MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – Campus
Uberaba-MG
Projeto Pedagógico
Curso Bacharelado em Engenharia Agronômica
Abril, 2012
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – Campus
Uberaba-MG
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Dilma Vana Rousseff
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Aloizio Mercadante Oliva
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Marco Antonio de Oliveira
REITOR
Roberto Gil Rodrigues Almeida
PRÓ-REITOR DE ENSINO
Luiz Alberto Rezende
DIRETOR GERAL – CAMPUS UBERABA
Rodrigo Afonso Leitão
DIRETORA DE ENSINO
Daniele Freire Paoloni
COORDENADORA GERAL DE ENSINO
Cristiane Corrêa Resende
COORDENADOR DO CURSO
Robson Thomaz Thuler
NOSSA MISSÃO
Ofertar a Educação Profissional e Tecnológica por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão
promovendo o desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e
democrática.
Sumário
IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL .................................................................................................................. 5
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .......................................................................................................................... 6
ASPECTOS LEGAIS......................................................................................................................................... 7
LEGISLAÇÃO REFERENTE À CRIAÇÃO, AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO DO CURSO .......................................... 7
BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ........................................................................................................... 8
JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................................ 9
OBJETIVOS ....................................................................................................................................................10
PRINCÍPIOS NORTEADORES DA CONCEPÇÃO CURRICULAR ...............................................................11
PERFIL DO EGRESSO ...................................................................................................................................12
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ..........................................................13
FORMAS DE INGRESSO ...................................................................................................................................13
PERIODICIDADE LETIVA...................................................................................................................................13
TURNO DE FUNCIONAMENTO, VAGAS, NÚMERO DE TURMAS E TOTAL DE VAGAS ANUAIS.......................................13
PRAZO DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA ..............................................................................................13
FLUXOGRAMA ................................................................................................................................................14
MATRIZ CURRICULAR .....................................................................................................................................18
RESUMO DE CARGA HORÁRIA SEMESTRAL........................................................................................................21
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA .................................................................................................................22
CONCEPÇÃO METODOLÓGICA ..................................................................................................................22
ATIVIDADES ACADÊMICAS .........................................................................................................................23
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO........................................................................................................23
ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO ..........................................................................................................................23
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) .................................................................................................23
ATIVIDADES ACADÊMICAS, CIENTÍFICAS, CULTURAIS OU ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..................................24
UNIDADES CURRICULARES ........................................................................................................................25
INDISSOCIABILIDADE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO .......................................................................76
RELAÇÃO COM A PESQUISA ............................................................................................................................76
RELAÇÃO COM A EXTENSÃO ...........................................................................................................................76
RELAÇÃO COM OUTROS CURSOS DA INSTITUIÇÃO OU ÁREA RESPECTIVA ............................................................77
AVALIÇÃO ......................................................................................................................................................77
DA APRENDIZAGEM.........................................................................................................................................77
AUTOAVALIÇÃO ..............................................................................................................................................77
APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ..............................................................................................................79
ATENDIMENTO AO DISCENTE .....................................................................................................................79
COORDENAÇÃO DE CURSO ........................................................................................................................80
EQUIPE DE APOIO E ATRIBUIÇÕES....................................................................................................................81
CORPO DOCENTE DO CURSO ....................................................................................................................83
CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO ..........................................................................................................84
AMBIENTES ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICOS RELACIONADOS AO CURSO ....................................84
DIPLOMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO ................................................................................................................98
1 IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
Instituição: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO
MINEIRO– IFTM
Campus: Uberaba – MG
CNPJ: 10.695.891.0003-63
Endereço: Campus Uberaba Unidade I: Rua João Batista Ribeiro, 4000
Campus Uberaba Unidade II: Av. Edilson Lamartine Mendes, 300
Cidade: Uberaba – MG
Telefones: (34)3319-6000/Fax (34) 3319-6001
Site: www.iftm.edu.br/uberaba/
E-mail: [email protected]
Endereço da Reitoria: Rua Barão do Rio Branco, 770 – São Benedito
Telefone da Reitoria: (34)3326-1100
Site da Reitoria: www.iftm.edu.br
FAX da Reitoria: (34)3326-1101
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
5
2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Curso:
Titulação conferida:
Modalidade:
Área do conhecimento:
Turno de funcionamento:
Integralização:
Nº de vagas ofertadas:
Ano da 1ª oferta:
Bacharelado em Engenharia Agronômica
Engenheiro Agrônomo
Presencial
Ciências Agrárias
Diurno
Mínima: 10 semestres
Máxima: 20 semestres
30
2008
Comissão responsável pela elaboração do Projeto:
0
1 Projeto – 2007
Antônio Carlos Barreto
Adelar José Fabian
Antônio Sarkis Neto
Cladecir Alberto Schenkel
Carlos Antônio Alvarenga
Cléia Regina Fuchs
Eliana Aparecida Rodrigues
José Luiz Rodrigues Torres
Márcia de Freitas
Márcio José de Santana
Nilo Sérgio Ferreira de Andrade
Olegário Pinheiro de Souza
Othon Carlos da Cruz
Renato Faria do Valle Júnior
Waldemar Pamplona da Silva
Naíma de Paula Salgado Chaves
Atualização – 2011
Robson Thomaz Thuler
Antônio Carlos Barreto
Adelar José Fabian
Daniel Rufino Amaral
Haroldo Silva Vallone
Ana Keila Enes Andrade
Data: ____/____/_____
Diretoria de Ensino do campus
Diretor do campus
6
3 ASPECTOS LEGAIS
3.1 Legislação referente à criação, autorização e reconhecimento do curso
3.1.1 Criação (Portaria – Comissão de Elaboração do Projeto)
Portaria nº 045, de 17/03/2006 - dispõe sobre a Comissão de Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso.
3.1.2 Autorização (Resolução / Conselho Superior)
Resolução Ad Referendum nº 005/08, de 05/05/2008 - Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de
Agronomia – Bacharelado.
Resolução nº 10/08, de 17/11/2008, do CONSUP - Aprova/autoriza o Projeto Pedagógico do Curso
Superior de Agronomia – Bacharelado.
3.2 Legislação referente ao curso
Este projeto pedagógico do Curso Superior de Bacharelado em Engenharia Agronômica foi
concebido em conformidade com os seguintes documentos e atos normativos emanados do MEC/CNE
referentes à regulamentação dos cursos de graduação, bacharelado, que se seguiram à promulgação da
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 que
estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional:
 Resolução n°1 de 02 de fevereiro de 2006 - institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia, e dá outras providências.
 Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007 - dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados na modalidade
presencial.
 Parecer CNE/CES nº 67/2003 - Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos
de Graduação.
 Portaria INEP nº 214 de 13 de julho de 2010 – Diretrizes para o ENADE 2010.
 Parecer CNE/CES nº 306, de 7 de outubro de 2004 - estabelece as Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia.
 Parecer CNE/CES nº 108/2003, aprovado em 7 de maio de 2003 - estabelece a duração de cursos
presenciais de bacharelado.
 Parecer CNE/CES nº 329/2004, aprovado em 11 de novembro de 2004 - estabelece a carga
horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
 Parecer CNE/CES nº 8/2007, aprovado em 31 de janeiro de 2007 - dispõe sobre carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial.
 Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007 - dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.
3.3 Legislação referente à regulamentação da profissão

Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 – regula o exercício das profissões de Engenheiro,
Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências.
7




Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - altera a Lei n° 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que
regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, dispondo
sobre eleições diretas para Presidente dos Conselhos Federal e Regionais de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia, e dá outras providências.
Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005 - dispõe sobre a regulamentação da atribuição
de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos
profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício
profissional e seus anexos I e II.
Resolução nº 1.016, de 25 de agosto de 2006 - altera a redação dos arts. 11, 15 e 19 da
Resolução nº 1.007, de 5 de dezembro de 2003, do art. 16 da Resolução nº 1.010, de 22 de
agosto de 2005, inclui o anexo III na Resolução nº 1.010, de 2005 e dá outras providências.
Resolução nº 1018, de 08 de dezembro de 2006 – dispõe sobre os procedimentos para registro
das instituições de ensino superior e das entidades de classe de profissionais de nível superior
ou de profissionais técnicos de nível médio nos Creas e dá outras providências.
4 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – IFTM Campus
Uberaba é uma instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e supervisionada pela Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica (SETEC).
Fundado em 1953, começou a funcionar como Centro de Treinamento em Economia Doméstica
Rural, com autorização da então Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário (SEAV-MA). Em 1954,
o Centro foi transformado em Escola de Magistério de Economia Doméstica Rural Dr. Licurgo Leite,
conforme exposição de motivos nº 93, de 02 de fevereiro daquele ano, com base na Lei Orgânica do
Ensino Agrícola. Posteriormente, com o Decreto n. 52.666, de 10/10/63, a Escola passou a oferecer o
curso ginasial e o curso de Magistério é transformado em curso colegial de Economia Doméstica em
conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 4.024, de 20/12/1961.
Por força do Decreto nº 83.935, de 04 de setembro de 1979, a instituição deixou de ser Colégio de
Economia Doméstica “Dr. Licurgo Leite”, passando à Escola Agrotécnica Federal de Uberaba – MG. Com a
promulgação da Lei de Diretrizes e Bases do Ensino de 1º e de 2º Graus n. 5.692, de 11/08/1971, novas
mudanças ocorrem e o curso colegial de Economia Doméstica é transformado em curso técnico a partir de
1982. Neste ano, ocorre também a implantação do curso técnico em Agropecuária, viabilizado por meio da
doação, pelo Município de Uberaba, de uma área de 472 hectares, destinada à instalação e funcionamento
da escola-fazenda.
Em 1993, ocorre a transformação da Instituição em Autarquia Federal por meio da Lei n. 8.731, de
16/11/1993.
Em 2002, a Instituição é transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica de Uberaba,
pelo Decreto Presidencial s/n, de 16/08/2002 e ocorre a implantação dos primeiros cursos superiores, na
modalidade de tecnologia.
Em 10 de março de 2008, o CEFET - Uberaba teve seu projeto referente à Chamada Pública
MEC/SETEC N. 002/2007, aprovado para a implantação do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Triângulo, propondo a implantação de novos cursos Técnicos, Superiores (tecnológicos,
bacharelados e licenciaturas) e de Pós-Graduação Lato Sensu, inclusive com projeto dentro da modalidade
PROEJA.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro - IFTM, criado em 29
de dezembro de 2008, pela Lei n. 11.892, é uma Instituição de Educação Superior, Básica e Profissional,
pluricurricular e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes
modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas
práticas pedagógicas. No seu processo instituinte, estão presentes na composição de sua estrutura
organizacional uma Reitoria, localizada em Uberaba, o Centro Federal de Educação Tecnológica de
Uberaba – CEFET, a Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia e as Unidades de Educação
Descentralizadas de Paracatu e de Ituiutaba que, por força da Lei, passaram de forma automática,
independentemente de qualquer formalidade, à condição de campus da nova instituição, passando a
denominar-se respectivamente: Campus Uberaba, Campus Uberlândia, Campus Paracatu e Campus
Ituiutaba. Atualmente, é composto, também, pelos campus avançados de Patrocínio e de Uberlândia.
8
No imaginário das comunidades que compõem a nova instituição e nas práticas de seu cotidiano,
estes componentes instituintes estão postos. Implica então, reconhecer que, como em toda organização,
instituído e instituinte são aspectos de uma mesma realidade que, permanentemente, fazem trocas e
assim, alteram e (re) configuram a Instituição numa totalidade em processo.
O IFTM tem como área de atuação as regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e parte do
Noroeste de Minas. A Instituição responde a uma nova missão na sociedade e aos horizontes de seus
profissionais que, ao crescerem em função do processo de formação continuada, o sistema educacional
lhes proporcionou integrar o coletivo da escola nesse processo de mudança efetiva buscando transformar
os sonhos em ações que, concretizadas, possam conduzir o IFTM a excelência em todos os níveis e áreas
de atuação.
5 JUSTIFICATIVA
Mundialmente, a demanda por alimento é crescente e a produção incompatível com a necessidade
da população, além de haver a cada dia, uma pressão pela implementação de processos produtivos que
estejam em acordo com preceitos ecológicos, que reduzem desperdícios e, principalmente, impedem a
contaminação ambiental.
Na safra 2010/2011 (AGRIANUAL, 2011) destacam-se as produções nacionais, em área colhida,
das culturas da cana-de-açúcar (8.836,144 ha), citros (838.630 ha), milho (12.270.724 ha), soja
(23.960.397 ha) e algodão (835.700 ha). Com essa capacidade de produção no Brasil, o Triângulo Mineiro
tem se destacado como uma região em franca expansão agrícola, industrial e de prestação de serviços,
com utilização intensa das tecnologias dos sistemas produtivos, como forma de aproveitamento do grande
potencial hídrico e energético disponível, bem como da utilização de tecnologias que contribuem para
melhorar e aumentar a produção e a produtividade agrícola e industrial.
O último levantamento da safra mineira de 2010, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) mostra que os municípios de Unaí, no Noroeste, e Uberaba, no Triângulo Mineiro,
continuarão na liderança da produção de grãos no Estado. A produção de Grãos em Uberaba ficou em
577,3 mil toneladas em uma área de 131,1 mil hectares (IBGE, 2010).
Em Uberaba o destaque é para a safra do milho em 2011 com 330 mil toneladas colhidas em uma
área de 47,5 mil hectares sendo o município maior produtor do Estado (Siamig, 2011). A cultura da soja fica
em segundo lugar com uma produção de 240 mil toneladas numa área plantada de 80 mil hectares (IBGE,
2011). A área de cana cultivada no município é de 69.854 hectares na safra 2011/2012, com produção
estimada em 175 milhões de litros de etanol, 420 mil toneladas de açúcar e 1.051 GWH bioeletricidade. Na
região somam-se 131 fornecedores de cana, envolvendo recursos da ordem de R$ 1.633,9 milhões, 328
parceiros com renda de R$ 27,4 milhões, investimentos em plantio de R$ 314 milhões, gastos anuais com
tratos culturais de R$ 83,8 milhões e aquisição de bens e serviços de R$ 181,6 milhões, incluindo diesel,
Siamig (2011).
Para atender a todas essas demandas, profissionais capacitados para o setor produtivo são cada
vez mais requeridos, principalmente em processos que envolvem produtos para exportação.
No Brasil, o Triângulo Mineiro tem se destacado pela utilização intensa das tecnologias dos
sistemas produtivos, como forma de aproveitamento do grande potencial hídrico e energético disponível,
bem como da utilização de tecnologias que contribuem para melhorar e aumentar a produção e a
produtividade agrícola e industrial.
O Curso Superior de Engenharia Agronômica foi inserido na região do triângulo com uma visão
mais ampla dos processos produtivos, que incorporam variáveis sócio-econômicas e ambientais, altamente
relevantes para formação de um perfil profissional atual, com vistas para o futuro da exploração produtiva
agrícola regional e brasileira. Esta proposta é oportuna, por estar em sintonia com a demanda presente e
futura do mercado de trabalho e por ser resultado de um processo de evolução institucional no atendimento
à demanda social por formação profissional na área e por sua inserção numa das regiões mais promissoras
do País.
Para que o Engenheiro Agrônomo possa ingressar com flexibilidade, consistência e rapidez no
mercado de trabalho, pautado pela inovação tecnológica e crescente exigência de qualidade, produtividade
e conhecimento caracterizados pelos postos de trabalhos atuais, o IFTM oferta anualmente o curso de
Engenharia Agronômica num formato moderno, com atualizações sempre que necessário para adequações
às legislações e para fornecer aos estudantes conhecimentos que respondam aos anseios do setor
9
produtivo, cumprindo seu papel de grande relevância social.
6 OBJETIVOS
6.1 Geral
Formar profissionais com sólida formação, básica, científica e tecnológica, relacionadas aos
sistemas agropecuário e agroindustrial, dotados de consciência ética, política, com visão crítica e global da
conjuntura ambiental, administrativa, econômica, social, política e cultural.
6.2 Específicos

Formar profissionais aptos a projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e
especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do agronegócio;

Formar profissionais com atitude ética, humanística e responsável socialmente;

Promover a compreensão do processo produtivo articulando conhecimentos técnicos aos
fundamentos científicos e tecnológicos;

Usar diferentes possibilidades de aprendizagem, mediada por tecnologias no contexto do processo
produtivo e da sociedade do conhecimento, desenvolvendo e aprimorando autonomia intelectual,
pensamento crítico, o espírito investigativo e criativo;

Promover a reflexão sobre o impacto da inserção de novas tecnologias nos processos produtivos e
no ambiente e os seus efeitos na formação e atuação do profissional;

Fornecer instrumentos para aplicação da legislação vigente;

Preparar profissionais para atuarem em equipes multidisciplinares;

Favorecer a realização de pesquisas científicas e tecnológicas inovadoras, capazes de agregar
valores a conhecimentos de interesse da sociedade;

Oferecer uma estrutura curricular que estimule e possibilite aos estudantes o exercício da
autonomia intelectual, de uma perspectiva crítica diante da sociedade e de uma formação
humanística;

Promover a reflexão sistemática sobre o conhecimento adquirido por meio de experiências práticas
em conexão com conteúdos teóricos;

Promover a articulação entre as disciplinas, as linhas de pesquisa, as áreas de formação e os
projetos de extensão desenvolvidos pela Instituição desenvolvendo hábitos de colaboração e de
trabalho em equipe;

Despertar no estudante o espírito empreendedor e o trabalho em equipe estimulando-o a participar
de soluções inovadoras no âmbito da engenharia agronômica.
7 PRINCIPIOS NORTEADORES DA CONCEPÇÃO CURRICULAR – IFTM
O IFTM em sua atuação observa os seguintes princípios norteadores:
I.
compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente,
10
transparência e gestão democrática;
II.
verticalização do ensino e sua integração com a pesquisa e a extensão;
III.
eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e
tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais;
IV.
inclusão de um público historicamente colocado a margem das políticas de formação para o
trabalho, dentre esse, as pessoas com deficiências e necessidades educacionais especiais;
V.
natureza pública e gratuita do ensino, sob a responsabilidade da União.
11
8 PERFIL DO EGRESSO
O Curso de Engenharia Agronômica permite ao egresso exercer a função de bacharel em engenharia
agronômica cujos conhecimentos, habilidades, atitudes e valores sejam aplicados de maneira segura e
responsável seguindo as tendências mundiais de desenvolvimento sustentável da agricultura.
De acordo com a Resolução nº 1/2006, que institui as DCN para o Curso, o bacharel em engenharia
agronômica deverá apresentar o seguinte perfil profissional:
 sólida formação científica e profissional geral que possibilite absorver e desenvolver tecnologia;
 capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus
aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em
atendimento às demandas da sociedade;
 compreensão e tradução das necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com
relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como
utilização racional dos recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente;
 capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações.
O Curso de Engenharia Agronômica deverá formar profissionais com competências e habilidades para:







Projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e especificar técnica e
economicamente projetos agroindustriais e do agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle
de qualidade;
Realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos, com condutas,
atitudes e responsabilidade técnica e social, respeitando a fauna e a flora e promovendo a
conservação e/ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de tecnologias
integradas e sustentáveis do ambiente;
Atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário interagindo e influenciando nos
processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de políticas setoriais;
Produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos agropecuários;
Participar e atuar em todos os segmentos das cadeias produtivas do agronegócio;
Exercer atividades de pesquisa, extensão, experimentação, ensaios técnicos de pesquisa,
divulgação técnica;
Enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mundo, do trabalho,
adaptando-se às situações novas e emergentes.
O Profissional estará apto a desempenhar as atividades previstas na Resolução nº. 218, de 29/06/1973 e
nas Resoluções nº 1010/2005 e 1016/2006 e seus anexos, do CONFEA, e atuar nos seguintes setores:
manejo e exploração de culturas de cereais, olerícolas, frutíferas, ornamentais, oleaginosas, estimulantes e
forrageiras; produção de sementes e mudas; doenças e pragas das plantas cultivadas; microbiologia
agrícola; edafologia; paisagismo; parques e jardins; silvicultura; composição, toxicidade e aplicação de
fungicidas, herbicidas e inseticidas; controle integrado de doenças de plantas, plantas daninhas e pragas;
agrometeorologia; defesa sanitária; classificação e levantamento de solos; química e fertilidade do solo,
fertilizantes e corretivos; manejo e conservação do solo, de bacias hidrográficas e de recursos naturais
renováveis; controle de poluição na agricultura; economia e crédito rural; planejamento e administração de
propriedades agrícolas e extensão rural; mecanização e implementos agrícolas; irrigação e drenagem;
pequenas barragens de terra; construções rurais e suas construções complementares; alimentos;
tecnologia de transformação e conservação de produtos de origem animal e vegetal; beneficiamento e
armazenamento de produtos agrícolas; criação de animais domésticos; nutrição e alimentação animal;
pastagens; melhoramento vegetal; melhoramento animal; biotecnologia; gestão empreendedora do
agronegócio, seus serviços afins e correlatos; cooperativas e magistério.
12
9 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
9.1 Formas de Ingresso
O ingresso no Curso de Engenharia Agronômica no IFTM é realizado por meio do processo seletivo
para os cursos superiores do IFTM, de caráter eliminatório e classificatório, com o aproveitamento dos
candidatos até o limite das vagas fixadas para o curso em Edital, conforme regulamentação específica.
Sendo que, de acordo com a legislação vigente no País, poderão ser utilizados processos seletivos
compostos por avaliações aplicadas pela instituição e por avaliações vigentes no sistema de ensino
nacional, validadas pelo Ministério da Educação.
Havendo vagas ociosas, decorrentes de desistência, transferência e trancamento de matrícula de
alunos regulares do curso, as mesmas serão consideradas “vagas remanescentes” e abertas para a
transferência interna, externa e para reingresso de portadores de diploma de curso superior, obedecendo
às datas fixadas no calendário acadêmico e as condições estabelecidas pelos regulamentos afins do IFTM.
A ordem de prioridade para a classificação dos candidatos às vagas remanescentes será a seguinte:
transferência interna, transferência externa e portadores de diploma de curso superior, seguindo ainda,
outros critérios constantes em edital próprio divulgado pela COPESE.
9.2 Periodicidade Letiva
Matrícula
Semestral
Periodicidade Letiva
Semestral
9.3 Turno de funcionamento, Vagas, Nº. de turmas e Total de vagas anuais
Turno de funcionamento
Diurno
Vagas/ turma
30
Nº. de turmas/ano
01
Total de vagas anuais
30
9.4 Prazo de integralização da carga horária
Limite mínimo (semestres)
10
Limite máximo (semestres)
20
13
9.5 Fluxograma
Primeiro Período
Segundo Período
Terceiro Período
Quarto Período
Quinto Período
CH456
CH 468
CH 444
CH 420
CH 456
Introdução à
Engenharia
Agronômica
Desenho Assistido por
Computador
Bioquímica
Entomologia Geral
Fitopatologia Aplicada
Estatística
Experimental
Pedologia
Fisiologia Vegetal
Química Analítica
Mecanização Agrícola II
Fertilidade do Solo
Metodologia de
Pesquisa II
Fitopatologia Geral
Física do Solo
Topografia I
Geoprocessamento
Hidrologia Agrícola
Construções e
Instalações Rurais
Topografia II
Entomologia Aplicada
Agrometeorologia
Zootecnia Geral
Métodos de Irrigação
Mecanização Agrícola I
Genética Básica
Melhoramento
Vegetal
Anatomia e
Morfologia Vegetal
Matemática II
Sistemática Vegetal
Desenho Técnico
Química Orgânica
Matemática I
Física Geral
Informática Básica
Microbiologia Geral
Estatística Básica
Metodologia de
Pesquisa I
Ecologia
Química Geral
Zoologia
Biologia Celular
Questões Agrárias e
Agrícolas
14
Sexto Período
Sétimo Período
Oitavo Período
CH 496
CH 472
CH 424
Manejo de Plantas
Daninhas
Fruticultura I
Olericultura II
Olericultura I
Fruticultura II
Tecnologia de Aplicação
de Agrotóxicos
Nutrição de Plantas
Manejo e Conservação do
solo e da Água
Manejo e Produção
Florestal
Biotecnologia
Fitotecnia II
Fitotecnia I
Economia Aplicada
Tecnologia e Produção de
Material Propagativo
Projetos de Irrigação
Hidráulica Agrícola
Forragicultura
Bromatologia
Optativa I
Fitotecnia III
Manejo de Irrigação
Tecnologia e
Processamento de
Produtos de origem
Vegetal
Drenagem Agrícola
Nono Período
CH 336
Tecnologia e
processamento de
Produtos de origem
Animal
Aptidão Agrícola de
Solos
Décimo Período
CH 300
Estágio
Supervisionado
Obrigatório
Paisagismo e
Jardinagem
Extensão Rural e
Associativismo
Fitotecnia IV
Gestão de
Empreendimentos
Agropecuários
Sociologia Rural
Optativa II
Optativa III
Agroecologia
Atividades
Complementares
Atividades
Complementares
Atividades
Complementares
Atividades
Complementares
TCC I
TCC II
TCC III
TCC IV
TCC V
15
NÚCLEO
Matemática
Física
Química
Biologia
Estatística
Informática
Expressão Gráfica
NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS
UNIDADES CURRICULARES
Matemática I
Matemática II
Física geral
Química geral
Química orgânica
Química analítica
Bioquímica
Anatomia e Morfologia Vegetal
Biologia celular
Sistemática vegetal
Zoologia
Estatística básica
Estatística experimental
Informática básica
Desenho assistido por computador
Desenho técnico
Desenho assistido por computador
CARGA HORÁRIA (h)
60
60
60
60
60
60
72
60
60
60
48
60
60
36
36
48
36
NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONAIS ESSENCIAIS
NÚCLEO
UNIDADES CURRICULARES
CARGA HORÁRIA (h)
Agrometeorologia e Climatologia
Agrometeorologia
48
Avaliação e Perícias
Manejo e produção florestal
60
Biotecnologia, Fisiologia Vegetal e
Fisiologia vegetal
60
Animal
Biotecnologia
48
Desenho Técnico
48
Cartografia, Geoprocessamento e
Topografia I
60
Georeferenciamento
Geoprocessamento
36
Topografia II
48
Introdução à Engenharia
36
Comunicação, Ética, Legislação,
Agronômica
Extensão e Sociologia Rural
Extensão rural e associativismo
48
Sociologia rural
48
Construções Rurais
Construções e instalações
48
rurais
Paisagismo, Floricultura, Parques e
Paisagismo e jardinagem
60
Jardins
Economia, Administração
Questões agrárias e agrícolas
48
Agroindustrial, Política e
Economia aplicada
48
Desenvolvimento Rural
Gestão de empreendimentos
60
agropecuários
Mecanização agrícola I
60
Energia, Máquinas, Mecanização
Mecanização agrícola II
60
Agrícola e Logística
Tecnologia de Aplicação de
48
Agrotóxicos
Genética e Melhoramento
Genética básica
60
Melhoramento vegetal
60
Manejo e produção florestal
Manejo e produção florestal
60
Zootecnia
Zootecnia geral
48
Forragicultura
36
16
Fitotecnia
Gestão Empresarial, Marketing e
Agronegócio
Hidráulica, Hidrologia, Manejo de
Bacias Hidrográficas, Sistemas de
Irrigação e Drenagem
Manejo e Gestão Ambiental
Microbiologia e Fitossanidade
Sistemas Agroindustriais
Solos, Manejo e Conservação do Solo
e da Água, Nutrição de Plantas e
Adubação
Técnicas e Análises Experimentais
Tecnologia de Produção, Controle e
Qualidade e Pós-Colheita de Produtos
Agropecuários
Fitotecnia I
Fitotecnia II
Fitotecnia III
Fitotecnia IV
Gestão de empreendimentos
agropecuários
Hidrologia agrícola
Métodos de irrigação
Hidráulica Agrícola
Projetos de irrigação
Manejo de irrigação
Drenagem agrícola
Agroecologia
Ecologia
Manejo de irrigação
Microbiologia geral
Fitopatologia geral
Fitopatologia aplicada
Gestão de empreendimentos
agropecuários
Pedologia
Fertilidade do solo
Física do solo
Nutrição de plantas
Manejo e conservação do solo
e da água
Aptidão agrícola de solos
Estatística básica
Estatística experimental
Metodologia de pesquisa II
Bromatologia
Tecnologia e proces. de
produtos de origem vegetal
Tecnologia e proces. de
produtos de origem animal
60
60
60
60
60
48
60
60
48
60
36
36
36
60
60
60
60
60
48
60
48
48
60
36
60
60
36
48
48
48
NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONAIS ESPECÍFICOS
NÚCLEO
UNIDADES CURRICULARES
CARGA HORÁRIA (h)
Entomologia
Entomologia geral
60
Entomologia aplicada
60
Fruticultura
Fruticultura I
60
Fruticultura II
60
Olericultura
Olericultura I
60
Olericultura II
60
Manejo de Plantas Daninhas
Manejo de plantas daninhas
60
Tecnologia de Sementes
Tecnologia e produção de material
84
propagativo
Agricultura Geral
Introdução à Engenharia
36
Agronômica
Metodologia de Pesquisa
Metodologia de pesquisa I
36
Metodologia de pesquisa II
36
Estágio
Estágio supervisionado obrigatório
280
Trabalho de conclusão de curso I
20
17
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Trabalho de conclusão de curso II
Trabalho de conclusão de curso III
Trabalho de conclusão de curso IV
Trabalho de conclusão de curso V
Atividades complementares I
Atividades complementares II
Atividades complementares III
Atividades complementares IV
20
20
20
20
20
20
20
20
9.6. Matriz Curricular
Período
1º
Período
2º
Código
AG 1
AG 2
AG 3
AG 4
AG 5
AG 6
AG 7
AG 8
AG 9
Total
Código
AG 10
AG 11
AG 12
AG 13
AG 14
AG 15
AG 16
AG 17
AG 18
Total
Carga Horária
Teórica
Prática
18
18
30
30
24
24
30
30
30
30
18
18
18
18
30
30
30
30
228
228
Unidade Curricular
Introdução à Engenharia agronômica
Anatomia e Morfologia vegetal
Desenho técnico
Matemática I
Física geral
Informática básica
Metodologia de pesquisa I
Química geral
Biologia celular
Unidade Curricular
Desenho assistido por computador
Matemática II
Sistemática vegetal
Química orgânica
Microbiologia geral
Estatistica básica
Ecologia
Zoologia
Questões agrárias e agrícolas
Carga Horária
Teórica
Prática
18
18
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
20
16
24
24
24
236
24
232
Total
36
60
48
60
60
36
36
60
60
456
Total
36
60
60
60
60
60
36
48
48
468
18
Período
3º
Período
4º
Período
5º
Código
AG 19
AG 20
AG 21
AG 22
AG 23
AG 24
AG 25
AG 26
Total
Código
AG 27
AG 28
AG 29
AG 30
AG 31
AG 32
AG 33
AG 34
Total
Código
AG 35
AG 36
AG 37
AG 38
AG 39
AG 40
AG 41
AG 42
Total
Unidade Curricular
Bioquímica
Estatística experimental
Química analítica
Metodologia de Pesquisa II
Topografia I
Construções e instalações rurais
Agrometeorologia
Mecanização agrícola I
Carga Horária
Teórica
Prática
48
24
30
30
30
30
18
18
24
36
24
24
24
24
30
30
216
228
Total
72
60
60
36
60
48
48
60
444
Unidade Curricular
Entomologia geral
Pedologia
Mecanização agrícola II
Fitopatologia geral
Geoprocessamento
Topografia II
Zootecnia geral
Genética Básica
Carga Horária
Teórica
Prática
30
30
36
12
30
30
30
30
18
18
24
24
24
24
30
30
222
198
Total
60
48
60
60
36
48
48
60
420
Unidade Curricular
Fitopatologia aplicada
Fisiologia vegetal
Fertilidade do solo
Física do solo
Hidrologia agrícola
Entomologia aplicada
Métodos de Irrigação
Melhoramento vegetal
Carga Horária
Teórica
Prática
30
30
30
30
48
12
24
24
24
24
30
30
24
36
48
12
258
198
Total
60
60
60
48
48
60
60
60
456
19
Período
6º
Código
AG 43
AG 44
AG 45
AG 46
AG 47
AG 48
AG 49
AG 50
Subtotal
Unidade Curricular
Manejo de plantas daninhas
Tecnologia de aplicação de Agrotóxicos
Nutrição de plantas
Manejo e conservação do solo e da água
Fitotecnia I (milho,trigo e sorgo)
Tecnologia e produção de material propagativo
Hidráulica Agrícola
Forragicultura
Atividades complementares
Trabalho de conclusão de curso I
Total
Carga Horária
Teórica Prática
30
30
24
24
24
24
48
12
30
30
42
42
30
30
18
18
246
210
0
20
0
20
246
250
Carga Horária
Período
Código
Unidade Curricular
Teórica
Prática
AG 51
Fruticultura I(citros, abacaxi, maracujá)
30
30
AG 52
Olericultura I
30
30
AG 53
Manejo e produção florestal
30
30
AG 54
Biotecnologia
36
12
AG 55
Fitotecnia II (cana de açúcar, arroz)
30
30
AG 56
Economia aplicada
24
24
AG 57
Projetos de irrigação
24
24
7º
AG 58
Bromatologia
24
24
OP 01
*Disciplina Optativa I
Subtotal
228
204
Atividades complementares
0
20
Trabalho de conclusão de curso II
0
20
Total
228
244
*Conforme oferta semestral. Só serão formadas turmas com no mínimo 10 alunos.
Carga Horária
Teórica Prática
30
30
30
30
30
30
30
30
24
24
20
16
8º
30
30
194
190
Atividades complementares
0
20
Trabalho de conclusão de curso III
0
20
Total
194
230
*Conforme oferta semestral. Só serão formadas turmas com no mínimo 10 alunos.
Período
Código
AG 59
AG 60
AG 61
AG 62
AG 63
AG 64
AG 65
OP 02
Subtotal
Unidade Curricular
Olericultura II
Fruticultura II (banana, goiaba, mamão e outros)
Fitotecnia III (soja, feijão, mandioca)
Manejo de irrigação
Tecnologia e proces. de produtos de origem vegetal
Drenagem agrícola
Gestão de empreendimentos agropecuários
*Disciplina Optativa II
Total
60
48
48
60
60
84
60
36
456
20
20
496
Total
60
60
60
48
60
48
48
48
432
20
20
472
Total
60
60
60
60
48
36
60
384
20
20
424
20
Período
9º
Código
AG 66
AG 67
AG 68
AG 69
AG 70
AG 71
AG 72
OP 03
Subtotal
Carga Horária
Teórica Prática
24
24
18
18
30
30
24
24
30
30
30
18
18
18
174
162
0
20
0
20
Unidade Curricular
Tecnologia e process. de produtos de origem animal
Aptidão agrícola de solos
Paisagismo e jardinagem
Extensão rural e associativismo
Fitotecnia IV (café, algodão)
Sociologia rural
Agroecologia
*Disciplina Optativa III
Atividades complementares
Trabalho de conclusão de curso IV
Total
174
*Conforme oferta semestral. Só serão formadas turmas com no mínimo 10 alunos.
Período
Código
Unidade Curricular
Estágio supervisionado obrigatório
Trabalho de conclusão de curso V
10º
Total
162
Total
48
36
60
48
60
48
36
336
20
20
376
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
0
0
-
280
20
300
280
20
300
Optativas
Unidade Curricular
Energia na agricultura
Relação Água-Solo-Planta
Produção orgânica de alimentos
Plantas de cobertura para plantio em sistema de cultivo direto
Fruticultura de clima temperado (pêssego, uva, figo e outros)
Georeferenciamento
Patologia em pós-colheita de frutas e hortaliças
Patologia de sementes
Pragas de espécies frutíferas
Pragas de pastagens e grãos armazenados
Quimigação
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
9.7. Resumo da Carga Horária Semestral
Períodos
1º Período
2º Período
Carga Horária
Teórica
Prática
20
16
18
18
20
16
26
10
18
18
24
24
18
18
18
18
18
18
18
18
20
16
18
18
Total
36
36
36
36
36
48
36
36
36
36
36
36
Carga Horária (horas)
456
468
21
3º Período
4º Período
5º Período
6º Período
7º Período
8º Período
9º Período
10º Período
9.8. Distribuição da Carga horária Geral
Unidades
Atividades
Optativas
Curriculares
Complementares
3.852h
Mín. 72h
80h
444
420
456
456
432
384
336
300
Estágio
TCC
280h
100h
Total do curso
(horas)
4.384h
10. Concepção Metodológica
O fazer pedagógico consiste no processo de construção e reconstrução da aprendizagem, na
dialética da interação e da tarefa partilhada. Todos e cada um são sujeitos do conhecer e do aprender,
visando a construção do conhecimento, partindo da reflexão, do debate e da crítica, numa perspectiva
criativa, interdisciplinar e contextualizada.
A preocupação com o processo ensino-aprendizagem é refletida no desenvolvimento das práticas e
atividades de ensino dentro e fora da sala de aula. O aluno é considerado sujeito desse processo, sendo
desafiado e motivado a buscar e a construir o seu próprio conhecimento.
Nessa abordagem, o papel dos educadores é fundamental, pois ao estabelecer fins e meios, no
diálogo, educador e educando tornam-se sujeitos do processo educativo. Nessa comunhão, atividades
integradoras como: partilhas, debates, reflexões, momentos de convivência, palestras e elaboração grupal
possibilitam a execução das atividades educativas que contribuem para a formação e autonomia intelectual.
Como articulador do processo ensino-aprendizagem, o educador é aquele que problematiza, desafia e
motiva o educando.
Nesse contexto, a metodologia de ensino desenvolve-se de forma dinâmica, por meio do diálogo
constante. Na medida em que o educador faz questão de conhecer cada vez mais as diferenças entre seus
alunos, mais motivado ele ficará para variar e experimentar novos métodos, alternando os de exposição
com os de discussão, os de transmissão por meios de manipulação, os métodos de projetos e estudos
dirigidos e outros. É nesse sentido, que entendemos a possibilidade de “ensinar a pensar”: fazendo da
intervenção pedagógica um diálogo problematizador que oportuniza aprendizagens significativas, a
interpretação e o uso adequado do conhecimento acumulado e sistematizado pela ciência, permitindo ao
educando influir nos problemas e nas soluções de sua coletividade e enriquecendo sua própria cultura.
As atividades curriculares devem articular a teoria e a prática na proposição de que essas atividades
sejam destinadas a impulsionar o aluno a estudar a partir da prática, tendo como principal finalidade a sua
autonomia, de modo a contribuir na formação de um profissional capaz de tomar iniciativa, correr riscos,
arriscar projetos inovadores, estar sempre atualizado e, sobretudo, saber conhecer e aprender a fazer.
Sabe-se que o trabalho do educador é único. No entanto, para formar profissionais com autonomia
intelectual e moral, tornando-os aptos para participar e criar, exercendo sua cidadania, faz-se necessário
estabelecer algumas diretrizes no sentido de orientar a escolha das propostas metodológicas na elaboração
e execução dos planos de ensino:
·
Apresentação e discussão dos objetivos a serem alcançados;
·
Utilização de estratégias vivenciais de situações reais de trabalho;
·
Atividades pedagógicas centradas na ação reflexão crítica e na construção do conhecimento;
·
Valorização dos saberes individuais e da construção coletiva da aprendizagem;
·
O uso de recursos e dinâmicas que atendam o objetivo de promover o relacionamento, a interação dos
participantes, contextualizando a aprendizagem;
·
Proposição de situações-problema, visando à construção de conhecimentos, habilidades e atividades;
·
Utilização de recursos tecnológicos que facilitem a aprendizagem;
·
Centralização da prática em ações que facilitem a constituição de competências.
Essas diretrizes são concretizadas na realização de aulas expositivas, trabalhos/pesquisas de campo,
visitas técnicas, estudos dirigidos, seminários, apresentação de trabalhos em eventos, projetos de aplicação
dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso e na autoavaliação, tendo como objetivo promover a
22
vivência do aluno, sua aprendizagem e o repensar do currículo e de sua organização didático-pedagógica.
O curso ainda é enriquecido por uma variedade de atividades acadêmicas que incluem trabalho de
conclusão de curso, estágio, atividades acadêmicas, visitas técnicas e seminários, dentre outras.
11. Atividades Acadêmicas
11.1. Estágio supervisionado
11.1.1. Obrigatório
O estágio supervisionado obrigatório é uma atividade que propicia ao aluno adquirir experiência
profissional específica e que contribui, de forma eficaz, para a sua inserção no mercado de trabalho.
Enquadram-se nesta atividade as experiências de convivência em ambiente de trabalho, o cumprimento de
tarefas com prazos estabelecidos, o trabalho em ambiente hierarquizado e com componentes cooperativos
ou corporativistas.
O objetivo do estágio é proporcionar ao estudante a oportunidade de aplicar os seus conhecimentos
acadêmicos em situações da prática profissional clássica, possibilitando-lhe o exercício de atitudes em
situações reais vivenciadas e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional. O
estágio supervisionado obrigatório faz parte da organização curricular do Curso Superior de Engenharia
Agronômica, totalizando 280h; sendo que destas, 120h deverão ser cumpridas entre o 6º e o 9º períodos e
160h no 10º período ou as 280h totais apenas no 10º período, ficando a critério do estudante escolher entre
uma ou outra opção.
O acompanhamento das atividades de estágio deverá ser feito por um professor do curso, designado
professor supervisor, que dará as devidas orientações e os encaminhamentos necessários ao conjunto das
atividades, quando for o caso, bem como sua comprovação. Caberá ao professor supervisor de estágios,
disponibilizar duas aulas semanais, a partir do sétimo período, para orientações e esclarecimentos de
eventuais dúvidas quanto ao acompanhamento e cumprimento do estágio. É, também, de responsabilidade
do professor supervisor de estágios, a orientação ao aluno para encaminhamento da documentação
pertinente, ao setor de convênios e estágios do IFTM (Coordenação Geral de Relações Empresariais e
Comunitárias - CGREC), que dará encaminhamento ao mesmo para validação junto ao IFTM.
O estágio supervisionado obrigatório está em consonância com o Regulamento de Estágio do IFTM,
com a Lei nº 11.788, de 25/09/2008 e Orientação Normativa nº 7, da Secretaria de Recursos Humanos do
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, de outubro de 2008.
11.1.2. Não Obrigatório
O estágio não obrigatório do curso bacharelado em Engenharia Agronômica poderá ocorrer durante
ou ao final do curso, com caráter optativo e não obrigatório, permitindo ao estudante adquirir experiências
que sejam pertinentes às áreas de conhecimento e de atuação abrangidas pelo curso. O estágio de caráter
optativo e não obrigatório poderá, a critério do Colegiado do Curso, ser aproveitado como parte das
atividades complementares, de acordo com o Regulamento das Atividades Complementares do IFTM.
O acompanhamento e o registro das atividades de estágio não obrigatório deverão ser realizados pelo
setor responsável por convênios e estágios do IFTM e pela Coordenação Geral de Relações Empresariais e
Comunitárias (CGREC).
O estágio não obrigatório está em consonância com o Regulamento de Estágio do IFTM, com a Lei nº
11.788, de 25/09/2008 e Orientação Normativa nº 7, de 30/10/2008, da Secretaria de Recursos Humanos do
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, de outubro de 2008.
11.2. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) compõe-se de uma pesquisa experimental orientada,
aplicado aos estudantes do Curso Superior em Engenharia Agronômica resultando, ao final, em uma
monografia. O objetivo é desenvolver o espírito criativo, científico e crítico do aluno, capacitando-o no
estudo de problemas e proposição de soluções. Este objetivo deverá ser alcançado por meio da execução
do TCC, no qual deverão ser aplicados os conhecimentos adquiridos no curso.
O TCC comporá a carga horária total do curso. Serão destinadas 100h para a sua elaboração a partir
do sexto período e oportunizará ao futuro engenheiro agrônomo, revisão, aprofundamento, sistematização e
23
integração dos conteúdos estudados. Exigirá do estudante, ainda, a elaboração de um projeto
técnico/científico na área de Agronomia, baseados em estudos e pesquisas realizadas em literatura
especializada na área de conhecimento ou ainda decorrente de observações e análises de situações,
hipóteses e outros aspectos contemplados pela prática e técnica. Será elaborado mediante a orientação de
um professor do curso, que, em consonância com a coordenação do curso, definirá datas/prazos quanto à
respectiva apresentação e defesa do trabalho. O TCC do curso de Engenharia Agronômica é regido por
regulamentação própria.
Para o acompanhamento das atividades de TCC, um professor do curso, designado professor
supervisor, ficará responsável por receber os documentos referentes à complementação da etapa semestral
e fará conhecer à coordenação de curso o cumprimento das atividades por cada aluno matriculado. Ao
professor supervisor caberá, também, disponibilizar duas aulas semanais, a partir do sexto período, para
orientações e esclarecimentos de eventuais dúvidas quanto ao cumprimento de cada etapa do TCC,
completando, assim, a carga horária semestral de 20 horas para tal atividade, totalizando, ao final 100h.
A partir do sexto período do curso serão iniciadas as etapas para cumprimento do TCC, sendo
exigido das atividades do estudante, que deverão ser entregues ao professor supervisor de TCC até um
mês antes do término do semestre letivo.
Para cumprimento do TCC, ao final de cada período letivo o estudante deverá entregar impresso o
material referente à etapa e, no último período letivo, apresentar o trabalho para uma banca avaliadora.
Cada etapa do TCC, abaixo discriminadas, ocorrerá em um período letivo e de forma sequencial, conforme
especificado na matriz curricular.
a) TCC I (sexto período) – Entrega da documentação com o assentimento do orientador, definição
do tema, elaboração da introdução e as suas respectivas citações bibliográficas;
b) TCC II (sétimo período) – Elaboração da revisão de literatura e as suas respectivas citações
bibliográficas;
c) TCC III (oitavo período) – Elaboração do material e métodos e as suas respectivas citações
bibliográficas;
d) TCC IV (nono período) – Apresentação dos resultados e discussão dos dados parciais e/ou
finais e as suas respectivas citações bibliográficas;
e) TCC V (décimo período) – Apresentação das conclusões e defesa do trabalho.
11.3. Atividades Acadêmicas, Científicas e Culturais ou Atividades Complementares
As atividades complementares são consideradas primordiais para o desenvolvimento da
aprendizagem dos alunos e para a construção do seu perfil profissional. É classificada como atividades
complementares toda e qualquer atividade de ensino, pesquisa, extensão, artístico-cultural e esportiva que
seja considerada válida pela instituição de ensino para a formação do corpo discente, independentemente
de serem oferecidas pelo IFTM ou por qualquer outra instituição, pública ou privada.
As atividades complementares têm por finalidades:
 permitir um espaço pedagógico aos alunos para que tenham um conhecimento experiencial;
 oportunizar a vivência do que se aprende em sala de aula;
 permitir a articulação entre teoria e prática;
 ampliar, confirmar e contrastar informações;
 realizar comparações e classificações de dados segundo diferentes critérios;
 conhecer e vivenciar situações concretas de seu campo de atuação.
Neste sentido, as atividades complementares favorecem o exercício de experiências concretas que
ajudarão os alunos a compreenderem mais facilmente conceitos teóricos abordados em sala de aula, o
estímulo à prática de estudos independentes, opcionais, interdisciplinar, evidenciando, assim, um dos
princípios da flexibilização curricular.
As atividades complementares têm uma carga horária total de 80 horas e serão realizadas pelos
24
alunos ao longo do curso, a partir do 6º período, computadas ao final de cada período pelo professor
supervisor das Atividades Complementares, totalizando, no 9º período as 80h. Este professor ficará
responsável ainda pelo acompanhamento, orientações e esclarecimentos de eventuais dúvidas quanto ao
cumprimento das atividades complementares. Esse acompanhamento ocorrerá mediante comparecimento
do aluno nos horários estabelecidos em cada período letivo, ficando determinadas, para esse fim, 2 aulas
disponibilizadas pelo professor supervisor. Ao final de cada período o mesmo encaminhará documento à
coordenação de curso para comprovação das atividades realizadas pelos alunos.
12 - Unidades Curriculares
Unidade Curricular
Período letivo
Biologia Celular
1º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Reconhecer as estruturas que compõem as células animais e vegetais a nível óptico e eletrônico;
Ter conhecimento do desenvolvimento celular;
Desenvolver o raciocínio no sentido de associar a morfologia à citofisiologia;
Compreender o inter-relacionamento celular extrapolando para o organismo como um todo;
Extrapolar os conceitos adquiridos para o dia-dia profissional.
Ementa
Compreensão dos critérios que permitem a organização celular em procariontes e eucariontes; Descrição
dos aspectos celulares diversos sob a óptica da morfologia e da fisiologia focando a organização
molecular para inserção futura dos estudantes no contexto específico de cada disciplina; Caracterização
da biogênese das diversas organelas celulares; Compreensão dos fenômenos celulares nos diferentes
níveis de organização: molecular, tecidual, sistêmico; Integração do conhecimento obtido, promovendo
uma formação global dos processos biológicos que encontram respostas na célula.
Bibliografia Básica
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. &
WALTER, P. Biologia Molecular da
Célula. 4ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2008.
CARVALHO, H.F. A célula. 2ª ed. São Paulo, SP: Manole, 2007.
BRUCE ALBERTS; et.al. Traduzido por Ana Leonor Chies Santiago-Santos et.al. Fundamentos de biologia
celular. 2ª. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2006. 866 p. Titulo original: Essential Cell Biology.
Bibliografia Complementar
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
2005.
ALBERTS, B.; BRAY, D.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WALTER, P. Fundamentos de
Biologia Celular. São Paulo, SP: Ed. Artes Médicas, 1999.
PURVES, WILLIAM K. et al. Vida: a ciência da biologia. v. 1, 6ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara - Koogan,
2000. 339 p.
AMABIS, J. M., Martho, G. R. Biologia 1: Biologia das células. 2. ed. São Paulo, SP:
Moderna, 2008. v. 1. 464 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Informática Básica
1º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Utilizar a informática como ferramenta de apoio; sistematizar as informações e dados durante toda a
construção dos conhecimentos referentes ao curso.
Ementa
Noções sobre conceitos básicos do estudo da informática. Desenvolvimento de pesquisas e produção de
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conhecimento com a utilização da Internet. Produção de textos em seus diversos níveis de complexidade,
com a utilização de softwares apropriados. Manipulação de informações em tabelas e gráficos, bem como
conhecimento avançado sobre processamento de cálculos matemáticos nos programas de planilhas
eletrônicas. Elaboração de demonstração de conteúdos e exposição de conhecimentos com o uso de
softwares de apresentação de slides.
Bibliografia Básica
NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, 2009. 619 p.
SILVA, M. G. da. Informática – excel 2000, access 2000, Power Point. São Paulo, SP: Érica, 2000.
O´HARA, S. Microsoft Windows 2000 Professional. São Paulo, SP: Editora Campos, 2002.
Bibliografia Complementar
MUELLER,J. P. Aprenda Windows XP em 21 dias. São Paulo,SP: Pearson Education do Brasil, 2004.
NORTON,P. Introdução à informática. São Paulo, SP: Makron Books, 2008.
MANZANO, J. C. N. G. Estudo dirigido de Microsoft Excell 2003. São Paulo, SP: Érica, 2004.
__________ Estudo dirigido de Microsoft Word 2003. São Paulo, SP: Érica, 2006.
__________ Estudo dirigido de Windows XP. São Paulo, SP: Érica, 2004.
Unidade Curricular
Período Letivo
Desenho Técnico
1º
Carga horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Fornecer conhecimento técnico de desenho para que o estudante possa realizar um projeto específico
através de representações gráficas por meio físico e de construções rurais gerais;apresentar o desenho
técnico, escalas, perspectiva paralela, projeto ortogonal, elementos de desenho topográfico, desenho
arquitetônico aplicado; introduzir o desenho assistido por Computador (CAD).
Ementa
Normalização do desenho técnico, escalas, perspectiva paralela, projetor ortogonal, elementos de
desenho topográfico, desenho arquitetônico aplicado; desenho assistido por Computador (CAD).
Bibliografia Básica
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: Problemas e soluções gerais de desenho. São
Paulo, SP: Hemus, 2004. 257p.
PEREIRA, A. Desenho Técnico Básico. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ. 128p. il., 1990.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed. Florianópolis, SC: UFSC, 2009. 203 p.
Bibliografia Complementar
ESTEPHANIO, C. Desenho Técnico, uma linguagem básica. Rio de Janeiro, RJ. 1994. 294p.
GÓES, K. AutoCAD Map: explorando as ferramentas de mapeamento. Rio de Janeiro, RJ: Editora
Ciência Moderna Ltda, 2000. 193 p.
LIMA, C. C. N. A. de. Estudo dirigido AutoCad 2008. São Paulo, SP: Érica, 2007. 332p.
PEREIRA, A. A. Geometria descritiva. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Francisco Alves, 1986. 80 p.
ROCHA, J. A. M. R. GPS: uma abordagem prática. 4 ed. Recife, PE: Bagaço, 2003. 231p.
Unidade Curricular
Período letivo
Introdução à Engenharia Agronômica
1º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Apresentar a estrutura da formação do profissional e aspectos das atividades do Engenheiro Agrônomo e
de integração das atividades agrícolas; Familiarizar o estudante com os vários tipos de atividade agrícola
e com os fatores que interferem no processo produtivo; Apresentar as características da agricultura, com
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suas perspectivas e limitações.
Ementa
Apresentação da disciplina, seus objetivos, programa e normas. Estrutura do curso (currículo, linhas
curriculares). Perfil profissional. Informação profissional (áreas de atuação e desempenho profissional, as
exigências de formação e de conduta, perspectivas). A profissão do Engenheiro Agrônomo: atribuições,
regulamentações, inserção social, ética profissional. Agricultura, desenvolvimento e meio ambiente.
Noções sobre a evolução recente e a realidade atual da agricultura brasileira; Noções sobre agricultura
