UNIVERSO PARALELO
UM PROJECTO DE INTERVENÇÃO SOCIAL Favela do Complexo do Alemão – Rio de Janeiro -­‐ Brasil 1
ÍNDICE 01| Quem Somos
02| Contexto
03 | O que já fizemos
04| O Projecto
05| Os Parceiros
ÍNDICE 01| Quem Somos
02| Contexto
03 | O que já fizemos
04| O Projecto
05| Os Parceiros
QUEM SOM
OS? TERRA DOS SONHOS - ONG que tem como missão principal a de
demonstrar que todos têm os recursos pessoais e
interiores necessários para alcançarem os seus
objectivos mais inspiradores e ambiciosos, os seus sonhos, e
que, com este fim, desenvolve diversos formatos de intervenção social
que visam não só passar a mensagem e fortalecer esta crença, mas
também fornecer ferramentas para que os seus beneficiários possam
agir no sentido de
alcançarem esses mesmos SONHOS. A EQUIPA TERRA DOS SONHO
S -­‐ Portugal Frederico Fezas Vital nasceu a 2 de Janeiro de 1973, em Lisboa.
Licenciado em Direitro pela Universidade Católica de Lisboa (1996), pós-graduado em Marketing
no ISG (2001) e especializado em Project Management e Leadership Management, no INSEAD,
Herriot-Watt e IESE (2000-2002).
Começou a sua actividade profissional como Advogado (até 1998). Ingressou posteriormente no
BCP onde foi responsável durante 3 anos pela área comercial do Private Banking na área de
gestão de seguros e produtos de capitalização financeira. Entre 2002 e 2007 criou 4 empresas,
em diversos sectores.
Em Junho de 2007 criou o projecto da Terra dos Sonhos e assumiu o cargo de Presidente do CA e
Director Executivo, funções que desempenha até hoje.
Mafalda Teixeira Bastos tem 32 anos
Licenciada em Psicologia Social e das Organizações pelo ISCTE, inicia a sua actividade profissional
em 2000 na Direcção de Recursos Humanos da Sonaecom,tendo assumido em 2004 a
coordenação da Área de Desenvolvimento RH.
Em Outubro de 2007 decide dedicar-se a área Social, tendo trabalhado como consultora em
várias Organizações Não Governamentais.
Em Setembro de 2009 aceita o convite da Terra dos Sonhos para assumir a área de Fundraising,
função que desempenha desde então
Sara Fiúza tem 33 anos.
Licenciada em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, inicia a sua actividade profissional
numa área diferente da sua formação académica, em 2001 participa na área da comunicação da
Bienal de Design Experimentadesign, tendo depois disso colaborado nos Departamentos de
Contacto e Gestão de Projecto de várias Agências de Design, Publicidade e Eventos. Em Setembro de 2009 aceita o convite da Terra dos Sonhos para assumir a área de Comunicação,
função que desempenha desde então.
A EQUIPA TERRA DOS SONHO
S -­‐ Brasil Eduardo Dorneles Rosa “BR”, nasceu no Rio de Janeiro a 3 de Março de 1976. Formação Técnica na Escola de Educação Audiovisual Nós do Cinema, com professores como
Fernando Meirelles, Kátia Lund, Renato Martins, entre outros.
Entre os anos de 2002 e 2007 trabalhou intensamente na ONG Nós do Cinema, criada por
Fernando Meirelles para todos os intervenientes na produção de “Cidade de Deus” e “Cidade dos
Homens”, onde desempenhou as funções de Sócio Fundador (RJ 2002), Tesoureiro e Coordenador
Administrativo e Produtor e Educador das Oficinas Técnicas Audiovisuais. Trabalhou com Ator nos
filmes “Cidade dos Homens”de Paulo Morelli (RJ 2006), “Quase dois Irmãos” de Lucia Murat (RJ
2002) Cidade de Deus de Fernando Meirelles e Kátia Lund (RJ 2000) e na mini-série “Cidade dos
Homens” (RJ 2002-2005). Colaborou no roteiro de “Cidade dos Homens” e no Argumento da
Mini-série “Cidade dos Homens – episódio Buraco Quente”. Tem ainda diversos trabalhos como
Diretor de Produção e como Diretor e Produtor.
Hoje em dia é dono da sua própria Produtora Abaetê Filmes, onde faz vários trabalhos na área do
Audiovisual.
Casado com Maria Clara, é morador e “filho” do Complexo do Alemão.
Maria Clara Cavalcanti de Abreu, nasceu no Rio de Janeiro a 23 de Novembro de 1980.
Com um Mestrado em Filosofia pela Pontifica Universidade Católica do Rio de Janeiro (2004/08),
desenvolvem suas capacidades profissionais na área de Produção de Cinema e Televisão, com
diversas especializações em Cinema e Fotografia, no Brasil e Estados Unidos. Trabalhou como 1ª Assistente de Direção, 2ª Assistente de Direção e como Produtora em diversas
Longa Metragens, tais como “Cidade dos Homens” de Paulo Morelli, “Meu pé de Laranja Lima” de
Marcus Berstein, “A Grande Família” de Maurício Farias, “Angélica” de Andrucha Waddington,
entre outros.Trabalhou ainda como 1ª assistente de Direcção de diversos Comerciais para TV e
Videoclipes.
Casada com “BR”, hoje em di,a moradora do Complexo do Alemão.
QUEM SOM
OS? COMPLEXFILMS
- ComplexFilms tem como missão aproveitar as
sinergias já existentes no eixo Portugal – Brasil – Angola para, a
partir dele, criar novas parcerias e actuar no mercado mundial do
audiovisual, oferecendo produtos alternativos de alta qualidade e com
uma linguagem universal. É uma produtora que actua numa plataforma triangular, permitindo
desenvolver projectos na área do cinema e da televisão (ficção e
documentários) sobre temas com potencial de intervenção
social em Portugal, Brasil e Angola. A EQUIPA COMPLEX FILMS Mário Patrocínio nasceu em Lisboa a 8 de Julho de 1978.
No início de 2000 decidiu rumar aos EUA, onde iniciou os seus estudos em cinema, na New York
Film Academy.
A sua primeira experiência como realizador de um filme documental foi em Cabo Verde onde
realizou um documentário sobre o Centro Educacional “Nhô Djunga”. Em 2004, foi viver para o
Brasil onde trabalhou como jornalista no programa “Brasil Contacto” (RTPI). Em 2005 deu então
início à pesquisa e investigação para a concretização do projecto cinematográfico “Complexo”.
