PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO
LETRAS
LICENCIATURA
PROF. DR. WALTER MANNA ALBERTONI
REITOR
PROF. DR. MARCOS CEZAR DE FREITAS
DIRETOR ACADÊMICO DO CAMPUS GUARULHOS
PROF. DR. GUILHERME IGNÁCIO DA SILVA
COORDENADOR DO CURSO DE LETRAS
2011
Comissão do Curso de Letras e Comissão do Projeto Pedagógico
Prof. Dr. Guilherme Ignácio da Silva – Coordenador
Profa. Dra. Terezinha Maria Sprenger – Vice-Coordenadora
Profa. Dra. Bianca Fanelli Morganti – Membro (Estudos Clássicos)
Profa. Dra. Fernanda Miranda da Cruz – Membro (Lingüística)
Profa. Dra. Graciela Foglia – Membro (Espanhol)
Profa. Dra. Márcia Rodrigues de Souza Mendonça – Membro (Língua Portuguesa)
Profa. Dra. Maria Lúcia Dias Mendes – Membro (Francês)
Prof. Dr. Markus Volker Lasch – Membro (Estudos Literários)
Profa. Dra. Renata Philippov – Membro (Inglês)
Prof. Dr. Paulo Eduardo Ramos – Professor Convidado (Língua Portuguesa)
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Sumário
1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO ............................................................ 5
2. DADOS GERAIS DO CURSO............................................................................................ 6
2.1 Nome do Curso ................................................................................................................ 6
2.2 Modalidade ...................................................................................................................... 6
2.2.1 Habilitações .................................................................................................................. 6
2.3 Forma de Ingresso ........................................................................................................... 6
2.4 Número de vagas previsto no ato da criação ................................................................... 6
2.5 Número de vagas atual .................................................................................................... 6
2.6 Situação Legal ................................................................................................................. 6
2.7 Regime ............................................................................................................................ 7
2.8 Carga horária total ........................................................................................................... 7
2.9 Tempo de Integralização.................................................................................................. 7
2.10 Turno de funcionamento ................................................................................................ 7
2.11 Organização do currículo ............................................................................................... 7
2.11.1 Habilitação Português ................................................................................................. 7
2.11.2 Habilitação Português/Língua Estrangeira .................................................................. 7
3. JUSTIFICATIVA DAS NECESSIDADES ACADÊMICO-POLÍTICO-SOCIAIS DA OFERTA
DO CURSO/CONTEXTUALIZAÇÃO ..................................................................................... 8
3.1 Breve histórico da Instituição UNIFESP ........................................................................... 8
3.3 Perfil do Curso ................................................................................................................10
3.4 Contextualização e Inserção ...........................................................................................12
4. CONCEPÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS DA UNIFESP- CAMPUS
GUARULHOS .......................................................................................................................12
4.1. Objetivos do Curso ........................................................................................................12
4.2. Perfil do egresso em Licenciatura ..................................................................................13
4.3 Habilidades e Competências...........................................................................................13
4.4 Pressupostos epistemológicos/teóricos ..........................................................................15
4.5. Pressupostos didático-pedagógicos ...............................................................................17
4.6 Pressupostos metodológicos ..........................................................................................18
4.7 Sistema de Avaliação do processo de ensino e aprendizagem .......................................19
4.7.1 Avaliação do corpo discente ........................................................................................20
4.8 Avaliação do curso..........................................................................................................20
4.9 Composição curricular ....................................................................................................20
4.9.1 Composição Curricular do Curso de Licenciatura com apostila em Língua Portuguesa
.............................................................................................................................................21
I. Núcleo de disciplinas obrigatórias em estudos lingüísticos, em língua portuguesa e em
estudos literários:..................................................................................................................21
II. Núcleo de disciplinas eletivas: ..........................................................................................22
III. Núcleo de disciplinas do domínio conexo: .......................................................................22
IV. Disciplinas e atividades específicas da Formação em Licenciatura .................................23
V. Outras Formas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais ..........................................24
4.9.1.1 Grade Curricular do Curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa..............25
4.9.1.2 Disciplinas com pré-requisitos e co-requisitos ...........................................................27
4.9.2 Composição Curricular do Curso de Licenciatura com apostila em Língua Portuguesa/
Língua Estrangeira (Espanhol/Francês/Inglês) .....................................................................28
I. Núcleo de disciplinas obrigatórias em estudos lingüísticos, em língua portuguesa e em
estudos literários...................................................................................................................28
II. Núcleo de disciplinas eletivas: ..........................................................................................29
III. Núcleo de disciplinas do domínio conexo: .......................................................................29
IV. Núcleo de atividades curriculares específicas da Formação Docente..............................30
V. Outras Formas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais ..........................................31
4.9.2.1 Grade Curricular Licenciatura em Letras Ling. Portuguesa/Ling. Estrangeira ...........32
4.9.2.2 Disciplinas com pré-requisitos e co-requisitos ...........................................................34
3
4.10. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ......................................................................35
4.11 Estágio ..........................................................................................................................35
5. CORPO SOCIAL ..............................................................................................................38
5.1. Corpo docente ...............................................................................................................38
5.2. Corpo Técnico Admnistrativo .........................................................................................45
6. INSTALAÇÕES FÍSICAS ..................................................................................................45
7. EMENTAS/PLANOS DE ENSINO DAS U.C.s...................................................................46
ANEXO .................................................................................................................................47
PLANOS DE ENSINO...........................................................................................................47
Disciplinas específicas de Formação Docente ......................................................................47
Língua Portuguesa ...............................................................................................................60
Estudos Linguísticos .............................................................................................................71
Estudos Clássicos ................................................................................................................82
Estudos Literários .................................................................................................................94
Língua e Literatura Estrangeiras ........................................................................................121
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1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
Este projeto expõe as diretrizes gerais do curso de Licenciatura em Letras da
Universidade Federal de São Paulo. Nesta instituição, o curso surgiu, em 2009, no
âmbito do processo de expansão das universidades federais, especificamente após
a criação do novo campus de Ciências Humanas da UNIFESP, localizado em
Guarulhos (SP).
A Licenciatura oferece habilitação em Português bem como em Português/
Espanhol, Português/Francês e Português/Inglês e funciona nos turnos vespertino e
noturno.
Dentro dos preceitos da flexibilização curricular e da interdisciplinaridade, o
curso oferece unidades curriculares obrigatórias e eletivas, de formação específica
na área de Letras, bem como a integração com os demais cursos do campus, por
meio de disciplinas de Domínio conexo.
Além dessas disciplinas, são ofertadas unidades curriculares voltadas para a
reflexão sobre o ensino-aprendizagem de línguas e literatura na educação básica
(Ensino Fundamental II e Ensino Médio) e sobre a formação docente. O estágio
curricular constitui também espaço privilegiado de síntese de saberes acadêmicos e
de conhecimentos originados da experiência no cotidiano escolar.
A composição multidisciplinar da Licenciatura visa tanto a uma ampla
formação acadêmica de cunho crítico quanto ao desenvolvimento de competências
necessárias ao exercício docente e à pesquisa acerca do ensino-aprendizagem de
língua e literatura.
O perfil esperado do egresso é o de um profissional habilitado a atuar como
professor, pesquisador e consultor da educação básica (Ensino Fundamental II e
Ensino Médio). Contudo, os licenciados, após a devida especialização, estarão
igualmente preparados para o mercado mais amplo que se oferece aos profissionais
do campo das Letras, podendo atuar como tradutores, intérpretes, roteiristas,
secretários, assessores culturais ou profissionais dos mercados midiático e editorial,
etc.
Uma das metas esperadas é, ainda, a articulação entre a formação inicial e a
Pós-Graduação, com a implementação de programas de mestrado e doutorado.
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2. DADOS GERAIS DO CURSO
2.1 Nome do Curso
Letras
2.2 Modalidade
Licenciatura
2.2.1 Habilitações
Português
Português/Inglês; Português/Francês; Português/Espanhol
2.3 Forma de Ingresso
Anual (vestibular ou transferência)
2.4 Número de vagas previsto no ato da criação
200 vagas, divididas entre as habilitações:
80 (Português)
40 (Português/Espanhol)
40 (Português/Francês)
40 (Português/Inglês)
2.5 Número de vagas atual
200 vagas, divididas entre as habilitações:
50 (Português)
50 (Português/Espanhol)
50 (Português/Francês)
50 (Português/Inglês)
2.6 Situação Legal
Curso autorizado pela Portaria 1235/2007, publicada no D.O.U. em
20/12/2007.
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2.7 Regime
Semestral
2.8 Carga horária total
2.985 horas (habilitação Português)
3.585 horas (habilitação Português/Língua Estrangeira)
2.9 Tempo de Integralização
No mínimo 8 (oito) e no máximo 12 (doze) semestres (habilitação Português)
No mínimo 10 (dez) e no máximo 16 (dezesseis) semestres (habilitação
Português/ Língua Estrangeira)
2.10 Turno de funcionamento
Vespertino e noturno
2.11 Organização do currículo
2.11.1 Habilitação Português
Unidades Curriculares Obrigatórias: 1.590 horas
Unidades Curriculares Eletivas: 210 horas
Unidades Curriculares Domínio Conexo: 330 horas
Unidades Curriculares Formação Docente: 240 horas
Estágio Curricular Supervisionado: 405 horas
Outras Formas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais: 210 horas
2.11.2 Habilitação Português/Língua Estrangeira
Unidades Curriculares Obrigatórias: 2.130 horas
Unidades Curriculares Eletivas: 120 horas
Unidades Curriculares Domínio Conexo: 270 horas
Unidades Curriculares Formação Docente: 330 horas
Estágio Curricular Supervisionado: 525 horas
Outras Formas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais: 210 horas
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3. JUSTIFICATIVA DAS NECESSIDADES ACADÊMICO-POLÍTICO-SOCIAIS DA
OFERTA DO CURSO/CONTEXTUALIZAÇÃO
3.1 Breve histórico da Instituição UNIFESP
Fundada em 1933, com o apoio de modernistas como Paulo Prado e Guilherme de
Almeida, e de figuras da sociedade paulista como Olívia Guedes Penteado e
Francisco Matarazzo, a Escola Paulista de Medicina tornou-se uma das primeiras
referências na formação médica do Brasil. Decorridas aproximadamente seis
décadas, a renomada instituição deu, em 1994, o primeiro passo rumo a sua
expansão, com a transformação da Escola Paulista de Medicina em Universidade
Federal de São Paulo.
Dez anos depois, iniciou, já em resposta à demanda de expansão das vagas
públicas no Ensino Superior, o projeto de diversificação dos campi e das áreas de
conhecimento dos Cursos de Graduação da UNIFESP. Em 2006, começou a
funcionar o campus da Baixada Santista e no ano seguinte foi inaugurado o campus
de Diadema. No mesmo ano de 2007, foi criado também o campus de Ciências
Humanas em Guarulhos. Aos cursos iniciais, Filosofia, História, Ciências Sociais e
Pedagogia, juntaram-se, em 2009, as graduações em Letras e História da Arte.
8
3.2 Breve histórico do Curso de Letras
Parte tradicionalmente angular no âmbito da formação em Ciências Humanas,
as Letras também não poderiam estar ausentes no campus Guarulhos da
Universidade Federal de São Paulo. Se o domínio competente da língua materna é
extremamente relevante para o desempenho de uma cidadania efetiva, o
aprendizado de uma língua estrangeira constitui passo fundamental para a
compreensão das diferenças e diversidades culturais e, por conseguinte, para uma
inserção mais ampla do cidadão no mundo contemporâneo.
Por outro lado, no espaço acadêmico, a reflexão dos fenômenos literários e
lingüísticos representa um elo indispensável de integração da área. Ao passo que as
Ciências Humanas, como campo reflexivo do conhecimento, estão historicamente na
origem da própria noção de “universidade” (enquanto espaço social dedicado à
produção e transmissão do conhecimento), dando sustentação teórica e filosófica a
ela, a leitura e o manejo críticos dos fenômenos da linguagem mostram-se
ferramentas indispensáveis para uma abordagem diferenciada dos textos e dos
documentos que constituem o objeto de investigação das Ciências Humanas como
um todo.
Finalmente há de ser considerada também a demanda do ponto de vista
social e de uma política educacional do País. Embora os cursos superiores de Letras
sejam relativamente numerosos no Brasil, as possibilidades de os alunos gozarem
de uma instrução gratuita de alta qualidade, ministrada em períodos vespertino e
noturno, com possibilidade de habilitação em língua materna e estrangeira e
perspectiva tanto de Bacharelado quanto de Licenciatura plena, são restritas mesmo
num estado como São Paulo, que conta com um número significativo de
universidades públicas.
Foi a partir destas considerações que o Conselho Universitário da UNIFESP
aprovou, em reunião extraordinária, realizada no dia 17 de outubro de 2007, a
criação do curso de Letras. Decidiu-se na ocasião também que a criação se daria
através da adesão da Universidade ao Programa de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais (REUNI) do Governo Federal.
O corpo docente inicial foi constituído e encetou, a partir do primeiro semestre
de 2009, a implementação efetiva da Graduação em Letras. Ainda no ano de 2009,
principiaram também as atividades de pesquisa e de produção técnico-científica,
com a criação dos primeiros grupos de estudo, visando futuros projetos de Iniciação
9
Científica e de Extensão Universitária, e com a organização de diversos eventos
acadêmicos de âmbito regional, nacional e internacional.
O projeto original do curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo
ficou a cargo da Profa. Dra. Glória Carneiro do Amaral, docente aposentada do curso
de Letras da Universidade de São Paulo. Este projeto traz um núcleo de quatro
disciplinas introdutórias: 1) Introdução aos Estudos Lingüísticos; 2) Introdução aos
Estudos Literários; 3) Introdução aos Estudos de Língua Portuguesa e 4) Introdução
aos Estudos Clássicos (Latim e Grego). De acordo com esse projeto, tais disciplinas
de base são retomadas e aprofundadas na seqüência, mantendo a coerência interna
do currículo e promovendo uma sólida formação em Letras. Contemplando diferentes
áreas de estudo em Letras, o projeto permite também que o aluno identifique por si
próprio a área de maior interesse caso decida permanecer na universidade nos
programas de Pós-Graduação.
Outra meta do projeto é garantir a todo aluno de Letras, independente da
Habilitação escolhida, um diploma em Português. Além das disciplinas básicas da
Habilitação Português, cursadas por todos, os alunos da Habilitação em uma língua
estrangeira (Espanhol/Francês/Inglês) entram em contato com a respectiva língua
escolhida e sua literatura.
Também estão contempladas no projeto original disciplinas de Licenciatura
que garantem uma ampla reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem de
língua materna e sua literatura e das línguas estrangeiras.
O projeto original contém, entretanto, um número excessivo de créditos por
semestre, tornando inviável sua execução. Tal fato levou à constituição de uma
Comissão de Curso que, contando com docentes representantes de todas as áreas
integrantes do colegiado, foi incumbida de conduzir os estudos e discussões
necessários para os ajustes do currículo e a administração do curso. Partindo de um
projeto e de uma grade curricular preliminares, chegou-se, nos meses subseqüentes,
ao presente Projeto Pedagógico que preserva a essência do projeto original do curso
de Letras descrita acima.
3.3 Perfil do Curso
A Licenciatura em Letras da UNIFESP (períodos vespertino e noturno) almeja
proporcionar a seus alunos uma instrução de caráter amplamente humanista e
formar egressos capazes de lidar, de forma perspicaz e crítica, com os fenômenos
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de linguagem em sentido lato, bem como com suas inserções e desdobramentos
culturais. Um dos objetivos principais do curso é a formação de profissionais
qualificados que alimentem os quadros do magistério do Ensino Fundamental e
Médio.
Do ponto de vista estrutural, o curso oferece aos discentes a opção, a ser
efetuada já no ingresso, de duas habilitações:
a) Português: formação em Letras com habilitação em Português.
b) Português/Língua Estrangeira: formação em Letras com habilitação em
Português/ Espanhol, ou Português/ Francês, ou ainda Português/ Inglês.
A opção pela Licenciatura é feita na passagem do quinto para o sexto
semestre do curso.
Na versão em Português, a Licenciatura em Letras da UNIFESP prevê a
formação de profissionais, pesquisadores e professores especialistas, principalmente
no âmbito da língua portuguesa, em suas variantes escrita e oral, bem como das
literaturas produzidas nesta língua.
Já em Português/Língua Estrangeira oferece, além da qualificação em língua
materna e nas literaturas em língua portuguesa, a formação também em língua e
literatura estrangeiras, i.e., o domínio de mais um idioma, escrito e falado, do
repertório literário e crítico produzido nessa língua, bem como a reflexão crítica sobre
o ensino do idioma estrangeiro e sua aplicação na práxis da sala de aula.
Na habilitação Português, a Licenciatura em Letras da UNIFESP está
organizada em, no mínimo, oito semestres. Para a integralização da Licenciatura em
Português/Língua Estrangeira são necessários pelo menos dez semestres. Em
ambos os casos, os dois primeiros termos destinam-se, primordialmente, a um
conjunto básico de disciplinas, comuns aos alunos de todas as habilitações. Este
núcleo básico conta com as disciplinas introdutórias das principais frentes do campo
das Letras, e que serão aprofundadas nas disciplinas dos semestres subseqüentes,
de acordo com as necessidades impostas por cada uma das habilitações (vide
quadros referentes à composição curricular abaixo).
Embora o magistério no Ensino Fundamental e Médio seja objeto de reflexão
desde o início do curso, esta temática é bastante reforçada a partir do sexto termo,
momento em que o aluno opta pela Licenciatura e em que se iniciam as disciplinas
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específicas
referentes
à
formação
docente
e
as
atividades
de
estágio
supervisionado.
Visando à flexibilidade na formação dos alunos, as grades curriculares de
ambas as habilitações contam também, para além das disciplinas obrigatórias, com
unidades curriculares eletivas e de domínio conexo. Na medida em que estas
últimas, as de domínio conexo, compreendem disciplinas cursadas nos demais
cursos da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, evidencia-se que a
Licenciatura em Letras da UNIFESP prevê uma formação específica e especializada
nos estudos da linguagem e no magistério do Ensino Fundamental e Médio que, no
entanto, não negligencia as relações interdisciplinares, quer dizer, não se exime do
constante contato e da permanente troca com o saber das outras áreas das
humanidades.
3.4 Contextualização e Inserção
A Licenciatura em Letras da UNIFESP insere-se na Grande Área de Lingüística,
Letras e Artes. Como instituição, é parte integrante da Escola de Letras, Filosofia e
Ciências Humanas.
No que diz respeito à legislação, a Licenciatura em Letras da UNIFESP foi
estruturada de acordo com a Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que
estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional do Brasil; com a Resolução
CNE/CES n° 18/2002, tendo como fundamento o parecer CNE/CES n° 492/2001,
que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Letras, retificado
pelo parecer CNE/CES n° 1363/2001; com a Resolução CNE/CP n° 1/2002, que
institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de Licenciatura e de Graduação plena; e
com a resolução CNE/CP n° 2/2002.
4. CONCEPÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS DA UNIFESPCAMPUS GUARULHOS
4.1. Objetivos do Curso
O Curso de Licenciatura em Letras tem como objetivo geral oferecer ao aluno uma
formação que contempla, por um lado, idéias e valores legados pela tradição
humanista e, por outro lado, formas de pensamento, organização e atuação impostos
pela sociedade contemporânea. De modo mais específico, o curso visa a uma
12
formação em Letras que abarque as áreas de: 1. formação docente, 2. estudos
literários clássicos e modernos, 3. estudos lingüísticos, 4. estudos em língua
portuguesa e suas literaturas, 5. estudos em línguas estrangeiras e suas literaturas,
6. estudos relativos aos processos de ensino-aprendizagem de línguas e de
literatura. Os conteúdos respectivos destas áreas estão organizados de forma a
permitir que o aluno identifique, ao longo de seu percurso acadêmico, as orientações
e escolhas profissionais que melhor correspondam às suas aspirações, sem abrir
mão, no entanto, de uma formação básica comum, independentemente da escolha
feita dentre as habilitações oferecidas.
4.2. Perfil do egresso em Licenciatura
A) Habilitação Português
B) Habilitação Português/Língua Estrangeira (Espanhol/Francês/Inglês)
A Licenciatura em Letras da UNIFESP tem o objetivo primordial de formar
profissionais qualificados que alimentem os quadros do magistério no Ensino Médio
e no fundamental II (6º ao 9º ano). Os seus egressos estão habilitados a atuar como
professores, pesquisadores e consultores de instituições educacionais que atendam
os referidos níveis de escolarização. Contudo, os licenciados estarão igualmente
preparados para o mercado mais amplo que se oferece aos profissionais do campo
das Letras, podendo vir a ser críticos literários, tradutores, intérpretes, revisores de
textos, roteiristas, secretários, assessores culturais, etc. O licenciado poderá ainda
desenvolver pesquisas em instituições de diversas naturezas (escolas, bibliotecas,
centros e instituições de pesquisa, Ongs, etc.), assim como no âmbito da academia,
neste caso, através do ingresso em programas de Pós-Graduação.
4.3 Habilidades e Competências
A Licenciatura em Letras, nas habilitações Português e Português/Língua
Estrangeira, deverá contribuir para que o aluno desenvolva as seguintes
competências e habilidades:
 o domínio da(s) língua(s) nas modalidades oral e escrita, bem como a
compreensão crítica de suas variedades lingüísticas nas perspectivas
sincrônica e diacrônica;

a reflexão sobre linguagem, língua e literatura e suas relações com a cultura,
a produção e a aquisição do conhecimento, os processos de aprendizagem e
13
escolarização, a constituição do sujeito, a construção de discursos e a
formação docente;

a compreensão crítica das condições de uso da linguagem e a capacidade de
reflexão sobre a linguagem como um fenômeno semiológico, psicológico,
social, educacional, político e histórico;

o domínio e a articulação de um repertório científico, estético e cultural que se
constitua em ferramenta de leitura, análise, interpretação e crítica de textos de
variados gêneros, considerando suas implicações para os processos de
ensino-aprendizagem e de formação docente, no Ensino Fundamental II e no
Ensino Médio;

a
capacidade
de
relacionar
os
conteúdos
básicos
referentes
às
áreas/disciplinas de conhecimento com: (a) os fatos, tendências, fenômenos
ou movimentos da atualidade; (b) os fatos significativos da vida pessoal, social
e profissional dos alunos (Parecer CNE/CP nº 09/2001);

a capacidade de compartilhar saberes com docentes de diferentes
áreas/disciplinas
de
conhecimento,
e
articular
em
seu
trabalho
as
contribuições dessas áreas (Parecer CNE/CP nº 09/2001);

a articulação teórico-epistemológica de conhecimentos lingüísticos, literários,
pedagógicos e aqueles advindos da experiência, com o domínio dos
conteúdos, métodos e práticas pedagógicas que permitam a constituição de
objetos de ensino/estudo, sua reelaboração e a aprendizagem, considerando
os diferentes níveis de ensino em que poderá atuar;

a capacidade de criar, planejar, realizar, gerir e avaliar situações didáticas
eficazes para a aprendizagem e para o desenvolvimento dos alunos,
utilizando o conhecimento das áreas ou disciplinas a serem ensinadas, das
temáticas sociais transversais ao currículo escolar, dos contextos sociais
considerados relevantes para a aprendizagem escolar, bem como as
especificidades didáticas envolvidas (Parecer CNE/CP nº 09/2001);

a capacidade de analisar e mediar situações de ensino-aprendizagem de
línguas e/ou de literatura à luz de modelos teóricos que contemplem as
especificidades dos objetos de conhecimento da área de Letras, dos objetos
de ensino elaborados no contexto escolar e as particularidades da
apropriação de práticas de escrita, leitura, oralidade e análise lingüística no
Ensino Fundamental II e no Ensino Médio;
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
a utilização de estratégias diversificadas de avaliação da aprendizagem e, a
partir de seus resultados, a formulação de propostas de intervenção
pedagógica, considerando o desenvolvimento de diferentes capacidades dos
alunos (Parecer CNE/CP nº 09/2001);

a capacidade de resolver problemas, de tomar decisões, trabalhar em grupo e
comunicar-se dentro da multiplicidade de saberes que compõem a formação
universitária na área e a atuação do licenciado;

a utilização das tecnologias disponíveis para fins de ensino e pesquisa na
área de Letras, problematizando-as quanto a suas implicações sobre a
constituição dos objetos de conhecimento, os processos de ensinoaprendizagem e a formação docente.
4.4 Pressupostos epistemológicos/teóricos
As Letras têm, historicamente, um papel importante no campo das Ciências e das
Artes, reafirmando sua essência multidisciplinar que ora as aproxima mais do campo
das artes, ora do campo das demais Ciências Humanas, ora das Ciências Naturais,
ora ainda das Ciências Tecnológicas. Pensar hoje uma Graduação em Letras é
visualizar o desafio de garantir uma formação sólida, desenvolvida em um espaço de
reflexão e produção do conhecimento que seja multidisciplinar, transdisciplinar,
humanista, multifacetado e que, ao mesmo tempo, dê conta dos graus de
especialização e de especificidade cada vez mais prementes, tanto frente às novas
demandas do mercado de trabalho quanto da Universidade, das esferas do
conhecimento científico-filosófico e da sociedade contemporânea.
No sentido de enfrentar tais demandas, o curso de Letras da UNIFESP faz da
reflexão e da investigação rigorosa, orientada por parâmetros epistemológicos bem
definidos, os princípios pilares de sua concepção. Rejeita-se a aplicação direta de
conhecimentos e saberes produzidos e organizados de uma maneira supostamente
unívoca – em um curso de Graduação, em uma disciplina, em uma área de
conhecimento ou em um campo profissional – para dar ênfase a um trabalho de
construção de autonomia para reflexão e articulação teóricas conjugado ao rigor
metodológico, à prática refletida, ao senso estético e à sensibilidade artística.
Para isso, o curso de Letras da UNIFESP sustenta-se sobre um currículo que
assegura, para a Licenciatura, uma formação sólida e diversificada quanto às áreas
15
do saber contempladas. Permite, ainda, que o aluno, com base nos conhecimentos
construídos ao longo de seu percurso acadêmico e nas suas expectativas e projetos
individuais, reconheça a especificidade da habilitação escolhida, ou seja, atuar no
campo do ensino e da educação, sem perder de vista os pressupostos teóricoepistemológicos gerais, ancorados sempre na investigação científica, especialmente
na pesquisa aplicada ao ensino, com suas especificidades. Essa ênfase dada ao
trabalho investigativo e teórico empiricamente fundamentado visa ainda articular o
curso de Graduação em Letras à Pós-Graduação em Letras, atualmente em fase de
implementação no campus Guarulhos.
O investimento nas ações formativas para a pesquisa se dirige a ambas as
habilitações, ou seja, a ênfase recai no trabalho reflexivo-investigativo inerente à
atuação de todo profissional formado em Letras - licenciados e bacharéis. A referida
perspectiva está na base de todas as possibilidades de atuação que se vislumbram
para um aluno graduado em Letras, tais como: o trabalho de docência e de
assessoria na escola regular de Ensino Fundamental II e Ensino Médio e em escolas
de idiomas; a pesquisa acadêmica; as áreas de trabalho diretamente ligadas à
produção, circulação e divulgação do conhecimento, incluindo os campos da
tradução e da editoração, ou, então, as novas e eventuais possibilidades de atuação
que um profissional de Letras identificará em nossa sociedade contemporânea.
No entanto, vale lembrar que, dentre as atuações do profissional formado em
Letras, a atuação no magistério, especificamente, no campo da educação, em geral,
e na formação de leitores críticos destaca-se como uma das principais, e talvez, mais
desafiadoras frente ao atual cenário do ensino no Brasil. No que diz respeito aos
princípios de base que constituem a formação do professor-pesquisador, o curso de
Letras da UNIFESP busca superar a criticada cisão entre Bacharelado e
Licenciatura,
que
resultou,
dentre
outras
conseqüências
indesejáveis,
na
desvalorização do professor de Ensino Fundamental e Médio em relação ao
pesquisador/docente universitário, bem como no distanciamento do pesquisador
universitário frente às questões da aprendizagem de línguas e literatura no contexto
escolar.
Esse projeto materializa-se na elaboração de um programa de Licenciatura
que possa ser cursado, na sua grande maioria, conjuntamente por futuros bacharéis
e licenciados, mas que exige do licenciado uma formação que compreenda ainda (e
principalmente) os aspectos teóricos e práticos necessários para o profissional que
16
atuará política, ética, ideológica e intelectualmente no âmbito de instituições de
ensino escolares e não-escolares. Assim, no que se refere à formação do professoreducador da área de línguas e literaturas, entendemos que a reflexão em torno da
educação e das práticas educacionais faz-se fundamental na compreensão da
produção, organização e difusão do conhecimento e da base das relações humanas,
estabelecidas, em grande parte, ainda que não exclusivamente, em uma relação de
novas possibilidades de aquisição de conhecimento e de novas formas de organizálo.
4.5. Pressupostos didático-pedagógicos
O Curso de Letras da UNIFESP, de caráter presencial, é oferecido em períodos
vespertino e noturno, e visa proporcionar a seus alunos uma formação que seja
específica, flexível e dinâmica em ambos os eixos, horizontal e vertical.
Dentro da perspectiva que considera um curso como um percurso, com
alternativas de trajetória, o aluno não só opta – de acordo com suas experiências
acadêmicas e de suas expectativas e projetos individuais – entre duas modalidades,
como também determina parte do encadeamento no interior da modalidade
escolhida. Através de uma determinada seqüência de unidades curriculares eletivas
e de domínio conexo, o discente decide-se por uma aquisição de conhecimentos que
ou aprofundam certa formação específica ou ampliam os horizontes e o leque
formativo no âmbito das dimensões teóricas e práticas.
Finalmente, contribui também para a flexibilidade e para a dinâmica no eixo
horizontal o fato de que as unidades curriculares componentes da matriz não
constituem disciplinas com conteúdos fixos, estruturados de forma prévia e estática,
mas disciplinas capazes de contemplar as atualizações constantes dos campos do
saber dentro da própria área de formação assim como nas áreas contíguas.
Do ponto de vista da articulação horizontal, o Licenciado em Letras da
UNIFESP conjuga um núcleo de disciplinas obrigatórias a unidades curriculares
eletivas e unidades curriculares de domínio conexo. Procura-se, por um lado,
assegurar ao aluno uma formação específica sólida e diversificada, através das
unidades curriculares especializadas oriundas das diversas frentes que compõem o
campo das Letras e do aprofundamento das interfaces das grandes áreas internas
(estudos literários e estudos linguísticos/língua portuguesa e/ou estrangeira). Por
17
outro lado, trata-se de propiciar a inserção do discente no debate contemporâneo
mais amplo, envolvendo questões culturais, sociais, antropológicas, filosóficas,
estéticas, políticas, educacionais, pedagógicas, através do aprofundamento das
interfaces com as outras áreas de Humanidades representadas no campus
Guarulhos (Pedagogia, Ciências Sociais, Filosofia, História, e História da Arte).
Especificamente, quanto à formação do professor-educador, o curso de Letras
da UNIFESP prevê um programa de estudo que contemple, de forma articulada: a)
os fundamentos teórico-epistemológicos e práticos para a investigação em Letras; b)
os fundamentos teórico-epistemológicos e práticos para a investigação dos
processos de ensino-aprendizagem e de formação docente; c) a prática de ensino de
língua e literaturas em escolas e instituições educacionais.
Nessa direção, os estágios curriculares obrigatórios se articulam com as
unidades curriculares e com as atividades complementares previstas para o curso. A
remissão aos conteúdos estudados e às competências desenvolvidas ao longo do
curso se materializam também nas vivências em instituições educacionais em suas
diferentes dimensões e ainda no Centro de Línguas da UNIFESP, ainda em fase de
implementação, mas que terá papel fundamental no interior do projeto de
Licenciatura em Letras. Além disso, os estágios favorecem a reelaboração de
conhecimentos construídos em cada unidade curricular e nas atividades acadêmicas
previstas para o licenciando, por meio do registro e da sistematização das práticas
pedagógicas de ensino de língua e literatura. Desse modo, atividades de
planejamento e a implementação de planos de ensino, planos de aula, seqüências
didáticas, projetos didáticos e instrumentos de avaliação da aprendizagem, assim
como observação de aulas e de outros espaços escolares, regência de turmas,
elaboração de relatórios e artigos acadêmicos sobre as práticas vivenciadas
permitem a necessária articulação entre saberes, sejam eles originados no debate
acadêmico, sejam eles advindos das experiências no cotidiano escolar.
4.6 Pressupostos metodológicos
A Licenciatura em Letras da UNIFESP foi estruturada de acordo com o princípio
metodológico que entende a formação não como mera transmissão, em via de mão
única, de conhecimentos e saberes, mas como um processo que envolve
necessariamente a interação entre docentes e discentes, em um movimento que
18
pode ser traduzido por ação-reflexão-ação e que vislumbra a resolução de situaçõesproblema. Portanto, a dimensão da pesquisa não pode constituir apenas um espaço
de ação institucional, mas deve ser entendida como prática constante e inerente ao
próprio processo de ensinar e de aprender, perpassando todos os momentos da
formação.
Nesse sentido, além das aulas ministradas na Graduação, o corpo docente da
UNIFESP busca oferecer, dentro da estrutura atual de um centro emergente,
condições para atuar na orientação de trabalhos científicos e acadêmicos,
incentivando e estimulando o aluno a desenvolver projetos de Iniciação Cientifica e a
participar de eventos acadêmicos. Para isso, o corpo docente tem se dedicado a
promover eventos científicos no campus, como conferências, seminários, semanas
temáticas, e a elaborar projetos de pesquisa e extensão que contemplem a
participação ativa dos alunos.
Do princípio que entende a formação como caminho do aluno rumo à
autonomia intelectual, decorre que as possibilidades de conhecimento não se
esgotam em aulas de caráter presencial. É indispensável que os discentes
contribuam com um programa de leituras externas e autônomas, cabendo à
Universidade assegurar a infra-estrutura para tal, mantendo uma biblioteca com
acervo abrangente e atualizado de livros, revistas e demais materiais de estudo e
pesquisa.
Finalmente, os princípios da leitura e da autonomia discente integram também
os pressupostos metodológicos referentes ao ensino de língua na Licenciatura da
UNIFESP. Entende-se que língua e literatura estrangeiras não devam ser
dissociadas, estando a segunda, na medida do possível, presente desde o início do
ensino da primeira. Neste sentido, os corpos docentes respectivos são compostos,
em sua grande maioria, por professores habilitados tanto no campo da língua, como
no da literatura.
4.7 Sistema de Avaliação do processo de ensino e aprendizagem
Em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da UNIFESP, a
avaliação é considerada não um julgamento definitivo sobre algo, determinada
pessoa ou certa situação, mas tem a função formativa de contribuir com o
aprimoramento constante de todo o processo de formação e construção do
19
conhecimento, envolvendo todos os atores deste processo: gestores, professores,
alunos e funcionários técnico-administrativos.
4.7.1 Avaliação do corpo discente
Ficará a cargo de cada professor determinar tanto a quantidade de avaliações como
o tipo de instrumento de avaliação (prova escrita, prova oral, dissertação, seminário,
trabalhos em grupo, entre outros), conforme considerar adequado em sua unidade
curricular. O sistema de avaliação seguirá a resolução do Conselho de Graduação
da Universidade para o campus de Guarulhos. A nota vai de 0 (zero) a 10 (dez). A
freqüência mínima exigida será igual ou superior a 75%. É considerado aprovado o
estudante com freqüência mínima que obtiver nota igual ou superior a 5 (cinco).
Caso o aluno não alcance essa nota mínima no final da unidade curricular, terá a
possibilidade de recuperação mediante um exame. Neste caso, a nota será
composta pela média aritmética entre a nota final e a nota do exame.
4.8 Avaliação do curso
Dentro do mesmo espírito, o corpo docente adotará instrumentos de avaliação
diversificados, partindo dos objetivos propostos pelo projeto pedagógico e
procurando contemplar: o perfil esperado do formando, o desempenho e o
rendimento dos estudantes durante o curso, as habilidades e competências
demonstradas pelo egresso, as avaliações pelos próprios discentes, a avaliação
docente, avaliação das condições estruturais. A partir destes dados, será possível
então realizar uma auto-avaliação geral do curso, aprimorando o que se fizer
necessário e possível com a contribuição das várias instâncias envolvidas.
4.9 Composição curricular
Em consonância com os outros cursos de Graduação da Escola de Filosofia, Letras
e Ciências Humanas da UNIFESP, a Licenciatura em Letras é composta por
unidades curriculares obrigatórias, unidades curriculares eletivas e unidades
curriculares de domínio conexo. Dentro desta composição geral, distinguem-se:

um núcleo de disciplinas obrigatórias específicas, contemplando os campos
dos estudos lingüísticos e literários assim como os campos da língua
portuguesa e das línguas estrangeiras;
20

um núcleo de disciplinas eletivas;

um núcleo de disciplinas de domínio conexo, compreendendo unidades
curriculares obrigatórias e unidades livres;

um núcleo de atividades e disciplinas específicas da Formação em
Licenciatura;

estágios curriculares;

outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais, compreendendo
atividades programadas de pesquisa e atividades complementares
4.9.1 Composição Curricular do Curso de Licenciatura com apostila em Língua
Portuguesa
I. Núcleo de disciplinas obrigatórias em estudos lingüísticos, em língua portuguesa e
em estudos literários:
Estudos Lingüísticos:
Introdução aos Estudos Lingüísticos (4)1
Lingüística I (4)
Lingüística II (2)
Lingüística III (4)
Língua Portuguesa:
Leitura e Produção de Textos I (4)
Leitura e Produção de Textos II (4)
Língua Portuguesa I (4)
Língua Portuguesa II (4)
Língua Portuguesa III (4)
Língua Portuguesa IV (4)
Língua Estrangeira:
Francês para Leitura de Textos (4)
Inglês para Leitura de Textos (4)
Estudos Clássicos:
Elementos de Língua Grega (2)
Introdução aos Estudos Clássicos (4)
Língua Latina I (4)
Língua Latina II (4)
Estudos Literários:
Introdução aos Estudos Literários I (4)
1
Os números entre parênteses referem-se ao número de créditos semestrais das unidades
curriculares. Cada crédito equivale a 15 horas de aula.
21
Introdução aos Estudos Literários II (2)
Teoria Literária I (4)
Teoria Literária II (4)
Literatura Brasileira I (4)
Literatura Brasileira II (4)
Literatura Brasileira III (4)
Literatura Brasileira IV (4)
Literatura Portuguesa I (4)
Literatura Portuguesa II (4)
Literatura Portuguesa III (4)
Literatura Portuguesa IV (4)
II. Núcleo de disciplinas eletivas:
A ementa das unidades curriculares eletivas é definida a cada planejamento
semestral, de acordo com o interesse dos estudantes e as pesquisas dos docentes,
até que um catálogo amplo de eletivas esteja disponível para consulta dos alunos.
As unidades curriculares eletivas serão oferecidas a partir do segundo ano do curso.
Nelas,
os
aspectos
desenvolvidos
nas
unidades
curriculares
fixas
serão
aprofundados ou diversificados tendo como referência os eixos norteadores de todo
o curso.
III. Núcleo de disciplinas do domínio conexo:
Em conformidade com o projeto Político-Pedagógico da Escola de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, que prevê a formação dos graduandos de forma integrada às
várias áreas do conhecimento ali abrigadas, os graduandos em Letras devem cursar
unidades curriculares oferecidas por outros cursos de Ciências Humanas (Ciências
Sociais, Filosofia, História, História da Arte e Pedagogia), as chamadas disciplinas de
domínio conexo. Como já mencionado, essas disciplinas podem ser obrigatórias ou
livres.
São obrigatórias as seguintes unidades curriculares para o curso de
Licenciatura:
Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I (4)
Filosofia Geral I (4)
Unidade Curricular de Formação de Professores I (4)
Unidade Curricular de Formação de Professores II (4)
22
As duas primeiras são ministradas pelo curso de Filosofia. Já as duas últimas
serão cursadas no âmbito da recém criada Câmara de Licenciatura, que abrigará
disciplinas de formação docente oferecidas por todos cursos da Escola de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas.
As demais disciplinas de domínio conexo necessárias à integralização do
curso de Letras devem ser escolhidas entre as ofertadas pelos outros cursos do
campus.
IV. Disciplinas e atividades específicas da Formação em Licenciatura
Além das unidades curriculares de domínio conexo descritas acima, são oferecidas
disciplinas e atividades de estágio curricular obrigatório, específicas da formação em
Licenciatura:
Práticas de Formação Docente
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas I
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas III
Libras
Estágios:
Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas I
Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas II
Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas III
Cada uma dessas unidades curriculares distribui sua carga horária em aulas
presenciais (com exposições, seminários, apresentação de trabalhos), leituras e
atividades extra-classe, trabalhos realizados nos campos de estágio (participação
nas diversas instâncias do cotidiano escolar, planejamento, implementação e
acompanhamento de projetos didático-pedagógicos).
As disciplinas Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa
e suas Literaturas I, II e III e estágios relacionados (Estágio Supervisionado em
Língua Portuguesa e suas Literaturas I, II, e III), além de tratarem de questões
relacionadas ao ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa e da Literatura
Brasileira, contemplam as literaturas lusófonas e a literatura afro-brasileira,
23
adequando-se à legislação (Lei No. 10639, de 09 de janeiro de 2003), que
recomenda o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana. Tais disciplinas e
estágios podem igualmente abranger a produção para crianças e jovens dentro das
mencionadas literaturas.
A disciplina Libras é obrigatória para todos os cursos de Licenciatura e
optativa para os demais cursos, segundo o decreto Nº5.626/2005.
V. Outras Formas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
Além de unidades curriculares em forma de unidades curriculares presenciais, a
Licenciatura em Letras da UNIFESP prevê duas Outras Formas de Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais.
1.
Atividades Programadas de Pesquisa
Focalizam especificamente a formação do pesquisador. As referidas atividades são
desenvolvidas com base em encontros de orientação, individuais e em grupo,
formação de grupos de estudos, bem como apresentações em seminários abertos à
comunidade acadêmica, e se materializam em duas unidades curriculares
obrigatórias, intituladas Atividades Programadas de Pesquisa I e Atividades
Programadas de Pesquisa II (APP I e APP II).
As unidades curriculares APP I e APP II aliam o conhecimento teórico
adquirido e a prática de pesquisa, envolvendo a elaboração de um projeto, com
definição de objeto de estudo e metodologia, além de seu desenvolvimento. As
atividades deverão ser cumpridas, preferencialmente, no 7o e no 8o semestres.
Vale ressaltar, no entanto, que, embora o trabalho de pesquisa seja o objetivo
principal destas unidades acadêmicas, o empreendimento teórico-analítico está
presente em todas as demais disciplinas do Curso.
2.
Atividades Complementares
O projeto pedagógico do Curso de Letras da UNIFESP incentiva a participação dos
discentes em atividades complementares acadêmico-culturais (ACs), que ampliam
os espaços e as oportunidades de formação inicial do graduando. Considera-se
assim que o processo de formação se estende a atividades extra-sala que possam
contribuir para a aquisição de competências relevantes para o profissional de Letras.
24
As ACs consistirão na participação em atividades acadêmico-culturais ligadas
à área de Letras, Filosofia e Ciências Humanas, podendo ser oferecidas pela própria
universidade ou não, tais como grupos de estudo orientados por professor,
atividades de monitoria, participação, como ouvinte, docente, organizador,
palestrante, em cursos, projetos de extensão, eventos (palestras, congressos,
encontros,
simpósios,
jornadas
científicas),
participação
em
assessorias,
consultorias, cursos, oficinas, programas de intercâmbio e cooperação internacional,
publicações e organização de obra etc.
Estas atividades deverão ser cumpridas ao longo do curso. Caberá à
Comissão de Graduação referendar a natureza das atividades compatíveis com o
Projeto Pedagógico e as respectivas horas a serem computadas no histórico escolar
do discente.
As regras de funcionamento das Atividades Programadas de Pesquisa e das
demais Atividades Complementares serão descritas em regulamentos específicos.
4.9.1.1 Grade Curricular do Curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa
Termo
1º
LICENCIATURA
Horas
Créditos
HT
HP
Leitura e Produção de Textos I
Introdução aos Estudos Clássicos
Introdução aos Estudos Literários
Introdução aos Estudos Lingüísticos
Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I
60
60
60
60
60
4
4
4
4
4
30
40
40
40
30
20
20
20
Leitura e Produção de Textos II
Filosofia Geral I
Elementos de Língua Grega
Introdução aos Estudos Literários II
Literatura Brasileira I
Eletiva I
60
60
30
30
60
60
4
4
2
2
4
4
30
30
20
20
40
10
10
20
Língua Portuguesa I
Lingüística I
Língua Latina I
Literatura Brasileira II
Literatura Portuguesa I
60
60
60
60
60
4
4
4
4
4
30
40
40
40
40
30
20
20
20
20
Língua Portuguesa II
Língua Latina II
Literatura Brasileira III
Literatura Portuguesa II
60
60
60
60
4
4
4
4
40
40
40
40
20
20
20
20
2º
3º
4º
25
Lingüística II
Eletiva II
30
30
2
2
20
10
Língua Portuguesa III
Literatura Brasileira IV
Literatura Portuguesa III
Eletiva III
Domínio Conexo I
60
60
60
60
60
4
4
4
4
4
40
40
40
20
20
20
Língua Portuguesa IV
Literatura Portuguesa IV
Inglês para Leitura de Textos
Domínio Conexo II
Práticas de Formação Docente
Fundamentos
teórico-metodológicos
do
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas I
60
60
60
60
30
4
4
4
4
2
40
40
30
20
20
30
10
20
30
2
20
10
Teoria Literária I
Fundamentos
teórico-metodológicos
do
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Libras
Francês para Leitura de Textos
Unidade Curricular de Formação de
Professores I
Eletiva IV
60
4
40
20
30
2
20
10
30
60
2
4
30
30
60
4
60
4
Teoria Literária II
Lingüística III
Fundamentos
teórico-metodológicos
do
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas III
Unidade Curricular de Formação de
Professores II
Domínio Conexo III
60
60
4
4
40
40
20
20
30
2
20
10
60
4
60
4
135
9
135
9
135
9
405
27
5º
6º
7º
8º
Estágio Curricular Supervisionado
Estágio Curricular Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas I
Estágio Curricular
Supervisionado em Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Estágio Curricular
Supervisionado em Língua Portuguesa e
suas Literaturas III
Outras Formas de Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
(Atividades Complementares)
Total
210
2985
199
26
4.9.1.2 Disciplinas com pré-requisitos e co-requisitos
Disciplinas e atividades
Pré-requisito
Língua Latina II
Língua Latina I
Fundamentos teórico-metodológicos do
Fundamentos teórico-metodológicos do
ensino de Língua Portuguesa e suas
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Literaturas I
Fundamentos teórico-metodológicos do
Fundamentos teórico-metodológicos do
ensino de Língua Portuguesa e suas
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas III
Literaturas I e II
Estágio Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas II
Estágio Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas III
Estágio
Supervisionado
em
Língua
Portuguesa e suas Literaturas I
Estágio
Supervisionado
em
Língua
Portuguesa e suas Literaturas I e II
Ressalte-se ainda que cada Estágio Curricular está vinculado a uma disciplina de
formação docente e deve ser realizado concomitantemente a ela, conforme
explicitado no quadro a seguir:
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
Supervisionado
em
Língua
ensino de Língua Portuguesa e suas Portuguesa e suas Literaturas I
Literaturas I
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
ensino de Língua Estrangeira II
Supervisionado
em
Língua
Portuguesa e suas Literaturas II
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
Supervisionado
em
Língua
ensino de Língua Portuguesa e suas Portuguesa e suas Literaturas III
Literaturas III
27
4.9.2 Composição Curricular do Curso de Licenciatura com apostila em Língua
Portuguesa/ Língua Estrangeira (Espanhol/Francês/Inglês)
I. Núcleo de disciplinas obrigatórias em estudos lingüísticos, em língua portuguesa e
em estudos literários.
Estudos Lingüísticos:
Introdução aos Estudos Lingüísticos (4) 2
Lingüística I (4)
Lingüística II (2)
Lingüística III (4)
Língua Portuguesa:
Leitura e Produção de Textos I (4)
Leitura e Produção de Textos II (4)
Língua Portuguesa I (4)
Língua Portuguesa II (4)
Língua Portuguesa III (4)
Língua Portuguesa IV (4)
Estudos Clássicos:
Elementos de Língua Grega (2)
Introdução aos Estudos Clássicos (4)
Língua Latina I (4)
Língua Latina II (4)
Estudos Literários:
Introdução aos Estudos Literários (4)
Introdução aos Estudos Literários II (2)
Teoria Literária I (4)
Teoria Literária II (4)
Literatura Brasileira I (4)
Literatura Brasileira II (4)
Literatura Brasileira III (4)
Literatura Brasileira IV (4)
Literatura Portuguesa I (4)
Literatura Portuguesa II (4)
Literatura Portuguesa III (4)
Literatura Portuguesa IV (4)
Língua Estrangeira:
Laboratório de Língua (4)
Língua Estrangeira I (4)
Língua Estrangeira II (4)
Língua Estrangeira III (4)
Língua Estrangeira IV (4)
Língua Estrangeira V (4)
2
Os números entre parênteses referem-se ao número de créditos semestrais das unidades
curriculares. Cada crédito equivale a 15 horas de aula.
28
Língua Estrangeira VI (4)
Literatura Estrangeira I (4)
Literatura Estrangeira II (4)
Literatura Estrangeira III (4)
Literatura Estrangeira IV (4)
II. Núcleo de disciplinas eletivas:
A ementa das unidades curriculares eletivas será definida a cada planejamento
semestral de acordo com o interesse dos estudantes e as pesquisas dos docentes.
As unidades curriculares eletivas serão oferecidas a partir do segundo ano do curso.
Nelas, os aspectos desenvolvidos nas unidades fixas serão aprofundados ou
diversificados tendo como referência os eixos norteadores de todo o curso.
III. Núcleo de disciplinas do domínio conexo:
Em conformidade com o projeto Político-Pedagógico da Escola de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, que prevê a formação dos graduandos de forma integrada às
várias áreas do conhecimento ali abrigadas, os graduandos em Letras devem cursar
unidades curriculares oferecidas por outros cursos de Ciências Humanas (Ciências
Sociais, Filosofia, História, História da Arte e Pedagogia), as chamadas disciplinas do
domínio conexo.
São obrigatórias (domínio conexo rixo) as seguintes unidades curriculares
para o curso de Licenciatura:
Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I (4)
Filosofia Geral I (4)
Unidade Curricular de Formação de Professores I (4)
Unidade Curricular de Formação de Professores II (4)
As duas primeiras são ministradas pelo curso de Filosofia. Já as duas últimas
serão cursadas no âmbito da recém criada Câmara de Licenciatura, que abrigará
disciplinas de formação docente oferecidas por todos cursos da Escola de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas.
As demais disciplinas de domínio conexo necessárias à integralização do
curso de Letras (domínio conexo livre) devem ser escolhidas entre as ofertadas
pelos outros cursos do campus.
29
IV. Núcleo de atividades curriculares específicas da Formação Docente
Além das unidades curriculares de domínio conexo descritas acima, são oferecidas
as seguintes disciplinas e atividades de estágio curricular obrigatório, específicas da
formação em Licenciatura:
Práticas de Formação Docente
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas I
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas III
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira I
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira II
Libras
Estágios:
Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas I
Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas II
Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas III
Estágio Supervisionado em Língua Estrangeira I
Estágio Supervisionado em Língua Estrangeira II
Cada uma dessas unidades curriculares distribui sua carga horária em aulas
presenciais, leituras e atividades extra-classe e trabalhos realizados nos campos de
estágio (participação nas diversas instâncias do cotidiano escolar, planejamento,
implementação e acompanhamento de projetos didático-pedagógicos).
Os estágios curriculares se associam às disciplinas desse núcleo específico,
de modo a buscar a necessária articulação, em via de mão dupla, entre as reflexões
realizadas na universidade e a atuação pedagógica nos contextos de ensinoaprendizagem escolar. Assim, objetiva-se a contribuição dos saberes disciplinares,
pedagógicos e de experiência para a formação do professor. Vale ressaltar que a
cooperação entre escolas e universidade, se materializará, igualmente, na forma de
assessoria pedagógica para a escola, cujos termos serão definidos em acordo a ser
firmado com redes públicas de ensino.
Os estágios são realizados em escolas da educação básica, prioritariamente
na rede pública, nos níveis do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e do Ensino
Médio. Parte dos estágios pode ser desenvolvida no Centro de Línguas, coordenado
pelo Curso de Letras, em processo de implantação, bem como em espaços nãoescolares.
30
Espera-se que o conjunto de atividades previstas nesse núcleo específico de
formação docente permita ao aluno se aproximar mais detidamente de questões
relativas aos processos de ensino-aprendizagem, retomando e reelaborando, sob a
perspectiva pedagógica, aspectos explorados em diversas disciplinas cursadas ao
longo da Graduação. O intuito é possibilitar uma melhor preparação para atuação
como professor, consultor ou assessor na escola básica.
A disciplina Libras é obrigatória para todos os cursos de Licenciatura e
optativa para os demais cursos, segundo o decreto Nº5.626/2005.
V. Outras Formas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
Além de unidades curriculares em forma de unidades curriculares presenciais, a
Licenciatura em Letras da UNIFESP prevê duas Outras Formas de Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais.
3.
Atividades Programadas de Pesquisa
Focalizam especificamente a formação do pesquisador. As referidas atividades são
desenvolvidas com base em encontros de orientação, individuais e em grupo,
formação de grupos de estudos, bem como apresentações em seminários abertos à
comunidade acadêmica, e se materializam em duas unidades curriculares
obrigatórias, intituladas Atividades Programadas de Pesquisa I e Atividades
Programadas de Pesquisa II (APP I e APP II).
As unidades curriculares APP I e APP II aliam o conhecimento teórico
adquirido e a prática de pesquisa, envolvendo a elaboração de um projeto, com
definição de objeto de estudo e metodologia, além de seu desenvolvimento. As
atividades deverão ser cumpridas, preferencialmente, no 7 o e no 8o semestres.
Vale ressaltar, no entanto, que, embora o trabalho de pesquisa seja o objetivo
principal destas unidades acadêmicas, o empreendimento teórico-analítico está
presente em todas as demais disciplinas do Curso.
4.
Atividades Complementares
O projeto pedagógico do Curso de Letras da UNIFESP incentiva a participação dos
discentes em atividades complementares acadêmico-culturais (ACs), que ampliam
os espaços e as oportunidades de formação inicial do graduando. Considera-se
assim que o processo de formação se estende a atividades extra-sala que possam
contribuir para a aquisição de competências relevantes para o profissional de Letras.
31
As ACs consistirão na participação em atividades acadêmico-culturais ligadas
à área de Letras, Filosofia e Ciências Humanas, podendo ser oferecidas pela própria
universidade ou não, tais como grupos de estudo orientados por professor,
atividades de monitoria, participação, como ouvinte, docente, organizador,
palestrante, em cursos, projetos de extensão, eventos (palestras, congressos,
encontros,
simpósios,
jornadas
científicas),
participação
em
assessorias,
consultorias, cursos, oficinas, programas de intercâmbio e cooperação internacional,
publicações e organização de obra etc.
Estas atividades deverão ser cumpridas ao longo do curso. Caberá à
Comissão de Graduação referendar a natureza das atividades compatíveis com o
Projeto Pedagógico e as respectivas horas a serem computadas no histórico escolar
do discente.
As regras de funcionamento das Atividades Programadas de Pesquisa e das
demais Atividades Complementares serão descritas em regulamentos específicos.
4.9.2.1 Grade Curricular Licenciatura em Letras Ling. Portuguesa/Ling. Estrangeira
Termo
1º
LICENCIATURA
Horas
Créditos
HT
HP
Leitura e Produção de Texto I
Introdução aos Estudos Clássicos
Introdução aos Estudos Literários
Introdução aos Estudos Lingüísticos
Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I
60
60
60
60
60
4
4
4
4
4
30
40
40
40
30
20
20
20
Leitura e Produção de Texto II
Língua Estrangeira I
Filosofia Geral I
Elementos de Língua Grega
Introdução aos Estudos Literários II
Literatura Brasileira I
60
60
60
30
30
60
4
4
4
2
2
4
30
30
30
30
20
20
40
10
10
20
Língua Portuguesa I
Língua Estrangeira II
Lingüística I
Língua Latina I
Literatura Brasileira II
60
60
60
60
60
4
4
4
4
4
30
30
40
40
40
30
30
20
20
20
Língua Portuguesa II
Língua Estrangeira III
Língua Latina II
60
60
60
4
4
4
40
30
40
20
30
20
2º
3º
4º
32
Literatura Brasileira III
Lingüística II
Eletiva I
60
30
30
4
2
2
40
20
20
10
Língua Portuguesa III
Língua Estrangeira IV
Literatura Estrangeira I
Literatura Portuguesa I
Literatura Brasileira IV
60
60
60
60
60
4
4
4
4
4
40
30
40
40
40
20
30
20
20
20
Língua Portuguesa IV
Língua Estrangeira V
Literatura Estrangeira II
Literatura Portuguesa II
Práticas de Formação Docente
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Líng. Portuguesa e suas Literaturas I
60
60
60
60
30
4
4
4
4
2
40
30
40
40
10
20
30
20
20
20
30
2
20
10
Língua Estrangeira VI
Literatura Portuguesa III
Teoria Literária I
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Líng. Portuguesa e suas Literaturas II
Libras
Domínio Conexo I
60
60
60
4
4
4
30
40
40
30
20
20
30
2
20
10
30
60
2
4
Literatura Portuguesa IV
Teoria Literária II
Lingüística III
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Líng. Portuguesa e suas Literaturas III
Eletiva II
Laboratório de Língua
60
60
60
4
4
4
40
40
40
20
20
20
30
2
20
10
30
60
2
4
Literatura Estrangeira III
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira I
Unidade Curricular de Formação de
Professores I
Eletiva III
60
4
30
30
60
4
40
20
60
4
60
4
Literatura Estrangeira IV
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira II
Unidade Curricular de Formação de
Professores II
Domínio Conexo II
Estágio Curricular Supervisionado
60
4
40
20
30
2
20
10
60
4
60
4
5º
6º
7º
8º
9o
10o
Estágio Curricular Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas I
Estágio Curricular Supervisionado em Língua
135
9
135
9
33
Portuguesa e suas Literaturas II
Estágio Curricular Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas III
Estágio Curricular Supervisionado em LE I
Estágio Curricular Supervisionado em LE II
Outras Formas de Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
(Atividades Complementares)
Total
135
9
60
60
525
4
4
35
210
3585
239
4.9.2.2 Disciplinas com pré-requisitos e co-requisitos
Disciplinas e atividades
Pré-requisito
Língua Latina II
Língua Latina I
Língua Estrangeira II
Língua Estrangeira I
Língua Estrangeira III
Língua Estrangeira II
Língua Estrangeira IV
Língua Estrangeira III
Língua Estrangeira V
Língua Estrangeira IV
Língua Estrangeira VI
Língua Estrangeira V
Fundamentos teórico-metodológicos do
Fundamentos teórico-metodológicos do
ensino de Língua Portuguesa e suas
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Literaturas I
Fundamentos teórico-metodológicos do
Fundamentos teórico-metodológicos do
ensino de Língua Portuguesa e suas
ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas III
Literaturas I e II
Fundamentos teórico-metodológicos do
ensino de Língua Estrangeira II
Estágio Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas II
Estágio Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas III
Estágio Supervisionado em Língua
Estrangeira II
Fundamentos teórico-metodológicos do
ensino de Língua Estrangeira I
Estágio
Supervisionado
em
Língua
Portuguesa e suas Literaturas I
Estágio
Supervisionado
em
Língua
Portuguesa e suas Literaturas I e II
Estágio
Supervisionado
em
Língua
Estrangeira I
34
Ressalte-se ainda que cada Estágio Curricular está vinculado a uma disciplina de
formação docente e deve ser realizado concomitantemente a ela, conforme
explicitado no quadro a seguir:
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
Supervisionado
em
Língua
ensino de Língua Portuguesa e suas Portuguesa e suas Literaturas I
Literaturas I
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
ensino de Língua Estrangeira II
Supervisionado
em
Língua
Portuguesa e suas Literaturas II
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
Supervisionado
em
Língua
ensino de Língua Portuguesa e suas Portuguesa e suas Literaturas III
Literaturas III
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
ensino de Língua Estrangeira I
em
Língua
em
Língua
Estrangeira I
Fundamentos teórico-metodológicos do Estágio
ensino de Língua Estrangeira II
Supervisionado
Supervisionado
Estrangeira II
4.10. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Letras (Parecer CNE/CES
492/2001) não prevêem o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) como obrigatório.
Nesse sentido, o formato não foi adotado como marco do término da Graduação pelo
projeto pedagógico do curso de Letras da UNIFESP. Ainda assim, entende-se que
práticas de pesquisa e sua cristalização na forma escrita são fundamentais na
formação dos discentes. Por isso trabalhos científicos alternativos ao TCC estão
previstos no decorrer do curso, como artigo científico, ensaio, tradução, relatório,
monografia, projeto pedagógico (v. também item 4.9.2 V.1. sobre as Atividades
Programadas de Pesquisa).
4.11 Estágio
O estágio curricular supervisionado tem início no 6º termo, com o intuito de permitir
ao futuro professor de língua portuguesa e de língua estrangeira vivenciar, de modo
crítico e reflexivo, as diferentes dimensões da prática profissional em sua área.
35
O estágio curricular obrigatório será realizado concomitantemente ao núcleo
principal das disciplinas de formação docente do curso e será supervisionado pelos
respectivos professores responsáveis por essas unidades curriculares. São elas:
Fundamentos Teórico-Metodológicos do Ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas I, Fundamentos Teórico-Metodológicos do Ensino de Língua Portuguesa
e suas Literaturas II, Fundamentos Teórico-Metodológicos do Ensino de Língua
Portuguesa e suas Literaturas III; e, no caso de Licenciatura dupla, além das
unidades curriculares mencionadas acima, Fundamentos Teórico-Metodológicos do
Ensino de Língua Estrangeira (espanhol/ francês/inglês) I; Fundamentos TeóricoMetodológicos do Ensino de Língua Estrangeira (espanhol/ francês/inglês) II.
A supervisão de estágio englobará o acompanhamento da participação dos
licenciandos nas iniciativas de formação de professores oferecidas pelo curso e
materializadas nos termos dos convênios a serem firmados com as instituições
parceiras. Englobará também propostas de reflexão sobre a prática de estágio no
seio das disciplinas relacionadas à formação docente.
Quanto aos espaços de ensino-aprendizagem que irão constituir o conjunto
dos campos de estágio, a Licenciatura em Letras prevê forte investimento nas
escolas regulares da rede pública estadual e/ou municipal preferencialmente
localizadas em Guarulhos (SP) que ofereçam Ensino Fundamental II e/ou Ensino
Médio, seja para o segmento de EJA ou para o currículo regular. O Centro de
Línguas da UNIFESP, em fase de planejamento, constituirá uma alternativa
importante e valorizada para a realização de estágios curriculares no ensino de
línguas estrangeiras e de língua portuguesa como língua estrangeira ou com fins
específicos. Ressalte-se a relevância desse centro para os estágios na área da
língua francesa, idioma que conta, atualmente, com reduzida oferta de cursos em
escolas regulares, públicas ou privadas, principalmente no município de Guarulhos.
Além disso, este projeto reconhece como possíveis espaços institucionais
para a realização das atividades de estágio as escolas profissionalizantes e técnicas
de nível estadual ou federal, assim como Centros de Línguas (CELs) abrigados em
escolas públicas, escolas da rede privada, Ongs, centros de idiomas, instituições
penais, abrigos, empresas que oferecem cursos de aperfeiçoamento a seus
funcionários, instituições culturais, entre outros.
As modalidades de estágio supervisionado previstas incluem diversificadas
vivências pedagógicas, que extrapolam as habituais atividades de observação de
36
aulas e regência de turma. Em todas as situações, são fundamentais as etapas de
planejamento, análise e reflexão acerca do trabalho pedagógico a ser realizado junto
às instituições parceiras, o que implica a elaboração de registros periódicos e
sistemáticos, pertinentes a cada contexto. Está contemplada a participação efetiva e
ativa dos diversos segmentos envolvidos: alunos-estagiários, supervisores de
estágio, docentes orientadores de estágio e docentes responsáveis por outras
unidades curriculares do curso.
A exemplo do que já ocorre com as demais Licenciaturas do campus, os
convênios a serem firmados entre o curso de Letras e as instituições parceiras
deverão estabelecer diversas formas de contrapartida, respeitados os termos dos
convênios acordados entre universidade e campos de estágio, assim como os
instrumentos reguladores de cada instituição de ensino. Entre as várias
configurações possíveis, podem constar: a) a participação dos licenciandos e
supervisores, como ouvintes, nas instâncias colegiadas da escola – reuniões do
Conselho Escolar, reuniões pedagógicas, reuniões de pais e mestres, reuniões do
grêmio estudantil e outros fóruns de discussão instituídos; b) o agendamento de
encontros de planejamento conjunto, acompanhamento e avaliação das atividades
pedagógicas com professores orientadores, estagiários e professores supervisores,
na escola e na universidade; c) a realização de oficinas pedagógicas e cursos de
extensão oferecidos pelos alunos estagiários ao público discente da universidade, à
comunidade externa e ao público docente da escola; d) realização de seminários
conjuntos, eventualmente inter e transdisciplinares, com a possível participação de
outras Licenciaturas do campus, para socialização da produção científica de
estagiários e professores das escolas; e) oferecimento de vagas, como ouvintes,
para os professores orientadores em disciplinas da Graduação, no Centro de
Línguas e em eventuais cursos de extensão, condicionadas à existência de vagas
remanescentes e à anuência do Colegiado de curso e dos docentes responsáveis
por cada unidade curricular.
Espera-se que o conjunto de atividades previstas nesse núcleo específico da
Licenciatura permita ao aluno se aproximar mais detidamente de questões relativas
aos processos de ensino-aprendizagem, retomando e reelaborando, sob a
perspectiva pedagógica, aspectos explorados em diversas disciplinas cursadas ao
longo da Graduação. O intuito é possibilitar uma melhor preparação para a atuação
como professor, consultor ou assessor na escola básica.
37
5. CORPO SOCIAL
5.1. Corpo docente
André Luiz Barros da Silva
Possui doutorado em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de
Janeiro (março/2007) com a tese Sensibilidade, coquetismo e libertinagem, sobre as
transformações literárias e éticas na França e na Inglaterra dos séculos XVII e XVIII.
É professor adjunto de Literatura Brasileira na Unifesp (Universidade Federal de São
Paulo). Mestrado, pela UFRJ: Humor na Cultura (1999), sobre o cômico nas artes, da
Grécia antiga e Renascimento aos dias de hoje. Campos de atuação: literatura
brasileira, literatura francesa (sécs. XVII-XVIII), literatura inglesa (idem). Literatura
libertina. Machado de Assis. Século das Luzes. Filosofia e teoria da literatura.
Literatura sentimental. Primórdios do romance no Brasil. Primórdios do romance na
França e na Inglaterra. Teatros inglês e francês.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4753718D6
Bianca Fanelli Morganti
Mestre (2002) e doutora (2008) em Teoria e História Literária pelo Instituto de
Estudos da Linguagem/UNICAMP, com período de estágio de doutorado no exterior
financiado pela Capes junto à Università degli Studi di Firenze\Itália, é atualmente
professora adjunta de Língua e Literatura Latina da Universidade Federal de São
Paulo. Sua tese de doutorado consistiu na tradução, do latim para o português, da
obra Invective contra medicum, do poeta italiano Francesco Petrarca, acrescida de
comentários críticos, notas e um ensaio introdutório. Pesquisa a prosa e a poesia
escritas em língua latina, com ênfase em Virgílio, Cícero e Sêneca, e sua
reelaboração posterior na produção latina dos séculos XIV e XV. Tem interesse por
retórica e poética antigas, e por seu emprego na fortuna crítica e poética dos séculos
XIV e XV.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4735948Z4
Fernanda Miranda da Cruz
Possui Graduação em Lingüística pela Universidade Estadual de CampinasUNICAMP (2001), onde também obteve seu titulo de mestre e doutora. Doutora em
Lingüística pela UNICAMP (2008) e em Sciences du Langage-Linguistique (2008)
pela École normale Supérieur en Lettres et Sciences Humaines (ENS-LSH), em
Lyon, França. Atua principalmente nas áreas de Teoria e Analise Lingüística,
Lingüística Interacional e Teorias da Cognição Humana, em torno dos temas:
memória, linguagem, cognição, interação, Demência de Alzheimer. Tem atuado
38
ainda na área de Lingüística de Corpus, com ênfase videodata e audiodata,
transcrição, ferramentas de tratamento de corpus, organização de acervos, aspectos
teóricos, éticos e metodológicos relacionados à constituição de corpus de audiovisual
de fala em interação. Atualmente desenvolve projetos de pesquisa individual junto a
centros franceses aplicados à pesquisa sobre a Doença de Alzheimer, como a
Fondation Médéric Alzheimer (Paris) e Association France-Alzheimer (Paris) em
torno do tema "Interação e linguagem na Doença de Alzheimer". É
docente do curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP,
Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Guarulhos-SP.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4778487U3
Guilherme Ignácio da Silva
Docente de Língua e Literatura Francesa na Universidade Federal de São
Paulo.Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Línguas e Literaturas
Estrangeiras Modernas, trabalhando principalmente com os seguintes temas de
pesquisa:Marcel Proust, Literatura Francesa, Conversação Cortês, Antigo Regime
Francês, Transcrição e Análise de manuscritos literários.Possui Graduação em
Letras Francês/Português/Alemão e em Filosofia pela Universidade de São Paulo,
Mestrado em Letras (Língua e Literatura Francesa) pela Universidade de São Paulo
e Doutorado em Letras (Língua e Literatura Francesa) na Universidade de São
Paulo, com período sanduíche no Institut de Textes et Manuscrits Modernes, da
École Normale Supérieure, de Paris. Pós-doutorado sobre o duque de Saint-Simon e
a Literatura Francesa do Antigo Regime realizado na Universidade Estadual de
Campinas.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4702992D1
Graciela Alicia Foglia
É licenciada em Física (equivalente bacharel) - Unlp Universidad Nacional de La
Plata (1986), mestre em Letras (Língua Espanhola e Lit. Espanhola e HispanoAmeric.) pela Universidade de São Paulo (1998), doutora em Letras (Língua
Espanhola e Lit. Espanhola e Hispano-Americ.) pela Universidade de São Paulo
(2005) e doutora em Física pela Universidade de São Paulo (1991). Foi professora
assistente doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC, 19992006), professora adjunta da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG, 2006-2009); e atualmente é professora da Universidade Federal de
São Paulo, Campus Guarulhos. Tem experiência na área de Letras, particulamente
em Ensino de Espanhol como Língua Estrangeira e Ensino de Literatura Hispanoamericana. Sua tese doutoral tem como título: "Rehacer y resistir: el proceso
de escritura de Operación masacre de Rodolfo Walsh".
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4721407U6
Iara Rosa Farias
Possui Graduação em Letras pela Universidade Católica de Santos - UNISANTOS
(1990), Mestrado em Letras: Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade
39
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP-CAr (1997) e Doutorado em
Lingüística pela Universidade de São Paulo - USP/SP (2002). Realizou PósDoutorado em Educação na Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2005).
Atuou na Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia - FACED/UFBA
(2005-2009), como professor adjunto, na área de Alfabetização, adotando a
perspectiva Linguística. Atualmente é professor adjunto na Universidade Federal de
São Paulo, Campus Guarulhos, curso de Letras, na área de Linguística. Tem
experiêncianas áreas de Lingüística e de Alfabetização. Na primeira, com ênfase em
Semiótica francesa, trabalhando com os seguintes temas: linguagem, percepção e
figuratividade. Na segunda, com ênfase em Aquisição da língua escrita, letramento e
ensino.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799425T4
Ivan Rodrigues Martin
Possui Graduação, Bacharelado e Licenciatura, em Letras, com hibilitações em
Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo (1994); mestrado em Letras
(Língua Espanhola e Lit. Espanhola e Hispano-Americ.) pela Universidade de São
Paulo (1999) e doutorado em Letras (Língua Espanhola e Lit. Espanhola e HispanoAmeric.) pela Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor na
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e atua como autor de livros didáticos
de espanhol na Editora Ática, de São Paulo. Tem experiência como professor na
área de Letras, principalmente no ensino de língua espanhola, língua portuguesa e
literatura.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4796028Y3
Janderson Luiz Lemos de Souza
Professor Adjunto de Língua Portuguesa da Universidade Federal de São Paulo
(UNIFESP). Doutor em Letras (Língua Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ). Mestre em Letras (Estudos da Linguagem) pela Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Bacharel em Letras
(Português/Inglês) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUCRio). Áreas de interesse: Semântica, Morfologia, Linguística Cognitiva, Filosofia da
Linguagem.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4766379T7
Lavinia Silvares
Graduou-se em Letras (português e inglês) pela Universidade de São Paulo. É
Doutora pela área de Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês - Departamento de
Letras Modernas, USP. Fez pós-doutorado com bolsa FAPESP no Departamento de
Letras Clássicas e Vernáculas da USP. Desde 2009, é Professor Adjunto I do
Departamento de Letras - área de Inglês da Escola de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), campus Guarulhos.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4704394Z8
40
Leila de Aguiar Costa
Possui mestrado em Letras (Língua e Literatura Francesa) pela Universidade de São
Paulo (1990) e doutorado em Sciences du Langage - École des Hautes Études en
Sciences Sociales, Paris-França(1997). Realizou três pós-doutorados: inicialmente,
pela Universidade de Lisboa (subvenção Instituto Camões); em seguida, pelo
Departamento de Letras Modernas da UNESP/Araraquara (subvenção CNPq);
finalmente, pelo Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP (subvenção
FAPESP), tendo suas pesquisas vinculadas ao Projeto Temático FAPESP Biblioteca
Cicognara e a Constituição da Tradição Clássica, de iniciativa do Instituto de
Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP, e coordenado seu "Núcleo Letras". Sua
atuação acadêmica se dá na área de Letras, com ênfase em Literatura Francesa,
Teoria Literária e Literatura Comparada, envolvendo-se principalmente com os
seguintes temas: gêneros romanesco e teatral, retóricas e poéticas clássicas,
sistemas de representação literária e artística do Seiscentos ao Oitocentos.
Atualmente, é docente no Curso de Letras/Lingua e Literatura Francesas da
UNIFESP, onde desenvolve projeto de pesquisa intitulado "Escrever a imagem ou
como a literatura põe em cena as artes visuais".
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4723385J1
Ligia Fonseca Ferreira
Bacharel em Letras (Francês / Português / Linguística) pela USP - Universidade de
São Paulo, com Licenciatura Plena em Letras também pela USP. Possui Mestrado
em Análise Semiolingüística do Discurso, sob orientação de P. Charaudeau, pela
Université de Paris XIII, e Doutorado em Estudos Portugueses e Brasileiros pela
Université de Paris III Sorbonne, com tese sobre vida e obra do escritor, advogado,
jornalista e abolicionista Luiz Gama. Foi docente do Departamento de Lingüística
Aplicada da Universidade Estadual de Campinas, antes de residir doze anos na
França. Neste país, lecionou português como língua estangeira e cultura brasileira
em estabelecimentos públicos (Liceus Henri IX, Montaigne, Racine, entre outros) e
privados ; além de especializar-se em disciplinas da didática de línguas e culturas
estrangeiras, tornou-se formadora em comunicação intercultural. Lecionou por dois
anos, como Maître de Langues, no Departamento de Línguas Estrangeiras Aplicadas
(L.E.A. Português e cultura brasileira), da Université de Haute Bretagne - Rennes 2.
Integrou a equipe inicial de pesquisadores do Banco de Dados França-Brasil,
fundado por Mario Carelli no CNRS-França. Participou da implantação da Renault do
Brasil, da qual foi a primeira responsável pela formação e políticas lingüísticas da
empresa. De 2003 a 2007, foi docente do Departamento de Letras Modernas (área
de estudos lingüísticos, literários e tradutológicos em francês) da Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, onde dirigiu o Centro de Línguas da
FFLCH-USP, de 2005 a 2007. Foi diretora de treinamento e desenvolvimento e de
projetos culturais na Aliança Francesa de São Paulo até julho de 2009. Atualmente,
é docente da área de língua e literatura francesa da UNIFESP- Universidade Federal
de São Paulo e integra o grupo de pesquisa “Diálogos Interculturais” no Instituto de
Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. Participa como professora
convidada no curso: “Aspectos da Cultura e da História do Negro no Brasil”,
promovido pelo Centro de Estudos Africanos da USP (coord. Prof. Kabengele
41
Munanga). Desde março 2009, é presidente do conselho de administração do Museu
Afro-Brasil. Tem experiência na área de Letras, com ênfase nos seguintes temas:
literatura afro-brasileira negros no Brasil (século XIX início século XX); abolicionismo
e literatura, didática de língua-cultura e literatura estrangeira, relações França-Brasil,
imigração e estrangeiros na França, estudos interculturais.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4781343T9
Lucia Sano
Possui Graduação em Letras (2004) e mestrado na área de Letras Clássicas na
Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é doutoranda do Programa de PósGraduação em Letras Clássicas na mesma universidade e docente de Língua e
Literatura Gregas na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4732072E9
Márcia Rodrigues de Souza Mendonça
Foi professora da Universidade Federal de Pernambuco de 1997 a 2009, onde
também cursou o mestrado (1997) e o doutorado (2008), ambos em Lingüística.
Atualmente integra o corpo docente da Universidade Federal de São Paulo. Tem
experiência na área de Lingüística Aplicada, com ênfase em Ensino de Língua
Portuguesa. Desenvolve trabalhos de assessoria para Secretarias de Educação e
instituições de ensino, especialmente na área de formação de professores e de
reformulação curricular. Desenvolve trabalhos técnicos junto ao MEC e a
organizações não-governamentais. Organizou livros e publicou artigos sobre os
seguintes temas: ensino de língua materna, formação de professores, leitura,
gêneros textuais, livro didático, análise linguística e avaliação.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4791358H7
Maria Lúcia Dias Mendes
Formou-se bacharel em História e cursou Letras (Francês / Português) na Faculdade
de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Possui
mestrado (2002) e doutorado (2007) em Língua e Literatura Francesas pelo
Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade de São Paulo. Áreas de interesse: Romantismo (Francês
e Brasileiro); relações entre Literatura e História; Historiografia romântica; Escrituras
do eu (memórias); História do Brasil Império; História da França; História do livro e
da Leitura.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4751267J8
Markus Volker Lasch
42
Possui Graduação em Letras pela Universidade Estadual de Campinas (1994),
Graduação em Lingüística pela Universidade Estadual de Campinas (1993),
mestrado em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas
(1997), doutorado em Literatura Geral e Comparada pela Universidade Livre de
Berlim (2005) e pós-doutorado pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente
é Professor Adjunto da Universidade Federal de São Paulo. Atua
predominantemente nos campos de Teoria Literária e Literatura Comparada,
notadamente das literaturas em língua alemã e portuguesa. Seus enfoques de
pesquisa atuais envolvem a relação entre literatura e psicanálise, questões de sujeito
e de subjetividade, bem como a representação da violência e do outsider na
literatura.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4792880Z9
Mirhiane Mendes de Abreu
Graduou-se em Letras pela Universidade Federal Fluminense (1993) e obteve o
mestrado em Letras (1997) e doutorado em Teoria e História Literária pela
Universidade Estadual de Campinas (2002) na área de Literatura Brasileira, sempre
com financiamento da Fapesp. Fez estágio de pós-doutorado também pela Unicamp
com bolsa Fapesp durante o triênio de 2006-2009. Atualmente é Professora de
Literatura Brasileira na Unifesp - campus Guarulhos. Os estudos de maior interesse
são: José de Alencar, Ronald de Carvalho, romance, história e crítica literárias,
epistolografia, romantismo e modernismo.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4768962U8
Paloma Vidal
É escritora, tradutora e professora de Teoria Literária da Universidade Federal de
São Paulo. Possui Graduação em Letras e Filosofia pela Universidade Federal do
Rio de Janeiro (1999/2006), mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro (2002) e doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro (2006). Tem experiência na área de Letras, com ênfase
em Literatura Latino-americana e Teoria Literária, dedicando-se, entre outros, aos
seguintes temas: exílio, memória, narrativas de viagem e peformance.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4768443Y4
Paulo Eduardo Ramos
Doutor em Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (2007) e professor
adjunto do curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus
Guarulhos. É graduado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo
(1995) e em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003). Na
imprensa, trabalhou na “Folha de S.Paulo” (1994-1995), na TV Tribuna, afiliada da
TV Globo (1996-2001) e na TV Cultura (2001-2003). Foi também consultor de língua
portuguesa da “Folha de S.Paulo” e do portal UOL (2006-2008). Como docente,
atuou na USP-Leste (2004), no cursinho Singular-Anglo (1991-2009) e nos cursos de
43
Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo (20042009). É autor de “Bienvenido - Um Passeio pelos Quadrinhos Argentinos”
(Zarabatana, 2010), “A Leitura dos Quadrinhos” (Contexto, 2009), co-organizador de
“Muito Além dos Quadrinhos - Análises e Reflexões sobre a Nona Arte” (Devir, 2009)
e de “Quadrinhos na Educação - Da Rejeição à Prática” (Contexto, 2009). Também é
co-autor de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Contexto,
2009, 3 ed., 3 reimpr.).
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4269468A3
Raquel dos Santos Madanelo Souza
Professora da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp. Possui Doutorado em
Estudos Comparados de Literatura de Língua Portuguesa, pela Universidade de São
Paulo (2008). Possui Mestrado em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal
de Minas Gerais (2003). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em
Literatura, atuando principalmente nos seguintes temas: periódicos; 2a série da
revista "A águia"; saudosismo; revista "Terra de Sol"; Portugal-Brasil; América
Hispânica; revista "Seara Nova"; modernismo.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4762741Y4
Renata Philippov
Possui Graduação em Licenciatura pela Universidade de São Paulo (1995),
Bacharelado em Letras pela Universidade de São Paulo (1994), mestrado em Letras
(Língua e Literatura Francesa) pela Universidade de São Paulo (1999) e doutorado
em Letras pela Universidade de São Paulo (2005). Tem experiência na área de
Letras, com ênfase em Línguas e Literaturas Estrangeiras Modernas, atuando
principalmente nos seguintes temas: língua inglesa, metodologia de ensino,
capacitação docente, Edgar Allan Poe, Charles Baudelaire e literatura.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4278028Z6
Sofia Maria de Sousa Silva
É professora de literatura portuguesa da Universidade Federal de São Paulo, onde
coordena um grupo de estudos de poesia portuguesa envolvendo alunos de
Graduação. Tem Graduação em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro (1998), mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro (2002) e doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro (2007), sendo os dois últimos sob orientação da professora doutora Cleonice
Berardinelli. Recebeu uma bolsa-sanduíche para desenvolvimento de parte da
pesquisa de doutorado na Universidade do Porto, em Portugal, sob a co-orientação
da professora doutora Rosa Maria Martelo. Foi professora dos cursos de Graduação
em Letras, em Artes e em Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio
de Janeiro entre 2002 e 2007. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em
44
Literatura portuguesa, trabalhando principalmente sobre a poesia portuguesa
moderna e contemporânea. Tem experiência ainda na edição de livros.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4792861A9
Terezinha Maria Sprenger
Possui Graduação em Língua e Literatura Inglesas (1981), mestrado em Lingüística
Aplicada e Estudos da Linguagem (1997) e doutorado em Lingüística Aplicada e
Estudos da Linguagem (2004), todos pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo. No mestrado desenvolveu pesquisa na área de Ensino Instrumental de
Línguas e, no doutorado, na área de desenvolvimento on-line de professores.
Atualmente é Professora Adjunta da Universidade Federal de São Paulo, Campus
Guarulhos, integrando o corpo docente do curso de Letras. Faz parte do grupo de
pesquisa EDULANG, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que se
dedica a investigações referentes à linguagem, formação de professores e uso de
tecnologia. Suas áreas de pesquisa de maior interesse atualmente incluem:
aprendizagem do inglês como língua estrangeira, desenvolvimento da autonomia do
aluno e uso de tecnologias educacionais.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4790985U9
5.2. Corpo Técnico Admnistrativo
Cláudio Bevilaqua – Assistente Admnistrativo
Diego Martin Casado – Técnico em Assuntos Educacionais
Vilma Gama Castro – Secretária Executiva
6. INSTALAÇÕES FÍSICAS
O curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo desenvolve suas atividades
no campus da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, em Guarulhos. Até a
presente data deste documento, além das salas de aula equipadas com recursos
audio-visuais, conta com biblioteca, dois laboratórios de informática, auditório para
palestras e outros eventos e uma sala para docentes de Letras. Com a construção
do novo prédio do campus, estão previstas novas instalações que incluem um
laboratório de línguas e novas salas para professores e discentes.
45
7. EMENTAS/PLANOS DE ENSINO DAS U.C.s
Em anexo, estão incluídos os Planos de Ensino e Ementas completos de todas as
disciplinas ministradas até o momento. Com relação às demais disciplinas, foram
anexadas versões parciais dos Planos de Ensino e Ementas, uma vez que tais
documentos ainda se encontram em fase de elaboração.
Guarulhos, 02 de dezembro de 2010.
46
ANEXO
PLANOS DE ENSINO
Disciplinas específicas de Formação Docente
Nome do Componente Curricular:
Práticas de Formação Docente
Período:
6º. Termo/Vespertino e Noturno
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
10 horas
Gerais:
Específicos:
Ementa
Familiarização reflexiva com a dinâmica do cotidiano escolar sob o ponto de vista do
ensino-aprendizagem de línguas e literatura. Reflexão sobre atores, objetivos e
interações na instância escolar, tendo em vista as interfaces entre as concepções
teórico-metodológicas que sustentam as políticas públicas de orientação ao ensino de
línguas e literatura e a organização das atividades pedagógicas na escola.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
47
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas I
Período:
6º. Termo/Vespertino e Noturno
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
10 horas
20 horas
Objetivos
Gerais:
Específicos:
Ementa
Perspectivas teórico-metodológicas, políticas públicas e orientações curriculares acerca
do ensino-aprendizagem de língua portuguesa e literatura na educação básica,
considerando os quatro eixos de ensino: leitura, oralidade, produção escrita e análise
linguística. Formas de organização das atividades pedagógicas, materiais didáticos,
aprendizagem e avaliação (finalidades, instrumentos e critérios). Articulação do
trabalho desenvolvido com as atividades de Estágio Supervisionado em Língua
Portuguesa e suas Literaturas I.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
48
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas II
Período:
7º. Termo/Vespertino e Noturno
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
10 horas
20 horas
Objetivos
Gerais:
Específicos:
Ementa
Processos de ensino-aprendizagem de língua materna e literatura no contexto do
Ensino Fundamental II. Avaliação e elaboração de materiais didáticos para o Ensino
Fundamental II. Planejamento, registro e avaliação de unidades didáticas (atividades,
aulas, sequências didáticas, projetos). Articulação do trabalho desenvolvido com as
atividades de Estágio Supervisionado em Língua Portuguesa e suas Literaturas II.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
49
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Portuguesa e suas
Literaturas III
Período:
8º. Termo/Vespertino e Noturno
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
10 horas
20 horas
Objetivos
Gerais:
Específicos:
Ementa
Processos de ensino-aprendizagem de língua portuguesa e suas literaturas no contexto
do Ensino Médio. Avaliação e elaboração de materiais didáticos para o Ensino Médio.
Planejamento, registro e avaliação de unidades didáticas (atividades, aulas, sequências
didáticas, projetos). Articulação do trabalho desenvolvido com as atividades de Estágio
Supervisionado em Língua Portuguesa e suas literaturas III.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
50
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira I
(Espanhol)
Período: Nono semestre
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40 horas
Objetivos
Gerais:
Promover uma ampla reflexão sobre o ensino e a aprendizagem da língua estrangeira no sistema
escolar brasileiro.
Específicos:
- Refletir sobre os documentos oficiais relativos ao ensino e à aprendizagem da língua estrangeira
espanhol no sistema educacional brasileiro;
- Estabelecer interfaces entre os documentos oficiais referidos anteriormente e os recentes estudos
teóricos sobre políticas linguísticas
Ementa
Estudo dos documentos oficiais relativos ao ensino e à aprendizagem da língua espanhola no sistema
educacional brasileiro em diálogo com as reflexões teóricas sobre políticas linguísticas e sobre as
contribuições da língua estrangeira para a formação crítica dos estudantes. Trabalho orientado através
da interface entre conhecimentos teóricos e propostas didáticas para a prática pedagógica.
Conteúdo Programático