geral e tratos culturais.
Bibliografia Básica
ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas: Guia prático de produtos fitossanitários para uso
agrícola. 5.ed. Andrei, 1996. 506 p.
ARAÚJO, J. G. F. Extensão rural no desenvolvimento da agricultura brasileira. Viçosa, MG: UFV,
1981. 60 p.
RIBEIRO, J. P. A saga da extensão rural em Minas Gerais. São Paulo, SP: Annablume, 2000. 270 p.
Bibliografia Complementar
Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais. Manual de fiscalização:
Agronomia. Belo Horizonte, MG: CREA, 2001. 83 p. v.2.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo, SP: Ícone, 1990.
COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendação para o uso
de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª. Aprox. Viçosa, MG. 359 p.
FIGUEIRA, F.A.R. Manual de olericultura. V.2. São Paulo, SP: Ed. Ceres. 1986. 357 p.
GALETI, P.A. Mecanização agrícola: preparo do solo. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1981. 219 p.
GALLO, D. Manual de Entomologia Agrícola. São Paulo, SP: Ed. Agronômica CERES, 1988. 649 p.
KIMHTI, H.; BERGAMIN FILHO, A.; AMORIM, L.A. Manual de Fitopatologia. V.2. Ed. Ceres, 1997.588 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Matemática I
1º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Desenvolver o raciocínio lógico-quantitativo e aplicar os conhecimentos básicos adquiridos no estudo de
Funções, Limites e Cálculo Diferencial nos domínios da análise e da aplicação indispensáveis para o
equacionamento e solução de problemas.
Ementa
Estudo das funções reais em uma variável e real. Limite e Continuidade. Derivada. Derivação explícita.
Derivação paramétrica. Máximos e mínimos. Diferencial. Aplicações de derivadas: otimização e taxas
relacionadas.
Bibliografia Básica
ANTON, H.; BIVENS, Irl; DAVIS, S. Cálculo. Vol.1. 8a ed., Porto Alegre, RS: Editora Bookman, 2007.
HOFFMANN, L. D. Cálculo – Um Curso Moderno e Suas Aplicações – Vol. 1 2ª ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 2008.
STEWART, J. Cálculo. 6. ed.v. 1. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning, 2010.
Bibliografia Complementar
LARSON, R.E.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo com Aplicações. 4ª ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 1998.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Vol.1. 1ª. ed. São Paulo, SP: McGraW-Hill, 1987.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A. 6ª ed. São Paulo, SP: Pearson, 2006.
GUIDORIZZI, L.H. Um Curso de Cálculo. Vol. 1. 5ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006.
_______Um Curso de Cálculo. Vol. 2. 5ª ed. RJ, LTC, 2006.
27
Unidade Curricular
Período letivo
Metodologia de Pesquisa I
1º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Compreender o papel do conhecimento na sociedade contemporânea e os princípios da ciência e do
método científico; identificar os conceitos básicos da metodologia científica; aplicar tipos de pesquisa,
técnicas de coleta e de análise de dados; empregar as normas da ABNT para planejar, organizar e redigir
trabalhos acadêmicos, projetos de pesquisa, relatórios e artigos e planejar seminários, apresentações de
informes científicos e estudo pessoal.
Ementa
A disciplina utiliza os recursos de pesquisa mais próximos e conhecidos pelos estudantes do curso
(Internet, Biblioteca), abordando os princípios da motivação pela busca das verdades, por meio das
pesquisas. Conhecer novos paradigmas acerca dos conteúdos aplicados e discutidos em sala de aula.
Utilizam-se ainda as normas descritas para redação de um trabalho científico, obedecendo as Normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, as regras dispostas nos manuais do TCC, bem como
orientações do professor responsável pela disciplina.
Bibliografia Básica
MATTAR, J. Metodologia Científica na Era da Informática. 3. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2008.
LIMA, M. C. Monografia: A Engenharia da Produção Acadêmica. 2. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2008.
LINTZ, G. A. M. A. Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso. 2.ed.
São Paulo, SP: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
LINTZ, G. A. M. A. Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso. 2. ed.
São Paulo, SP: Atlas, 2007.
FACHIN, O. Fundamentos de Metodologia. 5. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2006.
NUNES, R. Manual da monografia jurídica: como se faz: uma monografia, uma dissertação, uma
tese. 7. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2009. 286 p.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2009.171p.
RUIZ, J. Á. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas,
2009. 180 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Anatomia e Morfologia Vegetal
1º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Conhecer os conceitos básicos de Morfologia e Anatomia Vegetal num contexto ontogenético,
filogenético, fisiológico e ecológico. Aprender técnicas de confecção de laminário semi-permanente.
Identificar as principais características morfológicas e anatômicas de raiz, caule, folha, flor, fruto e
semente. Permitir aos alunos aplicar os conhecimentos de Morfologia e da Anatomia Vegetal no estudo
de Botânica como um todo.
Ementa
Caracterização da morfologia externa de raiz, caule, folha, flor, fruto e semente com enfoque ecológico
como forma de embasamento para o estudo histológico dos vegetais, bem como para o posterior estudo
da Sistemática Vegetal. Estudo da célula vegetal e suas características peculiares. Estudo morfológico e
anatômico do embrião, germinação e plântula. Caracterização dos tecidos fundamentais, de revestimento
e vasculares com enfoque ecológico e filogenético. Caracterização anatômica das estruturas primária e
secundária de raiz e caule com enfoque filogenético, incluindo o estudo dos meristemas secundários do
vegetal. Caracterização anatômica da folha com enfoque ecológico, filogenético e fisiológico. Estudo
anatômico da flor com enfoque nos processos de microgametogênese e esporogênese, e
megagametogênese e esporogênese, que permitirão uma melhor compreensão da evolução e do ciclo de
vida das angiospermas. Caracterização anatômica de frutos e sementes.
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Bibliografia Básica
GONÇALVES E.G. & LORENZI H. 2007. Morfologia Vegetal: Organografia e Dicionário Ilustrado de
Morfologia das Plantas Vasculares. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.
RAVEN P.H., EVERT R.F. & EICHHORN S.E. 2007. Biologia Vegetal. 7ª ed. Guanabara Koogan.
VIDAL W.N. & VIDAL M.R.R. 2007. Botânica Organografia. 4ª ed. Imprensa Universitária, UFV.
Bibliografia Complementar
VIDAL W.N. & VIDAL M.R.R. 2000. Botânica Organografia. 4ª ed. Imprensa Universitária, UFV.
DICKISON, W.C. 2000. Integrative Plant Anatomy. Academic Press.
EVERT, R.F. 2006. Esau's Plant Anatomy: Meristems, Cells, and Tissues of the Plant Body: Their Structure,
Function, and Development.3rd Edition. Wiley Interscience.
DAMIÃO FILHO, C. F. Morfologia vegetal. 2. ed. Jabuticabal, SP: FUNEP, 2005. 172p.
OLIVEIRA, F. Práticas de morfologia vegetal. São Paulo, SP: Atheneu, 2006. 115 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Química Geral
1º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Fornecer os conhecimentos básicos da química; capacitar os alunos para disciplinas afins do currículo de
agronomia;identificar as propriedades químicas contidas na agronomia.
Ementa
Periodicidade química; ligações químicas; principais funções inorgânicas e reações inorgânicas; estudo
das soluções; equilíbrio químico e iônico; noções gerais de química analítica, qualitativa e quantitativa
clássica. Levando conhecimentos de Química Geral necessários, ao educando, para que ele possa
compreender os princípios básicos das reações químicas e utilizá-los corretamente dentro da Engenharia
Agronômica
Bibliografia Básica
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed.
Porto Alegre, RS: Bookman, 2006.
RUSSEL, J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, 2008. v.1. 621 p.
BAIRD, C. Química Ambiental. Porto Alegre, RS: Ed. Bookman, 2ª edicção, 2002.
Bibliografia Complementar
BROWN, T. L. et al. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo, SP: Pearson prentice Hall, 2007.
KOTZ, J. C.; TREICHEL JR, P. M. Química geral e reações químicas. 5. ed. São Paulo, SP: Pioneira
Thomson Learning, 2005. v.1. 671 p.
___________Química geral e reações químicas. 5. ed. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning,
2005. v. 2. 671 p.
RUSSELL, J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo, SP: Makron Books do Brasil, 2006. v.1 621 p.
TRINDADE, D. F. et al.; Química básica experimental. São Paulo, SP: Editora Ícone, 1998.
Unidade Curricular
Período letivo
Física geral
1º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Desenvolver as competências e habilidades para analisar os princípios da Física presentes no
funcionamento de equipamentos tecnológicos tais como: equipamentos elétricos, mecânicos e
hidráulicos. Usar estratégias de ensino diversificadas que explorem menos a memória e privilegie o
raciocínio para a compreensão dos efeitos físicos associados a esses tipos de equipamentos.
Compreender os princípios gerais e os fundamentos da Física, utilizando a linguagem científica na
expressão de conceitos e descrição de fenômenos físicos. Utilizar a matemática como uma forma de
linguagem para a compreensão dos fenômenos naturais.
Ementa
Medidas. Sistema Internacional de Unidades. Estudo dos Movimentos. Movimentos Retilíneos e
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Circulares. Forças. Força e Movimento. Tipos de Forças. Equilíbrio de Forças. Trabalho e Energia. Tipos
de Energia. Energia Mecânica. Fluidos. Densidade. Pressão em Fluidos. Empuxo e Princípio de
Arquimedes. Pressão no interior de um fluido. Teorema de Stevin. Pressão Atmosférica. Princípio de
Pascal, Prensa hidráulica. Equação de Bernoulli.
Bibliografia Básica
HALLIDAV, D. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas e termodinâmica. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2006. v. 2. 228 p.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas e
termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2002. v. 2. 228 p.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo. 6. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2003. v. 3. 228.
Bibliografia Complementar
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas e
termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. v. 2. 295 p.
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 9. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008. 624 p.
OKUNO, E. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo, SP: Harper&Row do Brasil,
1986. 490p.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009.
v.1. 759 p.
_____________Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. v. 2. 526 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Desenho assistido por computador
2º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Conhecer os princípios de funcionamento de uma ferramenta de desenho assistido por computador; usar
os principais comandos para elaboração de desenhos da área agrícola; ajustar escala adequada para
cada desenho a ser plotado.
Ementa
O uso do computador para auxílio à confecção de desenhos técnicos. Um programa CAD (Computer
Aided Design) será apresentado. Serão tratados assuntos referentes à configuração, personalização do
programa CAD a ser usado. Comandos para criação e modificação de objetos, cotagem e impressão ou
plotagem. Diversos desenhos técnicos serão confeccionados com o auxílio do computador.
Bibliografia Básica
FINKELSTEIN, E. AutoCAD 2000 - A Bíblia. Ciência Moderna, 2001. 1273p. Traduzido de AutoCAD
2000 – Bible. Foster City: IDG Books Worldwide, 1999. 1273p.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: Problemas e soluções gerais de desenho. São
Paulo, SP: Hemus, 2004. 257p.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed. Florianópolis, SC: UFSC,
2009. 203 p.
Bibliografia Complementar
ESTEPHANIO, C. Desenho Técnico, uma linguagem básica. Rio de Janeiro, RJ. 1994. 294 p.
GÓES, K. AutoCAD Map: explorando as ferramentas de mapeamento. Rio de Janeiro, RJ: Editora
Ciência Moderna Ltda, 2000. 193 p.
LIMA, C. C. N. A. de. Estudo dirigido AutoCad 2008. São Paulo, SP: Érica, 2007. 332p.
PEREIRA, A. A. Geometria descritiva. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Francisco Alves, 1986. 80 p.
ROCHA, J. A. M. R. GPS: uma abordagem prática. 4 ed. Recife, PE, Bagaço, 2003. 231p.
Unidade Curricular
Estatística básica
30
Período letivo
2º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Desenvolver no estudante os conhecimentos básicos de estatística necessários para a análise e
avaliação de dados relativos à Engenharia Agronômica.
Ementa
Introdução à estatística. Conceitos de população e amostra. Processos básicos de amostragem. Variável
quantitativa e qualitativa. Construção de tabelas e gráficos. Tipos de frequências. Medidas de tendência
central e de dispersão. Conceitos de probabilidade. Modelo de distribuição normal. Teste de hipótese.
Distribuição T,
2
e F.
Bibliografia Básica
TOLEDO, G. L. Estatística básica. Editora ATLAS, 2ª edição, 2008. 459 p.
FERREIRA, D. F. Estatística básica. Lavras, MG: UFLA, 2005. 664 p.
FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2009. 320 p.
LARSON, R.; FARBAR, B. Estatística aplicada. 2.ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2008. 476 p
Bibliografia Complementar
COSTA, S. F. Introdução ilustrada à estatística. 4ºed, São Paulo.SP: Habra, 2005. 342p.
MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos Editora, 2003. 426 p.
MORETTIN, L. G. Estatística básica: probabilidade. 7. ed. São Paulo, SP: Pearson Mackron Books,
2006. v. 1. 210 p.
TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística básica. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2008. 459 p.
TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2008. 696 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Matemática II
2º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivo
Aplicar, de forma eficiente, os conhecimentos adquiridos no estudo de Funções, Limites, Derivadas e
integrais aos problemas que se apresentam no decorrer do Curso, em projetos de Agronomia e na vida
profissional.
Ementa
A integral definida e o Teorema Fundamental do Cálculo. Técnicas de integração: Integrais por
substituição, integrais por partes, integrais de funções racionais por frações parciais. Valor Médio de uma
função. Aplicações da integral: cálculo de área, volumes e áreas de superfície de sólidos de revolução,
comprimento de arco. Integrais impróprias. Integração Numérica: regra dos retângulos, de Simpson e do
Trapézio.
Bibliografia Básica
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. Vol.1. 8a ed., Editora Bookman, Porto Alegre,
RS: 2007.
HOFFMAN, L. D. Cálculo – Um Curso Moderno e Suas Aplicações – Vol. 1 9ª ed. Rio de Janeiro,RJ:
LTC, 2008.
STEWART, James. Cálculo. 6. ed.v. 1. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning, 2010.
Bibliografia Complementar
LARSON, R.E.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo com Aplicações. 4ª ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 1998.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Vol.1. 1ª. ed. São Paulo, SP: McGraW-Hill, 1987.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A. 6ª ed. São Paulo, SP: Pearson, 2007.
GUIDORIZZI, L.H. Um Curso de Cálculo. Vol. 1. 5ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006.
________Um Curso de Cálculo. Vol. 2. 5ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006.
Unidade Curricular
Microbiologia geral
31
Período letivo
2º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Conceituar a Microbiologia como ciência e suas aplicações; compreender a diversidade e a importância
dos micro-organismos em relação a todos os seres vivos com a natureza; descrever as aplicações da
Microbiologia nas áreas da agricultura, alimentos, indústria e ambiente; conhecer a morfologia, estrutura,
metabolismo, reprodução e classificação de bactérias, fungos e vírus; demonstrar as exigências
nutricionais e físicas para o cultivo de micro-organismos em laboratório e classificar os diferentes meios
de cultura utilizados no isolamento e crescimento microbiano; conhecer as normas de segurança no
laboratório de Microbiologia; identificar os instrumentos básicos empregados em análises microbiológicas;
utilizar técnicas microbiológicas de cultivo de bactérias e fungos; conscientizar o estudante sobre a
importância da Microbiologia em todas as áreas de atuação dos profissionais de Agronomia.
Ementa
Introdução à Microbiologia. Estudo da morfologia, estrutura e reprodução de bactérias, fungos e vírus.
Conhecimentos sobre o metabolismo bacteriano e fatores que influenciam no crescimento de microorganismos. Noções sobre a relação parasito-hospedeiro e patogenicidade microbiana. Introdução à
microbiologia do solo. Abordagem dos métodos físicos e químicos de controle microbiano. Utilização de
meios de cultura laboratoriais e métodos de identificação e contagem microbiana.
Bibliografia Básica
TORTORA, G.J; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre, RS: Editora Artmed, 2005.
894p
PELCZAR JR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. Volume 1. 2
ed. Editora Makron Books, 1997 (Reimpressão 2005). 556 p.
TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. São Paulo, SP: Editora Atheneu, 2005. 718 p.
Bibliografia Complementar
PELCZAR JR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. Volume 2. 2.
ed. Editora Makron Books, 1997 (Reimpressão 2005). 552 p.
MOREIRA, F.M.S.; SIQUEIRA, J.O. Microbiologia e bioquímica do solo. 2. ed. Lavras, MG: UFLA,
2006. 729 p.
FORSYTHE, S.J. Microbiologia da segurança alimentar. 1 ed. Porto Alegre, RS: Editora Artmed, 2002.
424p.
RIBEIRO, M.C.; SOARES, M.M.S.R. Microbiologia Prática: roteiro e manual. Bactérias e fungos. 1
ed. São Paulo, SP: Editora Ateneu, 2001, 112p.
SILVA, N.; JUNQUEIRA, V.C.A.; SILVEIRA, N.F.A. Manual de métodos de análise microbiológica de
alimentos. 1 ed. São Paulo, SP: Editora ARTMED, 1997. 424 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Química orgânica
2º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivo
Oferecer subsídio teórico para que o estudante possa compreender a natureza e a importância da
química orgânica no contexto da Engenharia Agronômica.
Ementa
Introdução ao estudo da química orgânica. Identificação e classificação das diferentes estruturas e
propriedades físico-químicas das moléculas orgânicas. Hidrocarbonetos. Compostos heterocíclicos,
Álcoois, Aldeídos e Cetonas. Ácidos carboxílicos. Derivados de ácidos carboxílicos. Aminas. Fenóis.
Éteres epóxidos. Estereoquímica. Reações dos compostos orgânicos. Identificação de grupos funcionais
nos principais Agroquímicos.
Bibliografia Básica
ALINGER, Norman. L. et al. Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. 959p.
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. v. 2.
496p.
_________. Química Orgânica. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009. v. 1. 675p.
Bibliografia Complementar
32
BAIRD, C. Química Ambiental. Porto Alegre, RS: Bookman, 2002.
FELTRE, R. Fundamentos da química. 2 ed. São Paulo, SP: Moderna, 2001. v. único. 646 p.
_________. Química. 7. ed. São Paulo, SP: Moderna, 2008. v. 1. 527 p.
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2005. v. 1.
715p
_________. Química Orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006. v. 2. 715p
Unidade Curricular
Período letivo
Sistemática Vegetal
2º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Conhecer os conceitos básicos de Sistemática Vegetal, bem como os aspectos morfológicos e os ciclos
de vida do Reino Plantae (briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. Compreender a evolução
dos grupos e estar aptos a identificar diferentes organismos pertencentes aos grupos vegetais abordados
durante o curso. Fornecer um conhecimento básico sobre a reprodução vegetal que pode auxiliar na
resolução de diferentes problemas que possam ser encontrados pelos Engenheiros Agrônomos.
Ementa
Estudo dos fundamentos de sistemática vegetal, incluindo regras de nomenclatura, técnicas de coleta e
preparação de material botânico e os principais sistemas de classificação. Estudo da hipótese mais aceita
sobre a origem e evolução dos organismos fotossintetizantes, bem como do reino Plantae. Estudo da
morfologia, reprodução e classificação de algas verdes, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e
angiospermas com enfoque filogenético. Serão realizadas aulas teóricas expositivas utilizando-se os
recursos de lousa, data show, projetor de slides ou retroprojetor. Os alunos serão avaliados através de
duas avaliações teóricas e uma prática, além de um trabalho prático (elaboração de oito exsicatas
identificadas em nível de família) e um seminário. A elaboração de exsicatas habilita os alunos a
identificar diferentes grupos vegetais e a conhecer algumas técnicas de coleção botânica.
Bibliografia Básica
GONÇALVES E.G. & LORENZI H. 2007. Morfologia Vegetal: Organografia e Dicionário Ilustrado de
Morfologia das Plantas Vasculares. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.
VIDAL W.N. & VIDAL M.R.R. 2007. Botânica Organografia. 4ª ed. Imprensa Universitária, UFV.
LORENZI, H. 2008. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. 3 ed.
Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.
Bibliografia Complementar
BARROSO G.M. 2007. Sistemática de Angiospermas do Brasil. vol. 1. EDUSP.
CRONQUIST A. 1968. The Evolution and Classification of Flowering Plants. Houghton & Miffin.
LORENZI, H. 2006. Manual de Identificação e Controle de Plantas Daninhas Plantio Direto e
Convencional. 6ª Edição. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.
LORENZI, H. & SOUZA, H.M. 2008. Plantas Ornamentais no Brasil: Arbustivas, Herbáceas e
Trepadeiras. 4ª Edição. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.
RIZZINI, C.T. 1990. Árvores e Madeiras Úteis do Brasil - Manual de Dendrologia Brasileira. 2ª
edição. Edgard Blücher.
Unidade Curricular
Período letivo
Ecologia
2º
Carga Horária
Teórica: 20h
Prática: 16h
Objetivos
Conhecer e aplicar os conceitos básicos da ecologia; Compreender a estrutura e o funcionamento dos
ecossistemas; Entender como os processos ecológicos atuam na manutenção do equilíbrio natural;
relacionar as atividades humanas com os impactos ambientais atuais, bem como conhecer as suas
consequências e as maneiras de evitá-los ou minimizá-los.
Ementa
33
Introdução à ecologia. O meio ambiente físico. Ecossistemas terrestres e aquáticos. Biomas brasileiros.
Cerrado. Fluxo de energia nos ecossistemas. Termodinâmica. Ciclos biogeoquímicos. Organismos.
Ecologia de populações. Ecologia de comunidades. Ecologia de interações. Biodiversidade. Extinção e
conservação. Efeitos antrópicos sobre o meio ambiente.
Bibliografia Básica
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro, RJ: Editora Guanabara Koogan, 1988. 434p.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora Guanabara Koogan S.A.,
2003. 503 p.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2. ed. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2008. 592 p.
Bibliografia complementar
AZEVEDO, J. L. de. Ecologia microbiana. Jaguariúna: Embrapa, 1998, 486 p.
ESTEVES, F. de A. Fundamentos de limnologia. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 1998. 602 p.
GIANSANTI, R. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo, SP: Atual, 1998.
LAGO, A.; PÁDUA, J. A. O que é ecologia. São Paulo, SP: Brasiliense, 2006. 108 p.
PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. São Paulo, SP: Artmed, 2002. 252 p.
Unidade Curricular Zoologia
Período letivo
2º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Reconhecer a Zoologia como disciplina auxiliar das Ciências Agrárias, a utilidade e objetivos do Sistema
de Classificação Biológica; compreender as relações de Filogenéticas existentes entre os organismos
metazoários e como é estabelecido o Sistema de Classificação e Nomenclatura Zoológica; citar,
descrever e reconhecer a ecologia e biologia comparada dos representantes do grupamento “Protozoa”
e filos de maior importância para as Ciências Agrárias; descrever e reconhecer a ecologia e biologia
comparada dos representantes do filo Platyhelminthes e representantes de maior importância para as
Ciências Agrárias; reconhecer a ecologia e biologia comparada dos representantes do filo Nematoda;
descrever e reconhecer a ecologia e biologia comparada dos representantes do filo Mollusca; reconhecer
a ecologia e biologia comparada dos representantes do filo Annelida e a ecologia e biologia comparada
dos representantes do filo Arthropoda e finalmente citar, descrever e reconhecer a ecologia e biologia
comparada dos representantes do subfilo Vertebrata.
Ementa
A Zoologia como ciência: conceitos e aplicações nas ciências agrárias. Bases da Taxonomia,
Classificação e Nomenclatura Zoológica. Conceito e aplicação da Sistemática Filogenética em estudos
de diversidade zoológica. Grupamento “Protista” – os protozoários: ecologia e biologia comparada dos
filos de protozoários de maior importância nas ciências agrárias. O Reino Metazoa: biologia comparada e
ecologia dos Filos PLATYHELMINTHES, NEMATODA, MOLLUSCA, ANNELIDA, ARTHROPODA e
CHORDATA, com ênfase nas categorias taxonômicas mais relevantes e relacionadas com os sistemas
agrários.
Bibliografia Básica
HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G. E. Análise da Estrutura dos Vertebrados. 2. ed. São Paulo, SP:
Atheneu, 2006.
ORR, ROBERT T. Biologia dos vertebrados. São Paulo, SP: Roca, 1986.
URQUHART, G. M. et al. Parasitologia veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
2008, 273 p.
Bibliografia complementar
BUENO, V. H. P. Controle biológico de pragas: produção massal e controle de qualidade. 2. ed.
34
Lavras, MG: UFLA, 2009. 429 p.
CIMERMAN, B.; FRANCO, M. A. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São
Paulo, SP: Atheneu, 2007, 105 p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ,2002 920p.
PURVES, W. K. et al. Vida: a ciência da biologia, v. 1, 8ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.
ZUCCHI, R. A. Guia de identificação de pragas agrícolas. Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 139p.
Governo do Estado de São Paulo. Agrotóxicos e afins: coletânea da legislação. CDA, 2002. 126 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Questões Agrárias e Agrícolas
3º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Compreender a relação entre as questões de desenvolvimento da agropecuária, desde os complexos
rurais aos modernos complexos e sistemas agroindustriais, com as questões agrárias, numa perspectiva
integrada; compreender a história do desenvolvimento rural brasileiro.
Ementa
Questões conceituais introdutórias: agrário versus agrícola, complexos rurais, complexos agroindustriais,
sistemas agroindustriais, agronegócio (agribusiness), agricultura familiar, agronegócio e meio ambiente,
movimentos sociais rurais e outros. Setor agropecuário: aspectos políticos e econômicos. Políticas
macroeconômicas e o agronegócio.
Bibliografia Básica
BATALHA, Mário Otávio (Coord.) Gestão agroindustrial: GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas
Agroindustriais. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2001. 690p. v.1.
ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2009. 160 p.
SILVA, C. A. B. F.Projetos de empreendimentos agroindustriais: produtos de origem animal. Viçosa,
MG: UFV, 2003. 308p. v.1
Bibliografia Complementar
ARAUJO,J G. Extensão rural no desenvolvimento da agricultura brasileira. Viçosa, MG: UFV, 1981.
60p.
p..
CASLEY D. J. Monitoria e avaliação de projetos de desenvolvimento rural e agrícola. Brasília, DF:
Banco
Mundial
/
CODEVASF,
1985.
146p.
CNPQ. Inovação nas tradições da agricultura familiar. Brasília, DF: Petry, 2002. 399 p.
CASTRO, Carlos Eduardo Ferreira de et.al. Pontes para o futuro. Campinas, SP: CONSEPA, 2005.149p
STÉDILE J.P. A questão agrária no Brasil. 10 ed. São Paulo, SP: Atual, 1997. 71 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Agrometeorologia
3º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Situar a climatologia no contexto das ciências agrárias; analisar os elementos e fatores do clima e suas
interações; esclarecer e fornecer meios básicos de utilização dos subsídios meteorológicos à análise
atmosférica; dar ao estudante um instrumental para análise e interpretação, coletando e organizando os
dados metereológicos; desenvolver no estudante elementos para a discussão de proposta e estratégias
alternativas para o desenvolvimento.
Ementa
Estudo das relações Terra-Sol; Radiação solar e terrestre; Temperatura do ar e do solo; Umidade do ar;
Pressão atmosférica; Estudo dos ventos; Condensação e precipitação pluviométrica; Evaporação,
evapotranspiração e coeficiente de cultivo; Balanço hídrico do solo; Classificações climáticas; Estações e
equipamentos meteorológicos.
Bibliografia Básica
35
AZAMBUJA, J. M. V. de. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade,
conservação do solo, fertilidade do solo, edafologia, calagem. Guaíba, RS: Agropecuária,1996. 164 p.
MENDONÇA, F.; MONTEIRO, C. A. F. (Orgs). Clima Urbano. São Paulo, SP: Contexto, 2003.
VIANELLO, R. L., ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. 4. ed. UFV, Viçosa, MG. 2004.
Bibliografia Complementar
BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de irrigação. 8. ed. Viçosa, MG: UFV,
2006. 625 p.
HAHN, G. L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: aspectos teóricos e aplicados. Jaboticabal,
SP: FUNEP, 1993.
KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. 2. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1988. 407p.
OMETTO J. C. Bioclimatologia Vegetal. Agronômica. São Paulo, SP. 1981.
REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990.
Unidade Curricular
Período letivo
Construções e Instalações Rurais
3º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivo
Desenvolver as competências e habilidades necessárias ao desenvolvimento de projeto de instalações
agrícolas para animais de pequeno, médio e grande porte, habitações rurais e construções diversas no
meio rural.
Ementa
Importância e objetivos da disciplina. Conhecimentos básicos sobre projetos agropecuários. Trabalhos
preliminares na execução de projetos. Conhecimento e identificação os principais materiais de
construção. Conhecimento as etapas de execução de obras. Conhecimentos sobre ambiência em
Construções Rurais. Desenvolvimento de projetos para pequenos, médios e grandes animais.
Conhecimento e desenvolvimento projetos para instalações agrícolas ( biodigestores, fossa séptica, poço
sumidouro, casa de vegetação, etc. )
Bibliografia Básica
CARNEIRO, O. Construções rurais. 12ª ed., São Paulo, SP. 1987.
PEREIRA, M.F. Construções rurais. São Paulo, SP: Nobel, 2009. 330p.
ROCHA, J. L. V. da. Guia do técnico agropecuário: construções e instalações rurais. Campinas, SP:
ICEA, 1998.
Bibliografia Complementar
EMPRESA BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL. Manual técnico de
pecuária de leite. Brasília, DF. 1986.
CARNEIRO, Orlando. Construções rurais. 11. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1984. 719 p.
HAHN, G. L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: aspectos teóricos e aplicados. Jaboticabal,
SP: FUNEP, 1993. 27 p.
LUSSY, C. R. M. A arquitetura rural. Viçosa, MG: UFV, 1993. 123 p. 1 exemplar.
OLIVEIRA, C. G. de. Instalações e manejos para suinocultura empresarial. São Paulo, SP: Ícone,
1997. 96 p.
PY, C. R. Cercas elétricas: instalações e usos. Guaíba, RS: Agropecuária, 1998. 75 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Mecanização Agrícola I
3º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Identificar a importância da mecanização para a agropecuária nacional; conhecer e dimensionar a
utilização de máquinas agrícolas, bem como operar, regular e fazer manutenção das mesmas, além de
estimar custo horário e planejar a sua utilização.
Ementa
Princípios de funcionamento dos motores de combustão interna e seus componentes. Sistemas de:
36
alimentação, elétrico, arrefecimento, hidráulico, lubrificação. Sistema de transmissão. Atividade agrícola.
Eficiência, manutenção e regulagem dos equipamentos. Custo operacional e horário das atividades a
serem desenvolvidas. Normas de segurança. Equilíbrio de forças e capacidade teórica e de campo.
Bibliografia Básica
BALASTREIRE, L. A. Máquinas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 307p.
GALETI, P. A. Mecanização agrícola: preparo do solo. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1981. 220 p.
PORTELLA, J. A. Colheita de grãos mecanizada: implementos, manutenção e regulagem. Viçosa,
MG: Aprenda Fácil, 2000. 190 p.
Bibliografia Complementar
GALETI, P. A. Mecanização Agrícola. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1988.
220 p.
MIALHE, L. A . Manual de Mecanização Agrícola. Ceres, São Paulo, SP. 1974.
SILVEIRA, G. M. da. O preparo do solo: implementos corretos. 3. ed. São Paulo, SP: Globo, 1989.
243p.
SILVEIRA, G. M. da. As máquinas de plantar. Rio de Janeiro, RJ: Globo, 1989. 257p.
Unidade Curricular
Período letivo
Estatística experimental
3º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Processar, analisar e interpretar dados numéricos; dominar os procedimentos de análises estatísticas
rotineiras; analisar experimentos com plantas; interpretar e analisar dados de pesquisa e experimentação;
selecionar os testes e análises adequadas a cada tipo de distribuição estatística.
Ementa
Estudo dos conceitos básicos da experimentação. Construção da análise de variância de cada
delineamento. Testes de comparações de médias. Esquema fatorial. Parcela subdivida. Estudo da
regressão na análise de variância.
Bibliografia Básica
GOMES, F. P. Curso de estatística experimental. 13 ed. Piracicaba, SP: Nobel, 1990. 468 p.
ZIMMERMANN, F. J. P. Estatística aplicada à pesquisa agrícola. Santo Antônio de Goías, GO:
Embrapa Arroz e Feijão, 2004. 404 p.
