maio | 2011 | Ano VIII | nº 78
Informativo mensal para os EMPREGADOS da cemig
Oportunidades que
fazem crescer
Mais segurança para os empregados
boas ideias no vale do aço
pirapora e a história de minas
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04
10
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POnto a ponto
Energia mais segura
especial
Oportunidades para todos
ser sustentável
Mais próximos
Boas ideias
Melhorias no Vale do Aço
Instrução de Procedimento visa a
redução de acidentes com empregados
Programa de Gestão Sucessória
reposiciona talentos na Empresa
Projeto de Representatividade garante melhor atendimento presencial
Aprimoramento no uso do GPS otimiza
trabalho em Ipatinga e região
05
09
Meu trabalho
Como é feito o planejamento ocupacional
turismo
Pirapora: um porto na história de Minas
05
10
Gestão
Integração garante eficiência nos processos
segurança da informação
O espião invisível
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Memória
Igarapé: primeira usina térmica da Cemig
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Gente Nossa
Sempre pronta para festejar
08
energia vital
Eletricista ultramaratonista
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Informativo mensal para os empregados da Cemig
Redação:
Fotos:
Editado pela Superintendência de Comunicação
Roosevelt Rodrigo, Henry Bernardo, Cibele
Ronaldo Guimarães, Eugênio Paccelli
Empresarial (CE) – Correspondência interna:
Andrade, Tatiane Procópio, Raphael Jardim, Ana
e colaboradores
SA/19/B2 – Fone: (31) 3506 2047 / 7334
Editor Responsável:
João Batista Pereira - Reg. No 6159 – SJPMG
Luiza Albuquerque, Jonatas Andrade e Adelle
Soares
Coordenação de edição:
Apoio:
Terezinha Crêspo de Rezende, Paulo Tarso Rezende
Comitê de Comunição da Cemig
Tobias, Ana Luíza Albuquerque e Raphael Jardim
Ilustração:
Weisvisthértini Barbosa e Henry Bernardo
Revisão e diagramação:
Interface Comunicação Empresarial
Impressão: Gráfica 101
Tiragem: 10 mil exemplares
Filiado à:
Da Redação
Caminho para o sucesso
EDITORIA
Compromisso com a qualidade
Uma empresa é feita de processos, estratégias, ideias, proje-
Um exemplo de comprometimento com a qualidade.
Rafael Alves de Araújo Castilho, técnico em sistemas de qualidade da Gerência de Coordenação da
Transmissão (MT/CT), foi destaque entre os examinadores do Prêmio Mineiro na Qualidade (PNQ) –
Vale do Aço. O reconhecimento foi feito no evento
“Encontro de Examinadores e Avaliadores do Prêmio
Mineiro da Qualidade”, realizado no início de maio.
tos. Mas, acima de tudo, uma empresa é feita de pessoas. São
elas que colocam em prática o conhecimento da organização,
planejam, executam, geram resultados, que possibilitam à empresa traçar metas cada vez mais ousadas e cumprir, de forma
sustentável, os desafios propostos.
A Cemig busca profissionais que estejam atentos ao mercado, mas também ao seu próprio desenvolvimento e conscientes de seu papel dentro da organização. Neste mês de maio,
II FIT
em que a Cemig completa 59 anos, o Energia da Gente traz
O II Fórum de Inovação e Tecnologia é uma iniciativa
da Cemig que reúne profissionais e pesquisadores
das áreas de inovação e tecnologia do setor elétrico.
O objetivo é apresentar projetos e pesquisas, além
de ser uma oportunidade para trocar conhecimentos
e debater temas estratégicos do setor. No encontro, os participantes podem conhecer as linhas de
pesquisas da Cemig e demais empresas do Grupo
como Light, Taesa e TBE. A segunda edição do evento acontece entre os dias 30 de maio e 1º de junho,
no edifício-sede.
uma matéria que evidencia a preocupação da Empresa em
oferecer oportunidades para o desenvolvimento de sua força
de trabalho, à medida em que ela própria cresce e diversifica
seus negócios.
Essas oportunidades são garantidas pela Política de Recursos
Humanos, que reconhece nos empregados pessoas essenciais
para o cumprimento da missão da Empresa. É por meio dela
que a Cemig promove a capacitação contínua de seus empregados, procura valorizar os talentos existentes e oferece uma
estrutura de mobilidade interna favorável àqueles que desejam
Comercialização de energia a partir do lixo
A Cemig já comercializa a energia gerada por meio
do biogás, produzido pela decomposição do lixo e
composto por metano (CH4) e gás carbônico (CO2).
O contrato de compra de energia elétrica incentivada
— fonte alternativa — foi firmado com o Consórcio
Horizonte Asja, grupo italiano líder em seu país na
produção de energia por meio de fontes renováveis.
Durante o contrato, que vai até 2014, a Cemig receberá anualmente 4,9 MW médios.
assumir cargos gerenciais ou crescer em suas carreiras.
