Informativo Cientifíco da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul - Ano XII - nº 70 - Outubro 2008 a o l e i t o r sumário Nosso Editorial Tecnologicamente, o mundo caminha a passos largos para um desenvolvimento que a uma década atrás nenhum ser humano poderia imaginar. O fato de o homem ter chegado a lua no ano de 1969, um marco histórico da humanidade, é hoje irrelevante perante ao desenvolvimento tecnológico que estamos presenciando. Da mesma forma a Odontologia caminha rapidamente acompanhando o desenvolvimento, e não podemos deixar de nos atualizarmos constantemente, pois corremos o risco de ficarmos para trás, tanto no conhecimento das novas tecnologias, como no desenvolvimento científico. Na minha opinião, os conhecimentos científicos apresentados na atualidade, com caráter de novas descobertas, tem auxiliado, e muito, o Cirurgião Dentista , seja ele clínico geral ou especialista. Nas Universidades brasileiras, o que vemos é um esforço do corpo docente e discente em contribuir com trabalhos científicos de alta tecnologia, em que pese o pequeno investimento em pesquisa. Periódicos nacionais contribuem em muito com a tecnologia atual, nos da Revista Espelho Clínico também não medimos esforços para divulga-la. Prof. Dr. Antonio Francisco David Editor 03 • Artigo Científico Nível de informação sobre o envelhecimento humano entre estudantes do último ano dos cursos de odontologia de Curitiba Brasil • Caso Clínico Fixações Zigomáticas exteriorizadas 09 • Artigo Científico 11 Avaliação do perfil facial na mecânica Ortodôntica com ou sem extração Corpo Editorial EDITOR Prof. Dr. Antonio Francisco David CONSULTORES CIENTÍFICOS Agora ficou mais fácil fazer sua especialização. A EAP de São Caetano do Sul está com uma linha de crédito super facilitada! DENTÍSTICA E LASER Prof. Dr. José Eduardo Pelizon Pelino ENDODONTIA Prof. Celso Luis Caldeira Prof. Luciano Natividade Cardoso ODONTOLOGIA DESPORTIVA Prof. Alexandre Barberini ODONTOLOGIA DO TRABALHO Profa. Dra Dagmar de Paula Queluz ODONTOPEDIATRIA Profa Dra. Lourdes A. Martins dos Santos Pinto ORTODONTIA Prof. Dr. Ary dos Santos Pinto Profa. Dra. Cristina Ortolani expediente Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul Av. Tietê, 281, Bairro Nova Gerte, Cep: 09572-000 tels: 4232.8333 e 4238.6761. Site: www.apcdscs.com.br - Presidência - Dr. Djalma Faria Maccheronio Junior - VicePresidente- Dr. Agostinho Francisco Simões Pedrosa - Secretária - Dra. Luciana Maria Menabo Machado - Tesoureiro - Dr. Miguel Damiani Neto - Patrimônio - Dr. Alcione Nelli Beluzzo Diretor de Comunicações - Dr. Antonio Francisco David - Social - Dra. Leila Marchetti Beluzzo - Ação social - Dra. Ladisleine Quaglia Pedrosa - Representante junto ao CORE - Dr. Diomar Gonçales Castanheira e Dr. Lázaro de Paula - EAP - Dr. José Giovannini - Biblioteca - Dra. Semyra Giovannini Maccheronio Jornalista Responsável: Humberto Domingos Pastore, Mtb: 13.382. As informações e opiniões emitidas em artigos assinados e em publicidade são de inteira responsabilidade do (s) autor (es). Distribuição Gratuita – Periodicidade: Bimestral – Tiragem: 8.500 exemplares. 4227-5188/2996 [email protected] PATOLOGIA BUCAL E SEMIOLOGIA Prof. Dr. Walter Niccoli Filho Profa. Dra. Francine Cristina Silva Rosa Prof. Caetano Baptista PERIODONTIA Profa. Dra. Patricia Dotto Profa. Dra. Elaine Escobar PRÓTESE DENTAL Profa. Dra Fabíola Leite Prof. Dr. Paulo Mazzini Prof. Dr. Renato Joias RADIOLOGIA ODONTOLÓGIA E IMAGINOLOGIA Prof. Dr. Eduardo Kazuo Sannomiya Prof. Dr. Luciano Pereira Rosa NÍVEL DE INFORMAÇÃO SOBRE O ENVELHECIMENTO HUMANO ENTRE ESTUDANTES DO ÚLTIMO ANO DOS CURSOS DE ODONTOLOGIA DE CURITIBA – BRASIL AUTORES: HERBER T RUBENS K OCH • LUIZA FOL TRAN DE AZEVEDO K OCH • JULIO CESAR BISINELLI • SIMONE TETU MOYSÉ • CARLA SP AGLIARI BAIONI HERBERT KOCH FOLTRAN KOCH SPAGLIARI SINOPSE ABSTRACT This transversal and descriptive study contemplated the level of information about human aging among students in the last year of the Dentistry course in Curitiba – Brazil in 2006. The investigation instrument w a s Pa l m o re ’ s ( 1 9 7 7 ) Fa c t s o n A g i n g Q u i z ( FA Q ) adapted to the Brazilian reality by Cerri and Bolzani (2004). The data collected were tabulated using the Microsoft Office Excel 2003 program and processed with the SPSS program version 13.0. Students (N=294) were from four Higher Education Institutions (HEI 1, 34.01%; HEI 2, 31.97%; HEI 3, 15.65%; and HEI 4, 18.37%). It was found that the mean number of correct answers was to 14.49 questions corresponding to 63.00% of the questionnaire used. The highest mean number of correct answers was from HEI 2 (14.61), followed by HEI 1 (14.56), HEI 3 (14.43) e HEI 4 (14.22), re s p e c t i v e l y. A N OVA ( p = 0 . 7 6 7 4 ) i n d i c a t e d n o difference between the HEI variables and the mean number of correct answers. The results of this study indicate medium knowledge of the investigated population with respect to the proposed theme. Este estudo transversal e descritivo contemplou o nível de informação sobre o envelhecimento humano entre estudantes de último ano dos cursos de Odontologia da cidade de Curitiba / Brasil em 2006. O instrumento de investigação foi o Facts on Aging Quiz ( FA Q ) d e P a l m o r e ( 1 9 7 7 ) , a d a p t a d o à r e a l i d a d e brasileira por Cerri e Bolzani (2004). Os dados coletados foram tabulados em programa Microsoft Office Excel 2003 e processados em programa SPSS, versão 13.0. Os estudantes (N=294) pertenciam a quatro Instituições de Ensino Superior (IES1, 34,01%; IES2, 31,97%; IES3, 15,65%; e IES4, 18,37%). Verificou-se que a média de acertos foi de 14,49 questões, correspondendo a 63,00% do questionário utilizado. A maior média de acertos foi constatada junto à IES2 (14,61), seguida da IES1 (14,56), IES3 (14,43) e IES4 (14,22) respectivamente. ANOVA (p = 0,7674) indicou não existir diferença entre as variáveis IES e a média de acertos. Os resultados deste trabalho apontam para um conhecimento mediano da população investigada a respeito do tema proposto. Unitermos: Conhecimento, Estudantes Envelhecimento Humano. www.apcdscs.com.br de Uniterms: Knowledge, Dental Students, human aging Odontologia, 3 Outubro 2008 ARTIGO CIENTÍFICO INTRODUÇÃO último ano dos cursos de Odontologia das Instituições de Ensino Superior (IES) localizadas no limite geográfico da cidade de Curitiba, Estado do Paraná / Brasil, em 2006. A população foi caracterizada segundo as IES como sendo: IES1, IES2, IES3 e IES4. A noção de fragilidade física agregada à imagem de incapacidade atribui à velhice alguns estereótipos como: todos os idosos são iguais e decadentes, dependentes física e economicamente, doentes e com dificuldades de memória (LEME16, 2005; KOCH FILHO & BISINELLI12, 2008). Em 1977 Erdman Palmore19 criou o Facts on Aging Q u i z ( FA Q ) t r a z e n d o à c o m u n i d a d e c i e n t í f i c a u m instrumento de investigação sucinto, baseado em afirmações factuais sobre o envelhecimento humano, capaz de registrar a maioria dos equívocos sobre o tema. Com o intuito de avaliar o nível de conhecimento que os Cirurgiões-Dentistas da rede pública da cidade de Campinas, Estado de São Paulo / Brasil, possuíam a respeito do tema, Cerri e Bolzani5 (2004) modificaram e adaptaram o FAQ à realidade brasileira. O presente trabalho de pesquisa contempla a utilização do FAQ ajustado por Cerri e Bolzani5 (2004) e tem como proposta verificar o nível de informação sobre o envelhecimento humano entre os estudantes dos cursos de Odontologia da cidade de Curitiba, Estado do Paraná / Brasil, que