SAMPAIO, I. B. M. Estatística aplicada à experimentação animal. 3. ed. Belo Horizonte, MG:
Fundação de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia, 2010. 264 p.
Bibliografia Complementar
VIEIRA, S. Estatística experimental. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1999. 185 p.
VIEIRA, S. Experimentação com seres humanos. São Paulo, SP: Moderna, 1987. 160 p.
FERREIRA, D. F. Informática na agropecuária: a informática na estatística e experimentação
agropecuária. Lavras,MG: UFLA, 1997. 275p.
SHIROSE, I. Estatística aplicada à análise sensorial (Módulo 1): manual técnico. Campinas, SP: ITAL,
1994. 73 p.
SHIROSE, I. Estatística aplicada à análise sensorial (Módulo 2): manual técnico. Campinas, SP: ITAL,
1996. 97 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Bioquímica
3º
Carga Horária
Teórica: 48h
Prática: 24h
Objetivo
Proporcionar ao estudante uma visão global dos princípios gerais da Bioquímica procurando capacitá-los
37
a compreender os mecanismos moleculares que regem as funções celulares.
Ementa
Estrutura e função das Macromoléculas Biológicas. Interações atômicas covalentes e não-covalentes.
Água, propriedades como solvente. Influência dos solutos nas propriedades coligativas da água. Efeito
dos produtos de ionização da água sobre as propriedades das macromoléculas biológicas. Curva de
titulação de ácidos e bases fracas. Constante de equilíbrio. Produto iônico da água. Solução tampão.
Aminoácidos protéicos. Peptídeos biologicamente ativos. Proteínas. Níveis estruturais de proteínas.
Nucleosídeos e nucleotídeos de atividade biológica. Ácidos nucléicos. DNA de vírus, procariotos e
eucariotos. Carboidratos. Elementos estruturais e de reserva. Parede celular de plantas. Lipídios.
Membranas biológicas. Transporte passivo e ativo através das membranas. Importância dos terpenos e
terpenóides nos sistemas vegetais. Bioenergética. Obtenção e utilização da energia pelas plantas.
Metabolismo Celular. Respiração Celular. Glicólise. Mecanismo e regulação. Fosforilação ao nível do
substrato. Fermentação lática e alcoólica. Vias tributárias dos principais carboidratos vegetais. Oxidação
de gorduras: b-oxidação. Oxidação de aminoácidos. Ciclo dos ácidos tricarboxílicos. Cadeia respiratória.
Fosforilação oxidativa. Inibidores da cadeia respiratória. Agentes desacopladores da fosforilação
oxidativa. Transporte de elétrons e termogênese em plantas. Oxidação do NADH extramitocondrial em
plantas. Sementes que armazenam gorduras. Ciclo do glicoxalato. Neoglicogênese.
Bibliografia Básica
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L. Lehninger princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo, SP: Sarvier,
2006. 1202 p.
CAMPBELL, M. K.; FARRELL, S. O. Bioquímica. 5. ed. São Paulo, SP: Thomson Learning, 2007. v.1.
835p.
MARZZOCO, A & TORRES, B.B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,3ª ed.
2007.
Bibliografia Complementar
UCKO, D. A.Química para ciências da saúde: uma introdução à química geral, orgânica, e
biológica. 2. ed. São Paulo, SP: Manole, 1992. 644p.
VIEIRA, E. C. Bioquímica celular e biologia celular. 2. ed. São Paulo, SP: Atheneu, 1998. 360p.
VOET, D.; VOET, J. G; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2. ed.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. 1241p.
SOLOMONS, T. W. G.; Fryhle, C. B. Química Orgânica. 8ª ed. v. 1 e v. 2. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2006.
RUSSEL, J. B. Química geral. 3ª ed. v. 1. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, 2006.
Unidade Curricular
Período letivo
Química Analítica
3º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar ao estudante conhecimentos de química analítica de modo que, ao final do curso ele
reconheça os principais métodos analíticos e possa escolher aquele que melhor se aplique à análise de
uma determinada amostra e interpretar gráficos e resultados de análises.
Ementa
O processo analítico. Unidades de medida. Erros experimentais (de análise). Principais métodos de
análise. Meio de desenvolvimento de uma reação analítica. Via seca e via úmida. Reações aplicadas em
química analítica. Sensibilidade e especificidade. Equilíbrio químico. Deslocamento do equilíbrio. Efeito
íon comum. Graus de dissociação. Eletrólitos fortes e fracos. Produto de solubilidade. Formação de
precipitados. Efeitos da temperatura e do pH. Química analítica quantitativa. Princípios da titulometria.
Volumetria por neutralização. Volumetria por precipitação. Volumetria por complexometria. Volumetria por
óxido-redução. Gravimetria. Curvas de titulação. Atividades de laboratório aplicado a métodos para a
água, solos e calcário.
Aulas práticas através das marchas analíticas dos grupos de cátions e ânions. Espectrofotometria.
Definição de Colorimetria. Definição de Espectrofotometria. Definição de absorção atômica.
Bibliografia Básica
38
VOGEL, A. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2002. 464 p.
BELLATO, C. R. et al. Laboratório de química analítica. Viçosa, MG: UFV, 2008. 102 p.
BACCAN, N.; ANDRADE, O.E.S.; BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa e Elementar. 3ª ed.
Campinas, SP: Editora Edgard Blücher ltda., 2008. 259p.
.Bibliografia complementar
SKOOG, D. A. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2009. 1051 p.
RUBINGER, M. et al. Tutoria em química analítica aplicada: exercícios. Viçosa, MG: UFV, 2008. 93 p.
BACCAN, N. et al. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed. São Paulo, SP: Edgard Blucher,
2008. 308 p.
VOGEL, A. I. Química Analitica Qualitativa. São Paulo, SP: Mestre Jou, 1981. 665p.
HARRIS, D.l C. Análise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2008. 868 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Metodologia de Pesquisa II
3º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Fornecer instrumental que permita aos estudantes melhor convivência acadêmica e aproveitamento do
curso, por meio de noções fundamentais sobre métodos e técnicas para geração do conhecimento
científico e respectiva operacionalização desse conhecimento; estimular o processo de investigação na
busca do saber e na formação do espírito científico; informar e conscientizar o aluno de que a pesquisa
científica e o trabalho científico possuem normas técnicas que regulam seu procedimento, elaboração e
apresentação; despertar no estudante o interesse e a valorização da pesquisa no campo da
aprendizagem e, consequentemente no seu curso; identificar e caracterizar os diferentes níveis de
conhecimento e os processos do método científico; caracterizar a importância da pesquisa no nível de
graduação, identificando suas modalidades; identificar e caracterizar os elementos constitutivos de um
projeto de pesquisa; definir e distinguir os tipos de trabalhos científicos nos cursos de graduação e pósgraduação; aplicar as normas técnicas na elaboração, redação e apresentação de projeto de pesquisa e
trabalhos científicos; caracterizar técnicas de elaboração e apresentação oral de seminários.
Ementa
Pesquisa Científica: conceitos, caracterização, tipologia. Classificação da pesquisa. Fases de uma
pesquisa. Formulação do problema. Coleta, análise e interpretação dos dados. Projeto de pesquisa:
natureza e estrutura. Relatório de Pesquisa. Modalidades de trabalhos científicos nos cursos de
graduação: resumo-crítico, artigo científico. Modalidades de trabalhos nos cursos de pós-graduação:
monografia, dissertação e tese. Seminários: importância, elaboração e técnicas de apresentação oral.
Bibliografia Básica
ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação
8. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2007. 160p. ISBN: 85-224-4828-9.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2006. 210 p. ISBN: 8502055321
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2002. 175 p. ISBN: 85-2243-169-8.
Bibliografia Complementar
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia científica. São Paulo, SP: Atlas, 1991. 231 p.
MARTINS, G. de A. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. 2. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2009. 118 p.
________ Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. 2. ed. São Paulo, SP:
Atlas, 2007. 118 p.
RUIZ, J. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2009. 180 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Topografia I
3º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 36h
Objetivos
Conhecer os diferentes métodos de levantamentos e equipamentos topográficos planimétricos; elaborar
planilhas de cálculo para obtenção da área do terreno, manusear os equipamentos usados na medição e
representação gráfica das terras e elaborar a arte final de trabalhos topográricos.
39
Ementa
Introdução à topografia e definição, histórico, divisão, instrumentos utilizados, medição de ângulos e
distâncias, orientação e georreferenciamento de plantas, métodos de levantamento topográfico
planimétrico, cálculos, desenho topográfico, determinação de áreas.
Bibliografia Básica
ROCHA, J. A M. R. GPS: uma abordagem prática. 4ª ed. Recife, PE: Bagaço Ltda, 2002.
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. 2ª ed. Editora UFSC. Florianópolis, SC: 2002.
LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia Contemporânea: planimetria. Florianópolis, SC: UFSC, 2000.
Bibliografia Complementar
BORGES, A. C. Topografia.. 2ª. ed. São Paulo, SP: Edgard Blucher,1997.
COMASTRI, J. A. Topografia aplicada: medições, divisões e demarcação. 1ª. ed., Viçosa, MG:
UFV,1998.
GARCIA, G. J.; PIEDADE, G. C. R. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5ª. ed. São Paulo, SP:
Nobel, 1989.
ROCHA, J. A M. R. GPS: uma abordagem prática. 3ª ed. Recife, PE: Bagaço Ltda, 2002.
MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo Navstar – GPS: descrição, fundamentos e aplicações. São
Paulo, SP. Editora UNESP 2000.
Unidade Curricular
Período letivo
Entomologia geral
4º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivo
Propiciar a identificação de diferentes grupos de insetos por meio do estudo taxonômico das principais
ordens e famílias de importância agronômica, bem como pelo estudo da morfologia externa e interna,
reprodução, desenvolvimento embrionário e pós-embrionário, ecdise e aspectos ecológicos destes
insetos.
Ementa
Introdução à Entomologia Geral: Importância Econômica dos Insetos e Posição dos Insetos no Reino
Animal. Histórico, Importância dos insetos e noções de nomenclatura zoológica. Morfologia externa e
interna, fisiologia dos insetos. Desenvolvimento embrionário, pós-embrionário, metamorfose e ecdise.
Classificação, identificação e caracterização das principais ordens e famílias de insetos de relevância
agronômica.
Bibliografia Básica
GALLO, D. et al. (in memorian). Entomologia Agrícola. Piracicaba, SP: Fealq, vol. 10, 2002. 920 p.
________Manual de entomologia agrícola. 2.ed. São Paulo, SP: Ceres, 1988. 649 p.
TACLA, A. Como vivem os insetos. 4. ed. São Paulo, SP: Scipione, 1992. 55p.
Bibliografia Complementar
VIEIRA, C. Doencas e pragas do feijoeiro. Viçosa, MG: UFV, 1988. 231 p.
TACLA, A. Como vivem os insetos. 4.ed. São Paulo, SP: Scipione, 1992. 56 p.
FORATTINI, O P. Entomologia médica. São Paulo, SP: Faculdade de Higiene e Saúde Pública, 1962.
662p. v. 1.
BRASIL- Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Defensivos agrícolas na fruticultura. Brasília,
DF: MAA, 1998. 24 p.
BRASIL- Fundação Nacional de Saúde. Projeto de unidades de armazenagem, distribuição e
processamento de praguicidas: diretrizes. Brasília, DF: FUNASA, 2004. 28 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Geoprocessamento
4º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Conhecer os elementos básicos da Cartografia e da Topografia e suas aplicações no Geoprocessamento;
utilizar o Sistema de Posicionamento Global (GPS) no georreferenciamento de dados espaciais; utilizar
40
imagens de satélites (LANDSAT, CBERS), no mapeamento e monitoramento ambiental; manipular,
recuperar, visualizar e plotar o conteúdo da base de dados georreferenciados na representação de
fenômenos ambientais (SPRING, Idrisi); utilizar o geoprocessamento no planejamento e gestão de
recursos naturais.
Ementa
Cartografia. Formas e dimensões da Terra. Projeções cartográficas. Carta do mundo ao milionésimo.
Sistema UTM. Unidades de medida. Escala. Plano de referência. Planta topográfica. Sistema de
Posicionamento Global (Global Positioning System - GPS). Sensoriamento remoto. Radiação
eletromagnética. Espectro eletromagnético. Comportamento espectral dos alvos. Satélites de
Sensoriamento Remoto. Análise visual de imagens de satélites. Processamento digital de imagens.
Sistemas de Informações Geográficas – SIG. Principais aplicações. Fonte e tipos de dados. Análise e
Modelagem de dados espaciais.
Bibliografia Básica
DUARTE, A. P. Fundamentos de cartografia. Florianópolis, SC: Ed. da UFSC, 2002.
LOCH, C. CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis, SC: Ed. da UFSC, 2000.
FITZ, P R. Geoprocessamento sem compilação. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2008. 160 p.
Bibliografia Complementar
LAMPARELLI, R A. C. Geoprocessamento e agricultura de precisão: fundamentos e aplicações.
Guaíba, RS: Agropecuária, 2001. 118 p.v. 2.
GARCIA, G. J.; PIEDADE, G. C. R. Topografia Aplicada às Ciências Agrárias. São Paulo, SP: Nobel,
1989.
ASSAD, E.D. Sistema de Informações Geográficas: Aplicações na Agricultura. 2. ed. Brasília, DF:
SPI Embrapa, 1998. 434 p.
ROCHA, J. A. M. R. GPS: uma abordagem prática. 4. ed. Recife, PE: Bagaço, 2003. 231p.
SILVA, A. B. Sistemas de informações Georeferenciadas: conceitos e fundamentos. Campinas, SP:
Unicamp, 2003. 236p.
Unidade Curricular
Período letivo
Zootecnia Geral
4º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivo
Proporcionar conhecimento aos estudantes sobre a base da criação econômica das principais espécies
domésticas criadas no Brasil.
Ementa
Diferenças morfofisiológicas entre espécies, aptidão e função. Sistemas de criação animal (extensivo,
intensivo e semi-intensivo). Manejo zootécnico das espécies de interesse econômico. Ciclo reprodutivo
das espécies domésticas. Noções de alimentação animal e de melhoramento genético. Índices
zootécnicos (taxa de mortalidade, ganho de peso, conversão alimentar, desfrute).
Bibliografia Básica
AGROCERES ROSS. Manual de manejo de frangos de corte. Campinas, SP: Ígnea, 2000. 104p.
SILVA, J.C.P.M.; OLIVEIRA, A.S.; VELLOSSO, C.M. Manejo e administração na bovinocultura
leiteira. Editora particular. 2009, 482p.
SOBESTIANSKY, J; WENTZ, I.; SILVEIRA, P.R.S.; CESTI, L.A.C. Suinocultura intensiva. Editora
Embrapa, 1998. 388p.
Bibliografia complementar
41
JARDIM, W.R. Bovinocultura. Campinas, SP. Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, 1973. 500p.
MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. Editora Nobel, 1987.163p.
MARTIN, L.C.T. Confinamento de bovinos de corte. Editora Nobel, 1987. 122p.
RIBEIRO, S. D. de A. Caprinocultura - criação racional de caprinos. Ed. Nobel. 1998. 320p.
TORRES, A. P. Manual de zootecnia: raças que interessam ao Brasil: bovinas, zebuínas, bubalinas,
cavalares, asininas, suínas, ovinas, caprinas, cunícolas, avícolas. 2. ed. São Paulo,SP: Ceres, 1982.303p
Unidade Curricular
Período letivo
Fitopatologia geral
4º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Entender as relações patógeno x hospedeiro x ambiente e a ocorrência das doenças em plantas;
diagnosticar os principais sintomas de cada grupo de doenças de plantas e estabelecer as práticas de
controle adequadas; conhecer as estratégias de ataque utilizadas pelos agentes fitopatogênicos e as
defesas apresentadas pelas plantas nos grupos específicos de doenças de plantas; conhecer as
características morfológicas de cada agente fitopatogênico e as diferentes estratégias de controle de
doenças e como elas podem ser integradas no controle de doenças de plantas; entender que mecanismos
levam os microrganismos a gerar variabilidade, qual a importância desta variabilidade no processo de
controle, de como ele pode ocorrer também nas plantas.
Ementa
Princípios, conceitos e classificação de doenças de plantas. Epidemiologia e ciclo de relações patógenohospedeiro. Perdas de produtividade causadas por doenças de plantas. Principais agentes fitopatogênicos
- Fungos, Bactérias, Vírus e Nematóides: Princípios gerais de controle de doenças de plantas.
Mecanismos de variabilidade em agentes fitopatogênicos. Controle de doenças de plantas.
Bibliografia Básica
ACELINO, C. M., ROMEIRO, R. S. Métodos em fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2007. 382 p.
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de fitopatologia: Princípios e Conceitos. 3.
ed. São Paulo, SP: CERES, 1995. 919 p. V. 1.
MIZUBUTI, E. S. G. Introducão à fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2009. 190 p.
Bibliografia Complementar
GHINI, R. Resistência de fungos a fungicidas. 2 ed. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2002. 78 p.
ROMEIRO, R.S. Controle biológico de doenças de plantas: procedimentos. Viçosa, MG: UFV, 2007.
172 p.
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas
cultivadas. 4. ed. São Paulo, SP: Editora Ceres, 2005. 663 p. V. 2.
DEPARTAMENTO DE DEFESA E INSPEÇÃO VEGETAL. Compêndio de defensivos agrícola: guia
prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 6ª ed. São Paulo, SP, 1999. 672 p.
DEPARTAMENTO DE DEFESA E INSPEÇÃO VEGETAL. Compêndio de defensivos agrícola: guia
prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 4ª ed.Complemento. São Paulo,SP: 2003, 302 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Pedologia
4º
Carga Horária
Teórica: 36h
Prática: 12h
Objetivo
42
Introduzir conceitos básicos sobre a formação dos solos e caracterização das principais classes de solos
no Brasil.
Ementa
Noções gerais de mineralogia. Fatores, mecanismos e processos de formação dos solos. Perfil do solo.
Características morfológicas e atributos diagnósticos. Características morfológicas, físicas, químicas e
mineralógicas das principais classes de solos no Brasil. Horizontes diagnósticos: superficiais e
subsuperficiais. Sistemas de classificação de solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos.
Bibliografia Básica
RESENDE, M. et.al. Pedologia: base para distinção de ambientes. 5. ed. Viçosa, Mg: UFLA, 2009. 322
p.
________ Pedologia: base para distinção de ambientes. 4. ed. Viçosa, MG, 2002. 366 p.
LIMA, S. C. Solo: manejo, conservação e uso sustentável. Uberlândia, MG: Roma, 2007. 53 p.
Bibliografia Complementar
LEMOS, R. C. Manual de descrição e coleta de solo no campo. 3. ed. Viçosa, MG: Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo, 1996. 83p.
KIEHL, E. J. Manual de Edafologia. São Paulo, SP: Ceres, 1979. 262 p.
PRADO, H. Manejo dos solos: descrições pedológicas e suas implicações. São Paulo, SP: Nobel,
1991. 116 p.
VIEIRA, L. S. Manual da ciência do solo: com ênfase aos solos tropicais. 2. ed. São Paulo, SP:
Ceres,
1988.
464p.
RESENDE, M. Ciências agrárias nos trópicos brasileiros: pedologia e fertilidade do solointeracões e aplicacões. Brasília, DF: ESAL, 1988. 84 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Genética básica
4º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar o conhecimento dos caracteres hereditários; conhecer sobre conceitos e técnicas nos
cruzamentos das plantas; interações entre gene e meio ambiente; princípios de intervenção do
homem no melhoramento.
Ementa
Introdução à genética. Estudo das relações entre genes e ambientes. Compreensão da expressão
fenotípica. Análise de fatores qualitativos e quantitativos. Reflexão sobre a variabilidade genética na
natureza.
Bibliografia Básica
BROWN, T.A. Genética: um enfoque molecular. Trad. Paulo Armando Motta e Liane Oliveira Mufarrej
Barbosa. Guanabara, 1999. 336 p.
RAMALHO, A.P.M. SANTOS, J.B. & PINTO, C.A.B.P. Genética na Agropecuária. Lavras, MG: UFLA,
2008. 464p.
BREWBAKER, J. L. Genética na agricultura. São Paulo, SP: Polígono, 1969. 217 p.
Bibliografia Complementar
ª
BURNS, G.W. Genética. Trad. João Paulo de Campos & Paulo . 6 ed. Guanabara Koogan, 1989. 381 p.
BRITO, E A. Biologia : uma abordagem evolutiva e ecológica . 1. São Paulo, SP: Moderna, 1997.
564p. v. 3.
CARVALHO, H C. de. Fundamentos de genética e evolução. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Atheneu, 1987.
556 p.
AMABIS, J M.Biologia das populações: genética, evolução, ecologia. São Paulo, SP: Moderna, 1997.
511 p. V.3
__________Fundamentos da biologia moderna. São Paulo, SP: Moderna, 1995. 58p.
Unidade Curricular
Mecanização Agrícola II
43
Período letivo
4º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Fazer manutenção periódica, regular e operar os equipamentos agrícolas; estimar custo horário dos
equipamentos e planejar as atividades a serem desenvolvidas com tratores e implementos agrícolas.
Ementa
Os implementos agrícolas: tipos, dimensionamento, manutenção periódica, regulagens, normas de
segurança, operação. Cuidados e manutenção periódica preventiva e corretiva. Regulagem e
acoplamento de equipamentos. Preparo inicial e periódico do solo. Implantação, tratos culturais e
tratamentos fitossanitários. Cálculo de rendimento e eficiência dos equipamentos.
Bibliografia Básica
BALASTREIRE, L. A. Máquinas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 307p.
GALETI, P. A. Mecanização agrícola: preparo do solo. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1981. 220 p.
MIALHE, L. G. Máquinas agrícolas: ensaios e certificação. Piracicaba, SP: FEALQ, 1996. 722p.
Bibliografia Complementar
GALETI, P. A. Mecanização Agrícola. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1988.
220 p.
MIALHE, L. A . Manual de Mecanização Agrícola, Ceres, São Paulo, SP. 1974.
SILVEIRA, G. M. da. O preparo do solo: implementos corretos. 3. ed. São Paulo, SP: Globo, 1989.
243 p.
_________. As máquinas de plantar. Rio de Janeiro, RJ: Globo, 1989. 257p.
PORTELLA, J. A. Colheita de grãos mecanizada: implementos, manutenção e regulagem. Viçosa,
MG: Aprenda Fácil, 2000. 190 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Topografia II
4º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Apresentar e discutir os fundamentos teóricos e práticos sobre os métodos de nivelamentos, incluindo
planilhas de cálculo para obtenção das diferenças de nível, representação de curvas de nível e perfis do
terreno.
Ementa
Introdução ao estudo da altimetria com avaliação de seus erros e limites, nivelamento geométrico,
nivelamento estadimétrico, nivelamento trigonométrico, nivelamento barométrico, levantamento
planialtimétrico de superfícies por Irradiação Taqueométrica, técnicas de representação do relevo,
locação altimétrica de obras e levantamentos para construção de barragens de terra.
Bibliografia Básica
GOMES, E.; PESSOA, L. M. da C.; SILVA JÚNIOR, L. B. da. Medindo imóveis rurais com GPS.
Brasília, DF: LK-Eitora, 2001. 136 p.
MCCORMAC, J. C. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros técnicos e científicos, 2007. 391 p.
ROCHA, J. A. M. R. GPS: uma abordagem prática. 4. ed. Recife, PE: Bagaço, 2003. 231p.
Bibliografia Complementar
BORGES, A. de C. Topografia 1. São Paulo, SP: Edgar Blüker, 1980. v.1. 187p.
COMASTRI, J. A. Topografia: planimetria. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 1992. 336 p.
COMASTRI, J. A.; GRIPP J. J. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação. Viçosa, MG:
UFV, 1998. 203 p.
GARCIA, G. J. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1989. 256 p.
LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. 2. ed. Florianópolis, SC: UFSC, 2000.
321 p.
Unidade Curricular
Entomologia Aplicada
44
Período letivo
5º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Reconhecer os principais insetos, praga e seus danos em culturas de relevância nacional bem como
subsidiar o Manejo Integrado de Pragas com base nas táticas de controle, respeitando preceitos éticos na
tomada de decisão para definir as estratégias de determinação dos níveis populacionais e escolha do
controle mais adequado; orientar a prescrição de Receituário Agronômico dentro das normas e legislação
brasileira.
Ementa
Estudo dos Níveis populacionais de insetos. Caracterização de insetos: pragas, associados e Inimigos
Naturais. Caracterização e Classificação de métodos de controle de pragas. Conceito e aplicação do
Manejo Integrado de Pragas. Reconhecimento e caracterização das Pragas e seus danos nas principais
plantas cultivadas. Recomendação de controle e utilização do receituário agronômico.
Bibliografia Básica
FLECHTMANN, C.H.W. Ácaros de importância agrícola. São Paulo, SP: Nobel, 1972, 149p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba, SP: Fealq, vol. 10, 2002. 920 p.
__________Manual de entomologia agrícola. 2.ed. São Paulo, SP: Ceres, 1988. 649 p.
Bibliografia Complementar
TACLA, A. Como vivem os insetos. 4. ed. São Paulo, SP: Scipione, 1992. 56p.
VIEIRA, C. Doencas e pragas do feijoeiro. Viçosa, MG: UFV, 1988. 231 p.
FORATTINI, O. P. Entomologia médica. São Paulo, SP: Faculdade de Higiene e Saúde
Pública,1962.662p. v. 1.
ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas: Guia prático de produtos fitossanitários para uso
agrícola. 5. ed. Andrei, 1996. 506 p.
MARICONI, F. A. M. Inseticidas e seu emprego no combate as pragas: com introdução sobre o
estudo dos insetos. 3. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1977. 305 p. v.1.
Unidade Curricular
Período letivo
Fertilidade do solo
5º
Carga Horária
Teórica: 48h
Prática: 12h
Objetivos
Capacitar o estudante para compreender a dinâmica dos nutrientes minerais no sistema solo-planta, com
uma visão integrada do conjunto de fatores que interferem nos níveis de fertilidade dos solos brasileiros,
avaliação da disponibilidade dos nutrientes no solo, quantificação das exigências nutricionais das plantas.
Identificar e recomendar os corretivos e fertilizantes e o manejo da fertilidade para o solo com base nas
análises químicas apropriadas.
Ementa
Caracterização de nutrientes de plantas. Avaliação da fertilidade do solo. Investigação sobre acidez do
solo e sua correção. Avaliação da disponibilidade de nutrientes no solo e definição da quantidade destes
nutrientes na adubação. Manejo e construção da fertilidade do solo e recomendação de corretivos e
fertilizantes.
Bibliografia Básica
FERREIRA, M. E.; CRUZ, M.C.P. da; RAIJ, B. Van; ABREU, C. A. de (Ed.) Micronutrientes e elementos
tóxicos na agricultura. Jaboticabal, SP: CNPq/FAPESP/POTAFÓS, 2001.
MALAVOLTA, E. Manual de Nutrição Mineral de Plantas. Piracicaba, SP: Ed. Livroceres, 2006. 631p.
LOPES, A. S. Micronutrientes – filosofias de aplicação e eficiência agronômica. São Paulo, SP:
Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), 1999, 72p. (Boletim Técnico, 8).
Bibliografia Complementar
45
AGUIAR, A. P. A. Manejo da fertilidade do solo sob pastagem, calagem e adubação. Guaíba, RS:
Agropecuária, 1998. 120 p.
RAIJ, B. V. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba, SP: Instituto da Potassa e Fosfato, 1991. 343p.
AMARAL. N. D. Noções de conservação do solo. 2. ed. São Paulo, SP: Nobel, 2000 120p.
AZAMBUJA, J. M. V. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade,
conservacão do solo, fertilidade do solo, edafologia, calagem. Guaíba, SP: Agropecuária, 1996. 164 p.
BERTONI, J. Conservação do solo. 6. ed. São Paulo, SP: Icone, 2008. 355 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Física do solo
5º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Fornecer conhecimentos sobre os principais fenômenos físicos do solo e conceitos sobre a organização
estrutural e suas relações com a movimentação da fase líquida; determinar as relações massa/ volume
do solo.
Ementa
Propriedades físicas do solo e suas relações com fatores de crescimento de plantas. Fração sólida do
solo: textura do solo, estrutura e agregação do solo. Relações massa/volume. Porosidade. Compactação.
Água no Solo. Infiltração, movimento e retenção de água no solo. Potencial de água no solo. Aeração do
solo e crescimento de plantas. Atmosfera e temperatura do solo.
Bibliografia Básica
BRADY, N. C. Natureza e propriedades do solo. 7ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Freitas Bastos, 1989.
REICHARDT, K. & TIM, L.C. Solo, planta e atmosfera. Conceitos, processos e aplicações. 1ª ed.,
São Paulo, SP: ed. Manoel, 2004.
REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. 1ª ed., São Paulo, SP: ed. Manole, 1990.
Bibliografia Complementar
CURI, N. (Coord.). Vocabulário de ciência do solo. Campinas, SP: SBCS, 1993. 90p.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. São Paulo, SP: Agronômica Ceres. 1979.
KLAR, A. E. A água no sistema Solo-Planta-Atmosfera, 1ª ed., S. Paulo, SP: ed. Nobel, 1984.
TRINIDADE,T. et al. Compactação dos solos: fundamentos teóricos e práticos. Viçosa, MG: UFV, 2008.
95 p.
DIAS J, M. S. Informática na agropecuária: a física do solo. Lavras, MG: UFLA, 1997. 157p.
Unidade Curricular
Período letivo
Fisiologia Vegetal
5º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Compreender como funcionam as relações hídricas e a nutrição mineral das plantas, bem como os
processos que comandam o metabolismo primário dos vegetais e os principais produtos do metabolismo
secundário. Conhecer os principais hormônios vegetais e suas funções, os mecanismos que governam o
movimento das plantas e seu desenvolvimento, incluindo os processos de floração e germinação.
Compreender o efeito dos principais estresses causados por fatores ambientais sobre a vida das plantas.
Ementa
Estudo das relações hídricas e da nutrição mineral dos vegetais, bem como da fixação e do metabolismo
do nitrogênio. Estudo do metabolismo primário dos vegetais (fotossíntese e respiração) com enfoque
ecológico e filogenético, incluindo o estudo do transporte no floema. Estudo dos metabólitos secundários
e sua importância para a defesa dos vegetais. Caracterização das principais funções dos hormônios
vegetais e sua forma de ação. Estudo da fotomorfogênese e dos movimentos em plantas. Estudo dos
processos que controlam a germinação e o florescimento. Estudo dos diferentes estresses ambientais
sobre a vida das plantas, como os estresses salino, hídrico, de deficiência de oxigênio, congelamento e a
choques térmicos. Serão realizadas aulas teóricas expositivas utilizando-se os recursos de lousa, data
show, projetor de slides ou retroprojetor.
Bibliografia Básica
46
RAVEN, P.H., EVERT, R.F. & EICHHORN, S. E. Biologia Vegetal. 7ª edição. Guanabara Koogan,
Rio de Janeiro, RJ: 2007.
MARENCO, R. A.Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição
mineral. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2009. 486 p.
PAIVA, R. O., LEONALDO M.. Fisiologia e produção vegetal. Lavras, MG: UFLA,, 2006. 104P. I
Bibliografia Complementar
LINHARES, S. V. Biologia. Volume único. São Paulo, SP: Ática, 2008. 552 p.
GOWDAK,D. Biologia: seres vivos, fisiologia vegetal, fisiologia animal. São Paulo,SP: FTD, 1990.
376 p.
FERRI, M, G. Botânica: fisiologia - curso experimental. 3. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1992. 116 p.
MAJEROWICZ, N. et al. Fisiologia vegetal: curso prático. Rio de Janeiro, RJ: Âmbito Cultural
Edições Ltda, 2003. 138.
RODRIGUES, T. J. D. Fisiologia vegetal: hormônios das plantas. Jabuticabal,SP: FUNEP, 2004.
78p.
Unidade Curricular
Período letivo
Fitopatologia Aplicada
5º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Aprender a avaliar e quantificar uma doença quanto a sua potencialidade e o risco representativo da
cultura; conhecer as diferentes estratégias de utilização de métodos de controle de doenças dentro do
contexto do Manejo Integrado de doenças (MID); aprender a identificar doenças de diversas culturas,
bem como o agente causal e as condições ambientais propícias a sua ocorrência; desenvolver o espírito
crítico e científico capaz de determinar o momento apropriado para aplicação de um método de controle
e os diferentes tipos de manejo no controle de doenças.
Ementa
Métodos de avaliação de doenças. Manejo Integrado de doenças de plantas. Doenças de grandes
culturas. Doenças das principais hortaliças. Doenças das principais fruteiras. Doenças de espécies
florestais. Doenças em sementes e pós-colheita.
Bibliografia Básica
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. E. Manual de Fitopatologia: Princípios e
Conceitos. Editora Ceres, São Paulo, SP: 1995. 919p. V.1.
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas
cultivadas. 4. Ed. São Paulo, SP: Editora Ceres, 2005. 663p. V. 2.
MIZUBUTI, E. S. G. Introdução à fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2009. 190 p.
Bibliografia Complementar
GHINI, R. Resistência de fungos a fungicidas. 2 ed. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2002.78 p.
ROMEIRO, R.S. Controle biológico de doenças de plantas: procedimentos. Viçosa, MG: UFV,
2007. 172 p.
DEPARTAMENTO DE DEFESA E INSPEÇÃO VEGETAL. Compêndio de defensivos agrícola: guia
prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 6ª ed. São Paulo, SP: 1999. 672 p.
ALFENAS, A. C. MAFFIA, R. G. Métodos em fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2007. 382 p.
DEPARTAMENTO DE DEFESA E INSPEÇÃO VEGETAL. Compêndio de defensivos agrícola: guia
prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 4ª ed. Complemento. São Paulo, SP: 2003.
302 p.
STADNIK, M.J. & RIVERA, M.C. Oídios. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2001. 484 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Métodos de Irrigação
5º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 36h
47
Objetivos
Identificar as diferentes formas de aplicar água às plantas; apresentar e selecionar o método de irrigação
adequado às diferentes situações pertinentes a agricultura irrigada; apresentar as principais normas para
avaliação de equipamentos de irrigação; aplicar os principais coeficientes de uniformidade; efetuar e e
analisar ensaios de avaliação nos sistemas de irrigação no campo.
Ementa
Estudo dos principais métodos de irrigação e suas aplicabilidades. Conhecimento dos coeficientes de
uniformidade de aplicação de água nos sistemas de irrigação e suas implicações no campo.
Bibliografia Básica
BERNARDO, S. Manual de irrigação. 8ª ed. Viçosa, MG: UFV, 625 p. 2009.
MANTOVANI, E. C.; BERNARDO S.; PALARETTI, L.F. Irrigação: Princípios e Métodos. Viçosa, MG:
UFV. 355p. 2009.
ALBUQUERQUE, P. E. P. de; DURÃES, F.O.M. Uso e Manejo de irrigação. Brasília, DF. EMBRAPA,
528p. 2008.
Bibliografia Complementar
DAKER, A. Irrigação e drenagem: a água na agricultura. 7ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Livraria Freitas
Bastos, 543p. 1988.
MIRANDA, J. H de. Irrigação II. Piracicaba, SP: SBEA, 703p. 2003. (Engenharia Agrícola Irrigação, V. 2).
VIEIRA, D. B. S. As técnicas de Irrigação. São Paulo, SP: Globo, 1989. 263 p.
PEREIRA, G. M. Irrigação por aspersão convencional. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 2001.
PENTEADO, S.R. Manejo de Água e Irrigação - Aproveitamento da Água em Propriedades
Ecológicas. Ed. Via Orgânica. 210p. 2007.
Unidade Curricular
Período letivo
Hidrologia Agrícola
5º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Classificar uma bacia hidrográfica quanto as características topográficas, físicas, geológicas e relevo, de
forma técnica, possibilitando o planejamento adequado quanto ao seu uso; quantificar o escoamento
superficial da água sobre o solo utilizando-se de equações empíricas, de forma a se prever as cheias;
identificar e caracterizar os fatores que intervêm na dinâmica da atmosfera; identificar e medir as
precipitações utilizando-se de estações e aparelhos de coleta de dados; utilizar as leis da probabilidade e
suas distribuições visando prever acontecimentos futuros; prever a precipitação provável de uma dada
região; estimar a evapotranspiração de referência, de forma indireta. Analisar as precipitações quanto à
intensidade, duração e freqüência: chuvas intensa, efetiva e provável de forma técnica; monitorar dados
hidrológicos buscando a previsão de enchentes , utilizando-se de métodos estatísticos e empíricos, de
forma a prevê-las durante o tempo; analisar economicamente a ocorrência de uma enchente,
analisando-se sua ocorrência ao longo do ano, buscando o seu controle de forma técnica.
Ementa
Hidrologia aplicada. Definição. Relação da hidrologia com outras ciências. Aplicação da hidrologia à
engenharia. Disponibilidades hídricas mundiais. Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Generalidades.
Definição. Divisores. Características físicas de uma bacia hidrográfica. Área de drenagem. Forma da
bacia. Sistema de drenagem. Relevo da bacia. Elementos de hidrometeorologia. Fatores climáticos.
Umidade. Umidade relativa. Psicrômetro. Temperatura. Estabilidade e instabilidade. Vento. Precipitação.
Definição. Formação e tipos. Medição. Processamento de dados pluviométricos. Análise estatística.
Precipitação média de uma bacia. Chuvas intensas. Infiltração. Definições. Distribuição vertical da água.
Grandezas características. Fatores que intervem na capacidade de infiltração. Curva da capacidade de
infiltração x tempo. Métodos para determinação da capacidade de infiltração. Evaporação e
evapotranspiração. Generalidades. Mecanismo da evaporação. Fatores intervenientes na evaporação
Mecanismo de transpiração. Evapotranspiração. Medidas e estimativas. Escoamento superficial.
Generalidades. Componentes do escoamento. Tempo de concentração. Período de retorno (Tr). Relação
chuva x deflúvio. Método racional. Previsão de enchentes. Generalidades. Cheia de projeto. Período de
retorno. Métodos de determinação da cheia de projeto. Fórmulas empíricas. Método racional. Método
chuva x deflúvio. Método probabilístico. Controle de enchentes e inundações. Definição. Causas.
Distribuição das enchentes e inundações durante o ano. Método de combate às enchentes. Proteção
48
contra inundações. Redução do nível. Redução da descarga de pique. Análise econômica do controle de
enchentes. Outorgas.
Bibliografia Básica
MOTA, S. Preservação e conservação dos recursos hídricos. 2ª ed. Editora ABES. Rio de janeiro, RJ:
1995.
GRIBBI, J. E. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. 3. ed. São Paulo, SP:
Cengage Learning, 2009. 494 p.
PINTO, N. L. S et al. Hidrologia básica. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2003. 278p.
Bibliografia Complementar
TUCCI, C. E. M. Hidrologia – ciência e aplicação. 3ª ed.. Porto Alegre. RS: UFRS, 2004.
ROCHA, J. S. M. da; KURTZ, S. M. de J. M. Manejo integrado de solos em microbacias
hidrográficas. 4ª ed., Editora UFSM, R.S. 2001.
TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. Porto Alegre, RS: UFRGS, 2004. 943p.
REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. 1ª ed. São Paulo, SP: Manole, 1990.
RICARDO R. R; HERMÓGENES F. L. F. et.al. Matas ciliares: conservação e recuperação . 2. ed. São
Paulo, SP: Edusp, USP, 2004. 320 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Melhoramento vegetal
5º
Carga Horária
Teórica: 48h
Prática: 12h
Objetivos
Fornecer os conhecimentos básicos sobre os métodos de melhoramentos aplicados às plantas
cultivadas; fornecer conhecimentos básicos sobre os princípios da genética vegetal, o conhecimento da
variabilidade genética das espécies cultivadas e sua importância para o melhoramento capacitando o
estudante para planejar e executar os programas específicos de melhoramento de espécies cultivadas e
técnicas nos cruzamentos das plantas.
Ementa
Introdução ao melhoramento de plantas. Estudo da evolução das espécies cultivadas. Caracterização dos
métodos de melhoramento de plantas. Estabelecimento de relações entre métodos de melhoramento e
sistema reprodutivo em plantas. Investigação sobre a variabilidade genética e como ela pode ser
manipulada. Aplicação dos conhecimentos adquiridos para obtenção de linhagens, híbridos e populações
de melhoramento.
Bibliografia Básica
BORÉM, A. Melhoramento de plantas. 5. ed. Viçosa, MG: UFV, 2009. 529 p.
PATERNIANI, E. Melhoramento e produção do milho no Brasil. Fundação Cargill, 1978, 650 p.
RAMALHO, A. P. M. SANTOS, J.B. & PINTO, C. A. B. P. Genética na Agropecuária. Lavras, MG:
UFLA, 2008. 464p.
Bibliografia Complementar
BREWBAKER. J. L.Genética na agricultura. São Paulo, SP: Polígono, 1969. 217 p.
BRITO, E. A. Biologia: uma abordagem evolutiva e ecológica. São Paulo SP:Moderna,1997.564p.v. 3.
CUTTER.E.G. Anatomia vegetal: parte1 - células e tecidos. 2. ed. São Paulo, SP: Roca, 2002. 304 p.
p.1.
GONÇALVES, E.G. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas
vasculares. São Paulo, SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2007. 415p.
MAJEROWICZ, N. et al. Fisiologia vegetal: curso prático. Rio de Janeiro, RJ: Âmbito Cultural Edições
Ltda, 2003. 138 p.
Unidade Curricular Tecnologia de aplicação de agrotóxicos
Período letivo
6º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivo
49
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam fazer aplicação dos agroquímicos
associada ao estudo das máquinas aplicadoras, cuja finalidade proporcione a correta aplicação,
possibilitando que os produtos atinjam os alvos especificados, com menor custo operacional, de forma
segura e menor impacto ambiental.
Ementa
Conceitos sobre agroquímicos e tecnologia de aplicação. Aplicação de produtos fitossanitários por via
terrestre e aérea. Tipos de formulações de defensivos agrícolas (conceitos e cuidados na preparação das
caldas). Equipamentos de proteção individual para aplicação e manipulação de produtos fitossanitários.
Impacto das aplicações no meio ambiente (conceitos de deriva e contaminação ambiental, fatores
ambientais). Tipos de dispositivos geradores de gotas. Bicos hidráulicos, características técnicas de
constituição e tipos de pontas. Agricultura de precisão para agroquímicos e tecnologia de aplicação.
Dinâmica ambiental. Inseticidas e fungicidas naturais.
Bibliografia Básica
ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas: Guia prático de produtos fitossanitários para uso
agrícola. 8. ed. São Paulo, SP: Andrei, 2009. 1378p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola: pragas das plantas e seu controle. Piracicaba, SP: FEALQ,
2002. 920p.
LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas. 6. ed. São Paulo, SP: Plantarum,
2006. 339p.
Bibliografia Complementar
FREITAS, G. B. Preparo e aplicação de caldas, espalhantes adesivos e defensivos alternativos.
Brasília: SENAR. 2006. 88p. (Coleção Senar, v.106; Trabalhador na agricultura orgânica).
GHINI, R. KIMATI, H. Resistência de fungos a fungicidas. 2 ed. São Paulo, SP: Jaguariúna, 2002, 78p.
HERTWIG, K. V. Manual de herbicidas, desfolhantes, dessecantes, fitorreguladores e Bioestimulantes. Ed. Agronômica Ceres. 1983. 669p.
ZUCCHI, R. A. Guia de identificação de pragas agrícolas. Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 139p.
Governo do Estado de São Paulo. Agrotóxicos e afins: coletânea da legislação. CDA, 2002. 126 p.
Unidade Curricular
Manejo e conservação do solo e da água
Período letivo
6º
Carga Horária
Teórica: 48h
Prática: 12h
Objetivos
Analisar as formas de exploração agrícola e fornecer subsídios para planejar o uso, manejo e a
conservação do solo e da água bem como avaliar a aptidão agrícola das terras.
Ementa
Legislação dos solos. Erosão do solo. Classes de capacidade de uso do solo e planejamento
conservacionista. Sistemas de manejo do solo. Práticas conservacionistas do solo e da água. Sistema de
avaliação da aptidão agrícola das terras.
Bibliografia Básica
BERTONI, J. Conservação do solo. São Paulo, SP: Ícone. 2005. 355p.
GUERRA, A.J.T. (ed.) Erosão e conservação do solo. São Paulo, SP: Bertrand/Brasil. 2003. 476p.
LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2002, 2ª.ed.
178p.
Bibliografia Complementar
50
BERTONI, J & LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo, SP: ÍCONE, 1990.
CASTRO FILHO, C. de & MUZILLI, O. Manejo Integrado de Solos em Microbacias Hidrográficas. 4ª
ed. Londrina, PR: IAPAR, 1996.
RAMALHO FILHO, A & BEEK, K.J. Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras. 3ª Ed.
EMBRAPA, CNPS,1995. p. 65.
PIRES, F. R. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água. Viçosa, MG: UFV, 2003. 176 p.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico dos solos: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo, SP:
Nobel, 2002. 549p.
Unidade Curricular
Manejo de Plantas Daninhas
Período letivo
6º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam identificar os principais grupos de
plantas invasoras, conhecer suas particularidades, nível de infestação, manejo e controle destas plantas
invasoras; despertar a importância da pesquisa, extensão e controle integrado das plantas daninhas;
conhecer os principais métodos de controle de plantas daninhas, aplicados em culturas anuais e perenes;
conhecer as particularidades e características dos herbicidas, bem como a sua utilização nas principais
culturas; aplicar o manejo integrado no controle de plantas daninhas juntamente com o manejo de pragas
e doenças; recomendar os principais herbicidas para as principais culturas (anuais e perenes); dominar a
tecnologia de aplicação de herbicidas (regulagem de equipamentos); identificar efeitos dos herbicidas
sobre as plantas daninhas e sobre a cultura, quando estes são recomendados de forma correta, além dos
efeitos prejudiciais quando utilizados indiscriminadamente..
Ementa
Conceito e classificação de plantas daninhas. Biologia e fisiologia das plantas consideradas daninhas.
Banco de sementes no solo e germinação de sementes. Plantas daninhas raramente mencionadas.
Inferências de plantas daninhas em culturas agrícolas. Plantas daninhas de controle problemático. Meios
de dispersão empregados por plantas daninhas. Métodos de controle de plantas daninhas. Plantio Direto
– efeitos alelopáticos das coberturas mortas. Impacto ambiental associado ao controle de plantas
daninhas. Classificação dos herbicidas. Seletividade dos herbicidas. Mecanismos de ação dos herbicidas.
Fatores que influenciam na absorção foliar dos herbicidas. Comportamento dos herbicidas no solo.
Equipamentos e métodos de aplicação dos herbicidas. Orientação e uso de equipamentos de proteção
individual.
Bibliografia Básica
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: Terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. Nova Odessa.
São Paulo, SP: Instituto Plantarum, 2008. (4ª ed.) 607p.
LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional
6 ed. Nova Odessa, São Paulo, SP: Instituto Plantarum, 2006. 339p.
SILVA, A.A.; SILVA, J.F.S. Tópicos em manejo de plantas daninhas. Viçosa, MG: Ed. UFV. 2007.
367p.
Bibliografia Complementar
COMPENDIO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS: Guia prático de produtos fitossanitários para uso agrícola.
8ª ed. 2009. 1378p.
HERTWIG, K. V. Manual de herbicidas, desfolhantes, dessecantes e fitorreguladores. Ed.
Agronômica Ceres. 1977. 480p.
HERTWIG, K. V. Manual de herbicidas, desfolhantes, dessecantes, fitorreguladores e Bioestimulantes. Ed. Agronômica Ceres. 1983. 669p.
KISSMANN, K. G.; GROTH, D. Plantas infestantes e nocivas. Tomo I. 2 ed. São Paulo, SP: BASF.
1997. 725p.
KISSMANN, K.G.; GROTH, D. Plantas infestantes e nocivas. Tomo II. 2 ed. São Paulo, SP: BASF.
2000. 726p.
51
Unidade Curricular
Período letivo
Hidráulica Agrícola
6º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Conhecer as principais propriedades dos líquidos; delinear os princípios da hidrostática e da
hidrodinâmica; aplicar as leis de Pascal, Stevin e Bernoulli; calcular perdas de cargas contínuas e
localizadas; dimensionar e selecionar conjunto motobombas; aplicar os diferentes métodos de medição
de vazão.
Ementa
Estudo das principais propriedades dos fluídos. Hidrostática e hidrodinâmica. Captação e elevação de
água para sistemas de irrigação. Estudo da medição da vazão em pequenos, médios e grandes canais.
Bibliografia Básica
AZEVEDO NETTO, J. M. de. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo, SP: ed. Edgard Blucher, 669 p.
2002.
PORTO, R. N. de. Hidráulica básica. 3ª ed. São Carlos: ed. EESC/USP, 519p. 2004.
DELMÉE, G.L. Manual de medição de vazão. 3ª ed. São Paulo, SP: ed. Edgard Blucher, 366p. 2003.
Bibliografia Complementar
NETTO, J. M. A. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 1998.
CARVALHO, J. de A. Instalação de bombeamento para irrigação. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 2000.
DAKER, A. Irrigacão e drenagem: a água na agricultura. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livraria Freitas
Bastos, 1988. 543p., v. 3.
MIRANDA, J. H. de; PIRES, C. de M. Irrigação.Vol. II – SBEA. Piracicaba, SP: 2003.
BERNARDO, S. Manual de irrigação. 8ª ed. Viçosa, MG: UFV, 625p. 2009.
Unidade Curricular
Período letivo
Forragicultura
6º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Reconhecer os principais gêneros e espécies de plantas forrageiras utilizadas na formação de pastagens
e na alimentação animal; formar pastagens e capineiras para a alimentação animal; manejar
adequadamente as pastagens de acordo com a espécie animal, categoria animal e nível tecnológico;
realizar técnicas de conservação de forragens e/ou utilizar recursos forrageiros para períodos críticos.
Ementa
Introdução. Importância da forragicultura e terminologias utilizadas em forragicultura. Identificação e
características desejáveis das plantas forrageiras: hábito de crescimento, exigências edafoclimáticas,
propagação e utilização. Formação, recuperação e renovação de pastagens. Correção do solo e
adubação de pastagens. Manejo de pastagens e fisiologia vegetal aplicada ao manejo das pastagens.
Recursos forrageiros para períodos críticos (diferimento de pastagens, canavial e capineira) e
conservação de forragem (ensilagem e fenação).
Bibliografia Básica
ALCÂNTARA, P. B.; BUFARAH, G. Plantas forrageiras: gramíneas e leguminosas. 4. Ed. São Paulo,
SP: 2009.
ANDRIGUETO, J. M.; PERLY, L.; MINARDI, I.; et al. Nutrição animal. As bases e os fundamentos da
nutrição animal. 4ª ed. São Paulo, SP: Nobel, 2009.
SIVA, D. J. Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos. Viçosa, MG: UFV, 2009.
Bibliografia Complementar
52
AGUIAR, A. P. A. Manejo de pastagem. Guaíba, RS: Agropecuária, 1998. 139 p.
ROMERO, N. F. Manejo fisiológico dos pastos nativos melhorados. Guaíba, RS: Agropecuária, 1998.
110 p.
PEREIRA, J. C. Manejo de pastagens. Brasília, DF: SENAR, 2003. 92 p.
ROMERO, N. F. Manejo fisiológico dos pastos nativos melhorados. Guaíba, RS: Agropecuária, 1998.
110 p.
ALCÂNTARA, P. B. Plantas forrageiras: gramíneas & leguminosas. São Paulo, SP: Nobel, 2009. 162 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Fitotecnia I (Milho, Trigo e Sorgo)
6º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam: planejar, implantar e conduzir culturas
de milho, trigo e sorgo; diagnosticar problemas e propor soluções; levantar índices técnicos para cálculo
de custos e receitas; elaborar projetos: analisar viabilidade técnica, econômica, ecológica e social do
projeto.
Ementa
Introdução. Importância sócio-econômica. Origem da Cultura. Morfologia, fenologia e fisiologia da planta.
Aptidão Edafoclimática. Manejo do Solo. Cultivares Recomendados. Plantio. Nutrição mineral e manejo
da fertilidade. Manejo de plantas daninhas. Controle fitossanitário de pragas e doenças. Colheita,
beneficiamento, armazenagem e comercialização. Sistemas de cultivo. Irrigação e manejo. Noções gerais
sobre o melhoramento genético e principais programas de desenvolvimento de novas cultivares no país e
no exterior. Elaboração de projetos: custos, aspectos de viabilidade técnica, econômica, ecológica e
social.
Bibliografia Básica
FANCELLI, A.L.; DOURADO-NETO, D. (Coord.). Tecnologia da produção do milho. Piracicaba, SP:
PUBLIQUE, 1997. 174p.
GALVÃO, J. C. CARDOSO M., GLAUCO V. Tecnologias de produção do milho. Viçosa, MG: UFV,
2008. 366 p.
PEREIRA, Joelma. Tecnologia e qualidade de cereais (arroz, trigo, milho e aveia). Lavras, MG:
UFLA/FAEPE, 2002. 130 p.
Bibliografia complementar
REIS, O. G. As soluções práticas do fazendeiro- 2: hortas-frutas-conservas-milho-cana de acucar. 2.
ed. Rio de Janeiro, RJ: Globo, 1988. 157 p.
SAWAZAKI, E. Melhoramento do cultivar de milho IAC maya. Campinas, SP: Fundacão Cargill, 1980.
49p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de Milho. 2. ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha,
2004. 56p.
SCHMIDT, A. A. P. O sorgo. São Paulo, SP: Ícone, 1987. 63 p.
CRUZ, J. C. et al. Produção e utilização de silagem de milho e sorgo. Sete Lagoas, MG: Embrapa
Milho e Sorgo, 2001. 544 p.
EMBRAPA. Cultura do milho. Brasília, DF: Embrater, 1983. 302 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Nutrição de plantas
6º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Entender a lei da fertilidade de solo no que diz respeito à disponibilidade de nutrientes no solo; identificar
os mecanismos de absorção de nutrientes pelas raízes e pelas folhas da planta; reconhecer os
mecanismos de transporte, distribuição e redistribuição dos nutrientes nas plantas; entender a função de
cada nutriente nas atividades metabólicas da planta; entender a interdependência entre os nutrientes;
elaborar soluções nutritivas para o cultivo de plantas em ambiente controlado; reconhecer os diversos
53
sintomas de deficiência e toxidez de nutrientes das plantas.
Ementa
Influência dos tipos de solos e da fertilidade do solo na disponibilidade de nutrientes. Absorção,
distribuição e redistribuição de nutrientes. Funções estruturais e bioquímicas dos nutrientes, relação entre
nutrientes, elaboração de soluções nutritivas e sintomatologia de deficiência ou toxidez de nutrientes.
Bibliografia Básica
MOREIRA, F.M.S.; SIQUEIRA, J.O. Microbiologia e bioquímica do solo. Lavras, MG: Editora da UFLA,
2002. 626p.
MALAVOLTA, E. Elementos de Nutrição Mineral de Plantas. São Paulo, SP: Ceres, 1980. 252 p.
MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo, SP: Agronômica Ceres, 2006.
631p.
Bibliografia Complementar
___________Manual de química agrícola : nutrição de plantas e fertilidade do solo. São Paulo, SP:
Agronômica Ceres, 1976. 528 p.
__________ Manual de calagem e adubação das principais culturas. São Paulo, SP: Ceres, 1987.
496p.
____________Adubos e Adubações. São Paulo, SP: Nobel, 2002. 200 p.
GOEDERT, W. J. Solos dos Cerrados: tecnologias e estratégias de manejo. São Paulo, SP: Nobel,
1987. 422 p.
VARGAS, M. A. T. H, Biologia dos solos dos cerrados. Planaltina, DF: Embrapa, 1997. 524 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Tecnologia e produção de material propagativo
6º
Carga Horária
Teórica: 42h
Prática: 42h
Objetivos
Entender os processos de reprodução e multiplicação de plantas superiores; dominar as técnicas de
produção de mudas e sementes; utilizar as técnicas de controle de qualidade de sementes e mudas;
conhecer a legislação pertinente ao setor de produção de sementes e mudas.
Ementa
Técnicas de propagação de plantas. Estudos da condução das plantas (podas e outras). Aplicação de
fitohormônios na propagação. Formação de mudas. Formação da semente. Germinação, dormência,
composição química, deterioração e vigor das sementes. Princípios da produção das sementes com alta
qualidade genética, física e fisiológica. Maturação. Colheita, secagem, beneficiamento, armazenamento,
análises de sementes. Características das técnicas de laboratórios.
Bibliografia Básica
BRASIL. Ministério da Agricultura. Regras para análise de sementes. Brasília, DF: DNDV/CLAV, 2005,
365p.
CARVALHO, N. M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. 4. ed. Jaboticabal, SP:
FUNEP, 2000. 588p.
FERREIRA, A. G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre, RS: Artmed, 2004.
323 p.
Bibliografia Complementar
54
TOLEDO, F. F. Manual das sementes: tecnologia da produção. São Paulo, SP: Agronômica Ceres,
1977. 224 p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de sementes. 2. ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha,
2004. 64 p.
CARVALHO, P. E. R. Espécies arbóreas brasileiras. 3. ed. Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2003.
1042 p. v. 1.
BARBOSA, J.G.; LOPES, L.C. Propagação de plantas ornamentais. Viçosa, MG: Universidade Federal
de Viçosa, 2007. p. 43-70.
BRASIL. Ministério da Agricultura. Manual de inspeção da produção de sementes e mudas. Brasilia,
DF: CSM - Coordenadoria de sementes e mudas, 1983. 211 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Biotecnologia
7º
Carga Horária
Teórica: 36h
Prática: 12h
Objetivos
Conhecer sobre a engenharia genética; realizar práticas em laboratório de biotecnologia; ter conhecimento
prático e teórico sobre a biologia molecular e suas utilidades.
Ementa
Introdução à biotecnologia. Aprofundamento das relações inter e intra alélicas. Estudo das diferentes
metodologias aplicadas na biotecnologia. Experimentação de práticas de laboratório em biologia
molecular. Confronto entre o melhoramento genético clássico e o molecular. Aplicação dos
conhecimentos em diversos ramos do saber como: biossegurança, fluxo gênico, biodiversidade,
biorremediação, patentes, bioética, terapia gênica, farmacogenômica, células tronco, bioinformativa,
genômica, proteômica, DNA forense, bioterrorismo e biodefesa.
Bibliografia Básica
RAMALHO, A.P.M. SANTOS, J.B. & PINTO, C.A.B.P. Genética na Agropecuária. Lavras, MG: UFLA,
2008. 464p.
AQUARONE, E. et al. (coord.) Biotecnologia industrial. São Paulo, SP: 2005, V.4, 523 p.
a
BOREM, A. & MIRANDA, G. V. Melhoramento de plantas. 5 ed. Viçosa, MG: UFV, 2009, 529p.
Bibliografia Complementar
LAJOLO, F. M.Transgênicos: Bases científicas da sua segurança. São Paulo, SP: Sociedade Brasileira
de Alimentação e Nutrição, 2003. 110p.
MELO, I. S..Microbiologia ambiental. Jaguariúna, SP: EMBRAPA, 1997. 438 p.
ALUÍZIO, B.MARCOS P. G, NEUZA M. B. C..Alimentos geneticamente modificados. Vicosa-MG:
Universidade Federal de Vicosa, 2003. 335 p..
lSCHIMIDELL, W. et al.Biotecnologia industrial . São Paulo, SP: Edgard Blücher, 2001. 541 p. v.2.
RAVEN, P. H. Biologia vegetal: Coordenação da tradução Jane Elizabeth Kraus; Neuza Maria de
Castro; Traduzido por Ana Claudia de Macêdo Vieira, et.all. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: GuanabaraKoogan, 2007. 835 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Bromatologia
7º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Identificar os principais componentes presentes nos alimentos e seus mecanismos de reações químicas;
identificar as transformações que resultam em alterações sensoriais e nutricionais durante o
processamento e armazenamento de alimentos; realizar análises físico-químicas em alimentos com o
intuito de avaliar sua composição e qualidade.
Ementa
Água. Minerais. Carboidratos. Lipídios. Proteínas. Vitaminas. Análises para determinação de composição
centesimal. Análises para determinação da qualidade em alimentos. Efeito do processamento sobre o
55
valor nutritivo dos alimentos.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, J. M. A. Química de Alimentos – teoria e prática. 4ª ed. Viçosa, MG: Imprensa Universitaria,
2008.
COULTATE, T. P. Alimentos: A química de seus componentes. 3ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed,
2004. 368p.
SALINAS, R.D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia, 3ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed,
2002. 278p.
Bibliografia Complementar
BOBBIO, F.O. BOBBIO P.A. Química do processamento de alimentos. 3ª ed. Sao Paulo, SP: Varela,
2003. 144p.
EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos, 2 ed, São Paulo, SP: Atheneu, 1998. 652p.
__________ Tecnologia de alimentos, 2 ed, São Paulo, SP: Atheneu, 2005. 652p.
__________ Tecnologia de alimentos, 2 ed, São Paulo, SP: Atheneu, 2008. 652p.
SERAVALLI, E. A. G. Química de Alimentos. 2ª ed. São Paulo, SP: Blucher, 2008. 184p.
Unidade Curricular
Período letivo
Fruticultura I (Citros, Abacaxi e Maracujá)
7º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Avaliar a importância econômica da fruticultura no País; reconhecer os órgãos da planta e suas funções;
implantar e manejar a cultura; planejar e executar o processo de colheita e pós-colheita; diagnosticar
problemas e propor soluções ligados à produção; elaborar projetos de produção integrado a atividade
econômica e ambiental quanto à exploração, manutenção e recuperação.
Ementa
Importância sócio-econômico e alimentar das seguintes fruteiras: citros, abacaxi, maracujá: origem e
distribuição geográfica. Sistemática, morfologia e fisiologia. Exigências climáticas e edáficas.
Melhoramento. Cultivares. Formação do pomar. Podas. Tratos culturais. Controle Fitossanitário. Colheita.
Embalagem, classificação, industrialização e armazenamento. Comercialização. Elaboração de projetos:
custos, aspectos de viabilidade técnica, econômica, ecológica e social.
Bibliografia Básica
GOMES, R.P. Fruticultura brasileira. São Paulo, SP: Nobel, 1987. 446p.
SOUSA, J. S. I. Poda das plantas frutíferas. 14. ed. São Paulo,SP: Nobel, 1985. 224 p.
MELETTI, L. M. M. (Coord.). Propagação de frutíferas tropicais. Guaíba, RS: Agropecuária, 2000. 239p
Bibliografia complementar
MANICA, I.Fruticultura em áreas urbanas: arborizacão com plantas frutíferas, o pomar doméstico,
fruticultura comercial. Porto Alegre, RS: Cinco Continentes, 1997. 154p.
MEDINA, J. C. ET. al. Abacaxi: cultura, matéria-prima, processamento e aspectos econômicos. 2.
ed. Campinas, SP: Ital, 1987. 285 p.
TEIXERA, C. G. Maracujá: cultura, matéria-prima, processamento e aspectos econômicos. 2. ed.
Campinas, SP: ITAL, 1994. 267 p.
MARANCA, G. Fruticultura comercial: mamão, goiaba, abacaxi. 5. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1991.
121p.
MEDINA, J.C. et al. Abacaxi: cultura, matéria-prima, processamento e aspectos econômicos. 2. ed.
Campinas, SP: ITAL, 1987. 285p. (Série Frutas Tropicais, 2).
MAIA, G. A. et al. Processamento de frutas tropicais: nutricão, produtos e controle de qualidade.
Fortaleza, CE: UFC, 2009. 277p.
56
Unidade Curricular
Período letivo
Fitotecnia II (Cana-de-açúcar e Arroz)
7º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam: planejar, implantar e conduzir culturas
de cana-de-açúcar e arroz; diagnosticar problemas e propor soluções; levantar índices técnicos para
cálculo de custos e receitas; elaborar projetos; analisar viabilidade técnica, econômica, ecológica e social
do projeto.
Ementa
Importância sócio-econômica, estatísticas de produção, consumo e comercialização e produtos e subprodutos, situação atual da cultura no Brasil, no Estado, e região. Centros de origem/diversidade.
Classificação botânica. Modo de reprodução. Condições climáticas favoráveis e limitantes ao
desenvolvimento da cultura. Morfologia e fisiologia da planta, composição química e utilizações agroindustriais dos principais componentes. Práticas culturais: preparo do solo, sulcação, espaçamentos de
plantio, localização e formas de aplicação de adubos. Inseticidas e herbicidas no plantio e soqueiras e os
principais implementos utilizados nestas operações. Sistemas de plantio (manual/mecânico). Densidade
de mudas. Variedades recomendadas. Nutrição e adubação da cultura. Sistemas de produção e
multiplicação de mudas sadias. Maturação, sistemas de colheita e transporte.
Bibliografia Básica
FORNASIERI F. D. Manual da cultura do arroz. Jaboticabal, SP: FUNEP, 2006. 589 p.
FERREIRA, C. M. Fundamentos para a implantação e avaliação de produção sustentável de grãos.
Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, 2008. 228 p.
PAYNE, J. H. Operações unitárias na produção de açúcar de cana. São Paulo, SP: Nobel, 2007. 245
p.
Bibliografia Complementar
COBUCCI, T. Manejo de plantas daninhas na cultura do arroz de terras altas na região dos
cerrados. Santo Antônio de Góias: Embrapa, 2001. 60 p.
ALMEIDA, F. A. de. Impacto das cultivares de arroz de terras altas da embrapa e rentabilidade dos
investimentos em melhoramentos de plantas. Santo Antonio de Góias: Embrapa, 2000. 56 p. (1)
FAGERIA, N. K. Manejo da fertilidade do solo para arroz irrigado. Santo Antonio de Goiás: Embrapa,
2003. 250 p.
FORNASIERI FILHO, D. Manual da cultura do arroz. Jaboticabal, SP: FUNEP, 2006. 589 p. (5).
RABELO, R. R. Produza arroz: um alimento necessário à vida. Santo Antônio de Goiás: Embrapa
Arroz e Feijão, 2001. 28 p.
ANDRADE, N. S. F. Valorização econômica das perdas de nutrientes por erosão em cana-de açúcar. Jaboticabal, SP, 2009. 83p.
Unidade Curricular
Período letivo
Economia aplicada
7º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Conhecer a divisão, os setores e como se organiza um sistema econômico; caracterizar o equilíbrio da
unidade de produção rural; determinar o preço de equilíbrio de insumos e produtos agropecuários;
conhecer os fatores que interferem no mercado agropecuário; caracterizar a comercialização agrícola e a
globalização da economia; determinar e operacionalizar as funções de produção no setor agropecuário;
conhecer as políticas fiscais e monetárias do Brasil; ter um maior conhecimento do processo produtivo e
administrativo de grupos que tomam decisões, tanto a nível governamental como a nível privado.
Ementa
Aspectos da economia geral e rural. Termos de uso comum em teoria econômica. Sistema econômico.
Divisão da economia. Setores da economia (tradicional e na concepção de cadeia produtiva). Definição e
importância da Economia Rural. Importância do agro-negócio na economia brasileira (PIB). A função de
57
custo e equilíbrio da empresa agropecuária. Teoria da produção. Estudo das funções. Custo médio e
marginal. Função de custo. Equilíbrio da unidade de produção rural. Variáveis que afetam os custos. O
mercado agropecuário. Conceito de mercado. Oferta e procura dos produtos agrícolas. Preço de
mercado. Elasticidade da procura e da oferta. Estocagem de produtos agrícolas. Interferência do governo
no mercado agropecuário. Noções de comercialização agrícola. Caracterização da comercialização
agrícola. Fluxo de bens e serviços. Sistema de comercialização. Globalização da economia. Economia da
produção. Relação fator-produto. Relação fator-fator. Relação produto-produto. Noções de
macroeconomia. Métodos de avaliação do produto interno bruto. Conceitos de produto e renda. PIB crescimento e distribuição. O modelo Keynesiano. Políticas governamentais. Nível de emprego. O nível
geral de preços e a inflação.
Bibliografia Básica
ANDRADE, NILO. S. F. Valoração econômica das perdas de nutrientes por erosão em área sob o
cultivo da cana-de-açúcar. Jaboticabal,SP: UNESP, 2009. 83p.
ARAÚJO, M.J. Fundamentos de agronegócios. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2009. 160 p.
MAXIMINIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução digital. 4.
ed. São Paulo, SP: Editora Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
HOFFMANN, R. et al. Administração da Empresa agrícola. São Paulo, SP:Pioneira,1989. 325p.
BARRETTI, S. Iniciacão a economia: Economia e mercados. São Paulo, SP: Estrutura, 1985. 232 p.
BEZERRA Filho, C. Manual de operações financeiras. João Pessoa, PB: Cks, 1993. 183 p.
CARMO, P. S. O trabalho na economia global. São Paulo, SP: Moderna, 1998. 72p.
CARVALHO, V. R. S. A restrição externa e a perda de dinamismo da economia brasileira:
investigando as relações entre estrutura produtiva e crescimento econômico. Rio de Janeiro, RJ:
BNDES, 2007. 205 p. 9.
Unidade Curricular
Período letivo
Manejo e produção florestal
7º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam a elaboração, implantação e o manejo de
povoamentos florestais; identificar a atividade econômica e ambiental quanto à exploração, manutenção e
recuperação da produção ambiental.
Ementa
Caracterização e histórico da exploração da floresta regional. Conceitos e divisões da silvicultura.
Essências nativas e exóticas. Exploração: dendrologia, mensuração e classificação. Implantação, manejo
e proteção. Elaboração de projetos.
Bibliografia Básica
a
S, I. V.; FILHO. G. S. B.; BILLER, D.; BALE, M. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso. 5
ed. Rio de Janeiro, RJ: Ed. FGV, 2002. 408p.
REZENDE, J. L. P. de.; OLIVEIRA, A. D. de. Análise econômica e social de projetos florestais,
Viçosa, MG: UFV, 2001. 398p.
RIZZINI, C. T. Árvores e madeiras úteis do Brasil: Manual de dendrologia brasileira. 2º ed. Edgard
Bliicher LTDA., Rio de Janeiro, RJ: 2008. 296p.
Bibliografia Complementar
58
CARVALHO, P. E. R. Espécies arbóreas brasileiras. Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2008. 1039p.
COSTA, E.C.; D'AVILA, M.; CANTARELLI, E.B.; MURARI, A.B. & MANZONI, C.G. Entomologia
Florestal. Santa Maria, RS: UFSM, 2008, 240p.
GALVÃO, A. P. M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais: um