Simultaneamente foi trabalhando como Produtor e Realizador de outras obras artísticas e
institucionais, até que no segundo semestre de 2007 filmou a longa-metragem documental
“Complexo - Universo Paralelo”.
Pedro Patrocínio nasceu em Lisboa a 14 de Fevereiro de 1982.
No início de 2000 foi para a ETIC tirar o curso técnico de controlo de imagem e iluminação para TV
e cinema e em part-time e começou a trabalhar como operador de camera na Escola de formação
de actores e actrizes de TV “Arte 6”. Em 2002 foi para sua primeira experiência como Director de Fotografia de um filme documental
sobre o Centro Educacional “Nhô Djunga”, em Cabo Verde. Nos últimos dois anos voltou às origens
e ingressou no mercado artístico Português. Realizou o documentário, “a Viagem” do compositor/
músico Jorge Palma para a RTP, fez a Direcção de Fotografia dos videoclips das Bandas Da Weasel e
Sam The Kid, entre outras obras artisticas e institucionais. Fez a Direcção de Fotografia e Realizou
uma campanha para a Nike, e 9 filmes publicitários para a Vodafone.
Henrique Salgado, nasceu em Portugal e seguiu para o Brasil logo após o 25 de Abril, onde viveu
durante 8 anos.
Licenciou-se em Marketing e Publicidade no ano de 2002. Um ano depois tirou uma Pós-Graduação
em Marketing Management pelo ISEG.
Iniciou a sua carreira publicitária na Grafe Publicidade em 2000. Entre 2001 e 2007 trabalhou em
agências como Park Saatchi & Saatchi (Account), J. Walter Thompson (Senior Account), Bates Red Cell
(Account Supervisor), McCann Erickson (Account Supervisor) e Lowe & Partners (Account Director).
Ao longo do seu percurso trabalhou contas e clientes tão diversos como Amnistia Internacional,
Leigos para o Desenvolvimento; AMI, entre outros. Em Agosto de 2008 abraça o projecto do filme documentário “Complexo”, onde exerce funções de
Produtor Executivo.
QUEM SOM
OS? POSITIVE BENEFITS Empresa de Direito Português de I&D,
Consultoria e Empreendedorismo. Tem como missão criar condições às
instituições para poderem fazer da inovação e actividade social a forma estratégica
de garantir maioir sustentabilidade.
A visão é muito positiva com benefícios concretos para um mundo onde o
ciclo da pobreza é quebrado e a sustentabilidade ambiental é garantida
através da
incorporação de soluções INOVADORAS e actividades
sociais como premissa estratégica das instituições
A EQUIPA POSITIVE BENEFITS
Nuno Frazão, nasceu em Lisboa a 11 de Dezembro de 1979, Licenciou-se em Engenharia do
Ambiente, frequentou o curso - Euronext Consulting – Project Cycle Management and Evaluation
(Eu context) e o Mestrado em Desenvolvimento, ISCTE
Iniciou a sua actividade profissional como Consultor do grupo Águas de Portugal, Universidade
Nova de Lisboa e ONGDs portuguesas (2001-2006). Em simultâneo aceitou o desafio para
trabalhar como Assessor do Reitor da Universidade Nova de Lisboa (2005-2006) para a criação de
um Departamento de Cooperação.
Em 2002 fundou a TESE – Associação para o Desenvolvimnento da qual foi Presidente desde 2002
a 2008 fazendo agora parte do quadro da Direcção desde 2009.
Fundou em 2009 a Positive Benefits (Empresa de I&D, Consultoria e Empreendedorismo) da qual é
actualmente Gerente e onde tem desenvolvido varios projectos de consultoria estratégica de
associações sem fins lucrativos e estratégias de responsabilidade social de empresas.
Mafalda Sarmento, nasceu no Porto a 26 de Julho de 1982
Lic. Design de Equipamento (2001-2004)
Mestrado em Desenvolvimento, Diversidades Locais e Desafios Mundiais (2009-2010)
Em 1998 iniciou sozinha visitas a sem abrigo nas ruas do Porto, participando em simultâneo em várias
iniciativas de voluntariado. Em 2004, criou o Grupo de Voluntariado FASrondas no Porto, que se destina a
apoio a sem abrigo, idosos, crianças em risco, doentes oncológicos e aldeias.
Trabalhou na empresa de Design Inimaginável (no Porto) como Designer e em 2007 iniciou trabalho na
TESE – Associação para o Desenvolvimento como gestora de comunicação e apoio a projectos até fim de
2009. Em simultâneo, em Março de 2009, integrou o projecto e-re@l financiado pela EQUAL e promovido
pelo ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária.
ÍNDICE 01| Quem Somos
02| Contexto
03 | O que já fizemos
04| O Projecto
05| Os Parceiros
O OBJECTIVO? PROJECTO SOCIAL QUE NASCE DE UM DOCUMENTÁRIO Um projecto de intervenção social DA COMUNIDADE E NA COMUNIDADE
DO COMPLEXO ALEMÃO através da cultura, desporto e inovação
social, em parceria com organizações sociais nacionais e internacionais.
A primeira fase foi realizada atravéz de
um documentário “COMPLEXO DO
ALEMÃO – A FAVELA E A SUA HISTÓRIA”
rotina
de
várias
personagens carismáticas, do
sobre
a
dia-a-dia da Favela do Complexo do
Alemão, no Rio de Janeiro, que serviu
de “assessment”
projecto.
para
a
criação
do
M
O
DO DE PROJECTO SOCIAL Q INTERVENÇÃO? UE NASCE DE UM D
OCUMEN
TÁRIO ATRAVÉS DAS NECESSIDADES LOCAIS Num processo de implementação inclusivo e
procurando
as
melhores
práticas
e
conhecimento
de várias Organizações
Sociais, Líderes e Comunidade Local
O Projecto visa
servir, de forma directa, a população do Complexo do
Alemão.