O lugar na língua estrangeira moderna na área de Linguagens, códigos e suas tecnologias.
A visão de língua estrangeira nos Parâmetros Curriculares Nacionais.
As Orientações Curriculares Nacionais para o ensino de espanhol língua estrangeira no
Ensino Médio.
Políticas linguísticas relativas ao ensino e à aprendizagem de espanhol língua estrangeira no
ensino regular
Propostas didáticas para o ensino de espanhol língua estrangeira.
Metodologia de Ensino Utilizada




Aulas expositivas
Debates
Seminários
Apresentação de filmes
Pesquisa

Recursos Instrucionais Necessários

Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
Avaliação processual: fichamentos e/ou apresentação de textos teóricos, elaboração de propostas
didáticas.
Avaliação final: monografia e/ou seminário.
Bibliografia
Básica:
ORIENTAÇÕES Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e suas tecnologias.
Brasília: Secretaria de Educação Básica, 2006.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo do Ensino Fundamental: língua
estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo: apresentação dos temas transversais.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Orientações Educacionais Complementares aos
Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Secretaria de
Educação Média e Tecnológica, 1999.
51
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo do Ensino Fundamental/Língua
Estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PROGRAMA de desenvolvimento profissional continuado. Brasília: MEC/SEF, 1999.
Complementar:
BARALO, M. La adquisición del español como lengua extranjera. Cuadernos de Didáctica del
Español/LE. Madrid: Arco/Libros,1999.
BARROS, Luizete Guimarães et alii. Hispanismo 2004. Florianópolis: UFSC, 2006.
BRUNO, Fátima Cabral (org.). Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e prática. São
Carlos: Claraluz, 2005.
CASTRO, S. T. R. “Teoria e prática na reconstrução da concepção de linguagem de professores de
línguas”. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, n. 1, v. 2, Belo Horizonte, 2002, p. 83-94. Disponível
em <www.letras.ufmg.br>. Acesso em 13 de fevereiro de 2009.
CELADA, M. T. & GONZÁLEZ, N. T. M. “Los estudios de lengua española en Brasil”. In: Anuario de
Estudios Hispánicos 2000. Brasília, Consejería de Educación y Ciencia de la Embajada de España en
Brasil, n. X, 2001. Suplemento “El hispanismo en Brasil”.
FANJUL, A. P. Português-espanhol. Línguas próximas sob o olhar discursivo. São Carlos: Claraluz,
2002.
____________ “Português brasileiro, espanhol de... onde?: analogias incertas”. In: Letras & Letras.
Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia, v. 20, n. 1, p. 165-183, jan./jun.
2004.
FREIRE, PAULO. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
GONZÁLEZ, N. T. M. “La lengua española en Brasil. La lengua española para los brasileños” . Em:
Unidad en la Diversidad, jun. 2000. Disponível em <www.unidadenladiversidad.com/historico/opinion/opinion_ant/2000/julio_2000/opinion120700_03>. Acesso em 14 de fevereiro de 2009.
KULIKOWSKI, M. Z. M. & GONZÁLEZ, N. T. M. “Español para brasileños. Sobre por dónde determinar la
justa medida de una cercanía”. In: Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos, IX, Brasília: Consejería de
Educación y Ciencia de la Embajada de España en Brasil, 1999.
ROJO, R. H. R. & LOPES, L. P. M. Avaliação crítica e propositiva dos PCNEM - Área de Linguagens,
Códigos e suas Tecnologias/Língua Portuguesa e Línguas Estrangeiras (documento base de discussão).
Brasil: MEC, 2004.
TROUCHE, André Luiz G. & REIS, Lívia de Freitas. Hispanismo 2000. Niterói: UFF/Embajada de España
en Brasil, 2001. Tomos I e II.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
52
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira II (Espanhol)
Período: Décimo semestre
Carga horária total: 30 horas
Carga Horária p/ prática: 10
Carga Horária p/ teórica: 20 horas
Objetivos
Gerais:
Promover uma ampla reflexão sobre os métodos e teorias relativos ao ensino e a aprendizagem do
espanhol como língua estrangeira.
Específicos:
- Refletir sobre os métodos e teorias relativos ao ensino e à aprendizagem da língua estrangeira
espanhol no ensino regular;
- Analisar, avaliar e produzir materiais didáticos para o ensino e à aprendizagem de espanhol língua
estrangeira.
Ementa
Estudo de textos teóricos sobre o ensino e a aprendizagem de línguas estrangeiras e análise dos
diferentes instrumentos que dão suporte à prática pedagógica: livros didáticos, dicionários, obras
paradidáticas, plataformas eletrônicas. Trabalho orientado através da interface entre as reflexões
produzidas pelo grupo e a criação de instrumentos adequados à atividade docente em distintos
contextos sócio-educacionais.
Conteúdo Programático





Alcances e limites dos métodos para o ensino e a aprendizagem de línguas estrangeiras.
Língua estrangeira para fins específicos versus língua estrangeira no ensino regular.
O papel da língua estrangeira espanhol para a formação crítica dos estudantes de Ensino
Fundamental e Médio.
Suportes didáticos para o ensino e a aprendizagem de língua estrangeira.
Propostas didáticas para o ensino de espanhol língua estrangeira.
Metodologia de Ensino Utilizada




Aulas expositivas
Debates
Seminários
Apresentação de filmes
Pesquisa

Lousa, equipamentos tecnológicos

Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Avaliação processual: fichamentos e/ou apresentação de textos teóricos, elaboração de propostas
didáticas.
Avaliação final: monografia e/ou seminário.
Bibliografia
Básica:
BARALO, M. La adquisición del español como lenguas extranjera. Cuadernos de Didáctica del
Español/LE. Arco Libros.1999.
CASTRO, S. T. R. Teoria e prática na reconstrução da concepção de linguagem de professores de
línguas. Revista Brasileira de Lingüística Aplicada, Belo Horizonte, v. 02, n. 01, p. 83-94, 2002.
[Disponível em http://www.letras.ufmg.br/rbla/2002_1/artigo4.pdf]
FREIRE, P. Educação e Mudança. Paz e Terra. 1979.
Marcuschi, L.A. Gêneros textuais e funcionalidade. In Dionísio, A.P, Machado, A.R. Bezerra,
BARROS, CRISTIANO SILVA & COSTA, ELZIMAR GOETTENAUER DE MARINS. Formação de
53
professores de espanhol. Os [des]caminhos entre a teoria, a reflexão e a prática. Belo Horizonte: UFMG,
2008.
PARAQUETT, MARCIA. Da abordagem estruturalista à comunicativa: um esboço histórico do ensino de
espanhol LE no Brasil. EM: TROUCHE, ANDRÉ LUIZ G. & REIS, LIVIA FREITAS. Hispanismo 2000.
Niteroi: ABH, 2001.
GONZÁLEZ, NEIDE MAIA. Teoría lingüística y gramática en el aprendizaje y en la enseñanza de ELE.
En: Actas del XIII Seminario de Dificultades Específicas de la Enseñanza del Español a Lusohablantes.
São Paulo: MEC/ES, 2005.
COMPLEMENTAR:
ORIENTAÇÕES Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e suas tecnologias.
Brasília: Secretaria de Educação Básica, 2006.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo do Ensino Fundamental: língua
estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo: apresentação dos temas transversais.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Orientações Educacionais Complementares aos
Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Secretaria de
Educação Média e Tecnológica, 1999.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo do Ensino Fundamental/Língua
Estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PROGRAMA de desenvolvimento profissional continuado. Brasília: MEC/SEF, 1999.
Brasil. Matriz de referência para o ENEM 2009. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira. 2009.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
54
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira I (Francês)
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Histórico do ensino e aprendizagem da língua e da cultura francesa no Brasil, do século XIX
aos nossos dias: contextos e representações. Políticas lingüísticas no atual sistema
educacional brasileiro e o lugar do francês língua estrangeira (FLE). Principais teorias
relativas à “aquisição” e à “aprendizagem” de língua estrangeira (LE). Identificação das
estratégias e estilos de ensino e aprendizagem. As competências (conhecimentos e
habilidades lingüístico-culturais) do professor brasileiro de FLE. Interfaces francês língua
estrangeira x português língua materna: aspectos fonético-fonológicos, morfológicos,
sintático-semânticos ; interferências língua materna na aprendizagem das 4 habilidades
(compreensão oral e escrita; produção oral e escrita) em FLE. Características do ensino e
aprendizagem de FLE (língua e cultura) em contextos endógeno e exógeno.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
BERTOCCHINI, Paola; COSTANZO, Edvige. Manuel de formation pratique pour le professeur
de FLE. Paris : CLE International, 2008.
COURTILLON, Janine. Élaborer un cours de FLE. Paris : Hachette, 2003.
PORCHER, Louis. L´enseignement des langues étrangères. Paris : Hachette, 2004.
Complementar
« Théories linguistiques et enseignement du français aux non francophones ». Revue
Recherches et applications, número especial, Simon Bouchet (org.), julho 2001.
CASTELLOTTI, Véronique. La langue maternelle en classe de langue étrangère. Paris : CLE
International, 2001.
DORRONZORO, Maria Ignacia. “Lectura en lengua extranjera y escritura em lengua
materna: qué relaciones ?”. In: KLETT, Estela (org.). Construyendo la didáctica de las lenguas
extranjeras. Buenos Aires : Araucaria editora, 2009, p. 83-100.
KLETT, Estela et alii. Nouveaux regards sur les pratiques de FLE. Araucaria Editora, 2003.
___________. Didáctica de las lenguas extranjeras: uma agenda actual. Buenos Aires:
Araucaria editora, 2005.
ORLANDI, Eni. Lingua e conhecimento linguístico. Para uma história das ideias no Brasil. São
Paulo: Cortez, 2002.
TAGLIANTE, Christine. La classe de langue. Paris : CLE International, 2006.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
55
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira II (Francês)
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 30 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
10 horas
20 horas
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Princípios e evoluções das metodologias de FLE : da abordagem comunicativa à perspectiva
accional. Apresentação e análise crítica do Quadro Comum Europeu de Referência para as
Línguas : aplicações e implicações teóricas e práticas na perspectiva do aprendiz e do
professor. Análise de métodos e manuais de FLE. Apresentação da produção acadêmica no
campo da “didática” ou “didatologia” do FLE (Brasil e outros países). Identificação de públicos
e objetivos de aprendizagem de FLE em vista da confecção de materiais, planos de ensino e
programas. O ensino da leitura “instrumental” em FLE (compreensão de textos para fins e
públicos específicos): aspectos teóricos e práticos. O ensino de culturas estrangeiras em
língua francesa: do saber à competência intercultural. A avaliação da aprendizagem de
língua-cultura estrangeira: aspectos teóricos e práticos.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
BEACCO, Jean-Claude. Les dimensions culturelles de l´enseignement des langues. Paris :
Hachette, 2000.
BERARD, Évelyne, L´approche communicative. Théorie et pratiques. Paris : CLE
International, 1991.
PUREN, Christian. Histoire des méthodologies de l´enseignement des langues. Paris : CLE
International, 1988.
_____________. La didactique des langues étrangères à la croisée des méthodes. Essai sur
l´éclectisme. Paris : Didier, 1994.
TAGLIANTE, Christine. La classe de langue. Paris : CLE International, 2006.
Complementar
CICUREL, Francine. Lectures interactives en langu étrangère. Paris : Hachette, 1992.
CORACINI, MARIA José. “Interação e sala de aula”. In: Caleidoscópio, vol3., n. 3, p. 199208, set-dez 2005.
__________. A Celebração do Outro: arquivo, memória, identidade. Campinas : Mercado de
Letras, 2007.
DORRONZORO, Maria Ignacia. “Lectura en lengua extranjera y escritura em lengua
materna: qué relaciones ?”. In: KLETT, Estela (org.). Construyendo la didáctica de las
lenguas extranjeras. Buenos Aires : Araucaria editora, 2009, p. 83-100.
___________. “La selección de contenidos para un curso de lectura en lengua extranjera:
una perspectiva possible”. In: KLETT, Estela (dir.). Recorridos em didáctica de las lenguas
extranjeras. Buenos Aires: Araucaria editora, 2007, p. 113-120.
KLEIMAN, Angela. Texto-leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1989.
56
KLETT, Estela. Mosaïque de FLE : aspects didactiques et interculturels. Buenos Aires :
Araucaria Editora, 2004.
_________. Construyendo la didáctica de las lenguas extranjeras. Buenos Aires : Araucaria
editora, 2009.
MANGENOT, François; LOUVEAU, Élisabeth. Internet et la classe de langue. Paris : CLE
International, 2006.
MANGIANTE, Jean-Marc ; PARPETTE, Chantal. Le français sur objectif spécifique : de
l´analyse des besoins à l´élaboration d´un cours. Paris : Hachette, 2004.
MOIRAND, Sophie. Situations d´écrit. Paris: CLE International, 1979.
Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. (disponível on-line :
www.dgidc.min-edu.pt/linguas_estrangeiras/Paginas/QECR.aspx)
PASQUALE, Rosana. « La enseñanza del francés lengua extranjera a través los manuales
contextualizados : entre innovaciones y continuidades. In : KLETT, Estela (dir.).Recorridos
em didáctica de las lenguas extranjeras. Buenos Aires: Araucaria editora, 2007, p. 81-91.
TAGLIANTE, Christine. L´évaluation et le cadre européen. Paris : CLE International, 2005.
ZARATE, Geneviève. Comment enseigner une culture étrangère. Paris ; Hachette, 1986.
____________. Représentations de l´étranger et didactique des langues. Paris : Didier, 1993.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
57
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira I (Inglês)
Período:
Vespertino e Noturno/9º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
20 horas
40 horas
Objetivos
Gerais:
Específicos:
Ementa
Esta unidade curricular busca formar alunos criticamente quanto a questões relativas
ao ensino-aprendizagem de língua inglesa e a criar um lócus para que pensem nos
requisitos para seu Estágio Curricular Supervisionado em Língua Estrangeira I. Tendo
essa meta por base, de forma mais ampla, esta disciplina discutirá as metodologias de
ensino de línguas (tais como: audiolingual method; suggestopaedia, total physical
response), além do pós-método. Os estudos e discussões levarão em conta (1) as
teorias de ensino-aprendizagem (behaviorismo, cognitivismo, humanismo, teoria sociohistórico-cultural) e (2) as visões de linguagem subjacentes a cada método e
abordagem. Em um âmbito mais específico, os alunos poderão elaborar e analisar
planos de ensino, planos de aulas, materiais didáticos e instrumentos de avaliação
com enfoques e/ou temas diversos (as diferentes habilidades, gêneros textuais, o
papel da pronúncia, o espaço da gramática e do vocabulário, etc.), verificando as
concepções teórico-práticas que estes revelam.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
58
Nome do Componente Curricular:
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Língua Estrangeira II (Inglês)
Período:
Vespertino e Noturno/10º. Termo
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
10 horas
20 horas
Objetivos
Gerais:
Específicos:
Ementa
Dando continuidade à unidade curricular homônima, ministrada no semestre anterior,
esta disciplina também busca formar alunos criticamente quanto a questões relativas
ao ensino-aprendizagem de língua inglesa, criando um espaço para que pensem nos
requisitos para seu Estágio Curricular Supervisionado em Língua Estrangeira II.
Tomando por base os documentos oficiais (tais como: PCN-LE; PCN-EM; Orientações
Curriculares para o Ensino Médio) e as questões teórico-metodológicas já estudadas
anteriormente, busca-se fomentar uma reflexão do professor em formação para
análise, execução e avaliação de propostas didático-pedagógicas relativas ao ensino
da língua inglesa para o contexto de ensino-aprendizagem atual. Nesse sentido, serão
levadas em consideração questões tais como: para quê estudar inglês em escolas
regulares (públicas e privadas)? Como ensinar na diversidade - no caso de classes
com alunos que têm necessidades especiais e dificuldades de aprendizagem, por
exemplo? O aluno-professor poderá analisar e elaborar
materiais didáticos e instrumentos de avaliação para o trabalho com a diversidade
estudada.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
59
Língua Portuguesa
Nome do Componente Curricular:
Leitura e Produção de Textos I
Período:
Vespertino e noturno/1º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Gerais
 Introduzir os alunos aos estudos de língua portuguesa contemporâneos e
aprimorar estratégias de leitura e de escrita, especialmente para fins
acadêmicos.
Específicos



Introduzir o aluno sobre diferentes perspectivas teóricas a respeito do estudo da língua
portuguesa que nortearão a atuação dele nos campos acadêmico e didático.
Discutir os distintos conceitos de gramática e os estudos textuais ligados à leitura e à
escrita.
Apresentar as diferentes estratégias interacionais de construção do sentido em textos
escritos, orais, multimodais e em hipertextos, considerando o panorama do letramento
como pano de fundo.
Ementa
Introdução aos estudos de língua portuguesa, bem como a conceitos linguísticos
contemporâneos. Iniciação teórico-prática aos processos de leitura e de escrita em
diferentes esferas discursivas, com predomínio do âmbito acadêmico.
Conteúdo Programático
 Língua, texto e gramática
 Norma, variação e preconceito: uma introdução
 Texto, contexto e produção de sentido
o Coerência: princípio de interpretabilidade
o Contexto: uma representação
o Referenciação e construção de objetos de discurso
o Intertextualidade
o Gêneros e competência metagenérica
o Conhecimentos prévios e compartilhados
o Multimodalidade
 Letramento acadêmico
o Fichamento
60
o Esquema
o Pôster
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Discussões em sala
 Seminários
 Atividades práticas
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa
 Equipamentos multimídia
 Bibliografia proposta
Critérios de Avaliação



Prova individual
Projeto de pesquisa em grupo
Fichamentos
Bibliografia
Básica
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola,
2005.
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Edições
Loyola, 2002.
FRANCHI, Carlos. Mas o que é mesmo gramática? In: Mas o que é mesmo gramática?
2. ed. São Paulo: Parábola, 2006. P. 11-33.
KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 9. ed. 1ª reimpressão.
São Paulo: Contexto, 2008.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. (livro de referência para o curso).
KOCH, Ingedore, MORATO, Edwiges e BENTES, Anna Christina (orgs.).
Referenciação e discurso. São Paulo: Contexto, 2005.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de
Letras; Associação de Leitura do Brasil, 1996.
Complementar
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
61
Nome do Componente Curricular:
Leitura e Produção de Textos II
Período:
Vespertino e noturno/2º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Gerais
 Apresentar ao aluno diferentes perspectivas sobre gênero e contribuir para o que
o discente domine a escrita acadêmica nos gêneros focalizados.
Específicos
 Discussão de perspectivas teórico-analíticas sobre gênero
 Familiarização com diferentes olhares teóricos sobre gênero
 Identificação e produção de gêneros acadêmicos
 Familiarização com técnicas de revisão e edição de textos
Ementa
Familiarização com perspectivas teóricas sobre a noção gênero e o processo de
produção de texto. Análise de gêneros diversos quanto a suas condições de produção
e respectivos reflexos na sua organização e funcionamento discursivo, em particular na
produção e edição de gêneros acadêmicos.
Conteúdo Programático





Noção de gênero textual/discursivo
Diferentes perspectivas teóricas sobre gênero
Domínio de gêneros acadêmicos
Domínio de procedimentos de revisão de textos
Domínio de procedimentos de edição de textos
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Discussões em sala
 Seminários
 Atividades práticas
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa
 Equipamentos multimídia
 Bibliografia proposta
Critérios de Avaliação


Prova
Elaboração de gêneros acadêmicos
62


Revisão e edição de gêneros acadêmicos
Seminários
Bibliografia
Básica
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. 5. ed. São Paulo:
Cortez, 2005.
MAINGUENEAU, Dominique. O discurso literário. São Paulo: Contexto, 2006.
BAZERMAN, Charles. Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo: Cortez,
2005.
DOLZ, Joaquim & SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na escola.
Campinas: Mercado de Letras, 2004.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
Complementar
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
63
Nome do Componente Curricular:
Língua Portuguesa I
Período:
Vespertino e noturno/3º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Gerais
 Apresentar aos alunos conceitos ligados à oralidade, à relação entre fala e
escrita, discutindo suas implicações para práticas sociais de oralidade.
Específicos




Apresentar ao aluno os conceitos de fala e de escrita e a articulação entre as duas
modalidades.
Permitir a leitura crítica de formas de representação da oralidade na escrita.
Tornar o aluno apto a fazer uma leitura teórico-analítica dos conceitos e das
características do texto oral.
Permitir a familiarização com metodologia de coleta, transcrição e retextualização de
registros orais.
Ementa
Introdução aos conceitos de fala e escrita e às inter-relações entre essas modalidades.
Discussão e aplicação de categorias de análise de textos orais. Familiarização
preliminar com aspectos teórico-metodológicos envolvidos na pesquisa de campo
linguística, com foco na investigação da oralidade.
Conteúdo Programático
 Técnicas de coleta, transcrição e retextualização de registros orais
 Relação fala e escrita
 Representação da oralidade na escrita
 Variação linguística
 Marcas do texto oral
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Discussões em sala
 Seminários
 Atividades práticas
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa
 Equipamentos multimídia
 Bibliografia proposta
 Sala de computação
64
Critérios de Avaliação



