Chapa Transparência
Quem Somos ?
Somos um grupo de atletas e também Pais de atletas, interessados em ver o desenvolvimento
do boliche no Brasil.
Muitos me conhecem pelo meu jeito explosivo de falar as coisas e principalmente por fazer
diversas cobranças à CBBOL. No entanto, durante todo esse período, a única coisa que
procurei fazer foi fazer com que a CBBOL fosse uma entidade transparente e beneficiasse
todos os seus atletas, o que infelizmente várias vezes não consegui por omissão da atual
Diretoria.
Acredito que a CBBOL precisa ser administrada por um GRUPO coeso que busque sempre a
transparência e a verdade. Descobri nesses últimos dois anos, organizando o Pan-americano
2007 e a delegação feminina que participou do 1º Campeonato Pan-americano Feminino no
Chile que mais importante do que dinheiro, é a organização.
Trabalhei junto com o José Eduardo Castro (Careca) no Pan 2007 e sem nenhuma verba da
CBBOL, conseguimos realizar um evento que teve um custo de R$ 45.000,00 , isso claro sem
contar o espaço que foi gentilmente cedido. Conseguimos esse dinheiro junto à iniciativa
privada e realizamos um evento elogiado por todos. Apesar do evento ter durado apenas 4
dias, foram 9 meses de planejamento e organização. Realizamos um evento impecável em
todo os sentidos.
No Panamericano do Chile, apesar de não termos qualquer ajuda de custo, viajamos com uma
equipe completa, uniformizada e todas viajando no mesmo vôo, além de termos apresentado
um relatório final, fato único na atual gestão da CBBOL. Para isso, só precisamos um pouco de
organização, dedicação e compromisso.
Fora do Boliche, sou administradora formada nos Estados Unidos e hoje trabalho na gestão
administrativa-financeira da Organização Hélio Alonso de Educação e Cultura, mantenedora da
maior faculdade de comunicação social do Brasil –Faculdades Integradas Hélio Alonso. Além
disso, presto consultoria para 3 outras Instituições de Ensino Superior em diversos locais do
Brasil, o que me leva à Brasília pelo menos uma vez por mês.
Escolhi como Vice Presidente para a chapa Transparência, Roberto Rodrigues, Engenheiro e
Empresário, além de ter sido o fundador e 1º Presidente do Clube Friends. Como Presidente do
Friends, Roberto comprovou que é possível a obtenção de apoio da iniciativa privada no nosso
esporte, tendo realizado a 1ª Taça Friends com premiação em dinheiro e também com vários
prêmios em mercadoria para os primeiros colocados.
Nossa Proposta de Trabalho
Apesar de acharmos que tanto o Estatuto quanto o Normabol merecem um revisão total,
nesse primeiro momento queremos que os mesmos sejam divulgados e cumpridos.
Queremos uma Diretoria Participativa e Transparente, logo, além das obrigações estatutária,
pretendemos implantar os seguintes itens:
1. Diretoria Financeira : Será ocupada pela Teresa Cristina Muelas, mais conhecida por
todos como Tininha. Queremos que a situação financeira da CBBOL seja conhecida por
todos os atletas e não apenas por um pequeno grupo. Assim sendo:
a. Pretendemos emitir relatórios financeiros até 20 dias após cada evento oficial
da CBBOL;
b. Apresentar balancetes anuais e publicá-los no site da CBBOL;
c. Tentar viabilizar uma forma de pagamento diferenciado para os atletas em
eventos da CBBOL de acordo com a sua base territorial.
2. Diretoria Técnica : Será ocupado pelo Fábio Rezende e auxiliado pelo Márcio Vieira e
Caco Cruz. Pretendemos além das obrigações estatutárias:
a. Manter os critérios definidos em 2008 para a formação das seleções
permanentes;
b. Definir e convocar com 60 dias de antecedência a seleção (incluindo 3 reservas
por categoria) que representará o País com prazos de confirmação de 15 dias
para os atletas. No ato da confirmação, o atleta deverá depositar o valor da
inscrição que será devolvida caso seja conseguido patrocínio. Caso o atleta
desista, esse valor não será devolvido;
c. Criar um plano de trabalho e treinamento para as seleções permanentes onde
os atletas possam treinar em seu próprio domicílio seguindo orientações da
Comissão Técnica;
d. Enviar para os atletas convocados para um evento internacional, tão logo seja
definido o pattern de condicionamento, uma explicação técnica sobre o
pattern, sua mudança e sugestões de treinamento.
e. Criar um cadastro de todos os boliches aptos a receber eventos da CBBOL com
informações relevantes de tempo de uso, material de limpeza, máquina de
condicionamento, tipo de óleo/gel utilizado para que seja definido com
antecedência, o condicionamento adequado para cada centro de boliche.
f. Definir com no mínimo 30 dias de antecedência e baseado nas informações
acima, o padrão a ser utilizado nos eventos da CBBOL.
