NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
Projeto de inserção de temas sociais no
currículo do curso de bacharel em Teologia da FAIFA:
Direitos Sociais em Teologia
Goiânia
2012/1
1. APRESENTAÇÃO
Os cursos de bacharelado em Teologia, no Brasil, nasceram de um longo processo de
amadurecimento dessa área e do reconhecimento de sua relevância científica pela comunidade
acadêmica. Dependeram, inclusive, do credenciamento definitivo de alguns programas de
pós-graduação stricto sensu pelo sistema de Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (CAPES). Esses programas de pós-graduação em Teologia apareceram, primeiro, em
universidades confessionais a partir de meados dos anos 1970 (Teologia da PUC/RJ, da EST/São
Leopolodo, da PUC/GO, da Mackenzie/SP etc.).
Naqueles idos, a Teologia era introduzida na universidade do pressuposto de que a
teologia acadêmica é assunto privado, secular, distinto da eclesiástica que vive sob o domínio da
Igreja; em 1996, teólogos e cientistas da religião, liderados por Márcio Fabri dos Anjos,
publicaram Teologia: profissão, no qual o desejo pelo credenciamento governamental era
objetivado: “Uma forma específica do reconhecimento civil diz respeito ao reconhecimento
acadêmico da teologia como ciência. Este é um tema que paga primeiramente um pesado tributo à
separação entre Igreja e Estado e à privatização da religião que se procurou instaurar com a
modernidade” (BARTOLI, 1996, p. 21).
O credenciamento dos cursos de graduação em Teologia veio três anos depois através
do Parecer CNE/CES nº 241/1999 que, seguido pelo Parecer CNE/CES nº 063/2004, “definiram
as condições para a autorização e o reconhecimento de cursos de bacharelado em Teologia,
referindo-se ainda a cursos de pós-graduação stricto e lato senso na área”; este parecer, na
verdade, completou decisões anteriores das autoridades da Educação Nacional e regulamentou o
reconhecimento de cursos de Teologia, incluindo a integralização de créditos cursados em
seminários maiores, bem como a pós-graduação em Teologia.
Ora, até então o exercício da profissão do teólogo estava estreitamento vinculado com a
vocação pastoral uma vez que é a igreja seu nicho reconhecido de trabalho. Hoje, mais de dez anos
depois, a prática teológica continua intrinsecamente identificada com a prática eclesiástica,
pastoral. Nas palavras de Gomes (2009, p. 16),
Na cultura brasileira, a atividade pastoral confunde-se com a vocação religiosa. O
protestantismo, a partir de Lutero (1995), passou a considerar todo o trabalho
realizado para a glória de Deus como vocação divina. No Brasil, contudo, vocação
divina é a vocação pastoral, que não se confunde com trabalho secular. A
profissionalização da Teologia certamente deverá resolver a tensão entre vocação
secular (profissão) e vocação divina (ministério pastoral). Esse é um problema que
cabe à Igreja e à sociedade resolver.
A identificação teologia-atividade pastoral não se restringe aos muros da Igreja; é
consenso nacional. Contudo, a contratação de teólogos por universidades para atuar nas áreas de
ciências humanas e sociais, por escolas de ensino fundamental e médio etc., tende a mudar esse
quadro. Gomes (1999, p. 216) afirma: “Pouco a pouco, a sociedade passa a compreender que a
atuação e o papel social que cabem ao teólogo pertencem à sociedade como um todo. Compreende
mais que a Teologia encontra-se na interface das ciências humanas e sociais.”
Considerando que a identidade e a profissão de teólogo estão em fase de construção
social nos país, cabe a seus agentes dar sua contribuição. Os cursos de bacharelado em Teologia
são, mais que qualquer outro agente, responsáveis por atualizar o perfil de seu egresso em relação
à realidade nacional, fazê-lo capaz de interagir com as demais ciências a partir de sua área de
formação, abrir campos de atuação na sociedade, atuar nas interfaces das ciências humanas e
sociais, apontadas acima. É preciso aproveitar, para chegar a tais objetivos, as oportunidades!
Os requisitos legais e normativos do Ministério da Educação promovem essa
oportunidade através dos dispositivos relacionados aos Direitos Sociais (exs.: Res. nº 01/2004, que
institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais; Res. nº
01/2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos; e Res. nº
02/2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação Ambiental).
É o que segue.
2. JUSTIFICATIVA
É fato que os currículos da Teologia não transversalizam esses temas, não interagem
com essas realidades nacionais (meio ambiente, direitos humanos e relações étnico-raciais) de
forma sistemática, integrada. No caso específico da Faculdade FAIFA, há uma única inserção
de disciplina que procura fazer essa ponte (Educação financeira), mas é optativa e, portanto, a
chance de ser oferecida em um dado semestre é muito pequena pois concorre com outras 17 da
área teológica; além disso, é uma disciplina isolada e, por isso, não permite a interação com
outros temas sociais e/ou teológicos, e não está dentro dos temas sociais apontados pelo
Ministério da Educação.
Claramente esse não é o ideal de um currículo que pretende um perfil de egresso
compatível com a realidade social onde se encontra inserido. Os objetivos de formação
graduada que resultarão no estabelecimento do perfil do egresso previsto no Regimento Interno
