieving a proper
occlusion and function. This factor has a strong influence in
diagnosis and orthodontic treatment planning, mainly concerning
changes in the soft-tissue of facial profile in treated cases with
www.apcdscs.com.br
11
Outubro 2008
ARTIGO CIENTÍFICO
DISCUSSÃO
proporções entre o nariz, lábio superior e inferior, o mento
tegumentar, se torna fundamental, pois estas estruturas estão
relacionadas entre si como um todo, em relação à face do paciente
e qualquer modificação pode ser evidente no equilíbrio facial.
Sendo a variação do ângulo nasolabial diretamente relacionada
com o posicionamento dos dentes, ocorre variação deste ângulo
nos pacientes Classe II divisão 1ª de Angle, tratados com extração
dos quatro pré-molares e conseqüente retração dos incisivos
superiores e inferiores, apresentam aumento considerável e
estatisticamente significante do ângulo nasolabial, em relação a
pacientes que foram tratados sem extração.
Bishara, Cummins e Zaher (1997); Bravo et al. (1997)
e James (1998), considerando a contínua controvérsia
de extração dos dentes pré-molares e seus supostos efeitos
no perfil facial, compararam o pré e pós-tratamento dos
perfis faciais dos pacientes que sofreram extração de prémolares, com aqueles que não sofreram extração. No
grupo de extração, a média de posição do perfil labial
pós-tratamento era mais retrusiva; houve um
desequilíbrio facial pré-tratamento maior; o denominador
comum “proeminência do queixo”, permaneceu em
equilíbrio ou foi aumentado, com tendência a ter faces
mais retas e incisivos superiores e inferiores
verticalizados. No grupo de não extração, a posição do
perfil labial pós-tratamento era levemente mais protrusiva
e com tendência a ter faces mais convexas e incisivos
superiores e inferiores vestibularizados. Os sorrisos em
ambos os grupos foram equilibrados e melhorados, exceto
por alguns pacientes que tiveram desarmonia esqueletal
vertical. Portanto, as descobertas sugeriam que a decisão
de tratamento com extração ou sem extração deve se
basear em um preciso diagnóstico a fim de se evitar efeitos
indesejáveis no perfil do paciente.
Guariza Filho e Abrão (2002), através dos resultados
obtidos na avaliação das modificações dos terços médio e
inferior da face durante o tratamento ortodôntico,
concluíram que o dimorfismo sexual não foi significativo,
quando foram estudadas as possíveis modificações do perfil
facial pré e pós-tratamento ortodôntico; as médias
absolutas da espessura dos tecidos moles do perfil no sexo
masculino foram maiores que no sexo feminino.
Em contrapartida, Massahud e Totti (2004), avaliaram
cefalométricamente as possíveis alterações no perfil mole
facial em decorrência do tratamento ortodôntico, os
valores cefalométricos médios pré e pós-tratamento
foram comparados, podendo-se concluir que: a
Segundo Brandão, Abrão e Capelozza Filho (2002), a
confiabilidade do diagnóstico em radiografias laterais, exige a
padronização da técnica, que deve ser realizada por observadores
treinados, para que se cumpram algumas regras essenciais
durante a obtenção da radiografia, tais como lábios em repouso,
dentes em oclusão, postura natural da cabeça, evitando postura
flexionada ou estendida. Assim também ocorre com a observação
fotográfica, que atua como excelente recurso de diagnóstico. Os
autores observaram que a interação entre os métodos
cefalometria e exame facial numérico, propicia definições mais
precisas do que é ou não aceitável para aquele paciente
individualmente analisado. O confronto entre as análises, favorece
a localização do componente alterado e o grau de participação
das estruturas dentárias e esqueléticas relacionadas entre si,
conduzindo a elaboração de tratamentos mais adequados.
Para Tukasan, Rino e Takahashi (1996) e Lima et al. (2001),
as modificações que ocorrem no perfil de tecido mole, estão
intimamente relacionadas com as mudanças causadas pelo
tratamento ortodôntico na estrutura dento-esquelética
subjacente. O equilíbrio facial, o posicionamento dos incisivos
inferiores em sua base óssea, a relação das bases apicais, a boa
relação dentária e a harmonia labial são fatores que podem
determinar a estética, harmonia e beleza do perfil facial.
Afirmaram que a postura labial está intimamente relacionada
com as mudanças causadas pelo tratamento ortodôntico, o ângulo
nasolabial aumentou com a retração dos incisivos superiores
durante o tratamento ortodôntico, a rotação mandibular horária
ou anti-horária exerceu um importante papel nas modificações
do perfil de tecido mole.
Os profissionais necessitam prever as alterações do tecido
tegumentar resultantes do tratamento ortodôntico, como
afirmaram Freitas et al. (1999) e Abdo et al. (2000), pois muitos
fatores contribuem e comprometem o perfil facial e que não
estão completamente compreendidos. A complexidade aumenta
durante a avaliação de jovens em crescimento, pois o perfil
tegumentar sofrerá alterações tanto do crescimento quanto do
tratamento ortodôntico. Nos casos de Classe II divisão 1ª, observase uma protrusão dos incisivos superiores, sobressaliência,
protrusão labial e uma redução do ângulo nasolabial. Durante a
correção ortodôntica, realizando-se retração dos incisivos
superiores, o lábio acompanha essa movimentação dentária,
promovendo um aumento do ângulo nasolabial.