Prova individual
Projeto de gravação, transcrição e retextualização
Análises de textos orais
Bibliografia
Básica
ARAÚJO, Júlio César Rosa de. A conversa na web: o estudo da transmutação em um
gênero textual. In: LEITE, Marli Quadros. Do falado ao escrito e vice-versa. In: PRETI,
Dino (org.). Oralidade em textos escritos. São Paulo: Humanitas, 2009.
MARCUSCHI, Luiz Antonio e XAVIER, Antonio Carlos. (orgs.) Hipertexto e gêneros
digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. p. 91-109.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Oralidade e letramento: In: Da fala para a escrita:
atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. P. 15-43.
PRETI, Dino. A sociolinguística e o fenômeno da diversidade na língua de um grupo
social: dialetos sociais e níveis de fala ou registros. In: Sociolinguística: os níveis da
fala. São Paulo: Edusp, 2003.
PRETI, Dino. A gíria como um elemento da interação verbal na linguagem urbana. In:
Preti, Dino. Estudos de língua oral e escrita. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª. reimpressão. São Paulo: Contexto, 2010.
P. 31-74.
PRETI, Dino (org.). Análise de textos orais. 5. ed. São Paulo: Humanitas, 2001.
Complementar
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
65
Nome do Componente Curricular:
Língua Portuguesa II
Período:
Vespertino e noturno/4º. Termo
Carga horária total: 60 horas
Carga horária prática: 20 horas
Carga horária teórica: 40 horas
Objetivos
Esta disciplina tem como objetivo apresentar ao aluno os fundamentos da teoria
morfológica e sua aplicação à análise do português do Brasil. Orientada pela
concepção de léxico como componente da gramática – portanto, caracterizado
pela regularidade –, visa a propiciar familiaridade com conceitos fundamentais
tanto para uma investigação mais profunda na esfera teórica quanto para uma
prática docente mais sofisticada e crítica.
Ementa
Discussão e sistematização de conceitos básicos e princípios metodológicos da
Morfologia, apontando interfaces com outros níveis do conhecimento linguístico,
principalmente a Sintaxe e a Semântica.
Conteúdo Programático
1. Unidades de análise: morfologia baseada em morfemas x morfologia baseada
em palavras.
2. Principais contribuições do Estruturalismo norte-americano, da Teoria Gerativa e
da Linguística Cognitiva.
3. Classes de palavras.
4. Derivação no português do Brasil: processos concatenativos e nãoconcatenativos de formação de palavras.
5. Flexão no português do Brasil.
6. PRÁTICA: análise crítica das definições de objetos morfológicos na gramática
tradicional.
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas com espaços para debates e exercícios.
Recursos Instrucionais Necessários
Textos indicados como bibliografia básica.
Lousa.
Critérios de Avaliação
Duas provas
Bibliografia
Básica
BASILIO, Margarida. Substantivação plena e substantivação precária: um estudo
de classes de palavras em português. Texto final de comunicação apresentada no
VII Encontro Nacional de Linguística, 1982.
BASILIO, Margarida. Teoria Lexical. São Paulo: Ática, 1987.
BASILIO, Margarida. Produtividade, função e produção lexical no português
falado. In Atas do IX Congresso Internacional da Associação de Linguística e
Filologia da América Latina. Campinas: UNICAMP/IEL, p. 27-36, 1993.
BASILIO, Margarida. O fator semântico na flutuação substantivo/adjetivo em português.
In: Jürgen Heye (Org.). Flores verbais. Rio de Janeiro: 34, 1995, p. 177-192.
BASILIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São
66
Paulo: Contexto, 2004.
BASILIO, Margarida. Fatores funcionais e cognitivos na flutuação N/Adj no português do
Brasil. In SOARES DA SILVA, Augusto; TORRES, Amadeus & GONÇALVES, Miguel
(Org.). Linguagem, cultura e cognição: estudos de Linguística Cognitiva. Coimbra:
Almedina, 2004.
GONÇALVES, Carlos Alexandre. Flexão e derivação em português. Rio de
Janeiro: Editora da UFRJ, 2005.
PERINI, Mário. Gramática descritiva do português. 2. ed. São Paulo: Ática, 1996.
ROSA, Maria Carlota. Introdução à Morfologia. São Paulo: Contexto, 2000.
Complementar
BASILIO, Margarida & MARTINS, Helena. Verbos denominais no português falado. In
Ingedore Koch (Org.). Gramática do português falado VI. Campinas: UNICAMP, 1996.
BASILIO, Margarida. O papel da metonímia nos processos de formação de
palavras: um estudo dos verbos denominais em português. In Revista da
ABRALIN, vol. VI, nº 2, 2007.
CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova gramática da língua portuguesa. Rio de
Janeiro: Lexykon, 2009.
ILARI, Rodolfo; CASTILHO, Ataliba & ALMEIDA, Maria Lucia Leitão de. A preposição. In
ILARI, Rodolfo & NEVES, Maria Helena de Moura (Org.). Gramática do português culto
falado no Brasil. Campinas: Editora da UNICAMP, 2008, v. 2, p. 623-808.
PERINI, Mário. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 1997.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
67
Nome do Componente Curricular:
Língua Portuguesa III
Período:
Vespertino e noturno/5º. Termo
Carga horária total: 60 horas
Carga horária prática: 20
Carga horária teórica: 40
Objetivos
Esta disciplina tem como objetivo apresentar ao aluno os fundamentos da teoria
sintática e sua aplicação à análise do português do Brasil. De base gerativa, visa a
propiciar familiaridade com conceitos fundamentais tanto para uma investigação
mais profunda na esfera teórica quanto para uma prática docente mais sofisticada
e crítica.
Ementa
Discussão e sistematização de conceitos básicos e princípios metodológicos da
Sintaxe, apontando interfaces com outros níveis do conhecimento linguístico,
principalmente a Morfologia e a Semântica.
Conteúdo Programático
1.
2.
3.
4.
5.
A estrutura da sentença no português do Brasil.
Complementação no português do Brasil.
Predicação no português do Brasil.
Adjunção no português do Brasil.
A proposta da Gramática das Construções ao tratamento da estrutura
argumental nas línguas naturais.
6. PRÁTICA: análise crítica das definições de objetos sintáticos na gramática
tradicional.
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas com espaços para debates e exercícios.
Recursos Instrucionais Necessários
Textos da bibliografia básica, lousa.
Critérios de Avaliação
Duas provas.
Bibliografia
Básica
BERLINCK, Rosana de Andrade; DUARTE, Maria Eugênia Lamoglia & OLIVEIRA,
Marilza de. Predicação. In KATO, Mary & NASCIMENTO, Milton do (Org.).
Gramática do português culto falado no Brasil. Vol. III. Campinas: Editora da
UNICAMP, 2009.
CIRÍACO, Larissa & CANÇADO, Márcia. Inacusatividade e inergatividade no PB.
In Cadernos de Estudos Linguísticos da UNICAMP. Campinas: Editora da
UNICAMP, 2006.
CYRINO, Sonia; NUNES, Jairo & PAGOTTO, Emilio. Complementação. In KATO,
Mary & NASCIMENTO, Milton do (Org.). Gramática do português culto falado no
Brasil. Vol. III. Campinas: Editora da UNICAMP, 2009.
DUARTE, Maria Eugênia Lamoglia. Termos da oração. In BRANDÃO, Silvia &
VIEIRA, Sílvia. Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007.
DUARTE, Maria Eugênia Lamoglia. Coordenação e subordinação. In BRANDÃO,
68
Silvia & VIEIRA, Sílvia. Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo:
Contexto, 2007.
MIOTO, Carlos; FIGUEIREDO SILVA, Maria Cristina & LOPES, Ruth
Vasconcellos. Manual de sintaxe. 3. ed. Florianópolis: Insular, 2007.
NASCIMENTO, Mauro José Rocha do. Repensando as vogais temáticas nominais
a partir da gramática das construções. Tese de doutorado, UFRJ, 2006, cap. 3, p.
25-50.
ORSINI, Mônica & VASCO, Sérgio. Português do Brasil: língua de tópico e de
sujeito. In Diadorim. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2007, p. 83-98.
ROCHA, Maura Freitas & LOPES, Ruth Vasconcellos. Adjunção. In KATO, Mary
& NASCIMENTO, Milton do (Org.). Gramática do português culto falado no
Brasil. Vol. III. Campinas: Editora da UNICAMP, 2009.
RODRIGUES, Violeta Virgínia. Correlação. In BRANDÃO, Silvia & VIEIRA, Sílvia.
Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007.
Complementar
GALVES, Charlotte. Algumas diferenças entre português de Portugal e português
do Brasil e a teoria de regência e vinculação. In Anais do Congresso sobre a
Situação Atual da Língua Portuguesa no Mundo. Lisboa: ICALP, 1983, vol. 2, p.
55-65.
GALVES, Charlotte. O objeto nulo no português brasileiro: percurso de uma
pesquisa. Cadernos de Estudos Linguísticos da UNICAMP. Campinas, vol. 19,
1989, p. 65-90.
DILINGER, Mike; GALVES, Charlotte; CERQUEIRA, V.; PAGOTTO, Emilio.
Padrões de complementação no português falado. In KATO, Mary (Org.).
Gramática do português falado V. Campinas: UNICAMP, 1996, p. 275-326.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
69
Nome do Componente Curricular:
Língua Portuguesa IV
Período:
Vespertino e noturno/ 6º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Exploração teórico-analítica de processos de construção de sentido em textos de
gêneros diversos, com base nos referenciais da Linguística Textual e da Pragmática.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Discussões em sala
 Seminários
 Atividades práticas
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa
 Equipamentos multimídia
 Textos da bibliografia proposta
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
70
Estudos Linguísticos
Nome do Componente Curricular:
Introdução aos Estudos Linguísticos
Período:
Vespertino e Noturno/ 1° termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Gerais
Introduzir o aluno à investigação científica dos fatos linguísticos e à Linguística e ao
estudo dos principais autores da área.
Específicos
Levar o aluno a observar a multiplicidade de questões mobilizadas quando nos
lançamos a investigar a linguagem humana (culturais, sociais, históricas, teóricas entre
outras). Introduzir o estudante no campo da teorização Linguística, bem como fornecer
subsídios teóricos básicos para a compreensão, problematização e análise dos fatos
Linguísticos em seus diferentes níveis de análise e em suas distintas abordagens.
Ementa
Introdução ao estudo científico da linguagem em sua expressão falada e escrita. Os
estudos linguísticos nos séculos XIX, XX e XXI. Saussure e o Curso de Linguística
Geral. As principais abordagens linguísticas. Os campos de investigação da
Linguística. Níveis de análise linguística. Os principais objetos teóricos da Linguística.
Conteúdo Programático
 A investigação científica da linguagem: Linguagem, Língua e Linguística.
 Método científico e dado; as noções de fonte linguística, dado, corpus,
transcrição.
 Níveis de análise linguística (fonético, fonológico, morfológico, sintático,
discursivo) e as principais áreas da Linguística.
 Os objetos teóricos da Linguística do século XIX: os estudos comparatistas
 Ponto de vista normativo e pontos de vista descritivo e explicativo (e as noções
de gramática)
 A Linguística como ciência piloto no século XX
 A natureza do signo linguístico
 Signo linguístico e significação (Saussure, Hjelmslev, Benveniste, Jakobson)
 As relações entre a Linguística e outras áreas do conhecimento: Sociolinguística,
Psicolinguística, Linguística Cognitiva, entre outras
 Introdução a alguns objetos teóricos da Linguística (teoria e análise). Variação
linguística e Mudança linguística; Competência linguística e Aquisição da
linguagem.
Metodologia de Ensino Utilizada
71
Aulas expositivas
Discussão em torno dos textos sugeridos como leitura
Exercícios de análise linguística
Análise conjunta e discussão de dados de distintas fontes linguísticas
Recursos Instrucionais Necessários
Computador
Data-show
Fotocópias
Aparelho e Caixas de som
Critérios de Avaliação
Serão propostas duas provas dissertativas ao longo do semestre, nas quais serão
solicitados os conteúdos e os conceitos estudados no curso. Poderão ser instrumentos
de avaliação: trabalhos teóricos, seminários, leituras programadas, fichamentos e
produção de projeto/plano de ensino.
Recuperação/exame: realização de prova teórica escrita.
Bibliografia
Básica
BENVENISTE, E. (1966). Problemas de linguística geral I. São Paulo, Nacional/EDUSP.
BENVENISTE, E. (1974). Problemas de linguística geral II. São Paulo, Nacional/EDUSP.
CÂMARA JR., J. M. (1964). Princípios de linguística geral. Rio de Janeiro, Acadêmica.
CÂMARA JÚNIOR, J. M. (1975). História da linguística. Petrópolis: Vozes.
CHOMSKY, N. (1986) O conhecimento da Língua: sua natureza, origem e uso. Lisboa, Editorial
Caminho.
FIORIN, J. L. (2002). Introdução à Linguística. Volume I. São Paulo, Contexto.
FIORIN, J.L. (2003). Introdução à Linguística. Volume II. São Paulo, Contexto.
JAKOBSON, R. (1973). Linguística e Comunicação. São Paulo, Cultrix.
LYONS, J. (1982). Lingua(gem) e Linguística. Rio de Janeiro, Zahar.
MARTIN, R. (2005). Para entender a linguística. São Paulo, Parábola.
MARTINET, A. (1978). Elementos de linguística geral. São Paulo: Martins Fontes.
MATTOS e SILVA, R. V. Ouvir o inaudível. História concisa da Linguística Histórica.
MUSSALIM, F. e BENTES, A. C. (2001) Introdução à Linguística I: Domínios e fronteiras. São
Paulo: Cortez.
MUSSALIM, F. e BENTES, A. C. (2006) Introdução à Linguística II: Domínios e fronteiras. São
Paulo: Cortez.
MUSSALIM, F. e BENTES, A. C. (2007) Introdução a Linguística III: Fundamentos
epistemológicos. São Paulo: Cortez.
SAUSSURE, F. de (1970). Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix. (Este livro será
referencial para as leituras do curso).
Complementar
CÂMARA JR., J. M (1986) Problemas de Linguística Descritiva. Petrópolis, Vozes.
HJELMSLEV, L. (1973). Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo, Perspectiva.
ILARI, R. (1992). Linguística Românica. São Paulo. Ática.
LABOV, W. (1972/2008). Padrões sociolinguísticos. Parábola.
72
MARCUSCHI, L. A. (2008) Produção textual, análise de gêneros e compreensão. Parábola.
MATTOS e SILVA, R. V. Ouvir o inaudível. História concisa da Linguística Histórica.
MOLLICA, M. C. (1992) (org.) Introdução à Sociolinguística. Cadernos Didáticos da UFRJ. Rio
de Janeiro.
SAPIR, E. Language, an introduction to the study of speech. 1929. Nova York: Harcourt, Brace
and Company.
SLOBIN, D. (1980). Psicolinguística. São Paulo, Cultrix.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
73
Nome do Componente Curricular:
Linguística I
Período:
Vespertino e Noturno/ 3° termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Gerais
Introdução aos estudos de orientação sociolinguística.
Específicos
Levar o aluno a explorar e a entender conceitos que fundamentais para as
investigações sociolinguísticas atuais. Observar as relações entre variáveis linguísticas
e variáveis sociais.
Ementa
Teoria Linguística e Teoria Social. As possíveis relações entre sociologia, linguística e
antropologia, variáveis linguísticas e extralinguísticas. Processos sociais na estrutura
linguística, situação social, interação, situação de uso da linguagem, organização social
do discurso e da interação social.
Conteúdo Programático
Teoria Linguística e Teoria Social.
Antropologia e Linguística.
Variáveis intralinguísticas e extralinguísticas.
Variáveis sociais.
Contato linguístico.
Línguas Indígenas; línguas crioulas, bilinguismo.
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas
Discussão em torno dos textos sugeridos como leitura
Exercícios de análise linguística
Análise conjunta e discussão de dados de distintas fontes linguísticas
Recursos Instrucionais Necessários
Computador
Data-show
Fotocópias
Caixas de som
Critérios de Avaliação
Leitura dos textos discutidos e comentados em aula.
Comparecimento às aulas.
Prova teórica em sala de aula.
74
Bibliografia
Básica
Durante o curso, será privilegiada a leitura dos textos originais.
ABRAÇADO, Jussara. A influência do princípio do peso na ordem do verbo-sujeito no
português de contato do Ato Xingu. (2008). Pp. 13-19.
LUCHESI, Dante. 2009 O português afro-brasileiro.
GOFFMAN, E. A situação negligenciada (1964) (original The Neglected Situation, 1964,
American Anthropologist, 66 (6): 133-166.
GUMPERZ, J. Convenções de contextualização (1982) (original Contextualization
conventions in Discourse Strategies, 1982).
LABOV, W. O reflexo de processos sociais na estrutura linguística (2008) p. 139 – 159.
Original: publicado em 1968 in Readings in the Sociology of Language.
LÉVI-STRAUSS, P. C. 79-92, in Antropologia estrutural. Cosac Naify. Original
Conference of Antropologists and Linguistics, Supplement to International Journal of
American Linguistics (1952).
GARCEZ, P. M. Deixa eu te contar uma coisa: o trabalho sociológico do narrar na
conversa cotidiana. P. 189-214. 2001
RODRIGUES, A. D. Sobre as línguas indígenas e sua pesquisa no Brasil. Ciência e
Cultura (SBPC), São Paulo, v. 57, n. 2, p. 35-38, 2005.
Complementar
LEIBING, A. e D. GROISMAN (2001): Tão alto quanto o morro: identidades
localizadas de mulheres hipertensas na favela da Mangeira p. 259-276.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
75
Nome do Componente Curricular:
Linguística II
Período:
Vespertino e noturno/ 4° termo
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
10 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
20 horas
Gerais
Introduzir o aluno ao campo da teoria e análise linguística dedicada aos níveis fonético
e fonológico, fornecendo conceitos fundamentais do campo dos estudos linguísticos.
Específicos
Explorar análises de línguas naturais (dentre elas o Português Brasileiro), orientandose tanto para o conhecimento dos sistemas fonético-fonológicos destas quanto para as
implicações desses estudos para os campos da aquisição da linguagem, da linguagem
em interação, da descrição das línguas indígenas e das reflexões em torno das
relações entre oralidade e escrita.
Ementa
Introdução ao campo da teoria e analise fonéticas e fonológicas. Subsídios teóricometodológicos para: pratica de transcrição de linguagem; analise de processos
fonológicos e; analise dos níveis fonético, fonológico, prosódico de línguas naturais.
Sistema fonético e fonológico do Português Brasileiro (PB).
Conteúdo Programático
 Produção da fala; aparelho fonador; processos aerodinâmicos, fonatórios e
articulatórios.
 Modos e pontos de articulação; consoantes e vogais; articulações secundárias.
 IPA (International Phonetic Alphabet)
 Noções como: som, onda sonora, ciclo, período, frequência (fundamental e
harmônicos), intensidade e formantes.
 Conceitos: fonema, alofone, arquifonema, traços distintivos.
 Interface fonética-fonologia.
 Sílaba, prosódia (ritmo e entoação).
 Sistemas fonológicos (processos e representações).
 Noções opositivas: contraste, distribuição complementar, neutralização.
 PRÁTICA: Análise fonológica.
 PRÁTICA: Produção, reconhecimento e transcrição dos sons de línguas naturais.
 Noções iniciais para a leitura e interpretação de gráficos, espectrogramas e
curvas.
Metodologia de Ensino Utilizada
76
Aulas expositivas.
Aulas práticas de laboratório de Fonética.
Recursos Instrucionais Necessários
Leitura e discussão de textos da bibliografia básica.
25 computadores disponíveis para uso com instalação do PRAAT (software gratuito:
http://fonsg3.hum.uva.nl/praat/).
Reserva da sala de informática para quatro sessões de trabalho de três horas.
01 caixa de som (para uso em sala de aula).
Fones de ouvido (fechados, próprios para transcrição e audição fina de sons).
Critérios de Avaliação
Prova teórica
Avaliação do componente prático: presença do aluno (por questões práticas e
técnicas, não será possível reposição em casos de falta); Atividade realizada (a
escolher: transcrição no PRAAT com analise; Registro e transcrição de um extrato de
interação feito pelo aluno; Analise fonológica de um conjunto de dados fornecidos pelo
professor).
Listas de exercícios que deverão ser entregues ao longo do semestre.
A avaliação final será feita com base nesses três instrumentos de avaliação.
Exame/Recuperação: Prova teórica escrita.
Bibliografia
Básica
ARAUJO, G.A. (org.) O acento em português. Abordagens fonológicas. São Paulo:
Parábola, 2007.
BISOL, L. (org.). Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto
Alegre: EDIPUCRS, 2005.
BISOL, L. Brescancini, C. (2002). Fonologia e variação: recortes do português
brasileiro. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
CAGLIARI, L.C. Elementos de fonética do português brasileiro. São Paulo: Paulistana,
2007.
CAGLIARI, L.C. Análise fonológica. Campinas: Mercado de Letras, 2002.
CAGLIARI, L.C. Acento em português. Campinas: Edição do Autor, 1999.
CALLOU, D. & LEITE, Y. Iniciação à Fonética e à Fonologia. 1990.
CAMARA, MATOSO.
CRISTÓFARO SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português - Roteiro de Estudos e
Guia de Exercícios. 9. ed. São Paulo: Editora Contexto. 2007
CHAGAS de Souza, P. & SANTANA SANTOS, R. 'Fonologia', in Fiorin, José Luiz
(org.). Introdução à Linguística II: Princípios de Análise. São Paulo: Contexto. 2003.
FIORIN, J.L. (2003). Introdução à Linguística: Princípios de Analise. Volume II. São
Paulo, Contexto. 2003.
JAKOBSON, R. Fonema e Fonologia. Editora Acadêmica. 1967
MASSINI-Cagliari, G. Fonética. In MUSSALIM; F. BENTES; A.C (orgs.) Introdução à
Linguística I. Editora Cortez. 2001.
MORI, A. C. Fonologia. In MUSSALIM; F. BENTES; A.C (orgs.) Introdução à
Linguística I. Editora Cortez. 2001
TRUBETZKOY, N.S. (1973). Princípios de fonologia. Trad. Luís J. Prieto. Madrid:
Cincel. (Original Grundzüge der Phonologie (Princípios da fonologia), publicado em
1939). Versão em inglês: Principles of Phonology University of California: Berkeley
77
(1969).
Complementar
ALBANO, E. C. Os gestos e suas bordas: esboço de fonologia acústico-articulatória do
português brasileiro. 2001.
ALBANO, E. C. Da fala à linguagem tocando de ouvido. Martins Fontes, 1990.
DARCILA, S. Considerações sobre a fala e a escrita: fonologia em nova chave. São
Paulo. Parábola. 2006.
KELLY, Von John & LOCAL, John. Doing phonology: observing, recording, interpreting.
Manchester: Manchester University Press.1989.
TUTORIAL PRAAT (download) :
Inglês: http://www.fon.hum.uva.nl/praat/manual/Intro.html
Português: (será fornecido em aula)
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
78
Nome do Componente Curricular:
Linguística III
Período:
Vespertino e noturno/ 8º. termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Gerais
Introdução às diferentes perspectivas nos estudos discursivos bem como conceitos
básicos da área.
Específicos
Levar o aluno a identificar as diferentes perspectivas no interior dos estudos
discursivos, operacionalizando os conceitos básicos e os procedimentos metodológicos
apresentados.
Ementa
Introdução às diferentes perspectivas teóricas de Análises do Discurso. Familiarização
com conceitos, categorias e procedimentos teórico-metodológicos centrais para a
realização de análises discursivas de diferentes orientações.
Conteúdo Programático
1. Linguística, enunciação, discurso
2. Panorama dos estudos discursivos
3. Conceitos básicos dos estudos discursivos
4. Introdução às reflexões de Benveniste e do Círculo de Bakhtin
5. Introdução à Semiótica discursiva e à Análise do discurso francesa.
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas
Discussão em torno dos textos sugeridos como leitura
Fichamentos
Recursos Instrucionais Necessários
Computador
Data-show
Fotocópias
Aparelho de som
Caixas de som
Critérios de Avaliação
Serão propostas duas provas ao longo do semestre, nas quais serão solicitados os
conteúdos e os conceitos estudados no curso. Poderão ser instrumentos de avaliação:
79
trabalhos teóricos, seminários, leituras programadas e produção de projeto/plano de
ensino.
Recuperação/exame: realização de prova teórica escrita.
Bibliografia
Básica
BARROS, D. L. P. de e FIORIN, J. L. (orgs.) (1994) Dialogismo, Polifonia, Intertextualidade: em
torno de Bakhtin Mikhail. São Paulo, Edusp.
BARROS, D.L.P. de (1988) Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São Paulo, Atual.
BENVENISTE, E. (1991) Problemas de linguística geral I. Campinas, Pontes.
______ (1974) Problemas de linguística geral II, Campinas, Pontes, 1989.
BRANDÃO, H. H. N. (1994) Introdução à análise do discurso. Campinas, Unicamp.
CITELLI, A. (1993) Linguagem e persuasão. São Paulo, Ática.
COELHO, E. P. (org.) (1967) Estruturalismo: antologia de textos teóricos. São Paulo, Martins
Fontes.
DUCROT, O. (1977) Princípios de semântica linguística. São Paulo, Cultrix.
______ (1987) O dizer e o dito. Campinas, Pontes.
FÁVERO, L. L. (1991) Coesão e coerência textuais. São Paulo, Ática.
FÁVERO, L. L. & KOCH, I. G. V. (1994) Linguística Textual: introdução. São Paulo, Cortez.
FIORIN, J. L. (1994) Elementos de análise do discurso, 4. ed. São Paulo, Contexto.
GADET, F. & HAK, T. (org.) (1990) Por uma análise Automática do Discurso. Campinas,
Unicamp.
GUILHAUMOU, J. e MALDIDIER, D. (1989) “Da enunciação ao acontecimento discursivo em
Análise do Discurso” in GUIMARÃES, E. (org.), História e sentido na linguagem. Campinas,
Pontes.
MAINGUENEAU, D. (1990) “Análise de Discurso: a questão dos fundamentos”, Cadernos de
Estudos Linguísticos n. 19. Campinas, Unicamp.
______ (1993) Novas tendências em análise do discurso. Campinas, Pontes.
PARRET, H. (1988) Enunciação e pragmática. Campinas, Unicamp.
PÊCHEUX, M. (1988) Semântica e discurso. Campinas, Unicamp.
______ (1990) GADET, F., e HAK, T. (orgs.), Por uma análise automática do discurso: uma
introdução à obra de M. Pêcheux. Campinas, Unicamp.
______ (1990b) “Delimitações, inversões, deslocamentos”, Cadernos de Estudos Linguísticos
nº 19. Campinas, Unicamp.
Complementar
BAKHTIN, M. (VOLOSHINOV). Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo, Hucitec,
1979.
BERTRAND, D. Caminhos da semiótica literária. Bauru: EDUSC, 2003.
BRAIT, B. (Org.). Bakhtin, dialogismo e construção do sentido. Campinas: Editora da
UNICAMP, 1997.
FARACO, C. A. Linguagem e diálogo: as ideias linguísticas do Círculo de Bakhtin.
Curitiba: Criar Edições, 2003.
MALDIDER, D. A inquietação do discurso: (re)ler Michel Pêcheux hoje. Campinas:
Pontes, 2003.
MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. Introdução à linguística: fundamentos epistemológicos.
São Paulo: Cortez, 2004.
80
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
81
Estudos Clássicos
Nome do Componente Curricular:
Introdução aos Estudos Clássicos
Período:
Vespertino e Noturno/1º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Gerais
Leitura e discussão de um repertório de textos da Antigüidade Clássica, a fim de
possibilitar ao aluno uma reflexão sobre questões literárias, bem como familiarizá-lo
com a cultura greco-latina.
Ementa
A proposta do curso é apresentar ao aluno diferentes gêneros literários praticados da
Antiguidade Clássica, bem como introduzi-lo à discussão teórica sobre poética na
Antiguidade.
Conteúdo Programático
- Poesia Épica: Homero, Hesíodo, Virgílio
- Poesia Lírica, Elegia e Jambo
- Poesia Dramática: Tragédia e Comédia
- Gêneros em Prosa
- A Discussão Teórica sobre os Gêneros na Antigüidade
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas
Atividades envolvendo leitura, interpretação e discussão de textos
Recursos Instrucionais Necessários
Bibliografia
Critérios de Avaliação
Prova, trabalhos.
Bibliografia
Básica
ARISTÓFANES. Duas Comédias: Lísistrata e as Tesmoforiantes. Trad. de Adriane da
S. Duarte. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
ARISTÓTELES. Poética. Trad. Eudoro de Souza. Lisboa, Imprensa Nacional, 1986.
ARISTÓTELES. Retórica. Trad. Quintín Racionero. Madrid, Gredos, 1990.
ARISTÓTELES, HORÁCIO, LONGINO. A poética clássica. Trad. Jaime Bruna. São
Paulo, Cultrix, 1981.
82
EURÍPIDES. Medéia. Trad. de Flávio Ribeiro de Oliveira. São Paulo: Odysseus, 2005.
EURÍPIDES. Medéia. Trad. de Jaa Torrano. São Paulo: Hucitec, 1991.
HERÓDOTO. História. Trad. Mario da Gama Cury. Brasília: UnB, 1988.
HESÍODO. Teogonia. Estudo e tradução de Jaa Torrano. São Paulo, Iluminuras, 1991.
HOMERO. Ilíada. Trad. de Carlos Alberto Nunes. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
HOMERO. Ilíada. Trad. de Haroldo de Campos. São Paulo: Arx, 2003.
HOMERO. Odisséia. Trad. de Carlos Alberto Nunes. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
HORÁCIO. Arte Poética. Trad. de. R. Rosado Fernandes. Lisboa: Editorial Inquérito,
1984.
LOURENÇO, F. (org.). Poesia Grega de Álcman a Teócrito. Lisboa: Cotovia, 2006.
NOVAK, Maria da Glória (org.). Poesia lírica latina. São Paulo, Martins Fontes, 1992.
OLIVA NETO, J. A. O Livro de Catulo. São Paulo: Edusp, 1996.
PLATÃO. A República. Trad. de A. L. de Almeida Prado. São Paulo: Martins, 2006.
SÓFOCLES. Édipo Rei. Trad. de Trajano Vieira. São Paulo: Perspectiva, 2001.
VIRGÍLIO. Eneida. Trad. Carlos Alberto Nunes. Brasília: UNB, 1975.
VIRGÍLIO. Eneida Brasileira. Trad, de M. Odorico Mendes. Campinas: Unicamp, 2008.
Complementar:
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
83
Nome do Componente Curricular:
Elementos de Língua Grega
Período:
Vespertino e Noturno/2º. Termo
Carga horária total:
30 horas
Carga Horária p/ prática:
10 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
20 horas
Gerais
Introduzir aos alunos elementos básicos da morfologia e da sintaxe da Língua Grega
Clássica.
Específicos
Tornar o aluno capaz de identificar certos radicais e desinências da língua grega, bem
como apresentá-lo à história da língua grega e a algumas questões teóricas que dizem
respeito à semântica do verbo grego.
Ementa
Analisar a formação de palavras e os usos dos casos na língua grega, a fim de que o
aluno identifique sua propriedade morfossintática.
Conteúdo Programático
 O Alfabeto Grego
 Fonética do Grego
 Morfologia Nominal: Formação e Declinação
 Morfologia Verbal: O presente do indicativo
 Sintaxe: Predicado Nominal e Predicado Verbal
 Sintaxe: Uso dos casos
 Semântica: o sistema verbal grego
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Exercícios em sala
Recursos Instrucionais Necessários
Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação

Prova
 Exercícios
Bibliografia
84
Básica
BRANDÃO, J. & SARAIVA, M. O. & LAGE, C. Introdução ao Grego Antigo. Belo Horizonte:
Universidade Federal de Minas Gerais, 2005.
CHRISTIDIS, A. A History of Ancient Greek: from the Beginnings to Late Antiquity.
Cambridge: Cambridge University Press, 2007.
DEZOTTI, M. & MALHADAS, D. & NEVES, M. Dicionário Grego-Português - Vol. 1. São
Paulo: Ateliê, 200
___________________________________. Dicionário Grego-Português - Vol. 2. São
Paulo: Ateliê, 2007.
___________________________________. Dicionário Grego-Português - Vol. 3. São
Paulo: Ateliê, 2008.
___________________________________. Dicionário Grego-Português - Vol. 4. São
Paulo: Ateliê, 2009.
FREIRE, A. Gramática Grega. São Paulo: Martins, 2008.
RIJKSBARON, A. The Syntax and Semantics of the Verb in Classical Greek: An
Introduction. Chicago: The University of Chicago Press, 2007.
SMYTH, H. W. Greek Grammar. Cambridge: Harvard University Press, 1956.
Complementar
ALLEN, W. S. Vox Graeca: The Pronunciation of Classical Greek. Cambridge: Cambridge
University Press, 1987.
BAILLY, A. Dictionnaire Grec-Français. Paris: Hachette, 2000.
CHANTRAINE, P. Dictionnaire étymologique de la langue grècque. Paris: Klincksieck, 1984.
LIDDELL, H. & SCOTT, R. & JONES, H. A Greek-English Lexicon. Oxford: Clarendon
Press, 1940.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
85
Nome do Componente Curricular:
Língua Latina I
Período:
Vespertino e Noturno/3º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Gerais
Introdução à língua latina.
Específicos
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Ementa
O curso tem por objetivo introduzir os alunos no estudo da língua latina através da
leitura e tradução de pequenos trechos adaptados da peça Aulularia de Plauto, de
epigramas integrais de Marcial, aliados ao estudo da gramática latina, com base no
método Reading Latin.
Conteúdo Programático
O conteúdo do curso será divido nos seguintes módulos:
a. Elementos de fonética latina, prosódia e pronúncia.
b. Flexão Nominal: 1°, 2° e 3°declinações.
c. Flexão Verbal: presente do indicativo ativo, infinitivo e imperativo de verbos regulares
e irregulares.
d. Preposições, pronomes e conjunções.
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas e realização de exercícios em classe e extra-classe.
Recursos Instrucionais Necessários
Apostila a ser disponibilizada aos alunos, composta da tradução para o português de
partes do método Reading Latin. Durante as aulas, serão utilizados, além do material
impresso: Lousa, Equipamento de projeção audiovisual (projetor, DVD, VHS, datashow.
Critérios de Avaliação
Os alunos serão avaliados a partir de sua resposta a séries especiais de exercícios
gramaticais, de sua participação nas atividades realizadas em sala de aula, de duas
avaliações escritas e, eventualmente, de um exame final. É necessário ter freqüência
mínima de 75%.
Bibliografia
Básica:
Apostila preparada pelo professor, com base no método didático:
JONES, Peter & Keith SIDWELL, Reading Latin. 2 v. Cambridge: University Press,
1989.
Dicionários:
ERNOUT, A. e A. MEILLET, A., Dictionnaire étymologique de la langue latine. Paris:
Klincksieck, 1967.
FARIA, E. Dicionário escolar latino-português. Rio de Janeiro, MEC/FAE, 1953.
86
GAFFIOT,F.. Dictionaire Latin-Français. Paris, Hachette
GLARE, P. G. W., Oxford Latin Dictionary. Oxford: Clarendon Press, 1989.
SARAIVA, F.R. dos Santos. Novíssimo dicionário latino-português. Rio de Janeiro/Belo
Horizonte, Garnier, 1993.
TORRINHA, F. Dicionário latino-português. Porto, Gráficos Reunidos, 1986.
HARVEY, P. Dicionário Oxford de Literatura Clássica. Rio de Janeiro, Jorge Zahar,
1987.
Gramáticas:
ALLEN, J. H.; GREENOUGH, J. B. New latin grammar. Boston: Ginn and Company,
1931.
BESSELAAR, J J van den. Propylaeum latinum. Sao Paulo: Herder, 1960.
CART, A. et al.. Gramática latina. Trad. e adap. Maria Evangelina V.N. Soeiro. São
Paulo, EDUSP, 1986.
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao Latim. São Paulo, Ática, 1993
ERNOUT, A. Syntaxe Latine. Paris, Klincksieck, 1986.
FARIA, E. Gramática Superior da Língua Latina. Rio de Janeiro, Livraria Acadêmica,
1958.
RUBIO, L.. Nueva gramatica latina.Madrid, Coloquio, 1990.
SIHLER, A. L., New Comparative Grammar of Greek and Latin. Nova York / Oxford
University Press, 1995.
CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP –
Companhia Editora Nacional, 2008
Bibliografia Complementar:
Alfabeto e escrita em Roma antiga:
DESBORDES, F. Concepções de escrita em Roma antiga. São Paulo: Ática, 1995
KENYON, F. G.. Books and readers in ancient Greece and Rome. Oxford: 1932; 2e éd.,
1951.
CAVALLO, G. (Ed.) Libri, editori e pubblico nel mondo antico. Rome-Bari: Laterza,
1977.
CAVALLO (Guglielmo). Scrittura e civiltà, 2. 1978. Sobretudo: «Rapporto sulla
diffusione della scrittura nell’Italia antica», p.5-33.
MOMIGLIANO, A; SCHIAVONE, A. Storia di Roma. t.IV. Turin: G. Einaudi, 1989.
87
Sobretudo: CAVALLO, G., «Libro e cultura scritta», p. 693-734.
CARRATELLI, G. P. Princeps urbium: cultura e vita sociale dell’Italia romana. Milan:
Scheiwiller, 1991. Sobretudo: CAVALLO, G., «Gli usi della cultura scritta nel mondo
romano»
SALLES, C., Lire à Rome. Appendice (paléographique, papyrologique et codicologique)
par René Martin, Paris: Les Belles Lettres, 1992.
SMALL, J. P., Wax tablets of the mind: cognitive studies of memory and literacy in
classical Antiquity, Londres-New York: Routledge, 1997.
História da Língua
BALDI, P., The foundations of Latin. Berlim / Nova York: Mouton/de Gruyter, 1999.
FORTSON IV, B. W., Indo-European Language and Culture: an Introduction. Malden,
MA / Oxford: Blackwell, 2004.
MEIER-BRÜGGER, M., Indo-European Linguistics. Berlim: De Gruyter, 2003.
MEILLET, A. Esquisse d´une histoire de la literature latine. Paris: Klincksieck, 1928.
L.R. PALMER.La lingua latina.Torino: Einaudi, 2002.
P. POCCETTI - D. POLI - C. SANTINI, Una storia della lingua latina. Formazione, usi,
comunicazione. Roma: Carocci, 1999. Sobretudo: D. POLI, Il latino tra formalizzazione
e pluralità, p. 377-431.
PRADEL, M. MOLIN. AA.VV., Introduzione alla filologia latina. Edizione italiana. Roma:
Salerno Editrice, 2003. Sobretudo: J. KRAMER, Storia della lingua latina, p. 157-219.
VINE. B. Studies in Archaic Latin Inscriptions. Innsbruck: Institut für
Sprachwissenschaft, 1993.
ILARI, R. Linguística Românica. São Paulo: Editora Ática, 1992.
Literatura
CONTE, G. B. Latin Literature - A History. Baltimore and London, Johns Hopkins U.P.,
1994.
DUCKWORTH, G. E. The Nature of Roman Comedy: 2000.
HARVEY, P. Dicionário Oxford de Literatura Clássica. Rio de Janeiro, Jorge Zahar,
1987.
HOWATSON, M.C. The Oxford Companion to Classical Literature. Oxford, Oxford U.P.,
1995.
GENTILI, B. et alii. Storia della letteratura latina. Bari, Laterza , 1998.
88
PARATORE, E. História da Literatura Latina. Lisboa, Fund. Calouste Gulbenkian, 1987.
Complementar:
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
89
Nome do Componente Curricular:
Língua Latina II
Período:
Vespertino e Noturno/4º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
20 horas
40 horas
Objetivos
Gerais
Dar continuidade ao aprendizado sistemático das estruturas fundamentais da língua
latina, iniciado na UC Lingua Latina I, com vistas à leitura e tradução de textos escritos
em Latim.
Específicos
Para a sequência do estudo de importantes estruturas da língua latina, serão utilizadas,
neste segundo módulo do curso, as unidades 2 (A-E) e 3 (A-B) do método Reading
Latin.
Ementa
O curso tem por objetivo dar continuidade no estudo da língua latina através da leitura
e tradução comentada de pequenos trechos adaptados das peças Bacchides e
Amphitruo de Plauto, e de epigramas de Marcial, aliados ao estudo sistemático da
gramática latina.
Conteúdo Programático
1. Verbos regulares e irregulares, ativos e depoentes, nos modos indicativo (presente,
perfeito e futuro), imperativo (presente, afirmativo e negativo) e infinitivo (presente);
2. Adjetivos: 1ª./2ª. e 3ª. declinações;
3. O nome latino: 4ª. e 5ª. declinações;
4. Pronomes demonstrativos;
5. Numerais cardinais;
6. Adjetivos comparativos e superlativos
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas, exercícios gramaticais e tradução de textos, a partir do manual
utilizado em sala.
Recursos Instrucionais Necessários
Lousa, Equipamento de projeção audiovisual (projetor, DVD, VHS, datashow)
Critérios de Avaliação
Os alunos serão avaliados a partir de sua resposta a séries especiais de exercícios
gramaticais, de sua participação nas atividades realizadas em sala de aula, de duas
avaliações escritas individuais e, eventualmente, de um exame final. É necessário ter
freqüência mínima de 75%.
Bibliografia
Básica:
Apostila preparada pelo professor, com base no métodos didático:
JONES, Peter & Keith SIDWELL, Reading Latin. 2 v. Cambridge: University Press,
90
1989.
Dicionários:
ERNOUT, A. e A. MEILLET, A., Dictionnaire étymologique de la langue latine. Paris:
Klincksieck, 1967.
FARIA, E. Dicionário escolar latino-português. Rio de Janeiro, MEC/FAE, 1953.
GAFFIOT,F.. Dictionaire Latin-Français. Paris, Hachette
GLARE, P. G. W., Oxford Latin Dictionary. Oxford: Clarendon Press, 1989.
SARAIVA, F.R. dos Santos. Novíssimo dicionário latino-português. Rio de Janeiro/Belo
Horizonte, Garnier, 1993.
TORRINHA, F. Dicionário latino-português. Porto, Gráficos Reunidos, 1986.
HARVEY, P. Dicionário Oxford de Literatura Clássica. Rio de Janeiro, Jorge Zahar,
1987.
Gramáticas:
ALLEN, J. H.; GREENOUGH, J. B. New latin grammar. Boston: Ginn and Company,
1931.
BESSELAAR, J J van den. Propylaeum latinum. Sao Paulo: Herder, 1960.
CART, A. et al.. Gramática latina. Trad. e adap. Maria Evangelina V.N. Soeiro. São
Paulo, EDUSP, 1986.
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao Latim. São Paulo, Ática, 1993
ERNOUT, A. Syntaxe Latine. Paris, Klincksieck, 1986.
FARIA, E. Gramática Superior da Língua Latina. Rio de Janeiro, Livraria Acadêmica,
1958.
RUBIO, L.. Nueva gramatica latina.Madrid, Coloquio, 1990.
SIHLER, A. L., New Comparative Grammar of Greek and Latin. Nova York / Oxford
University Press, 1995.
CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP –
Companhia Editora Nacional, 2008
Complementar:
Alfabeto e escrita em Roma antiga:
DESBORDES, F. Concepções de escrita em Roma antiga. São Paulo: Ática, 1995
KENYON, F. G.. Books and readers in ancient Greece and Rome. Oxford: 1932; 2e éd.,
1951.
CAVALLO, G. (Ed.) Libri, editori e pubblico nel mondo antico. Rome-Bari: Laterza,
1977.
91
CAVALLO (Guglielmo). Scrittura e civiltà, 2. 1978. Sobretudo: «Rapporto sulla
diffusione della scrittura nell’Italia antica», p.5-33.
MOMIGLIANO, A; SCHIAVONE, A. Storia di Roma. t.IV. Turin: G. Einaudi, 1989.
Sobretudo: CAVALLO, G., «Libro e cultura scritta», p. 693-734.
CARRATELLI, G. P. Princeps urbium: cultura e vita sociale dell’Italia romana. Milan:
Scheiwiller, 1991. Sobretudo: CAVALLO, G., «Gli usi della cultura scritta nel mondo
romano»
SALLES, C., Lire à Rome. Appendice (paléographique, papyrologique et codicologique)
par René Martin, Paris: Les Belles Lettres, 1992.
SMALL, J. P., Wax tablets of the mind: cognitive studies of memory and literacy in
classical Antiquity, Londres-New York: Routledge, 1997.
História da Língua
BALDI, P., The foundations of Latin. Berlim / Nova York: Mouton/de Gruyter, 1999.
FORTSON IV, B. W., Indo-European Language and Culture: an Introduction. Malden,
MA / Oxford: Blackwell, 2004.
MEIER-BRÜGGER, M., Indo-European Linguistics. Berlim: De Gruyter, 2003.
MEILLET, A. Esquisse d´une histoire de la literature latine. Paris: Klincksieck, 1928.
L.R. PALMER.La lingua latina.Torino: Einaudi, 2002.
P. POCCETTI - D. POLI - C. SANTINI, Una storia della lingua latina. Formazione, usi,
comunicazione. Roma: Carocci, 1999. Sobretudo: D. POLI, Il latino tra formalizzazione
e pluralità, p. 377-431.
PRADEL, M. MOLIN. AA.VV., Introduzione alla filologia latina. Edizione italiana. Roma:
Salerno Editrice, 2003. Sobretudo: J. KRAMER, Storia della lingua latina, p. 157-219.
VINE. B. Studies in Archaic Latin Inscriptions. Innsbruck: Institut für
Sprachwissenschaft, 1993.
ILARI, R. Linguística Românica. São Paulo: Editora Ática, 1992.
Literatura
CONTE, G. B. Latin Literature - A History. Baltimore and London, Johns Hopkins U.P.,
1994.
DUCKWORTH, G. E. The Nature of Roman Comedy: 2000.
HARVEY, P. Dicionário Oxford de Literatura Clássica. Rio de Janeiro, Jorge Zahar,
1987.
92
HOWATSON, M.C. The Oxford Companion to Classical Literature. Oxford, Oxford U.P.,
1995.
GENTILI, B. et alii. Storia della letteratura latina. Bari, Laterza , 1998.
PARATORE, E. História da Literatura Latina. Lisboa, Fund. Calouste Gulbenkian, 1987.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
93
Estudos Literários
UNIDADE CURRICULAR (UC): INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS I
Professor responsável: Prof. Dr. Markus Lasch
Contato: [email protected]
Ano Letivo: 2010
Semestre: Primeiro
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/teoria: 40
OBJETIVOS
Geral
Proporcionar aos alunos um primeiro contato sistemático com o texto literário, nos três gêneros
principais lírico, épico e dramático;
Específico
Ao concluir a unidade, o aluno deve:
- ser capaz de interpretar textos poéticos, unindo a análise formal a aspectos do conteúdo
- estar a par de noções e estruturas fundamentais específicas a peças teatrais
- estar familiarizado com os principais aspectos e problemas da narrativa, notadamente no que diz
respeito aos gêneros romance e conto
- estar sensibilizado para questões mais abrangentes do texto literário, tais como as noções de
gênero, ficcionalidade etc.
EMENTA
Apresentação e discussão dos conceitos fundamentais de teoria e análise da obra literária, no
que diz respeito aos gêneros lírico, épico e dramático.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I – Poesia
Unidade II – Teatro
Unidade III –narrativa: romance
METODOLOGIA DE ENSINO
aulas expositivas, discussões e debates em sala de aula, trabalhos em grupo
RECURSOS INSTRUCIONAIS
lousa, equipamento de projeção audiovisual, bibliografia
AVALIAÇÃO
freqüência mínima de 75%, prova
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRECHT, Bertolt: Mãe Coragem e seus filhos (Tradução de Geir Campos), in: Teatro completo
(vol. 6). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991
CANDIDO, Antonio: «A personagem de romance», in: A personagem de ficção. São Paulo:
94
Perspectiva, 2007
: «Cavalgada ambígua», in: Na sala de aula. Caderno de análise literária. São Paulo:
Ática, 1989
ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
FORSTER, E. M.: Aspectos do romance. Tradução de Maria Helena Martins. Porto Alegre: Globo,
1974
GENETTE, Gérard: Discurso da narrativa. Tradução de Maria Alzira Seixo. Lisboa: Vega, 1972
KAYSER, Wolfgang: «Conceitos fundamentais do verso», in: Análise e interpretação da obra
literária. Coimbra: Arménio Amado, 1985
PIGNATARI, Décio. O que é a comunicação poética. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.
POE, Edgar Allan: A filosofia da composição. Prefácio de Pedro Sussekind. Tradução de Léa
Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: 7Letras, 2008
RACINE, Jean: Andrômaca (Tradução de Jenny Klabin Segall), in: Andrômaca; Fedra. São Paulo:
Martin Claret, 2006
RYNGAERT, Jean-Pierre: Introdução à análise do teatro. Tradução de Paulo Neves. São Paulo:
Martins Fontes, 1996
SUSSEKIND, Carlos: Armadilha para Lamartine. São Paulo: Cia das Letras, 1998
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DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Origem (Curso)
Titulação
Regime de Trabalho
Carga horária
Markus Lasch
Letras
Doutor
Dedicação exclusiva
40 horas
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
95
UNIDADE CURRICULAR (UC): INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS II
Professor responsável: Prof. Dr. Markus Lasch
Contato: [email protected]
Ano Letivo: 2010
Semestre: Segundo
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 30 horas
Carga horária p/ prática: 10
Carga horária p/teoria: 20
OBJETIVOS
Geral
Aprofundar a noção e a discussão dos gêneros literários, através de uma discussão sobre gêneros
que retomam e problematizam a tripartição clássica (lírico, épico e dramático).
Específicos
Ao concluir a unidade, o aluno deve:
- estar a par das discussões envolvendo os gêneros literários tradicionais.
- estar familiarizado com os aspectos fundamentais da narrativa curta, do poema em prosa, da
autobiografia, do diário e da crônica.
EMENTA
Aprofundamento teórico-prático das noções adquiridas na unidade anterior, “Introdução aos
Estudos Literários I”. Ampliação da discussão sobre os gêneros literários, através da inclusão de
tópicos como narrativa curta, poema em prosa, autobiografia, diário, crônica etc.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I – Narrativa curta: o conto
Unidade II – Entre poesia e prosa
Unidade III – Escritas do eu: autobiografia e diário
Unidade IV - Crônica e vida literária
METODOLOGIA DE ENSINO
aulas expositivas, discussões e debates em sala de aula, trabalhos em grupo
RECURSOS INSTRUCIONAIS
lousa e equipamento de projeção audiovisual
AVALIAÇÃO
freqüência mínima de 75%, prova e trabalho final
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGAMBEN, Giorgio: «O fim do poema», in: Revista Cacto, número 1 (agosto de 2002), p. 142-146
ARRIGUCCI JR, David: «Fragmentos sobre a crônica», in: Enigma e comentário: ensaios sobre
literatura e experiência. São Paulo: Companhia das Letras, 1987
BAUDELAIRE, Charles: Pequenos poemas em prosa. Tradução de Aurélio Buarque de Holanda
Ferreira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980
BERARDINELLI, Alfonso: «Baudelaire em prosa», in: Da poesia à prosa. Organização e prefácio de
Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Cosac Naify, 2007
BRAGA, Rubem: «Almoço mineiro», in: Morro do isolamento. Rio de Janeiro: Editora Record, 1982
96
_______ : «Mãe», in: A cidade e a roça. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1964
_______ : «Natal», in: A borboleta amarela. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963
CANDIDO, Antonio: «A vida ao rés-do-chão», in: A crônica: o gênero, sua fixação e suas
transformações no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp; Rio de Janeiro: Fundação Casa de
Rui Barbosa, 1992
CÉSAR, Ana Cristina: A teus pés. São Paulo: Ática, 1998
CORTÁZAR, Julio: «Alguns aspectos do conto», in: Valise de cronópio. Tradução de Davi Arigucci
Jr. e João Alexandre Barbosa. São Paulo: Perspectiva, 2008
_______ : «Todos os fogos o fogo», in: Todos os fogos o fogo. Tradução de Gloria Rodrígues.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1984
LEJEUNE, Philippe: «O pacto autobiográfico», in: O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet.
Organização de Jovita Maria Gerheim Noronha. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2008
_______
: «Um diário todo seu», in: O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet.
Organização de Jovita Maria Gerheim Noronha. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2008
PIGLIA, Ricardo: «Teses sobre o conto», in: Formas breves. São Paulo: Cia das Letras, 2004
PINTO, Manuel da Costa: «Crônica, o mais brasileiro dos gêneros literários», in: Crônica brasileira
contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005
RAWET, Samuel: «Noturno», in: Contos e novelas reunidos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2004
RODRIGUES, Nelson: «Em 1915 era bonito “ser histérica”», in: O óbvio ululante: as primeiras
confissões. Rio de Janeiro: Agir, 2007
_______ : «Freud no futebol», in: À sombra das chuteiras imortais. Crônicas de futebol. São
Paulo: Companhia das Letras: 1994
_______ : «Os guizos radiantes de Garrincha», in: A pátria em chuteiras. Novas crônicas de
futebol. São Paulo: Companhia das Letras, 1994
SUSSEKIND, Carlos: Armadilha para Lamartine. São Paulo: Cia das Letras, 1998
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Origem (Curso)
Titulação
Regime de Trabalho
Carga horária
Markus Lasch
Letras
Doutor
Dedicação exclusiva
40 horas
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
97
Nome do Componente Curricular: TEORIA LITERÁRIA I
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Apresentação e discussão de questões e problemas fundamentais concernentes às
produções artístico-estéticas, notadamente literárias, tais como as noções de mímesis, belo,
sublime, abjeto etc.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
98
Nome do Componente Curricular: TEORIA LITERÁRIA II
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Apresentação e discussão das principais questões abordadas pelas escolas de Teoria Literária
dos séculos XX e XXI, focalizando a sua sucessão diacrônica, bem como sua articulação
teórico-metodológica.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
99
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Literatura Brasileira I
Professor responsável:
Contato
Ano Letivo:
Semestre:
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
OBJETIVOS
Geral:
Refletir sobre temas e problemas estéticos e críticos da literatura do Período Colonial até
a primeira metade do século XIX.
Específico:
Constituir repertório formativo de aspectos teóricos e críticos sobre obras e autores
desses momentos.
EMENTA
Estudo em extensão e profundidade teórico-crítica da literatura no Brasil do Período
Colonial e Pós-Independência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Análise interpretativa das obras dos seguintes autores e/ou gêneros: José de Anchieta,
Gregório de Matos; a lírica e a épica árcades; a poesia, o romance e o teatro românticos.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Bibliografia Básica.
AVALIAÇÃO
Prova, e trabalho.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
ALENCAR, José. Iracema. Cotia: Ateliê, 2007.
CAMPOS, Haroldo. O seqüestro do barroco na formação da literatura brasileira: o caso
Gregório de Matos. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1989.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. BH, Itatiaia, 1975.
CANDIDO, Antonio. O discurso e a cidade. SP, Duas Cidades, 2004.
CUNHA, Euclides da. Os sertões. SP, Ateliê, 2002.
CASTRO ALVES. Espumas flutuantes. RJ, Lacerda, 1997.
FABRIS, Annateresa. O futurismo paulista. SP, Perspectiva/EDUSP, 1994.
GUINSBURG, J. (org.) O Romantismo. São Paulo, Perspectiva. 1978.
HANSEN, João Adolfo. A sátira e o engenho. SP, Ateliê/Ed. Unicamp, 2004.
MARAVALL, José Antonio. A cultura do barroco. SP, Edusp, 1997.
MATOS, Gregório de. Antologia. SP, Abril Educação; Porto Alegre, LP&M.
PÉCORA, Alcir Máquina de gêneros. São Paulo: Edusp, 2001.
VIEIRA, Pde Antônio. Sermões. SP: Hedra, 2003.
100
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Origem (Curso)
Titulação
Regime de
Carga
Trabalho
horária
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
101
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Literatura Brasileira II
Professor responsável: Mirhiane Mendes de
Contato: [email protected]
Abreu
Ano Letivo: 2009
Semestre: segundo
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
OBJETIVOS:
IGeral: Apresentar um arco cronológico dos principais autores, obras e questões
da literatura brasileira do meado do século XIX até 1950.
IIEspecífico: estudo de obras literárias que ofereçam uma observação dos
principais problemas da literatura brasileira, notadamente no que diz respeito ao
problema da representação da realidade.
EMENTA: Reflexão sobre as formas de representação da realidade a partir do século XIX
até 1950.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Leitura de diversos gêneros literários produzidos por escritores brasileiros e de
formulações críticas, de modo a fomentar a reflexão sobre as formas de representação da
realidade a partir do século XIX.
Estudo analítico das obras de Machado de Assis e Lima Barreto; Olavo Bilac e Cruz e
Sousa; João do Rio; Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Drummond e Bandeira;
Gracialiano Ramos.
Estudo comparativo de ações programáticas em prefácios e periódicos na instauração do
modernismo brasileiro.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas e debates.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Bibliografia Básica.
AVALIAÇÃO
Prova escrita tradicional
BIBLIOGRAFIA
Básica
BOAVENTURA, Maria Eugênia (org.) 22 por 22: A Semana de Arte Moderna vista pelos
seus contemporâneos. São Paulo: Edusp, 2000.
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
_________. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. Momentos decisivos. São Paulo:
Martins, 1959.
______. Na sala de aula: caderno de análise literária. São Paulo: Ática, 1985.
Complementar
102
BARBOSA, João Alexandre. A imitação da forma. São Paulo: Duas Cidades, 1975.
_______. Opus 60. Ensaios de crítica. São Paulo: Duas Cidades, 1980 .
BOSI, A. (org.) Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996.
FRANCHETTI, Paulo. Estudos de Literatura Brasileira e Portuguesa. Cotia, SP: Ateliê
Editorial, 2007.
LIMA, Luiz Costa. Lira e antilira. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1968.
PEREIRA, Lúcia Miguel. História da literatura brasileira: prosa de ficção: de 1870 a 1920.
Belo Horizonte: Itatiaia & São Paulo: Editora da USP, 1988.
SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectiva, 1978.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro. Petrópolis:
Vozes, 1972.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Mirhiane Mendes
Origem (Curso)
Letras
Titulação
Doutora
Regime de
Carga
Trabalho
horária
DE
40 H
de Abreu
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
103
UNIDADE CURRICULAR (UC): Literatura Brasileira III
Professor Responsável: Mirhiane Mendes de
Contato: [email protected]
Abreu
Ano Letivo: 2010
Semestre: Segundo
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
Objetivos:
I.
II.
Geral: apresentar os principais autores, obras e questões da literatura brasileira a
partir de 1950 aos nossos dias.
Específicos:


estudar obras literárias brasileiras que ofereçam uma observação das
principais tensões desde o segundo pós-guerra aos nossos dias;
compreender a produção literária desse momento como o eixo para formação
de repertório de leituras e para reflexão sobre a literatura, abrangendo seus
elementos estéticos e pressupostos culturais.
Ementa: A literatura brasileira de 1950 aos nossos dias
Conteúdo Programático:
Estudo da narrativa, da poesia e do teatro do período e conhecimento das principais
formulações críticas que decorreram desses gêneros.
Metodologia de ensino:
Aulas expositivas e debates.
Recursos instrucionais:
Bibliografia básica.
Avaliação:
Prova escrita tradicional.
BIBLIOGRAFIA SUMÁRIA:
1. BÁSICA:
ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma. Rio de Janeiro: José Olympio, 1951.
BUARQUE, Chico. Leite derramado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
FONSECA, Rubem. A grande arte. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983.
GULLAR, Ferreira. Poema Sujo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
LISPECTOR, CLARICE. Alguns contos. Rio de Janeiro: MEC, 1952.
_______. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
ROSA, Guimarães. Sagarana (contos). Rio de Janeiro: José Olympio, 1958.
RODRIGUES, Nelson. Teatro completo. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993.
SUASSUNA, Ariano. Auto da compadecida. Rio de Janeiro: Agir, 1976.
2. Complementar:
BAREI, Silvia. Literatura y industria cultural: del folletin al bestseller. Córdoba: Alcion
104
Editora, 1988.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Companhia das
Letras, 1986.
CAMILO, Vagner. Da Rosa do Povo à Rosa das Trevas. Cotia: Ateliê, 1999.
CANDIDO, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.
MERQUIOR, José Guilherme. A astúcia da mimese. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972.
SANTIAGO, Silviano. Nas malhas da letra. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
SCHWARZ, Roberto. Sequências brasileiras. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
SÜSSEKIND, Flora. Literatura e vida literária. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
VILLAÇA, Alcides. Passos de Drummond. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Mirhiane Mendes
Origem (Curso)
Letras
Titulação
Doutora
Regime de
Carga
Trabalho
horária
DE
40 h
de Abreu
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
105
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Literatura Brasileira IV
Professor responsável: Mirhiane Mendes de
Contato [email protected]
Abreu
Ano Letivo:
Semestre:
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
OBJETIVOS
Geral: Ampliar o horizonte sobre as questões críticas e historiográficas da literatura
brasileira.
Específico: Sob a ótica comparatista, analisar o tratamento da literatura brasileira, bem
como a formação e revisão do seu cânone, através do estudo dos principais modelos
críticos e historiográficos.
EMENTA
Apresentação e reflexão sobre temas e questões da história e da crítica literárias
brasileiras.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Primórdios da historiografia literária nacional - o romantismo. O problema da “origem” na
história e crítica literárias brasileiras. Periódicos, polêmicas e crítica literária. Outras
mídias e a crítica literária contemporânea. O ensaio e o pensamento crítico no Brasil.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Bibliografia Básica.
AVALIAÇÃO
Provas escritas tradicionais.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
ASSIS, Machado de. “Notícia da atual literatura brasileira: instinto de nacinalidade” [1873].
Obra Completa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973, vol. 3.
BLAKE, Sacramento. Dicionário Bibliográfico Brasileiro. Rio de Janeiro: Tipografia
Nacional, 1883-1902.
CÉSAR, Guilhermino. Historiadores e críticos do Romantismo. São Paulo: Edusp; Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1978.
MAGALHÃES, Domingos José. “Discurso sobre a história da literatura do Brasil”. Obras.
Tomo VII – opúsculos históricos e literários. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1865.
RIBEIRO, Santiago. “Da Nacionalidade na Literatura Brasileira”. Minerva Brasiliense. Rio
de Janeiro: 1º de novembro de 1843, n. 1.
106
Complementar:
BARBOSA, João Alexandre Costa. A tradição do impasse: linguagem da crítica & crítica
da linguagem em José Veríssimo. São Paulo: Ática, 1974.
BOLOGNINI, Carmen Zink (org.). História da literatura: o discurso fundador. Campinas:
Mercado de Letras; São Paulo: Fapesp, 2003
CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem: ensaios de teoria e crítica literária. Petrópolis:
Vozes, 1976.
CANDIDO, Antonio. O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 2004.
________. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 2004.
VENTURA, Roberto. Estilo tropical: história cultural e polêmicas literárias no Brasil, 18701914. São Paulo: Cia. das Letras, 1991.
LIMA, Luiz Costa. História. Ficção. Literatura. São Paulo: Cia. das Letras, 2006.
LIMA, Luiz Costa. Pensando nos trópicos. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1991.
MARTINS, Wilson. A crítica literária no Brasil. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983.
PEDROSA, Célia. “Nacionalismo”. In: JOBIM, José Luís. Palavras da crítica; tendências e
conceitos no estudo da literatura. Rio de Janeiro: Imago, 1992.
SOUZA, Roberto. Introdução à História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Eduerj,
2007.
SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos: ensaios sobre dependência cultural. Rio
de Janeiro: Ed. Rocco, 2000.
_______. Ora (direis) puxar conversa!: ensaios literários. Belo Horizonte: UFMG, 2006.
SÜSSEKIND, Flora. Cinematógrafo de letras: técnica e modernização no Brasil. São
Paulo: Cia. das Letras, 1987.
_______. “Rodapés, tratados e ensaios: a formação da crítica brasileira moderna”. Papéis
Colados. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ, 1993
VENTURA, Roberto. Estilo tropical: história cultural e polêmicas literárias no Brasil, 18701914. São Paulo: Cia. das Letras, 1991.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Origem (Curso)
Titulação
Regime de
Carga
Trabalho
horária
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
107
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Literatura Portuguesa I
Professora responsável: Sofia de Sousa Silva
Contato: [email protected]
Ano Letivo: 2011
Semestre: Primeiro
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
OBJETIVOS
Gerais
Exame de textos de autores portugueses, da Idade Média ao século XIX, que tratem das
questões que norteiam o curso. Leitura e análise de obras de gêneros diversos: crônica,
poesia épica, oratória, teatro, narrativa e ensaio.
EMENTA
Apresentação de um panorama da literatura portuguesa através dos seguintes tópicos:
território e deslocamentos. A partir desses eixos temáticos, a disciplina discutirá e
problematizará
questões
fundamentais,
como:
“pátria-nação”,
história,
viagens,
identidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Fernão Lopes: Crônica de d. João I
Luís de Camões: Os lusíadas
Padre António Vieira: Sermões
Almeida Garrett: Frei Luís de Sousa
Alexandre Herculano: Lendas e narrativas
Antero de Quental: “Causas da decadência dos povos peninsulares nos últimos três
séculos”
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas e exercícios escritos.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Bibliografia básica e complementar.
AVALIAÇÃO
Três avaliações escritas, em sala, e pequenos trabalhos ao longo do curso.
108
BIBLIOGRAFIA
Básica
CAMÕES, Luís Vaz de. Os lusíadas. Edição organizada por Emanuel Paulo Ramos. Porto: Porto
Editora, [s.d.].
GARRETT, Almeida. Frei Luís de Sousa. 5. ed. Porto: Europa-América, 1975.
HERCULANO, Alexandre. Lendas e narrativas. Apresentação crítica, seleção, notas e
linhas de leitura por Helena Carvalhão Buescu. Lisboa: Comunicação, 1987. col. Textos
Literários.
LOPES, Fernão. Crônicas de Fernão Lopes. Seleccionadas e transpostas em português
moderno [por] António José Saraiva. 3. ed. Lisboa: Gradiva, 1993.
QUENTAL, Antero de. Causas da decadência dos povos peninsulares nos últimos três
séculos. Extraído do livro 'Prosas' (vol. II), editado pela imprensa da Universidade de
Coimbra, em 1926. 5. ed. Lisboa: Ulmeiro, 1987.
VIEIRA, Antônio. Sermões. Org. Alcir Pécora. São Paulo: Hedra, 2001. 2 tomos.
Complementar
BERARDINELLI, Cleonice. Estudos camonianos. 2. ed. revista e aumentada. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
BRILHANTE, Maria João. Frei Luís de Sousa: entre a leitura e a representação. Revista
da Biblioteca Nacional de Lisboa. N.4, 1999.p. 83-94. [Número dedicado a Almeida
Garrett.]
GIL, Fernando; MACEDO, Helder. Viagens do olhar: retrospecção, visão e profecia no
Renascimento português. Contribuição Luís de Sousa Rebelo. Porto: Campo das
Letras, 1998.
LOURENÇO, Eduardo. Da literatura como interpretação de Portugal: de Garrett a
Fernando Pessoa. In: ________. O labirinto da saudade: psicanálise mítica do
destino português. 2. ed. Lisboa: Gradiva, 2001.
________. Poesia e metafísica: Camões, Antero, Pessoa. Lisboa: Sá da Costa, 1983.
MACEDO, Helder. Camões e a viagem iniciática. Lisboa: Moraes, 1980.
MENDES, Margarida Vieira. A oratória barroca de Vieira. Lisboa: Caminho, 1989.
PÉCORA, Alcir. Teatro do sacramento. São Paulo: Edusp, 2008.
PIRES, Maria Lucília Gonçalves; CARVALHO, José Adriano de. História crítica da
literatura portuguesa. Coordenação de Carlos Reis. Lisboa: Verbo, [s.d.]. Vários
volumes.
REBELO, Luís de Sousa. A concepção do poder em Fernão Lopes. Lisboa: Livros
Horizonte, 1983.
109
SARAIVA, A. J. e LOPES, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto: Porto Editora,
1976.
________. Luís de Camões. Lisboa: Gradiva, 1996.
________. As Conferências do Casino. In: ________. A tertúlia ocidental. Lisboa: Gradiva,
1995.
________. Fernão Lopes. Lisboa: Europa-América, 1965. Col. Saber.
________. O crepúsculo da Idade Média em Portugal. Lisboa: Gradiva, 1988.
________. O discurso engenhoso: estudos sobre Vieira e outros barrocos. São Paulo:
Perspectiva, 1980.
Semear: Revista da Cátedra Padre António Vieira de Estudos Portugueses. Rio de
Janeiro: Instituto Camões, Fundação Calouste Gulbenkian. Número 2. [Número
dedicado a Vieira.]
SENA, Jorge de. Trinta anos de Camões. Lisboa: Edições 70, 1980.
SILVA, Vítor Manuel de Aguiar e. Camões: labirintos e fascínios. Lisboa: Cotovia, 1994.
SILVEIRA, Jorge Fernandes da. O Tejo é um rio controverso: António José Saraiva contra
Luís de Camões. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008.
VIEIRA, Antônio. Cartas do Brasil. Org. João Adolfo Hansen. São Paulo: Hedra, 2003.
________. Sermões do padre António Vieira. Apresentação crítica, selecção, notas e
sugestões para análise literária de Margarida Vieira Mendes. Lisboa: Comunicação/Seara
Nova, 1982. Col. Textos Literários.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Sofia de Sousa
Origem (Curso)
Letras
Titulação
Doutor
Regime de
Carga
Trabalho
horária
DE
40
Silva
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
110
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Literatura Portuguesa II
Professor responsável: Raquel dos Santos
Contato: [email protected]
Madanêlo Souza
Ano Letivo: 2010
Semestre: Segundo
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
OBJETIVOS
Gerais
Exame de textos de autores portugueses, da Idade Média ao século XIX, que tratem das
questões que norteiam o curso. Leitura e análise de obras diversas.
EMENTA
Apresentação de um panorama da literatura portuguesa através dos seguintes tópicos:
amor e subjetividade. A partir desses eixos temáticos, a disciplina discutirá e
problematizará
questões
fundamentais,
como:
intimismo,
lirismo,
temporalidade,
efemeridade, sensorialidade e alteridade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Lírica Galego-Portuguesa
Luís de Camões: Lírica
Poesia seiscentista: Poesia seiscentista: Fênix renascida & Postilhão de Apolo
Manuel Maria Barbosa du Bocage: Poemas
Almeida Garrett: Folhas caídas
Camilo Castelo Branco: Coração, cabeça e estômago
Eça de Queirós: O primo Basílio
Cesário Verde: Obra poética integral de Cesário Verde
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas e exercícios escritos.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Bibliografia básica e complementar.
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas, em sala, e pequenos trabalhos ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BOCAGE, Manuel M. Barbosa du. Poemas. Seleção de Cleonice Berardinelli. 3. ed. São
Paulo: Global, 2001.
111
CAMÕES, Luís de. Lírica. Seleção, prefácio e notas de Massaud Moisés. São Paulo: Cultrix, 1999.
CASTELO BRANCO, Camilo. Coração, cabeça e estômago. Org. e apresentação Paulo
Franchetti. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
GARRETT, Almeida. Folhas caídas e Flores sem fruto. Introd. e notas de Auxília Ramos e
Zaida Braga. Porto: Porto Editora, 2009.
MIRANDA, Sá de. Obras Completas. Texto fixado, notas e prefacio de M. Rodrigues Lapa.
Lisboa : Sá da Costa, 1960
NOBRE, Antônio. Só - seguido de Despedidas. Apresentação e notas de Annie Gisele
Fernandes e Helder Garmes. Cotia, São Paulo: Ateliê editorial, 2009.
PESSANHA, Camilo. Clepsidra. Organização, apresentação e notas de Paulo Franchetti.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
QUEIRÓS, Eça de. O primo Basílio: episódio doméstico. Organização, apresentação e
notas de Paulo Franchetti. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
RIBEIRO, Bernardim. Obras Completas. Prefacio e notas de Aquilino Ribeiro e M.
Marques Braga. Lisboa : Sá da Costa, 1971.
VERDE, Cesário. Obra poética integral de Cesário Verde. Organização, apresentação,
tábua cronológica e cartas reunidas por Ricadro Daunt. São Paulo: Landy Livraria
Editora, 2006.
Complementar
ABDALA JUNIOR, Benjamin; PASCHOALIN, Maria Aparecida. Historia social da literatura
portuguesa. 2. ed. São Paulo: 1985. 240p.
BALAKIAN, Anna. O simbolismo. Trad. José Bonifácio. São Paulo: Perspectiva, 2007.
BERARDINELLI, Cleonice. Estudos camonianos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
BOCAGE, Manuel M. Barbosa du. Obra completa. Ed. Daniel Pires. 2.ed. Porto: Caixotim,
2008.
BOCAGE, Manuel M. Barbosa du. Poesias. Apresentação crítica, selecção e notas de
Margarida Barahona. Lisboa: Comunicação, 1987.
CAMÕES, Luís de. Lírica completa. Prefácio e notas de Maria de Lurdes Saraiva. 2.ed. Lisboa:
INCM, 1986.
CANDIDO, Antonio. “Entre campo e cidade”. In: ———. Tese e antítese. 5.ed. revista pelo
autor. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006.p. 39-59.
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. São Paulo: Associação editorial
Humanitas, 2004.
CIDADE, Hernâni. A poesia lírica cultista e conceptista. 4.ed. Lisboa: Seara Nova, 1968.
Col. Textos Literários.
112
COELHO, Jacinto do Prado. Introdução ao estudo da novela camiliana. 3.ed. Lisboa:
INCM, 2001.
DICIONÁRIO DE EÇA DE QUEIROZ. Organização e coordenação de A. Campos Matos.
2.ed. revista e aumentada. Lisboa: Caminho, 1988.
DICIONÁRIO DO ROMANTISMO LITERÁRIO PORTUGUÊS. Coordenação de Helena
Carvalhão Buescu. Lisboa: Caminho, 1997.
DUBY, Georges. Idade Média, idade dos homens. Trad. Jônatas Batista Neto. São Paulo:
Companhia das Letras, 1989.
FRANÇA, José-Augusto. O romantismo em Portugal. Lisboa: Horizonte, 1993.
FRANCO, Marcia Arruda. Sá de Miranda, um poeta no século XX. Braga: Angelus Novus,
2001.MACEDO, Helder. Camões e a viagem iniciática. Moraes: Lisboa, 1980.
FRANCO, Márcia Arruda. Sá de Miranda: poeta do século de ouro. Coimbra: Ângelus
Novus, 2005.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
FUNDAÇÃO
CALOUSTE
GULBENKIAN. História
e
antologia
da
literatura
portuguesa: século XVI. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenquian, 1999. v.12.
GONÇALVES, Elsa; RAMOS, Maria Ana. A
Comunicação, 1983. Col. Textos Literários.
lírica
galego-portuguesa.
Lisboa:
GUIMARÃES, Fernando. Simbolismo, modernismo e vanguardas. Lisboa: INCM, 1982.
GUINSBURG, J. (org.). Romantismo. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1993.
HATZFELD, Helmut. Estudos sobre o Barroco. Trad. Célia Berrettini. 2.ed. São Paulo:
Perspectiva, 2002.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. (Trad. de Álvaro Cabral). São
Paulo. Martins Fontes. 1995.
LANCIANI, Giulia; TAVANI, Giuseppe (coord.). Dicionário da literatura medieval galega e
portuguesa. Trad. José Colaço Barreiros e Artur Guerra. Lisboa: Caminho, 1993.
LEITURAS – Revista da Biblioteca Nacional. Número dedicado a Almeida Garrett. n. 4,
Primavera 1999. Lisboa: Biblioteca Nacional.
LEMOS, Esther de. A Clepsidra de Camilo Pessanha: notas e reflexões. 2. ed. Lisboa:
Verbo, 1981. 187p.
LOPES, Óscar. Álbum de família: ensaios sobre autores portugueses do século XIX.
Lisboa: Caminho, 1984.
LOURENÇO, Eduardo. Situação de Camilo. In: ———. O canto do signo: existência e
literatura (1957-1993). Lisboa: Presença, [s.d.].
LOURENÇO, Eduardo. Poesia e metafísica: Camões, Antero, Pessoa. Lisboa: Sá da
113
Costa, 1983.
MACEDO, Helder. Três faces de Eva: imagens do feminino na poesia medieval galegoportuguesa. Trad. Teresa Cristina Cerdeira. Metamorfoses. Cátedra Jorge de Sena
de Estudos Literários Luso-Afro-Brasileiros/Caminho, número 3, 2002, p. 201-213.
MACEDO, Helder. Nós, uma leitura de Cesário Verde. 3.ed. Lisboa: D.Quixote, 1986.
MALEVAL, Maria do Amparo Tavares. MONGELLI, Lênia Márcia de Medeiros. VIEIRA,
Yara Frateschi. Vozes do trovadorismo galego-português. São Paulo: Ibis, 1995.
MARQUES, A H. de Oliveira. Breve História de Portugal. Lisboa: Presença, 1996.
MARTINS, José Candido. Para uma leitura da poesia de Bocage. Lisboa: Presença, 1999.
MONTEIRO, Ofélia de Paiva. O essencial sobre Almeida Garrett. Lisboa: INCM, 2001
OLIVEIRA, Paulo Motta. O romance de Camilo: uma introdução. USP, Brasil. Livredocência. Ano de obtenção: 2006.
PAZ, Octavio. Os filhos do barro: do romantismo à vanguarda. Trad. Olga Savary. Col.
Logos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
PÉCORA, Alcir. (org.) Poesia seiscentista: Fênix renascida & Postilhão de Apolo. Introd.
João Adolfo Hansen. São Paulo: Hedra, 2002.
PIRES, Maria Lucília Gonçalves. Poetas do período barroco: apresentação crítica,
antologia e sugestões para análise literária. Lisboa: Duarte Reis, 2003.
RECKERT, Stephen; MACEDO, Helder. Do cancioneiro de amigo. col. Documenta
poética. v. 3. Lisboa: Assírio e Alvim, 1976.
REIS, Carlos. Estatuto e perspectiva do narrador na ficção de Eça de Queirós. Coimbra:
Almedina, 1975.
REIS, Carlos. O essencial sobre Eça de Queirós. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da
Moeda, 2005.
SANTOS, Gilda; LEAL, Izabela. Camilo Pessanha em dois tempos. Rio de Janeiro: 7
letras, 2007.
SARAIVA, António José e LOPES, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto: Editora
Porto, 1996.
SARAIVA, António José. Luís de Camões. Lisboa: Gradiva, 1996.
SARAIVA, Hermano. História concisa de Portugal. Mira-Sintra: Mem Martins, 1993.
SENA, Jorge de. Trinta anos de Camões (1º v.). Lisboa: Edições 70, 1980.
SÉRGIO, António. “Sobre a imaginação, a fantasia e o problema psicológico-moral na
obra novelística de Queiroz”. In: ———. Ensaios VI. Lisboa: Sá da Costa, 1980.
114
SILVA, Vítor Manuel de Aguiar e. Camões: labirintos e fascínios. Lisboa: Cotovia, 1994.
SILVA, Vítor Manuel de Aguiar e. Maneirismo e Barroco na poesia lírica portuguesa.
Coimbra: Centro de Estudos Românicos, 1971.
TAVANI, Giuseppe. Trovadores e jograis: introdução à poesia medieval galegoportuguesa. Lisboa: Caminho, 2002.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Raquel dos
Origem (Curso)
Letras
Titulação
Doutor
Regime de
Carga
Trabalho
horária
DE
40
Santos Madanêlo
Souza
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM FUNÇÃO
DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
115
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Literatura Portuguesa III
Professor responsável: Raquel dos Santos Contato: [email protected]
Madanêlo Souza
Ano Letivo: 2011
Semestre: Primeiro
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/ teoria: 40
OBJETIVOS
Gerais
Leitura e análise de correntes literárias do século XX que estejam relacionados aos eixos
temáticos propostos na ementa.
EMENTA
Apresentação da literatura portuguesa moderna através dos seguintes tópicos: o lugar da
literatura, experiência urbana e participação. A partir desses eixos temáticos, o objetivo
da disciplina será discutir e problematizar questões fundamentais, como: crítica social,
engajamento, representação, corpo, fingimento e testemunho, liberdade, participação,
resistência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O modernismo de Orpheu
A revista Presença
O movimento neo-realista
Os Cadernos de Poesia
Os cus de Judas – António Lobo Antunes
Levantado do Chão – José Saramago
“Os anjos” – Teolinda Gersão
METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas

Discussões em sala

Leitura de textos

Exercícios em sala de aula
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Bibliografia básica e complementar.
AVALIAÇÃO
* Duas avaliações em sala
* Fichamentos e/ ou resenhas de romances analisados no curso
* Trabalhos ao longo do curso.
116
BIBLIOGRAFIA
Básica
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Poemas escolhidos. Org. Vilma Sant’anna Arêas. São
Paulo: Companhia
das Letras, 2004.
ANTUNES, António Lobo. Os cus de Judas. Rio de Janeiro: Alfaguara Brasil, 2007.
GERSÃO, Teolinda. Os anjos. Lisboa: Dom Quixote, 2000
PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2008.
———. Mensagem. Org. Cleonice Berardinelli e Mauricio Matos. Rio de Janeiro: 7 letras,
2008.
———. Poemas de Álvaro de Campos. Edição de Cleonice Berardinelli. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1999.
———. Poemas de Ricardo Reis. Edição de Luiz Fagundes Duarte. Lisboa: INCM, 1994.
SÁ-CARNEIRO, Mário de. A estranha morte do professor Antena. Rio de Janeiro: 7
letras, 2009.
SÁ-CARNEIRO, Mário de. Obra poética completa - Mário de Sá Carneiro. Mem Martins:
Europa-América, 1991.
SARAMAGO, José. Levantado do chão. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
SENA, Jorge de. Jorge de Sena: ressonâncias e Cinqueta poemas. Org. Gilda Santos.
Rio de Janeiro: 7 letras, 1998.
TORGA, Miguel. Contos da montanha. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996.
Complementar
ABDALA JUNIOR, Benjamin; PASCHOALIN, Maria Aparecida. Historia social da literatura
portuguesa. 2. ed. São
Paulo: 1985. 240p.
BERARDINELLI, Cleonice. Estudos de literatura portuguesa. Lisboa: INCM, 1985.
BERARDINELLI, Cleonice. Fernando Pessoa: outra vez te revejo... Rio de Janeiro:
Lacerda Editores, 2004.
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. São Paulo: Associação editorial
Humanitas, 2004.
CASTRO, E. M. de Melo e. As vanguardas na poesia portuguesa do século XX. Lisboa:
ICALP, 1987.
CERDEIRA, Teresa Cristina. José Saramago entre a história e a ficção, uma saga de
portugueses.
117
Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1989.
COELHO, Jacinto Prado. Diversidade e unidade em Fernando Pessoa. Lisboa: Verbo,
1963.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
GUIMARÃES, Fernando. Simbolismo, modernismo e vanguardas. Lisboa: INCM, 1982.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. (Trad. de Álvaro Cabral). São
Paulo. Martins Fontes. 1995.
Instituto de Cultura Portuguesa, 1977. Col. Biblioteca Breve.
JÚDICE, Nuno. A Era do Orpheu. Lisboa: Editorial Teorema, [s.d.].
LIMA, Isabel Pires de. “Ainda há contos de fadas?: o caso de Os anjos de Teolinda
Gersão. Rio de Janeiro,
Revista Semear, n.7, 2001.
LOPES, S. R. Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. Lisboa: Comunicação, 1990.
LOURENÇO, Eduardo. “Presença” ou a Contra-Revolução do Modernismo Português?,
in Tempo e Poesia, 1ª ed.,
LOURENÇO, Eduardo. Poesia e metafísica: Camões, Antero, Pessoa. Lisboa: Sá da
Costa, 1983.
MARQUES, A H. de Oliveira. Breve História de Portugal. Lisboa: Presença, 1996.
MARTINHO, Fernando. Pessoa e a moderna poesia portuguesa – do "Orpheu" a 1960.
Lisboa: Biblioteca Breve,
1983.
MONTEIRO, Adolfo Casais. A poesia da Presença: estudo e antologia. Rio de Janeiro:
MEC, 1959.
MORNA, Fátima Freitas. A poesia de Orpheu. Lisboa: Comunicação, 1982.
narrativa e drama” e “O romance”] [há diferentes edições com atualizações desse
livro]
PAZ, Octavio. Os filhos do barro: do romantismo à vanguarda. Trad. Olga Savary. Col.
Logos. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1984.
QUESADO, Clécio. Labirintos de um livro à beira-mágoa: Mensagem de Fernando Pessoa. Rio de
Janeiro: Elo,
1999.
REIS, Carlos. Textos teóricos do neo-realismo português. Lisboa: Seara
118
Nova/Comunicação, 1981. Col.
Textos Literários.
SARAIVA, António José e LOPES, Óscar. História da literatura portuguesa. Porto:
Editora Porto, 1996.
SARAIVA, Hermano. História concisa de Portugal. Mira-Sintra: Mem Martins, 1993.
SEIXO, Maria Alzira. O essencial sobre José Saramago. S.l. : INCM, 1987
SEIXO, Maria Alzira. Os romances de António Lobo Antunes. Lisboa: Dom Quixote, 2002.
SENA, Jorge de. Poesia I. Lisboa: Edições 70, 1961.
SENA, Jorge de. Régio, Casais, a Presença e outros afins. Porto: Brasília Editora, 1977.
SILVA, Vítor Manuel de Aguiar e. Teoria da literatura. 1.ed. São Paulo: Martins Fontes,
1976 [capítulos: “Lírica,
TORRES, Alexandre Pinheiro. O neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1977.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Origem (Curso)
Titulação
Regime de
Trabalho
Raquel dos
Santos Madanêlo
Souza
Letras
Doutor
DE
Carga
horária
40
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
119
Nome do Componente Curricular: LITERATURA PORTUGUESA IV
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática:20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Questões comparatistas na literatura de língua portuguesa. Estudo de um movimento, tema,
autor ou obra da Literatura Portuguesa. Ementa livre: questões ligadas à linha de pesquisa do
docente que virá integrar o colegiado.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O PLANO DE
ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
120
Língua e Literatura Estrangeiras
Nome do Componente Curricular: LABORATÓRIO DE LÍNGUAS
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Esta unidade curricular visa contribuir para a autonomia dos alunos de forma que possam
identificar suas próprias necessidades e interesses com relação à aprendizagem das línguas
estrangeiras (espanhol, francês e inglês) e, dessa forma, definir seus próprios objetivos e
metodologia de estudo. Os/as docentes oferecerão apoio na definição das atividades a serem
conduzidas individualmente e sugerirão materiais adequados a cada necessidade (nível ou
dificuldade específica), além de estimular o trabalho colaborativo (inclusive por meio de
trabalhos com monitores e atividades de estágio). Os alunos poderão contar com materiais
audiovisuais para ampliar seus estudos em diversos âmbitos, tanto com relação a dificuldades
específicas (como pronúncia, estruturas gramaticais, desenvolvimento das quatro
habilidades), quanto com relação à ampliação dos conhecimentos sobre aspectos culturais,
variedades linguísticas e suas relações com as práticas sociais discursivas.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
121
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA ESPANHOLA I
Período: segundo semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais: Propiciar condições para que o estudante possa refletir sobre algumas problemáticas
ligadas ao ensino aprendizagem da língua espanhola, assim como desenvolver / aprofundar
seu conhecimento sobre a cultura espanhola e hispano-americana.
Específicos: que o estudante
 se conscientize sobre alguns contrastes entre português e espanhol;
 se conscientize sobre as variedades da língua espanhola;
 possa reconhecer e produzir sons do espanhol com ênfase em aqueles problemáticos
para o falante do português;
 desenvolva estratégias para a compreensão de textos escritos ou orais em língua
espanhola;
 possa produzir pequenos textos escritos descritivos e argumentativos;
Ementa
Introdução ao estudo das estruturas linguísticas e funções comunicativas básicas em língua
espanhola. Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades (compreensão leitora
e auditiva, produção oral e escrita), tendo como viés fundamental as relações entre os
discursos e as práticas sociais.
Conteúdo Programático
 O ensino e a aprendizagem da língua espanhola no Brasil: desafios políticos e
pedagógicos.
 Variedades lingüísticas, discursos hegemônicos e preconceitos.
 As formas de tratamento e as relações de poder.
 Contrastes entre o português e o espanhol: estudos morfológicos.
 Contrastes entre o português e o espanhol: estudos fonéticos.
 Contrastes entre o português e o espanhol: estudos semânticos.
 Leitura, análise e interpretação de textos de diferentes gêneros.
 Introdução à produção de texto descritivo
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Debates em aula
 Leitura de textos
 Audição de arquivos sonoros de diferentes gêneros (programas de radio, video etc.)
 Apresentação de seminários
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação continuada (atividades em aula)
 Trabalhos de pesquisa
 Seminários
 Provas escrita e oral
Bibliografia
Básica:
ALONSO RAYA, Rosario et alii. Gramática básica del estudiante de español. Madrid: Difusión,
2005.
MORENO, FRANCISCO / GONZÁLEZ, NEIDE MAIA. Diccionario esencial español-portugués /
português-espanhol Madrid: Arco Libros, 2006.
MATTE BON, FRANCISCO. Gramática comunicativa del español – de la lengua a la idea.
122
MILANI, ESTER MARIA. Gramática de espanhol para brasileiros.
MARTIN, IVAN. Síntesis – curso de lengua española. São Paulo: Ática, 2009
Complementar:
RAE - Diccionario de la lengua española – Madrid: Real Academia Española, 2008.
Diccionario Clave, Madrid: SM, 2006.
Señas – Diccionario para la enseñaza de la lengua española para brasileños. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
Minidicionário espanhol-português / português-espanhol. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
FANJUL, Adrián (org.). Gramática y práctica de español para brasileños. São Paulo: Moderna,
2005.
SELEÇÃO de contos elaborada pelos professores do curso
123
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA ESPANHOLA II
Período: Terceiro semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais: Promover o estudo de estruturas linguísticas e funções comunicativas do nível básico.
Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades: compreensão leitora e auditiva,
produção oral e escrita, com ênfase nos seguintes eixos:
 Discurso – Leitura e escrita tendo como modelo diferentes gêneros textuais
principalmente os relacionados à narração de fatos e experiências.
 Forma – Nomenclatura gramatical, sistematização de conhecimentos linguísticos à
narração.
 Teoria – Reflexões teóricas sobre os usos da língua: contrastes entre português e
espanhol, questões de variedade linguística.
Específicos: que o estudante
 se conscientize sobre alguns contrastes entre português e espanhol;
 se conscientize sobre as variedades da língua espanhola;
 possa reconhecer e produzir sons do espanhol com ênfase em aqueles problemáticos
para o falante do português;
 desenvolva estratégias para a compreensão de textos escritos ou orais em língua
espanhola;
 produza textos narrativos orais e escritos utilizando com propriedade os marcadores
temporais e discursivos.
Ementa
Estudo das estruturas linguísticas e funções comunicativas básicas em língua espanhola em
especial aquelas relativas à narração de experiências e de acontecimentos. Trabalho orientado
através da prática das quatro habilidades (compreensão leitora e auditiva, produção oral e
escrita), tendo como viés fundamental as relações entre os discursos e as práticas sociais.
Conteúdo Programático
 Marcadores temporais.
 Os tempos do passado: usos e morfologia.
 Narrações: relato de experiências e acontecimentos, relato.
 Comparações espaço temporais.
 Expressão de causas e consequências.
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Debates em aula
 Apresentação de narrativas em diferentes mídias: música, cinema, rádio etc.
 Apresentação oral e escrita de experiências e acontecimentos.
 Leitura de diferentes tipos de textos narrativos: matérias jornalísticas, contos, crônica
etc.
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação processual (leituras, fichamentos, redações, atividades em aula etc.)
 Avaliação final (prova e/ou monografia)
Bibliografia
Básica:
ALONSO RAYA, Rosario et alii. Gramática básica del estudiante de español. Madrid: Difusión,
2005.
AUB, Max. “Manuscrito cuervo. Historia de Jacobo”. En: Enero sin nombre. Los relatos
completos del laberinto mágico. Barcelona, Alba editorial, 1995.
BORGES, Jorge Luis. “La intrusa”. En: El informe de Brodie. Obras completas. Emecé Editores,
124
Buenos Aires, 1989, pp. 1025-1028. Versão on-line
http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/esp/borges/intrusa.htm
FANJUL, Adrián (org.). Gramática y práctica de español para brasileños. São Paulo: Moderna,
2005.
GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. “La increíble y triste historia de la Cándida Eréndida y de su
abuela desalmada”. En: La increíble y triste historia de la Cándida Eréndida y de su abuela
desalmada. Editorial Sudamericana, Buenos Aires, 1996, pp. 95-163.
MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español – de la lengua a la idea.
MARTIN, Ivan. Síntesis – curso de lengua española. São Paulo: Ática, 2009.
MILANI, Ester Maria. Gramática de espanhol para brasileiros.
MORENO, Francisco / GONZÁLEZ, Neide Maia. Diccionario esencial español-portugués /
português-espanhol Madrid: Arco Libros, 2006.
RULFO, Juan. “Luvina”. En: Pedro Páramo y el Llano en llamas. Planeta, Santiago-Chile, 1983,
pp. 183-191. Versão on-line http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/esp/rulfo/luvina.htm
Complementar:
RAE - Diccionario de la lengua española – Madrid: Real Academia Española, 2008.
Diccionario Clave, Madrid: SM, 2006.
Señas – Diccionario para la enseñaza de la lengua española para brasileños. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
Minidicionário espanhol-português / português-espanhol. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
FANJUL, Adrián (org.). Gramática y práctica de español para brasileños. São Paulo: Moderna,
2005.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
125
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA ESPANHOLA III
Período: Quarto semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais: Promover o estudo de estruturas linguísticas e funções comunicativas de nível
intermediário. Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades: compreensão
leitora e auditiva, produção oral e escrita, com ênfase nos seguintes eixos:
 Discurso – Escrita e produção oral tendo como modelo diferentes gêneros escritos e
orais, principalmente aqueles que expressam sentimentos, desejos, probabilidades,
aconselham etc.
 Forma – Nomenclatura gramatical, sistematização de conhecimentos linguísticos
relativos á expressão de sentimentos, desejos, de probabilidades, de conselhos etc.
 Teoria – Reflexões teóricas sobre os usos da língua: usos do modo subjuntivo.
Específicos: que o estudante
 se conscientize sobre contrastes entre português e espanhol;
 se conscientize sobre as variedades da língua espanhola;
 desenvolva estratégias para a compreensão de textos escritos ou orais em língua
espanhola;
 produza textos orais e escritos nos quais seja capaz de expressar sentimentos e
desejos utilizando com propriedade as funções pertinentes.
Ementa
Estudo das estruturas linguísticas e funções comunicativas intermediárias em língua espanhola
em especial as relativas à expressão de sentimentos e desejos. Trabalho orientado através da
prática das quatro habilidades (compreensão leitora e auditiva, produção oral e escrita), tendo
como viés fundamental as relações entre os discursos e as práticas sociais.
Conteúdo Programático
 Falar do dia a dia: verbos pronominais. Pronomes complemento
 Dar instruções, ordens etc: modo imperativo.
 Expressar sentimentos, desejos, hipóteses, conselhos: modo subjuntivo e orações
subordinadas.
 Fazer comparações: orações de relativo
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Apresentação de textos expressando sentimentos, desejos, hipótese, conselho etc. em
diferentes mídias: música, cinema, rádio etc.
 Apresentação oral e escrita.
 Leitura de diferentes tipos de textos: matérias jornalísticas, contos, crônica etc.
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação processual (leituras, fichamentos, redações, atividades em aula etc.)
 Avaliação final (prova e/ou monografia)
Bibliografia
Básica:
ALONSO RAYA, Rosario et alii. Gramática básica del estudiante de español. Madrid: Difusión,
2005.
FANJUL, Adrián (org.). Gramática y práctica de español para brasileños. São Paulo: Moderna,
2005.
GARCÍA LORCA, Federico. La casa de Bernarda Alba.
JACOBI, Claudia et. al. Clave. Español para el mundo. São Paulo, Moderna, 2007.
MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español – de la lengua a la idea.
MARTIN, Ivan. Síntesis – curso de lengua española. São Paulo: Ática, 2009.
126
MELONE, Enrique e MENÓN, Lorena. Temas de espanhol. Teoria e sequências didáticas. São
Paulo, Atual, 2009.
MORENO, Francisco / GONZÁLEZ, Neide Maia. Diccionario esencial español-portugués /
português-espanhol Madrid: Arco Libros, 2006.
COMPLEMENTAR
DRAE - Diccionario de la lengua española – Madrid: Real Academia Española, 2008.
Diccionario Clave, Madrid: SM, 2006.
Señas – Diccionario para la enseñaza de la lengua española para brasileños. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
Minidicionário espanhol-português / português-espanhol. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
127
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA ESPANHOLA IV
Período: Quinto semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais: Promover o estudo de estruturas linguísticas e funções comunicativas de nível
intermediário. Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades: compreensão
leitora e auditiva, produção oral e escrita, com ênfase nos seguintes eixos:
 Discurso – Escrita e produção oral tendo como modelo diferentes gêneros escritos e
orais do gênero argumentativo;
 Forma – Nomenclatura gramatical, sistematização de conhecimentos linguísticos,
conforme conteúdo programático;
 Teoria – Reflexões teóricas sobre os usos da língua, conforme o conteúdo
programático, dando ênfase aos contrastes entre espanhol e português.
Específicos: que o estudante
 pratique as estratégias apreendidas para a compreensão de textos escritos ou orais em
língua espanhola;
 produza textos argumentativos orais e escritos utilizando com propriedade as funções
pertinentes.
Ementa
Estudo das estruturas linguísticas e funções comunicativas intermediárias em língua espanhola
em especial as relativas à argumentação. Trabalho orientado através da prática das quatro
habilidades (compreensão leitora e auditiva, produção oral e escrita), tendo como viés
fundamental as relações entre os discursos e as práticas sociais.
Conteúdo Programático
 Discurso referido
 Expressões com as formas dos pretéritos do subjuntivo
 Orações condicionais
 Fazer comparações: orações de relativo
 Perífrases verbais
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Audição, leitura e compreensão de textos de diferentes gêneros sobre os tópicos
constantes do conteúdo programático.
 Apresentações orais e escritas.
 Leitura de diferentes tipos de textos argumentativos.
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação processual (leituras, fichamentos, redações, atividades em aula etc.)
 Avaliação final (prova e/ou monografia)
Bibliografia
Básica:
FANJUL, Adrián (org.). Gramática y práctica de español para brasileños. São Paulo: Moderna,
2005.
JACOBI, Claudia et. al. Clave. Español para el mundo. São Paulo, Moderna, 2007.
MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español – de la lengua a la idea.
MARTIN, Ivan. Síntesis – curso de lengua española. São Paulo: Ática, 2009.
MELONE, Enrique e MENÓN, Lorena. Temas de espanhol. Teoria e sequências didáticas. São
Paulo, Atual, 2009.
MORENO, Francisco / GONZÁLEZ, Neide Maia. Diccionario esencial español-portugués /
português-espanhol Madrid: Arco Libros, 2006.
128
COMPLEMENTAR
DRAE - Diccionario de la lengua española – Madrid: Real Academia Española, 2008.
Diccionario Clave, Madrid: SM, 2006.
GOMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. 4ª ed. Madrid, SM, 1998.
Señas – Diccionario para la enseñaza de la lengua española para brasileños. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
Minidicionário espanhol-português / português-espanhol. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
VÁRIOS AUTORES, Nueva gramáatica de la lengua española. Manual. Asociación de
Academias de la lengua española y Real Academia Española. 1ª ed. Buenos Aires: Espasa,
2010.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
129
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA ESPANHOLA V
Período: Sexto semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais: Promover o estudo de estruturas linguísticas e funções comunicativas de nível
avançado. Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades: compreensão leitora e
auditiva, produção oral e escrita, com ênfase nos seguintes eixos:
 Discurso – Escrita e produção oral tendo como modelo diferentes gêneros escritos e
orais como resenhas, resumos e pequenos ensaios;
 Forma – Nomenclatura gramatical, sistematização de conhecimentos linguísticos,
conforme conteúdo programático;
 Teoria – Reflexões teóricas sobre os usos da língua segundo o conteúdo programático,
dando ênfase aos contrastes entre português e espanhol.
Específicos: que o estudante
coloque em prática as estratégias desenvolvidas para a compreensão de textos escritos ou
orais em língua espanhola;
produza textos acadêmicos escritos utilizando com propriedade as funções pertinentes.
Ementa
Estudo das estruturas linguísticas e funções comunicativas avançadas em língua espanhola
em especial aquelas que auxiliam no desenvolvimento dos gêneros acadêmicos (resumos,
resenhas, ensaios). Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades
(compreensão leitora e auditiva, produção oral e escrita), tendo como viés fundamental as
relações entre os discursos e as práticas sociais.
Conteúdo Programático
 Orações de relativo
 Orações impessoais
 Orações de modo
 Usos de “se”
 Usos de preposições
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Leitura e compreensão de textos de diferentes gêneros sobre os tópicos constantes do
conteúdo programático.
 Apresentações orais e escritas.
 Leitura de diferentes tipos de textos argumentativos.
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação processual (leituras, fichamentos, redações, atividades em aula etc.)
 Avaliação final (prova e/ou monografia)
Bibliografia
Básica:
GOMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. 4ª ed. Madrid, SM, 1998.
MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español – de la lengua a la idea.
MARTIN, Ivan. Síntesis – curso de lengua española. São Paulo: Ática, 2009.
MELONE, Enrique e MENÓN, Lorena. Temas de espanhol. Teoria e sequências didáticas. São
Paulo, Atual, 2009.
130
MORENO, Francisco / GONZÁLEZ, Neide Maia. Diccionario esencial español-portugués /
português-espanhol Madrid: Arco Libros, 2006.
COMPLEMENTAR
ALVARADO, Maite e YEANNOTEGUY, Alicia. La escritura y sus formas discursivas. Buenos
Aires, Eudeba, 1999.
BAS, Alcira et. al. Escribir. Buenos Aires, Eudeba, 1999.
DRAE - Diccionario de la lengua española – Madrid: Real Academia Española, 2008.
Diccionario Clave, Madrid: SM, 2006.
PLANTIN, Christian. La argumentación. Barcelona: Ariel Practicum, 2002.
PORRO, Magdalena. Cómo redactar monografias. Buenos Aires, Longseller, 2004.
REYES, Graciela. Cómo escribir bien en español. Manual de redacción. Madrid, Arco libros,
1998.
VÁRIOS AUTORES, Nueva gramáatica de la lengua española. Manual. Asociación de
Academias de la lengua española y Real Academia Española. 1ª ed. Buenos Aires: Espasa,
2010.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
131
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA ESPANHOLA VI
Período: Sétimo semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais: Promover o estudo de estruturas linguísticas e funções comunicativas de nível
avançado. Trabalho orientado através da prática das quatro habilidades: compreensão leitora e
auditiva, produção oral e escrita, com ênfase nos seguintes eixos:
 Discurso – Escrita e produção oral tendo como modelo gêneros escritos e orais
variados;
 Forma – Nomenclatura gramatical, sistematização de conhecimentos linguísticos,
conforme conteúdo programático;
 Teoria – Reflexões teóricas sobre os usos da língua segundo o conteúdo programático,
dando ênfase aos contrastes entre português e espanhol.
Específicos: que o estudante
coloque em prática as estratégias desenvolvidas para a compreensão de textos escritos ou
orais em língua espanhola;
se comunique oralmente e por escrito utilizando com propriedade as funções pertinentes.
Ementa
Estudo das estruturas linguísticas e funções comunicativas avançadas em língua espanhola
em especial aquelas que auxiliam o aprofundamento da oralidade e da escrita. Trabalho
orientado através da prática das quatro habilidades (compreensão leitora e auditiva, produção
oral e escrita), tendo como viés fundamental as relações entre os discursos e as práticas
sociais.
Conteúdo Programático
 Verbos de câmbio
 Orações subordinas (continuação)
 Usos de preposições (continuação)
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Leitura e compreensão de textos de diferentes gêneros sobre os tópicos constantes do
conteúdo programático.
 Apresentações orais e escritas.
 Leitura de diferentes tipos de textos argumentativos.
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação processual (leituras, fichamentos, redações, atividades em aula etc.)
 Avaliação final (prova e/ou monografia)
Bibliografia
Básica:
GOMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. 4ª ed. Madrid, SM, 1998.
MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español – de la lengua a la idea.
MARTIN, Ivan. Síntesis – curso de lengua española. São Paulo: Ática, 2009.
MELONE, Enrique e MENÓN, Lorena. Temas de espanhol. Teoria e sequências didáticas. São
Paulo, Atual, 2009.
MORENO, Francisco / GONZÁLEZ, Neide Maia. Diccionario esencial español-portugués /
português-espanhol Madrid: Arco Libros, 2006.
COMPLEMENTAR
ALVARADO, Maite e YEANNOTEGUY, Alicia. La escritura y sus formas discursivas. Buenos
132
Aires, Eudeba, 1999.
BAS, Alcira et. al. Escribir. Buenos Aires, Eudeba, 1999.
DRAE - Diccionario de la lengua española – Madrid: Real Academia Española, 2008.
Diccionario Clave, Madrid: SM, 2006.
PLANTIN, Christian. La argumentación. Barcelona: Ariel Practicum, 2002.
PORRO, Magdalena. Cómo redactar monografias. Buenos Aires, Longseller, 2004.
REYES, Graciela. Cómo escribir bien en español. Manual de redacción. Madrid, Arco libros,
1998.
VÁRIOS AUTORES, Nueva gramáatica de la lengua española. Manual. Asociación de
Academias de la lengua española y Real Academia Española. 1ª ed. Buenos Aires: Espasa,
2010.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
133
Nome do Componente Curricular: LITERATURA ESPANHOLA I
Período: Quarto semestre
Carga horária total: 60 hs
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais: Apresentar aos estudantes um panorama da literatura de língua espanhola, a partir da
leitura, análise e interpretação de contos produzidos em diferentes contextos históricos, sociais
e geográficos.
Específicos: que o estudante