da Faculdade (RI, 2009, p. 8-10), no Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI, 2009, p.
12-14) e no Projeto Político Pedagógico do Curso (PPPC, 2009, p. 6-8) e, conseguintemente,
no estabelecimento de suas competências e habilidades, passa, para não dizer começa, pelos
componentes curriculares.
Segundo a Minuta v. 1.4 das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Teologia
(2010, p. 7), documento ainda não sancionado pelo Ministério do Trabalho mas já norteando as
construções curriculares dos cursos, o graduado em Teologia, além da formação acadêmica
nessa área do conhecimento por meio de um conteúdo curricular que contempla a diversidade
própria da Teologia (a tendência religiosa de origem do curso), “poderá servir como agente
operativo para apoiar a transformação social, bem como servir em situações de apoio e amparo
humano, e especialmente, mas não unicamente, nas comunidades religiosas de sua origem.”
Portanto, esse Projeto justifica-se, prioritariamente, porque traz subsídios sociais à
formação do egresso para sua inserção social. Segue-se, na ordem, o seguinte corolário: a
temática dos direitos sociais é uma defesa a priori das Escrituras Sagradas, aproxima o teólogo
da realidade nacional e prepara-o para o mercado social; e, por último, a oferta desses temas na
perspectiva disciplinar e transversal, é um requisito legal.
Segue-se, enfim, seus objetivos.
3. OBJETIVOS
3.1
•
GERAIS
Promover a formação inicial dos graduandos de Teologia da FAIFA em Meio Ambiente,
Direitos Humanos, Relações Étnico-Raciais e LIBRAS contemplando as áreas do
PNEA/PRONEA, PNEDH/PNDH, PNERER/PNRER.
3.2
ESPECÍFICOS
•
Inserir a temática dos Direitos Sociais em Teologia (Meio Ambiente, Direitos Humanos,
Relações Étnico-Raciais e LIBRAS) no currículo do curso de bacharelado em Teologia da
FAIFA;
•
Divulgar os PNDEA, PNEDH, PNERER junto à comunidade acadêmica do curso de
Teologia, inclusive professores e técnico-administrativos;
•
Promover e estimular junto aos estudantes do curso a realização de trabalhos de pesquisa,
em especial trabalhos de conclusão de curso e de extensão na área do entorno da FAIFA;
•
Representar a FAIFA em ações de intercâmbio entre organizações governamentais e não
governamentais, em especial junto a outras IES;
•
Incentivar a articulação entre o curso de graduação em Teologia e os demais cursos
oferecidos pela Faculdade (Pós-graduação e extensão) para a realização de programas e
projetos de educação em Meio Ambiente, Direitos Humanos, Relações Étnico-Raciais e
LIBRAS voltados à formação de teólogos, educadores e de outros agentes sociais;
•
Defender e estimular a inserção da Teologia em Meio Ambiente, Direitos Humanos,
Relações Étnico-Raciais e LIB RAS nas conferências, congressos, seminários, fóruns e
demais eventos no campo da educação superior, especialmente nos debates sobre políticas
de ação afirmativa.
4. ATIVIDADES
•
Criação do Núcleo Temático de Direitos Sociais em Teologia (Meio Ambiente, Direitos
Humanos, Relações Étnico-Raciais e LIBRAS) e sua inserção no currículo do curso de
bacharelado em Teologia da FAIFA; 1
•
Inclusão das temáticas transversais por meio de diferentes modalidades: disciplinas obrigatória
e optativas, linhas de pesquisa e áreas de concentração e transversalização no projeto
político-pedagógico;
•
Capacitação de Educadores de Direitos Sociais em Teologia;
•
Publicação de Caderno Temático de Direitos Sociais em Teologia.
5. INSTITUIÇÃO EXECUTORA
Faculdade FAIFA.
1
Base: Plano Nacional de Educação Ambiental, de Educação em Direitos Humanos e de Educação de Relações
Étnico-Raciais.
6. METODOLOGIA
A educação e, especialmente a educação teológica, é instrumento de construção sócio-cultural e,
nessa perspectiva, constitui-se em um ato humano multifacetado: trata do Criador e da criatura em
relações verticais (Criador-criatura) e horizontais (criatura-criatura); essas relações estão presentes em
situações que envolvem o Meio Ambiente, os Direitos Humanos, as Relações Étnico-Raciais e LIBRAS
além de outros. Na escola, como espaço de socialização de informações e conhecimentos, esse processo
é desencadeado; na igreja, como espaço de privilegiado de socialização e prática de informações e
conhecimentos adquiridos, esse processo é finalizado (na medida de seu exercício). Assim, a escola e a
igreja têm papel fundamental na disseminação de uma cultura de respeito ao meio ambiente, aos direitos
inerentes ao ser humano e às relações étnico-raciais.
Disso decorre o papel essencial que a educação superior em Teologia (transversalizada com
temas como Meio Ambiente, Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais) pode desempenhar se for
levada, através do aluno/egresso do curso de Teologia atuando no espaço da igreja (da escola, da
capelania etc.), à sociedade.
Diante disso, a proposta é que a inserção desses temas no currículo do curso de bacharelado em
Teologia da FAIFA se dê na integração ensino, pesquisa e extensão (nos quais se incluem todas as
atividades propostas no item acima):
a) No ensino
 Uma disciplina denominada Direitos Sociais em Teologia com ementa que contemple
igualmente todas os temas
 Obrigatória, presencial
 4 créditos (dentro da carga horária das horas extracurriculares)
 Quatro disciplinas (Meio Ambiente em Teologia, Direitos Humanos em Teologia, Relações
Étnico-Raciais em Teologia e LIBRAS)
 Optativas, EaD
 2 créditos (oferecidas semestralmente).