freqüentavam o último ano em 2006. Coleta de Dados A coleta de dados iniciou-se após a aprovação do projeto junto ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná sob o registro n° 848 de 22/03/2006. Foram respeitadas as exigências éticas para pesquisas c o m s e re s h u m a n o s s e n d o a s s i n a d o o Te r m o d e Consentimento Livre e Esclarecido, que informava os objetivos, os riscos, os benefícios, o direito a sigilo, o caráter optativo da participação e o direito de abandonar a pesquisa a qualquer momento. Os dados foram coletados no período de Março a Maio de 2006, sendo utilizadas as dependências das IES. A aplicação do instrumento de investigação foi realizada pelo investigador na presença dos respondentes – Método de Auto-Relatos (LEÃO & OLIVEIRA14, 2005). MATERIAL E MÉTODO Análise dos dados O presente estudo caracteriza-se como sendo transversal e descritivo, onde os dados obtidos foram gerados pelos indivíduos que compuseram a população investigada e armazenados em fonte documental. Os dados coletados foram tabulados em programa Microsoft Office Excel 2003 e posteriormente processados no programa SPSS, versão 13.0. Os dados foram submetidos à análise descritiva e através de distribuição simples de freqüência foram observadas as médias obtidas pelos participantes. Ta m b é m f o i re a l i z a d a u m a a n á l i s e d e v a r i â n c i a s (ANOVA) objetivando verificar a média do número total de acertos segundo as IES. Instrumento de investigação Foi utilizado o FAQ de Palmore19 (1977) modificado e adaptado à realidade brasileira por Cerri e Bolzani5 (2004), o qual é composto de 23 questões com opções de respostas dicotômicas tipo verdadeiro (V) ou falso (F) (Quadro 1). Em relação às questões que compõem este instrumento, estas foram denominadas como: questão 1 (Q1); questão 2 (Q2); sucessivamente até a questão 23 (Q23). TA D O S RESUL RESULT A população estudada foi constituída por todos os estudantes (N=294) matriculados no último ano dos cursos de Odontologia das IES localizadas no limite geográfico da cidade de Curitiba, Estado do Paraná / Brasil, em 2006. Os participantes estavam distribuídos em quatro Instituições de Ensino Superior: IES1 (34,01%); IES2 (31,97%); IES3 (15,65%); e IES4 (18,37%), conforme Tabela 1. P opulação Como critério para a composição da população, foi definido o número total de estudantes matriculados no Outubro 2008 4 revista ESPELHO CLÍNICO Foi verificada uma média de 14,49 (Tabela 2.) questões respondidas corretamente, correspondendo a 63,00% do questionário utilizado (Tabela 3.). A maior média de acertos foi produzida pela IES 2 (14,61); seguida da IES 1 (14,56); IES 3 (14,43); e IES 4 (14,22) respectivamente (Tabela 3.). O teste de ANOVA (p = 0,7674) indicou não existir diferença estatística entre a média de acertos produzidos nas diferentes IES. As questões com maior freqüência de acertos foram Q21 (96,59%), Q1 (94,98%) e Q13 (93,53%); enquanto que as com menor freqüência foram Q23 (13,60%), Q11 (18,36%) e Q7 (23,46%), conforme Tabela 3. interna do instrumento. A manifestação de que houvesse uma alternativa de resposta “não sei”, foi uma sugestão verificada durante a aplicação do questionário junto as quatro IES pesquisadas no presente estudo. Este estudo utilizou uma versão do FAQ modificada por Cerri e Bolzani5 (2004). Composto por 23 questões (Q), este questionário teve a redação das Q7, Q19 e Q21 alterada para a realidade brasileira, enquanto que as questões 24 e 25 do original de Palmore19 (1977) não compuseram esta versão. Não foram encontradas justificativas junto ao trabalho destes autores sobre o porquê destas questões não terem sido contempladas na modificação e adaptação do questionário. Mesmo assim, este estudo contemplou esta versão de 23 questões, de modo a padronizar o instrumento e possibilitar análises numéricas compatíveis na investigação científica brasileira. Koch Filho13 et al. (2007) estudaram o FAQ modificado por Cerri e Bolzani5 (2004) e perceberam que alguns ajustes ainda se fazem necessários. Em Q1 e Q8 o corte cronológico utilizado para designar a população idosa brasileira é expresso como sendo de 65 anos, enquanto que em Q19 este limite inferior é de 60 anos. O corte cronológico para indicar quem é idoso no Brasil é de 60 anos, havendo a necessidade de padronizar Q1 e Q8 à realidade brasileira (KOCH FILHO13 et al., 2007). Já em Q21 existe a afirmativa de que os idosos brasileiros vivem com aposentadorias muito baixas, de aproximadamente um salário mínimo – R$ 240,00, ou seja, é expresso um valor numérico, o qual já não confere à realidade atual. Desta forma Koch Filho13 et al. (2007) recomendam, que este valor seja atualizado por cada pesquisador no momento em que for aplicar este instrumento, ou que não haja o registro de valores numéricos para designar o salário mínimo. No trabalho de Cerri e Bolzani5 (2004) alguns indivíduos abstiveram-se de responder a todas as questões. Além da abstenção, o envio de questionários pode trazer alguns inconvenientes, como a demora em se obter respostas e a possibilidade de preenchimento parcial, além de gerar incerteza de que o preenchimento tenha sido feito pelo destinatário (LEÃO & OLIVEIRA14, 2005). O presente trabalho trouxe todas as questões de todos os questionários preenchidas integralmente. Este fato pode estar associado à utilização do método de Auto-relatos. DISCUSSÃO A velhice é uma etapa de vida que está associada à dinâmica de atitudes, crenças e valores de cada sociedade segundo o momento histórico vivenciado, possibilitando a imposição de regras de comportamento difíceis de serem desfeitas (TIN23, 2001; NÉRI18 et al., 2002; LEFEVRE & LEFEVRE15, 2004; KOCH FILHO & BISINELLI12, 2008). A crença generalizada sobre os atributos ou características que definem um determinado grupo social, como o dos idosos, é transmitida pela educação e associamse às práticas sociais (NÉRI18 et al., 2002; FERREIRA ALVES & NOVO9, 2006; PALMORE20, 2001). A falta de conhecimento científico dos profissionais da educação e da saúde, bem como a falta de esclarecimento às pessoas sobre os fatos inerentes ao envelhecimento, impedem a transformação de atitudes e de comportamentos em relação à velhice (VERAS24, 2003; CACHIONI & NÉRI3, 2004; DIOGO7, 2004). Fatos relacionados ao processo de envelhecimento podem ser discutidos quando se utiliza o FAQ de Palmore19 (1977). Este questionário também possibilita mesurar níveis gerais de informação entre diferentes grupos a respeito do tema, bem como oferece a possibilidade de registrar a maioria dos equívocos sobre este processo vital. Pennington21 et al. (2001) utilizaram uma versão do FAQ modificado à realidade da Nova Zelândia, onde foi acrescentada, uma terceira opção de resposta além de verdadeiro ou falso, a “não sei”. Uma primeira versão contendo a opção de resposta “não sei” foi utilizada por Courtenay e Weidemann6 (1985). Os autores afirmam que a adição desta resposta reduziu a adivinhação de algumas questões e aumentou a consistência www.apcdscs.com.br 5 Outubro 2008 A R T I G O Os egressos profissionais - estudantes de último ano - de Odontologia de Curitiba obtiveram a média de 14,49 questões respondidas corretamente. A média de acertos (15,76) foi um pouco maior entre os Cirurgiões-Dentistas pesquisados por Cerri e Bolzani5 (2004). O fato de que estes profissionais tinham um tempo médio de exercício profissional de 18,28 anos, pode ter sido determinante para que o nível de acertos fosse maior (KOCH FILHO11, 2006). Esta pesquisa verificou que as questões com maior freqüência de acertos foram