Segundo Freitas et al.(1999); Moraes et al. (2001); Yamaguto
et al. (2003) e Massahud e Totti (2004), o estabelecimento das
Outubro 2008
12
revista ESPELHO CLÍNICO
CONCLUSÕES
Pacientes Classe II divisão 1ª, com extração de pré-molares:
aumento do ângulo nasolabial,.
A quantidade de retração do lábio superior e do lábio inferior:
redução na convexidade do perfil mole facial.
As médias absolutas da espessura dos tecidos moles do perfil
facial no sexo masculino foram maiores que no sexo feminino.
A melhora do perfil facial tegumentar, ocasionado pela
mecanoterapia, apresentou estabilidade.
Uma análise criteriosa de todos os fatores envolvidos na
concepção da estética facial torna-se fundamental, para que o
planejamento ortodôntico seja direcionado, conciliando ao máximo
os objetivos funcionais e estéticos do tratamento.
quantidade de retração do lábio superior e do lábio inferior
em resposta à retração dentária, contribuiu para redução
na convexidade do perfil mole facial; a espessura do lábio
superior aumentou significativamente em relação ao lábio
inferior, em resposta ao possível relaxamento do tecido
labial que se apresentava estirado devido à biprotrusão
dentária; com a retração dos incisivos, o lábio inferior
apresentou maior quantidade de retração, em relação ao
lábio superior; as mudanças no posicionamento dos lábios
melhoraram o relacionamento interlabial e reduziram a
convexidade do perfil labial e mole facial; as mudanças
no posicionamento da “linha H” demonstraram uma
retrusão labial em relação ao nariz e mento.
*REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Abdo TWM, Oliveira JN, Oliveira Júnior G, Oliveira AG. Estudo cefalométrico comparativo do ângulo nasolabial e ângulo nasofacial antes e após o tratamento
ortodôntico. J Bras Odontol 2000;5(27):21-30.
Bishara SE, Cummins DM, Abbas RZ. Treatment and posttreatment changes in patients with Class II, division 1ª malocclusion after extraction and nonextraction
treatment. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics 1997;111(1):18-27.
Brandão AMB, Abrão J, Capelozza Filho L. Avaliação da correlação entre as características dentárias esqueléticas e tegumentares em portadores de maloclusão
Cl. II div.1ª, obtidas pela cefalometria e análise facial numérica. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 2002;7(1):27-35.
Bravo LA, Canut JA , Pascual A, Bravo B. Comparison of the changes in facial profile after orthodontic treatment, with and without extractions. British Journal
of Orthodontics 1997;24(1):25-34.
Freitas MR, Henriques JFC, Pinzan A, Janson GRP, Siqueira VCV. Estudo longitudinal das alterações do ângulo nasolabial, em jovens com Classe II, 1ª divisão, que
se submeteram ao tratamento ortodôntico corretivo. Ortodontia 1999;32(1):8-16.
Guariza Filho O, Abrão J. Estudo do comportamento do perfil facial nos terços médio e inferior, decorrente do tratamento ortodôntico em pacientes com
maloclusões de Classe I e Classe II, 1ª divisão. Ortodontia 2002:36-52.
James RD. A comparative study of facial profiles in extraction and nonextraction treatment. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics
1998;114(3):265-276.
Lima CEO, Rino W, Takahashi T, Carvalho SMR, Lima MTO. Perfil facial: alterações cefalométricas em casos tratados com extrações de pré-molares e mecânica
de forças direcionais. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 2001;6(3):37-46.
Massahud NV, Totti JIS. Estudo cefalométrico comparativo das alterações no perfil mole facial pré e pós-tratamento ortodôntico com extrações de pré-molares.
J Bras Ortodon Ortop Facial 2004;9(50):109-119.
Moraes LC, Salgado JAP, Castilho JCM, Moraes ML. Análise do ângulo nasolabial, em pacientes tratados ortodonticamente, com ou sem extração dos pré-molares.
PGR-Pós-Grad Rev Fac Odontol São José dos Campos 2001;4(3):21-28.
Tukasan PC, Rino W, Takahashi T. Estudo das alterações ocorridas no perfil facial decorrentes do tratamento ortodôntico. Ortodontia 1996;29(2):40-44.
Yamaguto OT, Pereira MS, Maltagliati LÁ, Mandetta S. Variação do ângulo nasolabial decorrente da retração anterior nos casos tratados com extração dos quatro
pré-molares pela técnica de Edgewise. Passo Fundo 2003;8(2):45-50.
www.apcdscs.com.br
13
Outubro 2008
ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA (V TURMA)
Coordenadora: Profa. Dra. Sandra Tibério
Professores Assistentes: Prof. André Marçal Guerreiro, Profa. Semyra
Giovannini Maccheronio, Prof. Maxwell Lopes Carvalho
Duração: 36 meses
Prova de seleção: março de 2009
Objetivo: Capacitar o cirurgião dentista para obtenção do título de
especialista, reconhecido pelo C.F.O e C.R.O.
ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA
Coor
denador: Prof. Dr. Ruy Machado Lima Junior
Coordenador:
Equipe: Dr.Paulo Sérgio Zaidan Maluf, Dr. José Alexandre de
Andrade, Dr. Marco Antonio Bastos Fusco, Dra. Aletéa Monteiro da
Mota
PRO
VA: outubro de 2008
PROV
Realização: Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira e Quinta-feira
(1 vez por mês)
Horário: das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas
Duração: 24 meses
Carga Horária: 1.116 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Teórico-Laboratorial e Clínico
Natureza
ESPECIALIZAÇÃO EM ENDODONTIA
denador: Prof. Dr. Igor Prokopowitsch
Coordenador:
Coor
Equipe: Dr. Celso Ubirajara de Oliveira Carlos Filho, Dra. Andréa
Kanako Yamazaki, Dr. Cacio de Moura Netto.
Prova de Seleção: outubro de 2008
Realização: Sextas-feiras
Horário: das 8:30 às 12:30 e das 14:30 às 18:30 horas
Duração: 18 meses
Carga Horária: 954 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Teórico-laboratorial - Clínico- 20% com
Natureza
educação a distância
Objetivo do Curso: O objetivo básico do Curso de especialização é
formar especialistas com um conceito integrado de Endodontia,
tecnicamente perfeitos, mas com um corte humanístico que os faça
cidadãos preocupados com os problemas que afetam o país, mais
precisamente com os excluídos. Preparar o profissional, ampliando
sua experiência clínica e conhecimento técnico.
ESPECIALIZAÇÃO EM CIRURGIA
TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL
Coor
denador: Dr. Caio Marco Pereira Berzaghi
Coordenador:
Equipe: Dr. José Giovannini, Dr. Prisco de Bortholi Santos e Dr. Ruben
Enrique Rubiniak
INÍCIO: outubro de 2008
Duração: 24 meses
Carga Horária: 2.120 horas/aluno
Objetivo do Curso: Ensinar técnicas cirúrgicas bucais e de face,
qualificando o aluno ao título de especialista, conforme resolução do
CFO, COM RESIDÊNCIA HOSPITALAR – HOSPITAL FRANCO
DA ROCHA.
ESPECIALIZAÇÃO EM PERIODONTIA
Coordenadora: Profa. Dra. Ana Vitória Imbronito
Professor
es Assistentes: P
ofessores
Prof. Dr. Cláudio Mendes Pannuti, Profa.
Dra. Luciana Saraiva, Profa. Dra. Nívea Maria de Freitas, Dr. Fabio S.
Koguti.
Início: 12 janeiro de 2008
Dia da Semana: Segundas-feiras
Duração: 18 meses
Horário: das 14:00 às 22:00 horas
Objetivo: Capacitar o cirurgião dentista a diagnosticar, planejar e
executar tratamento periodontal, a partir de embasamento teórico
abrangente e intensivo treinamento clínico.
ESPECIALIZAÇÃO EM DTM DOR OROFACIAL
Coor
denador: Profº. João Paulo Tanganeli
Coordenador:
Equipe: Profº. Antonio Francisco David, Dra. Gisele Valério Bianco
Rego, Dr. Adilson Geraldo Bergantin e Dr. Artur Adolfo Rosa dos
Santos.
Prova: Janeiro de 2009
Duração: 18 meses
Dia da Semana: terça-feira das 8:00 às 18:00 horas ( quinzenal )
Quarta-feira das 14:00 às 22:00 Hs
Carga Horária: 603 hs
Objetivos: capacitar o profissional a realizar o diagnóstico diferencial
e prognóstico em relações às dores orofaciais, incluindo-se as disfunções
temporomandibulares e dos músculos da mastigação; dar ênfase aos
aspectos multidisciplinares da dor orofacial; conhecer os mecanismos
neurais das dores agudas e crônicas; dar ao profissional as condições
necessárias à escolha das condutas terapêuticas mais adequadas a
cada caso; atualização em relação aos novos conceitos mundialmente
discutidos, além do estudo das novas tecnologias disponíveis;
considerar as condições de comorbidade, além dos aspectos
psicológicos do paciente com dor; abordagem clínica das possibilidades
de tratamento odontológico, farmacológico e encaminhamento para
especialidades médicas/ odontológicas envolvidas.
Outubro 2008
CURSOS DE ATUALIZAÇÃO E
APERFEIÇOAMENTO
DISFUNÇÃO DE ATM E AJUSTE OCLUSAL
Coordenadora: Profa. Dra. Heloisa de Oliveira
Equipe: Dr. José Luiz Villaça Avoglio
Inicio: janeiro de 2009
Duração: 4 meses
Carga Horária: 64hs
Dia da Semana: segunda e terça (mensal)
14
revista ESPELHO CLÍNICO
ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
• O objetivo principal do curso é desenvolver o aprimoramento
acadêmico e a competência do profissional, para atuação nos
diferentes níveis de atenção à saúde (promoção, prevenção e
tratamento).