PRINCÍPIOS DO PROJECTO:
 De acordo com as necessidades, em envolvimento com a população local
 Integrando o trabalho desenvolvido pelas organizações locais e promoção
envolvimento activo no projecto  Total transparência das actividades e prestação de contas e resultados
do seu
ÍNDICE 01| Quem Somos
02| Contexto
03 | O que já fizemos
04| O Projecto
05| Os Parceiros
06 | Orçamento
07 | Transparência e Comunicação
O
N
OSSO DESAFIO O
PROCESSO SOCIAL PARA O COMPLEXO
Fase I :
Documentário
Envolvimento com a
Comunidade Local
1
Realização ? Fase II :
Diagnóstico
Análise da Situação
Actual
1
Fase III :
Design e Formulação
Brainstorming Criativo e
Design do Projecto
Necessidades
Identificação por áreas 2
Produção
3
Divulgação
Principal Output
  Documentário e assessment do
projecto social
2006-2010
2
3
Análise de
Parceiros Locais
e intervenção
Análise das
melhores
práticas locais e
internacionais
Principal Output
  Avaliação e análise da actual
situação Out 2009-Fev 2010
Formulação Apresentação e
Candidaturas a
Financiadores
Negociação
Principal Output
  Identificação das principais
áreas de melhoria por tipologia
Jan 2010 – Mai 2010
FINANCIAMENTO
O
Q
UE JÁ CONSEGUIMO
O
PROCESSO SOCIAL PARA O COMPLEXO
? S Ι\ΙΙ
Um DOCUMENTÁRIO, com um projecto social como motor e horizonte
Versão pronta a partir de Abril de 2010 com agendamento para apresentação em festivais de
cinema internacionais
Site de Apresentação do Documentário com “promo” do
Documentário http://www.complexofilme.com/ Poster promoção nos festivais de cinema
O
N
OSSO DESAFIO O
PROCESSO SOCIAL PARA O COMPLEXO
Fase I :
Documentário
Envolvimento com a
Comunidade Local
1
2
3
Realização Fase II :
Diagnóstico
Análise da Situação
Actual
1
Fase III :
Design e Formulação
Brainstorming Criativo e
Design do Projecto
Necessidades
Identificação por áreas Produção
Divulgação
Principal Output
  Documentário e
assessment do projecto
social
4 Anos
? 2
Análise de
Parceiros Locais
e intervenção
Análise das
melhores práticas
3
locais e
internacionais
Principal Output
  Avaliação e análise da actual
situação 6 – 9 Meses
Formulação Apresentação e
Candidaturas a
Financiadores
Negociação
Principal Output
  Identificação das
principais áreas de
melhoria por tipologia
24 - 36 Meses
FINANCIAMENTO
O
Q
UE JÁ CONSEGUIMO
O
Ι\ΙΙ
PROCESSO SOCIAL PARA O COMPLEXO
? S LEVANTAMENTO de necessidades no terreno, reuniões com entidades e
empresas, reuniões com agentes locais da comunidade, análise de melhores práticas
nacionais e internacionais (benckmarking)
INTERVENÇÃO R
EUNIÕES EFECTUAD
AS PARA PARCERIAS
ESTRATÉGICAS POTENCIAIS PARCEIR
OS JÁ AVALIADOS REUNIÕES JÁ
REALIZADAS
POTENCIAIS
PARCEIROS
VIVA RIO | LUTA PELA PAZ | GRUPO SÓCIO-CULTURAL RAÍZES EM MOVIMENTO |
APLAUSO
POTENCIAIS
FINANCIADORE
S
O
N
OSSO DESAFIO BE
NCHMARKING – AN
Á
LISE DAS MELHORE
S PR
Comité de
Democratização
da Informática
Os CDIs Comunidade são
centros de excelência no
ensino
da
informática,
aliados à aprendizagem de outros
conteúdos, como cidadania e
empreendedorismo, que contribuem
para a autonomia e a formação
crítica do educador e do aluno.
CDI
resulta de parceria com
uma organização de base
popular, reconhecida e respeitada
Cada um desses espaços do
no local onde funciona.
ÁTICAS Associação Saúde
Criança (ASC)
Criança Renascer
Organização sem fins lucrativos
com o objetivo principal da
Saúde da
reestruturar
Criança é
as famílias
dessas crianças, atuando
com o Plano de Ação
Familiar (PAF), que engloba cinco
áreas
importantes:
saúde,
profissionalização,
moradia,
educação
e
cidadania
Comunity and Individual
Development Association
Primeira
Universidade
Gratuita em Africa e tem como
Missão e Visão permitir que
estudantes provenientes de
comunidades pobres e com
background
de
risco
possam ter
acesso ao
ensino graduado e obter
uma vida melhor para eles
proprios, a família e as
comunidades locais.
O
N
OSSO DESAFIO O
PROCESSO SOCIAL PARA O COMPLEXO
Fase I :
Documentário
Envolvimento com a
Comunidade Local
1
2
3
Realização Fase II :
Diagnóstico
Análise da Situação
Actual
1
Fase III :
Design e Formulação
Brainstorming Criativo e
Design do Projecto
Nessidades
Identificação por áreas Produção
Divulgação
Principal Output
  Documentário e
assessment do projecto
social
4 Anos
? 2
3
Análise de
Parceiros Locais
e intervenção
Análise das
melhores práticas
locais e
internacionais
Principal Output
  Avaliação e análise da
actual situação 6 – 9 Meses
Formulação Apresentação e
Candidaturas a
Financiadores
Negociação
Principal Output
  Identificação das principais
áreas de melhoria por tipologia
24 - 36 Meses
FINANCIAMENTO
O
N
OSSO DESAFIO PR
ÍNCIPIOS, FORMULA
Ç
ÃO E ENGENHARIA F
PRÍNCIPIOS DA FORMULAÇÃO
Parceiros de
excelência a
nível nacional
e
internacional
INANCEIRA RESULTADOS
Formulação do
Projecto e
Objectivos
Em parceria
e
capacitação
das
organizaçõe
s locais
Responder às
necessidades Sociais
em envolvimento
com a comunidade
local
Engenharia
Financeira
ACTIVIDADES
•  Validação da relevância e viabilidade
(envolvimento dos parceiros sociais e
beneficiários)
•  Finalização da solução do projecto
(com participação da comunidade)
•  Desenvolvimento de um plano
operacional (com a participação da
comunidade e beneficiários locais)
•  Detalhe dos requisitos financeiros
•  Formalização das parcerias e
estabelecimento de compromissos
•  Estabelecimento de objectivos e
indicadores a serem monitorizados
•  Estratégia de financiamento
•  Identificação dos doadores •  Desenvolvimento da proposta de valor