Q21, Q1 e Q13. Q21 refere-se à condição econômica dos idosos brasileiros. Este trabalho constatou que alta porcentagem de acertos (96,59%) verificados junto a esta questão demonstra o bom conhecimento acerca da realidade deste grupo etário, pois segundo a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística10 (2004) 43% destes vivem em famílias cuja renda per capita é menor do que um salário mínimo. Sobre Q1, esta traz a falsa afirmação de que os idosos são senis, têm memória deficiente, são desorientados ou dementes. A média de acertos verificados (94,98%) mostrou que neste aspecto, a população estudada possui uma visão positiva frente aos estereótipos associados à velhice patológica. Q13 alude à capacidade que os idosos têm para aprenderem algo novo. A média de acertos nesta questão (93,53%) também mostrou que a população estudada não associou a realidade dos idosos somente a aspectos negativos. As questões que obtiveram a menor freqüência de acertos nesta pesquisa foram Q23, Q11 e Q7. A menor média de acertos (13,60%) de Q23 permite verificar que a população estudada associou o aumento da idade cronológica ao da religiosidade. Neste aspecto Faria e Seidl8 (2005) afirmam que independente da idade, muitas pessoas recorrem a Deus para o enfrentamento de seus problemas, sugerindo que o aumento da religiosidade não é um efeito do envelhecimento. A média de acertos observados (18,36%) em Q11 mostrou que a maioria da população estudada acredita em estereótipos de velhos obstinados em seus rumos e incapazes de mudar. Contrapondo-se a esta visão, Moser e Amorim17 (2000) afirmam que as pessoas possuem suficiente plasticidade cognitiva, afetiva e emocional para assimilar os processos adaptativos impostos pela velhice, podendo, inclusive, enriquecer e modificar seus comportamentos. Outubro 2008 C I E N T Í F I C O Por fim, Q7 traz a afirmativa de que pelo menos 20% de idosos brasileiros vivem em instituições de longa permanência como asilos, casas de repouso, etc. A pequena média de acertos (23,46%) permite observar que a população investigada, em sua maioria, desconhece que os cuidados institucionais não são práticas comuns nas sociedades latinas e que apesar da falta de dados exatos, apenas 0,1% dos idosos brasileiros viviam em Instituições de Longa Permanência para Idosos em 2002 (CAMARANO & PASINATO4, 2004; BRASIL2, 2006). CONCLUSÕES Os resultados deste trabalho apontam para um conhecimento mediano da população investigada a respeito dos fatos inerentes ao envelhecimento humano explorados no instrumento utilizado. As respostas foram dadas considerando a percepção sobre o envelhecimento humano que cada acadêmico carregava como experiência de vida, já que nenhuma das IES estudadas possuía, junto aos currículos de Odontologia, uma disciplina de Gerontologia, Geriatria ou de Odontogeriatria. Neste aspecto verificou-se as afirmações de Tin23 ( 2 0 0 1 ) , We r n e r e P a d i l h a 2 5 ( 2 0 0 1 ) , B r u n e t t i e Montenegro1 (2002) e de Saintrain22 et al. (2006) sobre a necessidade de se implementar uma disciplina específica sobre o envelhecimento humano nas faculdades de Odontologia brasileiras. Tabela 1. - Estudantes de odontologia das faculdades de curitiba matriculados no último ano em 2006. 6 revista ESPELHO CLÍNICO Tabela 2. distribuição de frequência de acertos segundo as IES. Tabela 3. - Distribuição de frequência de acertos de cada questão (q) segundo IES www.apcdscs.com.br 7 Outubro 2008 ARTIGO CIENTÍFICO *REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BRUNETTI, R.F.; MONTENEGRO, F.L.B. 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RELATO CASO CLÍNICO Paciente adulto, leucoderma, sexo masculino com 55 anos, portadora de prótese parcial superior a mais de 35 anos com sinusopatia bilateral, apresentando síndrome da combinação e com atrofia severa na maxila verificada clínica e radiograficamente e após a obtenção de um protótipo obtido através de uma tomografia computadorizada (FIGURA 1), procedeu-se uma simulação da fase cirúrgica em um protótipo obtido através de uma tomografia computadorizada ( FIGURA 2). ABSTRACT The use of zygomatic fixations for rehabitation of pacientes with atrophic maxilla have very usefulin implantology. This work reports a clinic case in wich the procedure accomplished have possibilited the rehabilition of the pacients disabled oral with use of 2 zygomatic fixations and convencional implants . Key Words- Zygomatic Fixture;Dental implant. INTRODUÇÃO A reabilitação de maxilas atróficas ainda é um grande paradigma na Implantodontia. As fixações zigomáticas se propõem a esse fim, segundo estudo de Branemark a medida de sucesso é de 97%, conforme relatado em seu trabalho publicado que inclui um total de 164 implantes em 81 pacientes em dez anos de uso. Sua estatística de sucesso certamente ultrapassa qualquer publicação prévia de uso de enxerto ósseo associado com implante. A fixação zigomática além de diminuir a morbidade cirúrgica relatada em enxertos ósseos devolve de uma forma mais rápida ao paciente o seu convívio familiar, social e profissional; assim facilitando a aceitabilidade www.apcdscs.com.br 9 Outubro 2008 CASO CLÍNICO Incisão foi realizada anteriormente sobre o rebordo e na região posterior mais lingualizada para facilitar as suturas. Instalou-se 1 fixação zigomática de cada lado em posições exteriorizadas devido a sinusopatia e para evitar incomodo causado em posições palatinizadas e 2 implantes em região posterior de maxila e 2 implantes em pilares caninos associados com enxertia homologa(banco de ossos) com elevação da fossa nasal(FIGURA 3) e dois implantes em região do dente 12 e 22 foram instalados porém forem removidos durante o ato cirúrgico devido ao baixo torque de inserção e foi realizado suturas simples .Na mandíbula foram removidos os dentes remanescentes e foram instalados implantes osseointegraveis convencionais.Apos a reabertura dos implantes da maxila e instalação dos componentes protéticos observou-se a correta emergência dos mesmos sobre o rebordo (FIGURA 4) eliminando ou diminuindo as limitações referentes à falta de tecido ósseo ou de tecido mole para recobrimento de enxertos, assim como a diminuição de tempo para instalação da prótese. Agradecimento aos técnicos em prótese dentaria João Alves e César Dessa e ao estagiário Caio Vinicius Barreto dos Santos e a estudante de enfermagem Daniela Sullentrop *REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1.Branemark,P-I,Gröndal K,Öhrnell Lars-Olof,Nilsson P,Petruson B,Engstrand P,Nannmark U,Svenssson B. Zygoma fixture in the managent of advanced atrophy of maxila:Technique and long-Term Results.Scand J.Plast.Reconstr Surg 2004;38,70-85. Após 2 meses na mandíbula e 6 meses na maxila foram confeccionadas próteses híbridas do tipo protocolo(FIGURA 5) .Foi solicitado ,após 6 meses ,uma tomografia computadorizada volumétrica por obtenção de feixe cônico .( I-CAT) com reconstrução 3D para verificar a integridade dos implantes(FIGURA 6,7 e 8) . 2.Duarte LR, Peredo LG, Nary Filho H, Franciscone CE,Branemark PI. Reabilitação da maxila atrófica utilizando 4 fixações zigomáticas em sistema de carga imediata.Implant News 2004;1(1): 45-50. 3. Duarte LR, Mendonça RE, Rabelo V, Franciscone CE. Incisão modificada para reabilitação em maxila atrófica. Implante News 2007; 4(6): 655-657. 4.Freitas AC, Mendonça RG,Wendell S, Duarte LR.Prototipagem aplicada ao planejamento reverso das fixações zigomáticas.ImplantNews CONCLUSÃO 2005;2:155-62. 