A PERCEPÇÃO DO EDUCANDO DE ENFERMAGEM SOBRE A PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO: Introdução: A Pedagogia Vivencial Humanescente (PVH) consiste em uma pedagogia emergente e surge com o propósito de romper com os paradigmas da fragmentação do conhecimento e do corpo, além da separação em disciplinas e principalmente com o aprisionamento do conhecimento, de fato com o paradigma da “simplificação”, onde ocorre a segregação do homem do seu próprio contexto 15. Dessa forma, busca romper com o paradigma disciplinar que separa coisas distintas e não possibilita a articulação entre elas como: a física, biologia, antropologia. Embasados nisso, a PVH trabalha com as incertezas e busca compreender o incompreendido inserido na complexidade humana. Com isso, tal Pedagogia encontra-se fundamentada epistemologicamente e metodologicamente através da transdisciplinaridade e da corporeidade. Sendo uma pedagogia que prepara para a vida através de metodologias ativas que permeiam os campos da corporeidade e o contexto social dos sujeitos. Diante disso, instituiu-se os princípios que norteiam a Pedagogia vivencial humanescente sendo: a Ludicidade, criatividade, sensibilidade e reflexividade (histórica e vivencial) 13. De fato, os sujeitos cognoscentes envolvidos no processo formativo humano - acadêmico são estimulados a corporalizarem os saberes integrais, compreendendo a rede que envolve o cuidado através do olhar para o outro humanescente, pautado nos 4 pilares do conhecimento: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser11.Objetivo: Compreender qual a percepção do educando inserido na Pedagogia vivencial humanescente, através dos momentos teóricos e práticos vivenciados. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência sobre a vivencia do educando na PVH, no qual se utilizou as normas de Vancouver. Resultados: A PVH é um grande desafio para a díade educador-educando, pois consiste em uma proposta emergente onde exige não só mudanças atitudinais e práticas, mas envolve principalmente reforma no pensamento. Dessa maneira, a educação humanescente consiste na separação da aprendizagem linear, onde valoriza todas as dimensões do ser humano possibilitando o fluir da razão, das emoções, dos sentimentos e dos pensamentos8. Conclusão: A PVH vislumbra a holoepistemiologia dos saberes para a construção de uma formação transcendente e humanescente do educando-educador no processo de ensino-aprendizagem do cotidiano da enfermagem. Descritores: educação em enfermagem; ensino; aprendizagem. 1. INTRODUÇÃO: A Ciência Clássica baseia-se no paradigma da simplificação, com o princípio da redução e da separação. Esse paradigma isola os objetos não só uns dos outros, como também de seu ambiente e do observador. Constituindo-se no pensamento reducionista em que unifica aquilo que é diverso ou múltiplo. Diante de tais considerações, cabe destacar pensadores clássicos como René Descartes (matemático francês), Galileu, entre outros que acreditaram na divisibilidade da matéria e alma, além de apresentarem uma concepção mecanicista, simplista e reducionista ao analisarem o ser humano enquanto sujeito. Esse mecanicismo atribuído baseia-se na racionalidade, na objetividade, ou seja, têm-se a vida como máquina. Descartes formulou o paradigma da disjunção, da redução e da abstração, sendo esse essencial para o contexto Ocidental, onde separa filosofia da Ciência, sujeito do objeto. Este paradigma controla o pensamento ocidental desde o século XVII, em que apesar do “seio” formador possibilitou progressos no conhecimento científico e na reflexão filosófica, apesar de trazer algumas conseqüências que somente foram reveladas no século XX. A simplicidade vê o uno ou o múltiplo, separa o que está ligado (disjunção) ou unifica o que é diverso (redução)1. Diante disso, o paradigma disciplinar separa coisas distintas e não possibilita comunicação entre elas como: física, biologia, antropologia, sendo este o cenário que permeia o meio educacional vigente, onde encontra-se aprisionado o