•  Apresentação a doadores
OUTPUT
•  Estudo de viabilidade para verificar se o projecto
proposto está fundamentado e é susceptível de satisfazer
as necessidades dos seus grupos-alvo / beneficiários
•  Rede de parceiros estabelecida e comprometida
•  Parceiros Sociais e beneficiários envolvidos no programa
de apoio
22
ÍNDICE 01| Quem Somos
02| Contexto
03 | O que já fizemos
04| O Projecto
05| Os Parceiros
TRANSPARÊNCIA E PRO
FISSIONALISMO O PRÍNCIPIO MAIS I
MPORTANTE DESTE
PROJECTO SOCIAL PROCEDIMENTOS
ADMINISTRATIVOS E
FINANCEIROS
INDICADORES
• N.º de Pessoas Assistidas
Socialmente
• Manual de Procedimentos do
Projecto em interacção com os
colaboradores e voluntários par
melhoria constante
• N.º Pessoas locais contratadas e
Voluntários locais
• Política Interna de Recursos
Humanos (recrutação, contratação,
formação e avaliações de
desempenho)
• Filme documentário (curtas +
longas)
• Sobriedade nas despesas (em
particular aos custos de estrutura)
com opções criativas no sentido de
diminuir custos (donativos em
materiais, voluntariado, etc…)
• Comunicação externa on-line de
todas as despesas e demonstrações
dos movimentos de conta do
projecto
• N.º Campanhas de Sensibilização
• CD de Musica e DVD do Programa/
Projectos
• N.º Programas de TV
• N.º Espetáculos de Visionamento de
Cinema
• N.º Espectadores Locais e Globais
• Relatórios de Avaliação e preparação
de novos projectos
COMUNICAÇÃO
• O plano de visibilidade prevê
diversos momentos de comunicação
desde 2010 ao desenvolvimento do
projecto (Rádio, TV, Jornais, revistas,
acções de comunicação, acções de
guerrilha, postais, promoções
celulares, redes sociais, outros …)
• Área institucional exclusiva no site
com toda a informação disponível
com filmes, fotografias e informação
do projecto
• Haverá campanhas de acção directa
com empresas nos projectos e
oportunidades de voluntariado
• Assessoria de imprensa
personalizada, presença na
campanha publicitária e utilização da
identidade Complexo
24
INTERVENÇÃO D
ESDE O PRÍNCIPIO A
P
ENSAR NA SUSTENT
ABILIDADE FUTURA
QUAIS OS PASSOS PARA PROJECTOS INTEGRADOS E SUSTENTÁVEIS
1. Definição e idenLficação das necessidades 2. Elaboração de Projectos (ObjecLvos gerais, específicos, e resultados esperados dos programas e projectos) 4. Avaliação, controlo e disseminação de resultados 3. Financiamento e Implementação dos Projectos 5. Modelo de sustentabilidade futura 6. Extensão do projecto e mulLplicação noutros locais. Disseminação do projecto O
N
OSSO DESAFIO O ÂM
BITO E OS VÁRIOS P
ROJECTOS  CULTURA
– “Na tela com o Complexo”, “O Complexo tem Talento”, “Grafitis
Complexos”…
 DESPORTO
– Capacitação e Assistência Social através de Futebol, Voleibol e
Futevoley e Artes Marciais
  INOVAÇÃO SOCIAL
– investigação e análise de viabilidade de projectos de
Inovação Social (documentário “Complexo II”, “Orquestra Complexo”, “Comité de
Democratização da Informática“ , “Comunity and Individual Development Association”,,
Implementação de Plano de Acção Familiar - Associação Saúde Criança Renascer,
Capacitação de ONG´s locais entre outros de acordo com as necessidades)
INTERVENÇÃO B
ENEFICIÁRIOS DO P
ROJECTO Líderes
Comunitários
Comunidade em
geral
BENEFICIÁRIOS
Crianças, Jovens, Mães e
Famílias
Organizações Sociais
INTERVENÇÃO A
PLICAÇÃO DO PROJE
CTO Local
Transversal
APLICAÇÃO
Projectos transversais para
toda a comunidade do
Complexo em locais
indiferenciados
Projectos locais para uma
determinada comunidade do
Complexo
1. O que é, porquê, para quem e o desafio
INTERVENÇÃO S
ECTORES DE INTERV
ENÇÃO Desporto
Saúde
SECTORES
DE INTERVENÇÃO
Educação
Cultura
INTERVENÇÃO Á
REAS DE INTERVEN
ÇÃO DO PROJECTO Projectos de
sensibilização da
opinião pública para a
educação social ,
ambiental comunitária
para a cidadania .
Intervenção
Social
Educação
Social e
Cidadani
a
Projectos de intervenção local e
nacional através da proposta de
soluções integradas e de uma rede
de parcerias sólida, de forma a
melhorar as condições de vida das
comunidades mais fragilizadas
Inovação
Social
ÁREAS DE
INTERVENÇÃO
I&D
Projectos de Produção e
difusão de conhecimento
técnico e transferência de
tecnologia. Criação e
promoção de parcerias para
a realização de projectos
nacionais e internacionais de
I&D
Criação e promoção de
projectos e outras actividades
para intervenção social, apoio
ao desenvolvimento,
voluntariado e I&D
Voluntariado
Projectos de participação em acções
concretas, continuadas e enquadradas,
sem remuneração, permitindo
aprofundar as referências e valores de
cada colaborador a nível de apoio local e
global
INTERVENÇÃO P
ROJECTOS FASE I Tipo de Intervenção
Beneficiários
Utilização de filmes e documentários como
meio de comunicação, sensibilização das
comunidades em geral e criação de
actividades de partcipação comunitária para
a cidadania.
Cultura
Envolvimento da comunidade e selecção de
talentos com a finalidade de promover o
Complexo através dos seus talentos. Em
simultâneo, capacitar os seleccionados e
acompanhar de forma integral as suas
famílias. Projectos
“NA TELA COM O COMPLEXO” -­‐ Criar senLdo de pertença e união comunitária, educação e sensibilização através de documentários , filmes e palestras. Enfoque principal nas pessoas com talentos famílias e comunidade em geral “O COMPLEXO TEM TALENTO” -­‐ Concurso de talentos com o objecLvo de encontrar , capacitar e promover talentos , com acompanhamento integrado às famílias. Formação e sensibilização comunitária para
a arte através da criação de grafitis.
