Revista Ceciliana Jun 3(1): 13-16, 2010 ISSN 2175-7224 - © 2010/2011 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana CONTABILIDADE AMBIENTAL Perla Roberta Pignatta de Assis*, Eliane Marta Quiñones Braz**, Carlos Lopes dos Santos*** *Bióloga, Universidade Santa Cecília, **Universidade Santa Cecília - [email protected], ***Universidade Santa Cecília - [email protected] Recebido em: 10/03/11 Aceito em: 10/04/11 Publicado em: 30/06/11 RESUMO Contabilidade, ciência que estuda e controla o patrimônio da empresa com o objetivo de fornecer informações para a tomada de decisões, tem, nos dias atuais, uma nova função: fornecer dados para a gestão e conservação do meio ambiente. A contabilidade ambiental, além da função de orientar a empresa nos registros dos gastos e investimentos com o meio ambiente, tem como premissa levar o empresariado a uma tomada de consciência no sentido de que os recursos naturais não são inesgotáveis, muito pelo contrário: alguns danos causados à natureza são irreversíveis. Portanto, o meio ambiente é um bem comum que deve ser cuidado e preservado para as gerações futuras. Este estudo, de caráter exploratório, objetiva discutir a atuação da contabilidade ambiental no Brasil, como fonte de informações. Diante desse contexto, o presente artigo faz uma análise sobre o assunto. Conclui-se que a questão da contabilidade ambiental está em processo de evolução no Brasil, por ser um tema relativamente novo, muito pode ser discutido e estudado, pois sua prática ainda não está regulamentada. PALAVRAS-CHAVE: Contabilidade ambiental; meio ambiente; passivos e ativos ambientais. 1. Introdução A sociedade tem estado muito preocupada no que diz respeito ao meio ambiente e sua preservação, exigindo das empresas um comportamento consciente e saudável. Nesse contexto, as exigências crescentes, verificadas num mercado globalizado e cada vez mais competitivo, têm levado as empresas a buscarem informações mais atualizadas, tanto no âmbito financeiro como no âmbito social, surgindo, a partir disso, a necessidade de planejar a relação custo/benefício. Segundo Sanches (1997), a empresa com relação ao meio ambiente muda e a proteção ambiental faz parte de seus objetivos de negócio. Essa nova realidade, influenciada por mudanças sociais, políticas e econômicas, oferece desafios à contabilidade como ciência social. De acordo com Silva (2003), a preocupação ecológica da sociedade tem afetado o ambiente empresarial. Com isso, tal preocupação ganha evidência por causa da sua relevância na relação na qualidade de vida das pessoas. Em resposta a essa movimentação ecológica, determinadas organizações se antecipam à situação criando uma nova função administrativa em suas estruturas com a responsabilidade de cuidar das atividades empresariais relacionadas com o meio ambiente. A criação da nova função administrativa e o surgimento dessa variável ecológica no meio empresarial afetam o patrimônio ambiental da empresa. Apesar de a contabilidade ser considerada uma poderosa ferramenta para esse processo, o que se verifica, na atual circunstância das empresas brasileiras, é um baixo conhecimento e aplicação da contabilidade ambiental (BARBIERI, 1997). Este estudo, de caráter exploratório, objetiva discutir a atuação da contabilidade ambiental no Brasil, como fonte de informações. Diante desse contexto, o presente artigo faz uma análise sobre o assunto. 2. Revisão bibliográfica Conceito de Contabilidade Ambiental Assis, Braz e Santos, Revista Ceciliana Jun 3(1): 13-16, 2011 É o conjunto de procedimentos visando confirmar a situação e as alterações do patrimônio ambiental, cumprindo as funções de registro, orientação e controle dos atos e fatos relevantes, coletando, acumulando, resumindo e decifrando os fenômenos que afetam essas situações patrimoniais (LIMA, 2001). Segundo Ribeiro (1992), a contabilidade ambiental é importante para ratificar a preocupação tanto com os aspectos sociais e econômicos que envolvem as atividades das organizações quanto com a produtividade necessária para o mercado consumidor, além de preocupar-se com os recursos humanos utilizados na manutenção de atividades, tais como as culturais, de lazer, educacionais, de preservação e controle do meio ambiente. A partir desse contexto, pode-se definir contabilidade ambiental como o estudo do patrimônio ambiental (bens, direitos e obrigações ambientais) das instituições, com objetivo de fornecer aos usuários internos e externos informações sobre