conhecimento, sendo os currículos colocados sobre a forma de “grades curriculares”. Assim a objetividade traz a realidade e a subjetividade traz a irregularidade, sendo isso o que nos diferencia e nos torna sujeitos singulares2. Portanto, a objetividade presenciada/exposta por tal paradigma não explica a subjetividade do sujeito. Oriunda da Revolução Cientifica dar-se destaque para Newton e Descartes, em que se tem na prática projetos pedagógicos que são isolados, desarticulados e que atingem determinada clientela, com isso a desarticulação das instâncias de ensino, e conseqüentemente a fragmentação do sentirpensar e no fazer dos sujeitos cognoscentes. A prática pedagógica revela espaços cartesianos, com foco para a Racionalidade, onde o mundo exterior é independente do observador, independente do sujeito que o habita, ainda coloca que fomos criados em um ambiente sócio-histórico, político e cultural de natureza essencialmente cartesiana, dando-se sempre ênfase a dicotomia sujeito/objeto embutindo nos sujeitos uma visão fragmentada onde exclui o observador do sentirpensar, e desconecta o individuo do contexto, conferindo ao mesmo a visão unilateral4. No que tange a essa problemática, inúmeras discussões envolvem os diversos atores sociais na busca de novos paradigmas que possam refletir diferentes práticas na busca de novas posturas no campo das Ciências por parte dos sujeitos. Diante disso, emerge o Pensamento Complexo que possui suas raízes nos EUA em 1956 e com o esgotamento do Paradigma Cartesiano no final do século XIX, surge a Ciência do Complexo que não destrói as alternativas clássicas, não é essência da verdade sendo que as alternativas são antagônicas, e ao mesmo tempo são complementares, possuem uma visão ampla. Tal paradigma funciona como o grande norteador do sentir, pensar e agir humano, consiste de fato em uma corrente de pensamento que orienta, dirige e controla a organização, o campo intelectual, cognitivo e cultural. De fato, o pensamento complexo, aspira um conhecimento multidimensional, o mesmo não visa o conhecimento completo, visto que é impossível, pois um dos axiomas da complexidade é a impossibilidade 1. Diante do exposto coloca-se a necessidade de uma pedagogia voltada para a formação integral do aprendente, bem como do seu desenvolvimento intelectivo, de seu pensamento, de sua consciência e de seu espírito. Em conseqüência disso, no campo da saúde e em destaque para Enfermagem inúmeras discussões ocorrem acerca de uma busca pelo olhar complexo para o sujeito, de um cuidado que seja integral, que rompa com o mecanicismo, e que o sujeito seja visto não somente como um conjunto de órgãos 5 mais como um ser em sua complexidade bio-psico-social-afetivo-cultural, de fato o que se aspira é um olhar que vá além do holismo e do reducionismo, que resgate a unidade complexa 1. Resgatando para o campo da saúde cabe destacar a Reforma Sanitária que culminou na VIII Conferência Nacional de Saúde, em 1986, na qual a concepção de saúde anteriormente negativa oriunda do modelo anterior passa a ser vista de maneira ampliada e positiva. Nesta perspectiva, necessita-se de uma ótica transdisciplinar que vise o todo como um sistema indivisível em que o sujeito seja uno e múltiplo ao mesmo tempo visto em todas as suas dimensões. Diante deste cenário de saúde necessita-se de sujeitos com criatividade, capacidade de análise e de síntese, reflexões e criticidade 4, sendo sujeito capaz de antecipar problemas, de aceitar bem as inovações, ser capaz de inventar o que não existe e de construir mudanças significativas para se viver/conviver. Nessa perspectiva, destaca-se a Pedagogia Vivencial Humanescente (PVH) estruturada no referencial do Pensamento Complexo, 7 sendo fundamentada epistemologicamente e metodologicamente através da transdisciplinaridade e da corporeidade. Em tal pedagogia a formação do educando se dá na integralidade, no desenvolvimento de sua inteligência, de seu pensamento, de sua consciência e de seu espírito. No que tange a Transdisciplinaridade, aspira-se um