Desporto
Capacitação , formação, educação e
assistência social através de Futebol,
Voleibol, Futevoley e Artes Marciais. Enfoque principal em crianças e jovens “DESPORTO NO COMPLEXO” -­‐ Formação pedagógica dos treinadores, acompanhamento de assistência social aos jogadores , criação e capacitação de equipas de futebol, voleibol, futevoley e artes marciais por vários escalões. INTERVENÇÃO P
ROJECTOS FASE I Tipo de Intervenção
Beneficiários
Projectos
“DOMENTÁRIO COMPLEXO II” – novo documentário sobre o Complexo “ORQUESTRA INFANTO-­‐JUVENIL NO COMPLEXO” -­‐ criação e formação da orquestra “CDI – COMITÉ DE DEMOCRATIZAÇÃO INFORMÁTICA” -­‐ projecto de combate a infoexclusão e educação para a cidadania pelas tecnologias Inovação
Social
Identificação de necessidades e parceiros,
estudo de viabilidade , formulação de
projectos e engenharia financeira para
projectos de intervenção social na área da
cultura, educação e saúde.
Crianças, jovens, mães, famílias, líderes comunitários e comunidade em geral “COMUNITY AND INDIVIDUAL DEVELOPMENT ASSOCIATION”, -­‐ incubação de um projecto de universidade informal para bairros pobres “ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA RENASCER” -­‐ Implementação de Plano de Acção Familiar NOTA: Todos estes projectos são uma potencial oportunidade para análise de acordo com as necessidades e impacto dos projectos anteriores INTERVENÇÃO P
ROJECTO “NA TELA
DO COMPLEXO” SECTOR DE INTERVENÇÃO
Cultura
APLICAÇÃO
Transversal
ÁREA DE
INTERVENÇÃO
• Intervenção Social
BENEFICIÁRIOS
Comunidade em Geral
“Na Tela com
o Complexo”
Líderes Comunitários
• Voluntariado
• Educação Social e
Cidadania
Objectivo
Sensibilização e envolvimento dos líderes e comunidade na resolução de problemas através da
promoção de actividades de cidadania e educação por filmes, documentários e palestras
Resultados Esperados
R1 - Desenvolvimento do Plano
R2 - Identificação, envolvimento e Capacitação das organizações sociais e líderes
comunitários
R3 - Preparação dos temas, manuais e comunicação do evento para a sensibilização
comunitária
R4 - Comunicação e Implementação do projecto R5 - Monitorização e avaliação do projecto
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “NA TELA
DO COMPLEXO” Resultados Esperados e actividades (1 - 5)
• R1 - Desenvolvimento do Plano
A.  Identificação de todos os stakeholders (líderes comunitários, ONG´s, outros)
B.  Reuniões com stakeholders C.  Benchmarking de melhores práticas, metodologias já existentes para o mesmo objectivo
D.  Elaboração do documento do Plano (adaptação final: objectivos, resultados, actividades, indicadores,
cronograma, etc…) • R2 - Identificação, Envolvimento e Capacitação dos líderes comunitários
A. Reuniões de preparação para a capacitação de R3 e R4
B. Capacitação dos líderes comunitários
• R3 - Preparação dos temas, manuais e comunicação do evento para a sensibilização comunitária
A. Definição dos temas, documentários, filmes e palestras com base em R1 e R2
B. Elaboração dos manuais e capacitação de apresentação para R4
C. Elaboração do plano de comunicação do projecto para R4
• R4 – Comunicação e Implementação do projecto A. Implementação do plano de comunicação do projecto nas várias favelas do Complexo (ex.:panfletos, rádio, TV,
cartazes...)
B. Implementação dos documentários /filmes e palestras (acções de sensibilização)
C. Implementação das actividades de cidadania (ex.: campanhas de limpeza, banco de voluntários, etc…)
D. Gravação e produção do projecto
E. Criação de DVD do projecto
F. Criação de outros materiais promocionais (de acordo com os patrocinadores) e divulgação dos primeiros resultados • R5 - Monitorização e avaliação do projecto
A. Avaliação do projecto em relação aos objectivos propostos e medição do impacte
B. Auditoria das metodologias e resultados (objectivos, eficiência, eficácia, sustentabilidade)
C. Auditoria financeira assegurando o cumprimento do orçamento
D. Relatório para os doadores e partes envolvidas, extracção de lições aprendidas e notas de como aplicar em projectos
futuros
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “NA TELA
DO COMPLEXO” OS IMPAC
TOS ESPERADOS UNIÃO DAS FAVELAS DO CINEMA
AUMENTO DA
OPORTUNIDADE
DE NEGOCIO
LOCAL
EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ATRAVÉS DE FILMES E ACÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO
INTERVENÇÃO ATRAVÉS DA ANIMAÇÃO CULTURAL
IIIIII\II 12 Favelas com acções conjuntas
IIIIII\II 12 Matinés ao final do dia para todas as comunidades (150.000 pessoas abrangidas)
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “O COMPL
EXO
TEM TALENTO” SECTOR DE INTERVENÇÃO
Cultura
APLICAÇÃO
Transversal
ÁREA DE
INTERVENÇÃO
• Intervenção Social
BENEFICIÁRIOS
Comunidade em Geral
Projecto
“O Complexo
tem talento”
• Voluntariado
• Educação Social e
Cidadania
Objectivo Geral
Gerar boas praticas de cidadania e assistência social a famílias com base no talento
Resultados Esperados
1. 
2. 
3. 
4. 
Desenvolvimento do Plano
Identificação, envolvimento e Capacitação das ONGs e líderes comunitários
Preparação dos temas e manuais para a sensibilização comunitária
Elaboração do Evento “Complexo tem Talento”
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “O COMPL
EXO
TEM TALENTO” Resultados Esperados e actividades (1 - 3)
• R1 - Desenvolvimento do Plano
A.  Identificação de todos os stakeholders – (ONG´s, Instituições, Escolas de Música, Televisões e Jornalistas,
etc)
B.  Planeamento e reuniões de preparação com stakeholders para aprofundamento do projecto
C.  Elaboração do Plano (desenvolvimento de metodologias de empowerment de lideres comunitários, de
Instituições e ONGs e métodos de empowerment rápido de novos talentos)
• R2 - Identificação, envolvimento e capacitação das organizações sociais e líderes comunitários
A. Identificação com base no R1
B. Reuniões de preparação para a capacitação de R3 e R4
C. Capacitação de organizações sociais e líderes comunitários
• R3 - Preparação dos temas e manuais para a sensibilização comunitária (actividade comum com o projecto “Na
Tela do Complexo”)
A. Definição dos temas com base em R1 e R2
B. Benchmarking de melhores práticas e metodologias de manuais já existentes com o mesmo efeito
C. Elaboração dos manuais e coaching de apresentação para R4
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “O COMPL
EXO
TEM TALENTO” Resultados Esperados e actividades (4-5)
• R4 - Elaboração do Programa “Complexo tem Talento”
A.  Adaptação do Plano (R1-R4) de acordo com R2 e R3
B.  Preparação e formação das equipas de trabalho (com R2)
i. 
ii. 
iii. 