guia para ações municipais e regionais. Brasília, DF: Embrapa Comunicação para Transferência de
Tecnologia; Colombo, PR: Embrapa florestas, 2000. 351p.
MACHADO, C. C.; LOPES, E. S. da. BIRRO, M. H. Elementos básicos do transporte florestal
rodoviário. Viçosa, MG: UFV, 2000. 167p.
MARTINS, S. V. Recuperação de matas ciliares. Viçosa, MG: aprenda fácil, 2001. 146p.
Unidade Curricular
Período letivo
Olericultura I
7º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Avaliar a importância social e econômica da olericultura no país; avaliar as necessidades do mercado
consumidor para planejamento de hortas; planejar a produção de hortas para comercialização com
máximo retorno econômico; orientar a construção de infraestrutura necessária a cultivos; planejar,
implantar e orientar programas de exploração de oleráceas produtoras de folhas, flores e frutos;
estabelecer sistemas de produção de hortaliças mais apropriados às diferentes condições ambientais,
econômicas e sociais; interpretar resultados de pesquisa e aplicá-los na produção de hortaliças.
Ementa
Tecnologias para a produção e colheita de hortaliças (alface, chicória, almeirão, couve-folha, repolho,
couve-flor, brócolo, tomate, pimentão, berinjela, melão, melancia, abóboras, morangas, pepino, chuchu,
morango, feijão-vagem e quiabo).
Bibliografia Básica
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. Viçosa, MG: 2008, 421 p.
FERREIRA, M.E.; CASTELLANE, P.D.; CRUZ, M.C.P. Nutrição e adubação de hortaliças. Jaboticabal,
SP: Potafos, 1990. p.141-148.
MAROUELLI, W.A.; SILVA, W.L.C.; SILVA, H.R. Manejo da irrigação em hortaliças. Brasília, DF:
EMBRAPA–SPI. 1994. 60p.
Bibliografia Complementar
FABICHAK, I. Horticultura ao alcance de todos. 13. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1983. 74p.
FRANCISCO NETO, J. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços.
São Paulo, SP: Nobel, 1995. 141 p.
LOPES, C.A. Doenças do Pimentão: diagnose e controle. Brasília, DF: Embrapa, 2003. 96p.
MINAMI, K. O tomateiro. 2. ed. Campinas, SP: Fundação Cargill, 1989. 397 p.
PENTEADO, S. R. Cultivo orgânico de tomate. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2004. 215p.
Unidade Curricular
Período letivo
Projetos de irrigação
7º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivo
Elaborar projetos de irrigação, considerando as viabilidades técnicas, ambientais e econômicas de cada
cultura, bem como a adequabilidade de cada sistema de irrigação.
Ementa
Projeto agronômico aplicado; Layout da distribuição dos equipamentos e acessórios; projeto hidráulico;
relação dos equipamentos e acessórios; projeto gráfico a ser apresentado e estratégia de manejo a ser
adotada bem com os custos com energia e manutenção de um sistema de irrigação.
59
Bibliografia Básica
SALASSIER, B. Manual de irrigação. 9ª ed. Viçosa, MG: UFV, 2009.
MANTOVANI, E. C. Irrigação: princípios e métodos. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2009. 355p.
PEREIRA, G. M. Irrigação por aspersão convencional. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, Lavras. M. G. 2001.
Bibliografia Complementar
DRUMOND, L. C.; FERNANDES, A L. T. Irrigação por aspersão em malha. 1ª ed. Uberaba, MG:
UNIUBE, 2001.
FARIA, M. A de. Irrigação por gotejamento e microaspersão. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 2000.
REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, planta e atmosfera – conceitos, processos e aplicações. Barueri,
SP: Manole, 2004. 500 p.
VILELA, L. A. A. Irrigação por autopropelido e pivô central. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 1999.
VIEIRA, D. B. As técnicas de Irrigação. 2ª ed. São Paulo, SP: Editora Globo, S. P. 1989.
Unidade Curricular
Período letivo
Drenagem Agrícola
8º
Carga Horária
Teórica: 20h
Prática: 16h
Objetivo
Conhecer os benefícios e objetivos da drenagem; identificar os sistemas de drenagem; estudar o lençol
freático para fins de drenagem; identificar os principais parâmetros utilizados no dimensionamento de um
sistema de drenagem; conhecer as principais práticas de manutenção de drenos.
Ementa
Estudo dos benefícios gerados pela drenagem agrícola. Drenos cobertos e abertos. Análise dos
principais parâmetros em um sistema de drenagem.
Bibliografia Básica
CRUCIANI, D. E. A drenagem na agricultura. 4ª ed. São Paulo, SP: ed. Nobel, 1989. 337 p.
BERNARDO, S. Manual de irrigação. 8ª ed. Viçosa, MG: UFV, 625 p.2009.
DAKER, A. Irrigação e drenagem: a água na agricultura. 7ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Livraria Freitas
Bastos, 543 p. 1988.
Bibliografia Complementar
DAKER, A. Hidráulica aplicada à agricultura: a água na agricultura. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Freitas
Bastos, 1987. 316p. v.1.
_________Captação, elevação e melhoramento da água: a água na agricultura. 7. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Livraria Freitas Bastos, 1987. 408p. v. 2.
SALASSIER, B. Manual de irrigação. 9ª ed. Viçosa, MG: UFV, 2009.
MANTOVANI, E. C. Irrigação: princípios e métodos. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2009. 355p.
MIRANDA, J. H de. Irrigação II. Piracicaba, SP: SBEA, 703 p. 2003 (Engenharia Agrícola Irrigação, V. 2).
Unidade Curricular
Período letivo
Fitotecnia III (Soja, Feijão e Mandioca)
8º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam planejar, implantar e conduzir culturas
da mandioca, soja e feijão; diagnosticar problemas e propor soluções; levantar índices técnicos para
cálculo de custos e receitas; elaborar projetos; analisar viabilidade técnica, econômica, ecológica e social
do projeto.
Ementa
Importância. Origem. Sinonímia. Histórico. Situação da produção. Valores nutritivo, comercial e industrial.
Botânica. Ecofisiologia. Solo e seu preparo. Nutrição. Adubação. Práticas Culturais. Melhoramento.
Noções de Pragas e de Doenças. Colheita. Armazenamento. Beneficiamento das Culturas: Soja, Feijão e
Mandioca.
60
Bibliografia Básica
VIEIRA, H.N.; RAVA, C.A. Sementes de feijão: produção e tecnologia. EMBRAPA. 2000.
HENNING, A. A.et al. Manual de Identificação de Doenças da soja. Londrina, PR: Embrapa, 2009, 74
p.
SFREDO, G. J. Soja no Brasil: calagem, adubação e nutrição mineral. Londrina, PR: Embrapa Soja,
2008. 147p.
Bibliografia Complementar
FAGERIA, N.K. Solos tropicais e aspectos fisiológicos das culturas. Brasília, DF: EMBRAPA-DPU,
1989. 425p.
VIEIRA, C. O feijão em cultivos consorciados. Viçosa, MG: UFV. Impr. Univ., 1989. 134p.
ZIMMERMANN, J. J. ROCHA, M. & YAMADA, T. Cultura do feijoeiro - fatores que afetam a
produtividade. Piracicaba, SP: Associação Brasileira para a Pesquisa da Potassa e do Fosfato, 1988.
589p.
MARCOS FILHO. J. Produção de sementes de soja. Campinas, SP: Fundacão Cargill, 1986. 86 p.
AIDAR, H. K Et al. (eds.) Produção do feijoeiro comum em várzeas tropicais. Santo Antônio de Goiás:
Embrapa Arroz e Feijão, 2002. 305 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Manejo de irrigação
8º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Identificar e caracterizar os fatores que intervêm na dinâmica solo-planta-atmosfera; identificar e
quantificar os parâmetros físicos do solo aplicados à irrigação, de forma a se estimar quando e quanto
irrigar; caracterizar a retenção da água no solo, listando todos os fatores intervenientes; construir e
interpretar a curva característica de umidade de água no solo; determinar a nível de campo e laboratório
a capacidade de campo; determinar em nível de campo e laboratório o ponto de murcha permanente;
quantificar a disponibilidade total e real de água no solo; estimar o nível crítico de umidade para as
plantas; quantificar o turno de irrigação de forma a suprir eficientemente a demanda de água; estimar a
evapotranspiração de referência, utilizando-se o tanque classe A e métodos indiretos; manejar, montar e
instalar tensiômetros visando definir quando e quanto irrigar; manejar, montar e instalar tanque classe A,
visando definir quando e quanto irrigar.
Ementa
Revisão sobre: avaliação sistemas, métodos de irrigação, física do solo e projeto. Estudo dos métodos de
manejo da irrigação (solo, planta e clima). Revisão agrometeorologia. Estudo da economia de água e
energia e projetos de manejo da irrigação. Estudos dos coeficientes e métodos.
Bibliografia Básica
BERNARDO, S. Manual de irrigacão. 8. ed. Viçosa, MG: UFV, 2006. 625 p.
MANTOVANI, E. C. Irrigação: princípios e métodos. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2009. 355p.
REICHARDT, K. T. L. C. Solo, planta e atmosfera – conceitos, processos e aplicações. Barueri, SP:
Manole, 2003. 500 p.
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, P. E. P.; DURÃES, F. O. M. Uso e manejo de irrigação. Brasília, DF: EMBRAPA,
2008. 528 p.
KLAR, A. E.. Irrigação: frequência e quantidade de aplicação. São Paulo, SP: Nobel, 1991. 157 p.
MANTOVANI, E. C. Curso manejo de irrigação: otimização do uso da água e energia utilizando o
programa IRRIGA: manejo da irrigação. Uberaba, MG: s.n, 2002. 68 p.
MARQUELLI, W. A.; SILVA, W. L. C.; SILVA, H. R. da. Manejo da irrigação em hortaliças. 5ª ed.
Brasília, DF: Embrapa, 1996.
MIRANDA, J. H. de; PIRES, R. C. M. Irrigação. Piracicaba, SP: SBEA, 2003. 703 p. v. 2.
61
Unidade Curricular
Período letivo
Gestão de empreendimentos agropecuários
8º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Caracterizar os aspectos pertinentes ao processo produtivo agropecuário tendo por base a empresa e
seus recursos, o empresário e o processo administrativo; conhecer as peculiaridades, o ambiente, as
áreas e os níveis das empresas rurais; conhecer as etapas do processo administrativo utilizadas nas
empresas agropecuárias; caracterizar os aspectos gerais do planejamento agropecuário; conhecer
técnicas de planejamento agrícola; planejar as atividades de uma empresa agropecuária; organizar,
coordenar e motivar os recursos humanos na empresa rural; organizar, estruturar e operacionalizar os
recursos físicos da unidade de produção rural; conhecer os resultados técnicos, físicos, financeiros e
econômicos de uma empresa agropecuária e de suas atividades; elaborar, redigir e avaliar projetos do
setor agropecuário.
Ementa
A empresa agropecuária e o seu campo de atuação. A unidade de produção rural e o empresário rural.
Aspectos peculiares do setor rural. Classificação da empresa rural. Recursos da empresa rural. Fatores
que afetam o desempenho da empresa rural. O ambiente das empresas rurais, as áreas e os níveis das
empresas rurais. O processo administrativo nas empresas agropecuárias. Planejamento agropecuário.
Níveis e tipos de planejamento. Instrumentos prescritivos e quantitativos. Princípios e estratégias do
planejamento. Planejamento nas áreas empresariais rurais. Instrumentos do planejamento.
Orçamentação. Programação linear. Programação planejada. Organização e direção da empresa
agropecuária. Agrupamento e estruturação de recursos. Organização física e de pessoal.
Comportamento humano. Motivação, liderança e comunicação. Controle da atividade agropecuária.
Sistemas especiais de registros e controle. Medidas de resultados econômicos. Custos de produção de
produtos agropecuários. Contabilidade rural simplificada. Projetos agropecuários. Fatores peculiares aos
projetos. Seleção de projetos. Natureza do estudo de projetos. Elaboração de projetos agropecuários.
Avaliação de projetos agropecuários.
Bibliografia Básica
ANDRADE, NILO. S. F. Valoração econômica das perdas de nutrientes por erosão em área sob o
cultivo da cana-de-açúcar. Jaboticabal, SP: UNESP, 2009. 83p.
HOFFMANN, R. et al. Administração da Empresa agrícola. São Paulo, SP: Pioneira,2008,9 ed.325p.
VERGARA, S. H. C. Impacto dos direitos consumidores nas práticas empresariais. Rio de Janeiro,
RJ: Editora FGV, 2003.
Bibliografia complementar
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor: empreendedorismo e
viabilização de novas empresas: um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 3. ed. São
Paulo, SP: Saraiva, 2008. 281 p.
BARBOSA, J. S. Administração rural a nível de fazendeiro. São Paulo, SP: Nobel, 1983. 98p.
ANTUNES, L. M. Manual de administração rural. 3. ed. Guaíba, RS: Agropecuária, 1999. 195p
BAKER, P. de. Gestão ambiental: a administracão verde. Rio de Janeiro, RJ: Qualitymark, 2002. 248p
ANDRADE, NILO. S.F. Estudo econômico da utilização de diversos sistemas de mecanização
agrícola em pequenas e médias unidades de produção rural. Lavras, MG: ESAL (UFLA), 1987.65p.
Unidade Curricular
Período letivo
Fruticultura II (Banana, Goiaba, Mamão e outras)
8º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Reconhecer os órgãos da planta e suas funções; implantar a cultura; manejar a cultura; planejar e
executar o processo de colheita e pós-colheita; diagnosticar problemas e propor soluções; elaborar
projetos de produção integrado a atividade econômica e ambiental quanto à exploração, manutenção e
recuperação.
Ementa
62
Importância sócio-econômica e alimentar das seguintes fruteiras: banana; goiaba, mamão e outras.
Origem e distribuição geográfica. Sistemática, morfologia e fisiologia. Exigências climáticas e edáficas.
Melhoramento. Cultivares. Formação do pomar. Podas. Tratos culturais. Controle Fitossanitário. Colheita.
Embalagem, classificação, industrialização e armazenamento. Comercialização. Elaboração de projetos:
custos, aspectos de viabilidade técnica, econômica, ecológica e social.
Bibliografia Básica
MARANCA, G. Fruticultura comercial: mamão, goiaba, abacaxi. 5. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1991.
121 p.
BRUCKNER, C. H. (Ed.) Fundamentos do melhoramento de fruteiras. Viçosa, MG: UFV, 2008. 202 p.
COUTO, F. A. d'A. Cultivo do mamão. Brasília, DF: SENAR, 2004. 92 p.
Bibliografia Complementar
GOMES, P. Fruticultura brasileira. 11. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1987. 446 p.
SOUSA, J. S. I. Poda das plantas frutíferas. 2. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1985. 216p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de mamão. 2. ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha,
2004. 72 p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de bananas. 2. ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha;
Ministério da Ciência e Tecnologia, 2004. 64 p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de goiaba. 2. ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha;
Ministério da Ciência e Tecnologia, 2004. 48 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Olericultura II
8º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Planejar, implantar e orientar projetos de exploração de oleráceas produtoras de raízes, bulbos e
tubérculos; estabelecer sistemas de produção de hortaliças mais apropriados às diferentes condições
ambientais, econômicas e sociais; interpretar resultados de pesquisa e aplicá-los na produção de
hortaliças; avaliar e manejar corretamente a plasticultura, desde a obtenção das mudas até a colheita;
orientar a construção de infraestrutura necessária para o cultivo protegido de hortaliças; planejar,
executar e manejar o cultivo hidropônico; possibilitar o conhecimento sobre a olericultura orgânica;
possibilitar o conhecimento sobre as plantas medicinais.
Ementa
Tecnologias para a produção e colheita de hortaliças (cenoura, mandioquinha, salsa, beterraba, rabanete,
nabo, batata-doce, inhame, taro, cebola, alho e batata). Produção de hortaliças em ambiente protegido.
Produção de hortaliças em sistema hidropônico. Produção de hortaliças em sistema orgânico. Produção
de plantas aromático-medicinais.
Bibliografia Básica
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. Viçosa, MG: 2008, 421 p.
PEREIRA, C. Cultivo comercial em estufas. Guaíba, RS: Agropecuária, 2000. 116p.
FOLEGATTI, M. V. (coord.) Fertirrigação: citrus, flores e hortaliças. Guaíba, RS: Agropecuária, 1999.
460p.
Bibliografia Complementar
63
FRANCISCO NETO, J. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços.
São Paulo, SP: Nobel, 1995. 141 p.
FABICHAK, I. Horticultura ao alcance de todos. 13. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1983. 74p.
FERREIRA, M. E.; CASTELLANE, P. D.; CRUZ, M.C.P. Nutrição e adubação de hortaliças.
Jaboticabal, SP: Potafos, 1990. p.141-148.
MARTINEZ, H. E. P. Introdução ao cultivo hidropônico de plantas. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2006.
111p.
MARTINEZ, H. E. P. et al. Cultivo hidropônico de cheiro-verde: salsinha, coentro e cebolinha. 2ª. ed.
Brasília, DF: SENAR, 2004. 96 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Tecnologia e processamento de produtos de origem vegetal
8º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Reconhecer a obtenção e preparo da matéria-prima de qualidade, desde a colheita até a industrialização
do produto e estocagem para a comercialização, obedecendo às normas da legislação vigente.
Ementa
Tecnologia de alimentos. Qualidade e Fisiologia Pós-colheita. Recepção da matéria prima, limpeza e
seleção. Processamento.
Bibliografia Básica
CHITARRA, I B. Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças - Fisiologia e Manejo. 2ª ed. Editora UFLA. 2005
MARQUES, M. O. et.al. Tópicos em tecnologia sucroalcooleira. Jaboticabal, SP: Gráfica Multipress,
2006. 191 p.
MAIA, G. A. et al, Processamento de frutas tropicais: nutrição, produtos e controle de qualidade.
Fortaleza, CE: UFC, 2009. 277p.
Bibliografia Complementar
TOCCHINI, R. P. Industrialização de polpas, sucos e néctares de frutas: manual. Campinas, SP:
ITAL, 1995. 85 p.
RAMOS, A. M. Manual de boas práticas de fabricação (BPF) para indústrias processadoras de
polpa de frutas. Viçosa, MG: UFV, 2006. 84p.
AGUIRRE J. M. G. F (Coords.). Desidratação de frutas e hortaliças: manual técnico. Campinas, SP:
ITAL, 2002. 1 v.
JACKIX M. H. Doces, geléias e frutas em caldas: teórico e prática. São Paulo, SP: Ícone, 1988. 172p.
GOMES,M.S. O. Conservação pós colheita: frutas e hortaliças. Brasília, DF: EMBRAPA, 1996. 134p.
Unidade Curricular
Período letivo
Fitotecnia IV (Café e Algodão)
9º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam avaliar a importância econômica da
cafeicultura e cotonicultura no País e no mundo; reconhecer os órgãos da planta e suas funções;
implantar a cultura; manejar a cultura; planejar e executar o processo de colheita e pós-colheita; conhecer
e aplicar técnicas de colheita adequadas ao incremento da qualidade do café e redução de perdas;
conhecer e aplicar técnicas de beneficiamento pós-colheita; conhecer e aplicar técnicas de
processamento adequadas à redução de perdas e incremento da qualidade; diagnosticar problemas e
propor soluções; levantar índices técnicos para cálculo de custos e receitas; elaborar projetos de
produção integrado a atividade econômica e ambiental quanto à exploração, manutenção e recuperação.
Ementa
Importância da cafeicultura e da cotonicultura. Botânica e morfologia do cafeeiro e do algodoeiro.
Implantação das culturas. Estudo dos sistemas de cultivo do cafeeiro e do algodoeiro. Tratos culturais
64
das culturas. Técnicas pós-colheita visando à garantia da qualidade do produto. Elaboração de custos de
produção.
Bibliografia Básica
ZAMBOLIM, L. Rastreabilidade para a cadeia produtiva do café. Viçosa, MG: UFV, 2007. 442 p.
PIMENTA, C. J. Qualidade de café. Lavras, MG: UFLA, 2003. 297 p.
BARBOSA, C. A. Manejo racional da cultura cafeeira. Viçosa, MG: Agrojuris, 2010.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, C. A. Manual da cultura do café orgânico. Viçosa, MG: Agrojuris, 2010.
BELTRÃO, N. E. de M.; AZEVEDO, D. M. P. de. (Ed.) O Agronegócio do Algodão no Brasil. 2. ed. rev.
amp. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Campina Grande, PB: Embrapa Algodão,
2008. v.2 p. 983-1032.
EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE. Algodão: tecnologia de produção. Dourados, MS: Embrapa
Agropecuária Oeste, 2001. 296 p.
LOURES, C. R. Classificação e degustação do café (Coffea arabica). 2. ed. Brasília, DF: SENAR,
2007. 124 p. (Coleção Senar Minas).
RIBEIRO, A.C. GUIMARÃES, P.T.G., ALVAREZ V., V.H. Recomendações para o uso de corretivos e
fertilizantes em Minas Gerais. 5. Aproximação. Viçosa, MG: CFSEMG, 1999. 359 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Aptidão agrícola de solos
9º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivo
Capacitar na avaliação da aptidão agrícola dos solos brasileiros e sua classificação taxonômica.
Ementa
Estudar os solos brasileiros com ênfase na classificação taxonômica e interpretativa dos principais fatores
limitantes a exploração agrícola. Introdução – conceitos gerais. Atributos diagnósticos. Horizontes
diagnósticos. Sistema brasileiro de classificação de solos. Interpretação de mapas de solos e de recursos
naturais. Técnicas básicas de levantamentos de solos. Sistema de avaliação de aptidão agrícola das
terras. Sistemas de manejos das terras e dos recursos naturais.
Bibliografia Básica
LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2002, 2ª.ed.
178p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B. & CORRÊA, G.F. Pedologia: base para a distinção de
ambientes. Viçosa, MG: NEPUT, 2002. 4a ed. 338p.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Rio de Janeiro, RJ: Embrapa, 2000, 2a ed.
412p.
Bibliografia Complementar
AZAMBUJA, J. M. Ve.. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade,
conservação do solo, fertilidade do solo, edafologia, calagem. Guaíba, RS: Agropecuária, 1996. 164 p.
BERTONI, J. Conservação do solo. 6. ed. São Paulo, SP: Icone, 2008. 355 p.
TRINDADE, T. P. et al. Compactação dos solos: fundamentos teóricos e práticos. Viçosa, MG: UFV,
2008. 95 p.
Sociedade Brasileira de Ciências do Solo. Tópicos em ciência do solo. Viçosa, MG: 2002. 692p. v. 2.
TOMÉ Jr., J. B. Manual para interpretação de análise do solo. Guaíba, RS: Agropecuária, 1997. 247 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Paisagismo e Jardinagem
9º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 30h
Objetivos
65
Conhecer e selecionar espécies; projetar, implantar e conduzir parques e jardins.
Ementa
Importância, caracterização e conceituação do paisagismo. Planejamento e estilos de paisagens e
jardins. Elaboração e implantação de projetos paisagísticos. Fatores na escolha e classificação de
plantas ornamentais.
Bibliografia Básica
LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e
trepadeiras. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2001. 1088 p.
MACEDO, S. S. Parques urbanos no Brasil: Brazilian urban Parks. 2. ed. São Paulo, SP: Editora da
Universidade de São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003. 208 p.
STESCHENKO, W. S. Jardinagem e paisagismo. São Paulo, SP: SENAC, 1995. 171 p.
Bibliografia Complementar
AYDANO R. Os mais belos jardins tropicais do Brasil. São Paulo, SP: Europa, 2000. 256 p.
BLOSSFELD, H. Jardinagem. São Paulo, SP: Melhoramentos, 1965. 418 p.
GREENWOOD, P. O livro definitivo de dicas & sugestões de jardinagem. 2. ed. São Paulo, SP:
Nobel, 1999. 192 p.
PAVEY, G. A. Jardins de flores. São Paulo, SP: Nobel, 1998. 48 p.
PAVEY, G. A. Jardins em vasos. São Paulo, SP: Nobel, 1998. 52 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Extensão Rural e Associativismo
9º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Dotar o profissional de meios para difundir tecnologia no campo com o intuito de favorecer a construção
de uma sociedade com melhor qualidade de vida.
Ementa
História da Extensão Rural no Brasil. Origem e evolução da Extensão Rural. Perspectivas da Extensão
Rural. Políticas agrícolas e de extensão rural. Comunicação rural. Metodologia e modelos empregados
para transformação tecnológica de desenvolvimento da comunidade metodológica. Planejamento e
desenvolvimento para uma comunidade rural.
Bibliografia Básica
FONSECA, M.T.L. da. A extensão rural no Brasil, um projeto educativo para o capital. São Paulo,
SP: Ed. Loyola, 1985. 192p.
ARAÚJO, J. G. F. de; BRAGA, G. M.; SANTOS, M. M. dos. Extensão rural no desenvolvimento da
agricultura brasileira. Viçosa, MG: UFV, 1981. 60p.
BORDENAVE, J. O que é comunicação rural. São Paulo, SP: Ed. Brasiliense. 1983. 104p.
Bibliografia Complementar
FREIRE, P. Extensão ou comunicação?. 12. ed. São Paulo, SP: Paz e Terra, 2002. 93p.
RIBEIRO, J. P. A saga da extensão rural em Minas Gerais. São Paulo, SP: Annablume, 2000. 270 p.
ALMEIDA, J. A. Pesquisa em extensão rural: um manual de metodologia. Brasília, DF: MEC-ABEAS,
1989. 182 p.
CARVALHO, A. de. Reforma agrária. Rio de Janeiro, RJ: Edições O Cruzeiro, 1963. 288p.
MEDICI, M. de C.. Geografia: economia agrária, ciências humanas e suas tecnologias. São Paulo,
SP: Nova Geracão, 2000. 119p.
Unidade Curricular
Período letivo
Sociologia Rural
9º
Carga Horária
Teórica: 30h
Prática: 18h
66
Objetivos
Conhecer os princípios básicos de sociologia geral e rural bem como fazer a reflexão sobre seus
fundamentos, pressupostos e suas aplicações; conhecer os elementos fundamentais das teorias e
métodos da análise sociológica como instrumento avaliativo da estruturação sócio-política e produtiva
brasileira, bem como suas transformações e tendências; possibilitar a crítica teórica e prática sobre a
organização social brasileira a partir das principais correntes do pensamento contemporâneo, tendo em
vista os modelos sócio-produtivo e político-cultural do país, como referencial para uma avaliação ampla
da realidade agrária nacional. Promover a reflexão, por parte dos alunos, em determinados debates e
temas relevantes aos estudos africanistas: escravidão africana, identidades, hegemonias políticas,
africanas e discriminação racial (Lei 11.645/2008 sobre a temática “História e cultura afro-brasileira e
indígena”).
Ementa
Introdução ao pensamento sociológico. A visão capitalista-liberal como fundamento da sociedade
contemporânea. A transição da sociedade agrário-exportadora a urbano-industrial e o processo liberalcapitalista no Brasil Republicano. O pensamento sociológico clássico. O Positivismo de Comte e
Durkheim. O Historicismo de Max Weber. A Sociologia dialética de Karl Marx. As bases antropológicas da
sociedade nacional. As teorias culturais e o quadrilátero social: casa-grande, engenho, igreja e senzala.
As diferenças regionais (o rural e o urbano). A estrutura fundiária e as classes sociais (urbano/rural). A
estruturação da sociedade rural brasileira. As bases sócio-políticas da sociedade colonial. As
transformações sociais no século XIX. O colonato: a questão agrária no início da República. A ideologia
da valorização do trabalho no campo – a vocação agrícola. A sociedade agrária nacional – o campesinato
brasileiro e a tradição do latifúndio. O desenvolvimento capitalista e as lutas sociais no campo. A questão
agrária durante o período militar. As classes trabalhadoras rurais no Brasil contemporâneo. A
agroindústria e o capitalismo no campo. Estruturas de produção e a realidade rural. As formas
tradicionais de trabalho entre os rurícolas. As relações de trabalho-produção no campo. As formas
cooperativas de produção e trabalho. Questões étnico-raciais. Africanidade e relações de igualdade
racial. A inclusão da discussão acerca da diversidade social, racial, de gênero e da sexualidade para
compreensão das dinâmicas da sociedade brasileira. Diversidade e democratização da sociedade; a
relação entre raça e classe para compreensão das desigualdades no Brasil; diversidade e transformação
social.
Bibliografia Básica
GUARESCHI, P. A. Sociologia da prática social. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. 285p.
COSTA, C. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo, SP: Moderna, 2005.
415p.
OLIVEIRA, P. S.. Introdução à sociologia. 24. ed. São Paulo, SP: Ática, 2000. 256 p.
Bibliografia Complementar
DEMO, P. Sociologia: uma introdução crítica. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1985. 159p.
______ A educação do futuro e o futuro da educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.
191p.
DANTAS, I. Introdução à sociologia: Fundamentação epistemológica. Rio de Janeiro, RJ: 1978.
106p.
COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2. ed. São Paulo, SP: Moderna, 2001.
307p.
DE VITA, Á. Sociologia da sociedade brasileira. São Paulo, SP: Ática, 1989.
Unidade Curricular
Período letivo
Agroecologia
9º
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Estudar as interações entre agropecuária e o meio ambiente; identificar alternativas que promovam a
diversificação de atividades na prática agropecuária, especialmente na região dos cerrados; conhecer as
diferentes escolas da Agricultura Alternativa; estudar os diversos tipos de áreas de interesse ambiental
previstas na legislação brasileira; estudar e discutir a viabilidade técnica, econômica e ambiental da
67
agricultura alternativa.
Ementa
Conceitos básicos de Agroecologia. Estudo dos agroecossistemas e seu funcionamento. Sustentabilidade
dos Agroecossistemas. Estudo dos efeitos antrópicos sobre a natureza. Busca da compreensão sobre a
agricultura sustentável. Formas alternativas de produção agropecuária (agricultura alternativa). Escolas
da agricultura alternativa.
Bibliografia Básica
ALTIERI. M A. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. Porto Alegre, RS: Ed.
Universidade/UFRGS, 1998.
EHLERS, E. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. Porto Alegre,
RS: UFSC. Livros da terra, 1996.
GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre,
RS: Ed. Universidade/UFRGS, 2001.
Bibliografia Complementar
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do
Brasil. Nova Odessa: Plantarrum, VI, 1992; V2, 1998.
PADOVAN, M. P. et al. Agroecologia em Mato Grosso do Sul: princípios, fundamentos e
experiências. Dourados/MS: Embrapa, 2005. 128 p.. ISBN: 85-7540-003-7.
PENTEADO, S.R. Introdução à Agricultura Orgânica. Ed.Grafimagem. 2000. 110p.
PRIMAVESI, A. Agroecologia: ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo, SP: Nobel, 1997.
SOUZA, J. L. Manual de horticultura orgânica. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda fácil, 2006. 856 p. (Série
Ouro.)
Unidade Curricular
Período letivo
Tecnologia e processamento de produtos de origem animal
9º
Carga Horária
Teórica: 24h
Prática: 24h
Objetivos
Reconhecer a tecnologia de fabricação de derivados de carnes e leite de forma planejada; identificar
equipamentos, etapas do processamento e análise de mercado; identificar e reconhecer as exigências
da legislação pertinente.
Ementa
Estatísticas da produção de alimentos de origem animal. Aspectos econômicos da produção.
Composição química da carne. Bioquímica do “rigor mortis”. Estrutura muscular. Pré-abate e abate.
Cortes cárneos comerciais. Sistemas de produção, armazenamento, comercialização e transporte do
leite. Obtenção higiênica do leite. Tipos de ordenha. Propriedades químicas, físicas e físico-químicas do
leite. Tecnologia de fabricação de derivados de carne e leite artesanal e industrial. Legislação produtos
de origem animal. Tratamento de efluentes gerados de matéria-prima de origem animal.
Bibliografia Básica
SILVA, C.A.B.da; FERNANDES, A.R. Projetos de Empreendimentos Agroindustriais: produtos de
origem animal. Viçosa: UFV, 2003.
Behmer,M.L.A. Tecnologia do Leite. São Paulo Nobel, 1999.
INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS. Princípios do processamento de embutidos
cárneos. Campinas: 2005, 24p
Bibliografia Complementar
68
PARDI, M.C.; SANTOS, I.F.dos; SOUZA, E.R.de.; PARDI, H.S. Ciência, higiene e tecnologia da carne.
1 ed., Goiânia: CEGRAF-UFG/Niterói, v.1, 1995.
PARDI, M.C.; SANTOS, I.F.dos; SOUZA, E.R.de.; PARDI, H.S. Ciência, higiene e tecnologia da carne.
1 ed., Goiânia: CEGRAF-UFG/Niterói, v.2, 1995.
INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS. Avanços e perspectivas em tecnologias de carnes.
Campinas: 1996, 179p.
MONTEIRO, E. M. Curso de Qualidade da Carne. Bagé,RS: Embrapa, 2001. 86 p..
RAMOS, E. M. Avaliacão da qualidade de carnes: fundamentos e metodologias. Vicosa,MG: UFV,
2007. 599 p..
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Unidade Curricular
Período letivo
Fruticultura de Clima Temperado (Pêssego, Uva, Figo e outras
OP
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Implantar a cultura; manejar a cultura; planejar e executar o processo de colheita e pós-colheita;
diagnosticar problemas e propor soluções; elaborar projetos de produção integrados a atividade
econômica e ambiental quanto à exploração, manutenção e recuperação.
Ementa
Origem. Importância Social, Econômica e Alimentar. Botânica. Melhoramento. Clima e Solo. Propagação,
Instalação e Condução dos Pomares. Pragas e Doenças. Colheita e Pós-colheita das seguintes Espécies
Frutíferas: Pêssego, Uva, Figo e outras.
Bibliografia Básica
STEIBERG, E.Pêssego e nectarina. São Paulo, SP: Nobel, 1989. 64 p.
MARGARIDO, S.M. F. Pêssego e nectarina: beleza e delícias no pomar. São Paulo, SP: Ícone,
1988. 104p.
FREITAS, G. B. et al. Produção orgânica de frutas: planejamento e implantação do pomar. Brasília,
DF: SENAR, 2006. 83p.
Bibliografia Complementar
KLEIN, V. A. Propriedades do solo e manejo da água em ambientes protegidos com cultivo de
morangueiro e figueira. Passo Fundo, RS: UPF, 2005. 61 p.
SIMÃO, S. Manual de Fruticultura. Ed. Agronômica Ceres Ltda, 1971. 530p.
CAMARGO, C. E. D. et al. Manual Brasil agrícola: horticultura, fruticultura e plantas medicinais.
Icone, 1986. 539 p. v. 5.
BRUCKNER, C. H. (Ed.) Fundamentos do melhoramento de fruteiras. Viçosa, MG: UFV, 2008. 202 p.
SOUSA, J. S. I. Poda das plantas frutíferas. 2. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1985. 216p.
Unidade Curricular
Período letivo
Georreferenciamento
Prática: 24h
Teórica: 24h
Objetivos
Caracterizar as técnicas de georreferenciamento utilizando instrumentos topográficos; apresentar as
principais técnicas de georreferenciamento; elaborar a documentação necessária para certificação do
imóvel junto aos órgãos competentes.
Ementa
Histórico do sistema de georreferenciamento, Caracterização do sistema GPS, Sistemas de referencia,
Receptores GPS, Normatização de georeferenciamento, Técnicas de levantamento e processamento,
OP
Carga Horária
69
levantamento de apoio básico por técnicas convencionais e por GPS, Levantamento de perímetros por
técnicas convencionais e por GPS, Processamentos e ajustamentos com uso de software específicos e
avaliação do georreferenciamento.