3. Diretoria de Comunicação e Marketing: Cargo que será ocupado pelo Ubirajara
Teodoro, mais conhecido como Bira e administrador do maior site de boliche do Brasil.
Nossa meta para essa Diretoria é:
a. Reformular o site da CBBOL garantindo que esteja sempre atualizado, onde os
atletas Brasileiros possam obter informações sobre eventos, regras, resultados
e informações oficiais da Confederação Brasileira de Boliche.
b. Criar um newsletter bi-mensal com informações relevantes da nossa gestão.
4. Diretoria Administrativa: Cargo que será ocupado pela Dayse Silva, nossa
representante do Norte/Nordeste na nossa administração. Urgentemente precisamos
das seguintes medidas:
a. Atualização e Manutenção do cadastro de atletas da CBBOL;
b. Confecção, junto com a Diretoria Técnica, dos Regulamentos de Todos os
Campeonatos Brasileiros organizados pela CBBOL.
5. Diretoria Jurídica: Cargo ainda sem definição de nome.
Finalmente, deixamos aqui em aberto a possibilidade da criação da vaga do Secretário Geral da
CBBOL, que trabalharia em conjunto com a Diretoria Financeira e Administrativa durante a
nossa gestão. No entanto, esse cargo só seria criado caso o Luiz Afonso aceitasse ocupá-lo.
Independente dessa ações, temos outras que gostaríamos de compartilhar com todos que são:
1. Apresentar até o Brasileiro Individual um Plano de Trabalho para o Desenvolvimento
do Boliche para o período 2010-2011;
2. Tradução e disponibilização no site das regras gerais do Boliche;
3. Divulgação e manutenção dos calendários nacionais e internacionais até o início de
Dezembro de cada ano;
4. Criação de relatórios que deverão ser apresentados pelas delegações que
representarem o Brasil em qualquer evento;
5. Criar um código de ético e Termo de Compromisso obrigatório para os Atletas que
representarão o Brasil em qualquer evento internacional.
6. Maior aproximação com os Estados Unidos procurando promover uma integração
técnica entre nós.
7. Maior aproximação com o Comitê Olímpico Brasileiro, não só na busca de patrocínio,
uniformes, mas também na busca do conhecimento técnico e de gestão.
8. Buscar fomento financeiro da iniciativa privada para o nosso esporte.
Algumas das idéias que discutia com o Luiz Afonso como consulta entre as Federações
regularizadas mas a realização dos eventos da CBBOL são idéias viáveis e que merecem a
devida atenção , mas só a partir de 2010, pois com a divulgação do calendário da CBBOL 2009,
alterar a regra com o jogo já começado, seria uma injustiça.
Essas são as nossas propostas básicas. O mais importante é que queremos criar uma gestão
participativa e transparente, mudar o rumo do nosso esporte pois com certeza existe uma
insatisfação geral entre os atletas e como já provamos anteriormente, dinheiro não é tudo:
Com organização se consegue muito mais coisa do que o dinheiro consegue comprar. Agora
falta de dinheiro e desorganização, resulta na atual situação que a CBBOL se encontra.
Não podemos deixar que o descaso da Presidência da CBBOL com os seus atletas se repita em
2009 e pior, por mais 4 anos ainda.
Não podemos deixar que o Boliche fique de fora da próxima Olimpíada Master por não termos
entregue no prazo solicitado o orçamento e a documentação necessária para fazermos parte.
Não podemos deixar que os nossos atletas percam a chance de participar do World Ranking
por não termos enviado no prazo concedido, o resultado do Campeonato Brasileiro Individual,
apesar dos mesmos terem pago para participar.
Não podemos deixar que as nossas delegações, principalmente a juvenil, chegue para disputar
um Campeonato Mundial e descubra que o Brasil está inelegível por falta de pagamento das
taxas internacionais.
Não podemos deixar que as nossas delegações viajem contando em receber o dinheiro
prometido, e durante a viagem, descubram que foi apenas uma promessa.
Esses fatos parecem banalidades, mas infelizmente todos esses itens são espelho da realidade
que aconteceu em um passado bem recente que não podemos deixar que se repitam.
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