conhecimento em rede, onde teorias e conceitos encontrem-se interconectados, e não existam conceitos hierarquizados, portanto, não há disciplina de maior peso que outra, ostenta-se uma ótica da transversalidade e não ao conhecimento verticalizado. Dessa forma, busca-se a integração sobre a subjetividade objetiva dos sujeitos envolvidos e não sobre os objetos. A transdisciplinaridade como o próprio sufixo “trans” sinaliza, é aquilo que está ao mesmo tempo entre as disciplinas, através a além de qualquer disciplina. Com isso, a transdisciplinaridade, visa transceder a realidade, portanto, chegar além do que já é 8. Dessa maneira supera a dicotomia sujeito/objeto, corpo/mente, já que o sentirpensar transdisciplinar, envolve o sentirpensar complexo. Atrelada à complexidade está a Corporeidade como estrutura experiencial vivida, assim como, contexto ou meio de mecanismos cognitivos. Dessa forma, se faz necessário que os sujeitos cognoscentes corporalizem os potenciais para que permitam a transdisciplinaridade e ocorra a humanescência 9. A corporeidade consiste em um sistema energético que media o mental e o corporal, configurando na realidade uma busca transcorporal na busca de humanescência. É na corporeidade que se possibilita a autopoiese instituída por 10. A corporeidade possibilita uma aproximação de nós mesmos com o eu. Nessa ótica, tem-se uma aprendizagem corporalizada que significa a modificação do comportamento como resultado na transformação da experiência a qual considera a interação da vivência e o contexto no meio social e cultural 9. A autopoiese do mundo exterior está dentro de cada um de nós, está em nossa corporeidade 8. A corporeidade possibilita vivência dos sentimentos e das emoções. Dessa maneira, a PVH visa operar com metodologias que sejam ativas e que permeiam os campos da corporeidade e o contexto social dos sujeitos. Diante disso, instituiu-se os princípios que norteiam a Pedagogia vivencial humanescente sendo: a Ludicidade, criatividade, sensibilidade e reflexividade (histórica e vivencial) 11;12;13. De fato, os sujeitos cognoscentes envolvidos são convidados a uma prática diária de corporalização dos conhecimentos adquiridos, o que implica em impossibilidade de divisão, já que compreender a corporeidade de tal pedagogia é entender o sujeito ao mesmo tempo como essência, existencial e pleno de sentido, sendo uno e múltiplo. Além disso, o sujeito que vivencia a prática vivencial desenvolve o seu imaginário, dessa forma o sujeito que vivencia não decora, aprende a vida formando a identidade do eu e do outro3. É preciso ressaltar que a PVH perpassa pela aprendizagem significativa, onde o educando e o educador tem papéis diferentes dos tradicionais sendo o educador um facilitador do processo ensino-aprendizagem, e ao educando leva-se em consideração seus conhecimentos prévios, este é ouvido, visto e sentido possibilitando o acúmulo e a renovação de experiências9. Dessa maneira, os sujeitos cognoscentes envolvidos devem aspirar ao cuidado humanescente ao olhar o outro, pautados nos 4 pilares do conhecimento: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser 4. 2. OBJETIVO: O presente estudo visa compreender qual a percepção do educando de enfermagem sobre a Pedagogia Vivencial humanescente, através dos momentos teóricos e práticos vivenciados. 3.METODOLOGIA: No presente relato descreve-se a experiência vivenciada enquanto discente do curso de Enfermagem da FACEX (Faculdade de Ciências, Cultura e Extensão do RN), durante o período de 2008 quando iniciei o curso na referida instituição até o semestre 2010.1 em que cursei o 5º período. Para isto utilizou-se artigos, livros, dissertações e teses com o propósito de conferir maior respaldo científico à pesquisa. Desse modo, pretende-se através dos achados bibliográfico a desconstrução e a construção de novos saberes epistemológicos, através de espaços lúdicos onde as dúvidas possam jogar com as certezas, e os erros dos outros sirvam para o crescimento 2. 