5. Stella JP, Warner MR. Sinus slot technique from simplification and improved O uso de fixações zigomáticas exteriorizadas para reabilitação de maxilas atróficas é uma técnica previsível Outubro 2008 orientation of zygomaticus dental implants: a technical note..Int J Oral Maxillofac 10 revista ESPELHO CLÍNICO AVALIAÇÃO DO PERFIL FACIAL NA MECÂNICA ORTODÔNTICA COM OU SEM EXTRAÇÃO AUTORES: ALES SANDRA IGAZ MORALES • SANDRA TIBERIO • ANDRÉ MARÇAL GUERREIRO • SEMYRA GIO VANNINI MACCHERONIO ALESSANDRA GIOV RESUMO extraction of premolars. The study describes through data taken from library work, the changes in soft tissue profile due to subjacent dentoskeletal framework alterations, emphasizing lip posture and its relationship to front teeth retration. The obtained results presented: there was a great retropositioning of the superior incisors position; the retraction of the superior incisors had an influence on the nasolabial angle increase; the improvement of the soft-tissue caused by mechanotherapy presented stability; superior and inferior lips in the pre-treatment presented thickness increase, statisticly significant for the superior lip. Key-words: Facial profile – Soft tissue changes – Nasolabial angle – Incisor retraction – Stability Atualmente, um dos principais objetivos do tratamento ortodôntico, além da obtenção de uma oclusão e função adequada, é a melhora da estética facial. Este fator exerce uma forte influência no diagnóstico e planejamento do tratamento ortodôntico, principalmente no que se referem as possíveis alterações no perfil mole facial, em casos tratados com extração de pré-molares. O estudo descreve por meio de dados colhidos na literatura, as modificações no perfil de tecido mole decorrentes das mudanças na estrutura dento-esquelética subjacente, enfatizando a postura labial e seu relacionamento com a retração dos dentes anteriores. Os resultados obtidos permitem as seguintes conclusões: ocorreu um significativo retroposicionamento dos incisivos superiores; a retração dos incisivos superiores influenciou no aumento do ângulo nasolabial; a melhora do perfil facial tegumentar ocasionado pela mecanoterapia apresentou estabilidade; os lábios superior e inferior apresentaram no prétratamento um aumento de espessura, estatisticamente significativo para o primeiro. Palavras-Chave: Perfil Facial – Alterações de tecido mole – Ângulo nasolabial –Retração dos incisivos – Estabilidade. INTRODUÇÃO Avaliação do perfil facial e equilíbrio facial é uma constante com estudos e aprendizado contínuo para os ortodontistas. Estudos sobre o perfil facial demonstram que o relacionamento entre o nariz, o lábio superior e o mento necessitam manter uma proporcionalidade auxiliando na obtenção do equilíbrio facial. Nos casos de Classe II divisão 1ª, normalmente observa-se uma protrusão dos incisivos superiores, sobressaliência, protrusão labial e consequentemente uma alteração do ângulo nasolabial que encontra-se reduzido. O profissional, após um estudo minucioso das características crâniofaciais e do perfil tegumentar de seus casos, individualizará o plano de tratamento ortodôntico podendo minimizar a retração ântero-superior para não comprometer o perfil facial. ABSTRACT Nowadays, one of main purposes of the orthodontic treatment is to improve the facial esthetics, besides achieving a proper occlusion and function. This factor has a strong influence in diagnosis and orthodontic treatment planning, mainly concerning changes in the soft-tissue of facial profile in treated cases with www.apcdscs.com.br 11 Outubro 2008 ARTIGO CIENTÍFICO DISCUSSÃO proporções entre o nariz, lábio superior e inferior, o mento tegumentar, se torna fundamental, pois estas estruturas estão relacionadas entre si como um todo, em relação à face do paciente e qualquer modificação pode ser evidente no equilíbrio facial. Sendo a variação do ângulo nasolabial diretamente relacionada com o posicionamento dos dentes, ocorre variação deste ângulo nos pacientes Classe II divisão 1ª de Angle, tratados com extração dos quatro pré-molares e conseqüente retração dos incisivos superiores e inferiores, apresentam aumento considerável e estatisticamente significante do ângulo nasolabial, em relação a pacientes que foram tratados sem extração. Bishara, Cummins e Zaher (1997); Bravo et al. (1997) e James (1998), considerando a contínua controvérsia de extração dos dentes pré-molares e seus supostos efeitos no perfil facial, compararam o pré e pós-tratamento dos perfis faciais dos pacientes que sofreram extração de prémolares, com aqueles que não sofreram extração. No grupo de extração, a média de posição do perfil labial pós-tratamento era mais retrusiva; houve um desequilíbrio facial pré-tratamento maior; o denominador comum “proeminência do queixo”, permaneceu em equilíbrio ou foi aumentado, com tendência a ter faces mais retas e incisivos superiores e inferiores verticalizados. No grupo de não extração, a posição do perfil labial pós-tratamento era levemente mais protrusiva e com tendência a ter faces mais convexas e incisivos superiores e inferiores vestibularizados. Os sorrisos em ambos os grupos foram equilibrados e melhorados, exceto por alguns pacientes que tiveram desarmonia esqueletal vertical. Portanto, as descobertas sugeriam que a decisão de tratamento com extração ou sem extração deve se basear em um preciso diagnóstico a fim de se evitar efeitos indesejáveis no perfil do paciente. Guariza Filho e Abrão (2002), através dos resultados obtidos na avaliação das modificações dos terços médio e inferior da face durante o tratamento ortodôntico, concluíram que o dimorfismo sexual não foi significativo, quando foram estudadas as possíveis modificações do perfil facial pré e pós-tratamento ortodôntico; as médias absolutas da espessura dos tecidos moles do perfil no sexo masculino foram maiores que no sexo feminino. Em contrapartida, Massahud e Totti (2004), avaliaram cefalométricamente as possíveis alterações no perfil mole facial em decorrência do tratamento ortodôntico, os valores cefalométricos médios pré e pós-tratamento foram comparados, podendo-se concluir que: a Segundo Brandão, Abrão e Capelozza Filho (2002), a confiabilidade do diagnóstico em radiografias laterais, exige a padronização da técnica, que deve ser realizada por observadores treinados, para que se cumpram algumas regras essenciais durante a obtenção da radiografia, tais como lábios em repouso, dentes em oclusão, postura natural da cabeça, evitando postura flexionada ou estendida. Assim também ocorre com a observação fotográfica, que atua como excelente recurso de diagnóstico. Os autores observaram que a interação entre os métodos cefalometria e exame facial numérico, propicia definições mais precisas do que é ou não aceitável para aquele paciente individualmente analisado. O confronto entre as análises, favorece a localização do componente alterado e o grau de participação das estruturas dentárias e esqueléticas relacionadas entre si, conduzindo a elaboração de tratamentos mais adequados. Para Tukasan, Rino e Takahashi (1996) e Lima et al. (2001), as modificações que ocorrem no perfil de tecido mole, estão intimamente relacionadas com as mudanças causadas pelo tratamento ortodôntico na estrutura dento-esquelética subjacente. O equilíbrio facial, o posicionamento dos incisivos inferiores em sua base óssea, a relação das bases apicais, a boa relação dentária e a harmonia labial são fatores que podem determinar a estética, harmonia e beleza do perfil facial. Afirmaram que a postura labial está intimamente relacionada com as mudanças causadas pelo tratamento ortodôntico, o ângulo nasolabial aumentou com a retração dos incisivos superiores durante o tratamento ortodôntico, a rotação mandibular horária ou anti-horária exerceu um importante papel nas modificações do perfil de tecido mole. Os profissionais necessitam prever as alterações do tecido tegumentar resultantes do tratamento ortodôntico, como afirmaram Freitas et al. (1999) e Abdo et al. (2000), pois muitos fatores contribuem e comprometem o perfil facial e que não estão completamente compreendidos. A complexidade aumenta durante a avaliação de jovens em crescimento, pois o perfil tegumentar sofrerá alterações tanto do crescimento quanto do tratamento ortodôntico. Nos casos de Classe II divisão 1ª, observase uma protrusão dos incisivos superiores, sobressaliência, protrusão labial e uma redução do ângulo nasolabial. Durante a correção ortodôntica, realizando-se retração dos incisivos superiores, o lábio acompanha essa movimentação dentária, promovendo um aumento do ângulo nasolabial. Segundo Freitas et al.