• Fazer com que o profissional, através da ideologia e da avaliação
constante de métodos e técnicas, unifique a teoria e a prática, para
refletir sobre a realidade do trinômio Laserterapia /saúde/sociedade;
Horário: 8.00 às 17.00hs
Natureza:
Natur
eza: Teórico e Clinico
Mínimo de alunos: 10
Objetivo: Capacitar os profissionais a compreender a biomecânica
dos movimentos mandibulares e realizar os seus tratamentos
reabilitadores em harmonia com o envelope de movimentos da ATM.
Os objetivos específicos são:
• diagnóstico das alterações funcionais e estruturais das ATM;
• realizar ajuste oclusal nos procedimentos clínicos restauradores, na
E.T. O curso oferece os aparelhos laser de baixa potência. Após o
curso, o aluno terá uma introdução sobre laser de alta potência com
cirurgia demonstrativa.
finalização ortodôntica, no preparo pré-protético, no ajuste final de
próteses e implantes e no tratamento periodontal;
• tratar o que for objeto da Odontologia e reconhecer e encaminhar
para tratamento alterações da área médica;
CURSO AVANÇADO DE LASER CIRÚRGICO
Coordenadora: Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser
• estabelecer protocolos de conduta clínica de ATM na prática diária;
• realizar tratamento integral do Sistema Estomatognático;
Prof. Dr. Walter João Genovese
• rever os conceitos sobre Oclusão.
Duração: 16/h aula, 2 dias
Vagas: 12
Objetivos:
DENTÍSTICA RESTAURADORA ESTÉTICA:
RESTAURAÇÕES DIRETAS E INDIRETAS
Atualizar o cirurgião dentista no efeito e uso do laser cirúrgico na
Odontologia, visto que, o laser é uma tecnologia já usada por alguns
Coor
denadora: Profa. Maria Lúcia Siqueira França Leme
Coordenadora:
profissionais no Brasil e já bem difundido na Odontologia do exterior e
Equipe: Prof. Alexandre Francisco César, Prof. Denis de Oliveira
em várias especialidades da Medicina.
Realização: Quinta-feira (quinzenal)
Horário: das 8:00 às 12:00 horas
E. T. O curso oferece os aparelhos de Laser e todo o material para
clareamento, além de um kit de gel clareador da FGM para cada
aluno do curso.
Início: 13 de novembro de 2008
Duração: 12 meses
Carga Horária: 84 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico
Natureza
AVANÇADO DE CLAREAMENTO DENTAL
Coordenadora: Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser
Prof. Dr. Walter João Genovese
Duração: 32h/aula, 1 vez por semana (8h por dia).
Início: novembro de 2008
Vagas: 20
Objetivos: Apresentar ao cirurgião-dentista as várias possibilidades
de aplicação da luz led e laser na ativação do clareamento.
Apresentar os conceitos mais atualizados sobre os mecanismos de
ação da luz sobre o gel clareador.
Apresentar os tipos de luz para ativação do procedimento clareador
e as técnicas de aplicação.
O curso tem como objetivo apresentar as mais indicadas formas de
clareamento frente às diversas causas do escurecimento dos dentes.
Proposta de parte prática intensa (pacientes) em dentes vitalizados
e desvitalizados, em consultório e doméstico, com ênfase no uso de
lasers e led’s para clareamento.
Objetivo: Proporcionar ao cirurgião-dentista conceitos e técnicas
adesivas modernas, para satisfazer com qualidade técnica as
necessidades do paciente na atualidade.
INTRODUÇÃO E ATUALIZAÇÃO EM
LASERTERAPIA NA ODONTOLOGIA
Coordenadora : Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser
Equipe: PROF. DR. WALTER JOÃO GENOVESE
Prof. Dr. Durvanei Augusto Maria
Prof. Dr. Lúcio Frigo,
Duração: 3 meses, 1 vez por semana (8 horas).
Vagas: 12
INÍCIO: novembro de 2008
Área de Concentração: Laser na Odontologia.
Metodologia de Ensino: Aulas teóricas expositivas e Práticas
Demonstrativas Seminários e Discussões Científicas.
Objetivos:
• Apresentar ao cirurgião-dentista as várias possibilidades de aplicação
da laserterapia na Odontologia.
www.apcdscs.com.br
O curso oferece os aparelhos Led e Laser e todo o material para
clareamento, além de um kit de gel clareador da FGM para cada
aluno do curso.
15
Outubro 2008
ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
Oportunidade:
Cursos Contínuos
IMPLANTODONTIA
Coordenadores:
Prof. Ruy Machado Lima Jr.