Conheça, nesta edição, história de colegas que aproveitaram
as oportunidades para atingir seus objetivos profissionais,
crescer junto com a Empresa e por meio dela.
MAIO |
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A E A HISTÓTÓRIA DE
PIRAPO
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RIA DE MIMI
HISTÓRIA DE
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MINASNANA
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onto a ponto
Por uma energia mais segura
A Instrução de Procedimento 8.3 - Responsabilizações e Penalidades pelo Descumprimento da Política de Segurança, Saúde e Bem-Estar foi aprovada no
dia 12 de abril, pela Diretoria Executiva. O objetivo
é reduzir o número de acidentes com empregados
próprios e contratados que prestam serviços para a
Cemig. O gerente de Segurança do Trabalho, Saúde
e Bem-Estar (RH/ST), João José Magalhães Soares,
explica a importância da unificação das responsabilidades e penalidades em uma só instrução e os benefícios de sua aplicação de forma consistente em
toda a Empresa.
Energia da Gente - Quais assuntos são abordados na IP 8.3?
João José - Trata-se de uma instrução criada para organizar todas
as responsabilidades existentes internamente ou na legislação,
sejam da Empresa ou dos empregados e, independente do nível
hierárquico. O principal objetivo é dar ciência aos empregados
sobre a correta condução do tema Saúde, Segurança Ocupacional e Bem-Estar (SSO&BE) na Cemig. Um dos pontos mais
importantes da IP é a determinação de que, sempre que houver
qualquer anormalidade, o empregado somente poderá retornar
às suas atividades após passar por um processo de reciclagem
em relação ao item não cumprido.
EG - Quais são os objetivos da IP?
JJ - Criar uma cultura forte de responsabilização para os empregados que não cumprirem as normas e procedimentos de
SSO&BE. A ideia é que eles saibam claramente de suas responsabilidades, conforme previsto na legislação brasileira e
nas normas internas da Cemig. Quando falamos em responsabilização, damos aos empregados a correta orientação e, ainda,
informamos a todos que o tema deve ser tratado de forma
consciente e profissional.
EG - Qual a importância da IP e quais benefícios a instrução trará para
a Cemig?
JJ - A importância está associada à execução correta de todos
os itens relacionados a SSO&BE. Trata-se de uma mensagem
da Empresa para todos os empregados de que o tema está em
primeiro lugar, conforme já previsto na Política de Segurança no
Trabalho, Saúde e Bem-Estar da Cemig. Esperamos que a IP
auxilie na formação de uma cultura de segurança cada vez mais
forte e associada aos objetivos da Empresa.
EG - Qual a contribuição da IP para a estratégia da Empresa?
JJ - Para uma empresa crescer e se manter de forma sustentável, dentro do previsto em seu Plano Diretor, é necessário que
todos os empregados estejam seguros e saudáveis. É importante que tenhamos ainda uma base forte e sólida, capaz de superar todos os desafios de mercado que a nossa Empresa está e
estará exposta até 2020. Além disso, as ocorrências relacionadas a SSO&BE, atuais e nos anos anteriores, estão em destaque
em todos os fóruns de discussão nacionais. Para que possamos
ter a melhor energia do Brasil, precisamos ter também a energia
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mais segura para todos os envolvidos no processo, tanto Empresa, quanto empregados, acionistas, sociedade, governo, ou
seja, todos os stakeholders (públicos de interesse).
EG - Qual o histórico de elaboração da Instrução?
JJ - Existem relatos de pedidos anteriores ao ano 2000 para
que fosse elaborada uma política de consequências na Empresa. Desde então, o tema vem sendo tratado. Com a Pesquisa
de Clima do ciclo 2007/2009, foi criado um plano de ação corporativo, e nele foi incluída a necessidade de implantação de
uma política com essa finalidade. Todas as responsabilizações
constantes na IP já existiam e eram destacadas em outros documentos internos e na legislação existente. Em função disso,
tentamos, nos últimos anos, dar ciência aos empregados da
existência dos itens, por meio de circulares e comunicados. Porém, como o tema em alguns casos era tratado de maneira diferente pelos diversos públicos da Empresa, decidimos unificar
as responsabilizações de forma a não haver diferenças para as
mesmas irregularidades apuradas em locais distintos. A instrução já vigora e a aplicação das medidas técnico-administrativas
vale a partir do dia 1º de setembro. Entretanto, enquanto as
medidas não começarem a ser aplicadas, valerão todas as regras e instruções já existentes na Empresa. Não teremos um
período em que não haverá a responsabilização, mas um momento de ajuste para os novos critérios.
Tudo em seu lugar
Tudo no lugar, adequado conforme padrões de organização e
harmonia de ambiente. O trabalho de planejamento e implantação ocupacional da Superintendência de Logística e Infraestrutura (LI) é realizado levando em consideração vários fatores,
dentre eles a própria cultura da Cemig.