Redefinição das ementas de três ou quatro disciplinas obrigatórias incluindo esses temas,
como segue:
 Meio Ambiente: Introdução à Teologia, Ética Cristã e Teologia Sistemática



I: Teontologia;
Relações Étnico-Raciais: Introdução à Teologia, Introdução à Sociologia,
Teologia Sistemática I: Antropologia e Aconselhamento Pastoral;
LIBRAS: Introdução à Teologia e Aconselhamento Pastoral;
Direitos Humanos: Introdução à Teologia, Introdução à Filosofia, Ética
Cristã, Introdução à Sociologia, Teologia Contemporânea e Aconselhamento
Pastoral.
b) Na pesquisa
 Estabelecimento de linhas de pesquisa e áreas de concentração (atualizando o documento da
FAIFA que as estabelece);





Inserção dessas linhas de pesquisa e áreas de concentração no Projeto Institucional e
Interdisciplinar da Faculdade FAIFA;
Criação de Grupos de Pesquisa nessas áreas;
Inserção desses GP no Projeto Institucional e Interdisciplinar da FAIFA;
Fomento à produção de TCCs (monografias e artigos científicos) nessas áreas;
Publicação de um Caderno semestral de Direitos Sociais em Teologia.
c) Na extensão
 Criação de Oficinas Temáticas Continuadas (nas datas nacionais equivalentes, para
alunos do Curso de Teologia da FAIFA). As oficinas deverão ser desenvolvidas através dos
professores ligados às áreas em questão junto a seus alunos. Exs.:
 Oficina Pedagógica de Teologia em Meio Ambiente;
 Oficina Pedagógica de Teologia em Direitos Humanos;
 Oficina Pedagógica de Teologia em Relações Étnico-Raciais;
 Oficina Pedagógica de Teologia em LIBRAS.

Atividades Formativas em Direitos Sociais para o Corpo Discente:
 Atividades Programadas em Direitos Sociais : conjunto de atividades de extensão
programadas ao longo dos semestres pelo Núcleo Temático, em caráter artístico
cultural. Essas atividades deverão ser desenvolvidas a partir das oficinas
pedagógicas para toda a comunidade acadêmica. Exs.:
 Amostras (exibição de pequenas porções de produtos e serviços sem caráter
comercial. Ex.: exposição que se faz ao público de obras artísticas,
científicas, históricas ou culturais, como a I Amostra Acadêmica da
Faculdade FAIFA);
 Exposições (exibição de produtos e serviços sem caráter comercial. Ex.:
história, comida típica, fotografia etc.);
 Mostras (exibição de produtos e serviços sem caráter comercial mas com
marca artística mais acentuada. Ex.: exposição que se faz ao público de
obras artísticas, científicas, históricas ou culturais como a I Mostra de
Teatro Étnico-Racial da Faculdade FAIFA);
 Vernissages (exposição em caráter profissional e dinâmica totalmente
social de obras de arte para formadores de opinião. Ex.: Arte Naif Sobre
Direitos Humanos);
 Concursos (atividade cultural e/ou artística com caráter de competição sob
regulamento. Ex.: Concurso Cultural do Dia do Livro Nacional);
 Entrevistas coletivas (pronunciamento sobre tema específico por parte de
um especialista à plateia formada de jornalistas. Ex.: Convocação de
coletiva para falar dos conceitos de meio ambiente e sustentatibilidade);
 Sessão de cinema (supervisionada por orientador incluindo-se discussões,
relatórios e publicações em blog dos resultados);
 Mostra de teatro (supervisionada por orientador incluindo-se discussões,
relatórios e publicações em blog dos resultados);
 Sarau temático (reunião festiva entre alunos, professores etc. e convidados
sob o signo da música – sarau musical – ou da literatura – sarau literário –
ou ainda com característica mista – sarau lítero-musical – etc.);
 Etc.
 Atividades Complementares em Direitos Sociais : conjunto de atividades
extra-curriculares em caráter técnico-científico relacionadas aos temas em questão.
Trata-se de atividades realizadas fora da Instituição (e mesmo dentro),
comprováveis por meio de certificados. Exs.:










Conferências;
Ciclo de palestras;
Foruns;
Congressos;
Mesas-redonda;
Paineis;
Reuniões;
Semanas temáticas;
Simpósios;
Workshops.

Atividades Formativas em Direitos Sociais para o Corpo Docente:
 Projeto Capacitação de Educadores de Teologia em Direitos Sociais : deverá ser
desenvolvido através de especialistas nos temas vindos de outras Instituições e dos
próprios professores nos Seminários e Foruns. Exs.:
 Minicursos com especialistas em cada área;
 Seminários anuais com os próprios professores;
 Forum Permanente de Debates em torno dos Direitos Sociais (pelos e para
os próprios professores da FAIFA).

Atividades Formativas em Direitos Sociais para Comunidade em geral:
 Oficinas de formação em Direitos Sociais: serão desenvolvidas por estudantes de
Teologia que tenham recebido formação continuada na área e serão oferecidas à
comunidade externa (e interna), especialmente para pastores, presbíteros, diáconos;
professores de Escola Dominical; líderes de departamentos internos de igrejas;
lideres eclesiásticos em geral.
7. PUBLICO-ALVO
Estudantes e professores de Teologia da FAIFA e de outras Instituições, e público em
geral.
8. LOCAL E PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Faculdade FAIFA, a partir de 2013/2.
9. AUTORIA, ORIGEM, EXECUÇÃO E CARGA HORÁRIA DO PROJETO
DESCRIÇÃO
Autoria
Origem
Execução
10. REFERÊNCIAS
NOMES
Lázara Coelho e Wellington Cardoso de Oliveira
Núcleo Docente Estruturante (NDE)
Coordenadores e professores da Faculdade FAIFA
CH
Cf. TAAC
Cf. TAAC
BARTOLI, J. Teologia e profissionalização: o teólogo como profissional. In: ANJOS,
M. F. dos (Org.). Teologia: profissão. São Paulo: Soter, Loyola, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno.
Resolução nº 01, de 17 de junho de 2004. Brasília, 2004.
_____. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno.
Resolução nº 01, de 30 de maio de 2012. Brasília, 2012.
_____. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno.
Resolução nº 02, de 15 de junho de 2012. Brasília, 2012.
_____. Presidência da República. Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002. Brasília,
2002.
_____. Presidência da República. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Brasília, 1999.
_____. Presidência da República. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília, 2003.
_____. Presidência da República. Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Plano
Nacional de Educação em Direitos Humanos. Brasília, 2006.
_____. Presidência da República. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria de Educação
Ambiental; Ministério da Educação. Coordenação Geral de Educação Ambiental.
Programa Nacional de Educação Ambiental. 3ª ed. Brasília, 2005.
CASCINO, Fábio. Educação ambiental: princípios, formas, formação de professores. 3ª
ed. São Paulo: Editora SENAC.
DIRETRIZES CURRICULARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TEOLOGIA,
BACHARELADO. Minuta v. 1.4. Brasília, 2010.
GOMES, Antonio Maspoli. O credenciamento dos cursos de teologia no Brasil pelo
sistema MEC/INEP e suas conseqüências para a Educação Teológica e a identidade do
teólogo. Ciências da Religião – história e sociedade, vol. 7, nº 2, 2009, p. 208-233.
MENDONÇA, A. G. Currículo teológico básico. In: ANJOS, M. F. dos (Org.).
Teologia: profissão. São Paulo: Soter, Loyola, 1996.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Assembleia Geral das Nações Unidas.
Declaração Universal dos Direitos Humanos. Paris, 1948.
Aprovação: CONSEPE, 29/06/2012
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