4. RESULTADOS: Face a experiência vivenciada ao longo desses dois anos e meio de graduanda em enfermagem, constata-se uma ruptura no modelo de educação que fomos formados, assim como, no campo da educação para a formação de enfermeiros. Dessa maneira, a Enfermagem enquanto profissão da área de saúde necessita também de avanços para um cuidar mais humanescente, e que principalmente acompanhe esse novo modelo de vigilância à saúde que se perpetua aos poucos entre o meio acadêmico e entre as políticas de saúde. Vale salientar que um novo modelo de saúde que exige novos olhares para o sujeito demanda tempo, visto que, envolve questões paradigmáticas e reforma de pensamento. Já que se observa é que o pensamento disciplinar é inconsciente, e irriga o pensamento consciente dos sujeitos, sendo em tal sentido também sobreconsciente 5. Por percepção significa “ato, efeito ou faculdade de perceber”, a etimologia da palavra oriunda do latim tem: per+cipio, per+capere, indica literalmente “obtido por captura ou captação”, denominação esta que torna tal palavra entendida como a captação de uma realidade externa, mediante um processo de recepção de informações dessa realidade16. Percepção, portanto é a captação de uma realidade independente do observador, pois leva em consideração a congruência do ambiente observado 10. Nesse contexto, percebe-se mudanças paradigmáticas nas práticas cotidianas no saber/fazer em Enfermagem, de fato deve haver mudanças na base educacional de formação dos Enfermeiros, para que desta forma possam superar o pensamento até então hegemônico assim como, seus desdobramentos dicotômicos (Ciências naturais e Ciências humanas). Almeja-se de fato que a atenção anteceda a assistência em enfermagem, sendo a última pautada na complexidade humana, defende-se de fato uma assistência de enfermagem complexa e flexível. Apesar de ainda mantermos vieses de uma formação fragmentada e determinista5. Observou-se através dos referenciais teóricos um processo de formação pautado em conhecimentos oriundos das Ciências biológicas, tendo-se disciplinas estanques que não trabalham em conexão com a noção de rede/teia, sendo que os conhecimentos são incorporados entre os discentes de forma simplista e fragmentada o que reflete nas práticas de tais profissionais ao depararem-se com os sujeitos que serão cuidados. De fato deve ocorrer a integração entre as disciplinas, na busca da compreensão da trindade humana expressa por indivíduo/sociedade/espécie 6 . Ciente dessa limitação teórica a PVH surge para romper de maneira inovadora e ousada com esse modelo de saúde e educação impregnadas entre os sujeitos no seu processo formador. Cabe ressaltar, que a Pedagogia vivencial humanescente não desconsidera os conhecimentos desse sujeito que é dinâmico, mais visa necessariamente reconstruir novos caminhos epistemológicos que permitem a autopoiese. Estar em uma proposta que permite o fluir das essências humanas e o externar do âmago do sujeito 6, torna-se mais do que uma absorção de conhecimentos superpostos, passando para uma “tecitura” destes envolvendo não somente o “ser” acadêmico, mais principalmente os diversos homos (sapiens, demens, ludens, etc.) que nos constitui. A corporeidade como sendo um elemento básico na ação pedagógica, sendo, portanto, uma possibilidade de descobrir a essência não fragmentada do ser humano. Nesse contexto, a corporeidade como vivência do corpo implica em impossibilidade de divisão do corpo conforme o que se aspira para tal proposta pedagógica. Faz-se necessário destacar o olhar transdisciplinar a que somos submetidos, enquanto discente, em nossos momentos práticos um olhar sistêmico para o outro, metaforizando, estamos realizando a troca do curativo de um sujeito, procuramos não analisarmos somente a ferida, mais procuramos encontrar o contexto a que este sujeito está submetido, observando determinantes e condicionantes que o levou a desenvolver tal ferimento/enfermidade. Nesse sentido, articulamos os diferentes saberes, na busca de romper as fronteiras disciplinares, a Ciência nunca teria sido Ciência se não tivesse sido