Definição de equipa de acompanhamento e avaliação das famílias dos inscritos
Definição da equipa de júris e critérios de avaliação dos castings
Definição de equipa de voluntários (recepção das inscrições, orientação dos inscritos nos castings,...)
C.  Preparação do local/locais para inscrições e castings de acordo com R4 A.
D.  Implementação do plano de marketing e comunicação do evento (cartazes, panfletos, anúncios
televisivos,..) para acompanhamento de todas as etapas
E. 
Implementação do Programa
i. 
Castings de primeira selecção
ii. 
Criação de Material promocional (de acordo com os patrocinadores) e divulgação dos primeiros resultados –
Fase 1
iii. 
Coaching dos 1ºs talentos (até 30: pessoas individuais ou grupos)
iv. 
Implementação da primeira fase do programa
v. 
Coaching às familias dos 2ºs talentos e definição de plano integrado familiar (até 15 : pessoas individuais ou
grupos)
vi. 
Implementação do plano de sensibilização na comunidade
vii.  Plano de integração dos vencedores
viii.  Criação de Material promocional (de acordo com os patrocinadores) e divulgação dos primeiros resultados –
Fase 2
• R5 - Monitorização e avaliação do projecto
A.  Avaliação do projecto em relação aos objectivos propostos e medição do impacto
B.  Auditoria das metodologias e resultados (objectivos, eficiência, eficácia, sustentabilidade)
C.  Auditoria financeira assegurando o cumprimento do orçamento
D.  Relatório para os doadores e partes envolvidas, extracção de lições aprendidas e notas de como aplicar em
projectos futuros
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “O COMPL
EXO
IMPACTOS ESPERAD
OS TEM TALENTO” DESCOBERTA DE NOVOS TALENTOS NA FAVELA
EXPOSIÇÃO MEDIÁTICA DAS QUALIDADES DA FAVELA
ACOMPANHAMENTO INTEGRADO ÀS FAMILIAS DOS TALENTOS SELECCIONADOS
IIIIII\II 15 a 30 famílias - reestruturar as famílias dos “talentos”, actuando com um Plano de Ação Familiar
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “DESPORT
O NO
COMPLEXO” SECTOR DE INTERVENÇÃO
Desporto
APLICAÇÃO Local e Transversal
ÁREA DE INTERVENÇÃO
BENEFICIÁRIOS
Desporto no
Complexo
• Inovação Social
• Intervenção Social
Crianças e Jovens
Objectivo
Capacitação, formação desportiva (futevolei, volei e artes marciais) e assistência social a crianças,
jovens e famílias
Resultados Esperados
1. 
2. 
3. 
4. 
5. 
Desenvolvimento do Plano
Apoio na melhoria das infra-estruturas desportivas
Contratação, capacitação e formação da equipa de treinadores e assistentes sociais
Implementação do Projecto
Monitorização e Avaliação do Projecto
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “DESPORT
O NO
COMPLEXO” Resultados Esperados e actividades (1 - 5)
• R1 Desenvolvimento do Plano do Plano
A.  Identificação de todos os stakeholders (equipas de futevolei, volei e artes marciais, ONG´s, outros)
B.  Reuniões com Stakeholders
C.  Benchmarking de melhores praticas e metodologias de manuais já existentes com o mesmo efeito
D.  Identificação dos Job Profiles da equipa de treinadores e assistentes sociais
E.  Elaboração do documento do Plano (adaptação final: objectivos, resultados, actividades, indicadores,
cronograma, etc…) • R2 Apoio na melhoria das infra-estruturas desportivas
A. Identificação das necessidades de melhoria B. Elaboração de programa de investimento e manutenção das infra-estruturas
C. Implementação das reabilitações desportivas
• R3 Contratação, capacitação e formação da equipa de treinadores e assistentes sociais
A. Entrevistas e contratação da equipa
B. Capacitação e formação da equipa • R4 Implementação do Projecto
A. Captação das equipas e realização e testes de aptidão física. Análise de enquadramento familiar
B. Implementação dos treinos, competições e acompanhamento familiar aos jogadores
C. Acompanhamento e monitorização das actividades e resultados para melhorias a curto prazo
D. Acção de visibilidade (produção de vídeo de acompanhamento)
E. Criação de material promocional (de acordo com os patrocinadores) e divulgação dos primeiros resultados • R5 Monitorização e avaliação do projecto
A. Avaliação do projecto em relação aos objectivos propostos e medição do impacte
B. Auditoria das metodologias e resultados (objectivos, eficiência, eficácia, sustentabilidade)
C. Auditoria financeira assegurando o cumprimento do orçamento
D. Relatório para os doadores e partes envolvidas, extracção de lições aprendidas e notas de como aplicar em projectos
futuros
INTERVENÇÃO P
ROJECTO “DESPORT
O NO
IMPACTOS ESPERAD
OS COMPLEXO” I\I EQUIPAS DE FUTEBOL COM TALENTO E CONSCIÊNCIA I\I
I\I EQUIPAS DE FUTEVOLEY I\I
I\I AULAS DE ARTES MARCIAIS POR ESCALÃOI\I
ACOMPANHAMENTO INTEGRADO ÀS FAMILIAS E DAS CRIANÇAS E JOVENS DAS EQUIPAS
IIIIII\II 30 famílias – apoio à estruturação as famílias actuando com um Plano de Ação Familiar
INTERVENÇÃO P
REPARAÇÃO DE PRO
JECTOS DE INOVAÇÃ
O
SECTOR DE INTERVENÇÃO
SOCIAL Cultura, Educação e Saúde
APLICAÇÃO
Transversal
ÁREA DE
INTERVENÇÃO
• Investigação &
Desenvolvimento