Alessandra Pinheiro Saraiva Carvalho, coordenadora da equipe de
projeto arquitetônico da Gerência de Infraestrutura Administrativa
(LI/IA), explica que essa atividade está relacionada ao desenvolvimento de trabalhos que se referem ao espaço físico, incluindo
tanto projetos de layout, como ambientação — projetos de reforma, requalificação e revitalização. O planejamento ocupacional da
Cemig visa a elaboração de projetos que priorizam organização,
intercomunicação de equipes e integração dos espaços.
meu trabalh
O
principal desafio. Hoje, o que observamos é que a ausência de
condições de trabalho adequadas interferem diretamente nessa
produtividade e de forma negativa”, diz.
Além dos profissionais que compõem a equipe da LI/IA (administradores, engenheiros, arquitetos, técnicos, montadores e
carregadores), a Superintendência de Tecnologia e Informação
(TI) e a Superintendência de Telecomunicações (TC) também trabalham como parceiras nesse contexto, dando o suporte necessário para que as mudanças ocorram da melhor maneira possível
para todos.
Segundo Alessandra, antes de qualquer mudança, vários estudos são realizados. São feitas pesquisas sobre ambientes corporativos e observadas as tendências de modernização, mobiliário,
acabamentos e layouts. Acrescenta-se a isso, a cultura da Cemig. “Hoje, já sabemos o que ‘cabe ou não’ na Cemig. Podemos
inovar, mas respeitamos traços desta cultura, a fim de garantir a
satisfação dos usuários no fim do processo”, afirma.
Toda essa análise, explica Alessandra, é importante para os resultados da Empresa. Muito mais que um recurso estético e
decorativo, voltado para a composição de leiaute dos postos de
trabalho, a arquitetura corporativa tem um papel fundamental no
planejamento e nos resultados da organização. “A criação de espaços funcionais, adaptados às necessidades de agilidade nos
processos, comunicação eficaz e alta produtividade, é o nosso
Alessandra Pinheiro Carvalho, da LI/LA, destaca que a cultura da
empresa influencia o planejamento dos ambientes de trabalho
Integração garante eficiência nos processos
Várias cabeças pensando juntas dão mais resultados. Esse dito
popular é reforçado pela Rede de Integração. A iniciativa, que
teve início em meados de 2009, após a reestruturação da Diretoria de Distribuição e Comercialização (DDC), proporciona eficácia
no atendimento ao cliente, na solução de problemas e nos processos e áreas da diretoria que funcionam de maneira integrada.
As Redes de Integração são encontros que acontecem mensalmente com a participação de representantes de todos os
processos que atuam nas principais cidades do Estado e municípios vizinhos. Elas surgiram com o intuito de alinhar pessoas, processos e iniciativas, para atender às necessidades
e expectativas dos clientes das diversas áreas e facilitar o alcance dos objetivos globais da Empresa. Além disso, as redes
visam identificar líderes nos processos e gerências que favoreçam o funcionamento integrado e harmônico da diretoria.
Ao todo, são 16 Redes de Integração, que discutem problemas
e apresentam soluções para as atividades realizadas no dia a
gestã
O
dia, como atendimento ao cliente, atraso de obras, problemas
operativos, entre outros. As reuniões realizadas por essas redes solucionam cerca de 80% das ocorrências.
A 16ª equipe, que se reúne na capital mineira, forma a Rede
de Integração Central (RIC). Na RIC, 4% das dificuldades
que não puderam ser resolvidas em outras esferas são discutidas por gerentes e representantes das superintendências. Caso ainda não haja solução para a demanda, os superintendentes e, caso necessário, o diretor, também são
envolvidos no processo. Apenas 1% dos problemas é levado
à alta direção.
Conforme Helder Lara Ferreira, gerente de Coordenação Técnica da Distribuição (CD/CT), um dos grandes ganhos com a
Rede de Integração foi a oportunidade de discutir os problemas
com visão sistêmica e avaliados sob vários ângulos. “Isso permite melhores soluções para a Empresa como um todo, com
olhar estratégico e integrado”, afirma.
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E
SPECIAL
Pessoas que compreendem a estratégia, atuam de forma alinhada para o alcance das metas e que são capazes de gerar
resultados por meio de suas equipes. Esses são os atributos
que a Cemig espera de seus líderes para garantir o crescimento
sustentável de seus negócios.
Criado em 2007, o Programa de Gestão Sucessória é uma ferramenta para seleção e capacitação de empregados para a reposição de posições-chave na Empresa, observando as previsões de
desligamentos e necessidades de preenchimento de cargos gerenciais nos novos negócios da Empresa. Além de contribuir para
que não haja descontinuidade na gestão do negócio, o programa
procura alinhar a evolução da carreira dos empregados às demandas e aos desafios estratégicos da Cemig, garantindo ganhos
significativos tanto para a Empresa quanto para o empregado.