se familiarize com a produção literária em língua espanhola;
construa estratégias de leitura, análise e interpretação de contos literários em língua
estrangeira;
 estabeleça relações entre os enredos narrativos do conto e as estratégias literárias
empregadas em sua composição;
 relacione a produção de contos em língua espanhola aos contextos sócio-históricos dos
países em que o espanhol é língua oficial;
 relacione os procedimentos estéticos empregados na elaboração de um conto a
procedimentos utilizados em outras manifestações artísticas e culturais.
Ementa
Estudo panorâmico das literaturas hispânicas, a partir da leitura, análise e interpretação de
contos produzidos nos diferentes países em que o espanhol é língua oficial, em distintos
contextos sócio-históricos.
Conteúdo Programático
 Estratégias de aproximação ao texto literário em língua estrangeira: a leitura, a análise e
a interpretação;
 O conto nos sistemas literários em língua espanhola: da moralização dos costumes à
denúncia da violência de Estado;
 O conto nos países sul-americanos;
 O conto no México e no Caribe;
 O conto na Espanha.
Metodologia de Ensino Utilizada
 Aulas expositivas
 Leitura de contos e de textos críticos
 Debates em aula
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa, equipamentos tecnológicos
Critérios de Avaliação
 Avaliação processual (atividades de leitura, análise e interpretação de contos;
atividades de leitura de textos críticos e teóricos)
 Avaliação final (trabalho escrito e/ou apresentação de seminários)
Bibliografia
Básica:
ALDECOA, Ignacio. Cuentos. Madrid: Cátedra, 2005.
_____________. Lo demás es silencio. Barcelona: Anagrama, 1991.
AUB, Max. Enero sin nombre. Barcelona: Alba Editorial, 1994.
BORGES, Jorge Luis. Obras completas. Buenos Aires: Emecé Editores, 1989.
CORTÁZAR, Julio. “Algunos aspectos del cuento”. In Obra crítica / 2. Edición de Jaime
Alazraki. Madrid: Alfaguara, 1994.
GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. La increíble y triste historia de la cándida eréndira y de su abuela
desalmada. Buenos Aires: Debolsillo, 2006.
134
GOTLIB, Nadia Battella. Teoria do conto. São Paulo: Ática, 1990.
HERNÁNDEZ, Felisberto. Obras completas. Vol. I. 6ª edición. México: Siglo XXI, 2007.
JIMÉNEZ, JUAN RAMÓN. Histórias y cuentos. Barcelona: Seix Barral, 1994.
MONTERROSO, Augusto. Cuentos. Madrid: Alianza Editorial, 2005.
QUIROGA, Horacio. Cuentos de amor, de locura y de muerte. Madrid: Íntegra, 2009.
RULFO, Juan. El llano en llamas. Barcelona: RM, 2005.
WALSH, Rodolfo. Los oficios terrestres. 6ª ed. Buenos Aires, Ediciones de la Flor, 2001
_______________. Un quilo de oro. 2ª ed. Buenos Aires, Ediciones de la Flor, 1996.
COMPLEMENTAR
AGUIAR, Flávio & VASCONCELOS, Sandra G. (org.). Ángel Rama. Literatura e cultura na
América Latina. São Paulo, Edusp, 2001.
ANDERSON IMBERT, Enrique. Historia de la literatura hispanoamericana. La colonia. Cien
años de república. Vol. 1. México, FCE, 1997.
_________________. Historia de la literatura hispanoamericana. Época contemporánea. Vol. 2.
México, FCE, 1997.
ARREOLA, Juan José. Estas páginas mías. México DF: Fondo de Cultura Económica, 2001.
AUMONT, Jacques e outros. A estética do filme. Campinas, Papirus, 2007.
DA COSTA, Flávio M. Os melhores contos da América Latina. Rio de Janeiro, Agir, 2008.
DARÍO, Rubén. Cuentos Fantásticos. Madrid: Alianza Editorial, 1997
FERNÁNDEZ, Macedonio. Textos selectos. Buenos Aires, Corregidor, 2004.
LANCELOTTI, Mario. De Poe a Kafka. Para una teoría del cuento. 2. de., Buenos Aires:
Eudeba Editorial Univesitaria de Buenos Aires, 1968.
MENTON, Seymour. El cuento hispanoamericano. 6ª edición. México DF: Fondo de Cultura
Económica, 1999.
ONETTI. Juan Carlos. Cuentos completos. Madrid, Alfaguara, 1993.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. “Paradoxos do nacionalismo literário na América Latina”. In: Vira e
mexe nacionalismo. São Paulo: Companhia das letras, 2007.
PIGLIA,
Ricardo.
“Tesis
sobre
el
cuento”.
In:
http://www.ciudadseva.com/textos/teoria/tecni/tesis.htm
______________. Prisión perpetua. Buenos Aires: Sudamericana, 1988.
RAMA, Ángel. Transculturación narrativa en América Latina. Buenos Aires, Ediciones El
Andariego, 2007.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas, Papirus, 2003.
TODOROV, Tzvetan. Introdução à literatura fantástica. São Paulo, Editora Perspectiva, 1995.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM FUNÇÃO
DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
135
Nome do Componente Curricular: LITERATURA ESPANHOLA II, III e IV
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
Estudo panorâmico das literaturas hispânicas, a partir da leitura, análise e interpretação de
poemas produzidos nos diferentes países em que o espanhol é língua oficial, em distintos
contextos sócio-históricos.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
136
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Língua Francesa I
Professor responsável: Prof.a Dra. Ana Luiza Ramazzini
Contato:
Ghirardi
Ano Letivo: 2010
Semestre: Segundo
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 30
Carga horária p/ teoria: 30
OBJETIVOS
Gerais:
Introduzir os elementos de base (linguísticos, discursivos, culturais) para a comunicação
em língua francesa visando atingir o nível A1 nas 4 competências definidas no Quadro
Europeu Comum de Referência para as Línguas - compreensão escrita, compreensão
oral, expressão oral (de contínuo/em interações sociais), produção escrita .
Específicos
- sensibilizar ao funcionamento da língua estrangeira em seus aspectos fonéticofonológicos, morfológicos, sintáticos;
- sensibilizar ao conceito de « língua-cultura », associando aspectos e dados de ordem
sociocultural (França, mundo francófono, relações França-Brasil, etc.) ao aprendizado
lingüístico;
- desenvolver as estratégias e as competências iniciais para a leitura de textos (gêneros
jornalístico, publicitário, de vulgarização científica, etc.) em língua francesa;
- examinar aspectos contrastivos língua materna e língua estrangeira na leitura do texto
escrito, na abordagem do escrito e do oral.
EMENTA
O curso propõe-se a desenvolver as competências de compreensão e produção
oral/escrita em francês língua estrangeira, a partir de textos orais e escritos de gêneros e
sobre temas variados, introduzindo leitura de textos jornalísticos ou de breves narrativas
literárias e/ou históricas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Gramatical:
a) substantivos e adjetivos (1): gênero, formação do plural ;
b) artigos definidos e indefinidos;
c) pronomes sujeitos; diferenças “tu” e “vous”;
d) tempos verbais: formação do présent de l´indicatif: verbos regulares – não pronominais
e pronominais – da 1a conjugação (-ER) ; verbos irregulares: être, avoir, faire, aller, venir,
y avoir;
e) formação da frase negativa (ne.... pas);
f) formação da frase interrogativa; adjetivos interrogativos e exclamativos;
g) outras formas da negação:
ne...rien, rien....ne, ne...personne, personne....ne,
ne....jamais, ne ....plus;
h) adjetivos demonstrativos e possessivos;
i) localização espacial: preposições e advérbios de lugar;
j) números (até 2000), datas, dias da semana e horas;
l) reconhecimento das formas do futuro próximo.
Comunicativo:
Identificar objetos, lugares, pessoas; apresentar-se de forma breve oralmente e por
137
escrito; descrever sumariamente atividades cotidianas; pedir informação sobre objetos,
lugares e pessoas; cumprimentar/ agradecer; saber indicar datas e horários; saber
preencher um formulário com seus dados pessoais; ler/compreender horários de
trem/avião, sumários de revistas e livros; ler/compreender globalmente a “primeira página”
de um jornal (impresso ou on line); identificar o assunto de textos curtos; buscar
informações simples em sites em língua francesa.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, abordagem comunicativa/interativa.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Corpus elaborados pelo docente, textos extraídos da bibliografia básica, recursos
multimeios.
AVALIAÇÃO
1. Contrôle continu: exercícios e atividades propostas pelo docente (individuais, em grupo,
presencial ou não);
2. Avaliação escrita individual bimestral e final (conteúdos gramaticais, comunicativos,
socioculturais) ou grammatical et socioculturel);
3. Avaliação oral individual bimestral e final.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GRÉGOIRE, Maïa e Odile THIÉVENAZ. Grammaire progressive du français avec
exercices. Niveau débutant. Paris: Cle International, 2007.
POISSON-QUINTON, Sylvie et alii. Grammaire expliquée du français (Niveau Débutant),
CLE International, 2002.
LE PETIT ROBERT. Dictionnaire de la Langue Française. Paris, Dictionnaires Le Robert,
1993
BESCHERELLE. La conjugaison pour tous. Paris: Hatier, 2006.
MIQUEL, Claire. Vocabulaire progressif du français avec 250 exercices. Niveau
intermédiaire. Paris: CLEInternational, 2002.
DOCENTES PARTICIPANTES
Nome
Origem
Titulação
Regime de Trabalho
(Curso)
a
a
Prof. Dr . Ana Luiza
Letras
Ramazzini Ghirardi
(francês)
Carga
horária
Doutor
DE
60
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
138
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Língua Francesa II
Professor responsável: Prof
a
Dra Lígia Fonseca
Contato :
Ferreira
Ano Letivo: 2010
Semestre: Primeiro
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 30
Carga horária p/ teoria: 30
OBJETIVOS
Gerais
Consolidar o conhecimento dos elementos de base (lingüísticos, discursivos, culturais) da
comunicação em língua francesa visando atingir o nível A2 nas 4 competências definidas
no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas - compreensão escrita,
compreensão oral, expressão oral (de contínuo/em interações sociais), produção escrita .
Específicos
- consolidar a compreensão do funcionamento da língua estrangeira em seus aspectos
fonético-fonológicos, morfológicos, sintáticos;
- aprofundar a discriminação auditiva, a produção fonético-fonológica, relacionando-as às
especificidades da ortografia francesa.
- ampliar e afinar o aprendizado lexical a partir dos temas abordados nas atividades da
disciplina ;
- sensibilizar ao conceito de « língua-cultura », associando aspectos e dados de ordem
sociocultural (França, mundo francófono, relações França-Brasil, etc.) ao aprendizado
lingüístico;
- desenvolver as estratégias e as competências iniciais para a leitura do texto literário
(gêneros narrativos) em língua francesa;
- propiciar a reflexão individual dos aprendizes sobre o processo de aquisição de « línguacultura » estrangeira em contexto exógeno, tornando explícitos os pontos de contato com
a língua materna e as competências metalingüística e comunicativa adquiridas através
desta;
- preparar para a compreensão do discurso metalingüístico (gramáticas francesas de
francês);
- aprender a ler e fazer o uso adequado do dicionário francês-francês e francês-português;
- saber constituir glossários temáticos.
EMENTA
O curso propõe-se a desenvolver as competências de compreensão e produção
oral/escrita em francês língua estrangeira, a partir de textos orais e escritos de gêneros e
sobre temas variados, introduzindo leitura de narrativas literárias e/ou históricas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Gramatical:
a) substantivos e adjetivos (2): gênero, formação do plural (regular e irregular);
b) negação: tempos compostos ;
c) artigos partitivos e a negação ne....pas de;
d) a frase interrogativa (afirmativa e negativa), diferenças oral/escrito; adjetivos
interrogativos e exclamativos (lugar, tempo, maneira, motivo...): qui, que, quoi, combien,
comment, où, pourquoi, quand ; quel(lle)(s)
e) Tempos e modos verbais: présent de l´indicatif (2o e 3o grupos + irregulares), futur
139
proche (consolidação); passé composé e imparfait (être, avoir) ; conditionnel (vouloir,
aimer, pouvoir); impératif
g) comparação: plus grand que... ; moins grand que ... ; aussi grand que... ;
i) preposições e advérbios de tempo;
j) preposições e advérbios de lugar;
l) pronomes complementos (objetos direto e indireto); pronomes tônicos;
m) o pronome « on » ;
n) os pronomes « en » e « y ».
Comunicativo:
Apresentar e descrever a si, apresentar e descrever alguém; pedir/dar informações sobre
si e sobre outrem; apresentar e descrever seu ambiente e origens; produzir – oral/escrito –
narrativas simples (no presente e no passado); descrever/contar atividades cotidianas
simples; ouvir e compreender textos orais (diálogos, entrevistas, canções...); localizar
informações precisas em documentos orais e escritos; ler artigos de jornais, sumários de
revistas e obras diversas; ler e compreender globalmente textos sobre literatura e artes
em geral (impresso ou digital); ler e compreender narrativas literárias breves; descrever e
caracterizar autores e obras; ler em voz alta textos curtos; expressar sua
opinião/julgamento.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, abordagem comunicativa/interativa e seminários.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Corpus elaborados pelo docente, textos extraídos da bibliografia básica, recursos
multimeios.
AVALIAÇÃO
1. Contrôle continu: exercícios e atividades propostas pelo docente (individuais, em grupo,
presencial ou não);
2. Avaliação escrita individual bimestral e final (conteúdos gramaticais, comunicativos,
socioculturais) u grammatical et socioculturel);
3. Avaliação oral individual bimestral e final.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GRÉGOIRE, Maïa e Odile THIÉVENAZ. Grammaire progressive du français avec
exercices. Niveau débutant. Paris: Cle International, 2007.
POISSON-QUINTON, Sylvie et alii. Grammaire expliquée du français (Niveau Débutant),
CLE international, 2002.
Le Petit Robert. Dictionnaire de la Langue Française. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1993
BESCHERELLE. La conjugaison pour tous. Paris: Hatier, 2006.
MIQUEL, Claire. Vocabulaire progressif du français avec 250 exercices. Niveau
intermédiaire. Paris: CLEInternational, 2002.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
140
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Língua Francesa III
Professor responsável: Ligia Fonseca Ferreira
Contato [email protected]
Ano Letivo: 2010
Semestre: Segundo
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 30
Carga horária p/ teoria: 30
OBJETIVOS
Gerais
Consolidar o conhecimento dos elementos de base (lingüísticos, discursivos, culturais) da
comunicação em língua francesa visando atingir, tendo como base o Quadro Europeu
Comum de Referência para as Línguas , os níveis A2 + (expressão oral e escrita) e B1
(compreensão oral e escrita).
Específicos
- consolidar a compreensão do funcionamento da língua estrangeira em seus aspectos
fonético-fonológicos, morfológicos, sintáticos;
- aprofundar a discriminação auditiva, a produção fonético-fonológica, relacionando-as às
especificidades da ortografia francesa.
- adquirir e ampliar o conhecimento lexical dos temas abordados na disciplina, com
ênfase: organização administrativa, política e social da França; vida cotidiana; o livro e a
literatura; artes e ciências.
- consolidar a compreensão do conceito de « língua-cultura », associando aspectos e
dados de ordem sociocultural (França, mundo francófono, relações França-Brasil, etc.) ao
aprendizado lingüístico;
- desenvolver as estratégias e as competências iniciais para a leitura do texto jornalístico e
literário (gêneros narrativos) em língua francesa;
- consolidar a reflexão individual dos aprendizes sobre o processo de aquisição de
« língua-cultura » estrangeira em contexto exógeno, tornando explícitos os pontos de
contato com a língua materna e as competências metalingüística e comunicativa
adquiridas através desta;
- desenvolver a compreensão do discurso metalingüístico (gramáticas francesas de
francês);
- ler e fazer o uso adequado do dicionário francês-francês e francês-português.
- saber constituir glossários temáticos.
EMENTA
O curso propõe-se a desenvolver as competências de compreensão e produção
oral/escrita em francês língua estrangeira, a partir de textos orais e escritos de gêneros e
sobre temas variados, introduzindo leitura de narrativas literárias.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Gramatical :
a) artigos partitivos e a negação;
d) a frase interrogativa; adjetivos e pronomes interrogativos (objeto, pessoa, lugar, tempo,
maneira, motivo...)
e) formação da negação : ne ...pas, ne...rien, rien....ne, ne...personne, personne....ne,
ne...que, ne....jamais, ne ....plus.
f) Tempos verbais: présent de l´indicatif (verbos em –IR (2 tipos), –RE (2 tipos) , -OIRE e –
141
OIR, -TRE, -DRE, verbos irregulares; futur proche (consolidação); passé composé ;
imparfait (être, avoir), passé récent ; conditionnel (vouloir, aimer, pouvoir)
g) comparação : plus grand que... ; moins grand que ... ; aussi grand que...
h) pronomes possessivos e demonstrativos
i) pronomes objetos diretos e indiretos;
localização temporal : preposições e advérbios de tempo
j) localização espacial: preposições e advérbios de lugar
k) articuladores cronológicos do discurso.
Comunicativo:
Pedir/dar informações sobre si e sobre outrem no presente e no passado; produzir
descrições e narrativas simples – oral/escrito – narrativas simples (no presente e no
passado); descrever/contar atividades cotidianas simples; ouvir e compreender textos
orais (diálogos, entrevistas, canções...); localizar informações precisas em documentos
orais e escritos; ler artigos de jornais, sumários de revistas e obras diversas; ler e
compreender globalmente uma página de jornal (impresso ou digital); ler e compreender
narrativas literárias breves; descrever e caracterizar autores e obras; ler em voz alta textos
curtos; expressar sua opinião/julgamento, acordo/desaprovação e intenções.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, abordagem comunicativa/interativa e seminários.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Corpus elaborados pelo docente, textos extraídos da bibliografia básica, recursos
multimeios.
AVALIAÇÃO
1. Contrôle continu: exercícios e atividades propostas pelo docente (individuais, em grupo,
presencial ou não);
2. Avaliação escrita individual bimestral e final (conteúdos gramaticais, comunicativos,
socioculturais);
3. Avaliação oral individual bimestral e final.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GRÉGOIRE, Maïa e Odile THIÉVENAZ. Grammaire progressive du français avec
exercices. Niveau débutant. Paris: Cle International, 2007.
POISSON-QUINTON, Sylvie et alii. Grammaire expliquée du français (Niveau Débutant),
CLE international, 2002.
LE PETIT ROBERT. Dictionnaire de la Langue Française. Paris, Dictionnaires Le Robert,
1993
BESCHERELLE. La conjugaison pour tous. Paris: Hatier, 2006.
MIQUEL, Claire. Vocabulaire progressif du français avec 250 exercices. Niveau
intermédiaire. Paris: CLE International, 2002.
Complementar
PREVERT, Jacques. Paroles. Ed. Gallimard, (1949).
GOSCINNY, Sempé. Le petit Nicolas, Gallimard, 2004.
MONTESQUIEU. Lettres Persanes. Paris: Le livre de Poche, 2005.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
142
UNIDADE CURRICULAR (UC):
Língua Francesa IV
Professor responsável: Guilherme Ignácio da
Pré-requisito: Língua Francesa I, II e III.
Silva
Ano Letivo: 2011
Semestre: Primeiro
Departamentos/Disciplinas participantes: Curso de Letras
Carga horária total: 60 horas.
Carga horária p/ prática: 30
Carga horária p/ teoria: 30
OBJETIVOS
Consolidar os conhecimentos dos primeiros três semestres de Língua Francesa, propondo
um aprimoramento da compreensão oral e escrita e o desenvolvimento da produção
escrita no idioma.
EMENTA
O curso propõe-se a consolidar as competências de leitura e compreensão de textos
escritos e orais em língua francesa, com ênfase em textos da tradição literária francesa,
de crítica literária e cinematográfica e roteiro de filmes em francês.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
a) apresentação do curso/retomada de conteúdos vistos nos três semestres iniciais ;
b) os três grupos verbais/uso do dicionário de verbos;
c) reconhecimento de formas verbais em textos escritos/orais: présent de l´indicatif ;
futur simple e futur proche ; passé composé ; imparfait ; plus-que-parfait ;
subjonctif ; conditionnel ; gérondif ; participe présent/passé ;
d) adjetivos/pronomes possessivos e demonstrativos;
e) pronomes sujeito ; « compléments direct et indirect » ; Y e EN ;
f) pronomes relativos (que; qui ; dont ; où) ;
g) anafóricos em francês;
h) uso de dicionários e trabalho com traduções e edições bilingües de textos
extraídos dos Petits Poèmes en Prose, de Charles Baudelaire;
i) trabalho com roteiro original e a legenda de filmes de Éric Rohmer ;
j) exercícios de derivação nominal e construção de frases;
k) prática do « compte-rendu ».
Obs. : embora listados em ordem, os pontos do conteúdo programático do curso poderão
ser trabalhados simultaneamente durante as aulas.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas complementadas por exercícios de leitura e compreensão de textos,
exercícios de prática do “compte-rendu”, exercícios de gramática da língua francesa e
exercícios de compreensão oral (CDs/DVDs).
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Corpus elaborado pelo docente, com entrega a cada aula do material a ser trabalhado;
análise de edições bilíngües; filmes e material didático em CDs/DVDs.
AVALIAÇÃO
a) “controle continu d’exercices”;
143
b) avaliação escrita individual bimestral e final;
c) avaliação individual de compreensão oral bimestral e final.
BIBLIOGRAFIA
I – MATERIAL DE
APOIO:
A) GRAMÁTICAS/MÉTODOS:
CONTENTIN-REY, GHISLAINE. LE RESUME, LE COMPTE RENDU ET LA SYNTHÈSE. PARIS, CLÉ
INTERNATIONAL, 1995.
DESCOTES-GENON, CH. , MORSEL, M.H. ET RICHOU, C. L’EXERCICIER (L’EXPRESSION
FRANÇAISE POUR LE NIVEAU INTERMÉDIAIRE). GRENOBLE, PUG, 1999.
GRÉGOIRE, M. ET THIÉVENAX, O . GRAMMAIRE PROGRESSIVE DU FRANCAIS (NIVEAU
DÉBUTANT). PARIS, CLÉ INTERNATIONAL, 1995.
__________. GRAMMAIRE PROGRESSIVE DU FRANÇAIS (NIVEAU INTERMÉDIAIRE). PARIS, CLÉ
INTERNATIONAL, 1995.
GRAMMAIRE – COURS DE CIVILISATION DE LA SORBONNE. (NIVEAU DÉBUTANT). PARIS,
HACHETTE, 1990.
GRAMMAIRE – COURS DE CIVILISATION DE LA SORBONNE. (NIVEAU MOYEN). PARIS,
HACHETTE, 1987.
GUIDE PRATIQUE DE LA COMMUNICATION. (AVEC CD). PARIS, DIDIER, 1994.
B) DICIONÁRIOS
BESCHERELLE. LA CONJUGAISON 12000 VERBES. PARIS, HATIER, 1990.
LE NOUVEAU PETIT ROBERT. DICTIONNAIRE DE LA LANGUE FRANÇAISE. PARIS, LE ROBERT,
1993.
LE ROBERT MÉTHODIQUE. PARIS, LE ROBERT, 1993.
MAROTE, D’OLIM. MINI DICIONÁRIO (FRANCÊS/PORTUGUÊS/FRANCÊS). SÃO PAULO, ED.
ÁTICA, 1998.
II – LITERATURA FRANCESA (TEMA: <<PARIS, DÉCOR DE LA FLÂNERIE >>):
BAUDELAIRE, CHARLES. LES PETITS POÈMES EN PROSE (LE SPLEEN DE PARIS). PARIS,
GALLIMARD, 1973.
____________. PEQUENOS POEMAS EM PROSA (O SPLEEN DE PARIS). (TRAD. DOROTHÉE DE
BRUCHARD). SÃO PAULO, HEDRA, 2010.
____________. PEQUENOS POEMAS EM PROSA. (TRAD. GILSON MAURITY). RIO DE
JANEIRO/SÃO PAULO, EDITORA RECORD, 2006.
___________. <<LE PEINTRE DE LA VIE MODERNE>>, IN : CRITIQUE D’ART (SUIVIE DE
CRITIQUE MUSICALE). PARIS, GALLIMARD, 1992, PP. 343-384.
BENJAMIN, WALTER. PARIS, CAPITALE DU XIXÈME SIÈCLE. LE LIVRE DES PASSAGES.
144
PARIS, CERF, 1989.
PROUST, MARCEL. <<À PROPOS DE BAUDELAIRE>>, IN: CONTRE SAINTE-BEUVE. PARIS,
PLÉIADE, 1971, PP. 618-639.
_______. <<SAINTE-BEUVE ET BAUDELAIRE>> E <<FIN DE BAUDELAIRE>>, IN: CONTRE
SAINTE-BEUVE. OP. CIT., PP. 243-262.
III – CINEMA FRANCÊS (TEMA: <<PARIS, DÉCOR DE LA FLÂNERIE >>):
FILMES:
1) CURTAS-METRAGENS: ERIC ROHMER, <<LA BOULANGÈRE DE MONCEAU (SIX CONTES
MORAUX I)>> (1962); ÉRIC ROHMER, <<NADJA À PARIS>> (1964); ERIC ROHMER, <<PARIS,
PLACE DE L’ÉTOILE>> (1965),
2) TRECHO DE LONGA METRAGEM: ERIC ROHMER, <<LES NUITS DE LA PLEINE LUNE>> (1984).
LIVROS:
ROHMER, ERIC. SIX CONTES MORAUX. PARIS, PETITE BIBLIOTHÈQUE DES CAHIERS DU
CINÉM, 1998.
________. COMÉDIES ET PROVERBES. PARIS, PETITE BIBLIOTHÈQUE DES CAHIERS DU
CINEMA, 1999.
________. LE GOÛT DE LA BEAUTÉ. PARIS, PETITE BIBLIOTHÈQUE DES CAHIERS DU CINÉMA,
2004.
ÉTUDES CINÉMATOGRAPHIQUES (146/148): ÉRIC ROHMER 1. PARIS, LETTRES MODERNES
MINARD, 1985.
L’AVANT-SCÈNE CINEMA (336): SPÉCIAL ROHMER. PARIS, JANVIER 1985.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
145
Nome do Componente Curricular: LÍNGUA FRANCESA V
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
A disciplina tem como objetivo introduzir os elementos linguísticos, discursivos e culturais da
comunicação em língua francesa correspondentes aos níveis B1 (expressão oral e escrita) e
B2 (compreensão oral e escrita), tendo como base o Quadro Europeu Comum de Referência
para as Línguas, a partir de suportes e gêneros textuais variados (entrevista oral/escrita,
resenhas, leituras narrativas literárias breves, cotejo de traduções, exercícios de tradução,
etc.)
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
BARTHE, Marie et CHOVELON, Bernadette. Le français par les textes 2 – B1-B2. Presses
universitaires de Grenoble, 2009
BLONDEAU, Nicole et alii. Littérature progressive du français (Niveau avancé). Paris: CLE
International, 2005.
GOLDENSTEIN, J.-P. Entrées en littérature. Paris: Hachette, 1990.
GRÉGOIRE, Maïa. Grammaire progressive du français avec exercices (Niveau avancé).
Paris: CLE International, 2008.
Complementar
ABRY, Dominique et CHALARON, Marie-Laure. La Grammaire des premiers temps (volume
2). Presses universitaires de Grenoble, 1999.
BOURGEOIS, René. La France des institutions: le citoyen dans la nation. Saint-Martin
d´Hères: PUG, 2005.
CICUREL, Francine. Lectures interactives en langue étrangère. Paris: Hachette, 1992.
CONTENTIN-REY, Ghislaine. Le resumé, le compte-rendu et la synthèse. Paris, CLE
International, 1995.
DE SALINS, Geneviève. Grammaire pour l´enseignement/apprentissage du FLE. Paris:
Didier, 1996.
LABRUNE, Gérard et alii. L´histoire de France. Paris: Nathan, 2007.
MIQUEL, Claire. Communication progressive du français (Niveau avancé). Paris: CLE
International, 2008.
MOIRAND, Sophie. Une grammaire des textes et des dialogues. Paris: Hachette, 1990.
PÊCHEUR, Jacques. Civilisation progressive du français (Niveau avancé). Paris: CLE
International, 2010.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
146
Nome do Componente Curricular: Língua Francesa VI
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 30
Carga Horária p/ teórica: 30
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
A disciplina tem como objetivo consolidar os elementos linguísticos, discursivos e culturais da
comunicação em língua francesa correspondentes aos níveis B1 + (expressão oral e escrita)
e B2 (compreensão oral e escrita), tendo como base o Quadro Europeu Comum de
Referência para as Línguas, com ênfase em leitura de textos acadêmicos e de textos teatrais,
cotejo de traduções e exercícios de tradução, bem como na produção de resenhas e resumos
em francês.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
BLONDEAU, Nicole et alii. Littérature progressive du français (Niveau avancé). Paris: CLE
International, 2005.
GRÉGOIRE, Maïa. Grammaire progressive du français avec exercices (Niveau avancé).
Paris: CLE International, 2008.
Complementar
ABRY, Dominique et CHALARON, Marie-Laure. La Grammaire des premiers temps (volume
2). Presses universitaires de Grenoble, 1999.
CICUREL, Francine. Lectures interactives en langue étrangère. Paris: Hachette, 1992.
Coleção bilíngue português-francês. « Palco sur scène ». São Paulo: Imprensa Oficial, desde
2000.
COTENTIN-REY, Ghislaine. Le résumé. Paris: CLE International, 1992.
GOLDENSTEIN, J.-P. Entrées en littérature. Paris: Hachette, 1990.
IONESCO, EUGÈNE. LA CANTATRICE CHAUVE SUIVI DE LA LEÇON, GALLIMARD, 2002.
MIQUEL, Claire. Communication progressive du français (Niveau avancé). Paris: CLE
International,
2008.
MOIRAND, Sophie. Une grammaire des textes et des dialogues. Paris: Hachette, 1990.
PÊCHEUR, Jacques. Civilisation progressive du français (Niveau avancé). Paris: CLE
International, 2010.
REZA, YASMINA. « ART ». PARIS : ÉDITIONS MAGNARD, 2002.
Schmitt, Eric-Emmanuel. Petits Crimes Conjugaux. Paris: Albin Michel, 2003.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
147
UNIDADE CURRICULAR (UC): Literatura Francesa I (5º termo)
Professor responsável: Profa. Dra. Maria Lúcia Dias Mendes
Contato: [email protected]
Ano Letivo: 2011
Semestre: 1º semestre
Departamentos/Disciplinas participantes: Cursos de Letras
Carga horária total: 60 horas
Carga horária p/ prática: 20
Carga horária p/teoria em: 40
OBJETIVOS
Geral
Relacionando a História e a Literatura Francesas, a Unidade Curricular tem como objetivo apresentar
um panorama da produção literária francesa do século XVI ao século XX.
Específico
1) Familiarizar os alunos com os grandes quadros da Literatura Francesa,
2) Apresentar uma visão geral do processo de formação do conceito de Literatura na França;
3) Introduzir questões relativas à História da Literatura Francesa, tais como a sua formação, seus
cânones, seus temas recorrentes, etc.;
4) Contextualizar as produções literárias e as condições dos escritores nos períodos tratados.
EMENTA
O curso pretende fazer uma introdução à Literatura Francesa apresentando um panorama de
autores e obras do século XV ao XX, relacionando-os com aspectos históricos, sociais e filosóficos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) L’Humanisme: Marguerite de Navarre;
2) La « Littérature courtisane » : Mme Sévigné, Charles Perrault e La Fontaine;
3) “Littérature et Philosophie”: Voltaire;
5) Le XIXème Siècle: Théophile Gautier , Villiers de L'Isle-Adam, Maupassant;
6) Século XX: Colette ; Marguerite Duras ; Le Clèzio.
Obs: Os textos deverão ser lidos em francês.
O programa poderá sofrer alterações, ou adaptações, se o docente julgar necessário.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, seminários de textos, debates, discussões em grupo, apresentação e discussão
de slides e Power Point.
As aulas serão dadas a partir de textos previamente escolhidos.
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Serão utilizados textos literários, textos de crítica literária e textos de historiografia.
AVALIAÇÃO
Prova e/ou trabalho final; resenha de texto teórico e exercícios feitos em sala.
148
BIBLIOGRAFIA
Básica
Manuais
ADAM, Antoine. Histoire de la littérature française au XVIIe siècle. Paris: Albin Michel, 1997.
BALMAS, Enea et GIRAUD, Yves. De Villon à Ronsard: XVe-XVIe siècles. Paris: Flammarion, 1997.
CHARTIER, Roger. Les usages de l’imprimé (XVe - XIXe siécle). Paris: Fayard, 1987b.
CLOUARD, Henri. Histoire de la Littérature Française : du Simbolisme à nos jours. Paris: Albin
Michel, 1950.
DIDIER, Béatrice. Histoire de la littérature Française du XVIII e siècle. Paris: Poithiers/Nathan, 1992.
DUBY, Georges (org.). Histoire de France – des origines à nos jours. Paris: Larousse,1995.
DUCHET, Claude (org.). Manuel d’Histoire littéraire de la France. Paris: Éditions Sociales, tome IV
(1789-1848) vol. I, p. 477-490, 1972.
HAUSER, Arnold. História Social da Literatura e da Arte. Trad. Walter Geenem. São Paulo: Mestre
Jou, v.II, 1982.
JARRETY, Michel (dir.). Histoire de la France littéraire. Paris: Presses Universitaire de France,
2006a.
MILNER Max et Claude PICHOIS. Littérature française. De Chateubriand à Baudelaire. Paris:
Arthaud, 1985.
PAYEN, Jean Charles et Jacques ROGER (dir.). Histoire de la Littérature Française. Paris: Armand
Colin, Collection U, 1970.
POMEAU, René et EHRARD, Jean. Littérature française. De Fénelon à Voltaire. Paris: Flammarion,
1998.
Obs: No início do mês de dezembro será divulgada a relação dos textos literários e teóricos que
serão discutidos durante o semestre, para que os alunos possam preparar as suas leituras.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
149
Nome do Componente Curricular: LITERATURA FRANCESA II
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
A disciplina pretende introduzir a textos literários dos séculos XVII e XVIII, percorrendo
diversos gêneros: narrativo, memorialista, poético e teatral.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia básica
BARGUILLET, Françoise. Le roman au XVIIIe siècle. Paris: Presses Universitaires de France,
1981.
BIET, Christian (org.). Le théâtre français du XVIIe siècle. Histoire, textes choisis, mises en
scène. Paris: Avant-Scène Théâtral, 2009.
CHALLE, Robert. Les illustres françaises.Paris: Librairie Générale Française, 1982.
CORNEILLE, Pierre. Oeuvres complètes. Paris: Seuil, 1963.
DIDEROT, Denis. Oeuvres romanesques. Paris: Garnier, 1962.
FURETIÈRE, Antoine. Le roman bourgeois. Paris: Gallimard, 1981.
LA FAYETTE, Madame de. La Princesse de Clèves. Paris: Flammarion, 2001.
LA FONTAINE, Jean. Oeuvres. Paris: Editions Complexe, 1995.
MARIVAUX. La vie de Marianne. Paris: Garnier-Flammarion, 1986.
MOLIÈRE. Théâtre. Genève: Edition RVG, 1986.
SCUDÉRY, Mademoiselle de. Clélie. Paris: Gallimard, 2006.
URFÉ, Honoré. L’Astrée. Paris: Gallimard, 2007.
RACINE, Jean. Oeuvres complètes. Paris: Seuil, 1962.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Rêveries d’un promeneur solitaire. Paris: Gallimard, 1972.
SADE, Marquis de. Justine ou les malheurs de la vertu. Oeuvres. Paris: Gallimard, 1995.
Bibliografia complementar
ADAM, Antoine. Histoire de la littérature française au XVIIe siècle. Tome 2. Paris: Albin Michel,
2010.
COSTA, Leila de Aguiar. Antigos e Modernos: a cena literária na França do século XVII. São
Paulo/Nankin Editorial, 2010.
COUDREUSE, Anne. Le goût des larmes au XVIIIe siècle. Paris: Presses Universitaires de
France, 1999.
DELON, Michel et alii. Histoire de la littérature française. De l’Encyclopédie aux Méditations.
Paris: Flammarion, 1998.
ESMEIN-SARRAZIN, Camille. L’essor du roman. Discours théorique et constitution d’un genre
littéraire au XVIIe. Paris: Honoré Champion, 2008.
FUCHEL, Serge-René. Lieux et personnages romanesques au XVIIIe siècle. Paris: Publibook,
2010.
FUMAROLI et alii. Précis de littérature française du XVIIe siècle. Paris: Presses Universitaires
de France, 1990.
GOULEMOT, Jean et alii. Voccabulaire de la littérature du XVIIIe siècle. Paris: Minerve, 1996.
150
GRENTE, Georges. Dictionnaire des Lettres Françaises. Le XVIIe. Paris: Librairie Générale
Française, 1996.
______________. Dictionnaire des Lettres Françaises. Le XVIIIe. Paris: Librairie Générale
Française, 1996.
LEROY, Christian. La poésie en prose du XVIIe siècle à nos jours. Histoire d’un genre. Paris:
Honoré Champion, 2001.
MARMONTEL. Elements de littérature. Paris: Desjonquères, 2005.
MAUZI, Robert. L’idée de bonheur dans la littérature et dans la pensée françaises du XVIIIe
siècle. Paris: Albin Michel, 1984.
ROUSSET, Jean. Forme et signification. Essai sur les structures de Corneille à Claudel. Paris:
Corti, 1995.
____________. Littérature de l’âge baroque en France. Paris: Corti, 1995.
____________. Anthologie de la poésia baroque française. Tomes 1 et 2. Paris: 1989.
____________. Dernier regard sur le baroque. Paris: Corti, 1998.
SELLIER, Pascal. Essai sur l’imagination classique. Paris: Honoré Champion, 2003
ZUBER, Roger. Les émerveillements de la raison. Classicismes littéraires du XVIIe siècles.
Paris: Klincksieck, 1997.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
151
Nome do Componente Curricular: LITERATURA FRANCESA III
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
A disciplina tem como objetivo percorrer textos paradigmáticos da poesia, do romance, das
memórias e do teatro do século XIX, analisando-os em suas representações renovadas do
sujeito, do real e do social.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia básica
BALZAC. Illusions Perdues. Paris: Librairie Générale Française, 2006.
BAUDELAIRE, Charles. Les Fleurs du Mal. Paris: Gallimard, 1972.
_________________ . Petits Poèmes en prose. Paris: Gallimard, 1973.
BERTRAND, Jean-Pierre e DURANT, Pascal (org.). La modernité romantique. De Lamartine à
Nerval. Paris: Les impressions nouvelles, 2006.
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary. Paris: Gallimard, 1972.
LAMARTINE. Méditations poétiques. Paris: Gallimard, 2004.
MALLARMÉ, Stéphane, Poésies. Œuvres complètes. Paris: Gallimard, 1945.
SAND, Georges. La mare au diable. Paris: Garnier-Flammarion, 1964.
STENDHAL. Le rouge et le noir. Paris: Flammarion, 2006.
Théatre du XIXe siècle: Hugo-Musset. Paris: Bordas, 2005.
VIGNY, Alfred de. Poèmes antiques et modernes. Les Destinées. Paris: Gallimard, 2007.
VIVÈS, Vincent (org.). Victor-Hugo, une légende du XIXe siècle. Anthologie. Paris: Gallimard,
2002.
ZOLA. L’Oeuvre. Paris: Librairie Générale Française, 1999.
Bibliografia complementar
AQUIEN, Michèle e Honoré, Jean-Paul. Le renouvellement des formes poétiques au XIXe
siècle. Paris: Armand Colin, 2005.
BERTHIER, Patrick et alii. Histoire de la France littéraire. Tome 3: Modernités. Les XIXe et XXe
siècles. Paris: Presses Universitaires de France, 2006.
HALPERN, Anne-Elisabeth. Anthologie de la littérature française du XIXe siècle. Paris:
Larousse, 2006.
HAMON, Philippe. Imageries. Littérature et image au XIXe siècle. Edition revue et augmentée.
Paris: Corti, 2007.
KRISTEVA, Julia. La révolution du langage poétique. L’Avant-garde à la fin du XIXe siècle,
Lautréamont et Mallarmé. Paris: Seuil, 1985.
LASSERRE, Pierre. Le romantisme français. Essai sur la Révolution dans les sentiments et
dans les idéesau XIXe siècle. Genève: Slatkine, 2000.
LEROY, Christian. La poésie en prose du XVIIe siècle à nos jours. Histoire d’un genre. Paris :
Honoré Champion, 2001.
NEE, Patrick. L’ailleurs en question. Essai sur la littérature française des XIXe et XXe siècles.
152
Paris: Hermann, 2009.
NORDMANN, Thomas. La critique littéraire au XIXe siècle. Paris: Libraire Générale de France,
2001.
MITTERAND, Michel et alii. Littérature du XIXe siècle. Textes et documents. Paris: Nathan,
2006.
VAILLANT, Alain et alii. Histoire de la littérature française du XIXe siècle. Deuxième édition
revue et augmentée. Rennes: Presses Universitaires de Rennes, 2006.
_________________ . Ecriture/Parole/Discours: littérature et rhétorique au XIXe siècles.
Paris: Les cahiers intempestifs, 1999.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
153
Nome do Componente Curricular: LITERATURA FRANCESA IV
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
A disciplina tem como objetivo propor temas e escritas da literatura francesa do século XX,
evidenciando a crise da linguagem, a busca e as experimentações de novas Poéticas.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia básica
ALLUIN, Bernard. Histoire de la littérature française du XXe siècle. Tome 1: 1900 à 1950.
Paris: Hatier, 2005.
BRUNEL, Pierre et alii. Littérature du XXe siècle. Textes et documents. Paris: Nathan, 1991.
DES FORETS, Louis-René. Ostinato. Paris: Gallimard, 1997.
GIDE, André. Les faux- monnayeurs. Paris: Gallimard, 1991.
MAULPOIX, Jean-Michel. Histoire de la littérature française du XXe siècle. Tome 2: après
1950. Paris: Hatier, 2005.
ROBBE-GRILLET, Alain. La jalousie. Paris: Minuit, 2006.
SARRAUTE, Nathalie. Enfance. Paris: Gallimard, 1983.
PROUST, Marcel. À la recherche du temps perdu. Paris: Gallimard, 1992.
Bibliografia complementar
BERTHIER, Patrick et alii. Histoire de la France littéraire. Tome 3: Modernités. Les XIXe et XXe
siècles. Paris: Presses Universitaires de France, 2006.
DICTIONNAIRE DES LETTRES FRANÇAISES. Le XXe. Paris: Librairie Générale Française,
1998.
DICTIONNAIRE DE LA LITTÉRATURE FRANÇAISE. Le XXe. Paris: Albin Michel, 2000.
FAUCHEREAU, Serge. Avant-gardes du XXe siècle et littératures 1905-1930. Paris:
Flammarion, 2010.
________________ . Expressionisme, dada, surréalisme et autres ismes. Paris: Denoël,
2001.
GOLDENSTEIN, Jean-Pierre e BERNARD, Michel. Mesures et démesures dans les lettres
françaises du XXe siècle. Théâtre, surréalisme et avant-garde. Paris: Honoré Champion, 2007.
JOUANNY, Sylvie. La littérature Française du XXe siècle. Tome 2: Le théâtre. Paris: Armand
Colin, 1999.
_____________ . Marginalités et théâtres. Pouvoir, spectateur et dramaturgie. Paris: Nizet,
2004.
KAUFMANN, Vincent et alii. Les arrière-gardes au XXe siècle. L’autre face de la modernité
esthétique. Paris: Presses Universitaires de France, 2008.
LEROY, Christian. La poésie en prose du XVIIe siècle à nos jours. Histoire d’un genre. Paris:
Honoré Champion, 2001.
MACE, Marielle. Le temps de l’essai. Histoire en France d’un genre au XXe siècle. Paris: Belin,
2006.
154
MITTERAND, Henri. La littérature française du XXe siècle. Paris: Armand Colin, 2007.
NEE, Patrick. L’ailleurs en question. Essai sur la littérature française des XIXe et Xxe siècles.
Paris: Hermann, 2009.
ROUSSET, Jean. Forme et signification. Essai sur les structures de Corneille à Claudel. Paris:
Corti, 1995.
SPITTERS, Thomas. Le vocabulaire général de la littérature du XXe siècle. Paris: Pleins
Feux, 2007.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
155
Nome do Componente Curricular: Francês para a leitura de textos
Período:
Vespertino / noturno
Carga horária total: 60 horas
Carga Horária p/ prática: 20
Carga Horária p/ teórica: 40
Objetivos
Gerais
- introduzir os elementos de base (lingüísticos, discursivos, culturais) para a leitura de
textos não complexos em língua francesa de disciplinas da área ;
- introduzir estratégias e desenvolver competências básicas que promovam uma
abordagem “interativa” da leitura de textos em LE : reconhecer e identificar gênero textual;
adivinhar/ anticipar / fazer hipóteses ; localizar/selecionar/ acompanhar informação ;
hierarquizar/classificar; relacionar ; observar ; verificar compreensão, etc.
- preparar para a elaboração de mini-glossários, complementares ao uso “crítico” do
dicionário.
- propiciar a reflexão individual sobre o processo de leitura e aprendizado da língua
estrangeira “em situação”, de modo a tornar explícitos os pontos de contato com a língua
materna e com as competências (metalíngüística, de análise gramatical, comunicativa, de
leitura) e estratégias de leitura adquiridas através desta ;
- sensibilizar os aprendizes ao conceito de “língua-cultura”, associando a descoberta de
aspectos de ordem sócio-cultural ao processo da leitura, relativos à França e/ou ao mundo
francófono.
Ementa
O curso se propõe a introduzir os alunos à leitura de textos em língua francesa.
Conteúdo Programático:
- De ordem lingüístico-gramatical (morfologia, sintaxe, semântico-lexical) ou discursiva, serão
apresentados em função dos textos lidos em classe, levando em conta a noção de
“progressão” elaborada a partir ao longo das atividades de “sistematização”.
- Tipos de texto : “autênticos”, extraídos de fontes impressas ou digitais.
- Temas : apresentação de instituições (Ensino Superior, políticas) ; biografias de autores ;
sumários de obras ; textos de divulgação científica, outros....
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
- Modalidade escrita, nos moldes dos exercícios praticados em sala de aula.
Bibliografia
Básica
GRÉGOIRE, Maïa e Odile THIÉVENAZ. Grammaire progressive du français avec exercices.
Niveau débutant. Paris: Cle International, 2007.
POISSON-QUINTON, Sylvie et alii. Grammaire expliquée du français (Niveau Débutant), CLE
international, 2002.
LE PETIT ROBERT. Dictionnaire de la Langue Française. Paris, Dictionnaires Le Robert,
1993
BESCHERELLE. La conjugaison pour tous. Paris: Hatier, 2006.
MIQUEL, Claire. Vocabulaire progressif du français avec 250 exercices. Niveau intermédiaire.
Paris: CLE International, 2002.
Complementar
CICUREL, Francine. Lectures interactives en langue étrangère. Paris : Hachette, 1991.
Dicionário Larousse português-francês francês-português. São Paulo : Ed. Larousse do Brasil,
2005
MANGIANTE, Jean-Marc ; PARPETTE, Chantal. Le français sur objectif spécifique : de
l´analyse des besoins á l´élaboration d´un cours. Paris : Hachette, 2004.
156
MOIRAND, Sophie. Situations d´écrit. Paris: CLE International, 1979.
__________. Une grammaire des textes et des dialogues. Paris : CLE International, 1990.
ESSA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS.
O PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
157
Língua Inglesa
Nome do Componente Curricular:
Língua Inglesa I
Período:
Vespertino e noturno/2º termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Gerais
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Contribuir para:









uma discussão sobre o papel da aprendizagem de uma língua estrangeira –
inglês- na formação em Letras;
uma reflexão sobre questões ligadas à língua, linguagem, história, pensamento
e cultura;
o fomento de uma postura crítica e reflexiva acerca da aprendizagem de uma
língua estrangeira- no caso, o inglês;
a aquisição de conhecimentos sobre a história da língua inglesa e sua posição
no mundo atual;
o desenvolvimento das habilidades de compreensão de textos;
o desenvolvimento da autonomia na aprendizagem;
a conscientização com relação ao processo de compreensão de textos em
língua inglesa;
o desenvolvimento de estratégias de compreensão de textos;
a construção de conhecimentos léxico-gramaticais e discursivos necessários
para a compreensão de textos escritos em língua inglesa.
Específicos
Contribuir para que os alunos possam:
 compreender a perspectiva sobre ensino-aprendizagem de língua inglesa e a
organização do curso (por gêneros e esferas do discurso);
 desenvolver as habilidades de compreensão de leitura em língua inglesa;
 utilizar estratégias para a compreensão de textos em língua inglesa: a
compreensão global (skimming); a compreensão específica (scanning); a
compreensão de recursos paratextuais; a inferência do significado das palavras
através do contexto, a compreensão de acordo com conhecimento prévio;
 compreender e desenvolver a acuidade léxico-gramatical a partir da
compreensão dos textos discutidos;
 usar o dicionário e a gramática de forma adequada;
Ementa
A unidade curricular Língua Inglesa 1 constitui-se enquanto introdução e reflexão sobre
aspectos gerais da língua inglesa, dentro de uma perspectiva sóciointeracional e
cultural, e sobre o papel da aprendizagem da língua inglesa na formação em
Letras.Tal unidade servirá como preparação dos alunos para o trabalho com contextos
de uso e gêneros, a ser realizado nos demais semestres do curso de Língua Inglesa, e
para fomentar uma postura crítica acerca do seu processo de aprendizagem. Serão
158
abordados temas como o significado de língua e linguagem; as relações entre língua,
história, pensamento e cultura; o papel da aprendizagem de uma língua estrangeira e,
mais especificamente do inglês, na formação em Letras; a história da língua inglesa e
sua posição no mundo atual; documentos e manifestações culturais representativos
expressos na língua inglesa. Haverá ênfase em leitura de textos e o processo de
desenvolvimento dessa habilidade será amplamente discutido e analisado.
Conteúdo Programático
Serão discutidos temas tais como:
 a organização do curso de Língua Inglesa nos demais termos;
 as relações entre linguagem, língua, história, pensamento e cultura;
 a língua inglesa no âmbito da formação em Letras;
 a história da Língua Inglesa e sua posição no mundo atual;
 a cultura dos povos de língua inglesa.
Estratégias de leitura para a compreensão de textos em língua inglesa:
 a compreensão global (skimming);
 a compreensão específica (scanning);
 a compreensão de recursos paratextuais;
 a inferência do significado das palavras através do contexto;
 a compreensão de acordo com conhecimento prévio;
 o uso do contexto para compreensão de aspectos lexicais e gramaticais
 o uso do dicionário e a gramática de forma adequada;
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas, discussões de textos em grupos, apresentação de seminários,
exercícios escritos de compreensão de texto.
Recursos Instrucionais Necessários
 Textos de diversas fontes;
 Apresentações de aspectos sintáticos, morfológicos, lexicais em Power Point e
apostilas elaboradas pelo docente responsável;
 Datashow;
 Recursos de vídeo e áudio sobre a história da língua inglesa;
 Biblioteca;
 Laboratório de informática com acesso à internet.
Critérios de Avaliação
A avaliação será contínua, incluindo diferentes atividades individuais e em grupo, tais
como seminários, debates e trabalhos em grupo a partir dos textos lidos. Serão
levados em consideração o engajamento nas atividades propostas, a responsabilidade
no cumprimento das tarefas, a assiduidade, o desenvolvimento da proficiência na
leitura e a capacidade de argumentar de forma coerente e clara a respeito dos temas
tratados. Além disso, haverá duas provas durante o semestre, versando sobre o
conteúdo discutido. Para fins de aprovação, além do cumprimento das tarefas
propostas e da obtenção de média final 5,0 (cinco), será necessária a freqüência
mínima de 75%.
Bibliografia
Básica
AKMAJIAN, A; Demers, R.A.; Farmer, A.K.; Harnish, R.M. Linguistics: an Introduction to
Language and Communication. Cambridge: The MIT Press, 1998.
BARBER, C.L. The English Language: a Historical Introduction. Cambridge: Cambridge
University Press, 2000.
159
CANAGARAJAH, A.S. Resisting Linguistic Imperialism in English Teaching. Oxford: Oxford
University Press, 1999.
CRYSTAL, D. English as a Global Language. Cambridge: Cambridge University Press, 2000.
_________ The Cambridge Encyclopedia of Language. Second Edition. Cambridge:
Cambridge University Press, 1997.
_________
The Cambridge Encyclopedia of the English Language. Second Edition.
Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
LYONS, J. Language and Linguistics: an Introduction. Cambridge: Cambridge University Press,
1999.
MCARTHUR, T. The English Languages. Cambridge: Cambridge University Press. 2000.
QUIRK, R.; Widdowson, H.G. English in the World: Teaching and Learning the Language and
Literatures. Cambridge: Cambridge University Press, 1985.
RAJAGOPALAN, K. “The Concept of ‘World English’ and its Implications for ELT”. ELT Journal,
Volume 58/2, April, 2004.
VALDES, J.M. Culture Bound: Bridging the Cultural Gap in Language Teaching. Cambridge:
Cambridge University Press, 1988.
Complementar
AZAR, Betty. Understanding and Using the English Grammar. New York: Longman, 2000.
CRYSTAL, D. A Dictionary of Linguistics and Phonetics. Fourth Edition. Oxford: Blackwell
Publishers, 1998.
__________ The Stories of English. London: Penguin Books, 2005.
JOHNSON, K.; JOHNSON, H. Encyclopedic Dictionary of Applied Linguistics: a Handbook for
Language Teaching. Oxford: Blackwell Publishers, 1999.
MATTHEWS, P.H. The Concise Oxford Dictionary of Linguistics. Oxford: Oxford University
Press, 1997.
MCCRUM, R.; Cran, W.; MacNeil, R. The Story of English. New York: Penguin Books, 1987.
MURPHY, R. English Grammar in Use. Third Edition. Cambridge: Cambridge University Press,
2004.
RAJAGOPALAN, K. “Of EFL Teachers, Conscience, and Cowardice”. ELT Journal, Volume
53/3, July 1999.
_____________ “The Identity of ‘World English’”.
In G.R.Gonçalves; S.R.G.Almeida;
V.L.M.O.Paiva; A.S.Rodrigues Junior (Org.). New Challenges in Language and Literature.
Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2009.
_____________ “’World English’ and the Latin Analogy: Where we Get it Wrong”. English
Today 98, Vol. 25, No. 2 (June 2009).
RICHARDS, J.C.; PLATT, J.; PLATT, H. Longman Dictionary of Language Teaching and
Applied Linguistics. Essex: Longman, 1992.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
160
Nome do Componente Curricular:
Língua Inglesa II
Período:
Vespertino e Noturno/3º termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Gerais
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Contribuir para:
 o desenvolvimento das habilidades de compreensão e produção orais dentro do
contexto de uso do cotidiano
 o desenvolvimento da autonomia na aprendizagem;
 a conscientização com relação ao processo de compreensão e produção orais
em língua inglesa;
 o desenvolvimento de estratégias de compreensão e produção orais;
 a construção de conhecimentos léxico-gramaticais e fonológicos necessários
para a compreensão e produção orais em língua inglesa;
 a conscientização sobre aspectos discursivos e de construção de significação
por meio do uso da língua como prática social situada
Específicos
Contribuir para que os alunos possam:
 compreender a perspectiva sobre ensino-aprendizagem de línguas e a
organização do curso (por esferas do discurso);
 utilizar estratégias para a compreensão oral em língua inglesa: a compreensão
global (skimming); a compreensão específica (scanning); a compreensão de
recursos não-verbais; a inferência do significado das palavras através do
contexto, a compreensão de acordo com aspectos fonéticos e fonológicos da
língua inglesa;
 desenvolver a produção oral dentro de um contexto de comunicação em gêneros
do discurso pertencentes à esfera do cotidiano;
 compreender e desenvolver a acuidade léxico-gramatical dentro da produção
oral;
 compreender e desenvolver a pronúncia em língua inglesa, com atenção para as
diferentes variedades de inglês;
 usar o dicionário e a gramática de forma adequada;
 conhecer o sistema fonológico em língua inglesa e saber reconhecer os
símbolos fonéticos no dicionário
 conscientizar-se a respeito de e posicionar-se criticamente quanto aos diversos
modos de se construir os significados lingüístico-discursivamente
Ementa
A unidade curricular Língua Inglesa II visa ao desenvolvimento de competências
linguísticas para atuar no contexto do cotidiano usando a língua inglesa, dentro de uma
abordagem sociointeracional e cultural pautada pelo estudo de gêneros do discurso. Os
161
seguintes gêneros poderão ser contemplados: apresentações e conversas informais
(trabalho, família, interesses e opiniões, hábitos, experiências passadas e planos para
o futuro), recados e mensagens, convites, reservas e agendamentos bem como
solicitações informais de informações, serviços e produtos. Tais gêneros serão
estudados em seus diversos meios, tais como por telefone, face a face, email, chats e
impressos. Haverá ênfase em produção e compreensão orais, com inclusão de estudos
sobre Fonética e Fonologia da Língua Inglesa, bem como de estruturas gramaticais e
lexicais pertinentes aos gêneros estudados.
Conteúdo Programático
Gêneros do discurso:
 Breve apresentação da perspectiva sobre ensino-aprendizagem através de
esferas do discurso e gêneros, perspectiva essa adotada no curso.
 Apresentações e conversas informais (trabalho, família, interesses e opiniões,
hábitos, experiências passadas e planos para o futuro)
 Recados e mensagens
 Convites
 Reservas e agendamentos
 Solicitações informais de informações, serviços e produtos
 Conversas em contextos sociais variados
Compreensão oral:
 Compreensão global (skimming) e de detalhes (scanning) de acordo com os
gêneros estudados
Produção oral:
 Interação de acordo com os gêneros estudados
Aspectos relacionados à Fonética e Fonologia da língua inglesa:
 Alfabeto Fonético: os símbolos no dicionário
 Sistema fonológico da língua inglesa
 Vogais e consoantes
 Prosódia, entoação e sílaba tônica em palavras e sentenças
Aspectos relacionados à estrutura gramatical da língua inglesa, com reconhecimento,
sistematização e prática dentro do contexto e dos gêneros estudados:
 Tempos verbais: Simple Present, Present Continuous, Simple Past, Past
Continuous, Present Perfect, Present Perfect Continuous, Simple Future, Going
to Future
 Preposições
 Formação de perguntas
 Modais
Aprofundamento de conhecimento lexical dentro do contexto e gêneros estudados
Metodologia de Ensino Utilizada
Dentro da perspectiva do contexto de uso do cotidiano, os gêneros enfocados na
Unidade Curricular serão abordados através de atividades de compreensão e
comunicação orais. Haverá trabalho com Fonética e Fonologia da Língua Inglesa e
sistematização de estruturas gramaticais e lexicais dentro do contexto dos gêneros.
Haverá intenso trabalho com exposição a materiais gravados em CD, vídeo e MP3 e
162
fomento de dramatização e apresentações individuais. Além dos materiais fornecidos
pelo docente responsável pelo curso, os alunos desenvolverão pesquisas na biblioteca
e na internet, visando desenvolver a compreensão e produção orais. O
desenvolvimento de estratégias de compreensão e produção orais, o estudo de
aspectos léxico-gramaticais e fonológicos visarão sempre à compreensão e discussão
dos temas levantados dentro de cada gênero estudado.
Recursos Instrucionais Necessários
 Materiais para compreensão oral de diversas fontes (CDs, vídeo, Internet, MP3);
 Exercícios de compreensão e produção oral;
 Apresentações de aspectos teóricos e lingüístico-discursivos em Power Point e
apostilas elaboradas pelo docente responsável;
 Datashow;
 Biblioteca;
 Laboratório de informática com acesso à internet.
Critérios de Avaliação
A avaliação será contínua, incluindo diferentes atividades individuais e em grupo, tais
como seminários, debates, dramatizações e apresentações a partir dos materiais
apresentados. Serão levados em consideração o engajamento nas atividades
propostas, a responsabilidade no cumprimento das tarefas, a assiduidade, a
pontualidade, o desenvolvimento da proficiência na compreensão e produção orais e o
desenvolvimento em termos gramaticais, lexicais e fonológicos. Haverá, ainda, quatro
provas versando sobre o conteúdo do curso, sendo duas escritas e duas orais. Para
fins de aprovação, além do cumprimento das tarefas propostas, será necessária a
freqüência mínima de 75% e a obtenção de média final 5.0 (cinco).
Bibliografia
Básica:
AZAR, B. Understanding and Using the English Grammar. New York: Longman, 2000.
CARR, P. English Phonetics and Phonology: an introduction. New York: John Wiley
Professio, 1999.
CRUTTENDEN, A. Intonation. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.
CRYSTAL, D. The Cambridge Encyclopedia of English Language. New York:
Cambridge University Press, 2003.
GODOY, S.M. B, GONTOW, C. & MARCELINO, M. English Pronunciation for
Brazilians: the sounds of American English. Barueri: Disal Editora, 2006.
JONES, L. Let’s Talk. New York: Cambridge University Press, 2002.
LADEFOGED, P. Vowels and Consonants. New York: John Wiley Profession, 2005.
MURPHY, R. English Grammar in Use. Third Edition. Cambridge: Cambridge University
Press, 2004.
REDMAN, S. & SHAW, E. English Vocabulary in Use. Cambridge: Cambridge
University Press, 1999.
SWAN, M. & WALTER, C. How English Works: A Grammar Practice Book. Oxford:
Oxford University Press, 1997.
Complementar:
Cambridge International Dictionary of English. Cambridge: Cambridge University Press,
1995.
CRYSTAL, D.
A Dictionary of Linguistics and Phonetics.
Fourth Edition.
Oxford:
163
Blackwell Publishers, 1998.
GEE, J. P. Introduction to Discourse Analysis: Theory and Method. London and New
York: Routledge, 2nd edition, 2005.
FAIRCLOUGH, N. Discourse and Social Change. London: Polity Press, 1993.
JOHNSON, K.; JOHNSON, H. Encyclopedic Dictionary of Applied Linguistics: a
Handbook for Language Teaching. Oxford: Blackwell Publishers, 1999.
Longman Dictionary of Contemporary English. New York: Longman, 2009.
Longman Pronunciation Dictionary. New York: Longman, 2000.
MATTHEWS, P.H. The Concise Oxford Dictionary of Linguistics. Oxford: Oxford
University Press, 1997.
RICHARDS, J.C.; PLATT, J.; PLATT, H. Longman Dictionary of Language Teaching
and Applied Linguistics. Essex: Longman, 1992.
VINCE, M. Intermediate Language Practice. New York: MacMillan, 2003.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
164
Nome do Componente Curricular:
Língua Inglesa III
Período:
Vespertino e Noturno/4º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Gerais
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Contribuir para:
 o desenvolvimento das habilidades de leitura crítica e produção escrita em
situações de uso da língua no contexto das comunicações;
 a conscientização com relação aos processos de leitura e produção escrita em
língua inglesa;
 a construção de conhecimentos gramaticais (morfológicos, lexicais e sintáticos),
semânticos e discursivos necessários para a leitura e produção escrita em
língua inglesa;
 a adoção de atitude crítica e responsável com relação ao uso da língua;
 o desenvolvimento da autonomia na aprendizagem.
Específicos
Contribuir para que os alunos possam:
 reconhecer os diversos gêneros orais, no campo das comunicações; identificar
suas características específicas (propósito, estrutura textual, elementos
discursivos,
lexicais e sintáticos) e apoiar-se nesses aspectos para
compreender e discutir os textos enfocados;
 relacionar os textos aos seus contextos de produção e de recepção de forma
crítica;
 construir conhecimentos estratégicos, gramaticais (morfológicos, lexicais e
sintáticos), semânticos e discursivos necessários para a compreensão e
discussão de textos;
 conscientizar-se sobre o processo de desenvolvimento da compreensão oral;
 explorar alguns conceitos da Análise do Discurso e da Análise Crítica de Textos.
Ementa
A unidade curricular Língua Inglesa III pretende desenvolver competências para a
compreensão crítica de textos em língua inglesa do contexto das comunicações. Os
seguintes gêneros serão contemplados: notícias, reportagens, editoriais, entrevistas,
sinopses (filmes, peças e exposições), charges, blogs, cartas/e-mail dos leitores bem
como anúncios publicitários. A produção escrita também será contemplada, mais
especificamente voltada para os gêneros carta/e-mail do leitor e comentários em blogs.
Conceitos teóricos da Análise do Discurso e da Análise Critíca de Textos serão
discutidos e integrados às atividades práticas. Também estarão incluídas leituras e
discussões a respeito do processo de desenvolvimento da leitura e da produção
escrita.
Conteúdo Programático
Gêneros do discurso:
165









Notícias;
Reportagens;
Editoriais;
Entrevistas;
Sinopses (filmes, peças e exposições);
Charges;
Carta/E-mail dos leitores;
Blogs;
Anúncios publicitários.
Leitura crítica:
 Percepção da perspectiva adotada pelo autor da matéria;
 Identificação de argumentos e dos recursos lingüísticos usados para a
apresentação dos mesmo;
 Relação entre texto, contexto de situação e de cultura (identificação do propósito
do texto, dos participantes, das características do contexto de produção e de
recepção desse texto, reflexões sobre o contexto de cultura e suas relações com
o texto).
Produção escrita:
 Processos envolvidos na produção dos gêneros carta do leitor e comentário em
blog.
Aspectos da macro-estrutura do texto:
 Análise da estrutura temática do texto.
Aspectos da micro-estrutura do texto:
 Elementos da gramática (morfologia, léxico e sintaxe) e da
relacionados aos gêneros enfocados.
semântica
Análise do discurso:
Noções básicas sobre a Análise do Discurso e a Análise Crítica de Textos.
Metodologia de Ensino Utilizada
A Unidade Curricular incluirá atividades de leitura, comparação de textos e discussões
visando à exploração dos diversos gêneros do contexto das comunicações. Nessas
atividades estão incluídos trabalhos de análise e sistematização referentes à macroestrutura e micro-estrutura dos textos enfocados, com apoio na Análise do Discurso,
em Estudos de Gêneros Textuais e na Análise Crítica de Textos. Os textos,
selecionados pela docente com a colaboração dos discentes, serão de fontes diversas,
tanto da mídia impressa quanto digital. Serão também incluídas atividades visando à
produção escrita, mais especificamente relacionadas aos gêneros carta/e-mail do leitor
e comentários em blogs.
Estarão ainda incluídas leituras e discussões a respeito do
processo de desenvolvimento da leitura e da produção escrita.
Recursos Instrucionais Necessários
 Textos de diversas fontes do contexto das comunicações, da mídia impressa e
digital;
 Roteiros de leitura elaborados pela docente;
 Sistematizações de aspectos discursivos, gramaticais e semânticos em apostilas
e em Power Point;
 Datashow;
166
 Dicionários;
 Gramáticas;
 Literatura sobre Análise do Discurso, Estudos de Gêneros Textuais e Análise
Crítica de Textos;
 Biblioteca;
 Laboratório de informática com acesso à internet.
Critérios de Avaliação
A avaliação será contínua, incluindo diferentes atividades individuais e em grupo, tais
como seleção, leitura, análise e comparação de textos e seminários. Serão levados
em consideração o engajamento nas atividades propostas, a responsabilidade no
cumprimento das tarefas, a assiduidade, a pontualidade e o desenvolvimento da
proficiência na compreensão de textos e na produção escrita. Haverá, ainda, duas
provas. Para fins de aprovação, além do cumprimento das tarefas propostas, será
necessária a freqüência mínima de 75% e a obtenção de média final 5.0 (cinco).
Bibliografia
Básica
Os textos da área das comunicações estudados serão selecionados, durante o curso,
a partir de diversas fontes da mídia impressa e digital.
Os materiais de apoio para as atividades de leitura, análise e discussão dos textos
serão os seguintes:
AZAR, B. Understanding and Using the English Grammar. New York: Longman, 2000.
EGGINS, S. An Introduction to Systemic Functional Linguistics. Segunda edição.
Londres: Continuum, 2004.
HALLIDAY, M.A.K; MATTHIESSEN, C.M.I.M. An Introduction to Functional Grammar.
Terceira edição. Londres: Hodder Arnold, 2004.
MURPHY, R. English Grammar in Use. Terceira Edição. Cambridge: Cambridge
University Press, 2004.
MCCARTHY, M.; O’DELL, F. & SHAW, E. Vocabulary in Use – Upper Intermeditate –
With Answers. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
Complementar
Cambridge Dictionary of American English. Cambridge: Cambridge University Press,
1999.
FAIRCLOUGH, N. Discourse and Social Change. Cambridge: Polity Press, 1992.
Disponível em http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=3H3AoOmjXoC&oi=fnd&pg=PP8&dq=fairclough+discourse+analysis+critical+news+journalis
m&ots=78CnMwWzCH&sig=XElic81uea7_9up1dG_eJoJGfcU#v=onepage&q&f=f
alse em 20/06/2010.
_________ Media Discourse. USA: Bloomsbury, 2009.
JOHNSON, K.; JOHNSON, H. Encyclopedic Dictionary of Applied Linguistics: a
Handbook for Language Teaching. Oxford: Blackwell Publishers, 1999.
HALLIDAY, M. & HASAN, R. Language, Context and Text: aspects of language in a
social-semiotic perspective. Oxford: Oxford University Press, 1991.
Longman Dictionary of Contemporary English. New York: Longman, 2009.
MATTHEWS, P.H. The Concise Oxford Dictionary of Linguistics. Oxford: Oxford
University Press, 1997.
RICHARDS, J.C.; PLATT, J.; PLATT, H. Longman Dictionary of Language Teaching
and Applied Linguistics. Essex: Longman, 1992.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
167
Nome do Componente Curricular:
Língua Inglesa IV
Período:
Vespertino e noturno/5º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Gerais
Contribuir para:
 o desenvolvimento das habilidades de compreensão oral e fala em situações de
uso da língua no contexto das comunicações;
 a conscientização com relação ao processo de compreensão oral em língua
inglesa;
 a construção de conhecimentos gramaticais (morfológicos, lexicais e sintáticos),
semânticos e discursivos necessários para a compreensão e discussão de
textos da área das comunicações, principalmente os falados;
 a adoção de atitude crítica e responsável com relação ao uso da língua;
 o desenvolvimento da autonomia na aprendizagem.
Específicos
Contribuir para que os alunos possam:
 reconhecer os diversos gêneros orais, no campo das comunicações; identificar
suas características específicas (propósito, estrutura textual, elementos
discursivos,
lexicais e sintáticos) e apoiar-se nesses aspectos para
compreender e discutir os textos enfocados;
 relacionar os textos aos seus contextos de produção e de recepção de forma
crítica;
 construir conhecimentos estratégicos, gramaticais (morfológicos, lexicais e
sintáticos), semânticos e discursivos necessários para a compreensão e
discussão de textos;
 conscientizar-se sobre o processo de desenvolvimento da compreensão oral;
 explorar alguns conceitos da Análise do Discurso e da Análise Crítica de Textos.
Ementa
A unidade curricular Língua Inglesa IV pretende desenvolver competências para a
compreensão crítica e discussão de textos falados em língua inglesa do contexto das
comunicações. Os seguintes gêneros serão contemplados: notícias em áudio e vídeo,
entrevistas, documentários, programas de rádio e de televisão e propaganda.
Conceitos teóricos da Análise do Discurso e da Análise Critíca de Textos serão
discutidos e integrados às atividades práticas. Também estarão incluídas leituras e
discussões a respeito do processo de desenvolvimento da compreensão oral.
Conteúdo Programático
Gêneros textuais:
 Notícias em áudio e vídeo;
 Entrevistas;
168
 Documentários;
 Programas de rádio e de televisão;
 Propaganda.
Compreensão crítica e discussão de textos falados:
 Compreensão global do texto;
 Compreensão de informações específicas;
 Estratégias de compreensão e de comunicação;
 Percepção da perspectiva adotada no texto;
 Identificação de fatos e opiniões e dos recursos lingüísticos usados para a
apresentação dos mesmos;
 Identificação de argumentos e dos recursos lingüísticos usados para a
apresentação dos mesmo;
Relação entre texto e contexto
Aspectos da macro-estrutura do texto:
 Análise dos movimentos, ou estágios de desenvolvimento, do texto.
Aspectos da micro-estrutura do texto:
 Elementos da gramática (morfologia, léxico e sintaxe) e da
relacionados aos gêneros enfocados.
semântica
Análise do discurso:
Noções básicas sobre a Análise do Discurso e a Análise Crítica de Textos.
Metodologia de Ensino Utilizada
A Unidade Curricular contemplará atividades de compreensão e discussão de textos
falados do contexto das comunicações, incluindo notícias em áudio e vídeo,
entrevistas, documentários, programas de rádio e televisão e propaganda. Nessas
atividades estão incluídas análises e sistematizações referentes à macro-estrutura e
micro-estrutura dos textos enfocados, com apoio na Análise do Discurso, nos Estudos
de Gêneros Textuais e na Análise Crítica de Textos. Os materiais, selecionados pela
docente com a colaboração dos discentes, serão de fontes diversas, incluindo rádio,
televisão e a internet. Também serão envolvidas leituras e reflexões a respeito do
processo de desenvolvimento da compreensão oral.
Recursos Instrucionais Necessários
 Textos falados de diversas fontes do contexto das comunicações;
 Roteiros para a compreensão e discussão dos textos, elaborados pela docente;
 Sistematizações de aspectos discursivos, gramaticais e semânticos em apostilas
e em Power Point;
 Datashow;
 Dicionários;
 Gramáticas;
 Literatura sobre Análise do Discurso, Estudos de Gêneros Textuais e Análise
Crítica de Textos;
 Biblioteca;
 Laboratório de informática com acesso à internet.
Critérios de Avaliação
A avaliação será contínua, incluindo diferentes atividades individuais e em grupo, tais
como exercícios de compreensão, análise e comparação de textos e seminários.
Serão levados em consideração o engajamento nas atividades propostas, a
169
responsabilidade no cumprimento das tarefas, a assiduidade, a pontualidade e o
desenvolvimento da proficiência na compreensão e discussão de textos da área das
comunicações. Haverá, ainda, duas provas. Para fins de aprovação, além do
cumprimento das tarefas propostas, será necessária a freqüência mínima de 75% e a
obtenção de média final 5.0 (cinco).
Bibliografia
Básica:
Os textos do contexto das comunicações estudados serão selecionados, durante o
curso, a partir de diversas fontes.
Os materiais de apoio para as atividades de leitura, análise e discussão dos textos
serão os seguintes:
AZAR, B. Understanding and Using the English Grammar. New York: Longman, 2000.
CARLISI, K. e CHRISTIE, S. Authentic and aware: advanced conversation strategies.
Boston: Heinle & Heinle.1994.
COOK, G. Discourse. Oxford. OUP. 1993
FAIRCLOUGH, N. Discourse and Social Change. Cambridge: Polity Press, 1992.
Disponível em http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=3H3AoOmjXoC&oi=fnd&pg=PP8&dq=fairclough+discourse+analysis+critical+news+journalis
m&ots=78CnMwWzCH&sig=XElic81uea7_9up1dG_eJoJGfcU#v=onepage&q&f=f
alse em 20/06/2010.
_________ Media Discourse. USA: Bloomsbury, 2009.
OXFORD, R. Patterns of cultural identity. Boston: Heinle & Heinle.1995.
PENNYCOOK, A. Critical applied linguistics: a critical introduction. New Jersey.
Lawrence Erlbaum Associates. 2001.
SELIGSON, P. Helping students to speak. London. Richmond. 1997.
Complementar:
Cambridge Dictionary of American English. Cambridge: Cambridge University Press,
1999.
HANCOCK, M. Pronunciation games. Cambridge. CUP.1995.Longman Dictionary of
Contemporary English. New York: Longman, 2009.
MATTHEWS, P.H. The Concise Oxford Dictionary of Linguistics.
University Press, 1997.
Oxford: Oxford
MURPHY, R. English Grammar in Use. Terceira Edição. Cambridge: Cambridge
University Press, 2004.
RICHARDS, J.C.; PLATT, J.; PLATT, H. Longman Dictionary of Language Teaching
and Applied Linguistics. Essex: Longman, 1992.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
170
Nome do Componente Curricular:
Língua Inglesa V
Período:
Vespertino e noturno/6º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Gerais
Específicos
Ementa
Esta unidade curricular visa ao desenvolvimento de competências para a compreensão
e produção de textos escritos da esfera acadêmica, usando a língua inglesa. Os
seguintes gêneros poderão ser contemplados: cartas de apresentação, currículos para
fins acadêmicos, capítulos e partes de livros (prefácios, quarta-capas, introduções e
demais capítulos), artigos teóricos, relatos de pesquisa, resumos, resenhas e citações.
Haverá ênfase em leitura e produção escrita. Conceitos teóricos da área da Análise do
Discurso serão discutidos e operacionalizados.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
171
Nome do Componente Curricular:
Língua Inglesa VI
Período:
Vespertino e noturno/7º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
30 horas
Objetivos
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
Gerais
Específicos
Ementa
Esta unidade curricular visa ao desenvolvimento de competências para a compreensão
e produção de textos falados da esfera acadêmica. Os seguintes gêneros poderão ser
contemplados: seminários, aulas, comunicações, palestras, relatos, debates. Haverá
ênfase na compreensão e produção orais. Conceitos teóricos da área da Análise do
Discurso serão discutidos e operacionalizados.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica
Complementar
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
172
Literatura Inglesa
Nome do Componente Curricular:
Literatura Inglesa I
Período:
Vespertino e noturno/5º termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
20 horas
40 horas
Objetivos
Gerais:
A partir de uma perspectiva crítica e teórica que historiciza a produção literária em
língua inglesa, propõe-se apresentar nesta unidade curricular um panorama histórico,
filosófico, político, cultural e social no qual as literaturas de língua inglesa se inserem.
Assim, pretende-se chamar a atenção dos alunos para as condições de produção e
recepção da literatura em língua inglesa ao longo dos tempos.
Específicos:
Tendo em vista a natureza introdutória desta disciplina, pretende-se estudar ao longo
do semestre uma seleção da produção literária em língua inglesa em gêneros diversos
(poesia, conto, romance e seus subgêneros) e de diversas épocas, desde seus
primórdios até o pós-colonialismo. Assim, torna-se imprescindível discutir questões
relacionadas à historiografia literária, tais como: a distribuição da produção literária em
uma cronologia que define os estilos literários (por exemplo, como "renascentista",
"romântico", "vitoriano" etc.); o estabelecimento de um "cânone" literário, que produz
uma classificação das obras representativas de cada período histórico e de cada estilo
literário; a separação das produções literárias em gêneros (poesia, drama, romance
etc.). Examinando as obras selecionadas para estudo durante o semestre, professor e
alunos discutirão de forma crítica os aspectos literário, histórico, filosófico, social,
cultural e político necessariamente envolvidos na construção de uma historiografia
literária de língua inglesa.
Ementa
É desejável que o aluno de Ensino Superior em Letras-Inglês desenvolva sua
capacidade de leitura crítica e analítica dentro das especificidades de seu próprio
Curso. Através do estudo interdisciplinar de obras literárias selecionadas, pretende-se
justamente investigar a conexão entre os aspectos históricos, literários, culturais,
sociais e filosóficos que concorrem para erguer o conjunto do texto literário,
despertando no aluno a vontade de perseguir novos estudos que dêem continuidade a
esse aprendizado. Neste primeiro termo letivo de contato com as Literaturas de Língua
Inglesa, pretende-se estabelecer um panorama geral que permita ao aluno perceber
onde os principais estilos literários e escritores representativos se inserem e, assim,
facilitar o processo de desenvolvimento de leitura crítico-interpretativa por parte do
aluno.
Conteúdo Programático
Além da leitura particular e da análise crítica das obras literárias selecionadas, esta
disciplina dará oportunidade para os alunos discutirem diversos elementos que
constituem o texto literário. A abordagem historicizante aqui proposta buscará
despertar no aluno o interesse de lidar com particularidades – e não generalidades
173
estabelecidas a priori – da composição da obra literária e sua função social, levantando
os sentidos, significados e interpretações que se abrem durante a leitura crítica e
analítica. O conteúdo mais específico do curso será apresentado no primeiro dia de
aula e deverá versar sobre um panorama das literaturas de língua inglesa desde seus
primórdios até a contemporaneidade (pós-colonialismo).
Metodologia de Ensino Utilizada
Aulas expositivas, leituras específicas de obras selecionadas divulgadas no programa,
atividades específicas em sala de aula e para casa, discussões em grupo,
apresentação de aparato documental e visual e outros materiais audiovisuais.
Pretende-se também fazer um Grupo de Estudos da disciplina, no qual se estudarão
textos e vídeos relacionados ao tema proposto.
Recursos Instrucionais Necessários
 Lousa;
 Equipamento de projeção audiovisual (projetor, DVD, VHS, datashow)
Critérios de Avaliação
A avaliação ocorrerá por meio da combinação de instrumentos pontuais, tais como a
aplicação de uma prova no meio do semestre para verificação de leitura e/ou a
participação e apresentação de seminários em grupo sobre textos específicos, e de
uma avaliação contínua em sala de aula, na qual a presença, participação ativa e
progresso serão levados em consideração. Ao final do semestre, os alunos deverão
entregar um trabalho de análise e interpretação sobre o conteúdo do curso. Serão
atribuídas três notas de zero a 10, cuja média final deve corresponder a cinco: nota de
instrumentos pontuais de avaliação (prova e/ou seminário), nota de avaliação contínua
e nota do trabalho final. Ao aluno caberá também ter presença mínima de 75%.
Bibliografia
Básica:
BAUGH, A. C. (ED). A
Literary History of England.
Second edition.
London: Routledge, 1993.
BERCOVITCH, S. (ED). The Cambridge history of American literature . Cambridge: Cambridge
University Press, 1996.
BESSA, M.C. Panorama da Literatura Norte Americana: dos primórdios ao período
contemporâneo. São Paulo: Alexa Cultural, 2008.
BORGES, J.L. Curso de Literatura Inglesa. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
BURKE, Peter. Variedades de História Cultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2000.
CERTEAU, Michel de. A Escrita da História. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2000.
ELIOT, T.S. Selected Essays (1917-1932). New York: Harcourt, 1932.
ELLIOTT, E. (ed) Columbia Literary History of the United States. New York: Columbia
University Press,1998.
HIGH, P.B. An Outline of American Literature. London: Longman, 1986.
KENNEDY, G.A. (ED.)
THE CAMBRIDGE HISTORY OF LITERARY CRITICISM.
Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
MULVEY-ROBERTS, M. (ed). The Handbook of the Gothic. Second Edition. New York:
New York University Press, 2009.
RICHARDS, D. & Shirley Chew. A Concise Companion to Postcolonial Literature. New
Jersey: John Wiley Profession, 2010.
RICHETTI, John J. (ed). The Cambridge History of English Literature, 16601780. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
SANDERS, Andrew. The Short Oxford History of English Literature.
Rev
ed. Oxford: Clarendon Press, 1996.
174
THORNLEY, G.C & Gwyneth Roberts. An Outline of English Literature. London:
Longman, 1996.
WALDER, D. (ed). Literature in the Modern World: critical essays and documents. 2nd.
Revised Edition. Oxford: Oxford University Press, 2004.
WARD, A.W (ed) The Cambridge history of English and American literature. New York:
Cambridge University Press, 1921.
Complementar:
BBC History: seriado composto de 15 episódios sobre a História da Inglaterra, com
Simon Schama.
BBC The Story of English: seriado sobre a formação da Língua e da Cultura Inglesa.
HOUAISS, Antonio. Dicionário Inglês-Português. Rio de Janeiro: Record.
Longman Dictionary of Contemporary English.
Bases de dados eletrônicas disponíveis na biblioteca do campus.
OBS.: Os livros An Outline of English Literature e An Outline of American Literature (ver
dados completos acima) deverão ser lidos durante as férias e serão previamente
disponibilizados pela docente responsável pelo curso.
OBS.: ESTE PLANO DE ENSINO PASSARÁ POR REVISÕES ANUAIS EM
FUNÇÃO DAS PESQUISAS REALIZADAS NA ÁREA NA QUAL SE INSERE.
175
Nome do Componente Curricular:
Literatura Inglesa II
Período:
Vespertino e noturno/6º termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Gerais:
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Específicos:
Ementa
Nesta unidade curricular, o professor responsável levará os alunos a discutir e analisar
o gênero poético em língua inglesa, desde os primórdios até a contemporaneidade.
Para tal, poderá escolher trabalhar com autores da Poesia Elisabetana, da Poesia da
Restauração, da Poesia Romântica Inglesa e Norte-Americana, da Poesia
Decadentista, da Poesia Modernista Inglesa e Norte-Americana, da Poesia PósColonial e da Poesia Contemporânea em língua inglesa. Ênfase será dada ao estudo
do gênero poético dentro de uma perspectiva histórico-político-social.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
176
Nome do Componente Curricular:
Literatura Inglesa III
Período:
Vespertino e noturno/7º termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Gerais:
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Específicos:
Ementa
Nesta unidade curricular, será estudado o gênero narrativo em língua inglesa, a partir
da formação do romance inglês, com ênfase em obras centrais desse gênero de ficção,
como os romances epistolares e picarescos do século XVIII, os romances românticos
ingleses, os contos norte-americanos do século XIX, os romances modernistas do
século XX e os romances contemporâneos de língua inglesa. Pretende-se ressaltar os
procedimentos de composição narrativa que se tornariam fundamentais para os
subgêneros “romance” (novel) e conto, a partir de um viés que historiciza as práticas da
escrita e da recepção nos séculos XVIII, XIX e XX. O professor responsável poderá
escolher obras centrais desses períodos, como as de Defoe, Richardson, Fielding,
Sterne, Jane Austen, Charles Dickens, Edgar Allan Poe, Nathaniel Hawthorne, Oscar
Wilde, Joseph Conrad, James Joyce, Virginia Woolf, Scott Fitzgerald e William
Faulkner, entre outros.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
177
Nome do Componente Curricular:
Literatura Inglesa IV
Período:
Vespertino e noturno/8º termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
20 horas
Objetivos
Gerais:
Carga Horária p/ teórica:
40 horas
Específicos:
Ementa
Nesta unidade curricular, o gênero dramático em língua inglesa será discutido dentro
de uma perspectiva histórico-político-social. Ênfase será dada às obras de William
Shakespeare, aos tratados de retórica e de poética do período elisabetano, e aos
diversos critérios de recepção histórica, dada a centralidade da obra do autor para a
formação da literatura de língua inglesa. Questões teóricas e críticas serão colocadas
para que se discuta a formação canônica da obra shakespeariana e as diferentes
leituras não-canônicas que a problematizam e complementam. Entretanto, esta
unidade curricular também poderá incluir estudos sobre outros dramaturgos
contemporâneos e posteriores a Shakespeare, tais como Arthur Miller e Tennessee
Williams.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
178
Nome do Componente Curricular:
Inglês para Leitura de Textos
Período:
Vespertino e noturno/6º. Termo
Carga horária total:
60 horas
Carga Horária p/ prática:
Carga Horária p/ teórica:
30 horas
30 horas
Objetivos
Gerais
Específicos
Ementa
A disciplina visa contribuir para uma percepção a respeito do papel das línguas
estrangeiras na formação em Letras, para o interesse por textos escritos originalmente
em línguas estrangeiras, para a ampliação dos conhecimentos a respeito da cultura
dos povos que falam o inglês, para o desenvolvimento da habilidade de leitura de
textos em língua inglesa e para que os alunos tenham acesso a textos acadêmicos nas
áreas de Literatura, Linguística, Linguística Aplicada e Educação escritos
originalmente em inglês. Apoia-se fundamentalmente nos seguintes aspectos: (1)
exploração de textos autênticos visando a propósitos específicos; (3) análise de
gêneros acadêmicos e suas especificidades; 4) desenvolvimento de estratégias de
leitura, (2) análise e sistematização de aspectos discursivos e léxico-gramaticais dos
textos lidos.
Conteúdo Programático
Metodologia de Ensino Utilizada
Recursos Instrucionais Necessários
Critérios de Avaliação
Bibliografia
Básica:
Complementar:
ESTA DISCIPLINA AINDA NÃO FOI OFERECIDA NO CURSO DE LETRAS. O
PLANO DE ENSINO ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO.
179
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