Prof. Paulo Sergio Zaidan Maluf
Laboratório - cirurgias em manequim, confecção de prótese sobre
implante;
Clínica - cirurgias e enxertos simples, prótese sobre implante
Carga Horária: 80 horas
Início: novembro de 2008
Dia da Semana: Segundas-feiras (Quinzenal)
Horário
Horário:: 8:00 às 18:00 horas
ORTODONTIA: CEFALOMETRIA, TYPODONT
TÉCNICA STRAIGHT WIRE COM NOÇÕES DE
EDGEWISE, CLÍNICO
Coordenadora: Prof. Dra. Sandra Tiberio
Equipe: Prof. Maxwell Lopes Carvalho Dra. Semyra Giovannini
Maccheronio, Dr. André Marçal Guerreiro.
INÍCIO: CONTÍNUO
Realização: Quarta-feira (quinzenal)
Horário: das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00 horas
Duração: 26 meses
Carga Horária: 400 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico
Natureza
Objetivo: Dar ao aluno conhecimento básico de Cefalometria e
planificação de tratamento ortodôntico, desenvolver habilidades
técnicas de mecânica ortodôntica em manequim (Typodont ) e iniciar
atendimentos clínicos especializados.
Os motores, kits cirúrgicos e protéticos serão fornecidos pelo curso, os
alunos deverão adquirir apenas contra ângulo redutor, materiais e
instrumentais usados nas cirurgias e prótese.
PRÓTESE SOBRE IMPLANTE
Coordenador: Ruy Machado Lima Jr
Equipe: Dra. Aletéa Monteiro da Mota, Dr. José Alexandre de
Andrade, Dr. Marco Antonio Bastos Fusco.
Dia da Semana : Terças-feiras
Início: Janeiro de 2009
Horário: Das 9:00 às 13:00 horas
Carga Horária: 4 meses (64 horas / aluno)
Natur
eza: Teórico – Clínico – Laboratorial
Natureza:
Objetivo: Introduzir o Clínico geral aos conceitos de prótese sobre
implante possibilitando a resolução de casos clínicos simples no
consultório.
ODONTOLOGIA HOSPITALAR - RESIDÊNCIA
HOSPITALAR APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA
E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAIS
Coor
denador: Prof. Dr. José Giovannini
Coordenador:
Equipe: Prof. Caio Marco P. Berzaghi, Prof. Prisco de B. Santos, Prof.
Ruben Enrique Rubiniak, Dra. Andréa Regiane Marchi, Dr Antonio
Carlos Caccavale, Dr. José Paulo Torrezan, Ciro Alexandre Madrucci
INÍCIO: CONTÍNUO
Duração: 12 meses
Carga Horária: 600 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Com plantões de 12 horas no Hospital de Franco
Natureza
da Rocha e teórico na APCD – S.C.Sul.
Objetivo : Capacitar o profissional que deseja ter conhecimento de
vivência hospitalar em CTBMF.
RESIDÊNCIA NO HOSPITAL DE FRANCO DA ROCHA
AUXILIAR ODONTOLOGICA
denador: Dr. Julio Augusto Ruegger
Coordenador:
Coor
Formado P
UC
AMP 1966,Vários cursos visando atualizações na
PUC
UCAMP
educação odontológica, Membro da Academia Brasileira de
Odontologia Estética, Ministrador de cursos para auxiliar e
ergonomia.
Duração: 4 meses
INÍCIO: novembro de 2008
Carga horária: 48 horas/aluno
Dia da semana: Sexta-feira
Horário: das 9:00 às 12:00 horas
Natur
eza: Teórico-Prático
Natureza:
Objetivo: Ensinar e treinar as auxiliares no desempenho das tarefas
diárias nas funções de recepcionista, secretária, manutenção do
equipamento, esterilização, odonto à quatro mãos, revelação de RX,
controle de estoque, confecção de modelos, confecção de modelos
para clareamento, preenchimento de fichas com as nomenclaturas.
Programa: Secretaria, recepcionista, manutenção do equipamento
e consultório, preparadora instrumentadora, educadora sanitária,
odontologia a quatro mãos.
CIRURGIA AMBULATORIAL
Coor
denador: Prof. Dr. José Giovannini
Coordenador:
Equipe: Dra. Andréa Regiane Marchi
Dr. Alfredo Holzer Junior
INÍCIO: CONTÍNUO
Realização: Terças-feiras
Horário: das 19:00 às 22:00 horas
Duração: 12 meses
Carga Horária: 100 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Teórico-Clínico
Natureza
Objetivo: Reciclar o profissional com mais de 5 anos de experiência
de clínica odontológica e dar oportunidade ao recém-formado de se
aprimorar em técnicas cirúrgicas.
Outubro 2008
16
revista ESPELHO CLÍNICO
ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
PERIODONTIA
Equipe: Dr. Cláudio Mendes Pannuti, Dra. Luciana Saraiva,
Mestre Nívea Maria de Freitas e C.D. Fabio Koguti
Realização: Segundas-feiras (Quinzenal)
Horário: Das 14:30 às 19:00 horas
INÍCIO: CONTÍNUO
Duração: 6 meses
Carga Horária: 96 horas/aluno
Natur
eza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico
Natureza
Agora ficou mais fácil fazer sua
especialização.