os eventos ambientais que causam modificações na situação patrimonial, além de identificá-los, mensurá-los e evidenciá-los. Para Ferreira (2003), a contabilidade ambiental é conceituada como um conjunto de informações que relatem adequadamente, em termos econômicos, as ações de uma entidade que modifiquem seu patrimônio. A autora ainda destaca que a contabilidade ambiental não representa uma nova modalidade de contabilidade, mas um destaque dado para as informações contidas nos registros contábeis devidamente evidenciados. De acordo com Paiva (2003), a contabilidade ambiental é a atividade de identificação de dados e registro de eventos ambientais, processando a geração de informações que subsidiem o usuário servindo como parâmetro em suas tomadas de decisões. Uma contabilidade ambiental eficiente é desenvolvida para atingir finalidades específicas, que podem estar relacionadas com o fornecimento de dados que podem abranger, dentre outros, os seguintes aspectos: a medição de danos ambientais; a estimação do impacto da adoção de ações voltadas para a sustentabilidade ambiental do negócio sobre a rentabilidade; a observância da legislação relativa ao meio ambiente e a redução de multas e encargos; a identificação de métodos e procedimentos para o controle das operações que diminuam a emissão de resíduos; a geração de informações para a tomada de decisões e de planejamento (PAIVA, 2003). Segundo Keinert (2007), “Contabilidade Ambiental é uma abordagem combinada com a teoria da contabilidade que facilita a transição de informação da contabilidade financeira e da contabilidade de custos para aumentar a eficiência dos materiais, ajudando a reduzir o impacto e o risco, diminuindo os custos visando uma eficiência econômica com justiça social e prudência ecológica.” O autor explica que contabilidade ambiental é a junção de dois ramos da ciência contábil para contribuir para preservação do meio ambiente sem diminuir a capacidade produtiva. Conclui-se que a contabilidade deve evidenciar em suas demonstrações contábeis todas as informações ambientais, ativos, passivos, custos ambientais. No entanto, essas informações devem obedecer às normas gerais da contabilidade, demonstrando, dessa forma, o impacto da empresa no ambiente e viceversa. Portanto a contabilidade é a ciência que colocará no papel o esforço da empresa para preservação ambiental. Ativos ambientais Segundo o Internacional Accounting Standards Board (IASB), citado por Niyama e Silva (2008) ativos são um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que futuros benefícios econômicos resultem para a entidade. Sendo assim, é importante exemplificar que “benefícios futuros” devem ser positivos, para que um elemento seja considerado um ativo. De acordo com Ribeiro (2006), ativa é a expectativa de benefício econômico futuro sendo os bens e direitos adquiridos que poderão ser convertido em caixa no futuro. Ativo ambiental são os gastos ambientais capitalizados. Para Carvalho (2008), o ativo ambiental é tudo que a empresa tem em relação a bens e direitos que estão relacionados à proteção, preservação e recuperação ambiental, podendo gerar benefícios futuros. No ativo circulante, podem entrar os estoques ambientais que são produtos destinados à preservação e proteção ambiental, como, por exemplo, produtos reciclados. No ativo permanente, entram gastos com reflorestamento, aquisição de floresta para recuperação, máquinas e equipamentos que são adquiridos para proteger, preservar ou amenizar danos causados à natureza. Os Ativos Ambientais são representados por todos os bens e direitos oriundos de ou destinados à atividade de gerenciamento ambiental, sob forma de capital circulante e capital líquido. São os investimentos na área ambiental. Outro fato significativo e bastante complexo nos ativos ambientais é referente à mensuração da certificação ISO 14000, o valor que ela agrega à imagem e marca da empresa. Concluindo, ativos ambientais são os bens adquiridos pela companhia com a finalidade de controlar, preservar e recuperar o meio ambiente. As características dos ativos ambientais são diferentes de uma organização para outra, pois a diferença entre os vários processos operacionais das distintas atividades econômicas deve compreender todos os bens utilizados no processo de proteção, controle, conservação e preservação do meio ambiente. Passivos ambientais Os passivos geralmente são resultados dos esforços que a empresa necessita realizar para obter