“Com o crescimento da Empresa e as novas estratégias de longo prazo, o processo de sucessão na Cemig se tornou ainda
mais importante. Então, a partir da visão de longo prazo e do entendimento das demandas necessárias para alcançar essa visão,
são definidas ações de capacitação para um grupo de potenciais
sucessores”, esclarece Ricardo Diniz Gomes, superintendente
de Recursos Humanos (RH).
Crescimento
Graduada em administração e turismo, Terezinha Crêspo de Rezende entrou na Cemig como secretária de uma das divisões
Uma empresa
da antiga Superintendência de Comunicação e Representação
Empresarial. Mais de 20 anos depois, agora com formação em
Comunicação Social, pós-graduação em Comunicação e Gestão
Empresarial e curso de Regulação e Negócios no Setor de Energia Elétrica, ela é superintendente de Comunicação Empresarial
(CE). Para alcançar o cargo, Terezinha participou do processo de
gestão sucessória em 2008, aberto especificamente para a CE, e
do programa de capacitação de lideranças, Trilhas da Liderança, na
Fundação Dom Cabral (FDC), oferecidos pela Cemig. “O fato de
passar por alguns cargos na Empresa contribuiu, e muito, para aumentar minha bagagem profissional, resultando ainda no melhor
posicionamento como gestora da comunicação integrada”, afirma.
Já o gerente de Serviços em Linha de Distribuição (SO/LD),
Evandro Lúcio de Oliveira, participou de dois processos de gestão sucessória na Empresa, nos ciclos de 2007 e 2010. Evandro
entrou para a Cemig em 1982 pelo concurso Cemig /Senai e seu
primeiro cargo foi na equipe de manutenção de subestações e
usinas em Pouso Alegre e Varginha. Em seguida, ele trabalhou
como operador de usina, auxiliar de engenharia e na área de
manutenção de linhas de transmissão e subestações, época em
que foi aprovado em concurso interno para trabalhar na RH. Em
2001, foi convidado a atuar com linhas, redes e subestações da
Distribuição e, em 2006, passou a ser líder de pólo na cidade de
Formiga. Em 2009, coordenou projetos do Programa de Eficiência Operacional em Belo Horizonte e, finalmente, em maio de
2011 foi designado gerente.
Carlos, Mauro e Tereza aproveitaram oportunidades oferecidads pela Empresa para crescer profissionalmente
06
de oportunidades
Evandro afirma que sempre teve o desejo de crescer na Cemig
e, após ter se formado no curso de engenharia, se engajou no
objetivo de alcançar a carreira gerencial. “Considero minha carreira um sucesso na Empresa. Isso se deve, além dos meus
esforços, comprometimento, dedicação e da graça de Deus,
também à ajuda da Empresa em reconhecer e dar a condição
de crescimento aos empregados que buscam por isso”, conta.
RH, que mede sua eficácia e efetividade por meio de indicadores do planejamento estratégico da Cemig.
Para os empregados que ocupam cargos do nível técnico-operacional existe possibilidade de crescimento tanto na mesma função, quanto em outra. “A empresa incentiva a formação profissional e acadêmica, através do Auxílio Educação, o que permite
ao empregado fazer um planejamento de carreira vislumbrando,
inclusive, a ascensão ao nível universitário através da Seleção
Interna”, explica Rogério Michetti Soares, analista de recursos
humanos da Gerência de Desenvolvimento Corporativo e Gestão de Talentos (RH/DG).
Mauro Marinho Campos planejou sua carreira na Cemig para alcançar seus objetivos pessoais e profissionais. Ele ingressou na
Empresa como aprendiz de eletricista, em 1989, e atualmente
é gerente das Centrais de Relacionamento com Clientes (RC/
CR). Mauro afirma que alcançar o cargo atual sempre esteve
em seus planos e, por esse motivo, sempre procurou direcionar
sua carreira com projetos e metas muito bem definidos. Segundo ele, além da estrutura interna da Empresa, sua colocação no
mercado e crescimento ao longo dos anos contribuem para o
desenvolvimento dos empregados. “Já somos mais de 68 negócios, com uma visão clara de futuro, uma missão condizente
com o que a sociedade espera de nós e com grandes desafios,
que nos impulsionam a seguir em frente”, afirma.
Evandro participou de dois processos de gestão sucessória
Como funciona
Os ciclos do programa acontecem a cada dois anos. Para a análise
das vagas disponíveis são levados em consideração fatores como
aposentadoria e desligamentos, mobilidade entre empregados e
o crescimento da Empresa. Para concorrer aos cargos de gerente,
gestor e superintendente, o empregado deve estar inserido no
Plano de Nível Universitário (PNU), ter perspectiva de desenvolvimento em sua carreira e bom histórico na avaliação de desempenho. Também são avaliados os cursos de pós-graduação, domínio
de línguas estrangeiras, experiências profissionais e as características pessoais dos candidatos às vagas disponíveis.