(1999); Moraes et al. (2001); Yamaguto et al. (2003) e Massahud e Totti (2004), o estabelecimento das Outubro 2008 12 revista ESPELHO CLÍNICO CONCLUSÕES Pacientes Classe II divisão 1ª, com extração de pré-molares: aumento do ângulo nasolabial,. A quantidade de retração do lábio superior e do lábio inferior: redução na convexidade do perfil mole facial. As médias absolutas da espessura dos tecidos moles do perfil facial no sexo masculino foram maiores que no sexo feminino. A melhora do perfil facial tegumentar, ocasionado pela mecanoterapia, apresentou estabilidade. Uma análise criteriosa de todos os fatores envolvidos na concepção da estética facial torna-se fundamental, para que o planejamento ortodôntico seja direcionado, conciliando ao máximo os objetivos funcionais e estéticos do tratamento. quantidade de retração do lábio superior e do lábio inferior em resposta à retração dentária, contribuiu para redução na convexidade do perfil mole facial; a espessura do lábio superior aumentou significativamente em relação ao lábio inferior, em resposta ao possível relaxamento do tecido labial que se apresentava estirado devido à biprotrusão dentária; com a retração dos incisivos, o lábio inferior apresentou maior quantidade de retração, em relação ao lábio superior; as mudanças no posicionamento dos lábios melhoraram o relacionamento interlabial e reduziram a convexidade do perfil labial e mole facial; as mudanças no posicionamento da “linha H” demonstraram uma retrusão labial em relação ao nariz e mento. *REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Abdo TWM, Oliveira JN, Oliveira Júnior G, Oliveira AG. Estudo cefalométrico comparativo do ângulo nasolabial e ângulo nasofacial antes e após o tratamento ortodôntico. J Bras Odontol 2000;5(27):21-30. Bishara SE, Cummins DM, Abbas RZ. Treatment and posttreatment changes in patients with Class II, division 1ª malocclusion after extraction and nonextraction treatment. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics 1997;111(1):18-27. Brandão AMB, Abrão J, Capelozza Filho L. Avaliação da correlação entre as características dentárias esqueléticas e tegumentares em portadores de maloclusão Cl. II div.1ª, obtidas pela cefalometria e análise facial numérica. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 2002;7(1):27-35. Bravo LA, Canut JA , Pascual A, Bravo B. Comparison of the changes in facial profile after orthodontic treatment, with and without extractions. British Journal of Orthodontics 1997;24(1):25-34. Freitas MR, Henriques JFC, Pinzan A, Janson GRP, Siqueira VCV. Estudo longitudinal das alterações do ângulo nasolabial, em jovens com Classe II, 1ª divisão, que se submeteram ao tratamento ortodôntico corretivo. Ortodontia 1999;32(1):8-16. Guariza Filho O, Abrão J. Estudo do comportamento do perfil facial nos terços médio e inferior, decorrente do tratamento ortodôntico em pacientes com maloclusões de Classe I e Classe II, 1ª divisão. Ortodontia 2002:36-52. James RD. A comparative study of facial profiles in extraction and nonextraction treatment. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics 1998;114(3):265-276. Lima CEO, Rino W, Takahashi T, Carvalho SMR, Lima MTO. Perfil facial: alterações cefalométricas em casos tratados com extrações de pré-molares e mecânica de forças direcionais. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 2001;6(3):37-46. Massahud NV, Totti JIS. Estudo cefalométrico comparativo das alterações no perfil mole facial pré e pós-tratamento ortodôntico com extrações de pré-molares. J Bras Ortodon Ortop Facial 2004;9(50):109-119. Moraes LC, Salgado JAP, Castilho JCM, Moraes ML. Análise do ângulo nasolabial, em pacientes tratados ortodonticamente, com ou sem extração dos pré-molares. PGR-Pós-Grad Rev Fac Odontol São José dos Campos 2001;4(3):21-28. Tukasan PC, Rino W, Takahashi T. Estudo das alterações ocorridas no perfil facial decorrentes do tratamento ortodôntico. Ortodontia 1996;29(2):40-44. Yamaguto OT, Pereira MS, Maltagliati LÁ, Mandetta S. Variação do ângulo nasolabial decorrente da retração anterior nos casos tratados com extração dos quatro pré-molares pela técnica de Edgewise. Passo Fundo 2003;8(2):45-50. www.apcdscs.com.br 13 Outubro 2008 ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA (V TURMA) Coordenadora: Profa. Dra. Sandra Tibério Professores Assistentes: Prof. André Marçal Guerreiro, Profa. Semyra Giovannini Maccheronio, Prof. Maxwell Lopes Carvalho Duração: 36 meses Prova de seleção: março de 2009 Objetivo: Capacitar o cirurgião dentista para obtenção do título de especialista, reconhecido pelo C.F.O e C.R.O. ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA Coor denador: Prof. Dr. Ruy Machado Lima Junior Coordenador: Equipe: Dr.Paulo Sérgio Zaidan Maluf, Dr. José Alexandre de Andrade, Dr. Marco Antonio Bastos Fusco, Dra. Aletéa Monteiro da Mota PRO VA: outubro de 2008 PROV Realização: Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira e Quinta-feira (1 vez por mês) Horário: das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas Duração: 24 meses Carga Horária: 1.116 horas/aluno Natur eza do Curso: Teórico-Laboratorial e Clínico Natureza ESPECIALIZAÇÃO EM ENDODONTIA denador: Prof. Dr. Igor Prokopowitsch Coordenador: Coor Equipe: Dr. Celso Ubirajara de Oliveira Carlos Filho, Dra. Andréa Kanako Yamazaki, Dr. Cacio de Moura Netto. Prova de Seleção: outubro de 2008 Realização: Sextas-feiras Horário: das 8:30 às 12:30 e das 14:30 às 18:30 horas Duração: 18 meses Carga Horária: 954 horas/aluno Natur eza do Curso: Teórico-laboratorial - Clínico- 20% com Natureza educação a distância Objetivo do Curso: O objetivo básico do Curso de especialização é formar especialistas com um conceito integrado de Endodontia, tecnicamente perfeitos, mas com um corte humanístico que os faça cidadãos preocupados com os problemas que afetam o país, mais precisamente com os excluídos. Preparar o profissional, ampliando sua experiência clínica e conhecimento técnico. ESPECIALIZAÇÃO EM CIRURGIA TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL Coor denador: Dr. Caio Marco Pereira Berzaghi Coordenador: Equipe: Dr. José Giovannini, Dr. Prisco de Bortholi Santos e Dr. Ruben Enrique Rubiniak INÍCIO: outubro de 2008 Duração: 24 meses Carga Horária: 2.120 horas/aluno Objetivo do Curso: Ensinar técnicas cirúrgicas bucais e de face, qualificando o aluno ao título de especialista, conforme resolução do CFO, COM RESIDÊNCIA HOSPITALAR – HOSPITAL FRANCO DA ROCHA. ESPECIALIZAÇÃO EM PERIODONTIA Coordenadora: Profa. Dra. Ana Vitória Imbronito Professor es Assistentes: P ofessores Prof. Dr. Cláudio Mendes Pannuti, Profa. Dra. Luciana