BENEFICIÁRIOS
Crianças, Jovens e Mães
Líderes Comunitários
Comunidade em Geral
Organizações Sociais
Inovação
Social no
Complexo
• Voluntariado
• Educação Social e
Cidadania
Objectivo
Identificação e Desenho de projectos de inovação social na área da cultura, educação e saúde
destinados a crianças, jovens e mães, líderes comunitários, comunidade em geral e organizações
sociais
Resultados Esperados
R1
R2
R3
R4
R5
-
Identificação de Mercado e de Oportunidades
Identificação de Necessidades
Estudo de Viabilidade
Formulação do Projecto Engenharia Financeira
INTERVENÇÃO P
REPARAÇÃO DE PRO
JECTOS DE INOVAÇÃ
O
SOCIAL Resultados Esperados e actividades (1 - 5)
• R1 - Identificação de Mercado e de Oportunidades (trabalho de escritório)
A.  Identificar e definir as necessidades sociais/I&D
B.  Identificar o mercado (parceiros sociais, técnicos e financeiros)
C.  Identificar e definir do modelo de envolvimento com os colaboradores e voluntários
D.  Analisar as necessidades de implementação do programa (logística, produção, etc)
E.  Estimativas de custos iniciais
• R2 - Identificação das Necessidades (trabalho de terreno)
A. Análise das necessidades e interesses nacionais e locais (organizações públicas, sociais e privadas) B. Estabelecimento de relações com as entidades e beneficiários C. Envolver os parceiros sociais e os beneficiários locais
D. Relatório de recomendação de projeto
• R3 - Estudo de Viabilidade
A. Preparação do Projecto (Objectivos, resultados e actividades)
B. Detalhe do funcionamento do modelo C. Identificação e acordo com os parceiros na implementação D. Estudos de viabilidade técnica, social, ambiental e análise de financiamentos INTERVENÇÃO P
REPARAÇÃO DE PRO
JECTOS DE INOVAÇÃ
O
SOCIAL Resultados Esperados e actividades (4 - 5)
• R4 - Formulação dos Projectos
A. Validar relevância e viabilidade (envolvimento dos parceiros sociais e beneficiários)
B. Finalizar a solução do projecto (participação da comunidade)
C. Desenvolver um plano operacional (participação da comunidade ou beneficiários locais)
D. Detalhar os requisitos financeiros
E. Criar um quadro de logística
F. Formalizar a contratação de parceiros e estabelecimento de compromissos
G. Estabelecer objectivos e indicadores a serem monitorizados
• R5 - Engenharia Financeira
A. Estratégia de financiamento
B. Identificação dos doadores C. Desenvolvimento da proposta de valor
D. Apresentação a doadores
E. Negociação
INTERVENÇÃO P
REPARAÇÃO DE PRO
JECTOS DE INOVAÇÃ
OS IMPA
O
CTOS ESPERADOS “DOCUMENTÁRIO COMPLEXO II” – novo documentário sobre o Complexo “CDI – COMITÉ DE DEMOCRATIZAÇÃO INFORMÁTICA” -­‐ projecto de combate a infoexclusão e educação para a cidadania pelas tecnologias SOCIAL “ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA” -­‐ Implementação de Plano de Acção Familiar ANÁLISE DA INTEGRAÇÃO DE PROJECTOS DE SUCESSO NO COMPLEXO “ORQUESTRA INFANTO-­‐JUVENIL NO COMPLEXO” -­‐ criação e formação da orquestra COMUNITY AND INDIVIDUAL DEVELOPMENT ASSOCIATION”, -­‐ incubação de um projecto de universidade informal para bairros pobres INTERVENSÃO ATRAVÉS DE INOVAÇÃO SOCIAL
IIIIII\II Análise de necessidades realizada
IIIIII\II Estudo de viabilidade para verificar se o projecto proposto está fundamentado e é susceptível de satisfazer as necessidades
dos seus grupos-alvo / beneficiários
IIIIII\II Estudo de caso para fundamentação da proposta de financiamento à implementação do projeto
IIIIII\II Rede de parceiros estabelecida e comprometida
IIIIII\II Parceiros Sociais e beneficiários envolvidos no programa de apoio
INTERVENÇÃO P
ROJECTOS FASE I -­‐ C
ULTURA Plano Operacional M1
M6
M12
M18
M24
O Complexo tem Talento R1
Desenv. do Plano R2
Ident., envolv. e Capac. … R3
Prep. dos temas, manuais… R4
Elaboração do Evento R5
Monit. e avaliação do projecto Relatório
Na Tela com o Complexo R1
Desenv. do Plano R2
Ident., envolv. e Capac. … R3
Prep. dos temas, manuais… R4
Com. e implem. do projecto R5
Monit. e avaliação do projecto Relatório
INTERVENÇÃO P
ROJECTOS FASE I -­‐ C
ULTURA Plano Operacional M1
M6
M12
M18
M24
Desporto no Complexo R1
Desenv. do Plano R2
Apoio na melhoria das infra. R3
Cont., capac. e form. da equipa R4
Implementação do Projecto R5
Monit. e avaliação do projecto Relatório
Inovação Social R1
Ideneficação de Mercado R2
Ideneficação de Necessidades R3
Estudo de Viabilidade R4
Formulação do Projecto e Objecevos R5
Engenharia Financeira Relatório
INTERVENÇÃO IN
DICADORES E ORÇA
MENTO DOS PROJE
CTOS Na Tela com
o Complexo
N.º Pessoas locais contratadas
N.º Voluntários locais
N.º Espetáculos de Visionamento de Cinema
N.º Espectadores Locais
Filme documentário
DVD do Programa
N.º Campanhas de Sensibilização
Relatórios de Avaliação
Preparação novos projectos
Valor Total/Beneficiários Directos
Valor Total/Beneficiários (Directos +
Indirectos)
Valor RH/mês
Valor Total/ mês
Valor Total
IIIIII\II Orçamentos detalhados em anexo
13 300 12
6 000 1 1 12 1 1 R$ 1 719,62 R$ 85,26 R$ 2 421,60 R$ 89 706,75 R$ 538 240,50 O Complexo