Após o mapeamento de possíveis sucessores, os classificados
participam de um programa de capacitação e desenvolvimento
de competências, desenvolvido em parceria com a Fundação
Dom Cabral, eleita a terceira melhor escola de negócio do mundo, segundo ranking divulgado pelo jornal britânico Financial Times este ano. O programa é constantemente monitorado pela
Oportunidades
A analista de recursos humanos da RH/DG, Maria Aparecida
Barbosa, chama atenção para o fato de o programa também
oferecer uma oportunidade para o desenvolvimento pessoal e
profissional dos empregados que participam, independente da
promoção. “Não necessariamente ele tem que ser gerente, é
uma oportunidade que é dada ao empregado para que ele se
desenvolva, uma oportunidade de crescimento”.
Evandro de Oliveira afirma que o aprendizado e o amadurecimento profissional oferecidos pela parceria da Cemig com a
FDC compensam a participação no programa. A opinião é compartilhada por Carlos Henrique Afonso, gestor da Gerência de Integração de Novos Empreendimento de Geração e Transmissão
(EP/IN), que fez parte do ciclo de 2008 e participa do atual ciclo.
“Os treinamentos da mais alta qualidade, direcionados ao desenvolvimento da carreira e aumento da visibilidade profissional
são os pontos que mais contribuem”, afirma.
Para Terezinha Rezende, o programa também contribui para a definição de um foco na carreira do empregado. “Eu não saberia dizer,
há anos atrás, o que exatamente eu procurava profissionalmente:
se era o aprendizado, o conhecimento, o prazer ou apenas a sobrevivência. Eu sabia que gostava das atividades desenvolvidas
por mim e da Empresa, mas não sabia por quê. Hoje eu sei. A
Cemig é uma empresa de oportunidades”, afirma Terezinha.
07
G
ente nossa
Sempre pronta para festejar
Uma mulher festeira, que gosta de reunir as pessoas e promover
momentos de confraternização. Cristina Brandão e Silva, técnica em
gestão administrativa da Gerência de Coordenação da Gestão de Geração e Transmissão (CG/CG), sempre gostou de organizar encontros.
Quando criança, Cristina começou espontaneamente a organizar
festinhas para os amigos de infância. Aos 18 anos passou a promover, todos os anos, uma festa junina que reunia colegas de faculdade
e da Cemig, amigos de infância, familiares e, como ela diz, “agregados de todos os lados”. Alguns anos depois, além da festa junina,
Cristina organizava, no início da primavera, a Festa Tropical que, em
2003, foi substituída pela Festa do Barango, uma festa brega.
Trabalhando na Diretoria de Geração e Transmissão (DGT) há 25
anos, dos quais 22 foram na Gerência de Planejamento Elétrico
(PO/PL), Cristina organizou por vários anos o Forró do 13 (referência
ao andar em que trabalhava no edifício-sede) e alguns passeios a Tiradentes e Serra do Cipó. Por oito anos, ela levou turmas para passar o carnaval em Diamantina. Atualmente, o destino dos grupos
formados por Cristina é Salvador que, segundo ela, tem o melhor
carnaval do Brasil.
E
Em janeiro deste ano, quando o Cruzeiro, seu time do coração, foi
reconhecido campeão brasileiro por ter vencido a Taça Brasil em
1966, ela procurou amigos cruzeirenses para organizar uma festa
comemorativa. Em poucos dias, o que ela conseguiu? A festa re-
NERGIA VITAL
Dirceu Lopes (centro), um dos ídolos de Cristina, compareeu
a um de seus eventos
cebeu destaque em uma matéria no canal de TV fechada SportTV,
além de contar com a presença de ídolos cruzeirenses como Piazza, Dirceu Lopes e Evaldo, campões da Taça Brasil em 1966. “Tive
a satisfação de estar ao lado de grandes ídolos e isso foi muito
bom”, afirma Cristina.
Depois de tantos encontros e reencontros organizados por Cristina,
ela afirma que seus amigos de diferentes círculos sociais hoje formam
um só grupo. Apesar do sucesso das festas e reuniões, ela afirma não
ter a intenção de se profissionalizar. “Acabei ganhando carinhosamente o título de organizadora de festas e, apesar de todo trabalho que
dá para organizar qualquer evento, sempre tive e terei satisfação em
reunir pessoas para proporcionar momentos de alegria a todos”,conta.
Eletricista ultramaratonista
Desde 2004, Gilberto Fonseca, eletricista da Gerência de Serviços de Manutenção, Expansão e Serviços Especiais em Linhas
e Subestações da Distribuição (SD/LS), se dedica à prática esportiva. Ele corre em diversas competições e maratonas nas modalidades 10, 21, 42 quilômetros e, recentemente, competiu na
ultramaratona de 65 km, no Espírito Santo.