A EAP de São Caetano do Sul
está com uma linha de
crédito super facilitada!
www.apcdscs.com.br
17
Outubro 2008
•normas de publicação•
Dirigido à classe odontológica, o Informativo
ESPELHO CLÍNICO, da APCD-SCSul, acha-se aberto
à publicação de artigos inéditos de investigação científica, relatos de casos clínicos e técnicos, artigos de interesse solicitados pelo Corpo Editorial,
revisões significativas e atualidades. As normas de
publicação, no caso, seguem as da Revista APCDSão Paulo, que por sua vez obedecem ao padrão
internacional para publicações do gênero.
1. Gerais
1a. 1a. O material deve ser enviado à APCDSCSul/Informativo ESPELHO CLÍNICO aos cuidados do
Dr. Antonio Francisco David (Av. Tietê, 281, Bairro Nova
Gerty, CEP 09572-400, São Caetano do Sul, SP, Brasil).
1b. O autor deve manter consigo uma duplicata
do texto e das ilustrações, para maior segurança
contra o extravio.
1c. O material deve ser absolutamente inédito
e não poderá ser submetido simultaneamente à apreciação de outros periódicos, sejam eles nacionais
ou não.
1d. O Informativo terá direito autoral sobre o
trabalho publicado, podendo permitir sua reprodução
total ou parcial.
1e. O Informativo, ao receber o material, não
assume compromisso de publicá-lo.
1f. O Informativo reserva-se o direito de editar o
material recebido, adequando-o ao espaço disponível e a princípios de clareza e correção textuais.
Reserva-se, ainda, o direito de solicitar material
ilustrativo adicional aos autores, caso o fornecido
seja considerado insuficiente.
1g. O material assinado é de inteira responsabilidade dos autores.
2. Avaliação e publicação
2a. O material enviado será submetido à Comissão de Avaliação de Artigos Científicos da APCDSCSul, que decidirá sobre a conveniência ou não da
publicação, bem como poderá indicar correções e/ou
sugerir modificações.
2b. A cada edição, o Corpo Editorial selecionará, dentre os artigos aprovados pela
Comissão de Avaliação, os que serão publicados. Os não selecionados serão outra
vez apreciados durante a elaboração de pauta
das edições seguintes.
2c. O artigo pode ser retirado pelo autor, conforme sua conveniência, a qualquer momento antes de
ser selecionado.
3. Artigos inéditos de investigação científica e revisões
3.1 Apresentação
3.1a. Cópia impressa em papel tamanho ofício
(lauda), com margens laterais de 3 cm, espaço duplo, redigido segundo a ortografia oficial, sem rasuras
ou emendas. Cada lauda deverá ser numerada e ter
no máximo 30 linhas, cada uma com 60 caracteres
(com espaço). Juntamente com o impresso deverá
Outubro 2008
ser enviado um disquete devidamente identificado
com o texto digitado em Word for Windows. Há três
opções: a) textos de 13.500 caracteres (c/espaço),
mais doze (12) imagens no tamanho máximo de 60x60
mm, o que corresponde a quatro páginas impressas
do Informativo; b) textos de 10 mil caracteres (c/
espaço), mais nove (9) imagens no tamanho máximo
de 60x60mm, o equivalente a três páginas impressas; c) textos de 6.700 caracteres (c/espaço), mais
seis (6) imagens no tamanho máximo de 60x60mm
(duas páginas impressas).
3.1b. Na primeira página, o trabalho deverá conter o título, nome completo e titulação do(s) autor(es),
endereço e telefone para contato com o autor principal, além do(s) nome(s) do(s) orientador (es).
3.1c. Na segunda, virão: título em português e
inglês, sinopse (em português), abstract (em inglês),
unitermos (em português), uniterms (em inglês) e
bibliografia. Juntas, essas informações devem conter no máximo 1.600 caracteres (c/espaço).
3.1d. Ilustrações (cromos, fotos, gráficos, desenhos): de doze (12) a seis (6), conforme a dimensão do texto principal, numeradas e identificadas.
As imagens digitais devem ser “salvas” em TIF,
com medidas aproximadas de 125 mm x 100 mm,
300 DPIs de resolução no mínimo, para garantia de
qualidade de impressão.
3.1e. As legendas das ilustrações devem ser
impressas em folha separada e estar acompanhadas
da mesma numeração adotada no item 3.1d.
3.1f. Tabelas: numeradas com algarismos romanos e apresentação sintética e objetiva.
3.2 Estrutura
Os artigos devem respeitar as normas da ABNT/
NB/89 e NBR/60023, tendo a seguinte estrutura:
3.2a. Título do artigo: sintético e objetivo, em
português e inglês.
3.2b. Nome do(s) autor(es): na ordem direta,
com destaque em letras maiúsculas para o sobrenome pelo qual quer ser indicado.
3.2c. Sinopse: deve possibilitar ao leitor avaliar o interesse do artigo e compor uma série coerente
de frases que forneçam uma visão clara e concisa do
conteúdo do trabalho, suas conclusões significativas e a contribuição do autor.
3.2d. Unitermos: palavras ou expressões que
identifiquem o conteúdo do artigo. Seguir os cabeçalhos de assuntos do “Index to Dental Literature”,
traduzidos para o português na “Bibliografia Brasileira de Odontologia”.