Bibliografia Básica
SEGANTINE, P.C de L. GPS –Sistema de posicionamento global. 1ª ed. São Carlos:
EESSC/USP, 2005.
MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo Navstar – GPS: descrição, fundamentos e aplicações.
Editora UNESP. São Paulo. 2000.
McCORMAC, J. C. Topografia. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Bibliografia Complementar







BORGES, A. C. Topografia.. 2ª. ed. São Paulo: Edgard Blucher,1997.
COMASTRI, J. A. Topografia aplicada: medições, divisões e demarcação 1ª. ed., Viçosa:
UFV,1998.
GARCIA,G. J.; PIEDADE, G. C. R. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5ª. ed. São
Paulo: Nobel, 1989.
COMASTRI, J. A Topografia planimetria. 1ª ed.,Viçosa: UFV, 1986.
LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia Contemporânea: planimetria. Florianópolis: UFSC, 2000.
ROCHA, J. A M. R. GPS: uma abordagem prática. Recife: Bagaço Ltda, 2002
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. Editora UFSC. Florianópolis. 2002.
Unidade Curricular
Período letivo
Quimigação
OP
Carga Horária
Teórica: 20h
Prática: 16h
Objetivos
Identificar as técnicas de quimigação (fertirrigação, insetigação, herbigação, nematização e fungigação);
apresentar os principais agroquímicos usados, técnicas de quimigação e manejo da aplicação; discutir
problemas de contaminação ambiental.
Ementa
Caracterização da aplicação de fungicidas, inseticidas, agroquímicos e fertilizantes via sistema de
irrigação. Cálculos das lâminas e concentrações. Impacto ambiental causado pela quimigação. Escolha
dos produtos. Avaliação da fertirrigação. Métodos de aplicação de fertilizantes.
Bibliografia Básica
COSTA, E. F. et al. Quimigação – aplicação de produtos químicos e biológicos via irrigação. 1ª ed.
Brasília, DF: EMBRAPA, 1994.
FOLEGATTI, M. V. Fertirrigação: citrus, flores e hortaliças. 1ª ed. Agropecuária Ltda., Guaíba, RS:
1999.
BORGES, A. L. C; EUGÊNIO F.T; ALDO V. (Orgs.) Fertirrigação em fruteiras tropicais. Cruz das
Almas, BA: Embrapa, 2002. 137p.
Bibliografia Complementar
BORGES, A. L. C.; EUGÊNIO F. T., ALDO V. (Orgs.). Fertirrigação em fruteiras tropicais. Cruz das
Almas, BA: Embrapa, 2002. 137p.
BARRETO, G. B. Irrigação: princípios, métodos e prática. São Paulo, SP: Instituto Campineiro de
Ensino Agrícola, 1989. 185p.
DRUMOND, L. C. D. Irrigacão por aspersão em malha. Uberaba, MG: Ed. UNIUBE, 2001. 84 p.
REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 188 p .
ROCHA, J. C. Introdução à química ambiental. Porto Alegre, RS: Artmed-Bookman, 2004. 156 p.
Unidade Curricular
Período letivo
Energia na agricultura
OP
Carga Horária
Teórica: 20h
Prática: 16h
Objetivos
70
Apresentar aos estudantes os problemas que a humanidade enfrenta diante da necessidade cada vez
maior de energia; apontar soluções para a falta de energia no campo; conhecer as diferentes fontes de
energia, como extraí-la, transformá-la e utilizá-la; despertar a consciência do estudante para o uso racional
da energia, a redução do desperdício e a preservação dos recursos naturais renováveis como fontes de
energia alternativa.
Ementa
Estudo das formas alternativas de geração de energia para a agricultura: eólica, elétrica, hidráulica e outras.
Caracterização do consumo de energia e alternativas para minimizar custos e gastos. Estudo das fontes
renováveis de energia. Impactos gerados na geração de energia.
Bibliografia Básica
Eletronorte: 30 anos de pura energia brasileira. Rio de Janeiro, RJ: Centro da Memória de Eletricidade
no Brasil. 2004. 216 p.
MONTICELLI, A. Introdução a sistemas de energia elétrica. Campinas, SP: UNICAMP, 2003. 251 p.
BATISTA, L. F. Manual técnico: construção e operação de biodigestores. Brasília, DF: EMBRATER,
1981. 54 p.
Bibliografia Complementar
BRANCO, S. M. Energia e meio ambiente. 13. ed. São Paulo, SP: Moderna, 1996. 96p.
CONANT, M. A. A geopolítica energética. Biblioteca do Exército, 1981. 240p.
BARR, D. Energia atômica. Rio de Janeiro, RJ: Distribuidora Record, 1961. 52 p.
HALACY, J. D.S. Energia solar: Uma nova era. São Paulo, SP: Cultrix, 1966. 199p.
SILVA, P. M. Matéria e energia em transformação. São Paulo, SP: Nacional, [19--]. 240 p. v. 4.
Unidade Curricular
Período letivo
Plantas de cobertura para plantio em sistema de cultivo direto
OP
Carga Horária
Teórica: 26h
Prática: 10h
Objetivos
Permitir que os estudantes conheçam as principais espécies de plantas de coberturas cultivadas na
região de cerrado e utilizadas no sistema plantio direto e na adubação verde, bem como planejar
adequadamente o seu plantio e manejo.
Ementa
Origem, histórico, evolução e utilização de plantas de cobertura nos sistemas agrícolas. Importância
sócio-econômica. Manejo. Vantagens e desvantagens do emprego das plantas de cobertura. Rotação de
cultura no sistema plantio direta. Adubação verde. Amostragem de solo em plantio direto
Bibliografia Básica
NILVO A. Plantio direto no cerrado: 25 anos acreditando no sistema. Passo Fundo, RS: Aldeia Norte
Editora, 2010. 568p.
LORENZI,H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: Plantio direto e convencional. 6
ed.. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2006. 339 p.
GUIDOLINI, J. F. Plantio direto e a melhoria da qualidade ambiental. Uberaba,MG, 2010. 26Pp.
Bibliografia Complementar
71
ARMINDO, M. C; RENATO, F. A. Cerrado: adubação verde. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2006.
369p.
ROBERTO, F. N. et al. Viçosa, MG; Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2007. 1017p.
Fundo de Apoio á Cultura do Algodão. Algodão: Pesquisa e resultados para o campo. Cuiabá, MT:
FACUAL. 2006. 392p.
DILERMANO,M. F; JANAINA,A. M. Plantas Forrageiras. Viçosa, MG: ED, UFV, 2010.537p.
Tecnologias de produção de soja região central do Brasil. Londrina, PR: Embrapa soja: Embrapa
Cerrados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2010. 255p.
Unidade Curricular
Produção Orgânica de Alimentos
Período letivo
Op
Carga Horária
Teórica: 20h
Prática: 16h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam avaliar a importância social e econômica
da produção orgânica de alimentos no País; implantar e manejar culturas no sistema orgânico de
produção; planejar e executar o processo de colheita e pós-colheita; levantar índices técnicos para
cálculo de custos e receitas; elaborar projetos de certificação da produção.
Ementa
Importância da produção orgânica de alimentos. Técnicas de produção orgânica de hortaliças e plantas
medicinais e aromáticas. Técnicas de produção orgânica de frutas. Técnicas de produção orgânica de
café. Técnicas de produção orgânica de cereais. Certificação da produção.
Bibliografia Básica
BARBOSA, C. A. Manual da cultura do café orgânico. Viçosa, MG: Agrojuris, 2010.
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. 3. ed. Vicosa, MG: UFV, 2008. 418 p. ISBN: 978-85-7269-313-4.
PENTEADO, S.R. Defensivos alternativos e naturais para uma agricultura saudável. Campinas, SP:
Livros Via Orgânica. 2007.
Bibliografia Complementar
AQUINO, A. M. de; ASSIS, R. L. de. Princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável.
Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2005.
PENTEADO, S. R. Fruticultura orgânica: formação e condução. Viçosa, MG: Aprenda fácil, 2004.324p
_________Cultivo orgânico de tomate. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2004. 215p.
SOUZA, J. L. Manual de horticultura orgânica. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda fácil, 2006. 856 p. (Série
Ouro) ISBN: 85-7630-026-5.
Funarbe/UFV. Manual de certificação de produção orgânica: alimentos orgânicos. Viçosa, MG: Folha,
2002. 156 p.
Unidade
Curricular
Período letivo
Patologia de sementes
OP
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Entender os aspectos que envolvem a qualidade sanitária de sementes; relacionar a sanidade com os
aspectos de produção, beneficiamento e armazenamento e sua influência na qualidade fisiológica das
sementes; discutir alternativas de manejo fitossanitário de sementes visando à melhoria na qualidade das
mesmas.
Ementa
Transmissão de patógenos por sementes. Análise sanitária para a detecção de patógenos associados a
sementes. Microflora de sementes armazenadas. Princípios e aplicações de medidas de controle de
doenças associadas a sementes.
72
Bibliografia Básica
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de fitopatologia: Princípios e Conceitos. 3.
ed. São Paulo, SP: CERES, 1995. 919 p. V.1.
MIZUBUTI, E.S.G. Introdução à fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2009. 190 p.
TOLEDO, F. F. de. Manual das sementes: tecnologia da produção. São Paulo, SP: Agronômica
Ceres, 1977. 224 p.
Bibliografia Complementar
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas
cultivadas. 4. Ed. São Paulo, SP: Editora Ceres, 2005. 663 p. V. 2.
ACELINO, C.M., ROMEIRO, R. S. Métodos em fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2007. 382 p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de sementes. 2. ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha,
2004. 64 p. (Cadernos Tecnológicos) ISBN: 85-7529-283-8.
CARVALHO, N. M. de. Sementes: ciência, tecnologia e produção. Campinas, SP: Fundação Cargill,
1980. 326 p. ISBN: 85-7529-283-8.
DEPARTAMENTO DE DEFESA E INSPEÇÃO VEGETAL. Compêndio de defensivos agrícolas: guia
prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 4ª ed. Complemento. São Paulo, SP: 2003.
302p
Unidade Curricular
Período letivo
Ralação Água-Solo-Planta
OP
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Reconhecer as interações água solo; água planta e água-clima; trabalhar com o potencial de água no
solo e a relação com a transpiração; definir formas de medição de potenciais; aprofundar nos
conhecimento da física do solo e relação com a absorção de água pela planta.
Ementa
Estudo da relação-água-solo-planta e atmosfera no contexto da agronomia. Revisão de densidade do
solo, capacidade de campo, velocidade de infiltração, evapotranspiração, infiltração e outros termos da
relação solo-planta para melhoria no manejo da irrigação. Interação planta-clima e as doenças de plantas
– medidas para minimizar. Absorção de água no solo pela planta e transpiração. Estresses hídrico e
salino.
Bibliografia Básica
SALASSIER, B. Manual de irrigação. 9ª ed. Viçosa: UFV,2004.
KLEIN, V.A. Física do Solo. Editora: UPF.Ano: 2008.Edição: 1.Páginas: 212.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Páginas 819. Ano 2009. 1914-7.Editora Embrapa.
KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. 2. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1988. 407p.
MANTOVANI, Everardo Chartuni. Irrigação: princípios e métodos. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2009. 355p.
Bibliografia Complementar
SCNEIDER, P.; KLAMT, E.; GIASSON, E. Morfologia do Solo - Subsídios para Caract. e Interpretação
de Solos a Campo. Editora: Agrolivros Ano: 2007. Edição: 1. ISBN: 978-85-98934-11-2. Páginas: 72.
PAIVA, R. Fisiologia e Produção Vegetal. Páginas 104. Ano 2006. Editora Editora UFLA.
ALBUQUERQUE, P.E.P.; DURÃES, F.O.M. Uso e manejo de irrigação. Páginas 528. Ano 2008. Ed. 1 .
Editora Embrapa.
Unidade Curricular
Período letivo
Patologia em pós-colheita de frutos e hortaliças
OP
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Expor os princípios básicos da fitopatologia mediante os quais o estudante poderá iniciar-se nos
73
conhecimentos da patologia de pós-colheita de frutas e hortaliças, tanto no que se refere à identificação
dos organismos como à compreensão dos princípios fundamentais para o controle e estudos dos
patógenos que atacam frutos e hortaliças pós-colheita.
Ementa
Conceitos de doenças. Importância econômica e tipo de perdas de frutos e hortaliças. Classificação de
doenças. Sintomatologia. Mecanismos de atuação dopatógeno e defesa do hospedeiro. Princípios e
técnicas fitopatológicas aplicadas ao estudo da patologia de pós-colheita. Ambiente e doenças de póscolheita. Estratégia de controle de doenças na fase pós-colheita. Métodos de isolamento.
Bibliografia Básica
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de fitopatologia: Princípios e Conceitos. 3.
ed. São Paulo, SP: CERES, 1995. 919 p. V. 1.
MIZUBUTI, E.S.G. Introdução à fitopatologia. Viçosa, MG: UFV, 2009. 190 p.
GOMES, M. S. de O. Conservação pós-colheita: frutas e hortaliças. Brasília, DF: EMBRAPA, 1996.
134p.
Bibliografia Complementar
AWAD, M. Fisiologia pós-colheita de frutos. São Paulo, SP: Nobel, 1993. 114p.
COLHEITA, PÓS-COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO.. 2. ed.. Brasília: SENAR, 2004. 40 p.
CHITARRA, M. I. F. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras, MG:
ESAL/FAEPE, 1990. 293p.
TECNOLOGIA DE PÓS-COLHEITA DE FRUTAS TROPICAIS: manual técnico. Campinas, SP: ITAL,
1992. 203 p.
BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas
cultivadas. 4. Ed. São Paulo, SP: Editora Ceres, 2005. 663 p. V. 2.
Unidade Curricular
Período letivo
Pragas de Pastagens e Grãos Armazenados
OP
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Reconhecer os principais insetos-praga das pastagens e de grãos armazenados, seus sintomas, injúrias
e danos bem como subsidiar o Manejo Integrado para essas Pragas com base nas táticas de controle,
respeitando preceitos éticos na tomada de decisão para escolha do controle mais adequado. Diferenciar
conceitualmente pragas em culturas e pragas em produtos armazenados.
Ementa
Apresentação da disciplina e seus objetivos. Pragas de Pastagens: cigarrinhas, formigas cortadeiras,
cupins, gafanhotos e lagartas, cochonilhas e percevejos. Métodos de controle e níveis populacionais para
o manejo de pragas em pastagens. Pragas de grãos armazenados: traças e gorgulhos. Diferenças
conceituais em relação a pragas em produtos armazenados. Métodos de controle e níveis populacionais
para o manejo de pragas em grãos armazenados.
Bibliografia Básica
FLECHTMANN, C.H.W. Ácaros de importância agrícola. São Paulo, SP: Nobel, 1972, 149p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba, SP: Fealq, vol. 10, 2002. 920 p.
__________Manual de entomologia agrícola. 2. ed.. São Paulo, SP: Ceres, 1988. 649 p.
Bibliografia Complementar
TACLA, A. Como vivem os insetos. 4. ed. São Paulo, SP: Scipione, 1992. 56p.
VIEIRA, C. Doencas e pragas do feijoeiro. Viçosa, MG: UFV, 1988. 231 p.
FORATTINI,O.P Entomologia médica. São Paulo, SP: Faculdade de Higiene e Saúde
Pública,1962.662p.v. 1.
ANDREI. E. Compêndio de defensivos agrícolas: Guia prático de produtos fitossanitários para uso
agrícola. 5. ed. Andrei, 1996. 506 p.
MARICONI, F. A. M. Inseticidas e seu emprego no combate as pragas: com introdução sobre o estudo
dos insetos. 3 ed. São Paulo, SP: Nobel, 1977. 305 p. v.1.
74
Unidade Curricular
Período letivo
Pragas de espécies frutíferas
OP
Carga Horária:
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivos
Proporcionar conhecimentos técnicos e científicos que permitam ao estudante: identificar os principais
grupos de insetos pragas de frutíferas (citros, manga, goiaba, abacaxi, maracujá, mamão, coqueiro, banana,
uva, acerola, melão, morango, jabuticaba, maçã e pêra); conhecer suas particularidades, nível de infestação,
manejo e controle destas pragas; despertar a importância da pesquisa, extensão e manejo integrado de
pragas de frutíferas; conhecer os principais métodos de controle de pragas das frutíferas citadas.
Ementa
Introdução sobre a importância da fruticultura no cenário nacional. Seletividade de inseticidas a pragas de
frutíferas. Amostragem das principais pragas e determinação do nível de controle. Manejo Integrado de
pragas de frutíferas. O papel do MIP no programa de produção integrada de frutas (PIF Brasil). Alternativas
de controle de pragas de frutícolas. Programas de controle biológico de pragas de frutícolas no Brasil.
Orientação e uso de equipamentos de proteção individual. Descarte de embalagens de agrotóxicos.
Bibliografia Básica
ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas: Guia prático de produtos fitossanitários para uso
agrícola. (8ª ed.) 2009. 1378p.
GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: Fealq, vol. 10, 2002. 920 p.
PENTEADO, S. R. Defensivos alternativos e naturais. 3. ed. Campinas, SP: Edição do Autor, 2007. 176p
Bibliografia Complementar
BUENO, V. H. P. Controle biológico de pragas: produção massal e controle de qualidade. 2. ed. Lavras,
MG: UFLA, 2009. 429 p.
Governo do Estado de São Paulo. Agrotóxicos e afins: coletânea da legislação. CDA, 2002. 126 p.
Instituto Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de maracujá. Instituto Centro de Ensino Tecnológico. 2.
ed. Fortaleza, CE: Demócrito Rocha, 2004. 48p. (Cadernos Tecnológicos).
MARANCA, G. Fruticultura comercial: mamão, goiaba, abacaxi. 5. ed. São Paulo, SP:
Nobel, 1991. 121 p.
ZUCCHI, R. A. Guia de identificação de pragas agrícolas. Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 139p.
Unidade Curricular
Período letivo
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
OP
Carga Horária
Teórica: 18h
Prática: 18h
Objetivo
Compreender os principais aspectos da Língua Brasileira de Sinais – Libras, língua oficial da comunidade
surda brasileira, contribuindo para a inclusão educacional dos alunos surdos..
Ementa
Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais
Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de
sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a
expressão visual-espacial
Bibliografia Básica
COUTINHO, D. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. João Pessoa, PB: Editor:
Arpoador, 2000.
FELIPE, T. A. Libras em contexto. Brasília, DF: Editor: MEC/SEESP Nº Edição: 7, 2007.
KARNOPP E QUADROS; Língua de sinais brasileira. Artmed, 2004.
75
Bibliografia Complementar
STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Borges.
Porto Alegre, RS: Artes Médicas Sul, 1999.
GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São
Paulo, SP: Plexus, 1997.
QUADROS, R. M. de. Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre, RS: Artes
Médicas, 1997.
SCHMIEDT, M. L. P. Idéias para ensinar português para alunos surdos. Brasília, DF: MEC, SEESP,
2006.
SCHMIEDT, M. L. P O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa –
Secretaria de Educação Especial. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – Brasília, DF:
MEC – SEESP, 2004.
13. Indissociabilidade Ensino, Pesquisa e Extensão
13.1. Relação com a Pesquisa
Os princípios que norteiam a constituição dos Institutos Federais colocam em plano de relevância a
pesquisa e a extensão. Praticamente todos os conteúdos do curso poderão ser objetos de investigação e,
desta forma, manter estreita relação com a pesquisa, que é incentivada por meio de editais próprios, como o
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e de projetos encaminhados a editais
externos, como FAPEMIG, CAPES, CNPq, EMBRAPA, MEC e MEC/SESU/PET. A pesquisa conta com o
apoio do Instituto que disponibiliza infraestrutura de laboratórios, biblioteca, produção de material,
divulgação por meio virtual e incentivo para participação em eventos científicos em todo País. Anualmente
acontece “A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia” e o “Seminário de Iniciação Científica e Inovação
Tecnológica do Instituto Federal do Triângulo Mineiro” proporcionando a todos os discentes, docentes e
pesquisadores a oportunidade de apresentar à comunidade os trabalhos realizados.
13.2. Relação com a Extensão
A relação do ensino e da pesquisa com a extensão inicia-se com a definição e avaliação da relevância
social dos conteúdos e dos objetos de estudo traduzidos em projetos de Pesquisa, de Iniciação Científica,
Estudos de Caso, Seminários, dentre outros. Essas ações estão voltadas à democratização do
conhecimento, da ciência, da cultura, das artes que são socializados por meio de cursos, eventos, palestras
e outras atividades. Na perspectiva do desenvolvimento social e tecnológico, a pesquisa, a prestação de
serviços, e outros projetos são desenvolvidos visando à melhoria da qualidade de vida da população.
Ressaltam-se ainda as ações voltadas para o desenvolvimento social da comunidade, incluindo aí os
projetos de educação especial, de educação de jovens e adultos e os da área cultural.
Finalmente, diferentes atividades são desenvolvidas pelos alunos e professores do curso prestando serviços
à comunidade interna e externa no âmbito das competências previstas pela matriz curricular, que traduzem
essa relação com o ensino, a pesquisa e a extensão.
13.3. Relação com os outros cursos da Instituição (quando houver) ou área respectiva
A Engenharia Agronômica, por sua amplitude de ação, mantém relações com vários outros cursos que
acontecem no IFTM, sendo de forma mais direta com os cursos superiores de Zootecnia, Gestão Ambiental,
Tecnologia em Alimentos, Licenciatura em Química e Licenciatura em Biologia e os cursos Técnicos em
Agricultura e Zootecnia, bem como com o curso de Mestrado em Tecnologia de Alimentos em nível de
ensino, pesquisa e extensão.
14. Avaliação
14.1. Da aprendizagem
A avaliação é uma atividade construtiva que permite ao educando continuar aprendendo,
compreendida como crítica do percurso de uma ação, que subsidia a aprendizagem e fundamenta novas
decisões. Desta forma, possibilita que se decida sobre os modos de como melhorar o processo de ensino-
76
aprendizagem ao identificar impasses e encontrar caminhos e alternativas para superá-los.
A prática pedagógica articula-se com a avaliação e é neste entrelaçamento que o ato educativo se
consolida. Como a avaliação é um processo em função da aprendizagem, deduz-se que os objetivos
educacionais são diversos, várias e diferentes também serão as formas para avaliar se a aprendizagem está
sendo obtida ou não.
Nesta perspectiva, a avaliação é concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva, processual e
formativa, utilizando-se de instrumentos diversificados, tais como: execução de projetos, relatórios, trabalhos
individuais e em grupos, resolução de problemas, provas discursivas, objetiva e prática, entrevistas,
seminários, participação em congressos e simpósios e outros pertinentes aos objetivos pretendidos. É
fundamental que a realização das atividades avaliativas proporcione o alcance dos objetivos propostos,
identificando e ampliando conhecimentos, buscando explorar gradativamente a compreensão de conceitos,
a assimilação de conteúdos e aprendizagem em uma atuação cooperativa professor/aluno.
O processo de verificação de aproveitamento e as normas gerais de avaliação devem seguir o Regulamento
da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação do IFTM (Resolução 21/2011 de 29 de
março de 2011).
14.2. Autoavaliação
Garantir a qualidade do ensino ofertado, propiciar a formação do cidadão como pessoa com
autonomia intelectual e pensamento crítico e promover a compreensão dos fundamentos científicos e
tecnológicos dos processos produtivos, são objetivos instituídos pelo Plano de Desenvolvimento Institucional
(PDI) do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), tendo em vista ao cumprimento da sua missão:
“ofertar a Educação Profissional e Tecnológica por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão promovendo o
desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e democrática”.
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) não tem seu valor condicionado à ideia de que possa ser
encarado como verdade irrefutável ou dogma. Seu valor depende da capacidade de dar conta da realidade
em sua constante transformação superando limitações e interiorizando novas exigências apresentadas pelo
processo de mudança da realidade.
A avaliação do Projeto Pedagógico do Curso deve ser considerada como ferramenta construtiva que
contribui para melhorias e inovações e que permite identificar possibilidades, orientar, justificar, escolher e
tomar decisões.
Nesse sentido, é importante que, ao realizar atividades de avaliação do seu funcionamento, o curso
leve em conta seus objetivos e princípios orientadores, tenha condições de discutir o seu dia a dia e
consiga, assim reconhecer, no PPC, a expressão de sua identidade e prioridades. O Projeto deve prever
uma sistemática de trabalho com vistas à realização de sua avaliação interna de forma continuada,
reavaliando-o como processo de reflexão permanente sobre as experiências vivenciadas, os conhecimentos
disseminados ao longo do processo de formação profissional e a interação entre o curso e os contextos
local, regional e nacional.
Com base no exposto, a compreensão do atual contexto mundial em que as exigências de formação
e qualificação de futuros profissionais são ampliadas e intensificadas a cada dia, com vistas para o
atendimento à complexidade e à rapidez da produção do conhecimento, especialmente, para a Engenharia
Agronômica, novos contornos são delineados para esta área em franca expansão. Como exemplo, pode ser
citada a pesquisa como princípio educativo e a formação continuada dos estudantes. Sendo assim, vários
instrumentos de avaliação são utilizados com o objetivo de se fazer o monitoramento das atividades
desenvolvidas, zelando, assim pelo atendimento aos objetivos estabelecidos no PPC, no Projeto Político
Institucional (PPI) e no PDI. O PPC é o plano de trabalho que, se bem desenvolvido e cumprido, torna-se
responsável pela almejada qualidade do processo educacional em todas as suas dimensões.
Tendo em vista essa perspectiva, o PPC do Curso de Engenharia Agronômica do IFTM, Campus
Uberaba prevê que, por intermédio da Coordenação de Curso, Colegiado e Núcleo Docente Estruturante,
seja realizado o acompanhamento e a avaliação do curso, a partir de critérios e recursos previamente
discutidos com o corpo docente, levando-se em consideração diversos aspectos como: o contexto do curso,
campo de trabalho, perfil do ingressante, finalidade do curso, alcance dos objetivos e das estratégias,
evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao curso, resultado do projeto do curso, índice de evasão
e reprovação e desempenho de egressos.
A autoavaliação implica recorrer, sistematicamente, a processos de acompanhamento e avaliação
77
das atividades implementadas no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão, valorizando a
interdisciplinaridade, fundamentais para a condução da vida acadêmica e para, consequentemente, garantir
a oferta de uma educação com qualidade, pois essa é uma condição sine qua non para a promoção de uma
sociedade mais justa e democrática. A avaliação interna do curso ocorre anualmente, por meio da
aplicação de questionários, averiguações in loco com debates e reuniões, dentre outros mecanismos.
Além desses mecanismos estabelecidos no âmbito do Curso de Engenharia Agronômica, o IFTM
realiza sistematicamente o processo de avaliação institucional, por meio da Comissão Própria de Avaliação
(CPA), existente em cada campus, sob a coordenação direta da Reitoria, atendendo ao disposto na Lei n.
10.861, de 14/04/2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). O
SINAES foi criado com o objetivo de assegurar o processo nacional de avaliação das instituições de
educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de seus estudantes,
fundamentado na necessidade de promover a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da
expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional, da sua efetividade acadêmica
e social e, especialmente, do aprofundamento dos seus compromissos e responsabilidades sociais.
O ENADE enquanto instrumento de avaliação da formação dos estudantes de graduação,
contribuirá com as instituições para que possam mapear e sanar eventuais dificuldades e/ou problemas
identificados ao longo do processo da avaliação institucional. Com os indicadores gerados pelo ENADE
pretende-se criar momentos de reflexão sobre o desempenho alcançado por seus estudantes/cursos e será
um dos instrumentos que nortearão o trabalho pedagógico/institucional do IFTM, especificamente do curso
de Engenharia Agronômica.
Os resultados obtidos no ENADE e o desempenho alcançado pela instituição na avaliação externa,
servirão de âncora para nortear e implementar ações que visem à melhoria da qualidade de ensino ofertado
pelo IFTM.
Os resultados da autoavaliação institucional geram possibilidades concretas para que a
Coordenação do Curso, o NDE e a Gestão do IFTM reúnam informações e, com base nesse diagnóstico da
realidade institucional, estabeleçam metas, objetivos e estratégias para a melhoria e avanço do curso e da
instituição como um todo. Esses resultados têm a finalidade, ainda, de mostrar à sociedade e à própria
comunidade acadêmica, o papel social do Instituto refletido na qualidade do ensino que desenvolve, além de
subsidiar a instituição para o atendimento, de maneira satisfatória, às exigências legais e a sua missão.
16. Aproveitamento de Estudos
Poderá ser concedido o aproveitamento de estudos aos alunos do Curso de Engenharia Agronômica
mediante requerimento enviado à Coordenação de Registro e Controle Acadêmico pelo próprio aluno ou por
seu representante legal, obedecendo aos prazos previstos no calendário acadêmico, acompanhado dos
documentos exigidos pelo Instituto.
O aproveitamento de estudos será feito nas unidades curriculares concluídas com aprovação e a
verificação de rendimentos dar-se-á após análise do processo, com base no parecer do Colegiado e
Coordenação de Curso, respeitado o mínimo de 75% de similaridade dos conteúdos e da carga horária
da(s) unidade(s) curricular(es) do curso pretendido, conforme regulamento da organização didáticopedagógica dos cursos de graduação do IFTM (Resolução 21/2011 de 29 de março de 2011).
17. Atendimento ao Discente
DIRETORIA DE ENSINO / COORDENAÇÃO GERAL DE ENSINO
Coordenação Geral de Assistência ao Educando: são oferecidos ao aluno: subsídios para a alimentação,
serviços odontológicos e psicológicos, bolsas por meio do Programa de Complementação Educacional e
Demanda Social, Programa de Assistência Estudantil, Programa de bolsas Acadêmicas do IFTM para o
transporte e auxílio para visitas técnicas, congressos, simpósios dentre outros.
PET – Programa de Educação Tutorial: apoio a atividades acadêmicas que integram ensino, pesquisa e
extensão. Formado por grupos tutoriais de aprendizagem, o PET propicia aos alunos participantes, sob
orientação de um tutor, a realização de atividades extracurriculares que complementem a formação
acadêmica do estudante e atendam às necessidades do próprio curso de graduação. O estudante e o
professor tutor recebem apoio financeiro de acordo com a Política Nacional de Iniciação Científica.
78
Coordenação de pesquisa: incentivo aos alunos para participação na pesquisa aplicada, estimulando o
desenvolvimento de soluções tecnológicas, de forma criativa, e estendendo seus benefícios à comunidade,
para tanto, o aluno conta com diversas modalidades de bolsa para o desenvolvimento de iniciação científica
com o programa PIBIC (CNPQ, FAPEMIG e IFTM) e inovação tecnológica, PIBIT (CNPQ), MEC –
Agroecologia (fornecimento de bolsas para pesquisa em Agrotecnologia), projeto EMBRAPA café, além da
possibilidade de inserção em um programa voluntário de desenvolvimento da pesquisa no IFTM.
Coordenação de extensão: fornece possibilidade de participação em programas de extensão financiados
pelo IFTM (Pró-Reitoria de Extensão), contando também com bolsas de incentivo tanto em projetos, como
atividades interdisciplinares com o Ensino. O Programa Arte Educação (Circo e Teatro, Instrumentos de
Cordas e Canto), por exemplo, tem sido um grande aliado na manutenção de alunos na instituição além de
ser uma ótima forma de mostrar à sociedade em geral os potenciais artísticos desenvolvidos no IFTM.
Núcleos de Ensino e Pesquisa: Núcleo de Agroecologia, Núcleo de Fitossanidade, Núcleo de Cafeicultura,
Núcleo de Estudos em Manejo de Culturas Irrigadas.
Coordenação de esporte e lazer: organização de torneio, campeonatos, atividades de lazer, projetos de
atividades físicas e recreativas, participação em competições internas e externas, trote educativo,
confraternização, gincanas culturais.
NAP (Serviço de Psicologia e Núcleo de Apoio Pedagógico): atendimento, individual e em grupo,
especialmente nas questões psico-pedagógicas, contribuindo para o desenvolvimento humano e melhoria
do relacionamento entre alunos, pais e professores, beneficiando a aprendizagem e formação do aluno.
Biblioteca: suporte ao ensino, pesquisa, extensão, produção e promoção da democratização do
conhecimento prestando os seguintes serviços: Comutação Bibliográfica – COMUT, empréstimo de material
bibliográfico, acesso à internet, elaboração de fichas catalográficas, treinamento em base de dados,
treinamento de usuários, projeto do livro de contos e poesia, levantamento bibliográfico e orientação para
normatização de trabalhos acadêmicos.
CRCA (Coordenação de Registro e Controle Acadêmico): atendimento e orientação acadêmica,
expedição de documentos, acesso eletrônico ao Portal do aluno e aos documentos normatizadores do
Instituto.
NAPNEE (Núcleo de Atendimento a Pessoas Portadoras de Necessidades Educacionais Específicas):
auxilia a instituição a prover acessibilidade aos portadores de necessidades especiais. A instituição dispõe
de vias de acessibilidade e recursos alternativos tais como: bebedouros e telefones adaptados,
estacionamento privativo, programa de computador (Virtual Vision 5.0) para apoio ao deficiente visual e
rampas. O NAPNEE orienta professores e alunos nas alternativas de instrumentos facilitadores no processo
ensino-aprendizagem.
A Unidade I, local onde ocorre o curso, dispõe de vias de acessibilidade e recursos alternativos tais como:
bebedouros e telefones adaptados, estacionamento privativo, programa de computador (Virtual Vision 5.0)
para apoio ao deficiente visual e rampas em todas as dependências, dentre outros.
COORDENAÇÃO GERAL DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS
Coordenação de Integração Escola-Sociedade: realiza convênios com instituições públicas ou privadas,
fornecendo orientações aos alunos para realização de Estágios. Disponibiliza um banco de dados de
empresas conveniadas.
Coordenação de Acompanhamento Profissional e de Egressos: acompanha e assessora o
desempenho profissional dos ex-alunos mantendo um intercâmbio com empresas de diversos segmentos do
mercado de trabalho a fim de identificar oportunidades de emprego que atendam à demanda alunos
egressos da Instituição.
CAPE (Coordenação de Atendimento Profissional e Egresso): é responsável por elaborar e manter
atualizado o banco de dados de egressos dos cursos da Instituição, além de promover pesquisas e ações
junto aos egressos que sirvam de subsídio ao aprimoramento dos currículos dos cursos.
79
Coordenação de Tecnologia da Informação: Acesso à internet sem fio na área do campus e suporte às
demais coordenações (WIRELESS).
Outras atividades: Projeto Construindo Cidadania
Palestras/Seminários/Cursos: SEAGRO (Semana Acadêmica de Agronomia): realizada anualmente em
parceria com diversas instituições regionais (EPAMIG, EMATER) e nacionais (EMBRAPA e diversas
universidades), além de empresas do setor do agronegócio.
SNCT (Semana Nacional de Ciência e Tecnologia): realizada anualmente onde acontecem a Feira de
Profissões do IFTM, o Seminário de Iniciação Científica e Inovação Tecnológica (SIN) e palestras a respeito
do tema proposto para a semana. Na feira de Profissões o IFTM organiza estandes para apresentação dos
seus diferentes cursos para visualização de alunos do ensino médio que são trazidos de escolas
circunvizinhas. No SIN acontece a apresentação dos trabalhos de iniciação científica e inovação tecnológica
realizados por alunos do IFTM, sob orientação dos professores, no próprio Instituto ou em outras instituições
parceiras.
Projetos Interdisciplinares:
Manejo de Pastagem Irrigada (Engenharia Agronômica x Zootecnia); Controle biológico de pragas em
hortaliças; Produção e Qualidade do abacaxi (Eng. Agronômica x Tecnologia de Alimentos); Melhoramento,
Produção e Qualidade da Uvaia (Eng. Agronômica x Tecnologia de Alimentos); Melhoramento do milho
pipoca; Manejo de irrigação em grandes culturas; Caracterização de solos em sistemas de plantio direto;
Uso de soro de leite para controle de doenças em plantas (Eng. Agronômica x Zootecnia x Tecnologia de
Alimentos); Uso de resíduos de siderurgia na agricultura (Eng. Agronômica x VALE).
18. Coordenação de Curso
A coordenação do Curso está sob a responsabilidade do Prof. Robson Thomaz Thuler, Doutor em
Agronomia/Entomologia, contratado em regime de Dedicação Exclusiva de 40h semanais. O coordenador
atuou como professor substituto por três anos na Universidade Estadual Paulista ministrando aulas das
disciplinas: Entomologia Básica e Pragas de Pastagens e Grãos Armazenados. Atualmente ministra as
unidades curriculares: Introdução à Engenharia Agronômica, Entomologia Geral e Entomologia Aplicada no
curso de Engenharia Agronômica do IFTM.
O Coordenador de Curso é designado por meio de Portaria pela Direção Geral do IFTM Campus Uberaba, e
é o professor responsável, junto com o NDE, pela gestão do curso sob sua responsabilidade e tem as
seguintes atribuições, de acordo com o Regulamento da Organização Didático-pedagógica dos Cursos de
Graduação do IFTM:
I. cumprir e fazer cumprir as decisões e normas emanadas do Conselho Superior, Reitoria e Pró-Reitorias,
Direção Geral do Campus, Colegiado de Cursos e NDE;
II. presidir as reuniões do NDE e executar, junto com o NDE, as providências decorrentes das decisões
tomadas;
III. realizar o acompanhamento e avaliação dos cursos, em conjunto com a Equipe Pedagógica e o NDE;
IV. orientar os estudantes quanto à matrícula e integralização do curso;
V. analisar e emitir parecer sobre alterações curriculares encaminhando-as aos órgãos competentes;
VI. pronunciar sobre aproveitamento de estudo e adaptação de estudantes subsidiando o Colegiado de
Curso, quando for o caso;
VII.participar da elaboração do calendário acadêmico;
VIII. elaborar o horário do curso em articulação com as demais coordenações;
IX. convocar e presidir reuniões do curso e /ou colegiado e/ou do NDE;
X. orientar e acompanhar, em conjunto com a equipe pedagógica, o planejamento e desenvolvimento das
unidades curriculares, atividades acadêmicas e desempenho dos estudantes;