Gilberto começou a correr com a intenção de perder peso e
acabou fazendo do esporte uma prática rotineira. De segunda a
sexta-feira, ele levanta às 5 horas da manhã e corre 12 km, completando o treino com caminhadas. Nos finais de semana, o treinamento inclui corridas de longas distâncias, em média 27 km, e
um pouco de ciclismo ao final do percurso. Para aguentar o ritmo
pesado, a alimentação é balanceada. “Como muita fruta e, na
véspera das corridas, me hidrato com suplementos específicos
para atletas e como massa à noite”, explica Gilberto.
Os maiores desafios para correr, segundo o eletricista, são encontrar lugares para treinar e adequar os horários. Quando as competições acontecem em outros estados ou até em outros países, o
gasto financeiro também deve ser bem planejado.
Esforço reconhecido
Para se preparar fisicamente para seu último grande desafio, a
ultramaratona de 65 km, no final de 2010, Gilberto afirma que participou de outras maratonas pelo País e da prova da Pampulha,
que serviram como treinamento. O esforço do eletricista foi recompensado: ele ficou classificado em primeiro lugar geral.
Gilberto Fonseca: dedicação à corrida e reconhecimento
08
Além disso, Gilberto já ganhou outras duas provas da Cemig, em
2008 e 2009. “Só quem corre e consegue subir no pódio sabe o
quanto é gratificante. Mas todos os que correm e completam o
percurso são vitoriosos também, o esforço é muito grande”.
Um porto na história de Minas
turismo
O
Historiadores contam que parte da tribo dos índios Cariris,
em época remota, teria subido o Rio São Francisco temendo
a aproximação dos brancos pelo litoral brasileiro e o tormento
das etnias vizinhas. Aportando na área hoje compreendida pelo
município de Pirapora, estabeleceram sua aldeia no local onde
se situa a Praça Cariris, no centro da cidade. Garimpeiros, pescadores, pequenos criadores de gado e aventureiros chegaram à
região e residiram em casas cobertas por palha de buriti.
Os descendentes desses pioneiros vivem em Pirapora, atualmente
o segundo maior pólo de industrialização do Norte de Minas Gerais,
sendo sua microrregião constituída por nove cidades. Criado em
1847, o município tem hoje população superior a 150 mil habitantes.
Natural de Corinto, João Carlos da Luz, agente de comercialização da Gerência de Relacionamento com Clientes Especiais do
Poder Público da Distribuição (RC/PP), foi transferido para Pirapora em 1990. “Com certeza é uma cidade abençoada por Deus.
Não só por sua riqueza histórica como também pelas belezas naturais. Destaque para o nome do município que em tupi-guarani
é ‘Pira Porá ou Pira Poré’, ou seja, ‘onde o peixe salta’”.
Na segunda metade do século XIX, a navegação a vapor, as ferrovias e a energia elétrica iluminariam a rota do São Francisco.
É testemunha dessa época o Vapor Benjamim Guimarães, que
por quase 80 anos realizou o trajeto entre Pirapora e Juazeiro
(BA). Os trajetos pelas águas do São Francisco estão vivos nas
manifestações barranqueiras, como as carrancas, os mitos e as
lendas que compõem a cultura brasileira e revelam as riquezas
desse patrimônio.
As riquezas naturais foram atrativos para o crescimento de Pirapora.
Hoje a cidade tem 150 mil habitantes
Vapor Benjamim Guimarães
Construído em 1913, nos Estados Unidos, o vapor navegou no
Rio Mississipi e, posteriormente, em rios da Bacia Amazônica.
Na segunda metade da década de 20, a empresa Júlio Guimarães adquiriu a embarcação e a montou no porto de Pirapora, recebendo o nome de “Benjamim Guimarães”, uma homenagem
ao patriarca da família do proprietário. Em 1985, foi tombado
pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha). Com capacidade para 140 pessoas, entre tripulantes e passageiros, o
Benjamim Guimarães é o último exemplar de vapor movido a
lenha no mundo.
Ponte Marechal Hermes
Inaugurada em 1922, com 694 metros
de extensão, liga a cidade de Pirapora
a Buritizeiro. Seu estilo rústico, com
toda sua estrutura em aço e laterais
com piso em madeira, e trilhos na parte central, foi fabricada na Bélgica, e
até o final da década de 60 era utilizada no transporte de produtos agrícolas e manufaturados.
Para os turistas interessados em um
banho refrescante, a cidade dispõe
também de cachoeiras, do Balneário
das Duchas, da Ilha do Peixe e da Praia
do Areão. Há ainda incentivo à prática
de esportes náuticos e radicais.
Vapor Benjamim Guimarães é o último exemplar movido à lenha no mundo
O agente de comercialização da RC/
PP faz um convite especial aos colegas de Cemig. “É imperdível o passeio a bordo do Benjamim Guimarães
nos finais de semana, com música
ao vivo e moqueca de surubim. Fica
aí o nosso convite. Não deixem de
vir a Pirapora!”