Saraiva, Profa. Dra. Nívea Maria de Freitas, Dr. Fabio S. Koguti. Início: 12 janeiro de 2008 Dia da Semana: Segundas-feiras Duração: 18 meses Horário: das 14:00 às 22:00 horas Objetivo: Capacitar o cirurgião dentista a diagnosticar, planejar e executar tratamento periodontal, a partir de embasamento teórico abrangente e intensivo treinamento clínico. ESPECIALIZAÇÃO EM DTM DOR OROFACIAL Coor denador: Profº. João Paulo Tanganeli Coordenador: Equipe: Profº. Antonio Francisco David, Dra. Gisele Valério Bianco Rego, Dr. Adilson Geraldo Bergantin e Dr. Artur Adolfo Rosa dos Santos. Prova: Janeiro de 2009 Duração: 18 meses Dia da Semana: terça-feira das 8:00 às 18:00 horas ( quinzenal ) Quarta-feira das 14:00 às 22:00 Hs Carga Horária: 603 hs Objetivos: capacitar o profissional a realizar o diagnóstico diferencial e prognóstico em relações às dores orofaciais, incluindo-se as disfunções temporomandibulares e dos músculos da mastigação; dar ênfase aos aspectos multidisciplinares da dor orofacial; conhecer os mecanismos neurais das dores agudas e crônicas; dar ao profissional as condições necessárias à escolha das condutas terapêuticas mais adequadas a cada caso; atualização em relação aos novos conceitos mundialmente discutidos, além do estudo das novas tecnologias disponíveis; considerar as condições de comorbidade, além dos aspectos psicológicos do paciente com dor; abordagem clínica das possibilidades de tratamento odontológico, farmacológico e encaminhamento para especialidades médicas/ odontológicas envolvidas. Outubro 2008 CURSOS DE ATUALIZAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DISFUNÇÃO DE ATM E AJUSTE OCLUSAL Coordenadora: Profa. Dra. Heloisa de Oliveira Equipe: Dr. José Luiz Villaça Avoglio Inicio: janeiro de 2009 Duração: 4 meses Carga Horária: 64hs Dia da Semana: segunda e terça (mensal) 14 revista ESPELHO CLÍNICO ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL • O objetivo principal do curso é desenvolver o aprimoramento acadêmico e a competência do profissional, para atuação nos diferentes níveis de atenção à saúde (promoção, prevenção e tratamento). • Fazer com que o profissional, através da ideologia e da avaliação constante de métodos e técnicas, unifique a teoria e a prática, para refletir sobre a realidade do trinômio Laserterapia /saúde/sociedade; Horário: 8.00 às 17.00hs Natureza: Natur eza: Teórico e Clinico Mínimo de alunos: 10 Objetivo: Capacitar os profissionais a compreender a biomecânica dos movimentos mandibulares e realizar os seus tratamentos reabilitadores em harmonia com o envelope de movimentos da ATM. Os objetivos específicos são: • diagnóstico das alterações funcionais e estruturais das ATM; • realizar ajuste oclusal nos procedimentos clínicos restauradores, na E.T. O curso oferece os aparelhos laser de baixa potência. Após o curso, o aluno terá uma introdução sobre laser de alta potência com cirurgia demonstrativa. finalização ortodôntica, no preparo pré-protético, no ajuste final de próteses e implantes e no tratamento periodontal; • tratar o que for objeto da Odontologia e reconhecer e encaminhar para tratamento alterações da área médica; CURSO AVANÇADO DE LASER CIRÚRGICO Coordenadora: Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser • estabelecer protocolos de conduta clínica de ATM na prática diária; • realizar tratamento integral do Sistema Estomatognático; Prof. Dr. Walter João Genovese • rever os conceitos sobre Oclusão. Duração: 16/h aula, 2 dias Vagas: 12 Objetivos: DENTÍSTICA RESTAURADORA ESTÉTICA: RESTAURAÇÕES DIRETAS E INDIRETAS Atualizar o cirurgião dentista no efeito e uso do laser cirúrgico na Odontologia, visto que, o laser é uma tecnologia já usada por alguns Coor denadora: Profa. Maria Lúcia Siqueira França Leme Coordenadora: profissionais no Brasil e já bem difundido na Odontologia do exterior e Equipe: Prof. Alexandre Francisco César, Prof. Denis de Oliveira em várias especialidades da Medicina. Realização: Quinta-feira (quinzenal) Horário: das 8:00 às 12:00 horas E. T. O curso oferece os aparelhos de Laser e todo o material para clareamento, além de um kit de gel clareador da FGM para cada aluno do curso. Início: 13 de novembro de 2008 Duração: 12 meses Carga Horária: 84 horas/aluno Natur eza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico Natureza AVANÇADO DE CLAREAMENTO DENTAL Coordenadora: Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser Prof. Dr. Walter João Genovese Duração: 32h/aula, 1 vez por semana (8h por dia). Início: novembro de 2008 Vagas: 20 Objetivos: Apresentar ao cirurgião-dentista as várias possibilidades de aplicação da luz led e laser na ativação do clareamento. Apresentar os conceitos mais atualizados sobre os mecanismos de ação da luz sobre o gel clareador. Apresentar os tipos de luz para ativação do procedimento clareador e as técnicas de aplicação. O curso tem como objetivo apresentar as mais indicadas formas de clareamento frente às diversas causas do escurecimento dos dentes. Proposta de parte prática intensa (pacientes) em dentes vitalizados e desvitalizados, em consultório e doméstico, com ênfase no uso de lasers e led’s para clareamento. Objetivo: Proporcionar ao cirurgião-dentista conceitos e técnicas adesivas modernas, para satisfazer com qualidade técnica as necessidades do paciente na atualidade. INTRODUÇÃO E ATUALIZAÇÃO EM LASERTERAPIA NA ODONTOLOGIA Coordenadora : Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser Equipe: PROF. DR. WALTER JOÃO GENOVESE Prof. Dr. Durvanei Augusto Maria Prof. Dr. Lúcio Frigo, Duração: 3 meses, 1 vez por semana (8 horas). Vagas: 12 INÍCIO: novembro de 2008 Área de Concentração: Laser na Odontologia. Metodologia de Ensino: Aulas teóricas expositivas e Práticas Demonstrativas Seminários e Discussões Científicas. Objetivos: • Apresentar ao cirurgião-dentista as várias possibilidades de aplicação da laserterapia na Odontologia. www.apcdscs.com.br O curso oferece os aparelhos Led e Laser e todo o material para clareamento, além de um kit de gel clareador da FGM para cada aluno do curso. 15 Outubro 2008 ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL Oportunidade: Cursos Contínuos IMPLANTODONTIA Coordenadores: Prof. Ruy Machado Lima Jr. Prof. Paulo Sergio Zaidan Maluf Laboratório - cirurgias em manequim, confecção de prótese sobre implante; Clínica - cirurgias e enxertos simples, prótese sobre implante Carga Horária: 80 horas Início: novembro de 2008 Dia da Semana: Segundas-feiras (Quinzenal) Horário Horário:: 8:00 às 18:00 horas ORTODONTIA: CEFALOMETRIA, TYPODONT TÉCNICA STRAIGHT WIRE COM NOÇÕES DE EDGEWISE, CLÍNICO Coordenadora: Prof. Dra. Sandra Tiberio Equipe: Prof. Maxwell Lopes Carvalho Dra. Semyra Giovannini Maccheronio, Dr. André Marçal Guerreiro. INÍCIO: CONTÍNUO Realização: Quarta-feira (quinzenal) Horário: das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00 horas Duração: 26 meses Carga Horária: 400 horas/aluno Natur eza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico Natureza Objetivo: Dar ao aluno conhecimento básico de Cefalometria e planificação de tratamento ortodôntico, desenvolver habilidades técnicas de mecânica ortodôntica em manequim (Typodont ) e iniciar atendimentos clínicos especializados. Os motores, kits cirúrgicos e protéticos serão fornecidos pelo curso, os alunos deverão adquirir apenas contra ângulo redutor, materiais e instrumentais usados nas cirurgias e prótese. PRÓTESE SOBRE IMPLANTE Coordenador: Ruy Machado Lima Jr Equipe: Dra. Aletéa Monteiro da Mota, Dr. José Alexandre de Andrade, Dr. Marco Antonio Bastos Fusco. Dia da Semana : Terças-feiras Início: Janeiro