3.2e. Texto: distribuído conforme as características de cada trabalho, seja ele de pesquisa, de
divulgação, relato de caso, etc. Na citação de autores, os nomes devem ser digitados em caixa alta
(ex.: GRAZIANI). No caso de dois autores, separar
os nomes com ponto e vírgula (ex.: GRAZIANI;
ANDERSON). Existindo mais de dois autores, usar a
expressão et al. (ex.: GRAZIANI et al.). No texto, a
citação do nome do autor deve ser seguida do número que o localiza na referência bibliográfica e do ano
de publicação.
18
3.2f. Abstract: versão em inglês da sinopse.
3.2g. Uniterms: unitermos em inglês.
3.2h. Referências bibliográficas: ordenadas alfabeticamente por sobrenome do autor e numeradas
sucessivamente. Havendo mais de um autor, seguir a orientação do item 3.2e. Para as abreviaturas
dos títulos dos periódicos, consultar o “Medicine
CD/ROM”.
4. Relatos de casos clínicos
ou técnicas
4.1 Apresentação
4.1a. Cópia impressa em papel tamanho ofício
(lauda), com margens laterais de 3 cm, espaço duplo, redigido segundo a ortografia oficial, sem rasuras
ou emendas. Cada lauda deverá ser numerada e ter
no máximo 30 linhas, cada uma com 60 caracteres
(c/espaço). Juntamente com o impresso deverá ser
enviado um disquete devidamente identificado com
o texto digitado em Word for Windows. O autor pode
apresentar texto de 6.700 caracteres (c/espaço), mais
seis (6) imagens no tamanho máximo de 60x60mm,
o que corresponde a duas páginas impressas no Informativo.
4.1b. Na primeira página, o trabalho deverá
conter o título em português, nome completo e
titulação do(s) autores, endereço e telefone para
contato com o autor principal, além do(s) nome(s)
do(s) orientador(es).
4.1c. Na segunda, virão: título em português e
inglês, sinopse (em português), abstract (em inglês),
unitermos (em português), uniterms (em inglês) e
bibliografia. Juntas, essas informações não devem
conter mais de 1.600 caracteres (c/espaço).
4.1d. Ilustrações (cromos, fotos, gráficos, desenhos): seis (6), numeradas e identificadas. Para
imagens digitais seguir as mesmas orientações expostas acima.
4.1e. As legendas das ilustrações devem ser
impressas em folha separada e estar acompanhadas
da mesma numeração adotada no item 4.1d.
4.1f. Tabelas: numeradas com algarismos romanos e apresentação sintética e objetiva.
4.2 Estrutura
A mesma do item 3.2.
5. Atualidades e outros textos
Serão aceitos para publicação artigos de orientação à prática profissional (como o da pág. 8 do nº
13 de ESPELHO CLÍNICO), bem como resumos/resenhas de artigos veiculados em outras publicações científicas, preferencialmente internacionais,
desde que, além de assinados, mencionem a fonte
(veículo de comunicação de onde se originaram), o
nome e a titulação do pesquisador que os gerou.
Tais textos não devem ultrapassar 3.150 caracteres
(c/espaço), o que corresponde a uma página impressa no Informativo, e podem ser ilustrados por
duas (2) imagens de no máximo 60x60mm. Acompanhar o impresso de um disquete contendo o texto
digitado em Word for Windows.
revista ESPELHO CLÍNICO
Indicador Profissional
www.apcdscs.com.br
Fone: 4224-4693
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
DRA. MARIA CAROLINA
DUARTE FERREIRA
CRO 67.126
Rua das Esmeraldas, 431 B.Jardim - Santo André
Fone: 4994-8444.