recursos financeiros, porém existem passivos que podem originar-se de transferência não recíproca, como por exemplo, a distribuição de dividendos ou de fianças dos ativos às sociedades beneficentes (SANTOS et al 2002). Os passivos podem ser obrigatórios por exigências legais, como por exemplo, impostos pagos ao governo, multas por alguma infração cometidas dentre outros. Segundo Ribeiro (2006), “passivo ambiental são benefícios econômicos ou resultados que serão imolados em razão da necessidade de preservar, proteger e recuperar o meio ambiente, de modo a permitir a compatibilidade entre estes e o desenvolvimento econômico”. Os passivos ambientais são investimentos das empresas para obter conformidade entre o meio ambiente e resultados econômicos. Ribeiro (2003) define passivo ambiental como sendo as sanções por destruição do meio ambiente, mas também as medidas empresariais para prevenção de danos causados ao meio, sendo que esses podem ISSN 2175-7224 - © 2010/2011 Universidade Santa Cecília – Todos os direitos reservados. 14 Assis, Braz e Santos, Revista Ceciliana Jun 3(1): 13-16, 2011 comprometer os resultados presentes ou futuros das empresas. Tinoco; Kraemer (2005) relatam que passivo ambiental é um “sacrifício de beneficio econômico para preservação, recuperação e proteção do meio ambiente”. Assim sendo, passivo ambiental é todo gasto, investimento, desembolso com que a empresa tem que arcar para preservar a natureza ou reverter os prejuízos causados à mesma, quer seja por multa ou outro tipo de penalidade. Conclui-se que passivo ambiental é toda e qualquer obrigação contraída e destinada a aplicação em ações de controle, preservação e recuperação do meio ambiente. Para reconhecer de maneira eficaz o passivo ambiental, devem-se observar alguns aspectos, como o comprometimento da empresa em relação à extração e utilização de recursos naturais, a necessidade de recursos para liquidar os possíveis passivos ambientais e como estimar com precisão o montante do passivo ambiental de forma segura. Áreas e finalidade da Contabilidade Ambiental As três grandes áreas que classificam os instrumentos da Contabilidade Ambiental são: produção (aspectos), direção (decisões) e meio ambiente (impactos). “Aspectos ambientais: são os elementos específicos das atividades, produtos ou serviços da empresa que podem interagir positivamente ou negativamente com o meio ambiente; decisões ambientais: incluem todas as políticas, estratégias, planos de ação e instrumentos de trabalho que a direção da empresa adota para desenvolver uma gestão ambiental; impactos ambientais: são todos os efeitos, das ações tomadas pelas pessoas jurídicas, resultantes da troca com o meio ambiente, devido as suas atividades, produtos ou serviços (BARBARA, 2010).” De acordo com Tinoco; Kraemer (2004) existem três razoes básicas para uma empresa adotar a Contabilidade Ambiental: a) gestão interna: relacionase com uma ativa gestão ambiental e seu controle, com o objetivo de reduzir custos e despesas operacionais e a melhoria da qualidade dos produtos; b) exigências legais: as empresas que não tiverem um maior controle de seus riscos ambientais podem ter sanções de multas e indenizações; c) demanda dos parceiros sociais: a empresa está submetida a sofrer pressões dos clientes, empregados, organizações ecológicas, seguradoras, comunidade local, acionistas, bancos, investidores etc. Para isso, a empresa necessita de um Sistema de Contabilidade Ambiental, tendo como alguns de seus objetivos, segundo Tinoco; Kraemer (2004): saber se a empresa cumpre ou não a legislação ambiental; ajudar os diretores da empresa na tomada de decisão e na fixação de uma gestão ambiental; detectar as áreas da empresa que necessitam de atenção especial, nas áreas críticas, quanto aos aspectos ambientais; se a empresa já estiver uma política ambiental estabelecida, observar se os objetivos ambientais são cumpridos e identificar oportunidades para melhor gestão dos aspectos ambientais. Balanço Social Um dos movimentos ambientalistas que marcaram o país ocorreu há 18 anos com a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvi- mento, denominada ECO/92. Esse evento foi realizado no estado do Rio de Janeiro, reunindo mais de 170 países, onde foram identificadas as nações que mais causavam problemas ambientais ao planeta, dentre as quais se destacava o Brasil. Os movimentos ambientalistas que ocorreram ao longo do tempo ajudaram, de certo modo, a conscientizar as