de 2009 Horário: Das 9:00 às 13:00 horas Carga Horária: 4 meses (64 horas / aluno) Natur eza: Teórico – Clínico – Laboratorial Natureza: Objetivo: Introduzir o Clínico geral aos conceitos de prótese sobre implante possibilitando a resolução de casos clínicos simples no consultório. ODONTOLOGIA HOSPITALAR - RESIDÊNCIA HOSPITALAR APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAIS Coor denador: Prof. Dr. José Giovannini Coordenador: Equipe: Prof. Caio Marco P. Berzaghi, Prof. Prisco de B. Santos, Prof. Ruben Enrique Rubiniak, Dra. Andréa Regiane Marchi, Dr Antonio Carlos Caccavale, Dr. José Paulo Torrezan, Ciro Alexandre Madrucci INÍCIO: CONTÍNUO Duração: 12 meses Carga Horária: 600 horas/aluno Natur eza do Curso: Com plantões de 12 horas no Hospital de Franco Natureza da Rocha e teórico na APCD – S.C.Sul. Objetivo : Capacitar o profissional que deseja ter conhecimento de vivência hospitalar em CTBMF. RESIDÊNCIA NO HOSPITAL DE FRANCO DA ROCHA AUXILIAR ODONTOLOGICA denador: Dr. Julio Augusto Ruegger Coordenador: Coor Formado P UC AMP 1966,Vários cursos visando atualizações na PUC UCAMP educação odontológica, Membro da Academia Brasileira de Odontologia Estética, Ministrador de cursos para auxiliar e ergonomia. Duração: 4 meses INÍCIO: novembro de 2008 Carga horária: 48 horas/aluno Dia da semana: Sexta-feira Horário: das 9:00 às 12:00 horas Natur eza: Teórico-Prático Natureza: Objetivo: Ensinar e treinar as auxiliares no desempenho das tarefas diárias nas funções de recepcionista, secretária, manutenção do equipamento, esterilização, odonto à quatro mãos, revelação de RX, controle de estoque, confecção de modelos, confecção de modelos para clareamento, preenchimento de fichas com as nomenclaturas. Programa: Secretaria, recepcionista, manutenção do equipamento e consultório, preparadora instrumentadora, educadora sanitária, odontologia a quatro mãos. CIRURGIA AMBULATORIAL Coor denador: Prof. Dr. José Giovannini Coordenador: Equipe: Dra. Andréa Regiane Marchi Dr. Alfredo Holzer Junior INÍCIO: CONTÍNUO Realização: Terças-feiras Horário: das 19:00 às 22:00 horas Duração: 12 meses Carga Horária: 100 horas/aluno Natur eza do Curso: Teórico-Clínico Natureza Objetivo: Reciclar o profissional com mais de 5 anos de experiência de clínica odontológica e dar oportunidade ao recém-formado de se aprimorar em técnicas cirúrgicas. Outubro 2008 16 revista ESPELHO CLÍNICO ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PERIODONTIA Equipe: Dr. Cláudio Mendes Pannuti, Dra. Luciana Saraiva, Mestre Nívea Maria de Freitas e C.D. Fabio Koguti Realização: Segundas-feiras (Quinzenal) Horário: Das 14:30 às 19:00 horas INÍCIO: CONTÍNUO Duração: 6 meses Carga Horária: 96 horas/aluno Natur eza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico Natureza Agora ficou mais fácil fazer sua especialização. A EAP de São Caetano do Sul está com uma linha de crédito super facilitada! www.apcdscs.com.br 17 Outubro 2008 •normas de publicação• Dirigido à classe odontológica, o Informativo ESPELHO CLÍNICO, da APCD-SCSul, acha-se aberto à publicação de artigos inéditos de investigação científica, relatos de casos clínicos e técnicos, artigos de interesse solicitados pelo Corpo Editorial, revisões significativas e atualidades. As normas de publicação, no caso, seguem as da Revista APCDSão Paulo, que por sua vez obedecem ao padrão internacional para publicações do gênero. 1. Gerais 1a. 1a. O material deve ser enviado à APCDSCSul/Informativo ESPELHO CLÍNICO aos cuidados do Dr. Antonio Francisco David (Av. Tietê, 281, Bairro Nova Gerty, CEP 09572-400, São Caetano do Sul, SP, Brasil). 1b. O autor deve manter consigo uma duplicata do texto e das ilustrações, para maior segurança contra o extravio. 1c. O material deve ser absolutamente inédito e não poderá ser submetido simultaneamente à apreciação de outros periódicos, sejam eles nacionais ou não. 1d. O Informativo terá direito autoral sobre o trabalho publicado, podendo permitir sua reprodução total ou parcial. 1e. O Informativo, ao receber o material, não assume compromisso de publicá-lo. 1f. O Informativo reserva-se o direito de editar o material recebido, adequando-o ao espaço disponível e a princípios de clareza e correção textuais. Reserva-se, ainda, o direito de solicitar material ilustrativo adicional aos autores, caso o fornecido seja considerado insuficiente. 1g. O material assinado é de inteira responsabilidade dos autores. 2. Avaliação e publicação 2a. O material enviado será submetido à Comissão de Avaliação de Artigos Científicos da APCDSCSul, que decidirá sobre a conveniência ou não da publicação, bem como poderá indicar correções e/ou sugerir modificações. 2b. A cada edição, o Corpo Editorial selecionará, dentre os artigos aprovados pela Comissão de Avaliação, os que serão publicados. Os não selecionados serão outra vez apreciados durante a elaboração de pauta das edições seguintes. 2c. O artigo pode ser retirado pelo autor, conforme sua conveniência, a qualquer momento antes de ser selecionado. 3. Artigos inéditos de investigação científica e revisões 3.1 Apresentação 3.1a. Cópia impressa em papel tamanho ofício (lauda), com margens laterais de 3 cm, espaço duplo, redigido segundo a ortografia oficial, sem rasuras ou emendas. Cada lauda deverá ser numerada e ter no máximo 30 linhas, cada uma com 60 caracteres (com espaço). Juntamente com o impresso deverá Outubro 2008 ser enviado um disquete devidamente identificado com o texto digitado em Word for Windows. Há três opções: a) textos de 13.500 caracteres (c/espaço), mais doze (12) imagens no tamanho máximo de 60x60 mm, o que corresponde a quatro páginas impressas do Informativo; b) textos de 10 mil caracteres (c/ espaço), mais nove (9) imagens no tamanho máximo de 60x60mm, o equivalente a três páginas impressas; c) textos de 6.700 caracteres (c/espaço), mais seis (6) imagens no tamanho máximo de 60x60mm (duas páginas impressas). 3.1b. Na primeira página, o trabalho deverá conter o título, nome completo e titulação do(s) autor(es), endereço e telefone para contato com o autor principal, além do(s) nome(s) do(s) orientador (es). 3.1c. Na segunda, virão: título em português e inglês, sinopse (em português), abstract (em inglês), unitermos (em português), uniterms (em inglês) e bibliografia. Juntas, essas informações devem conter no máximo 1.600 caracteres (c/espaço). 3.1d. Ilustrações (cromos, fotos, gráficos, desenhos): de doze (12) a seis (6), conforme a dimensão do texto principal, numeradas e identificadas. As imagens digitais devem ser “salvas” em TIF, com medidas aproximadas de 125 mm x 100 mm, 300 DPIs de resolução no mínimo, para garantia de qualidade de impressão. 3.1e. As legendas das ilustrações devem ser impressas em folha separada e estar acompanhadas da mesma numeração adotada no item 3.1d. 3.1f. Tabelas: numeradas com algarismos romanos e apresentação sintética e objetiva. 3.2 Estrutura Os artigos devem respeitar as normas da ABNT/ NB/89 e NBR/60023, tendo a seguinte estrutura: 3.2a. Título do artigo: sintético e objetivo, em português e inglês. 3.2b. Nome do(s) autor(es): na ordem direta, com destaque em letras maiúsculas para o sobrenome pelo qual quer ser indicado. 3.2c. Sinopse: deve possibilitar ao leitor avaliar o interesse do artigo e compor uma série coerente de frases que forneçam uma visão clara e concisa do conteúdo do trabalho, suas conclusões significativas e a contribuição do autor. 3.2d. Unitermos: palavras ou expressões que identifiquem o conteúdo do artigo. Seguir os cabeçalhos de assuntos do “Index to Dental Literature”, traduzidos para o português na “Bibliografia Brasileira de Odontologia”. 