09
s
ER SUSTENTÁVEL
Cada vez mais próximos
Na busca por um relacionamento cada vez mais estreito com seus
clientes, a Cemig está investindo, por meio do Projeto de Representatividade, na implantação de 26 novas agências e mais de 600 Postos
Cemig Fácil de Atendimento (PCFA) até setembro de 2011.
Com o projeto, a Empresa vai garantir atendimento presencial em
todos os 774 municípios de sua área de concessão, através de 156
agências e 621 PCFA. Após a conclusão, cerca de 80% dos clientes
poderão ser atendidos através de agências.
Segundo Elieser Francisco Correa, gerente de Suporte e Relacionamento Comercial com Clientes de Distribuição (RC/SR), além de
levar conforto e segurança aos clientes, a iniciativa cumpre determinação do Governo do Estado e está em sintonia com os requisitos estabelecidos pela nova Resolução 414 da Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel).
“A resolução determina atendimento presencial de 8 horas diárias
para cidades com mais de 10 mil unidades consumidoras (UCs),
de 4 horas diárias para cidades entre 2.001 e 9.999 UCs e de 8
horas semanais para cidades com até 2 mil UCs”, explica Elieser.
Todos os serviços prestados pela Cemig, tais como histórico de
consumo, segunda via de conta, ligação de energia, troca de titularidade, reclamações de falta de energia e iluminação pública, dentre
outros, poderão ser solicitados nos PCFA ou agências.
s
10
Para o gerente, a Empresa reforça seu compromisso com os pilares da sustentabilidade, na medida em que se aproxima de seus
clientes, dando mais uniformidade ao atendimento e, ao mesmo
tempo, reforçando sua posição de “Empresa genuinamente mineira”, embora atue em vários estados do País e no exterior.
EGURANÇA DA INFORMAÇÃO
Agência de Cláudio é uma das 26 do Projeto Representatividade
“Essas ações têm impacto direto na questão social. Para os clientes, as vantagens são enormes, pois há o ganho de mais um canal
de comunicação, além daqueles já existentes, como o Fale Com
a Cemig e Agência Virtual disponível no site da Cemig na internet,
permitindo aos clientes mais comodidade no trato das questões
referentes a energia elétrica”, ressalta Elieser.
O gerente salienta ainda que a sustentabilidade é concretizada e
fortalecida na medida em que cada colaborador da força de trabalho da Cemig passa a ter o cliente como um valor inestimável, e,
“nesse sentido, os profissionais das agências devem ser ágeis e
corteses no atendimento ás solicitações e os demais profissionais
devem conhecer esses canais de modo a poderem orientar aos
clientes sobre sua existência”.
O espião invisível
Primeira usina térmica da Cemig
A
MEMÓRI
Ao longo de sua história, a Cemig sempre prezou pelo bom
funcionamento de suas instalações, a fim de atender com
qualidade e eficiência todos
os clientes. Pensando nisso, e
atenta à evolução do mercado
consumidor, a Empresa iniciou,
na década de 1970, em parceria
com a Eletrobrás, a construção
de uma usina que garantisse o
fornecimento de energia inclusive em períodos de escassez de
água, já que a sua matriz era basicamente hidráulica. Foi assim
que surgiu a primeira usina térmica da Cemig, a UTE Igarapé.
O empreendimento veio com a
função de ser propulsor na viabilização de uma nova tecnologia: a construção de uma usina
térmica a vapor. Vários fatores
interferiram na sua escolha,
Construída na década de 1970, a primeira usina térmica da Cemig foi instalada em Igarapé
como a variação do custo de
óleo combustível e comparações
com outras formas de geração que, na época, se mostraram
escolhida fica na rodovia BR-262, às margens do Rio Paraopemenos competitivas.
ba, a 40 km da capital, no município de Juatuba.
A localização também foi outro fator levado em consideração.
A usina precisava estar às margens de um rio, por necessitar
de água para refrigeração, e ao mesmo tempo próxima do
maior centro de carga da Empresa, Belo Horizonte. A região
Em 1974, novos estudos foram realizados, em função da alta
no preço do petróleo. Mais uma vez, a térmica de Igarapé se
mostrou a melhor opção, principalmente devido ao planejamento de sua operação, prevista para ser realizada somente
em períodos secos.
Operação
Em 1978, a UTE entrou em operação, com uma unidade geradora de 125 MW. No ano seguinte, devido ao desaquecimento da economia brasileira e ao alto índice pluviométrico em
Minas Gerais, a Cemig reduziu gradualmente sua atividade.
Em 1983, Igarapé foi desativada como medida de contenção
de custo, já que a geração hidráulica supria com tranquilidade
as necessidades do mercado.