XI. promover avaliações periódicas do curso em articulação com a Comissão Própria de Avaliação - CPA e
com a equipe pedagógica;
XII.representar o curso junto a órgãos, conselhos, eventos e outros, internos e externos à Instituição;
XIII. coordenar, em conjunto com a equipe pedagógica, o processo de elaboração, execução e atualização
do Projeto Pedagógico do Curso junto ao NDE;
XIV. analisar, aprovar e acompanhar, em conjunto com a equipe pedagógica, os planos de ensino das
unidades curriculares do curso;
80
XV. incentivar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão;
XVI. analisar e emitir parecer sobre a aceitação de matrículas de estudantes transferidos ou desistentes ou
portadores de diploma de graduação, de acordo com as normas vigentes;
XVII. participar do planejamento e do acompanhamento das atividades acadêmicas previstas no Projeto
Pedagógico do Curso;
XVIII. participar e apoiar a organização de atividades extraclasses inerentes ao curso (palestras, seminários,
simpósios, cursos, dentre outras);
XIX. participar da organização e implementação de estratégias de divulgação da instituição e do curso;
XX.atuar de forma integrada com a Coordenação de Registro e Controle Acadêmico - CRCA;
XXI. implementar ações de atualização do acervo bibliográfico e laboratórios específicos do curso bem
como sua manutenção;
XXII. solicitar material didático-pedagógico;
XXIII. participar do processo de seleção dos professores que irão atuar no curso.
XXIV. acompanhar e apoiar o planejamento e a condução do estágio supervisionado dos estudantes, em
conjunto com a coordenação de estágio e setores competentes;
XXV. estimular, em conjunto com a equipe pedagógica, a formação continuada de professores;
XXVI. participar, em conjunto com a equipe pedagógica, da construção do Plano de Desenvolvimento
Institucional – PDI.
Em substituição ao coordenador, quando necessário, foi designado para tal fim o Prof. Ramon Vinícius de
Almeida, Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas. É professor efetivo do IFTM e ministra as
unidades curriculares: Genética, Melhoramento de Plantas, Biotecnologia e Bioquímica.
18.1 Equipe de apoio e atribuições: Núcleo docente estruturante, colegiado, professores
responsáveis por trabalho de conclusão de curso, estágio, práticas pedagógicas e atividades
complementares e equipe pedagógica
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é um órgão consultivo, formado por um conjunto
de professores, mestres e doutores, que respondem mais diretamente pela criação,
implementação, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia
Agronômica. O Presidente do NDE deverá ser o coordenador do curso, e a ele cabe convocar os
membros para as reuniões e elaborar, a partir delas, os documentos referentes ao Núcleo.
Entre as atribuições do NDE, destacam-se as de contribuir para a consolidação do perfil
profissional pretendido do egresso do curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre
as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao
desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de
exigências do mundo do trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso, além de zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais do
curso de Engenharia Agronômica.
O NDE do curso é composto pelos seguintes professores: Robson Thomaz Thuler, Antônio
Carlos Barreto, Adelar José Fabian, Haroldo Silva Vallone e Daniel Rufino Amaral.
O Colegiado do Curso, órgão deliberativo, normativo e consultivo setorial, tem por
finalidade acompanhar a implementação do projeto pedagógico, propor alterações dos currículos,
discutir temas ligados ao curso, planejar e avaliar as atividades acadêmicas do curso.
Representantes Docentes:
Docentes titulares: Daniel Rufino Amaral; Ramon Vinícius de Almeida; Othon Carlos da Cruz;
81
Haroldo Silva Vallone; Robson Thomaz Thuler.
Docentes suplentes: Antônio Carlos Barreto; Fabiana Martins B. Motta; Adelar José Fabian;
Américo Iório Ciocciola Júnior.
Representantes Discentes:
Discentes titulares: Alex Tomas Taveira; Antônio B. Figueiredo Neto
Discentes suplentes: Daniela Xenofonte P. Valle e Darlon Macedo Rogério
O Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) é um órgão suplementar do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia Triângulo Mineiro (IFTM) Campus Uberaba. Criado com a função
de assessorar a Direção Geral, a Diretoria de Ensino, a Coordenação Geral de Ensino, as
Coordenações de Cursos, professores, alunos e técnicos administrativos em educação, do
Campus Uberaba, nas atividades de implementação das políticas e diretrizes educacionais dos
diferentes níveis de ensino oferecidos pela Instituição. O NAP é uma instância que interage com o
Ensino, a Pesquisa e a Extensão, buscando viabilizar o Projeto Pedagógico da Instituição (PPI).
Técnica em Assuntos Educacionais responsável pelo assessoramento ao Curso de
Bacharelado em Engenharia Agronômica: Ana Keila Enes Andrade.
19. Corpo Docente do Curso
Núcleo de conteúdos Básicos
Título
Especialidade
Mestre
Matemática
Nº
1
Docente
Alex Medeiros de Carvalho
2
Celso Aparecido Mancin
Mestre
Desenho Técnico
DE
3
Cláudio Márcio de Souza
Mestre
Química
DE
4
Eduardo Soares Rodrigues
Doutor
Física
DE
5
Elisa Norberto F. Santos
Doutora
Experimentação Agronômica
DE
6
Fabiana M. Batista Motta
Mestre
Biologia
DE
7
José Carlos dos Santos Jesus
Doutor
Informática
DE
8
Marina Farcic Mineo
Doutor
Ecologia
DE
9
Roseli Betoni Bragante
Mestre
Botânica e Fisiologia Vegetal
DE
Núcleo de conteúdos profissionais essenciais e específicos
Adelar José Fabian
Doutor
Solos
DE
10
Regime trabalho
DE
11
Américo Iório Ciocciola Júnior
Doutor
Zoologia e Tecnologia de
Aplicação de Agrotóxicos
DE
12
Antonio Carlos Barreto
Doutor
Topografia, Irrigação
DE
13
Carlos Antônio A. Gonçalves
Doutor
Alimentos (Vegetais)
DE
14
Daniel Rufino Amaral
Doutor
Fitopatologia
DE
82
15
Dawson J. Guimarães Faria
Doutor
Forragicultura
DE
16
Eliana Aparecida Rodrigues
Doutora
Zootecnia
DE
17
Flávio Moreno Salvador
Doutor
Zootecnia
DE
18
Gabriel Antônio N. Nascentes
Doutor
Microbiologia
DE
19
Hamilton C. de Oliveira Charlo
Doutor
Fitotecnia
DE
20
Haroldo Silva Vallone
Doutor
Fitotecnia e Metodologia
Científica
DE
21
Humberto Góis Cândido
Doutor
Topografia e
Geoprocessamento
DE
22
José Luis R.Torres
Doutor
Mecanização Agrícola
DE
23
Jovair Libério da Cunha
Doutor
Sociologia e Extensão Rural
DE
24
Luiz Antônio Silva Menezes
Doutor
Fitotecnia
DE
25
Márcio José de Santana
Doutor
Manejo de Culturas Irrigadas
DE
26
Marlene Jerônimo
Doutora
Alimentos (origem animal)
DE
27
Nilo Sérgio F. de Andrade
Doutor
Economia Agrícola
DE
28
Olegário Pinheiro de Souza
Doutor
Fruticultura
DE
29
Othon Carlos da Cruz
Doutor
Irrigação e Drenagem
DE
30
Paulo Roberto Sá Santos
Doutor
Solos
DE
31
Ramon Vinícius de Almeida
Doutor
DE
32
Renato Farias do Valle Jr.
Doutor
Genética e Melhoramento de
Plantas
Hidrologia Agrícola
33
Robson Thomaz Thuler
Pós-Doutor
Entomologia
DE
34
Watson Azevedo
Doutor
Solos
DE
DE
22.1. Corpo Docente (resumo)
Título
Pós-doutor
Doutor
Mestre
Total de servidores
20. Corpo Técnico Administrativo
Nível Superior
Nível Intermediário
20 h
30 h
40 h
20 h
30 h
40 h
1
2
59
34
20.1. Corpo Técnico Administrativo
Título
Doutor
Mestre
Especialista
Aperfeiçoamento
20 h
-
Quantidade
01
28
05
34
Nível de Apoio
30 h
-
40 h
10
Quantidade
06
28
-
83
Graduação
Médio Completo
Médio Incompleto
Fundamental Completo
Fundamental Incompleto
Total de servidores
25
34
07
03
103
21. Ambientes administrativo-pedagógicos relacionados ao curso
21.1.Salas: de aula/professor/auditório/reunião/ginásio/outros
1.1. Ambiente
Quantidade
Área (m²)
Sala de Direção
01
24
Sala de Direção de Ensino/Coordenação Geral de Ensino
01
24
Sala de Coordenação de Curso
02
24
Sala de Coordenação de Registros e Controle Acadêmico
CRCA
Sala de Apoio Pedagógico/Núcleo de recursos áudio-visuais
01
36
01
48
Sala de Coordenação Geral de Produção e Pesquisa
01
48
Sala de Coordenação de Pesquisa
01
24
Sala de Coordenação de Extensão
01
24
Sala de Coord. Geral de Relações Empresariais e Comunitárias
01
24
Sala de Coord. Geral de Assistência ao Educando
01
48
Sala de Professores
11
84
Salas de aulas para o curso
12
600
Auditório
01
250
Sala de reuniões e eventos
01
48
Sala do NDE
01
24
Sala do NAP
01
24
Sanitários
06
200
Pátio Coberto / rea de Lazer / Convivência
01
2500
Praça de Alimentação
01
300
Ginásio Poliesportivo
01
1400
Biblioteca
01
656
21. 2. Biblioteca
A Biblioteca “Fádua Aidar Bichuette” Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus
Uberaba está instalada em um espaço físico de 640 m², sendo 84 m² reservados aos serviços técnicos e
administrativos e 556 m² destinados aos acervos e salas de estudo individuais e coletivas. O horário de
atendimento é das 07h30min às 22h30min, de segunda a sexta-feira. A biblioteca possui 07 servidores,
sendo 03 bibliotecárias, 02 auxiliares de biblioteca e 02 assistentes. Conta ainda com a participação no
apoio às atividades de empréstimo com 02 alunos do programa de bolsas.
Estudantes e professores poderão consultar livros, monografias, teses, vídeos, CD-ROMs e
periódicos por meio de um sistema central de informações via Intranet possibilitando, assim, o uso pleno dos
serviços e recursos por um universo maior de usuários.
21.3. Laboratórios de formação geral e específica
84
O IFTM Campus Uberaba possui três laboratórios para atendimento aos alunos nas disciplinas de
informática básica e aplicada; cada um deles possui área e equipamentos compatíveis com a necessidade
do curso, conforme se pode verificar a seguir:
INFORMÁTICA BÁSICA
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Laboratorio I – Windows XP – Office 2003, processador Intel Dual Core, HD 80 GB, 1 GB RAM,
Laboratório II e III – Windows vista Office 2003, processador Intel Core 2 Duo, 2 GB RAN e 120 GB HD, e
Softwares nas diversas áreas especificas dos cursos.
Equipamentos
Qtde.
46
Especificações
Microcomputadores, com processador com leitora de DVD e gravadora de CD – mouse –
teclado
Laboratório de informática aplicada
O laboratório de informática aplicada possui área e equipamentos compatíveis com a necessidade
do curso, conforme se pode verificar no quadro a seguir:
2
Laboratório
Área (m )
Informática Aplicada
60
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP – Office 2003, Software topográfico DataGeosis, AutoCadMap2002, Spring, Sisda, Catálogos
Eletrônicos de equipamentos de irrigação.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
45
Especificações
Microcomputador, processador Pentium 4 - 1,4 Ghz- Hd 40 Gb, 256 Mb ram – floppy disk 1,44” –
Leitora de DVD e gravadora de CD – mouse – teclado
21.4. Laboratórios de formação específica
Através da realização de aulas práticas, com demonstração, verificação e investigação de conceitos,
o laboratório de formação específica é o espaço ideal para trazer ao diálogo questões que sejam relevantes
para o aluno, oferecendo espaço não somente para sua manifestação, mas também para a interpretação e
associação dos conteúdos com a prática.
O IFTM Campus Uberaba, conta com laboratórios de Análise equipados com vidrarias, reagentes e
com equipamentos, em quantidades suficientes, para a aprendizagem dos alunos. São espaços arejados,
iluminados e com toda a infra-estrutura de segurança física, isto é, munidos de câmaras de exaustão para
gases, de kits de primeiros socorros, de antessalas com armários, chuveiro de emergência e lava-olhos
além de extintores de incêndio devidamente sinalizados.
LABORATÓRIO DE BROMATOLOGIA / ANÁLISE DE ALIMENTOS / NUTRIÇÃO ANIMAL
85
Quant.
1
1
1
1
1
1
1
3
1
1
1
3
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
2
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Especificações
Liofilizador de bancada, marca Liotop.
Banho metabólico tipo dubnoff com agitação reciprocante
Agitador de tubos modelo ms3 digital
Micro-moinho
Centrífuga (micro) de bancada refrigerada
Triturador/homogeneizador/dispersor
Refratômetro digital
Pipeta laboratório, automática, monocanal, ajustável
Espectrofotômetro femto visível, modelo 600 plus
Estufa elétrica modelo 311-CG, marca FANEM, estereliza e seca com termo regulador até
temperatura de 200ºC, plateleiras removíveis.
Forno mufla, registro de temperatura por sistema automático, até 1200 ºC, modelo Q-31821, Quimis.
pHmetro mod. Q-400 bancada 110/220V.
Manta aquecedora para balões de 1000 ml, 220V., modelo Q-321 a 25 Quimis.
Destilador de água tipo pilsen 2 litros/hora, 110 V, 1600W, modelo Q-341-12, Quimis.
Centrífuga de bancada acompanha: cruzeta horizontal 08 x 15 ml, marca FANEM –
Modelo 206.
Agitador magnético com aquecimento, 110V, acompanha barra magnética vestida de
teflon modelo 258-FANEM.
Manta aquecedora para balões de 500ml, 220V, modelo Q-321, Quimis.
Bomba de vácuo, 220V, modelo 355B2, Quimis.
Capela para exaustão de gases, 220V, modelo Q-216-21, Quimis.
Chapa aquecedora 30 x 40 cm, em plataforma de aço inox 110V modelo 208-1.
Banho Maria para balões volumétricos com 4 bocas – Biomatic, modelo 1061.
Aparelho digestor para determinação de fibra bruta em produtos alimentícios, gorduras,
óleos e materiais vegetais, modelo 216-6.
Dessecador de vidro grande com tampa e luva com dimensão de 250 mm de diâmetro
Thermex.
Microdigestor de Kjeldahl, modelo bancada para 06 provas, 110V, 80 cm de largura, 50
cm de profundidade e 70cm de altura, modelo Q-329 – Quimis.
Geladeira Duplex, capacidade de 450L, 110V, marca Cônsul.
Balança eletrônica de precisão, carga de 200 g, sensibilidade de 0,001g, reprodutibilidade
de +-0,0005g modelo A-200, marca Marte.
Banho Maria retangular, com tampa, 8 bocas, anéis de redução, com temperatura de até
100ºC e termostato 110V V. Biomatic – cód. 1063.
Chapa aquecedora elétrica com controle infinito de 50 a 300c, 31x31cm, em alumínio
maciço, 110V – Ética – Modelo 208-1.
Conjunto de lavador de pipetas composto por: 04 peças, 02 depósitos, 01 cesto e 1
depósito sifão – Prodocil, modelo 07.
Deionizador de água capacidade 50L/hora, com coluna intercambial, lâmpada indicadora
de saturação da coluna, modelo 1800.
Refratômetro de bolso 0 a 32% bríx precisão de +-0,5, estojo protetor com escala em
porcentagem, marca Biobrix.
Agitador magnético marca Nova Técnica – NT 103.
Colorímetro – freqüência 50 a 60 Hz, consumo 55VA, temperatura de operação 10 a 40
ºC – FENTO modelo 430.
Refratômetro de campo, automático, 0 a 80% bríx, precisão +- 0,5, peso 530g, marca
Briobrix.
Analisador de umidade por infra-vermelho, marca Gehaca mod IV-2000.
Lavador automático de pipetas, marca Permution, modelo LPO 200.
Capela para exaustão de gases, marca Scientech.
Destilador de água capacidade 5 L/hora, 110V, marca Biomatic.
Determinador de gordura tipo “Soxlet” em bloco alumínio fundido em caixa aço inox,
86
1
1
controle de temperatura, microprocessada display digital, Marca Tecnal.
Destilador de nitrogênio, marca Tecnal.
Estufa para secagem, marca GP Científica, com circulação de ar.
Laboratório de irrigação e agrometeorologia
O laboratório de irrigação e agrometeorologia está equipado com equipamentos de irrigação e estação
climatológica automatizada, bem como, acessórios e equipamentos para monitoramento de irrigação,
medições de vazão, determinação de perda de carga, dentre outros.
2
Laboratório
Área (m )
Irrigação e Agrometeorologia
60
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
03
03
01
01
01
Especificações
Medidores de vazão tipo Vertedor, de forma triangular, retangular e Trapezoidal
Medidores de vazão tipo Calhas Parshal
Molinete hidráulico
Conjunto de manômetro diferencial com coluna em mercúrio
Conjuntos Motobombas de várias potências
01
01
01
Conjunto Motobomba Seccionada
Conjunto de rotores
Conexões e Tubos
Acessórios e equipamentos diversos
Estação climatológica automática com memória para armazenamento a cada 10 minutos e
conexão direta com microcomputador, sendo composta dos seguintes sensores: tanque
evaporímetro, termômetros de máximas e mínimas, termômetro de solo, umidade relativa,
radiação solar, velocidade e direção de vento, hidrômetro e pluviógrafo.
Laboratório de topografia
O laboratório de topografia possui equpamentos de última geração que são utilizados em aulas de
campos .
2
Laboratório
Área (m )
Topografia
60
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Qtde.
02
02
02
05
03
03
01
02
01
Especificações
GPS- Sokkia – Stratus L1 com software para processamento dos dados
Nível eletrônico com memória interna e acessórios
Estação Total com memória interna e acessórios
Planímetro K-27 – Koizumi
Nível automático, tipo NI-C4, Completo para construções civis
Teodolito de nivelação, tipo TE-NI3, completo, para nivelações
Teodolito de segundos de alta precisão, tipo TE-B43A, completo
Rádio de comunicação para trabalhos topográficos
Receptor GPS de navegação (manual).
Laboratório de geoprocessamento
87
Em complemento ao laboratório de topografia, o laboratório de geoprocessamento está equipado
para atender a matriz curricular da Engenharia Agronômica.
2
Laboratório
Área (m )
Geoprocessamento
60
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Qtde.
02
Especificações
Microcomputador pentium IV - 40 Gb - 512k de ram monitor 15” placa de fax moden 56 k,
estabilizador e nobrek 1200 w.
Impressora de grande formato HP800PS
Impressora HP 950 C (jato de tinta e colorida)
Scanner HP 7450 com digitalização automática de folhas independentes
Mesa digitalizadora SummaGrid, formato A0 com acessórios
Software AutoCad Map 2002
Software Data Geosis Profissional
Software Civil
Software Idrisi
Estereoscópio de mesa.
01
01
01
01
02
02
02
01
01
Central Analítica
Capacidade para 15 alunos/aula. Quadro negro, bancadas nas laterais em granito com pias,
armários em fórmica com gavetas e prateleiras; uma bancada central em granito com proteção de
borracha, com rede de água, gás e eletricidade; tanque em uma extremidade e 15 banquetas de madeira
com tampos redondos para uso dos alunos.
Acessórios para as atividades práticas tais como: reagentes diversos, béqueres, provetas,
pipetas, buretas, erlenmeyer, tubos de ensaio, balões volumétricos, cápsula de porcelana, condensadores,
estantes para tubos de ensaio, espátulas, frascos para reagentes, funil analítico, kitassatos, pinças e
termômetros.
Laboratório
Área (m2)
Central
60
Analítica
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Qtde.
02
02
01
02
01
01
01
02
02
01
Especificações
Balança Semi-Análitica Coleman, precisão 0,001g
Dessecador de Vidro
Capela para Exaustão de Gases, Permution
Lavador de Pipetas Permution
Banho c/ Agitação c/ termostato e controle velocidade). Quimis – Mod. 226.0.2
Agitador Mecânico (Mesa Agitadora) – Quimis – c/ timer e controle velocidade
Barrilete para Água Destilada –50L
Mufla – (Forno elétrico – 1000°C)
Chapa Aquecedora – FAET – 0°C a 700° C
Chapa Aquecedora 41x31cm – Magnuis
02
02
Destilador de Água 5L/H
Estufa de secagem e esterilização – J.PROLAB – Mod. JP 102
Laboratório de Mecânica e Mecanização
2
Consta de uma sala de 150 m com os equipamentos abaixo listados.
88
Laboratório
Área (m2)
Mecânica e
150
Mecanização
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Qtde.
03
01
01
01
01
01
01
03
01
02
02
01
01
01
-
Especificações
Tratores agrícola de pneus
Plaina traseira com engate de 03 pontos, levante hidráulico
Sulcador de uma linha,
Perfurador de solo cpm brocas de 9, 12 e 18 polegadas
Pá carregadeira (caçamba),
Plaina desmate niveladora, agrícola dianteira (lamina frontal)
Encanteradeira de levante hidraulico e engate de 03 pontos
Pulverizadores
Atomizador
Distribuidores de calcário
Plantadeiras
Bancada para estudo de elementos de máquinas
Motor em corte
Trator em corte
Sala para 30 lugares com quadro negro
Laboratório de Microbiologia e Microscopia
2
01
Laboratório
Área (m )
Microbiologia
36
Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Especificações
Cabine de Segurança Biológica Vertical Classe II tipo B2: marca VECO, modelo Biosafe
com 100% de renovação de ar, exaustão do ar servido através de filtro HEPA para o
exterior através de duto. Projetada para trabalho em classe 100 conforme (ABNT NBR
13.700) e ISSO Classe 5 conforme norma internacional ISSO 14.644-1; Construída em
chapa de aço com tratamento anti-corrosivo e pintura epóxi (eletrostática); base com
rodízios giratórios.
Autoclave vertical capacidade 14 L, 110 V – 2000w
01
10
30
01
15
02
01
01
01
01
Contador manual de colônias com lente e lâmpada.
Microscópios óticos elétricos, objetivas 4, 10, 40 e 100 vezes, filtro externo, marca Taimin
Microscópios óticos elétricos, objetivas 4, 10, 40 e 100 vezes, filtro interno.
Microscópio ótico elétricos, objetivas 4, 10, 40 e 100 vezes, sem filtro de luz.
Estereoscópios marca Taimin simples
Esteromicroscópios marca Taimin com filmadora
Geladeira duplex capacidade aproximada 400L, marca Whitewestinghouse
Triturador de amostras com copo de vidro 110V.
Conjunto para análise de líquidos por membrana filtrante.
Balança digital com capacidade 5.100 gramas, precisão 0,1g, marca Marte, 110 volts.
01
Banho- 89aria com capacidade para 42 tubos, tanque de aço inox, com termostato
programável de ambiente a 110ºC, precisão +/- 1ºC, digital com timer programável.
Centrífuga com balanceamento preciso e alta resistência, motor de indução, carcaça em
alumínio fundido e tampa fabricada com chapas de aço repuxado, velocidade de 0 a 3.500
rpm, rotor horizontal, dimensões 300x290mm, 110 volts.
Estufa BOD para aquecimento e resfriamento de – 5°C a 38°C, 220V
Estufa de incubação com termostato, temperatura de ambiente a 45ºC, alimentação 110
volts.
Estufa para esterilização e secagem com termostato, temperatura de ambiente a 200ºC,
alimentação 110 volts.
Qtde.
01
01
01
02
01
89
Laboratório de Desenho
2
Quant
01
01
04
04
01
21
20
Laboratório
Área (m )
Desenho
82
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Descrição
Estante de madeira cor marfim, com duas portas corrediças de vidro, três prateleiras,
medindo 1.80 X 0.60 X 1.80 M.
Mapoteca Bernadini, cor cinza
Mesa escolar 650 X 480 X 710 fórmica, jacarandá, referência especial
Cadeira em fórmica jacarandá, referencia 30.03
Mesa de aço, com 3 gavetas do lado direito, medindo 112 X 79 cm, cor azul
Banco fixo de metal, reforçado 0.75 cm de altura, assento estofado, cor preta, marca
Talaricos
Mesa para desenho, cavalete e prancha, regulável, medindo prancha 0.80 X 1.00 X M.,
marca Trident
Laboratório de Biologia
Laboratório
Biologia
Quant.
01
01
01
01
05
05
10
10
01
02
01
01
04
09
-
2
Área (m )
2
54 m
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Descrição
Laboratório de biologia (módulos de biologia) conforme relação anexa
Armário de aço, duas portas, o4 prateleiras internas, medindo 1980 x 1200 x 500 mm, modelo
A-403, marca METALSON, cinza prata.
Mesa revestida em fórmica, cor branca, s/ gavetas, estrutura em aço medindo
aproximadamente 1200 x 600 x 740 mm, para professor, marca METALSON.
Cadeira giratória s/ braço, revestida em courvim preto, estrutura em aço, encosto baixo,
modelo 402, CICOPAL.
Mesa escolar 650 x 480 X710 fórmica, jacarandá, referência especial
Cadeira em fórmica jacarandá ref. 30.03
Cadeira tipo banqueta em imbuia revestida em fórmica branca. Medindo 57 cm de altura do
chão a parte inferior do assento, marca PIERI, ref. PA-509
Cadeira tipo banqueta em imbuia revestida em fórmica branca. Medindo 64 cm de altura do
chão a parte inferior do assento, marca PIERI, ref. 510
Extintor de pó químico seco – 6 quilos.
Ventilador de ar tipo VCL 65 cm de diâmetro, c/ 150 w. 50/60 HZ oscilante de parede, marca
VENTISILVA, mod. VPL.
Quadro branco em acrílico com moldura em alumínio medindo 1,20 x 2,80 M, PAU-PR.
Microscópio STUDAR lab (24143000) completo, composto de base de metal, porta objetiva,
rack, condensador, iluminação embutida, lâmpada de halogênio e focalização concêntrica
Microscópio STUDAR lab (24143000), completo
Agulhas de dissecação
Vidrarias (Erlenmyers, Bekers, balões, etc.)
Laboratório de Física
Laboratório
Física
Quant.
2
Área (m )
60
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Descrição
90
04
01
01
01
05
04
10
09
01
01
01
01
02
Laboratório de física. (Módulos de física geral)
Armário de aço, duas portas, 04 prateleiras internas, medindo 1980 x 1200 x 500 mm, modelo
A-403, marca Metalson, cinza prata
Mesa revestida em fórmica, cor branca, s/ gavetas, estrutura em aço, medindo
aproximadamente 1200 x 600 x 740 mm, para professor, marca Metalson
Cadeira giratória sem braço, revestida em courvin preto, estrutura em aço, encosto baixo,
modelo 402 – Cicopal.
Mesa escolar 650 x 480 x 710 fórmica, jacarandá, referência especial
Cadeira em fórmica jacarandá, referência 30.03.
Cadeira tipo banqueta em imbuia revestida em fórmica branca, medindo 57 cm de altura do
chão a parte inferior do assento, marca Pieri, ref. PA-509.
Cadeira tipo banqueta em imbuia revestida em fórmica branca, medindo 64 cm de altura do
chão a parte inferior do assento, marca Pieri, ref. 510.
Máquina de escrever, manual, marca Remington Rand, carro pequeno, cor cinza, número BJ4.148,888
Kit conjunto de física para II Grau – Física Geral.
Ventilador de ar tipo VCL 65 cm de diâmetro, c/ 150 W. 50/60 HZ oscilante de parede, marca
Ventisilva mod. VPL
Quadro branco em acrílico com moldura em alumínio medindo 1,20 x 2,80 m, pau-pr.
Conjunto de demonstração ótica por laser HE-NE, tipo laser-school, completo, elementos de
experiência: lente dupla convexa, lente dupla côncava, espelho esférico, lâmina de vidro, lentes
cilíndricas, divisor de feixe, filtro polarizador, luz fibra ótica ltda, display cilíndrico, telas, formas
de difração.
Laboratório de Química I
Qtde.
Especificações
1
Agitador mecânico
1
Agitador Magnético com Aquecimento
6
1
1
1
1
2
Agitador magnético Capacidade Máx 1 litro
Agitador tipo Vortex
Balança semi analítica Capacidade 300 g precisão 1,0 mg
o
Banho Maria Qimis 8 Bocas Faixa de Trabalho entre 5°C – 110 C
Capela p/ exaustão de gases
Centrífuga, capacidade. 24 tubos de 15 mL velocidade de 800 a 5000 RPM
1
1
2
1
1
1
2
4
1
1
Chapa aquecedora
Chuveiro de emergência com lava olhos
Condutivímetro de bancada
Analisador de fibras
Deionizador para Água
Destilador de água tipo pilsen
Medidor de oxigênio dissolvido
Phgâmetro Digital, microprocessado, para uso em bancada
Estufa 42 L, Estufas para esterilização e secagem
Rotaevaporador
Laboratório de Química II
Qtde.
Especificações
1
Agitador Magnético com aquecimento
1
Agitador mecânico
6
Agitador magnético Capacidade Máx 1 litro
1
Agitador tipo Vortex
1
Balança semi analítica Capacidade 300 g precisão 1,0 mg
o
2
Banho Maria 8 Bocas Faixa de Trabalho entre 5°C – 110 C
1
Capela p/ exaustão de gases
91
1
2
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
8
4
1
1
1
1
3
1
Centrífuga, capacidade. 24 tubos de 15 mL velocidade de 800 a 5000 RPM
Chapa aquecedora
Chuveiro de emergência com lava olhos
Condutivímetro de bancada
Analisador de fibras
Deionizador para Água
Destilador de água tipo pilsen
Mediro de oxigênio dissolvido
Balança analítica. Carga Máxima 199,9990 Divisão 0,0001g
Estufa 42 L, Estufas para esterilização e secagem
Banho Maria ULTRA termostatizado
Bateria de Aquecimento (tipo Sebelin)
Bomba de vácuo
Colorímetro de bancada digital
Condutivímetro portátil
Cronômetro digital
Phgâmetro Digital, microprocessado, para uso em bancada
Espectrofotômetro de bancada digital
Forno microondas
Incubadora de D.B.O
Oxímetro portátil
Refratômetro de ABBE para bancada
Refrigerador CONSUL 240L.
Laboratório de Fitossanidade (Fitopatologia e Entomologia)
Qtde.
Especificações
2
Balança Analítica (Shimadzu – capacidade para até 300 g)
1
Balança Semi-analítica (shimadzu – capacidade para até 3 Kg)
1
Capela de Exaustão de Gases
1
Aparelho Purificador de água – Osmose reversa
1
Cabine de Segurança Biológica (PACHANE)
1
Microcomputador
1
Impressora Laser
2
Microscópio Estereoscópico
1
Bomba de vácuo
1
Geladeira Duplex
2
Câmara climatizada tipo BOD
2
Aparelho de Ar condicionado tipo Split
1
Umidificador de ambientes
2
Termohigrômetro
1
Timer Digital
1
Freezer horizontal (duas portas)
2
Estufa para esterilização e secagem
1
Autoclave vertical
3
Armário Entomológico
2
Mesa de madeira para laboratório
3
Estantes metálicas.
Laboratório de Biotecnologia (Genética e Melhoramento Vegetal)
Qtde.
Especificações
1
Agitador Magnético
1
Agitador tipo Vórtex
1
Centrífuga refrigerada
1
Freezer horizontal (duas portas)
2
Balança comercial com capacidade de até 10 Kg
1
Banho Maria
92
1
1
1
1
1
1
1
1
Balança analítica (Shimadzu até 300g com precisão de 0,1mg)
Termociclador
Cuba de Eletroforese
Aparelho para purificação de água (Osmose reversa)
Condutivímetro de bancada
Phgâmetro de bancada
Fonte energética digital para uso em eletroforese
Aparelho de Ar condicionado tipo Split.
Unidade e Laboratório de Avicultura
2
Laboratório
Área (m )
2
Avicultura
872,55 m
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Quant.
Especificações
03
01
01
01
01
01
01
01
02
01
260
240
100
20
30
01
01
01
01
01
01
01
03
01
01
06
01
02
04
01
01
01
03
04
04
01
01
15
Programador horário – temporizador
Refrigerador modelo doméstico, capacidade 300 litros, elétrico
Fogão a gás, com 04 bocas, forno, estufa
Mesa de aço com gaveteiro, com 3 gavetas, tampo em fórmica
Arquivo de aço com 4 gavetas para pastas suspensas
Armário de aço com porta inteiriça, com cor cinza
Mesa de aço, com 4 gavetas
Armário de aço, 2 portas
Carrinho de aterro de chapa de metal com proteção anti-ferrugens e pneu de borracha com
câmara de ar
Extintor de pó químico seco
Criadeira metálica, tipo gaiola, para postura, pintura em alumínio
Bebedouro tipo calha em fitas de alumínio, para avicultura
Balança capacidade 06 quilos, com divisões de 5 em 5 gramas
Comedouro tubular, com capacidade para 20 quilos, para frango de corte
Bebedouro automático, pendular, para galpão de frango de corte
Bebedouro automático pendular para galpão de frango de corte
Bebedouro com capacidade de gelar 40 litros/hora
Cortador de grama, 1,5 HP
Balança com plataforma móvel, capacidade 200 quilos
Debicador elétrico para aves
Moto bomba, com entrada e saída de adaptadores, alta pressão
Carro caçamba para coleta de ovos e distribuição de ração, com rodagem de pneumático
Foice nº 03
Pá com cabo e bico nº 04
Pulverizador jacto costal – 20 litros
Martelo 100/25
Enxada, 2 caras
Torques 1.000-8” - cor preta
Serrote - saturno 24”
Garfo forgado com 10 dentes
Facão 14” – duas caras
Facão 16” – duas caras
Tesoura para poda de grama
Cutelo com cabo de madeira
Ventilador/circulador de ar, em chapa de ferro pintada para galpão de frango de corte
Ventilador de ar, tipo VCL 65 CM, oscilante de parede
Quadro branco de acrílico, com molduras em alumínio
Comedouros tubulares com pratos de plástico e capacidade p/ aproximadamente 20 quilos
de ração.
93
Laboratório de Apicultura
2
Quant.
01
02
01
01
01
01
02
01
01
10
03
06
02
01
100
01
01
03
04
01
01
Laboratório
Área (m )
2
Apicultura
872,55 m
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Especificações
Mesa de aço com gaveteiro, com 3 gavetas, tampo em fórmica
Cadeira fixa, revestida em courvim preto, sem braço, estrutura em aço
Arquivo de aço com 4 gavetas para pastas suspensas
Armário de aço com porta inteiriça, com cor cinza
Mesa de aço, com 4 gavetas
Armário de aço, 2 portas
Cadeira fixa, pintada em cor preta, estofada em courvim, estrutura tubular
Extintor de pó químico seco
Centrifuga radial FC. Americana, capacidade 8 quadros de melgueira
Colmeia americana contendo 02 melgueiras assoalho, mais 10 quadros melgueira e
redutor de alvado
Formão de apicultura
Alimentador boordemann
Garfo desopeculador
Colméia para abelha jataí
Balança capacidade 06 quilos, com divisões de 5 em 5 gramas
Facão 14” – duas caras
Facão 16” – duas caras
Tesoura para poda de grama
Cutelo com cabo de madeira
Ventilador de ar, tipo VCL 65 CM, oscilante de parede
Quadro branco de acrílico, com molduras em alumínio.
Laboratório de Suinocultura
2
Laboratório
Área (m )
2
Suinocultura
1022,32 m
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Quant.
Especificações
01
05
01
01
01
01
01
01
12
12
12
24
12
01
50
Carrinho de mão tipo aterro
Cabo para bisturi para cirurgia inox
Fogão a gás com 02 bocas e 04 registros
Mesa de aço com gaveteiro, com 3 gavetas, tampo em fórmica
Arquivo de aço com 04 gavetas para pastas suspensas
Armário de aço com porta inteiriça, cor cinza
Extintor de pó químico - 06 quilos
Grampeador de mesa
Bebedouro tipo concha, para leitão, em alumínio fundido, com controle de vazão de água
Baia maternidade parideira equipada c/ comedouro para leitões, confeccionada em tubos
galvanizados
Escamoteador central acoplado às baias maternidade, com parto para tomada
aquecimento, protegidas por sistema de metalização
Grade piso metálica creche para leitões
Suporte para bebedouro para leitões
Geladeira capacidade 153 litros
Bebedouro tipo chupeta, para leitão
94
01
200
03
04
01
01
02
01
05
01
01
01
01
01
01
02
02
02
01
02
01
03
Bebedouro com capacidade para gelar 40 litros/hora
Balança com plataforma móvel, capacidade 200 quilos
Moto bomba HM-4, Q-6, 2CV, regulável
Bateria 3 A de l2 gaiolas, de creche, com capacidade para 10 leitões até 65 dias
Balança para pesagem de suínos, capacidade para 1.000 quilos, com plataforma
Foice nº 03 com cabo de madeira
Pá com cabo e bico nº 04
Martelo 100/25
Enxada, 2 caras, com cabo de madeira
Alicate universal 8”
Torques 1.000-8” - cor preta
Chave inglesa 12”
Chave de fenda 5/16 X 6
Enxadão com cabo de madeira
Garfo forgado com 10 dentes
Ancinho com 16 dentes
Cavadeira simples com cabo
Cutelo com cabo de madeira
Lampião a gás completo
Matriz suína biriba’s
Ventilador de ar tipo VCL, oscilante de parede
Suíno reprodutor, macho, Biriba’s.
Laboratório de Bovinocultura
2
Quant.
69
03
01
01
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
02
01
05
01
01
01
Laboratório
Área (m )
2
Bovinocultura
818,23 m
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Especificações
Matriz bovina-novilha pelagem preta
Cavalo pelagem rosilho
Conjunto moto forrageira, composto de 01 desintegrador nogueira
Pulverizador jato costal, capacidade de 20 litros
Ensiladeira estacionária para motor elétrico
Estante de madeira com duas portas corrediças, com a parte superior de vidro
Mesa de aço com gaveteiro, com 03 gavetas, tampo em fórmica
Cadeira fixa revestida em courvim preto, sem braços, estrutura de aço
Arquivo de aço com 04 gavetas, para pastas suspensas, cor cinza prata
Armário de aço com porta inteiriça, cinza prata
Estante de aço com 06 prateleiras reguláveis, bege
Extintor de pó químico seco - 06 quil0os
Geladeira , capacidade 153 litros, bege
Conjunto parcial Biterz, contando com uma unidade condensadora de 1 HP, 01 bloco de
compressor, 01 motor monofásico de 01 HP
Bebedouro com capacidade de gelar 40 litros/hora
Câmara atomizadora com reservatório e motor especial
Aplicador de vermífugo tipo pistola
Tanque resfriador de leite, 10 latões, revestimento em chapa galvanizada
Pá com cabo de madeira e bico nº 04
Serrote 24”
Chave de cano 24”
Enxadão 3L, com cabo
95
06
01
14
01
01
01
03
01
01
Garfo forgado com 10 dentes
Tesoura para podar grama
Latão de leite, de metal, capacidade 50 litros
Lampião a gás completo
Martelo de unha 27 MM, polido
Tronco de contenção bovina, equipado com 02 comandos de guilhotinas
Ventilador de ar tipo VCL, oscilante de parede
Quadro branco em acrílico, com molduras em alumínio
Tosquiadeira com velocidade variável de 700 a 3.000 RPM.
Laboratório de Solos
2
Quant.
01
01
01
01
02
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
02
02
01
01
Laboratório
Área (m )
Solos
120
Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)
Especificações
Bomba A Vácuo, Modelo TE-058.
Agitador Magnético com Aquecimento
Medidor de Ph Digital Microprocessado Modelo Tec3-Mp.
Fotofotômetro de chama digital modelo 910
Balança Analítica
Balança Precisão
Barrilete para água purificada modelo BP- 0302
Destilados r de água modelo TE -1782
Deionizador de água, modelo DE 1800
Capela Modelo CE – 0701
Chuveiro com lava – olhos e emergência acoplados
Mesa Agitadora Orbital para Solos Modelo TE-145
Moinho para Solos Modelo TE-330
Estufa para Secagem e Esterilização Modelo Te-393/2-D.
Estufa de Secagem e Esterilização com Circulação eE Renovação de Ar Modelo Te394/3-D.
Lavador de Estantes (Bateria) Modelo Tecsolo 110,
Ponte de Titulação - Modelo Tecsolo-200
Bateria para Erlenmeyes , Modelo Tecsolo-125,
Pipetador - Modelo Tecsolo-005
Pipetador - Modelo Tecsolo-025,
Cachimbo - Coletor de Solos - Modelo Te-070, De 1 ml
Cachimbo - Coletor de Solos - Modelo Te-070/2, De 2,5 ml
Cachimbo - Coletor de Solos - Modelo Te-070/5, De 5 ml
Cachimbo - Coletor de Solos - Modelo TE-070/6, de 10 ml
Espectrofotômetro Digital, Marca Photonics, Modelo SF-325NM
Fotômetro De Chama Digital, Marca Analyser, Modelo 910.
COMPLEXO DE LABORATÓRIOS
Item
1
Laboratórios - Bloco I
2
Biologia Geral
m
91,81
2
Biotecnologia/Bioquímica
91,81
3
Microbiologia/Fitopatologia
91,81
4
Zoologia/Entomologia
91,81
5
Análise de Alimentos/Bromatologia/Nutrição Animal
133,89
96
6
Análise Sensorial
95,93
22. Recursos didático-pedagógicos
O IFTM - Campus Uberaba conta com o Núcleo de Recursos Audiovisuais, por meio do qual os
equipamentos listados no quadro abaixo são disponibilizados ao curso, aos professores e aos alunos,
para o desenvolvimento de aulas, seminários, trabalhos de campo, visitas, entre outras atividades que
demandem a sua utilização. A Instituição conta com sala com projetores de multimídia e internet wireless.
Item
Quantidade
Televisores
15
Retroprojetores
20
Projetor Multimídia
59
Câmera filmadora digital
06
Câmera fotográfica digital
04
Conforme tabela abaixo
23. Diplomação e Certificação
Após a integralização da matriz curricular, com aproveitamento, incluindo todas as unidades
curriculares, as atividades acadêmicas e a realização do Estágio supervisionado obrigatório, conforme
previstos neste projeto pedagógico, o estudante terá o direito a receber o diploma de Engenheiro
Agrônomo na área profissional de Engenharia Agronômica.
Assim, após a conclusão do curso, de posse do diploma, poderá solicitar o seu registro profissional
no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) para efeito do exercício da atividade
profissional, conforme atribuições previstas neste Projeto Pedagógico de Curso.
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Projeto Pedagógico Curso Bacharelado em Engenharia