empresas em relação aos cuidados especiais com o meio ambiente, prevenindo os impactos causados pelo seu crescimento e desenvolvimento, mantendo, assim, condições nas quais homem e natureza possam coexistir em produtiva harmonia (VALLE, 2000). Atualmente, as grandes indústrias já se conscientizaram de que investir na ação pró-ativa aos impactos é melhor que pagar pelos prejuízos causados pela má utilização dos recursos naturais (passivos ambientais). No geral, a sociedade brasileira tem o conhecimento das altas consequências que seus empreendimentos podem vir a gerar, e os órgãos competentes têm o dever de aplicar as sanções pertinentes além de ordenar que medidas mitigadoras sejam implementadas. Com base nessas informações, pode-se considerar que a contabilidade é uma das ferramentas de diagnóstico. A contabilidade ambiental tem como finalidade atender à sociedade em geral, por meio das demonstrações e relatórios, informando a atuação da empresa no que diz respeito ao meio ambiente. Através dessas informações, é elaborado um relatório, chamado de “Balanço social”, que foi feito pela primeira vez nos anos 70. Em um balanço social, pode-se evidenciar o quanto a empresa está investindo nos cuidados com o meio ambiente, na aquisição de instalações e equipamentos de proteção ao meio ambiente, na eliminação de desperdícios (CARVALHO, 2000). Segundo Carvalho: “[...] o balanço social deve ser elaborado e divulgado de forma a apresentar uma imagem da empresa que venha atrair tanto o consumidor quanto os investidores, o financiador, o acionista e o agente de seguro para negociação mais lucrativa para a empresa, uma vez que esta apresenta menor risco (2000).” O balanço é um instrumento de interesse voluntário da empresa, possibilitando proteção da sociedade e do meio ambiente, e ainda, retornos financeiros. Com essas perspectivas dos empresários, não será necessário criar leis que regulem e obriguem a elaboração do balanço social, devido ao interesse das empresas que fazem gestão ambiental em elaborar e divulgar seus balanços, podendo ter retornos consideráveis, como uma valorização de suas ações na bolsa de valores ou uma maior aceitação de seus produtos pelos consumidores, devido à responsabilidade da empresa em relação ao meio ambiente e à sociedade. A contabilidade ambiental supre, então, a necessidade das indústrias e sociedade, pois demonstra monetariamente o processo de preservação ou destruição do meio ambiente causado pelas empresas, avaliando quantitativamente todas as ações desenvolvidas pelas empresas neste processo. 3. Considerações finais A questão da contabilidade ambiental está em processo de evolução no Brasil. Por ser um tema relativamente novo, muito pode ser discutido e estudado, pois sua prática ainda não está regulamentada. Logo, o papel fundamental da contabilidade é incentivar as empresas a implantarem gestões ambientais com o ISSN 2175-7224 - © 2010/2011 Universidade Santa Cecília – Todos os direitos reservados. 15 Assis, Braz e Santos, Revista Ceciliana Jun 3(1): 13-16, 2011 objetivo final de preservação do meio ambiente, sem se esquecerem de tratar os retornos que essa prática traz à empresa. O trabalho realizado, apesar da escassez de material sobre o tema apresentado, evidencia a necessidade de aprofundamento dos estudos nessa ciência que, cada vez mais, mostra-se ligada ao meio ambiente onde vivemos. NIYAMA, J.; SILVA, T.A.C. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas, 2008. 4. Referências bibliográficas _____. Contabilidade Ambiental. São Paulo: Saraiva 2003. BARBARA, Ana. Contabilidade Ambiental. Artigo publicado no portal da Educação e informação. Disponível em: http://www.jomar.pro.br Acesso em: 27 nov. 2010. BARBIERI, José Carlos. Competitividade internacional e normalização ambiental. In: Anais. Encontro Nacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente. 4. São Paulo: nov. 1997. CARVALHO, Gardênia Maria Braga. Contabilidade ambiental teoria e pratica. 2 ed. Brasília: Juruá, 2008.. CARVALHO, M. M. A. Balanço social: um novo olhar sobre o relatório contábil do futuro. In: CONGRESSOS BRASILEIROS DE CONTABILIDADE, 16. 2000, Goiânia. 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Como se preparar para as Normas ISO 14000: qualidade ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o meio ambiente. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 2000. ISSN 2175-7224 - © 2010/2011 Universidade Santa Cecília – Todos os direitos reservados. 16