Sistema de Viabilidade Esse documento apresenta os principais critérios pelos quais o Sistema de Viabilidade se baseia, a saber: 1. Valor Global do Projeto: quanto maior o valor do projeto, maior a dificuldade de sua captação de recursos, logo, quanto menor o valor do projeto, maior sua pontuação; 2. Valor Mínimo das Cotas: as organizações avaliam os valores dos projetos para saberem com quanto podem participar, através de um Plano de Cotas. Logo, na mesma lógica do critério anterior, quanto menor o valor de cada cota, mais chances a empresa terá de participar, logo, quando menor o valor mínimo das cotas, maior a pontuação do projeto; 3. Elegibilidade para Incentivo: Algumas áreas são, atualmente, nas diversas esferas governamentais, privilegiadas por leis de incentivo baseadas em dedução de impostos por parte das empresas. Dessa forma, os projetos que são aprovados em leis de incentivo têm mais chance de sucesso, assim, projetos elegíveis para leis de incentivo detêm maior pontuação; 4. Tema/ Grande Área: A conjuntura sócio-econômica do Brasil tem provocado na iniciativa privada uma tendência em colaborar com uma nova realidade, mais justa e rentável para o país. Assim surgiu a responsabilidade social empresarial. Nesse contexto, projetos que apresentam temas mais voltados para essa realidade, tendem a ser mais bem sucedidos. São eles: Social, Meio Ambiente, Educação, Cultura, Saúde, dentre outros. Projetos que contemplam essas temáticas detêm maior pontuação; 5. Tema/ Segmento: Também devido à situação descrita no critério anterior, projetos voltados para determinados segmentos possuem mais chances de serem captados que outros pertencentes a outros temas. As organizações querem estar próximas de seus público e,também verem sua marca em espaços de mais visibilidade. Assim, projetos que envolvam de extensão e eventos e negócio, por exemplo, têm muito mais chances de captação se comparado a projetos de infra-estrutura. Nessa perspectiva, projetos que contemplam esses segmentos, têm maior pontuação nesse critério que os demais; 6. Periodicidade: Em consonância com os itens acima, a periodicidade é um fator muito importante para se avaliar um projeto. Quanto mais recorrente, ou seja, projetos que acontecem periodicamente e já estão na agenda da comunidade são mais valorizados que aqueles apenas de manutenção, assim, maior sua pontuação; 7. Fatores de Destaque: Projetos que detenham notoriedade pública, alinhamento com as políticas públicas atuais, fatores de inovação, histórico de patrocínios e alta relevância institucional detém maior pontuação, por gozarem de facilitadores de convergência de sua iniciativa com as fontes financiadoras; 8. Público-Alvo/ Tipo: Também em sintonia com a conjuntura brasileira, a definição do público-alvo é um fator importante na hora em que a organização ou empresa for o projeto para patrocínio. Parte da população que historicamente tem seus direitos violados, como crianças, adolescentes e população de baixa renda, são público pelos quais as empresas se interessam mais em apoiar, agregando maior pontuação àqueles projetos que agraciarem esses públicos; 9. Público Alvo/ Abrangência: Quanto mais abrangente no sentido geográfico o público, mais pontos o projeto recebe nesse critério. Ações globais são mais atrativas que ações locais, por exemplo, detendo maior pontuação; 10. Público-Alvo/ Dimensão: Quanto maior o público em quantidade, mais chances de ser apoiado e patrocinado, logo, quanto mais abrangente o público-alvo estimado do projeto, melhor sua pontuação; 11. Plano/Potencial de Contrapartidas: Os produtos, peças e ações de divulgação e serviços são fatores importantes para a decisão dos patrocinadores. Quanto maior o retorno e envolvimento com as empresas, mais pontos o projeto poderá ter. Mesmo que essas ações não estejam previstas, é possível mapear potencialmente as contrapartidas que poderão ser oferecidas pelo projeto.