DTM e Dor Orofacial
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
SILVIA FUERTE
CROSP 29.353
Professora de Ortodontia
Av. da Saudade, 81 - Assunção
Fone: 4436-0799
SÃO BERNARDO
○
○
○
○
○
○
○
○
FERNANDO FALCHI
CRO 49.868 - Especialista
e Professor em DTM
e Dor Orofacial
Rua Caminho do Pilar, 606
B. Bela Vista S. André
4990.2598
○
○
○
○
○
○
Ortodontia
○
○
○
○
Foto: Casa da Pedra / Ponto Turístico de S.B.C
○
○
○
○
○
Ortodontia
○
PROFA. Dra. SANDRA
MARIA NOBRE DAVID
Especialista Mestre em Ortodontia e Dra. em Radiologia
Odontológica
Av. Dr. Rudge Ramos, 637
Rudge Ramos
Tel: 4368.8288
○
○
○
○
○
SANDRA TIBERIO
CROSP 22.543
Professora de Ortodontia
Rua Sabaúna, 143
Pompéia - SP
Fone: 3865-0892
○
○
Foto: Museu do Ipiranga / Ponto Turístico de SP
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
SÃO PAULO
○
○
○
○
DR. RICARDO MALATEAUX
CROSP 40.590
R. Joaquim Nabuco, 316 Sl. 63
Bairro Santo Antonio - São
Caetano do Sul - SP
TEL: 4221-1081 / 4228-1654
○
○
19
Ortodontia
○
Implantodontia
○
○
○
○
○
Rua Rafael Correia Sampaio, 1463
Centro
○
CRO 47.578
Mestre e Doutora
em Periodontia pela USP
○
ANA VITÓRIA IMBRONITO
Foto: David Rego Jr. / Vista Panorâmica do
Centro de Santo André
○
○
DRA. ANDRÉA R. DAVANZO
CRO 49032
Diagnóstico bucal; Atendimento à pacientes especiais
Rua Rio de Janeiro, 516
Fone: 4229-5804
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
Semiologia
○
○
○
○
DR. ADRIANO LUCATO
CRO 44753
Cirurgião Buco Maxilo Facial
Implante dentário e enxertos
ósseos; Distração
Osteogênica; Cirurgia
Ortognática; Fazemos
sedação com Óxido Nitroso
Rua Manoel Coelho, 437
Sala 03 - Centro
Fone: 4228-2087
○
Centro
Fone: 4229-7041
SANTO ANDRÉ
Atenção - A APCD - São Caetano
do Sul renovou seus consultórios. E
para tanto está colocando a venda seis
consultórios
em
perfeito
funcionamento, no valor unitário de
R$ 500,00. Tratar nos fones: 4232.8333
ou 4238.6761.
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
PAULO SÉRGIO PERUCCI
CRO 33.369
Prof. Assist. do Curso
de Cirurgia da APCD-SCSul
Rua Martim Francisco, 315
Santa Paula
Fone: 4224-2903
○
○
Cirurgia
○
CRO 20.144
R. Manoel Coelho, 500
8º and. Sala 805
○
○
○
○
○
○
○
○
WILSON FACURE
CRO 14.522
Também fazemos atendimento com anestesia geral.
Anestesista do HC.
Rua Manoel Coelho, 362
Centro
Fone: 4221-5550
○
DR. MAURÍCIO J. DE
CARVALHO
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
Periodontia
○
○
○
○
Fone: 4229-8111
○
○
○
○
Centro
○
○
GRAPE - PACIENTES
ESPECIAIS
Atendimento Odontológico
em Consultório, Centro
Cirúrgico e Domiciliar
Rua Rio de Janeiro 516
São Caetano do Sul
Fone 4229-5804
○
○
○
Especial
○
7º andar - Sala 701
○
○
○
R. Manoel Coelho, 500
○
○
○
CRO 29.410
○
○
○
CHRISTOVAN NETO
○
○
RICARDO
○
○
○
○
Tel: 4224-5989
○
○
○
Bairro Santo Antonio
○
○
MARA CINTHIA P. SANTOS
CRO 22.333
Mestrada em Ortodontia
(Ortodontia Exclusivamente). Atendemos Convênio.
Rua Amazonas, 2120
Centro - Fones: 4232-5779
/4232-5739
○
○
Rua Amazonas, 746
○
○
NELSON SAGARA
CRO 26.477
Av. Sen. Roberto Simonsen,
717 - Centro
Fone: 4229-0800
○
○
CRO 20.789
○
DR. MASSARU KOHARA
○
○
Fone: 5543-3985
○
588 - Centro
○
Av. Sen. Roberto Simonsen,
○
○
○
○
CRO 8.256
○
○
○
○
○
○
○
○
○
TOSHINORI MAEDA
○
ELYSIO P. AMARAL NETO
CRO 13.800
Rua Amazonas, 521
Conj. 84 - Centro
Fone: 4228-3842
○
○
AINO KULMME RUEGGER
CRO 10.773
Especialista em Ortodontia
e Ortopedia Funcional
dos Maxilares
Rua Alegre, 982 - Barcelona
Fone: 4224-6242
PROF. DR. SÉRGIO
○
○
Ortodontia
○
○
○
Endodontia
○
○
Sala 23 - Sto. Antônio
Fone: 4224-6132 / 4221-9710
○
○
FT. PEDRO LUIS SAMPAIO
MIYASHIRO
CREFITO-3 39754
Fisioterapia especializada em
Distúrbios Cérvico-CrânioMandibulares,
Av. Sen. Roberto Simonsen,
1035 - Fones: 4227-3320
4224-5478 / Cel: 9942-9014
[email protected]
P r o f i s s i o n a l
○
○
○
○
Odontopediatria - Odont.
para Bebês - Ortodontia
R. Joaquim Nabuco, 316
○
Fisioterapia
SIOMARA GRECO LAURO
CRO 37.016
○
Foto: Ass. Imprensa / Pref. de S. C. do Sul
Odontopediatria
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
SÃO CAETANO
DO SUL
○
I n d i c a d o r
Outubro 2008
IMPRESSO
Outubro 2008
APCD São Caetano do Sul: Av. Tietê, 281 - Bairro Nova Gerte - CEP 09572-400
20
revista ESPELHO CLÍNICO
Download

Ano XII - nº 70 - Outubro 2 - APCD Regional São Caetano do Sul