Tem Talento
N.º Talentos capacitados N.º de Pessoas Assistidas Socialmente N.º Pessoas locais contratadas N.º Voluntários locais N.º Espectadores Locais N.º Campanhas de Sensibilização
Estimativa de Espectadores media
(audiências) Filme documentário CD de Musica DVD do Programa N.º Programas de TV Relatórios de Avaliação Preparação novos projectos Valor Total/Beneficiários Directos Valor Total/Beneficiários (Directos +
Indirectos) Valor RH/mês Valor Total/ mês Valor Total 30 180 14 325 6 500 13 10 000 000 1 1 1 13 1 1 R$ 1 824,94 R$ 134,94 R$ 3 330,85 R$ 157 857,64 R$ 947 145,84 INTERVENÇÃO IN
DICADORES E ORÇA
MENTO DOS PROJE
CTOS Desporto no
Complexo
Inovação
Social
N.º Pessoas locais contratadas
2 N.º de Pessoas Assistidas (através dos projectos)
N.º Voluntários locais
N.º Pessoas locais contratadas
N.º de Pessoas Assistidas N.º Voluntários locais
N.º Espectadores Locais
Filme documentário
DVD do Programa
N.º Campanhas de Sensibilização
Relatórios de Avaliação
Preparação novos projectos
Valor Total/Beneficiários Directos
Valor Total/Beneficiários (Directos +
Indirectos)
Valor RH/mês
Valor Total/ mês
Valor Total
17 1080
180 6 000 1 1 8
1 Valor Total/Beneficiários Directos
Valor Total/ mês
Valor Total
1 R$ 1 352,45 1 3 R$ 1 796 815,17 R$ 128,34 Valor Total/Beneficiários (Directos + Indirectos)
R$ 5,13 R$ 392,90 R$ 64 171,97 R$ 256 687,88 Documentário
O Complexo II
R$ 600,31 R$ 2 078,67 R$ 95 948,76 R$ 1 727 077,67 N.º Pessoas locais contratadas
N.º Voluntários locais
Preparação novos projectos
Documentário + DVD
Valor RH/mês
Valor Total/ mês
Valor Total
IIIIII\II Orçamentos detalhados em anexo
25 Relatórios de Avaliação
Preparação novos projectos
Valor previsto da Angariação de Financiamentos
através da elaboração de projectos novos
Valor RH/mês
20 000
6 50
3 1
R$ 1 857,50 R$ 42 821,34 R$ 256 687,88 IINNTERVENÇÃO DIC
ADORES E ORÇAME
NTO DOS PROJECTO
S Na Tela com
o Complexo
N.º Talentos capacitados
N.º de Pessoas Assistidas Socialmente
N.º de Pessoas Assistidas (através de
projectos futuros)
O Complexo
Tem Talento
30 1260
Inovação
Social
IIIIII\II Orçamentos detalhados em anexo
Relatórios de Avaliação
Preparação novos projectos
N.º Pessoas locais contratadas
5 6 52
880 5 3 20 000
N.º Pessoas locais contratadas
N.º Voluntários locais
N.º Campanhas de Sensibilização
Filme documentário (curtas + longas)
CD de Musica
DVD do Programa/Projectos
N.º Programas de TV
N.º Espetáculos de Visionamento de Cinema
N.º Espectadores Locais
Desporto no
Complexo
52
880 33 4+1 1 4 13 12
18 500 N.º Voluntários locais
Relatórios de Avaliação
Preparação novos projectos
Valor previsto da Angariação de Financiamentos
através da elaboração de projectos novos
Valor Total/Beneficiários Directos
Valor Total/Beneficiários (Directos + Indirectos)
Valor RH/mês
Valor Total/ mês
Valor Total
R$ 4 521 517,52 R$ 2 920,88 R$ 1 145,27 R$ 1 158,41 R$ 156 997,14 R$ 3 767 931,27 Documentário
O Complexo II
ÍNDICE 01| Quem Somos
02| Contexto
03 | O que já fizemos
04| O Projecto
05| Os Parceiros
PARCEIROS 03 |Modelo Operacional
PARCEIROS E ENVO
LV
IMENTO TIPO DE PARCEIRO PAPEL FORMAS DE
ALAVANCAGEM PROMOTORES
•  Concretização de projectos
em contexto social/técnico
• Produzir , desenvolver e
implementar soluções dos
projectos
• Alavancar recursos para a
implementação de projectos
• Alavancar recursos técnicos
e humanos
• Promover intercâmbios
• Complementaridade e
potenciação de projectos
PARCEIROS SOCIAIS E
TÉCNICOS • Apoio na concretização de
projectos em contexto
social/técnico
• Co-produzir , desenvolver e
implementar soluções dos
projectos
• Partilhar recursos para a
implementação de projectos
• Partilhar recursos técnicos e
humanos
• Promover intercâmbios
• Complementaridade e
potenciação de projectos
GOVERNOS E OUTRAS
ORGANIZAÇÕES LOCAIS • Facilitar ou aliviar bloqueios
na execução dos projectos
• Fornecer financiamento e
suporte para iniciativas
sociais • Envolvimento na construção
e desenvolvimento de
soluções melhores e mais
rentáveis • Obtenção de créditos pelos
benefícios causados à
população-alvo • Providenciar o suporte
financeiro para co-fundar
os projectos sociais • Associar cada entidade a
um programa ou projecto
específico • Uma fonte de ideias, um
parceiro constante e fiável
• Retorno do investimento
mensurável FINANCIADORES
(NÃO PARCEIROS) VANTAGENS PARA
PARCEIROS PARCEIROS 03 |Modelo Operacional
CADEIA DE VALOR D
Identificação
OS PARCEIROS PRIN
CIPAIS Desenho
Desenho
(identificação
de
financiamento)
Desenho
(Angariação de
fundos)
PROMOTORES
PARCEIROS
SOCIAIS E
TÉCNICOS
GOVERNOS E
ORGANIZAÇÕES
LOCAIS
FINANCIADORES
(NÃO PARCEIROS)
Por inteiro Em parte
Não participa
Implementação
Avaliação
PARCEIROS 03 |Modelo Operacional
PARCEIROS PRINCIP
A
PROMOTORES
IS PARCEIROS
SOCIAIS E
TÉCNICOS
RAÍZES EM
MOVIMENTO
PÉ NO CHÃO
Organizações
GOVERNOS E
ORGANIZAÇÕES
LOCAIS
FINANCIADORES
(NÃO PARCEIROS)
Download

Ver apresentação do Proj. Complexo Alemão