transdisciplinar. Buscase comunicar os diferentes conhecimentos, sem operar a redução, para isso necessita-se do paradigma da complexidade. A Ciência transdisciplinar é a ciência que poderá desenvolver-se a partir das comunicações, dado que o antropossocial remete ao biológico, que remete ao físico, que remete ao antropossocial14. Embutidos nessa ótica como educando somos desafiados aos 4 pilares do conhecimento, conforme já citado e que também norteia a pratica pedagógica. Nessa formação o vivencial, o vivido, a vida na pedagogia vivencial não podem se distanciar do humano, da humanidade, da humanescência 11. É uma educação pautada na humanescência (expansão das essências humanas), no transcorporal e em atitudes críticas e reflexivas. Defende-se na pedagogia de dentro para fora que considere a corporeidade e o contexto vivencial dos sujeitos 9. De fato, o que se propõe é promover a transdisciplinaridade entre o conhecimento vivido e o científico, apesar da visão fragmentada que separa os sentimentos, as emoções, o raciocínio e o intelecto. Deste modo, visa romper com a lógica que separa a intelectação, da afetividade, da sensibilidade, do contemplativo e da ludicidade. Em função do exposto e diante do cenário epistemológico da saúde no processo formativo da graduação, cabe enfatizar que somos formados para um novo modelo de saúde que requer mudanças paradigmáticas nos diferentes atores sociais da sociedade, pois ao contrário do que os espaços cartesianos colocam os enfermeiros humanescentes não separam o subjetivo, o afetivo, o sensitivo, o lúdico, o vivencial, o criativo, estes corporalizam de maneira experencial e vivencial na busca de fornecer aos sujeitos um cuidado mais humanescente e global, apesar de consideramos que a reforma do pensamento envolva questões existenciais, éticas e cívicas14. 5. CONCLUSÃO: O presente relato proporcionou adentrar no cenário holoepistemológico que envolve a Pedagogia vivencial humanescente de forma a conduzir a um aprofundamento de tal pedagogia, bem como possibilitou novos olhares do discente com relação ao processo formativo a que esta submetida. Novos horizontes precisam ser incorporados ao processo ensino/aprendizagem que permeia não só as universidades, como também o ensino fundamental, visto que todo ser é inacabado e incompleto8. Tudo na realidade está sempre em processo de vir a ser, em processo de construção, de desconstrução e reconstrução. Conclui-se que o sujeito deva ser visto em sua complexidade e não de forma holísticacartesiana, o que se torna um desafio enquanto futura enfermeira. No fazer cotidiano, os conhecimentos corporalizados desta pedagogia tão ousada, possibilitam mudanças e até novas concepções nos modos de sentirpensar e saber cuidar dos educadores-educandos. REFERÊNCIAS: 1. Morin E. Introdução ao Pensamento Complexo. Porto Alegre: Sulina, 3ªed., 2007. 2. Borges AL. (Por) uma educação com alma: a objetividade e subjetividade nos processos de ensino/aprendizagem. Petropólis, RJ: Vozes, 2000. 3. Sampaio DM. A pedagogia do ser: educação dos sentimentos e dos valores humanos. Petropólis, RJ: Vozes, 2004. 4. Moraes MC. Educar na biologia do amor e da solidariedade. Petropólis, RJ: Vozes, 2003. 5. Silva AL, Ciampone MHT. Um olhar Paradigmático sobre a Assistência de Enfermagem-um caminhar para o cuidado complexo. Rev.Esc.Enferm.USP, 2003.37(4):13-23. 6. Morin E. O método 5: a humanidade da humanidade.Porto Alegre:Sulina, 2002. 7. Sampaio ATL. Por uma educação pulsante: aprendizagem significativa com o sandplay. Artigo publicado no XIII ENDIPE. Porto Alegre, 2008. 8. Moraes MC. Pensamento ecossistêmico: educação, aprendizagem e cidadania no século XXI. Petropólis, RJ: Vozes, 2004. 9. Sampaio ATL. Universo encantado do cuidado na autopoiese docente: uma viagem epistemológica transdisciplinar / Ana Tânia Lopes. – Natal, RN, 2009. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Educação. 10. Maturana RH. A Ontologia da Realidade. Belo Horizonte. Ed. UFMG, 1997. 11. 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