3.2e. Texto: distribuído conforme as características de cada trabalho, seja ele de pesquisa, de divulgação, relato de caso, etc. Na citação de autores, os nomes devem ser digitados em caixa alta (ex.: GRAZIANI). No caso de dois autores, separar os nomes com ponto e vírgula (ex.: GRAZIANI; ANDERSON). Existindo mais de dois autores, usar a expressão et al. (ex.: GRAZIANI et al.). No texto, a citação do nome do autor deve ser seguida do número que o localiza na referência bibliográfica e do ano de publicação. 18 3.2f. Abstract: versão em inglês da sinopse. 3.2g. Uniterms: unitermos em inglês. 3.2h. Referências bibliográficas: ordenadas alfabeticamente por sobrenome do autor e numeradas sucessivamente. Havendo mais de um autor, seguir a orientação do item 3.2e. Para as abreviaturas dos títulos dos periódicos, consultar o “Medicine CD/ROM”. 4. Relatos de casos clínicos ou técnicas 4.1 Apresentação 4.1a. Cópia impressa em papel tamanho ofício (lauda), com margens laterais de 3 cm, espaço duplo, redigido segundo a ortografia oficial, sem rasuras ou emendas. Cada lauda deverá ser numerada e ter no máximo 30 linhas, cada uma com 60 caracteres (c/espaço). Juntamente com o impresso deverá ser enviado um disquete devidamente identificado com o texto digitado em Word for Windows. O autor pode apresentar texto de 6.700 caracteres (c/espaço), mais seis (6) imagens no tamanho máximo de 60x60mm, o que corresponde a duas páginas impressas no Informativo. 4.1b. Na primeira página, o trabalho deverá conter o título em português, nome completo e titulação do(s) autores, endereço e telefone para contato com o autor principal, além do(s) nome(s) do(s) orientador(es). 4.1c. Na segunda, virão: título em português e inglês, sinopse (em português), abstract (em inglês), unitermos (em português), uniterms (em inglês) e bibliografia. Juntas, essas informações não devem conter mais de 1.600 caracteres (c/espaço). 4.1d. Ilustrações (cromos, fotos, gráficos, desenhos): seis (6), numeradas e identificadas. Para imagens digitais seguir as mesmas orientações expostas acima. 4.1e. As legendas das ilustrações devem ser impressas em folha separada e estar acompanhadas da mesma numeração adotada no item 4.1d. 4.1f. Tabelas: numeradas com algarismos romanos e apresentação sintética e objetiva. 4.2 Estrutura A mesma do item 3.2. 5. Atualidades e outros textos Serão aceitos para publicação artigos de orientação à prática profissional (como o da pág. 8 do nº 13 de ESPELHO CLÍNICO), bem como resumos/resenhas de artigos veiculados em outras publicações científicas, preferencialmente internacionais, desde que, além de assinados, mencionem a fonte (veículo de comunicação de onde se originaram), o nome e a titulação do pesquisador que os gerou. Tais textos não devem ultrapassar 3.150 caracteres (c/espaço), o que corresponde a uma página impressa no Informativo, e podem ser ilustrados por duas (2) imagens de no máximo 60x60mm. Acompanhar o impresso de um disquete contendo o texto digitado em Word for Windows. revista ESPELHO CLÍNICO Indicador Profissional www.apcdscs.com.br Fone: 4224-4693 ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ DRA. MARIA CAROLINA DUARTE FERREIRA CRO 67.126 Rua das Esmeraldas, 431 B.Jardim - Santo André Fone: 4994-8444. DTM e Dor Orofacial ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ SILVIA FUERTE CROSP 29.353 Professora de Ortodontia Av. da Saudade, 81 - Assunção Fone: 4436-0799 SÃO BERNARDO ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ FERNANDO FALCHI CRO 49.868 - Especialista e Professor em DTM e Dor Orofacial Rua Caminho do Pilar, 606 B. Bela Vista S. André 4990.2598 ○ ○ ○ ○ ○ ○ Ortodontia ○ ○ ○ ○ Foto: Casa da Pedra / Ponto Turístico de S.B.C ○ ○ ○ ○ ○ Ortodontia ○ PROFA. Dra. SANDRA MARIA NOBRE DAVID Especialista Mestre em Ortodontia e Dra. em Radiologia Odontológica Av. Dr. Rudge Ramos, 637 Rudge Ramos Tel: 4368.8288 ○ ○ ○ ○ ○ SANDRA TIBERIO CROSP 22.543 Professora de Ortodontia Rua Sabaúna, 143 Pompéia - SP Fone: 3865-0892 ○ ○ Foto: Museu do Ipiranga / Ponto Turístico de SP ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ SÃO PAULO ○ ○ ○ ○ DR. RICARDO MALATEAUX CROSP 40.590 R. Joaquim Nabuco, 316 Sl. 63 Bairro Santo Antonio - São Caetano do Sul - SP TEL: 4221-1081 / 4228-1654 ○ ○ 19 Ortodontia ○ Implantodontia ○ ○ ○ ○ ○ Rua Rafael Correia Sampaio, 1463 Centro ○ CRO 47.578 Mestre e Doutora em Periodontia pela USP ○ ANA VITÓRIA IMBRONITO Foto: David Rego Jr. / Vista Panorâmica do Centro de Santo André ○ ○ DRA. ANDRÉA R. DAVANZO CRO 49032 Diagnóstico bucal; Atendimento à pacientes especiais Rua Rio de Janeiro, 516 Fone: 4229-5804 ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Semiologia ○ ○ ○ ○ DR. ADRIANO LUCATO CRO 44753 Cirurgião Buco Maxilo Facial Implante dentário e enxertos ósseos; Distração Osteogênica; Cirurgia Ortognática; Fazemos sedação com Óxido Nitroso Rua Manoel Coelho, 437 Sala 03 - Centro Fone: 4228-2087 ○ Centro Fone: 4229-7041 SANTO ANDRÉ Atenção - A APCD - São Caetano do Sul renovou seus consultórios. E para tanto está colocando a venda seis consultórios em perfeito funcionamento, no valor unitário de R$ 500,00. Tratar nos fones: 4232.8333 ou 4238.6761. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ PAULO SÉRGIO PERUCCI CRO 33.369 Prof. Assist. do Curso de Cirurgia da APCD-SCSul Rua Martim Francisco, 315 Santa Paula Fone: 4224-2903 ○ ○ Cirurgia ○ CRO 20.144 R. Manoel Coelho, 500 8º and. Sala 805 ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ WILSON FACURE CRO 14.522 Também fazemos atendimento com anestesia geral. Anestesista do HC. Rua Manoel Coelho, 362 Centro Fone: 4221-5550 ○ DR. MAURÍCIO J. DE CARVALHO ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Periodontia ○ ○ ○ ○ Fone: 4229-8111 ○ ○ ○ ○ Centro ○ ○ GRAPE - PACIENTES ESPECIAIS Atendimento Odontológico em Consultório, Centro Cirúrgico e Domiciliar Rua Rio de Janeiro 516 São Caetano do Sul Fone 4229-5804 ○ ○ ○ Especial ○ 7º andar - Sala 701 ○ ○ ○ R. Manoel Coelho, 500 ○ ○ ○ CRO 29.410 ○ ○ ○ CHRISTOVAN NETO ○ ○ RICARDO ○ ○ ○ ○ Tel: 4224-5989 ○ ○ ○ Bairro Santo Antonio ○ ○ MARA CINTHIA P. SANTOS CRO 22.333 Mestrada em Ortodontia (Ortodontia Exclusivamente). Atendemos Convênio. Rua Amazonas, 2120 Centro - Fones: 4232-5779 /4232-5739 ○ ○ Rua Amazonas, 746 ○ ○ NELSON SAGARA CRO 26.477 Av. Sen. Roberto Simonsen, 717 - Centro Fone: 4229-0800 ○ ○ CRO 20.789 ○ DR. MASSARU KOHARA ○ ○ Fone: 5543-3985 ○ 588 - Centro ○ Av. Sen. Roberto Simonsen, ○ ○ ○ ○ CRO 8.256 ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ TOSHINORI MAEDA ○ ELYSIO P. AMARAL NETO CRO 13.800 Rua Amazonas, 521 Conj. 84 - Centro Fone: 4228-3842 ○ ○ AINO KULMME RUEGGER CRO 10.773 Especialista em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares Rua Alegre, 982 - Barcelona Fone: 4224-6242 PROF. DR. SÉRGIO ○ ○ Ortodontia ○ ○ ○ Endodontia ○ ○ Sala 23 - Sto. Antônio Fone: 4224-6132 / 4221-9710 ○ ○ FT. PEDRO LUIS SAMPAIO MIYASHIRO CREFITO-3 39754 Fisioterapia especializada em Distúrbios Cérvico-CrânioMandibulares, Av. Sen. Roberto Simonsen, 1035 - Fones: 4227-3320 4224-5478 / Cel: 9942-9014 [email protected] P r o f i s s i o n a l ○ ○ ○ ○ Odontopediatria - Odont. para Bebês - Ortodontia R. Joaquim Nabuco, 316 ○ Fisioterapia SIOMARA GRECO LAURO CRO 37.016 ○ Foto: Ass. Imprensa / Pref. de S. C. do Sul Odontopediatria ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ SÃO CAETANO DO SUL ○ I n d i c a d o r Outubro 2008 IMPRESSO Outubro 2008 APCD São Caetano do Sul: Av. Tietê, 281 - Bairro Nova Gerte - CEP 09572-400 20 revista ESPELHO CLÍNICO