Igarapé foi reativada em 1986 devido à baixa condição hidrológica do Estado. Em 1992, foi implantada a Estação Ambiental de
Igarapé em áreas remanescentes. Quatro anos depois, a Cemig
reformou a usina, substituindo a queima de óleo combustível por
óleo ultraviscoso, o que permitiu elevar a capacidade instalada.
Construção da usina térmica às margens do Rio Paraopeba
A concessão de geração de Igarapé foi prorrogada por 20
anos, em agosto de 2004, e a Cemig retomou estudos de
ampliação visando à instalação de duas turbinas a gás natural
em ciclo combinado, que elevaria a capacidade instalada para
cerca de 400 MW. Os estudos estão em andamento e a conclusão depende do novo cenário do setor elétrico nacional em
relação à geração térmica.
11
b
OAS IDEIAS
Encurtando caminhos no Vale do Aço
O empregado que possui visão sistêmica dos processos nos
quais trabalha e sabe como sua rotina está alinhada aos objetivos estratégicos pode desenvolver soluções criativas para os
problemas enfrentados pela Empresa. Renato Adriano Fortes
Andrade, empregado da Cemig em Ipatinga, teve uma ideia,
colocou-a em prática e contribuiu para a melhoria das atividades realizadas pelos eletricistas na região.
O técnico de sistema elétrico de campo da Gerência de Serviços de Distribuição de Ipatinga (SD/IP) percebeu que poderia
promover uma melhoria na utilização de GPS veiculares na Cemig. O GPS (Global Positioning System — sistema de posicionamento global, em português) é um sistema de navegação
por satélite, que fornece as coordenadas de um local para um
aparelho receptor.
O sistema, idealizado pela Superintendência de Proteção da
Receita e Faturamento de Clientes (PR), é utilizado por equipes de campo da Superintendência de Serviços da Distribuição
(SD) durante as visitas em campo. O GPS veicular é carregado com os dados dos transformadores e chaves da Empresa,
auxiliando na localização de clientes. No entanto, nos mapas
padronizados fornecidos pelo GPS, os distritos rurais e algumas cidades de menor porte não são tão detalhados quanto
os grandes centros urbanos. Ao buscar um consumidor em um
desses locais, o GPS mostra uma linha reta indicando a direção
a ser seguida, embora a estrada mapeada já tenha acabado.
Então, qual o caminho a seguir?
Renato conta que a equipe da SD/IP adaptou uma tecnologia
para confeccionar mapas, atividade que antes era feita por um
parceiro externo. Todos os eletricistas passaram a gravar as rotas percorridas diariamente em seus atendimentos, utilizando
os sistemas de GPS nos veículos. Semanalmente, os dados
são coletados e é feita a edição do mapa. Para que as informações fiquem disponíveis para todos, a cada 15 dias é o mapa
é atualizado na página da SD/IP na intranet, com novos caminhos. Desta forma, quando outro eletricista precisa visitar um
local próximo, o caminho já está traçado no mapa.
A colaboração entre os eletricistas permitiu a redução de custos e garantiu mais independência à equipe. “Ganhamos em
produtividade, porque localizamos melhor os clientes, e tivemos um ganho de tempo, pois agora temos a capacidade de
escolher o melhor caminho para chegar”, destaca Renato. Ele
Renato propôs uma nova utilização do GPS, facilitando o
trabalho dos eletricistas
garante que os eletricistas da SD/IP aprovam a nova forma
de utilizar o GPS. “O retorno deles é positivo, inclusive dão
muitas sugestões”.
Ideia aprovada
O eletricista da SD/IP, Márcio Correia Alves, é um dos que aprovam esta forma de atuar. “O trabalho nos ajudou bastante, especialmente na área rural. A área urbana nós já dominamos,
mas na área rural perdemos muito tempo nos deslocando de
um lado para o outro”, explica.
Renato já teve outras boas ideias reconhecidas na Cemig. Ele
foi premiado pelo Programa Luz Própria, em julho do ano passado, na categoria “Ideia com maior perspectiva de retorno
mensurável para a Empresa”. Ele propôs a mudança de filosofia
do controle de medidores retirados, garantindo o patrimônio da
Empresa e evitando desvios de equipamentos.
O gerente da SD/IP, Humberto Donisete de Faria, ressalta a
importância de poder contar com um empregado como Renato
em sua equipe, com visão de inovação e sempre pronto a buscar soluções para a Empresa. “Para conseguir atingir os objetivos, não basta estar disponível, é preciso muito conhecimento,
disciplina e competência para implantar novas práticas”, afirma.
12
Errata
Av. Barbacena, 1.200 – 19º andar - Ala B2
31 3506 2052 Fax 3506 2039 / 3506 2023
Caixa Postal 992 | CEP 30123-970
Belo Horizonte – MG
Na matéria “Conhecimento: diferencial competitivo da Cemig”,
da edição 77 do Energia da Gente, divulgamos que 26 mil empregados já foram treinados pela UniverCemig desde 2008. O
correto são 26 mil treinandos pela UniverCemig desde 2009.
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